Serviço Público Federal MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E CONTRATOS PROCESSO 23076.029195/2023-15 Cadastrado em 29/03/2023 Processo disponível para recebimento com código de barras/QR Code Nome(s) do Interessado(s): E-mail: Identificador: AIRTON TEMISTOCLES GONCALVES DE CASTRO air###@dm########## ###325#5 ANA LUCIA DANTAS DA SILVA ana#####@dm########## ###561#9 HENRIQUE DE BARROS CORREIA VITORIO bcv######@gm####### ###160#7 HENRIQUE JOSE MORAIS DE ARAUJO hen#####@dm########## ###508#9 E OUTROS... Tipo do Processo: PROJETO POLITICO-PEDAGOGICO Assunto do Processo: 121.1 - PROJETO PEDAGOGICO DOS CURSOS DE GRADUACAO Assunto Detalhado: SOLICITAÇÃO DE REFORMA PARCIAL DO PPC DO CURSO DE MATEMÁTICA/BACHARELADO. Unidade de Origem: DEPARTAMENTO DE MATEMATICA - CCEN (11.59.05) Criado Por: ANA LUCIA DANTAS DA SILVA Ciência: --- MOVIMENTAÇÕES ASSOCIADAS Data Destino Data Destino COORDENACAO DIDATICO-PEDAGOCICA DOS CURSOS DE 30/03/2023 GRADUACAO - PROGRAD (11.13.29) COORDENACAO DA GRADUACAO DE BACHARELADO EM 29/03/2023 MATEMATICA - CCEN (11.59.24) SIPAC | Superintendência de Tecnologia da Informação (STI-UFPE) - (81) 2126-7777 | Copyright © 2005-2023 - UFRN - sipac02.ufpe.br.sipac02 Para visualizar este processo, entre no Portal Público em http://sipac.ufpe.br/public e acesse a Consulta de Processos. Visualizar no Portal Público Ata da Reunião do Colegiado do Curso de Graduação em Matemática/ Bacharelado do Centro de Ciências Exatas e da Natureza da Universidade Federal de Pernambuco, realizada no dia 02 de fevereiro de 2023. Aos dois dias do mês de fevereiro do ano de dois mil e vinte e três, foi realizada a reunião do Colegiado do Curso de Graduação em Matemática/Bacharelado, com a participação dos seguintes membros: Henrique de Barros Correia Vitório (coordenador em exercício), Felipe Wergete Cruz e Jorge Nicolás Caro Montoya. A reunião teve a seguinte pauta: 1. Aprovação do PPC; 2. Autoavaliação; 3. Revisão de decisão sobre aproveitamento de disciplina eletiva livre cursada anteriormente ao ingresso no curso; 4. Outros assuntos. A reunião foi iniciada pelo coordenador, apresentando o ponto 3 da pauta, revisão de decisão do Colegiado sobre aproveitamento de disciplina eletiva livre cursada anteriormente ao ingresso no curso. Após as devidas considerações sobre o assunto, levando em conta as atribuições do Colegiado, de acordo com a Resolução 02/2023 - CEPE, o Colegiado resolve, por unanimidade, rever a decisão tomada anteriormente, referente ao aproveitamento das disciplinas eletivas livres cursadas apenas durante o curso de Matemática/Bacharelado e passar a considerar e analisar os pedidos apresentados pelos alunos, mesmo que as disciplinas eletivas livres tenham sido cursadas anteriormente ao curso. No ponto 2 da pauta, aprovação do PPC, alguns assuntos ficaram pendentes de aprovação do Colegiado e foram apresentados pelo coordenador, a fim de serem aprovados e incluídos no PPC do curso. O primeiro assunto foi a sugestão do Núcleo Docente Estruturante, para a criação da disciplina eletiva Ensaios Acadêmicos, em substituição à disciplina MA1014 - Monografia, considerando que esta disciplina consta como eletiva do perfil atual do curso de Bacharelado (4904-1), porém não tem a função de trabalho de conclusão de curso, conforme indicado na Resolução Nº 18/2022 - CEPE, a qual faz referência a componentes curriculares com nomenclatura idêntica às citadas no documento e que precisam atender às exigências nele explicitadas. Para concretizar tal procedimento, será necessária uma reforma integral no perfil atual do curso e portanto, necessita da aprovação do Colegiado. O assunto foi apresentado e após colocado em votação, a sugestão do NDE foi aprovada por unanimidade pelo Colegiado. O segundo item foi a aprovação da Regulamentação das Atividades Complementares, elaborada pelo NDE. O coordenador apresentou o documento, o qual foi indicado para votação e aprovado por unanimidade pelo Colegiado. Diante do exposto, o coordenador apresentou o documento completo do PPC, esclarecendo os pequenos ajustes que faltam, em sua maioria questões de formatação. O Colegiado aprovou por unanimidade o documento apresentado e por último foi discutido o ponto 2 da pauta, o qual tratou da questão da Autoavaliação do curso, para a qual já existe uma Comissão em atuação. O Professor Jorge Nicolás Caro Montoya, como representante dos docentes na Comissão, apresentou ao coordenador a ata da reunião, com os devidos esclarecimentos sobre as avaliações a serem realizadas, que serão bianuais e serão utilizados os formulários eletrônicos, a serem elaborados pela própria comissão. O Colegiado aprovou as decisões da Comissão de Autoavaliação e acrescentará o respectivo conteúdo ao texto do Projeto Pedagógico do Curso, com as devidas adaptações. Nada mais havendo para tratar, a reunião foi encerrada e lavrei a presente ata que será assinada por todos os participantes. Recife, 02 de fevereiro de 2023. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E FOLHA DE ASSINATURAS CONTRATOS Emitido em 03/02/2023 ATA DE COLEGIADO Nº 882/2022 - DM CCEN (11.59.05) (Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO) (Assinado digitalmente em 03/02/2023 10:11 ) (Assinado digitalmente em 03/02/2023 10:18 ) ANA LUCIA DANTAS DA SILVA FELIPE WERGETE CRUZ ASSISTENTE EM ADMINISTRACAO PROFESSOR DO MAGISTERIO SUPERIOR DM CCEN (11.59.05) DM CCEN (11.59.05) Matrícula: 1756199 Matrícula: 2777387 (Assinado digitalmente em 04/02/2023 12:28 ) (Assinado digitalmente em 03/02/2023 15:22 ) HENRIQUE DE BARROS CORREIA VITORIO JORGE NICOLAS CARO MONTOYA COORDENADOR - TITULAR PROFESSOR DO MAGISTERIO SUPERIOR CGBM CCEN (11.59.24) DM CCEN (11.59.05) Matrícula: 1916097 Matrícula: 1826283 Para verificar a autenticidade deste documento entre em http://sipac.ufpe.br/documentos/ informando seu número: 882, ano: 2022, tipo: ATA DE COLEGIADO, data de emissão: 03/02/2023 e o código de verificação: 219ea719fc MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E FOLHA DE ASSINATURAS CONTRATOS Emitido em 02/02/2023 ATA DE COLEGIADO Nº 232/2023 - DM CCEN (11.59.05) (Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO) (Assinado digitalmente em 29/03/2023 14:10 ) ANA LUCIA DANTAS DA SILVA ASSISTENTE EM ADMINISTRACAO DM CCEN (11.59.05) Matrícula: 1756199 Para verificar a autenticidade deste documento entre em http://sipac.ufpe.br/documentos/ informando seu número: 232, ano: 2023, tipo: ATA DE COLEGIADO, data de emissão: 29/03/2023 e o código de verificação: 0ceafbc0b8 23/03/2023, 16:53 https://sipac.ufpe.br/sipac/protocolo/documento/documento_visualizacao.jsf?imprimir=true&idDoc=2060546 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO DEPARTAMENTO DE MATEMATICA - CCEN EXTRATO DE ATA Nº daaa 727 / 2023 - DM CCEN (11.59.05) Nº do Protocolo: 23076.027365/2023-52 Recife-PE, 23 de março de 2023. EXTRATO DA ATA DA REUNIÃO PLENÁRIA DO DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA DO CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E DA NATUREZA REALIZADA NO DIA 23 DE MARÇO DE 2023. Aos 23 (vinte e três) dias do mês de março de 2023, sob a presidência do Professor Hélio Machado da Silva Porto Neto, chefe do Departamento, com as presenças dos professores Airton Temístocles Gonçalves de Castro, André Luiz Meireles Araujo, Antonio Fernando Pereira de Sousa, Eddygledson Souza Gama, Eduardo Shirlippe Goes Leandro, Felipe Wergete Cruz, Gleidson Gomes da Silva, Henrique de Barros Correia Vitório, Henrique José Morais de Araújo, João Antônio Miranda Gondim, Jorge Nicolás Caro Montoya, José Carlos de Albuquerque Melo Júnior, Liliana Gabriela Russo, Luiz Paulo Freire Moreira, Manoel José Machado Soares Lemos, Peter Malcolm Johnson, Ricardo Turolla Bortolotti, Sérgio DAmorim Santa Cruz e William Artiles Roqueta. Afastados para pós-doutoramento no exterior: Eudes Naziazeno Galvão e Roberto de Almeida Capistrano Filho. Havendo número legal de participantes foi aberta a sessão. DELIBERAÇÃO 1. Aprovação do PPC-Projeto Pedagógico do Curso de graduação bacharelado em Matemática: PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE MATEMÁTICA - BACHARELADO Recife 2022 O Curso de Bacharelado em Matemática Nome do Curso: Matemática Modalidade: Presencial. Vinculação: Departamento de Matemática . Localização do Curso: Centro de Ciências Exatas e da Natureza. Autorização de funcionamento e criação do Curso: Autorizado pelo CCEPE, 3a. Sessão Ordinária, 12 de julho de 2001 (Boletim Oficial no. 36, v. 36, p.12). Diretrizes Curriculares: Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Graduação em Matemática, Resolução CNE/CES n° 3 de 18 de fevereiro de 2003. Funcionamento e criação do Curso: Senado Federal, Câmara dos Deputados, Decreto n° 28092 de 8 de maio de 1950. Reconhecimento do Curso: Senado Federal, Câmara dos Deputados, Lei Federal 1.254 de 4 de dezembro de 1950. Publicado no Diário Oficial da União em 8 de dezembro de 1950. Renovação do Reconhecimento do Curso: Portaria N° 286, publicada no Diário Oficial da União em 27 de dezembro de 2012. Vagas oferecidas no Vestibular: 30 vagas na 1a entrada. Turno(s): Integral (manhã e tarde). Carga Horária: 2400 horas. Duração do Curso: 8 semestres Título Conferido: Bacharel(a) em Matemática. O curso de Bacharelado em Matemática é voltado para a formação do cidadão e da cidadã no primeiro degrau (no Ensino Superior) da sua jornada acadêmica tem como objetivo formar profissionais capacitados em aproveitar as diversas ferramentas usadas no desenvolvimento da matemática. O egresso tem múltiplas possibilidades de ação, apesar de ser mais esperado que ele(a) seja conduzido para uma pós- graduação strictu sensu em Matemática. (O arquivo eletrônico contendo o texto completo, de conhecimento de todos, faz parte da presente Ata) Posto em votação, foi aprovado por unanimidade. ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- -------- Copiado do original. https://sipac.ufpe.br/sipac/protocolo/documento/documento_visualizacao.jsf?imprimir=true&idDoc=2060546 1/2 23/03/2023, 16:53 https://sipac.ufpe.br/sipac/protocolo/documento/documento_visualizacao.jsf?imprimir=true&idDoc=2060546 (Assinado digitalmente em 23/03/2023 16:49 ) (Assinado digitalmente em 23/03/2023 16:51 ) HELIO MACHADO DA SILVA PORTO NETO MANOEL RONALDO DE OLIVEIRA CHEFE DE DEPARTAMENTO - TITULAR ASSISTENTE EM ADMINISTRACAO DM CCEN (11.59.05) DM CCEN (11.59.05) Matrícula: 1755745 Matrícula: 1133831 Para verificar a autenticidade deste documento entre em http://sipac.ufpe.br/public/documentos/index.jsp informando seu número: 727, ano: 2023, tipo: EXTRATO DE ATA, data de emissão: 23/03/2023 e o código de verificação: 68610868f6 https://sipac.ufpe.br/sipac/protocolo/documento/documento_visualizacao.jsf?imprimir=true&idDoc=2060546 2/2 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E FOLHA DE ASSINATURAS CONTRATOS Emitido em 29/03/2023 EXTRATO DE ATA Nº 836/2023 - DM CCEN (11.59.05) (Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO) (Assinado digitalmente em 29/03/2023 14:10 ) ANA LUCIA DANTAS DA SILVA ASSISTENTE EM ADMINISTRACAO DM CCEN (11.59.05) Matrícula: 1756199 Para verificar a autenticidade deste documento entre em http://sipac.ufpe.br/documentos/ informando seu número: 836, ano: 2023, tipo: EXTRATO DE ATA, data de emissão: 29/03/2023 e o código de verificação: 6c0773fa01 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E DA NATUREZA DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA Curso de Bacharelado em Matemática PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE MATEMÁTICA - BACHARELADO Recife 2023 SUMÁRIO 1 Identificação 4 1.1 Instituição 4 1.2 O Curso de Bacharelado em Matemática 5 1.3 Equipe que compõe o Colegiado do Curso 6 1.4 Equipe que Compõe o NDE do Curso 6 1.5 Equipe Revisora do Projeto Político-Pedagógico do Curso 6 2 Histórico do Curso em Consonância com a História da UFPE 8 3 Justificativa do Curso 12 3.1 A Matemática e nossa Época 12 3.2 Papel Social 13 3.3 Campo de Atuação Profissional do Bacharel 14 4 Justificativa para Reforma 16 4.1 Atendimento a novas exigências 16 4.2 Adequação de bibliografias 16 4.3 Inclusão de novas disciplinas eletivas 17 4.3.1 Disciplinas de Formação Avançada 17 4.4 Inclusão da Atividade Complementar “Tutoria Voluntária por Veteranos” 18 4.5 Mudança de periodização da Disciplina “Elementos de Matemática” 19 5 Marco Teórico 20 5.1 Concepção de Ensino 20 5.2 Concepção de Conhecimento/Aprendizagem 22 5.3 Concepção de Universidade 23 5.4 Aspectos de Inclusão e Acessibilidade 24 5.5 Observações Específicas 25 6 Objetivos do Curso 26 6.1 Objetivos Gerais 27 6.2 Objetivos Específicos 28 7 O Perfil do Egresso do Curso 30 8 Campo de Atuação do Bacharel em Matemática 32 9 Competências, Habilidades, Atitudes e Valores 33 9.1 De Natureza Científica 33 9.2 De Natureza Técnica 33 9.3 De Natureza Sócio-Política 34 9.4 De Natureza Filosófica 34 9.5 De Natureza Ética 35 1 9.6 De Natureza Psicológica 35 9.7 De Natureza Profissional 35 10 Metodologia do Ensino 37 10.1 Princípios Orientadores do Curso 37 10.2 Processos de Ensino e Aprendizagem do Curso 37 10.3 Variantes Metodológicas 39 11 Sistemáticas de Avaliação 41 11.1 Avaliação do Ensino e da Aprendizagem 41 11.1.1 Estratégias de Acessibilidade na Avaliação 43 11.1.2 Avaliação do(a) Docente e da Infraestrutura 43 11.1.3 Ações para Melhoria da Aprendizagem 43 11.2 Sistemática de Avaliação do Projeto Pedagógico do Curso 44 11.2.1 O Núcleo Docente Estruturante 44 11.2.2 Avaliação do Projeto Pedagógico do Curso 45 12 Formas de Acesso ao Curso 48 12.1 O ingresso via Sistema de Seleção Unificada 48 12.2 O Processo Extravestibular 49 13 Organização Curricular do Curso 50 13.1 Bases Legais 50 13.2 Aspectos Gerais 52 13.3 Matriz Curricular e Distribuição por Período 57 13.4 Outras Diretrizes Curriculares Nacionais 63 13.4.1 Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Étnico- Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Africana 63 13.4.2 Política Nacional de Educação Ambiental e Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Ambiental 64 13.4.3 Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos 65 13.4.4 Linguagem Brasileira de Sinais - LIBRAS 65 14 Atividades Curriculares Erro! Indicador não definido. 14.2 Atividades Complementares 67 14.2.1 Programa de Monitoria 67 14.2.2 Iniciação Científica (IC) 68 14.2.3 Tutoria Voluntária por Veteranos 69 14.2.4 Colóquio da Graduação 69 14.2.5 Apresentação de trabalhos em eventos 69 15 Corpo Docente 71 15.1. Corpo Docente 71 16 Suporte Para Funcionamento do Curso 74 16.1 Estrutura física: salas de aula, laboratórios e auditórios 74 2 16.2 Bibliotecas, Periódicos e Bases de Dados 76 16.3 Suporte Técnico-Administrativo 77 16.4 Suporte Virtual de Aprendizagem Erro! Indicador não definido. 17 Acessibilidade 79 17.1 Acessibilidade Arquitetônica 79 17.2 Acesso para Pessoas com Deficiência ou Mobilidade Reduzida 79 18 Apoio ao Discente 81 18.1 Assistência Estudantil 81 18.2 Mobilidade Acadêmica - ANDIFES 83 18.3 Outras Informações, Assistências e Apoio 84 19 Dispositivos Legais e Normativos 88 20 Referências 93 Anexos 96 ANEXO A 96 Portarias, Resoluções Internas e Atas 96 ANEXO B 132 Programas de Disciplinas do Ciclo Básico 132 Programas de Disciplinas do Ciclo Profissional 154 Programas de Componentes Eletivos 183 3 1 Identificação 1.1 Instituição Universidade Federal de Pernambuco Reitor: Prof. Alfredo Macedo Gomes Endereço: Av. Prof. Moraes Rego, 1235, Cidade Universitária, Recife, Pernambuco, CEP 50670-901 Telefone: (81) 2126 8000 Sítio da UFPE: www.ufpe.br Centro de Ciências Exatas e da Natureza Diretora: Profa. Claudete Fernandes Pereira Vice-Diretora: Profa. Carla Claudia da Rocha Rego Monteiro Departamento de Matemática Chefe: Prof. Hélio Machado da Silva Porto Neto Sub-chefe: Prof. Eduardo Shirlippe Góes Leandro Coordenação de Curso de Bacharelado em Matemática Coordenador: Prof. Eudes Naziazeno Galvão. Vice-Coordenador: Prof. Henrique de Barros Correia Vitório. 4 1.2 O Curso de Bacharelado em Matemática O curso de Bacharelado em Matemática é voltado para a formação do cidadão e da cidadã no primeiro degrau (no Ensino Superior) da sua jornada acadêmica tem como objetivo formar profissionais capacitados em aproveitar as diversas ferramentas usadas no desenvolvimento da matemática. O egresso tem múltiplas possibilidades de ação, apesar de ser mais esperado que ele(a) seja conduzido para uma pós-graduação strictu sensu em Matemática. Nome do Curso: Matemática Modalidade: Presencial. Vinculação: Departamento de Matemática . Localização do Curso: Centro de Ciências Exatas e da Natureza. Autorização de funcionamento e criação do Curso: Autorizado pelo CCEPE, 3ª. Sessão Ordinária, 12 de julho de 2001 (Boletim Oficial no. 36, v. 36, p.12). Diretrizes Curriculares: Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Graduação em Matemática, Resolução CNE/CES n° 3 de 18 de fevereiro de 2003. Funcionamento e criação do Curso: Senado Federal, Câmara dos Deputados, Decreto n° 28092 de 8 de maio de 1950. Reconhecimento do Curso: Senado Federal, Câmara dos Deputados, Lei Federal 1.254 de 4 de dezembro de 1950. Publicado no Diário Oficial da União em 8 de dezembro de 1950. Renovação do Reconhecimento do Curso: Portaria N° 286, publicada no Diário Oficial da União em 27 de dezembro de 2012. Vagas oferecidas no Vestibular: 30 vagas na 1ª entrada. Turno(s): Integral (manhã e tarde). Carga Horária: 2400 horas. Duração do Curso: 8 semestres Título Conferido: Bacharel(a) em Matemática. 5 1.3 Equipe que compõe o Colegiado do Curso Os seguintes integrantes compõem o Colegiado do Curso, de acordo com decisão do Colegiado Pleno do Departamento de Matemática (vide o Anexo A I). ● Prof. Antonio Fernando Pereira de Sousa; ● Profa. Cleide Soares Martins; ● Prof. Eudes Naziazeno Galvão (coordenador); ● Prof. Felipe Wergete Cruz; ● Prof. Gleidson Gomes da Silva; ● Prof. Henrique de Barros Correia Vitório (vice-coordenador); ● Prof. Jorge Nicolás Caro Montoya. 1.4 Equipe que Compõe o NDE do Curso De acordo com a Portaria Nº 3004, de 13 de julho de 2022 (vide Anexo A II), os seguintes docentes integram o Núcleo Docente Estruturante do curso: ● Cilon Valdez Ferreira Perusato; ● Eduardo Shirlippe Goes Leandro; ● Eudes Naziazeno Galvão (coordenador); ● Fábio Reis dos Santos; ● Henrique de Barros Correia Vitório. 1.5 Equipe Revisora do Projeto Político-Pedagógico do Curso ● Cilon Valdez Ferreira Perusato (NDE) 6 ● Eduardo Shirlippe Goes Leandro (NDE) ● Eudes Naziazeno Galvão (coordenador); ● Fábio Reis dos Santos (NDE) ● Henrique de Barros Correia Vitório (vice-coordenador) ● Ana Lúcia Dantas da Silva (secretária) ● Tiago Alexandre da Silva Valle (técnico em assuntos educacionais) 7 2 Histórico do Curso em Consonância com a História da UFPE A Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) é uma instituição de ensino superior pública federal brasileira, mantida pelo Governo Federal do Brasil. Está sediada na cidade do Recife, no estado de Pernambuco, Brasil. Até 1967 esta instituição era denominada Universidade do Recife (UR), quando se tornou autarquia vinculada ao Ministério da Educação integrando o grupo de instituições do novo sistema de educação do país. A criação da Universidade do Recife (UR) ocorreu a partir da Lei da Presidência da República nº 9.338, de 20 de junho de 1946, sendo instalada em agosto do mesmo ano. A UR foi composta inicialmente por um conjunto de instituições isoladas criadas ao longo do século XIX e das primeiras décadas do século XX: a Faculdade de Direito do Recife (1827), a Escola de Engenharia de Pernambuco (1895), a Faculdade de Medicina do Recife (1927), a Escola de Belas Artes de Pernambuco (1932) e a Faculdade de Filosofia do Recife (1941). Pesquisas nos permitem demarcar a Escola de Engenharia de Pernambuco (EEP) como primeiro espaço de ensino de matemática na instituição que seria futuramente denominada UFPE. A EEP, cujo início do funcionamento data do ano de 1986, teve seu primeiro regimento publicado em diário oficial no dia 03 de junho de 1895, contando na sua matriz curricular: “1º anno 1º cadeira - Geometria Analytica: Complemento algébrico, cálculo diferencial e integral. 2º cadeira – Geometria descriptiva e suas applicações à teoria das sombras, perspectiva e estereomtomia” (PERNAMBUCO, 1895). Especificamente a história do curso de matemática dessa Universidade tem como marco legal o Decreto Federal nº 28.092, de 8 de maio de 1950, concedendo: “autorização para funcionamento dos cursos de filosofia, matemática, letras clássicas, letras neolatinas e pedagogia da Faculdade Estadual de Filosofia, mantida pelo Estado 8 de Pernambuco” (BRASIL, 1950). Um conjunto de fatores impulsionaram o desenvolvimento da matemática na então Universidade do Recife durante esse período, entre o quais: a) a fuga de intelectuais de Portugal, forçada pelo regime autoritário implantado naquele país a partir da década 1930 sob a chefia de António Salazar; b) a significativa influência do professor pernambucano Luís Freire no CNPq, que cria situações favoráveis para o desenvolvimento do ensino e da pesquisa relacionada às ciências exatas em Recife; c) a intenção do governo federal de criar institutos fora do eixo Rio-São Paulo; d) a necessidade de desenvolvimento da UR na perspectiva de entidade geradora de conhecimentos; e) a percepção da equipe de matemática da Universidade, sob a liderança do professor Newton Maia, da necessidade de maiores investimentos para o fortalecimento do campo no estado (VALLE, 2022). A partir de articulações comandadas pelo professor Newton Maia e o então vice- reitor da Universidade do Recife (UR) João Alfredo Gonçalves da Costa Lima foram contratados, nos primeiros anos da década de 1950, dois matemáticos portugueses de renome: Alfredo Pereira Gomes e Manuel Zaluar Nunes. Na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras o Prof. Alfredo Pereira Gomes regia disciplinas de Análise Matemática, inclusive os cursos de Cálculo Diferencial e Integral, enquanto o Prof. Manoel Zaluar Nunes, as de Geometria. Este esforço resultou na criação da Licenciatura em Matemática. Na Escola de Engenharia, por outro lado, foram confiadas a Zaluar as disciplinas de Cálculo Numérico e de Cálculo das Probabilidades, enquanto Pereira Gomes ficará responsável pelos Cálculos. Nesse contexto, foi criado em 1954 o Instituto de Física e Matemática da Universidade do Recife (IFM). O IFM foi instalado em um anexo da Escola de Engenharia no Bairro da Boa Vista — área central do Recife — até o ano 1960, quando o Instituto foi transferido para a Rua do Progresso, número 465, no mesmo bairro. De acordo com o ex-diretor do IFM, professor Jônio Pereira Lemos, entre as finalidades do Instituto destacam-se: colaborar na regência de cursos básicos na Escola de Engenharia e na Faculdade de Filosofia do Recife e promover cursos de aperfeiçoamento, especialização e treinamento para professores, assistentes e alunos avançados de diversas Escolas Superiores desta região, alguns como bolsistas do Conselho Nacional de Pesquisas (BRASIL, 1961). 9 O IFM teve um papel importante no desenvolvimento da Matemática na região a partir daquele período. Foram convidados para Pernambuco os matemáticos portugueses José Cardoso Morgado Júnior (1960), Ruy Luis Gomes (1962) e António Brotas (1963). Houve apresentações de palestras de grandes matemáticos franceses. Mereceu destaque o curso de Álgebra Multilinear e Linear (CALÁBRIA, 2010, p. 48). Com a implantação do governo civil-militar de 1964 no Brasil, um conjunto de mudanças ocorreram nas instituições superiores de ensino. A exemplo do Decreto Lei nº 53/1966, fundamento legal para o desmembramento do IFM. Esse Instituto da UFPE transformou-se em duas unidades: Instituto de Física e Instituto de Matemática. Contudo, o ápice das mudanças se deu através da promulgação da Lei nº 5.540/1968, a Reforma Universitária. Para a implementação da Reforma, a UFPE realizou um coletivo de medidas administrativo-pedagógicas. Dentre as medidas diretamente relacionadas à história do curso de matemática, podemos citar: a) a transformação do Instituto de Matemática (IM) em unidade universitária; b) a implantação da Área Básica II, primeiro ciclo básico dos cursos de graduação de Ciências Exatas e Tecnologia, congregando Engenharias, Estatística, Física, Geologia, Matemática e Química. O IM recebeu para o seu quadro docente os professores de matemática das demais unidades preexistentes da Universidade, que viriam a ser extintas para dar lugar às novas unidades que seriam criadas com a Reforma Universitária (LOPES, 2018). A Resolução nº 05/1974 previu a organização da Universidade estruturada em departamentos, coordenados por unidades mais amplas, denominadas centros, visando a preservação da “unidade das suas funções de ensino, pesquisa e extensão e assegurem a plena utilização dos seus recursos humanos e materiais” (UFPE, 1974 A). A Resolução nº 09/1974 autorizou a instalação do Centro de Ciências Exatas e da Natureza (CCEN). De acordo com o Documento, o Centro foi constituído pela junção do Instituto de Física, do Instituto de Matemática e do Departamento de Química da antiga Escola de Química. Na Resolução, a nova estrutura departamental passa a ser composta por: Departamento de Física, Departamento de Matemática, Departamento de Estatística e Informática, e Departamento de Química (UFPE, 1974B). 10 O CCEN foi criado quando a maior parte das atividades da UFPE já não funcionavam mais no bairro da Boa Vista. Naquele momento a Universidade já ocupava o Campus Joaquim Amazonas, a Cidade Universitária. O departamento de Matemática passou a funcionar no Centro de Filosofia e Ciências Humanas e, somente em 1984 chega ao atual prédio (LOPES, 2018). Nas últimas décadas o Departamento de Matemática vem consolidando suas atividades. A criação dos cursos de Pós-graduação (mestrado em 1968 e doutorado em 1984) possibilitou a melhoria do quadro de docentes-pesquisadores, favorecendo o desenvolvimento do tripé ensino-pesquisa-extensão no âmbito do Bacharelado em Matemática. 11 3 Justificativa do Curso 3.1 A Matemática e nossa Época O ensino da Matemática existe desde os primórdios da civilização. O antigo papiro egípcio denominado Papiro de Ahmes, assim como as tabletas das bibliotecas sumerianas, atestam o uso de problemas para o ensino da Matemática há milhares de anos. A organização do conhecimento matemático na antiga Grécia serviu de modelo por muitos séculos para outras ciências, e naquele tempo Platão investigava a gênese dos conceitos matemáticos, propondo modelos de ensino em sua famosa academia. O ensino da Matemática na atualidade é imprescindível devido ao avanço das ciências e da tecnologia, que trazem benefícios à sociedade. Como ciência, a Matemática se encontra em plena vitalidade. Tendo contribuído com a sociedade desde os primórdios das mais antigas civilizações, está hoje presente nas mais altas esferas do pensamento científico assim como nas mais diversas aplicações tecnológicas. Existe, entre as mais diversas ciências e a Matemática, uma interdisciplinaridade intensa, com troca de conceitos e técnicas que proporcionam grande progresso para ambas as partes. A lista é grande e, em muitas delas, a relação é mútua e trivial como é a relação entre a Física e a Matemática. Quanto ao progresso teórico da Matemática e possibilidades futuras são inúmeros e de grande importância os problemas em aberto e as áreas em expansão conceitual e técnica. Dentre os problemas destacamos a Hipótese de Riemann, problemas em equações diofantinas, sistemas dinâmicos, a conjectura do jacobiano, algoritmos rápidos para resolução de equações. Quanto às áreas em expansão, destacamos o Programa Langlands, objeto de recente premiação com a Medalha Fields, que propõe uma unificação de várias áreas da Matemática. Citamos ainda as áreas de Dinâmica Complexa, Teoria dos Números, Topologia, Equações Diferenciais Parciais, Geometria Diferencial, Geometria Algébrica, Geometria Combinatória, Álgebra Computacional, Análise Geométrica, dentre outras. 12 Destaca-se também um dos maiores problemas a ser resolvido pelo homem que dada sua complexidade, multidisciplinaridade e aplicações em toda a indústria é de vital importância para o desenvolvimento humano, este é: “no espaço de três dimensões e no tempo dê-se um campo de velocidade e de pressão, estes suaves e globalmente definidos, que solucione as equações de Navier- Stokes” 3.2 Papel Social A Matemática tem uma considerável importância no mundo da ciência, na formação do trabalho e na sociedade em geral, podemos dizer também que seu papel é essencial para o desenvolvimento humano. A Resolução da UNESCO, de 11 de novembro de 1997, por ocasião da instituição do ‘Ano Mundial da Matemática', ressalta a importância dessa ciência, com as seguintes justificativas: ● a linguagem matemática e seus conceitos são universais, contribuindo para a cooperação e unidade internacional; ● guarda uma profunda relação com a cultura dos povos; ao longo de milhares de anos várias culturas formaram grandes pensadores matemáticos que contribuíram para o seu desenvolvimento e assim, eles também, enriqueceram a cultura; ● o papel que desempenha na atualidade e as aplicações que tem em todos os campos da vida social; contribuindo para o desenvolvimento do resto das ciências, da tecnologia, das comunicações, da economia, etc; ● sua contribuição, nos níveis das escolas fundamental e média, para o desenvolvimento do pensamento racional e cultural das sociedades. Outras justificativas podem ser acrescidas a essas, como: 13 ● contribuições para o desenvolvimento do pensamento intuitivo, fortemente presente na Matemática a partir de meados do século XIX; ● o entendimento do Universo por meio da construção de modelos abstratos, resultantes da Matemática constituída em ciência investigativa; No que se refere ao papel da Matemática na educação e formação do pensamento social, vale destacar outras de suas influências nos estudantes, como, por exemplo, ● aquelas relacionadas à aquisição de uma postura crítica, ao aguçamento da imaginação, ao desenvolvimento da criatividade, à melhoria da intuição, ao incentivo à iniciativa, à capacidade de resolver problemas e interpretar dados. 3.3 Campo de Atuação Profissional do Bacharel Em resumo, o que faz o profissional da Matemática: ● Na Matemática Pura: trabalha com conceitos matemáticos puros e abstratos e atua em torno de questões relativas ao avanço do conhecimento matemático, ao desenvolvimento lógico dos sistemas matemáticos e à análise das relações entre as formas matemáticas. ● Na Matemática Aplicada: desenvolve o conhecimento matemático para a sua aplicação na resolução de problemas e realização de pesquisas nas áreas das ciências físicas, biológicas, sociais e outras. Onde atua: ● Instituições de Ensino Superior (na formação de engenheiros, físicos, químicos, biólogos, economistas, administradores de empresas, atuários, farmacêuticos, etc); ● institutos de pesquisa científica, empresas de processamento de dados; ● na indústria, atua em cálculo estatístico, controle de estoque, folha de pagamento, organização de cadastro; assessora as atividades que envolvem 14 resolução de problemas científicos. Em função da expansão do mercado de software e de várias atividades, onde os conhecimentos e modelos matemáticos são aplicados, há uma tendência de crescimento da demanda no mercado de trabalho de profissionais com formação na área de Matemática. A Matemática constitui, certamente, um dos campos do conhecimento humano que mais profundamente marcam a era em que vivemos. Até há pouco tempo — e muitas pessoas ainda hoje pensam assim — a única forma de realização profissional, como matemático, estava relacionada ao Magistério. No entanto, são muitas e diversas as oportunidades e, devido ao dinamismo que caracteriza a época atual, elas são cada vez maiores. Devido a política dos governos federais dos últimos anos voltada ao desenvolvimento do Norte do país em conjunto com Plano Estratégico de Desenvolvimento do Nordeste (PNDE) combinados com o campo de atuação profissional do bacharel, mais que justificar a manutenção do curso do Bacharel em Matemática, incentivam incrementar a formação destes profissionais para a crescente demanda da nossa região. 15 4 Justificativa para Reforma 4.1 Atendimento a novas exigências Ao longo dos anos, vêm sendo criadas novas regras a serem seguidas pelos cursos (leis, diretrizes, normativas, etc.). Como exemplo, temos a diretriz do Plano Nacional de Educação – PNE (regulamentado pela Lei nº 13.005, de 25 de junho de 2014) que prevê na Meta 12, estratégia 12.7, a reserva mínima de dez por cento do total de créditos exigidos para a graduação em programas e projetos de extensão universitária. Além disso, temos também as resoluções institucionais da Universidade Federal de Pernambuco. Como exemplo, temos a Resolução 08/2022 do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão da UFPE, que disciplina os Estudos Planejados para os/as estudantes com obstáculos no prosseguimento do processo de aprendizagem nos cursos de graduação oferecidos pela Universidade. Como auxílio para a atualização dos PPC, foi elaborado pela Pró-Reitoria de Graduação (PROGRAD) da UFPE o “Guia de Elaboração do Projeto Pedagógico do Curso”, o qual foi acompanhado de perto para a realização desta reforma parcial. Tal guia contém esses documentos que foram citados, e outros que igualmente foram consultados. 4.2 Adequação de bibliografias O aumento dos recursos didáticos digitais nos últimos anos é uma motivação para a reformulação das unidades curriculares do curso de Bacharelado em Matemática. Além desse fato, as bibliografias dos cursos que lidam majoritariamente com objetos abstratos são as fontes principais de material de trabalho. Dentro das possibilidades (acervo físico e acervo digital como, por exemplo, a Plataforma CAFe da CAPES), foi feita uma revisão das bibliografias básica e complementar de cada programa das unidades curriculares. Assim, foram estabelecidas em cada programa de disciplina 03 (três) referências como bibliografia básica e 05 (cinco) referências como bibliografia complementar. Todas as 16 referências estão disponíveis no SIB/UFPE (Sistema Integrado de Bibliotecas) e algumas delas em repositórios online. 4.3 Inclusão de novas disciplinas eletivas As disciplinas eletivas do curso de Bacharelado em Matemática geralmente são utilizadas como forma de expor o aluno aos mais diversos tópicos avançados de Matemática. Com a necessidade de ter um melhor aproveitamento do corpo docente do Departamento de Matemática da UFPE, uma lista de disciplinas eletivas foi adicionada ao PPC. Pertencendo ao âmbito da Matemática ou ao cenário da Matemática Aplicada, essas novas disciplinas algumas vezes já preparam o aluno para enfrentar os próximos passos na sua formação acadêmica como matemático. Dentre as disciplinas acrescentadas, alguns exemplos são: Introdução aos Grupos de Lie, Modelagem Matemática em Biologia, Pré-Cálculo, Introdução à Representação de Grupos Finitos, e Introdução à Teoria das Categorias. Por outro lado, em consonância com a Lei nº 9.795/1999 e o Decreto nº 4.281/2002, ambos da Presidência da República, o NDE deste curso entendeu ser necessária a inclusão da educação ambiental como componente curricular do curso. Com este fim, a solução encontrada pelo NDE foi a inclusão da disciplina eletiva CS100 - Sociologia e Meio Ambiente. Analogamente, em consonância com a Resolução nº 01/2004 CNE/CES, o NDE deste curso julgou de grande importância prover conhecimento relacionado às Relações Étnico-Raciais e ao Ensino da História e Cultura Afro-Brasileira e Africana. Com este fim, a solução encontrada pelo NDE foi a inclusão da disciplina eletiva IN816 - Relações Raciais. 4.3.1 Disciplinas de Formação Avançada 17 De acordo com a Resolução nº 10/2022 do CEPE, define-se Grupo de Disciplinas de Formação Avançada como um conjunto constituído por uma ou mais disciplinas integrantes da estrutura curricular de um curso de mestrado ou de doutorado da UFPE, que receba matrículas de estudantes de graduação, permitindo-lhes integralizar Carga Horária Eletiva Livre, Eletiva do Perfil e Atividade Complementar nos currículos dos Cursos de Graduação. Neste sentido, julgou-se necessário incluir no PPC, como Disciplinas de Formação Avançada, algumas disciplinas do Programa de Pós- Graduação em Matemática da UFPE, como forma de estreitar a relação entre os alunos do curso de Matemática/Bacharelado com a PPGDMAT/UFPE, bem como incentivar os alunos com esse contato com as próximas etapas de sua formação acadêmica. Mais detalhes a respeito deste grupo de disciplinas encontram-se ao final da seção 13.2. 4.4 Inclusão da Atividade Complementar “Tutoria Voluntária por Veteranos” Um dos fortes impactos na vida acadêmica de um estudante do curso de Bacharelado em Matemática é o primeiro ano letivo. Por existir atualmente um grande abismo entre os conteúdos matemáticos ensinados durante o Ensino Médio e os conteúdos matemáticos que os professores necessitam para conduzir bem as disciplinas iniciais, foi necessário incluir uma atividade complementar que consiste em reforços dados por alunos mais experientes para os alunos novatos. O tutor veterano voluntário também pode figurar como mais um aliado na comunicação discente-coordenação, facilitando o acompanhamento das trajetórias acadêmicas dos alunos, que é um dever das coordenações de curso em geral. 18 4.5 Mudança de periodização da Disciplina “Elementos de Matemática” Outro aspecto que afeta fortemente o início do curso é a carga de novos temas. Cálculo Diferencial e Integral 1 e Geometria Analítica já são disciplinas bastante densas que tomam certa carga emocional e de estudo dos estudantes. Neste aspecto, Elementos de Matemática figura como uma disciplina que, sem querer, acaba sobrecarregando os alunos, quando a mesma poderia ser realocada para o segundo semestre. Tendo analisado todos esses aspectos, a periodização de Elementos de Matemática foi trocada para o segundo semestre do curso, deixando o primeiro semestre com o seguinte hall: Cálculo Diferencial e Integral 1, Geometria Analítica e Programação 1A. 19 5 Marco Teórico Temos a proposta de construir uma sociedade libertadora, crítica, reflexiva, igualitária, democrática e integradora, fruto das relações entre as pessoas, caracterizadas pela interação de diversas culturas em que cada cidadão constrói a sua existência e a do coletivo, contribuindo dessa forma, para formar um homem social, voltado para o seu bem próprio e para o bem estar da sociedade da qual faz parte. Temos como princípios, a conservação de valores tais como a coletividade, o espírito de união, de pertencimento, do trabalho, da valorização da vida, do respeito ao ser humano, sem distinção de raça, cor, gênero, opção política ou religiosa. A universidade tem a função de auxiliar na formação do ser humano, nos seus aspectos psíquicos, físicos e sociais, para que o mesmo tenha plenas condições de lutar com igualdade na busca por melhores condições de vida e de melhorias para a comunidade onde está inserido. A educação possibilita desenvolver modalidades de pensamento bastante específicas, possuindo um papel insubstituível, na apropriação pelo homem da experiência culturalmente acumulada dos conhecimentos. Justamente por isso, a educação representa o elemento imprescindível para a realização plena do desenvolvimento psíquico dos indivíduos, já que promove um modo mais sofisticado de analisar e generalizar os elementos da realidade: o pensamento conceitual. 5.1 Concepção de Ensino Enquanto instituição formadora, o curso de Bacharelado em Matemática tem, em sua concepção de ensino, uma expressão do projeto de sociedade que se desenvolve 20 no momento histórico em que vivemos. Levamos em consideração a atuação social dos sujeitos, as relações em sociedade e a democratização do conhecimento, objetivando a intencionalidade e o envolvimento com um projeto de transformação social em que a relevância do conhecimento científico conviva construtivamente com outras formas de conhecimento, tais como o conhecimento filosófico, ético, estético, religioso, de senso comum, entre outros. Assim, em consonância com o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) 2019-2023 da UFPE, ancoramos nosso trabalho num processo educativo que considera o conhecimento como produção histórica, reconhecendo sua condição de provisoriedade, bem como a condição de inacabamento do ser humano que o produz, nos vários espaços de suas vivências cotidianas. Participamos do consenso dos educadores quando afirmam que o objetivo da ação educativa, seja ela qual for, é ter interesse em que o educando aprenda e se desenvolva, individual e coletivamente, destacando o papel desempenhado pela docência na produção e disseminação do conhecimento, mantendo-se, não obstante, a perspectiva de que a construção do conhecimento se processa através de um permanente diálogo entre áreas do saber e entre diferentes saberes, como suporte à possibilidade de ação interdisciplinar. Para incrementar este tipo de ação, acreditamos em flexibilizar nosso curso, possibilitando favorecer a mobilidade de docentes e discentes seja em âmbito nacional ou internacional. O curso de Bacharelado em Matemática, portanto, concebe o ensino como processo de mediação da relação que se estabelece entre o sujeito que aprende e o conhecimento a ser aprendido. Supõe interação e compartilhamento de saberes, apoiados no rigor metodológico que essa mediação requer. Nesse sentido, ao professor não cabe a transmissão de conhecimentos, uma vez que não se concebe o conhecimento como objeto de transmissão, mas como uma construção dos sujeitos. Assim sendo, ao professor compete a problematização de situações que possam provocar o estudante a buscar respostas para questões que emerjam da realidade, oportunizando experiências curriculares interdisciplinares e flexíveis, visando à garantia de acesso amplo e inclusivo. Dessa forma, as respostas aos problemas formulados poderão/deverão ser construídas com base nos conteúdos acadêmicos em articulação com a realidade. 21 Conformemente, procuramos pensar o ensino apoiando-o em uma relação dialógico-problematizadora que contribua para a construção de conhecimentos científicos, mas também de valores e atitudes necessários à construção de uma sociedade mais justa, mais solidária e mais cidadã. Nesta perspectiva, a estratégia geral do ensino consiste em proporcionar ao(à) estudante ajuda no processo de desenvolvimento de um pensamento autônomo, crítico e criativo. Aos professores cabe prover a orientação necessária para que os objetivos possam ser explorados pelos estudantes sem oferecimento de soluções prontas. Destacamos o papel ativo, esperado e estimulado da parte do(a)s estudantes no processo de aprendizado, através da participação nas aulas, resolução de exercícios, visitas à biblioteca, prática no laboratório de computação e amplo uso dos canais de comunicação oferecidos pelo corpo docente e coordenação do curso de Bacharelado. 5.2 Concepção de Conhecimento/Aprendizagem O Bacharelado em Matemática considera o conhecimento como produção histórica, necessariamente provisória, e compreende a aprendizagem como atividade humana que se dá em conexão com o contexto social do qual ela emerge. Sem negar as condições sócio-culturais do conhecimento, esta atividade realça a condição de inacabamento do ser humano que a produz em diferentes espaços de suas vivências cotidianas. Implica, portanto, admitir que a relevância do conhecimento científico, embora amplamente reconhecida, não exclui outras formas de conhecimento, tais como o conhecimento filosófico, ético, estético, religioso, de senso comum, entre outros. Concebemos a aprendizagem como muito mais do que memorizar ou reproduzir os discursos veiculados nos textos orais e escritos disponibilizados aos(às) estudantes durante a formação acadêmica. Aprender é uma atividade multidimensional, uma ação ao mesmo tempo individual, cognitiva, social, cultural, racional e afetiva que, 22 envolvendo condições internas e externas, resulta na reestruturação dos esquemas mentais do(a) estudante. Aprender é, ainda, o exercício de relacionar, problematizar, mobilizar campos conceituais diversos no enfrentamento de situações implicadas na vida, e além da racionalidade, envolve a intuição, a sensibilidade, e as subjetividades dos seus produtores. Nossa concepção de conhecimento e aprendizagem motiva práticas pedagógicas que realçam conteúdos desafiadores e asseguram a flexibilização dos percursos formativos; experiências socioculturais que facilitam a produção acadêmica e referenciam a inserção dos sujeitos no mundo. Nessas práticas, o erro não é concebido como algo a ser punido. Diferentemente, deve ser explorado como mais uma possibilidade de aprendizagem porque permite instaurar o conflito cognitivo que favorece saltos e avanços no desenvolvimento cognitivo e social do estudante. 5.3 Concepção de Universidade Em consonância com a Lei de Diretrizes e Bases (Lei nº 9394/96) do Brasil e a Constituição de 1988, entendemos ser papel da educação de nível superior e, a fortiori, da Universidade: 1) a formação profissional, inclusive a formação continuada, visando a diplomação de quadros especializados com vistas à participação no desenvolvimento da sociedade brasileira; 2) o incentivo à pesquisa científica, objetivando o desenvolvimento da ciência e da tecnologia com a finalidade de produzir conhecimentos sobre as sociedades e o meio em que vivem; 3) a promoção da difusão de conhecimentos científicos e culturais por diversos meios individuais e coletivos, presenciais e à distância, impressos e digitais; 4) o estabelecimento de interação com setores e segmentos sociais, com o estímulo de atividades de extensão, na perspectiva participativa do conhecimento dos problemas do tempo presente, em particular os de abrangência nacional e regional; 5) a atuação em favor da universalização e do aprimoramento da educação básica, por meio da formação de profissionais da educação, a realização de pesquisas pedagógicas e o desenvolvimento de atividades de extensão que aproximem os dois níveis educacionais. 23 Como instituição, a Universidade se apóia fundamentalmente sobre os pilares da pesquisa, da gestão democrática e da carreira do magistério superior, dotando-se de um projeto de desenvolvimento claro e transparente, alinhado ao que existe de mais avançado internacionalmente em termos de educação superior, com espaço reservado para a avaliação contínua e coletiva deste projeto e de sua gerência. Em sua atuação, cabe ainda à Universidade atentar para os critérios de justiça social e de inserção dos desfavorecidos, que por motivos sócio-econômicos ou de outra natureza, enfrentam condições mais adversas na realização da educação superior. Finalmente, de uma maneira geral, compartilhamos a visão expressa no PDI 2019-2023 da UFPE, segundo a qual a Universidade é um espaço público, onde ocorrem o debate e a crítica sobre a sociedade a longo prazo, com muito menos restrições do que é comum ao resto da sociedade. 5.4 Aspectos de Inclusão e Acessibilidade É consenso entre os que fazem o curso de Bacharelado em Matemática que a educação inclusiva pode ser considerada como uma questão de direito e de atitude, onde se procura compreender a pessoa com deficiência e/ou outras necessidades educacionais específicas e garantir-lhe o acesso e permanência na instituição educacional em condições de equidade com os demais membros da comunidade acadêmica. Contamos com o apoio do Núcleo de Acessibilidade (NACE) da UFPE, de cujas atribuições, estabelecidas no PDI 2019-2023, estamos cientes, sendo elas: 1) promover a inclusão, a permanência e o acompanhamento de pessoas com deficiência e necessidades específicas, nos diversos níveis de ensino oferecidos por esta instituição, garantindo condições de acessibilidade na UFPE; 24 2) articular-se intersetorialmente frente às diferentes ações já executadas na UFPE, assim como na promoção de novas ações voltadas às questões de acessibilidade e inclusão educacional, nos eixos da infraestrutura; comunicação e informação; ensino, pesquisa e extensão; 3) oferecer Atendimento Educacional Especializado (AEE), a partir de uma equipe multidisciplinar, voltado para seu público-alvo; 4) constituir parcerias com entidades governamentais e sociedade civil organizada, cujos objetivos tenham relações diretas com as finalidades do NACE/UFPE. Cada uma destas ações atende aos corpos discente e docente, bem como aos técnico-administrativos que apresentem deficiência auditiva, visual, física, intelectual ou múltipla; transtorno do espectro autista (TEA); altas habilidades ou superdotação; transtorno específico da aprendizagem, a saber: dislexia, discalculia, disortografia, disgrafia e Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) ou mobilidade reduzida. Na subseção 11.1, elencamos algumas estratégias concretas para a inclusão e acessibilidade do corpo discente aos nossos processos de avaliação. Além disso, consideramos a adequação da infra-estrutura dos prédios e seus pavimentos ao pleno uso, com segurança, por todas as pessoas que desejarem frequentar nossas instalações, garantido-lhes condições de acessibilidade. A Seção 17.1 deste PPC contém uma descrição deste item. 5.5 Observações Específicas A Matemática sempre tem feito parte da primeira linha do conhecimento científico e cultural dos povos, estando sempre à vanguarda dos diversos ramos do pensamento humano. Ela também tem conquistado espaço nos últimos anos como área interdisciplinar, que procura em outras áreas do conhecimento – Psicologia, Filosofia, Sociologia, História, Antropologia, Biologia – subsídios para enfrentar os desafios que se 25 apresentam na formação do cidadão para o século XXI. Desafios estes que se tornam mais frequentes em uma sociedade cuja produção científica e tecnológica cresce vertiginosamente. A concepção de Matemática adotada por muitos sistemas de educação, particularmente o brasileiro, fundamenta-se na corrente do pensamento histórico- cultural. Entende-se a Matemática como um conhecimento produzido e sistematizado pela humanidade, portanto histórico, com o objetivo de conhecer, interpretar e transformar a realidade. Esta compreensão da história da Matemática indissociável da história da humanidade — em processo de produção nas diferentes culturas — busca romper com algumas concepções fundamentadas na corrente de pensamento positivista e entender o caráter coletivo, dinâmico e processual da produção deste conhecimento que ocorre de acordo com as necessidades e anseios dos sujeitos. Com este entendimento, é importante, também, perceber a Matemática como uma forma de expressão, isto é, como uma linguagem que é produzida e utilizada socialmente como representação do real e da multiplicidade de fenômenos propostos pela realidade. Neste contexto, a função do matemático brasileiro — como mediador entre o conhecimento adquirido pela sociedade e o conhecimento científico — é possibilitar à primeira a apropriação da forma sistematizada de pensamento e de linguagem que é a Matemática, partindo das suas necessidades para atingir níveis mais altos do desenvolvimento social brasileiro e bem estar. A Matemática tem como objetivo possibilitar a apropriação deste conhecimento como um dos instrumentos necessários ao exercício da cidadania. 6 Objetivos do Curso 26 O Bacharelado em Matemática tem como foco o ensino da Matemática Avançada. Visando proporcionar uma sólida formação em Matemática para a compreensão e solução de problemas científicos e tecnológicos, através do estudo básico, integrado e especializado de uma ampla variedade de métodos da modelagem matemática, da análise, da computação científica e da participação em atividades científicas em geral, dotando o indivíduo de virtudes e valores humanos. Em função disto derivam-se os vários objetivos gerais e específicos que estão em consonância com as diretrizes curriculares traçadas pelo Parecer n° 1302/2001 CNE/CES. 6.1 Objetivos Gerais Estão descritos como objetivos gerais aqueles que envolvem a formação do indivíduo como elemento social; assim em consonância com os princípios traçados pela UFPE. 1) Estimular o desenvolvimento do pensamento e espírito reflexivos enriquecendo a criação cultural; 2) Formar diplomados aptos para a inserção em setores profissionais e para a participação no desenvolvimento da sociedade brasileira colaborando na sua formação contínua; 3) Desenvolver o entendimento do homem e do meio em que vive, incentivando o trabalho de pesquisa e a investigação científica, visando o desenvolvimento da ciência, da tecnologia e da criação e difusão da cultura; 4) Promover a divulgação de conhecimentos culturais, científicos e técnicos que constituem patrimônio da humanidade e comunicar o saber por meio do ensino, de publicações ou de outras formas de comunicação; 5) Suscitar o desejo permanente de aperfeiçoamento cultural e possibilitar a correspondente concretização, integrando os conhecimentos que vão sendo 27 adquiridos numa estrutura intelectual sistematizadora do conhecimento de cada geração; 6) Estimular o conhecimento dos problemas do mundo presente, em particular os nacionais e regionais, prestar serviços especializados à comunidade e estabelecer com esta uma relação de reciprocidade; 7) Promover a extensão, aberta à participação da população, visando à difusão das conquistas e benefícios da criação cultural e da pesquisa científica e tecnológica geradas na instituição. Para atingir estes objetivos a atuação acadêmica do departamento se dá no âmbito de cursos de Graduação, Pós-Graduação e Extensão, visando a formação e o aperfeiçoamento de recursos humanos solicitados pelo progresso da sociedade Brasileira bem como na promoção e estímulo à pesquisa científica, tecnológica e à produção de pensamento original no campo da ciência e da tecnologia. 6.2 Objetivos Específicos Estão descritos como objetivos específicos aqueles que envolvem a formação do indivíduo com os conhecimentos em Matemática Avançada: 1) Fornecer ao egresso uma sólida e abrangente formação Matemática; 2) Capacitar o egresso com as ferramentas necessárias da modelagem matemática para a resolução de problemas; 3) Fornecer uma visão histórica e crítica da Matemática; 4) Promover a capacidade de atualização continuada através de pesquisa bibliográfica e do uso de recursos computacionais, como softwares matemáticos; 5) Desenvolver no egresso uma atitude investigativa; 6) Promover uma postura ética e socialmente correta no egresso; 7) Comprometer o egresso com seu papel na contribuição do avanço científico, tecnológico e social do país. Estes objetivos seguem as diretrizes curriculares traçadas no Parecer n° 1302/2001 CNE/CES. 28 29 7 O Perfil do Egresso do Curso É de amplo reconhecimento a necessidade de avanço científico pela Região Nordeste, haja vista o progresso alcançado por outras regiões do país que, ao longo dos anos, investiram exitosamente em pesquisa científica e também de aplicação aos interesses locais da sociedade. A industrialização do estado de Pernambuco como, por exemplo, os polos industriais e também de tecnologia da informação contribuem para a demanda de geração de recursos humanos especializados em ciências matemáticas. As considerações acima evidenciam a diversidade dos campos de atuação de um bacharel em matemática (i.e., de um egresso do Curso de Matemática/Bacharelado), que vão desde a carreira científica até os mais diversos campos de trabalho em que a Matemática se aplica. A principal função do curso de Bacharelado em Matemática da UFPE é preparar estudantes para cursar prioritariamente a pós-graduação em Matemática ou, possivelmente, em áreas afins. Em virtude da Matemática ser cada vez mais utilizada nos mais diversos setores da sociedade, seja como linguagem científica, seja pelos resultados de suas teorias, o bacharel poderá também se dirigir para cursos de pós- graduação fora da área de ciências exatas. Excepcionalmente o bacharel poderá aproveitar sua formação para entrar em outros setores do mercado de trabalho, como o mercado de serviços. O Bacharel em Matemática ou Matemático atua na utilização de sistemas formais rigorosos e precisos para investigar estruturas abstratas, para identificar padrões e regularidades e, tendo a lógica formal como guia, busca constantemente uma verdade demonstrável. Em sua atividade, lida com a axiomatização de sistemas formais e aprimoramento das estruturas internas da Matemática, ou pode elaborar e implementar modelos matemáticos, visando a resolução de problemas práticos pertinentes a áreas como Física, Química, Biologia, Engenharia e Economia. Além de sólidos conhecimentos de Matemática, sua formação é complementada com o domínio de linguagens e recursos computacionais. Em sua formação, o futuro Bacharel convive corriqueiramente com o rigor da informação verdadeira, transmitida de forma transparente, contida nos mais altos 30 padrões éticos da atividade científica, a qual tende a repercutir na construção de uma consciência ética dentro da sociedade, bem como na preocupação com a segurança e com as questões sócio-ambientais. Como resultado direto dos objetivos específicos o egresso do bacharelado em matemática da UFPE deve: ● ser um profissional com sólida formação em Matemática, dominando aspectos conceituais e epistemológicos fundamentais; ● ser um profissional preparado para um processo autônomo e contínuo de aprendizagem; ● ser um profissional capaz de atuar crítica e criativamente na resolução de problemas, utilizando o conhecimento já existente ou produzindo novos conhecimentos a partir de sua prática; ● estar capacitado para a leitura e compreensão de artigos científicos e compreensão das teorias modernas; ● conhecer como se desenvolve o ambiente acadêmico e a investigação no campo da Matemática, para assim entender como a Matemática contribui para o desenvolvimento das outras ciências, tanto como linguagem científica universal como pelos resultados de suas teorias. Por outro lado, os objetivos gerais fazem do egresso: ● ser capaz de atuar tanto no ambiente acadêmico como em outros campos em que o raciocínio abstrato é indispensável, estando apto ao trabalho inter e multidisciplinar; ● estar comprometido com os resultados de sua atuação profissional, marcando sua conduta pelo rigor científico e por critérios humanísticos; ● ser conhecido por referenciais éticos e legais, comprometido com a cidadania e podendo desenvolver ações estratégicas no sentido de ampliar e aperfeiçoar as formas de atuação profissional do matemático dentro da sociedade brasileira. 31 8 Campo de Atuação do Bacharel em Matemática O Bacharelado em Matemática tem como objetivo o aprendizado da Matemática Avançada integrado e especializado de uma ampla variedade de métodos da modelagem matemática, da análise, da computação científica e da participação em atividades científicas. Esta habilitação oferece um forte embasamento para: ● estudos de pós-graduação e posterior dedicação à pesquisa em áreas tais como Matemática, Engenharias, Computação, Geofísica, Economia, Física, Biologia e várias outras, permitindo sua integração num amplo mercado de trabalho e futuro profissional; ● atuação como professor universitário nas diferentes universidades do país. Além da finalidade já explicitada, os Bacharéis em matemática: ● são bem-vindos para atuarem em escolas públicas e particulares de ensino Fundamental e Médio. Este é um mercado aquecido, pois o déficit de professores da área das Ciências Exatas é grande. Tradicionalmente, o maior mercado para um matemático é o da docência; ● principalmente aqueles que têm mestrado e doutorado, são contratados também em bancos, no mercado financeiro e em empresas de diversos setores que façam uso de modelagem matemática; ● ganham importância dentro das corporações profissionais especializadas em gerenciamento de dados e modelagem matemática, capazes de desenvolver algoritmos para melhorar o desempenho do negócio. 32 9 Competências, Habilidades, Atitudes e Valores 9.1 De Natureza Científica 1) Comunicar-se na linguagem matemática; 2) Dominar os conceitos de axioma, conjectura, teorema e demonstração, e aplicá- los no entendimento do conhecimento matemático, assim como transmitir suas próprias ideias e conhecimentos; 3) Compreender as estruturas matemáticas abstratas básicas existentes, apreciando sua gênese e desenvolvimento; 4) Validar uma afirmação pela consistência da argumentação; 5) Examinar as consequências e alternativas dos postulados e o uso de diferentes definições; 6) Explorar diferentes situações do problema, procurando regularidades, fazendo conjecturas, generalizando. Sempre com pensamento lógico, se for necessário utilizando os recursos matemáticos, estatísticos, computacionais e outros que se façam necessários para a modelagem e entendimento do problema; 7) Conhecer a arte de investigar em Matemática e compreender o processo de construção do conhecimento Matemático; 8) Desenvolver a intuição como instrumento para a construção da Matemática; 9.2 De Natureza Técnica Fazer uso em sua atuação profissional dos recursos da tecnologia da informação e da comunicação e contribuir para o seu desenvolvimento ao preparar instrumentais para suas atividades profissionais a partir deles. 33 9.3 De Natureza Sócio-Política 1) Identificar o papel da Matemática como linguagem universal da ciência; 2) Conscientizar acerca da contribuição da Matemática para o desenvolvimento da sociedade e do indivíduo, particularmente no que diz respeito à construção do raciocínio lógico, intuição, imaginação, criatividade, percepção crítica, entre outros aspectos; 3) Relacionar o conhecimento Matemático com fatos, tendências, fenômenos e movimentos da atualidade, bem como com fatos significativos da vida pessoal, social e profissional; 4) Orientar suas escolhas e decisões pessoais por valores democráticos: dignidade humana, justiça, respeito mútuo, participação, responsabilidade, diálogo e solidariedade. 5) Adquirir conhecimento relacionado à História e à Cultura Afro-Brasileira e Africana. 6) Compreender a relação das sociedades humanas com seu meio ambiente como um aspecto determinante para a sobrevivência das espécies e a qualidade de vida das mesmas. 7) Ter uma melhor percepção de si mesmo como um ator social e sua posição na sociedade, estando de posse de conhecimentos sobre Direitos Humanos. 9.4 De Natureza Filosófica 1) Acompanhar a evolução do pensamento matemático, reconhecendo os desafios teóricos e metodológicos contemporâneos da Matemática; 2) Orientar escolhas e decisões pessoais e científicas por pressupostos epistemológicos coerentes; 3) Reconhecer as teorias matemáticas como reflexos dos arquétipos construtores do universo e como partícipes de nossa consciência do corrente da vida. 34 9.5 De Natureza Ética 1) Discriminar os próprios direitos, deveres e responsabilidades; 2) Contribuir para a defesa do bem comum, da melhoria da qualidade de vida e da sustentabilidade social e da natureza; 3) Conhecer e respeitar a si próprio e aos outros; 4) Reconhecer e respeitar a diversidade em seus aspectos sociais, culturais e físicos, detectando e combatendo todas as formas de discriminação; 5) Orientar suas escolhas e decisões pessoais e científicas por pressupostos éticos coerentes. 6) Adquirir conhecimento relacionado às Relações Étnico-Raciais. 9.6 De Natureza Psicológica 1) Desenvolver atividades profissionais com segurança e autonomia; 2) Identificar a reciprocidade da influência entre a vida pessoal e profissional e capacitar-se a harmonizar a relação mútua entre essas duas esferas; 3) Conhecer os processos básicos envolvidos nas relações interpessoais e de grupo; 4) Organizar, coordenar e participar de equipes de trabalho, considerando as potencialidades e limites dos envolvidos (inclusive os próprios), bem como as exigências profissionais, com a consciência da importância desse trabalho para o desenvolvimento. 9.7 De Natureza Profissional 1) Capacitar-se a aprender de forma autônoma e contínua, adequando-se às exigências profissionais postas pela sociedade, por meio do domínio dos 35 conteúdos básicos relacionados às áreas de conhecimento que serão objeto da atividade profissional, e da utilização, de forma crítica, de diferentes fontes e veículos de informação; 2) Articular a atuação profissional com a utilização do conhecimento existente na área e com a produção, a partir da prática, de novos conhecimentos, que contribuam para o aperfeiçoamento dessa prática; 3) Elaborar e desenvolver projetos pessoais de estudo e trabalho, empenhando-se em compartilhar a prática e produzir coletivamente; 4) Agir cooperativamente nos diferentes contextos da prática profissional, compartilhando saberes com profissionais de diferentes áreas de conhecimento, e incorporando ao seu trabalho as contribuições dessas áreas; 5) Utilizar o conhecimento sobre organização, gestão e financiamento das atividades profissionais, sobre a legislação e políticas públicas referentes à área para uma inserção profissional crítica; 6) Zelar pela dignidade profissional e pela qualidade do trabalho sob sua responsabilidade; 7) Construir novas possibilidades de atuação profissional frente às novas necessidades sociais detectadas no seu campo de atuação profissional. 36 10 Metodologia do Ensino 10.1 Princípios Orientadores do Curso Seguindo diretrizes metodológicas o curso se desenvolve orientando-se pelos três princípios básicos: A. A competência do egresso é o pilar para o qual se direciona o curso; as competências são formas de atuação, desenvolvidas através da vivência do currículo, o qual deve ser seguido a partir de sua definição. [Parecer CNE/CP 009/2001, II, 1.1] B. Coerência entre a formação oferecida e a prática profissional esperada; considera-se a necessidade de que todos os participantes do curso de bacharelado vivenciem modelos de pesquisa, atitudes, capacidades e modos de organização para que o futuro profissional possa atuar adequadamente em suas práticas de trabalho. Este é um compromisso do corpo docente e da instituição que abriga o curso de formação. [Parecer CNE/CP 009/2001, II, 1.2] C. A pesquisa é elemento essencial na formação profissional; ela ressalta a importância do desenvolvimento da postura investigativa como parte integrante da atuação profissional. Temos assim duas dimensões em que deve ser contemplada a pesquisa na formação do egresso: a. é sobre a futura prática profissional, que deve ser objeto de constante reflexão e de intervenções inovadoras. b. sobre o desenvolvimento de ciência matemática e suas interfaces. 10.2 Processos de Ensino e Aprendizagem do Curso 37 As metodologias de aprendizagem empregadas no Curso de Matemática/Bacharelado da UFPE combinam os seguintes aspectos: ● Aulas expositivas com auxílio de recursos audiovisuais e objetos digitais de aprendizagem, buscando otimizar a dinâmica entre a assimilação dos conteúdos teóricos, sua utilização na resolução de problemas e geração de novos resultados teóricos; ● Incentivo à participação nas atividades de Iniciação Científica, Monitoria, bem como o estímulo à preparação de palestras para o Colóquio da Graduação (Atividade Complementar descrita na seção 14.2.4); ● O curso considera ainda o conceito de sala de aula ampliada (KENSKI, 2012), por meio de tecnologias da informação e da comunicação, mais particularmente de Ambientes Virtuais de Aprendizagem, para consolidar os conceitos trabalhados em sala de aula, promover atividades individuais e em grupo, e proporcionar novas oportunidades de interação entre docentes e discentes e, por conseguinte, novas oportunidades pedagógicas. O uso de metodologias ativas associadas às tecnologias desempenham um importante papel no processo ensino-aprendizagem no âmbito educacional, promovendo um aumento na participação do aluno, melhorando sua autonomia com uma melhor participação em seu processo de ensino e aprendizagem, maximizando o seu engajamento e satisfação no seu processo de aprendizagem o que impactará diretamente na preparação do mesmo para o mundo profissional, permitindo o desenvolvimento de habilidades interpessoais. Relacionando a Aprendizagem Baseada em Problemas (PBL) e a Aprendizagem por Pares (Peer Instruction), observamos que os conceitos do “ensino da Matemática através de problemas” constituem um papel fundamental neste projeto. Estes conceitos podem ser aplicados localmente, evitando o uso exclusivo de exercícios de repetição, treinamento ou certificação, e incentivando o estudo de problemas, sua generalização, pesquisa de problemas similares, mudança de hipóteses, pesquisa de aplicação do problema como também aplicados globalmente, em toda uma disciplina ou a um conjunto destas. No curso de Bacharelado em Matemática, é importante observar que a 38 Matemática precisa ser ensinada como objeto de estudo em si e não apenas como um acessório subordinado a seus campos de aplicação. Neste sentido, este projeto pedagógico propõe uma forma de implementar atividades de investigação em disciplinas de conteúdo científico, ou do desenvolvimento de pequenos projetos de pesquisa, partindo de problemas relacionados à Matemática. As atividades de investigação também são implementadas por métodos mais tradicionais, tais como projetos de iniciação científica, monografias, reuniões científicas, ciclos de palestras, etc. Como percebemos, o elo entre o tradicional e o inovador é a tecnologia. Nesta direção, a Sala de Aula Invertida se configura como um dos modelos interessantes no ensino da Matemática, concentrando no ambiente virtual o que é informação básica e deixando para a sala de aula as atividades mais criativas e supervisionadas. Baseada nesta interconexão, os profissionais formados deverão ter competência para formular questões que estimulem a reflexão, sensibilidade para apreciar a originalidade e a diversidade na elaboração de hipóteses e de propostas de solução dos problemas; deverão ser criativos nas situações que ocorrem em sua prática profissional. 10.3 Variantes Metodológicas Para os alunos que ingressam deve-se garantir a cidadania e a dignidade da pessoa humana que são trazidas pela Constituição Federal como fundamentos da República (art. 1°, inc. II e III), e como um dos seus objetivos fundamentais a promoção do bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação (art. 3°, inc. IV). Também traz o direito à igualdade e à educação. Esse direito deve visar o pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho (art. 205). Para que este direito seja plenamente trabalhado e desenvolvido dentro do departamento deve-se trabalhar no intuito de desenvolver condições de acesso e permanência de todos dentro da instituição, inclusive os portadores de deficiência. 39 A Inclusão Social pode ser descrita como um fenômeno social complexo, que resulta de ações estabelecidas e mantidas pelas diferentes instâncias da UFPE, as pessoas com necessidades educativas especiais e suas famílias. A Inclusão Social se constitui também de variantes metodológicas voltadas especialmente para alunos com deficiência tanto para o processo seletivo quanto no desenvolvimento escolar, utilizando alguns instrumentos para atender a necessidade de cada candidato, tais como: ● Documentação impressa em Braile; ● Bibliografia ampliada para atender deficientes visuais; ● Intérprete de libras para atender deficientes auditivos. A política de atendimento em acessibilidade, em particular, estratégias de acessibilidade na avaliação e inclusão educacional no âmbito da UFPE está garantida pela resolução ConsUni/UFPE Nº11 de 2019. Os docentes e a Coordenação do Curso contam com o apoio sob demanda do Núcleo de Acessibilidade da Universidade Federal de Pernambuco (NACE-UFPE) para adotar pranchas de comunicação, texto impresso e ampliado, softwares ampliadores de comunicação alternativa, leitores de tela, ambientes virtuais de aprendizagem, entre outros recursos, para promover formas alternativas de ensino-aprendizagem-avaliação. 40 11 Sistemáticas de Avaliação 11.1 Avaliação do Ensino e da Aprendizagem De acordo com o Plano de Desenvolvimento Institucional da UFPE 2019-2023, a avaliação da aprendizagem deve estar alinhada aos fundamentos desta, devendo portanto “ser compreendida como uma prática educativa de acompanhamento e regulação do percurso de construção das aprendizagens dos estudantes ao longo de sua formação acadêmica, tendo em vista o avanço gradativo do seu nível de qualidade. Trata-se de um processo formativo dialógico, orientado por princípios, que exige a comunicação e a cooperação entre professores e estudantes”. Em consonância com isto, a avaliação do discente no curso de Bacharelado em Matemática baseia-se nos conhecimentos e técnicas relacionadas aos temas abordados nos componentes curriculares do curso, objetivando a sólida formação de bacharéis e bacharelas em Matemática como profissionais capazes de desenvolver o conhecimento científico, estando comprometidos com a ética e com a defesa dos direitos humanos. As diretrizes da avaliação discente incluem: 1. A avaliação como incentivo ao aprendizado; 2. Avaliação quantitativa/qualitativa do conhecimento técnico-científico adquirido; 3. Avaliação qualitativa da postura, da atitude e das habilidades cognitivas. Podendo ser elaborada sob vários níveis de abstração, a avaliação do discente permite aferir diversas competências tais como: ● a capacidade de expressar-se na forma escrita com clareza e precisão, ● a capacidade de utilizar conceitos e técnicas, ● a capacidade de compreender, criticar e utilizar novas ideias na resolução de problemas, 41 ● a habilidade de identificar, formular e resolver problemas usando rigor lógico- científico em sua análise, ● a competência de estabelecer relações entre a Matemática e outras áreas do conhecimento, assim como o conhecimento de questões contemporâneas. O curso de Bacharelado em Matemática faz uso de metodologias e critérios para acompanhamento e avaliação do processo ensino-aprendizagem e do próprio curso, em consonância com a Resolução 04/94 do CCEPE (em vigor) no que diz respeito a: 1. Realização de, no mínimo, 02 (dois) exercícios escolares, sendo MO a média aritmética das respectivas notas (que variam de 0,0 a 10,0); 2. Nota mínima para aprovação por média: MO = 7,0; 3. Nota mínima para realizar a prova final: MO = 3,0; 4. Média final MF = (MO + PF)/2, onde PF é a nota da prova final; 5. Média final mínima para aprovação: MF = 5,0; 6. Frequência mínima exigida às aulas: 75% da carga horária total da disciplina. As avaliações das disciplinas são definidas pelo professor responsável pela disciplina, e sua programação (Plano de Ensino, com formulário próprio disponível na página da PROGRAD) divulgada antes do início das aulas. As avaliações (exercícios escolares) poderão ser dos seguintes tipos: seminário, prova oral, provas escritas, subjetiva e objetiva, em grupo ou individual, listas de exercícios, projetos, etc. Com a criação de uma Comissão de Avaliação do Curso de Graduação em Matemática/Bacharelado, o curso passa a realizar a sua autoavaliação. Tal avaliação dar-se-á bianualmente, tem como fundamento o Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação (INEP/MEC) e consiste em uma consulta pública aos estudantes e professores, utilizando o modelo Google Forms, sendo um formulário para cada indicador proposto (vide Anexo A III). 42 11.1.1 Estratégias de Acessibilidade na Avaliação Para garantir a acessibilidade na avaliação, a fim de evitar barreiras nos métodos e técnicas de estudo dos estudantes e tornar a educação mais acessível, o docente deve conceber o conhecimento, a avaliação e a inclusão educacional por meio da promoção de processos de diversificação curricular, flexibilização do tempo e utilização de recursos a fim de viabilizar a aprendizagem de estudantes com deficiência A política de atendimento em acessibilidade, em particular, estratégias de acessibilidade na avaliação e inclusão educacional no âmbito da UFPE está garantida pela resolução ConsUni/UFPE Nº11 de 2019. Os docentes e a Coordenação do Curso contam com o apoio sob demanda do Núcleo de Acessibilidade da Universidade Federal de Pernambuco (NACE-UFPE) para adotar pranchas de comunicação, texto impresso e ampliado, softwares ampliadores de comunicação alternativa, leitores de tela, ambientes virtuais de aprendizagem, entre outros recursos, para promover formas alternativas de avaliação. 11.1.2 Avaliação do(a) Docente e da Infraestrutura A avaliação do(a) docente pelo(a) discente é realizada a cada semestre pela plataforma Sig@ (de acordo com cada disciplina ministrada pelo(a) docente), enquanto que a avaliação da infraestrutura é realizada a cada biênio, e a autoavaliação, tanto do(a) docente como do(a) discente, a cada ano, de acordo com a Resolução 10/2017 do Conselho Coordenador de Ensino, Pesquisa e Extensão da UFPE. 11.1.3 Ações para Melhoria da Aprendizagem Como resultado de análises do desempenho dos estudantes nas avaliações nas disciplinas, o Colegiado do curso de Bacharelado em Matemática implementa ações de melhoria do processo de aprendizagem. Historicamente, as disciplinas do primeiro ano devem ter atenção especial, por se tratarem do contato inicial dos estudantes com a 43 Matemática de nível superior. Tendo isso em consideração, o Colegiado do curso implantou, como estratégia de melhoria da aprendizagem, o programa de Tutoria Voluntária por Veteranos (conforme item 14.2.3). 11.2 Sistemática de Avaliação do Projeto Pedagógico do Curso 11.2.1 O Núcleo Docente Estruturante O Núcleo Docente Estruturante (NDE) está em conformidade com o que estabelece a Resolução da CONAES No. 1, de 17 de junho de 2010, e com a Resolução 1/2013 do CCEPE. O NDE é composto de 05 (cinco) professores pertencentes ao Departamento de Matemática. A relação dos docentes que compõem o Núcleo Docente Estruturante do Curso está na Portaria Nº 3004, de 13 de julho de 2022. De acordo com a Resolução 1/2013 do CCEPE, são atribuições do Núcleo Docente Estruturante (NDE): ● Assessorar a coordenação do curso nos processos de implantação, execução, avaliação e atualização do Projeto Pedagógico do Curso, de modo coparticipativo; ● zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes constantes no currículo, contribuindo para a consolidação do perfil profissional do egresso do curso; ● informar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e extensão, oriundas de necessidades da graduação, de exigência do mercado de trabalho e alinhadas com as políticas públicas relativas à área de conhecimento do curso; ● incentivar o desenvolvimento de profissionais com formação cidadã, humanista, crítica, ética e reflexiva; ● zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Graduação; 44 ● zelar pela proposição de projetos pedagógicos alinhados e consonantes com o Projeto Pedagógico Institucional. 11.2.2 Avaliação do Projeto Pedagógico do Curso A avaliação continuada do Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Matemática tem como objetivo atualizar o perfil do curso com as novas perspectivas do mercado de trabalho. As avaliações são realizadas através das observações dos seguintes pontos: ● Processos de discussão dos resultados das últimas avaliações com o corpo docente e o corpo discente. ● Elaboração de propostas e medidas de aperfeiçoamento ou de correção, seja de forma individual ou coletiva, porém apreciada e discutida conjuntamente. ● Implantação das novas propostas ou medidas, após a devida apreciação dos envolvidos. Com os trabalhos que estão sendo desenvolvidos com os membros do Núcleo Docente Estruturante, o Projeto Pedagógico do Curso vem sendo avaliado, discutido, questionado em reuniões realizadas 2 (duas) vezes por semestre no mínimo. Os relatórios que vêm sendo elaborados têm como objetivo propor uma atualização das ementas, inclusão de disciplinas que melhor reflitam os atuais interesses de pesquisa dos professores do Departamento de Matemática, bem como outras disciplinas de outros departamentos que tenham um impacto significativo para a formação de um(a) bacharel(a) em Matemática. Este grupo de disciplinas, sendo constantemente atualizado, contribui fortemente para o engajamento dos(as) discentes inclusive com os programas de pós-graduação. No final dos trabalhos, as propostas serão submetidas para discussão pelo Colegiado do Curso de Bacharelado em Matemática e pelo Pleno do Departamento de Matemática para sua aprovação, e consequentemente implantação, com o fim de criar um novo perfil para o curso. 45 A Autoavaliação dos Cursos de Graduação e do Projeto Pedagógico do Curso é de responsabilidade do Núcleo Docente Estruturante do Curso. A última participação do curso de Bacharelado em Matemática no ENADE ocorreu em 2017. Nesta ocasião, os resultados divulgados pelo INEP foram analisados pelo NDE e pelo colegiado do curso e discutidos amplamente com os aluno(a)s. A partir de então, além das reuniões do NDE e do colegiado do curso, reuniões periódicas (duas vezes por semestre) foram estabelecidas entre a coordenação e os aluno(a)s para serem definidas estratégias de melhorias para o funcionamento do curso, dentre as quais destacamos: ● Reativação da Semana da Matemática da UFPE, um evento que envolveu em torno de 500 estudantes e 30 matemáticos(as) de diversas universidades do Brasil, incluindo uma participação internacional, além de ter contado com um amplo repertório de atividades nos diversos níveis. ● Criação do Colóquio da Graduação, que conta com a participação dos discentes e também dos docentes. ● Acompanhamento mais próximo do ensino das disciplinas do curso através do preenchimento, por parte do(a) discente, de um formulário de avaliação elaborado pelo colegiado do curso e que suplementa a avaliação oficial da UFPE via plataforma SIG@ (Sistema de Informações e Gestão Acadêmica). De acordo com a Portaria nº 14 de 03 de janeiro de 2020 do Ministério da Educação, os cursos de Bacharelado em Matemática de todo o Brasil ficaram de fora do último ENADE, realizado em 2021. Com o passar das experiências nos semestres letivos, não só o Ministério da Educação, como também a UFPE, elaboram novas leis, novas resoluções, ou novas portarias, para a estrutura curricular do curso se manter atualizada. O Núcleo Docente Estruturante revisita o PPC do curso semestralmente para verificar se está atendendo todas essas instruções e, caso contrário, sugere mudanças no PPC. Além disso, o NDE está em sintonia com instituições de reconhecida excelência, buscando analisar currículos como inspiração para demais possibilidades de desenvolvimento. Também vem sendo levada em consideração, para futuras reformas curriculares (como a que se encontra em preparação), a transversalidade da Matemática em relação aos demais cursos da UFPE, podendo ser aproveitadas disciplinas como eletivas do perfil. 46 Está em preparação uma base de dados de ex-alunos(as) classificados(as) entre: egressos(as), evadidos(as), transferidos(as), e jubilados(as). Essa base deverá ser construída a partir de coleta realizada via formulário eletrônico (no caso de egressos) ou nos arquivos internos da secretaria do bacharelado, e a análise dos dados obtidos servirá para definir estratégias para melhoria do funcionamento do curso. 47 12 Formas de Acesso ao Curso A admissão de alunos ao curso e à Universidade Federal de Pernambuco pode ser realizada de diversas maneiras. Entre os caminhos para fazer parte do corpo discente da instituição constam, além da transferência por “Força de Lei”: ● O ingresso via Sistema de Seleção Unificada (SISU) do MEC; ● processo extravestibular. A principal forma de ingresso é via SISU. Outras formas são regidas pela Resolução nº 08/2021 do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE), que estabelece critérios para o processo de ingresso por reintegração, transferência interna, transferência externa e portador de diploma nos cursos de graduação da UFPE. 12.1 O ingresso via Sistema de Seleção Unificada O ingresso via Sistema de Seleção Unificada (SISU) do Ministério da Educação (MEC) dá-se com base na nota obtida pelo candidato no Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM). Com a adesão ao SISU, decidida pelo Conselho Coordenador de Ensino, Pesquisa e Extensão (CCEPE N° 15/2008) da UFPE no dia 3 de março de 2014, a partir de 2015 a seleção de novos alunos passou a considerar exclusivamente as notas do ENEM. São oferecidas 30 (trinta) vagas em primeira entrada na primeira chamada do SISU, baseadas nas condições de infraestrutura física e tecnológica bem como no tamanho do Corpo Docente do Departamento de Matemática (que vem se mantendo historicamente em média de 30 docentes). Os cronogramas do ENEM e do SISU são divulgados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP/MEC). 48 12.2 O Processo Extravestibular O processo de admissão extravestibular é destinado aos estudantes que desejam realizar reintegração ou uma transferência interna ou externa. Os alunos diplomados contam, ainda, com a possibilidade de solicitar o ingresso em outra habilitação ou curso de graduação oferecido pela Universidade. Os critérios para tais processos de ingresso foram determinados na Resolução N° 08/2021 - CEPE, a qual pode ser encontrada no endereço eletrônico: https://www.ufpe.br/institucional/conselhos-e-resolucoes/resolucoes-ccepe Os(As) estudantes que desejarem se candidatar a uma vaga para ingresso extravestibular devem obedecer a alguns requisitos. Segundo rezam o item b) e o item c) do § 5º. do Art. 4º da Resolução N° 08/2021 - CEPE, para transferência externa somente serão apreciados os requerimentos dos(as) candidatos(as) que tiverem média geral/coeficiente de rendimento (CR) de no mínimo 5,0 (cinco), e tenham cursado com aprovação no máximo 70% (setenta por cento) do curso na instituição de origem. Outros requisitos são mencionados na referida resolução, cuja cuidadosa leitura o(a) candidato é enfaticamente encorajado a realizar. O acesso extravestibular possibilita, ainda, realizar matrícula para cursar disciplinas isoladas. Esse benefício é dado aos alunos diplomados e vinculados à UFPE ou a outra instituição de ensino superior. Mais informações podem ser conseguidas no sítio eletrônico da Pró-Reitoria para Assuntos Acadêmicos. As edições do ingresso extravestibular estão sendo realizadas a cada dois anos. 49 13 Organização Curricular do Curso 13.1 Bases Legais O curso de Bacharelado em Matemática segue as recomendações da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB, Lei 9.394 de 20/12/1996), o Plano de Desenvolvimento Institucional 2019-2023 da UFPE, mais especificamente o Plano Estratégico Institucional 2013-2027 e o Projeto Político Pedagógico Institucional, e as Diretrizes Curriculares Para Cursos de Matemática (Parecer CNE/CES n° 1.302, de 6 de novembro de 2001). Este Projeto Pedagógico de Curso busca atender aos objetivos do perfil profissional desejado seguindo as seguintes bases legais: ● BRASIL. Presidência da República. Casa Civil. Subchefia para Assuntos Jurídicos. Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L9394.htm ● BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Câmara de Educação Superior. Resolução CNE/CES n° 3, de 18 de fevereiro de 2003. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/ces032003.pdf ● BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Parecer CNE/CES n° 1.302, de 6 de novembro de 2001. Estabelece as diretrizes curriculares para cursos de Matemática. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/CES13022.pdf ● BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Câmara de Educação Superior. Resolução CNE/CES n° 2, de 18 de junho de 2007. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/2007/rces002_07.pdf ● BRASIL. Presidência da República. Casa Civil. Subchefia para Assuntos Jurídicos. Lei 10.639, de 9 de janeiro de 2003. Altera a Lei 9.394 de 20 de dezembro de 1996 para incluir no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileiras”, e dá outras providências. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2003/l10.639.htm 50 ● BRASIL. Presidência da República. Casa Civil. Subchefia para Assuntos Jurídicos. Lei 11.645, de 10 de março de 2008. Altera a Lei 9.394 de 20 de dezembro de 1996, modificada pela Lei 10.639, de 9 de janeiro de 2003, para incluir no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileiras e Indígena”. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2008/lei/l11645.htm ● BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Conselho Pleno. Resolução N° 1, de 17 de junho de 2004. Institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africanas. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/res012004.pdf ● BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Conselho Pleno. Parecer CNE/CP 3, de 10 de março de 2014. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/003.pdf ● BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Conselho Pleno. Resolução N° 1, de 30 de maio de 2012. Estabelece as Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/rcp001_12.pdf ● BRASIL. Presidência da República. Casa Civil. Subchefia para Assuntos Jurídicos. Lei 12.764, de 27 de dezembro de 2012. Institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista e altera o §3° do Art. 98 da Lei 8.112, de 11 de dezembro de 1990. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/lei/l12764.htm ● BRASIL. Presidência da República. Casa Civil. Subchefia para Assuntos Jurídicos. Decreto 5.626, de 22 de dezembro de 2005. Regulamenta a Lei 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – Libras, e o Art. 18 da Lei 10.098, de 19 de dezembro de 2000. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2005/decreto/d5626.htm ● BRASIL. Presidência da República. Casa Civil. Subchefia para Assuntos Jurídicos. Lei 9.795, de 27 de abril de 1999. Dispõe sobre a Educação Ambiental, institui a Política Nacional de Educação Ambiental, e dá outras providências. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9795.htm ● BRASIL. Presidência da República. Casa Civil. Subchefia para Assuntos Jurídicos. Decreto 4.281, de 25 de junho de 2002. Regulamenta a Lei 9.795, de 51 27 de abril de 1999, e dá outras providências. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/2002/D4281.htm ● BRASIL. Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior. Resolução N° 1, de 17 de junho de 2010. Normatiza o Núcleo Docente Estruturante e dá outras providências. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias= 6885-resolucao1-2010-conae&category_slug=outubro-2010-pdf&Itemid=30192 ● UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO. Plano de Desenvolvimento Institucional 2019–2023. Disponível em: https://www.ufpe.br/documents/1696523/0/Plano+de+Desenvolvimento+Instituci onal.pdf ● UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO. Conselho Coordenador de Ensino, Pesquisa e Extensão. Resolução N° 12/2013. Dispõe sobre procedimentos para creditação de Atividades Complementares nos cursos de graduação da UFPE. Disponível em: https://www.ufpe.br/institucional/conselhos- e-resolucoes/resolucoes-ccepe ● UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO. Conselho Coordenador de Ensino, Pesquisa e Extensão. Resolução N° 10/2017. Regulamenta a avaliação das condições de ensino da UFPE. Disponível em: https://www.ufpe.br/documents/398575/400862/Res+2017+10+CCEPE.pdf/1b83 a073-c255-4cee-a338-b451fe8c4fa4 ● UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO. Conselho Coordenador de Ensino, Pesquisa e Extensão. Resolução N° 10/2022 e Resolução N° 18/2021. Regulamenta o Grupo de Disciplinas de Formação Avançada da UFPE. Disponível em: https://www.ufpe.br/documents/38974/791613/Res+18.2021+CEPE+- +Disciplinas+de+formacao+avancada.pdf/ 13.2 Aspectos Gerais 52 A estrutura curricular do curso está centrada em uma carga horária total de 2.400 horas, em conformidade com a carga horária mínima estabelecida pela Resolução CNE/CES N° 2, de 18 de junho de 2007, as quais deverão ser integralizadas em um período mínimo de 3 anos e máximo de 7 anos e distribuídas em dois períodos letivos por ano. A forma de se integralizar os créditos é bastante flexível, possibilitando ao estudante escolher o que deseja estudar, além de propiciar atividades diversificadas. A grade curricular está distribuída ao longo de 8 períodos letivos e encontra-se dividida nos seguintes grupos gerais de disciplinas e atividades: ● Disciplinas do Ciclo Básico: Representa um conjunto de disciplinas de formação básica obrigatórias, totalizando 645 horas, distribuídas ao longo dos 4 primeiros períodos letivos, que são comuns a vários outros cursos da área de exatas, tais como engenharias diversas, Bacharelados em Física, Química e Estatística, etc., apresentando aspectos interdisciplinares. A presença desse ciclo facilita ao estudante a transferência interna entre cursos da UFPE, fundamentalmente após o primeiro ano de estudos, como previsto pela Resolução CEPE N° 08/20211. ● Disciplinas do Ciclo Profissional: Este ciclo consiste em um total de 15 disciplinas obrigatórias (totalizando 1110 horas) e proporciona ao Bacharel em Matemática uma formação mínima nas principais grandes áreas da matemática. ● Disciplinas Eletivas do Perfil, Disciplinas Eletivas Livres e Atividades Complementares: Estes grupos de disciplinas e atividades proporcionam a flexibilização na formação do bacharel, permitindo que ele escolha o que deseje estudar. As Disciplinas Eletivas do Perfil formam um grupo de disciplinas optativas que servem para complementar as disciplinas do ciclo profissional, algumas das quais podendo já serem cursadas a partir do segundo período letivo. A título de inovação, a Estrutura Curricular contempla em suas Disciplinas Eletivas temas atuais de forte interesse interdisciplinar como, por exemplo, as disciplinas de Introdução a Redes e Networks (que abrange Ciências de Dados, Topologia, Geometria e Redes Neurais), Modelagem Matemática em Biologia (que engloba, por exemplo, o estudo da propagação de epidemias/pandemias, como a COVID- 1 Disponível em: https://www.ufpe.br/documents/40780/0/Res+2021+08+CEPE+%28disciplina+reintegra%C3%A7%C3%A 3o%2C+TI%2C+TE+e+portador+de+diploma%29.pdf/39363dbc-e94b-439a-ab99-2e45ac0898a1 53 19), Representação de Grupos Finitos (que contempla a teoria matemática aplicada a temas de interesse de múltiplas áreas como, por exemplo, Espectroscopia e Processamento de Sinais, além de outros temas das ciências básicas e/ou das engenharias), dentre outras. A contratação de novos docentes, como as que estão acontecendo no tempo presente, em subáreas que têm potencial inovador também têm sido um fato importante para a atualização da oferta nos conteúdos curriculares das disciplinas eletivas. O estudante precisa cumprir pelo menos 405 horas de Eletivas do Perfil. As Disciplinas Eletivas Livres consistem em todas as disciplinas ofertadas por cursos da UFPE e visam dar ao bacharel uma formação multicultural. Já as Atividades Complementares permitem ao estudante desenvolver atividades de ensino e pesquisa, entre outras, em programas como Monitoria, Tutoria Voluntária e Iniciação Científica. Disciplinas Eletivas Livres e Atividades Complementares são de carácter optativo, podendo o estudante integralizar até 240 horas nessas modalidades. Os conteúdos que, de acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Matemática, devem ser comuns a todos os cursos de Bacharelado em Matemática do país, estão cobertos nas seguintes disciplinas obrigatórias: Cálculo Diferencial e Integral 1, Cálculo Diferencial e Integral 2, Cálculo Diferencial e Integral 3, Cálculo Diferencial e Integral 4, Álgebra Linear 1, Álgebra Linear 2, Introdução à Topologia, Análise na Reta, Cálculo Avançado, Álgebra 1, Álgebra 2, Introdução à Variável Complexa, Introdução à Geometria Diferencial. Uma formação básica em física é contemplada nas disciplinas obrigatórias Física Geral 1,2,3 e Física Experimental 1, do ciclo básico, e também na eletiva Elementos Matemáticos da Física Teórica. Também, formações básicas em Estatística e Computação são obtidas nas disciplinas obrigatórias Probabilidade 2, Programação 1A e Métodos Numéricos 1, e nas eletivas Probabilidade 1, Métodos Estocásticos e Programação 2A. Disciplinas de caráter mais aplicado e multidisciplinar, tais como Grafos e Algoritmos, Introdução a Redes (Networks) e Modelagem Matemática em Biologia, integram o leque de disciplinas eletivas do perfil. Grupo de Disciplinas de Formação Avançada. A partir de 2021, seguindo a Resolução CCEPE N° 18/2021, a qual teve dispositivos alterados pela Resolução N° 10/2022, a grade curricular do curso passou a incluir um Grupo de Disciplinas de Formação 54 Avançada. Este grupo consiste da seguinte lista de disciplinas dos cursos de Mestrado e Doutorado do Programa de Pós-Graduação em Matemática da UFPE que podem ser cursadas pelo estudante como eletivas do perfil e/ou eletivas livres : MA1012 - Álgebra Comutativa ; MA1013 - Álgebra Homológica ; MA1015 - Análise Funcional ; MA1018 - Equações Diferenciais Ordinárias ; MA1019 - Equações Diferenciais Parciais ; MA1020 - Equações Diferenciais Elípticas ; MA1023 - Estruturas Discretas ; MA1024 - Fundamentos Matemáticos na Língua Inglesa ; MA1025 - Geometria Algébrica ; MA1026 - Geometria de Finsler e Aplicações ; MA1028 - Geometria e Mecânica ; MA1029 - Geometria Riemanniana ; MA1029 - Geometria Riemanniana ; MA1030 - Grafos e Matróides ; MA1031 - Imersões Isométricas ; MA1032 - Introdução à Álgebra Comutativa ; MA1033 - Introdução à Controlabilidade de Equações Diferenciais Parciais ; MA1034 - Introdução às Equações Diferenciais Ordinárias ; MA1035 - Introdução às Equações Diferenciais Parciais ; MA1036 - Medida e Integração ; MA1037 - Modelagem Matemática e Computacional em Biologia ; MA1038 - Operadores Diferenciais da Geometria ; MA1040 - Sistemas Dinâmicos ; MA1041 - Sistemas Hamiltonianos e Mecânica Celeste ; MA1042 - Teoria das Distribuições e Espaços de Sobolev ; MA1043 - Teoria de Semigrupos de Operadores Lineares ; MA1044 - Teoria dos Pontos Críticos ; MA1045 - Teoria Espectral de Operadores ; MA1060 - Topologia Algébrica ; MA1061 - Topologia Diferencial ; MA1062 - Variáveis Complexas ; MA1063 - Variedades Diferenciáveis ; MA1017 - Combinatória ; MA1021 - Equações Diferenciais Parciais Não-Lineares ; MA1039 - Operadores Pseudo- Diferenciais. O aluno poderá integralizar até 405 horas de disciplinas deste grupo como eletivas do perfil, e até 240 horas como eletivas livres. O único requisito à matrícula do aluno em uma disciplina de formação avançada será a aprovação do pedido de matrícula pelo colegiado do programa de Pós-Graduação (vide ANEXO A V e ANEXO A XI). 55 56 13.3 Matriz Curricular e Distribuição por Período UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO - PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS CURRÍCULO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM BACHAREL EM MATEMÁTICA (PERFIL 4904) - Válido para os alunos ingressos a partir de 01/01/2013 COMPONENTES Créditos Ch OBRIGATÓRIAS Carga Total Horária Sigla CICLO GERAL Teoric Prática Pré- Co-Requisitos Depto. a Requisitos MA046 Álgebra Linear 1 60 00 4 60 MA036 MA026 Cálculo Diferencial 60 00 4 60 e Integral 1 MA027 Cálculo Diferencial e 60 00 4 60 MA026 Integral 2 MA128 Cálculo 60 00 4 60 MA027 MA046 Diferencial e Integral 3 MA129 Cálculo 60 00 4 60 MA128 Diferencial e Integral 4 FI021 Física Experimental 1 00 45 1 45 FI006 FI007 FI006 Física Geral 1 60 00 4 60 MA027 FI007 Física Geral 2 60 00 4 60 FI006 FI108 Física Geral 3 60 00 4 60 FI007 MA036 Geometria Analítica 60 00 4 60 IF963 Programação 1A 30 30 3 60 CICLO PROFISSIONAL MA1013 Álgebra 1 90 0 6 90 MA046 MA1047 Álgebra 2 90 00 6 90 MA1013 MA244 Álgebra Linear 2 90 00 6 90 MA046 MA990 Análise na Reta 90 00 6 90 MA027 MA1048 Cálculo Avançado 90 00 6 90 MA990 MA989 Elementos de 60 00 4 60 Matemática MA460 Introdução à 75 00 5 75 MA128 Variável Complexa MA1053 Introdução à 75 00 5 75 Combinatória MA1051 Introdução à 75 00 5 75 MA128, Geometria Diferencial MA046 57 MA1052 Introdução à 75 00 5 75 MA990 Topologia MA1049 Introdução às 75 00 5 75 MA046, Equações Diferenciais MA129 Ordinárias MA1050 Introdução às 75 00 5 75 MA990 Equações Diferenciais Parciais MA1054 Matemática 30 00 2 30 MA027, Contemporânea 1 MA046 MA1035 Métodos Numéricos 60 00 4 60 MA027, 1 IF963 ET582 Probabilidade 2 60 00 4 60 MA128 58 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO - PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS CURRÍCULO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM BACHAREL EM MATEMÁTICA COMPONENTES ELETIVOS MA1036 Análise de Fourier 75 00 5 75 MA1050 MA463 Computação 75 00 5 75 MA331 Algébrica MA1044 Computação Gráfica 75 00 5 75 IF963, MA046, MA128 MA452 Elementos de Teoria 75 00 5 75 MA989 dos Números MA1074 Elementos de 75 00 5 75 MA1052 Topologia MA1070 Elementos Matemáticos da 75 00 5 75 MA129 Física Teórica PO494 Fundamentos da 60 00 4 60 Língua Brasileira de Sinais MA1066 Geometria Diferencial 75 00 5 75 MA1051 Global MA1040 Geometria e Topologia 75 00 5 75 MA1052 MA465 Grafos e Algoritmos 75 00 5 75 MA1077 Iniciação Científica 1 45 00 3 45 MA046 MA331 Introdução às Curvas 75 00 5 75 MA1013 Algébricas Planas MA336 Introdução à Mecânica 75 00 5 75 MA1049 Celeste 1 MA1065 Introdução à Análise 75 00 5 75 MA990 Funcional LE716 Introdução à LIBRAS 60 00 4 60 MA1073 Introdução a Redes 75 00 5 75 MA1053 (Networks) MA1068 Introdução aos Espaços de 60 00 4 60 MA1050 Sobolev e às EPD MA1078 Introdução aos Grupos de 75 00 5 75 MA244 MA1048 Lie MA1071 Introdução à Álgebra 75 00 5 75 MA1013 MA1047 Comutativa MA534 Introdução à Matemática I 90 00 6 90 MA535 Introdução à 90 00 6 90 Matemática II MA1067 Introdução à Medida e 90 00 6 90 MA990 MA1048 Integração MA1083 Introdução à Teoria das 75 00 5 75 MA1013, Categorias MA989 59 MA1082 Introdução à Teoria de 75 00 5 75 MA046 Representação de Grupos Finitos MA1075 Introdução à Álgebra 75 00 5 75 MA046 Multilinear MA1012 Matemática 30 00 2 30 MA1054 Contemporânea 2 MA1063 Modelagem 60 00 4 60 MA026 Matemática em Biologia MA1014 Monografia 00 60 2 60 ET581 Probabilidade 1 60 00 4 60 ET592 Processos Estocásticos 60 00 4 60 MA027 IF964 Programação 2A 30 30 3 60 MA469 Programação Linear Inteira 75 00 5 75 MA1079 Pré-Cálculo 30 00 2 30 MA1069 Representação de Grupos 60 00 4 60 MA1047 Finitos MA1072 Sistemas Numéricos 75 00 5 75 MA026, Analíticos MA989 MA446 Tópicos de Álgebra 75 00 5 75 MA1013 MA438 Tópicos de Geometria 75 00 5 75 MA331 Algébrica MA1046 Tópicos de Computação 75 00 5 75 MA1044 Gráfica MA1037 Tópicos de Equações 75 00 5 75 MA1049 Diferenciais Ordinárias MA1038 Tópicos de Equações 75 00 5 75 MA1050 Diferenciais Parciais MA1042 Tópicos de Geometria 75 00 5 75 MA1051 MA1043 Tópicos de Geometria e 75 00 5 75 MA1051 Topologia MA1045 Tópicos de Matemática 75 00 5 75 MA1053 Discreta e Aplicada MA1039 Tópicos de Mecânica 75 00 5 75 MA336 Celeste MA1041 Tópicos de Topologia 75 00 5 75 MA1052 IN816 Relações Raciais 60 00 4 60 CS100 Sociologia e Meio Ambiente 30 00 2 30 OBSERVAÇÃO CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO: 2.400 HORAS PARA COMPLEMENTAR A CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO, O ALUNO CURSARÁ 1.755 EM COMPONENTES OBRIGATÓRIOS E 645 HORAS EM COMPONENTES ELETIVOS DISTRIBUÍDOS DA 60 SEGUINTE FORMA: 405 NO PERFIL DO CURSO E 240 HORAS NO PRÓPRIO CURSO, EM OUTROS CURSOS DE GRADUAÇÃO NO ÂMBITO DA UFPE OU EM ATIVIDADES COMPLEMENTARES Síntese de Carga Horária Componentes Obrigatórios 1755 Componentes Eletivos do Perfil 405 Componentes Eletivos Livres ou Atividades 240 Complementares Carga Horária Total 2400 INTEGRALIZAÇÃO CURRICULAR Tempo 8 Mínimo* semestres Tempo 10 Médio semestres Tempo 14 Máximo* semestres UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO - PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS COMPONENTES CURRICULARES POR PERÍODO C Carga r C COMPONENTES OBRIGATÓRIOS Horária é h d T Sigla i o t t Depto. CICLO BÁSICO E PROFISSIONAL Teó Prát o al Pré-Requisitos Co-Requisitos rica ica s 1º PERÍODO MA026 Cálculo Diferencial e 60 00 4 60 Integral 1 MA036 Geometria Analítica 60 00 4 60 IF963 Programação 1A 30 30 3 60 TOTAL 180 HORAS 2º PERÍODO MA046 Álgebra Linear 1 60 00 4 60 MA036 MA027 Cálculo Diferencial e 60 00 4 60 MA026 Integral 2 61 MA989 Elementos de 60 00 4 60 Matemática FI006 Física Geral 1 60 00 4 60 MA027 MA1053 Introdução à 75 00 5 75 Combinatória TOTAL 315 HORAS 3º PERÍODO MA244 Álgebra Linear 2 90 00 6 90 MA046 MA128 Cálculo Diferencial e Integral 60 00 4 60 MA027 MA046 3 FI021 Física Experimental 1 00 45 1 45 FI006 FI007 FI007 Física Geral 2 60 00 4 60 FI006 MA1035 Métodos Numéricos 1 60 00 4 60 MA027,IF963 TOTAL 315 HORAS 4º PERÍODO MA1013 Álgebra 1 90 00 6 90 MA046 MA990 Análise na Reta 90 00 6 90 MA027 MA129 Cálculo Diferencial e 60 00 4 60 MA128 Integral 4 FI108 Física Geral 3 60 00 4 60 FI007 MA1054 Matemática 30 00 2 30 MA027, Contemporânea 1 MA046 TOTAL 330 HORAS 5º PERÍODO MA1047 Álgebra 2 90 00 6 90 MA1013 MA1048 Cálculo Avançado 90 00 6 90 MA990 MA1052 Introdução à 75 00 5 75 MA990 Topologia ET582 Probabilidade 2 60 00 4 60 MA128 TOTAL 315 HORAS 6º PERÍODO MA1051 Introdução à 75 00 5 75 MA128, Geometria Diferencial MA046 MA460 Introdução à Variável 75 00 5 75 MA128 Complexa MA1049 Introdução às 75 00 5 75 MA046, Equações Diferenciais MA129 Ordinárias TOTAL 225 HORAS 7º PERÍODO MA1050 Introdução às MA990 Equações Diferenciais 75 00 5 75 Parciais TOTAL 75 HORAS 8º PERÍODO Não há disciplinas obrigatórias TOTAL 62 TOTAL 1755 HORAS 13.4 Outras Diretrizes Curriculares Nacionais 13.4.1 Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Africana Em consonância com a Resolução nº 01/2004 CNE/CES, o NDE deste curso julga de grande importância o provimento de conhecimento relacionado às Relações Étnico-Raciais e ao Ensino da História e Cultura Afro-Brasileira e Africana. Munido desses conhecimentos, os discentes têm mais chances de confeccionar uma sociedade mais justa e com a consciência da influência histórica do povo africano na construção de nossa história, bem como de se tornarem agentes ativos na desconstrução de preconceitos. Com este fim, incluímos como eletiva a disciplina IN816 - Relações Raciais. O objetivo dessa disciplina é analisar os fatores socio-históricos relativas à condição do povo negro de ser posto em segundo plano pelo povo branco no Brasil e também no mundo. Estão contidos no conteúdo programático da disciplina os seguintes temas: ● Negritude, racismo e as condições das populações negras na diáspora; ● Relações raciais no contexto brasileiro; Raça e classe na década de 70 no Brasil; ● Movimentos de afirmação de identidade negra, processos políticos e novas subjetividades; ● Políticas de reconhecimento, ações compensatórias e reparatórias. 63 13.4.2 Política Nacional de Educação Ambiental e Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Ambiental A relação das sociedades humanas com seu meio ambiente é um aspecto determinante para a sobrevivência das espécies e a qualidade de vida das mesmas. A ação humana sobre o meio ambiente tem impacto cada vez mais pronunciado e efeito cada vez mais sensível. Nesse contexto, a constituição federal, em seu artigo 225, reconhece o direito de todos a um meio ambiente ecologicamente equilibrado, seu caráter de bem comum e essencial à sadia qualidade de vida, e o dever do poder público e da coletividade de defendê-lo e preservá-lo. A educação ambiental é uma importante ferramenta de disseminação de conhecimentos, valores e práticas sociais que contribuam para uma resposta adequada a desafios ambientais tais como as mudanças climáticas, a degradação da natureza, a redução da biodiversidade e a exaustão de recursos naturais, bem como de estímulo à reflexão crítica a respeito desses processos e dos riscos socioambientais a eles inerentes. Tendo em vista o exposto, e em consonância com a Lei nº 9.795/1999 e o Decreto nº 4.281/2002, ambos da Presidência da República, o NDE deste curso entende ser necessária a inclusão da educação ambiental como componente curricular do curso. Com este fim, é incluída como eletiva a disciplina CS100 - Sociologia e Meio Ambiente, a qual contém em seu conteúdo programático: ● Aspectos demográficos e Meio Ambiente; ● Papel educativo em relação ao meio ambiente; ● Urbanização: aspectos sociais e ambientais; ● Poluição e legislação; ● Saneamento básico; ● Fatores culturais, sociais e ambientais; Poluição, desmatamento e desertificação. 64 13.4.3 Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos As inconsistências insistentes da sociedade brasileira no sentido do tratamento às diferentes classes e etnias se evidenciam nos gravíssimos atos contra o ser humano quando esta sociedade persiste em nutrir a exclusão social, a desigualdade, a discriminação, o autoritarismo e a manutenção da pobreza. A universidade intervém, como tentativa de sanar (ou pelo menos minimizar) esses fatores, dando acesso à informação conscientizante para que o discente tenha mais condições de mudar o atual cenário recheado de injustiças que violam os direitos humanos. Tendo este objetivo, o NDE deste curso, orientado pela Resolução nº 01/2012 CNE/CES, inseriu como eletiva a disciplina CS100 - Sociologia e Meio Ambiente como ferramenta de conscientização, fazendo com que o discente possa se perceber melhor como um ator social e sua posição na sociedade. Tal disciplina abrange também os seguintes tópicos: ● Histórico do pensamento social e Sociologia como ciência; ● Interação Social e outros Processos Sociais; ● Normas Sociais; ● Cultura; ● Grupos Sociais e Estratificação Social; ● Mudança Social; ● Direitos Humanos. 13.4.4 Linguagem Brasileira de Sinais - LIBRAS Na discussão sobre a educação dos surdos, deve-se levar em consideração as necessidades e dificuldades linguísticas dos mesmos. Atualmente entende-se na educação desses alunos que a primeira língua deve ser a de sinais, pois possibilita a comunicação inicial na escola em que eles são estimulados a se desenvolver, uma vez que os surdos possuem certo bloqueio para a aquisição natural da linguagem oral. 65 O ensino de LIBRAS vem sendo reconhecido como caminho necessário para uma efetiva mudança nas condições oferecidas pela escola no atendimento escolar desses alunos, por ser uma língua viva, produto de interação das pessoas que se comunicam. Essa linguagem é um elemento essencial para a comunicação e fortalecimento de uma identidade Surda no Brasil e, dessa forma, a Universidade não pode ignorá-la no processo de ensino e aprendizagem. No caso do nosso curso e pela eventualidade que muitos dos nossos egressos serão professores, o ensino de LIBRAS está contemplado nas disciplinas PO494 - Fundamentos da Língua Brasileira de Sinais - Libras, e LE716 - Introdução a Libras, as quais fazem parte do grupo de disciplinas eletivas, em atendimento ao Decreto n° 5.626/2005. 66 14 Atividades Curriculares 14.1 Atividades Complementares Serão creditadas no histórico escolar dos alunos, como atividades complementares, mediante os procedimentos descritos na Resolução CCEPE Nº12/2013, as atividades de pesquisa, extensão, monitoria, estágios não obrigatórios. Mais detalhes, como a carga horária (mínima e máxima) de creditação para cada atividade, ver Anexo A VI). 14.1.1 Programa de Monitoria Os estudantes dos cursos de graduação contam com um suporte da Universidade Federal de Pernambuco no que se refere a monitoria. O Programa de Monitoria é destinado aos alunos da graduação e tem por objetivos: ● Ampliar a participação dos estudantes de graduação nas atividades de ensino e de aprendizagem na Universidade; ● Contribuir para a melhoria dos cursos de graduação; ● Desenvolver capacidades de análise e crítica, incentivando o estudante monitor a adquirir hábitos de estudo, interesse e habilidades para a docência; ● Aprofundar conhecimentos teóricos e práticos na disciplina que estiver atuando como monitor; ● Incentivar a cooperação do monitor com o corpo docente e discente nas atividades de ensino e aprendizagem; ● Contribuir para a permanência dos estudantes nos Cursos de Graduação. A monitoria poderá ser exercida em duas modalidades: 67 ● Monitoria remunerada: o estudante receberá um auxílio durante o período definido pelo respectivo Edital de Monitoria. ● Monitoria voluntária: o estudante não recebe auxílio financeiro. As duas modalidades atendem aos mesmos objetivos, condições de participação e exigências do programa. 14.1.2 Iniciação Científica (IC) A Iniciação Científica no curso de Bacharelado em Matemática da UFPE constitui uma das diversas atividades que o estudante de Matemática pode desempenhar ao longo do seu curso. O objetivo primordial da IC no curso de Matemática é promover a cultura científica e tecnológica bem como o despertar da vocação científica dos estudantes de graduação. Desse modo, incentivando novos talentos e estimulando uma maior articulação entre a graduação e pós-graduação, o que contribui diretamente para a formação de recursos humanos para a pesquisa. No estado de Pernambuco, existem três agências de fomento à pesquisa: a FACEPE (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Pernambuco), o CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) e a PROPESQI/UFPE (Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação) que oferecem bolsas de IC aos estudantes. Além destas, convém destacar o PICME (Programa de Iniciação Científica e Mestrado), fomentado pelo CNPq e pela CAPES, que é coordenado pelo Programa de Pós-Graduação em Matemática da UFPE e oferece bolsas de iniciação científica e mestrado/doutorado perfazendo uma duração total de quatro anos com possibilidade de prorrogação. O PICME tem apoiado estudantes universitários premiados nas olimpíadas de matemática (OBM e OBMEP) no sentido de aprofundarem seus conhecimentos matemáticos, seja através de projetos de pesquisa, seja por meio de disciplinas regularmente oferecidas. São assim atraídos estudantes de diversas áreas com reconhecido talento matemático, que por meio da bolsa podem passar mais tempo no campus dedicando-se à sua formação científica, sendo constatado que vários bolsistas do PICME acabam concluindo com sucesso não apenas o mestrado, mas também o doutorado em matemática. 68 14.1.3 Tutoria Voluntária por Veteranos A Tutoria Voluntária por Veteranos é um espaço de aprendizado e de integração social proporcionado aos estudantes do curso de Bacharelado em Matemática que visa reduzir as lacunas da formação pré-universitária dos alunos recém ingressados no curso, ao mesmo tempo que promove a aproximação destes com os alunos veteranos. Nesta atividade, pequenos grupos de estudantes do primeiro ano do curso recebem tutorias semanais de estudantes veteranos. Mais detalhes podem ser encontrados no Anexo A IX . 14.1.4 Colóquio da Graduação O aprendizado também ocorre quando a informação flui de outras formas. Neste sentido, o Colóquio da Graduação se põe como recurso aos(às) discentes que utiliza da expressão oral como ferramenta de aprendizado. Estudantes do curso de Bacharelado em Matemática são convidados para fazerem um seminário nos moldes de um seminário padrão de um colóquio, incluindo sessão de perguntas. São creditadas horas em carga horária complementar para o(a) estudante que apresentar uma palestra (vide o Anexo A VII). 14.1.5 Apresentação de trabalhos em eventos Atividades como apresentação de trabalhos em eventos, apresentação de pôster, minicursos e assemelhados são excelentes oportunidades de inserção dos alunos do curso de Bacharelado em Matemática nas atividades que permeiam a profissão, como ensino e pesquisa. Há inclusive incentivos como auxílios financeiros através do Fundo de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco (FACEPE). Tais atividades estão previstas na resolução nº 12/2013 do Conselho Coordenador de Ensino, Pesquisa e Extensão da UFPE. Por essas atividades, serão creditadas ao discente até 120 (cento 69 e vinte) horas na carga horária referente a atividades complementares, desde que devidamente comprovadas através de declaração ou certificado do órgão competente, naturalmente. 70 15 Corpo Docente O Corpo docente que atende o Bacharelado em Matemática está em processo de renovação. Novos(as) professores(as) estão sendo agregados ao quadro, sendo de diversas sub-áreas da Matemática, incluindo algumas delas com interesses multidisciplinares. Estas recentes contratações, e as próximas que estão por vir, certamente serão incorporadas também ao processo de atualização do Projeto Pedagógico do Curso, aproveitando a experiência particular de cada um(a). Todos os(as) novos(as) docentes do quadro são doutores(as) recém-formados (últimos 3 anos) e, portanto, com forte contato aos temas fronteiriços em suas especialidades. 15.1. Corpo Docente Curso: Bacharelado em Matemática Vinculação: Departamento de Matemática / Centro de Ciências Exatas e da Natureza / Prograd VÍNCULO QUALIFICAÇÃO REGIME DE NOME CPF ÁREA DO CONHECIMENTO¹ TITULAÇÃO² EMPREGATÍCIO PROFISSIONAL³ TRABALHO⁴ ⁵ Alexandre Ricalde 07774461892 Nanopartículas Doutor em Bacharel em Física Dedicação Estatutário Rodrigues Magnéticas Física exclusiva André Luiz Meireles 857.591.204-68 Geometria Algébrica Doutor em Bacharel em Dedicação Estatutário Araújo Matemática Matemática exclusiva Airton Temístocles 402.184.574-72 Equações Diferenciais Doutor em Bacharel em Dedicação Estatutário Gonçalves de Parciais Matemática Matemática exclusiva Castro Antonio Fernando 666.172.944-91 Geometria e Topologia Doutor em Bacharel em Dedicação Estatutário Pereira de Sousa Matemática Matemática exclusiva César Augusto 005.933.147-00 Mecânica Celeste Ph.D em Bacharel em Dedicação Estatutário Rodrigues Castilho Matemática Matemática exclusiva Cilon Valdez 017.969.360-30 Análise Doutor em Bacharel em Dedicação Estatutário Ferreira Perusato Matemática Matemática exclusiva Aplicada 71 Cláudio Rodrigo 933.139.774-72 Análise Doutor em Bacharel em Dedicação Estatutário Cuevas Henriquez Matemática Matemática exclusiva Cleide Soares 402.609.334-49 Teoria de Grafos e Ph.D. em Bacharel em 20 Horas Estatutário Martins Combinatória Matemática Matemática Eddygledson Souza 021.960.653-66 Geometria Diferencial Doutor em Bacharel em Dedicação Estatutário Gama Matemática Matemática exclusiva Eduardo Shirlippe 594.743.514-49 Mecânica Celeste Ph.D. em Bacharel em Física Dedicação Estatutário Góes Leandro Matemática exclusiva Eudes Naziazeno 039.490.544-05 Lógica Matemática Doutor em Bacharel em Dedicação Estatutário Galvão Matemática Matemática exclusiva Fábio Reis dos 015.645.385-16 Geometria Diferencial Doutor em Bacharel em Dedicação Estatutário Santos Matemática Ciências com exclusiva habilitação plena em Matemática Felipe Wergete 064.814.384-89 Equações Diferenciais Doutor em Bacharel em Dedicação Estatutário Cruz Parciais Matemática Matemática exclusiva Fernando José 755.687.994-15 Matemática Quântica; Ph.D em Bacharel em Dedicação Estatutário Oliveira de Souza topologia de baixa Matemática Matemática exclusiva dimensão Gleidson Gomes da 669.678.484-53 Astronomia de Posição Doutor em Bacharel em Dedicação Estatutário Silva e Mecânica Celeste Ciências Matemática exclusiva Henrique de Barros 042.583.914-17 Geometria Diferencial Doutor em Bacharel em Dedicação Estatutário Correia Vitório Matemática Matemática exclusiva Henrique José 709.091.304-00 Geometria Diferencial Ph.D em Bacharel em Dedicação Estatutário Morais de Araújo Matemática Matemática exclusiva Jalila Rios dos 983.611.805-59 Otimização Doutora em Licenciada em Dedicação Estatutário Santos Combinatória Matemática Matemática exclusiva Computacion al João Antonio 081.599.704-39 Modelagem Doutor em Bacharel em Dedicação Estatutário Miranda Gondim Matemática Matemática Matemática exclusiva José Américo de 461.724.084-53 Mecânica de Fluidos Doutor em Bacharel em Física Dedicação Estatutário Miranda Neto Física exclusiva Jorge Nicolás Caro 058.642.147-52 Álgebra Doutor em Bacharel em Dedicação Estatutário Montoya Matemática Matemática exclusiva José Carlos de 048.742.374-79 Equações Diferenciais Doutor em Bacharel em Dedicação Estatutário Albuquerque Melo Parciais Matemática Matemática exclusiva Júnior Jurandir Ferreira 02790070431 Linguística Aplicada ao Doutor em Licenciatura plena Dedicação Estatutário Dias Júnior Ensino da Língua Letras em Letras exclusiva Portuguesa Klaus Leite Pinto 810.881.087-68 Inferência Paramétrica Ph.D em Engenheiro Elétrico Dedicação Estatutário Vasconcelos Estatística exclusiva Liliana Gabriela 009.037.764-80 Análise Harmônica Ph.D em Bacharel em Dedicação Estatutário Gheorghe Matemática Matemática exclusiva Luiz Paulo Freire 039.620.723-57 Combinatória Doutor em Bacharel em Dedicação Estatutário Moreira Matemática Matemática exclusiva Manoel José 244.913.734-34 Teoria dos Grafos e Ph.D em Bacharel em Dedicação Estatutário Machado Soares Matróides Matemática Matemática exclusiva Lemos Mauro Copelli 128.178.818-00 Física Estatística Doutor em Bacharel em Física Dedicação Estatutário Lopes da Silva Física exclusiva Miguel Fidencio 052.982.447-77 Equações Diferenciais Doutor em Bacharel em Dedicação Estatutário Loayza Lozano Parciais Matemática Matemática exclusiva Pablo Martin 231.715.648-07 Processos Estocásticos Doutor em Bacharel em Dedicação Estatutário Rodriguez Estatística Matemática exclusiva 72 Pablo Gustavo 917.485.934-04 Equações Diferenciais Ph.D em Bacharel em Dedicação Estatutário Albuquerque Braz e Parciais Matemática Matemática exclusiva Silva Peter Malcolm 011.526.254-70 Álgebra e Topologia Ph.D em Bacharel em Dedicação Estatutário Johnson Matemática Ciências com exclusiva habilitação em Matemática Ricardo Turolla 380.893.968-01 Sistemas Dinâmicos e Doutor em Bacharel em Dedicação Estatutário Bortolotti Teoria Ergódica Matemática Matemática exclusiva Roberto Ferreira 031.521.364-71 Análise de Dados Doutor em Bacharel em Dedicação Estatutário Manghi Estatística Estatística exclusiva Roberto Souto 337.442.974-20 Engenharia de Software Ph.D em Bacharel em Ciência Dedicação Estatutário Maior de Barros Ciência da da Computação exclusiva Computação Roberto de Almeida 008.167.044-30 Equações Parciais Ph.D em Bacharel em Dedicação Estatutário Capistrano Filho Diferenciais de Matemática Matemática exclusiva Evolução Sérgio D’Amorim 712.103.264-34 Geometria Complexa Ph.D em Bacharel em Dedicação Estatutário Santa Cruz Matemática Matemática exclusiva Sérgio Wlademir da 034.953.324-56 Física da Matéria Doutor em Bacharel em Física Estatutário Silva Apolinário Condensada Física Dedicação exclusiva Solange da Fonseca 781.099.657-68 Biologia Matemática Doutora em Bacharel em Física Dedicação Estatutário Rutz Física exclusiva Matemática Victor Hugo 079.281.709-57 Equações Parciais Doutor em Bacharel em Dedicação Estatutário Gonzalez Martinez Diferenciais Matemática Matemática exclusiva William Artiles 056.574.917-00 Métodos Matemáticos, Doutor em Licenciado em Física Dedicação Estatutário Roqueta Física Matemática, Matemática exclusiva Análise Numérica 73 16 Suporte Para Funcionamento do Curso 16.1 Estrutura física: salas de aula, laboratórios e auditórios O Curso de Bacharelado em Matemática da UFPE utiliza-se da seguinte infraestrutura: ● Núcleo Integrado de Atividades de Ensino, Niate CTG-CCEN: salas de aula, auditórios e laboratórios; ● Área II: salas de aula e laboratórios; ● Instalações do Departamento de Matemática no Centro de Ciências Exatas e da Natureza. O Niate CTG-CCEN é uma unidade construída para apoio à Área 2 no ensino dos componentes curriculares básicos dos cursos de graduação em Engenharia e em Ciências Exatas. Organizada em um edifício com 4 (quatro) pavimentos, a infraestrutura do Niate CTG-CCEN é a que segue: ● 7 (sete) Salas de Aula de 70 m² com capacidade para 70 (setenta) alunos (salas 101 e 102, no 1o. andar, e 205, 206, 207, 208 e 209, no 2o. andar); ● 3 (três) Salas de Aula de 54 m² com capacidade para 50 (cinquenta) alunos (salas 202, 203 e 204, no 2o. andar); ● 6 (seis) Laboratórios de Ensino de Física Experimental de 69 m² com capacidade para 20 (vinte) alunos (1o. andar); ● 4 (quatro) Laboratórios de Química, sendo 2 (dois) de 150 m² e 2 (dois) de 140 m², com 2 (duas) salas de apoio de 50 m² (3o. andar); ● 1 (um) Laboratório de Ensino de Informática, de 64,8 m², com 30 (trinta) computadores (térreo); ● 1 Auditório de 160 m² com capacidade para 141 pessoas; ● 1 Sala de Professores de 32 m²; ● Salas de Escolaridade e Administração, com 16 m² cada. 74 A Área II é uma unidade dedicada ao ensino dos componentes curriculares básicos dos cursos de Ciências Exatas. A infraestrutura da Área II consiste de: ● Salas de Aula 01, 08, 09, 13, 14 e 15, de 108 m², com capacidade para 100 (cem) alunos, dispondo de lousas eletrônicas e aparelhos de ar-condicionado; ● Salas de Aula 04, 05, 06, 10, 11 e 12, de 72 m², com capacidade para 70 alunos, dispondo de lousas eletrônicas e aparelhos de ar-condicionado; ● Salas de Aula 02, 03 e 07, de 54 m², com conjunto de mesa e cadeira para desenho e aparelhos de ar-condicionado; ● Laboratório de Ensino de Informática Lab 1, de 75 m², com 40 (quarenta) computadores e capacidade para 60 (sessenta) alunos; ● Laboratório de Ensino de Informática Lab 2, de 28 m², com 16 (dezesseis) computadores e capacidade para 32 (trinta e dois) alunos; ● Laboratório de Ensino de Física Experimental Exp A, de 54 m², com infraestrutura adequada para experimentos básicos de Dinâmica, Estática, Eletricidade e Eletromagnetismo; ● Laboratório de Ensino de Física Experimental Exp B, de 55 m², com infraestrutura adequada para experimentos básicos de Dinâmica, Estática, Eletricidade e Eletromagnetismo; ● Laboratório de Ensino de Física Experimental Exp C, de 55 m², com infraestrutura adequada para experimentos básicos de Dinâmica, Estática, Eletricidade e Eletromagnetismo. Sobre as instalações do Departamento de Matemática no Centro de Ciências Exatas e da Natureza, dispomos de ● sete salas de aula descritas como segue: Sala 107, térreo - Capacidade para 48 alunos (dimensões: 6,75 x 9,10 ≃ 61,4 m2); Sala 206, 1o andar - Capacidade para 12 alunos (dimensões: 3,26 x 6,90 ≃ 22,5 m2); Sala 208, 1o andar - Capacidade para 20 alunos (dimensões: 5,84 x 6,72 ≃ 39,2 m2); Sala 209, 1o andar - Capacidade para 30 alunos (dimensões: 5,90 x 9,12 ≃ 53,8 m2); Sala 210, 1o andar - Capacidade para 20 alunos (dimensões: 4,80 x 6,72 ≃ 32,3 m2); Sala 309, 2o andar - Capacidade para 20 alunos (dimensões: 5,84 x 6,72 ≃ 39,2 m2); 75 Sala 310, 2o andar - Capacidade para 20 alunos (dimensões: 5,84 x 6,72 ≃ 39,2 m2). Todas as salas acima citadas são de uso exclusivo dos cursos oferecidos pelo Departamento de Matemática (Matemática/Bach., Matemática/Lic., Mestr./Dout. em Matemática), atendem perfeitamente às demandas por vagas nas disciplinas do curso, e são climatizadas (contendo amplas janelas que podem ser abertas para uma ventilação natural), bem iluminadas, com condições acústicas suficientes para um bom desempenho didático, contêm boas cadeiras e são periodicamente higienizadas. Todas as salas do 1o andar e térreo contam com datashow. ● 1 (uma) sala para destinada aos alunos para grupos de estudos e discussões de problemas (sala Aquário) ● 1 (um) Laboratório de Informática, o Laboratório de Ensino de Graduação e Informática (LEGI). ● 1 (um) auditório (Ricardo Ferreira) com capacidade para 232 (duzentas e trinta e duas) pessoas Quanto a questões de acessibilidade, todos os nossos espaços físicos possuem rampas e portas acessíveis a cadeirantes. Os estacionamentos de acesso ao prédio possuem vagas para pessoas com deficiência e/ou com mobilidade reduzida atendendo às condições de acessibilidade previstas no Decreto n° 5.296/2004. Para maiores informações em relação à acessibilidade arquitetônica, recomenda-se a leitura do próximo capítulo deste documento (Capítulo 17 - Acessibilidade). 16.2 Bibliotecas, Periódicos e Bases de Dados O Sistema Integrado de Bibliotecas da Universidade Federal de Pernambuco SIB/UFPE a disposição dos alunos do curso de Bacharelado em Matemática é formado pela Biblioteca Central e mais 13 unidades localizadas nos Centros Acadêmicos. Juntas, as bibliotecas da UFPE reúnem cerca de 300.000 títulos com mais de 1 milhão de exemplares. 76 A biblioteca do CCEN faz parte do SIB/UFPE e reúne cerca de vinte mil volumes em seu acervo com obras de Matemática, Física, Química, Estatística e Informática, estando aberta ao público de segunda a sexta-feira, das 8h às 21h. Também disponível, a universidade possui um contrato perpétuo (vide Anexo A X) de acesso a um acervo digital para e-books (os quais podem ser acessados ininterruptamente via internet utilizando as instalações dos laboratórios de informática) Os alunos terão acesso às estações de pesquisa em base de dados como: ● PERIÓDICOS DA CAPES (pesquisas bibliográficas referenciais de periódicos estrangeiros); ● PROSSIGA (Portal de Informações Brasileiras em Ciências e Tecnologia); ● IBICT- Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia - (Teses Brasileiras, CCN, COMUT, ISSN); ● BVS (Biblioteca Virtual em Saúde); ● SCIELO (Biblioteca Virtual que abrange uma coleção selecionada de periódicos científicos Brasileiros); ● WEB OF SCIENCE (base de dados referencial de artigos indexados pelo ISI, em todas as áreas); ● PROQUEST (base de dados com texto completo, gráficos e tabelas, imagens e resumos nas áreas de negócios, estratégias e táticas corporativas - Engenharia Matemática, Elétrica, Eletrônica, Mecânica e Nuclear, Física e áreas de Ciências Sociais. 16.3 Suporte Técnico-Administrativo Espaço integrado com a Secretaria Geral e as Secretarias de Graduação e de Pós-Graduação, onde está lotado um(a) Secretário(a) para cada curso ou coordenação mais um Agente Administrativo. Também disponível, um Técnico em Assuntos Educacionais (TAE) do CCEN, que presta suporte ao NDE e ao Colegiado do curso. 77 78 17 Acessibilidade 17.1 Acessibilidade Arquitetônica A acessibilidade arquitetônica consiste na eliminação das barreiras ambientais físicas nas residências, nos edifícios, nos espaços e equipamentos urbanos. Os exemplos mais comuns de acessibilidade arquitetônica são a presença de rampas, banheiros adaptados, piso tátil, entre outras. Na UFPE, o Núcleo de Acessibilidade (NACE), no que concerne à acessibilidade arquitetônica, tem por finalidade apoiar e promover a acessibilidade aos estudantes e servidores com deficiência e mobilidade reduzida. A UFPE, com apoio do NACE, garante condições de acesso para pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida através de rampas entre todos os andares do prédio que sedia o curso de Bacharelado em Matemática, assim como pequenas rampas nas calçadas e estacionamentos que dão acesso ao prédio. Todas elas seguindo as orientações do Decreto N° 5.296/2004. Além disso, para acessar o último andar onde encontram-se alguns gabinetes de professores, há um elevador para garantir o acesso a pessoas com mobilidade reduzida. 17.2 Acesso para Pessoas com Deficiência ou Mobilidade Reduzida A Política de Acessibilidade da Universidade Federal de Pernambuco está baseada nos seguintes documentos: ● Decreto 5.296 de 2 de dezembro de 2004, que regulamenta as Leis 10.048 de 8 de novembro de 2000, e 10.098 de 19 de dezembro de 2000, que dá prioridade de atendimento e estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção 79 da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida; ● Decreto 6.949 de 25 de agosto de 2009, que promulga a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e seu Protocolo Facultativo, assinados em Nova York, em 30 de março de 2007; ● Lei 12.764 de 27 de dezembro de 2012, que institui a Política Nacional de Proteção ● dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista e altera o § 3o. do art. 98 da Lei 8.112, de 11 de dezembro de 1990. O Núcleo de Acessibilidade da Universidade Federal de Pernambuco (NACE- UFPE) tem por finalidade apoiar e promover a acessibilidade aos estudantes e servidores com deficiência, mobilidade reduzida, transtorno funcional específico da aprendizagem, transtorno global do desenvolvimento ou altas habilidades (superdotação). As atividades do núcleo são regulamentadas pela Portaria Normativa 04/2016. Esta portaria institui o Núcleo de Acessibilidade da Universidade Federal de Pernambuco, como unidade vinculada ao Gabinete do Reitor. O NACE é composto pelo Conselho Gestor, Coordenação geral e pelas Coordenações Setoriais de Acessibilidade. O NACE-UFPE tem como objetivos: ● Promover a inclusão, a permanência e o acompanhamento de pessoas com deficiência e necessidades específicas, nos diversos níveis de ensino oferecidos por esta instituição, garantindo condições de acessibilidade na UFPE; ● Articular-se intersetorialmente frente às diferentes ações já executadas na UFPE, assim como na promoção de novas ações voltadas às questões de acessibilidade e inclusão educacional, nos eixos da infraestrutura; comunicação e informação; ensino, pesquisa e extensão; ● Oferecer Atendimento Educacional Especializado (AEE), a partir de uma equipe multidisciplinar, voltado para seu público-alvo; ● Constituir parcerias com entidades governamentais e sociedade civil organizada, cujos objetivos tenham relações diretas com as finalidades do NACE-UFPE. 80 18 Apoio ao Discente Em consonância ao Programa Nacional de Assistência Estudantil (PNAES) criado pelo Decreto Presidencial nº 7.234/2010 que busca ampliar as condições para permanência dos jovens, em vulnerabilidade socioeconômica, na educação superior pública federal com objetivo de conclusão do curso superior, a Universidade Federal de Pernambuco, através da Pró-Reitoria para Assuntos Estudantis (PROAES), oferece um conjunto de programas consolidados de apoio pedagógico e financeiro aos estudantes de graduação. Estes programas estão disponibilizados aos estudantes regularmente matriculados na UFPE. 18.1 Assistência Estudantil O Programa de Assistência Estudantil oferta apoio financeiro e bolsas através de editais semestrais realizados pela Diretoria de Assistência Estudantil (DAE) com o objetivo de promover condições para que o estudante mantenha e amplie suas atividades na academia visando concluir o curso ao qual está vinculado, reduzindo a evasão e retenção, contribuindo para a formação acadêmica integral. O programa consiste em: Apoio a Eventos: Auxílio financeiro a estudantes regularmente matriculados em cursos de graduação da UFPE para participação em eventos acadêmicos científicos, tecnológicos, culturais e ligados ao movimento estudantil realizado fora da UFPE, sendo a seleção realizada através de Edital. Apoio ao Aprendizado: Caracteriza-se pela oferta de acompanhamento pedagógico e aparatos didáticos. Apoio ao Esporte: Concessão de bolsa de incentivo a prática do desporto a estudantes-atletas regularmente matriculados nos cursos de graduação da UFPE para 81 auxiliar no treinamento para participação em competições locais, regionais e nacionais, atuação na gestão esportiva, atrelado ao seu bom desempenho acadêmico. Auxílio Alimentação: Concessão de três refeições diárias (desjejum, almoço e jantar) no Restaurante Universitário para residentes das Casas de Estudantes Universitários, e para o campus Recife corresponderá à concessão de duas refeições (almoço e jantar), integralmente subsidiada, no Restaurante Universitário da UFPE. Para o campus do Agreste corresponderá a uma refeição (almoço ou jantar), integralmente subsidiada, no Restaurante Universitário da UFPE dos(as) estudantes contemplados. Auxílio Creche: Auxílio financeiro integrado ao benefício de bolsa-nível oferecido a estudantes que têm filhos na faixa etária de 0 a 3 anos e 11 meses de idade. Bem-Estar Mental/PROBLEM: Consiste no acompanhamento psicoterápico, psiquiátrico e orientação profissional, em parceria com profissionais de saúde, coordenado pela equipe de psicologia da PROAES. Bolsa Nível: Consiste no repasse de recurso financeiro mensal para o estudante custear parte das despesas de locomoção, moradia e alimentação com o objetivo de ampliar as suas condições de permanência durante sua formação acadêmica presencial. Curso de Idiomas - NLC: Cursos de idiomas do Núcleo de Línguas e Cultura (NLC) do Centro de Artes e Comunicações. Moradia Estudantil: Concessão de moradia para estudantes oriundos de cidades diferentes das sedes dos campi da UFPE ou outros Estados, em Casa do Estudante Universitário ou auxílio financeiro para este fim. Núcleo de Atenção à Saúde do Estudante/NASE: Apoio a saúde dos estudantes em situação de vulnerabilidade socioeconômica ou de violação de direitos, ao oferecer atendimento em psicologia, psiquiatria, enfermagem, nutrição, serviço social e saúde sexual, além de atendimento psicopedagógico e médico (clínico e eletivo), aos discentes da graduação. 82 Núcleo de Acessibilidade/NACE: Apoio e promoção à acessibilidade de estudantes na condição de pessoas com deficiência nas áreas auditivas, física e intelectual; com transtorno do espectro autista (TEA); com altas habilidades/superdotação; com transtornos específicos de aprendizagem tais como: dislexia, discalculia, disortografia e transtorno do déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), e por fim, com mobilidade reduzida. Promisaes: Concessão de auxílio financeiro pagos pelas IES diretamente aos estudantes estrangeiros do Programa de Estudantes Convênio de Graduação (PEC-G), que atendam aos critérios estabelecidos pela Portaria nº 745/2012. Além desses programas, o estudante também conta com uma representação estudantil central, que é o Diretório Central dos Estudantes (DCE), e representações por Curso de Graduação, os Diretórios Acadêmicos (DAs). Para cada uma destas representações há a disponibilização de espaço físico e equipamentos para o funcionamento. Os estudantes do Curso de Bacharelado em Matemática se organizam por meio do Diretório Acadêmico de Matemática - UFPE. Por fim, como descrito na Seção 17.2, o Departamento de Matemática pautado na Resolução nº 11/2019, através do NACE, buscará condições adequadas para a integração e o desenvolvimento pleno dos estudantes com deficiência preservando, também, os direitos daqueles com Transtorno do Espectro Autista. 18.2 Mobilidade Acadêmica - ANDIFES O Programa ANDIFES de Mobilidade Acadêmica é resultado de um convênio firmado entre várias Instituições Federais de Ensino Superior (IFES) e visa a mobilidade de alunos regularmente matriculados em cursos de graduação, não se aplicando a pedidos de transferência, que serão enquadrados em normas específicas que atendam aos critérios estabelecidos pela Resolução nº 10/2013. 83 O aluno participante deste convênio terá vínculo temporário com a Instituição receptora, dependendo, para isto, da disponibilidade de vaga e da possibilidade de matrícula na(s) disciplina(s) pretendida(s). O mesmo aluno, sob o amparo deste vínculo temporário, somente poderá se afastar pelo prazo máximo de dois semestres letivos, consecutivos ou não, salvo em casos excepcionais de renovação, a critério da IFES receptora, por mais um único semestre. Durante o afastamento, o aluno terá sua vaga assegurada no curso de Bacharelado de Matemática, devendo este período ser computado na contagem do tempo máximo disponível para a integralização do respectivo currículo pleno, lembrando que somente serão aceitas e lançadas em seu histórico as disciplinas cursadas na IFES receptora aprovadas previamente em seu Plano de trabalho. Os requisitos para se inscrever-se no programa, calendários e outras informações acerca do ANDIFES podem ser encontrados na página web: https://www.ufpe.br/prograd/mobilidade-academica. 18.3 Outras Informações, Assistências e Apoio Sistema de Informações Online: A UFPE conta com o Sistema de Gestão Acadêmica (Sig@) que oferece aos estudantes as informações acadêmicas de modo online a partir de qualquer computador conectado à Internet. Aos estudantes que não possuem computadores pessoais, o Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI) possui um bem equipado espaço, denominado Praça da Informação, usado não somente para acesso à Internet, como também para trabalhos dos estudantes. Software: No que tange a inserção de tecnologias na sistemática de ensino- aprendizagem, a UFPE dispõe de um número de licenças do software Maple para atender aos professores e estudantes. Programa de Monitoria: Conforme citado na seção 14.2.1, o aluno do curso de Bacharelado em Matemática, conta com o suporte do Programa de Monitoria da UFPE 84 visando garantir o progresso contínuo do seu ensino de graduação a partir de experiências práticas. Estágio Docência (por alunos do Programa de Pós-Graduação): O curso de Bacharelado em Matemática se beneficia do programa de Estágio Docência da Pós- Graduação em Matemática da UFPE. Neste programa, alunos bolsistas da CAPES desenvolvem atividades que visam auxiliar no desempenho dos alunos em disciplinas mais avançadas do curso de Bacharelado. Tutoria Voluntária por Veteranos: É um espaço de aprendizado e de integração social proporcionado aos estudantes do curso de Bacharelado em Matemática que visa reduzir as lacunas da formação pré-universitária dos alunos recém ingressados no curso, ao mesmo tempo que promove a aproximação destes com os alunos veteranos. Nesta atividade, pequenos grupos de estudantes do primeiro ano do curso recebem tutorias semanais de estudantes veteranos. Estudos planejados: a Resolução 08/2022 do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão da UFPE disciplina os Estudos Planejados para os/as estudantes com obstáculos no prosseguimento do processo de aprendizagem nos cursos de graduação oferecidos pela Universidade. Resumidamente falando, os Estudos Planejados consiste da ação da Comissão de Acompanhamento de Estudantes em suporte a discentes que já passaram da periodicidade mínima para a integralização do curso (oito semestres). Recepção ao discente: Cerimônia realizada em colaboração com o D.A. de Matemática com o objetivo de recepcionar os novos discentes, com a apresentação da coordenação e da estrutura do curso, os alunos veteranos, os professores do DMat e as suas respectivas áreas de pesquisa, palestras motivacionais dentre outras atividades. Acompanhamento periódico dos(as) discentes: duas vezes por semestre, a coordenação do curso se reúne com os(as) discentes para dialogar sobre o andamento das atividades nas disciplinas em curso, bem como demais atividades referentes à vida acadêmica. Além disso, existe uma parceria entre a coordenação do curso e o D.A. para a administração de questionários sobre a qualidade dos serviços prestados pelos(as) docentes de tais disciplinas. 85 Canais de comunicação: além do atendimento presencial, os discentes e docentes do curso de Bacharelado em Matemática dispõe de canais extras de comunicação com a coordenação do curso. Algumas vias digitais padrões como e-mail e website, os(as) discentes também contam com uma Sala Virtual de Comunicação/Atendimento, hospedada no Google Classroom, a qual contém mensagens e documentos de interesse para o bom funcionamento do curso. Ademais, é disponível para os(as) discentes uma conta de Telegram em que eles têm acesso à coordenação do curso 24 horas por dia, 07 dias por semana. Informações Diversas: As páginas web da UFPE e da Pró-Reitoria de Graduação (PROGRAD), contêm todas as demais informações, tais como Calendário Acadêmico, Manual do Estudante, Manual do Coordenador, Editais de matrícula, modalidades de apoio estudantil, etc. Versões impressas podem também ser obtidas através da secretaria do curso. Além disso, também existe o Portal do Estudante (https://www.ufpe.br/estudante), onde o estudante pode ter acesso a diversas informações tais como: ● Notícias: notícias relevantes disponibilizadas pela Assessoria de Comunicação da UFPE (ASCOM); ● Eventos: informações sobre eventos acadêmicos, científicos e culturais relacionados aos campi de Recife, Caruaru e Vitória; ● Vida Acadêmica: fluxos de processos acadêmicos, formulários, nome social, editais, relatórios, regulamentações, portarias, resoluções, links para downloads, entre outros documentos utilizados no dia a dia do discente; ● Biblioteca: acesso ao Sistema Integrado de Bibliotecas SIB/UFPE, que tem como objetivo difundir a informação, democratizar o conhecimento acadêmico e apoiar as atividades de ensino, pesquisa e extensão da UFPE; ● Meu Pergamum: Sistema de busca unificada reunindo repositórios institucionais; ● Assistência Estudantil: oferecida através de editais semestrais que busca ampliar as condições para permanência dos jovens, em vulnerabilidade socioeconômica, na educação superior pública federal com objetivo de conclusão do curso superior; 86 ● Mobilidade Urbana: serviços disponíveis para facilitar a locomoção no Campus Recife da UFPE; ● Restaurante Universitário: Informações sobre o Restaurante Universitário tais como, a localização, a capacidade e os horários de funcionamento; ● Intercâmbios: o Governo Federal oferece programas para estudantes de outros países em vias de desenvolvimento, como a África e a América Latina; mais informações estão disponíveis no Guia do Estudante Estrangeiro e no Guia de Orientação do Aluno PEC-G; ● Cultura: diversas formas de manifestações intelectuais, artísticas, culturais, sociais e populares acontecem diariamente na nossa Universidade. Os regulamentos e normas do curso, formulários, atas de reuniões e o PPC completo estão disponíveis nas secretarias Geral e do curso de Bacharelado bem como na página do Departamento de Matemática: https://www.ufpe.br/dmat. 87 19 Dispositivos Legais e Normativos DISPOSITIVO LEGAL E NORMATIVO FORMA DE ATENDIMENTO No PPC do curso se fundamenta e Diretrizes Curriculares Nacionais do sistematiza a organização do conhecimento Curso: curricular em consonância com a Resolução ● Parecer CNE/CES nº 1.302 de 06 de 1. CNE/CES nº 3/2003 para os curso de novembro de 2001; Matemática, a Lei nº 9.394/1996 (Diretrizes e ● Resolução CNE/CES nº 3, de 18 de Bases da Educação Nacional) e o Projeto fevereiro de 2003; Institucional da UFPE. O curso possui uma carga horária total Carga horária mínima, em horas: mínima de 2400 horas. Isto segue as ● Resolução CNE/CES, nº 02 de 18 de orientações relativas à integralização e 2. junho de 2007 (Bacharelado, Presencial); duração dos cursos de bacharelados em Matemática na modalidade presencial descrito na Resolução CNE/CES, nº 02/2007. Segundo a Resolução CNE 02/2007, o tempo de integralização determinado é de, no mínimo, 03 anos letivos. O PPC do curso Tempo de integralização: propõe um cronograma de 04 anos letivos ● Resolução CNE/CES, nº 02 de 18 de para a integralização, permitindo um mínimo 3. junho de 2007 (Bacharelado, Presencial); de 03 anos e um máximo 07 anos (14 períodos letivos). Obedecendo os 100 (cem) dias letivos por período dispostos na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei nº 9.394/96. Em cumprimento do Decreto 5.626/2005 sobre a inclusão de Libras como disciplina curricular eletiva para os Disciplina eletiva de Libras: bacharelados, o curso possui como “eletiva ● Presidência da República: Decreto N° do perfil” a disciplina PO494 - Fundamentos 4. 5.626 de 22 de dezembro de 2005. da Língua Brasileira de Sinais na Educação. ● Lei Nº 10.436, de 24 de abril de 2002. Oferta do Depto. de Psicologia e Orientação Educacionais e a equivalente LE716 - Introdução a Libras do Depto. de Letras. O curso atende às Diretrizes para Diretrizes Curriculares Nacionais 5. Educação das Relações Étnico-Raciais, ensino para Educação das Relações Étnico-raciais e de História, Cultura Afro-brasileira e Africana 88 para o Ensino de História e Cultura Afro- (Resolução CNE/CP N° 01/2004), por meio da brasileira e Africana: disciplina eletiva IN816 –Relações Raciais ● Resolução CNE/CP N° 01 de 17 de junho (60h). de 2004. Como indicado no Parecer 08/2012 às responsabilidades das IES com a Educação em Direitos Humanos estão ligadas ao processo de construção de uma sociedade mais justa, pautada no respeito e promoção dos Direitos Humanos. No curso do Bacharelado em Matemática a Educação em Direitos Diretrizes Nacionais para a Humanos é transversalizada em todas as Educação em Direitos Humanos: esferas, abrangendo o ensino, a pesquisa, a ● Parecer CNE/CP N° 08 de 06 de março de 6. extensão e a gestão. Se ressalta os valores de 2012; tolerância, respeito, solidariedade, ● Resolução CNE/CP N° 01 de 30 de maio fraternidade, justiça social, inclusão, de 2012. pluralidade e sustentabilidade; pontos estes que foram indicados no programa Nacional de Direitos Humanos (PNEDH). Os conteúdos sobre Educação em Direitos Humanos estão contemplados na disciplina eletiva CS100 – Sociologia e Meio Ambiente. Com respeito à Política Nacional de Educação Ambiental (Lei no 9.795/1999, e Políticas de Educação Ambiental: Decreto no 4.281/2002), a ● Lei Nº 9.795 de 27 de abril de 1999; 7. organização curricular contém em sua ● Decreto Nº 4.281 de 25 de junho de estrutura a disciplina eletiva CS100 – 2002. Sociologia e Meio Ambiente, a qual atende às exigências em relação à Educação Ambiental. A totalidade (100%) do corpo docente disponível a lecionar para o curso são doutores em Matemática e todos Titulação do corpo docente: concursados por meio de edital público para 8. ● Lei Nº 9.394 de 20 de dezembro de 1996. professores em tempo integral. Cumprindo, em ambos casos, o mínimo exigido (um terço) na Lei Nº 9.394/1996 O NDE é constituído por 5 (cinco) Núcleo Docente Estruturante docentes. Todos eles (100%) são professores (NDE): permanentes do corpo docente do 9. ● Resolução CONAES N° 01 de 17 de junho departamento, todos (100%) com dedicação de 2010 ; exclusiva (tempo integral), 100% com ● Resolução Nº 01/2013 - CEPE/UFPE. titulação acadêmica obtida em programas de pós-graduação stricto sensu. O qual está em 89 conformidade com a Resolução CONAES N° 01/2010 e a resolução da CCEPE-UFPE 1/2013. As dependências do curso atendem às condições de acesso para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida (Decreto n° 5.296/2004); pois o curso utiliza integralmente as instalações físicas da Área 2 Condições de acesso para pessoas e do CCEN, os quais possuem projetos já com deficiência e/ou mobilidade reduzida: implementados e outros em vias de 0. ● Decreto N° 5.296/2004; adequação física de suas instalações em ● Lei Nº 13.146/2015 processo de execução. ● Resolução Nº 11/2019 - ConsUni /UFPE. Vale sinalizar também que a UFPE possui programas e atenção especializadas para pessoas com deficiências visual e auditiva por meio do Núcleo de Acessibilidade (NACE-UFPE). O Núcleo de Acessibilidade da Universidade Federal de Pernambuco (NACE- UFPE) tem por finalidade apoiar e promover a acessibilidade aos estudantes e servidores com deficiência, mobilidade reduzida, transtorno funcional específico da aprendizagem, transtorno global do desenvolvimento ou altas habilidades/superdotação. As atividades do núcleo são regulamentadas pela Portaria Normativa 04/2016. Esta portaria institui o Núcleo de Acessibilidade da Proteção dos Direitos da Pessoa UFPE, como unidade vinculada ao Gabinete com Transtorno do Espectro Autista: do Reitor. O NACE é composto pelo Conselho 1. ● Lei N° 12.764/2012; Gestor, Coordenação geral e pelas ● Resolução Nº 11/2019 - ConsUni/UFPE. Coordenações Setoriais de Acessibilidade. O NACE busca promover a inclusão, a permanência e o acompanhamento de pessoas com deficiência e necessidades específicas nos diversos níveis de ensino, garantindo condições de acessibilidade em nível amplo na UFPE. O NACE também promove ações voltadas à acessibilidade e inclusão educacional, oferece atendimento educacional especializado e constitui parcerias com entidades governamentais e da sociedade civil organizada cujos objetivos estejam diretamente relacionados às finalidades do 90 NACE. A proteção e os cuidados para com as pessoas portadoras do Transtorno do Espectro Autista também estão incluídos. O Núcleo de Apoio à Saúde do Estudante (NASE-UFPE), ligado à Pró-Reitoria para Assuntos Estudantis (PROAES), é destinado a atender somente os estudantes dos cursos de graduação, com prioridade para os beneficiários de programas de assistência estudantil. No NASE são oferecidos serviços nas áreas de Psicologia, Psiquiatria, Enfermagem, Nutrição e atendimento médico clínico. A estrutura, que tem área total de 374 m², conta com 12 salas para atendimento dos alunos, sala da administração, miniauditório, copa, dois almoxarifados e recepção. O Projeto Incluir, do Núcleo de Acessibilidade e vinculado à Proaes, também ficará instalado no Nase. Esse grupo dedica-se à questão da acessibilidade na UFPE e está sob a coordenação da professora Adriana de Donato, do Departamento de Fonoaudiologia. Integram a equipe do NASE duas psicólogas, dois psiquiatras, dois médicos clínicos gerais, duas enfermeiras, uma nutricionista e duas recepcionistas. O espaço é voltado principalmente ao apoio à saúde emocional dos graduandos. O Nase funciona de segunda a sexta-feira, das 8:00 às 17:00 hrs. O Núcleo Docente Estruturante, Estabelece as Diretrizes para a juntamente com o Colegiado do curso, estão Extensão na Educação Superior Brasileira: 2. em estudo para implantar atividades de ● Resolução CNE/CES Nº 07/2018 - CNE; extensão de forma que estejam em harmonia ● Resolução Nº 09/2017 - CEPE/UFPE. com o caráter mais teórico do curso. A UFPE e o curso estão adequados aos dispositivos das portarias do MEC No Informações acadêmicas: 40/2007 e N° 23/2010 os quais instituem o e- ● Portaria MEC N° 40 de 12 de dezembro MEC, (Sistema Eletrônico de Fluxo de 3. de 2007 ; trabalho e gerenciamento de informações ● Portaria MEC N° 23 de 01 de dezembro relativas aos processos de regulação, de 2010. avaliação e supervisão da educação superior no sistema federal de educação), por meio 91 dos sistemas SIGA, SIPAC, INEP (ENADE), SIGEPE, GOV.COM.BR As informações acadêmicas são disponibilizadas aos estudantes tanto de forma impressa quanto de forma virtual. Com respeito a informações gerais, o estudante, através do sistema SIG@ (https://siga.ufpe.br/ufpe/), pode ter acesso à estrutura curricular do curso, aos horários de realização das disciplinas, aos componentes equivalentes, dentre outras informações importantes. Também, estão disponibilizados no site da UFPE (www.ufpe.br) documentos como o Manual do Aluno, além do Portal do Estudante (http://estudante.ufpe.br/), que apresentam orientações a respeito da vida acadêmica. Concernente a informações exclusivas do curso tais como, regulamentos, normas do curso, formulários, atas de reuniões do Colegiado do curso e o PPC completo estão disponíveis nas secretarias Geral e do curso de Bacharelado bem como na página do Departamento de Matemática: https://www.ufpe.br/dmat. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Escolar Quilombola na 4. Não se aplica. Educação Básica: ● Resolução N° 08/2012 - CNE. Diretrizes Curriculares Nacionais da 5. Educação Básica: Não se aplica. ● Resolução Nº 04/2010 - CNE. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso 6. Não se aplica de licenciatura, de graduação plena: ● Resolução Nº 02/2019 - CNE; ● Resolução Nº 07/2018 - CEPE/UFPE. 92 20 Referências KENSKI, V. K. Educação e Tecnologias: O Novo Ritmo da Informação. Campinas, SP: Papirus, 2012. Guia de Elaboração do Projeto Pedagógico do Curso: https://www.ufpe.br/prograd/projeto-pedagogico BRASIL. Decreto-Lei nº 9.338 de 20 de junho de 1946. Cria a Universidade do Recife e dá outras providências. Disponível em: https://www2.camara.leg.br/legin/fed/declei/1940-1949/decreto-lei-9388-20-junho-1946- 417645-publicacaooriginal-1- pe.html#:~:text=Art.,do%20Estatuto%2C%20que%20a%20regulamentar%C3%A1. Acesso em: 01/09/2022. ________. Decreto nº 28.092 de 08 de maio de 1950. Autoriza o funcionamento dos cursos de filosofia, matemática, letras clássicas, letras neolatinas e pedagogia, da faculdade estadual de filosofia, de Pernambuco. Disponível em: https://www2.camara.leg.br/legin/fed/declei/1940-1949/decreto-lei-9388-20-junho-1946- 417645-publicacaooriginal-1- pe.html#:~:text=Art.,do%20Estatuto%2C%20que%20a%20regulamentar%C3%A1. Acesso em: 30/08/2022. ________. Projeto de Lei nº 3.096 de 30 de junho de 1961. Autoriza o poder executivo a abrir, através do Ministério de Minas e Energia, crédito especial de Cr$ 500.000.000,00 (quinhentos milhões de cruzeiros), destinado ao planejamento e Instalação de um reator atômico de potência, no Instituto de Física e Matemática da Universidade do Recife, no Estado de Pernambuco. Disponível em: https://www.camara.leg.br/propostas-legislativas/209595 . Acesso em: 21/08/2022. ________. Decreto-Lei nº 53 de 18 de novembro de 1966. Fixa princípios e normas de organização para as universidades federais, e dá outras providências. Disponível em: https://www2.camara.leg.br/legin/fed/declei/1960-1969/decreto-lei-53- 18-novembro-1966-373396-publicacaooriginal-1-pe.html . Acesso em: 22/08/2022. ________. Decreto-Lei nº 252 de 28 de fevereiro de 1967. Estabelece normas complementares ao Decreto-Lei nº 53, de 18 de novembro de 1966. Disponível em:https://www2.camara.leg.br/legin/fed/declei/1960-1969/decreto-lei-252-28-fevereiro- 1967-376151-publicacaooriginal-1-pe.html. Acesso em: 20/08/2022. 93 ________. Lei nº 5.540, de 28 de novembro de 1968. Fixa normas de organização e funcionamento do ensino superior e sua articulação com a escola média, e dá outras providências. Disponível em: . Acesso em 20/08/2022. CALÁBRIA, Angelica. Primeiro Colóquio Brasileiro de Matemática: identificação de um registro e pequenas biografias de seus participantes . Rio Claro, 2010. 174f. Dissertação (Mestrado em Matemática) – Programa de Pós-graduação em Educação Matemática, Universidade Estadual Paulista, 2010. LOPES, Agamemnon. Apontamentos para a história do Centro de Informática da UFPE: a fase do Departamento de Informática, 1953-1993. Recife: Editora UFPE, 2018. PERNAMBUCO. Regulamento da Escola de Engenharia de Pernambuco de 1895. UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO. Conselho Universitário. Estatuto da Universidade da Universidade Federal de Pernambuco, de 03 de setembro de 1974A. Disponível em: . Acesso em: 09/08/2021. UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO. Conselho Universitário. Resolução nº 09/1974, de 20 de dezembro de 1974. Aprova a instalação do Centro de Ciências Exatas e da Natureza. Recife: Conselho Universitário, 1974. Disponível em: . Acesso em: 10/08/2021 VALLE, Tiago. O Patrimônio nos Objetos de Física Experimental da Área Básica II da Universidade Federal de Pernambuco. Rio de Janeiro, 2022. 121f. Dissertação (Mestrado em Museologia e Patrimônio) – Programa de Pós-graduação em Museologia e Patrimônio, Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, 2022. 94 Anexos 95 Anexos ANEXO A Portarias, Resoluções Internas e Atas ● ANEXO A I: Portarias No 03 e 04 de 2023 - DM/CCEN de nomeações do Colegiado do Curso ● ANEXO A II: Portaria 3004/2022 de nomeação do Núcleo Docente Estruturante; ● ANEXO A III: Ata de Reunião do Colegiado do Curso com criação da Comissão de Autoavaliação do Curso de matemática/Bacharelado (31/08/2022); ● ANEXO A IV: Ata de 1ª Reunião da Comissão de Autoavaliação do Curso de matemática/Bacharelado (11/11/2022); ● ANEXO A V: Ata de Reunião do Colegiado do Curso com aprovação das Disciplinas de Formação Avançada (26/07/2022); ● ANEXO A VI: Regulamento das Atividades Complementares; ● ANEXO A VII: Ata de Reunião do Colegiado do Curso tratando de Creditação do Colóquio de Graduação (05/10/2020); ● ANEXO A VIII: Ata de Reunião do Colegiado do Curso com aprovação do Programa de Tutoria Voluntária por Veteranos (14/11/2018); ● ANEXO A IX: Regulamento da atividade complementar Tutoria Voluntária por Veteranos (Aprovado na Reunião do Colegiado, vide anexo XIII); ● ANEXO A X: Contrato 114/2013 firmado entre a Universidade Federal de Pernambuco e a EBESCO Brasil Ltda para a aquisição de livros eletrônicos; ● ANEXO A XI: Instrução Normativa do Grupo de Disciplinas de Formação Avançada; ● ANEXO A XII: Ata de Reunião do Colegiado do Curso com aprovação do 96 Projeto Pedagógico do Curso (02/02/2023). ● ANEXO A XIII: Extrato de Ata de Reunião do Pleno do Departamento de Matemática contendo a aprovação do Projeto Pedagógico do Curso (23/03/2023) (ANEXO A I) 97 98 99 (ANEXO A II) 100 (ANEXO A III) 101 102 (ANEXO A IV) 103 104 (ANEXO A V) 105 106 (ANEXO A VI) 107 108 109 110 111 (ANEXO A VII) 112 113 (ANEXO A VIII) 114 (ANEXO A IX) 115 116 (ANEXO A X) 117 118 119 120 121 122 (ANEXO A XI) Universidade Federal de Pernambuco Centro de Ciências Exatas e da Natureza Departamento de Matemática Curso de Matemática - Bacharelado 50670-901 Cidade Universitária - Recife/PE - Fone (5581) 2126.8414 - Fax (5581)2126.8410 Instrução Normativa Referente ao Grupo de Disciplinas de Formação Avançada CONSIDERANDO: - A Resolução N° 18/2021 de 02 de agosto de 2021, do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão, que dispõe sobre o Grupo de Disciplinas de Formação Avançada na Universidade Federal de Pernambuco. - A Resolução N° 10/2022 que altera dispositivos da Resolução supracitada. Capítulo I Das Definições Gerais e Objetivos Art. 1º Define-se Grupo de Disciplinas de Formação Avançada como um conjunto de uma ou mais disciplinas integrantes da estrutura curricular de um curso de mestrado ou de doutorado da UFPE, que receba matrículas de estudantes de graduação, permitindo-lhes integralizar Carga Horária Eletiva Livre, Eletiva do Perfil e Atividade Complementar nos currículos dos Cursos de Graduação. 123 Art. 2º O Grupo de Disciplinas de Formação Avançada tem como objetivo estabelecer uma maior integração entre os níveis de ensino de graduação e de pós-graduação stricto sensu, permitindo aos estudantes receberem uma formação em maior grau de aprofundamento durante a graduação. Art. 3º O Grupo de Disciplinas d e Formação Avançada também tem como propósito incentivar os estudantes egressos dos cursos de graduação a prosseguirem sua formação em nível de pós-graduação stricto sensu. Capítulo II Das Disciplinas que Compõem o Grupo de Disciplinas de Formação Avançada Art. 4º Em reunião do Colegiado do Curso de Matemática/ Bacharelado ficou decidido que o Grupo de Disciplinas de Formação Avançada do Curso de Matemática/Bacharelado consistirá nas seguintes disciplinas dos cursos de Mestrado e Doutorado do Programa de Pós-Graduação em Matemática da UFPE: MA1012 - Álgebra Comutativa ; MA1013 - Álgebra Homológica ; MA1015 - Análise Funcional ; MA1018 - Equações Diferenciais Ordinárias ; MA1019 - Equações Diferenciais Parciais ; MA1020 - Equações Diferenciais Elípticas ; MA1023 - Estruturas Discretas ; MA1024 - Fundamentos Matemáticos na Língua Inglesa ; MA1025 - Geometria Algébrica ; MA1026 - Geometria de Finsler e Aplicações ; MA1028 - Geometria e Mecânica ; MA1029 - Geometria Riemanniana ; MA1029 - Geometria Riemanniana ; MA1030 - Grafos e Matróides ; MA1031 - Imersões Isométricas ; MA1032 - Introdução à Álgebra Comutativa ; MA1033 - Introdução à Controlabilidade de Equações Diferenciais Parciais ; MA1034 - Introdução às Equações Diferenciais Ordinárias ; MA1035 - Introdução às Equações Diferenciais Parciais ; MA1036 - Medida e Integração ; MA1037 - Modelagem Matemática e Computacional em Biologia ; MA1038 - Operadores Diferenciais da Geometria ; MA1040 - Sistemas Dinâmicos ; MA1041 - Sistemas Hamiltonianos e Mecânica Celeste ; MA1042 - Teoria das Distribuições e Espaços de Sobolev ; MA1043 - Teoria de Semigrupos de Operadores Lineares ; MA1044 - Teoria dos Pontos Críticos ; MA1045 - Teoria Espectral de Operadores ; MA1060 - Topologia Algébrica ; MA1061 - Topologia Diferencial ; MA1062 - Variáveis Complexas ; MA1063 - Variedades Diferenciáveis ; MA1017 124 - Combinatória ; MA1021 - Equações Diferenciais Parciais Não-Lineares ; MA1039 - Operadores Pseudo- Diferenciais. Capítulo III Dos Requisitos à Matrícula do(a) Estudante Art. 5º O(a) estudante do Curso de Matemática/Bacharelado poderá se matricular em uma disciplina do Grupo de Disciplinas de Formação Avançada desde que a sua solicitação seja aprovada pelo Colegiado do Programa de Pós-Graduação, sendo este o único requisito. Capítulo IV Da Integralização da Carga-Horária Pelo(a) Estudante Art. 6º O(a) estudante do Curso de Matemática/Bacharelado poderá integralizar até 405 horas cursadas em Disciplinas do Grupo de Formação Avançada como Eletivas do Perfil, e até 245 horas como Eletivas Livres/Atividades Complementares. Art. 7º Os casos omissos nesta instrução normativa serão decididos pelo Colegiado do Curso de Matemática/Bacharelado. 125 (ANEXO A XII) 126 127 128 (ANEXO A XIII) 129 130 131 ANEXO B Programas de Disciplinas do Ciclo Básico 132 133 134 135 136 137 138 139 140 141 142 143 144 145 146 147 148 149 150 151 152 153 Programas de Disciplinas do Ciclo Profissional 154 155 156 157 158 159 160 161 162 163 164 165 166 167 168 169 170 171 172 173 174 175 176 177 178 179 180 181 182 Programas de Componentes Eletivos 183 184 185 186 187 188 189 190 191 192 193 194 195 196 197 198 199 200 201 202 203 204 205 206 207 208 209 210 211 212 213 214 215 216 217 218 219 220 221 222 223 224 225 226 227 228 229 230 231 232 233 234 235 236 237 238 239 240 241 242 243 244 245 246 247 248 249 250 251 252 253 254 255 256 257 258 259 260 261 262 263 264 265 266 267 268 269 270 271 272 273 274 275 276 Lista de Equivalências Internas do Perfil 277 278 ANEXO C - Atributos Docentes 279 280 281 282 283 284 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E FOLHA DE ASSINATURAS CONTRATOS Emitido em 29/03/2023 PROJETO DE CURSO Nº 25/2023 - DM CCEN (11.59.05) (Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO) (Assinado digitalmente em 29/03/2023 14:10 ) ANA LUCIA DANTAS DA SILVA ASSISTENTE EM ADMINISTRACAO DM CCEN (11.59.05) Matrícula: 1756199 Para verificar a autenticidade deste documento entre em http://sipac.ufpe.br/documentos/ informando seu número: 25 , ano: 2023, tipo: PROJETO DE CURSO, data de emissão: 29/03/2023 e o código de verificação: 21e265b9db MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E FOLHA DE ASSINATURAS CONTRATOS Emitido em 29/03/2023 OFICIO DE ENCAMINHAMENTO ASSINADO PELO COORDENADOR DO CURSO Nº 103/2023 - CGBM CCEN (11.59.24) (Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO) (Assinado digitalmente em 30/03/2023 07:13 ) ANA LUCIA DANTAS DA SILVA ASSISTENTE EM ADMINISTRACAO DM CCEN (11.59.05) Matrícula: 1756199 Para verificar a autenticidade deste documento entre em http://sipac.ufpe.br/documentos/ informando seu número: 103, ano: 2023, tipo: OFICIO DE ENCAMINHAMENTO ASSINADO PELO COORDENADOR DO CURSO, data de emissão: 30/03/2023 e o código de verificação: ecc4254877 03/04/2023, 11:24 Ofício Eletrônico - SIPAC MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO COORDENACAO DIDATICO-PEDAGOCICA DOS CURSOS DE GRADUACAO - PROGRAD OFICIO ELETRONICO Nº 3/2023 - CDPCG PROGRAD (11.13.29) (Código: 202383372) Nº do Protocolo: 23076.030512/2023-55 Recife-PE, 03 de Abril de 2023. Título: Aprovação da Reforma Curricular Parcial do Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Matemática Bacharelado - CCEN Assunto: 121.1 - PROJETO PEDAGOGICO DOS CURSOS DE GRADUACAO À Coordenação do Curso de Matemática Bacharelado - CCEN, Atendidas as exigências, informamos que a Coordenação Didático-Pedagógica dos Cursos de Graduação, da Pró-Reitoria de Graduação (CDPCG/PROGRAD), aprova a Reforma Curricular Parcial do Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Matemática Bacharelado, do Centro de Ciências Exatas e da Natureza (CCEN), efetuada através do Processo Eletrônico Nº 23076.029195/2023-15, de 29 de março de 2023. Informamos que o processo eletrônico será arquivado na CDPCG, conforme fluxo processual. Salientamos a necessidade de realizar a Reforma Integral do PPC para atendimento à Resolução CEPE nº 31/2022, que regulamenta a inserção e o registro da Ação Curricular de Extensão como carga horária nos Projetos Pedagógicos de Curso de Graduação. Estamos à disposição para eventuais esclarecimentos que se fizerem necessários. Atenciosamente, (Autenticado em 03/04/2023 11:04) https://sipac.ufpe.br/sipac/protocolo/memorando_eletronico/memorando_eletronico.jsf?idMemorandoEletronico=2076233 1/2 03/04/2023, 11:24 Ofício Eletrônico - SIPAC JULIANA SOUZA OLIVEIRA COORDENADOR - TITULAR CN - CAV (12.34.03) Matrícula: 1551372 Para verificar a autenticidade deste documento entre em http://sipac.ufpe.br/public/documentos/index.jsp informando seu número: 3, ano: 2023, tipo: OFICIO ELETRONICO, data de emissão: 03/04/2023 e o código de verificação: fe416d7e88 Copyright 2007 - Superintendência de Tecnologia da Informação (STI-UFPE) - UFPE https://sipac.ufpe.br/sipac/protocolo/memorando_eletronico/memorando_eletronico.jsf?idMemorandoEletronico=2076233 2/2 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E FOLHA DE ASSINATURAS CONTRATOS Emitido em 03/04/2023 OFICIO Nº 4002/2023 - CDPCG PROGRAD (11.13.29) (Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO) (Assinado digitalmente em 03/04/2023 11:31 ) TAIS PATRICIA SANTOS DE OLIVEIRA PIMENTEL TECNICO EM ASSUNTOS EDUCACIONAIS CDPCG PROGRAD (11.13.29) Matrícula: 1178316 Para verificar a autenticidade deste documento entre em http://sipac.ufpe.br/documentos/ informando seu número: 4002, ano: 2023, tipo: OFICIO, data de emissão: 03/04/2023 e o código de verificação: 7375f3fa4b Serviço Público Federal MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E CONTRATOS PROCESSO 23076.040582/2023-56 Cadastrado em 05/05/2023 Processo disponível para recebimento com código de barras/QR Code Nome(s) do Interessado(s): E-mail: Identificador: ANA LUCIA DANTAS DA SILVA ana#####@dm########## ###561#9 Tipo do Processo: PROJETO POLITICO-PEDAGOGICO Assunto do Processo: 121.1 - PROJETO PEDAGOGICO DOS CURSOS DE GRADUACAO Assunto Detalhado: ENCAMINHAMENTO DA PROPOSTA DE USO DAS ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS AO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM MATEMÁTICA/BACHARELADO. Unidade de Origem: DEPARTAMENTO DE MATEMATICA - CCEN (11.59.05) Criado Por: ANA LUCIA DANTAS DA SILVA Ciência: --- MOVIMENTAÇÕES ASSOCIADAS Data Destino Data Destino COORDENACAO DIDATICO-PEDAGOCICA DOS CURSOS DE 14/07/2023 GRADUACAO - PROGRAD (11.13.29) 08/05/2023 DEPARTAMENTO DE MATEMATICA - CCEN (11.59.05) COORDENACAO DIDATICO-PEDAGOCICA DOS CURSOS DE 05/05/2023 GRADUACAO - PROGRAD (11.13.29) SIPAC | Superintendência de Tecnologia da Informação (STI-UFPE) - (81) 2126-7777 | Copyright © 2005-2023 - UFRN - sipac02.ufpe.br.sipac02 Para visualizar este processo, entre no Portal Público em http://sipac.ufpe.br/public e acesse a Consulta de Processos. Visualizar no Portal Público PROPOSTA DE USO DE ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS (APS) O Curso de Matemática / Bacharelado da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) solicita à Pró-Reitoria de Graduação apensamento ao Projeto Pedagógico do Curso (PPC), no item relacionado à metodologia, da possibilidade de uso das Atividades Práticas Supervisionadas (APS) para fins de complementação de carga horária dos componentes curriculares do curso a partir do semestre 2023.1, nos termos do Art. 2º da Resolução CNE/CP nº 3, de 2de julho de 2007. Fica, portanto, à critério do/a docente responsável pelo componente curricular a adoção das APS que pressupõem orientação, supervisão e avaliação das referidas atividades. Caso as APS sejam adotadas pelo docente, o plano de ensino do componente curricular a ser ofertado deve seguir as orientações presentes na Resolução nº 03/2023, do CEPE. Data: 4/05/2023 Coordenador/a do Curso: Airton Temístocles Gonçalves de Castro MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E FOLHA DE ASSINATURAS CONTRATOS Emitido em 04/05/2023 PROPOSTAS Nº 546/2022 - DM CCEN (11.59.05) (Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO) (Assinado digitalmente em 04/05/2023 13:05 ) AIRTON TEMISTOCLES GONCALVES DE CASTRO COORDENADOR - TITULAR CGBM CCEN (11.59.24) Matrícula: 1132575 Para verificar a autenticidade deste documento entre em http://sipac.ufpe.br/documentos/ informando seu número: 546, ano: 2022, tipo: PROPOSTAS, data de emissão: 04/05/2023 e o código de verificação: 4ee46703de MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E FOLHA DE ASSINATURAS CONTRATOS Emitido em 05/05/2023 PROPOSTAS Nº 547/2022 - CGBM CCEN (11.59.24) (Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO) (Assinado digitalmente em 14/07/2023 12:26 ) ANA LUCIA DANTAS DA SILVA ASSISTENTE EM ADMINISTRACAO DM CCEN (11.59.05) Matrícula: 1756199 Para verificar a autenticidade deste documento entre em http://sipac.ufpe.br/documentos/ informando seu número: 547, ano: 2022, tipo: PROPOSTAS, data de emissão: 05/05/2023 e o código de verificação: 7b439edfa5 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E FOLHA DE ASSINATURAS CONTRATOS Emitido em 05/05/2023 ATA DE COLEGIADO Nº 892/2022 - CGBM CCEN (11.59.24) (Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO) (Assinado digitalmente em 14/07/2023 12:26 ) ANA LUCIA DANTAS DA SILVA ASSISTENTE EM ADMINISTRACAO DM CCEN (11.59.05) Matrícula: 1756199 Para verificar a autenticidade deste documento entre em http://sipac.ufpe.br/documentos/ informando seu número: 892, ano: 2022, tipo: ATA DE COLEGIADO, data de emissão: 05/05/2023 e o código de verificação: 0e4bf32173 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO COORDENACAO DIDATICO-PEDAGOCICA DOS CURSOS DE GRADUACAO - PROGRAD PARECER Nº 1900/2023 - CDPCG PROGRAD (11.13.29) Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO Recife-PE, 18 de julho de 2023. À Coordenação do Curso de Graduação em Matemática Bacharelado - CCEN, Informamos que o Processo Eletrônico nº 23076.040582/2023-56, que trata do apensamento das Atividades Práticas Supervisionadas (APS), do Curso de Graduação em Matemática Bacharelado, do Centro de Ciências Exatas e da Natureza - CCEN, atende às exigências da Resolução Nº 03/2023 - CEPE/UFPE, sendo aprovada pela Coordenação Didático-Pedagógica dos Cursos de Graduação, da Pró-Reitoria de Graduação - CDPCG/PROGRAD. Comunicamos ainda que as Atividades Práticas Supervisionadas (APS) foram apensadas ao PPC vigente. Colocamo-nos à disposição para eventuais esclarecimentos que se fizerem necessários. Atenciosamente, (Assinado digitalmente em 18/07/2023 08:31) JULIANA SOUZA OLIVEIRA COORDENADOR - TITULAR CDPCG PROGRAD (11.13.29) Matrícula: 1551372 Processo Associado: 23076.040582/2023-56 Para verificar a autenticidade deste documento entre em http://sipac.ufpe.br/public/documentos/index.jsp informando seu número: 1900, ano: 2023, tipo: PARECER, data de emissão: 18/07/2023 e o código de verificação: 7aa89d212c 11/06/2025, 09:08 sipac.ufpe.br/sipac/protocolo/documento/documento_visualizacao.jsf?imprimir=true&idDoc=3359743 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO DEPARTAMENTO DE MATEMATICA - CCEN EXTRATO DE ATA Nº 1667 / 2025 - DM CCEN (11.59.05) Nº do Protocolo: 23076.050178/2025-45 Recife-PE, 10 de junho de 2025. Extrato de Ata da reunião do Colegiado do Curso de Matemática/Bacharelado do Centro de Ciências Exatas e da Natureza da Universidade Federal de Pernambuco realizada no dia 10 de junho de 2025. Reunião realizada em forma de consulta virtual, por meio de correio eletrônico. Aos dez dias do mês de junho do ano de dois mil e vinte e cinco, foi realizada a reunião do Colegiado, em forma de consulta, por meio de correio eletrônico institucional, com a participação dos seguintes membros do Colegiado: Airton Temistocles Gonçalves de Castro, coordenador do curso, Henrique José de Morais de Araújo, vice-coordenador, Antonio Fernando Pereira de Sousa, Cleide Soares Martins, Felipe Wergete Cruz, Gleidson Gomes da Silva e Jorge Nicolás Caro Montoya. =============================================================================================== O Colegiado aprovou por unanimidade os dois itens da pauta, a saber: 1. Aprovação do documento de apensamento ao Projeto Pedagógico de Curso - PPC, referente ao uso de atividades não presenciais de acordo com a Resolução CEPE nº 5, de 2 de junho de 2025, enviado à coordenação do curso pela DDE/PROGRAD…Nada mais havendo a tratar, a reunião foi encerrada e assim sendo lavrou-se esta ata. =============================================================================================== Copiei conforme o original. (Assinado digitalmente em 10/06/2025 11:40 ) (Assinado digitalmente em 10/06/2025 11:21 ) AIRTON TEMISTOCLES GONCALVES DE CASTRO ANA LUCIA DANTAS DA SILVA COORDENADOR ASSISTENTE EM ADMINISTRACAO CGBM CCEN (11.59.24) DM CCEN (11.59.05) Matrícula: 1132575 Matrícula: 1756199 Para verificar a autenticidade deste documento entre em http://sipac.ufpe.br/public/documentos/index.jsp informando seu número: 1667, ano: 2025, tipo: EXTRATO DE ATA, data de emissão: 10/06/2025 e o código de verificação: e63d6330f1 https://sipac.ufpe.br/sipac/protocolo/documento/documento_visualizacao.jsf?imprimir=true&idDoc=3359743 1/1