Serviço Público Federal MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E CONTRATOS PROCESSO 23076.092157/2023-63 Cadastrado em 19/09/2023 Processo disponível para recebimento com código de barras/QR Code Nome(s) do Interessado(s): E-mail: Identificador: COORDENACAO DA GRADUACAO EM CIENCIA DA COMPUTACAO coord-cc@cin.ufpe.br 117810 - CIN coordensino@cin.ufpe. COORDENAÇÃO DE ENSINO - CIN 117817 br NÚCLEO DE ESTUDOS E ASSESSORIA PEDAGÓGICA - CIN neap@cin.ufpe.br 117805 Tipo do Processo: ALTERACAO DO PROJETO POLITICO PEDAGOGICO DE CURSO. REFORMA CURRICULAR (GRADUACAO) Assunto do Processo: 122.2 - REFORMULACAO CURRICULAR DOS CURSOS DE GRADUACAO Assunto Detalhado: NOVO PPC DO CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO. Unidade de Origem: COORDENACAO DA GRADUACAO EM CIENCIA DA COMPUTACAO - CIN (11.78.10) Criado Por: LUCIA MARIA PONTES DOS SANTOS Ciência: --- MOVIMENTAÇÕES ASSOCIADAS Data Destino Data Destino DIVISAO DE CURRICULOS E PROGRAMAS - PROGRAD 21/09/2023 (11.13.24) COORDENACAO DIDATICO-PEDAGOCICA DOS CURSOS DE 20/09/2023 GRADUACAO - PROGRAD (11.13.29) 19/09/2023 COORDENAÇÃO ADMINISTRATIVA - PROGRAD (11.13.06) COORDENACAO DIDATICO-PEDAGOCICA DOS CURSOS DE 19/09/2023 GRADUACAO - PROGRAD (11.13.29) SIPAC | Superintendência de Tecnologia da Informação (STI-UFPE) - (81) 2126-7777 | Copyright © 2005-2023 - UFRN - sipac03.ufpe.br.sipac03 Para visualizar este processo, entre no Portal Público em http://sipac.ufpe.br/public e acesse a Consulta de Processos. Visualizar no Portal Público MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Universidade Federal de Pernambuco CENTRO DE INFORMÁTICA GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO ATA DE REUNIÃO DO COLEGIADO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO, REALIZADA EM 15 DE AGOSTO DE 2023 DE FORMA REMOTA. Ao décimo quinto dia de agosto de dois mil e vinte e três, reuniram-se os membros do Colegiado do Curso de Ciência da Computação do Centro de Informática da UFPE. A reunião foi presidida pela Pro- o fessora Valéria Cesário Times Alves, Coordenadora do curso de Ciência da Computação e tratou da seguinte pauta: çã 1. Solicitação de Aprovação do Novo Projeto Pedagógico do Curso de Ciência da Computação: Para fins de adequação do perfil curricular do curso de Ciência da Computação às Diretrizes Curriculares ua Nacionais (DCN) para os cursos da área de Computação e devido ao dinamismo da área de Computação, tanto do ponto de vista teórico como tecnológico, existe a necessidade de revisão do projeto pedagógico do referido curso. Então, foi apresentado o novo Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Ciência da d Computação da UFPE, que se encontra em anexo, aos membros do colegiado do curso de Ciência da ra Computação. Decisão: Após deliberação e realização de sugestões, o colegiado aprovou por unanimi- dade o novo PPC do Curso de Ciência da Computação (perfil novo). 2. Solicitação de Aprovação das Resoluções de Atividade Complementar, de Formação Avançada, G de Estágio, de TCC e de Atividade de Extensão n- Foi solicitada a aprovação das novas resoluções de Atividade Complementar, Formação Avançada, Es- tágio, Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) e de Atividade de Extensão para que as mesmas sejam apensadas ao novo PPC do curso de Ciência da Computação. CI Decisão: Após deliberação e realização de sugestões, o colegiado aprovou por unanimidade o novo PPC do Curso de Ciência da Computação (perfil novo) e a atualização das supracitadas resoluções e o apen- samento das mesmas ao referido PPC. Não havendo mais nada a tratar, a reunião foi encerrada pela Profa. Valéria Cesário Times Alves que datou e lavrou a referida ata que assina juntamente com os demais presentes. Recife, 15 de Agosto de 2023. _____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Coordenação do Curso de Ciência da Computação Avenida Prof. Luiz Freire, s/n – Cid. Universitária – Recife – Pernambuco – CEP. 50740-540 Caixa Postal nº. 7851 – fone. (0xx81)2126-8430 – Fax. (0xx81)2126-8438 PORTARIA Nº 20-CIN, DE 30 DE MARÇO DE 2022 COLEGIADO DO CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO O VICE-DIRETOR DO CENTRO DE INFORMÁTICA, DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO, no uso de suas atribuições regimentais e estatutárias, RESOLVE: Designar, a partir de 30 de março de 2022, a nova composição do Colegiado do Curso de Graduação em Ciência da Computação, para a gestão março/2022 a fevereiro/2024. Representantes docentes: Adenilton José da Silva (titular) e Anjolina Grisi de Oliveira (suplente), Adriano Augusto de Moraes Sarmento (titular) e Stefan Michael Blawid (suplente), Carina Frota Alves (titular) e Renata Maria Cardoso (suplente), Carlos André Guimarães Ferraz, Vice-Coordenador de Graduação, Germano Crispim Vasconcelos (titular) e Patrícia Cabral de Azevedo Restelli Tedesco (suplente), Márcio Lopes Cornélio (titular) e Henrique Emanuel Mostaert Rebêlo (suplente), Paulo Gustavo Fonseca (titular) e Gustavo Henrique Porto de Carvalho (suplente), Sérgio Castelo Branco Soares (titular) e Filipe Carlos de Albuquerque Calegário (suplente), Valéria Cesário Times (Coordenadora de Graduação). Representantes discentes: Matheus Victor Alves da Silva (titular) e Bruno de Figueiredo Lima (suplente). As indicações foram homologadas pelo Colegiado do Curso de Graduação em Ciência da Computação e pelo Pleno do Centro, em reuniões realizadas em 29 de março de 2022 e 30 de março de 2022, respectivamente. PROF. SÉRGIO CASTELO BRANCO SOARES VICE-DIRETOR DO CENTRO DE INFORMÁTICA B.O. UFPE, RECIFE, 58 ( 92 BOLETIM DE SERVIÇO ): 1 - 54 31 DE MAIO DE 2023 52 GOVERNO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PORTARIA N.º 2839, DE 05 DE JULHO DE 2022. DESIGNAÇÃO COLETIVA O REITOR DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO, no uso das atribuições legais e estatutárias, R E S O L V E: Designar os servidores abaixo indicados para composição do Núcleo Docente Estruturante - NDE do Curso de Ciência da Computação, do Centro de Informática (CIn): (1) Valéria Cesário Times – Coordenadora (Início do mandato: 16/12/2021 – Recondução); (2) Adenilton José da Silva– (Início do mandato: 23/03/2022 – Designação); (3) Adriano Augusto de Moraes Sarmento - (Início do mandato: 23/03/2022 – Designação); (4) Alex Sandro Gomes- (Início do mandato: 23/03/2022 – Designação); (5) Carlos André Guimarães Ferraz- (Início do mandato: 23/03/2022 – Designação); (6) Luciano de Andrade Barbosa- (Início do mandato: 23/03/2022 – Designação); (7) Paulo Gustavo Soares da Fonseca - (Início do mandato: 23/03/2022 – Designação). Processo n.º 23076.034289/2022-26 ALFREDO MACEDO GOMES Reitor MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E FOLHA DE ASSINATURAS CONTRATOS Emitido em 05/07/2022 PORTARIA Nº 5538/2022 - SAAP PROGEPE (11.07.27) (Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO) (Assinado digitalmente em 05/07/2022 11:48 ) ALFREDO MACEDO GOMES REITOR - TITULAR GR (11.01) Matrícula: 1171268 Para verificar a autenticidade deste documento entre em http://sipac.ufpe.br/documentos/ informando seu número: 5538, ano: 2022, tipo: PORTARIA, data de emissão: 05/07/2022 e o código de verificação: 7db5f184ad MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E FOLHA DE ASSINATURAS CONTRATOS Emitido em 19/09/2023 ATA DE REUNIAO Nº 394/2023 - CGRADCC (11.78.10) (Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO) (Assinado digitalmente em 19/09/2023 14:43 ) VALERIA CESARIO TIMES ALVES COORDENADOR - TITULAR CGRADCC (11.78.10) Matrícula: ###510#8 Visualize o documento original em http://sipac.ufpe.br/documentos/ informando seu número: 394, ano: 2023, tipo: ATA DE REUNIAO, data de emissão: 19/09/2023 e o código de verificação: 8f20efe5e1 19/09/23, 09:58 sipac.ufpe.br/sipac/protocolo/documento/documento_visualizacao.jsf?imprimir=true&idDoc=2360698 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO COORDENACAO DA GRADUACAO EM CIENCIA DA COMPUTACAO - CIN OFICIO ELETRONICO Nº 2070 / 2023 - CGRADCC (11.78.10) Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO Recife-PE, 18 de setembro de 2023. Of. Nº 024/2023 Recife, 18 de setembro de 2023 Da: Coordenação do Curso de Ciência de Computação À: Coordenação Didático-Pedagógica dos Cursos de Graduação Encaminhamos o Projeto Pedagógico do Curso de Ciência da Computação e atas de aprovação do PPC pelas instâncias cabíveis. Solicitamos dar continuidade aos trâmites necessários à aprovação do novo perfil curricular do referido curso. Nós nos colocamos à disposição para quaisquer esclarecimentos necessários. Atenciosamente, (Assinado digitalmente em 18/09/2023 09:54 ) VALERIA CESARIO TIMES ALVES COORDENADOR - TITULAR CGRADCC (11.78.10) Matrícula: 1351088 Processo Associado: 23076.091461/2023-37 Para verificar a autenticidade deste documento entre em http://sipac.ufpe.br/public/documentos/index.jsp informando seu número: 2070, ano: 2023, tipo: OFICIO ELETRONICO, data de emissão: 18/09/2023 e o código de verificação: 74fd1e8136 https://sipac.ufpe.br/sipac/protocolo/documento/documento_visualizacao.jsf?imprimir=true&idDoc=2360698 1/1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E FOLHA DE ASSINATURAS CONTRATOS Emitido em 19/09/2023 DOCUMENTOS ACADEMICOS Nº 2/2023 - CGRADCC (11.78.10) (Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO) (Assinado digitalmente em 19/09/2023 14:43 ) VALERIA CESARIO TIMES ALVES COORDENADOR - TITULAR CGRADCC (11.78.10) Matrícula: ###510#8 Visualize o documento original em http://sipac.ufpe.br/documentos/ informando seu número: 2, ano: 2023, tipo: DOCUMENTOS ACADEMICOS, data de emissão: 19/09/2023 e o código de verificação: 68fa3f2d93 Projeto Pedagógico Curso de Graduação em Ciência da Computação Centro de Informática Universidade Federal de Pernambuco 2023 SUMÁRIO 1 Apresentação 3 2 Dados do Curso 4 3 Aspectos Normativos 7 4 Histórico da UFPE e do Curso 8 5 Justificativa para a Reformulação do PPC 20 6 Marco Teórico do Curso 36 6.1 O que é computação e Ciência da Computação? 36 6.2 Fundamentos pedagógicos do curso 39 7 Objetivos do Curso 41 7.1 Objetivo geral 41 7.2 Objetivos específicos 41 8 Perfil Profissional do Egresso 42 9 Campo de Atuação Profissional 43 10 Competências, Atitudes e Habilidades 44 11 Metodologia do Curso 47 11.1 Interdisciplinaridade e transdisciplinaridade 51 11.2 Design e inovação 52 11.3 Assistência às necessidades especiais de discentes 55 11.4 Internacionalização 56 11.5 Atividades Práticas Supervisionadas (APS's) 57 12 Sistemáticas de Avaliação 59 12.1 Paradigmas de avaliação adotados 60 12.2 Avaliação na UFPE 63 12.3 Avaliação das condições de ensino 67 12.4 Avaliação e acompanhamento da concretização do projeto pedagógico 69 13 Organização Curricular do Curso 71 13.1 Quadro de estrutura curricular 76 13.2 Estrutura curricular por período 82 13.3 Conteúdos necessários 91 14 Atividades Curriculares 92 14.1 Atividades Complementares 92 14.2 Ações Curriculares de Extensão 93 14.3 Estágio 93 14.4 Trabalho de Conclusão de Curso 94 15 Forma de Ingresso ao curso 95 16 Corpo Docente 96 17 Suporte para Funcionamento do Curso 99 17.1 Recursos estruturais 99 17.2 Recursos humanos 112 17.3 Acervo bibliográfico 113 18 Apoio ao Discente 114 18.1 Programa de Assistência Estudantil 114 18.2 Outros apoios aos estudantes 116 18.2.1 Acessibilidade na Educação Superior 116 18.2.2 Núcleo de Estudos e Assessoria Pedagógica (NEAP) 116 1 18.2.3 Apoio a Eventos 117 18.2.4 Apoio ao Esporte 117 18.2.5 Promisaes (Projeto Milton Santos de Acesso ao Ensino Superior) 117 18.2.6 Assistência em Saúde 117 18.2.7 Curso de Idiomas/NLC 118 18.3 Acompanhamento acadêmico 118 18.4 Apoio emocional 118 18.5 Apoio a mulheres nos cursos do CIn 119 18.6 Núcleo LGBT 119 18.7 Programa de Acompanhamento de Estudos em Situações Excepcionais 120 18.8 Informações sobre assuntos da graduação 120 REFERÊNCIAS 122 ANEXO I - Dispositivos Legais e Normativos 126 ANEXO II - Regulamento de Estágio 128 ANEXO III - Normas do Trabalho de Conclusão de Curso 132 ANEXO IV - Normas da Atividade de Extensão 136 ANEXO V - Normas das Atividades Complementares 139 ANEXO VI - Normas dos Estudos Avançados 148 ANEXO VII - Aprovação do PPC por Colegiados 150 ANEXO VIII - Portaria de Designação do Colegiado 156 ANEXO IX - Portaria de Designação do Núcleo Docente Estruturante 157 ANEXO X - Tabela de Equivalência 159 ANEXO XI - Programas dos Componentes Curriculares 161 2 1 Apresentação Este documento apresenta o Projeto Pedagógico do curso de Ciência da Computação, ofertado pelo Centro de Informática da Universidade Federal de Pernambuco. O curso foi formulado de acordo com as diretrizes da Universidade Federal de Pernambuco, Ministério da Educação, Sociedade Brasileira de Computação, Institute for Electrical and Electronic Engineering (IEEE) e Association for Computing Machinery (ACM). Concebido no início dos anos 2000, o perfil atual do curso passa agora por uma reforma curricular total para melhor adequar-se aos avanços na área de Ciência da Computação (CC). Os princípios que norteiam este projeto de curso são: ● Ciência da Computação é uma área ampla e em desenvolvimento permanente; ● Ciência da Computação é um curso que possui seu próprio corpo de conhecimentos, ética e práticas; ● A rápida evolução da Ciência da Computação demanda atualização permanente de seu currículo através de um processo contínuo de revisão de componentes individuais.; ● O Curso de Ciência da Computação deve considerar mudanças na tecnologia, novos desenvolvimentos em pedagogia, e a importância da aprendizagem ao longo da vida; ● O time elaborador do projeto pedagógico do curso de CC deve identificar as habilidades e conhecimentos fundamentais que todos os bacharéis em CC devem possuir; ● O Curso de Ciência da Computação deve permitir uma formação flexível, bem fundamentada em assuntos que constituem o núcleo de formação mínima em Ciência da Computação, e personalizada para permitir programas individualizados ● O currículo de Ciência da Computação deve incluir a preparação para a prática profissional como um componente integral. Estas práticas incluem gestão, ética e valores, habilidades não-técnicas como comunicação oral e escrita, experiências de trabalho em equipe, e ainda capacidade de assimilar novos conhecimentos em um curto período; ● A implantação da nova matriz do curso de CC deve incluir discussões de estratégias e táticas para a implementação, juntamente com recomendações de alto nível; ● As recomendações de CC devem considerar grupos sociais distintos (tais como indústria, governo e estudantes). 3 2 Dados do Curso UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO - UFPE Reitor Alfredo Macedo Gomes, Campus Recife Vice-Reitor Moacyr Cunha de Araújo Filho Av. Prof. Moraes Rêgo, nº 1.235, Cidade Universitária, Recife-PE, CEP 50.670-420 Telefone: (81) 2126-8000 Centro de Informática Diretor: Paulo Henrique Borba Monteiro Vice-Diretor: Sérgio Castelo Branco Soares Coordenação e vice coordenação do Curso: Valéria Cesário Times Alves / Carlos André Guimarães Ferraz NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE Valéria Cesário Times Alves (Coordenadora do Curso) Adenilton José da Silva Adriano Augusto de Moraes Sarmento Alex Sandro Gomes Carlos André Guimarães Ferraz Paulo Gustavo Soares da Fonseca Luciano Barbosa NÚCLEO DE ESTUDOS E ASSESSORIA PEDAGÓGICA Patrícia Maria Serrano Barbosa Mergulhão Rivanildo Valerino de Santana Junior COLABORADORES Abel Guilhermino da Silva Filho Aluízio Fausto Ribeiro Araújo Adenilton José da Silva André Luis de Medeiros Santos Adiel Teixeira de Almeida Filho Andson Marreiros Balieiro Adriano Augusto de Moraes Sarmento Anjolina Grisi de Oliveira Adriano Lorena Inácio de Oliveira Augusto Cezar Alves Sampaio Alex Sandro Gomes Bernadette Farias Lóscio Alexandre Cabral Mota Breno Alexandro Ferreira de Miranda Alexandre Marcos Lins de Vasconcelos Carina Frota Alves 4 Carla Taciana Lima Lourenço Silva Marcelo Bezerra d´Amorim Schuenemann Márcio Lopes Cornélio Carlos Alexandre Barros de Mello Nelson Souto Rosa Carlos André Guimarães Ferraz Nivan Roberto Ferreira Júnior Cleber Zanchettin Odilon Maroja da Costa Pereira Filho Cristiano Coelho de Araújo Patrícia Cabral de Azevedo Restelli Daniel Carvalho da Cunha Tedesco Divanilson Rodrigo de Sousa Campelo Paulo André da Silva Gonçalves (in Djamel Fawzi Hadj Sadok memoriam) Edna Natividade da Silva Barros Paulo Freitas Araújo Filho Eduardo Antônio Guimarães Tavares Paulo Gustavo Soares da Fonseca Fabio Queda Bueno da Silva Paulo Henrique Monteiro Borba Fernando José Castor de Lima Filho Paulo Jorge Leitão Adeodato Fernando Maciano de Paula Neto Paulo Roberto Freire Cunha Filipe Carlos de Albuquerque Calegário Paulo Romero Martins Maciel Francisco de Assis Tenório de Carvalho Paulo Salgado Gomes de Mattos Neto Frederico Luiz Gonçalves de Freitas Pedro Machado Manhães de Castro Geber Lisboa Ramalho Renata Maria Cardoso Rodrigues de Souza George Darmiton da Cunha Cavalcanti Renato Mariz de Moraes Germano Crispim Vasconcelos Ricardo Bastos Cavalcante Prudêncio Giordano Ribeiro Eulalio Cabral Ricardo Martins de Abreu Silva Gustavo Henrique Porto de Carvalho Ricardo Massa Ferreira Lima Hansenclever de França Bassani Roberto Souto Maior de Barros Henrique Emanuel Mostaert Rebêlo Robson do Nascimento Fidalgo Hermano Perrelli de Moura Ruy José Guerra Barretto de Queiroz Jaelson Freire Brelaz de Castro Sérgio Castelo Branco Soares Jamilson Ramalho Dantas Sérgio Ricardo de Melo Queiroz Jéssyka Flavyanne Ferreira Vilela Sérgio Vanderlei Cavalcante José Augusto Suruagy Monteiro Silvio de Barros Melo Judith Kelner Simone Cristiane dos Santos Juliano Manabu Iyoda Stefan Michael Blawid Kelvin Lopes Dias Teresa Bernarda Ludermir Kiev Santos da Gama Tsang Ing Ren Leandro Maciel Almeida Valéria Cesário Times Alves Leopoldo Motta Teixeira Veronica Teichrieb Liliane Rose Benning Salgado Vinícius Cardoso Garcia Luciano de Andrade Barbosa 5 IDENTIFICAÇÃO DO CURSO: Nome: Ciência da Computação Diretrizes curriculares: Resolução CNE/CES nº 5, de 16 de novembro de 2016 Título conferido: Bacharel em Ciência da Computação Modalidade: Presencial Vagas: 100 Entradas: 1ª e 2ª entrada Turno(s): manhã / tarde Carga horária: 3.200 horas Duração: 9 semestres Início do curso: 06/09/1974 Data da reforma: 2023 Autorização de funcionamento: Resolução S/N, de 06 de setembro de 1974, publicada no Diário Oficial da União em 06 de setembro de 1974 Reconhecimento de curso: No. 1198 de 30/11/1979, publicada no DOU em 05/12/1979. Renovação de Reconhecimento de Curso: Portaria Nº 921 de 27 de dezembro de 2018, publicada no Diário Oficial da União em 28 de dezembro de 2018 (Registro E-MEC No. 2018278221) EQUIPE REVISORA: Carlos Alexandre Barros Mello Kiev Santos da Gama Márcio Lopes Cornélio Patrícia Maria Serrano Barbosa Mergulhão Rivanildo Valerino de Santana Junior 1 https://emec.mec.gov.br/emec/consulta-cadastro/detalhamento/d96957f455f6405d14c6 542552b0f6eb/NTgw/9f1aa921d96ca1df24a34474cc171f61/NjM= 6 3 Aspectos Normativos Este projeto pedagógico tem como base as diretrizes para a área de Computação, contidas na Resolução CNE/CES nº 5, de 16 de novembro de 2016, da Câmara de Educação Superior, Conselho Nacional de Educação, Ministério da Educação2. Essa norma fixa aspectos comuns a todos os cursos de Computação e traz disposições específicas (perfil e competências) para cursos de Ciência da Computação. O curso de Bacharelado em Ciência da Computação da UFPE segue completamente as Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) da área de Computação - Resolução CNE/CES nº 5, de 16 de novembro de 2016 -, principalmente nos aspectos específicos para a Ciência da Computação. Além das DCN, este projeto pedagógico considera as Recomendações da Sociedade Brasileira de Computação3, e da Association for Computing Machinery e IEEE Computer Society4. 2 Resolução CNE/CES nº 5, de 16 de novembro de 2016. Acessado em 02 de julho de 2023. http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=52101-rces005- 16-pdf&category_slug=novembro-2016-pdf&Itemid=30192 3 Zorzo, A. F.; Nunes, D.; Matos, E.; Steinmacher, I.; Leite, J.; Araujo, R. M.; Correia, R.; Martins, S. “Referenciais de Formação para os Cursos de Graduação em Computação”. Sociedade Brasileira de Computação (SBC). 153p, 2017. ISBN 978-85-7669-424-3. 4 ACM/IEEE (2013). Computer Science Curricula 2013: Curriculum Guidelines for Undergraduate Degree Programs in Computer Science. Final Report. ACM, New York, NY, USA. 2013. Disponível em: http://dx.doi.org/10.1145/2534860. Acesso em: 8 fev. 2023. 7 4 Histórico da UFPE e do Curso A Universidade Federal de Pernambuco-UFPE foi criada com o nome de Universidade do Recife (UR), pelo Decreto Lei 9.388, de junho de 1946, congregando a Faculdade de Direito, fundada em 1827, a Escola de Engenharia (1895), as Faculdades de Farmácia (1903), Odontologia (1913), Medicina (1915), Belas Artes (1932) e Filosofia (1941). Os Institutos de Geociências, Física, e Ciências do Homem, entre outros, foram criados na década de 60. Em 1967 a universidade tornou-se federal, adotando o atual nome: Universidade Federal de Pernambuco. A UFPE reúne mais de 45 mil pessoas, entre professores, servidores técnico-administrativos e alunos de graduação e pós-graduação, distribuídos em quatro campi: Campus Joaquim Amazonas, Campus Centro, Campus Caruaru e Campus da Vitória de Santo Antão. Além da excelência de seus recursos humanos, a Universidade se destaca por sua infraestrutura física, que está em franca expansão. No Campus Joaquim Amazonas, são mais de 40 prédios, entre eles a Reitoria, dez centros Acadêmicos, oito Órgãos Suplementares, Hospital das Clínicas, Colégio de Aplicação, Centro de Convenções, Concha Acústica, Clube Universitário, Creche, Casas dos Estudantes Masculina e Feminina e o Restaurante Universitário. No Campus Centro, no Recife, encontram-se o Centro de Ciências Jurídicas, o Núcleo de Televisão e Rádios Universitárias, o Centro Cultural Benfica, o Memorial de Medicina e o Núcleo de Educação Continuada. No Interior, estão o Centro Acadêmico do Agreste, em Caruaru, e o Centro Acadêmico de Vitória de Santo Antão, localizado na Zona da Mata Norte. A Universidade oferece 115 cursos de graduação (92 cursos de graduação nos Campi do Recife – 86 presenciais e 6 na modalidade a distância; 15 no Campus do Agreste, em Caruaru – todos presenciais; e 08 no Campus Vitória de Santo Antão, 6 presenciais e 2 a distância), sendo 107 presenciais regulares e 08 cursos de graduação a distância (Licenciatura em Letras – Língua Espanhola, Licenciatura em Letras – Língua Portuguesa, Licenciatura em Matemática, Bacharelado em Ciências Contábeis, Licenciatura em Geografia, Licenciatura em Ciências Biológicas, Licenciatura em História e Licenciatura em Educação Física). Segundo dados do semestre 2020.1, são 28.989 alunos matriculados nos cursos de graduação, sendo 28.540 em cursos presenciais: 23.027 dos Campi do Recife, 3.919 do Campus do Agreste, e 1.594 do Campus Vitória. Os demais (449) são vinculados a cursos de Educação a Distância (EaD). Em 2006, foram criados quatro cursos no novo Campus de Caruaru: Administração, Pedagogia, Engenharia Civil e Design. Em 2007, tiveram início três cursos em Vitória: Ciências Biológicas, Enfermagem e Nutrição. Em 2009, 530 vagas foram oferecidas em 14 novos cursos: Cinema, Dança, Gestão da Informação, Ciências Atuariais, Arqueologia, Ciência Política/Relações Internacionais, Museologia, Engenharia de 8 Alimentos e Oceanografia, no Recife; e Engenharia de Produção e Licenciatura em Química, em Física e em Matemática, em Caruaru. Em 2010, foram 80 novas vagas em três novos cursos: Sistemas de Informação e Engenharia de Materiais, no Recife; e bacharelado em Educação Física, em Vitória. E em 2011, mais 65 vagas em dois novos cursos: Engenharia Naval, no Recife; e Licenciatura em Educação Física, em Vitória. Em 2012, começou o curso de Bacharelado em Educação Física, no Campus Recife, com 60 vagas, tendo sido criadas mais 42 vagas em outros cursos. Em 2013, teve início a graduação em Saúde Coletiva, vinculada ao Centro Acadêmico de Vitória, com 60 vagas. Em 2014, a novidade foi o curso de Medicina, em Caruaru, com 80 novas vagas. Atualmente, são oferecidos 143 cursos de pós-graduação stricto sensu, sendo 74 Mestrados Acadêmicos, 15 Mestrados Profissionais e 52 Doutorados Acadêmicos e 2 Doutorados Profissionais. Ao todo são 91 programas de pós-graduação, sendo que 34,1% destes receberam os conceitos 5, 6 e 7 - os mais altos da Avaliação Capes (dados da avaliação quadrienal de 2017). Ao todo são 8.777 alunos matriculados em cursos de pós-graduação (4.181 do mestrado acadêmico, 596 do mestrado profissional, 3.975 do doutorado acadêmico e 25 do doutorado profissional) - (dados de 2020). Em 2010, foram iniciados oito novos cursos de pós-graduação, entre os quais o Mestrado em Engenharia Civil e Ambiental (o primeiro a funcionar no Campus Caruaru), os Mestrados em Biotecnologia Industrial e em Enfermagem e o Mestrado Profissional em Administração, o Doutorado em Design, o Mestrado e o Doutorado em Biologia Aplicada à Saúde e o Mestrado em Artes Visuais. Em 2011, tiveram início dois novos mestrados acadêmicos, que formam os Programas de Pós-Graduação em Educação Contemporânea e em Economia, ambos em Caruaru. Nos últimos dois anos, dez novos mestrados foram abertos nos três campi, sendo seis acadêmicos e quatro profissionais. Ganham destaque novos programas de pós-graduação criados nos Centros Acadêmicos de Vitória (em Saúde Humana e Meio Ambiente e em Nutrição, Atividade Física e Plasticidade Fenotípica) e do Agreste (em Engenharia de Produção). Em suas pesquisas, a UFPE tem focado as áreas tidas como estratégicas para o Estado e para a região: Informática; Petróleo e Gás; Energia e Biomassa; Bioengenharia e Engenharia Naval; Meio Ambiente; Fármacos e Medicamentos; Nanociência, Nanotecnologia e Materiais Avançados; Metrologia Arqueológica e Patrimonial; Ciências Humanas e Sociais; e Ciências da Saúde. Somente no âmbito do CT-Petro (fundo setorial financiado pela Financiadora de Estudos e Projetos – Finep – do Ministério da Ciência e Tecnologia), desenvolve mais de 50 projetos, por meio de 12 redes de pesquisa, envolvendo diversos centros. A UFPE melhorou significativamente a sua posição no ranking da Webmotectrics Ranking of World Universities divulgado em 2021, em relação ao ranking de julho do ano passado. O ranking busca medir a visibilidade e o impacto dos repositórios 9 científicos em nível mundial. Na edição de julho de 2021, o repositório científico da UFPE ficou na posição 10 no Brasil, 17 na América Latina e 694 no mundo. O Webmotectrics Ranking of World Universities é um site internacional que trabalha com métricas da web para a análise de dados desse tipo de repositório no mundo inteiro. Os repositórios são bibliotecas digitais que organizam a produção científica de uma instituição. O repositório científico da UFPE vem melhorando em todos os rankings a cada ano. Mesmo com o avanço na visibilidade, a Universidade vem atuando em diversas frentes para otimizar o serviço na área, como definição e aprovação da política de informação, difusão institucional, capacitações e programas de divulgação. A UFPE obteve bons resultados nas avaliações do Ministério da Educação divulgadas em abril de 2021: o Conceito Preliminar de Curso (CPC) e o Índice Geral de Cursos (IGC) das instituições de educação superior referentes ao ano de 2019. A Universidade alcançou o conceito 4 no IGC, pelo quinto ano consecutivo. O IGC contínuo ficou em 3,89. A UFPE ganhou destaque entre as instituições de Ensino Superior do Norte e Nordeste no resultado final da Avaliação Quadrienal do período 2013-2016 da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), ligada ao Ministério da Educação. Nessa avaliação, é atribuída uma nota, numa escala de 2 a 7, aos programas de pós-graduação stricto sensu do País, que são os cursos de mestrado acadêmico, mestrado profissional, doutorado e dourado profissional. Na avaliação do quadriênio, três programas obtiveram a nota 7, seis programas obtiveram nota 6, e 19 programas obtiveram nota 5. Os resultados podem ser acessados no site da CAPES. De acordo com o Censo 2016 do Diretório dos Grupos de Pesquisa no Brasil, realizado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), a UFPE é a nona melhor universidade do País em número de grupos de pesquisa, totalizando 625 grupos de pesquisa na Universidade, que representam 1,7% do total nacional. Do total de 4200 pesquisadores da UFPE, 3.302 são doutores. Ao todo, foram inventariados 37.640 grupos de pesquisa no País. De acordo com avaliações dos Ministérios da Educação (MEC) e de Ciência e Tecnologia (MCT), a Universidade Federal de Pernambuco é uma das melhores universidades do País, em ensino (graduação e pós-graduação) e pesquisa científica. As avaliações levam em consideração o desempenho de alunos no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (ENADE) – no caso dos cursos de graduação –, da titulação e produção científica dos professores da pós-graduação – pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), estas duas avaliações do MEC. No caso da pesquisa, o resultado do Censo 2016 do Diretório dos Grupos de Pesquisa no Brasil, realizado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), do MCT, coloca a UFPE como a 9ª universidade do País em ensino e pesquisa, em termos qualitativos e quantitativos dos grupos de pesquisa. A Universidade reúne cerca de 625 grupos de pesquisa, distribuídos em oito áreas de 10 conhecimento (Engenharias; Ciências Biológicas; Ciências Exatas e da Natureza; Ciências da Saúde; Linguística; Letras e Artes; Ciências Humanas; Ciências Sociais Aplicadas; Ciências Agrárias), utilizando instalações e laboratórios em vários departamentos. A Universidade Federal de Pernambuco possui quatro órgãos de deliberação superior, cujas atribuições estão definidas no Estatuto da Universidade. Cada um desses órgãos deliberativos, de natureza coletiva, representativa, deliberativa e/ou consultiva, poderá, no âmbito de suas respectivas competências, por meio de resoluções, regulamentar e delegar as matérias a eles pertinentes. O Conselho Universitário (CONSUNI) é a instância máxima de deliberação da Universidade. O Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE) é o colegiado superior de integração da atividade acadêmica. O Conselho de Administração (CONSAD) é responsável pela jurisdição superior da gestão administrativa, financeira e patrimonial da instituição. Enquanto o Conselho Fiscal é o órgão de fiscalização econômico-financeira da UFPE. Além desses, a UFPE possui também um conselho consultivo, que é o Conselho Social, responsável pelas políticas sociais institucionais da universidade. Instalada no Campus Joaquim Amazonas em 1970, a Reitoria é o órgão que coordena, planeja e supervisiona as atividades da instituição. É constituída pelo Gabinete do Reitor e por oito Pró-Reitorias: pró-reitoria de Graduação (Prograd), pró-reitoria de Pós-graduação (Propg), pró-reitoria de Extensão e Cultura (Proexc), pró-reitoria de Gestão Administrativa (Progest), pró-reitoria de Gestão de Pessoas e Qualidade de Vida (Progepe), pró-reitoria de Planejamento, Orçamento e Finanças (Proplan), pró-reitoria para Assuntos Estudantis (Proaes), pró-reitoria de Pesquisa e Inovação (Propesqi). O gabinete é composto pelas assessorias do reitor, Procuradoria Geral e comissões permanentes setoriais. Sobre o Centro de Informática A unidade responsável pela organização, execução e manutenção do Curso de Bacharelado em Ciência da Computação na UFPE é o Centro de Informática (CIn). O CIn foi criado em 11 de agosto de 1999, e é o décimo Centro Acadêmico da UFPE. Em poucas palavras, o CIn foi criado em resposta à revolução de escala mundial que está acontecendo, onde a demanda e a produção de bens de informação e conhecimento estão sobrepujando as de bens materiais tradicionais. No projeto de criação do CIn estava prevista a continuidade do curso de Bacharelado em Ciência da Computação e a criação de dois novos cursos, o curso de Engenharia da Computação, criado em 2002, e o curso de Sistemas de Informação, criado em 2010. O CIn é administrativamente organizado em quatro coordenações: ensino, pesquisa, extensão e cultura, e cooperação e inovação, conforme descrito a seguir: I. Coordenação de Ensino: inclui Coordenações dos cursos de Graduação, coordenações dos programas acadêmicos de mestrado e 11 doutorado, e do mestrado e doutorado profissional, bem como coordenações dos cursos de Especializações. II. Coordenação de Pesquisa: inclui Projetos de Pesquisa, e de Iniciação Científica. III. Coordenação de Extensão e Cultura: inclui cursos de extensão, projetos de extensão e projetos prioritários para o CIn como RobôCIn, grupo de robótica, grupo PET e grupo OBI-OPEI, responsável pela organização de competições e maratonas. IV. Coordenação de Cooperação e Inovação: inclui parcerias e a articulação de soluções inovadoras para tratar desafios e problemas trazidos por instituições parceiras. A diretoria do CIn engloba a Secretaria Geral, bem como a Gerência de Infraestrutura, a Gerência de Sistemas, a Gerência de Finanças e Compras, que realizam as atividades operacionais. Adicionalmente a diretoria conta com o apoio da Coordenação Administrativa e de Planejamento e a Coordenação de Convênios e Contratos Acadêmicos e com uma Assessoria de Comunicação. A Tabela 1 mostra o perfil dos profissionais que atuam no CIn. Estes profissionais se dedicam à formação de recursos humanos, pesquisa e desenvolvimento tecnológico, treinamento e consultoria. Tabela 1. Perfil dos profissionais que atuam no CIn CIn-UFPE Total Professores (todos Doutores) 86 Professores substitutos 7 Técnicos-Administrativos e Funcionários 46 Ensino O Curso de Graduação em Ciência da Computação da Universidade Federal de Pernambuco foi criado em 1974 e reconhecido pelo MEC em 1979 através da portaria ministerial nº 1198 de 30/11/1979, publicada no DOU em 05/12/1979. A partir de sua criação o curso procura proporcionar desde então uma ampla formação a seus alunos, preparando-os adequadamente, de modo que estejam aptos a acompanhar a evolução das diversas áreas da computação. O curso tem como principal objetivo dar uma formação básica bem fundamentada, habilitando seus egressos tanto para o mercado de trabalho, com particular incentivo à criação de empresas, quanto para a carreira acadêmica. Dentro do Centro de Informática da UFPE, o curso de graduação em Ciência da Computação está sob a atual coordenação da Profa. Valéria Times. O curso de Bacharelado em Ciência da Computação oferece 100 vagas por ano (50 por semestre) para um curso de duração normal de 4,5 anos. O curso de Bacharelado em Ciência da Computação foi avaliado pela Comissão de Especialistas do MEC para Avaliação das 12 Condições de Oferta em 2017 e obteve Conceito ENADE 4, CPC 4 e IDD3. Como mencionado, o currículo passou por uma reforma curricular total e o novo currículo foi implementado em 2001. O curso de Engenharia da Computação está sob a coordenação do Prof. Cleber Zanchettin e oferece 100 vagas por ano (a partir do segundo semestre de 2009). O curso de Engenharia tem a duração de 5 anos e foi reconhecido pelo MEC em 2006, com renovação de reconhecimento em 2021. Obteve a avaliação de CPC 4 e ENADE conceito 4, ambos conceitos obtidos nas edições avaliativas dos anos 2008, 2011, 2014, 2017 e 2019. O curso é reconhecido pelo CONFEA / CREA-PE (Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia / Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Pernambuco). O terceiro curso do Centro de Informática é o curso de Sistemas de Informação, coordenado pelo Prof. Kiev Gama, oferecendo 70 vagas por ano, tendo uma duração de 4 anos (8 semestres). O profissional de Sistemas de Informação (SI) formado no CIn poderá atuar em três áreas: desenvolvimento de Sistemas da Informação, infraestrutura de Tecnologia da Informação (TI) e na gestão de SI. O curso de SI foi autorizado em 2009 e reconhecido em 2012 pela Portaria nº 219 de 01 de novembro de 2012, publicado em 06 de novembro de 2012. Centro de excelência no ensino de Informática no Brasil e no mundo, o CIn já formou ao longo de sua existência, cerca de 1949 Bacharéis em Ciência da Computação, mais de 533 profissionais em Engenharia da Computação e mais de 216 Bacharéis em Sistemas de Informação. Pesquisa A Pós-Graduação em Ciência da Computação da Universidade Federal de Pernambuco foi criada em 1974 e está credenciada no CNE (Conselho Nacional de Educação) desde 1986, sendo hoje um dos mais importantes programas de Pós-Graduação na área, no Brasil. Este programa é mantido pelo CIn. O Curso de Mestrado em Ciência da Computação obteve conceito A desde a avaliação da CAPES de 1992. Com a adoção da nova sistemática, recebeu conceito 7, tendo a última avaliação sido realizada em 2020, sendo reconhecido como um curso de excelência e de referência nas suas áreas de atuação. Desde sua criação, o Curso de Mestrado vem crescendo continuamente em produção e qualidade, contando hoje com aproximadamente 232 alunos em dedicação exclusiva e mais de 2000 defesas de dissertação realizadas. Boa parte dos alunos recentemente formados está fazendo doutorado no país e no exterior. Outros ocupam posições de liderança, nas suas áreas de atuação, nos mais diversos centros públicos e privados. Desde 2006 o CIn possui um programa de Mestrado Profissional aprovado pela CAPES com o conceito 4, e, em 2020, foi aprovado o Doutorado Profissional com áreas de concentração em Ciência de Dados, Computação Ubíqua e Sistemas de Informação. O mestrado profissional já formou 336 mestres que estão atuando em diversas empresas da região. 13 O Curso de Doutorado começou a funcionar em março de 1991 e já teve quase 600 defesas de tese. Atualmente, está classificado com conceito 7, segundo a avaliação da CAPES, e possui atualmente cerca de 264 alunos matriculados. Cerca de 72 professores doutores estão diretamente envolvidos no ensino e pesquisa na Pós-Graduação em Ciência da Computação no ano letivo de 2023, sem contar professores visitantes e possíveis contratações no período. O apoio às atividades de ensino e pesquisa conta com cerca de dez técnicos de várias especialidades, responsáveis pela operação e manutenção dos laboratórios do Centro de Informática. Grande parte dos alunos egressos no programa de pós-graduação teve um primeiro contato com a pesquisa através de bolsas de iniciação científica. Nos projetos listados no relatório da Capes para o ano base 2016, temos a participação de um grande número de alunos de graduação, a maioria como bolsista de iniciação científica. Áreas de Pesquisa As atividades da Pós-Graduação estão atualmente organizadas em torno das seguintes áreas de pesquisa: - Engenharia da Computação: esta área de atuação engloba o projeto e a prototipagem de sistemas de aplicação específica (sistemas dedicados), bem como o desenvolvimento de metodologias para o projeto de sistemas computacionais, incluindo desenvolvimento de sistemas embarcados, análise de tempo real, simulação, desenvolvimento de aceleradores em hardware baseados em lógica reconfigurável (FPGA), sistemas de IoT, técnicas de circuitos low-power, robótica autônoma. - Banco de Dados: atua nas áreas de Banco de Dados Distribuídos e Heterogêneos, Interfaces Inteligentes para Banco de Dados, Integração de Banco de Dados e WWW, Data Lakes, Data Warehouse e Data Mining, Sistemas NoSql, BDs dirigidos a aplicações não convencionais (Multimídia, Sistemas de Informações Geográficas, Sistemas Cooperativos, Aplicações de blockchain, entre outras). - Inteligência Computacional: estuda métodos de construção de programas capazes de exibir um comportamento inteligente na realização de tarefas complexas, tais como reconhecer padrões, processar imagens, processar linguagem natural escrita, gerar música automaticamente, etc. Esses problemas são abordados segundo os principais paradigmas vigentes: Redes Neurais Artificiais, Inteligência Artificial Simbólica e Simulação Estocástica. - Engenharia de Software e Linguagens de Programação: estuda teorias, métodos, técnicas e ambientes de Desenvolvimento de Software, Engenharia de Requisitos, Hipertexto e Hipermídia, Sistemas de Informação, Implementação de Linguagens, Programação Funcional e Administração de Sistemas. - Redes e Sistemas Distribuídos: com projetos nas áreas de Protocolos de Comunicação, Redes de Alta Velocidade, Gerenciamento de Redes, 14 Avaliação de Desempenho, Ambientes para Projeto de Sistemas Distribuídos, Aplicações Multimídia Distribuídas, Plataformas Abertas de Suporte à Distribuição, Arquiteturas Paralelas, Técnicas de Descrição Formal e Administração e Integração de Sistemas Heterogêneos. - Teoria da Computação: envolve tópicos de pesquisa em Algoritmos de Aproximação, Algoritmos em Grafos, String Matching, Programação Paralela, Complexidade Computacional, Complexidade Descritiva, Lógica e Computação, Semântica de Língua Natural, Sistemas Dedutivos Rotulados, Computação Quântica e Interpretação Funcional de Curry-Howard, Teoria da Prova e Teoria de Modelos Finitos. - Mídias e Interação: envolve trabalhos de pesquisa na área de computação gráfica, informática na Educação, interface humano-máquina, realidade virtual e realidade aumentada. Extensão O papel da universidade junto à sociedade tem se fortalecido, principalmente através da qualidade dispensada às suas atividades fins. Uma delas, cada vez mais se tornando visível à população em geral, é a que engloba as chamadas atividades de extensão. A Coordenação de Extensão e Cultura do CIn5 é responsável por fomentar as atividades de extensão, reunindo alunos e professores em projetos visando integrar a Universidade à comunidade. Trabalhando com o apoio da Pró-reitora de Extensão e Cultura da UFPE, essa coordenação vem cumprindo o seu papel de aproximar ainda mais a comunidade e a universidade. Dentre alguns dos projetos de extensão destacamos as seguintes oficinas voltadas para jovens de escola pública, com temas bastante modernos e relevantes: Oficina de introdução à programação e Oficina de Introdução à Inteligência Artificial e Segurança da Informação. Adicionalmente, projetos na área de Informática Inclusiva têm sido desenvolvidos com parceiras atuantes na área. Dois objetivos principais norteiam as atividades de extensão no CIn: a transferência de conhecimento e tecnologia para a sociedade e a realização de treinamentos. É também papel dessa coordenação setorial integrar as ações extra-acadêmicas realizadas pelo próprio CIn, pelo Citi (Empresa Júnior) e instituições parceiras. Algumas das atividades de extensão realizadas nos últimos anos incluem cursos de especialização (em parceria com a pós-graduação stricto sensu), cursos e projetos de extensão sob demanda a as atividades de extensão realizadas através de instituições parceiras. Adicionalmente, vários professores do CIn realizaram projetos de extensão cadastrados na UFPE nas mais diversas áreas. Em particular, foi realizado um projeto na área de tecnologia assistiva com a Fundação Altino Ventura. 5 https://portal.cin.ufpe.br/pesquisa-e-extensao/extensao/projetos-de-extensao/ 15 O CIn também tem tido uma posição de destaque na organização de Congressos e Seminários nacionais e internacionais, conforme mostrado no Quadro 1. Adicionalmente os professores do corpo docente do Centro participam ativamente das comissões de programas e de organização da maioria dos eventos nacionais e vários eventos internacionais. Quadro 1. Organização de congressos nacionais e internacionais pelo CIn Ano Evento Coordenador(es) Simpósio Brasileiro de Engenharia de Software Prof. Jaelson Castro 1995 Simpósio Brasileiro de Banco de Dados Prof. Décio Fonseca Workshop on Logic, Language, Information and Computation Prof. Ruy de Queiroz Congresso da Sociedade Brasileira de Computação Prof. Rafael Lins Simpósio Brasileiro de Redes Neurais Profa. Teresa Ludermir 1996 Symposium on Integrated Circuits and Systems Design Profa. Edna Barros Workshop on Logic, Language, Information and Computation Prof. Ruy de Queiroz IV Workshop de Educação em Informática Profa. Ana Carolina Salgado I Escola de Informática da SBC – Edição Nordeste Prof. Hermano Perrelli 1997 Workshop on Logic, Language, Information and Computation Prof. Ruy de Queiroz Fourth International Workshop on Groupware Profa. Ana Carolina 1998 Salgado Workshop on Logic, Language, Information and Computation Prof. Ruy de Queiroz 1999 Workshop on Logic, Language, Information and Computation Prof. Ruy de Queiroz Simpósio Brasileiro de Linguagens de Programação Prof. Hermano Perrelli 2000 JAVA Brasil Prof. Hermano Perrelli Workshop on Logic, Language, Information and Computation Prof. Ruy de Queiroz 2001 Workshop on Logic, Language, Information and Computation Prof. Ruy de Queiroz Workshop on Ontologies Prof. Fred Freitas 2002 VII Simpósio Brasileiro de Redes Neurais Profa. Teresa Ludermir Workshop on Logic, Language, Information and Computation Prof. Ruy de Queiroz Terceira Conferência Latino-americana em Linguagens de Padrões para Prof. Sérgio Soares 2003 Programação Workshop on Logic, Language, Information and Computation Prof. Ruy de Queiroz “Chip in the Reefs” Profa. Edna Barros Primeiro Workshop Brasileiro de Desenvolvimento de Software Prof. Sérgio Soares Orientado a Aspectos 2004 Simpósio Brasileiro de Métodos Formais Prof. Alexandre Mota Workshop on Logic, Language, Information and Computation Prof. Ruy de Queiroz Workshop on Ontologies Prof. Fred Freitas Prof. Ricardo Massa Simpósio Brasileiro de Linguagens de Programação Prof. Sérgio Soares Simpósio Brasileiro de Redes de Computadores Prof. Paulo Gonçalves Segundo Workshop Brasileiro de Desenvolvimento de Software Prof. Sérgio Soares 2005 Orientado a Aspectos Eleventh International Workshop on Groupware Profa. Ana Carolina Salgado Building and Applying Ontologies for the Semantic Web Workshop Prof. Fred Freitas Workshop on Logic, Language, Information and Computation Prof. Ruy de Queiroz Workshop on Ontologies Prof. Fred Freitas 2006 Workshop on Logic, Language, Information and Computation Prof. Ruy de Queiroz Sexta Conferência Latino-americana em Linguagens de Padrões para Prof. Sérgio Soares Programação 2007 I Latin-American Workshop on Aspect-Oriented Software Development Prof. Sérgio Soares Building and Applying Ontologies for the Semantic Web Workshop Prof. Fred Freitas Workshop on Logic, Language, Information and Computation Prof. Ruy de Queiroz Workshop on Ontologies Prof. Fred Freitas 2008 Workshop on Logic, Language, Information and Computation Prof. Ruy de Queiroz 16 Prof. Sérgio Soares 2009 III Latin-American Workshop on Aspect-Oriented Software Development Prof. Fernando Castor Latin-American Workshop on Aspect-Oriented Software Development Prof. Fernando Castor V Congresso Norte-Nordeste de Pesquisa e Inovação Prof. Stênio Fernandes General Chair do Comitê de Programa do Simpósio Brasileiro de Redes Profa. Teresa Ludermir 2010 Neurais Simpósio Brasileiro de Informática na Educação Prof. Alex Sandro Gomes Workshop on Logic, Language, Information and Computation Prof. Ruy de Queiroz Simpósio Brasileiro de Fatores Humanos em Sistemas Computacionais Prof. Alex Sandro Gomes 2011 10th International Conference on Aspect-Oriented Software Prof. Sérgio Soares Development Workshop on Logic, Language, Information and Computation Prof. Ruy de Queiroz I Escola Regional de Informática de Pernambuco Prof. Vinícius Garcia 9th Latin American Conference on Pattern Languages of Programming Prof. Sérgio Soares 2012 Seminário de Pesquisa em Ontologias no Brasil Prof. Fred Freitas 4th International Workshop on Requirements, Intentions and Goals in Prof. Jaelson Castro Conceptual Modeling Workshop on Logic, Language, Information and Computation Prof. Ruy de Queiroz Profa. Kátia Guimarães Brazilian Symposium on Bioinformatics Prof. Paulo Gustavo Fonseca IEEE Workshop on Traffic Identification and Classification for Advanced Prof. Stênio Fernandes Network Services and Scenarios ACM Workshop on High Performance and Programmable Networking Prof. Stênio Fernandes IEEE Latin America Conference on Cloud Computing and Prof. Stênio Fernandes Communications 17th International Conference on Evaluation & Assessment in Software Prof. Sergio Soares Engineering Prof. Paulo Gustavo International conference of the AB3C 2013 Fonseca Simpósio Brasileiro de Métodos Formais Prof. Juliano Iyoda Profa. Ana Carolina Salgado Simpósio Brasileiro de Banco de Dados Profa. Bernadette Lóscio Prof. Robson Fidalgo Simpósio Brasileiro de Tecnologia da Informação Prof. Robson Fidalgo Profa. Ana Carolina Seminário Grandes Desafios da Computação no Brasil Salgado Engenharia de Requisitos @ Brasil Prof. Jaelson Castro Workshop on Logic, Language, Information and Computation Prof. Ruy de Queiroz 2014 Workshop on Logic, Language, Information and Computation Prof. Ruy de Queiroz Congresso da Sociedade Brasileira de Computação Prof. Sérgio Soares Workshop on Logic, Language, Information and Computation Prof. Ruy de Queiroz Simpósio Brasileiro de Métodos Formais Prof. Márcio Lopes 2015 Seminário de Pesquisa em Ontologias no Brasil Prof. Fred Freitas Concurso de Trabalhos de Iniciação Científica da SBC Prof. Paulo Salgado Workshop em Informática Médica Prof. Renato Vimieiro Eigth International i* (i-Star) Prof. Jaelson Castro 20th Brazilian Symposium on Programming Languages Prof. Fernando Castor Prof. Ricardo Prudêncio 5th Brazilian Conference on Intelligent System 2016 Profa. Teresa Ludermir 4th Symposium on Knowledge DIscovery, Mining and Learning Prof. Renato Vimieiro Workshop on Logic, Language, Information and Computation Prof. Ruy de Queiroz Requirements Engineering Track of 32nd ACM SIGAPP Symposium On Prof. Jaelson Castro Applied Computing 2017 25th IEEE International Requirements Engineering Conference Prof. Jaelson Castro Workshop on Logic, Language, Information and Computation Prof. Ruy de Queiroz Program Chair do SBBD 2017 - Profa. Bernadette Loscio 17 General Chair do SBMF 2017 - https://sbmf2017.cin.ufpe.br/ Prof. Gustavo Carvalho Technical Chair do IWCMC 2017 Prof. Renato Mariz 2018 International Joint Conference on Neural Networks (IJCNN 2018) Profa. Teresa Ludermir Research Track Chair do International Software Product Line Prof. Paulo Borba Conference (SPLC 2018) Technical Chair do do International Joint Conference on Neural Prof. George Cavalcanti Networks (IJCNN 2018) 2019 IEEE International Conference on Advanced Learning Technologies and Prof. Alex Sandro Technology (ICALT 2019), Gomes Program Chair do evento 15th International Conference on Document Prof. Rafael Lins Analysis and Recognition (ICDAR 2019) Program Chair Journal-First Track of the 23rd Formal Methods (FM Prof. Augusto Sampaio 2019) General co-chair do evento ACM/IEEE International Symposium on Prof. Fabio Silva Empirical Software Engineering and Measurement (ESEM) Chair do Simpósio Brasileiro de Componentes, Arquiteturas e Reutilização de Software Prof. Leopoldo Teixeira SBCARS 2019 2020 General co-chair, International Symposium on Mixed and Augmented Profa. Veronica Reality (ISMAR 2020) Teichrieb General Chair do Symposium on Virtual and Augmented Realit SVR Profa. Veronica 2020 Teichrieb Program Chair do Brazilian Symposium On Formal Methods SBMF 2020 Prof. Gustavo Carvalho Chair do Congresso Brasileiro de Informática na Educação CBIE-WIE Profa. Patrícia Tedesco 2020 Histórico do Curso de Ciência da Computação O início do Bacharelado em Ciência da Computação da UFPE ocorreu em 1974 e foi reconhecido pelo MEC em 1979 através da Portaria Ministerial nº. 1198 de 30/11/1979, publicada no DOU em 05/12/1979. Nesta época, o estado de Pernambuco praticamente não era informatizado e a graduação em Computação teve um impacto significativo na formação de pessoal altamente qualificado. Desde sua criação o curso procura proporcionar uma ampla formação a seus estudantes, preparando-os adequadamente, de modo que estejam aptos a acompanhar a evolução das diversas áreas da Computação. O curso tem como principal objetivo dar uma formação básica bem fundamentada, habilitando seus egressos tanto para o mercado de trabalho, com particular incentivo à criação de empresas, quanto para a carreira acadêmica. O primeiro plano para a criação do Centro de Informática da UFPE, dentro do padrão que ele é hoje, nasceu no antigo Departamento de Estatística e Informática. Foi elaborado em 1985 e idealizado para ser um centro de referência e excelência em Informática da América Latina 15 anos antes dele existir de fato, em meio a um momento no qual não se fazia planos de longo prazo no Brasil dadas as condições econômicas da época. Os idealizadores desse plano tinham como premissa básica a inovação e isso fez com que a UFPE se tornasse a instituição pioneira no Brasil no ensino da programação orientada a objeto, dos jogos digitais e do empreendedorismo, além de uma das primeiras universidades brasileiras a ensinar inteligência artificial. O CIn-UFPE foi finalmente consolidado como centro de referência em 2000 depois da elaboração da última reforma curricular. O Centro foi se desenvolvendo, ampliando 18 sua infraestrutura, seus cursos de graduação e pós-graduação, firmando acordos de empreendedorismo e cooperações com universidades nacionais e internacionais, reforçando, assim, sua reputação de seriedade e capacidade de inovação constante. Isso tudo com um olhar sempre atento às necessidades concretas das pessoas e das empresas em seu cotidiano. O Centro foi crescendo e formando pessoas para viver no aqui e agora, para conversar e entender os outros e encontrar soluções na área de Informática. Para que tudo isso acontecesse, entretanto, muitos fatos foram desencadeados bem antes do plano de 1985. Depois dessa época, outros eventos também ocorreram e a linha cronológica a seguir apresenta o caminho que foi percorrido para que o CIn-UFPE chegasse ao que é hoje. Alguns marcos importantes para a graduação em ciência da computação foram a criação do Departamento de Estatística e Informática (CCEN) e fundação do Mestrado em Informática (1974); criação do Curso de Graduação em Ciência da Computação (1975); criação do Departamento de Informática (DI-CCEN) (1983); conquista do nível A da Capes no Mestrado em Informática (1988); Construção do novo prédio do DI (1990); início do Doutorado em Ciência da Computação (1992); criação do Centro de Informática (1999); programa de Pós-Graduação acadêmico do CIn recebe nota 7 da Capes (2017). O histórico dos índices do curso de Graduação em Ciência da Computação consta na Tabela 2. Tabela 2. Histórico dos índices do curso de Ciência da Computação. ANO ENADE CPC CC IDD 2021 4 - - 3 2017 5 4 - 3 2014 5 4 - - 2011 4 4 - - 2008 5 4 - 2 19 5 Justificativa para a Reformulação do PPC A atualização da estrutura curricular do curso de Ciência da Computação visa adequação do curso às Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) para os cursos da área de Computação6. Além disso, instituições conhecidas nacional e internacionalmente, que congregam tanto acadêmicos quanto pessoas da indústria, tais como a Sociedade Brasileira de Computação (SBC) e a Association for Computing Machinery (ACM) têm apresentado, ao longo de décadas, recomendações de currículos para cursos de Computação (Ciência da Computação, Engenharia da Computação, Sistemas de Informação e Engenharia de Software). Em particular, a recomendação mais recente para o currículo de Ciência da Computação foi divulgada em 2013 resultado de uma força tarefa feita pela ACM em conjunto com o IEEE Computer Society7. A recomendação apresenta o perfil dos egressos de cursos de Ciência da Computação e o corpus de conhecimento de Ciência da Computação, dividido em dezoito Áreas de Conhecimento, correspondendo a áreas de estudo da Computação. Apesar do currículo da ACM/IEEE não ser um elemento normatizador, ou seja, não há qualquer obrigatoriedade em atendermos sugestões ali apresentadas, pois o currículo da ACM/IEEE tem apenas um caráter de recomendação ou referência, tal proposta de currículo serviu de inspiração para indicação do conteúdo que precisa ser incorporado no novo PPC de Ciência da Computação. A comparação do PPC com o currículo da ACM/IEEE também se justifica ao estabelecer uma relação com um documento de uma instituição que congrega pesquisadores em Ciência da Computação de todo o mundo. Em um documento mais recente, Computing Curricula 2020 – Paradigms for Global Computing Education8, mas abrangente por não se restringir à Ciência da Computação, há uma clara ênfase a uma educação voltada à formação de competências. O dinamismo da Ciência da Computação, tanto do ponto de vista do desenvolvimento teórico quanto do tecnológico, impõe a necessidade de revisão do Projeto Pedagógico do Curso. Nos últimos anos, por exemplo, como consequência da disponibilidade de grandes volumes de dados, do desenvolvimento de dispositivos móveis de baixo custo e de bom desempenho, aliado à capacidade de conexão à rede, surgiram não apenas novos nichos para desenvolvimento de software, assim como várias das práticas de desenvolvimento tiveram que ser adaptadas para este ambiente, lidando com novas questões como consumo de energia, ética e novas legislações. Além disso, novas arquiteturas de processadores e modelos não 6 Resolução CNE/CES nº 5, de 16 de novembro de 2016. Acessado em 02 de julho de 2023. http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=52101-rces005- 16-pdf&category_slug=novembro-2016-pdf&Itemid=30192 7 Joint Task Force on Computing Curricula, Association for Computing Machinery (ACM) and IEEE Computer Society. 2013. Computer Science Curricula 2013: Curriculum Guidelines for Undergraduate Degree Programs in Computer Science. Association for Computing Machinery, New York, NY, USA. 8 CC2020 Task Force. 2020. Computing Curricula 2020: Paradigms for Global Computing Education. Association for Computing Machinery, New York, NY, USA. 20 convencionais de computação também determinam que novas técnicas de desenvolvimento de sistemas sejam utilizadas. Do ponto de vista da demanda por profissionais da área de Ciência da Computação, a cidade do Recife, e particularmente o parque tecnológico Porto Digital, se constitui em um centro internacionalmente conhecido na produção de artefatos relativos à Tecnologia da Informação e Comunicação. Ela atrai profissionais de todo o Brasil, em especial da região Nordeste. O próprio Centro de Informática teve papel importante na criação e consolidação do Porto Digital. Esta ação do Centro de Informática visou a criação de um ambiente para absorção dos profissionais formados pelo CIn na própria cidade do Recife, evitando o êxodo destes profissionais para outras regiões. A qualidade dos profissionais formados no CIn é atestada também pelo sucesso de estudantes em competições internacionais e pela obtenção por eles de postos de trabalho de destaque, no Brasil e no exterior, em Universidades e em empresas multinacionais. A demanda regional por profissionais, por si só, já exige que o Centro de Informática continue a contribuir com a sociedade por meio da formação de profissionais com competências diversas e atuais na área de Ciência da Computação. Além das razões externas, há aquelas internas, inerentes ao curso. Por exemplo, podemos citar a busca pela redução da retenção por questões estruturais presentes no Perfil 2002-1. Este Projeto Pedagógico, portanto, busca melhorar a retenção em disciplinas do primeiro ano do curso. A condensação de conteúdo de disciplinas distintas e a complexidade do conjunto de assuntos das disciplinas presentes em um mesmo período, o que acontece tanto no primeiro quanto no segundo período, são algumas das razões estruturais para a reprovação de estudantes em disciplinas do primeiro ano do Perfil 2002-1. Para reduzir a retenção nos primeiros períodos do Bacharelado em Ciência da Computação, são propostas mudanças de período de disciplinas com alto grau de reprovação e que possuem conteúdo que pode ser apresentado em um momento posterior do curso, desde que o conteúdo não seja imprescindível para disciplinas do período imediatamente posterior. Esta mudança implica em uma complexidade crescente da composição de conteúdo das disciplinas nos períodos. O mesmo princípio se aplica a períodos posteriores, em que a complexidade deve aumentar à medida em que se progride no curso. As justificativas para reformulação também envolvem os casos que têm se mostrado como fatores que contribuem com alto índice de repetição, aumento de flexibilidade para os discentes na construção de suas escolhas, atendimento à necessidade de ações de extensão e possibilidade de adiantar créditos da Pós-Graduação.  1. No Perfil 2002-1, o componente curricular Álgebra Vetorial e Linear para Computação, ofertado no primeiro período do curso, agrega assuntos de Geometria Analítica e Álgebra Linear. Nesta proposta de reforma curricular total, o componente Álgebra Vetorial e Linear para Computação está no terceiro período do curso, reduzindo a complexidade de conteúdo do primeiro período presente no Perfil 2002-1. É importante observar que evitamos essa 21 disciplina no primeiro período como forma de ter o estudante mais preparado para cursar esse componente curricular a posteriori; 2. No Perfil 2002-1 do curso de Ciência da Computação, há uma concentração sobre o estudo de Algoritmos em um único componente curricular, produzindo um alto índice de retenção. Algoritmos é um assunto central na Ciência da Computação e deve ser visto de forma mais aprofundada no curso, o que requer mais de um componente curricular. Por essa razão, nesta proposta, o conteúdo a respeito de Algoritmos é apresentado nas disciplinas "Estruturas de dados orientadas a objetos" (2o período) e "Algoritmos" (3o período). Neste sentido, um componente está voltado exclusivamente para tratar do aprofundamento sobre estruturas de dados e seus algoritmos, e um outro para a análise e projeto de algoritmos; 3. No Perfil 2002-1, do curso de Ciência da Computação, apenas uma disciplina está voltada explicitamente ao ensino de Programação: Introdução à Programação (120 horas), no primeiro período. Do ponto de vista da apresentação dos estudantes ao conteúdo de linguagens de programação, apesar da carga horária de 120 horas, há uma restrição inicial, e necessária, a uma linguagem apenas que é utilizada para apresentação dos recursos linguísticos necessários para implementação de soluções algorítmicas. Uma consequência, do ponto de vista de linguagens de programação, é que os estudantes ficam limitados ao contexto de um único paradigma de linguagem de programação. Nesta proposta de novo projeto pedagógico do curso de Ciência da Computação, há um aumento na carga horária voltada para o ensino de linguagens de programação. Além, da linguagem de programação da disciplina Introdução à Programação, componentes como "Estruturas de dados orientadas a objetos" (2o período), "Programação funcional" (5o período) e "Programação concorrente" (5o período) apresentam linguagens de programação de diferentes paradigmas, permitindo utilizar recursos linguísticos para construir soluções para projetos com características particulares a respeito de modularidade, concorrência, desempenho e outras características e fatores de qualidade de software; 4. Aumento da quantidade de componentes eletivos livres, possibilitando uma formação mais diversificada, a partir das escolhas de formação realizadas pelos estudantes; 5. Estágio deixa de ser um componente curricular obrigatório, sendo mantido o estágio não-obrigatório, como estabelece as DCN's da área de Computação. Há aumento da flexibilidade das escolhas dos discentes no percurso que pretende seguir no curso, em suas diversas experiências. O caráter facultativo do estágio continua permitindo a experiência advinda deste, sem que estudantes tenham de lidar com a obrigatoriedade da busca por estágio em um momento determinado e com eventuais limitações da escolha de concedentes de estágio. 6. Além das habilidades técnicas trabalhadas em todos os componentes curriculares, habilidades não técnicas também serão trabalhadas em componentes curriculares como "Introdução à Programação"(1o período), "Desenvolvimento de Software" (2o período), "Integração e Evolução de 22 Sistemas de Informação" (3o período) e "Aprendizado de Máquina e Ciência de Dados" (4o período). As habilidades não técnicas dizem respeito ao aprendizado de gerenciamento do tempo para o desenvolvimento de atividades, comunicação interpessoal, trabalho em equipe e apresentação de documentos escritos. 7. Introdução da Ação Curricular de Extensão ACEx como mais um mecanismo para aplicação dos conceitos adquiridos em aplicações práticas e que possibilite treinamento na capacidade de dialogar com a sociedade. Esta modificação visa satisfazer as resoluções aprovadas recentemente sobre extensão: a. Resolução 31/2022 do CEPE/UFPE. b. Resolução CNE/CES nº 7, de 18 de dezembro de 2018 - Diretrizes para a Extensão na Educação Superior Brasileira e regimenta o disposto na Meta12.7 da Lei nº 13.005/2014, que aprova o Plano Nacional de Educação - PNE 2014-2024. c. Resolução nº 16/2019- do CEPE/UFPE. 8. Atender a Resolução no 9 de 2019 do CEPE/UFPE que regulamenta a oferta de disciplinas internacionalizadas. 9. Permitir que os alunos regularmente matriculados cursem disciplinas de Pós-Graduação durante sua graduação, aproveitando a carga horária conforme Resolução no 18 de 2021 do CEPE/UFPE e normas específicas do curso de Ciência da Computação. 10. Ajustar as cargas horárias das disciplinas de 75 e 45 horas para 60 e 30 horas, respectivamente. Uma das consequências deste ajuste é a redução da carga horária total do curso. No perfil 2002-1, a carga horária total mínima para integralização é de 4495 horas. Nesta proposta, a carga horária total mínima para integralização é de 3200 horas. 11. Atender a Resolução Resolução no 03 de 2023 do CEPE/UFPE que regulamenta as Atividades Práticas Supervisionadas (APS's) nos cursos de graduação da UFPE. 12. Atender a Resolução no 18/2022 do CEPE/UFPE que regulamenta o Trabalho de Conclusão de Curso nos Cursos de Graduação da UFPE Portanto, partindo do PPC anterior, as alterações realizadas contemplam: a atualização dos dados históricos da UFPE, do Centro de Informática e do curso de Ciência da Computação; do Corpo Docente; a inclusão das atividades de Extensão; o detalhamento da metodologia e sistemática de avaliação do curso; a especificação do suporte voltado para oferecer acessibilidade e inclusão educacional; o detalhamento das instâncias de apoio ao discente, a revisão do quadro de disciplinas do curso e a inclusão das seguintes resoluções: (i) resolução de atividade complementar, (ii) resolução de atividade de extensão, (iii) resolução de estágio, (iv) resolução de formação avançada, (v) resolução de TCC e (vi) resolução de atividades práticas supervisionadas. Tabela 3, Tabela 4 e Tabela 5, na sequência, detalham as mudanças no perfil curricular atual do curso (perfil 2002-1) em relação ao novo perfil proposto neste PPC. 23 Tabela 3. Mudanças no perfil curricular do curso TABELA DE MUDANÇAS NO PERFIL CURRICULAR DO CURSO MODIFICAÇÃO NOS COMPONENTES CURRICULARES EXISTENTES ¹ Departamento/ Nome do Componente Justificativa de Mudança Núcleo Departamento de Mudou do primeiro para o segundo período. Cálculo Diferencial e Integral 1 Matemática Para ter mais aplicações práticas ao egresso de Ciência da Computação, o conteúdo agora tem foco CIn Sistemas Inteligentes em Aprendizado de Máquina e Ciência de Dados, sendo menos generalista. Tabela 4. Criação de componentes curriculares CRIAÇÃO DE COMPONENTES CURRICULARES ² Departamento/ Nome do Componente Justificativa de Criação Núcleo CIn Álgebra Vetorial e Linear para Computação CIn Lógica para Computação Estatística e Probabilidade para CIn Mudança de carga horária e período Computação CIn Sistemas Digitais CIn Informática e Sociedade CIn Processamento de Voz Otimização Mudança de carga horária CIn Redes Neurais CIn Agentes Autônomos Engenharia de Sistemas CIn Embarcados Gerenciamento e monitoramento CIn de redes Metodologias e Gerenciamento de Mudança de nome e carga horária CIn Projetos CIn Projeto de Sistemas Embarcados CIn Processamento de Imagem Seminários em Inteligência CIn Computacional 24 CIn Mudança de nome, período e carga horária Banco de Dados CIn Redes de Computadores Mudança de carga horária e ementa CIn Projeto de Desenvolvimento Mudança de carga horária e passou para eletiva Apresenta conceitos sobre desenvolvimento de CIn Desenvolvimento de Software software, com suas técnicas e processos. Estruturas de Dados Orientadas a Apresenta estruturas de dados lineares e dinâmicas, CIn Objetos com base em uma linguagem orientada a objetos. Apresenta análise de algoritmos e algoritmos para CIn Algoritmos árvores, grafos, dentre outras estruturas de dados. Apresenta sistemas de informação e como estes Integração e Evolução de Sistemas CIn podem ser integrados e, posteriormente, passar por de Informação evolução. Apresenta uma introdução à arquitetura de Arquitetura de Computadores e computadores e sistemas operacionais. O CIn Sistemas Operacionais aprofundamento destes assuntos pode acontecer por meio de disciplinas eletivas Apresenta os conceitos básicos de sistemas Introdução a Sistemas Distribuídos distribuídos e redes de computadores, assunto que CIn e Redes de Computadores faz parte dos fundamentos conceituais em um curso de Ciência da Computação. Aprendizado de Máquina e Ciência Introduz conceitos de Inteligência Artificial, CIn de Dados Aprendizado de Máquina e Ciência de Dados. Conceitos de concorrência, como os presentes em Sistemas Operacionais, são tratados nesta disciplina, CIn Programação Concorrente bem como a programação com recursos de concorrência providos por linguagens de programação. Conceitos do paradigma de programação funcional são apresentados nesta disciplina por meio do uso CIn Programação Funcional de uma linguagem programação funcional. Apresenta os fundamentos teóricos da Computação CIn Teoria da Computação e seus modelos. Introduz princípios, algoritmos, e estruturas de CIn Compiladores dados envolvidos na teoria e implementação de compiladores para linguagens de programação Apresenta técnicas para concepção de artefatos digitais. CIn Concepção de Artefatos Digitais Apresenta os conceitos de Ciência, Método Científico e pesquisa em Computação. CIn Metodologia Científica Apresenta noções básicas da estrutura de textos na língua inglesa, no contexto de Computação, Departamento de permitindo o desenvolvimento da compreensão e Língua Inglesa Instrumental Letras produção de discursos oral e escrito. 25 Bancos de Dados Não CIn Convencionais CIn Data Warehousing Análise e Mineração de Redes CIn Complexas Aplicações de Aprendizagem de CIn Máquina Computação Bioinspirada CIn CIn Computação Evolucionária CIn Computação Quântica CIn Inteligência Artificial Coletiva Introdução à Aprendizagem por Componentes criados para compor a ênfase de CIn Reforço Inteligência Computacional, Ciência de Dados e Introdução à Aprendizagem Banco de Dados CIn Profunda Departamento de Cálculo Diferencial e Integral 2 Matemática Cin Processamento de Dados em Larga Escala Processamento de Linguagem Cin Natural Cin Governança de Dados CIn Visualização de Dados Análise e Especificação Avançada CIn de Requisitos de Sistemas Arquitetura de Sistemas CIn Engenharia de Requisitos CIn Fundamentos de Teste de Software CIn Gerência de Configuração de CIn Software Serviços e Sistemas Metodologias de Gerenciamento de CIn Projeto Componentes criados para compor a ênfase de Engenharia de Software Planejamento e Gestão da CIn Qualidade de Software Programação com Novas CIn Tecnologias Teste de Software Avançado CIn Transformação de Código e CIn Modelos CIn Métodos Fomais Seminários em Engenharia de CIn Software 26 Álgebra Avançada para CIn Computação. CIn Computação Gráfica Computação Musical e CIn Processamento de Som Componentes criados para compor a ênfase de CIn Dispositivos Multimídia Mídia e Interação Fundamentos Geométricos para CIn Visão Computacional CIn Jogos Digitais CIn Processamento Gráfico CIn Visão Computacional Tendências em Mídia e Interação CIn CIn Redes de Computadores 2 CIn Redes Definidas por Software CIn Avaliação de Desempenho de Redes Cin Computação Orientada a Serviços Cin Sistemas Distribuídos CIn Segurança de Redes e Sistemas Distribuídos CIn Plataformas de Distribuição CIn Internet das Coisas CIn Computação Ubíqua CIn Tendências em Redes de Computadores Componentes criados para compor a ênfase de CIn Seminários em Redes de Sistemas Computacionais (Redes de Computadores, Computadores Sistemas Distribuídos, Segurança) Segurança de Informação e CIn Sistemas CIn Segurança de Computadores Assinatura Digital e Certificação CIn Digital Técnicas de Ataque e Detecção de CIn Intrusão Segurança em Computação em CIn Nuvem CIn Seminários em Segurança CIn Tendências em Segurança CIn Sistemas Embarcados CIn Redes Veiculares CIn Redes Automotivas CIn Introdução à Robótica 27 CIn Projeto de Desenvolvimento CIn Ética e Aspectos Jurídicos da Computação CIn Tecnologia, Diversidade, Equidade e Inclusão CIn Introdução a Libras Departamento de Componentes criados para compor e modernizar a Letras Língua Inglesa Instrumental ênfase de Formação Complementar CIn Otimização CIn Processamento de Cadeia de Caracteres CIn Algoritmos e Estruturas de Dados Avançados CIn Algoritmos para Stream de Dados CIn Gestão de Negócios Tabela 5. Exclusão de componentes curriculares EXCLUSÃO DE COMPONENTES CURRICULARES ³ Departamento/ Nome do Componente Justificativa de Exclusão Núcleo CIn Álgebra Vetorial e Linear para Mudou do primeiro para o terceiro período. Passou Computação para 60 horas. CIn Mudou do segundo para o quarto período. Passou Lógica para Computação para 60 horas. Estatística e Probabilidade para Mudou do primeiro para o quarto período. Passou CIn Computação para 60 horas. Mudou do segundo para o primeiro período. Passou CIn Sistemas Digitais para 60 horas. CIn Mudou do terceiro para o quinto período. Passou Informática e Sociedade para 30 horas. Passou a ser componente eletivo, com mudança de CIn Processamento Gráfico carga horária para 60 horas. CIn Análise e Projeto de Sistemas Mudança de carga horária para 60 horas. CIn Banco de Dados Avançados Mudança de carga horária para 60 horas. Conteúdo atualizado com mudança de carga horária CIn Gestão de Negócios para 60 horas. CIn Otimização Mudança de carga horária para 60 horas CIn Processamento de Cadeia de Mudança de carga horária para 60 horas. Caracteres 28 CIn Processamento de Linguagem Mudança de carga horária para 60 horas. Natural. Mudança de carga horária para 60 horas. CIn Programação Concorrente e Distribuída CIn Projeto de Banco de Dados Mudança de carga horária para 60 horas. CIn Recuperação da Informação Mudança de carga horária para 60 horas. CIn Redes de Computadores Mudança de carga horária para 60 horas e ementa Passou a ser componente eletivo, com mudança de CIn Projeto de Desenvolvimento carga horária para 60 horas. CIn Redes Neurais Mudança de carga horária para 60 horas. CIn Agentes Autônomos Mudança de carga horária para 60 horas. CIn Processamento de voz Mudança de carga horária para 60 horas. Teve o conteúdo distribuído nas disciplinas CIn Algoritmos e Estruturas de Dados "Estruturas de Dados Orientadas a Objetos" (segundo período) e "Algoritmos" (terceiro período). Ambas as disciplinas são de 60 horas. Conteúdo distribuído em outros componentes CIn Introdução à Computação curriculares. CIn Infra-estrutura de Hardware Teve parte do conteúdo aproveitado na disciplina Infra-estrutura de Software "Arquitetura de Computadores e Sistemas CIn Operacionais". Teve parte do conteúdo aproveitado na disciplina CIn Infra-estrutura de Comunicação "Introdução a Sistemas Distribuídos e Redes de Computadores". Voltou ao nome tradicional (Teoria da Computação) CIn Informática Teórica e passou para o quinto período. Passou para 60 horas. Teoria e Implementação de Voltou ao nome tradicional (Compiladores) e passou CIn Linguagens Computacionais para o sexto período, tendo Teoria da Computação como base. Passou para 60 horas. Voltou ao nome tradicional (Banco de Dados) e CIn Gerenciamento de Dados e passou para o terceiro período apenas por Informação balanceamento das cargas de cada período. Passou para 60 horas. CIn O conteúdo passa a ser visto no primeiro período na Interfaces Usuário Máquina disciplina Concepção de Artefatos Digitais. Metodologia e Expressão Técnico Mudou o nome para Metodologia Científica. Passou CIn Científica para 60 horas. CIn Álgebra Linear Avançada para Passa a se chamar Álgebra Avançada para Computação Computação. Nova carga horária: 60h. CIn Conteúdo será visto no componente "Aprendizado Aprendizagem de Máquina de Máquina e Ciência de Dados" Mudança de nome para "Engenharia de Sistemas CIn Engenharia de Sistemas Embutidos Embarcados". Mudança de carga horária para 60 horas. 29 Passa a se chamar "Gerenciamento e CIn Gerenciamento de Redes monitoramento de redes". Mudança de carga horária para 60 horas Passa a se chamar "Metodologias e Gerenciamento CIn Planejamento e Gerenciamento de de Projetos". Mudança de carga horária para 60 Projetos horas. Passa a se chamar "Projeto de Sistemas CIn Projeto de Sistemas Embutidos Embarcados". Mudança de carga horária para 60 horas. Atualizado para Seminários em Inteligência CIn Seminários em Inteligência Computacional com carga horária de 30h. Artificial CIn Mudança de carga horária para 60 horas. Nome Processamento Linear de Imagens alterado para "Processamento de imagem". Mudança de carga horária para 60 horas. Nome CIn Integração de Dados Web e alterado para "Data Warehousing". Warehouse O componente não vem atendendo aos objetivos iniciais quando de sua criação, considerando a Departamento de dificuldade natural de ter um docente com formação Letras Inglês para Computação em Letras e entendimento de Computação. Passou para eletiva de perfil (como Língua Inglesa Instrumental). Passou para 60 horas. CIn O conteúdo passa a ser visto na disciplina Engenharia de Software e Sistemas Desenvolvimento de Software (120 horas). Conteúdo não é base para nenhum componente CIn Física para Computação curricular do curso. Seu conteúdo é mais apropriadamente abordado nas História e Futuro da Computação disciplinas específicas de computação que CIn apresentam o histórico daquela área e desafios futuros. Introdução à Multimídia Seu conteúdo será abordado em disciplinas da CIn ênfase de "Mídia e Interação". Conteúdo distribuído em componentes que Paradigmas de Linguagens envolvem linguagens de programação de CIn Computacionais paradigmas diferentes. Administração de Sistemas CIn Heterogêneos CIn Algoritmos de Aproximação Ambientes de Projetos de Sistemas CIn Embutidos Análise de Imagem e Visão CIn Computacional CIn Análise Numérica Não houve oferta destes componentes nos últimos 5 anos. CIn Automação Inteligente CIn Autoria Multimídia Avaliação e Desempenho de CIn Sistemas Banco de Dados Distribuídos e CIn Móveis 30 Cálculo Avançado para CIn Computação CIn Cálculo de Programas CIn Comércio Eletrônico CIn Complexidade Descritiva CIn Comunicação sem Fio Contabilidade Financeira e CIn Gerencial CIn Controle e Manipulação CIn Convergência Digital CIn Desenvolvimento de Sistemas CIn Economia para Empreendedor CIn Empreendimentos em Informática Engenharia de Conhecimento e CIn Sistemas Especialistas CIn Projeto de Compiladores CIn Engenharia de Software Educativo Conteúdo não é base para nenhum componente curricular do curso. CIN Análise e Projeto de Sistemas CIn Especificação de Requisitos e Conteúdo atualizado e dividido entre componentes Validação de Sistemas da ênfase de Engenharia de Software. O estágio terá caráter não obrigatório, como permite CIn Estágio 1 as diretrizes curriculares da área de Computação. CIn Física Geral 1 CIn Física Geral 2 Não houve oferta destes componentes nos últimos 5 CIn Geometria Analítica 1 anos. Implementação de Sistemas CIn Operacionais A atividade de iniciação científica é creditada como CIn Iniciação Científica 1 atividade complementar. A atividade de iniciação científica é creditada como CIn Iniciação Científica 2 atividade complementar. Interfaces Adaptativas e Sistemas CIn Móveis Não houve oferta destes componentes nos últimos 5 CIn Interfaces Gráficas anos. CIn Introdução à Biologia Molecular CIn Jogos Avançados CIn Lambda Cálculo e Teoria dos Tipos CIn Lógicas Não Clássicas CIn Métodos Numéricos Não houve oferta destes componentes nos últimos 5 anos. CIn Mineração da Web CIn Negócios Online CIn Nova Economia e Nova Sociedade Organização e Tecnologia de CIn Computadores 31 Não houve oferta destes componentes nos últimos 5 Percepção Computacional e CIn anos. Reconhecimento de Padrão Não houve oferta destes componentes nos últimos 5 Processamento e Simulação CIn anos. Estocástica em Computação Não houve oferta destes componentes nos últimos 5 Processadores de Aplicação CIn anos. Específica Não houve oferta destes componentes nos últimos 5 CIn Processamento de Sinais anos. Não houve oferta destes componentes nos últimos 5 Programação Declarativa e Bancos CIn anos. de Dados Inteligentes Programação com Componentes CIn Programação Funcional CIn Não houve oferta destes componentes nos últimos 5 anos. Programação para Internet CIn Projeto de CPU CIn Projeto em Bioinformática CIn Não houve oferta destes componentes nos últimos 5 Prototipação de Circuitos anos. CIn Integrados Projeto de Implementação de Conteúdo não é base para nenhum componente Jogos 2D curricular do curso. Conteúdo não é base para nenhum componente CIn Realidade Virtual curricular do curso. A atividade de monitoria é creditada como atividade CIn Projeto de Monitoria 1 complementar. A atividade de monitoria é creditada como atividade CIn Projeto de Monitoria 2 complementar. Proficiência em inglês 1 CIn Não houve oferta destes componentes nos últimos 5 Proficiência em inglês 2 CIn anos. Proficiência em inglês 3 CIn Não houve oferta destes componentes nos últimos 5 CIn Robótica anos. Não houve oferta destes componentes nos últimos 5 anos. Segurança de Sistemas CIn 32 Semântica de Linguagens de CIn Não houve oferta destes componentes nos últimos 5 Programação anos. Conteúdo não é base para nenhum componente Seminário de Ger. de Dados e CIn curricular do curso. Informação Seminário de Arquitetura e Não houve oferta destes componentes nos últimos 5 CIn Sistemas Embutidos anos. Conteúdo não é base para nenhum componente CIn Seminário em Informática Teórica curricular do curso. Não houve oferta destes componentes nos últimos 5 CIn Seminário em Mídias e Interfaces anos. Conteúdo não é base para nenhum componente Seminário em Redes e Sistemas CIn curricular do curso. Distribuídos Sistema de Gerenciamento de Conteúdo não é base para nenhum componente CIn Banco de Dados curricular do curso. Conteúdo não é base para nenhum componente CIn Sistema de Tempo Real curricular do curso. Conteúdo não é base para nenhum componente CIn Sistemas Críticos curricular do curso. Componente não é parte do perfil atual de Ciência CIn Sistemas de Comunicação da Computação. Componente não é parte do perfil atual de Ciência CIn Sistemas de Informação da Computação. CIn Projeto de Banco de Dados CIn Qualidade de Software CIn Sistemas Multimídia Distribuídos Sistemas de Suporte à Decisão e CIn Mineração de Dados CIn Tecnologias Educacionais Não houve oferta destes componentes nos últimos 5 anos. CIn Teoria da Prova CIn Teoria da Recursão CIn Teoria de Grafos CIn Teoria dos Modelos 33 Tópicos Avançados em Redes de Cin Computadores Tópicos Avançados em Sistemas de Cin Suporte à Decisão e Mineração Web Tópicos Avançados em Matemática Cin Computacional Tópicos Avançados em Adm. de Cin Sistemas e Segurança Tópicos Avançados em Arquitetura Cin de Computadores Tópicos Avançados em Negócios Cin Online e Empreendimentos Tópicos Avançados em Cin Entretenimento Digital Tópicos Avançados em Cin Gerenciamento de Dados de Informação Tópicos Avançados em Robótica e Cin Automação Inteligente Tópicos Avançados em Cin Bioinformática Oferta irregular ao longo dos últimos 5 anos. Tópicos Avançados em Inteligência CIn Artificial Tópicos Avançados em Sistemas Cin Distribuídos Tópicos Avançados em Tecnologias Cin de Ensino CIn Tópicos Avançados em Algoritmos CIn Tópicos Avançados em Interface Cin Tópicos Avançados em Mídias Tópicos Avançados em Engenharia Cin de Software Tópicos Avançados em Informática Cin Teórica Tópicos Avançados em Linguagens Cin Computacionais 34 Componente não é parte do perfil atual de Ciência Cin Transdutores da Computação. Projeto e Implementação de Jogos Conteúdo não é base para nenhum componente CIn 2D curricular do curso. I. Mudanças de carga-horária total ou ementas dos componentes curriculares. II. Criação de componentes curriculares obrigatórios e eletivos. III. Exclusão de componentes curriculares obrigatórios e eletivos. 35 6 Marco Teórico do Curso A definição de um ramo científico em particular supõe a delimitação dos seus objetos de estudo, ou seja, “do que” ele trata, bem como os métodos e processos segundo os quais esses objetos são estudados. Essa definição epistemológica é comumente complementada por uma caracterização prática da área como um conjunto de disciplinas ou tópicos que tradicionalmente a compõem, sendo ambas as formas naturalmente sujeitas a variações e mudanças conforme a época e contexto. De qualquer modo, é importante apresentar uma breve conceitualização do que é “Computação” ou “Ciência da Computação” nessas duas perspectivas pois isto determina como este curso se posiciona diante das diferentes concepções da área, além de delimitar e esclarecer quais assuntos são considerados centrais, e como eles serão abordados. Antes de passarmos às definições, uma observação. A denominação “Ciência da Computação” segue a nomenclatura anglófona “Computer Science”. Embora possamos argumentar que, de fato, aquilo que comumente denominamos “Ciência da Computação” é uma ciência no sentido amplo do termo, ou seja, um corpo estruturado e sistematizado de conhecimento (do Latim Scientia, ou conhecimento), há significativas diferenças em relação a outras ciências ditas naturais e humanas, como a Física, a Biologia ou a Economia. Em particular, a Ciência da Computação não pressupõe necessariamente a produção de conhecimento mediante formulação de hipóteses a serem comprovadas pela observação, mensuração e análise sistemática de fenômenos observáveis segundo o método científico. Neste sentido, a Ciência da Computação é mais parecida com a Matemática, pois frequentemente trata de abstrações ou construtos mentais idealizados que podem constituir modelos básicos de subsídio teórico para outras ciências, e orientar o desenvolvimento de aplicações práticas em diversas áreas da Engenharia. 6.1 O que é computação e Ciência da Computação? A partir dos anos 1930, vários matemáticos estabeleceram as bases formais da Ciência da Computação. A Tese de Church-Turing, devida ao norte-americano Alonzo Church e ao inglês Alan Turing, considerado um dos pais da Ciência da Computação, propõe que uma função é efetivamente computável, ou calculável, se, e somente se, ela puder ser calculada segundo um procedimento que pode ser levado a cabo de modo “mecânico”, seguindo regras fixas e pré-estabelecidas numa ordem específica, sem envolvimento de intuição ou juízo subjetivo, ou seja, a computação pode ser realizada por uma máquina. Turing propôs um modelo teórico de computação, a chamada Máquina de Turing, que, apesar da sua aparente simplicidade, permanece até hoje como um modelo geral de computação. Esse paradigma identifica um processo computacional abstrato com uma manipulação simbólica, que a termo pode ser realizada automaticamente sobre um suporte físico 36 originalmente inerte. De modo geral, um problema do mundo real, como o de encontrar a rota mais rápida entre duas localidades no trânsito de uma cidade, requer inicialmente uma modelização matemática para produzir uma representação abstrata que permita exprimi-lo de modo preciso, considerando definições e métricas adequadas. Em seguida, precisamos codificar esse modelo para obter uma representação em objetos simbólicos sobre os quais podemos aplicar um método de cálculo descrito por um procedimento formal, ou algoritmo. Como referido, esse procedimento pode ser executado por um agente computacional de forma “mecânica”, apenas seguindo fielmente as regras previstas. O ponto crucial é que esse processo de manipulação simbólica deve produzir, ao final, um outro objeto simbólico que corresponde precisamente à representação da resposta adequada ao problema original. O agente computacional a executar o algoritmo pode ser um humano manipulando símbolos escritos no papel, um computador eletrônico manipulando elétrons num chip de silício ou uma célula manipulando átomos e ligações químicas numa molécula de DNA. Num simpósio organizado em 2010 para a publicação Ubiquity da ACM , diversos autores analisaram a evolução da Ciência da Computação e expuseram visões distintas sobre a área, considerando diferentes modelos que, ao longo do tempo, foram-se demonstrando Turing-equivalentes9. De modo geral, os autores propõem que o objeto de estudo da Ciência da Computação é a informação, muito embora a definição precisa desse conceito, por si só, já apresente suas dificuldades. O mecanismo básico segundo o qual essa informação deve ser processada segue o paradigma geral da representação-transformação esboçado anteriormente, segundo o qual uma informação do mundo físico é representada e essa representação é submetida a transformações sucessivas de forma a reproduzir a evolução do fenômeno original. Essa visão geral desacopla a definição de computação de um modelo computacional específico, como o da Máquina de Turing, tornando-a acessível a conceituações mais amplas como a do pensamento computacional10 (computational thinking), que consiste numa abordagem para resolução de problemas mediante representação como um processo informacional relativo a um modelo computação que pode ou não já ter sido inventado ou descoberto. A Computação passa a ser vista, nesse caso, não como uma ciência específica, mas sim como um grande domínio de estruturas e processos que abrange todas as ciências naturais e artificiais, com suas 9 DENNING, P. J. Ubiquity symposium 'What is computation?': Opening statement. https://doi.org/10.1145/1880066.1880067. 2010. ROSENBLOOM, P. S. Ubiquity symposium 'What is computation?': Computing and computation. https://doi.org/10.1145/1895419.1897729. 2010. 10 WING, J. M. Computational thinking. Commun. ACM 49, 3 (Março 2006), 33-35. http://dx.doi.org/10.1145/1118178.1118215. 2006. 37 fronteiras cada vez mais difusas, incluindo até a própria Matemática cujos objetos próprios revestem-se de natureza informacional e transformacional11 . Esta visão da Computação deve ser levada em consideração na composição do conteúdo para o Curso de Ciência da Computação. Os fundamentos da Computação devem estar presentes, como é de se esperar, mas também deve haver capacidade de lidar com conteúdo que possui influência de outras áreas das Ciências (sejam da Natureza ou Sociais), ou seja, precisamos ter conteúdo para lidar com processos da informação inerentes a fenômenos de outras ciências. Contudo, e apesar da computação estar presente em praticamente todas as atividades sociais e econômicas do mundo moderno, não é apropriada a redução conceitual da Ciência da Computação a uma mera “área-meio”, ou como uma “ciência-meio”. Essa caracterização nega o interesse intrínseco nos seus conceitos e métodos, com os seus próprios aspectos teóricos e práticos, e parece reduzir uma ciência à sua aplicação. Sem negar a importância destas, nem defender a existência da área num estado puro e ideal, isolada da realidade, ressaltamos que a história está repleta de demonstrações de que só quando um ramo do conhecimento é explorado na essência, para além de aplicações presentes, ao invés de ser encarada como uma mera ferramenta para outras atividades-fim, é que então ela se torna um agente transformador da realidade, expandindo os próprios limites das aplicações presentes. A proposta deste curso é de enfatizar prioritariamente os fundamentos da Ciência da Computação, através da construção de uma base conceitual sólida para uma formação longeva, sem, todavia, negligenciar as competências profissionais práticas necessárias para que a Universidade cumpra de forma equilibrada a sua função de transformadora da sociedade. Computação como um corpo de conteúdo Conforme referido acima, convém também caracterizar a Ciência da Computação como uma área de estudos composta por um conjunto de disciplinas ou tópicos. Por exemplo, o ENADE, usado para avaliação oficial das graduações, considera o curso de Bacharelado em Ciência da Computação como sendo basicamente composto dos seguintes conteúdos: i. Algoritmos e Estruturas de Dados; ii. Engenharia de Software e Interação Homem-Computador; iii. Ética, Computador e Sociedade; iv. Sistemas Operacionais e Arquitetura de Computadores; v. Lógica e Matemática Discreta; vi. Sistemas Digitais; vii. Fundamentos e Técnicas de Programação; viii. Paradigmas de Linguagens de Programação; ix. Redes de Computadores e Sistemas Distribuídos; x. Linguagens Formais, Autômatos e Compiladores; xi. Teoria da Computabilidade e Complexidade. 11 Paul S. Rosenbloom. 2004. A New Framework for Computer Science and Engineering. Computer 37, 11 (November 2004), 23-28. DOI=http://dx.doi.org/10.1109/MC.2004.186 38 xii. Inteligência Artificial e Computacional; xiii. Métodos Formais; xiv. Banco de Dados; xv. Computação Gráfica e Processamento de Imagem; xvi. Teoria dos Grafos; xvii. Probabilidade e Estatística. O Guia da ACM CC 202012, endossado pela Sociedade Brasileira de Computação (SBC), enumera no Apêndice C.2.2. um conjunto básico de competências que podem ser facilmente mapeadas na lista acima. Na realidade, isso não chega a ser surpreendente pois, embora Ciência da Computação seja uma área ampla, essas disciplinas são facilmente reconhecíveis por praticantes, tanto na indústria quanto na academia, como componentes do núcleo central que a define, e a partir das quais derivam as ramificações em subáreas mais específicas. 6.2 Fundamentos pedagógicos do curso O presente projeto pedagógico fundamenta-se na concepção epistemológica da Ciência da Computação acima delineada, levando em conta a elevada importância do profissional dessa área na busca por soluções para problemas da sociedade. Sendo assim, é pressuposto que este profissional tenha a capacidade de assimilar novos conhecimentos, sempre considerando o ser humano como elemento central de todas as suas atenções. O presente projeto pedagógico pretende oferecer uma formação abrangente em Ciência da Computação que desperte o interesse científico e a prática da extensão na vivência acadêmica, sempre tendo clara visão da importância social do profissional e seu papel no desenvolvimento de melhores condições para a humanidade. A evolução da Educação como área do conhecimento acompanha as mudanças culturais e tecnológicas da humanidade. Assim sendo, diferentes concepções de Educação surgiram de diferentes momentos e contextos sócio-históricos. Por exemplo, trabalhos realizados por Mizukami (1986) classificam as concepções de educação com base nas teorias psicológicas como: Tradicional, Comportamentalista, Humanista, Cognitivista e Sociocultural. Cada uma destas áreas possui nomes consagrados, como Piaget (Cognitivista), Skinner e Pavlov (Comportamentalista), Rogers (Humanista), e Vygotsky e Freire (Sociocultural). Sendo a liberdade de cátedra um direito constitucional garantido pelo artigo 206 em seus incisos II e III, cabe ao docente desenvolver a sua técnica de ensino conforme o seu alinhamento teórico. Caberá ao docente, no exercício dessa liberdade, adotar a metodologia ou combinação de metodologias julgadas como mais adequadas às competências e habilidades a serem CC2020 Task Force. 2020. Computing Curricula 2020: Paradigms for Global 12 Computing Education. Association for Computing Machinery, New York, NY, USA. 39 construídas. No entanto, considerando a sociedade digital, interativa e inclusiva que vivemos, espera-se que abordagens em que o aluno tenha voz ativa e seja colocado como protagonista tenham destaque. A matriz do curso de Ciência da Computação da UFPE é construída a partir de três alicerces que sedimentam o ensino superior: ensino, pesquisa e extensão. Portanto, além da preocupação com métodos e estratégias de ensino adequados, como abordado previamente, a pesquisa e a extensão devem ser consideradas igualmente imprescindíveis, não podendo ser negligenciadas por uma universidade que pretende formar cidadãos conscientes que são transformadores da realidade na qual estão inseridos. A pesquisa, entendida como busca e desenvolvimento de novos conhecimentos da Computação e de áreas correlatas, deve ser incentivada durante toda a vida acadêmica do discente, a fim de garantir que possa contribuir com o avanço da Ciência da Computação e, por conseguinte, da sociedade. Dessa forma, para integralizar o currículo, é necessário que o estudante desenvolva e apresente um Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). A elaboração do TCC (definição, estabelecimento de objetivos e metas, execução da metodologia, busca por resultados) é supervisionada por um Professor Orientador que deve guiar o discente, ajudando o mesmo a se enveredar na busca e desenvolvimento de novos saberes. O Anexo III deste documento apresenta as normas de TCC do curso de Ciência da Computação do CIn/UFPE. A acessibilidade é parte imprescindível e indissociável do processo pedagógico do ensino superior de uma instituição pública. A UFPE disponibiliza a todos os seus integrantes o Núcleo de Acessibilidade (NACE), visando a construção de uma universidade pública inclusiva. Conforme descrito em seu website: “O Núcleo de Acessibilidade da Universidade Federal de Pernambuco (NACE/UFPE) tem por finalidade apoiar e promover a acessibilidade aos estudantes e servidores com deficiência, mobilidade reduzida, transtorno funcional específico da aprendizagem, transtorno global do desenvolvimento e/ou altas habilidades/superdotação.” A visão adotada pelo curso de Ciência da Computação da Universidade Federal de Pernambuco prevê a formação de um profissional altamente qualificado com visão de mercado, de futuro e das necessidades da sociedade de forma que seja um desenvolvedor de soluções para o futuro. Ele deve ter a visão técnica amplamente solidificada para o projeto de equipamentos que desenvolvam a sociedade, trazendo os benefícios que os sistemas computacionais permitem. Tendo em vista a importância da computação, em geral, para a manutenção de uma sociedade saudável, além do ensino dos fundamentos da Ciência da Computação em si e de suas aplicações, este curso se preocupa com a construção da percepção de sua importância. Espera-se que os alunos, durante a construção de seu conhecimento, assimilem as implicações de sua atuação profissional na sociedade como um todo. 40 7 Objetivos do Curso 7.1 Objetivo geral O objetivo geral do curso de graduação em Ciência da Computação é o de formar profissionais de nível superior na área com grau de competência técnica de classe mundial, com sensibilidade aos problemas sociais e ambientais, especialmente regionais e nacionais, e dotados de autonomia e capacidade empreendedora para aplicar o conhecimento adquirido para resolver esses problemas mediante atuação em diversos setores da indústria e da academia, contribuindo assim para o progresso da sociedade. O curso deve fornecer uma formação consistente e duradoura, com ênfase nos fundamentos e conceitos centrais da área, combinando profundidade e abrangência, e servindo de base sólida para uma evolução profissional permanente. 7.2 Objetivos específicos 1. Formar profissionais tecnicamente competentes em Ciência de Computação, capazes de reconhecer os problemas e aplicar os métodos adequados para suas soluções de modo seguro e eficiente. 2. Promover no discente o pensamento computacional que possibilite a abordagem de problemas em diversas áreas de aplicação como um problema de representação e processamento de informação, no qual poderão ser aplicadas as ferramentas teóricas e práticas desenvolvidas ao longo do curso. 3. Desenvolver a capacidade de comunicação e diálogo efetivos acerca dos assuntos relativos ao curso, com a clareza, objetividade, rigor e formalismo adequados, considerando os diversos públicos e veículos, no âmbito acadêmico, empresarial, da administração pública ou para o público leigo em geral. 4. Estimular na comunidade acadêmica o desenvolvimento de uma consciência crítica e de um elevado sentido ético e de responsabilidade social. 5. Desenvolver nos discentes capacidades e competências que fomentem o espírito empreendedor e a liderança. 6. Promover a disseminação de conhecimentos científicos e tecnológicos na área da Ciência da Computação, expandindo a fronteira do conhecimento e o emprego de modelos e métodos computacionais a outros domínios científicos e aplicações. 7. Fortalecer a formação de recursos humanos altamente qualificados, de forma a contribuir particularmente com o crescimento e desenvolvimento social e econômico local, regional e nacional. 41 8 Perfil Profissional do Egresso De acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação na área de Computação, Resolução nº 05/2016, do Conselho Nacional de Educação e os Referenciais Curriculares Nacionais dos cursos de Bacharelado e Licenciatura, de abril de 2010, da Secretaria de Educação Superior do Ministério da Educação, o Bacharel em Ciência da Computação deve possuir uma sólida formação em Ciência da Computação e Matemática, conhecer as estruturas e processos dos sistemas de computação com uma visão interdisciplinar e global dos sistemas, dominar os conceitos teóricos da Ciência da Computação e seus impactos nas aplicações práticas, e ter capacidade para criar soluções computacionais de forma individual ou em equipe. Coordena e supervisiona equipes de trabalho; realiza pesquisa científica e tecnológica e estudos de viabilidade técnico-econômica; executa serviços técnicos; efetua consultorias e avaliações, emitindo laudos e pareceres. Em sua atuação, considera a ética, a segurança e os impactos socioambientais. Os cientistas da computação atuam na resolução de problemas através do projeto de soluções em tecnologia da informação, identificando problemas e oportunidades, criando protótipos de software, validando novas tecnologias e projetando aplicativos em linguagem de programação de baixo, médio e alto nível, implementam soluções em tecnologia da informação, gerenciam ambientes operacionais, elaboram documentação, fornecem suporte técnico e organizam treinamentos a usuários. Podem ser portadores de certificações homologadas por instituições reconhecidas pelo mercado e/ou títulos de especialização e pós-graduação. Ao longo do curso, o estudante deve adquirir ou desenvolver seu senso crítico e a consciência de sua cidadania, que possibilitem a prática das seguintes atitudes: a) Compromisso com a ética e responsabilidade profissional; b) Responsabilidade social, política e ambiental; c) Espírito empreendedor que permite enxergar oportunidades e atuar de forma a obter resultados e ter postura sempre ativa e atuante; d) Capacidade para trabalhar em equipe; e) Busca permanente da atualização de conhecimentos e dos meios de comunicação. O perfil profissional de conclusão definido neste projeto, com base nos insumos levantados, constitui uma das referências fundamentais para concepção da organização didático-pedagógica do curso, explicitada a seguir neste documento. 42 9 Campo de Atuação Profissional De acordo com os Referenciais Curriculares Nacionais dos cursos de Bacharelado e Licenciatura de abril de 2010 da Secretaria de Educação Superior do Ministério da Educação, o Bacharel em Ciência da Computação "atua em indústrias de computadores; empresas de programas de computadores; setores de Tecnologia da Informação de instituições públicas e privadas; em empresas e laboratórios de pesquisa científica e tecnológica. Também pode atuar de forma autônoma, em empresa própria ou prestando consultoria". Nesses diferentes campos de atuação, o bacharel em Ciência da Computação pode trabalhar nos seguintes papéis: programador, gerente de desenvolvimento, gerente de projetos, consultor/auditor em desenvolvimento de software etc. 43 10 Competências, Atitudes e Habilidades O conceito de competência é internacional e seu significado varia de país a país. Além disso, ele é influenciado pelo tipo de teoria de desenvolvimento humano e visão de mundo que assumimos. Em detrimento desse fato, para orientar os processos didáticos e de avaliação de um currículo de formação baseado em competências e habilidades é necessário ter-se uma definição menos ambígua e clara quanto possível (VAN DER KLINK; BOON, SCHLUSMANS, 2007). A definição de competência está quase sempre baseada em relação à ação prática. À guisa de ilustração, a definição construtivista proposta por autores da Didática Profissional [Pastré et al. 2006], apresenta o conceito de competência ilustrando quatro aspectos. Esses complementam-se, e destinam-se a servir de critério para avaliar progressos: 1. Um estudante é mais competente do que outro se ele pode fazer algo que o primeiro não faz; 2. Um estudante é mais competente, se ele atua sobre isso de uma maneira melhor: mais rápido, por exemplo, ou mais confiável ou mais compatível que a maneira de fazer de outros; 3. Um estudante é mais competente, se ele tem um diretório de alternativas de recursos que lhe permitem adaptar o seu comportamento a diferentes cenários que possam surgir; 4. Um estudante é mais competente se ele não se mostra impotente diante de uma nova situação, que nunca experimentou antes. O outro estudante não necessariamente precisa ser um outro indivíduo. Porque pode-se ser mais competente que si mesmo(a) ao fazer algo, quando adquiro um novo aprendizado. De acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação na área de Computação, Resolução no 5, de 16 de novembro de 201613, do Conselho Nacional de Educação, Câmara de Educação Superior, o perfil almejado para seu egresso do Ciência da Computação deverá incluir, além de competências comuns da área de computação, incluir as seguintes competências e habilidades específicas: a) compreender os fatos essenciais, os conceitos, os princípios e as teorias relacionadas à Ciência da Computação para o desenvolvimento de software e hardware e suas aplicações; b) reconhecer a importância do pensamento computacional no cotidiano e sua aplicação em circunstâncias apropriadas e em domínios diversos; c) identificar e gerenciar os riscos que podem estar envolvidos na operação de equipamentos de computação (incluindo os aspectos de dependabilidade e segurança); d) identificar e analisar requisitos e especificações para problemas específicos e planejar estratégias 13 http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=52101-rces005- 16-pdf&category_slug=novembro-2016-pdf&Itemid=30192 44 para suas soluções; e)especificar, projetar, implementar, manter e avaliar sistemas de computação, empregando teorias, práticas e ferramentas adequadas; f) conceber soluções computacionais a partir de decisões visando o equilíbrio de todos os fatores envolvidos; g) empregar metodologias que visem garantir critérios de qualidade ao longo de todas as etapas de desenvolvimento de uma solução computacional; h) analisar quanto um sistema baseado em computadores atende os critérios definidos para seu uso corrente e futuro (adequabilidade); i) gerenciar projetos de desenvolvimento de sistemas computacionais; j) aplicar temas e princípios recorrentes, como abstração, complexidade, princípio de localidade de referência (caching), compartilhamento de recursos, segurança, concorrência, evolução de sistemas, entre outros, e reconhecer que esses temas e princípios são fundamentais à área de Ciência da Computação; k) escolher e aplicar boas práticas e técnicas que conduzam ao raciocínio rigoroso no planejamento, na execução e no acompanhamento, na medição e gerenciamento geral da qualidade de sistemas computacionais; l) aplicar os princípios de gerência, organização e recuperação da informação de vários tipos, incluindo texto imagem som e vídeo; m) aplicar os princípios de interação humano-computador para avaliar e construir uma grande variedade de produtos incluindo interface do usuário, páginas WEB, sistemas multimídia e sistemas móveis. Além das competências e habilidades mencionadas, pode-se citar mais: a) Autoaprendizado. Trata-se de uma característica motivada pela rápida evolução da Ciência da computação, levando o profissional dessa área a envolver-se num processo contínuo de aprendizado, após a conclusão do seu curso. Assim sendo, é fundamental que o aluno adquira desde cedo a capacidade de aprender a aprender. Ele precisará estar sempre aprendendo para manter-se atualizado e competente. A habilidade em pesquisa enseja significativamente o autoaprendizado. Esta habilidade é desenvolvida ao longo de todo o curso através de trabalhos de pesquisa e desenvolvimento em diversas disciplinas, pela participação em projetos de pesquisa e pela realização do trabalho de conclusão de curso; b) Trabalho cooperativo. Um indicador importante para motivar o desenvolvimento dessa habilidade é que o desenvolvimento é quase sempre realizado em equipe, com profissionais desempenhando diferentes funções. A habilidade de trabalhar em grupo é fundamental para o profissional da Ciência da Computação e é estimulada e desenvolvida durante o curso durante a realização de projetos de pesquisa e trabalhos em disciplinas; c) Criatividade. Análise de problemas e modelagem de soluções criativas com suas consequentes implementações. A análise de um problema e a capacidade criativa de elaboração de um modelo para a sua solução é uma habilidade essencial para um profissional de Ciência da Computação. Esta habilidade é introduzida desde o início do curso nas atividades de programação e é desenvolvida mais amplamente, em diversas disciplinas e atividades curriculares. 45 d) Capacidade Empreendedora. Trata-se de uma habilidade importante para um profissional, inclusive àqueles que não desejam ser empresários. Esta habilidade pode ser desenvolvida e visa capacitar o profissional a assumir uma atitude proativa, a desenvolver uma rede de relações e a liderar projetos em suas atividades profissionais. Ela é introduzida no curso com a disciplina Empreendedorismo. Além disso, ela é desenvolvida ao longo do curso através de atividades práticas, nas quais os alunos são estimulados a apresentar e liderar projetos de sistemas. O discente ainda tem a oportunidade de aprimorar sua capacidade de expressão oral e escrita, através da elaboração e apresentação de projetos em seminários e debates, e de vários trabalhos escritos em provas dissertativas, trabalhos em grupo e relatórios individuais durante o curso. A participação em atividades de extensão propiciará aos discentes a oportunidade para aprender a dialogar com a sociedade no entendimento e resolução de problemas reais com a aplicação de conhecimentos técnicos adquiridos no curso. 46 11 Metodologia do Curso As metodologias do curso de graduação em Ciência da Computação devem se basear em teorias de aprendizagem de adultos. Estas são chamadas Andragogias e orientam processos de aprendizagem autodirigido, no qual o professor deveria assumir papel de facilitador e participar do direcionamento e estruturação enquanto o aprendiz adulto recebe sinalizações e segue sua própria necessidade por aprender (EBERLE; CHILDRESS, 2007; ALMEIDA, 2009). Rutherfoord (2004) cita cinco pressupostos como base da Andragogia: ● aprendizes adultos precisam saber a importância e relevância de um assunto antes de assumir a responsabilidade de aprendê-lo; ● aprendizes adultos são autodirecionados e querem ser tratados como capazes de se autodirigir; ● aprendizes adultos trazem uma variedade de experiências de vida que representam as bases para aprendizagem; ● aprendizes adultos estão prontos a aprender as coisas mais relevantes para sua empregabilidade ou suas vidas pessoais; ● aprendizes adultos são mais orientados a objetivos e querem educação que tenha objetivo a ser atingido claramente definido. Portanto, a autonomia do aprendiz referida pelos postulados da Andragogia desloca o foco da educação centrada no professor para uma educação centrada nos aprendizes (GARRISON, 2003). Dentre as diversas razões para a adoção de tal abordagem com aprendizes adultos, citamos: (1) a conjuntura atual na qual a mudança é tão rápida que os métodos tradicionais de treinar e educar são totalmente inadequados; (2) o fato de que disciplina baseada no conhecimento é inadequada para a preparação para a vida em comunidades e locais de trabalho modernos; (3) o princípio da aprendizagem está crescentemente alinhado com o que fazemos; (4) o reconhecimento de que as modernas estruturas organizacionais requerem práticas flexíveis de aprendizagem; e, (5) a existência do imediatismo da aprendizagem14 (HASE e KENYON, 2000). Além da abordagem andragógica, alguns autores sugerem uma abordagem ainda mais ousada: a Heutagogia, o estudo da aprendizagem autodeterminada15 14 HASE, Stewart; KENYON, Chris. From andragogy to heutagogy. Ultibase Articles, v. 5, n. 3, p. 1-10, 2000. 15 Ibid., p. 1-10, 2000. MCNICKLE, Cathy. The impact that ICT has on how we learn–pedagogy, andragogy or heutagogy. In: 16th Open and Distance Learning Association of Australia Biennial Forum. October. 2003. p. 1-4. 47 (HASE e KENYON, 200016; McNICKLE, 200317; EBERLE e CHILDRESS, 2007; HASE e KENYON, 2007; HASE e KENYON, 2003). Na abordagem heutagógica de aprendizagem, o professor atua como um facilitador que estimula os aprendizes a indagar, pesquisar, descobrir, analisar, e avaliar conforme suas necessidades e o que está sendo estudado. A atuação do professor deve deslocar-se de ‘provedor’ de conhecimento - o professor no modelo tradicional - para aquele que apoia, encoraja, desafia, questiona, e promove a curiosidade intelectual, sendo o aprendiz responsável pelo que é buscado. Discussões dirigidas para e com os aprendizes devem permitir liberdade de expressão e reflexões que promovam clareza de ideias. O debate saudável é encorajado como uma forma de descobrir pontos de vistas divergentes18 (EBERLE e CHILDRESS, 2007). Segundo a heutagogia existe ainda a necessidade de o professor promover experiências flexíveis de aprendizagem, como quando o professor provê os recursos, mas o aprendiz projeta o percurso propriamente dito, mediante negociação com o professor. Assim os aprendizes podem ler sobre aspectos ou questões críticas e determinar o que é de seu interesse e o que é relevante para eles, e então negociar leituras e tarefas posteriores. Observando as correntes teóricas supra referidas, as metodologias do curso incluem uma pluralidade de métodos a serem empregados por docentes, com estímulo à utilização de metodologias ativas, visando proporcionar ao aprendiz uma aprendizagem significativa, com a construção de competências, atitudes e habilidades a partir da experimentação contextualizada às necessidades contemporâneas da atuação profissional. Essa pluralidade é vantajosa, pois: (i) reconhece as particularidades de cada um dos componentes curriculares; (ii) explora as melhores competências didáticas de docentes; (iii) flexibiliza para a concepção de diferentes experiências de aprendizagem, e (iv) incentiva o desenvolvimento ativo de competências, atitudes e habilidades. EBERLE, Jane; CHILDRESS, Marcus. (2007). Heutagogy: Isn't Your Mother's Pedagogy Any More. Úlitmo acesso em: 02 de julho de 2023. Disponível em: https://nferciindonesia.blogspot.com/2013/04/heutagogy-it-isnt-your-mothers-pedagogy.html HASE, Stewart; KENYON, Chris. Heutagogy: A child of complexity theory. Complicity: An International Journal of Complexity and Education, v. 4, n. 1, 2007. HASE, Stewart; KENYON, Chris. Heutagogy and developing capable people and capable workplaces: strategies for dealing with complexity. Graduate College of Management Papers, p. 166, 2003. 16 HASE, Stewart; KENYON, Chris. From andragogy to heutagogy. Ultibase Articles, v. 5, n. 3, p. 1-10, 2000. 17 MCNICKLE, Cathy. The impact that ICT has on how we learn–pedagogy, andragogy or heutagogy. In: 16th Open and Distance Learning Association of Australia Biennial Forum. October. 2003. p. 1-4. 18 EBERLE, Jane; CHILDRESS, Marcus. (2007). Heutagogy: Isn't Your Mother's Pedagogy Any More. Último acesso em: 02 de julho de 2023. Disponível em: https://nferciindonesia.blogspot.com/2013/04/heutagogy-it-isnt-your-mothers-pedagogy.html 48 Metodologias ativas estimulam a colaboração, a autonomia, o pensamento crítico e o protagonismo de estudantes, incentivando-os a desenvolverem habilidades que buscam identificar, descrever e solucionar problemas que são definidos a partir de parâmetros reais ou simulados. Por sua vez, a aprendizagem significativa visa apoiar o estudante a construir novos saberes tirando proveito do conhecimento acumulado e da experimentação contextualizada às necessidades cotidianas. Assim, ao invés de o estudante ser um mero receptor de informação, ele passa a ser sujeito proativo de seu processo de aprendizagem, que se dá na construção colaborativa de conhecimentos, mediado pelo professor e na interação com seus pares. Os professores agem como mediadores que buscam a melhor condução do conteúdo a partir da curadoria de recursos didáticos e do planejamento e acompanhamento de atividades. Isto é, o professor torna-se um facilitador do processo, estimulando a autoaprendizagem e a curiosidade do estudante para pesquisar, refletir e analisar as possíveis situações. Existem muitas estratégias didático-pedagógicas para promover a aprendizagem ativa, dentre as quais estão: problematização com o arco de Charles Maguerez, aprendizagem baseada em problemas, aprendizagem baseada em projetos, aprendizagem baseada em times, sala de aula invertida, aprendizagem baseada em inquéritos, métodos de caso, simulações, grupos operativos, instrução entre os pares e ensino sob medida. Essas estratégias podem ser combinadas a fim de enriquecer o processo de ensino e aprendizagem, bem como a respeitar o ritmo e a favorecer a inclusão de discentes com necessidades específicas, pois dão mais flexibilidade para envolver esse discente no processo de ensino e aprendizagem a partir da inversão da sala de aula, do estímulo à colaboração, da adaptação de conteúdo e da simulação de problemas, por exemplo. O acompanhamento da aprendizagem do discente, observando seu desenvolvimento real (o que ele já conhece) e seu desenvolvimento potencial (o que ele pode realizar com ajuda) também poderá ser mediado pelo docente durante as aulas e em atendimento individualizado; ou pelo monitor, durante encontros extraclasse. A diferença entre o que o discente já sabe e o que ele pode vir a saber (zona de desenvolvimento proximal) será motivo da ação-reflexão-ação da práxis docente através da avaliação diagnóstica. Para os componentes obrigatórios, além de aulas expositivas dialogadas, no caso de adoção de metodologias não ativas, poderão ser utilizados outros mecanismos como seminários, resolução de lista de exercícios e realização de projeto final de disciplina. Em algumas aulas práticas, além da resolução de problemas e elaboração de relatórios, também poderá haver, por parte do discente, a preparação prévia para as práticas. Essa preparação consiste em desenvolver um projeto, que será implantado com a mediação do professor. As resoluções de listas de exercícios, revisões e as primeiras notas de um estudante também servirão para indicar se existe ou não necessidade de mudança na abordagem, na metodologia ou nas técnicas utilizadas (avaliação diagnóstica). 49 Além do uso de bibliografia básica e a complementar, disponíveis na biblioteca setorial do Centro de Ciências Exatas e da Natureza, também será estimulada a busca, pelo discente, de material suplementar através da Internet. Além de a UFPE já destinar percentual de cotas para negros e pardos por ocasião do ingresso em seus cursos, a questão étnico-racial também será abordada transversalmente no curso através de atividades e iniciativas institucionais da UFPE como um todo, como a realização de eventos e seminários, distribuição de material didático e bibliográfico, abordando a problemática e as possíveis soluções. Esse tema será abordado no componente “Informática e Sociedade”, além de haver um componente eletivo específico para o tema (Tecnologia, Diversidade, Equidade e Inclusão). A integração com a pesquisa será realizada através da participação dos alunos em atividades de pesquisa e desenvolvimento em grupos de pesquisa do CIn, seja em programa de iniciação científica, na participação em projetos de P&D financiados por empresas, ou em atividades e eventos promovidos pelo Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação da UFPE. Adicionalmente, experiências de ensino através de monitorias poderão ser creditadas como atividades complementares. Ao discente é ofertada a possibilidade de especializar-se em algumas ênfases. Essas ênfases são definidas por um conjunto de componentes curriculares que complementam a formação do discente em uma determinada área. Há possibilidade de um componente ser usado em diferentes ênfases, assim como haver uma integração de componentes de diferentes ênfases, gerando uma especialização não prevista. As unidades que compõem essas ênfases são eletivas de perfil. O discente precisa integralizar, pelo menos, 780 horas de eletivas de perfil a sua escolha, não sendo obrigado a seguir nenhuma das recomendações dadas para ênfases, estando obrigado apenas a ter cumprido os pré-requisitos necessários que o tornarão apto a cursar o(s) componente(s) escolhido(s). As disciplinas do curso podem utilizar metodologias ativas com mediação de recursos tecnológicos, nos encontros presenciais ou no desenvolvido de atividades de estudo, tais como fórum, bate papo/chat, wiki, leitura de textos (impresso e online), tarefas de envio de arquivo, questionário online, enquete, vídeos, entre outras. A interação entre docentes e discentes dar-se-á conforme previsto nas normativas da UFPE. Estimula-se o uso de metodologias ágeis de forma a deixar as aulas mais dinâmicas, motivar os alunos, levar a um maior envolvimento deles e estimular raciocínio, entendimento e discussões sobre os temas abordados. A sala de aula invertida pode, também, ser utilizada através da disponibilização prévia do conteúdo das aulas. Dessa forma, o discente pode estudar o assunto previamente e ir para a aula para tirar dúvidas específicas e discutir os assuntos de maneira mais segura. Em ambos os casos, a ideia é que a fala não seja centrada no professor. 50 11.1 Interdisciplinaridade e transdisciplinaridade Stock e Burton (2011) discutem a resolução de problemas complexos para os quais a solução exige que times transdisciplinares sejam envolvidos. Os autores observam, a partir da revisão da literatura, que muitas vezes o termo transdisciplinaridade se associa aos problemas que exigem um maior nível de integração entre os profissionais nos quais é realmente necessário a quebra de limites "das caixinhas" e que esta quebra é ainda considerada desafiadora e até utópica para muitos. Eles conceituam que o multidisciplinar está associado a um menor nível de integração quando existem objetivos múltiplos e os estudos e pesquisas coexistem em um mesmo cenário. Os pesquisadores compartilham conhecimentos, comparam resultados, mas não existem tentativas de cruzar as fronteiras e gerar novos conhecimentos realmente integrados. Cada membro contribui dentro de suas perspectivas profissionais, dentro de sua formação específica. Já o interdisciplinar exige um pouco mais integração dos diferentes profissionais para a solução de problemas reais, mas que em alguns casos ainda "permitem" que os profissionais fiquem em suas "caixinhas". Interdisciplinaridade vem como contraponto à fragmentação do conhecimento e em favor de uma visão global que respeite a teia de relações e interdependência entre os diversos campos da ciência e da tecnologia. “A interdisciplinaridade deve ir além da mera justaposição de disciplinas, abrindo-se à possibilidade de relacionar as disciplinas em atividades ou projetos de estudos, pesquisa e ação”19. Neste projeto pedagógico, a interdisciplinaridade é incentivada de duas formas, sendo a primeira, através das eletivas livres. As eletivas livres são componentes curriculares que os alunos podem cursar à sua escolha em qualquer outro departamento da UFPE. Dessa forma, não apenas os discentes do curso de Ciência da Computação estarão ampliando seus conhecimentos como também compartilharão seus conhecimentos e experiências com discentes de outros cursos. As eletivas livres funcionam como exemplo de interdisciplinaridade já que a computação, de maneira geral, é entendida como área meio. Ela provê soluções para diversas outras áreas de atuação (como medicina, outras engenharias, economia, administração etc). Sendo assim, é importante que os nossos discentes possam transitar por outros cursos da universidade como é permitido através das eletivas livres. Nesse sentido, entendemos tais componentes como facilitadores da interdisciplinaridade. Claramente, eles também ajudam a prover flexibilidade ao curso já que os discentes têm a oportunidade de escolher não apenas os componentes que cursarão, mas, mais ainda, as áreas desses componentes. 19 https://dspace.unila.edu.br/bitstream/handle/123456789/2591/PIBID1,289-292.pdf?sequence =1) 51 A segunda forma de incentivo à interdisciplinaridade é através da participação de atividades complementares e projetos de extensão que possibilitarão ao discente interagir com docentes e discentes de outras áreas do conhecimento e com a sociedade para a resolução de problemas reais. 11.2 Design e inovação Máquinas e software são concebidos para serem usados por humanos, portanto o seu uso deve ser confortável e intuitivo (NIELSEN, 1993). Ao mesmo tempo, a especificação das soluções ocorre por meio de procedimentos próprios das engenharias, e esses dois conjuntos de variáveis integram o que na literatura de Design é chamado de conjunto de restrições20 . Eles precisam ser considerados sistematicamente a fim de que a solução seja tecnicamente realizável, e culturalmente aceita. E ainda, que a aceitação seja ampla e as pessoas percebam valor na solução e aceitem pagar por ela, para estarmos diante de uma inovação21 . Algumas iniciativas pelo mundo adotam abordagens transdisciplinares de forma extensiva. À guisa de exemplo, o programa de IHC em Ciência da Computação na Universidade de Stanford teve início com a criação de apenas um curso em 1990 e mais tarde com a criação de outros cursos de IHC no mestrado e doutorado em Ciência da Computação. A experiência no ensino de IHC na Universidade de Stanford levou à criação de um programa multidisciplinar em Design chamado d.school (WINOGRAD E VERPLANK, 2005). O d.school tem como objetivo ensinar inovação trazendo estudantes de várias áreas para formar times colaborativos. A visão do programa é de que grandes inovadores e líderes precisam ter um pensamento focado em Design. Muitas universidades ao redor do mundo tiveram seus cursos de ciência da computação avaliados negativamente por não incluir a IHC no currículo como disciplina obrigatória. Centros de pesquisa nesta área também são raros, com raras exceções que se devem quase exclusivamente a entusiastas (RUSU, RUSU, RONCAGLIOLO, 2008). Uma característica intrínseca do raciocínio de Design é a transdisciplinaridade. Em sua quase totalidade, os problemas abordados pelo raciocínio de Design envolvem questões de ordem do humano ou do natural e as soluções são sistemas artificiais (químicas, máquinas, computadores), serviços e processos que atendam às necessidades e façam sentido para os usuários (GUNN e CLAUSEN, 2013]. Os problemas correspondem a relações entre variáveis de distintas áreas do conhecimento humano. Genericamente falando, os problemas da experiência humana que podem ser resolvidos por soluções tecnológicas exigem a mobilização de conhecimentos de várias áreas de conhecimento e carecem de abordagens de Design que integrem e 20 KOSKINEN, Ilpo et al. Design research through practice: From the lab, field, and showroom. IEEE Transactions on Professional Communication, v. 56, n. 3, p. 262-263, 2013. 21 DRUCKER, P. F. (2015). Inovação e espírito empreendedor (entrepreneurship): Prática e princípios, original (1a ed.); tradução de Carlos Malferrari. São Paulo: Cengage Learning. 52 articulem a escolha de formas de raciocínio, técnicas, conceitos e teorias para a sua geração. No Brasil contemporâneo, o raciocínio de Design continua sendo desconhecido e pouco valorizado. O diálogo entre pessoas de diferentes áreas é dificultado por muitos fatores. E essa disposição dicotômica entre áreas, conteúdos, habilidades e competências resulta em um coletivo de profissionais que não consegue resolver problemas complexos para efetivamente inovar em produtos e serviços e nem mesmo consegue reconhecer que as suas competências são complementares. Para os cursos da área de computação, instituições como Association for Computing Machinery (ACM) e Institute of Electrical and Electronic Engineers (IEEE) têm tido um importante papel no desenvolvimento e difusão de modelos de currículo. Em 1988, a ACM Special Interest Group on Computer-Human Interaction (SIGCHI) criou um grupo de desenvolvimento curricular para produzir um conjunto de recomendações para o ensino de Interação Humano Computador (IHC). Em 1992, esse grupo publicou o ACM SIGCHI Curricula for Human-Computer Interaction (HEWETT et al., 1992). O currículo propõe desde a prática de estudos do comportamento de usuário, metodologias de prototipação, desenho e avaliação de interfaces, à adoção de métodos da psicologia cognitiva, etnografia e o uso de métodos qualitativos e quantitativos para entender a experiência de usuários. Numa perspectiva internacional, observou-se uma evolução contínua desses currículos e uma crescente importância atribuída ao tratamento adequado da experiência de usuários em cursos ligados às áreas de Computação. O resultado obtido é a oferta gradativa de disciplinas de Interação Humano Computador em muitos currículos nacionais e internacionais (ACM). Em geral, o ensino de IHC tendia a ser considerado como um tópico de nível avançado, ensinado no terceiro ou quarto ano do currículo atual de computação de graduação e muitas vezes é visto como um componente eletivo, portanto não obrigatório. Ele muitas vezes não era integrado aos processos de engenharia e era frequentemente visto como apenas uma pequena parte do projeto geral do sistema. Numa perspectiva contemporânea, ocorre uma integração mais objetiva e clara de metodologias de design, assim como metodologias científicas no ensino de Ciência da Computação. Iniciativas nacionais como as capitaneadas pela Comissão Especial da Interação Humano Computador da Sociedade Brasileira de Computação (CEIHC/SBC), vinculada ao capítulo brasileiro do ACM SIGCHI, têm procurado estimular o interesse de profissionais para a área, além de difundir a aplicação de métodos, ferramentas e técnicas para IHC (BR-CHI). Algumas iniciativas isoladas de cursos de Ciência da Computação incluem disciplinas de Interação Humano Computador (IHC) em suas matrizes curriculares (GOMES et al., 2007). Esses departamentos seguem currículos internacionais como o da ACM SIGCHI. Outras importantes iniciativas no Brasil, visam promover o desenvolvimento de competências e habilidades para projeto de sistemas e serviços centrados no usuário não somente em cursos de graduação, mas também em cursos técnicos 53 (BOSCARIOLI et al., 2014; BARBOSA E SILVA, 2010). Os cursos preocupam-se principalmente com o desenvolvimento de habilidades de especificação formal e validações centradas no dispositivo, negligenciando os aspectos relacionados à experiência dos usuários em interação com os produtos e serviços. Gerações e mais gerações de técnicos e engenheiros são formados sem que lhes sejam oportunizadas situações para o desenvolvimento de habilidades para incorporar o método científico e os métodos de design no processo de concepção de novos serviços e produtos. Porém, ainda consideramos limitadas as orientações para promover o raciocínio de Design nos currículos nacionais de Computação e Engenharias no Brasil. As diretrizes oficiais do Ministério da Educação para cursos afins não sugerem a inclusão de disciplina de iniciação ao Design. Diretrizes Curriculares do Ministério da Educação (MEC) para cursos de graduação de Computação, em seu PARECER CNE/CES No: 136/2012, reconhecem a importância da criatividade e da inovação, no entanto não fazem qualquer referência ao desenvolvimento de habilidades relacionadas ao raciocínio de design. De forma similar, as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia, por meio da resolução CNE/CES 11, DE 11 DE MARÇO DE 2002 não incluem estas orientações. Não há, portanto, um tratamento integrado ao desenvolvimento de competências de Design na formação inicial de técnicos e engenheiros. Ou seja, apesar de ainda ocuparmos, enquanto nação, posições tímidas nos rankings internacionais de inovação, produção de patentes e soluções de problemas complexos, nossos currículos ainda não incluem as competências do Design como conteúdo obrigatório ou ao menos desejado nos cursos de engenharia e afins. Existem algumas recomendações sobre as maneiras de ensinar HCI e incluir temas de Design em cursos de Engenharia de Software (ES) que talvez possam ser também aplicadas em outros cursos de engenharia (PHILIPS; KEMP, 1998): A exposição nos anos iniciais dos cursos de Engenharia para questões e possibilidades do design de interação entre usuários e produtos; A ligação entre a resolução de problemas e os problemas de interação entre usuários e produtos deve ser estabelecida; A importância da noção de projetar sistemas observando com cuidado o “exterior” em vez de somente o “por dentro” (a perspectiva da “caixa preta”); Os conteúdos devem abranger aspectos relacionados a uma ampla gama de estilos de interação possíveis entre usuários e os produtos e serviços; Os limites que separam os métodos e técnicas do design da interação e da engenharia de produtos ES devem ser retirados e então integrados. Uma abordagem que adota métodos de Design tende a observar os aspectos extrínsecos ao objeto em criação, relativos aos usuários e ao ambiente (necessidades e desejos, frustrações e emoções) e orienta o projeto na direção de criar novas formas 54 de interação com foco na proposição de atributos de valor real para futuros usuários e suas tecnologias. Didaticamente, as abordagens de Design e inovação ajudam a despertar nos estudantes a consciência de produto no sentido amplo, mercadológico, ergonômico, cultural e de inovação (BROWN, 2008). Oliveira (2012) amplia esta discussão da importância da formação para o Design evidenciando que ela se afaste da lógica dominante do paradigma racionalista e funcionalista e se aproxime das preocupações com o bem-estar social, com a sustentabilidade, e com inovações que provoquem emancipação social. 11.3 Assistência às necessidades especiais de discentes Para discentes com necessidades especiais, a UFPE conta com o Núcleo de Acessibilidade – NACE. O Núcleo de Acessibilidade da Universidade Federal de Pernambuco (NACE/UFPE) tem por finalidade apoiar e promover a acessibilidade aos estudantes e servidores com deficiência e/ou outras necessidades específicas, a saber: altas habilidades/superdotação, mobilidade reduzida, transtorno funcional específico da aprendizagem, transtorno global do desenvolvimento e/ou transtornos mentais. As atividades do núcleo são regulamentadas pela Portaria Normativa 04/2016 com suas competências estabelecidas na Portaria Normativa 40/2020. Esta portaria institui o Núcleo de Acessibilidade da Universidade Federal de Pernambuco, como unidade vinculada ao Gabinete do Reitor. O Serviço de Atendimento em Acessibilidade e Inclusão Educacional tem por competência: I - Oferecer suporte às atividades acadêmicas por meio de Atendimento em Acessibilidade e Inclusão Educacional, indicando as adequações necessárias em consonância com a Lei Brasileira de Inclusão e outras diretrizes estabelecidas; II - Orientar e assessorar os docentes para o desenvolvimento de adaptações didático-pedagógicas envolvidas no processo de ensino e aprendizagem dos estudantes com deficiência e/ou outras necessidades educacionais especiais, em parceria com o Laboratório de Acessibilidade e demais setores responsáveis; III - Atuar de forma colaborativa na formação continuada de docentes e técnico-administrativos em educação nas questões relativas à acessibilidade e inclusão educacional no âmbito da Universidade; IV - atuar e colaborar na pesquisa e desenvolvimento de projetos que envolvam as temáticas acessibilidade e inclusão no Ensino Superior; V - Atuar na seleção, acompanhamento e orientação de bolsistas de apoio e estagiários, para o desempenho de atividades relacionadas àquelas desenvolvidas por 55 este Serviço, no acompanhamento de alunos com deficiência e/ou necessidades educacionais especiais; VI - Orientar, assessorar e acompanhar, de forma colaborativa com os setores competentes, o processo de ingresso de candidatos com deficiência pelo Sistema de Seleção Unificada (SiSU), garantindo a observância dos preceitos legais que regem os direitos das pessoas com deficiência; VII - Exercer atividades inerentes às competências da formação específica de cada um dos profissionais do Serviços de Atendimento em Acessibilidade e Inclusão Educacional, em consonância com os preceitos éticos e legais de seus respectivos conselhos profissionais. Registramos também a Resolução nº 11 de 201922 do Conselho Universitário da UFPE que dispõe sobre o atendimento em acessibilidade e inclusão educacional na UFPE. 11.4 Internacionalização De acordo com Jackson (2008), a internacionalização do ensino superior pode assumir diversas formas, como o intercâmbio estudantil entre faculdades, estudo e moradia no exterior, estágios ou aprendizagem de serviços em um país estrangeiro, currículos "globalizados" sobre campus de origem, educação em línguas estrangeiras, área ou estudos culturais, programas de educação internacional ou comparativa e campus no exterior. Ainda segundo o autor, devido a essas várias opções de internacionalização de ensino, um número cada vez maior de universidades está incentivando seus alunos a participar de programas de estudos no exterior, seja por uma oportunidade de crescimento (Ibid.). Neves e Barbosa (2008) fazem um esboço de conceituação do processo de internacionalização e um histórico resumido dos principais traços do nosso sistema de ensino superior e da pós-graduação, analisando a cooperação e as influências internacionais no Brasil. Constatam o caráter ainda incipiente da internacionalização do sistema de ensino superior brasileiro e a baixa proatividade das IES no desenvolvimento de políticas internas para recepção e aproveitamento das oportunidades oferecidas no processo. A implementação da política de internacionalização implica comprometimento efetivo, seja no nível estatal, seja no nível institucional, com sua incorporação explícita 22 https://www.ufpe.br/documents/398575/1965982/Res+2019+11+CONSUNI+%28Disp%C3%B5 e+sobre+Atendimento+em+Acessibilidade+e+Inclus%C3%A3o+Educacional+na+UFPE%29.pd f/4f8da1d0-6bf7-41dc-b490-51827ae946b6 56 nos propósitos e funções atuais da universidade contemporânea (SANTOS FILHO, 2020). Atendendo ao Projeto de Desenvolvimento Institucional (PDI)23 da Universidade Federal de Pernambuco, as disciplinas eletivas podem ser ministradas em língua estrangeira, permitindo, assim, tanto que discentes estrangeiros em intercâmbio na UFPE possam cursá-las quanto que professores visitantes possam ministrar cursos. Para tanto, a solicitação para que a disciplina seja ministrada em outro idioma deve ser aprovada pelo Colegiado do Curso de Ciência da Computação. Essa medida visa a fortalecer a participação da UFPE no programa BRaVE (Brazilian Virtual Exchange) que é uma ação prevista no PDI da UFPE. É importante observar que, de acordo com a Resolução 09/2019 do CEPE/UFPE, é possível ofertar disciplinas internacionalizadas junto com Instituições de Ensino Superior parceiras em outras línguas, observadas todas as condições definidas na resolução vigente na UFPE. 11.5 Atividades Práticas Supervisionadas (APS's) De acordo com a Resolução 03/2023 do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE) da UFPE, o curso de Ciência da Computação estabelece a possibilidade de creditação de Atividades Práticas Supervisionadas dentro de seus componentes curriculares. A saber, de acordo com a referida resolução, são consideradas APS: estudos dirigidos, trabalhos individuais, trabalhos em grupo, atividades em biblioteca, desenvolvimento de projetos, atividades em laboratório, atividades de campo, oficinas, pesquisas, estudos de casos, seminários, desenvolvimento de trabalhos acadêmicos específicos, dentre outros, podendo ser desenvolvidas no formato de atividades mediadas por tecnologia, utilizando os ambientes virtuais de aprendizagem disponibilizados pela UFPE. As APS podem ser adotadas como parte da carga horária de qualquer componente curricular do curso, cabendo a cada docente avaliar a possibilidade de seu uso no componente curricular que é responsável. As APS constituem parte da carga horária dos componentes curriculares teórico, prático ou teórico-prático aos quais se vinculam, podendo ser adotadas em qualquer semestre letivo, e a qualquer momento do semestre letivo, não havendo obrigatoriedade de sua continuidade em semestres seguintes para o mesmo componente curricular. As APS podem utilizar o equivalente a até 4 (quatro) semanas ou 23% da carga horária prevista para o componente curricular no semestre letivo, desde que especificada no plano de ensino do docente, não tendo necessidade de horário pré-estabelecido. 23 https://www.ufpe.br/documents/38954/1956380/Plano+de+Desenvolvimento+Institucional+UFP E+2019_2023+atualizado+em+10_10_19.pdf/37357c88-c4df-4b34-84e7-f52eb6808ad9 57 As APS serão avaliadas pelos docentes responsáveis pelo componente curricular a elas vinculado, observando a resolução vigente acerca de normas da avaliação da aprendizagem escolar. É necessário que a APS corrigida seja armazenada pelo docente para fins de comprovação, se necessário. Não cabe o aproveitamento das APS como Atividades Complementares e/ou Atividade Curricular de Extensão (ACEx), por se tratar de composição da carga horária do componente curricular. 58 12 Sistemáticas de Avaliação A prática de processos avaliativos na Educação remete a temas relacionados à eficiência dos métodos educacionais, cuja origem ocorreu no Século XVII. Segundo Perrenoud (1999, p. 9)24, não se trata de “uma tortura medieval”, mas está relacionada à fundação dos primeiros colégios ainda no Século XVII. Posteriormente, avaliar vincula-se ao ensino das massas e à escolaridade obrigatória. Uma importante definição da avaliação foi apresentada por Bloom; Hastings; Madaus (1971)25, quando afirmaram que a avaliação requer do professor a coleta sistemática e diversificada de evidências das produções dos estudantes. Para caracterizar a importância do processo avaliativo nos métodos de ensino e aprendizagem, Lück (2003) aborda teorias, pesquisas e concepções educacionais e de aprendizagem que fundamentam abordagens de avaliação como um mecanismo de motivação e engajamento. A avaliação é parte ativa do processo de aprendizagem, pois quando bem planejada pode exercer função de estímulo ao aprendizado. Lück (Ibid.) ressalta que a avaliação enquanto processo só ocorre quando os professores coletam dados e informações para poderem constatar evidências do que realmente está acontecendo com a aprendizagem. Quando identificada alguma dificuldade, compete ao professor mobilizar mecanismos, métodos e práticas pedagógicas para que o problema seja sanado. O objetivo da avaliação deve ser melhorar a aprendizagem e estimular a construção de conhecimento, enquanto garante sentido ao processo de ensino e aprendizagem para as partes envolvidas. A avaliação é um eficiente mecanismo para manter desempenho satisfatório dos estudantes e para que sejam capazes de dominar e incorporar valores, habilidades e conhecimentos (ESTEBAN, 2002). A avaliação deve estimulá-los a tomar consciência do ato de aprender algo novo. Adotamos uma percepção menos classificatória sobre os processos de avaliação. As avaliações não se restringem a notas e se o estudante aprendeu ou não. Em cada momento da formação as avaliações devem apontar estratégias e recursos que contribuam com o desenvolvimento dos estudantes. Avaliações tornam-se experiências de aprendizagem, ao invés de apenas uma aferição de objetivo atingido (HASE e KENYON, 2000). Ademais, como já mencionado no tópico anterior, a ótica heutagógica enfatiza a provisão de fontes para consulta ao invés de conteúdo. Alguns princípios devem nortear a avaliação da aprendizagem dos estudantes. Primeiro, a avaliação tem de estar alinhada com os objetivos do aprendizado nas disciplinas, desta forma, assegurando que o que se esperava como construção de conhecimento por parte dos estudantes, de fato, aconteceu. Alinhado a isso, as 24 PERRENOUD, P. Construir as competências desde a escola Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 1999. Bloom, B. S., Madaus, G. F., & Hastings, J. T. (1971). Handbook on Formative 25 and Summative Evaluation of Student Learning. New York: McGraw-Hill. 59 estratégias de ensino devem reforçar os objetivos do aprendizado. Segundo, em relação aos docentes, as avaliações devem levar à reflexão para refinamento das práticas de ensino. Por fim, numa perspectiva de mais longo prazo, ou seja, aquela não limitada ao tempo de desenvolvimento de disciplinas, a sistemática de avaliação deve servir para a obtenção de dados, pela Coordenação de Curso e pelo NDE, que fundamentem o refinamento de currículos, visando a preparação dos estudantes para um mundo do trabalho em constante mudança. Constata-se que a lógica de medição dos conteúdos ensinados por provas de certo e errado produzem a alienação do trabalho do professor e do estudante, inclusive pelo aspecto de fragmentação do próprio conhecimento, o que termina por degradar a qualidade da experiência no ambiente educativo. Verifica-se que até o final do século XX havia uma preocupação com aspectos mensuráveis e quantitativos. Avaliação com foco em medir desempenho. Com a evolução da Ciência da Educação, observa-se que a avaliação não deveria se restringir a realizar exames ou provas para verificar os objetivos curriculares estabelecidos. As abordagens contemporâneas consideram não somente as produções quantitativas, mas também as atividades subjetivas e imateriais dos processos cognitivos. 12.1 Paradigmas de avaliação adotados Há três paradigmas predominantes de avaliação adotados: diagnóstica, formativa e somativa (BLOOM; HASTINGS; MADAUS, 1971). A avaliação diagnóstica pode ser aplicada a qualquer momento de um curso com o objetivo de estimar o conhecimento, as habilidades, as carências do estudante e auxiliar no direcionamento do melhor processo de ensino (BENFATTI, 2005). Com base no diagnóstico, estudantes podem iniciar o curso num ponto mais avançado, o que evita introduções ou recapitulações desnecessárias. Este tipo de avaliação deve ocorrer antes e durante o processo de ensino e aprendizagem, pois sua finalidade é verificar o conhecimento prévio de estudantes e descobrir as causas subjacentes às deficiências de aprendizagem observadas durante a evolução da disciplina. As avaliações formativas devem ocorrer de modo contínuo no processo de aprendizagem. O objetivo é contribuir para a formação do conhecimento do estudante. Ocorre durante todo o processo de ensino-aprendizagem e visa identificar o domínio de um determinado conteúdo por parte do estudante, assim como os saberes que não foram retidos. Esta checagem auxilia o professor e o estudante a atingirem os objetivos da disciplina, pois podem identificar aspectos que precisam ser modificados para o domínio do conhecimento. Tavares (2007) ressalta que a finalidade deste tipo de avaliação permite acompanhar a evolução do estudante durante a formação, além 60 de verificar necessidades específicas e como superar dificuldades para obter melhores resultados. Os paradigmas diagnósticos e formativos correspondem a um paradigma contemporâneo de desenvolvimento na medida que ele coloca o professor não como um instrumento para avaliar os estudantes, mas atuando em continuidade com esse processo e transformando-se ele mesmo no próprio instrumento de avaliação. Nesse processo dá-se voz aos estudantes e permite-lhe a expressão de suas formas idiossincráticas e intermediárias de conceptualização e entendimento. Tem-se a oportunidade de participar de sua formação de uma forma mais próxima. Por outro lado, as avaliações diagnósticas e formativas são as modalidades opostas às avaliações centradas na ideia de medida através de instrumentos de avaliação. Essas são denominadas avaliações somativas. Esse nome advém do fato de adotarmos instrumentos de medida que pretendem capturar a ‘soma’ do processo de aprendizagem dos estudantes. No entanto, isso não é possível. Eles permitem avaliar apenas alguns aspectos do complexo processo de desenvolvimento que ocorre mediante múltiplas interações e mediações. Avaliações somativas geralmente são aplicadas durante o processo de aprendizagem ou ao final de um curso ou um módulo, com o objetivo de acompanhar se as metas foram alcançadas e assim fornecer indicativos de necessidades de ajustes ou quantificar o aprendizado, de acordo com uma escala classificatória para efeito de aprovação ou reprovação (KRAEMER, 2005). É uma avaliação geral que verifica se os objetivos mais amplos foram atingidos. Tal paradigma empirista de avaliação limita os papéis de estudantes a simples receptores passivos de conhecimentos, enquanto o professor ocupa o espaço de único detentor e repassador de conhecimentos no sistema educacional. Isto ocorre em atos que se restringem a medir conhecimentos adquiridos através do certo e do errado, associando erro ao estado do “não saber” e acerto ao estado de sabedoria, medidos pela coincidência das respostas aos conhecimentos passados nas aulas (ESTEBAN et al., 2003). Nesta perspectiva, a avaliação deixa de ser atividade ativa do aprendizado e torna-se mera representação do conhecimento armazenado até o momento da prova, sendo uma avaliação parcial e provisória complexo processo de desenvolvimento (SANT’ANNA, 2000). Do ponto de vista da avaliação somativa, há procedimentos e instrumentos avaliativos que tradicionalmente são adotados no curso de Ciência da Computação, tais como: provas, projetos (individuais ou em grupo), exercícios, listas de exercícios, seminários e outros. Historicamente a avaliação de aprendizagem realizada em disciplinas do Curso de Ciência da Computação (UFPE) tem tido a verificação como propósito principal. O resultado dessa avaliação também serve como base em processos classificatórios ou seletivos, como aqueles relacionados às atividades de monitoria ou iniciação científica. Comumente, esse processo avaliativo insere-se em uma prática pedagógica que pode ser descrita na seguinte sequência de ações: apresentação de conteúdo novo por meio de exposição, aplicação de exercícios de fixação, resolução de dúvidas a respeito dos exercícios, avaliação dos estudantes (em geral por meio de testes, provas 61 e projetos), correção a fim de determinar pontuação e o ciclo se reinicia com apresentação de novo conteúdo, em geral associada ao início de uma nova unidade dentro do programa da disciplina. Ao longo deste processo, não há, em geral, uma prática que leve à reflexão sobre erros ou falhas que se mostram como limitadores da aprendizagem. Daí a necessidade de acrescentarmos ao processo de avaliação a prática da avaliação formativa (TAVARES, 2007) como meio para a reflexão e reorientação das ações ou práticas pedagógicas a fim de adequá-las às dificuldades de aprendizagem comuns aos estudantes. Uma ferramenta que pode ser adotada para a avaliação formativa, mas não necessariamente limitada a esta é conhecida como "Inventário de Conceitos" 26. Trata-se de uma técnica padronizada para medir a compreensão que estudantes têm a respeito dos tópicos principais de um assunto. O papel do Inventário de Conceitos, por se concentrar em tópicos relevantes, é diferente de uma avaliação que requer cálculos detalhados, por exemplo. Também pode ser usado para se ter uma medida da evolução dos estudantes a respeito de certo assunto, quando utilizado no início e também no final de uma disciplina. Na prática, um teste para inventário de conceitos é constituído de questões de múltipla escolha a fim de revelar um mal entendimento a respeito de um assunto. Há trabalhos envolvendo, por exemplo, inventário de conceitos para um curso introdutório de programação. Pode-se ir um pouco além da simples tentativa de compreender o aprendizado dos estudantes na busca de compreender até que ponto os estudantes estão cientes dos passos que utilizam na solução de problemas e como eles podem explicar estes passos. Técnicas de avaliação em sala de aula podem ser utilizadas como meio para obter a resposta na direção de como os estudantes refletem sobre o próprio aprendizado. Diversas técnicas para avaliação em sala de aula foram sugeridas por Angelo e Cross27. Algumas delas são: ● Resposta minuto: consiste em colocar uma ou duas questões com as quais os estudantes devem identificar os assuntos mais importantes que aprenderam em uma aula, discussão ou exercício. Deve-se dar um ou dois minutos para os estudantes escreverem as respostas. Uma avaliação rápida delas permitirá determinar se eles identificaram o que, sob a ótica do docente, é mais importante. ● Ponto mais obscuro: Similar à técnica anterior, mas com o foco nas áreas em que há confusão. A resposta deve ser dada à pergunta sobre o ponto que ficou mais obscuro na aula, texto ou exercício. A resposta deve ser dada também em um ou dois minutos. ● Tarefa de reconhecimento de problemas: consiste em identificar problemas que podem ser solucionados por técnicas ou métodos que estão sendo estudados naquele momento. Pode-se solicitar aos 26 C. Taylor, D. Zingaro, L. Porter, K.C. Webb, C.B. Lee & M. Clancy (2014): Computer science concept inventies: past and future, Computer Science Education, DOI: 10.1080/08993408.2014.970779 27 THOMAS, A; CROSS, K. P. Classroom Assessment Techniques: A Handbook for College Teachers. San Francisco: Jossey-Bass. 1993. 62 estudantes que métodos são mais adequados para que problemas sem que se desenvolva a solução. O mais adequado, neste caso, seria ter uma associação entre uma técnica e um problema. ● Soluções documentadas de problemas: dados de um a três problemas, solicita-se aos estudantes que escrevam os passos necessários para a construção da solução, com explicações sobre os passos utilizados. Esta técnica pode ser utilizada como um meio de aferir habilidades de resolução de problemas, podendo ser utilizada tanto no início de uma disciplina quanto ao longo dela. Os benefícios esperados do uso destas técnicas podem ser vistos sob os pontos de vista dos docentes e dos discentes. Primeiro, para os docentes, é possível obter feedback em curto prazo sobre o processo diário de processo de ensino-aprendizagem em um momento em que ainda é possível fazer ajustes e correções neste processo. Segundo, provê informação útil a respeito do aprendizado dos estudantes com um investimento mais baixo de tempo quando comparado a provas, testes, ou outras técnicas tradicionais de avaliação. Do ponto de vista dos estudantes, primeiramente, permite o engajamento deles no processo de avaliação. Segundo, indica a necessidade de alteração de habilidades ou técnicas de estudo. Por fim, permite que sejam tão honestos quanto possível quando feito sob anonimato. 12.2 Avaliação na UFPE A avaliação constitui processo essencialmente educativo, relacionado à análise e reflexão permanente e global dos processos educacionais que subsidiam tomadas de decisão consequentes, visando à efetivação, em nível de excelência, da missão institucional que se materializa no atendimento às necessidades de formação de pessoas para atuação no setor industrial e na sociedade em seu conjunto. Com base nessa premissa, a avaliação é considerada nos níveis da aprendizagem, educacional e institucional conforme a concepção de avaliação da UFPE que está descrita no PDI 2019-202328. Os níveis institucional e educacional se efetivam por meio de mecanismos de avaliação diversificados em conformidade com o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior – SINAES (instituído pela Lei nº 10.861, de 14 de abril de 2004), onde estão previstas avaliações institucionais, de curso e de desempenho dos estudantes de curso de graduação, esta é materializada por meio do ENADE. Há ainda, a previsão de atuação de uma comissão interna denominada de Comissão Própria de Avaliação (CPA) que contribui na condução dos processos avaliativos internos da instituição, sistematização e prestação de informações solicitadas pelo INEP. Esses processos avaliativos são considerados subsídios importantes para os processos de regulação e supervisão previstos pelo MEC. Considera-se que a avaliação da aprendizagem constitui o alicerce, a base sobre a qual se assentam os demais níveis de avaliação. A garantia de um processo de aprendizagem de qualidade representa o alvo para o qual convergem os esforços 28 https://drive.google.com/file/d/1_qofO89n1c5cMhGZOfqOx7V_XaNGHk2U/view?usp=sharing 63 de todos os envolvidos. Os resultados da avaliação, nesse nível, sinalizam, como um termômetro, o estágio em que se encontram os discentes, bem como orientam a adoção de estratégias compatíveis com esse estágio. Nesse sentido, a avaliação da aprendizagem terá enfoque processual, apoiando-se nas funções clássicas: diagnóstica, formativa e somativa. Critérios qualitativos e quantitativos orientarão a avaliação, com ênfase nos desempenhos que são considerados críticos por indicarem se ocorreu ou não a aquisição de competências essenciais para o desempenho profissional do futuro bacharel em Ciência da Computação. Tais critérios se referenciam nos conhecimentos, habilidades e atitudes/valores profissionais essenciais: ● domínio de fundamentos científicos e técnico-tecnológicos, ● resolução de situações-problema por meio da adequada aplicação de conceitos e procedimentos, ● formulação de soluções originais a problemas específicos da área, ● desenvolvimento de habilidades intelectuais, atitudes e valores como autonomia, cumprimento, organização e qualidade das produções, capacidade de planejamento, de decisão, de contribuir em equipe, de argumentação, proatividade, entre outras consideradas fundamentais pelos docentes. Os aspectos qualitativos da avaliação preponderam sobre os quantitativos. Para tanto, definem-se critérios críticos de desempenho visando à aprovação. Ambos os aspectos, qualitativos e quantitativos, serão considerados, de forma integrada, na avaliação de desempenho dos discentes, com base nos critérios críticos. Entende-se por critérios críticos de desempenho aqueles essenciais, os que devem ser tomados como referência básica para o acompanhamento e orientação ao discente e para a tomada de decisão quanto à sua progressão ou retenção. Os procedimentos, técnicas e instrumentos avaliativos a serem aplicados aos discentes terão como referência o perfil profissional de competências definido, considerando as dimensões do desempenho nos campos do conhecimento, habilidades, atitudes e valores. Tais procedimentos e instrumentos avaliativos serão diversificados de modo a permitir a expressão de diferentes formas de raciocínio e de construção do conhecimento. Um dos importantes instrumentos de avaliação somativa é o Trabalho de Conclusão de Curso – TCC, o qual ensejará aos discentes articular e contextualizar suas experiências de aprendizagem. A avaliação focalizará os resultados apresentados comparativamente aos critérios planejados por docentes e discentes. De acordo com a resolução nº 20/2015 CCEPE, alterada pelas resoluções nº 09/2016, 09/2018, 02/2020, o estágio não obrigatório será acompanhado por um professor do CIn que é o orientador do aluno e por um profissional da empresa, o supervisor. O aluno será avaliado com base em plano formulado pelo discente, no 64 relatório final entregue pelo discente e na avaliação do supervisor da instituição concedente do estágio. O discente será orientado para adoção de postura de autoavaliação que estimule um posicionamento lúcido e consequente em relação a seus avanços e dificuldades. Para tanto, terá acesso aos critérios em relação aos quais será avaliado, por meio do diálogo com o docente. Visando garantir a continuidade de estudos a Resolução nº 19 / 2022 CEPE/UFPE29 - regulamenta na UFPE o Acompanhamento de Estudos em Situações Excepcionais (AESE) no âmbito dos cursos de graduação, considerando os seguintes normativos de âmbito nacional: Decreto-Lei nº 1.044, de 21 de outubro de 1969; Lei nº 6.202, de 17 de abril de 1975. Nesse sentido, é assegurada a execução de um programa de estudos, prescrito pelo/a docente em substituição às atividades presenciais, a serem desenvolvidas pelo/a discente no período de afastamento nos casos previstos no Art. 2º da supracitada resolução. A acessibilidade no processo avaliativo é viabilizada por meio de ações articuladas e orientadas para assegurar a inclusão educacional, envolvendo docentes das disciplinas, coordenação do curso, técnicos-administrativos, monitores das disciplinas e outros setores da universidade, garantindo, entre outras medidas: adequações do processo avaliativo aos estudantes que apresentem deficiência de natureza física, mental, intelectual ou sensorial e/ou outras necessidades especiais (altas habilidades/superdotação, mobilidade reduzida, transtorno funcional específico da aprendizagem, transtorno global do desenvolvimento e/ou transtornos mentais, incluindo o transtorno do espectro autista). A Resolução nº 11 de 2019 do Conselho Universitário da UFPE dispõe sobre o atendimento a necessidades educacionais especiais dos discentes. Dito isso, vale acrescentar que a política de atendimento em acessibilidade e inclusão educacional é destinada ao seguinte público: I - pessoa com deficiência nas áreas auditiva, visual, física, intelectual ou múltipla; II - pessoa com transtorno do espectro autista (TEA); III - pessoa com altas habilidades/superdotação; IV - pessoa com transtorno específico da aprendizagem: dislexia, discalculia, disortografia, disgrafia e transtorno do déficit de atenção e hiperatividade (TDAH); V - pessoa com mobilidade reduzida. De acordo com a Resolução nº 4 de 1994, CCEPE/UFPE30, a frequência às atividades escolares é obrigatória, considerando-se reprovado o aluno que não tiver comprovada sua participação em pelo menos 75% (setenta e cinco por cento) das aulas teóricas ou práticas computadas separadamente, ou ao mesmo percentual de avaliações parciais de aproveitamento escolar. A avaliação de aproveitamento será feita: 29 Disponível em: https://sigrh.ufpe.br/sigrh/downloadArquivo?idArquivo=1227459&key=4af0ce6c46f8a34cb67310 843265cc76. Acesso em: 28 jun. 2023. 30 https://www.ufpe.br/documents/39459/0/resolucao_04_1994.pdf/b2179116-4093-4bcf-8329-34e 776eb8006 65 I - Ao longo do período letivo, mediante, no mínimo, duas verificações parciais, sob forma de provas escritas, orais ou práticas, trabalhos escritos ou de campo, seminários, testes ou outros instrumentos constantes no plano de ensino. II - Ao fim do período letivo, depois de cumprido o programa da disciplina, mediante verificação do aproveitamento de seu conteúdo total, sob a forma de exame final. A avaliação de aproveitamento será expressa em graus numéricos de 0,0 (zero) a 10,0 (dez), sempre com um dígito à direita da vírgula, atribuídos a cada verificação parcial e no exame final. Após o julgamento da última verificação parcial será extraída a média parcial de cada aluno, na forma preconizada no plano de ensino daquele período. O aluno será considerado aprovado na disciplina com dispensa do exame final se comprovar o mínimo de frequência estabelecido e obtiver uma média parcial igual ou superior a 7,0 (sete). Comprovado o mínimo de frequência estabelecido na Resolução em vigor na UFPE, o aluno será considerado APROVADO na disciplina se obtiver simultaneamente: (i) Média parcial e nota do exame final não inferiores a 3,0 (três); (ii) Média final não inferior a 5,0 (cinco), observando que a Média Final será a Média aritmética entre a Média Parcial e a nota do Exame Final. Poderá ser concedida 2ª. chamada exclusivamente para exame final ou para uma avaliação parcial especificada no plano de ensino da disciplina. Tal concessão de 2ª. chamada dependerá da justificativa apresentada, com documentação comprobatória, para a falta do aluno na data prevista, mediante requerimento entregue ao coordenador do curso ou da área dentro do prazo de 05 (cinco) dias úteis decorridos da realização da prova pela sua turma. Deferido o requerimento, com base na Legislação Federal específica, a 2ª. chamada deverá ser realizada dentro do prazo de 08 (oito) dias, contados a partir da última avaliação parcial, abrangendo todo o conteúdo programático da disciplina. O professor responsável pela disciplina deve divulgar sua programação (Plano de Ensino) antes do início das aulas. As avaliações (exercícios escolares) poderão incluir dinâmicas ativas e híbridas dos seguintes tipos: trabalho prático ou teórico, seminário, lista de exercício, prova oral, prova escrita, subjetiva e objetiva, em grupo ou individual, desde que compatibilizados com o tipo de disciplina, seus objetivos e com o programa desenvolvido pelo docente. Quando se tratar de outro tipo de atividade, a avaliação será feita como indicado abaixo: ● A nota de Estágio Não-obrigatório será computada com base em plano formulado pelo discente, no relatório final entregue pelo discente e na avaliação do supervisor da instituição concedente do estágio (ver Anexo II). ● O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) será avaliado pela média aritmética das notas atribuídas por uma Comissão Examinadora constituída de dois professores, sendo o Orientador do TCC membro nato dessa comissão e, 66 obrigatoriamente, um(a) outro(a) professor(a) do CIn/UFPE. A comissão avaliará o documento e a apresentação oral do TCC, em relação ao conteúdo, a clareza, o poder de síntese e o domínio do tema (ver Anexo III). ● As atividades de pesquisa, extensão e monitoria devem estar de acordo com a resolução vigente da UFPE e serão avaliadas pela nota atribuída pelo Professor Orientador, em função do desempenho global do aluno na atividade específica, documentada por cópia do relatório final de atividades realizadas ou de trabalho (s) aceito (s) para publicação. Qualquer outra forma de avaliação deverá ser informada ao Colegiado do Curso de Ciência da Computação para apreciação e aprovação ou não, de acordo com as normas vigentes na UFPE. De acordo com o parágrafo 2º, do artigo 47 da Lei no 9.394, de 1996 (Lei de Diretrizes de Base da Educação), a UFPE, através da Resolução nº 07/201331, do CCEPE, regulamenta o programa de aceleração de estudos para alunos de extraordinário desempenho acadêmico. O objetivo do programa é reduzir o tempo necessário para integralização do curso. O estudante interessado em comprovar extraordinário aproveitamento de estudos deverá instaurar processo junto ao Protocolo Geral da UFPE, com pedido dirigido à Coordenação do respectivo curso, atendendo, simultaneamente, aos seguintes requisitos: I. ter cursado, com aproveitamento, no mínimo, 75% (setenta e cinco por cento) da carga horária total do curso de graduação ao qual é vinculado; II. não tenha ultrapassado o prazo normal de duração do curso; III. não possua reprovação, de qualquer tipo, registrada em seu histórico escolar; IV. tenha obtido aprovação por média em todas as disciplinas cursadas; V. caso possua dispensas de disciplinas registradas em seu histórico escolar, essas não ultrapassem o percentual de 25% (vinte e cinco por cento) da carga horária total do curso; VI. não apresente matrícula vínculo; VII. apresente média geral no mínimo 10% (dez por cento) superior à média aritmética calculada entre os prováveis concluintes do mesmo curso, assim considerados os discentes que tenham cursado mais de 90% (noventa por cento) da carga horária total do curso, informada pelo sistema de gestão acadêmica vigente. 12.3 Avaliação das condições de ensino De acordo com a Resolução nº 10/2017 do CCEPE, a avaliação das condições de ensino na UFPE deve: i) ser guiada pelos princípios de institucionalidade, 31 https://www.ufpe.br/documents/398575/434885/Res+2013+07+CCEPE.pdf/ddaac010-5310-424 8-85ec-bc53f465a31d 67 impessoalidade e qualificação dos processos de ensino e ii) compreender a avaliação da infraestrutura física (realizada a cada dois anos), da avaliação do docente pelo discente (realizada a cada semestre) e da autoavaliação docente e discente (realizada a cada ano). Essas avaliações estarão disponíveis no Sistema de Informação Acadêmica da UFPE, durante um período de 30 (trinta dias), a ser definido no calendário acadêmico anual e o resultado da avaliação do docente pelo discente é divulgada de forma privada para cada docente, sendo que estes resultados podem ser utilizados institucionalmente nos Processos Administrativos de avaliação de desempenho no Estágio Probatório, de Progressão e Promoção do docente e em Processos Administrativos Disciplinares, mediante solicitação do órgão competente. Além disso, os Cursos, Departamentos, Núcleos e Centros Acadêmicos podem ter acesso aos resultados da avaliação dos cursos por meio de relatórios com dados consolidados para conhecimento, análise e intervenções pedagógicas. A avaliação docente pelo discente foi regulamentada pela Resolução nº 10/2017 do CCEPE. Ao final de cada semestre letivo, os discentes são convocados para, voluntariamente, avaliarem os professores que ministraram aulas para eles ao longo do semestre. Tudo é feito através do sistema de gestão acadêmica da UFPE. Os discentes avaliam os seguintes critérios em relação aos docentes de cada disciplina: ● Disponibilizou e discutiu o plano de ensino da disciplina. O plano é composto por ementa, objetivos, conteúdos, metodologia, avaliação, cronograma e bibliografia. ● Trabalhou conteúdos ajustados ao alcance dos objetivos da disciplina. ● Desenvolveu estratégias de ensino pertinentes à compreensão dos conteúdos (estratégias de ensino referem-se a aulas expositivas, seminários, estudos em grupo, aulas de campo, entre outras) ● Utilizou recursos didáticos favoráveis à compreensão dos conteúdos. ● Adotou critérios e instrumentos de avaliação condizentes com as estratégias de ensino. ● Estabeleceu uma relação respeitosa com os alunos e alunas. ● Promoveu a participação dos/as estudantes nas aulas e nas atividades da disciplina. ● Mostrou-se disponível para o atendimento aos/às estudantes fora do horário de aula. ● Compareceu com regularidade às aulas. ● Cumpriu integralmente a carga horária da disciplina (ministrou todas as aulas previstas; respeitou os horários de início e final das aulas). Além da avaliação de docente pelo discente, a autoavaliação do docente e do discente será realizada a cada ano; e haverá uma avaliação das condições de infraestrutura a cada dois anos. 68 12.4 Avaliação e acompanhamento da concretização do projeto pedagógico A avaliação do desenvolvimento do Projeto Pedagógico dar-se-á em relação ao cumprimento de seus objetivos, perfil do egresso e habilidades e competências. A avaliação será realizada também com relação à necessidade de flexibilização curricular ou de modificação da estrutura curricular, das atividades complementares e do corpo docente e discente. O curso de Ciência da Computação possui um Núcleo Docente Estruturante (NDE) constituído por docentes de reconhecida experiência e destaque acadêmico, responsáveis pelo acompanhamento do Projeto Pedagógico do Curso (PPC), em consonância com a Resolução nº 01, de 17 de junho de 2010 da Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior (CONAES). Considerando a Resolução nº 1/2013-CCEPE/UFPE, em vigor no momento de preparação deste projeto, são atribuições do Núcleo Docente Estruturante (NDE): I. assessorar a coordenação do curso de graduação nos processos de implantação, execução, avaliação e atualização do Projeto Pedagógico de Curso, de modo coparticipativo; II. zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes constantes no currículo, contribuindo para a consolidação do perfil profissional do egresso do curso; III. indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e extensão, oriundas de necessidades da graduação, de exigência do mercado de trabalho e alinhadas com as políticas públicas relativas à área de conhecimento do curso; IV. incentivar o desenvolvimento de profissionais com formação cidadã, humanista, crítica, ética e reflexiva; V. zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Graduação; VI. zelar pela proposição de projetos pedagógicos alinhados e consonantes com o Projeto Pedagógico Institucional. Assim, cabe ao NDE a avaliação da concretização deste projeto pedagógico. Com o objetivo de verificar a necessidade de atualização do PPC, o NDE levará em conta vários indicadores, entre os quais pode-se citar os seguintes: ● Os resultados das provas do ENADE; ● Conceito preliminar do curso (CPC); ● O resultado do questionário socioeconômico do ENADE; ● Avaliações institucionais e acadêmicas realizadas pela UFPE; 69 ● Avaliações promovidas pelo próprio CIn, pelo Diretório Acadêmico do Centro de Informática. O NDE será responsável por promover a avaliação do PPC através da elaboração de um relatório realizado a cada 5 (cinco) anos (tempo usual de formação de uma turma). Nesse primeiro momento de implantação, uma avaliação do aprendizado dos discentes e satisfação será feita ao término do primeiro ano a fim de avaliar a formação básica em computação. Uma nova avaliação será feita ao término do segundo ano, agora podendo avaliar a maturidade dos componentes do primeiro ano e o desenvolvimento dos alunos das primeiras turmas do novo perfil que concluirão o núcleo básico. Após isso, três anos depois, será feita a primeira avaliação de 5 anos. Caso seja necessário, o NDE avaliará a redução desse tempo para um acompanhamento mais próximo do desempenho dos discentes. 70 13 Organização Curricular do Curso Para fins de motivação aos discentes recém-ingressos na Universidade, os cursos do Centro de Informática procuram colocar os novos estudantes em contato com os elementos básicos da computação desde seu primeiro período. Assim, além de começar a formação profissional do estudante na área das ciências exatas, também começamos sua formação como profissional de Computação dentro do elemento que é comum a todas as áreas da Computação: programação. Além disso, já há o início da formação em sistemas básicos de Computação a partir do componente que apresenta conceitos básicos de hardware. Nesse sentido, os novos discentes cursam, no primeiro período, as disciplinas “Introdução à Programação”, “Sistemas Digitais”, “Concepção de Artefatos Digitais” e "Matemática Discreta", todas ministradas por professores do Centro de Informática. Ao final deste período, o estudante deve ser capaz de implementar soluções algorítmicas, em uma linguagem de programação de alto nível, utilizando conceitos como decomposição de programas em funções, por exemplo. Além destes aspectos técnicos, espera-se o desenvolvimento da capacidade do trabalho em equipe, de comunicação, divisão de tarefas e organização destas no tempo. Conceitos básicos de sistemas digitais são apresentados também neste período, bem como conceitos relativos à concepção de artefatos digitais a partir dos principais conceitos, abordagens, métodos e técnicas envolvidos na concepção de produtos e serviços. Há também formação nos fundamentos da Matemática Discreta, com conceitos que são utilizados em várias áreas da Ciência da Computação. A carga horária deste período totaliza 300 horas. No segundo período, há continuidade na formação em programação, com estudo de estruturas de dados no contexto de linguagens orientadas a objetos, no componente "Estruturas de dados orientadas a objetos". A formação a respeito de sistemas básicos da Computação continua por meio do componente "Arquitetura de Computadores e Sistemas Operacionais". O componente "Desenvolvimento de Software" visa o entendimento e aplicação de conceitos essenciais do desenvolvimento de software, compreender e justificar decisões técnicas e fundamentais no desenvolvimento, e comunicar-se efetivamente no contexto de um time de engenharia e com stakeholders. Além das competências técnicas, este componente também visa o desenvolvimento de competências não-técnicas no trabalho em equipe e gestão destas. A formação em Matemática continua com o componente "Cálculo 1", em que são apresentados conceitos da Matemática (do Contínuo, não Discreta). A carga horária deste período totaliza 300 horas. O terceiro período é composto pelos componentes curriculares "Algoritmos", "Álgebra Vetorial e Linear para Computação", "Banco de Dados" e "Integração e Evolução de Sistemas de Informação". A formação nos fundamentos matemáticos da Computação tem continuidade com o componente "Álgebra Vetorial e Linear para Computação", que apresenta fundamentação matemática para aplicações em diversas 71 áreas da Computação. A formação em Programação e Algoritmos continua com o componente "Algoritmos" que visa apresentar algoritmos, técnicas de construção e análise deles. Um dos objetivos é estimular estudantes a desenvolverem a capacidade para determinar o custo dos algoritmos, tornando-os capazes de escolher e adaptar as soluções algorítmicas mais apropriadas para um problema prático específico. O componente "Banco de Dados" dá continuidade à formação em sistemas básicos da Computação, visando o conhecimento de sistema de gerenciamento de banco de dados, bem como técnicas para modelagem de dados, por exemplo. O componente "Integração e Evolução de Sistemas de Informação" visa entender e aplicar os conceitos e fundamentos relacionados ao ciclo de vida de evolução e integração de sistemas de informação em um contexto de projeto real. Este componente também visa estimular o desenvolvimento de habilidades a partir do trabalho em grupo e resolução de problemas que estimule a colaboração, comunicação, criatividade, pensamento crítico, coordenação, liderança e resolução de conflitos. A carga horária deste período totaliza 300 horas. No quarto período, o componente curricular "Lógica para Computação" apresenta os fundamentos de Lógica Matemática para a Computação. Do ponto de vista de sistemas básicos da Computação, o componente "Introdução a Sistemas Distribuídos e Redes de Computadores" visa compreender os principais modelos de programação distribuída, middlewares e fundamentos sobre redes e interconexão destas. O componente "Aprendizado de Máquina e Ciência de Dados" visa entender as etapas relativas a serviços baseado em dados (engenharia e ciência de dados) e conhecer técnicas para implementação de cada etapa, bem como vivenciar a construção de um projeto com dados reais envolvendo todo o ciclo de vida de dados, refletindo também sobre as implicações éticas e legais. O componente curricular "Estatística e Probabilidade para Computação" completa o quarto período. A carga horária deste período também totaliza 300 horas. No quinto período do curso de Ciência da Computação, a formação em programação tem continuidade com os componentes "Programação Funcional" e "Programação Concorrente" que visam introduzir os conceitos de programação funcional e de construções de linguagens de programação para escrita de programas concorrentes, respectivamente. O componente "Teoria da Computação" apresenta os fundamentos teóricos da Computação. Completam este período, os componentes "Metodologia Científica" e "Informática e Sociedade". O primeiro introduz os conceitos referentes à metodologia científica; o segundo discute questões éticas e impactos da Computação sobre a sociedade. Ressalte-se que o conteúdo deste último componente também surge em contextos particulares de outros componentes ao longo do curso como, por exemplo, aquele de Introdução à Ciência de Dados. A partir deste período, disciplinas eletivas de perfil que permitem a formação específica em áreas da Ciência da Computação. No quinto período, uma eletiva pode ser cursada pelos discentes. Ao todo, a carga horária é de 270 horas no quinto período. No sexto período do curso de Ciência da Computação, há um único componente obrigatório: Compiladores. Este componente apresenta as diversas etapas do processo de compilação que consiste em partir de código escrito em uma 72 linguagem de programação de alto nível e obter código executável. Outros quatro componentes eletivos completam o sexto período letivo, totalizando 300 horas. Os sétimo e oitavo períodos são constituídos apenas por disciplinas eletivas, sendo cinco em cada período, perfazendo 300 horas de carga horária em cada um deles. No nono período, "Trabalho de Conclusão de Curso" é o único componente curricular obrigatório. A disciplina TCC consiste em encontros com o professor-orientador que levarão desde a definição de um projeto até a produção final da monografia de conclusão de curso. Além de TCC, outras três disciplinas eletivas estão planejadas para o nono período. A carga horária total para este período é de 240 horas, sendo 180 horas de disciplinas eletivas. A partir do quinto período do curso, o estudante começa a cursar disciplinas associadas a ênfases (ou trilhas), que aprofundam conhecimento em áreas específicas da Ciência da Computação, de acordo com seu interesse. Isto se reflete na escolha de componentes curriculares que são eletivas de perfil. Há uma disciplina eletiva no quinto período que permite ao discente o início da formação específica em Ciência da Computação. As disciplinas básicas necessárias para as eletivas encontram-se no conjunto de disciplinas obrigatórias. No curso de Ciência da Computação, há quatro ênfases: Engenharia de Software; Inteligência Computacional, Ciência de Dados e Banco de Dados; Mídia e Interação; e Sistemas Computacionais. Estas ênfases serão descritas posteriormente. A matriz curricular está dividida em três núcleos de disciplinas: disciplinas de formação profissional, disciplinas de formação específica e disciplinas de formação livre, as quais são descritas a seguir, além das atividades de extensão e atividades complementares. Conforme diretrizes do Projeto Pedagógico, a nova matriz é estruturada em três núcleos: ● um núcleo ou ciclo de formação básica e profissional (disciplinas obrigatórias); ● um núcleo de formação especializada (eletivas de perfil); ● um núcleo de formação livre (eletivas livres). A Figura 1 ilustra a distribuição de carga horária do curso de Ciência da Computação, com a classificação de disciplinas (obrigatórias, eletivas de perfil, e eletivas livres), ACEx e Atividades Complementares. Não há carga horária definida, para fins de integralização, para estágio devido à não obrigatoriedade deste no curso. 73 Figura 1. Estrutura da nova matriz curricular, seguindo o modelo intermediário do PPC. O núcleo de formação básica e profissional é constituído de 22 disciplinas obrigatórias com ementa pré-definida e fixa. Essas disciplinas são concentradas, principalmente, nos seis primeiros períodos na sequência aconselhada para os alunos e perfazem um total de 1.530 horas. Este núcleo ainda contempla a realização do trabalho de conclusão de curso (TCC), que deve ser realizado no 9º através da integralização dos créditos do componente TCC com a carga horária de 60 horas, componente obrigatório e de conteúdo programático aberto. O núcleo de formação especializada é constituído de no mínimo 780 horas de disciplinas eletivas de perfil. Essas disciplinas surgem no 5º período e se estendem até o 9º período. No conjunto de disciplinas eletivas de perfil, os alunos poderão cursar as disciplinas "Tecnologia, Diversidade, Equidade e Inclusão" e "Introdução a Libras", oferecidas para os estudantes da UFPE. O estágio não é obrigatório no curso de Ciência da Computação e pode ser utilizado como parte da carga horária total de atividades complementares. As Atividades Complementares totalizam 270 horas, completando a carga horária total do curso. De acordo com a legislação vigente, o aluno ainda deverá realizar Ação Curricular de Extensão tendo, no mínimo, a carga horária de 320 horas desse tipo de atividade. Um resumo da carga horária de disciplinas formação básica e profissional, de formação especializada, de formação livre, e outras atividades, pode ser visto na Tabela 6, abaixo. 74 Tabela 6. Síntese da carga horária do curso Item Carga Horária (em horas) Formação básica e profissional 1530 (≅ 48%) Formação Especializada 780 (≅ 23%) Formação Livre 300 (≅ 9%) Ação Curricular de Extensão 320 (=10%) Atividades Complementares 270 (≅ 9%) Carga horária total 3.200 Os componentes curriculares de formação especializada incluem os componentes eletivos do curso com ementa fixa e os Tópicos Avançados com ementa variável. Para obter a formação especializada, o aluno pode cursar disciplinas eletivas de perfil do curso conforme a ênfase de especialização desejada. O aluno ainda pode cursar disciplina no contexto de um programa de Mobilidade Acadêmica Nacional ou Internacional. A Resolução Nº 3/2022 do CCEPE/UFPE32 regulamenta a mobilidade estudantil nacional e internacional para os estudantes da Graduação no âmbito da UFPE. As disciplinas cursadas no programa de mobilidade terão sua equivalência analisada previamente e aprovada pela coordenação do curso quando o aluno retornar do programa de mobilidade. Considerando a Resolução nº 10 de 2015, do Conselho Coordenador de Ensino, Pesquisa e Extensão (CCEPE) da UFPE, é permitido aos estudantes, regularmente matriculados em cursos de graduação na modalidade presencial, cursarem componentes curriculares em outras Instituições de Ensino Superior, observando-se as condições estipuladas na resolução em vigor. Durante toda a vigência de vínculo institucional com seu curso de origem, o estudante poderá cursar, no máximo, 6 (seis) componentes curriculares em outras IES, não sendo permitido ao aluno cursar disciplinas em campus da UFPE distinto daquele ao qual se vincule. A disciplina isolada a ser cursada em outra IES deve atender, simultaneamente, os seguintes requisitos: I. Equivaler, no mínimo, a 75% (setenta e cinco por cento), em conteúdo, carga horária, desenvolvimento e intensidade, à disciplina da UFPE que será creditada; 32 https://sigrh.ufpe.br/sigrh/downloadArquivo?idArquivo=1094625&key=2963cea72d025aacca2e5 243be2c0ffa 75 II. Equivaler a uma disciplina da matriz curricular de seu curso a qual o aluno já tenha realizado, com aproveitamento acadêmico, os respectivos pré e co-requisitos; O aluno deverá demonstrar, ainda, que a disciplina isolada atende a uma das seguintes situações: I. Equivale a disciplina da UFPE para a qual o aluno não tem direito a vaga no mesmo semestre; II. Equivale a disciplina da UFPE que não será ofertada no mesmo semestre; III. Equivale a disciplina da UFPE em relação a qual ocorre superposição de horários com outras disciplinas matriculadas na UFPE no mesmo semestre. O discente, para obter a autorização para cursar disciplina isolada em outra IES, deve estar regularmente matriculado em pelo menos um componente curricular no mesmo semestre no curso de origem. De acordo com a Resolução Nº 18/2021 CEPE/UFPE, é permitido aos discentes, regularmente matriculados em curso de graduação da UFPE, cursarem disciplinas de formação avançada, sendo esse um conjunto constituído por disciplinas da matriz curricular de um programa de Mestrado ou Doutorado da UFPE. As condições específicas para os alunos do curso de Ciência da Computação do CIn/UFPE devem ser observadas no Anexo VI. Considerando a Resolução Nº 09/2019 CEPE/UFPE, é possível a oferta de disciplinas internacionalizadas, que são componentes ofertados como disciplinas eletivas com código próprio, que envolva a participação de uma Instituição de Ensino Superior parceira em cooperação com a UFPE. Na oferta de componentes curriculares, o quantitativo de vagas poderá, eventualmente, ser inferior a 50 (cinquenta), no caso de componentes eletivos. 13.1 Quadro de estrutura curricular A seguir é apresentado o Quadro de Estrutura Curricular com as informações em horas semestrais e os créditos de acordo com os regulamentos da UFPE, no qual cada 15 horas teóricas equivale a 1 crédito e a cada 30 horas práticas equivale a 1 crédito. Nesses quadros, deve-se entender Ciclo Básico e Ciclo Profissional, com o mesmo sentido de Núcleo Básico e Núcleo Profissional, respectivamente. UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO - PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS CURRÍCULO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO 76 (PERFIL xxxx) - Válido para os alunos ingressos a partir de 2024 COMPONENTES OBRIGATÓRIOS Carga Horária Crédi Ch Ciclo Básico -tos Total Sigla Teo Pra Pré-Requi Co-Requis t sitos itos CIn Introdução à Programação 30 90 5 120 CIn Concepção de Artefatos Digitais 30 30 3 60 CIn Sistemas Digitais 60 4 60 CIn Matemática Discreta para Computação 60 4 60 DMat Cálculo Diferencial e Integral 1 60 4 60 Estruturas de Dados Orientadas a Introdução à CIn 30 30 3 60 Programação Objetos Arquitetura de Computadores e Sistemas CIn 45 15 3 60 Digitais Sistemas Operacionais Introdução à CIn Desenvolvimento de Software 60 60 6 120 Programação Álgebra Vetorial e Linear para CIn 60 4 60 Computação Estruturas de Dados CIn Algoritmos 60 4 60 Orientadas a Objetos Desenvolvime Integração e Evolução de Sistemas de CIn 60 60 6 120 nto de Informação Software Estruturas de Dados CIn Banco de Dados 60 4 60 Orientadas a Objetos Cálculo Estatística e Probabilidade para CIn 60 4 60 Diferencial e Computação Integral 1 Matemática CIn Lógica para Computação 60 4 60 Discreta Arquitetura de Introdução a Sistemas Distribuídos e Computadore CIn 60 4 60 s e Sistemas Redes de Computadores Operacionais Introdução à Programação; Aprendizado de Máquina e Ciência de Álgebra CIn 90 30 7 120 Vetorial e Dados Linear para Computação Ciclo Profissional Arquitetura de Computadore CIn Programação Concorrente 30 2 30 s e Sistemas Operacionais Introdução à CIn Programação Funcional 30 2 30 Programação Estatística de Probabilidade CIn Metodologia Científica 30 30 3 60 para Computação Lógica para CIn Teoria da Computação 60 4 60 Computação Concepção CIn Informática e Sociedade 30 2 30 de Artefatos Digitais 77 Teoria da CIn Compiladores 60 4 60 Computação; Algoritmos Metodologia CIn Trabalho de Conclusão de Curso 60 2 60 Científica COMPONENTES ELETIVOS Agentes Autônomos 45 15 3 60 Aprendizado de Máquina e CIn Ciência de Dados Análise e Mineração de Redes 60 4 60 Aprendizado de Máquina e CIn Complexas Ciência de Dados Aplicações de Aprendizagem de Aprendizado de Máquina e CIn Máquina 30 30 3 60 Ciência de Dados CIn Bancos de Dados Não Convencionais 30 30 3 60 Banco de Dados Aprendizado de Computação Bioinspirada Máquina e CIn 60 4 60 Ciência de Dados Aprendizado de Máquina e CIn Computação Evolucionária 60 4 60 Ciência de Dados Álgebra Vetorial CIn Computação Quântica 45 15 3 60 e Linear para Computação Aprendizado de Máquina e CIn Inteligência Artificial Coletiva 60 4 60 Ciência de Dados Introdução à Programação, Álgebra Vetorial e Linear para CIn Introdução à Aprendizagem por Reforço 45 15 3 60 Computação, Estatística e Probabilidade para Computação Aprendizado de Máquina e CIn Introdução à Aprendizagem Profunda 60 4 60 Ciência de Dados Álgebra Vetorial e Linear para CIn Otimização 60 4 60 Computação Aprendizado de Máquina e CIn Redes Neurais 45 15 3 60 Ciência de Dados Cálculo CIn Cálculo Diferencial e Integral 2 60 4 60 Diferencial e Integral 1 Introdução à Programação CIn Visualização de Dados 45 15 3 60 Estatística e Probabilidade para Computação Introdução a Sistemas CIn Redes de Computadores 60 4 60 Distribuídos e Redes de Computadores 78 Redes de CIn Redes de Computadores 2 45 15 3 60 Computadores Redes de CIn Redes Definidas por Software 45 15 3 60 Computadores Gerenciamento e Monitoramento de Redes de CIn 60 4 60 Computadores Redes Redes de CIn Avaliação de Desempenho de Redes 45 15 3 60 Computadores Redes de CIn Computação Orientada a Serviços 45 15 3 60 Computadores Introdução a Sistemas CIn Sistemas Distribuídos 45 15 3 60 Distribuídos e Redes de Computadores Segurança de Redes e Sistemas Redes de Sistemas CIn 45 15 3 60 Computadores Distribuídos Distribuídos Arquitetura de Computadores e CIn Plataformas de Distribuição 45 15 3 60 Sistemas Operacionais Redes de CIn Computação Ubíqua 60 4 60 Computadores Redes de CIn Internet das Coisas 45 15 3 60 Computadores Redes de CIn Seminários em Redes de Computadores 30 2 30 Computadores Redes de CIn Tendências em Redes de Computadores 60 4 60 Computadores Desenvolviment o de Software; Introdução a CIn Segurança de Informação e Sistemas 60 4 60 Sistemas Distribuídos e Redes de Computadores Redes de CIn Segurança de Computadores 60 4 60 Computadores Lógica para CIn Assinatura Digital e Certificação Digital 60 4 60 Computação Técnicas de Ataque e Detecção de Lógica para CIn 60 4 60 Computação Intrusão Redes de CIn Segurança em Computação em Nuvem 60 4 60 Computadores Lógica para CIn Tendências em Segurança 60 4 60 Computação Lógica para CIn Seminários em Segurança 30 2 30 Computação Arquitetura de Computadores e CIn Sistemas Embarcados 60 4 60 Sistemas Operacionais Redes de CIn Redes Automotivas 60 4 60 Computadores Redes de CIn Redes Veiculares 60 4 60 Computadores Sistemas CIn Introdução à Robótica 45 15 3 60 Digitais Processamento de Cadeia de CIn 60 4 60 Algoritmos Caracteres Algoritmos e Estruturas de Dados CIn 60 4 60 Algoritmos Avançados Algoritmos, Estatística e CIn Algoritmos para Streams de Dados 45 15 3 60 Probabilidade para Computação Ética e Aspectos Jurídicos da Informática e CIn 60 4 60 Sociedade Computação 79 CIn Gestão de Negócios 60 4 60 CIn Criatividade Computacional 30 30 3 60 Tecnologia, Diversidade, Equidade e CIn 60 4 60 Inclusão DL Introdução a Libras 60 4 60 DL Língua Inglesa Instrumental 60 4 60 COMPONENTES ELETIVOS Análise e Especificação Avançada de Engenharia de CIn Requisitos de Sistemas 30 30 3 60 Requisitos Estruturas de Dados Arquitetura de Sistemas Orientadas a CIn 45 15 3 60 Objetos Desenvolviment o de Software Engenharia de Requisitos Introdução à CIn 30 30 3 60 Programação Fundamentos de Teste de Software Desenvolviment CIn 45 15 3 60 o de Software Gerência de Configuração de Software, Desenvolviment CIn Serviços e Sistemas 45 15 3 60 o de Software Metodologias de Gerenciamento de Integração e Evolução de CIn Projeto 30 30 3 60 Sistemas de Informação Desenvolviment o de Software Planejamento e Gestão da Qualidade de CIn Software 45 15 3 60 Integração e Evolução de Sistemas de Informação Programação com Novas Tecnologias Desenvolviment CIn 45 15 3 60 o de Software Estruturas de dados orientadas a objetos; Programação Concorrente e Distribuída Introdução a CIn 45 15 3 60 Sistemas e Redes de Computadores; Programação Concorrente Desenvolviment Métodos Formais o de Software CIn 60 4 60 Lógica para Computação Fundamentos Teste de Software Avançado CIn 60 4 60 de Teste de Software CIn Transformação de Código e Modelos 45 15 3 60 Compiladores Seminários em Engenharia de Desenvolviment CIn 60 4 60 o de Software Software Álgebra Vetorial Cin Álgebra Avançada para Computação 60 4 60 e Linear para Computação Processamento CIn Computação Gráfica 45 15 3 60 Gráfico Computação Musical e Processamento CIn 60 4 60 Algoritmos de Som 80 Sistemas Digitais CIn Dispositivos Multimídia 30 30 3 60 Álgebra Vetorial e Linear para Computação Fundamentos Geométricos para Visão Processamento CIn 30 30 3 60 Gráfico Computacional Desenvolviment o de Software Jogos Digitais CIn 60 4 60 Programação Concorrente Aprendizado de Máquina e CIn Processamento de Imagem 60 4 60 Ciência de Dados Aprendizado de Máquina e CIn Processamento de Voz 60 4 60 Ciência de Dados Cálculo Diferencial e Integral 1 CIn Processamento Gráfico 30 30 3 60 Álgebra Vetorial e Linear para Computação Processamento CIn Visão Computacional 30 30 3 60 de Imagem Processamento Tendências em Mídia e Interação CIn 60 4 60 Gráfico CIn Data warehousing 45 15 3 60 Banco de Dados CIn Desenvolviment o de Software; Integração e Evolução de Sistemas de Informação; Projeto de Desenvolvimento 15 45 2 60 Aprendizado de Máquina e Ciência de Dados; Metodologia Científica CIn Introdução a Sistemas e Computação em Nuvem 60 4 60 Redes de Computadores CIn Aprendizado de Máquina e Recuperação da Informação 45 15 3 60 Ciência de Dados CIn Aprendizado de Processamento de Dados em Larga Máquina e 45 15 3 60 Ciência de Escala Dados CIn Aprendizado de Processamento de Linguagem Natural Máquina e 45 15 3 60 Ciência de Dados CIn Aprendizado de Governança de Dados Máquina e 60 4 60 Ciência de Dados 81 Síntese de Carga Horária Componentes Obrigatórios 1530 Componentes Eletivos do Perfil 780 Componentes Eletivos Livres 300 Ação Curricular de Extensão (ACEx)* 320 Atividades Complementares* 270 Carga Horária Total 3.200 * Todo aluno vinculado ao perfil obrigatoriamente deverá realizar atividades de extensão e atividades complementares. TEMPO PARA INTEGRALIZAÇÃO CURRICULAR Tempo Mínimo 9 semestres33 Tempo Médio 12 semestres Tempo Máximo 18 semestres 13.2 Estrutura curricular por período De acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais dos cursos de graduação da área de computação (Resolução nº 5, de 16 de novembro de 2016 CES/CNE/MEC) , os egressos do curso de Ciência da Computação devem possuir sólida formação em Ciência da Computação e Matemática, conhecer a estrutura dos sistemas de computação e os processos envolvidos na sua construção e análise, dominar os fundamentos teóricos da área de Computação e como eles influenciam a prática profissional, e adquirir visão global e interdisciplinar de sistemas e entendam que esta visão transcende os detalhes de implementação dos vários componentes e os conhecimentos dos domínios de aplicação. O curso de Bacharelado em Ciência da Computação do Centro de Informática, UFPE, é dividido em 9 semestres (4 anos e meio) com carga horária total mínima de 3.200 horas. O Quadro 2 apresenta a distribuição da carga horária do curso. Quadro 2. Distribuição de Carga Conteúdos C.H. (horas) % Núcleo Básico 1.200 37,5 Núcleo Profissional 2.000 62,5 Unidades Curriculares Obrigatórias 330 Unidades Curriculares Eletivas 780 Unidades Curriculares Eletivas Livres 300 Atividades de Extensão 320 Atividades Complementares 270 Total 3.200 100 A formação do egresso inclui as disciplinas obrigatórias que dão ao egresso a formação em conceitos básicos e conceitos essenciais à formação profissional. A 33 Embora seja incomum, há estudantes que conseguem concluir o curso com um semestre a menos, acelerando a matrícula em disciplinas eletivas ou cursando eletivas livres ainda no começo do curso (já que não há limitação para isso). 82 carga horária de disciplinas obrigatórias é de 1530 horas, incluindo trabalho de graduação (TCC), não havendo Estágio Curricular Obrigatório. A especialização na formação será obtida através das disciplinas eletivas. Como explicitado anteriormente, para fins de integralização do curso, o discente deve cursar, o mínimo de 780 horas de eletivas de perfil e, no máximo, 300 horas de eletivas livres. O discente deve ainda cumprir 270 horas de atividades complementares. A regulamentação sobre o assunto está no Anexo V. O discente deverá ainda cursar uma carga horária mínima de 320 horas de ACEx. As regulamentações sobre estágio e sobre atividades de extensão estão descritas nos Anexos II e IV, respectivamente. A Figura 2, a seguir, mostra o quadro de distribuição dos componentes curriculares obrigatórios, enquanto, em seguida, vemos essa informação na forma de tabela. 83 Figura 2. Quadro de disciplinas e atividades obrigatórias. 84 Ordenamento Curricular – Disciplinas Obrigatórias por Período Carga Cr C COMPONENTES OBRIGATÓRIOS Horária éd h. it To Sigla os t Pré-Requi Co-Requisi CICLO BÁSICO E PROFISSIONAL Teo Prat Depto. sitos -tos 1º PERÍODO CIn MATEMÁTICA DISCRETA 60 4 60 CIn SISTEMAS DIGITAIS 60 4 60 CIn INTRODUÇÃO À PROGRAMAÇÃO 30 90 5 120 CIn CONCEPÇÃO DE ARTEFATOS DIGITAIS 30 30 3 60 TOTAL 300 HORAS 2º PERÍODO DMat CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL 1 60 4 60 ESTRUTURAS DE DADOS ORIENTADAS Introdução à CIn 30 30 3 60 Programação A OBJETOS ARQUITETURA DE COMPUTADORES E Sistemas CIn 45 15 3 60 Digitais SISTEMAS OPERACIONAIS Introdução à CIn 60 60 6 120 Programação DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE TOTAL 300 HORAS 3º PERÍODO ÁLGEBRA VETORIAL E LINEAR PARA CIn 60 4 60 COMPUTAÇÃO Estruturas de Dados CIn 60 4 60 Orientadas a ALGORITMOS Objetos Estruturas de Dados CIn 60 4 60 Orientadas a BANCO DE DADOS Objetos INTEGRAÇÃO E EVOLUÇÃO DE Desenvolvimen CIn 60 60 6 120 to de Software SISTEMAS DE INFORMAÇÃO TOTAL 300 HORAS 4º PERÍODO MA026- Cálculo ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE PARA 60 4 60 Diferencial e CIn COMPUTAÇÃO Integral 1 Matemática CIn LÓGICA PARA COMPUTAÇÃO 60 4 60 Discreta 60 4 60 Arquitetura de INTRODUÇÃO A SISTEMAS Computadores e Sistemas DISTRIBUÍDOS E REDES DE Operacionais CIn COMPUTADORES 90 30 7 120 Álgebra Vetorial e Linear para Computação; APRENDIZADO DE MÁQUINA E CIÊNCIA Introdução à CIn DE DADOS Programação TOTAL 300 HORAS 5º PERÍODO Lógica para CIn TEORIA DA COMPUTAÇÃO 60 4 60 Computação Arquitetura de Computadores e 30 2 30 Sistemas CIn PROGRAMAÇÃO CONCORRENTE Operacionais Introdução à CIn PROGRAMAÇÃO FUNCIONAL 30 2 30 Programação Estatística e 30 30 3 60 Probabilidade para CIn METODOLOGIA CIENTÍFICA Computação Concepção de CIn INFORMÁTICA E SOCIEDADE 30 2 30 artefatos digitais TOTAL 210 HORAS 85 6º PERÍODO Teoria da Computação; CIn COMPILADORES 60 4 60 Algoritmos 60 HORAS TOTAL 7º PERÍODO 0 HORAS TOTAL 8º PERÍODO 0 HORAS TOTAL 9º PERÍODO Cin TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO 60 2 60 Metodologia Científica 60 HORAS TOTAL Carga C C ATIVIDADES OBRIGATÓRIAS ré h Horária di T to ot Pré-Requisito Co-Req CICLO PROFISSIONAL Teo s al s uisi-tos ATIVIDADES DE EXTENSÃO 320 320 ATIVIDADES COMPLEMENTARES 270 270 TOTAL 590 HORAS Como mencionado, a formação mais especializada é obtida através dos componentes curriculares eletivos, que formam as ênfases do curso. Cada ênfase é composta por um conjunto sugerido de componentes. Não há obrigatoriedade no cumprimento de todos os componentes de uma ênfase. No entanto, a observação das sugestões dadas habilitará o discente a atuar com mais eficiência na área escolhida. As ênfases do atual plano pedagógico estão descritas a seguir. Ênfases (unidades curriculares eletivas oferecidas) Ênfase 1: Inteligência Computacional, Ciência de Dados e Bancos de Dados A atuação da área de Inteligência Computacional, Ciência de Dados e Banco de Dados vem aumentando cada vez mais na Computação, tendo aplicações também nas mais diversas áreas do conhecimento. Na Ciência da Computação, a Inteligência Computacional tem sido aplicada na solução de problemas de diversas áreas como na síntese de programas (Engenharia de Software), reconhecimento de padrões são 86 aplicados no estudo de ataques a redes (Redes de Computadores). Por outro lado, os grandes volumes de dados e o uso de técnicas da Inteligência Computacional fizeram surgir mais recentemente a área de Ciência de Dados, permitindo a extração de informação a partir de grandes volumes de dados, bem como sua visualização. Unidades Curriculares sugeridas: Unidade Curricular Carga Horária Créditos Pré/Co-Requisitos Aprendizado de Máquina e Ciência Agentes Autônomos 60 3 de Dados Aprendizado de Máquina e Ciência Análise e Mineração de Redes Complexas 60 4 de Dados Aprendizado de Máquina e Ciência Aplicações de Aprendizagem de Máquina 60 3 de Dados Bancos de Dados Não Convencionais 60 3 Banco de Dados Aprendizado de Máquina e Ciência Computação Bioinspirada 60 4 de Dados Aprendizado de Máquina e Ciência Computação Evolucionária 60 4 de Dados Álgebra Vetorial e Linear para Computação Quântica 60 3 Computação Aprendizado de Máquina e Ciência Inteligência Artificial Coletiva 60 4 de Dados Introdução à Programação; Álgebra Vetorial e Linear para Introdução à Aprendizagem por Reforço 60 3 Computação; Estatística e Probabilidade para Computação Aprendizado de Máquina e Ciência Introdução à Aprendizagem Profunda 60 4 de Dados Aprendizado de Máquina e Ciência Redes Neurais 60 3 de Dados Cálculo Diferencial e Integral 2 60 4 Cálculo Diferencial e Integral 1 Aprendizado de Máquina e Ciência Recuperação da Informação 60 3 de Dados Aprendizado de Máquina e Ciência Processamento de Dados em Larga Escala 60 3 de Dados Aprendizado de Máquina e Ciência Processamento de Linguagem Natural 60 3 de Dados Aprendizado de Máquina e Ciência Governança de Dados 60 4 de Dados Visualização de Dados 60 4 Algoritmos Ênfase 2: Engenharia de Software Justificativa para a ênfase: A construção de sistemas de software requer o uso de técnicas que elucidem desde o que se requer que o software realize, ou seja, que funcionalidade deve ter, bem como técnicas de construção em si e de verificação das de que o que foi construído corresponde ao que se pretendia inicialmente. Sendo uma atividade humana, a construção de software requer também planejamento e gerenciamento das atividades a serem realizadas ao longo do projeto de desenvolvimento. Estas e outras questões são trabalhadas nos diversos componentes da Engenharia de Software que lidam 87 tanto com habilidades técnicas como com habilidades voltadas ao trabalho em equipe, gerenciamento de tempo, dentre outras. Unidades Curriculares sugeridas: Unidade Curricular Carga Horária Créditos Pré/Co-Requisitos Análise e Especificação Avançada de Requisitos de Engenharia de Requisitos 60 3 Sistemas Estrutura de Dados Orientadas a Objetos Arquitetura de Sistemas 60 3 Desenvolvimento de Software Engenharia de Requisitos 60 3 Introdução à Programação Fundamentos de Teste de Software 60 3 Desenvolvimento de Software Gerência de Configuração de Software Serviços e Desenvolvimento de Software 60 3 Sistemas Integração e Evolução de Sistemas de Metodologias de Gerenciamento de Projeto 60 3 Informação Desenvolvimento de Software Planejamento e Gestão da Qualidade de Software 60 3 Integração e Evolução de Sistemas de Informação Programação com Novas Tecnologias 60 3 Desenvolvimento de Software Estrutura de dados orientadas a objetos Introdução a Sistemas Distribuídos e Programação Concorrente e Distribuída 60 3 Redes de Computadores Programação Concorrente Teste de Software Avançado 60 4 Fundamentos de Teste de Software Desenvolvimento de Software Métodos Formais 60 4 Lógica para Computação Transformação de Código e Modelos 60 3 Compiladores Seminários em Engenharia de Software 60 4 Desenvolvimento de Software Ênfase 3: Mídia e Interação Ênfase : Mídia e Interação Justificativa para a ênfase: A área de Mídia e Interação tem como foco a investigação, desenvolvimento integrado e uso criativo de tecnologias digitais das áreas de Computação Gráfica, Realidade Virtual e Aumentada, Design da Interação Humano-Computador, Visão Computacional, Computação Musical e Jogos Digitais. O desenvolvimento destas tecnologias tem como objetivo principal aperfeiçoar a maneira como pensamos, expressamos e comunicamos ideias, além da exploração de 88 novas fronteiras científicas. Serão exploradas as relações entre os dispositivos, os fundamentos do desenvolvimento de interfaces, visando uma melhor interação humano-computador (seja através de uma interface gráfica visual ou por sinal de voz). Unidades Curriculares sugeridas: Unidade Curricular Carga Horária Créditos Pré/Co-Requisitos Criatividade Computacional 60 3 Álgebra Vetorial e Linear para Álgebra Avançada para Computação 60 4 Computação Processamento Gráfico Computação Gráfica 60 3 Computação Musical e Processamento de Algoritmos Som 60 4 Sistemas Digitais Dispositivos Multimídia 60 3 Álgebra Vetorial e Linear para Computação Fundamentos Geométricos para Visão Processamento Gráfico 60 3 Computacional Desenvolvimento de Software Jogos Digitais 60 4 (Pré) Programação Concorrente (Co) Aprendizado de Máquina e Processamento de Imagem 60 4 Ciência de Dados Aprendizado de Máquina e Processamento de Voz 60 4 Ciência de Dados MA026 - Cálculo Diferencial e Integral 1 Processamento Gráfico 60 3 Álgebra Vetorial e Linear para Computação Visão Computacional 60 3 Processamento de Imagem Tendências em Mídia e Interação 60 4 Processamento Gráfico Ênfase 4: Sistemas Computacionais (Redes de Computadores, Sistemas Distribuídos, Segurança) Justificativa para a ênfase: As redes de computadores formam hoje uma infraestrutura essencial de comunicação entre os mais variados dispositivos fixos e móveis, utilizando tecnologias cabeadas e sem fio para o acesso e a transmissão entre os elementos comutadores da rede. Dentre os campos de atuação mais atuais da tecnologia de redes temos os ambientes automotivos e veiculares, além da presença ubíqua nos mais variados tipos de sensores e atuadores na assim chamada Internet das coisas. Outro avanço significativo dos últimos anos foi a introdução do paradigma de redes definidas por software que traz programabilidade e uma maior flexibilidade e estruturação do controle dos dispositivos comutadores das redes. Portanto, o conhecimento dos fundamentos das redes de computadores é essencial para todo engenheiro de computação. 89 As demais componentes curriculares da área buscam complementar o conhecimento na área, preparando o aluno para o planejamento, desenvolvimento, configuração e implantação de sistemas de comunicação baseados na comutação de pacotes atendendo requisitos de segurança e desempenho. Ressaltamos que essa ênfase agrupa duas grandes áreas diferentes, mas relacionadas. Unidades Curriculares sugeridas: Unidade Curricular Carga Horária Créditos Pré/Co-Requisitos Introdução a Sistemas Redes de Computadores 60 4 Distribuídos e Redes de Computadores Redes de Computadores 2 60 3 Redes de Computadores Redes Definidas por Software 60 3 Redes de Computadores Gerenciamento e Monitoramento de Redes 60 4 Redes de Computadores Avaliação de Desempenho de Redes 60 3 Redes de Computadores Computação Orientada a Serviços 60 3 Redes de Computadores Introdução a Sistemas Sistemas Distribuídos 60 3 Distribuídos e Redes de Computadores Redes de Computadores Segurança de Redes e Sistemas Distribuídos 60 3 Sistemas Distribuídos (Co) Plataformas de Distribuição 60 3 Sistemas Operacionais Redes de Computadores Internet das Coisas 60 3 Redes de Computadores Computação Ubíqua 60 4 Tendências em Redes de Computadores 60 4 Redes de Computadores Seminários em Redes de Computadores 30 2 Redes de Computadores Segurança de Informação e Sistemas 60 4 Redes de Computadores Segurança de Computadores 60 4 Redes de Computadores Assinatura Digital e Certificação Digital 60 4 Lógica para Computação Técnicas de Ataque e Detecção de Intrusão 60 4 Lógica para Computação Segurança em Computação em Nuvem 60 4 Redes de Computadores Seminários em Segurança 30 2 Lógica para Computação Tendências em Segurança 60 4 Lógica para Computação Arquitetura de Computadores e Sistemas Embarcados 60 4 Sistemas Operacionais Redes Veiculares 60 4 Redes de Computadores Redes Automotivas 60 4 Redes de Computadores Introdução à Robótica 60 3 Sistemas Digitais Introdução a Sistemas Computação em Nuvem 60 4 Distribuídos e Redes de Computadores Ênfase 5: Formação Complementar Agrupamos nesta ênfase disciplinas relacionadas com diversas áreas da computação, das ciências exatas e da natureza, mas que não compõem um núcleo profissional básico para o curso de Ciência da Computação. 90 Unidades Curriculares sugeridas: Carga Créditos Pré/Co-Requisitos Unidade Curricular Horária Desenvolvimento de Software; Integração e Evolução de Sistemas de Informação; Projeto de Desenvolvimento 60 2 Aprendizado de Máquina e Ciência de Dados; Metodologia Científica Ética e Aspectos Jurídicos da Computação 60 4 Informática e Sociedade Tecnologia, Diversidade, Equidade e Inclusão 60 4 - Introdução a Libras 60 4 - Língua Inglesa Instrumental 60 4 Otimização Álgebra Vetorial e Linear para 60 4 Computação Processamento de Cadeia de Caracteres 60 4 Algoritmos Algoritmos e Estruturas de Dados Avançados 60 4 Algoritmos Algoritmos para Stream de Dados 60 3 Algoritmos Gestão de Negócios 60 4 13.3 Conteúdos necessários A regulamentação do Ministério da Educação prevê alguns conteúdos que devem ser previstos em todos os cursos de graduação. Os componentes curriculares que tratam dos conteúdos necessários estão detalhados na Tabela 7. Tabela 7. Forma de inclusão de conteúdos necessários gerais para cursos de graduação na matriz curricular proposta. Conteúdo Forma de Inserção no Curso Língua Brasileira de Sinais (Libras)34 Introdução a Libras (componente eletivo) Relações étnico-raciais e o ensino de Tecnologia, Diversidade, Equidade e história e cultura afro-brasileira, africana e Inclusão (componente eletivo) indígena35 Direitos humanos36 Informática e Sociedade (componente obrigatório) Educação ambiental37 34 http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/dec5626.pdf 35 http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/res012004.pdf 36 http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/rcp001_12.pdf 37 http://portal.mec.gov.br/component/docman/?task=doc_download&gid=10988&Itemid= 91 14 Atividades Curriculares 14.1 Atividades Complementares Considerando o que é estabelecido na Resolução 12/2013 do CCEPE/UFPE que dispõe sobre procedimentos para creditação de atividades complementares nos Cursos de Graduação da UFPE e as normas para aproveitamento de atividades complementares do Bacharelado em Ciência da Computação do Centro de Informática (Anexo V), os alunos deverão realizar 270 horas de atividades complementares que se enquadram em um dos 10 grupos abaixo. Ressalta-se que estágio não obrigatório é uma atividade complementar que também está regida pela Lei e resoluções mencionadas na subseção anterior. I – estágio não obrigatório II – participação em projetos de pesquisa III – atividades de extensão institucionais ou promovidas por entidades estudantis IV – atividades de monitoria V – participação em eventos científicos VI – representação estudantil em sociedades científicas VII – publicação de trabalho científico VIII – participação em eventos relacionados à área do curso IX – participação em projetos de ensino/inovação/desenvolvimento X­participação em cursos O curso de Ciência da Computação incentiva os seus discentes a realizarem atividades complementares para aprofundarem os seus conhecimentos específicos adquiridos ao longo dos estudos, despertarem o interesse pela docência e pela pesquisa, aprimorarem o seu pensamento analítico e científico, melhorando-a através dos seus esforços. As atividades complementares compreenderão até 270 horas de carga-horária podendo ser desenvolvidas como estágios não obrigatórios, eventos científicos ou estudantis (seminários, simpósios, reuniões de trabalho, congressos e encontros), atividades de iniciação científica e tecnológica, monitoria, participação em comissões organizadoras de eventos, as atividades na Empresa Júnior, entre outras, conforme resolução definida pelo colegiado do curso de Ciência da Computação do CIn/UFPE e seguindo a Resolução nº 12/2013 do CCEPE. Mais detalhes sobre cada uma dessas atividades e a creditação de horas podem ser encontrados no Anexo V deste documento. 92 14.2 Ações Curriculares de Extensão A Resolução 31/2022 do Conselho Coordenador de Ensino, Pesquisa e Extensão da UFPE38 dispõe sobre a inserção das Ações Curriculares de Extensão nos currículos de graduação, garantindo que pelo menos 10% da carga horária esteja reservada para essas atividades. A Extensão Universitária é um processo interdisciplinar, educativo, cultural, científico e político que integra a formação acadêmica, profissional e cidadã do discente e promove a relação transformadora entre a Universidade e outros setores da sociedade. A Ação Curricular de Extensão, de acordo com a Resolução 31/2022-CEPE/UFPE, possui as seguintes modalidades: (1) Programas de extensão; (2) Projetos de extensão; (3) Cursos de extensão; (4) Eventos de extensão; e (5) Serviços de extensão. Um Programa de extensão, de acordo com a Resolução 16/2019 CEPE/UFPE, é definido como "um conjunto articulado de projetos com ou sem outras ações de extensão, de caráter orgânico-institucional, orientado por um objetivo comum, com clareza de diretrizes e de execução de médio e longo prazo", enquanto Projetos de extensão são definidos como "conjuntos de ações processuais e contínuas de caráter educativo, social, desportivo, cultural, científico ou tecnológico, com objetivo definido e prazo determinado. São finalidades da Extensão Universitária: ● A integração da Universidade com a Sociedade; ● A implementação de ações preferencialmente interdisciplinares, integrantes do processo de formação dos discentes e promotoras de uma relação transformadora entre a Universidade e outros setores da Sociedade. ● A aplicação da capacidade crítico-reflexiva, científica, profissional e ético-política do discente; ● O favorecimento de comunidades externas à Universidade, por meio de ações de caráter educativo, social, cultural, científico ou tecnológico. As Ações Curriculares de Extensão totalizam uma carga horária de 320 horas, representando 10% da carga horária total do Curso de Graduação em Ciência da Computação, e estão detalhadas no Anexo IV deste documento. 14.3 Estágio O Estágio é uma atividade não mandatória aos estudantes do curso de Ciência da Computação que tem como objetivo consolidar e articular as competências desenvolvidas ao longo do curso por meio das demais atividades formativas, teóricas ou práticas, permitindo-lhes o contato com experiências próprias da atividade profissional. Nesse processo, além do estudante, estão inseridos nessa formação complementar o docente do CIn/UFPE que ficará responsável pela orientação e o profissional da área de formação do curso responsável pelo acompanhamento junto ao 38 https://sigrh.ufpe.br/sigrh/downloadArquivo?idArquivo=1481035&key=585b9435727a9853a4e5bfcff86e5d2f 93 estudante. Enfatize-se, uma vez mais, que no curso de Ciência da Computação, o estágio é não-obrigatório. Como mencionado anteriormente, trata-se de uma atividade cuja carga horária poderá ser utilizada como Atividade Complementar. Para realizar estágio não obrigatório de até 20 horas semanais, o estudante de Ciência da Computação precisa ter concluído 32 créditos de disciplinas obrigatórias, o que é equivalente a 39,21% da carga horária de tais disciplinas. No caso de estágio não obrigatório de 30 horas semanais, o estudante de Ciência da Computação deve ter concluído 69 créditos de disciplinas obrigatórias, o que é equivalente a 78,43% da carga horária destas disciplinas. As regras sobre estágio são regulamentadas no âmbito da UFPE pela Resoluções n° 20/2015 CCEPE/UFPE, alterada pelas resoluções n° 09/2016 CCEPE/UFPE, nº 09/2018 CCEPE/UFPE e n° 02/2020 CEPE/UFPE. o Regulamento de Estágio do curso de Ciência da Computação que trata sobre normas de estágio consta neste documento como ANEXO II. 14.4 Trabalho de Conclusão de Curso O Trabalho de Conclusão de Curso do curso de Ciência da Computação consiste do trabalho realizado e defendido na disciplina de Trabalho de Conclusão do Curso (TCC), que faz parte do grupo de disciplinas obrigatórias do curso de Ciência da Computação da UFPE. Sendo assim, aplicam-se também os prazos divulgados no calendário escolar para a conclusão da disciplina (último dia para lançamento de notas) e os critérios de aprovação (nota igual ou superior a 5 (cinco) e acompanhamento da ata de frequência) das demais disciplinas. O trabalho de conclusão de curso segue as normas definidas pelo Colegiado do Curso de Ciência da Computação. Conforme descrito anteriormente, o TCC do curso de Ciência da Computação do CIn/UFPE é realizado em um semestre. O coordenador de TCC atuará a fim de orientar os discentes na escolha de tema e de orientador e no acompanhamento do desenvolvimento do trabalho. A conclusão do TCC se dará através da avaliação do texto monográfico e da apresentação do trabalho em audiência pública, julgado por uma banca formada por dois professores: o orientador e outro docente obrigatoriamente do Centro de Informática e sem qualquer vínculo com o processo de orientação. A monografia deve conter todos os aspectos abordados pelo trabalho de forma clara, concisa e completa, permitindo que outros discentes possam ler o trabalho e dar prosseguimento, divulgando e propagando, assim, as atividades desenvolvidas na graduação do Centro de Informática. Maiores detalhes estão presentes no Anexo III. O Trabalho de Conclusão de Curso na UFPE é regulamentado pela Resolução do CEPE nº18 de 202239. 39 https://sigrh.ufpe.br/sigrh/downloadArquivo?idArquivo=1227441&key=31460f334c182ed4da042 b54a6a38ebe 94 15 Forma de Ingresso ao curso Existem três formas de ingresso aos cursos da UFPE, além da transferência por "força de lei". A primeira e mais importante é através do Sistema de Seleção Unificada (SiSU), a segunda através do ingresso extra vestibular; e a terceira através da realização de convênios entre a UFPE e outras instituições, inclusive de fora do país. A principal forma de ingresso no curso é através da nota no Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) e inscrição do candidato no processo seletivo do SiSU do MEC. O curso oferece 100 vagas por ano, com ingresso no início de cada semestre. As aulas são ministradas no Campus Recife da UFPE. O Ingresso extra vestibular é oferecido anualmente, para preenchimento de vagas ociosas nos diversos cursos de graduação, em diferentes áreas de conhecimento/formação profissional por meio de transferência interna, transferência externa, reintegração ou outro curso de graduação para diplomados. Os convênios entre a UFPE e outras Instituições são conduzidos por uma diretoria específica (DRI - Diretoria de Relações Internacionais) ligada à Reitoria para o caso dos convênios internacionais e ligada à PROGAD para os casos de convênios nacionais. É possível também realizar matrícula para cursar disciplinas isoladas (dga.prograd@ufpe.br) sendo aluno vinculado à Universidade, mas não a cursos do CIn. Alunos de outras instituições de ensino superior ou profissionais diplomados, esses alunos não são considerados alunos efetivos da UFPE. Além disso, também é possível o ingresso na modalidade ex-officio, estabelecida no Art. 49 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (Lei 9.394/1996) e pela Lei 9.536/1997. Registramos a Resolução CEPE Nº 8/2021, que estabelece critérios para o Processo de Ingresso por Reintegração, Transferência Interna, Transferência Externa e Portador(a) de Diploma nos cursos de graduação da UFPE. 95 16 Corpo Docente Vínculo Qualificação Regime de Nome CPF Área de Conhecimento Titulação / Área Empregatíci Profissional Trabalho o Abel Guilhermino da Silva Doutorado/Ciência da 823.841.424-53 Ciência da Computação Engenharia Elétrica 40h DE Estatutário Filho Computação Doutorado/Ciência da Licenciatura Plena em Adenilton José da Silva 032.544.994-50 Ciência da Computação 40h DE Estatutário Computação Matemática. Adiel Teixeira de Almeida Engenharia de Doutorado/Engenharia de Engenharia de 039.357.824-03 40h DE Estatutário Filho Produção Produção Produção Adriano Augusto de Moraes Doutorado/Ciência da Ciência da 818.986.814-49 Ciência da Computação 40h DE Estatutário Sarmento Computação Computação Adriano Lorena Inácio de Doutorado/Ciência da 830.887.924-15 Ciência da Computação Engenharia Eletrônica 40h Estatutário Oliveira Computação Alex Sandro Gomes 519.366.824-00 Ciências da Educação Doutorado/Ciências da Educação Engenharia Elétrica 40h DE Estatutário Doutorado/Ciência da Ciência da Alexandre Cabral Mota 735.477.354-91 Ciência da Computação 40h DE Estatutário Computação Computação Alexandre Marcos Lins de Doutorado/Ciência da Ciência da 398.629.924-68 Ciência da Computação 40h DE Estatutário Vasconcelos Computação Computação Aluízio Fausto Ribeiro Doutorado/Inteligência Artificial e 141.498.854-00 Ciência da Computação Engenharia Elétrica 40h DE Estatutário Araújo Ciência da Computação André Luis de Medeiros Ciência da 622.856.614-87 Ciência da Computação Doutorado/Computing Science 40h DE Estatutário Santos Computação Doutorado/Ciência da Engenharia da Andson Marreiros Balieiro 781.791.302-15 Ciência da Computação 40h DE Estatutário Computação Computação Doutorado/Ciência da Ciência da Anjolina Grisi de Oliveira 328.290.355-34 Ciência da Computação 40h DE Estatutário Computação Computação Augusto Cezar Alves Ciência da 415.216.334-87 Ciência da Computação Doutorado/Software Engineering 40h DE Estatutário Sampaio Computação Doutorado/Ciência da Ciência da Bernadette Farias Lóscio 479.913.303-97 Ciência da Computação 40h DE Estatutário Computação Computação Breno Alexandro Ferreira de Doutorado/Ciência da Licenciatura Plena em 055.141.434-06 Ciência da Computação 40h DE Estatutário Miranda Computação Computação Ciência da Carina Frota Alves 749.595.813-87 Ciência da Computação Doutorado/Computer Science 40h DE Estatutário Computação Carla Taciana Lima Doutorado/Ciência da Ciência da Lourenço Silva 026.528.514-38 Ciência da Computação 40h DE Estatutário Computação Computação Schuenemann Carlos Alexandre Barros de Doutorado / Ciência da 879.891.584-34 Ciência da Computação Engenharia Elétrica 40h DE Estatutário Mello Computação Carlos André Guimarães Ciência da 460.345.874-68 Ciência da Computação Doutorado/Computer Science 40h DE Estatutário Ferraz Computação Doutorado/Ciência da Ciência da Cleber Zanchettin 005.514.489-62 Ciência da Computação 40h DE Estatutário Computação Computação Doutorado/Ciência da Cristiano Coelho de Araújo 754.056.284-68 Ciência da Computação Engenharia Eletrônica 40h DE Estatutário Computação Daniel Carvalho da Cunha 986.697.374-34 Ciência da Computação Doutorado / Engenharia Elétrica Engenharia Elétrica 40h DE Estatutário Divanilson Rodrigo de 895.362.744-34 Ciência da Computação Doutorado / Engenharia Elétrica Engenharia Elétrica 40h DE Estatutário Sousa Campelo Doutorado / Ciência da Djamel Fawzi Hadj Sadok 002.302.804-12 Ciência da Computação Ingenieur de Software 40h DE Estatutário Computação Edna Natividade da Silva 399.735.144-91 Ciência da Computação Doutorado/Informatik Engenharia Elétrica 40h DE Estatutário Barros Edson Costa de Barros Ciência da 364.324.234-49 Ciência da Computação Doutorado/Engenharia Elétrica 40h DE Estatutário Carvalho Filho Computação Eduardo Antônio Guimarães Doutorado/Ciência da Ciência da 030.711.904-17 Ciência da Computação 40h DE Estatutário Tavares Computação Computação Fabio Queda Bueno da Doutorado / Ciência da Ciência da 071.642.668-40 Ciência da Computação 40h DE Estatutário Silva Computação Computação Fernando José Castor de Doutorado/Ciência da Ciência da 026.070.704-06 Ciência da Computação 40h DE Estatutário Lima Filho Computação Computação Fernando Maciano de Paula Doutorado/Ciência da Engenharia da 069.659.404-84 Ciência da Computação 40h DE Estatutário Neto Computação Computação Filipe Carlos de Doutorado/Ciência da Ciência da 013.774.924-43 Ciência da Computação 40h DE Estatutário Albuquerque Calegário Computação Computação Francisco de Assis Tenório Doutorado/Ciência da 318.764.394-91 Ciência da Computação Engenharia Elétrica 40h DE Estatutário de Carvalho Computação Frederico Luiz Frederico Tecnologia de 065.187.808-00 Ciência da Computação Doutorado/Engenharia Elétrica 40h DE Estatutário Luiz Gonçalves de Freitas Computação Geber Lisboa Ramalho 601.359.134-20 Ciência da Computação Doutor/ Informatique Engenharia Elétrica 40h DE Estatutário George Darmiton da Cunha Doutorado/ Ciência da Ciência da 935.683.474-15 Ciência da Computação 40h DE Estatutário Cavalcanti Computação Computação Germano Crispim Ciência da 461.731.884-49 Ciência da Computação Doutorado/ Electronic Engineering 40h DE Estatutário Vasconcelos Computação Doutorado/ Informatique, Giordano Ribeiro Eulálio Ciência da 021.293.114-82 Ciência da Computação Telecommunications et 40h DE Estatutário Cabral Computação Electronique 96 Gustavo Henrique Porto de Doutorado / Ciência da Ciência da 052.291.534-58 Ciência da Computação 40h DE Estatutário Carvalho Computação Computação Hansenclever de França Doutorado/ Ciência da Ciência da 887.004.611-72 Ciência da Computação 40h DE Estatutário Bassani Computação Computação Henrique Emanuel Mostaert Doutorado/ Ciência da Sistemas de 047.734.664-21 Ciência da Computação 40h DE Estatutário Rebêlo Computação Informação Doutorado/ Ciência da Hermano Perrelli de Moura 150.194.974-87 Ciência da Computação Engenharia Eletrônica 40h DE Estatutário Computação Jaelson Freire Brelaz de 342.738.084-04 Ciência da Computação Douturado / Computing Engenharia Elétrica 40h DE Estatutário Castro Doutorado/ Ciência da Sistemas de Jamilson Ramalho Dantas 013.408.955-36 Ciência da Computação 40h DE Estatutário Computação Informação Jéssyka Flavyanne Ferreira Doutorado/ Ciência da Engenharia da 028.870.555-69 Ciência da Computação 40h DE Estatutário Vilela Computação Computação José Augusto Suruagy Doutorado / Ciência da 136.954.104-00 Ciência da Computação Engenharia Elétrica 40h DE Estatutário Monteiro Computação Judith Kelner 104.127.514-53 Ciência da Computação Doutorado / Computer Science Engenharia Civil 40h DE Estatutário Doutorado/Ciência da Ciência da Juliano Manabu Iyoda 022.766.294-60 Ciência da Computação 40h DE Estatutário Computação Computação Doutorado/Ciência da Ciência da Kelvin Lopes Dias 432.122.392-04 Ciência da Computação 40h DE Estatutário Computação Computação Doutorado/Ciência da Ciência da Kiev Santos da Gama 008.138.234-04 Ciência da Computação 40h DE Estatutário Computação Computação Doutorado/Ciência da Sistemas de Leandro Maciel Almeida 878.100.341-20 Ciência da Computação 40h DE Estatutário Computação Informação Doutorado/Ciência da Engenharia da Leopoldo Motta Teixeira 052.137.874-52 Ciência da Computação 40h DE Estatutário Computação Computação Liliane Rose Benning Doutorado/Ciência da Graduação em 653.301.294-00 Ciência da Computação 40h DE Estatutário Salgado Computação Matemática Luciano de Andrade Doutorado/Ciência da Ciência da 661.411.685-15 Ciência da Computação 40h DE Estatutário Barbosa Computação Computação Doutorado/Ciência da Ciência da Marcelo Bezerra d´Amorim 167.128.974-91 Ciência da Computação 40h DE Estatutário Computação Computação Doutorado/Ciência da Ciência da Márcio Lopes Cornélio 953.678.884-53 Ciência da Computação 40h DE Estatutário Computação Computação Doutorado/Ciência da Ciência da Nelson Souto Rosa 735.733.104-00 Ciência da Computação 40h DE Estatutário Computação Computação Nivan Roberto Ferreira Doutorado/Ciência da Ciência da 071.711.354-03 Ciência da Computação 40h DE Estatutário Júnior Computação Computação Odilon Maroja da Costa 439.693.134-40 Engenharia Elétrica Doutorado / Engenharia Elétrica Engenharia Elétrica 40h DE Estatutário Pereira Filho Patrícia Cabral de Azevedo Doutorado/Ciência da Ciência da 744.607.654-20 Ciência da Computação 40h DE Estatutário Restelli Tedesco Computação Computação Doutorado/ Ciência da Paulo Freitas Araújo Filho 096.992.274-43 Ciência da Computação Engenharia Elétrica 40h DE Estatutário Computação Paulo Gustavo Soares da Doutorado/Ciência da Ciência da 018.801.114-54 Ciência da Computação 40h DE Estatutário Fonseca Computação Computação Paulo Henrique Monteiro Ciência da 683.965.974-72 Ciência da Computação Doutorado/Computing 40h DE Estatutário Borba Computação Paulo Jorge Leitão 268.908.014-15 Ciência da Computação Doutorado / Matemática Engenharia Elétrica 40h DE Estatutário Adeodato Doutorado/Ciência da Paulo Roberto Freire Cunha 037.422.374-20 Ciência da Computação Engenharia Elétrica 40h DE Estatutário Computação Paulo Romero Martins Doutorado/Ciência da 311.013.804-20 Ciência da Computação Engenharia Eletrônica 40h DE Estatutário Maciel Computação Paulo Salgado Gomes de Doutorado/Ciência da Sistemas de 045.719.384-03 Ciência da Computação 40h DE Estatutário Mattos Neto Computação Informação Pedro Machado Manhães Doutorado/Ciência da Ciência da 045.066.074-57 Ciência da Computação 40h DE Estatutário de Castro Computação Computação Renata Maria Cardoso Doutorado/Ciência da 255.167.104-30 Ciência da Computação Estatística 40h DE Estatutário Rodrigues de Souza Computação Renato Mariz de Moraes 620.400.734-34 Ciência da Computação Doutorado / Engenharia Elétrica Engenharia Elétrica 40h DE Estatutário Ricardo Bastos Cavalcante Doutorado/Ciência da Ciência da 624.177.033-00 Ciência da Computação 40h DE Estatutário Prudêncio Computação Computação Ricardo Martins de Abreu Doutorado/Ciência da Ciência da 821.761.594-20 Ciência da Computação 40h DE Estatutário Silva Computação Computação Ricardo Massa Ferreira De Doutorado/Ciência da Ciência da 783.345.194-00 Ciência da Computação 40h DE Estatutário Lima Computação Computação Roberto Souto Maior de Doutorado/Ciência da Ciência da 337.442.974-20 Ciência da Computação 40h DE Estatutário Barros Computação Computação Tecnologia em Robson do Nascimento Doutorado/Ciência da 442.931.432-20 Ciência da Computação Processamento de 40h DE Estatutário Fidalgo Computação Dados Ruy José Guerra Barretto Doutorado/ Ciência da 152.942.344-91 Ciência da Computação Engenharia Elétrica 40h DE Estatutário de Queiroz Computação Sérgio Castelo Branco Doutorado/Ciência da Ciência da 616.790.113-91 Ciência da Computação 40h DE Estatutário Soares Computação Computação Sérgio Ricardo de Melo Ciência da 028.031.624-07 Ciência da Computação Doutorado/Informatique 40h DE Estatutário Queiroz Computação Sérgio Vanderlei Cavalcante 529.280.204-20 Ciência da Computação Doutorado/Engenharia Elétrica Engenharia Elétrica 20h Estatutário Doutorado/Ciência da Ciência da Silvio de Barros Melo 374.852.964-34 Ciência da Computação 40h DE Estatutário Computação Computação 97 Simone Cristiane dos Doutorado/Ciência da Ciência da 666.470.704-78 Ciência da Computação 40h DE Estatutário Santos Computação Computação Stefan Michael Blawid 701.281.351-23 Ciência da Computação Doutorado em Theoretical Physics Theoretical Physics 40h DE Estatutário Doutorado/Ciência da Ciência da Teresa Bernarda Ludermir 360.681.284-15 Ciência da Computação 40h DE Estatutário Computação Computação Doutorado / Ciência da Tsang Ing Ren 625.402.544-20 Ciência da Computação Engenharia Elétrica 40h DE Estatutário Computação Doutorado/Ciência da Bacharelado em Valéria Cesário Times 667.957.534-68 Ciência da Computação 40h DE Estatutário Computação Estatística Doutorado/Ciência da Graduação em Veronica Teichrieb 640.463.380-91 Ciência da Computação 40h DE Estatutário Computação Informática Doutorado/Ciência da Ciência da Vinícius Cardoso Garcia 951.970.365-91 Ciência da Computação 40h DE Estatutário Computação Computação 98 17 Suporte para Funcionamento do Curso 17.1 Recursos estruturais O curso segue as recomendações dos Referenciais Curriculares Nacionais dos cursos de Bacharelado e Licenciatura de abril de 2010 da Secretaria de Educação Superior do Ministério da Educação, tendo ambientes de ensino prático recomendados para um curso de Ciência da Computação. As Tabelas de 8 a 11, a seguir, descrevem os ambientes que compõem o CIn. Tabela 8. Ambientes para Aula Área Nome da sala Local Capacidade (m²) 1 Sala de aula A014 27,48 30 2 Sala de aula B020 48,45 50 3 Sala de aula D002 58,77 54 4 Sala de aula D003 72,66 72 5 Sala de aula D004 72,66 68 6 Sala de aula D005 78,54 84 7 Sala de aula E112 35,43 52 8 Sala de aula E113 55,02 35 9 Sala de aula E121 29,84 24 10 Sala de aula E122 36,01 35 11 Sala de aula E131 77,66 59 12 Sala de aula E132 76,93 64 13 Sala de aula E231 26,75 24 14 Sala de aula E232 78,81 51 15 Sala de aula E233 76,10 70 16 Auditório 1º Andar Bloco B 50,19 46 17 Anfiteatro Térreo Bloco A 90,72 109 Tabela 9. Laboratórios Nome dos laboratórios Local Área (m²) Capacidade 1 Laboratório de Hardware C001/007 98,99 30 2 Laboratório de Graduação 1 B023 73,35 50 3 Laboratório de Graduação 2 B025 73,35 45 4 Laboratório de Graduação 3 B024 73,35 50 5 Laboratório de Graduação 4 B022 73,35 49 6 Laboratório de Graduação 5 B018 48,45 32 99 Tabela 10. Setores administrativos Setores Administrativos Sala Área (m2) 1 Assessoria de Comunicação E431 26,75 2 D202- Coordenação de Contratos e Convênios 9,01 B 3 D202- Coordenação Administrativa e de Planejamento 8,94 C 4 D202- Diretoria 25,09 A 5 Núcleo de Estudos e Assessoria Pedagógica E126 16,02 6 Gerência de Finanças e Compras D204 23,8 7 Gerência de Sistemas B011 32,37 8 Gerência de Infraestrutura B007 10,47 9 Oficina B017 59,56 10 Bloco Recepção - Bloco A 5,41 A 11 Bloco Recepção - Bloco E 8,06 E 12 Secretaria de Graduação E124 32,16 13 Secretaria de Pós-Graduação E123 44,99 14 Secretaria Geral / Secretaria de Pesquisa D202 43,54 15 Copa - Bloco D D217 19,22 16 Bloco Copa - Bloco B 27,31 B 17 Bloco Sala de Convivência 63,36 A Tabela 11. Outros ambientes Área Ambiente Local (m2) 1 Salas de reunião 4º andar (2 salas) 23,07 2 Salas de Reunião 1º e 2º andar (8 salas) 11,30 3 Copa - Bloco B Bloco B 90,29 4 Mezanino Bloco E 137,66 O curso de Ciência da Computação tem a maioria de suas aulas no Centro de Informática (CIn) da UFPE (um dos 12 centros da Universidade – sua localização pode ser vista na Figura 3, destacado em vermelho). Um mapa do ecossistema do CIn pode ser visto na Figura 4. O CIn ocupa dois prédios e um andar de um terceiro prédio onde se concentram a administração do Centro e as aulas da Pós-Graduação e algumas aulas da Graduação. 100 Os laboratórios de atividades acadêmicas se concentram em dois blocos de um dos prédios, como pode ser visto na Figura 5. Nessa mesma figura, podemos ver o novo prédio em expansão. O chamado “Bloco E” tem seus módulos 1, 2, 3, 4 e 6 já construídos e em uso com salas de aula, salas de reunião, gabinetes para alunos de pós-graduação, ambiente de empreendedorismo e um novo anfiteatro. Os módulos 5,7,8 a 10 (em verde na Figura 5) já estão projetados, alguns deles já em vias de início de obras. Um conjunto de três módulos tem um total de 300m2, sendo 180m2 de área útil. A secretaria de graduação fica no primeiro andar desse prédio. As Figuras 6 a 15 trazem as plantas baixas dos blocos do CIn. Figura 3. Localização do CIn na UFPE. A Figura 16 apresenta alguns ambientes de entrada nos prédios do CIn. A Figura 17 apresenta ambientes dedicados aos alunos: um local para alimentação, uma cozinha e mesas para estudos em grupo. A Figura 18 mostra o laboratório de hardware. 101 Figura 4. Localização mais aproximada do CIn (perto do Centro de Ciências Exatas e da Natureza – CCEN). De uma forma geral, o acesso ao centro e aos ambientes internos do centro levam em consideração os aspectos de acessibilidade de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, em conformidade com o Decreto nº 5.296 de 2 de dezembro de 2004. No que tange à acessibilidade arquitetônica, próximo às áreas de acesso ao CIn estão localizadas uma parada de ônibus, vagas de estacionamento reservadas para portadores de deficiência e/ou com mobilidade reduzida, rampas de acesso, calçadas largas, portas de tamanho adequado para a circulação de cadeirantes. A acessibilidade arquitetônica também é considerada em todos os espaços internos do Centro de Informática, pois existem rampas de acesso, portas com largura adequada, banheiros adaptados para cadeirantes, elevadores, corredores largos, grades de proteção/parapeito etc. Além disso, a Lei nº 13.143, de 6 de julho de 2015, Estatuto da Pessoa com Deficiência, que versa sobre os direitos e liberdades fundamentais da pessoa com deficiência no que tange às condições de igualdade com as demais pessoas, à inclusão social, às condições de participação na vida social, à autonomia, à cidadania etc., é um aspecto norteador da atenção às pessoas com deficiência. Nesse sentido, cabe destacar que o CIn e a UFPE possuem o compromisso institucional de remoção das barreiras comunicacionais, informacionais, arquitetônicas, urbanísticas, atitudinais e tecnológicas; bem como, de ações que convergem para garantia do atendimento educacional especializado e para contemplação dos direitos da pessoa com deficiência. O CIn tem preocupação com sua importância social e vem, ao longo dos anos, buscando através de projetos de pesquisa desenvolver ambientes educacionais capazes de dar apoio a outros tipos de necessidades. Um exemplo disso foi a dissertação de mestrado defendida ainda em 2012 no qual é apresentado um ambiente virtual de ensino a distância para pessoas com deficiência auditiva. O mestrando Marcelo Lúcio Correia de Amorim defendeu sua tese "Estilos de Interação WEB de navegação e ajuda contextual para usuários surdos em plataformas de 102 gestão da aprendizagem". O que tornou esta apresentação especial foi o fato de o aluno, que é surdo, conviver na prática com a problemática da sua pesquisa. Figura 5. Divisão interna dos blocos que compõem o CIn. 103 Figura 6. Mapa do térreo dos Blocos A, B e C. 104 Figura 7. Mapa do 1º andar dos Blocos A, B e C. 105 Figura 8. Mapa do 2º andar dos Blocos A, B e C. 106 Figura 9. Mapa do térreo do Bloco D. Figura 10. Mapa do térreo do Bloco E. 107 Figura 11. Mapa do Mezanino do Bloco E. 108 Figura 12. Mapa do 1º andar do Bloco E. Figura 13. Mapa do 2º andar do Bloco E. 109 Figura 14. Mapa do 3º andar do Bloco E. Figura 15. Mapa do 4º andar do Bloco E. 110 (a) (b) (c) Figura 16. (a) Entrada principal do CIn com (b) controle eletrônico de acesso. (c) Entrada do Bloco E. (a) (b) (c) Figura 17. Ambientes para os alunos: (a) cozinha, (b) “praça” de alimentação, e (c) área para estudos em equipe. Figura 18. Laboratório de Hardware. 111 Figura 19. Laboratório/sala de aula de Computação. O CIn possui diversos laboratórios com computadores, a exemplo do laboratório de graduação (Figura 19), todas as salas de aula têm computadores para os professores, todo o ambiente do CIn tem acesso à Internet por meio de conexão wifi; também há locais para os discentes usarem seus próprios notebooks. O CIn-UFPE está conectado à Internet por meio da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), com velocidade de 10Gbps e conexão por fibra óptica. Tudo isso torna o ambiente do CIn completamente apropriado tanto para criação e disponibilização de atividades para um ensino com metodologias que façam uso de recursos tecnológicos digitais. 17.2 Recursos humanos Além da infraestrutura física moderna descrita na subseção anterior, o CIn possui um quadro profissional de excelência, composto por: professores efetivos, professores substitutos, técnicos-administrativos, funcionários abarcando uma variedade de atividades profissionais; e bolsistas, distribuídos por diversos setores. Além desses 112 profissionais, os serviços de limpeza e segurança são assegurados por contratos de prestação de serviços gerenciados pela Universidade. O apoio administrativo relacionado à vida acadêmica dos alunos é dado pela secretaria da graduação que conta com equipe composta por 3 (três) Técnicos administrativos com larga experiência nos processos administrativos da UFPE. Adicionalmente, com escopo administrativo-pedagógico, o CIn tem o Núcleo de Estudos e Assessoria Pedagógica (NEAP), com 2 Técnicos em Assuntos Educacionais. 17.3 Acervo bibliográfico Além da Biblioteca Central da UFPE, o CIn conta com apoio da Biblioteca do Centro de Ciências Exatas e da Natureza. De acordo com o site da biblioteca40, há 33.286 obras disponíveis para empréstimo ou consulta. Teses e Dissertações estão disponibilizadas de forma online na Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da Universidade Federal de Pernambuco (BDTD/UFPE). O acesso se dá através do site: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/50. Dados de Agosto de 2022 registram mais de 26 mil Teses e Dissertações depositadas. Além disso, a UFPE tem acesso ao Portal de Periódicos da CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Ensino Superior), com um catálogo de centenas de periódicos relacionados às áreas de Engenharia e Computação. 40 https://www.ufpe.br/ccen/biblioteca/sobre 113 18 Apoio ao Discente 18.1 Programa de Assistência Estudantil A Pró-Reitoria para Assuntos Estudantis (PROAES) da UFPE lança regularmente um Edital de Assistência, voltado para estudantes em situação de vulnerabilidade socioeconômica, ingressantes ou veteranos dos cursos de graduação presencial da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). O objetivo é oferecer condições para o desenvolvimento de suas atividades acadêmicas, habilitando sua permanência no curso superior e sua conclusão. A seleção é realizada por meio da análise socioeconômica, conforme documentação apresentada pelo estudante, podendo ser realizada entrevista, solicitação de documentações complementares e visita domiciliar. Podem concorrer à bolsa os estudantes que estejam regularmente matriculados nos cursos de graduação presencial ou sejam ingressantes, sendo considerados assim se estiverem até no terceiro período de seus cursos; possuam renda familiar per capita menor ou igual a um valor referencial do salário mínimo, com prioridade para os estudantes que tenham cursado a educação básica em escola pública; não sejam bacharéis ou licenciados em curso superior de graduação; e não estejam inadimplentes junto à PROAES ou outro órgão público. A Política de Assistência Estudantil da UFPE oferta quatro níveis de bolsa com valores crescentes de acordo com a renda familiar. A bolsa consiste no repasse de recurso financeiro mensal para o estudante custear parte das despesas de locomoção, moradia e alimentação com o objetivo de ampliar as suas condições de permanência durante sua formação acadêmica presencial. Essas bolsas não têm efeito acumulativo. No âmbito da UFPE, o documento que regulamenta a Política de Assistência Estudantil (PAE) da UFPE é a Resolução n° 15/2019 CEPE/UFPE. É esta resolução que determina os direitos e deveres dos(as) estudantes assistidos, estabelece critérios de ingresso e permanência na Assistência Estudantil, bem como procedimentos obrigatórios que devem ser realizados periodicamente por todos os bolsistas, dentre outras definições. São benefícios e Auxílios da Assistência Estudantil a que o(a) estudante bolsista tem direito: ● Bolsas Nível 1, 2, 3 e 4: são as bolsas recebidas pelos(as) estudantes de acordo com o seu nível de vulnerabilidade socioeconômica, sendo as bolsas de Nível 4 destinadas aos estudantes em situação de maior vulnerabilidade; ● Auxílio Complementar Residentes (Recife): auxílio pago de forma complementar a estudantes residentes em uma das CEUs; 114 ● Auxílio Complementar Moradia (Recife, CAV e CAA): auxílio pago de forma complementar a estudantes classificados no edital de moradia estudantil, mas que não irão residir nas CEUs; ● Auxílio Emergencial: pago a estudantes em situação de vulnerabilidade emergente ou eventual (não pode ser acumulado com as Bolsas Nível, Moradia, Residentes e Auxílio Creche); ● Auxílio Alimentação: valor em dinheiro pago exclusivamente aos estudantes do curso de Direito a partir do segundo período, em virtude de estudarem na Faculdade de Direito do Recife (FDR), portanto, fora do Campus Joaquim Amazonas, o que dificulta o acesso ao Restaurante Universitário (RU), sem prejuízo para suas atividades acadêmicas; ● Auxílio Creche: auxílio financeiro pago a estudantes com filho(a) entre zero e três anos e 11 meses de idade; ● Inclusão Digital: programa criado durante a pandemia, no contexto das aulas remotas, que visa à concessão de tablets e chips de dados móveis para estudantes em situação de vulnerabilidade socioeconômica. O edital pode ser acessado através do link https://drive.google.com/file/d/1pW2oKxhpeciYoEFGyH_uhJmfPw8cvsRj/view ● Atendimento com os profissionais de saúde do NASE (Núcleo de Atenção à Saúde do Estudante)41; ● Acesso ao Restaurante Universitário, que tem como público beneficiário: I - Estudantes regularmente matriculados na UFPE, aprovados no Edital de assistência estudantil, com subsídio integral das refeições; II - Estudantes de graduação e pós-graduação regularmente matriculados na UFPE, com subsídio parcial das refeições; e, II - Servidores da UFPE e visitantes, mediante pagamento integral das refeições diretamente à CONTRATADA. (ver: https://www.ufpe.br/restaurante) ● Participação no Plantão de Orientação de Matrícula: atividade desenvolvida pelo Setor Pedagógico da PROAES (nos três campi) que tem como principal objetivo auxiliar os estudantes na definição do quantitativo de disciplinas a serem cursadas, bem como no planejamento, visando à conclusão do curso no menor tempo possível. ● Participação no Projeto Estudante Cooperador Pedagógico: projeto desenvolvido pelo Setor Pedagógico da PROAES (Campus Recife) que visa à oferta de tutoria, para estudantes com dificuldade acadêmica, em algumas disciplinas da Área Básica de Ingresso (ABI) das engenharias. 41 https://www.ufpe.br/proaes/nase 115 18.2 Outros apoios aos estudantes Adicionalmente, a UFPE oferece outros programas a estudantes da UFPE como descrito a seguir. 18.2.1 Acessibilidade na Educação Superior O Programa de Acessibilidade na Educação Superior (Incluir) cumpre o disposto nos decretos nº 5.296/2004 e nº 5.626/2005 e no edital INCLUIR 04/2008, publicado no Diário Oficial da União nº 84, seção 3, páginas 39 e 40, de 5 de maio de 2008, e propõe ações que garantem o acesso pleno de pessoas com deficiência às instituições federais de ensino superior. O Incluir/UFPE tem como principal objetivo fomentar a criação e a consolidação do núcleo de acessibilidade na UFPE, o qual responde pela organização de ações institucionais que garantam a integração de pessoas com deficiência à vida acadêmica, eliminando barreiras comportamentais, pedagógicas, arquitetônicas e de comunicação. Na UFPE, a Resolução Nº 11/2019 do Consuni/UFPE (acessibilidade e inclusão educacional) dispõe sobre o atendimento em acessibilidade e inclusão educacional. O público-alvo para o atendimento em acessibilidade e inclusão educacional são os docentes, técnico-administrativos e discentes da UFPE com deficiência nas áreas auditiva, visual, física, intelectual ou múltipla (Decreto nº 5.296, de 2 de dezembro de 2004 e Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015); com transtorno do espectro autista (Lei nº 12.764, de 25 de dezembro de 2012); com altas habilidades/superdotação; com transtorno específico da aprendizagem: dislexia, discalculia, disortografia, disgrafia e transtorno do déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) e com mobilidade reduzida. Em todos esses casos, o NACE (Núcleo de Acessibilidade) da UFPE atua de maneira conjunta com os diversos órgãos colegiados da UFPE no auxílio de discentes com necessidades especiais. 18.2.2 Núcleo de Estudos e Assessoria Pedagógica (NEAP) O apoio oferecido pelo NEAP se dá nos pilares de ensino, pesquisa e extensão, tais como: realização de estudos e acompanhamento dos fenômenos educacionais; apoio à promoção de palestras e eventos para a comunidade acadêmica; apoio e assessoramento pedagógico e regulamentar para alunos, técnicos-administrativos e docentes; avaliação da qualidade dos cursos; orientação aos discentes com dificuldades acadêmicas proporcionando identificação de interferências que possam desequilibrar o planejamento educacional do aluno, bem como proporcionar a interação com mecanismos administrativos e pedagógicos existentes na universidade; entre outras ações que são viabilizadas por meio de parcerias com demais instâncias e atores do CIn e da UFPE. O NEAP/CIn oferece também o suporte pedagógico não só ao estudante como também ao docente, no intuito de colaborar com o atendimento às demandas da educação inclusiva, buscando assegurar a permanência e o sucesso acadêmico dos estudantes com deficiência e/ou necessidades educacionais específicas. Com o 116 objetivo de favorecer a socialização de conhecimentos e informações que auxiliem na inclusão dos(as) estudantes do CIn/UFPE com deficiência e/ou necessidades educacionais específicas, o NEAP/CIn elaborou uma cartilha, como mais uma fonte de contribuição para a redução de barreiras arquitetônicas, atitudinais, comunicacionais e pedagógicas para a construção de ambientes inclusivos de aprendizagem no Centro de Informática/UFPE. 18.2.3 Apoio a Eventos Auxílio financeiro a estudantes regularmente matriculados em cursos de graduação da UFPE para participação em eventos acadêmicos científicos, tecnológicos, culturais e ligados ao movimento estudantil realizado fora da UFPE, sendo a seleção realizada através de Edital. 18.2.4 Apoio ao Esporte Concessão de bolsa de incentivo a prática do desporto a estudantes-atletas regularmente matriculados nos cursos de graduação da UFPE para auxiliar no treinamento para participação em competições locais, regionais e nacionais, atuação na gestão esportiva, atrelado ao seu bom desempenho acadêmico. 18.2.5 Promisaes (Projeto Milton Santos de Acesso ao Ensino Superior) Concessão de auxílio financeiro pagos pelas IES diretamente aos estudantes estrangeiros do Programa de Estudantes Convênio de Graduação (PEC-G), que atendam aos critérios estabelecidos pela Portaria nº 745 de 05/06/12. 18.2.6 Assistência em Saúde Na PROAES existe o Núcleo de Atenção à Saúde do Estudante (NASE) que presta serviços nas áreas de psicologia, nutrição, psiquiatria etc. O NASE reflete a execução dos dispositivos indicados pelo Programa Nacional de Assistência Estudantil (PNAES), instituído pelo Decreto nº 7.234/2010, concernentes às ações na área de atenção à saúde. Constitui seu público-alvo os(as) estudantes de graduação do campus Recife da UFPE beneficiados pelos programas de assistência estudantil da PROAES ou que comprovem situação de vulnerabilidade socioeconômica. O núcleo visa ampliar o acesso ao cuidado integral através dos profissionais componentes do NASE e, nos casos em que este Núcleo não dispuser de recursos para o efetivo atendimento do estudante, este poderá ser referenciado para serviços da UFPE articulados ao NASE; à rede do Sistema Único de Saúde (SUS) ou mesmo à rede privada, conforme necessidade determinada pela singularidade do caso. A triagem é a porta de entrada ao serviço, e segue os preceitos do acolhimento descrito na atenção básica, segundo demanda espontânea. Os atendimentos de Clínica Médica, Psicologia, Psiquiatria e Nutrição do NASE ocorrem através de consultas eletivas, com agendamento prévio. Os atendimentos incluem: Clínica Médica; Enfermagem; Nutrição; Psicologia; Psiquiatria e Serviço Social. 117 18.2.7 Curso de Idiomas/NLC O Núcleo de Línguas e Culturas (NLC) é um projeto de extensão voltado para o ensino de línguas estrangeiras e suas respectivas culturas e o intercâmbio entre professores/alunos de instituições nacionais e estrangeiras. Vem há cerca de 20 anos oferecendo cursos acessíveis e de qualidade para a comunidade universitária e extrauniversitária. O NLC tem como objetivo proporcionar experiência profissional pedagógico-cultural aos alunos de graduação e pós-graduação e fomentar o intercâmbio entre alunos/professores dos países cujas línguas e culturas estão sendo estudadas ou virão a ser ensinadas. 18.3 Acompanhamento acadêmico No início do curso, objetivando suprir as lacunas de aprendizagem dos estudantes e reduzir a evasão e a retenção no curso, aspecto muito comum nos anos iniciais dos cursos de graduação da área, o curso de Ciência da Computação prevê ações de nivelamento, com referência no perfil dos ingressantes, por meio de minicursos preparatórios para o fortalecimento da base matemática dos ingressantes. Nesse sentido, espera-se que os estudantes tenham melhor desempenho nas disciplinas dos primeiros períodos e um bom aproveitamento do curso. Através da Resolução 08/2022 do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão da UFPE foram instituídos os Estudos Planejados (EP) para discentes com dificuldades no processo de aprendizagem em seus cursos de graduação. O programa visa o estabelecimento de um plano pedagógico contínuo e personalizado aos estudantes que demonstrem desempenho acadêmico insuficiente para conclusão de seus cursos nos prazos usuais. As Comissões de acompanhamento são definidas na busca de uma interação próxima e efetiva com cada aluno. 18.4 Apoio emocional Com o objetivo de atender a demandas pontuais e momentâneas e de possibilitar um espaço para a fala e expressão de emoções, com total sigilo e sem julgamentos, foi criado o Grupo de Acolhimento do CIn-UFPE. Acolhimento pode ser compreendido como um atendimento emergencial, cujo objetivo é proporcionar uma escuta e um acolhimento à pessoa no momento de crise emocional. Neste sentido, a proposta não é a resolução ou aprofundamento da problemática, mas sim, um momento de empatia para com a pessoa que sofre. Possui caráter preventivo, uma vez que possibilita uma visão mais clara e ampla de si frente à problemática, podendo contribuir para o seu não agravamento e para auxiliar num movimento que pode ser propulsor de mudança. A ação se dá de forma presencial e individual, através da escuta solidária realizada por um acolhedor do grupo. Ao receber uma solicitação, um membro do grupo viabiliza o local, aciona o acolhedor disponível no momento e informa, via e-mail, ao solicitante 118 os dados do local e o nome do acolhedor que irá atendê-lo. Para solicitar atendimento, basta enviar e-mail para acolhimento@cin.ufpe.br. Outras informações sobre acolhimento podem ser consultadas na página do grupo (ver: acolhimento.cin.ufpe.br). Há também ações de acolhimento nas atividades da semana do calouro (ver: https://calouro.cin.ufpe.br/) e durante toda a permanência do estudante no curso, considerando os seguintes aspectos: integração com a comunidade acadêmica, rede de apoio institucional ao discente, acompanhamento pedagógico e psicopedagógico, acolhimento emocional, apresentação da matriz curricular, infraestrutura e funcionamento do curso, oportunidade de atuação em monitoria, estágio, iniciação científica, grupos de pesquisa, extensão, competições na área de computação etc. No âmbito da UFPE, vinculado ao Departamento de Psicologia do Centro de Filosofia e Ciências Humanas da UFPE, existe o Serviço de Psicologia Aplicada (SPA) que é uma entidade pública caracterizada como um serviço-escola cuja prestação de serviço para a comunidade interna e externa se alia à formação dos estudantes do curso de Psicologia da UFPE. São realizados atendimentos psicológicos, psiquiátricos e sociais com o objetivo de oferecer apoio emocional e social ao público demandante por tais serviços; destacando-se, dessa forma, a saúde mental por meio do apoio direcionado para a prevenção, manutenção, recuperação da saúde integral do estudante, fator importante para o desempenho e permanência do estudante no ensino superior. Dentre as atividades desenvolvidas, se destacam: escuta online, plantão psicológico, psicoterapia, acolhimento e acompanhamento psiquiátrico, atendimento do serviço social, Projeto Cuidar (plantão psicológico de prevenção ao suicídio), entre outros. 18.5 Apoio a mulheres nos cursos do CIn Há um interesse mundial em atrair e manter mulheres em cursos de ciências exatas. Isso pode ser comprovado com o programa do Institute of Electrical andElectronic Engineers (IEEE) Women in Engineering (WIE)42. Assim, para ajudar as mulheres que fazem parte do Centro de Informática foi criado o Cintia. Como dito em seu site: “O Cintia é o grupo de mulheres do CIn-UFPE, criado com o objetivo de ser uma rede de apoio entre todas as mulheres que fazem parte do Centro de Informática. O Cintia também tem o objetivo de incentivar a participação feminina nas áreas da ciência, tecnologia e computação, promovendo ações para conquistar mais mulheres a ingressarem nestas áreas e disponibilizando o acompanhamento e amadrinhamento para incentivar as mulheres que já estão inseridas nesse universo. A grande meta é promover a igualdade de gênero na área de atuação do grupo.” Mais informações em: https://portal.cin.ufpe.br/pessoas-e-grupos/grupos-e-associacoes/cintia/ 18.6 Núcleo LGBT Preocupada com o acolhimento, inserção e permanência da comunidade LGBTQIA+, a UFPE instituiu o Núcleo LGBT. Segundo seu site43: “As atividades do órgão dizem 42 https://www.ieee.org/membership/women/index.html 43 https://www.ufpe.br/nucleolgbt 119 respeito à coordenação e implementação de ações afirmativas, preventivas e protetivas. Além disso, busca a conscientização da comunidade acadêmica sobre direitos e deveres direcionados à saúde da população LGBT+ e o estímulo à pesquisa e extensão”. 18.7 Programa de Acompanhamento de Estudos em Situações Excepcionais O Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão da UFPE, através da Resolução 19/2022, estabelece o Programa de Acompanhamento de Estudos em Situações Excepcionais nos cursos de graduação. Esse acompanhamento define um programa de estudos, prescrito pelo/a docente em substituição às atividades presenciais, a serem desenvolvidas pelo/a discente em afastamento nos casos e prazos previstos pela resolução, não se aplicando a componentes curriculares configurados como aulas de práticas profissionais, laboratórios, internatos ou estágios. A solicitação de inclusão no Acompanhamento de Estudos em Situações Excepcionais deverá ser feita diretamente à Coordenação do Curso ao qual o/a discente estiver vinculado, por meio de processo eletrônico, contendo, em anexo, a documentação comprobatória da situação. A coordenação emitirá parecer favorável ou não, de acordo com a documentação apresentada e parecer do/a(s) docente(s) das componentes curriculares pretendidas. 18.8 Informações sobre assuntos da graduação Atendendo a Portaria Normativa nº 23, de 21 de dezembro de 2017 do Ministério da Educação, alterada pela Portaria Normativa nº 742, de 2 de agosto de 2018, a UFPE, o Centro de Informática e o curso de Ciência da Computação, possuem página eletrônica própria, atualizadas regularmente. O Sistema de Gestão Acadêmica da UFPE (SIG@ - www.siga.ufpe.br) oferece aos estudantes as informações acadêmicas de modo online a partir de qualquer computador conectado à Internet. Para os que não possuem computadores pessoais, a STI - Superintendência de Tecnologia da Informação possui um bem equipado espaço, denominado Praça da Informação, usado não somente para acesso à Internet, como também para trabalhos dos estudantes. As páginas Web da UFPE (www.ufpe.br) e da PROGRAD (www.ufpe.br/prograd) contêm todas as demais informações como, Calendário Acadêmico, Manual do Estudante, Editais de matrícula, modalidades de apoio ao estudante etc. O curso de Ciência da Computação possui um site próprio no qual estão disponibilizadas várias informações acadêmicas, informações relativas ao curso, incluindo normas e composição de colegiados. O endereço do site é http://www.cin.ufpe.br/~coord-cc, sendo administrado pela coordenação do curso de Ciência da Computação. A coordenação possui e-mail próprio para contato dos alunos: coord-cc@cin.ufpe.br. 120 Para assuntos administrativos-acadêmicos os alunos do curso podem obter informações na página da Secretaria de Graduação (secgrad.cin.ufpe.br), onde constam documentos, horários das aulas, requerimentos, informações úteis sobre a vida acadêmica e uma área dedicada para tirar dúvidas dos alunos (Perguntas Frequentes). Além disso, os alunos podem acionar o corpo técnico-administrativo desta secretaria a partir do e-mail secgrad@cin.ufpe.br. A UFPE ainda mantém um site com informações relevantes para o estudante no que se refere a inclusão, acolhimento, acessibilidade, etc.: https://www.ufpe.br/manual-do-estudante. 121 REFERÊNCIAS MEC. Resolução CNE/CES nº 5/2016. http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=52101-rces0 05-16-pdf&category_slug=novembro-2016-pdf&Itemid=30192 Winograd, T., Verplank, B. 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As seguintes referências também foram citadas ao longo do documento (os links foram acessados em Julho de 2023): http://portal.mec.gov.br/docman/novembro-2016-pdf/52101-rces005-16-pdf/file https://portal.cin.ufpe.br/pesquisa-e-extensao/extensao/projetos-de-extensao/ http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=52101-rces0 05-16-pdf&category_slug=novembro-2016-pdf&Itemid=30192 124 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2004/lei/l10.861.htm https://www.acm.org/education/curricula-recommendations https://www.ufpe.br/documents/398575/1965982/Res+2019+10+CONSUNI+%28Altera+dispos itivos+da++Res+2+2018_Licen%C3%A7a+Capacita%C3%A7%C3%A3o%29+Homologada+em+20 .09.2019.pdf/e5dea608-55e0-4112-a618-17baec4ed180 https://www.ufpe.br/nucleodeacessibilidade http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=52101-rces0 05-16-pdf&category_slug=novembro-2016-pdf&Itemid=30192 https://www.ufpe.br/documents/398575/1965982/Res+2019+11+CONSUNI+%28Disp%C3%B5 e+sobre+Atendimento+em+Acessibilidade+e+Inclus%C3%A3o+Educacional+na+UFPE%29.pdf/ 4f8da1d0-6bf7-41dc-b490-51827ae946b6 https://www.ufpe.br/documents/38954/1956380/Plano+de+Desenvolvimento+Institucional+U FPE+2019_2023+atualizado+em+10_10_19.pdf/37357c88-c4df-4b34-84e7-f52eb6808ad9 https://ava.ufpe.br/graduacao/ http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/dec5626.pdf http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/res012004.pdf http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/rcp001_12.pdf http://portal.mec.gov.br/component/docman/?task=doc_download&gid=10988&Itemid= https://sigrh.ufpe.br/sigrh/downloadArquivo?idArquivo=1227441&key=31460f334c182ed4da0 42b54a6a38ebe https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/50 https://www.ufpe.br/ccen/biblioteca/sobre https://www.ufpe.br/proaes/nase https://sigrh.ufpe.br/sigrh/downloadArquivo?idArquivo=1094650&key=2c6c830637cfc357017 6278fbcdfab3d https://portal.cin.ufpe.br/pessoas-e-grupos/grupos-e-associacoes/cintia/ https://www.ufpe.br/nucleolgbt https://www.ufpe.br/manual-do-estudante 125 ANEXO I - Dispositivos Legais e Normativos Quadro das Formas de atendimento dos Dispositivos Legais e Normativos DISPOSITIVO LEGAL E NORMATIVO FORMA DE ATENDIMENTO O curso atende todos os artigos da Diretrizes Curriculares Nacionais do Resolução CNE/MEC nº 5 de 2016, 1. Curso: particularmente os incisos do parágrafo 1, Resolução nº 05/2016 CNE/CES/MEC dos Artigos 4º e 5º, que se referem à Ciência da Computação. Carga horária mínima, em horas: O perfil possui carga horária de 3.200 Resolução N° 02/2007 - CNE horas, como exigido pela Resolução nº 2. (Bacharelado, Presencial); 05/2016 CNE/CES/MEC para cursos de Computação. O novo perfil do curso atende ao tempo de Tempo de integralização: 3. integralização estabelecido na Resolução Resolução N° 02/2007 - CNE CNE/MEC N° 02/2007 (Seção 13.1) (Bacharelado, Presencial); O perfil possui um componente curricular Disciplina obrigatória/eletiva de Libras: eletivo “Introdução a Libras” (listado na 4. - Decreto N° 5.626/2005. Seção 13.1) e é facultado ao aluno cursar eletivas livres sobre o assunto (Seção 13). Diretrizes Curriculares Nacionais para O tema é coberto no componente curricular Educação das Relações Étnico-raciais e eletivo “Tecnologia, Diversidade, Equidade 5. para o Ensino de História e Cultura e Inclusão” (listado nas Seções 13.1 e Afro-brasileira e Africana: 13.3) e é facultado ao aluno cursar eletivas I. Resolução N° 01/2004 - CNE. livres sobre o assunto. O tema é coberto no componente curricular obrigatório “Informática e Sociedade” e nos Diretrizes Nacionais para a Educação em componentes eletivos “Tecnologia, Direitos Humanos: 6. Diversidade, Equidade e Inclusão" e “Ética - Parecer N° 08/2012 - CNE; e Aspectos Jurídicos da Computação” - Resolução N° 01/2012 - CNE. (listados nas Seções 13.1 e 13.3) que trata do tema. O tema é coberto no componente curricular Políticas de Educação Ambiental: obrigatório “Informática e Sociedade” e no 7. - Lei Nº 9.795/1999; componente eletivo “Tecnologia, - Decreto Nº 4.281/2002. Diversidade e Inclusão” (listados nas Seções 13.1 e 13.3). O corpo docente do curso de Ciência da Computação é composto por 86 docentes, sendo 100% com titulação acadêmica de Titulação do corpo docente: doutorado, 98% com regime de trabalho de 8. ● Lei Nº 9.394/1996. tempo integral em Dedicação Exclusiva, percentuais superiores ao que é exigido pela normativa (Seção 16). 126 Seção 12.4, Portaria 2.529, de 9 de julho Núcleo Docente Estruturante (NDE): de 2019, atendendo os requisitos 9. I. Resolução N° 01/2010 - CONAES; estabelecidos na Resolução Nº 01/2013 – II. Resolução Nº 01/2013 - CEPE/UFPE. CEPE/UFPE e Resolução N° 01/2010 – CONAES. O CIn possui vagas de estacionamento reservadas para portadores de deficiência Condições de acesso para pessoas com e/ou com mobilidade reduzida, rampas de deficiência e/ou mobilidade reduzida: acesso, calçadas largas, portas de 1 0. - Decreto N° 5.296/2004; tamanho adequado para a circulação de - Lei Nº 13.146/2015 cadeirantes, banheiros adaptados para - Resolução Nº 11/2019 - ConsUni /UFPE. cadeirantes, elevadores, corredores largos, grades de proteção/parapeito etc. (Seção 17.1). Tais estudantes estão amparados pela Proteção dos Direitos da Pessoa com Resolução ConsUni/UFPE no 11 de 2019, 1 Transtorno do Espectro Autista: com apoio do NACE (Núcleo de 1. - Lei N° 12.764/2012; Acessibilidade) da UFPE e suporte no CIn - Resolução Nº 11/2019 - ConsUni/UFPE. do NEAP (Núcleo de Estudos e Assessoria Pedagógica). (Seção 18.2) O perfil prevê 320 horas de ACEx que Estabelece as Diretrizes para a Extensão corresponde a 10% da carga horária total 1 na Educação Superior Brasileira: 2. do curso conforme previsto nos normativos - Resolução Nº 07/2018 - CNE; (Seção 14.2 e Anexo IV). - Resolução Nº 09/2017 - CEPE/UFPE. As informações acadêmicas estão disponíveis através do site da UFPE, Sistema de Gestão Acadêmica - Sig@, site Informações acadêmicas: do Centro de Informática, site da - Portaria Normativa nº 23, de 21 de Coordenação do Curso de Ciência da dezembro de 2017 - MEC (Revogou as 1 Computação, Instagram do CIn, Facebook 3. portarias normativas nº 40/2007 e nº do CIn, E-mails da Coordenação do Curso, 23/2010 MEC). Coordenação de Ensino do CIn, Secretaria - Portaria Normativa nº 742, de 2 de de Graduação do CIn, Telefone da agosto de 2018 - MEC Coordenação, Telefone da Secretaria de Graduação do CIn, Manuais, etc (mais detalhes na Seção 18.8). 127 ANEXO II - Regulamento de Estágio UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE INFORMÁTICA CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Dispõe sobre Estágio Não-Obrigatório no âmbito do Curso de Graduação em Ciência da Computação. O COLEGIADO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO, no uso de suas atribuições conferidas pelo art. 59, II, do Estatuto da Universidade Federal de Pernambuco, e tendo em vista o disposto na Lei n. 11.788, de 25 de setembro de 2008, na Resolução n. 20, de 9 de novembro de 2015, do CEPE/UFPE, e no Perfil Curricular em vigor. RESOLVE CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º A prática dos estágios nos Cursos de graduação exige a observância da legislação específica sobre estágio, na forma da Lei nº 11.788, de 25/09/2008, de resoluções pertinentes do CCEPE, e do Projeto Pedagógico do Curso de Ciência da Computação. Art. 2º O estágio no curso de Ciência da Computação da UFPE será realizado apenas na modalidade não-obrigatório, o qual é desenvolvido como atividade opcional, devendo possuir correlação com o conteúdo formativo do curso. CAPÍTULO II DAS FINALIDADES Art. 3° O estágio é o período de exercício pré-profissional do Curso de Graduação em Ciência da Computação em que o discente permanece em contato direto com o ambiente de trabalho, desenvolvendo atividades profissionalizantes, programadas ou projetadas, avaliáveis, com duração limitada e supervisão docente. Art. 4° São finalidades do estágio: I - Proporcionar ao discente aprendizagem teórico-prática, visando seu processo de formação profissional; II - Possibilitar ao discente a imersão em organizações para compreensão, análise e intervenção da realidade profissional, no âmbito de sua formação; III - Complementar a formação acadêmica. CAPÍTULO III DOS LOCAIS DE ESTÁGIO Art. 5º O estágio pode ocorrer em outra Instituição no país ou em Unidades da própria UFPE. 128 Art. 6º O discente só poderá realizar estágio em outras Instituições no país se devidamente conveniadas com a UFPE, ou por meio de Agentes de Integração, também conveniados com a UFPE. Parágrafo Único. A PROGRAD/UFPE mantém em sua página eletrônica uma lista atualizada das instituições concedentes de estágio conveniadas e informação sobre a documentação para a solicitação de convênio. Art. 7º O estágio poderá realizar-se internamente, em Unidades da própria UFPE. Parágrafo único. No caso de que trata o caput deste artigo não é necessário convênio. CAPÍTULO IV DA FORMALIZAÇÃO DO ESTÁGIO Art. 8° A autorização para a realização do estágio deverá ser dada pelo Coordenador de Estágio do curso de Ciência da Computação do Centro de Informática (CIn) da UFPE, de acordo com a resolução vigente da UFPE, que assinará um Termo de Compromisso específico para cada caso, após as assinaturas do representante da Instituição ou Unidade concedente do estágio e do estagiário, e plano de atividades. § 1° Modelos dos Termos de Compromisso utilizados pela UFPE para cada caso encontram-se na página eletrônica da PROGRAD. § 2° O Termo de Compromisso deve explicitar a responsabilidade pela cobertura do seguro contra acidentes pessoais do estagiário, durante o período de realização do estágio, devendo o nome da seguradora e o número da apólice do seguro constar no documento e uma cópia da respectiva apólice deve ser anexada ao mesmo. § 3° O Termo de Compromisso indicará um profissional do quadro de pessoal da concedente, com formação na área, que se responsabilizará pela supervisão na Instituição ou Unidade concedente, denominado Supervisor de Estágio. § 4º O Termo de Compromisso deve ser entregue na Secretaria de Graduação de Ciência da Computação antes do início do estágio, para verificação de pré-requisitos legais, e deve ser acompanhado de um plano de atividades do estágio (ou plano de estágio) o qual conterá, de forma sucinta, as atividades a serem realizadas pelo estagiário. § 5º O plano de atividades é um anexo obrigatório do termo de compromisso, imprescindível para o estudante iniciar qualquer modalidade de estágio e deve ser construído em comum acordo entre o Estagiário, o Supervisor de Campo, o Professor Orientador e o Coordenador de Estágio do Curso. CAPÍTULO V DOS ESTÁGIOS NÃO-OBRIGATÓRIOS Art. 9º Além dos requisitos descritos no Art. 8º, o Termo de Compromisso de estágio não-obrigatório deverá: 129 I - identificar expressamente o estágio como não-obrigatório; II - identificar expressamente o formato do estágio como presencial ou mediado por tecnologia; III - trazer em anexo um Plano de Atividades que guarde real correlação com o conteúdo formativo do curso; IV - ter um professor orientador responsável pelo acompanhamento das atividades desenvolvidas e avaliação dos relatórios parciais e final entregues pelo discente. § 1° Os estágios poderão ser realizados fora das dependências da concedente, de maneira preponderante ou não, em ambiente escolhido pelo estudante, com a utilização de tecnologias de informação e de comunicação, o que deve ser informado no termo de compromisso de estágio. § 2° O modelo do Plano de Atividades utilizado pela UFPE encontra-se na página eletrônica da PROGRAD. Art. 10. A responsável pela aprovação ou não do Plano de Atividades, como também pela assinatura do Termo de Compromisso do estágio não-obrigatório, é a Coordenação de Estágio do curso de Ciência da Computação do CIn/UFPE. Art. 11. Para a realização de estágio não-obrigatório de até 20 (vinte) horas semanais, o discente deve já ter cumprido, pelo menos, 32 (trinta e dois) créditos (ou 39,21% da carga horária) de disciplinas obrigatórias do curso de graduação em Ciência da Computação, além de ter satisfeito todos os requisitos definidos pelas normas vigentes da UFPE. Art. 12. Para a realização de estágio não-obrigatório de até 30 (trinta) horas semanais, o discente deve já ter cumprido, pelo menos, ter 69 (sessenta e nove) créditos (ou 78,43% da carga horária) de disciplinas obrigatórias do curso de graduação em Ciência da Computação, além de ter satisfeito todos os requisitos definidos pelas normas vigentes da UFPE. Art. 13. A jornada diária das atividades de estágio não-obrigatório a ser cumprida pelo estagiário não poderá ultrapassar: . 4 (quatro) horas diárias, se a carga horária de componentes curriculares obrigatórios cursados pelo estagiário for igual ou maior que 600h e menor que 1200h, salvo se a duração prevista para o estágio se situar totalmente em período de férias escolares. .6 (seis) horas diárias, se a carga horária de componentes curriculares obrigatórios cursados pelo estagiário for igual ou maior que 1200h, salvo se a duração prevista para o estágio se situar totalmente em período de férias escolares. CAPÍTULO VI DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 14. Os casos omissos e as interpretações deste regulamento devem ser resolvidos pelo Colegiado do Curso de Ciência da Computação. 130 Valéria Cesário Times Alves Coordenadora do Curso de Ciência da Computação Carlos André Guimarães Ferraz Vice-Coordenador do Curso de Ciência da Computação Centro de Informática - Universidade Federal de Pernambuco 131 ANEXO III - Normas do Trabalho de Conclusão de Curso UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE INFORMÁTICA CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Ementa: Dispõe a respeito do Trabalho de Conclusão de Curso no âmbito do Curso de Graduação em Ciência da Computação. Em 10 de outubro de 2022, O COLEGIADO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO (UFPE), no uso de suas atribuições, CONSIDERANDO · A Resolução 18/2022 do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão da UFPE que disciplina o Trabalho de Conclusão de Curso nesta universidade; · que o Trabalho de Conclusão de Curso é um elemento que completa a formação acadêmica do estudante no processo de ensino e aprendizagem, constituindo-se instrumento fundamental de integração, aquisição de experiência, aperfeiçoamento técnico-cultural, científico e de expressão oral e escrita; · que o Trabalho de Conclusão de Curso é obrigatório para o curso de Ciência da Computação do Centro de Informática (CIn) da UFPE; · o Perfil Curricular em vigor. RESOLVE: CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º No curso de Ciência da Computação do Centro de Informática, UFPE, o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é ofertado no componente curricular “Trabalho de Conclusão de Curso” (TCC) e pode ser considerado como uma das partes mais importantes do programa de Graduação em Ciência da Computação. Trata-se de uma grande oportunidade que o discente tem de demonstrar independência e originalidade, capacidade de síntese e de escrita clara e objetiva, além de aprender a planejar e organizar um projeto de razoável porte e relevância, e levá-lo a bom termo utilizando os métodos e técnicas aprendidas durante o curso. Qualquer que seja seu nível de desempenho acadêmico, através do TCC o aluno tem a chance de demonstrar todo o seu potencial realizador e criativo. Art. 2º O Trabalho de Conclusão de Curso, considerando sua natureza, tem um coordenador, indicado pelo coordenador do curso de Ciência da Computação e homologado pelo Colegiado do Curso. A coordenação do TCC deve ser exercida por um docente do Centro de Informática da UFPE. O coordenador será, obrigatoriamente, responsável pela componente curricular “Trabalho de Graduação”. São funções do coordenador de TCC, de acordo com a Resolução CEPE 18/2022: I - estabelecer e divulgar o cronograma de desenvolvimento de todas as atividades do TCC, respeitando o Calendário Acadêmico da UFPE; II - convocar e dirigir reuniões com os orientadores e discentes, matriculados no respectivo componente curricular, com vistas à melhoria dos processos ligados à dinâmica do TCC; III - organizar as atividades necessárias para apresentação do TCC; IV - encaminhar os pareceres das Bancas Examinadoras do TCC para posterior arquivamento na Coordenação do Curso; V - orientar a submissão dos TCC, em formato digital, no Repositório Digital da UFPE, de acordo com os tutoriais vigentes disponíveis na página eletrônica do SIB; VI - providenciar, quando necessário, o termo de depósito legal e autorização para publicação no repositório, assinado pelo autor do TCC em casos de depósito de discente egresso ou outras excepcionalidades; VII - registrar as notas dos/as estudantes de TCC no Sistema de Gestão Acadêmica a partir do relatório da Banca Examinadora; VIII - enviar, ou delegar quem do curso enviará, a comprovação de defesa para a biblioteca setorial do centro, necessária para homologação do depósito do TCC; IX - orientar a submissão do TCC no Repositório Digital da UFPE, de acordo com os tutoriais vigentes disponíveis na página eletrônica do SIB; X - informar, semestralmente, os/as docentes disponíveis para a orientação de TCC com os respectivos quantitativos de vagas e áreas de pesquisa; 132 XI - homologar a escolha do/a orientador/a e do/a coorientador/a que deverá ser feita pelo/a discente, considerando a relação entre a área de conhecimento a ser investigada no TCC e a área de formação ou de pesquisa do/a orientador/a e do/a coorientador/a. § 1º Além dessas atribuições, acrescenta-se: a. Definir o modelo da monografia na forma estabelecida (texto dissertativo ou artigo); b. Orientar os discentes com respeito à escolha da área de atuação; c. Orientar os discentes com respeito à escolha de um professor orientador, observando suas áreas de interesse; d. Orientar os discentes com respeito aos procedimentos e ao formato da elaboração do documento gerado pelo seu trabalho de conclusão de curso; e. Manter o coordenador de curso informado a respeito do acompanhamento da turma como um todo, identificando dificuldades gerais e particulares; f. Cuidar da parte logística necessária para realização das defesas de TCC, o que inclui alocação de salas, recursos de projeção, etc; g. Informar ao coordenador de curso as defesas que aconteceram para que sejam providenciadas declarações de participação e orientação aos professores envolvidos como membros de banca e orientadores; h. Manter atualizadas as informações de trabalhos em andamento e concluídos em sítio específico e dentro do domínio do Centro de Informática da UFPE. Art. 3º O TCC será desenvolvido pelo discente sob a supervisão de um Professor Orientador. Cabe ao professor orientador de TCC orientar o aluno na elaboração de um projeto inserido na área de pesquisa escolhida por este, devendo esta ser compatível com as áreas de pesquisa contempladas pelo orientador. Diferente do coordenador de TCC, o qual deve preocupar-se com os aspectos operacionais da atividade, o orientador é responsável pelo conteúdo apresentado, sendo sua responsabilidade, e do aluno, garantir que este atende às exigências de qualidade impostas a um TCC desenvolvido para o curso de Ciência da Computação do CIn/UFPE. CAPÍTULO II SOBRE O TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Art. 4º O componente curricular “Trabalho de Conclusão de Curso” (TCC) tem um professor indicado pela Coordenação de Ensino do Centro de Informática, ouvido o Coordenador do Curso de Ciência da Computação; Art. 5º Entende-se o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) como o componente curricular que corresponde a um trabalho de produção acadêmica desenvolvido pelo discente, sob orientação. Esse desenvolvimento deve ser realizado no semestre letivo ao qual o discente estiver matriculado na componente curricular Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). O TCC deve culminar com o texto final iniciado na proposta do trabalho de conclusão de curso, e sua apresentação pública. A componente curricular TCC deve, preferencialmente, ser ministrada pelo coordenador de TCC. Embora não deva ser proibido, deve ser inibida a possibilidade de mudança de tema e/ou orientador durante o andamento da disciplina. § 1º O texto final do TCC pode ser na forma de texto dissertativo ou na forma de artigo científico. Nos dois casos, o coordenador de TCC estabelecerá o formato e número mínimo de páginas. § 2º O estudante que tiver publicado artigo científico, como primeiro autor, em conferência ou periódico nacional ou internacional com classificação até Qualis B4 pode utilizar esse artigo como trabalho de conclusão de curso, não ficando isento da apresentação pública, de re-formatação do documento de acordo com resoluções em vigor e de depósito do mesmo no Repositório Digital da UFPE. Art. 6º A orientação do TCC deverá ser realizada por profissionais com titulação mínima de mestrado, nas seguintes categorias: I - docente do quadro efetivo do Centro de Informática da UFPE; II - docente do quadro temporário ou substituto do Centro de Informática da UFPE; III - docente externo ao Centro de Informática que seja do quadro efetivo da UFPE de área afim a Ciência da Computação (Engenharias, Matemática, Física ou Sistema de Informação); IV - técnico-administrativos em educação do quadro efetivo da UFPE; ou § 1º Os profissionais dos incisos III e IV só poderão realizar orientação de TCC, após autorização do Colegiado do Curso. § 2º Profissional externo com notório saber poderá realizar coorientação de TCC, após autorização do Colegiado do Curso 133 § 3º É necessário observar, no caso da condição de professor(a) do quadro temporário ou substituto, a vigência do contrato com a UFPE, que deverá atender o período da orientação como garantia da continuidade do acompanhamento ao/à estudante. § 4º O TCC pode ser orientado por Técnico-Administrativo em Educação, com titulação mínima de mestrado e vínculo institucional com a UFPE, desde que o servidor tenha titulação na área específica ou área afim do curso. § 5º A coorientação do TCC deverá seguir as mesmas condições da orientação, observando que o discente só pode ter apenas, no máximo, um coorientador. Art. 7º O TCC consiste em duas atividades que se complementam e se articulam entre si: I – elaboração, execução e descrição por meio de monografia ou artigo científico de um projeto relacionado ao trabalho de pesquisa ou de extensão ou de intervenção pedagógica; e II - defesa do trabalho desenvolvido, diante de Banca Examinadora. § 1º O TCC deverá obedecer às normas éticas da pesquisa científica, estando este relacionado a um projeto resultante de pesquisa ou de extensão. § 2º O tema ou objeto de estudo a ser desenvolvido no TCC será escolhido pelo/a discente com base nas áreas de conhecimento desenvolvidas ao longo do curso e nas Diretrizes Curriculares do Curso ou da Área. Art. 8º As formas de apresentação do TCC (presencial e/ou em ambiente virtual) serão definidas pelo Colegiado de Curso, conforme suas especificidades, respeitadas as resoluções da UFPE. Parágrafo único. O TCC defendido em Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS deverá ter a acessibilidade garantida. CAPÍTULO III DA AVALIAÇÃO DO TCC Art. 9º O TCC será avaliado por uma banca examinadora composta por dois membros, o(a) professor(a) orientador(a) e um(a) outro(a) professor(a) obrigatoriamente do CIn/UFPE. A nota final do TCC será a média aritmética calculada com base no grau atribuído pelos avaliadores (ou seja, uma nota de 0 a 10). Os avaliadores deverão levar em conta a relação entre o que foi planejado (ou seja, aquilo que foi descrito na proposta do TCC, e seu respectivo cronograma) e o que de fato foi realizado. No caso de desenvolvimento de software ou hardware, estes poderão ser desenvolvidos pelo estudante usando equipamento próprio, desde que isso possa ser reproduzido no CIn-UFPE no dia de apresentação dos projetos para efeito de avaliação. Art. 10. A monografia (seja no modelo de dissertação, seja no modelo de artigo) é uma parte extremamente importante do TCC. Ela serve para mostrar os resultados que o aluno obteve, e deve servir para demonstrar também que o aluno: I. entende o contexto maior da Ciência da Computação no qual seu trabalho se insere, na medida em que deixa bem claro a relação entre o que foi realizado (abordagem, métodos e técnicas empregados etc.) e o que já existe disponível; II. é capaz de aplicar elementos teóricos e práticos ensinados no curso ao problema escolhido, além de demonstrar que percebe sua relevância para a Ciência da Computação em geral; III. está capacitado a criticar objetivamente o seu próprio trabalho, apresentando sugestões construtivas para melhorá-lo, ou apontar para as possíveis alternativas de trabalhos futuros baseados nos resultados até então obtidos; IV. como um profissional de Ciência da Computação, é capaz de expor de forma clara e sucinta suas ideias e seus métodos de trabalho a terceiros que podem até não ser especialistas na sua área de trabalho. A monografia final do TCC será a principal fonte a partir da qual os avaliadores darão suas notas. Daí a importância de se prezar bastante pela sua qualidade, seja em forma ou conteúdo. Art. 11. A monografia ou artigo científico deverá ser entregue aos examinadores (orientador e avaliador) no máximo até a data oficialmente declarada como "último dia de aulas" no calendário da Graduação definido pela Universidade Federal de Pernambuco, ou em outra data previamente definida pelo 134 Coordenador de TCC de Ciência da Computação. O discente que não entregar sua monografia no prazo será considerado Reprovado por Falta em TCC. § 1º O discente é responsável por entregar a cada examinador uma cópia em meio físico ou digital, conforme requisitado, da monografia. Ele também deve enviar ao endereço eletrônico do Coordenador de TCC do curso de Ciência da Computação do CIn uma cópia da versão digital para que seja disponibilizada via internet. Art. 12. Um dos principais objetivos do TCC é desenvolver no aluno a habilidade de comunicar suas ideias, seja por escrito ou através de uma apresentação pública oral. Como parte da avaliação, será então necessário fazer uma apresentação do seu projeto (que em alguns casos pode incluir uma demonstração). Essa apresentação irá compor a nota final dada pelos avaliadores, sendo obrigatória. A apresentação também deve ser pública em local e horário fixados pela coordenação de TCC e devidamente divulgados por esta. CAPÍTULO IV DISPOSIÇÕES FINAIS Art. 13. Casos não tratados nessa resolução serão analisados pelo Colegiado do Curso de Ciência da Computação, mediante apresentação de qualquer tipo de solicitação, com documentação comprobatória, sempre ouvido o Coordenador de TCC do curso de Ciência da Computação. Valéria Cesário Times Alves Coordenadora do Curso de Ciência da Computação Carlos André Guimarães Ferraz Vice-Coordenador do Curso de Ciência da Computação Centro de Informática Universidade Federal de Pernambuco 135 ANEXO IV - Normas da Atividade de Extensão UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE INFORMÁTICA CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Dispõe a respeito da creditação de Atividades de Extensão para o curso de Graduação em Ciência da Computação. Regulamentação das Ações Curriculares de Extensão CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º Este regulamento fixa as normas para a inserção e o registro das Ações Curriculares de Extensão (ACEx) como carga horária do Curso de Graduação em Ciência da Computação, de acordo com as disposições da legislação federal e dos órgãos deliberativos e executivos da UFPE, especialmente a Resolução nº 16/2019 e a Resolução 31/2022 do CEPE/UFPE. Art. 2º A Extensão Universitária é um processo interdisciplinar, educativo, cultural, científico e político que integra a formação acadêmica, profissional e cidadã do discente e promove a relação transformadora entre a Universidade e outros setores da sociedade. Art. 3º Ações Curriculares de Extensão constituem no mínimo 10% da carga horária total de integralização do Curso de Graduação em Ciência da Computação, desenvolvidas na forma de Programas, Projetos, Cursos, Eventos e Prestação de Serviços de Extensão. Parágrafo 1º. Entende-se por Programa, considerando o que propala a Resolução CEPE 16/2019, um "conjunto articulado de projetos com ou sem outras ações de extensão, de caráter orgânico-institucional, orientado por um objetivo comum, com clareza de diretrizes e de execução de médio e longo prazo" Parágrafo 2º. Entende-se por Projetos, considerando o que propala a Resolução CEPE 16/2019, "são conjuntos de ações processuais e contínuas de caráter educativo, social, desportivo, cultural, científico ou tecnológico, com objetivo definido e prazo determinado". Parágrafo 3º. Entende-se por Cursos, considerando o que propala a Resolução CEPE 16/2019, os "conjuntos articulados de ações pedagógicas, com carga horária igual ou superior a 20 horas, de caráter teórico e/ou prático, presencial e/ou a distância, planejados e organizados de maneira sistemática, com corpo docente, carga horária e processo de avaliação definidos". Parágrafo 4º. Entende-se por Eventos, considerando o que propala a Resolução CEPE 16/2019, as "ações de interesse acadêmico, de apresentação e/ou exibição pública, de cunho educativo, tecnológico, social, científico, artístico-cultural, esportivo, entre outras manifestações, que objetivem gerar, desenvolver, ampliar e divulgar conhecimentos produzidos ou reconhecidos pela UFPE". Parágrafo 5º. Entende-se por Serviços de Extensão, considerando o que propala a Resolução CEPE 16/2019, as " as atividades fundamentadas em habilidades técnicas com transferência de conhecimento gerado e instalado no interior da universidade, e quando há interesse acadêmico e envolvimento de docentes, discentes e/ou técnicos administrativos em educação " 136 CAPÍTULO II DAS FINALIDADES Art. 4º São finalidades da Extensão Universitária: 1. A integração da Universidade com a Sociedade; A implementação de ações preferencialmente interdisciplinares, integrantes do processo de formação dos discentes e promotoras de uma relação transformadora entre a Universidade e outros setores da Sociedade. 0. A aplicação da capacidade crítico-reflexiva, científica, profissional e ético-política do discente; 0. O favorecimento de comunidades externas à Universidade, por meio de ações de caráter educativo, social, cultural, científico ou tecnológico. CAPÍTULO III DAS COMPETÊNCIAS Seção I - Do Coordenador de Curso Art. 5º Cabe ao Coordenador de Curso a creditação da carga horária obtida pelo discente em Programas e Projetos e Extensão, com o nome de Ação Curricular de Extensão (ACEx), realizada em qualquer um dos centros acadêmicos da UFPE. Seção II - Do Coordenador de Programa ou de Projeto Art. 6º O Coordenador de Programa ou de Projeto de Extensão como Ação Curricular de Extensão é o docente vinculado ao quadro ativo permanente da UFPE, responsável: 1. Pelo planejamento e pelo registro do Programa ou do Projeto no Sistema responsável pela gestão dos projetos de extensão (ex: SIGPROJ) adotado pela UFPE; 0. Pela submissão do Programa ou do Projeto ao Colegiado da Graduação em Ciência da Computação para aprovação por seus pares; 0. Pela avaliação e pela validação dos estudantes inscritos na ACEx. Art. 7º Compete ao Coordenador de Programa ou de Projeto: 1. Selecionar o grupo de discentes para atuação na ACEx; 0. Elaborar o Plano de Trabalho de cada discente, a ser desenvolvido no âmbito da ACEx, com cronograma detalhado, e apresentá-lo ao discente; 0. Estabelecer o cronograma de atendimento aos discentes participantes da ACEx e avaliar o seu desempenho; 0. Orientar e acompanhar os discentes integrantes da ACEx em todas as etapas previstas no Plano de Trabalho; 0. Elaborar o relatório final da ACEx, submetê-lo à aprovação do Colegiado de Curso e enviá-lo ao SIGPROJ. Seção III Do Estudante Extensionista 137 Art. 8º O Estudante Extensionista é o discente regularmente matriculado no Curso de Graduação em Ciência da Computação que participa de uma ACEx. Art. 9º Compete ao Estudante Extensionista: 1. Buscar uma ACEx de seu interesse, realizada em qualquer um dos centros acadêmicos da UFPE; 0. Participar de todas as atividades a ele planejadas pela Coordenação da ACEx; 0. Cumprir o cronograma e o calendário divulgados pelo Coordenador da ACEx em seu Plano de Trabalho; 0. Comparecer em dia, hora e local determinados pelo Coordenador da ACEx, para cumprir as atividades definidas no Plano de Trabalho. Art. 10. O Estudante Extensionista poderá se integrar a uma ACEx em qualquer período letivo do Curso, e em qualquer momento do período letivo, desde que de acordo com a Coordenação da ACEx e com um Plano de Trabalho consequente. Art. 11. Ao Estudante Extensionista que tiver concluído a ACEx em conformidade com seu Plano de Trabalho e de forma satisfatória de acordo com a Coordenação da ACEx está assegurado o direto de ter o aproveitamento total da carga horária da ACEx. CAPÍTULO IV DAS DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS E FINAIS Art. 12. Os casos omissos e as interpretações deste Regulamento serão resolvidos pelo Colegiado do Curso. Art. 13. Quaisquer acréscimos, modificações e mudanças deste instrumento regulador devem ser aprovados pelo Colegiado de Curso, ouvido previamente o Núcleo Docente Estruturante. Art. 14. Este Regulamento entra em vigor a partir da data de sua aprovação. Valéria Cesário Times Alves Coordenadora do Curso de Ciência da Computação Carlos André Guimarães Ferraz Vice-Coordenador do Curso de Ciência da Computação Centro de Informática - Universidade Federal de Pernambuco 138 ANEXO V - Normas das Atividades Complementares UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE INFORMÁTICA COLEGIADO DO CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Dispõe a respeito da creditação de Atividades Complementares no âmbito do Curso de Graduação em Ciência da Computação. Em 13 de Outubro de 2022, O COLEGIADO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO, no uso de suas atribuições, CONSIDERANDO ● que as Atividades Complementares têm a finalidade de enriquecer o processo de ensino/aprendizagem, privilegiando a complementação da formação social e profissional, e devem possibilitar o reconhecimento, por avaliação, de habilidades e competências do discente, inclusive aquelas adquiridas fora da Universidade, visando estimular a prática de estudos independentes, transversais, opcionais, interdisciplinares, de atualização profissional, sobretudo nas relações com o mercado de trabalho, estabelecidas ao longo do Curso, notadamente integrando-as às diversas peculiaridades regionais e culturais; ● que o discente do Curso de Ciência da Computação poderá cumprir até 270 (duzentos e setenta) horas de Atividades Complementares, de acordo com o Projeto Pedagógico do Curso, conforme aprovação do Colegiado do Curso; ● o disposto na Resolução No. 12/2013, do Conselho Coordenador de Ensino, Pesquisa e Extensão, da UFPE; ● o Perfil Curricular corrente. RESOLVE Art. 1° As Atividades Complementares devem ser comprovadas com a respectiva carga horária, instituição e/ou responsável, relatório e/ou avaliação quando for o caso, devidamente aprovado pelo Colegiado do Curso. Só serão aceitos os comprovantes que apresentem: nome completo do discente; data de realização do evento; carga horária; período e área. §1º Para os registros acadêmicos, o discente deve apresentar, na Secretaria de Graduação do Centro de Informática, documentação probatória e relatório, quando for o caso, referente à atividade complementar realizada, no qual seja discriminado o conteúdo dos estudos, a duração, o período e a organização ou professor responsável. §2º Ao Coordenador do Curso de Ciência da Computação compete avaliar os requerimentos de creditação de atividades complementares realizadas pelo cursista, promovendo o competente registro acadêmico, creditando como “carga horária livre (atividades complementares)”. Art. 2° São consideradas atividades complementares para fins de integralização do curso de Bacharelado em Ciência da Computação: 139 I. estágio (estágio não obrigatório e funcionário estudante) II. participação em projetos de pesquisa III. atividades de organização de eventos ou promovidas por entidades estudantis IV. participação em atividades de monitoria V. participação em eventos científicos ou eventos da área do curso VI. apresentação de trabalho científico VII. participação em projetos de ensino/inovação/desenvolvimento VIII. participação em cursos IX. representação estudantil em órgãos da UFPE ou de interesse público Art. 3° De forma a estimular a pluralidade de conhecimento, a distribuição da carga horária total das atividades complementares constantes nos Incisos I a IX do Art. 2º deste regulamento está definida pelo estabelecimento de limites máximos para cada tipo de atividade. Art. 4° A identificação das atividades complementares, segundo a espécie, com seus respectivos limites de carga horária, está estabelecida no Barema das Atividades Complementares, que é parte integrante da presente Resolução. Parágrafo Único Para atividades não contempladas no Barema mencionado no caput deste Artigo, o aluno deverá pedir avaliação pelo Colegiado do curso em Ciência da Computação fornecendo documentos comprobatórios que auxiliem o Colegiado a identificar e atribuir a carga horária respectiva. Os documentos devem conter o CNPJ da empresa prestadora do serviço, nome completo do discente, data de realização do evento, carga horária, período e área. Art. 5° Carga horária excedente de disciplinas não pode ser utilizada como atividades complementares. Art. 6° Disciplinas de formação avançada podem ser utilizadas como carga horária de atividades complementares. O discente deve consultar as normas de Estudos Avançados do curso de Ciência da Computação do CIn/UFPE. Art. 7° Casos não tratados nessa resolução serão analisados pelo Colegiado do Curso de Ciência da Computação, mediante apresentação de documentação completa comprobatória da participação e conclusão da atividade. Valéria Cesário Times Alves Coordenadora do Curso de Ciência da Computação Carlos André Guimarães Ferraz Vice-Coordenador do Curso de Ciência da Computação Centro de Informática Universidade Federal de Pernambuco 140 BAREMA DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES Grupo Estágio 1 Atividade: Requisitos: Carga Horária Tempo mínimo de seis meses de participação na Estágio Não Obrigatório atividade. - 60 horas por - Apresentar termo de compromisso de semestre para estágio, plano de atividades e relatório estágios de 20 de conclusão das atividades com horas semanais assinatura dos responsáveis pelas atividades. - 90 horas por semestre para - Avaliação superior a 7,0 (sete) feita estágio de 30 pelos responsáveis (supervisor da horas semanais empresa concedente do estágio e professor orientador) - Número máximo de semestres (calendário civil): 3 (três), totalizando o máximo de 180 horas. Funcionário estudante É indispensável a correlação das - 60 horas por atividades desempenhadas com a semestre para proposta pedagógica do curso. contratos de trabalho de menos - Tempo mínimo de seis meses de de 20 (vinte) contrato de trabalho horas semanais - Número máximo de semestres - 90 horas por (calendário civil): 3 (três), semestre para totalizando o máximo de 180 horas contratos de para creditação de carga horária de trabalho com, atividade complementar.. pelo menos, 30 (trinta) horas - Apresentar CTPS ou contrato de semanais mais trabalho - Declaração da empresa na qual conste o detalhamento da atividade exercida e cópia do correspondente registro na Carteira Profissional, quando o aluno for empregado de empresa privada; - Declaração do órgão público na qual conste o detalhamento da atividade exercida e cópia do correspondente ato de nomeação, quando o aluno for servidor público; - Cópia do Contrato Social da empresa, devidamente registrado na Junta Comercial, comprovando 141 atividade em áreas correlatas à sua habilitação, quando o aluno for sócio-administrador; - Relatório final de atividades que evidencie seu caráter formativo consonante com o projeto pedagógico do curso, assinado por supervisor na empresa, em que conste avaliação das atividades realizadas. Grupo 2 Participação em Projetos de Pesquisa Atividade: Requisitos: Carga Horária Tempo mínimo de um semestre de participação na atividade. A atividade não poderá ser Realização de trabalho de vinculada aos trabalhos práticos pesquisa na área do curso sob das disciplinas dos cursos de 30 horas orientação de docente da UFPE graduação. por semestre Comprovante de participação no CONIC ou relatório do orientador, caso não seja aluno selecionado pela PROPESQ/CAPES/CNPQ. Não ter usado a atividade para qualquer outro tipo de creditação. - Número máximo de semestres: 3 (três) Grupo 3 Atividades de organização de eventos ou promovidas por entidades estudantis Atividade: Requisitos: Carga Horária - Relatório do professor responsável pela 15 horas por Atividades em empresas juniores Empresa Junior que semestre avaliará a atuação do aluno e seu aproveitamento. 142 - Número máximo de semestres: 4 (quatro). Participação em comissão - Apresentação do organizadora de evento apoiado certificado/declaração da 10 horas por participação como membro da participação e/ou promovido por sociedades equipe de científicas e/ou associações de organização. informática e/ou instituições de ensino - Número máximo de eventos: superior 2 (dois). Coordenação de evento apoiado e/ou - Apresentação do promovido por sociedades certificado/declaração da científicas e/ou associações de coordenação 20 horas por informática e/ou instituições de coordenação ensino superior - Número máximo de eventos: 2 (dois). Grupo 4 Atividades de Monitoria Atividade: Requisitos: Carga Horária Declaração do Professor Orientador Apresentação do relatório das Monitoria de disciplina do curso 20 horas por monitorias concluídas. ou de área afim semestre Tempo mínimo de um letivo semestre letivo de participação na atividade. Não ter usado a atividade para qualquer outro tipo de creditação. - Número máximo de monitorias: 4 (quatro) Grupo 5 Participação em Eventos Científicos Atividade: Requisitos: Carga Horária 143 Participação em congressos, conferências, Apresentação do escolas regionais, apoiados e/ou promovidos certificado original de por sociedades científicas e/ou associações de participação no 5 horas informática e/ou evento. por evento instituições de ensino superior. Não ter usado a atividade para qualquer outro tipo de creditação. - Número máximo de participações: 5 (cinco) Grupo 6 Participação em Eventos Relacionados à Área do Curso Atividade: Requisitos: Carga Horária Seminários, Conferências, Eventos Científicos, Apresentação do Escolas Regionais, Workshops apoiados e/ou certificado original promovidos por sociedades científicas e/ou de participação no associações de informática e/ou instituições de evento. 5 horas por ensino superior Não ter usado a evento atividade para qualquer outro tipo de creditação. - Número máximo de participações: 2 (duas) Olimpíadas ou Maratonas apoiadas e/ou Apresentação do promovidas por sociedades científicas e/ou certificado original associações de informática e/ou de participação no 20 horas evento. por instituições de ensino superior evento Não ter usado a atividade para qualquer outro tipo de creditação. - Número máximo de participações: 5 (cinco) Participação como palestrante ou painelista em Apresentação do evento científico. certificado original de participação no 5 horas evento. por evento Não ter usado a atividade para 144 qualquer outro tipo de creditação. - Número máximo de participações: 5 (cinco) Grupo 7 Participação em Projetos de ensino / inovação / desenvolvimento Atividade: Requisitos: Carga Horária Participação em projetos de ensino - Apresentação do certificado original de participação no / inovação / desenvolvimento projeto. 30 horas por orientado por docente da UFPE semestre - Tempo mínimo de um semestre de participação na atividade. - Carga horária mínima de 20 horas semanais. - Não ter usado a atividade para qualquer outro tipo de creditação. - Número máximo de participações: 2 (duas) Grupo 8 Participação em Cursos Relacionados à Área Atividade: Requisitos: Carga Horária Cursos online ou presenciais Apresentação de 0,5 hora de relacionados à área de Ciência da justificativa da relação do atividade Computação, apoiado e/ou promovido curso com a área de complementar por por sociedades científicas e/ou Ciência da Computação. cada 2 horas de associações de informática e/ou curso, com limite de instituições de Apresentação do 20 horas por plano de curso e ensino superior. cronograma. curso Apresentação do certificado original de participação no curso. - Número máximo de participações: 2 (duas) 145 - Apresentação de Cursos ou Minicursos em eventos justificativa da científicos, apoiados e/ou 1 hora de relação promovidos por sociedades atividade científicas e/ou associações de do minicurso/curso complementar por informática e/ou instituições de com a área de cada 2 horas de ensino superior. curso, com limite de Ciência da 30 horas por Computação. curso - Apresentação do plano de curso e cronograma. - Apresentação do certificado original de participação no curso. - Número máximo de participações: 2 (duas) MOOCs (Massive Open OnLine - Apresentação do certificado Course) relacionados à área de Ciência original de participação no 1 hora de atividade da Computação, apoiados e/ou curso. complementar por promovidos por sociedades científicas cada 1 hora de curso, e/ou associações de informática e/ou - Número máximo de com limite de 60 instituições de participações: 3 (três) horas por curso. ensino superior. MOOCs (Massive Open OnLine - Apresentação do certificado 0,5 hora de Course) relacionados a áreas afins, original de participação no atividade curso. apoiado e/ou promovido por complementar por sociedades científicas e/ou associações - Número máximo de de informática e/ou instituições de participações: 4 (quatro) cada 1 hora de ensino superior. curso, com limite de 60 horas por curso. Grupo 9 Participação em Representação Estudantil Atividade: Requisitos: Carga Horária Atividades de representação discente junto a esentação de atas de participação órgãos da UFPE e outros, de interesse público, u algum tipo de comprovação (é mediante comprovação de no mínimo 75% ecessário conter comprovação 5 horas (setenta e cinco por cento) de participação efetiva a porcentagem de participação). durante o seu período de realização 146 - Tempo mínimo de um ano de participação na atividade. - Não ter usado a atividade para qualquer outro tipo de creditação. - Número máximo de 2 (dois) anos 147 ANEXO VI - Normas dos Estudos Avançados UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE INFORMÁTICA CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Dispõe a respeito das disciplinas de Formação Avançada no âmbito do Curso de Graduação em Ciência da Computação. Em 13 de Outubro de 2022, O COLEGIADO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO, no uso de suas atribuições, CONSIDERANDO − o disposto na Resolução No. 18/2021 do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão, da UFPE que permite a matrícula de discentes de graduação em disciplinas de programas de Pós-Graduação, chamadas de disciplinas de formação avançada; − que o discente do Curso de Ciência da Computação deverá cumprir o total de 3200 horas distribuídas em 1530 horas em componentes obrigatórios, 780 horas de componentes eletivos de perfil, 300 horas de componentes eletivos livres, 270 horas de atividades complementares e 320 horas de ações curriculares de extensão, de acordo com o Projeto Pedagógico do Curso, conforme aprovação do Colegiado do Curso; − o Perfil Curricular em vigor. RESOLVE CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º - De acordo com o Projeto Pedagógico do curso de Ciência da Computação do CIn/UFPE, o discente da graduação em Ciência da Computação deve cumprir uma carga horária de disciplinas consideradas eletivas de perfil e livres. As disciplinas eletivas de perfil fazem parte do quadro de disciplinas ofertadas pelo curso de Ciência da Computação, e as disciplinas eletivas livres são quaisquer das disciplinas ofertadas por outros cursos da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Art. 2º - O discente da graduação em Ciência da Computação poderá se matricular em disciplinas ofertadas por programas de Pós-Graduação na UFPE, conforme Resolução no 18/2021 do CEPE, respeitados os critérios para ocupação de vagas definidos pelo colegiado de graduação do curso de origem e o colegiado de Pós-Graduação do Programa pretendido e respeitados os critérios definidos nesta resolução. CAPÍTULO II DO APROVEITAMENTO ACADÊMICO Art. 3º - O discente do curso de Ciência da Computação poderá cursar as 300 horas da sua carga horária de eletiva livre desde que a(s) disciplina(s) seja(m) ofertada(s) por um Programa de Pós-Graduação da UFPE. 148 Parágrafo Único. Em caso de excedente dessa carga horária, esse excedente pode ser convertido para carga horária de Atividades Complementares do discente. CAPÍTULO III DOS CRITÉRIOS Art. 4º - Para cursar as disciplinas de formação avançada, é preciso satisfazer os critérios de preenchimento de vagas estabelecidos pelo colegiado do curso da disciplina ofertada, e o discente deverá ter integralizado, pelo menos, 60% da carga horária total do curso de Ciência da Computação. CAPÍTULO IV DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 5° - Não se torna necessária a confirmação ou autorização do colegiado do curso de Ciência da Computação para a matrícula do aluno nas disciplinas de formação avançada desde que se cumpram os critérios de matrícula definidos nesta resolução e na Resolução no 18/2021 do CEPE. Art. 6° - Os créditos dos componentes de formação avançada cursados pelo discente, se finalizados com aprovação, serão inseridos no sistema de gestão acadêmica da UFPE. Valéria Cesário Times Alves Coordenadora do Curso de Ciência da Computação Carlos André Guimarães Ferraz Vice-Coordenador do Curso de Ciência da Computação Centro de Informática Universidade Federal de Pernambuco 149 ANEXO VII - Aprovação do PPC por Colegiados Aprovação do PPC por Colegiado do Curso de Ciência da Computação e pelos Plenos dos Departamentos responsáveis pelos componentes curriculares do Curso (Computação, Matemática e Letras), pela Câmara de Graduação do Centro e pelo Conselho Departamental do Centro de Informática 150 151 152 153 154 155 ANEXO VIII - Portaria de Designação do Colegiado 156 ANEXO IX - Portaria de Designação do Núcleo Docente Estruturante 157 158 ANEXO X - Tabela de Equivalência QUADRO DE EQUIVALÊNCIA DE COMPONENTE CURRICULAR COMPONENTE EQUIVALENTE NO NOVO COMPONENTE CURRICULAR DO PERFIL PERFIL 2002-1 CÓDIG NOME C CÓDIG NOME CH O H O 60 IF670 Matemática Discreta para 75 Matemática Discreta Computação DMat Cálculo Diferencial e Integral 1 60 MA026 Cálculo Diferencial e Integral 1 60 Álgebra Vetorial e Linear para 60 MA531 Álgebra Vetorial e Linear para 75 Computação Computação Sistemas Digitais 60 IF675 Sistemas Digitais 75 Informática e Sociedade 30 IF679 Informática e Sociedade 75 Lógica para Computação 60 IF673 Lógica para Computação 75 60 IF677 Infra-Estrutura de Software 75 Arquitetura de Computadores e IF674 Infra-Estrutura de Hardware 75 Sistemas Operacionais 60 ET586 Estatística e Probabilidade p 75 Estatística e Probabilidade p Comp Comp Banco de Dados 60 IF685 Gerenciamento de Dados e 75 Inform. Redes de Computadores 60 IF678 Infra-Estrutura de Comunicação 75 Concepção de Artefatos Digitais 60 IF681 Interfaces Usuario-Maquina 45 Teoria da Computação 60 IF689 Informática Teórica 75 60 Metodologia Expressão IF676 75 Metodologia Científica Tec-Científica 60 IF813 Trabalho de Graduação 150 Trabalho de Conclusão de Curso 60 IF854 Dispositivos Multimídia 75 Dispositivos Multimídia Processamento Gráfico 60 IF680 Processamento Gráfico 45 Projeto de Desenvolvimento 60 IF683 Projeto de Desenvolvimento 75 Teoria e Implementação de Ling. Compiladores 60 IF688 75 Computacionais Agentes Autônomos 60 IF703 Agentes Autônomos 75 Processamento Gráfico 60 IF830 Processamento Gráfico 45 Álgebra Avançada para IF763 Álgebra Linear Avançada para 75 60 Computação Computação Data Warehousing 60 IF696 Integ.Dados Web e Warehouse 75 Computação Gráfica IF750 Computação Gráfica 75 60 Gerenciamento e monitoramento de IF741 Gerenciamento de Redes 75 60 redes Gestão de Negócios 60 IF733 Gestão de Negócios 75 Otimização 60 IF797 Otimização 75 Metodologias de Gerenciamento de 60 IF717 Planejamento e Gerenciamento 75 Projeto de Projetos Processamento de Cadeia de IF767 Processamento de Cadeia de 75 60 Caracteres Caracteres 159 Processamento Gráfico IF850 Processamento Gráfico 75 60 Processamento de Voz 60 IF759 Processamento de Voz 75 Processamento de Sinais 60 IF753 Processamento de Sinais 75 Processamento de Imagem IF751 Processamento Linear de 75 60 Imagens Programação Concorrente e IF711 Programação Concorrente e 75 60 Distribuída Distribuída Planejamento e Gestão da IF720 Qualidade de software 75 60 Qualidade de Software Visão Computacional IF752 Analis.Imag.Visao Computacional 60 60 Visão Computacional IF752 Analis.Imag.Visao Computacional 60 60 Sistemas Críticos e de Tempo Real IF730 Sistemas de Tempo Real 75 60 Trabalho de Conclusão de Curso 60 IF691 Trabalho de Graduação 150 160 ANEXO XI - Programas dos Componentes Curriculares 161 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Sistemas Digitais 60 4 60 1 Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Operações Lógicas Álgebra booleana Circuitos combinacionais Circuitos Sequenciais Conceitos Básicos de Arquitetura de Computadores (CPU simples) Implementação Monociclo CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Introdução a sistemas digitais e modelos de computação Álgebra Booleana, Aritmética Binária, Portas Lógicas Simplificação e otimização de funções Projeto de circuitos combinacionais: ALU, shifters, comparator, etc. VHDL Latches e flip flops, Modelo FSM Análise e síntese de componentes sequenciais e de memória Conceitos de Arquitetura: Projeto de uma CPU simples Introdução Conceitos Básicos de Arquitetura de Computadores Implementação CPU Monociclo BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. TOCCI, R.J., WIDMER, N.S., MOSS, G.L. "Sistemas Digitais - Princípios e Aplicações". Prentice Hall. 2. ERCEGOVAC, M., LANG, T., MORENO, J.H. "Introdução A Sistemas Digitais". Editora Bookman. 3. D'AMORE, R. "VHDL Descrição e Síntese de Circuitos Digitais". LTC Publishing Company, Inc. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. PATTERSON, D., HENNESSY, J. "Organização e Projeto de Computadores: A interface Hardware/Software". LTC. 2. STALLINGS, W. "Arquitetura e Organização de Computadores". Pearson. 3. HARRIS, D., HARRIS, S. "Digital Design and Computer Architecture", 2a Edição, Academic Press, Inc., 2012. 4. NULL, L. "Essentials of Computer Organization and Architecture", 4a Edição, Jones & Bartlett Publishers, 2015. 5. HENNESSY, J.L., PATTERSON, D.A. "Computer Architecture: A Quantitative Approach", 4a Edição, Morgan Kaufmann Publishers, 2006. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Concepcao de Artefatos Digitais 30 30 3 60 1 Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA ExploraçãoTécnicas para concepção de artefatos de digitais com base no entendimento e escolha de um problema. Foco em análise de contexto com técnicas de pesquisa qualitativa; Síntese de dados de contexto e usuários; Técnicas de geração e seleção de ideias; Concepção e teste da solução; Técnicas de prototipagem de sistemas sociotécnicos e desenvolvimento de habilidades transversais (trabalho em equipe, comunicação, criatividade e habilidades de apresentação) CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Habilidades técnicas: Pesquisa exploratória: Pesquisa de mesa (bibliográfica), pesquisa qualitativa preliminar, entrevistas, sondas culturais, grupos focais Definição/Ferramentas de síntese: Personas, jornadas, mapa do sistema, proposta única de valor, análise de similares Desenvolvimento/Ideação: geração e seleção de alternativas Entrega/Prototipagem: avaliação (Lean startup, prototipagem rápida, prova de conceito) Pesquisa qualitativa complementar, avaliação de usabilidade Apresentação dos projetos e sua conexão com os conteúdos do resto do curso Habilidades transversais: Trabalho em equipe Comunicação Criatividade Habilidades de apresentação BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. SHARP, H., ROGERS, Y., PREECE, J. "Interaction Design: Beyond Human-Computer Interaction". West Sussex, England, John Wiley & Sons, Inc, 2007. ISBN 978-0-470-01866-8; 0-470-01866-6. 2. BROWN, T. "Design Thinking: uma metodologia poderosa para decretar o fim das velhas ideias". Alta Books, 2020. 3. GOMES, A. S., PERES, Â., CAMPOS, F. "Inovação 3.0 e o pensamento de design associado". 2020. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. CARROLL, J. M. (editor): "HCI models, theories, and frameworks toward a multidisciplinary science". Morgan Kaufmann, San Francisco, 2003. 2. DIX, A., FINLAY, J., ABOWD, G., BEALE, R. "Human-Computer Interaction". Hillsdale, NJ: Prentice Hall, 1993. 3. KAPTELININ, V., NARDI, B. A. "Acting with Technology: Activity Theory and Interaction Design". MIT Press, 2006. 4. RUBIN, J. "Handbook of Usability Testing: How to Plan, Design, and Conduct Effective Tests". New York: Wiley, 1994. ISBN 0- 471-59403-2. 5. ZIMMERMAN, John et al. Design Research Through Practice. Morgan Kaufmann, 2011. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Matemática Discreta 60 4 60 1 Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Provas e Proposições; Teoria de Conjuntos; Indução Matemática e Definições Recursivas; Princípios de Contagem; Introdução a teoria dos números; Relações e Ordens Parciais; Introdução a teoria dos Grafos CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1) Noções básicas: proposições, provas/demonstrações; 2) Introdução a teoria dos conjuntos, noções básicas de funções (injetora, sobrejetora, sobrejetora, função composta), funções teto e piso, cardinalidade e enumerabilidade; 3) Indução e definições recursivas. Aplicações; 4) Noções básicas de combinatória: permutações, combinações, inclusão-exclusão; 5) Teorema binomial, triângulo de Pascal, princípio da casa dos pombos; 6) Introdução à Teoria dos Números: números primos e divisibilidade, aritmética modular, algoritmo de Euclides e aplicações, teorema chinês do resto e o pequeno teorema de Fermat. 7) Relações, representação de relações, fechos de uma relação, relações de equivalência e relações de ordem; 8) Introdução a grafos: Definições básicas e terminologia; Teorema do aperto de mão; Conectividade, Caminhos e Circuitos Eulerianos 9) Árvores: Definições básicas e terminologia; Propriedades; Aplicações; BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. ROSEN, Kenneth H. "Discrete Mathematics and Its Applications - 8th Edition". McGraw-Hill Education, 2018. 2. LOVÁSZ, László; PELIKÁN, J.; VESZTERGOMBI, Katalin. "Matemática discreta: elementar e além". Rio de Janeiro: SBM, 2005. 285 p. ISBN 978858581828x. 3. SCHEINERMAN, Edward R. "Matemática discreta: uma introdução". 2. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2011. xxiii, 573 p. ISBN 9788522107964. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. LEVIN, Oscar. "Discrete Mathematics: An Open Introduction - 3rd Edition". School of Mathematical Sciences Faculty Publications, 2016. 2. GERSTING, Judith L. "Fundamentos matemáticos para a ciência da computação" - 7ª Edição. LTC, 2016. 3. GRAHAM, Ronald L.; KNUTH, Donald E.; PATASHNIK, Oren. "Matemática concreta: fundamentos para a ciência da computação". 2ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 1995. 4. ROSS, K.A.; WRIGHT, C.R. "Discrete Mathematics" - 5ª Edição. Pearson, 2002. 5. BALAKRISHNAN, V.K. "Introductory Discrete Mathematics". Dover Books on Computer Science, 2010. 6. EPP, S.S. "Discrete Mathematics with Applications" - 4ª Edição. Cengage Learning, 2010. 7. CHARTRAND, G.; ZHANG, P. "Discrete Mathematics" - 1ª Edição. Waveland Pr Inc, 2011. 8. GRAHAM, R.; KNUTH, D.; PATASHNIK, O. "Matemática Concreta. Fundamentos para a Ciência da Computação". Editora Livros Técnicos e Científicos, 1995. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Introdução à Programação 30 90 5 120 1 Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Resolução de problemas que envolvam raciocínio algorítmico, sem escrita de programas. Conceito de algoritmos. Conceitos básicos de programação. Tipos primitivos, valores e operadores. Expressões. Variáveis. Atribuição. Entrada e saída padrão. Estruturas de controle condicionais e de iteração. Tipos estruturados. Decomposição de programas. Funções e mecanismos de passagem de parâmetros. Escopo. Recursão. Computação responsável. Competências projetuais. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Habilidades Técnicas • Resolução de problemas (desafios) por meio de raciocínio algorítmico • Algoritmos: conceito. • Programa: conceito e características. • Expressões em linguagens de programação. • Atribuição • Entrada e saída padrão • Construções de fluxo de controle: sequência, condição, iteração • Estruturas de dados: conjuntos, listas, mapeamentos, registros, dicionários • Busca e ordenação • Mecanismos de abstração: funções, procedimentos e mecanismos de passagem de parâmetros • Decomposição de programas em funções • Funções recursivas • Bibliotecas de funções • Ferrramentas de apoio à programação: debugger, introdução à controle de versão Habilidades Transversais: • Trabalho em grupo, comunicação • Documentação, divisão de tarefas, organização das tarefas no tempo, dependências de tarefas, gerenciamento de ações • Controle de versão • Reflexão sobre o processo e resultados. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. LEVITIN, A.; LEVITIN, M. "Algorithmic Puzzles". Oxford University Press, 2011. 2. SOUZA, M.A.F. de; GOMES, M.M.; SOARES, M.V.; CONCÍLIO, R. "Algoritmos e Lógica de Programação" - 2ª Edição. Cengage Learning, 2011. 3. JUNIOR, D.P.; ENGELBRECHT, A.M.; NAKAMITI, G.S.; BIANCHI, F. "Algoritmos e Programação de Computadores". Elsevier, 1ª ed. 2012. 4. MENEZES, N. "Introdução à Programação com Python". Novatec, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. HOLLOWAY, J.P. "Introdução à Programação para Engenharia: Resolvendo Problemas com Algoritmos". Livros Téc. e Cient., 2005. 2. KULIKOV, A.S.; PEVZNER, P. "Learning Algorithms Through Programming and Puzzle Solving". Active Learning Technologies, 1st ed., 2019. 3. SEDGEWICK, R.; WAYNE, K.; DONDERO, R. "Introduction to Programming in Python: An Interdisciplinary". Addison-Wesley Professional, 1st ed., Junho 2015. 4. GUTTAG, J. "Introduction to Computation and Programming Using Python". The MIT Press, 2013. 5. CAMPBELL, J. et al. "Practical Programming: An Introduction to Computer Science Using Python". Pragmatic Bookshelf, 2009. 6. ZELLE, J. "Python Programming: An Introduction to Computer Science", 2nd Edição. Franklin, Beedle & Associates Inc., 2010. 7. KÖNIG, D. et al. "Groovy in Action", 2nd Edição. MEAP, 2013. 8. SHAW, Z.A. "Learn Python the Hard Way", 3rd Edição. Addison-Wesley Professional, 2013 DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Arquitetura de Computadores e Sistemas 45 15 3 60 2 Operacionais Pré-requisitos Sistemas Digitais Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Arquitetura de um Processador Pipeline Exceções Hierarquia de Memória Multiprocessadores Memória Compartilhada Introdução aos Sistemas Operacionais: Gerenciamento de Processos Gerenciamento de Memória Sistemas de arquivos CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Conceitos Avançados de Arquitetura: Exceções , Pipeline e Superescalares Sistema de Hierarquia de Memória: Memória Principal e Memória Cache Multiprocessadores Memória Compartilhada Introdução aos Sistemas Operacionais: Definições e Estruturas Gerenciamento de Processos: Processo, Thread, Escalonamento Gerenciamento de Memória: Proteção, Relocação e Paginação Sistemas de arquivos: Layout, Arquivos e Diretórios BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. PATTERSON, D.; HENNESSY, J. "Organização e Projeto de Computadores: A interface Hardware/Software". LTC. 2. STALLINGS, W. "Arquitetura e Organização de Computadores". Prentice Hall. 3. TANENBAUM, A. "Sistemas Operacionais Modernos". Makron Books. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. NISAN, N.; SHOCKEN, S. "The Elements of Computing Systems: Building a Modern Computer from First Principles". The MIT Press. 2. SILBERSCHATZ, A. "Operating System Concepts", 9ª edição. Editora Wiley, 2012. 3. TANENBAUM, A.; VAN STEEN, M. "Distributed Systems: Principles and Paradigms", 2ª edição. Editora Pearson, 2006. 4. DEITEL, H. M.; DEITEL, P. J.; CHOFFNES, D. R. "Sistemas Operacionais", 3ª edição. Pearson Universidades, 2005. 5. FARINES, J.; SILVA, J.; OLIVEIRA, R. "Sistemas de Tempo-Real", 2ª Escola de Computação, 2000. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Cálculo Diferencial e Integral 1 60 4 60 2 Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Derivada de funções de uma variável; Propriedades básicas das funções de uma variável; Integrais de funções de uma variável. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1a UNIDADE Limites; reta tangente; derivadas; a derivada como taxa de variação; derivadas de funções polinomiais e exponenciais; regras de derivação; derivadas de funções trigonométricas; regra da cadeia; derivação implícita; derivada de funções inversas (em particular, derivadas do logaritmo e das funções trigonométricas inversas). 2a UNIDADE Taxas relacionadas; o teorema do valor médio e suas aplicações; regra de L' Hôspital; estudo do comportamento de funções utilizando a primeira e Segunda derivadas; retas assíntotas; esboço de gráficos; problemas de otimização (máximo e mínimos). 3a UNIDADE Áreas e distâncias; integral definida; Teorema Fundamental do Cálculo; integrais indefinidas; regras de integração; aplicações geométricas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. G. ÁVILA, "Cálculo 1 - Funções de uma variável", Editora LTC, 2003. 2. LEITHOLD, "Cálculo com geometria analítica", Vol. 1, Editora Harper & Row do Brasil, 1982. 3. W. KAPLAN, "Cálculo Avançado - Vol.1", Editora Edgar Blucher, 1972. 4. K.W. MICHAEL, "Pré-cálculo", 2ª Edição, Editora Alta Books, 2014. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. J. STEWART, "Cálculo, Vol II", Editora Cengage, 2013. 2. H.L. GUIDORIZZI, "Um Curso de Cálculo - Vol. 2", Editora LTC, 2001. 3. M.A. MUNEM e D.J. FOULIS, "Cálculo - Vol 2", Editora LTC, 1982. 4. ANTON, BIVENS e DAVIS, "Cálculo - Vol 2", Editora BookMan, 2007. 5. W. KAPLAN, "Cálculo Avançado, Vol. 2", Editora Edgar Blucher, 1972. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Estruturas de Dados Orientadas a 30 30 3 60 2 Objetos Pré-requisitos Introdução à Programação; Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Conceitos de tipos abstratos de dados e programação orientada a objetos; modelagem, implementação, depuração e testes de tipos abstratos de dados para coleções dinâmicas lineares, conjuntos, dicionários e estruturas hierárquicas (árvores). CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Linguagens de programação compiladas e com tipos fortes 1.1. Compilação/depuração/testes 1.2. Tipos primitivos/escalares 1.3. Tipos compostos/estruturados 1.4. Arrays estáticos 1.5. Tipos Abstratos de Dados 2. Conceitos de Orientação a Objetos 2.1. Classes 2.2. Encapsulamento e controle de visibilidade 2.3. Herança 2.4. Polimorfismo 2.5. Interfaces 2.6. Programação genérica 3. Estruturas dinâmicas lineares 3.1. Listas encadeadas 3.2. Filas 3.3. Pilhas 3.4. Arrays dinâmicos 3.5. Iteradores 3.6. Strings e string buffers 4. Tabelas de dispersão (TD) 4.1. Funções de dispersão 4.2. Resolução de colisões 4.3. TD abertas com encadeamento 4.4. TD fechadas por sondagem linear 4.5. Conjuntos (Hashsets) 4.6. Dicionários/arrays associativos 5. Estruturas hierárquicas não-lineares - Árvores 5.1. Representação 5.2. Operações básicas e aplicações BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. GOODRICH, M.T., TAMASSIA, R. Estruturas de Dados & Algoritmos em Java. 5a Edição. Editora Bookman, 2013. 2. SHAFFER, C.A. Data Structures and Algorithm Analysis in Java. 3rd Edição. Editora Dover, 2011. 3. DROZDEK, A. Estrutura de Dados e Algoritmos em C++. 4a Edição. Editora Cengage, 2017. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. CORMEN, T., LEISERSON, C., RIVEST, R., STEIN, C. Introduction to Algorithms. MIT Press, 4th Edition, 2022. 2. ROBERTS, E. S. Programming Abstractions in C++. Pearson, 1st Edition, 2013. 3. SIERRA, K., BATES, B. Head First Java. O'Reilly Media, 2nd Edition, 2005. 4. BECK, K. Test Driven Development: By Example. Addison-Wesley Professional, 2002. 5. MARTIN, R. C. Clean Code: A Handbook of Agile Software Craftsmanship. Prentice Hall, 2008. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Desenvolvimento de Software 60 60 6 120 2 Pré-requisitos Introdução à Programação Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Abordagem de habilidades técnicas e habilidades transversais para o desenvolvimento de software, apoiada por metodologias ágeis, conceitos básicos de programação e estruturas de dados. Habilidades técnicas: Gestão de Projetos, Metodologias ágeis de desenvolvimento, Requisitos, Gerência de configuração e mudanças, Arquitetura e projeto de software, Testes de software, Code Reviews e Refactoring. Habilidades transversais: mentalidade de resolução de problemas, entendimento da relação do profissional com a sociedade e a cultura digital, ética, propriedade intelectual. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Habilidades técnicas: Introdução ao gerenciamento de projetos Metodologias ágeis de desenvolvimento Introdução a Engenharia de Requisitos ágil (entrevistas, surveys, user stories) Introdução ao controle de versão Modularização Arquitetura de software Conceitos básicos de testes de software (teste de unidade e aceitação, casos de testes, cobertura de testes) Introdução a técnicas de Code Review Refactoring Habilidades transversais: Mentalidade de Resolução de problemas Criatividade Trabalho em equipe Habilidades interpessoais Relação do profissional com a sociedade e a cultura digital Ética Propriedade intelectual METODOLOGIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. FOX, A., PATTERSON, D. Engineering Software As a Service: An Agile Approach Using Cloud Computing. 2. MARTIN, R. Clean Architecture: A Craftsman's Guide to Software Structure and Design. Pearson; 1st edition. 3. VALENTE, M. T. Engenharia de software moderna - Princípios e Práticas para Desenvolvimento de Software com Produtividade; 2022. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. MARTIN, R. C. Clean Code: A Handbook of Agile Software Craftsmanship. Prentice Hall, 2008. 2. MARTIN, R. O codificador limpo: Um código de conduta para programadores profissionais. Alta Books; 1ª edição, 2012. 3. EVANS, E. Domain-Driven Design: Atacando as Complexidades no Coração do Software. Alta Books; 3ª edição. 4. TYLER, J. Building Great Software Engineering Teams: Recruiting, Hiring, and Managing Your Team from Startup to Success. Apress; 1st Edition. 5. SMART, J. BDD in Action: Behavior-Driven Development for the Whole Software Lifecycle. Manning Publications; 1st Edition. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Banco de Dados 60 4 60 3 Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Introdução; Modelagem de dados; Sistemas de BD Relacionais ; Sistemas de Banco de Dados Não Relacionais e Integração de Dados CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1) Introdução. Informação. Dados. Sistemas de Informação. SGBD. 2) Modelagem de Dados e Construção de Diagramas ER. 3) Sistema de BD Relacional. Normalização. Álgebra Relacional. 4) Linguagem SQL e Linguagem de 4a. Geração. 5) Modelos de Dados de BD NoSQL. BD de Aplicativos vs. BD de Integração. Persistência Poliglota. 6) Integração de dados. Alinhamento de esquemas de dados. Resolução de entidades. Fusão de dados. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. ELMASRI, R., NAVATHE, S. B. Sistemas de Bancos de Dados, 6ª ed., Addison-Wesley, 2011. 2. SADALAGE, P. J., FOWLER, M. NoSQL Distilled: A Brief Guide to the Emerging World of Polyglot Persistence, Addison Wesley, 2011. 3. DOAN, A., HALEVY, A., IVES, Z. Principles of Data Integration. Elsevier, 2012. (https://research.cs.wisc.edu/dibook/) BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. GARCIA-MOLINA, H., ULLMAN, J. D., WIDOM, J. Database Systems: The Complete Book, 2nd ed., Pearson Prentice Hall, 2009. 2. SILBERSCHATZ, A., KORTH, H. F., SUDARSHAN, S. Database System Concepts, 6th ed., McGraw-Hill, 2010. A Small Tutorial on Big Data Integration: https://slideplayer.com/slide/2339386/ 3. DATE, C. J. Introdução a Sistemas de Bancos de Dados. 8ª Edição. Elsevier-Campus, 2004. 4. HEUSER, C. A. Projeto de Banco de Dados - Vol.4. Bookman, 2009. 5. MANINO, M. V. Projeto, Desenvolvimento de Aplicações e Administração de Banco de Dados. 3ª Edição. McGraw-Hill, 2008. 6. GILLENSON, M. L. Fundamentos de Sistemas de Gerência de Banco de Dados, Editora LTC, 2006. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Álgebra Vetorial e Linear para 60 4 60 3 Computação Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Geometria Analítica, Sistemas Lineares, Espaços Vetoriais, Transformações Lineares e Diagonalização de matrizes e operadores. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1.Pontos e vetores,sistemas de coordenadas cartesianas 2.Produto escalar, norma, ângulo, projeção ortogonal, produto vetorial 3.Equações cartesianas e paramétricas de retas e planos 4.Posições relativas e distâncias entre pontos, retas e planos Sugestões de aplicação: representação de câmeras em CG, projeção ortográfica e em perspectiva. 5. Resolução de Sistemas Lineares / forma escada; 6. Matrizes elementares / Algoritmo de Inversão de matrizes; Sugestões de aplicação: problema em P.L. da dieta ou de logística. 7. Espaços Vetoriais; 8. Subespaços vetoriais, interseção e soma de subespaços; 9. Conjuntos geradores, L.I. e bases; 10. Coordenadas e matriz de mudança de base; Sugestões de aplicação: espaços vetoriais de retas; espaços vetoriais de curvas paramétricas ou wavelets de curvas. 11. Transformações Lineares;12. Núcleo e Imagem de T.L.; 13. Tipos de T.L. (injetiva, sobrejetiva, bijetiva); 14. Composta e inversa de T.L.; 15. Teorema do núcleo e da imagem; 16. Matriz de T.L.; Sugestões de aplicação: operadores notórios do IR2 e do IR3 (C.G.); 17. Autovalores e autovetores; 18. Diagonalização de operadores e matrizes; Sugestões de aplicação: o algoritmo pagerank. 18.Produto Interno, norma e ângulo e projeção ortogonal 20.Bases ortogonais e coeficientes de Fourier, bases ortonormais Sugestões de aplicação: wavelets e transformação de câmera em CG 21.Método de Ortogonalização de Gram-Schmidt. 22.Operadores Auto-adjuntos e ortogonais. Sugestões de aplicação: método dos mínimos quadrados BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. BOLDRINI, José Luiz et al. Álgebra Linear. 3ª ed. Harbra, 1986. 2. REIS, Genésio Lima dos; SILVA, Valdir Vilmar da. Geometria Analítica - 2a ed. LTC. Rio de Janeiro, RJ, 1996. 3. ANTON, H.; RORRES, C. Álgebra Linear com Aplicações. Editora Bookman, 2012. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. STRANG, G. Álgebra linear e suas aplicações. Cengage Learning; 1ª edição, 2010. 2. ANTON, H.; BUSBY, R. Álgebra Linear Contemporânea. Editora Bookman, 2006. 3. LAY, D. C. Álgebra Linear e suas aplicações. Editora LTC, 2016. 4. ANTON, H.; BUSBY, R. Álgebra Linear Contemporânea. Editora Bookman, 2006. 5. ANTON, Howard. Álgebra Linear com Aplicações - 10a ed. Bookman, 2012. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Integração e Evolução de Sistemas de 60 60 6 120 3 Informação Desenvolvimento de Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. Software EMENTA CONTEXTUALIZAÇÃO DE PROCESSOS NAS ORGANIZAÇÕES. ÁREAS FUNCIONAIS E PROCESSOS ORGANIZACIONAIS. FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO. MODELAGEM DE PROCESSOS DE NEGÓCIO. MELHORIA CONTÍNUA DOS PROCESSOS DE NEGÓCIO. ARQUITETURA ORGANIZACIONAL. ARQUITETURA DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO. CICLO DE VIDA DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO. INTEGRAÇÃO E EVOLUÇÃO DE MÓDULOS/SUBSISTEMAS/SISTEMAS DE INFORMAÇÃO. PLANEJAMENTO E GERENCIAMENTO EM PROJETOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO. ESTUDOS DE CASOS. FERRAMENTAS. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Habilidades técnicas: O papel e a importância de Sistemas de Informação (SI) nas Organizações; Fundamentos de Sistemas de Informação (Teoria Geral dos Sistemas, Tipos de Sistemas de informação, Impacto dos SIs na sociedade); Noções de processos de negócio; Ciclo de vida na implantação de SI, incluindo modelos, técnicas e recomendações de ferramentas; Planejamento e gerenciamento de projetos de SI, incluindo modelos, técnicas e recomendações de ferramentas; Entendimento de problemas organizacionais, incluindo modelos, técnicas e recomendações de ferramentas; Análise de soluções de SI, incluindo modelos, técnicas e recomendações de ferramentas; Padrões arquiteturais de integração de sistemas de informação; Implantação de SI, incluindo modelos, técnicas e recomendações de ferramentas. Habilidades transversais: Trabalho em grupo; Pensamento analítico; Criatividade; Coordenação e gestão do tempo; Investigação em campo; Pesquisa exploratória; Redação de documentos técnicos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. LAUDON, K. C.; LAUDON, J. P. Sistemas de informação gerenciais: administrando a empresa digital. 17ª ed. São Paulo: Pearson; Porto Alegre: Bookman, 2023. 2. KURBEL, K. E. The Making of Information Systems. Springer, 2008. 3. PROJECT MANAGEMENT INSTITUTE. PMBOK Guide. 6ª ed. 2017. 762 p. 4. BPM COMMON BODY OF KNOWLEDGE. CBOK Guide to the Business Process Management Common Body of Knowledge. Versão 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. GRAY, C. F.; LARSON, E. W. Gerenciamento de Projetos - o processo gerencial. Mc Graw Hill, 2008. 5ª Edição. 589 p. 2. SCHWABER, K. Agile Project Management with SCRUM. Microsoft Press, 1st Edition, 2004. 3. SHARP, Alec; McDERMOTT, Patrick. Workflow Modeling: Tools for Process Improvement and Application Development. Norwood: Artech House, 2009. 4. BALDAM, Roquemar de Lima. Gerenciamento de processos de negócios: BPM : Business Process Management. 2ª ed. São Paulo: Érica, 2009. 240 p. ISBN 9788536501758 (broch.). 5. JESTON, John; NELIS, Johan. Business process management: practical guidelines to successful implementations. 2nd ed. Burlington, MA: Elsevier/Butterworth-Heinemann, 2008. xxvii, 469 p. ISBN 9780750686563 (broch.). 6. BPMN.org. BPMN - EABOK. [Online] Disponível em: https://eabok.org/ DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Algoritmos 60 4 60 3 Estruturas de Dados Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. Orientadas a Objetos EMENTA Programação imperativa estruturada. Gestão de memória. Entrada e saída. Análise de algoritmos. Algoritmos de ordenação. Algoritmos de busca em estruturas lineares. Árvores e algoritmos. Filas de prioridade e algoritmos. Estruturas para relações de equivalência e algoritmos. Grafos e algoritmos. Heurísticas para problemas intratáveis. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Programação imperativa estruturada • Tipos estruturados simples (numéricos, caracteres e booleanos) • Tipos compostos (uniões e registros) • Variáveis globais e locais• Modularização por meio de funções Gestão de memória • Variáveis de pilha e de heap • Manipulação e aritmética de ponteiros • Alocação, liberação e realocação de memória Entrada e saída • Fluxos padrão (entrada, saída e erro) • Persistência em arquivos Análise de algoritmos • Eficiência temporal e eficiência espacial • Complexidade assintótica • Análise amortizada Algoritmos de ordenação • Ordenação por seleção • Ordenação por inserção • Mergesort • Quicksort Algoritmos de busca em estruturas lineares • Busca sequencial • Busca binária Árvores e algoritmos • Árvores binárias de busca • Árvores balanceadas (AVL) Filas de prioridade e algoritmos • Heaps (criação top-down e bottom-up) • Heapsort Estruturas para relações de equivalência e algoritmos • Quick-union • Quick-find Grafos e algoritmos • Representações (matriz de adjacências e listas de adjacências) • Buscas em profundidade e em largura • Algoritmos de menor custo (Dijkstra, Floyd-Warshall e Bellman-Ford) • Algoritmos para árvores geradoras de custo mínimo (Prim e Kruskal) Heurísticas para problemas intratáveis • Problemas tratáveis, intratáveis, decidíveis e indecidíveis • Classes de complexidade (P, NP, NP-Completo e NP-Difícil) • Backtracking • Branch and bound • Programação dinâmica • Algoritmos de aproximação BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. BACKES, A. Linguagem C - Completa e Descomplicada. GEN LTC, 2ª Edição, 2018. 2. FEOFILOFF, P. Algoritmos em Linguagem C. Elsevier, 2008. 3. LEVITIN, A. Introduction to the Design and Analysis of Algorithms. Addison Wesley Longman, 3ª Edição, 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. DEITEL, P., DEITEL, H. C - Como Programar. Pearson Education, 6ª edição, 2011. 2. CORMEN, T., LEISERSON, C., RIVEST, R., STEIN, C. Introduction to Algorithms. MIT Press, 4ª Edição, 2022. 3. KLEINBERG, J., TARDOS, E. Algorithm Design. Pearson, 2013. 4. HOROWITZ, E., SAHNI, S., RAJASEKARAN, S. Computer Algorithms. Silicon Pr, 2ª edição, 2007. 5. SEDGEWICK, R., WAYNE, K. Algorithms (4th Edition). Addison-Wesley, 2011. 6. SKIENA, S. The Algorithm Design Manual. Springer, 2008. 7. STEPHENS, R. Essential Algorithms: A Practical Approach. Wiley, 2013. 8. GOODRICH, M. T., TAMASSIA, R. Algorithm Design and Applications. Wiley, 2014. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Estatistica e Probabilidade para 60 4 60 4 Computação MA026 - Cálculo Diferencial Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. e Integral 1 EMENTA Conceitos básicos de Probabilidade; Variáveis Aleatórias Discretas e Contínuas; Análise Exploratória de Dados; Introdução à R. Intervalos de Confiança; Testes de Hipóteses. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1) Espaço Amostral, Eventos; 2) Definições de Probabilidade, Probabilidade Condicional, Probabilidade de eventos Independentes e Teorema de Bayes; 3) Variáveis Aleatórias Discreta e Contínua; 4) Distribuição de Probabilidade para Variável Discreta: Binomial, Poisson, Geométrica e Hipergeométrica. 5) Distribuição de Probabilidade para Variável Contínua: Uniforme, Exponencial e Normal. 6) Introdução a R. 7) Análise Exploratória de Dados 8) Intervalo de Confiança e Teste de Hipótese Paramétricos para a Média. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. MAGALHÃES, M. N., LIMA, A. C. P. de. Noções de Probabilidade e Estatística - 7ª Edição. Editora da Universidade de São Paulo, 2007. 2. MORETTIN, P. A., BUSSAB, W. O. Estatística Básica, 6ª Ed. Saraiva, 2009. 3. MORETTIN, L. G. Estatística Básica: Probabilidade e Inferência. Volume Único. Person, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. MEYER, P. L. Probabilidade Aplicações à Estatística. 2ª edição, Livros Técnicos e Científicos, 2015. 2. DEVORE, J. L. Probabilidade e Estatística pra Engenharia e Ciências. 1ª Edição, Editora CENGAGE, 2014. 3. FONSECA, J. S., MARTINS, G. A. Curso de Estatística, 6ª Edição, Editora Atlas, 1996. 4. MOORE, D. S. A Estatística Básica e Sua Prática, 3ª Edição, Editora LTC, 2014. 5. BARBETTA, P. A., REIS, M. M., BORNIA, A. C. Estatística para Cursos de Engenharia e Informática, 3ª edição, Editora Atlas, 2010. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Introdução a Sistemas Distribuídos e 60 4 60 4 Redes de Computadores Arquitetura de Pré-requisitos Computadores e Sistemas Co-Requisitos Requisitos C.H. Operacionais EMENTA Introdução; Aplicações Distribuídas; Modelos de Comunicação; Modelos de Programação; Desempenho, confiabilidade e transparência; Nomeação; Coordenação; Consistência e Replicação; Tolerância a Falhas; Segurança. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1) Introdução aos Sistemas Distribuídos e à Internet 2) Aplicações Distribuídas 3) Arquiteturas 4) Middleware 5) Comunicação entre processos 6) Redes e Interconexão de Redes 7) Coordenação 8) Consistência e Replicação 9) Tolerância a falhas 10) Segurança BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. STEEN, M., TANENBAUM, A. Distributed Systems. 3rd edition, version 03. 2020. 2. COULOURIS, G., et al. Distributed Systems: Concepts and Design. 5th edition. Pearson. 2011. 3. KUROSE, J., ROSS, K. Computer Networking: a Top-Down Approach. 8th edition. Pearson. 2020. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. TANENBAUM, A. S., VAN STEEN, M. Sistemas Distribuídos: Princípios e Paradigmas. Pearson Universidades; 2ª edição (agosto 2007). 2. TANENBAUM, A., WETHERALL, D., FEAMSTER, N. Computer Networks. Pearson Education Limited; 6ª edição (março 2021). 3. ARPACI-DUSSEAU, R. H., ARPACI-DUSSEAU, A. C. Operating Systems: Three Easy Pieces. Arpaci-Dusseau Books. August, 2018 (Version 1.00). 4. BURNS, B. Designing Distributed Systems: Patterns and Paradigms for Scalable, Reliable Services. O'Reilly (março 2018). 5. ATTIYA, H., WELCH, J. Distributed Computing: Fundamentals, Simulations, and Advanced Topics. Wiley; 2nd ed., 2004. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Lógica para Computação 60 4 60 4 Pré-requisitos Matemática Discreta Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Origens da Lógica: Aristóteles. Boole e Frege. Lógica proposicional: Sintaxe e Semântica. Provas por indução sobre conjuntos indutivos. Satisfatibilidade. Métodos de prova para lógica proposicional. Lógica de Primeira Ordem: Estruturas. Lógica de Primeira Ordem: Sintaxe e Semântica. Método de Herbrand: Unificação. Resolução para Lógica de Primeira Ordem. Sistemas Axiomáticos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1) Origens da Lógica: Aristóteles. Boole e Frege. 2) Sintaxe da Lógica proposicional. Conjuntos indutivos. Fecho Indutivo. Conjunto livremente gerado. 3) Provas por indução sobre conjuntos indutivos. 4) Semântica da lógica proposicional. Teorema da Extensão Homomórfica Única. Valoração-Verdade. Método da Tabela-Verdade. Satisfatibilidade 5) Método dos Tableaux 6) Método da Resolução 7) Dedução Natural 8) Cálculo de Sequentes 9) Lógica de Primeira Ordem: Estruturas. Funções entre Estruturas. Subestrutura 10) Forma Prenex e Forma Normal de Skolem. 11) Método de Herbrand: Unificação. 12) Resolução para Lógica de Primeira Ordem BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. VAN DALEN, D. Lógica e Estrutura. College Publications, London, 2017. (Traduzido do original "Logic and Structure" por Ruy J. G. B. de Queiroz). ISBN 978-1-84890-262-2. 2 HODGES, W. Uma Versão Mais Curta de Teoria dos Modelos. College Publications, London, 2012. (Traduzido do original "A Shorter Model Theory" por Ruy J. G. B. de Queiroz). ISBN 978-1-84890-095-0. 3. GALLIER, J. H. Logic for Computer Science. John Wiley & Sons, 1987. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. GIRARD, J.-Y., LAFONT, Y., TAYLOR, P. Proofs and Types. Cambridge University Press, 1989. 2. JOHNSTONE, P. Notes on Set Theory and Logic. Cambridge University Press, 1987. 3. ENDERTON, H. A Mathematical Introduction to Logic. Academic Press, 1972. 4. CHANG, C.L., LEE, R.C.-T. Symbolic Logic and Mechanical Theorem Proving. Academic Press, 1973. 5. BARWISE, J., ETCHEMENDY, J. Language, Proof and Logic. Seven Bridges Press, 2000. (Acompanhado do software educativo Tarski's World) DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Aprendizado de Máquina e Ciência de 90 30 7 120 4 Dados Introdução à Programação; Pré-requisitos Álgebra Vetorial e Linear Co-Requisitos Requisitos C.H. para Computação EMENTA Introdução a Inteligência Artificial Aprendizado de Máquina Introdução à Ciência de Dados CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Introdução a Inteligência Artificial Aprendizado de Máquina Introdução ao aprendizado de máquina. Tipos de aprendizagem (supervisionado, não-supervisionado, semi-supervisionado, por reforço, online, entre outros). Visão geral de um sistema de aprendizagem. Regressão vs classificação. Generalização e Overfitting. Relação viés-variância. Árvore de Decisão Regressão e classificação. Regressão Linear e Separadores Lineares (gradiente descendente) Aprendizagem baseada em instância. k-Vizinhos Mais Próximos Estimando probabilidades de dados. Classificador Bayesiano. Perceptron. Redes Neurais Artificiais (MLP, gradiente descendente). Introdução ao aprendizado profundo. Aprendizagem não-supervisionado. K-Means. Regras de Associação. A priori e FP-growth. Metodologia dos experimentos. Avaliação de classificadores e regressores. Ajuste de hiper-parâmetros Exemplos de aplicações, tais como: visão computacional, processamento de voz, processamento de linguagem natural, biometria, entre outras. Introdução à Ciência de Dados Introdução à ciência de dados Preparação de dados e análise exploratória Pré-processamento de dados (limpeza, normalização e detecção de outliers) Análise exploratória de dados (conceitos, estatísticas descritivas e visualização de dados) Processamento de dados em larga escala Processamento de séries temporais Workflow e rastreamento de experimentos BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. MITCHELL, T. Machine Learning. McGraw-Hill, 1997. 2. DUDA, R. O., HART, P. E., STORK, D. G. Pattern Classification. Wiley-Interscience, 2000. 3. BISHOP, C. M. Pattern Recognition and Machine Learning. Springer, 2006. 4. VANDERPLAS, J. Python Data Science Handbook. O'Reilly Media, Inc., 2016. 5. BRUCE, P., BRUCE, A., GEDECK, P. Practical Statistics for Data Scientists: 50+ Essential Concepts Using R and Python, 2nd Edition. O'Reilly Media, Inc., 2020. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. ALPAYDIN, E. Introduction to Machine Learning. The MIT Press, 2020. 2. THEODORIDIS, S., KOUTROUMBAS, K. Pattern Recognition. Academic Press, 2008. 3. ABU-MOSTAFA, Y. S., MAGDON-ISMAIL, M., LIN, H. T. Learning From Data. AMLBook, 2012. 4. MURPHY, K. P. Machine Learning: A Probabilistic Perspective. The MIT Press, 2012. 5. HASTIE, T., TIBSHIRANI, R., FRIEDMAN, J. The Elements of Statistical Learning: Data Mining, Inference, and Prediction. Springer, 2013. 6. GOODFELLOW, I., BENGIO, Y., COURVILLE, A. Deep Learning. The MIT Press, 2016. 7. KOTU, V., DESHPANDE, B. Data Science Concepts and Practice (2nd Edition). Elsevier, 2018. 8. IGUAL, L., SANTI, S. Introduction to Data Science: A Python Approach to Concepts, Techniques and Applications. Springer, 2017. 9. MCKINNEY, W. Python for Data Analysis: Data Wrangling with Pandas, NumPy, and IPython. O'Reilly Media, Inc., 2012. 10. GRUS, J. Data Science from Scratch: First Principles with Python. O'Reilly Media, Inc., 2015. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Informática e Sociedade 30 2 30 5 Concepção de artefatos Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. digitais EMENTA •Aspectos legais e éticos no uso de TI •Impacto social de novas tecnologias •Conceitos gerais básicos de ética e direito •Cibercrimes •Propriedade intelectual e pirataria •Privacidade • Ciclos de inovação tecnológica CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Carreira do Profissional de computação do futuro Desenvolvimento de competências para o profissional de computação Regulamentação da profissão Ética profissional Áreas de atuação & diversidade O futuro do trabalho Impacto de Novas Tecnologias na Sociedade Levantamento de requisitos e necessidades dos usuários Inovação tecnológica e impactos na sociedade Uso de tecnologias para solucionar problemas da sociedade Grandes desafios da computação para as gerações futuras BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. C. Maciel e J. Viberto. Computação e Sociedade, 2020. 2. G. Reynolds. Ethics in Information Technology. 6ª edição. Editora Cengage, 2019. 3. F. Peixoto. Inteligência Artificial e Direito: Convergência Ética e Estratégica. 2020. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. Marco Civil da Internet, Lei 12.965/2014. 2. S. Meira, Computação, Comunicação e Controle: Silvio Meira no No., 2015. 3. P. Pollicarpo, Cibercrime na e-Democracia, Editora Dplacido, 2ª edição, 2017. 4. P. Masiero. Ética em Ciência da Computação. Edusp, 1ª edição, 2008. 5. ACM. Code of ethics. 2018. Disponível em https://www.acm.org/code-of-ethics. Última visita em 13 de fevereiro de 2023. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Programação Concorrente 30 2 30 5 Arquitetura de Pré-requisitos Computadores e Sistemas Co-Requisitos Requisitos C.H. Operacionais EMENTA Conceitos fundamentais de concorrência; conceitos básicos de programação concorrente; Problemas e desafios da programação concorrente. Suporte de linguagens de programação à concorrência. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Motivação para concorrência 2. Conceitos fundamentais de concorrência 3. Conceitos básicos de programação concorrente: threads, processos, variáveis compartilhadas, região crítica, exclusão mútua, sincronicidade, semáforos, monitores, locks, mensagens, canais linearização, etc. 2. Problemas e desafios da programação concorrente: deadlock, livelock, condições de corrida, starvation. 3. Recursos linguísticos de apoio à concorrência em uma linguagem de programação 4. Estudo de caso. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. Gregory R. Andrews. Foundations of Multithreaded, Parallel, and Distributed Programming, , Addison-Wesley, 2000. 2. Matthew J. Sottile, Timothy G. Mattson, and Craig E Rasmussen. Introduction to Concurrency in Programming Languages. Chapman and Hall/CRC, 2009. 3. M. Ben-Ari. Principles of Concurrent and Distributed Programming. Addison-Wesley, 2nd edition, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. Sérgio Soares e Paulo Borba. Programas Concorrentes Orientados a Objetos: Uma Abordagem de Desenvolvimento Progressiva. Novas Edições Acadêmicas, 2017. 2. Katherine Cox-Buday. Concurrency in Go: Tools and Techniques for Developers. O'Reilly Media, 2017. 3. Peierls Tim, Goetz Brian, Bloch Joshua, Bowbeer Joseph, Lea Doug, and Holmes David. Java Concurrency in Practice. Addison- Wesley Professional, 2006. 4. Pierre-Olivier Laurence, Amanda Hinchman-Dominguez, G. Blake Meike, and Mike Dunn. Programming Android with Kotlin: Achieving Structured Concurrency with Coroutines. O'Reilly Media, 2022. 5. Simon Marlow. Parallel and Concurrent Programming in Haskell. O'Reilly Media, 2013. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Programação Funcional 30 2 30 5 Pré-requisitos Introdução à Programação Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Expressões, valores. Funções: definição, expressões condicionais. Tipos: primitivos, tuplas. listas. Casamento de padrões. Estruturas de dados recursivas. Polimorfismo. Funções de alta ordem. Classes de tipos. Tipos Álgébricos. Avaliação preguiçosa e recursão de cauda. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Expressões e avaliação. Funções 2. Tipos básicos e definições: primitivos, sobrecarga, guardas 3. Funções e recursão primitiva 4. Tuplas. Listas. Compreensão de listas: conceitos básicos, guardas e funções 5. Funções: expressões condicionais, equações guardadas, casamento de padrão, expressões lambda, operadores de seção, expressões case, polimorfismo 6. Definição de funções sobre listas: casamento de padrão, recursão primitiva, recursão geral 7. Funções de alta ordem: conceito, processamento de listas, operador de composição 8. Funções: composição funcional, funções como valores e resultados, Currying e aplicação parcial de funções 9. Sobrecarga e classes de tipo 10. Tipos algébricos: definição, recursividade, polimorfismo. Tipos algébricos e classes de tipo. 11. Tipos de dados abstratos: filas, árvores de busca. 12. Avaliação preguiçosa e recursão de cauda. METODOLOGIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. HUTTON, G. Programming in Haskell. Cambridge University Press, 2a ed. 2016 2. THOMPSON, S. Haskell: The Craft of Functional Programming. International Computer Science Series, Addison-Wesley Professional, 3a ed. 2011. 3. LIPOVACA, M. Learn You a Haskell for Great Good!: A Beginner's Guide. No Starch Press. 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. BIRD, R. Thinking Functionally with Haskell. Cambridge University Press. 2014. 2. CESARINI, F.; THOMPSON, S. Erlang Programming. O'Reilly Media, 1a ed. 2009. 3. ST. LAURENT, S. Introducing Erlang: Getting Started in Functional Programming. O'Reilly Media, 1a ed. 2013. 4. FELLEISEN, M. et al. Realm of Racket: Learn to Program, One Game at a Time!. No Starch Press; 1a ed. 2013. 5. O'SULLIVAN, B.; GOERZEN, J.; STEWART, D. Real World Haskell. O'Reilly Media, 2008. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Teoria da Computação 60 4 60 5 Pré-requisitos Lógica para Computação Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Limites da computabilidade e da decidibilidade. Significado matemático de "algoritmo". Complexidade computacional inerente a problemas algoritmicos. Classes de complexidade. Dicotomia "problema solúvel em tempo viável" versus "problema com soluções verificáveis em tempo viável". Problemas factíveis versus problemas infactíveis. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Autômatos finitos determinísticos (AFD) / Autômatos finitos não-determinísticos (AFN) / Linguagens regulares (propriedades e operações) / Expressões regulares (ER) / Equivalência AFD<=>AFN<=>ER / Linguagens não-regulares (Lema do bombeamento) / / Gramáticas Livres de Contexto (GLC) / Linguagens Livres de Contexto (propriedades e operações) / Ambiguidade de normalização de GLCs / Autõmatos com Pilha (AP) / Equivalência GLC<=>AP / Linguagens não-livres de contexto (Lema do bombeamento) PARTE II - Teoria da Computabilidade: Máquinas de Turing (MT) / Variações das MT / Não-determinismo / Tese de Church-Turing / Linguagens recursivas e recursivamente enumeráveis / Decidibilidade / O Problema da Parada / Teorema de Rice / Redutibilidade. PARTE III - Teoria da Complexidade: Complexidade de Tempo / Classes de complexidade / Redução polinomial / P vs. NP / NP-completude / Teorema de Cook-Levin / Complexidade de Espaço / Teorema de Savitch / PSPACE-completude / As Classes L e NL / NL-Completude. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. M.Sipser. Introdução à Teoria da Computação, Cengage Learning, 2007. 2. J.E.Hopcroft, R.Motwani e J.D.Ullman. Introdução à Teoria dos Autômatos, Linguagens e Computação, Editora Campus, 2002. 3. H.R.Lewis e C.Papadimitriou, Elementos de Teoria da Computação. Bookman, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. D. Kozen. Automata and Computability, Springer, 1997. 2. S. Arora and B. Barak. Computational Complexity: A Modern Approach. Cambridge University Press; 1st Edition, 2009. 3. M. Garey and D. Johnson, Computers and Intractability: A Guide to the Theory of NP-Completeness, W. H. Freeman, 1st Edition, 1979. 4. O. Goldreich, Computational Complexity: A Conceptual Perspective. Cambridge University Press, 1st Edition, 2008. 5. C. Papadimitriou, Computational Complexity. Pearson, 1st Edition, 1993. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Metodologia Científica 30 30 3 60 5 Estatística e Probabilidade Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. para Computação EMENTA O conhecimento e a importância do trabalho acadêmico. A ciência e o método científico. Pesquisa em Computação. Escrita e apresentação científicas. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Ciência e tecnologia: definições, diferenças e aplicações. Tipos de conhecimento. Conceito de metodologia científica. O método científico: conceitos, fases e tipos. Pesquisa: conceitos, tipos de pesquisa (pesquisa bibliográfica, pesquisa qualitativa e pesquisa quantitativa); design science research Planejamento da pesquisa: identificação do tema, construção de hipóteses, trabalho exploratório, protocolo e discussão, construção de projeto de pesquisa. Abordagens comuns de Pesquisa Empírica em Computação: Questionários (surveys), Estudos de caso, Experimentos, Pesquisa etnográfica, Pesquisa participante, Pesquisa-ação, Análise de dados, Pesquisa de campo, Mapeamento sistemático e Revisão sistemática da literatura. Apresentação da pesquisa: comunicado, artigo, monografia, dissertação, tese, relatório. Apresentações orais. Redação científica: elaboração de artigo e de pitch. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do trabalho científico. 7.ed. São Paulo: Atlas, 2011. 225 p. ISBN 9788522448784. 2. WAZLAWICK, R. Metodologia de Pesquisa para Ciência da Computação. GEN LTC; 2ª ed. 2014. 3. SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do Trabalho Científico. 24ª ed. Cortez Editora, 317 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. WOHLIN, C. Experimentation in Software Engineering. Kluwer Academic Publishers, 2ª ed., 2012. 2. CERVO, Amado Luiz. Metodologia científica. 5ª ed. São Paulo: Prentice Hall, 2006. 242 p. ISBN 858791815X. 3. ZOBEL, J. Writing for Computer Science, Springer; 2ª edição, 2009. 4. CRESWELL, John W. Investigação Qualitativa e Trabalho de Pesquisa - escolhendo entre cinco abordagens, Editora Penso, 3ª ed., 341 p, 2014. 5. KOHLER, Silvia H., COUTO, Maria Clara P. de Paula, HOHENDORFF, Jean Von, Manual de Produção Científica, Editora Penso, 191p, 2014. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Compiladores 60 4 60 6 Teoria da Computação; Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. Algoritmos EMENTA Esta disciplina explora os princípios, algoritmos, e estruturas de dados envolvidos na teoria e implementação de compiladores para linguagens de programação. Os alunos aprenderão como traduzir sistematicamente linguagens de programação de alto nível em código de máquina executável. Durante o curso, discutimos questões associadas ao projeto e implementação de compiladores escrevendo um compilador para uma linguagem de pequeno porte. O curso apresenta uma série de conceitos importantes, como análise sintática e análise de programa, que são úteis em muitos outros contextos além dos compiladores, como engenharia de software e segurança. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO O conteúdo planejado inclui uma introdução aos princípios e técnicas de construção de compiladores, conceitos básicos da teoria de linguagens, análise léxica, análise sintática, análise semântica, representação de código intermediário, ambientes de execução, análise estática, otimização de código, geração de código. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. Robert Nystrom. Crafting Interpreters. Genever Benning, 2021. 2. A. Aho et al. Compiladores: Princípios, Técnicas e Ferramentas. Pearson Universidades, 2a ed., 2007. 3. Cooper, Keith D., and Linda Torczon. Engineering a compiler. 2nd Edition. Elsevier, 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. Kenneth C. Louden. Compiladores: Princípios E Práticas. Cengage Learning, 1a ed., 2004. 2. Steven Muchnick. Advanced compiler design implementation. Morgan Kaufmann, 1997. 3. Jeremy G. Siek. Essentials of Compilation: An Incremental Approach in Python. MIT Press, 2023. 4. Andrew W. Appel. Modern Compiler Implementation in Java. Cambridge University Press, 2nd edition, 2002. 5. Shriram Krishnamurthi. Programming Languages: Application and Interpretation. Version 3.2.0, https://www.plai.org. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo x Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Trabalho de Conclusão de Curso 60 2 60 9 Pré-requisitos Metodologia Científica Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Elaboração de um projeto completo na área de Ciência da Computação envolvendo as etapas de estudo do problema, concepção, simulação e implementação. Elaboração e apresentação da Monografia. Defesa do trabalho perante banca examinadora. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Não há conteúdo programático definido, variando de acordo com a área onde a monografia será desenvolvida. A disciplina deve contar com reuniões de acompanhamento entre o discente e seu orientador e entre o discente e o professor responsável pela disciplina para analisar cumprimento de cronograma. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. G.L.Volpato, Publicação científica, 3ª Edição, Editora Cultura Acadêmica, 2008. 2. G.L.Volpato, Bases teóricas para redação científica: por que seu artigo foi negado?, 1ª Edição, Editora Cultura Acadêmica, 2007. 3. G.L.Volpato, Ciência: da filosofia à publicação, 5ª Edição, Editora Cultura Acadêmica, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. E.P. Gonçalves, Conversas sobre Iniciação à Pesquisa Científica, 5th Edition, Editora Alinea, 2011. 2. E.M. Lakatos, Metodologia Científica, 6th Edition, Editora Atlas, 2011. 3. E.M. Lakatos, Fundamentos da Metodologia Científica, 7th Edition, Editora Atlas, 2010. 4. J.C. Koche, Fundamentos da Metodologia Científica, 23rd Edition, Editora Vozes, 2006. 5. A.L. Cervo, R. Silva, and P.A. Bervian, Metodologia Científica, 6th Edition, Editora Prentice Hall, 2006. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Agentes Autônomos 45 15 3 60 Aprendizado de Máquina e Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. Ciência de Dados EMENTA Jogos competitivos. Planejamento. Raciocínio sob incerteza. Preferências e suas representações. Sistemas Multiagentes. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Teoria dos Jogos: Busca Competitiva e Expectimax Planejamento: Métodos Clássicos Baseados em Lógica e Processos de Decisão Markovianos Fundamentos de aprendizagem por reforço Modelos de preferência e suas representações Tratamento de Incerteza: Redes Bayesianas Sistemas Multiagentes: Fundamentos, Comunicação, Coordenação, Negociação BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. RUSSELL, S. J., NORVIG, P. Inteligência Artificial. GEN LTC, 3ª edição, 2013. 2. VIDAL, J. M. Fundamentals of Multiagent Systems, 2007. 3. WOOLDRIDGE, M. An introduction to Multiagent Systems. John Wiley & Sons, 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. BRACHMAN, R. J., LEVESQUE, H. J. Knowledge Representation and Reasoning. Morgan Kaufmann, 2004. 2. LUGER, G. F. Inteligência Artificial. Pearson, 6ª Edição, 2013. 3. PEARL, J. Probabilistic Reasoning in Intelligent Systems: Networks of Plausible Inference. Morgan Kaufmann, 1ª Edição, 2014. 4. ROY, B. Multicriteria Methodology for Decision Aiding. Springer Science, 2010. 5. SUTTON, R. S., BARTO, A. G. Reinforcement Learning: An Introduction. MIT Press, 2015. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Álgebra Avançada para Computação 60 4 60 Álgebra Vetorial e Linear Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. para Computação EMENTA Medidas em Espaços Vetoriais, Fatoração de Matrizes, Decomposição em Valores Singulares, Análise Numérica Matricial, Princípios de Programação Linear. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1.Produto Interno, norma e ângulo e projeção ortogonal 2.Bases ortogonais e coeficientes de Fourier, bases ortonormais 3.Fundamentos algébricos das transformadas integrais Sugestões de aplicação: wavelets e séries de Fourier para sinais de áudio. 4.Método de Ortogonalização de Gram-Schmidt 5.Fatoração LU e QR Sugestões de aplicação: cálculo do determinante; resolução de sistemas com múltiplos termos independentes; inversão de matrizes; sistemas MIMO. 6.Matriz de P.I. operadores ortogonais e autoadjuntos Sugestões de aplicação: rotações, classificação de cônicas e quádricas, grafos. 7.Operadores ortogonalmente diagonalizáveis e o teorema espectral 8.Decomposição em valores singulares Sugestões de aplicação: Análise de componentes principais /redução de dimensionalidade em classificação / Algoritmo DLT para inferência de homografias em Visão. 9.Representação de número de máquina 10.Erros e instabilidade numérica 11.Condicionamento de matrizes Sugestões de aplicação: consequências de problemas mal condicionados no mundo real. 12.Métodos dos Mínimos Quadrados Sugestões de aplicação: crescimento de bactérias, notas do teclado X frequência, energia elétrica: demanda X tarifa, análise espectral em química. 13.Programação Linear: Método Simplex Sugestões de aplicação: problemas de logística, armazenamento, dieta, etc. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. Strang, G. Álgebra linear e suas aplicações. Cengage Learning; 1ª edição, 2010. 2. Gill, P, et al. Numerical Linear Algebra and Optimization- Vol 1. CRC Press. 1991. 3. Chvatal, V. Linear Programming. W. H. Freeman; 1a edição. 1983. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1.Poole, D. Álgebra Linear. Pioneira Thomson Learning - 2004. 2. Sewell , G. Computational Methods of Linear Algebra. World Scientific Publishing Company; 3a ed. 2014. 3. Wendland, H. Numerical Linear Algebra. Cambridge University Press. 2017. 4 Lima, E. L. Álgebra Linear. IMPA. 2004 5. Golub, G. H. e Van Loan, C. F. Matrix Computations. The Johns Hopkins University Press, 4a ed. 2013. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Algoritmos e Estruturas de Dados 60 4 60 Avançados Pré-requisitos Algoritmos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Estruturas de dados avançadas e seus algoritmos para problemas como busca e ordenação e otimização, em memória principal e secundária. Representações eficientes em memória e tempo amortizado. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Análise de algoritmos: word-RAM model; revisão de análise assintótica; recorrências; análise amortizada 2. Sequências: bitvectors - rank and select; minqueue; sparse tables; ordenação em tempo linear 3. Hashtables: universal hashing; perfect hashing; análise empírica (efeito avalanche); heurísticas: Fibonacci hashing; bucket stealing; Filtros de Bloom 4. Árvores: representações compactas; van Emde Boas; splay trees; scapegoat trees; segment trees 5. Heaps: binomial heaps; Fibonacci heaps 6. Grafos: caminhos eulerianos; componentes fortemente conexos; fluxo máximo 7. Algoritmos em memória secundária: IO-Model; ordenação (External Mergesort); Árvores-B 8. Outros algoritmos e ED avançadas mais atuais conforme desenvolvimento da literatura e necessidade de aplicações recentes. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. Peter Brass. Advanced Data Structures. Cambridge Univ Press, 2008. ISBN 1108735517 2. Cormen, Thomas H., Charles E. Leiserson, Ronald L. Rivest, and Clifford Stein. Introduction to algorithms. MIT press, 2009. ISBN 9780262033848 3. Skiena, S. The Algorithm design manual 2nd. ed. Springer, 2008. ISBN 1849967202 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. C. Shaffer. Data structures and algorithm analysis in C++. Dover, 2011. ISBN 048648582X 2. A. Aho, J. Hopcroft, J. Ullman. Data structures and algorithms. Pearson, 1983. ISBN 0201000237 3. Michael T. Goodrich and Roberto Tamassia. Algorithm Design and Applications Wiley, 2014. ISBN 1118335910 4. R. Sedgewick, P. Flajolet. An introduction to the analysis of algorithms (2a. ed). Addison Wesley, 2013. ISBN 032190575X 5. Rawlins, J.E. Compared to what?: an introduction to the analysis of algorithms. W.H.Freeman, 1991. ISBN 071678243X DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Algoritmos para Streams de Dados 45 15 3 60 Algoritmos; Pré-requisitos Estatística e Probabilidade Co-Requisitos Requisitos C.H. para Computação EMENTA Algoritmos e estruturas de dados destinados ao processamento de grandes volumes de dados (big data), em particular dados coletados em fluxo contínuo (stream), para os quais as técnicas tradicionais baseadas na armazenagem dos dados em memória principal não são adequados. Os métodos aqui apresentados consistem na construção de sumários e índices dos dados, permitindo consultas aproximadas com garantias teóricas de erro, em memória sublinear. Estas técnicas visam a fornecer suporte para análise de dados e tomada de decisões em tempo real. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Modelo de Dados Streaming 2. Métodos de sumarização de conjuntos 3. Métodos de sumarização de multi-conjuntos 4. Métodos de sumarização para dados ordenados 5. Métodos de sumarização de dados geométricos 6. Sumários para problemas de álgebra linear 7. Sumarização de grafos 8. Outros algoritmos e estruturas de dados para streams de dados conforme atualização da literatura e relevância para aplicações atuais BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. CORMODE, G., YI, K. Small Summaries for Big Data. Cambridge University Press, 2020. ISBN 1108477445. 2. CORMEN, T. H., LEISERSON, C. E., RIVEST, R. L., STEIN, C. Introduction to algorithms. MIT press, 2009. ISBN 9780262033848. 3. WANG, D., HAN, Z. Sublinear algorithms for big data applications. Springer International Publishing, 2015. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. CORMODE, G., GAROFALAKIS, M., HAAS, P. J., JERMAINE, C. Synopses for massive data: Samples, histograms, wavelets, sketches. Foundations and Trends in Databases 4, no. 1-3 (2012): 1-294. 2. WOODRUFF, D. P. Sketching as a Tool for Numerical Linear Algebra. Foundations and Trends in Theoretical Computer Science: Vol. 10: No. 1-2, pp 1-157, 2014. 3. CHAKRABARTI, A. Data Stream Algorithms (Lecture Notes). Dartmouth College, 2020. Retrieved from https://www.cs.dartmouth.edu/~ac/Teach/data-streams-lecnotes.pdf. 4. CASELLA, G., BERGER, R. L. Statistical inference. Cengage Learning, 2021. ISBN 0534243126. 5. MOTWANI, R., RAGHAVAN, P. Randomized algorithms. Cambridge university press, 1995. ISBN 0521474655. 6. MITZENMACHER, M., UPFAL, E. Probability and computing: Randomization and probabilistic techniques in algorithms and data analysis. Cambridge university press, 2017. ISBN 9781107154889. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Análise e Especificação Avançada de 30 30 3 60 Requisitos Pré-requisitos Engenharia de Requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Técnicas avançadas de elicitação, análise e negociação, especificação, gerenciamento e validação de requisitos, com foco em práticas contemporâneas em uso na indústria e avanços no estado da arte para resolver problemas atualmente encontrados na indústria. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Métodos contemporâneos para as atividades de Engenharia de Requisitos: - Elicitação; - Análise e Negociação; - Especificação; - Validação; - Gerenciamento. 2. Promovendo a inovação com a Engenharia de Requisitos 3. Requisitos de Qualidade 4. Qualidade da Especificação de Requisitos 5. Requisitos para ambientes regulados 6. Resolvendo com a Engenharia de Requisitos problemas atuais da indústria 7. Fatores humanos na Engenharia de Requisitos BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. KOTONYA, G., SOMMERVILLE, I. Requirements engineering: processes and techniques. Wiley Publishing, 1998. 2. POHL, K. Requirements Engineering - Fundamentals, Principles, and Techniques. Springer, Berlin, 2010. 3. SOMMERVILLE, I. Engenharia de Software. 6ª Edição, Makron Books, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. LAPLANTE, P.A. Requirements engineering for software and systems. Auerbach Publications, 2017. 2. DICK, J., HULL, E., JACKSON, K. Requirements Engineering. Springer, 2017. 3. BENNACEUR, A., TUN, T., YU, Y., NUSEIBEH, B. Requirements Engineering. Handbook of Software Engineering, 2018. Ffhal- 01758502f (https://hal.archives-ouvertes.fr/hal-01758502/document) 4. VALENTE, M.T. Engenharia de Software Moderna. Princípios e Práticas para Desenvolvimento de Software com Produtividade. 2020. https://engsoftmoderna.info/ 5. MACAULAY, L. Requirements Engineering. Springer, 1996. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Análise e Mineração de Redes 60 4 60 Complexas Aprendizado de Máquina e Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. Ciência de Dados EMENTA Conceitos básicos de redes complexas. Tipos de redes e estudos de caso. Métricas e modelos (análise de centralidade, redes aleatórias, redes sem escala). Tarefas de mineração em redes complexas (predição de arestas, detecção de grupos, classificação de nós). Processos de difusão em redes complexas. Aplicações em sistemas de recomendação. Ferramentas de análise e visualização. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO - Introdução às redes complexas (conceitos básicos) - Modelos de redes (modelo aleatorio, modelo de mundo pequeno,modelo livre de escala) - Influencia e centralidade - análise de centralidade - Modelos de Markov e Page Rank - Difusão em redes sociais - Predição de arestas - Detecção de comunidades - Resolução de Entidades - Classificação coletiva - Sistemas de recomendação BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. AGGARWAL, C.C. (Ed.). Social Network Data Analytics. Springer US, 2011. ISBN: 978-1-4419-8461-6 2. BRANDES, U., ERLEBACH, T. (Eds.) Network Analysis: Methodological Foundations. Springer, 2005. ISBN: 978-3-540-24979-5 3. NEWMAN, M. Networks: An Introduction. Oxford University Press, Inc., New York, NY, USA, 2010. ISBN-13: 978-0199206650. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. ALHAJJ, R.; ROKNE, J. Encyclopedia of Social Network Analysis and Mining. Springer-Verlag New York, 2014. ISBN: 978-1- 4614-6170-8 2. SCHALL, D. Social Network-Based Recommender Systems. Springer International Publishing, 2015. ISBN: 978-3-319-22735-1 3. VICTOR, P., CORNELIS, C., DE COCK, M. Trust Networks for Recommender Systems. Atlantis Press, 2011. ISBN: 978-94- 91216-08-4 4. LATORA, V., NICOSIA, V., RUSSO, G. Complex Networks: Principles, Methods and Applications. Cambridge University Press, 2017. ISBN: 978-1-107-10318-4 5. RUSSELL, M.A., KLASSEN, M. Mining the Social Web. O'Reilly, 2017. ISBN: 978-1-491-98504-5 DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Aplicações de Aprendizagem de Máquina 30 30 3 60 Aprendizado de Máquina e Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. Ciência de Dados EMENTA Apresentar exemplos de aplicações de aprendizagem de máquina (AM), em especial aprendizagem profunda; Exercitar o desenvolvimento de sistemas que empregam técnicas de AM; Discutir questões práticas no desenvolvimento de aplicações de aprendizagem de máquina; Discutir como evitar problemas comumente observados em aplicações de aprendizagem de máquina. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Linguagens de programação, bibliotecas e ferramentas para Aprendizagem Profunda; Técnicas de aquisição e preparação de dados para AM; Treinamento, validação e testes de modelos de forma adequada; Exemplos de aplicações de aprendizagem supervisionada em problemas de classificação e regressão; Exemplos de aplicações de aprendizagem não supervisionada: trabalhando com dados não rotulados; Problemas e questões éticas comuns em aplicações de IA (dados e modelos enviesados). BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. SUGUNA, S. Kanimozhi, DHIVYA, M., PAIVA, Sara. Artificial Intelligence (AI): Recent Trends and Applications. CRC Press, 2021. 2. SHANMUGAMANI, Rajalingappaa. Deep Learning for Computer Vision: Expert techniques to train advanced neural networks using TensorFlow and Keras. Packt Publishing, 2018. 3. BINU, D., RAJAKUMAR, B.R. Artificial Intelligence in Data Mining: Theories and Applications. Academic Press, 2021. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. KHALID, Saifullah. Applications of Artificial Intelligence in Electrical Engineering. Springer, 2020. 2. S.S, VINOD CHANDRA, and HAREENDRAN S. Artificial Intelligence: Principles and Applications. PHI Learning, 2020. 3. GOODFELLOW, Ian, BENGIO, Yoshua, COURVILLE, Aaron. Deep Learning. MIT Press, 2016. http://www.deeplearningbook.org 4. HAMDAN, Allam, HASSANIEN, Aboul Ella, KHAMIS, Reem, ALAREENI, Bahaaeddin, RAZZAQUE, Anjum, AWWAD, Bahaa. Applications of Artificial Intelligence in Business, Education and Healthcare. Springer, 2021. 5. GLASSNER, A. Deep Learning: A Visual Approach. No Starch Press, 2021. 6. EKMAN, M. Learning Deep Learning: Theory and Practice of Neural Networks, Computer Vision, Natural Language Processing, and Transformers Using TensorFlow. Addison Wesley Professional, 2021. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Arquitetura de Sistemas 45 15 3 60 Estrutura de Dados Orientadas a Objetos Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. Desenvolvimento de Software EMENTA • Introdução a programação generativa [automática] • Padrões de projeto • Padrões arquiteturais • Abordagens para documentação de arquiteturas • Requisitos não-funcionais em arquiteturas de software • Decisões arquiteturais e seus trade-offs • Refatoração de código • Linhas de produto de software CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Introdução 2. Conceitos Básicos 2.1 Modelagem UML/SysML 2.2 Modelagem no âmbito agile 2.3 Modelagem de Arquitetura 2.4 Design Patterns OO 3. Refatoração 3.1 Débito técnico & Leis de Lehman 3.2 Design corrosion e como refatorações podem ajudar a prevenir as corrosões 3.2 aplicações de refatorações via ferramentas como Eclipse IDE 4. Padrões e Estilos Arquiteturais 4.1 Arquitetura, componentes e conectores 4.2 Estilos e padrões arquiteturais 4.3 Vantagens e desvantagens [trade-offs] na escolha dos estilos 4.4 Especificação e análise de performance de arquiteturas, Architectural Patterns, Linhas de Produtos de Software, aspectos, compilação condicional BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. BASS, Len, CLEMENTS, Paul, KAZMAN, Rick. Software Architecture in Practice (SEI Series in Software Engineering) 3rd Edition. Addison-Wesley. 2. FOWLER, Martin. Padrões de Arquitetura de Aplicações Corporativas. Bookman, 2018. 3. CLEMENTS, Paul, BACHMANN, Felix, BASS, Len, GARLAN, David, IVERS, James, LITTLE, Reed, MERSON, Paulo, NORD, Robert, STAFFORD, Judith. Documenting Software Architectures: Views and Beyond 2nd Edition. Addison-Wesley. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. FOWLER, Martin. Refatoração: Aperfeiçoando o Design de Códigos Existentes. 2a edição. Novatec Editora, 2020. 2. NEWMAN, Sam. Building Microservices: Designing Fine-Grained Systems. O'Reilly Media, 2015. 3. BUSCHMANN, Frank, MEUNIER, Regine, ROHNERT, Hans, SOMMERLAD, Peter, STAL, Michael. Pattern-Oriented Software Architecture Volume 1: A System of Patterns Volume 1. Wiley, 1996. 4. GAMMA, Erich, HELM, Richard, JOHNSON, Ralph, VLISSIDES, John. Padrões de Projetos: Soluções Reutilizáveis de Software Orientados a Objetos. Bookman, 2000. 5. MARTIN, Robert C. Arquitetura limpa: o guia do artesão para estrutura e design de software. Alta Books, 2019. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Assinatura Digital e Certificação Digital 60 4 60 Pré-requisitos Lógica para Computação Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Assinatura digital: definições; Assinaturas baseadas em modelos com e sem Random Oracle; CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Assinatura digital: definições; Assinaturas baseadas em modelos sem Random Oracle: One-Time, RSA, Mapas bilineares; Assinaturas baseadas em modelos com Random Oracle: Hash, Fiat-Shamir scheme. Pardigma "Hash and Sign", Assinaturas Chain Based, Assinaturas Tree Based, The Digital Signature Standard (DSS), Infraestruturas de Chave Pública. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. KATZ, Jonathan. Digital Signatures. 1a Edição. Springer, 2010, 192p. 2. BUCHMANN, Johannes A., KARATSIOLIS, Evangelos, WIESMAIER, Alexander. Introduction to Public Key Infrastructures. Springer, 2016, 194p. 3. KATZ, Jonathan, LINDELL, Yehuda. Introduction to Modern Cryptography: Principles and Protocols. CRC Press, 2020. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. WALTER, Laura. The Digital Signature Handbook - Everything You Need To Know About Digital Signature. Emereo Publishing, 2016, 346p. 2. SCHNEIER, Bruce. Applied Cryptography. John Wiley and Sons, 2015, 784p. 3. BLOKDYK, G. Digital Signature A Complete Guide. 5STARCooks, 2021. 4. DELFS, H., KNEBL, H. Introduction to Cryptography: Principles and Applications. Springer, 2016. 5. BRAY, S.W. Implementing Cryptography Using Python. Wiley, 2020. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Avaliação de Desempenho de Redes 45 15 3 60 Pré-requisitos Redes de Computadores Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Discutir arquiteturas, metodologias e técnicas para avaliação de desempenho em redes de computadores; realizar avaliação de desempenho de redes através de medição, análise e/ou modelagem de tráfego na Internet CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Fundamentos de Avaliação de Desempenho em Redes (conceitos gerais, visão geral de arquiteturas; métodos de avaliação); Técnicas e métodos para medição na Internet (pacotes, fluxos, agregados); Estudos de casos. Técnicas e métodos para análise de tráfego na Internet; Ferramentas de suporte à medição e análise (Wireshark, flowtools, R); Estudos de casos. Técnicas e métodos para modelagem de tráfego na Internet (regressão, ajuste de modelos, séries temporais); Ferramentas de suporte ao desenvolvimento de modelos analíticos (R); Estudos de casos. Análise de produtos tecnológicos, estudos de casos e de artigos científicos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. Le Boudec, Jean-Yves. Performance Evaluation of Computer and Communication Systems. EPFL, 2011. 2. Crovella, Mark; Krishnamurthy, Balachander. Internet Measurement: Infrastructure, Traffic and Applications. 2008. 3. Jain, Raj. The Art of Computer Systems Performance Analysis: Techniques for Experimental Design, Measurement, Simulation, and Modeling. 1999. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. Kurose, J.; Ross, K. Redes de Computadores e a Internet: uma abordagem top-down. 5a. Edição, 2010. 2. Menasce, D.A.; Dowdy, L.W.; Almeida, V.A.F. Performance by Design: Computer Capacity Planning By Example. Prentice Hall, 1a. Edição, 2004. ISBN-10: 0130906735, ISBN-13: 978-0130906731. 3. Chen, K. Performance Evaluation by Simulation and Analysis with Applications to Computer Networks. Wiley-ISTE, 2015. ISBN- 10: 1848217471, ISBN-13: 978-1848217478. 4. Feitelson, D.G. Workload Modeling for Computer Systems Performance Evaluation. Cambridge University Press, 2015. ISBN-10: 1107078237, ISBN-13: 978-1107078239. 5. Obaidat, M.S.; Zarai, F.; Nicopolitidis, P. Modeling and Simulation of Computer Networks and Systems: Methodologies and Applications. Morgan Kaufmann, 1a. Edição, 2015. ISBN-10: 0128008873, ISBN-13: 978-0128008874. 6. Fernandes, S. Performance Evaluation for Network Services, Systems and Protocols. Springer, 2017. ISBN-10: 3319545191, ISBN-13: 978-3319545196. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Bancos de Dados Não-Convencionais 30 30 3 60 Pré-requisitos Banco de Dados Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Introdução a bancos de dados não convencionais Gerenciamento de dados volumosos e heterogêneos Arquitetura para sistemas de dados escaláveis Novos modelos de dados e Persistência Poliglota Modelagem e Armazenamento de dados não convencionais (semi-estruturado, grafo, NoSQL e geográfico) CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Introdução à bancos de dados não convencionais Princípios de Projeto e Características de Sistemas de Dados Escaláveis Arquiteturas para Sistemas de Dados Volumosos e Heterogêneos Características e Conceitos Básicos Estudo de Caso para entender como implementar um sistema de big data, como colocar no ar uma aplicação de big data cujo desenvolvimento foi concluído e como torná-la operacional. Novos Modelos de Dados e Persistência Poliglota Motivação para adotar um BD NoSQL Modelos de Dados de BD NoSQL (BD Chave-valor, BD Família de Colunas, BD de Documentos e BD de Grafos). Definição da Persistência Poliglota e do que é preciso para fazê-la funcionar. Modelagem e Armazenamento de Dados Não Convencionais Tipos de Dados e Aplicações (Características, Conceitos Básicos e Funcionalidades Principais) Arquiteturas Modelos de Dados Funcionalidades Principais Estudo de Caso - Aplicação Geográfica, Dados semi-estruturados, Fluxos de Dados, Dados Clínicos, etc Aplicações Práticas via Desenvolvimento de Projetos BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. MARZ, N. Big Data: Principles and Best Practices of Scalable Realtime Data Systems. O'Reilly Media, 2013. 2. FOWLER, Martin; SADALAGE, Pramod J. NoSQL Essencial - Um Guia Conciso Para o Mundo Emergente da Persistência Poliglota, 2013. 3. GRAVES, Mark. Projeto de banco de dados com XML. Pearson Education, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. ELMASRI, Ramez; NAVATHE. Sistemas de Banco de Dados, 6ª Ed. Pearson, 2011. 2. SILBERSCHARTZ, H., KORTH, S. & SUDARSHAN. Sistemas de Banco de Dados. Makron Books, 2004. 3. HOWS, David; MEMBREY, Peter; PLUGGE, Eelco. Introdução ao MongoDB. Novatec/Apress, 2015. 4. CARPENTER, Jeff; HEWITT, Eben. Cassandra: The Definitive Guide. O'Reilly Media, 2022. 5. PERKINS, Luc; REDMOND, Eric; WILSON, Jim. Seven Databases in Seven Weeks: A Guide to Modern Databases and the NoSQL Movement. Pragmatic Bookshelf, 2018. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática MA027 Cálculo Diferencial e Integral 2 60 4 60 MA026 - Cálculo Diferencial Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. e Integral 1 EMENTA Funções de várias variáveis; Integrais múltiplas; Aplicações das integrais. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1ª UNIDADE a) Funções de IR2 ou de IR3 a valores reais; Funções de IR2 ou de IR3 a valores vetoriais; Funções de IR a IR2 ou IR3. b) Gráfico de funções vetoriais. c) Limite e continuidade. d) Derivadas parciais; diferenciabilidade; derivadas direcionais; gradiente; derivadas de ordem superior. e) Regra da cadeia f) Derivação implícita g) Máximos e mínimos de funções de duas variáveis h) Máximos e mínimos com restrições 2ª UNIDADE a) Integral dupla e interpretação geométrica. b) Mudança de coordenadas. c) Integral tripla e interpretação geométrica. d) Mudança de coordenadas 3ª UNIDADE a) Integral simples: cálculo de comprimento de arco, cálculo de área e volume de superfície de revolução. Integrais impróprias. b) Integral dupla: cálculo de volume, centro de massa, momento de inércia. c) Integral tripla: cálculo de volume, centro de massa, momento de inércia. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. Leithold, Cálculo com geometria analítica Vol. 1, Editora Harper & Row do Brasil, 1982. 2. D.M.Flemming, Cálculo B, Editora Makron Books, 2006. 3. D.P.Morgado e M.C.Ferreira, Cálculo diferencial e integral de funções de várias variáveis, UFRJ Editora, 2015. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. M.A.Munem e D.J. Foulis, Cálculo - Vol 2, Editora LTC, 1982. 2. Anton, Bivens e Davis, Cálculo - Vol 2, Editora BookMan, 2007. 3. W.Kaplan, Cálculo Avançado, Vol. 2, Editora Edgar Blucher, 1972. 4. H.L.Guidorizzi, Um Curso de Cálculo - Vol. 2, Editora LTC, 2014. 5. J.Stewart, Cálculo, Vol II, Editora Cengage, 2013. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Computação Bioinspirada 60 4 60 Aprendizado de Máquina e Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. Ciência de Dados EMENTA Conceitos básicos de algoritmos bioinspirados. Tipos de algoritmos bioinspirados. Tarefas de busca e otimização com algoritmos bioinspirados. Algoritmos evolucionários e de enxame. Tipos de algoritmos evolucionários e seu funcionamento (Algoritmo Genético, Estratégia Evolutiva, Programação Genética, Algoritmos Meméticos entre outros). Algoritmos de enxame para otimização de problemas discretos (Ant Colony Optimization (ACO) e variações) e contínuos (Particle Swarm Optimization, Bee Colony, Artificial Bee Colony, entre outros). Aplicações em problemas de busca e otimização e hibridização com outras técnicas. Análise de convergência de algoritmos bioinspirados. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO - Introdução à computação bioinspirada (conceitos básicos) - Breve histórico de algoritmos bioinspirados - Inspiração biológica para o desenvolvimento de algoritmos (bioinspirados) - Arcabouço e componentes de um Algoritmo Evolucionário - Algoritmo Genético, Estratégia Evolutiva, Programação Genéticas, dentre outros tipos - Algoritmos Meméticos - Introdução aos Algoritmos de Enxame - Particle Swarm Optimization (PSO) - Ant Colony Optimzation (ACO) - Outros algoritmos baseados em enxames - Análise de convergência de algoritmos bioinspirados - Hibridização com outras técnicas BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. A. E. Eiben, J. E. Smith. Introduction to Evolutionary Computing. Springer, 2003. ISBN: 978-3-662-05094-1. 2. T. Bartz-Beielstein. Experimental Research in Evolutionary Computation: The New Experimentalism. Springer, 2006. ISBN: 978- 3-540-32027-2. 3. L. Kallel, B. Naudts, A. Rogers. Theoretical Aspects of Evolutionary Computing. Springer, 2001. ISBN: 978-3-662-04448-3. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. C. Grosan, A. Abrahán, H. Ishibuchi. Hybrid Evolutionary Algorithms. Springer, 2007. ISBN: 978-3-540-73297-6. 2. E. Bonabeau, M. Dorigo, G. Theraulaz. Swarm Intelligence: From Natural to Artificial Systems. Oxford University Press, 1999. ISBN-13: 978-0-195-13159-8. 3. L. N. Castro. Computação Natural: Uma Jornada Ilustrada. Física, 2010. 4. Albert-László Barabási. Linked: The New Science of Networks. Perseus Books Group, 2002. ISBN: 9780738206677. 5. Ziegler, M., Mussenbrock, T., Kohlstedt, H. (Eds.). Bio-Inspired Information Pathways: From Neuroscience to Neurotronics. Springer, 2023. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Computação em Nuvem 60 4 60 Introdução a Sistemas Pré-requisitos Distribuídos e Redes de Co-Requisitos Requisitos C.H. Computadores EMENTA Introdução à Computação em Nuvem; Arquitetura da Computação em Nuvem; Modelos de Implantação da Computação em Nuvem; Modelos de Serviço da Computação em Nuvem; Benefícios da Computação em Nuvem; Desafios da Computação em Nuvem; Tendências Atuais em Computação em Nuvem; Estudos de Caso em Computação em Nuvem. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Introdução à Computação em Nuvem: Definição, história e evolução da computação em nuvem. 2. Arquitetura da Computação em Nuvem: Componentes principais, como servidores, redes e armazenamento em nuvem. 3. Modelos de Implantação da Computação em Nuvem: Pública, privada, híbrida e multicloud. 4. Modelos de Serviço da Computação em Nuvem: IaaS, PaaS e SaaS. 5. Benefícios da Computação em Nuvem: Escalabilidade, economia de custos, acessibilidade e flexibilidade. 6. Desafios da Computação em Nuvem: Segurança, privacidade, gerenciamento de dados e questões de conformidade. 7. Tendências Atuais em Computação em Nuvem: Edge computing, computação quântica, inteligência artificial e machine learning. 8. Estudos de Caso em Computação em Nuvem: Discussão e análise de casos reais de uso da computação em nuvem na indústria. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. MARINESCU, Dan C. Cloud Computing: Theory and Practice. Morgan Kaufmann, 2013. 2. ERL, Thomas et al. Cloud Computing: Concepts, Technology & Architecture. Prentice Hall, 2013. 3. HWANG, K.; FOX, G.; DONGARRA, J. Distributed and Cloud Computing. Morgan Kaufmann, 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. AHMAD, Shah Nawaz, MEHFUZ, Shabana, BEG, Javed. Computação em Nuvem: Uma Abordagem Industrial. Edições Nosso Conhecimento, 2023. 2. CHEE, Brian J. S., FRANKLIN Jr., Curtis. Computação em Nuvem Cloud Computing: Tecnologias e Estratégias. MBooks, 2013. 3. WHITE, Tom. Hadoop: The Definitive Guide. O'Reilly, 2012. 4. DIÓGENES, Yuri & VERAS, Manoel. Certificação Cloud Essentials: Guia Preparatório para o Exame CLO-001. Editora Nova Terra, 2014. 5. DEITEL. Android for Programmers: An App-Driven Approach. Prentice Hall, 2012. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Computação Evolucionária 60 4 60 Aprendizado de Máquina e Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. Ciência de Dados EMENTA Este curso explora os principais elementos de computação evolucionária, seu conteúdo básico e alguns tópicos que estão em desenvolvimento na área. O curso inclui a história da computação evolucionária, os principais algoritmos e uma visão unificada destes algoritmos. Em seguida, trata-se de algoritmos evolucionários como resolvedores de problemas. Alguns pontos na teoria e tópicos mais recentes completam a ementa. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Introdução à Computação Evolucionária. História da Computação Evolucionária. Tipos de Algoritmos Evolucionários (AEs): Algoritmos genéticos; estratégias de evolução; programação evolucionária; programação genética; evolução diferencial. Visão Unificada de Algoritmos Evolucionários: Arcabouço comum e componentes dos algoritmos evolucionários. Algoritmos evolucionários para resolução de problemas: Busca; otimização; aprendizagem de máquinas; programação automatizada. Teoria de computação evolucionária Dinâmica de AEs; operadores de variação e seleção;representações. Tópicos avançados. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. Kenneth A. De Jong. Evolutionary Computation: A Unified Approach. MIT Press, 2006. 2. Eiben, A. E., Smith J. E. Introduction to Evolutionary Computing. Springer, 2015. 3. Simon, D. Evolutionary Optimization Algorithms. Wiley, 2013. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. Fogel, D. B. Evolutionary Computation. IEEE Press, 2003. 2. Goldberg, D. E. Genetic Algorithms in Search, Optimization, and Machine Learning. Addison-Wesley, 1989. 3. Holland, J. H. Adaptation in Natural and Artificial Systems. MIT Press, 1975. 4. Koza, J. R. Genetic Programming. MIT Press, 1992. 5. Kallel, L, Naudts, B, & Rogers, A. (Eds.) Theoretical Aspects of Evolutionary Computing. Springer, 2001. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Computação Gráfica 45 15 3 60 Pré-requisitos Processamento Gráfico Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Fundamentos geométricos, Quatérnios, Modelagem geométrica, Interação luz-objeto, Sombreamento e Animação. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Pipeline Gráfico; Transformações geométricas e representação em coordenadas homogêneas, noções de geometria projetiva e quatérnios; Modelagem geométrica: introdução, CSG, Brep, superfícies paramétricas, Bézier e NURBs; Interação Luz- objeto,BRDF,BSSRDF; Ray tracing e derivados; Sombreamento; Mapeamento de texturas e similares; Animação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. FOLEY, VANDAM, FEINER, HUGHES. Computer Graphics: Principles & Practice. 2nd Edition, Adison Wesley. 2. FARIN G. Curves and Surfaces for Computer-Aided Geometric Design: A Practical Guide. 4th Edition. 3. GOMES J. e VELHO L. Fundamentos da Computação Gráfica. Série Computação e Matemática - SBM. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. FARIN G. NURBS: From Projective Geometry to Practical Use. A. K. Peters, Ltd. Natick, MA, USA, 1995. 2. WATT, A. 3D Computer Graphics. Addison-Wesley. 3. WATT A, WATT M. Advanced Animation and Rendering Techniques. Adison Wesley. 4. MARSCHNER S, SHIRLEY P. Fundamentals of Computer Graphics. Fourth Edition, CRC Press. 5. SHREINER, D, SELLERS, G, KESSENICH, J, LICEA-KANE, H. OpenGL Programming Guide. OpenGL ARB Working Group. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Computação Musical e Processamento 60 4 60 de Som Pré-requisitos Algoritmos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Conceitos básicos; processamento de som; síntese de som; representação simbólica de som e música; recuperação e indexação de informação musical; novas interfaces de expressão musical CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Conceitos fundamentais de som, acústica e psico-acústica e sua conexão com informação/notação musical; métodos e técnicas de armazenamento e compressão de som; filtragem e outras técnicas de processamento de som; técnicas de síntese sonora; formatos de armazenamento e protocolos de comunicação simbólicos de informação musical e sonora; recuperação de informação musical, incluindo transcrição e extração de características; construção de novas interfaces de expressão musical BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. Curtis Roads. The Computer Music Tutorial. MIT Press, 1996. 2. Minard Müller. Fundamentals of Music Processing: Audio, Analysis, Algorithms, Applications. Springer, 2016. 3. Ken C. Pohlman. Principles of Digital Audio. McGraw Hill, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. Harvey White & Donald White. Physics and Music: The Science of Musical Sound. Dover books, 2014. 2. Eduardo Miranda & Marcelo Wanderley. New Digital Musical Instruments: Control and Interaction Beyond the Keyboard. A-R Editions, Inc., 2006. 3. Anais da conferência "International Society for Music Information Retrieval Conference" (ISMIR). 4. Anais da conferência "New Interfaces for Music Expression" (NIME). 5. Artigos da revista "Computer Music Journal", MIT Press. 6. Artigos da revista "Organised Sound", Cambridge University Press. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Computação Orientada a Serviços 45 15 3 60 Pré-requisitos Redes de Computadores Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Conceitos Básicos. Padrões de Projeto de Serviço. Tecnologias em Computação Orientada a Serviço. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Conceitos: Ciência de Serviços, Computação Orientada a Serviço e SOA. Padrões de Projeto: Padrões de Interação e Padrões de Gerenciamento. Tecnologias em Computação Orientada a Serviço: Web Services e REST. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. D.Georgakopoulos, M.Papazoglou. Service-oriented Computing. MIT Press, 2009. 2. T.Erl. Service-Oriented Architecture: A Field Guide to Integrating XML and Web Services. Prentice Hall, 2016. 3. N.M.Josuttis. SOA in Practice: The Art of Distributed System Design (Theory in Practice). O'Reilly Media Inc., 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. P.Wik. Service Oriented Architecture: Principles and Applications, 2015. 2. E.Bertino, L.Martino, F.Paci, A.Squicciarini. Security for Web Services and Service Oriented Architectures. Springer, 2009. 3. D.K.Barry, D.Dick. Web Services, Service-Oriented Architectures, and Cloud Computing: The Savvy Manager's Guide. Morgan Kauffmann, 2012. 4. A.Seth, K.Seth. Understanding Service-Oriented Architecture (SOA): Designing Adaptive Business Model for SMEs. BPB Publication, 2020. 5. M.Richards, N.Ford. Fundamentals of Software Architecture: An Engineering Approach. O’Reilly Media, 2020. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Computação Quântica 45 15 3 60 Álgebra Vetorial e Linear Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. para Computação EMENTA Introdução à computação quântica; Postulados da mecânica quântica; Circuitos quânticos; Algoritmos quânticos; Simulação de circuitos quânticos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Números complexos e espaços vetoriais; Conceito de qubit; Observáveis; Medida; Dinâmica quântica; Composição de sistemas quânticos; Emaranhamento; Teletransporte; Codificação superdensa; Operadores quânticos; Portas Universais; Circuitos quânticos; Postulados da mecânica quântica; Algoritmo de Deutsch, Algoritmo de Deutsch-Jozsa, Periodicidade de Simon, Algoritmo de Grover, Fatoração de Shor; Linguagens de simulação e programação de circuitos quânticos; Histograma de medições, Ruído em processadores quânticos; Projeto em computação quântica. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. Noson S. Yanofsky, Mirco A. Mannucci. Quantum Computing for Computer Scientists. Cambridge University Press, 2008. 2. Michael A. Nielsen e Isaac L. Chuang. Computação Quântica e Informação Quântica. 1a. Edição, Editora Bookman, 2005. 3. Portugal, R., Lavor, C. C., Carvalho, L. M., & Maculan, N. (2004). Uma introdução à computação quântica. SBMAC. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. David McMahon. Quantum Computing Explained. Wiley-Interscience, Hoboken, New Jersey, USA, 2008. 2. N. David Mermin. Quantum Computer Science - An Introduction. Cambridge University Press, New York, USA, 2007. 3. Rieffel, Eleanor G., and Wolfgang H. Polak. Quantum computing: A gentle introduction. MIT Press, 2011. 4. Johnston, Eric R., Nic Harrigan, and Mercedes Gimeno-Segovia. Programming Quantum Computers: essential algorithms and code samples. O'Reilly Media, Inc., 2019. 5. Aaronson, Scott. Quantum computing since Democritus. Cambridge University Press, 2013. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Computação Ubíqua 60 4 60 Pré-requisitos Redes de Computadores Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Introdução. Estado da arte. Principais desafios. Tecnologias viabilizadoras. Plataformas de suporte. Aplicações. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO O que é a Computação Ubíqua: conceitos e estado da arte; Para que serve: aplicações em áreas diversas, como saúde, indústria, trabalho e entretenimento; Como se faz: tecnologias e plataformas relacionadas, como Sensibilidade a Contexto, Computação em Nuvem, Internet das Coisas (IoT). BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. Dietmar P.F. Möller. Guide to Computing Fundamentals in Cyber-Physical Systems: Concepts, Design Methods, and Applications (Computer Communications and Networks) 1st ed. 2016 Edition. Springer. 2. Stefan Poslad. Ubiquitous Computing: Smart Devices, Environments and Interactions. 1a Edição, Wiley, 2009. 3. Mark Weiser. The computer for the 21st century. Scientific American, Vol. 265, No., pp. 94-104, 1991. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. John Krumm. Ubiquitous Computing Fundamentals. 1a Edição, Chapman and Hall/CRC, 2009. 2. IEEE Pervasive Computing. 3. Personal and Ubiquitous Computing. 4. P.N.Mahalle, G.R.Shinde, N.Dey, A.E.Hassanien. Security Issues and Privacy Threats in Smart Ubiquitous Computing. Springer, 2021. 5. G.Avoine, J.Hernandez-Castro. Security of Ubiquitous Computing Systems: Selected Topics. Springer, 2021. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Criatividade Computacional 30 30 3 60 Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Modelos de Criatividade, Computação Criativa, Abordagens para Criatividade Computacional CONTEÚDO PROGRAMÁTICO • Modelos de Criatividade o Métodos de Geração e Seleção de Alternativas o Mecanismos da Ideação o Estado de Fluxo o Pensamento Vertical vs. Lateral • Computação Criativa o Ferramentas para Creative Coding (programação criativa) o Aplicações em Imagem, Vídeo, Modelos Tridimensionais o Aplicações em Áudio e Música o Aplicações em Texto e Narrativas o Aplicações em Jogos e Sistemas Interativos o Aplicações em Outras Áreas • Abordagens para Criatividade Computacional o Modelos Computacionais para Criatividade o Arquitetura e Classificação de Sistemas de Criatividade Computacional o Ferramentas de Suporte à Criatividade o Geração Automática de Conteúdo, Geração por Procedimentos, Transferência de Estilo o Co-criatividade Humano-Computador BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. VEALE, T.; CARDOSO, F. A. (Eds.). Computational creativity: The philosophy and engineering of autonomously creative systems. Springer, 2019. 2. MILLER, A. I. The Artist in the Machine: The World of AI-Powered Creativity. MIT Press, 2019. 3. CSIKSZENTMIHALYI, M. Creativity: Flow and the Psychology of Discovery and Invention. HarperCollins, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. BODEN, M. A. The Creative Mind: Myths and Mechanisms (Second Edition). Routledge Taylor & Francis Group, 2004. 2. GABRIEL, A., MONTICOLO, D., CAMARGO, M., & BOURGAULT, M. Creativity support systems: A systematic mapping study. Thinking Skills and Creativity, 21, 109-122, 2016. 3. ZAGALO, N., & BRANCO, P. (Eds.). Creativity in the digital age. Springer, 2015. 4. DAVIS, N., HSIAO, C. P., POPOVA, Y., & MAGERKO, B. An enactive model of creativity for computational collaboration and co- creation. In Creativity in the Digital Age, 109-133. Springer, London, 2015. 5. DAVIS, N. Human-computer co-creativity: Blending human and computational creativity. In Proceedings of the AAAI Conference on Artificial Intelligence and Interactive Digital Entertainment, Vol. 9, No. 1, 2013. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Data warehousing 45 15 3 60 Pré-requisitos Banco de Dados Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Introdução Conceitos de Data Warehousing Projeto de Data Warehouse Linguagem Multidimensional Extração, Transformação e Carga de Dados OLAP e Análise de Dados CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Introdução. Definição de sistemas de suporte à decisão Visão histórica e definição de sistemas de DW Arquitetura de sistemas de DW Sistemas OLAP Conceitos de Data Warehousing Modelo multidimensional Operações OLAP Data warehouses Ferramentas de BI Projeto de data warehouse Projeto conceitual de DW Modelagem conceitual de DW Tipos de hierarquias Fatos com múltiplas granularidades Dimensões muitas_para_muitas Projeto lógico de DW Modelagem lógica de DW Projeto de DW relacional Implementação relacional do modelo conceitual Dimensão temporal Representação lógica de hierarquias, fatos e dimensões Mudanças em dimensões Projeto físico de DW Modelagem física de DW Visões materializadas Manutenção e computação do cubo de dados Índices para DW Desempenho de consultas estrela Estratégias de particionamento do DW 5. Linguagem multidimensional Tuplas e conjuntos Consultas básicas Slicing Navegação Cross join Subconsultas Membros calculados e conjuntos nomeados Navegação relativa Funções temporais Filtro Ordenação Análise de pior/melhor caso Funções de agregação Consultas no Analysis Service 6. Extração, transformação e carga de dados Notação de modelagem de processos de negócio Projeto de ETL conceitual Ferramenta Kettle Metodologias de construção de DW 7. OLAP e Análise de Dados Mineração de Dados Indicadores de Desempenho Dashboards Servidores OLAP BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. Elmasri, R.; Navathe, S. Sistemas de Banco de Dados. 6ª Edição. Pearson Education, 2011. 2. KIMBALL, R.; ROSS, M. The Data Warehouse Toolkit: The Definitive Guide to Dimensional Modeling. 3a. ed. Wiley, 2013. 3. INMON, W.H. Building the Data Warehouse. 4a. ed. Wiley, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. KIMBALL, R.; CASERTA, J. The Data Warehouse ETL Toolkit: Practical Techniques for Extracting, Cleaning, Conforming, and Delivering Data. Wiley, 2004. 2. Microsoft. SQL Server 2012 Tutorials: Analysis Services - Multidimensional Modeling. 2012. 3. SILVERS, F. Building and Maintaining a Data Warehouse. Taylor & Francis eds, 2008. 4. MAZUMDER, A. Exploring MDX Using Microsoft SQL Server 2012. eGurus, Irving (ed.), 2012. 5. Microsoft. Multidimensional Expressions (MDX) Reference. SQL Server 2012 Books Online. 2012. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Dispositivos Multimídia 30 30 3 60 Sistemas Digitais Pré-requisitos Álgebra Vetorial e Linear Co-Requisitos Requisitos C.H. para Computação EMENTA Conceitos fundamentais Dispositivos e suas funções Comunicação entre dispositivos Principais interfaces gráficas Software e hardware utilizados CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Apresentação e histórico; principais conceitos; dispositivos multimídias (apresentação e funcionamento básico); comunicação entre dispositivos (apresentação e funcionamento básico); interfaces gráficas (especificação; design e desenvolvimento); software e hardware (ilustrar os principais com casos de uso); projeto e avaliação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. Adrian McEwen and Hakim Cassimally, Designing the Internet of Things, Editora: John Wiley & Sons, 2013 2. Arshdeep Bahga & Vijay Madisetti, Internet of Things (A Hands-on-Approach), Editora Arshdeep Bahga & Vijay Madisetti, 2014 3. J.Park, L.T.Yang, Y.S.Jeong, F.Hao, Advanced Multimedia and Ubiquitous Engineering, Springer, 2020 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. R.Abbas, Human Perceived Quality-of-Service for Multimedia Applications: Human Interaction with Multimedia Devices, Ed. Lambert, 2010. 2. C.Platz, Design Beyond Devices: Creating Multimodal, Cross-Device Experiences, Rosenfield Media, 2020. 3. Barbosa, S.D.J.; Silva, B.S. Interação Humano-Computador. Série SBC, Editora Campus-Elsevier, 2010. 4. NIELSEN, Jacob,. Usability engineering. San Diego: Morgan Kaufmann, c1993. 5. GARRETT, Jesse James. The elements of user experience: user-centered design for the web. Indianapolis, Ind.: New Riders, 2002. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Engenharia de Requisitos 30 30 3 60 Pré-requisitos Introdução à Programação Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Fundamentos do processo de Engenharia de Requisitos; modelos de ciclo de vida; processo de Engenharia de Requisitos; atividades do processo de Engenharia de Requisitos; aplicação do processo de Engenharia de Requisitos em um projeto real. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Introdução à Engenharia de Requisitos 2. Tipos de Requisitos 3. O Processo de Engenharia de Requisitos 3.1. Modelos de Ciclo de Vida 4. Elicitação de Requisitos 4.1. Atividades 4.2. Técnicas 4.3. Ferramentas 5. Análise e Negociação de Requisitos 5.1. Atividades 5.2. Técnicas 5.3. Ferramentas 6. Especificação de Requisitos 6.1. Atividades 6.2. Técnicas 6.3. Ferramentas 7. Validação de Requisitos 7.1. Atividades 7.2. Técnicas 7.3. Ferramentas 8. Gerenciamento de Requisitos 8.1. Atividades 8.2. Técnicas 8.3. Ferramentas 9. Realização de um projeto real BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. KOTONYA, G., & SOMMERVILLE, I. Requirements Engineering: Processes and Techniques. John Wiley & Sons, 1998. 2. SOMMERVILLE, I. Engenharia de Software. 9th edition, PEARSON, 2011. 3. POHL, K. Requirements Engineering - Fundamentals, Principles, and Techniques. Springer, Berlin, 2010. 4. BENNACEUR, A., TUN, T., YU, Y., & NUSEIBEH, B. Requirements Engineering. Handbook of Software Engineering, 2018. Ffhal- 01758502f (https://hal.archives-ouvertes.fr/hal-01758502/document) BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. IEEE Recommended Practice for Software Requirements Specifications. Disponível em: http://ieeexplore.ieee.org/document/720574/ 2. FERNÁNDEZ, D.M., WAGNER, S., KALINOWSKI, M. et al. Naming the pain in requirements engineering. Empir Software Eng 22, 2298-2338 (2017). https://doi.org/10.1007/s10664-016-9451-7 3. 13th Annual State of Agile Development Survey. Disponível emt: https://explore.versionone.com/state-of-agile/13th-annual-state- of-agile-report. 4. Agile Alliance. Disponível emt: https://www.agilealliance.org/. 5. BECK, K. et al. Manifesto para o desenvolvimento ágil de software. 2001. Disponível em: . 6. SCHWABER, K.; SUTHERLAND, J. The Scrum Guide - The Definitive Guide to Scrum: The Rules of the Game. [S.l.: s.n.], 2017. 7. SMART, John. BDD in Action: Behavior-driven development for the whole software lifecycle. Simon and Schuster, 2014. 8. COHN, Mike. User stories applied: For agile software development. Addison-Wesley Professional, 2004. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Fundamentos de teste de software 45 15 3 60 Desenvolvimento de Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. Software EMENTA Motivação; Conceitos básicos; Fundamentos de teste; Granularidade de teste; Critérios de adequação; Teste de regressão; Introdução a depuração CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Motivação Conceitos básicos Erro, falta e falha Oráculo de testes Validação e verificação Fundamentos de teste Teste manual e teste automático Testes caixa-preta e caixa-branca Combinando os conceitos Granularidade de teste Teste de unidade Teste de integração Teste de sistema Teste de aceitação Critérios de adequação Cobertura Teste estrutural Teste de mutação Teste de regressão Sistemas de automação de build Integração contínua Flakiness Seleção e priorização de testes Introdução a depuração BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. AMMANN, P., OFFUTT, J. Introduction to Software Testing. 2nd Ed. Cambridge University Press, 2016. 2. MYERS, G.J., SANDLER, C., BADGETT, T. The Art of Software Testing. John Wiley & Sons, 2011. 3. PEZZÈ, M., YOUNG, M. Software Testing and Analysis. 1st Ed. John Wiley & Sons, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. JORGENSEN, P.C. Software Testing: A Craftsman's Approach. 2nd Ed. CRC Press, 2002. 2. EVERETT, G.D., MCLEOD JR., R. Software Testing: Testing Across the Entire Software Development Life Cycle. John Wiley & Sons, 2007. 3. ZELLER, A. Why Programs Fail? 2nd Edition. Morgan Kaufmann, 2009. 4. AXELROD, A. Complete Guide to Test Automation: Techniques, Practices, and Patterns for Building and Maintaining Effective Software Projects. Apress, 2018. 5. ZELLER, A., GOPINATH, R., BÖHME, M., FRASER, G., HOLLER, C. Generating Software Tests: Breaking Software for Fun and Profit. Online resource. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Fundamentos Geométricos para Visão 30 30 3 60 Computacional Pré-requisitos Processamento Gráfico Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Fundamentos geométricos e algébricos para Visão Computacional, Modelos de Câmeras, Geometria Epipolar, Matriz Fundamental e tópicos complementares de algoritmos e aplicações. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Geometria Projetiva 2D (conceitos, objetos geométricos, modelos topológicos, transformações, estratos, retificações); Geometria Projetiva 3D (conceitos, objetos geométricos, transformações, cônica absoluta); Estimação - Transformações Projetivas 2D; Modelos de Câmera - estimação de câmera; Geometria Epipolar e Matriz Fundamental. BIBLIOGRAFIA BÁSICA HARTLEY, R, ZISSERMAN, A. Multiple View Geometry in Computer Vision - Cambridge Press. FARIN G. -NURBS-From Projectve Geometry to Prctical Ue - A. K. Peters, Ltd. Natick, MA, USA ©1995 SZELISKI, R. - Computer Vision-Algorithms and Applications -Springer. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR SHAPIRO, L.G. ,STOCKMAN,Computer Vision-Prentice Hall DAVIES, E, Computer & Machine Vision - Theory, Algorithms, Practicalities-Academic Press; 4 ed.-2012 GOMES J. e VELHO L.; Fundamentos da Computação Gráfica- Série Computação e Matemática - SBM 603 p. STOLFI, J. Notas de Aula-Computação Gráfica - http://www.ic.unicamp.br/~stolfi/ PARKER, J. Algorithms for Image Processing and Computer Vision - Wiley Publ. 2nd ed. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Gerência de Configuração de Software, 45 15 3 60 Serviços e Sistemas Desenvolvimento de Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. Software EMENTA Esta disciplina tem como objetivo fornecer aos alunos uma compreensão abrangente do gerenciamento de configurações no desenvolvimento de software, serviços e sistemas. O curso abrange vários tópicos, incluindo sistemas de controle de versão, integração contínua, infraestrutura como código, gerenciamento de pacotes, conteinerização, computação em nuvem e segurança. Os alunos aprenderão a usar o GIT como sistema de controle de versão e como criar e implantar aplicativos usando estratégias de integração contínua. O curso também cobrirá a infraestrutura como código e o gerenciamento de pacotes usando gerentes de pacotes. Os alunos aprenderão sobre o contêiner e orquestradores de contêiner e como gerenciar e implantar aplicativos na nuvem. Além disso, o curso cobrirá as melhores práticas de segurança em gerenciamento de configurações e como armazenar segredos com segurança. No final do curso, os alunos terão um forte entendimento do gerenciamento de configurações e como aplicar esses conceitos no desenvolvimento de software, serviços e sistemas do mundo real. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Introdução ao gerenciamento de configuração Definição e conceitos de gerenciamento de configuração Importância do gerenciamento de configurações no desenvolvimento de software, serviços e sistemas Visão geral das ferramentas de gerenciamento de configuração Gestão do Processo de Gerência de Configuração de Sistemas Contexto organizacional para Gerência de Configuração de Sistemas Restrições e orientações para o processo de Gerência de Configuração de Sistemas Planejamento para Gerência de Configuração de Sistemas Vigilância no Gerência de Configuração de Sistemas Sistemas de controle de versão Introdução aos sistemas de controle de versão Git como um sistema de controle de versão Comandos Git básicos Ramificação e fusão no git Controle de configuração de software, serviços e sistemas Solicitação, avaliação e aprovação de alterações de software, serviço e sistemas Comitê de controle de configuração de software, serviço e sistemasProcesso de solicitação de mudança de software, serviços e sistemas Implementação de mudanças de software, serviços e sistemas Desvios e isenções Gerenciamento de configuração em integração contínua Introdução à integração contínua Visão geral das plataformas de apoio a integração contínua Construindo e implantando aplicativos usando plataformas de apoio a integração contínua (i.e. Jenkins) Infraestrutura como código Definição e conceitos de infraestrutura como código Introdução a ferramentas de apoio ao desenvolvimento de Infraestrutura como Código (i.e. Terraform) Criando, gerenciando e implantando infraestrutura usando ferramentas de apoio ao desenvolvimento de Infraestrutura como Código (i.e. Terraform) Gerenciamento de pacotes Definição e conceitos de gerenciamento de pacotes Introdução a gerentes de pacotes como NPM, PIP e Maven Instalando, atualizando e gerenciando pacotes usando gerentes de pacotes Gerenciamento de configuração em conteinerização Definição e conceitos de conteinerização Introdução a Docker e Kubernetes Criando, implantando e gerenciando recipientes usando o Docker e Kubernetes Gerenciamento de configuração na computação em nuvem Definição e conceitos de computação em nuvem Introdução a fornecedores de nuvem como AWS, Azure e GCP Gerenciando e implantando aplicativos na nuvem Monitoramento do estado/cenário de configuração de software, serviços e sistemas Informações de estado/cenário de configuração de software, serviços e sistemas Relatório de estado/cenário de configuração de software, serviços e sistemas Auditoria de configuração de software, serviços e sistemas Auditoria de configuração funcional de software, serviços e sistemas Auditoria de configuração operacional (infraestrutura) de software, serviços e sistemas Auditorias em processo de uma linha de base de software, serviços e sistemas Segurança em Gerenciamento de Configuração Visão geral da segurança no gerenciamento de configurações Práticas recomendadas de segurança em gerenciamento de configurações Armazenar segredos com segurança no gerenciamento de configurações BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. P. Bourque and R.E. Fairley, eds., Guide to the Software Engineering Body of Knowledge, Version 3.0, IEEE Computer Society, 2014; www.swebok.org. 2. Michael T. Nygard, Release It!: Design and Deploy Production-Ready Software, O′Reilly; 2nd ed. edição (2 fevereiro 2018), ISBN- 13 : 978-1680502398. 3. Steve Berczuk, Debbie Lafferty, Brad Appleton, Software Configuration Management Patterns: Effective Teamwork, Practical Integration, Addison-Wesley Professional; 1ª edição (4 novembro 2002). BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. Marco Tulio Valente. Engenharia de Software Moderna: Princípios e Práticas para Desenvolvimento de Software com Produtividade. 1ª edição (1 janeiro 2022). 2. ISO/IEC/IEEE 24765:2010 Systems and Software Engineering-Vocabulary, ISO/IEC/IEEE, 2010. 3. IEEE Std. 828-2012, Standard for Configuration Management in Systems and Software Engineering, IEEE, 2012. 4. A.M.J. Hass, Configuration Management Principles and Practices, 1st ed., Addison Wesley, 2003. 5. J.W. Moore, The Road Map to Software Engineering: A Standards-Based Guide, Wiley-IEEE Computer Society Press, 2006. 6. S.P. Berczuk and B. Appleton, Software Configuration Management Patterns: Effective Teamwork, Practical Integration, Addison- Wesley Professional, 2003. 7. Jez Humble, David Farley, Entrega Contínua: Como Entregar Software de Forma Rápida e Confiável, Bookman; 1ª edição (1 janeiro 2014). 8. Gene Kim, Patrick Debois, John Willis, Jez Humble. The DevOps Handbook: How to Create World-Class Agility, Reliability, and Security in Technology Organizations. IT Revolution Press, 2016. 9. Paul M. Duvall, Steve Matyas, Andrew Glover. Continuous Integration: Improving Software Quality and Reducing Risk. Addison- Wesley Professional, 2007. 10. Betsy Beyer, Chris Jones, Jennifer Petoff and Niall Richard Murphy. Site Reliability Engineering: How Google runs Production Systems. O'Reilly Media, Incorporated, 2016. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Gerenciamento e Monitoramento de 60 4 60 Redes Pré-requisitos Redes de Computadores Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Introdução ao Gerenciamento e ao Monitoramento de Redes. Gerenciamento de Redes: Bases de Informação e Protocolos. Monitoramento de Infraestrutura, Tráfego e Segurança. Estudos de Caso. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Introdução: Monitoração, Controle e Gerenciamento Arquiteturas de Gerenciamento de Redes Bases de Informação de Gerenciamento (MIBs) Protocolo Simples de Gerenciamento de Redes (SNMP) Monitoramento Remoto (RMON) Gerenciamento baseado na Web Ferramentas de Gerenciamento Gerenciamento de Configuração de Rede (NETCONF e YANG) Revisão de Probabilidade e Estatística Questões Práticas em Medições da Internet Medições na Infraestrutura Medições de Tráfego Medições e Segurança Estudos de Caso Tópicos Avançados BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. William Stallings. SNMP, SNMPv2, SNMPv3, and RMON 1 and 2, 3rd. Edition. Addison-Wesley, 1999. 2. M. Crovella, B. Krishnamurthy. Internet Measurement: Infrastructure, Traffic and Applications. Wiley, 2006. 3. M.W. Lucas. SNMP Mastery, 2020. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. Douglas Mauro e Kevin Schmidt. Essential SNMP, 2nd. Edition. O'Reilly, 2005. 2. Larry Walsh. SNMP MIB Handbook. Wyndham Press, 2008. 3. R. Jain. Wiley Professional Computing. 1991. 4. D. Lilja. Measuring Computer Performance: A Practitioner's Guide, Cambridge University Press, 2005. 5. P.V. Mieghem. Performance Analysis of Communications Networks and Systems, Cambridge University Press, 2009. 6. Artigos técnicos e científicos atuais DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Gestão de Negócios 60 4 60 Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Competências gerenciais Contexto das organizações Teorias da administração Inovação e empreendedorismo Estratégia Desempenho e vantagem competitiva Estrutura organizacional Funções gerenciais Sistemas integrados de gestão CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Organizações e o papel da gestão Teorias da administração (conceitos fundamentais) Teorias da administração (tendências contemporâneas) Gestão da Inovação Projeto prático sobre criação de novos produtos e modelos de negócios Planejamento estratégico Projeto prático sobre elaboração de cenários futuros Desempenho organizacional Projeto prático sobre análise SWOT Estrutura organizacional Gestão de processos de negócios Gestão de pessoas Gestão de marketing Avaliação de sistemas integrados de gestão (ERP, CRM, BI, ECM, BPMS, etc.) Ecossistemas de negócios Projeto prático sobre ecossistemas de negócios BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. A. Maximiano. Introdução à Administração. Atlas, 2007. 2. I. Chiavenato, A. Sapiro. Planejamento Estratégico. Elsevier, 2004. 3. I. Chiavenato. Teoria Geral da Administração. 7ª edição. Manole, 2013. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. E. Bruno, C. Junior. Sistemas Integrados de Gestão. Atlas, 2001. 2. E. Haberkorn. Gestão Empresarial com ERP. Microsiga, 2004. 3. P. Trott. Innovation Management and New Product Development. Prentice Hall, 2005. 4. D. Rainey. Product Innovation. Cambridge Press, 2005. 5. Vários Autores. Marketing as melhores práticas. Bookman, 2001. 6. Vários Autores. Design Thinking – Inovação em Negócios. MJV. (http://www.livrodesignthinking.com.br) 7. Artigos Harvard Business Review, MIT Sloan Business Review. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Governança de Dados 60 4 60 Aprendizado de Máquina e Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. Ciência de Dados EMENTA O curso de Governança de Dados aborda os fundamentos e práticas essenciais para a implementação de uma governança eficaz sobre os dados em uma organização. Os alunos serão introduzidos aos conceitos básicos como tipos de dados e seu ciclo de vida e ferramentas que dão suporte à governança de dados, compreendendo sua importância e seus benefícios. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Princípios, importância e desafios do Gerenciamento de Dados Tipos de dados: públicos, privados e anonimizados Catálogo de Dados Gerenciamento de arquitetura de dados Ciclo de vida e Gerenciamento de operações de dados Gerenciamento da documentação e conteúdo, Gerenciamento de Metadados e da Qualidade dos Dados, Gerenciamento de segurança de dados e Avaliação de riscos, Programa e Política de Governança de Dados, Frameworks de Governança de Dados e avaliação de maturidade Ferramentas e tecnologias de suporte à governança de dados BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. BARBIERI, Carlos. Governança de Dados: Práticas, conceitos e novos caminhos. Alta Books, 2020. 2. MOSLEY, Mark. O Guia da DAMA para o corpo de conhecimento em gestão de dados (DAMA-DMBOK). Technics Publications, 2012. 3. RÊGO, Bergson Lopes. Gestão e Governança de Dados: Promovendo dados como ativo de valor nas empresas. Brasport, 2013. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. Eryurek, Evren, et al. Data Governance: The Definitive Guide. O'Reilly Media, Inc., 2021. 2. Soares, Sunil. The chief data officer handbook for data governance. Mc Press, 2015. 3. Ladley, John. Data governance: How to design, deploy, and sustain an effective data governance program. Academic Press, 2019. 4. Seiner, Robert S. Non-invasive data governance: The path of least resistance and greatest success. Technics Publications, 2014. 5. Templar, Morgan. Get governed: building world-class data governance programs. Ivory Lady Publishing, 2017. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Inteligência Artificial Coletiva 60 4 60 Aprendizado de Máquina e Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. Ciência de Dados EMENTA Inteligência Coletiva na Natureza Algoritmos de Inteligência de Enxames Aplicações de Inteligência de Enxames em Otimização e Mineração de Dados Enxames de Robôs Computação Amorfa CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Inteligência Coletiva na Natureza Algoritmos de Inteligência de Enxames Algoritmos baseados em comportamentos de colônias de formigas Algoritmos baseados em comportamentos de abelhas Algoritmos baseados em comportamentos de vôos de pássaros, vagalumes, etc Aplicações de Inteligência de Enxames em Otimização e Mineração de Dados Otimização multiobjetivo Classificação Agrupamento Regressão Enxames de Robôs Auto-montagem Simulação de enxames de robôs Computação Amorfa BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. Adam Slowik. Swarm Intelligence Algorithms (Two Volume Set). CRC Press, 2020. 2. Thomas W. Malone & Michael S. Bernstein. Handbook of Collective Intelligence. MIT Press, 2015. 3. Andries P. Engelbrecht. Fundamentals of Computational Swarm Intelligence. Wiley, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. Aboul Ella Hassanien & Eid Emary. Swarm Intelligence: Principles, Advances, and Applications. CRC Press, 2015. 2. Roland Bouffanais. Design and Control of Swarm Dynamics (SpringerBriefs in Complexity). Springer, 2016. 3. J. C. Bansal, P. K. Singh & N. R. Pal. Evolutionary and Swarm Intelligence Algorithms. Springer, 2019. 4. S. Dehuri, A. K. Jagadev & M. Panda. Multi-objective Swarm Intelligence: Theoretical Advances and Applications. Springer, 2015. 5. E. Cuevas, F. Fausto & A. Gonzalez. New Advancements in Swarm Algorithms: Operators and Applications. Springer, 2020. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Internet das Coisas 45 15 3 60 Pré-requisitos Redes de Computadores Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Conceitos Básicos. Protocolos de comunicação usados na IoT. Middleware de mediação de dados. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Conceitos Básicos: Machine-to-Machine e IoT, Visão geral das principais formas de comunicação sem fio na IoT (Bluetooth, RFID/NFC, Zigbee, 6LowPAN, Wifi, etc), Protocolos de aplicação (HTTP, WebSockets, XMPP, MQTT, etc), Middleware de mediação de dados, visão geral de técnicas de análise de dados em tempo real, Cenários de uso da IoT BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. Bahga, A., Madisetti, V. Internet of Things (A Hands-on-Approach), VPT, 2014. 2. Zhou, H. The internet of things in the cloud: A middleware perspective. CRC Press, 2012. 3. Holler, Jan, et al. From Machine-to-machine to the Internet of Things: Introduction to a New Age of Intelligence. Academic Press, 2014. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. F. DaCosta. Rethinking the Internet of Things: a scalable approach to connecting everything, Apress, 2013. 2. R. Nuyya, A.V.Dastjerdi. Internet of Things: Principles and Paradigms, Morgan Kauffmann, 2016. 3. A. King. Programming the Internet of Things: An Introduction to Building Integrated, Device-To-Cloud Iot Solutions, O'Reilly Media, 2021. 4. S. Greengard. The Internet of Things, MIT Press, 2015. 5. D. Hanes, G. Salgueiro, P. Grossetete, R. Barton, J. Henry. IoT Fundamentals: Networking Technologies, Protocols, and Use Cases for the Internet of Things, Cisco Press, 2017. 6. Artigos técnicos e científicos atuais. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Introdução à Aprendizagem por Reforço 45 15 3 60 Introdução à Programação; Álgebra Vetorial e Linear Pré-requisitos para Computação; Co-Requisitos Requisitos C.H. Estatística e Probabilidade para Computação EMENTA Aprendizagem por reforço para processos de decisão sequencial e controle em situações de incerteza. Métodos de solução tabular. Métodos de solução aproximada. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO • Aprendizagem por reforço, suas aplicações e sua relação com outras formas de aprendizagem de máquina. • Bandidos multibraços • Processo de decisão de Markov finito e Programação Dinâmica • Métodos de Monte Carlo • Diferença Temporal • Bootstrapping n-passos • Planejamento e Aprendizagem com Métodos Tabulares • Predição e Controle on-policy com Aproximação • Métodos Off-Policy com Aproximação • Traços de Elegibilidade • Métodos de Gradiente de Política • Aprendizagem por Reforço Profunda BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. Richard S. Sutton, Andrew G. Barto, Reinforcement Learning An Introduction. MIT Press, 2ª Edição, 2018. 2. Dimitri Bertsekas, Reinforcement Learning and Optimal Control. Athena Scientific, 1ª Edição, 2019. 3. Maxim Lapan, Deep Reinforcement Learning Hands-On, Packt Publishing, 2a Edição, 2020 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. Stuart J. Russel & Peter Norvig. Artificial Intelligence: A Modern Approach. Pearson, 4ª Edição, 2020. 2. A.Zai, B.Brown. Deep Reinforcement Learning in Action, Manning Publications, 2020. 3. Ian Goodfellow and Yoshua Bengio and Aaron Courville. Deep Learning. MIT Press, 2016. http://www.deeplearningbook.org 4. A.Glassner. Deep Learning: A Visual Approach, No Starch Press, 2021. 5. M.Ekman, Learning Deep Learning: Theory and Practice of Neural Networks, Computer Vision, Natural Language Processing, and Transformers Using TensorFlow, Addison Wesley Professional, 2021. 6. Artigos técnicos e científicos atuais DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Introdução à Aprendizagem Profunda 60 4 60 Aprendizado de Máquina e Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. Ciência de Dados EMENTA Introdução. Conceitos fundamentais. Redes neurais convolucionais. Redes neurais recorrentes. Mecanismos de atenção. Redes neurais adversariais. Desenvolvimento de soluções. Projeto aplicado a tarefas do mundo real CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Introdução e fundamentos matemáticos (manipulação de matrizes, álgebra, cálculo, probabilidade) Fundamentos e modelos de aprendizagem (perceptron, MLP, Componentes básicos para a computação em aprendizagem profunda (camadas, parâmetros, …) Redes neurais convolucionais (convolução, padding, múltiplas entradas e saídas, pooling, LeNet) Modelos de redes neurais convolucionais (AlexNet, VGG, NiN, GoogLeNet, ResNet, DenseNet) Redes neurais recorrentes: introdução e modelos (GRU, LSTM, DRNN, encoder-decoder, Mecanismos de atenção: attention polling, transformer Redes neurais adversariais (GAN) Aplicações: visão computacional, processamento de linguagem natural, sistemas de recomendação, processamento de áudio BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. ZHANG, Aston; LIPTON, Zachary C.; LI, Mu; SMOLA, Alexander J. Dive into Deep Learning. Available at: https://d2l.ai, 2020. 2. GOODFELLOW, Ian; BENGIO, Yoshua; COURVILLE, Aaron. Deep Learning. MIT Press, 2016. Available at: http://www.deeplearningbook.org. 3. CHOLLET, François. Deep Learning with Python. Manning, 2021. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. DENG, Li; YU, Dong. Deep Learning: Methods and Applications. Microsoft, 2014. 2. NIELSEN, Michael. Neural Networks and Deep Learning. 2019. 3. HAYKIN, Simon. Neural Networks and Learning Machines. Pearson, 2016. 4. FOSTER, David. Generative Deep Learning. O'Reilly Media, 2022. 5. artigos técnicos e científicos atuais DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Introdução à Robótica 45 15 3 60 Pré-requisitos Sistemas Digitais Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA O conteúdo deste curso envolve os diversos tipos de robôs móveis e seus modos de locomoção; a cinemática e dinâmica de robôs móveis; sensores e percepção do ambiente onde o robô está; estimação e controle; mapeamento do ambiente e auto-localização do robô; planejamento e navegação do robô. Classificação de manipuladores robóticos e modelos cinemáticos diretos e inversos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Introdução 2. Fundamentos Matemáticos 3. Métodos Numéricos 4. Locomoção 5. Cinemática e Dinâmica 6. Classificação de manipuladores robóticos 7. Modelos cinemáticos diretos e inversos. 8. Estimação Ótima e de Estado 9. Controle 10. Percepção 11. Localização e mapeamento 12. Planejamento e Navegação BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. R. Siegwart, I. R. Nourbakhsh, e D. Scaramuzza (2011). Introduction to Autonomous Mobile Robots. The MIT Press. 2ª edição. ISBN-10: 0262015358. ISBN-13: 978-0262015356. 453p. 2. A. Kelly (2015). Mobile Robotics: Mathematics, Models, and Methods. Cambridge University Press. 2ª edição. ISBN-10: 110703115X. ISBN-13: 978-1107031159. 716p. 3. J. Craig (2017). Introduction to Robotics - Mechanics and Control. 4ª edição. New York: Ed. Pearson. ISBN-10: 0133489795. ISBN-13: 978-0133489798. 456p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. S. G. Tzafestas (2013). Introduction to Mobile Robot Control. Elsevier. 1ª edição. ISBN-10: 0124170498. ISBN-13: 978- 0124170490. 750p. 2. J. R. Raol e A. K. Gopal (2012). Mobile Intelligent Autonomous Systems. CRC Press. 1ª edição. ISBN-10: 1439863008. ISBN-13: 978-1439863008. 832p. 3. E. Fernández, L. S. Crespo, A. Mahtani e A. Martinez (2015). Learning ROS for Robotics Programming. 2ª edição. Packt Publishing. ISBN-10: 1783987588. ISBN-13: 978-1783987580. 458p. 4. J.-D. Warren, J. Adams, e H. Molle (2011). Arduino Robotics. Apress. 1ª edição. ISBN-10: 1430231831. ISBN-13: 978- 1430231837. 652p. 5. J. Blum (2019). Exploring Arduino: Tools and Techniques for Engineering Wizardry. Wiley. 2ª edição. ISBN-10: 1119405378. ISBN-13: 978-1119405375. 512p. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Jogos Digitais 60 4 60 Desenvolvimento de Pré-requisitos Software; Co-Requisitos Requisitos C.H. Programação Concorrente EMENTA Conceitos básicos; projeto conceitual de jogos; técnicas, ferramentas e plataformas de implementação de jogos; processos do desenvolvimento de jogos; aplicação de conhecimento de áreas clássica da computação em jogos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO História dos jogos digitais; conceitos básicos e técnicas manipulação gráfica e de som; arquitetura de software de um jogo; projeto conceitual de jogos; técnicas, ferramentas e plataformas de implementação de jogos; processos envolvidos no desenvolvimento de jogos; aplicação de conhecimento de áreas clássica da computação em jogos, incluindo redes, inteligência artificial, engenharia de software, interface humano-computador, etc. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. Jeannie Novak, Game Development Essentials: An Introduction, Delmar Cengage Learning, 2011. 2. K.Salen, and E.Zimmerman, Rules of Play: Game Design Fundamentals, The MIT Press, 2003. 3. A. Rollings and D. Morris, Game Architecture and Design, Coriolis Group Books, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. Game Programming Gems Series, vols 1-8, Charles River Media, 2000 a 2010. 2. Steve Rabin, AI Game Programming Wisdom series, vols. 1-4, Charles River Media, 2002-2008. 3. Artigos da revista "Game Developers Magazine", CMP Press. 4. Artigos do site gamedev.net. 5. Artigos do site gamasutra.com. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Metodologias de Gerenciamento de 30 30 3 60 Projeto Integração e Evolução de Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. Sistemas de Informação EMENTA Conceitos e Fundamentos em Gestão de Projetos; Metodologias para Gestão de Projetos; Aspectos Humanos em Gestão de Projetos; Planejamento; Execução; Monitoramento e Entrega de valor; Atividades práticas de planejamento e gerenciamento de projetos de software ao longo da disciplina. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Conceitos e Fundamentos em Gestão de Projetos: Definições, ciclo de vida de projeto, áreas de conhecimento, princípios de gestão, domínios de desempenho. Metodologias para Gestão de Projetos: Estruturas, modelos, métodos e processos. Aspectos Humanos em Gestão de Projetos: Gestão de partes interessadas; Estrutura, processos, desempenho e efetividade do trabalho em equipe, incluindo autogerenciamento; Desempenho, motivação e satisfação no trabalho (indivíduo); Aspectos multiculturais, gênero e raça. Planejamento: Estimativa de escopo, custo, esforço, cronograma, recursos, riscos, restrições e premissas. Execução: Refinamento do planejamento, alocação de recursos e gestão de mudanças. Monitoramento e Entrega de valor: Acompanhamento de progresso de projeto e satisfação do cliente. Atividades práticas de planejamento e gerenciamento de projetos de software ao longo da disciplina. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. NIETO-RODRIGUEZ, A. Project Management Handbook: How to Launch, Lead, and Sponsor Successful Projects. Harvard Business Review, 2021 (HBR Handbooks). 2. PMBOK, 7ª. Edição. Project Management Institute (PMI), 2021. 3. KERZNER, H., ZEITOUN, A., VARGAS, R. V. Project Management Next Generation: The Pillars for Organizational Excellence. Wiley, 2022. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. LARMAN, Craig. Agile and Iterative Development: A Manager's Guide. Addison Wesley, August 11, 2003. ISBN: 0-13-111155-8. 2. SCHWABER, Ken; SUTHERLAND, Jeff. Guia do Scrum. Um guia definitivo para o Scrum: As regras do jogo. Tradução de CRUZ, Fábio et al. Scrum.org e Scruminc, 2014. 3. APPELO, Jurgen. Managing for Happiness: Games, Tools, and Practices to Motivate Any Team. Wiley, June 27, 2016. 4. TEIXEIRA, Júlio Monteiro. Gestão visual de projetos: utilizando a informação para inovar. Alta Books, 1ª edição, February 16, 2018. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Otimização 60 4 60 Álgebra Vetorial e Linear Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. para Computação EMENTA Análise de complexidade de problemas de otimização. Modelagem e classificação de problemas de otimização. Resolução de problemas via métodos exatos e heurísticos de otimização. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Modelagem matemática de problemas de otimização: uma introdução à pesquisa operacional Modelos determinísticos de otimização: formulação de programas matemáticos em diversas classes de problemas; Programação Linear (PL): principais classes em PL, métodos simplex e pontos interiores; Dualidade e sensibilidade: análise qualitativa e quantitativa de sensibilidade e programação paramétrica; Otimização Discreta: métodos exatos e meta-heurísticas para problemas de otimização discreta; Programação Não-Linear: métodos exatos e meta-heurísticas para problemas de otimização discreta. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. R. A. Sarker e C. S. Newton (2007). Optimization Modelling: A Practical Approach. CRC Press. 1a edição. ISBN: 1420043102. 502p. 2. D. P. Bertsekas (2017). Dynamic Programming and Optimal Control. Athena Scientific. 4a edição. ISBN-13: 978-1886529083. 576p. 3. R. Fourer, D. M. Gay, e B. W. Kernighan (2002). AMPL: A Modeling Language for Mathematical Programming. Cengage Learning. 2a edição. ISBN-13: 978-0534388096. 540p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. V. Chvatal (1983). Linear Programming. 1a edição. 478p. 2. C. H. Papadimitriou, e K. Steiglitz (1998). Combinatorial Optimization: Algorithms and Complexity. Dover Publications. Unabridged edition.528p. 3. D. P. Bertsekas (1999). Nonlinear Programming. 2a edição. Athena Scientific. ISBN-13: 978-1886529007. 4. R. K. Ahuja, T. L. Magnanti, e J. B. Orlin (1993). Network Flows: Theory, Algorithms, and Applications. Pearson. 1a edição. ISBN- 13: 978-0136175490. 864p. 5. D. Bertsimas e J. N. Tsitsiklis (1997). Introduction to Linear Optimization. Athena Scientific. 3a edição. ISBN-13: 978-886529199. 608p. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Planejamento e Gestão da Qualidade de 45 15 3 60 Software Desenvolvimento de Software Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. Integração e Evolução de Sistemas de Informação EMENTA Conceitos sobre Qualidade, Qualidade de Software, Modelos de Qualidade de produto e de processo, Implantação de Modelos de Qualidade com ênfase em Software, Avaliação e Melhoria do Processo de Software. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Introdução a Qualidade Visão geral, conceitos básicos e benefícios Qualidade Total Controle e garantia da qualidade Ciclo de melhoria da qualidade (PDCA e IDEAL) Introdução à Qualidade de Software Medição de Software Qualidade de Produto de Software Revisões, inspeções e testes Normas e padrões para qualidade de produto de software (ex. a série ISO 25000) Qualidade de Processo de Software Normas e padrões para qualidade do processo de software (ex. CMMI, MPS.BR, TMMI) Apresentação de estudos de caso usando as técnicas e normas apresentadas Conceitos de Qualidade de Software em Projetos ágeis Tendências da Qualidade de Software BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. ROCHA, A.R.C. et al. Qualidade de Software - Teoria e Prática. Prentice Hall, 2001. 2. CÔRTES, M.L. et al. Modelos de Qualidade de Software. Editora UNICAMP, 2001. 3. KOSCIANSKI, A., SOARES, M.S. QUALIDADE DE SOFTWARE. Novatec, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. ANDRADE, M. QUALIDADE DE SOFTWARE. Estácio, 2015. 2. VASCONCELOS, A.M.L.; BEZERRA, S.R. Qualidade, Gestão e Processos de Software. Editora UFPE, 2016. Disponível em: https://editora.ufpe.br/books/catalog/book/243 3. VASCONCELOS, A.M.L.; BEZERRA, S.R. Abordagens para Apoio à Implementação da Melhoria do Processo de Software. Editora UFPE, 2016. Disponível em: https://editora.ufpe.br/books/catalog/book/221 4. CMMI® for Development, Version 1.3. CMMI Product Team. November 2010. TECHNICAL REPORT, CMU/SEI-2010-TR-033, ESC-TR-2010-033, Software Engineering Process Management Program. 5. SCAMPI Upgrade Team. Standard CMMI Appraisal Method for Process Improvement (SCAMPI) A, Version 1.3: Method Definition Document. Handbook CMU/SEI-2011-HB-001. Software Engineering Institute. 6. Guide to Scrum and CMMI: Improving Agile Performance with CMMI. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Plataformas de Distribuição 45 15 3 60 Arquitetura de Pré-requisitos Computadores e Sistemas Co-Requisitos Requisitos C.H. Operacionais EMENTA Conceitos Básicos. Modelos de Middleware. Arquiteturas de Middleware. Projeto de Middleware. Implementação de Middleware. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Conceitos básicos: Sistemas Distribuídos e Middleware. Modelos de Middleware: Middleware Baseado em RPC, Middleware Orientado a Mensagem, Middleware Baseado em Espaço de Tuplas. Camadas de Middleware: Camada de Infraestrutura. Camada de Distribuição. Camada de Serviços Comuns. Camada de Serviços Específicos. Arquiteturas de Middleware: Frameworks e Padrões de Projeto de Middleware. Implementação: Tecnologias de Implementação de Middleware. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. Puder, A.; Romer, K. & Pilhofer, F. (2006), Distributed Systems Architecture: A Middleware Approach, Morgam Kaufmann Publishers. 2. Volter, M.; Kircher, M. & Zdun, U. (2005), Remoting Patterns: Foundations of Enterprise, Internet and Real Time Distributed Object Middleware, John Wiley & Sons Ltd. 3. Schmidt, D.; Stal, M.; Rohnert, H. & Buschmann, F. (2006), Pattern-Oriented Software Architecture - Patterns for Concurrent and Networked Objects, Vol. Volume 2, John Wiley & Sons Ltd. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. Buschmann, F.; Henney, K. & Schmidt, D. C. (2007), Pattern-Oriented Software Architecture Volume 4: A Pattern Language for Distributed Computing, John Wiley & Sons Ltd. 2. Jim Kurose e Keith W. Ross. Redes de Computadores e a internet – uma abordagem top-down. 6ª Edição. Pearson, 2014. 3. Distributed Computing, Springer. ISSN: 0178-2770 (Print) 1432-0452 (Online) 4. IEEE Pervasive Computing. ISSN: 1536-1268 5. Journal of Grid Computing, Springer. ISSN: 1570-7873 (Print) 1572-9184 (Online) 6. Artigos técnicos e científicos atuais DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Processamento de cadeia de caracteres 60 4 60 Pré-requisitos Algoritmos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Conceitos básicos de algoritmos para processamento de cadeias de caracteres; casamento exato de padrões; casamento aproximado de padrões; indexação de texto; compressão de texto. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Conceitos básicos Alfabetos cadeias e sub-cadeias Distâncias entre cadeias Casamento de padrões (String matching) String matching exato (Métodos de janela deslizante, métodos semi-numéricos, paralelismo binário (bit-parallelism) String matching aproximado (Métodos baseados em matriz de distância, Métodos baseados em máquinas de estado, paralelismo binário) Indexação Árvores de sufixos (Representação e construção, string matching, aplicações) Vetores de sufixos (Representação e construção, string matching, aplicações) Compressão de texto Codificação de Huffman Fatoração de Lempel-Ziv BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. M. Crochemore and W. Rytter, Jewels of Stringology, World Scientific Publishing, 2002. 2. Dan Gusfield. Algorithms on Strings, Trees and Sequences: Computer Science and Computational Biology. Cambridge Univ Press, 1997. 3. James Storer. Data compression: methods and theory Computer Science Press, 1988. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. M. Crochemore and W. Rytter, Text Algorithms, Oxford University Press, New York, 1994. 2. M. Crochemore and C. Hancart. Algorithms on strings, Cambridge Univ. Press, 2014. 3. G. Navarro and M. Raffinot. Flexible pattern patching in strings, Cambridge Univ. Press, 2007. 4. A. Apostolico and Z. Galil (editors), Pattern matching algorithms, Oxford University Press, 1997. 5. R. Venturini. Compressed data structures for strings: on searching and extracting strings from compressed textual data in Atlantis Studies in Computing (Book 4). Atlantis Press, 2014. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Processamento de Dados em Larga 45 15 3 60 Escala Aprendizado de Máquina e Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. Ciência de Dados EMENTA A disciplina irá apresentar aos discentes técnicas e ferramentas de Big Data como Spark, MapReduce e Hadoop que os ajudarão a configurar, gerenciar e programar em ambientes de computação distribuída para que sejam capazes de processar e analisar um grande volume de dados de forma escalar. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Conceitos de Big Data Computação em Cluster Implantação do cluster virtualizado Hadoop Armazenamento distribuído Hadoop DFS HDFS Shell Paradigma de programação MapReduce Spark - Introdução, spark-shell, pyspark, dataframes Datasets, RDDs, Spark SQL Spark MLLib BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. CHAMBERS, Bill; ZAHARIA, Matei. Spark: The definitive guide: Big data processing made simple. O'Reilly Media, Inc., 2018. 2. Quinto, B. Next-generation machine learning with spark. 2020. 3. BENGFORT, Benjamin; KIM, Jenny. Analítica de dados com Hadoop: Uma introdução para cientistas de dados. Novatec Editora, 2019. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. Lam, Chuck. Hadoop in action. Simon and Schuster, 2010. 2. Prabhu, C. S. R. Grid and cluster computing. PHI Learning Pvt. Ltd., 2008. 3. Grover, Mark, et al. Hadoop application architectures: Designing real-world big data applications. " O'Reilly Media, Inc.", 2015. 4. Lin, Jimmy, and Chris Dyer. Data-intensive text processing with MapReduce. Springer Nature, 2022. 5. Alapati, Sam R. Expert Hadoop administration: managing, tuning, and securing spark, YARN, and HDFS. Addison-Wesley Professional, 2016. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Processamento de Imagem 60 4 60 Aprendizado de Máquina e Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. Ciência de Dados EMENTA Conceitos básicos, Sistema Visual Humano, Análise no Domínio da Frequência, Transformada Wavelet, Histograma, Estudo de Cores, Filtragem Espacial, Filtragem no Domínio da Frequência, Codificação de Cores, Morfologia Matemática, Compressão de Imagens, Representação e descrição de imagens, Aplicações. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Conceitos básicos. Sistema Visual Humano (características, limites, percepção visual). Transformada Discreta de Fourier Bi- dimensional. Transformada Wavelet. Histograma (operações). Estudo de Cores (Sistemas de cores). Filtragem espacial (convolução digital, filtros passa baixa, passa alta e passa faixa). Filtragem no Domínio da frequência (filtro Gaussiano, filtro de Butterworth). Codificação de cores (Pontilhamento). Morfologia Matemática (erosão, dilatação, abertura, fechamento, esqueletização, afinamento). Compressão de imagens (algoritmos com perda e sem perda). Representação e descrição de imagens (códigos de cadeia, esqueletos, descritores de fronteiras, descritores de região). Aplicações. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. R.C. Gonzalez e R.E.Woods (2018). Digital Image Processing. 4ª Edição. New Jersey: Prentice Hall. ISBN-10: 9780133356724. ISBN-13: 978-0133356724. 1168p. 2. H. Pedrini e W.R. Schwartz (2008). Análise de Imagens Digitais. 1ª Edição. São Paulo: Editora Thomson. ISBN-10: 8522105952. ISBN-13: 978-8522105953. 510p. 3. L. Velho, A.C. Frery e J.Gomes (2008). Image Processing for Computer Graphics and Vision. 2ª Edição. Londres: Springer- Verlag. ISBN-10: 1848001924. ISBN-13: 978-1848001923. 468p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. J.C. Russ (2017). The Image Processing Handbook. 5a Edição. Boca Raton: CRC Press. 2017. ISBN-10: 9781138747494. ISBN- 13: 978-1138747494. 1053p. 2. J.R. Parker (2011). Algorithms for Image Processing and Computer Vision. 2a Edição. New Jersey: John Wiley and Sons. ISBN- 10: 0470643854. ISBN-13: 978-0470643853. 482p. 3. A. McAndrew (2004). Introduction to Digital Image Processing with MatLab. Massachusetts: Thomson. 2004. ISBN-10: 0534400116. ISBN-13: 978-0534400118. 514p. 4. M. Petrou e C. Petrou (2010). Image Processing Fundamentals. 2ª Edição. Reino Unido: John Wiley and Sons. ISBN-10: 047074586X. ISBN-13: 978-0470745861. 804p. 5. O. Marques (2011). Practical Image and Video Processing Using MatLab. New Jersey: John Wiley and Sons. ISBN-10: 0470048158. ISBN-13: 978-0470048153. 650p. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Processamento de Linguagem Natural 45 15 3 60 Aprendizado de Máquina e Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. Ciência de Dados EMENTA O curso de Processamento de Linguagem Natural (PLN) aborda técnicas e algoritmos utilizados para processar e compreender a linguagem humana de forma automatizada. Durante o curso, os alunos serão introduzidos aos conceitos fundamentais do PLN como representação de palavras, sintaxe e parsing, e suas aplicações práticas em diversas áreas, como análise de sentimentos, reconhecimento de entidades, geração de texto, entre outros. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Representação de palavras Classificação de texto Extração de informação Chatbot Sintaxe e parsing Modelos de linguagem Modelos sequenciais Modelos contextuais Resolução de co-referência Tradução automática Geração automática de texto Q&A BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. Jurafsky, Daniel, and James H. Martin. Speech and Language Processing: An Introduction to Natural Language Processing, Computational Linguistics, and Speech Recognition. 2008. 2. Manning, Christopher, and Hinrich Schutze. Foundations of statistical natural language processing. MIT press, 1999. 3. Tunstall, Lewis, Leandro Von Werra, and Thomas Wolf. Natural language processing with transformers. " O'Reilly Media, Inc.", 2022. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. Brownlee, Jason. Deep learning for natural language processing. Machine Learning Mystery, Vermont, Australia 322 (2017). 2. Hapke, Hannes, Cole Howard, and Hobson Lane. Natural Language Processing in Action: Understanding, analyzing, and generating text with Python. Simon and Schuster, 2019. 3. Eisenstein, Jacob. Introduction to natural language processing. MIT press, 2019. 4. Goldberg, Yoav. Neural network methods for natural language processing. Springer Nature, 2022. 5. Rao, Delip, and Brian McMahan. Natural language processing with PyTorch: build intelligent language applications using deep learning. " O'Reilly Media, Inc.", 2019. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Processamento de voz 60 4 60 Aprendizado de Máquina e Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. Ciência de Dados EMENTA Conceitos básicos, Produção e Percepção do Sinal de Voz, Extração de características, Processamento em Tempo Curto, Algoritmos de Subtração Espectral, Filtros de Wiener, Métodos baseados em modelos estatísticos, Estimação de ruído, Análise de Qualidade de Voz. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Conceitos básicos. Produção e Percepção do Sinal de Voz. Extração de características (MFCC, PNCC). Processamento em Tempo Curto (Short-Time Fourier Transform, Técnicas temporais). Algoritmos de Subtração Espectral. Filtros de Wiener. Métodos baseados em modelos estatísticos (MMSE). Estimação de ruído. Análise de Qualidade de Voz. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. L. Rabiner e R. Schafer (2010). Theory and Applications of Digital Speech Processing. 1a Edição. New York: Prentice-Hall. ISBN- 10: 0136034284. ISBN-13: 978-0136034285. 1056p. 2. P. Loizou (2017). Speech Enhancement - Theory and Practice. 2ª Edição. Boca Raton: CRC Press. 2017. ISBN-10: 1138075574. ISBN-13: 978-1138075573. 698p. 3. I. McLoughlin (2009). Applied Speech and Audio Processing with MatLab Examples. 1a Edição. Cambridge: Cambridge University Press. ISBN-10: 0521519543. ISBN-13: 978-0521519540. 218p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. LI, J. Li, L. Deng, R. Häb-Umbach e Y. Gong (2015). Robust Automatic Speech Recognition: A Bridge to Practical Applications. 1a Edição. Academic Press. ISBN-10: 0128023988. ISBN-13: 978-0128023983. 250p. 2. E. S. Gopi (2014). Digital Speech Processing Using MatLab. Edição 2014. New York: Springer. ISBN-10: 8132216768. ISBN-13: 978-8132216766. 198p. 3. H. Beigi (2011). Fundamentals of Speaker Recognition. New York: Springer. ISBN-10: 9780387775913. ISBN-13: 978- 0387775913. 1005p. 4. P. Hill (2018). Audio and Speech Processing with MatLab. 1a Edição. New Jersey: CRC Press. ISBN-10: 1498762743. ISBN-13: 978-1498762748. 354p. 5. V. K. Madisetti (2010). The Digital Signal Processing Handbook. 2a Edição. Boca Raton: CRC Press. ISBN-10: 142004608X. ISBN-13: 978-1420046083. 616p. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Processamento Gráfico 30 30 3 60 MA026 - Cálculo Diferencial e Integral 1 Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. Álgebra Vetorial e Linear para Computação EMENTA -Introdução à Álgebra Afim, e suas transformações; - Modelagem de Curvas e Superfícies Paramétricas; - Câmera Virtual, Visibilidade, Corte; - Iluminação, interpolação de cores, pintura de triângulos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Pontos, vetores e operações; soma baricêntrica; Coord. baricêntricas, operações e definição de transformações afins; Transformações afins: forma matricial, coordenadas homogêneas 2D e 3D; Transformações afins: problemas práticos 2D e 3D; Curvas de Bézier: definição e Alg. De Casteljau; Curvas de Bézier: forma de Bernstein e propriedades básicas; Curvas de Bézier: derivadas e condição de suavidade C^1;Curvas de Bézier: junção de curvas: B-splines quadrática e condição de suavidade C^2; Curvas de Bézier: derivadas e condição de suavidade; Curvas de Bézier: B-splines quadrático e cúbico; Superfícies de Bézier: interpolação bilinear e De Casteljau para superfícies; Superfícies de Bézier tensorial; derivadas; Modelo de câmera virtual e mudança de coord.; projeções e transf. para coord. de tela; Conversão por varredura e algoritmos de visibilidade I: pintor e z-buffer; Algoritmos de visibilidade II: RT básico e BSP; Shading: flat, Gouraud e Phong; Equação de iluminação de Phong; cálculo de normais; Ray Tracing recursivo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. FOLEY, VANDAM, FEINER, HUGHES- Computer Graphics: Principles & Practice; 2nd Edition, Adison Wesley. 2. FARIN G. -Curves and Surfaces for Computer-Aided Geometric Design, A Pratical Guide;-4th Edition. 3. WATT A, WATT M. - Advanced Animation and Rendering Technique; - Adison Wesley. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. AZEVEDO, Eduardo, CONCI, Aura; Computação gráfica: geração de imagens. 8.ed. Rio de Janeiro: Campus, c2003. 353 . 2. CONCI, Aura; AZEVEDO, Eduardo; LETA, Fabiana R. Computação gráfica: teoria e prática. Rio de Janeiro: Campus, c2008. VOLUME 1. 407 p. 3. GOMES J. e VELHO L.; Fundamentos da Computação Gráfica- Série Computação e Matemática - SBM 603 p. 4. MARSCHNER S, SHIRLEY P.-Fundamentals of Computer Graphics, Fourth Edition - CRC Press. 5. WATT, A. 3D Computer Graphics, Addison-Wesley. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Programação com Novas Tecnologias 45 15 3 60 Desenvolvimento de Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. software EMENTA Conceitos básicos e intermediários da construção de aplicativos para dispositivos móveis, cobrindo sintaxe de programação da linguagem utilizada, princípios do funcionamento assíncrono de aplicações, bibliotecas de componentes gráficos, design patterns para aplicações móveis, uso de APIs nativas e remotas, princípios de design de interface de usuário e qualidade de software (testes de interface de usuário e testes de unidade). CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Programação para dispositivos móveis - Sintaxe da linguagem de programação alvo - Programação assíncrona Construção de Interface de Usuário - Componentes gráficos (Widgets) - Princípios de design de interface do usuário - Prototipação de interface do usuário - Layouts - Navegação - Ciclo de vida de aplicações - Design patterns - Gestos Serviços adicionais - APIs nativas - Persistência Local e Remota - Comunicação remota por HTTP - Notificações push Qualidade - Testes de interface - Testes de unidade BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. WINDMILL, Eric. Flutter in Action. Manning Publications Company, 2020. 2. JEMEROV, Dmitry; ISAKOVA, Svetlana. Kotlin in Action. Manning Publications Company, 2017. 3. NEUBARG, Matt. iOS 14 Programming Fundamentals with Swift: Swift, Xcode, and Cocoa Basics. O'Reilly Media, 2020. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. EISENMAN, Bonnie. Learning React Native: Building Native Mobile Apps with JavaScript. O'Reilly Media, 2015. 2. EBEL, Nate. Mastering Kotlin: Learn Advanced Kotlin Programming Techniques to Build Apps for Android, iOS, and the Web. Packt, 2019. 3. IN 'T VEEN, Tjeerd. Swift in Depth. Manning Publications Company, 2018. 4. SOSHIN, Alexey. Kotlin Design Patterns and Best Practices. Packt Publishing, 2022. 5. NYISZTOR, Karoly. Design Patterns in Swift 5. Swift Clinic, 2019. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Programação Concorrente e Distribuída 45 15 3 60 Estruturas de dados orientadas a objetos; Pré-requisitos Introdução a Redes e Co-Requisitos Requisitos C.H. Sistemas Distribuídos; Programação Concorrente EMENTA Programação concorrente de intermediária a avançada; Revisão de problemas, desafios e conceitos de concorrência e programação concorrente; Suporte das linguagens à concorrência; Conceitos básicos da programação distribuída; Desafios da distribuição; Modelos e primitivas para programação distribuída; Estudos de casos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Programação concorrente de intermediária a avançada: programação com threads, gerenciamento de threads, compartilhamento de dados entre threads, sincronização de operações concorrentes, tarefas CPU-bound versus IO-bound, programação multicore. Revisão de problemas, desafios e conceitos de concorrência e programação concorrente: deadlock, livelock, condições de corrida, starvation, região crítica, exclusão mútua. Suporte de linguagens de programação à concorrência, incluindo depuração de aplicações multithreaded. Conceitos básicos da programação distribuída: programação com socket, comunicação entre processos, cliente-servidor, publish/subscribe. Desafios da distribuição: tolerância a falhas, latência de rede. Modelos e primitivas para programação distribuída: chamada remota de procedimento, invocação remota de método, espaço de tuplas, passagem de mensagem, invocação remota de transação. Estudos de casos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. WILLIAMS, Anthony. C++ concurrency in action. London, 2012. 2. Arno Puder, Kay Römer and Frank Pilhofer. Distributed Systems Architecture: A Middleware Approach, Elsevier, 2005. 3. M. Ben-Ari, Principles of Concurrent and Distributed Programming, Second Edition, Addison Wesley, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. Maurice Herlihy and Nir Shavit. The Art of Multiprocessor Programming, Elsevier, 2012. 2. George Coulouris, Jean Dollimore, Tim Kindberg, Gordon Blair, Distributed Systems. Fifth Edition, Addison-Wesley, 2012. 3. M. van Steen and A.S. Tanenbaum, Distributed Systems, 3rd ed., distributed-systems.net, 2017. 4. ETZKORN, Letha Hughes. Introduction to Middleware: Web Services, Object Components, and Cloud Computing. Chapman and Hall/CRC, 2017. 5. Matthew Fowler. Python Concurrency with asyncio. Manning, 2022. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Projeto de desenvolvimento 15 45 2 60 Desenvolvimento de Software; Integração e Evolução de Pré-requisitos Sistemas de Informação; Co-Requisitos Requisitos C.H. Aprendizado de Máquina e Ciência de Dados; Metodologia Científica EMENTA Desenvolvimento de um sistema de computação usando conceitos aprendidos anteriormente. Sistemas multidisciplinares devem ser estimulados como trabalho em equipe. Busca-se uma aproximação do desenvolvimento completo de um protótipo de produto real desde sua concepção até sua implantação, ou alternativamente, busca-se uma aproximação de atividades reais de desenvolvimento em que um produto existente sofre manutenção e evolução. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Definição de Tema de Projeto; Montagem da Equipe de Projeto; Definição de Processo e Gerência de Projeto; Desenvolvimento de Projeto. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. Harold Kerzner, Al Zeitoun, Ricardo Viana Vargas. Project Management Next Generation: The Pillars for Organizational Excellence. Willey, 2022. 2. Antonio Cesar Amaru Maximiano e Fernando Veroneze. "Gestão de Projetos - Preditiva, Ágil e Estratégica" Atlas; 6ª edição. 2022. 3. Brown, Tim. Design Thinking: uma metodologia poderosa para decretar o fim das velhas ideias. Alta Books, 2020. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. Jurgen Appelo. "Managing for Happiness: Games, Tools, and Practices to Motivate Any Team". Wiley, 27 junho 2016, Edição Inglês. 2. Júlio Monteiro Teixeira. "Gestão visual de projetos: utilizando a informação para inovar". Alta Books; 1ª edição. 2018. 3. Paul C. Jorgensen. Software Testing: A Craftsman's Approach. 2nd Ed. CRC Press. 2002. 4. Amel Bennaceur, Thein Tun, Yijun Yu, Bashar Nuseibeh. Requirements Engineering. Handbook of Software Engineering, 2018. Ffhal-01758502f (https://hal.archives-ouvertes.fr/hal-01758502/document). 5. Marco Tulio Valente. Engenharia de Software Moderna: Princípios e Práticas para Desenvolvimento de Software com Produtividade. 1ª edição (1 janeiro 2022). DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Recuperação da Informação 45 15 3 60 Aprendizado de Máquina e Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. Ciência de Dados EMENTA A disciplina de Recuperação de Informação tem como objetivo estudar os princípios, técnicas e modelos utilizados para a recuperação eficiente e precisa de informações textuais em grandes bases de documentos. Ela foca tanto no processo de construção da base textual como nos modelos utilizados para a realização de busca sobre documentos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Funcionamento de Engenhos de Busca Crawling Processamento de Texto Extração de Dados na Web Indexação de Texto Modelos de RI Ranking e Processamento de Consultas Refinamento de Consulta Análise de Links Avaliação de Sistemas de RI BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. Croft, W. Bruce, Donald Metzler, and Trevor Strohman. Search engines: Information retrieval in practice. Vol. 520. Reading: Addison-Wesley, 2010. 2. Schütze, Hinrich, Christopher D. Manning, and Prabhakar Raghavan. Introduction to information retrieval. Vol. 39. Cambridge: Cambridge University Press, 2008. 3. Baeza-Yates, Ricardo, and Berthier Ribeiro-Neto. Modern information retrieval. Vol. 463. No. 1999. New York: ACM press, 1999. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. Buttcher, Stefan, Charles LA Clarke, and Gordon V. Cormack. Information retrieval: Implementing and evaluating search engines. Mit Press, 2016. 2. Goker, Ayse, and John Davies, eds. Information retrieval: Searching in the 21st century. John Wiley & Sons, 2009. 3. Manning, Christopher D. An introduction to information retrieval. Cambridge university press, 2009. 4. Zhai, ChengXiang, and Sean Massung. Text data management and analysis: a practical introduction to information retrieval and text mining. Morgan & Claypool, 2016. 5. Chang, Yi, and Hongbo Deng, eds. Query understanding for search engines. Springer, 2020. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Redes Automotivas 60 4 60 Pré-requisitos Redes de Computadores Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Uma breve história de Ethernet, Redes intraveiculares, Ethernet Automotiva, Camada física, Protocolos para Ethernet Automotiva, Perspectivas e tendências. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Uma breve história de Ethernet (a partir da perspectiva de uma fabricante de automóveis): O significado de "Ethernet", Ethernet no IEEE, Ethernet na automação industrial, Ethernet na aviação,Ethernet em telecomunicações, "Ethernet automotiva" Redes intraveiculares: Papel da rede intraveicular, Redes intraveiculares tradicionais, Primórdios das redes intraveiculares, Controller Area Network (CAN), Local Interconnect Network (LIN), Media Oriented Systems Transport (MOST), FlexRay Tendências e consequências Ethernet Automotiva: O primeiro caso de uso: programming and software update, Desafios arquitetônicos, Tecnologias potenciais no carro, A solução: 100BASE-TX Ethernet Camada física: A tecnologia PHY,100 Mbps BroadR-Reach (OABR), Outras soluções a 100 Mbps,Tecnologias para taxas mais altas Protocolos para Ethernet automotiva: AVB, QoS para dados críticos de controle Perspectivas e tendências: carros elétricos e carros autônomos BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. MATHEUS, K, KÖNIGSEDER, T. Automotive Ethernet, Cambridge University Press, 2015. 2. CORREA, C; KOZIEROK, C. M.; BOATRIGHT, R. B.; QUESNELLE, J, Automotive Ethernet - The Definitive Guide, Intrepid Control Systems, 2014. 3. PARET, D. Multiplexed Networks for Embedded Systems, Wiley, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. BOSCH, Automotive Handbook, 2014. 2. BOSCH, Bosch Automotive Electrics and Automotive Electronics, Springer, 2007. 3. RIBBENS, W, Understanding Automotive Electronics 7th Ed, Elsevier, 2012. 4. D.Paret, H.Rebaine, B.A.Engel. Autonomous and Connected Vehicles: Network Architectures from Legacy Networks to Automotive Ethernet, Wiley, 2022. 5. N.Navet, F.Simonot-Lion. Automotive Embedded Systems Handbook, CRC Press, 2008. 6. Tutoriais e artigos recentes. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Redes de Computadores 60 4 60 Introdução a Sistemas Pré-requisitos Distribuídos e Redes de Co-Requisitos Requisitos C.H. Computadores EMENTA Introdução às Redes de Computadores: componentes, serviços, camadas de protocolo. Camadas de Aplicação, Transporte, Redes e Enlace. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Redes de Computadores e a Internet: O que é a Internet: componentes e serviços Estrutura da rede: borda, acesso e núcleo da rede Desempenho: atraso, perda e vazão Camadas de protocolo e modelos de serviço Ameaças de segurança História das redes Camada de Aplicação Princípios de aplicações Exemplos de aplicações e protocolos: Web/HTTP, Transferência de Arquivos/FTP, Correio Eletrônico/SMTP e protocolos de acesso; DNS; P2P; etc. Programação com sockets Camada de Transporte Serviços Multiplexação e demultiplexação Transporte não orientado para conexão Princípios da transferência confiável de dados Transporte orientado para conexão Princípios de controle de congestionamento Controle de congestionamento no TCP Camada de Rede Modelo de serviços; repasse e roteamento Redes de Circuitos Virtuais e de Datagramas Arquiteturas de roteadores O protocolo IP Noções de Roteamento Camada de Enlace Serviços de camada de enlace Técnicas de detecção e correção de erros Enlaces e protocolos de acesso múltiplo Redes locais comutadas Redes sem fio BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. J.Kurose, J. e K.Ross, Redes de Computadores e a internet - uma abordagem top-down. 6ª Edição. Pearson, 2014. 2. A.S.Tanenbaum, N.Feamster e D.Wetherall, Redes de Computadores. 6ª Edição. Ed. Bookman, 2021. 3. L.Peterson e B.Davie, Redes de Computadores. Gen LTC, 2013. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. Peterson, L.; Davie, B.. Redes de Computadores: uma Abordagem de Sistemas. Elsevier, 2013. 2. L.Chappell, e L.Wireshark Network Analysis. 2nd Edition. Laura Chappel University, 2012. 3. K.C.Branco, M.Teixeira e P.Gurgel, Redes de Computadores – Da teoria à prática com Netkit. Campus, 2015. 4. B.A.Forouzan, Comunicação de Dados e Redes de Computadores, Editora McGraw-Hill, 1ª Edição, 2008. 5. D.R.Mendes, Redes de Computadores, Editora Novatec, 2ª Edição, 2015. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Redes de Computadores 2 45 15 3 60 Pré-requisitos Redes de Computadores Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Conceitos avançados de redes de computadores, novos protocolos de transporte, ferramentas para concepção e avaliação de projetos de redes, novos paradigmas, tecnologias de gerenciamento, controle e engenharia de tráfego. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Revisão de conceitos básicos, introdução a técnicas e ferramentas de avaliação, paradigmas e modelos de comunicação, arquiteturas de redes sobrepostas, gerenciamento, segurança, controle SDN, engenharia de tráfego, roteamento na Internet, redes de conteúdo e sua interconexão, Computação em Nuvens, novos protocolos de transporte da Internet, HTTPv2, QUIC, SPDY, Dynamic streaming over HTTP (DASH), e tópicos avançados. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. M.Pathan, Advanced Content Delivery, Streaming, and Cloud Services, Wiley-IEEE Press, 2014 2. I. Grigorik, HTTP/2: A New Excerpt from High Performance Browser Networking, O'Reilly Released, 2015 3. R J Rafaels, Cloud Computing: From Beginning to End, Createspace, 2015 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. P.Goransson and C.Black, Software Defined Networks: A Comprehensive Approach, Elsevier, 2016. 2. MPLS Fundamentals 1st Edition by Luc De Ghein. 3. BGP Design and Implementation 1st Edition by Randy Zhang and Micah Bartell. 4. C.Storm, The SPDY Book em http://spdybook.com/. 5. D.Robinson, Content Delivery Networks: Fundamentals, Design, and Evolution, Wiley, 2017. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Redes Definidas por Software 45 15 3 60 Pré-requisitos Redes de Computadores Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Histórico da programabilidade em redes de computadores, arquitetura SDN, casos de uso, protocolo de comunicação entre dispositivos de encaminhamento e controladores, Virtualização de redes, Aplicações SDN para redes de datacenter, redes sem fio e computação em nuvem. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Histórico, motivação e evolução do SDN Arquitetura e interfaces SDN Controladores SDN Protocolos entre dispositivos de encaminhamento e controladores Ambientes para simulação, emulação e desenvolvimento de soluções SDN Virtualização de Funções de Rede (NFV) SDN/NFV e Computação em nuvem SDN/NFV e Redes sem Fio/Celulares Tendências na área de SDN/NFV BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. Larry Peterson, Carmelo Cascone, Brian O'Connor, Thomas Vachuska, and Bruce Davie. Software-Defined Networks: A Systems Approach. https://sdn.systemsapproach.org/ https://github.com/SystemsApproach/SDN License: CC BY-NC-ND 4.0 2. Diego Kreutz et al. Software-defined networking: A comprehensive survey. Proceedings of the IEEE, v. 103, n. 1, p. 14-76, 2015. 3. Michel S. Bonfim, Kelvin L. Dias, Stenio FL Fernandes. Integrated NFV/SDN architectures: A systematic literature review. ACM Computing Surveys (CSUR), v. 51, n. 6, p. 1-39, 2019. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. Bruno Nunes et al. A survey of software-defined networking: Past, present, and future of programmable networks. Communications Surveys & Tutorials, IEEE, v. 16, n. 3, p. 1617-1634, 2014. 2. Raj Jain; Sudipta Paul. Network virtualization and software-defined networking for cloud computing: a survey. Communications Magazine, IEEE, v. 51, n. 11, p. 24-31, 2013. 3. Gary Lee, Cloud Networking: Understanding Cloud-based Data Center Networks, Ed. Morgan Kaufmann, 1a Edição, 2014. 4. William Stallings. Foundations of modern networking: SDN, NFV, QoE, IoT, and Cloud. Addison-Wesley Professional, 2015. 5. Paul Goransson. Software Defined Networks: A Comprehensive Approach. Morgan Kaufmann, 2014. 6. Thomas D. Nadeau. SDN: Software Defined Networks. Ed. O’Reilly, 2013. 7. Artigos técnicos e científicos atuais. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Redes Neurais 45 15 3 60 Aprendizado de Máquina e Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. Ciência de Dados EMENTA Introdução. Conceitos Fundamentais. Modelos no Paradigma Supervisionado. Modelos no Paradigma Não-supervisionado. Modelos no Paradigma por Reforço. Desenvolvimento de Soluções. Projeto em Aplicação do Mundo Real. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO • Introdução e Fundamentos Matemáticos • Fundamentos e Modelos de Aprendizagem • Perceptrons e Adaline • Multilayer Perceptrons • Redes de Funções de Base Radial • Máquinas de Vetores de Suporte (SVM) • Modelo de Hopfield • Modelo de Kohonen • Modelos ART • Redes Profundas • Pré e Pós Processamento BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. BEALE, R.; JACKSON, T. Neural Computing: An Introduction. Taylor & Francis Ltda, 1990. 2. BRAGA, A. P.; LUDERMIR, T. B.; CARVALHO, A. F. Redes Neurais Artificiais: Teoria e Aplicações. LTC, 2007. 3. HAYKIN, S. Neural Computation: A Comprehensive Foundation. Pearson, 1998. 4. NIELSEN, Michael. Neural Networks and Deep Learning. Springer, 2017. 5. RASHID, Tariq. Make Your Own Neural Network. 2016. 6. AGGARWAL, Charu C. Neural Networks and Deep Learning: A Textbook. Springer, 2019. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. ANDERSON, James. An Introduction to Neural Networks. MIT Press, 1995. 2. RUMELHART, D.E.; MCCLELLAND, J.L.; PDP RESEARCH GROUP. Parallel Distributed Processing, Vols 1 and 2. MIT Press, 1986. 3. BISHOP, Christopher M. Neural Networks for Pattern Recognition. Oxford Press, 1995. 4. REEDS, R.; MARKS, R.J. Neural Smithing: Supervised Learning in Feedforward Artificial Neural Networks. MIT Press, 1999. 5. KOSKO, Bart. Neural Networks and Fuzzy Systems. Prentice Hall, 1992. 6. LOY, James. Neural Network Projects with Python: The ultimate guide to using Python to explore the true power of neural networks through six projects. Pckt Publishing, 2019. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Redes Veiculares 60 4 60 Pré-requisitos Redes de Computadores Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Introdução às redes veiculares (VANETs). Aplicações de segurança veicular cooperativa. Disseminação de informações em VANETs. Modelagem de mobilidade veicular em VANETs. Considerações de camada física e de enlace para comunicações veiculares. Padrões e regulamentação para redes veiculares. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Introdução às redes veiculares (VANETs): Princípios básicos e desafios. Histórico sobre redes veiculares. Aplicações de segurança veicular cooperativa: Introdução. Arquitetura de um sistema cooperativo. Aplicações de segurança: hard safety, soft safety. Disseminação de informações em VANETs: Introdução. Transporte da informação: protocolos e conectividade da rede. Agregando dados geográficos. Modelagem de mobilidade veicular em VANETs: Introdução. Modelos aleatórios. Modelos de fluxo. Modelos de tráfego. Integração com simuladores de rede. Considerações de camada física e de enlace para comunicações veiculares: Introdução. Teoria de propagação em redes sem fio. Caracterização empírica do canal de 5,9 GHz. Padrão de rede sem fio IEEE 802.11p. Aspectos de controle de congestionamento. Padrões e regulamentação para redes veiculares: Aspectos regulatórios do padrão DSRC nos EUA e na Europa. Padrões de camada física, de enlace e demais camadas para DSRC. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. A.H. Hartenstein and K. P. Laberteaux (Eds.), VANET: Vehicular Applications and Inter-Networking Technologies, Wiley, 2016. 2. L. Delgrossi and T. Zhang (Eds.), Vehicle Safety Communications: Protocols, Security, and Privacy, John Wiley & Sons, 2012. 3. M. Emmelmann, B. Bochow, and C. C. Kellum (Eds.), Vehicular Networking: Automotive Applications and Beyond, Wiley, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. A. Beylot and H. Labiod (Eds.), Vehicular Networks: Models and Algorithms, Wiley, 2013. 2. S. Olariu and M. C. Weigle, Vehicular Networks: From Theory to Practice, CRC Press, 2009. 3. R. Naja (Ed.), Wireless Vehicular Networks for Car Collision Avoidance, Springer, 2013. 4. P. Santi, Mobility Models for Next Generation Wireless Networks, Wiley, 2012. 5. C. Sommer and F. Dressler, Vehicular Networking, Cambridge, 2015. 6. Artigos técnicos e científicos atuais. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Segurança de Computadores 60 4 60 Pré-requisitos Redes de Computadores Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Elementos básicos da segurança de computadores: vulnerabilidades; sequestro de controle; escalação de privilégio; técnicas de busca por vulnerabilidades; malware (vírus, worm, cavalo de Tróia, ransomware). Segurança na web: arquitetura de browsers; gerenciamento de sessão; autenticação de usuário; http seguro; Content Security Policies (CSP); Web workers. Segurança de rede: protocolos de internet (TCP, IP, DNS, roteamento); firewalls, VPNs, detecção de intrusão; filtros; ataque de negação de serviço. Segurança de plataformas móveis: Android, iOS, Trusted Computing CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Parte 1: Elementos Básicos. Ataques de sequestro de controle: exploits e defesas. Princípio do privilégio mínimo, controle de acesso e operating systems security.Tools for writing robust application code. Dealing with legacy code: sandboxing e isolamento. Técnicas de exploração e fuzzing. Malware (vírus, worm, cavalo de Tróia, ransomware). Parte 2: Web Security. Basic web security model. Web application security. Session management and user authentication. Overview of cryptography. HTTPS: objetivos e limitações. Content Security Policies (CSP), Web workers, e extensões. Parte 3: Network security. Security issues in Internet protocols: TCP, DNS, e roteamento. Network defense tools: Fire-walls, VPNs, Intrusion Detection, and filters. Unwanted traffic: denial of service attacks. Intel Software Guard Extensions (SGX). The Trusted Computing Architecture Parte 4: Segurança de plataformas móveis. Mobile platform security models: Android e iOS. Parte 5: The Trusted Computing Architecture BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. Ross Anderson. The Trusted Computing Architecture. Wiley; 2nd edition, 2008. 2. William Stallings. Cryptography and Network Security: Principles and Practice. Pearson; 7th edition, 2016. 3. David A. Wheeler. Secure Programming HOWTO. v3.72, 2015-09-19. http://www.dwheeler.com/secure-programs/Secure- Programs-HOWTO/index.html BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. Michael Goodrich & Roberto Tamassia. Introduction to Computer Security. Pearson; (October 25, 2010). 2. Charlie Kaufman, Radia Perlman, Mike Speciner. Network Security: Private Communication in a Public World. Prentice Hall; 2 edition (May 2, 2002). 3. John R. Vacca. Computer and Information Security Handbook. Morgan Kaufmann; 2 edition (June 7, 2013). 4. W. Du. Computer & Internet Security: A Hands-On Approach, 2022. 5. M. Bishop; Computer Security: Art and Science, Addison-Wesley Professional, 2018. 6. Artigos técnicos e científicos atuais. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Segurança de Redes e Sistemas 45 15 3 60 Distribuídos Pré-requisitos Redes de Computadores Co-Requisitos Sistemas Distribuídos Requisitos C.H. EMENTA Introdução a Sistemas Seguros. Segurança na Web. Segurança de Redes. Segurança de Aplicações Móveis e Distribuídas. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Introdução: revisão de conceitos básicos, segurança de sistemas operacionais, aplicações e redes. Isolamento, autenticação e controle de acesso. Segurança na Web: construção de sites robustos, entendimento do modelo de segurança de browser. Segurança de redes: projeto e monitoramento de redes seguras. Técnicas de ataques e contra-ataques. Aplicações móveis e distribuídas seguras. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. William Stallings. Criptografia e segurança de redes: Princípios e práticas. 6ª Ed. Pearson. 2015. ISBN: 9788543005898. 2. Ross Anderson. Security Engineering: A Guide to Building Dependable Distributed Systems. John Wiley & Sons, 2001. ISBN: 9780471389224. 3. Jim Kurose e Keith W. Ross. Redes de Computadores e a internet - uma abordagem top-down. 6ª Edição. Pearson, 2014. ISBN: 9788581436777. 4. Andrew S. Tanenbaum e Herbert Bos. Sistemas operacionais modernos. 4ª Edição. Pearson, 2014. ISBN: 9788543005676. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. Bruce Schneier. Applied Cryptography: Protocols, Algorithms, and Source Code in C. 2nd Edition. John Wiley & Sons, 1996. ISBN: 9780471117094. 2. Michael Goodrich & Roberto Tamassia. Introduction to Computer Security. Pearson, 2010. 3. Charlie Kaufman, Radia Perlman, Mike Speciner. Network Security: Private Communication in a Public World. Prentice Hall; 2nd Edition, 2002. 4. John R. Vacca. Computer and Information Security Handbook. Morgan Kaufmann; 2nd Edition, 2013. 5. George Coulouris, Jean Dollimore, Tim Kindberg. Sistemas Distribuídos: Conceitos e Projeto. 5th Edition. Bookman, 2013. ISBN: 9788582600535. 6. Artigos técnicos e científicos atuais. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Segurança em Computação em Nuvem 60 4 60 Pré-requisitos Redes de Computadores Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Conceitos de computação em nuvem, tipos de ataque e proteção; virtualização; Segurança em dispositivos móveis. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Segurança em Nuvem: Conceitos básicos de Computação em Nuvem; Ferramentas criptográficas para a nuvem; Virtualização; Certificação para a nuvem; Proteção contra DDOS ataque na nuvem; Auditoria. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. J.Vacca, Cloud Computing Security: Foundations and Challenges, CRC Press, 2016, 518p. 2. Shao Ying Zhu, Richard Hill, Marcello Trovati, Guide to Security Assurance for Cloud Computing, 1a Edição, Springer, 2016, 229p. 3. Koushik Sinha, Sasthi C. Ghosh, Bhabani P. Sinha, Wireless Networks and Mobile Computing, Chapman and Hall/CRC, 2015, 540p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. William Stallings. Cryptography and Network Security: Principles and Practice. 7th Edition. Pearson, 2016, 768p. 2. Niels Ferguson, Bruce Schneier, Tadayoshi Kohno. Cryptography Engineering: Design Principles and Practical Applications. 1st Edition. John Wiley and Sons, 2010, 384p. 3. Charles P. Pfleeger, Shari Lawrence Pfleeger, Jonathan Margulies. Security in Computing. 5th Edition. Prentice Hall, 2015, 944p. 4. Thomas Erl, Ricardo Puttini, Zaigham Mahmood. Cloud Computing: Concepts, Technology & Architecture. 1st Edition. Prentice Hall, 2013, 538p. 5. Dave Shackleford. Virtualization Security: Protecting Virtualized Environments. 1st Edition. Sybex, 2012, 360p. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Seminários em Engenharia de Software 60 4 60 Desenvolvimento de Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. Software EMENTA Tópicos modernos da área de Engenharia de Software abordados por grandes pesquisadores na área, incluindo: Testes, Engenharia de Requisitos, Gerência de Projetos, Engenharia de Software Experimental, Arquitetura de software, Transformação de código, Programação. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Tópicos modernos da área de Engenharia de Software abordados por grandes pesquisadores na área, incluindo: Testes, Engenharia de Requisitos, Gerência de Projetos, Engenharia de Software Experimental, Arquitetura de software, Transformação de código, Programação. Aplicações. Desafios e Tendências. Discussão. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. Introduction to Static Analysis: An Abstract Interpretation Perspective. Xavier Rival e Kwangkeun Yi. MIT Press. 2020. 2. Introduction to Software Testing: Paul Ammann e Jeff Offutt. 2nd Ed. Cambridge University Press. 2016. 3. Amel Bennaceur, Thein Tun, Yijun Yu, Bashar Nuseibeh. Requirements Engineering. Handbook of Software Engineering, 2018. Ffhal-01758502f (https://hal.archives-ouvertes.fr/hal-01758502/document). BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. Martin Fowler. Refatoração: Aperfeiçoando o Design de Códigos Existentes. 2nd Edition. Novatec Editora, 2020. 2. Project Management Handbook: How to Launch, Lead, and Sponsor Successful Projects, Antonio Nieto-Rodriguez, Harvard Business Review, 2021 (HBR Handbooks). 3. Qualidade de Software - Teoria e Prática; Rocha, Ana Regina Cavalcanti da; et al, Prentice Hall, 2001. 4. Eric Windmill. Flutter in Action. Manning Publications Company, 2020. 5. Matthew Fowler. Python Concurrency with asyncio. Manning, 2022. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Seminários em Redes de Computadores 30 2 30 Pré-requisitos Redes de Computadores Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Tópicos modernos da área de Redes de Computadores e Sistemas Distribuídos abordados por grandes pesquisadores na área, incluindo: novos protocolos de transporte, ferramentas para concepção e avaliação de projetos de redes, novos paradigmas, tecnologias de gerenciamento, controle e engenharia de tráfego, redes sem fio, segurança, sistemas distribuídos. redes veiculares, computação ubíqua, internet das coisas. OBJETIVO (S) DO COMPONENTE Apresentar aos estudantes temas recentes de pesquisa e desenvolvimento relacionados à área de Redes de Computadores, Sistemas de Comunicação e áreas relacionadas. METODOLOGIA Conteúdo ministrado através de aulas expositivas com resolução de exercícios para fixação; é possível a realização de seminários ou aulas práticas em laboratórios computacionais, com utilização de software pertinente ao componente curricular. AVALIAÇÃO A critério do professor, respeitando o regimento da UFPE, como por exemplo: provas escritas ou trabalhos de pesquisa, seminários de avaliação, participação, projeto, etc. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Introdução aos temas em destaque na área de redes de computadores e sistemas distribuídos, incluindo: Novos protocolos de transporte, ferramentas para concepção e avaliação de projetos de redes, novos paradigmas, tecnologias de gerenciamento, controle e engenharia de tráfego, redes sem fio, segurança, sistemas distribuídos. redes veiculares, computação ubíqua, internet das coisas. Diferentes abordagens. Aplicações. Desafios e tendências. Discussão sobre o futuro da área. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. M.Pathan, Advanced Content Delivery, Streaming, and Cloud Services, Wiley-IEEE Press, 2014. 2. C. S. R. Murthy and B. S. Manoj, Ad Hoc Wireless Networks Architectures and Protocols, Prentice Hall, 2004. 3. S. Cirani, G. Ferrari, M. Picone, L. Veltri, Internet of Things: Architectures, Protocols and Standards, Wiley, 2019. 4. Artigos científicos atuais de conferências e periódicos da área. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. Michel S. Bonfim, Kelvin L. Dias, Stenio FL Fernandes. Integrated NFV/SDN architectures: A systematic literature review. ACM Computing Surveys (CSUR), v. 51, n. 6, p. 1-39, 2019. 2. A.H. Hartenstein and K. P. Laberteaux (Eds.), VANET: Vehicular Applications and Inter-Networking Technologies, Wiley, 2016. 3. Larry Walsh. SNMP MIB Handbook. Wyndham Press, 2008. 4. Jean-Yves Le Boudec, Performance Evaluation of Computer and Communication Systems, EPFL, 2011. 5. T.Erl, Service-Oriented Architecture: A Field Guide to Integrating XML and Web Services, Prentice Hall, 2016. 6. Stefan Poslad, Ubiquitous Computing: Smart Devices, Environments and Interactions, 1st Edition, Wiley, 2009. 7. H.Zhou. The internet of things in the cloud: A middleware perspective. CRC Press, 2012. 8. Artigos científicos atuais de conferências e periódicos da área. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Seminários em Segurança 30 2 30 Pré-requisitos Lógica para Computação Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Tópicos modernos da área de Segurança abordados por grandes pesquisadores na área, incluindo: Segurança da informação, Segurança no Desenvolvimento de Software, Auditoria em Sistemas de Informação, Segurança de Computadores, Assinatura digital, Certificação digital, Ataque e deteccão de intrusão, Segurança em computação em nuvem. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Introdução aos temas em destaque na área de Segurança, incluindo: Segurança da informação, Segurança no Desenvolvimento de Software, Auditoria em Sistemas de Informação, Segurança de Computadores, Assinatura digital, Certificação digital, Ataque e deteccão de intrusão, Segurança em computação em nuvem. Diferentes abordagens. Aplicações. Desafios e tendências. Discussão sobre o futuro da área. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. William Stallings. Cryptography and Network Security: Principles and Practice. Pearson; 7th edition, 2016. 2. Michael Goodrich & Roberto Tamassia. Introduction to Computer Security. Pearson, 2010. 3. Jonathan Katz, Yehuda Lindell, Introduction to Modern Cryptography: Principles and Protocols, CRC Press, 2020. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. Ross Anderson. The Trusted Computing Architecture. Wiley; 2nd edition, 2008. 2. Alberto Carneiro. Auditoria e Controle de Sistemas de Informação. Rio de Janeiro: FCA - Editora Informática, 2009. 3. Laura Walter, The Digital Signature Handbook - Everything You Need To Know About Digital Signature, Emereo Publishing, 2016. 4. Bruce Schneier, Applied Cryptography, John Wiley and Sons, 2015. 5. Dhruba Kumar Bhattacharyya, Jugal Kumar Kalita, DDoS Attacks: Evolution, Detection, Prevention, Reaction, and Tolerance, Chapman and Hall/CRC, 2016. 6. J.Vacca, Cloud Computing Security: Foundations and Challenges, CRC Press, 2016. 7. Artigos científicos. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Sistemas Distribuídos 45 15 3 60 Introdução a Sistemas Pré-requisitos Distribuídos e Redes de Co-Requisitos Requisitos C.H. Computadores EMENTA Introdução a Sistemas Distribuídos: Principais Conceitos e Desafios. Arquiteturas. Desenvolvimento e Aplicações. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Introdução: caracterização de sistemas distribuídos. Arquiteturas e modelos de sistemas. Comunicação entre processos, invocação remota, comunicação indireta. Nomeação. Sincronização. Consistência. Tolerância a falhas. Computação Ubíqua e aplicações. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. George Coulouris, Jean Dollimore, Tim Kindberg, Gordon Blair. Sistemas Distribuídos: Conceitos e Projeto. 5ª Ed. Bookman. 2013. ISBN: 9788582600535. 2. Andrew S. Tanenbaum, Maarten van Steen. Sistemas distribuídos: princípios e paradigmas. 2ª Ed. Pearson. 2008. ISBN: 9788576051428. 3. B.Burns, Designing Distributed Systems: Patterns and Paradigms for Scalable, Reliable Services, O'Reilly Media, 2018. ISBN 9781491983645. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. Jim Kurose e Keith W. Ross. Redes de Computadores e a internet – uma abordagem top-down. 6ª Edição. Pearson, 2014. ISBN: 9788581436777. 2. Distributed Computing, Springer. ISSN: 0178-2770 (Print) 1432-0452 (Online). 3. IEEE Pervasive Computing. ISSN: 1536-1268. 4. Journal of Grid Computing, Springer. ISSN: 1570-7873 (Print) 1572-9184 (Online). 5. R. Vitillo. Understanding Distributed Systems: What Every Developer should know about large distributed applications, 2021. 6. Artigos técnicos e científicos atuais. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Sistemas Embarcados 60 4 60 Arquitetura de Pré-requisitos Computadores e Sistemas Co-Requisitos Requisitos C.H. Operacionais EMENTA Metodologias de projeto de sistemas embarcados Implementação de sistemas embarcados Ferramentas de apoio ao desenvolvimento de sistemas embarcados CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Engenharia de requisitos para sistemas embutidos Especificação, Análise, Modelos de implementação Seleção de arquitetura, Reusabilidade de componentes de software e hardware para sistemas embutidos Desenvolvimento de software em camadas de abstração Introdução aos componentes de hardware reconfiguráveis Processadores embarcados Arquiteturas, Linguagens de programação, Memória, Dispositivos de E/S, Programação, Temporizadores, Interrupção, Exemplos de processadores embarcados, Introdução a conversores analógico/digitais e digital/analógicos Editores, Compiladores, Simuladores, Técnicas de teste e depuração, Escalonadores de processos, Técnicas de escalonamento, Introdução aos sistemas de tempo real, Sistemas operacionais de tempo real para processadores embarcados BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. Embedded Systems Architecture: Explore architectural concepts, pragmatic design patterns, and best practices to produce robust systems, Daniele Lacamera, Packt Publishing, 2018. 2. F.Vahid e T.Givargis, Embedded System Design: A Unified Hardware/Software Introduction, John Wiley & Sons, 2002. 3. P.Tianhong, Designing Embedded Systems with Arduino, Editora Springer, 2017. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. J.W. Valvano, Embedded Microcomputer Systems: Real Time Interfacing, 2nd Edition, Cengage Learning, 2006. 2. R.Kamal. Embedded Systems: Architecture, Programming and Design (Core Concepts in Electrical Engineering) 1st Edition, Editora McGraw-Hill Science/Engineering/Math, 2006. 3. J.Catsoulis, Designing Embedded Hardware, 2nd Edition, Editora O'Reilly, 2005. 4. J.D.Bakos, Embedded Systems, Editora Elsevier, 2015. 5. A.Bindal, Electronics for Embedded Systems, Editora Springer, 2017. 6. Archtecting High-Performance Embedded Systems: Design and build high-performance real-time digital systems based on FPGAs and custom circuits, Jim Ledin, Packt Publishing, 2021. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Técnicas de Ataque e Detecção de 60 4 60 Intrusão Pré-requisitos Lógica para Computação Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Tipos de ataque, prevenção e detecção. Criptanálise. Firewall. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Criptanálise. Ataques Maliciosos: Força bruta, dicionário, spoofing, hijacking, replay, man-in-the-middle, masquedaring, eavesdropping, engenharia social, pishing. Contra-Medidas: Firewalls. Distributed Denial of Services (DDOS): tipos, causas, prevenção, aprendizagem de máquina na detecção. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. Dhruba Kumar Bhattacharyya, Jugal Kumar Kalita, DDoS Attacks: Evolution, Detection, Prevention, Reaction, and Tolerance, Chapman and Hall/CRC, 2016, 312p. 2. B.Schneier, Applied Bryptography, John Wiley and Sons, 2015, 784p. 3. Niels Ferguson, Bruce Schneier, Tadayoshi Kohno, Cryptography Engineering: Design Principles and Practical Applications, 1a Edição, John Wiley and Sons, 2010, 384p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. Isaac Sharpe, Hacking: Basic Security, Penetration Testing and How to Hack, CreateSpace Independent Publishing Platform, 2015, 266p. 2. I.S. Amiri, M.R.K. Soltanian, Theoretical and Experimental Methods for Defending Against DDoS Attacks, 1st Edition, Syngress, 2015, 74p. 3. Jonathan Katz, Yehuda Lindell, Introduction to Modern Cryptography, CRC Press, 2020. 4. Helen F. Gaines, Cryptanalysis: A Study of Ciphers and Their Solution, Dover Publication, 1989, 256p. 5. H. Delfs, H. Knebl. Introduction to Cryptography: Principles and Applications, Springer, 2016. 6. Artigos técnicos e científicos atuais. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Tendências em Mídia e Interação 60 4 60 Pré-requisitos Processamento Gráfico Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Tópicos modernos da área de Mídia e Interação abordados por grandes pesquisadores na área, incluindo: computação gráfica, realidade virtual, realidade aumentada, interface humano computador, tecnologias assistivas, robótica, dispositivos multimídia, Internet das coisas. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Introdução aos temas em destaque em mídias e interação humano computador, incluindo: Computação Gráfica, Novas interfaces e novos dispositivos, Internet das Coisas, Realidade virtual e Aumentada, Jogos Digitais, Tecnologias assistivas, Robóticas. Diferentes abordagens. Aplicações. Desafios e tendências. Discussão sobre o futuro da área. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. J.Park, L.T.Yang, Y.S.Jeong, F.Hao, Advanced Multimedia and Ubiquitous Engineering, Springer, 2020. 2. J.D.Foley, A.Van Dam, S.K.Feiner, J.F.Hughes. Computer Graphics: Principles & Practice. 3a Edição, Addison Wesley, 2013. 3. R.Hartley, A.Zisserman. Multiple View Geometry in Computer Vision - Cambridge Press. 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. K. Baxter, C. Courage, K. Caine. Understanding Your Users: A Practical Guide to User Research Methods. Morgan Kaufmann, 2015. 2. Minard Müller, Fundamentals of Music Processing: Audio, Analysis, Algorithms, Applications, Springer, 2016. 3. G. Farin. Curves and Surfaces for Computer-Aided Geometric Design, A Practical Guide. 4th Edition, Academic Press, 2014. 4. Jeannie Novak, Game Development Essentials: An Introduction, Delmar Cengage Learning, 2011. 5. E. Davies. Computer & Machine Vision - Theory, Algorithms, Practicalities. Academic Press. 4th Edition, 2012. 6. Artigos científicos. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Tendências em Redes de Computadores 60 4 60 Pré-requisitos Redes de Computadores Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Tópicos modernos da área de Redes de Computadores e Sistemas Distribuídos abordados por grandes pesquisadores na área, incluindo: novos protocolos de transporte, ferramentas para concepção e avaliação de projetos de redes, novos paradigmas, tecnologias de gerenciamento, controle e engenharia de tráfego, redes sem fio, segurança, sistemas distribuídos. redes veiculares, computação ubíqua, internet das coisas. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Técnicas modernas de redes de computadores e sistemas distribuídos, incluindo: novos protocolos de transporte, ferramentas para concepção e avaliação de projetos de redes, novos paradigmas, tecnologias de gerenciamento, controle e engenharia de tráfego, redes sem fio, segurança, sistemas distribuídos. redes veiculares, computação ubíqua, internet das coisas. Introdução, abordagens, aplicações, tendências, desafios. Projeto com aplicação real. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. M.Pathan, Advanced Content Delivery, Streaming, and Cloud Services, Wiley-IEEE Press, 2014. 2. C. S. R. Murthy and B. S. Manoj, Ad Hoc Wireless Networks Architectures and Protocols, Prentice Hall, 2004. 3. S. Cirani, G. Ferrari, M. Picone, L. Veltri, Internet of Things: Architectures, Protocols and Standards, Wiley, 2019. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. Michel S. Bonfim, Kelvin L. Dias, Stenio FL Fernandes. Integrated NFV/SDN architectures: A systematic literature review. ACM Computing Surveys (CSUR), v. 51, n. 6, p. 1-39, 2019. 2. A.H. Hartenstein and K. P. Laberteaux (Eds.), VANET: Vehicular Applications and Inter-Networking Technologies, Wiley, 2016. 3. Larry Walsh. SNMP MIB Handbook. Wyndham Press, 2008. 4. Jean-Yves Le Boudec, Performance Evaluation of Computer and Communication Systems, EPFL, 2011. 5. T.Erl, Service-Oriented Architecture: A Field Guide to Integrating XML and Web Services, Prentice Hall, 2016. 6. Stefan Poslad, Ubiquitous Computing: Smart Devices, Environments and Interactions, 1st Edition, Wiley, 2009. 7. H.Zhou.The internet of things in the cloud: A middleware perspective. CRC Press, 2012. 8. Artigos científicos. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Tendências em Segurança 60 4 60 Pré-requisitos Lógica para Computação Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Estudo de técnicas avançadas em Segurança, permitindo ao aluno conhecer o estado da arte na área, incluindo: Segurança da informação, Segurança no Desenvolvimento de Software, Auditoria em Sistemas de Informação, Segurança de Computadores, Assinatura digital, Certificação digital, Ataque e deteccão de intrusão, Segurança em computação em nuvem. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Técnicas modernas de Segurança: Segurança da informação, Segurança no Desenvolvimento de Software, Auditoria em Sistemas de Informação, Segurança de Computadores, Assinatura digital, Certificação digital, Ataque e deteccão de intrusão, Segurança em computação em nuvem. Introdução, abordagens, aplicações, tendências, desafios. Projeto com aplicação real. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. William Stallings. Cryptography and Network Security: Principles and Practice. Pearson; 7th edition, 2016. 2. Michael Goodrich & Roberto Tamassia. Introduction to Computer Security. Pearson, 2010. 3. Jonathan Katz, Yehuda Lindell, Introduction to Modern Cryptography: Principles and Protocols, CRC Press, 2020. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. Ross Anderson. The Trusted Computing Architecture.Wiley; 2 edition, 2008. 2. Alberto Carneiro. Auditoria e Controle de Sistemas de Informação. Rio de Janeiro: FCA - Editora Informática, 2009. 3. Laura Walter, The Digital Signature Handbook - Everything You Need To Know About Digital Signature, Emereo Publishing, 2016. 4. Bruce Schneier, Applied Cryptography, John Wiley and Sons, 2015. 5. Dhruba Kumar Bhattacharyya, Jugal Kumar Kalita, DDoS Attacks: Evolution, Detection, Prevention, Reaction, and Tolerance, Chapman and Hall/CRC, 2016. 6. J.Vacca, Cloud Computing Security: Foundations and Challenges, CRC Press, 2016. 7. Artigos científicos. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Teste de Software Avançado 60 4 60 Fundamentos de Teste de Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. Software EMENTA Testes de Segurança Teste de Estresse Análise Estática Processos Gerência do Processo de Teste Técnicas Avançadas CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Introdução a Teste de Segurança Introdução a Teste de Estresse Introdução a Análise Estática Ciclo de vida do bug Introdução a processos de testes Planejamento do processo Monitoramento do processo (inclusive no contexto ágil e de integração contínua) Introdução às novas técnicas avançadas (contemporâneas) de Teste de Software BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. The Art of Software Security Testing: Identifying Software Security Flaws. Chris Wysopal, Lucas Nelson e Elfriede Dustin, Dino Dai Zovi. Addison-Wesley Professional; 1ª edição. 2006. 2. The Art of Application Performance Testing: From Strategy to Tools. Ian Molyneaux. O'Reilly Media; 2a edição. 2015. 3. Introduction to Static Analysis: An Abstract Interpretation Perspective. Xavier Rival e Kwangkeun Yi. MIT Press. 2020. 4. Managing the Testing Process: Practical Tools and Techniques for Managing Hardware and Software Testing. Rex Black. Wiley. 3ª edição. 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. Strategy, Planning and Organization of Test Processes: Basis for Successful Project Execution in Software Testing. Frank Witte. Springer, 2022. 2. Load and Stress Testing with JMeter. KC Martin. Kevsbooks.com. 2021. 3. Principles of Program Analysis. Flemming Nielson, Hanne R. Nielson, and Chris Hankin. Springer, 2004. 4. Software Performance Testing: Concepts, Design, and Analysis. J. J. Shen. 5. Effective Software Testing: A developer's guide. Maurizio Aniche. Manning, 2022. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Transformação de Código e Modelos 45 15 3 60 Pré-requisitos Compiladores Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA • Introdução a programação generativa [automática] • Análise, otimização e transformação de programas com inspeção de ASTs • Análises Data flow e control flow • Programação orientada a objetos e aspectos • Reflexão computacional • Linguagens de dominínio específico (DSLs) CONTEÚDO PROGRAMÁTICO • Conceitos básicos de transformação de programas e geração automática de programas : manipulação de ast, reflection, análises data flow, manipulação de bytecode, programação orientada a aspectos • Problemas e desafios na criação de linguagens de domínio específicas: sintaxe, semântica e geração de código • Reflexão computacional: aplicando introspection e intersession para manipulação de programas • Aplicações de Reflexão computacional na prática • Técnicas de orientação a aspectos para transformação de programas: pointcut, advice, e geração automática de aspectos • Combinação de técnicas: reflection, manipulação ast, manipulação de bytecode e aspectos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. Krzysztof Czarnecki and Ulrich W. Eisenecker. 2000. Generative programming: methods, tools, and applications. ACM Press/Addison-Wesley Publishing Co., USA. 2. Ira R. Forman and Nate Forman. 2004. Java Reflection in Action (In Action series). Manning Publications Co., USA. 3. Ramnivas Laddad. 2009. AspectJ in Action: Enterprise AOP with Spring Applications (2nd. ed.). Manning Publications Co., USA. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. Gregor Kiczales, Jim des Rivières, and Daniel G. Bobrow. 1991. The art of metaobject protocol. MIT Press, Cambridge, MA, USA. 2. Concepts of Programming Languages, 9th Ed.; Sebesta, Robert W.; Addison- Wesley & Associates; 2009; ISBN: 978-0-13- 607347-5 3. Nicholas Smith, Danny van Bruggen, and Federico Tomassetti. 2021. JavaParser visited: Analyse, transform and generate your Java code base. Leanpub book. 4. Daniel P. Friedman and Mitchell Wand. Essentials of Programming Languages, Third Edition; 2008; ISBN: 978-0-26-206279-4, The MIT Press. 5. https://www.pyret.org [Material Online da linguagem de programação pyret] DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Visão Computacional 30 30 3 60 Pré-requisitos Processamento de Imagem Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Conceitos básicos; Sistema Visual Humano; Segmentação de Imagens; Detecção de Formas; Detecção, Reconhecimento e Rastreamento de Objetos; Representação de características visuais; Aplicações. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Conceitos básicos (imagem digital); Sistema Visual Humano (percepção visual, visão estereoscópica); Segmentação de Imagens (binarização, detecção de bordas; detecção de contornos; detecção de regiões); Detecção de Formas (reta, círculos, elipses, formas gerais); Detecção, Reconhecimento e Rastreamento de Objetos; Representação de características visuais (bag of features); Aplicações (reconhecimento de faces, análise de texturas, etc). BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. E.R. Davies (2012) Computer and Machine Vision. 4ª Edição. Oxford: Academic Press. ISBN-10: 9780123869081. ISBN-13: 978- 0123869081. 876p. 2. R. Szeliski (2011). Computer Vision Algorithm and Applications. Londres: Springer. ISBN-13: 978-1848829343. 816p. 3. M. Nixon e A. Aguado (2019). Feature Extraction & Computer Vision. 4ª Edição. New York: Academic Press. ISBN-10: 0128149760. ISBN-13: 978-0128149768. 650p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. J.R. Parker (2011). Algorithms for Image Processing and Computer Vision. 2a Edição. New Jersey: John Wiley and Sons. ISBN- 10: 0470643854. ISBN-13: 978-0470643853. 482p. 2. B. Cyganek e J. P. Siebert (2009). An Introduction to 3D Computer Vision Techniques and Algorithms. 1a Edição. New Jersey: John Wiley and Sons. ISBN-10: 047001704X. ISBN-13: 978-0470017043. 488p. 3. R. Hartley e A. Zisserman (2004). Multiple View Geometry in Computer Vision. 2a Edição. Cambridge University Press. 2004. ISBN-13: 978-0521540513. 670p. 4. A. Zhang, Z. C. Lipton, M, Li e A. J. Smola. Dive into Deep Learning (https://d2l.ai/ - acessado em 18/12/2020) 5. D. A. Forsyth e J. Ponce (2011). Computer Vision: A Modern Approach. 2a Edição. Pearson. ISBN-13: 978-0136085928. 792p. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Visualização de Dados 45 15 3 60 Estatística e Probabilidade Pré-requisitos para Computação; Co-Requisitos Requisitos C.H. Introdução à Programação EMENTA Visualização de dados: definição e taxonomia. Princípios de percepção visual e design para visualização de dados. Técnicas para visualização de dados. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Introdução: O que é Visualização de Dados Taxonomia de Dados Princípios de Percepção Visual Aplicada a Visualização de Dados Princípios de Design de Visualizações e Gráficos Básicos Métodos de Interação para Exploração de Dados Tecnologias para Concepção/Desenvolvimento de Sistemas de Visualização Interativa de Dados Técnicas para Visualização de Dados Multi-dimensionais Técnicas de Visualização de Dados Geográficos Técnicas de Visualização de Dados de Rede e Hierarquias BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. MUNZNER, Tamara. Visualization Analysis and Design. CRC Press, 2014. 2. KNAFLIC, Cole Nussbaumer. Storytelling com Dados: Um Guia sobre Visualização de Dados para Profissionais de Negócios. Alta Books, 2019. 3. WARD, Matthew O., Georges Grinstein, and Daniel Keim. Interactive Data Visualization: Foundations, Techniques, and Applications. CRC Press, 2010. 4. WARE, Colin. Visual Thinking for Design (2nd Edition). Elsevier, 2021. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. KIRK, Andy. Data Visualization: A Handbook for Data Driven Design (2nd Edition). Sage, 2019. 2. CAIRO, Alberto. The Functional Art: An Introduction to Information Graphics and Visualization. New Riders, 2012. 3. MURRAY, Scott. Interactive Data Visualization for the Web: An Introduction to Designing with D3 (2nd Edition). O'Reilly Media, Inc., 2017. 4. MURRAY, Daniel G. Tableau Your Data!: Fast and Easy Visual Analysis with Tableau Software. John Wiley & Sons, 2013. 5. JONES, Ben. Communicating Data with Tableau. O'Reilly Media, 2014. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Ética e Aspectos Jurídicos da 60 4 60 Computação Pré-requisitos Informática e Sociedade Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Ética. Aspectos Jurídicos na Computação. Propriedade Intelectual. Direitos de Privacidade. Neutralidade da Internet. Crimes cibernéticos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Introdução à ética: conceitos, perspectivas e arcabouços metodológicos; Conceitos e teorias da Ética; Ferramentas para avaliar questões cibernéticas (pensamento crítico e argumentos); Ètica profissional, código de conduta e responsabilidade moral; Código de conduta do IEEE; Código de conduta da ACM. Direito de informática. Privacidade e espaço cibernético. Cybercrime. Propriedade intelectual, Direito autoral e proteção jurídica de software. Responsabilidade civil e penal. Inclusão social. Aspectos éticos da realidade virtual e inteligência computacional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. TAVANI, Herman T. Ethics and Technology: Controversies, Questions, and Strategies for Ethical Computing. 4th Edition. John Wiley and Sons, 2012. 464 p. 2. QUINN, Michael J. Ethics for the Information Age. 7th Edition. Pearson, 2016. 560 p. 3. SPINELLO, Richard. Cyberethics: Morality and Law in Cyberspace. 6th Edition. Jones & Bartlett Learning, 2016. 244 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. SPINELLO, Richard A. Case Studies in Information Technology Ethics. 2nd Edition. Prentice Hall, 2002. 252 p. 2. WHITMAN, Michael E., MATTORD, Herbert J. Principles of Information Security. 4th Edition. Cengage Learning, 2011. 656 p. 3. KIM, David, SOLOMON, Michael G. Fundamentals Of Information Systems Security. 2nd Edition. Jones & Bartlett Learning, 2013. 544 p. 4. ZULIANI, E.S. Responsabilidade Civil na Internet e Nos Demais Meios de Comunicação – Série GV LAW. Saraiva, 2007. 5. PECK, P. Direito digital. Ed. Saraiva, 2016. 784 p. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Introdução a Libras 60 4 60 Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Reflexão sobre os aspectos históricos da inclusão das pessoas surdas na sociedade em geral e na escola; a Libras como língua de comunicação social em contexto de comunicação entre pessoas surdas e como segunda língua. Estrutura linguística e gramatical de Libras. Especificidades da escrita do aluno surdo na produção de texto em língua portuguesa. O intérprete e a interpretação como fator de inclusão e acesso educacional para os alunos surdos ou com baixa audição. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO I - O INDIVÍDUO SURDO AO LONGO DA HISTÓRIA. • Mitos e preconceitos em torno do indivíduo surdo, da surdez e da língua gestual; • História das línguas de sinais no mundo e no Brasil (contribuições, impacto social e inclusão da pessoa surda por meio da Língua Brasileira de Sinais); • Línguas de sinais como línguas naturais; • Idéias preconcebidas e equivocadas sobre línguas de sinais. II - GRAMÁTICA DA LIBRAS • Fonologia; • Morfologia; • Sintaxe; • Semântica Lexical. III - PARÂMETROS DA LINGUAGEM DE SINAIS. • Expressão manual (sinais e soletramento manual/datilogia) e não-manual (facial); • Reconhecimento de espaço de sinalização; • Reconhecimento dos elementos que constituem os sinais; • Reconhecimento do corpo e das marcas não-manuais. IV - LIBRAS COMO LÍNGUA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL ENTRE PESSOAS SURDAS E ENTRE OUVINTES E SURDOS BILINGÜES: • Comunicando-se em Libras nos vários contextos sociais (falando Libras nas diferentes situações de interação social, com ênfase na escola, no trabalho, no lazer e em situações hospitalares); • A Libras falada na escola por professores, intérpretes e alunos surdos (Libras como registro lingüístico de comunicação acadêmica ou instrumental); • A aprendizagem da Língua de Sinais por crianças surdas em contexto escolar (a aquisição e desenvolvimento lingüístico da Língua Brasileira de Sinais na escola). V - O INTÉRPRETE E A INTERPRETAÇÃO EM LIBRAS/PORTUGUÊS ENQUANTO MEDIAÇÃO PARA A APRENDIZAGEM NA ESCOLA: • Sistema de transcrição de sinais; • Noções sobre interpretação de Libras; • Iconicidade versus arbitrariedade; • Simultaneidade versus linearidade; • Relação entre gesto e fala; • O intérprete como colaborador na aquisição da Língua Portuguesa como segunda língua para o aluno surdo; • O intérprete no apoio ao professor no entendimento da produção textual do aluno surdo (quebrando mitos e preconceito sobre a escrita do surdo na Língua Portuguesa). BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. BRITO, L.F.(1995). Por uma Gramática de Língua de Sinais. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro. 2. PIMENTA, N. e QUADROS, Ronice M. de Curso de LIBRAS. Nivel Básico I.2006.LSB Vídeo. 3. QUADROS, R.M. (1997). Aspectos da sintaxe e da aquisição da Língua Brasileira de Sinais. Letras de Hoje, 32(4): 125-146. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. CAPOVILLA, F.C. et alii.(1997). A Língua Brasileira de Sinais e sua iconicidade: análises experimentais computadorizadas de caso único. Ciência Cognitiva, I (2): 781-92; 2. ____________ et alii.(1998).Manual Ilustrado de Sinais e Sistemas de Comunicação em Rede pra surdos. São Paulo: Ed. Instituto de Psicologia, USP; 3. ____________ et alii.(2000).Dicionário Trilíngue. Língua de Sinais Brasileira, Português, Inglês. São Paulo, Edusp. 4. GOLDFELD, M. A Criança Surda: Linguagem e cognição numa perspectiva sócio-interacionista. 5. São Paulo: Plexus, 1997. 6. MAIA, M.E. No Reino da Fala: A Linguagem e seus Sons. 3.ª ed. São Paulo: Ática, Série Fundamentos, 1991. 7. MOURA, M. C. O Surdo: Caminhos para uma nova identidade DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Letras Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Língua Inglesa Instrumental 60 4 60 Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Noções básicas da estrutura de textos em língua inglesa através do ensino de estratégias que facilitem sua compreensão. Desenvolvimento integrado das habilidades de compreensão e produção oral e escrito. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO VOCABULÁRIO E EXPRESSÕES IDIOMÁTICAS INGLESAS EM CIÊNCIAS DA COMPUTAÇÃO E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO; INTERPRETAÇÃO DE TEXTO TÉCNICO-CIENTÍFICOS EM INGLÊS; COMPREENSÃO DE APRESENTAÇÕES ORAIS TÉCNICO-CIENTÍFICOS EM INGLÊS; ESTILÍSTICA DA REDAÇÃO DE DOCUMENTOS TÉCNICO-CIENTÍFICOS EM INGLÊS; ESTILÍSTICA DE SEMINÁRIOS ORAIS TÉCNICO-CIENTÍFICOS EM INGLÊS. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. BOOTH, Vernon. Communicating in science: writing a scientific paper and speaking at scientific meetings . 2nd. ed. -. Cambridge: University, 1993. 78p. ISBN 0521429153 (broch.). 2. PARADIS, James G; ZIMMERMAN, Muriel L. The mit guide to science and engineering communication. 2.ed. Cambridge, Massachusetts: MIT Press, 2002. 324 p. ISBN 0262661276 (broch.) 3. LAPLANTE, Phillip A. (Ed.). Dictionary of computer science, engineering, and technology. Boca Raton, FL: CRC Press, 2001. 543 p. ISBN 0849326915 (enc.). BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. CAPOVILLA, F.C. et alii.(1997). A Língua Brasileira de Sinais e sua iconicidade: análises experimentais computadorizadas de caso único. Ciência Cognitiva, I (2): 781-92; 2. ____________ et alii.(1998).Manual Ilustrado de Sinais e Sistemas de Comunicação em Rede pra surdos. São Paulo: Ed. Instituto de Psicologia, USP; 3. ____________ et alii.(2000).Dicionário Trilíngue. Língua de Sinais Brasileira, Português, Inglês. São Paulo, Edusp. 4. GOLDFELD, M. A Criança Surda: Linguagem e cognição numa perspectiva sócio-interacionista. 5. São Paulo: Plexus, 1997. 6. MAIA, M.E. No Reino da Fala: A Linguagem e seus Sons. 3.ª ed. São Paulo: Ática, Série Fundamentos, 1991. 7. MOURA, M. C. O Surdo: Caminhos para uma nova identidade. Rio de Janeiro: Revinter, 2000. 8. Na internet: http://www.ges.ced.ufsc.br/publicacoes.htm DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Letras Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Tecnologia, Diversidade, Equidade e 60 4 60 Inclusão Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Tecnologia, Diversidade, Equidade e Inclusão; Impacto das tecnologias digitais no meio ambiente; Relações étnico-raciais e tecnologia; Direitos humanos e tecnologia; Desigualdades de gênero e tecnologia; Acesso digital e inclusão social; Viés algorítmico e discriminação; Privacidade e proteção de dados; Inclusão de grupos marginalizados na era digital; Responsabilidade social e ética na tecnologia; Desenvolvimento de soluções tecnológicas inclusivas; Ciência, Tecnologia e Sociedade; Humanidades Digitais. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO - Tranversalidade entre Tecnologia, Diversidade, Equidade e Inclusão - Impacto das tecnologias digitais no meio ambiente - Relações étnico-raciais e tecnologia: desafios e oportunidades - Direitos humanos na era digital: liberdade de expressão, privacidade e censura - Desigualdades de gênero e tecnologia: acesso, participação e representatividade - Acesso digital e inclusão social: barreiras e estratégias de superação - Viés algorítmico e discriminação: ética e equidade nos sistemas automatizados - Privacidade e proteção de dados pessoais: legislação e melhores práticas - Inclusão de grupos marginalizados na era digital: desafios e abordagens inclusivas - Responsabilidade social e ética na tecnologia: papel das empresas e profissionais - Desenvolvimento de soluções tecnológicas inclusivas: design centrado no usuário e acessibilidade - Estudos de casos e análise crítica de questões contemporâneas relacionadas à tecnologia, diversidade, equidade e inclusão. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. ALMEIDA, Silvio. Racismo estrutural. Pólen Produção Editorial LTDA, 2019. 2. D'IGNAZIO, Catherine; KLEIN, Lauren F. Data feminism. MIT press, 2020. 3. SACHS, Jeffrey D. The age of sustainable development. Columbia University Press, 2015. 4. MEDINA-KIN, Gabriel. Towards Justice in Undergraduate Computer Science Education: Possibilities in Power, Equity, and Praxis. American Society for Engineering Education, 2021 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. DAVIS, Angela. Mulheres, raça e classe. Boitempo Editorial, 2016. 2. PEREZ, Caroline Criado. Mulheres invisíveis: O viés dos dados em um mundo projetado para homens. Editora Intrinseca, 2022. 3. SCHULZ, Greg. The green and virtual data center. CRC Press, 2016. 4. FERDMAN, Bernardo M.; DEANE, Barbara. "Diversity at work: The practice of inclusion." (2014). 5. NOBLE, Safiya Umoja. "Algorithms of oppression". New York University Press, 2018. 6. CAFEZEIRO, Isabel et al. Informática é sociedade. In: Santos, Edméa; Sampaio, Fábio; Pimentel, Mariano (Org.). Informática na Educação: sociedade e políticas. Porto Alegre: Sociedade Brasileira de Computação - SBC. (Série Informática na Educação, v.4), 2021. 7. SILVA, Tarcízio. Racismo algorítmico: inteligência artificial e discriminação nas redes digitais, 2022. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Segurança de Informação e Sistemas 60 4 60 Desenvolvimento de Software; Introdução a Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. Sistemas Distribuídos e Redes de Computadores EMENTA Fundamentos de Segurança da Informação; Segurança no Desenvolvimento de Software; Auditoria em Sistemas de Informação; Políticas e Normas de Segurança CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Unidade 1: Segurança da Informação - Conceitos e Princípios de Segurança da Informação - A Segurança e o Ciclo de Vida da Informação - Classificação e Controle dos Ativos de Informação - Aspectos Humanos da Segurança da Informação - Segurança do Ambiente Físico e Lógico - Controle de Acesso - A Organização da Segurança - A Segurança no Contexto da Governança de TI Unidade 2: Segurança no Desenvolvimento de Software - Modelos de Especificação da Segurança - Especificação da Segurança Desejada - Segurança do Ambiente de Desenvolvimento - Garantia da Segurança da Aplicação Unidade 3: Auditoria em Sistemas de Informação - Fundamentos em Auditoria de Sistemas de Informação - Metodologia de Auditoria de Sistemas de Informação - Ferramentas de Auditoria de Sistemas de Informação - Técnicas de Auditoria de Sistemas de Informação - Auditoria na Aquisição, Desenvolvimento, Documentação e Manutenção de Sistemas de Informação - Auditoria no Processo ou Metodologia de Desenvolvimento de Sistema de Informação - Auditoria de Sistemas de Informação em Produção Unidade 4: Políticas e normas de Segurança em ambiente de TI - Estrutura de uma política de segurança - Importância das empresas terem uma política de segurança - Normas vigentes sobre segurança da informação BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. GOODRICH, M. T.; TAMASSIA, R. Introdução à Segurança de Computadores. Porto Alegre: Bookman, 2013. 550 p. ISBN 9788540701922. 2. ANDERSON, R. J. Security Engineering: A Guide to Building Dependable Distributed Systems. 2nd ed. Wiley, 2008. 3. BRUCE SCHNEIER. SCHNEIER ON SECURITY, WILEY, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. CENTRO DE ESTUDOS, RESPOSTA E TRATAMENTO DE INCIDENTES DE SEGURANÇA NO BRASIL. Estatísticas dos Incidentes Reportados ao CERT.br. São Paulo, 2015. 2. FREITAS, A. R. de. Perícia Forense Aplicada à Informática: ambiente microsoft. 1. ed. Rio de Janeiro: BRASPORT, 2006. 216 p. ISBN 8574522260. 3. STALLINGS, W. Computer Security: Principles and Practice. Prentice Hall, 2014. 4. BISHOP, Matt. Computer Security: Art and Science. Addison-Wesley Professional, 2018. 5. LIRA, Mauricio Rocha. Segurança e Auditoria em Sistemas de Informação. Ciência Moderna, 2017. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Métodos Forrmais 60 0 4 60 Desenvolvimento de Software Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. Lógica para Computação EMENTA Desenvolvimento formal de software. Aplicações de métodos formais. Especificações formais. Noções de refinamento. Verificação de modelos. Prova de teoremas. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Desenvolvimento formal de software - Confiabilidade e dependabilidade de software - Diretrizes e regulamentações Aplicações de métodos formais - Ferramentas - Casos de sucesso Lógica aplicada a métodos formais - Lógica proposicional - Lógica de predicados - Lógica temporal Matemática discreta aplicada a métodos formais - Definição e manipulação de conjuntos - Definição e manipulação de relações - Definição e manipulação de sequências Especificações formais - Especificações baseadas em modelos - Especificações axiomáticas e algébricas Noções de refinamento - Refinamento de dados - Refinamento de não-determinismo Verificação de modelos - Sistemas de transição - Técnicas de verificação Prova de teoremas - Provadores interativos de teoremas - Provadores automáticos de teoremas BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. O’REGAN, Gerard. Concise Guide to Formal Methods: Theory, Fundamentals and Industry Applications. Springer, 2017. 2. ALAGAR, Vangalur; PERIYASAMY, Kasilingam. Specification of Software Systems. Springer, 2nd edition, 2011. 3. SCHNEIDER, Steve. The B-Method. Palgrave, 2001. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. ALMEIDA, José; FRADE, Maria; PINTO, Jorge; SOUSA, Simão. Rigorous Software Development. Springer London, 2011. 2. ABRIAL, Jean-Raymond. The B-book: Assigning Programs to Meanings. Cambridge University Press, 1996. 3. WOODCOCK, Jim; DAVIS, Jim. Using Z: Specification, Refinement, and Proof. Prentice Hall International, 1996. 4. NOLT, John; ROHATYN, Dennis; VARZI, Achille. Schaum’s outlines: Logic. McGraw-Hill, 2nd edition, 2011. 5. HUTH, Michael; RYAN, Mark. Logic in Computer Science: Modelling and Reasoning about Systems. Cambridge University Press, 2nd edition, 2004. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Ciência da Computação _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E FOLHA DE ASSINATURAS CONTRATOS Emitido em 19/09/2023 DOCUMENTOS ACADEMICOS Nº 3/2023 - CGRADCC (11.78.10) (Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO) (Assinado digitalmente em 19/09/2023 14:43 ) VALERIA CESARIO TIMES ALVES COORDENADOR - TITULAR CGRADCC (11.78.10) Matrícula: ###510#8 Visualize o documento original em http://sipac.ufpe.br/documentos/ informando seu número: 3, ano: 2023, tipo: DOCUMENTOS ACADEMICOS, data de emissão: 19/09/2023 e o código de verificação: 0a63ee1fb6 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO COORDENACAO DIDATICO-PEDAGOCICA DOS CURSOS DE GRADUACAO - PROGRAD PARECER Nº 2548/2023 - CDPCG PROGRAD (11.13.29) Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO Recife-PE, 19 de setembro de 2023. À Pró-Reitoria de Graduação – PROGRAD, Este processo trata da solicitação de reforma curricular integral do Projeto Pedagógico do Curso – PPC de Graduação em Ciência da Computação, do Centro de Informática – CIn, em conformidade com a Resolução Nº 3/2014, do Conselho Coordenador de Ensino, Pesquisa e Extensão da Universidade Federal de Pernambuco – CCEPE/UFPE, dos dispositivos legais e normativos do Ministério da Educação – MEC e das Resoluções Institucionais, conforme disposto no anexo I, páginas 126-127. A carga horária definida no PPC passou de 3.495 horas para 3.200 horas, distribuída da seguinte forma: 1.530 horas de componentes obrigatórios, 320 horas de Ações Curriculares de Extensão – ACEx, 780 horas de componentes eletivos do perfil, 300 horas de componentes eletivos livres e 270 horas de atividades complementares. O tempo de integralização do curso a ser cumprido é no mínimo 09 (nove) e máximo 18 (dezoito) semestres letivos, realizados no horário manhã/tarde, mantendo o número de vagas iniciais para ingresso, 100 (cem) vagas anuais, distribuídas igualmente no primeiro e segundo semestres do ano. O PPC demonstra a oportunidade do discente especializar-se em algumas ênfases. É possível de um componente ser usado em diferentes ênfases, como também a integração de componentes de diferentes ênfases, gerando uma especialização não prevista. O curso oferece quatro ênfases: (i) Engenharia de Software; (ii) Inteligência Computacional, Ciência de Dados e Banco de Dados; (iii) Mídia e Interação; e (iv)Sistemas Computacionais As unidades que compõem essas ênfases são eletivas de perfil. O discente precisa integralizar, pelo menos, 780 horas de eletivas do perfil a sua escolha. Durante a reformulação do Perfil Curricular do Curso foram: criados e excluídos diversos componentes curriculares obrigatórios e eletivos; modificadas nomenclaturas; atualizadas ementas, conteúdos programáticos e bibliografias básicas e complementares; atualizadas metodologias e recursos didáticos para o ensino, como se observa nas páginas de 24 a 35 do referido PPC. Foram ainda atualizadas informações sobre a infraestrutura, conforme constam nas páginas 99-112. Considerando que a reforma integral do PPC foi acompanhada pelo NDE e atende aos requisitos legais/normativos estabelecidos pelo MEC e nas Resoluções Institucionais da UFPE, bem como apresenta as atas de aprovação do: (i) Colegiado do curso de graduação em Ciência da Computação; (ii) Câmara de Ensino, Pesquisa, Extensão e Cultura do Centro de Informática e (iii) Conselho do Centro de Informática (#doc.1), somos de parecer favorável à aprovação do novo Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Ciência da Computação, do Centro de Informática – CIn, e a implantação do respectivo Perfil Curricular do Curso no Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas, a partir de 2024.1. Colocamo-nos à disposição para dirimir eventuais dúvidas que se fizerem necessárias. (Assinado digitalmente em 19/09/2023 13:40) JULIANA SOUZA OLIVEIRA COORDENADOR - TITULAR CDPCG PROGRAD (11.13.29) Matrícula: ###513#2 Processo Associado: 23076.092157/2023-63 Para verificar a autenticidade deste documento entre em http://sipac.ufpe.br/public/documentos/index.jsp informando seu número: 2548, ano: 2023, tipo: PARECER, data de emissão: 19/09/2023 e o código de verificação: cda0457f8b MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO COORDENAÇÃO ADMINISTRATIVA - PROGRAD PARECER Nº 2555/2023 - CADM PROGRAD (11.13.06) Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO Recife-PE, 19 de setembro de 2023. À Coordenação Didático-Pedagógica dos Cursos de Graduação - CDPCG/DDE, Aprovo Ad Referendum da Câmara de Graduação e Ensino Básico o Processo nº 23076.092157/2023-63, referente à Aprovação da Reforma Integral do Projeto Pedagógico do Curso de Ciência da Computação - CIn, com base no Parecer Nº 2548 / 2023 (Documento #4) exarado pela Coordenação Didático-Pedagógica dos Cursos de Graduação - CDPCG/DDE/Prograd. Atenciosamente, (Assinado digitalmente em 19/09/2023 15:13) KATIA SILVA CUNHA PRO-REITOR - SUBSTITUTO PROGRAD (11.13) Matrícula: ###363#6 Processo Associado: 23076.092157/2023-63 Para verificar a autenticidade deste documento entre em http://sipac.ufpe.br/public/documentos/index.jsp informando seu número: 2555, ano: 2023, tipo: PARECER, data de emissão: 19/09/2023 e o código de verificação: b2e581b2a5 DECISÃO AD REFERENDUM DA CÂMARA DE GRADUAÇÃO E ENSINO BÁSICO A Pró-Reitora de Graduação e Presidente da Câmara de Graduação e Ensino Básico, no uso das atribuições legais e estatutárias, RESOLVE: Aprovo Ad Referendum da Câmara de Graduação e Ensino Básico, a alteração Projeto Político-Pedagógico, Reforma Curricular do Curso de Graduação Ciência da Computação, com base no Parecer Nº 2548/2023 - CDPCG (Documento #4), exarado pela Coordenação Didático Pedagógica dos Cursos de Graduação/DDE/Prograd. B.O. UFPE, RECIFE, 58 ( 161 BOLETIM DE SERVIÇO ): 1 - 24 19 DE SETEMBRO DE 2023 14 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E FOLHA DE ASSINATURAS CONTRATOS Emitido em 19/09/2023 BOLETIM OFICIAL Nº 202/2023 - CADM PROGRAD (11.13.06) (Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO) (Assinado digitalmente em 20/09/2023 12:44 ) INA MARIA DE ALCANTARA MENDONCA SECRETARIO EXECUTIVO CADM PROGRAD (11.13.06) Matrícula: ###379#8 Visualize o documento original em http://sipac.ufpe.br/documentos/ informando seu número: 202, ano: 2023, tipo: BOLETIM OFICIAL, data de emissão: 20/09/2023 e o código de verificação: 5a6199984c MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO COORDENAÇÃO ADMINISTRATIVA - PROGRAD DESPACHO Nº 95814/2023 - CADM PROGRAD (11.13.06) Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO Recife-PE, 20 de setembro de 2023. À Coordenação Didático Pedagógica dos Cursos de Graduação/DDE/Prograd, Segue Boletim Oficial n° 202/2023 (documento #6) onde é informado o Ad Referendum da Câmara de Graduação e Ensino Básico refrente à Reforma do PPC do Curso de Ciência da Computação para ciência e providência quanto aos demais andamentos cabíveis. Atenciosamente, (Assinado digitalmente em 20/09/2023 16:18) KATIA SILVA CUNHA PRO-REITOR - SUBSTITUTO PROGRAD (11.13) Matrícula: ###363#6 Processo Associado: 23076.092157/2023-63 Para verificar a autenticidade deste documento entre em http://sipac.ufpe.br/public/documentos/index.jsp informando seu número: 95814, ano: 2023, tipo: DESPACHO, data de emissão: 20/09/2023 e o código de verificação: 3eacaf5f15 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO COORDENACAO DIDATICO-PEDAGOCICA DOS CURSOS DE GRADUACAO - PROGRAD ENCAMINHAMENTO Nº 189/2023 - CDPCG PROGRAD (11.13.29) Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO Recife-PE, 21 de setembro de 2023. À Divisão de Currículos e Programas - DCP/DDE, Segue processo com o novo Projeto Pedagógico do Curso de Ciência da Computação do CIn, para implantação da estrutura curricular no SigaA. Atenciosamente, (Assinado digitalmente em 21/09/2023 14:03) TAIS PATRICIA SANTOS DE OLIVEIRA PIMENTEL TECNICO EM ASSUNTOS EDUCACIONAIS CDPCG PROGRAD (11.13.29) Matrícula: ###783#6 Processo Associado: 23076.092157/2023-63 Para verificar a autenticidade deste documento entre em http://sipac.ufpe.br/public/documentos/index.jsp informando seu número: 189, ano: 2023, tipo: ENCAMINHAMENTO, data de emissão: 21/09/2023 e o código de verificação: a169ff86b2 Serviço Público Federal MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E CONTRATOS PROCESSO 23076.048643/2024-74 Cadastrado em 11/07/2024 Processo disponível para recebimento com código de barras/QR Code Nome(s) do Interessado(s): E-mail: Identificador: COORDENACAO DA GRADUACAO EM CIENCIA DA COMPUTACAO coord-cc@cin.ufpe.br 117810 - CIN SECGRAD secgrad@cin.ufpe.br null Tipo do Processo: PROJETO POLITICO-PEDAGOGICO Assunto do Processo: 121.1 - PROJETO PEDAGOGICO DOS CURSOS DE GRADUACAO Assunto Detalhado: SEGUE ATA DO COLEGIADO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO REFERENTE A APROVAÇÃO DE RESOLUÇÃO DE FORMAÇÃO AVANÇADA A SER APENSADA AO PPC DO CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO NO PERFIL DE CÓDIGO 2002. Unidade de Origem: COORDENACAO DA GRADUACAO EM CIENCIA DA COMPUTACAO - CIN (11.78.10) Criado Por: ELIDELSON JOSE DE FARIAS Ciência: --- MOVIMENTAÇÕES ASSOCIADAS Data Destino Data Destino COORDENACAO DIDATICO-PEDAGOCICA DOS CURSOS DE 09/08/2024 GRADUACAO - PROGRAD (11.13.29) COORDENACAO DA GRADUACAO EM CIENCIA DA 25/07/2024 COMPUTACAO - CIN (11.78.10) COORDENACAO DIDATICO-PEDAGOCICA DOS CURSOS DE 11/07/2024 GRADUACAO - PROGRAD (11.13.29) SIPAC | Superintendência de Tecnologia da Informação (STI-UFPE) - (81) 2126-7777 | Copyright © 2005-2024 - UFRN - sipac02.ufpe.br.sipac02 Para visualizar este processo, entre no Portal Público em http://sipac.ufpe.br/public e acesse a Consulta de Processos. Visualizar no Portal Público SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE INFORMÁTICA COORDENAÇÃO DA GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO ATA DE REUNIÃO DO COLEGIADO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO, REALIZADA EM 19 DE JUNHO DE 2024 DE FORMA REMOTA. Ao décimo nono dia do mês de Junho de dois mil e vinte e quatro, reuniram-se os membros do Colegiado do Curso de Ciência da Computação do Centro de Informática da UFPE. A reunião foi presidida pelo Professor Paulo Gustavo Soares da Fonseca, Coordenador do curso de Ciência da Computação, e tratou da seguinte pauta. 1) Aprovação de Resolução de Formação Avançada a ser apensada ao PPC do Curso de Ciência da Computação no perfil de código 2002. A Resolução No. 18/2021, atualizada pela Resolução No. 10/2022 do CEPE permite a matrícula de discentes de graduação em disciplinas de programas de Pós-Graduação, chamadas de disciplinas de formação avançada. Foi apresentada e discutida uma resolução disciplinando o aproveitamento da carga horária dessas disciplinas para a integralização do curso para os alunos do antigo perfil curricular de código 2002, vigente até 2023.2, porém ainda com discentes vinculados. O objetivo desta resolução é disciplinar a matéria nos moldes do que já foi feito para o novo perfil curricular. Esta resolução deverá ser apensada ao referido PPC. Decisão: Após deliberação, o colegiado decidiu aprovar a Resolução com a redação em anexo. Não havendo mais nada a tratar, a reunião foi encerrada pelo Prof. Paulo Gustavo Soares da Fonseca que datou e lavrou a presente ata que assina juntamente com os demais presentes. Recife, 19 de Junho de 2024 NORMAS DOS ESTUDOS AVANÇADOS UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE INFORMÁTICA CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Dispõe a respeito das disciplinas de Formação Avançada no âmbito do Curso de Graduação em Ciência da Computação. Em 19 de Junho de 2024, O COLEGIADO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO, no uso de suas atribuições, CONSIDERANDO ● O disposto na Resolução No. 10/2022 do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão, da UFPE que permite a matrícula de discentes de graduação em disciplinas de programas de Pós-Graduação, chamadas de disciplinas de formação avançada; ● O Perfil curricular de código 2002, vigente até 2023.2, porém ainda com discentes vinculados; ● Que o discente do Curso de Graduação em Ciência da Computação vinculado ao perfil curricular de código 2002 deverá cumprir o total de 3495 horas, distribuídas em 2055 horas em componentes obrigatórios, 300 horas de estágio curricular obrigatório, 750 horas em componentes eletivos de perfil, e 390 horas de componentes eletivos livres, de acordo com o Projeto Pedagógico do Curso, conforme aprovação do Colegiado do Curso; RESOLVE CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º - De acordo com o Projeto Pedagógico do curso de Ciência da Computação do CIn/UFPE de código 2002, o discente da graduação em Ciência da Computação deve cumprir uma carga horária de disciplinas consideradas eletivas de perfil e livres. As disciplinas eletivas de perfil fazem parte do quadro de disciplinas ofertadas pelo curso de Ciência da Computação, e as disciplinas eletivas livres são quaisquer das disciplinas ofertadas por outros cursos da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Art. 2º - O discente da graduação em Ciência da Computação poderá se matricular em disciplinas ofertadas por programas de Pós-Graduação na UFPE, conforme Resolução no 10/202 do CEPE, respeitados os critérios para ocupação de vagas definidos pelo colegiado de graduação do curso de origem e o colegiado de Pós-Graduação do Programa pretendido e respeitados os critérios definidos nesta resolução. CAPÍTULO II DO APROVEITAMENTO ACADÊMICO Art. 3º - O discente do curso de Ciência da Computação vinculado ao perfil 2002 poderá cursar até 180 horas da sua carga horária de eletivas de perfil em disciplinas de pós-graduação, desde que oferecidas pelo Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação da UFPE. Parágrafo Único. Em caso de excedente dessa carga horária, esse excedente poderá ser computado para integralização de carga horária de eletivas livres. Art. 4º - O discente do curso de Ciência da Computação vinculado ao perfil 2002 poderá cursar até 390 horas da sua carga horária de eletivas livres em disciplinas de pós-graduação, desde que oferecidas por Programas de Pós-Graduação da UFPE. Parágrafo Único. Em caso de excedente dessa carga horária, esse excedente não será computado para integralização de carga horária de nenhum outro tipo. CAPÍTULO III DOS CRITÉRIOS Art. 5º - Para cursar as disciplinas de formação avançada, é preciso satisfazer os critérios de preenchimento de vagas estabelecidos pelo colegiado do curso da disciplina ofertada, e o discente deverá ter integralizado, pelo menos, 60% da carga horária total do curso de Ciência da Computação. CAPÍTULO IV DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 6° - Não é necessária a confirmação ou autorização do colegiado do curso de Graduação em Ciência da Computação para a matrícula do aluno nas disciplinas de formação avançada, desde que se cumpram os critérios de matrícula definidos nesta resolução e na Resolução no 10/2022 do CEPE. Art. 7° - Os créditos dos componentes de formação avançada cursados pelo discente, se finalizados com aprovação, serão inseridos no sistema de gestão acadêmica da UFPE. Paulo Gustavo Soares da Fonseca Coordenador do Curso de Ciência da Computação Nivan Roberto Ferreira Junior Vice-Coordenador do Curso de Engenharia da Computação Centro de Informática - Universidade Federal de Pernambuco MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E FOLHA DE ASSINATURAS CONTRATOS Emitido em 26/06/2024 ATA DE COLEGIADO Nº 358/2024 - CGRADCC (11.78.10) (Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO) (Assinado digitalmente em 27/06/2024 09:12 ) (Assinado digitalmente em 10/07/2024 08:44 ) ADENILTON JOSÉ DA SILVA ADRIANO AUGUSTO DE MORAES SARMENTO PROFESSOR DO MAGISTERIO SUPERIOR PROFESSOR DO MAGISTERIO SUPERIOR CIN (11.78) CIN (11.78) Matrícula: ###666#5 Matrícula: ###815#6 (Assinado digitalmente em 10/07/2024 15:29 ) (Assinado digitalmente em 26/06/2024 14:21 ) CARINA FROTA ALVES CARLOS ANDRE GUIMARAES FERRAZ PROFESSOR DO MAGISTERIO SUPERIOR PROFESSOR DO MAGISTERIO SUPERIOR CIN (11.78) CIN (11.78) Matrícula: ###705#4 Matrícula: ###772#4 (Assinado digitalmente em 02/07/2024 13:48 ) (Assinado digitalmente em 09/07/2024 21:08 ) MARCIO LOPES CORNELIO PAULO GUSTAVO SOARES DA FONSECA PROFESSOR DO MAGISTERIO SUPERIOR COORDENADOR CIN (11.78) CGRADCC (11.78.10) Matrícula: ###420#1 Matrícula: ###490#5 (Assinado digitalmente em 27/06/2024 16:18 ) (Assinado digitalmente em 27/06/2024 06:45 ) SERGIO CASTELO BRANCO SOARES VALERIA CESARIO TIMES ALVES PROFESSOR DO MAGISTERIO SUPERIOR PROFESSOR DO MAGISTERIO SUPERIOR CIN (11.78) CIN (11.78) Matrícula: ###311#1 Matrícula: ###510#8 Visualize o documento original em http://sipac.ufpe.br/documentos/ informando seu número: 358, ano: 2024, tipo: ATA DE COLEGIADO, data de emissão: 26/06/2024 e o código de verificação: c76da589c3 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E FOLHA DE ASSINATURAS CONTRATOS Emitido em 11/07/2024 ATA DE COLEGIADO Nº 378/2024 - CGRADCC (11.78.10) (Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO) (Assinado digitalmente em 11/07/2024 17:31 ) ELIDELSON JOSE DE FARIAS ASSISTENTE EM ADMINISTRACAO NEAP (11.78.05) Matrícula: ###507#1 Visualize o documento original em http://sipac.ufpe.br/documentos/ informando seu número: 378, ano: 2024, tipo: ATA DE COLEGIADO, data de emissão: 11/07/2024 e o código de verificação: 8a8c4fb4ab MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO COORDENACAO DA GRADUACAO EM CIENCIA DA COMPUTACAO - CIN DESPACHO Nº 61050/2024 - CGRADCC (11.78.10) Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO Recife-PE, 11 de julho de 2024. Segue para as devidas providências ata de reunião do colegiado do Curso de Ciência da Computação, do Centro de Informática/UFPE referente a aprovação de Resolução de Formação Avançada a ser apensada ao PPC do Curso de Ciência da Computação no perfil de código 2002. (Assinado digitalmente em 11/07/2024 17:31) ELIDELSON JOSE DE FARIAS ASSISTENTE EM ADMINISTRACAO NEAP (11.78.05) Matrícula: ###507#1 Processo Associado: 23076.048643/2024-74 Para verificar a autenticidade deste documento entre em http://sipac.ufpe.br/public/documentos/index.jsp informando seu número: 61050, ano: 2024, tipo: DESPACHO, data de emissão: 11/07/2024 e o código de verificação: d6899cc35a MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO COORDENACAO DIDATICO-PEDAGOCICA DOS CURSOS DE GRADUACAO - PROGRAD SOLICITACAO Nº 1705/2024 - CDPCG PROGRAD (11.13.29) Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO Recife-PE, 24 de julho de 2024. À Coordenação do Curso de Ciência da Computação - CIN, Em devolução para que seja inserida a Ata de Aprovação do Pleno do departamento, considerando que trata-se de uma Reforma Curricular Parcial do Projeto Pedagógico do Curso. Atenciosamente, (Assinado digitalmente em 25/07/2024 01:02) KARLA ALEXSANDRA DE ALBUQUERQUE COORDENADOR CDPCG PROGRAD (11.13.29) Matrícula: ###568#8 Processo Associado: 23076.048643/2024-74 Para verificar a autenticidade deste documento entre em http://sipac.ufpe.br/public/documentos/index.jsp informando seu número: 1705, ano: 2024, tipo: SOLICITACAO, data de emissão: 24/07/2024 e o código de verificação: cc8a49e56a EXTRATO DE ATA DA REUNIÃO DO PLENO DO CENTRO DE INFORMÁTICA (CIn), DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO (UFPE), REALIZADA AOS 5 (CINCO) DIAS DO MÊS DE AGOSTO DE 2024. Expediente 3 – Homologação de Resolução de Formação Avançada a ser apensada ao PPC do Curso de Ciência da Computação – Foi colocado pelo Prof. Paulo Borba, Diretor do CIn, para apreciação dos membros deste Pleno, a Resolução de Formação Avançada a ser apensada ao PPC do Curso de Ciência da Computação no perfil de código 2002, conforme ata do colegiado do referido curso. Depois de analisado, o pleno decidiu por unanimidade homologar a referida resolução. Copiei conforme original. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E FOLHA DE ASSINATURAS CONTRATOS Emitido em 05/08/2024 EXTRATO DE ATA Nº 1644/2024 - SECGERAL (11.78.01) (Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO) (Assinado digitalmente em 08/08/2024 15:30 ) NARA SIQUEIRA VIANA ASSISTENTE EM ADMINISTRACAO SECGERAL (11.78.01) Matrícula: ###604#7 Visualize o documento original em http://sipac.ufpe.br/documentos/ informando seu número: 1644, ano: 2024, tipo: EXTRATO DE ATA, data de emissão: 08/08/2024 e o código de verificação: 76443ff2a0 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E FOLHA DE ASSINATURAS CONTRATOS Emitido em 09/08/2024 ATA Nº 877/2024 - CGRADCC (11.78.10) (Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO) (Assinado digitalmente em 09/08/2024 09:59 ) GISELLY KARINE DE SOUZA AUX EM ADMINISTRACAO NEAP (11.78.05) Matrícula: ###912#2 Visualize o documento original em http://sipac.ufpe.br/documentos/ informando seu número: 877, ano: 2024, tipo: ATA, data de emissão: 09/08/2024 e o código de verificação: 0bfb0f240a 12/08/2024, 13:44 Ofício Eletrônico - SIPAC MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO COORDENACAO DIDATICO-PEDAGOCICA DOS CURSOS DE GRADUACAO - PROGRAD OFICIO ELETRONICO Nº 8/2024 - CDPCG PROGRAD (11.13.29) (Código: 202506977) Nº do Protocolo: 23076.060760/2024-96 Recife-PE, 09 de Agosto de 2024. COORDENACAO DA GRADUACAO EM CIENCIA DA COMPUTACAO - CIN Título: Aprovação da Resolução de Formação Avançada - Apensamento ao PPC Assunto: 991 - GESTAO DE COMUNICACOES EVENTUAIS (COMUNICADOS, INFORMES) À Coordenação do Curso de Graduação em Ciência da Computação - CIN, Informamos que o processo eletrônico no 23076.048643.2024-74, que trata do apensamento da Resolução sobre Formação Avançada ao Projeto Pedagógico de Curso (PPC), do Curso de Graduação em Ciência da Computação - CIN, atende às exigências das resoluções n° 18/2021 CEPE UFPE e n° 10/2022 CEPE UFPE, sendo aprovada pela Coordenação Didático- Pedagógica dos Cursos de Graduação, da Pró-Reitoria de Graduação - CDPCG/PROGRAD. Comunicamos ainda que a Resolução de Formação Avançada foi anexada ao Projeto Pedagógico do Curso - PPC em vigor. Colocamo-nos à disposição para eventuais explicações que se fizerem necessárias. Atenciosamente, (Autenticado em 12/08/2024 13:29) KARLA ALEXSANDRA DE ALBUQUERQUE COORDENADOR - TITULAR CDPCG PROGRAD (11.13.29) Matrícula: 3356808 Para verificar a autenticidade deste documento entre em http://sipac.ufpe.br/public/documentos/index.jsp informando seu número: 8, ano: 2024, tipo: OFICIO ELETRONICO, data de emissão: 09/08/2024 e o código de verificação: c108801634 https://sipac.ufpe.br/sipac/protocolo/memorando_eletronico/memorando_eletronico.jsf?idMemorandoEletronico=2843730&sr=true 1/2 12/08/2024, 13:44 Ofício Eletrônico - SIPAC Copyright 2007 - Superintendência de Tecnologia da Informação (STI-UFPE) - UFPE https://sipac.ufpe.br/sipac/protocolo/memorando_eletronico/memorando_eletronico.jsf?idMemorandoEletronico=2843730&sr=true 2/2 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E FOLHA DE ASSINATURAS CONTRATOS Emitido em 12/08/2024 OFICIO Nº 8505/2024 - CDPCG PROGRAD (11.13.29) (Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO) (Assinado digitalmente em 12/08/2024 13:49 ) JULIANA CRISTINA DE ANDRADE TECNICO EM ASSUNTOS EDUCACIONAIS CDPCG PROGRAD (11.13.29) Matrícula: ###834#4 Visualize o documento original em http://sipac.ufpe.br/documentos/ informando seu número: 8505, ano: 2024, tipo: OFICIO, data de emissão: 12/08/2024 e o código de verificação: 1e3a82959c Serviço Público Federal MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E CONTRATOS PROCESSO 23076.048643/2024-74 Cadastrado em 11/07/2024 Processo disponível para recebimento com código de barras/QR Code Nome(s) do Interessado(s): E-mail: Identificador: COORDENACAO DA GRADUACAO EM CIENCIA DA COMPUTACAO coord-cc@cin.ufpe.br 117810 - CIN SECGRAD secgrad@cin.ufpe.br null Tipo do Processo: PROJETO POLITICO-PEDAGOGICO Assunto do Processo: IFE.121.1 - PROJETO PEDAGOGICO DOS CURSOS DE GRADUACAO Assunto Detalhado: SEGUE ATA DO COLEGIADO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO REFERENTE A APROVAÇÃO DE RESOLUÇÃO DE FORMAÇÃO AVANÇADA A SER APENSADA AO PPC DO CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO NO PERFIL DE CÓDIGO 2002. Unidade de Origem: COORDENACAO DA GRADUACAO EM CIENCIA DA COMPUTACAO - CIN (11.78.10) Criado Por: ELIDELSON JOSE DE FARIAS Ciência: --- MOVIMENTAÇÕES ASSOCIADAS Data Destino Data Destino COORDENACAO DIDATICO-PEDAGOCICA DOS CURSOS DE 09/08/2024 GRADUACAO - PROGRAD (11.13.29) COORDENACAO DA GRADUACAO EM CIENCIA DA 25/07/2024 COMPUTACAO - CIN (11.78.10) COORDENACAO DIDATICO-PEDAGOCICA DOS CURSOS DE 11/07/2024 GRADUACAO - PROGRAD (11.13.29) SIPAC | Superintendência de Tecnologia da Informação (STI-UFPE) - (81) 2126-7777 | Copyright © 2005-2024 - UFRN - sipac03.ufpe.br.sipac03 Para visualizar este processo, entre no Portal Público em http://sipac.ufpe.br/public e acesse a Consulta de Processos. Visualizar no Portal Público SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE INFORMÁTICA COORDENAÇÃO DA GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO ATA DE REUNIÃO DO COLEGIADO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO, REALIZADA EM 19 DE JUNHO DE 2024 DE FORMA REMOTA. Ao décimo nono dia do mês de Junho de dois mil e vinte e quatro, reuniram-se os membros do Colegiado do Curso de Ciência da Computação do Centro de Informática da UFPE. A reunião foi presidida pelo Professor Paulo Gustavo Soares da Fonseca, Coordenador do curso de Ciência da Computação, e tratou da seguinte pauta. 1) Aprovação de Resolução de Formação Avançada a ser apensada ao PPC do Curso de Ciência da Computação no perfil de código 2002. A Resolução No. 18/2021, atualizada pela Resolução No. 10/2022 do CEPE permite a matrícula de discentes de graduação em disciplinas de programas de Pós-Graduação, chamadas de disciplinas de formação avançada. Foi apresentada e discutida uma resolução disciplinando o aproveitamento da carga horária dessas disciplinas para a integralização do curso para os alunos do antigo perfil curricular de código 2002, vigente até 2023.2, porém ainda com discentes vinculados. O objetivo desta resolução é disciplinar a matéria nos moldes do que já foi feito para o novo perfil curricular. Esta resolução deverá ser apensada ao referido PPC. Decisão: Após deliberação, o colegiado decidiu aprovar a Resolução com a redação em anexo. Não havendo mais nada a tratar, a reunião foi encerrada pelo Prof. Paulo Gustavo Soares da Fonseca que datou e lavrou a presente ata que assina juntamente com os demais presentes. Recife, 19 de Junho de 2024 NORMAS DOS ESTUDOS AVANÇADOS UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE INFORMÁTICA CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Dispõe a respeito das disciplinas de Formação Avançada no âmbito do Curso de Graduação em Ciência da Computação. Em 19 de Junho de 2024, O COLEGIADO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO, no uso de suas atribuições, CONSIDERANDO ● O disposto na Resolução No. 10/2022 do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão, da UFPE que permite a matrícula de discentes de graduação em disciplinas de programas de Pós-Graduação, chamadas de disciplinas de formação avançada; ● O Perfil curricular de código 2002, vigente até 2023.2, porém ainda com discentes vinculados; ● Que o discente do Curso de Graduação em Ciência da Computação vinculado ao perfil curricular de código 2002 deverá cumprir o total de 3495 horas, distribuídas em 2055 horas em componentes obrigatórios, 300 horas de estágio curricular obrigatório, 750 horas em componentes eletivos de perfil, e 390 horas de componentes eletivos livres, de acordo com o Projeto Pedagógico do Curso, conforme aprovação do Colegiado do Curso; RESOLVE CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º - De acordo com o Projeto Pedagógico do curso de Ciência da Computação do CIn/UFPE de código 2002, o discente da graduação em Ciência da Computação deve cumprir uma carga horária de disciplinas consideradas eletivas de perfil e livres. As disciplinas eletivas de perfil fazem parte do quadro de disciplinas ofertadas pelo curso de Ciência da Computação, e as disciplinas eletivas livres são quaisquer das disciplinas ofertadas por outros cursos da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Art. 2º - O discente da graduação em Ciência da Computação poderá se matricular em disciplinas ofertadas por programas de Pós-Graduação na UFPE, conforme Resolução no 10/202 do CEPE, respeitados os critérios para ocupação de vagas definidos pelo colegiado de graduação do curso de origem e o colegiado de Pós-Graduação do Programa pretendido e respeitados os critérios definidos nesta resolução. CAPÍTULO II DO APROVEITAMENTO ACADÊMICO Art. 3º - O discente do curso de Ciência da Computação vinculado ao perfil 2002 poderá cursar até 180 horas da sua carga horária de eletivas de perfil em disciplinas de pós-graduação, desde que oferecidas pelo Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação da UFPE. Parágrafo Único. Em caso de excedente dessa carga horária, esse excedente poderá ser computado para integralização de carga horária de eletivas livres. Art. 4º - O discente do curso de Ciência da Computação vinculado ao perfil 2002 poderá cursar até 390 horas da sua carga horária de eletivas livres em disciplinas de pós-graduação, desde que oferecidas por Programas de Pós-Graduação da UFPE. Parágrafo Único. Em caso de excedente dessa carga horária, esse excedente não será computado para integralização de carga horária de nenhum outro tipo. CAPÍTULO III DOS CRITÉRIOS Art. 5º - Para cursar as disciplinas de formação avançada, é preciso satisfazer os critérios de preenchimento de vagas estabelecidos pelo colegiado do curso da disciplina ofertada, e o discente deverá ter integralizado, pelo menos, 60% da carga horária total do curso de Ciência da Computação. CAPÍTULO IV DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 6° - Não é necessária a confirmação ou autorização do colegiado do curso de Graduação em Ciência da Computação para a matrícula do aluno nas disciplinas de formação avançada, desde que se cumpram os critérios de matrícula definidos nesta resolução e na Resolução no 10/2022 do CEPE. Art. 7° - Os créditos dos componentes de formação avançada cursados pelo discente, se finalizados com aprovação, serão inseridos no sistema de gestão acadêmica da UFPE. Paulo Gustavo Soares da Fonseca Coordenador do Curso de Ciência da Computação Nivan Roberto Ferreira Junior Vice-Coordenador do Curso de Engenharia da Computação Centro de Informática - Universidade Federal de Pernambuco MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E FOLHA DE ASSINATURAS CONTRATOS Emitido em 26/06/2024 ATA DE COLEGIADO Nº 358/2024 - CGRADCC (11.78.10) (Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO) (Assinado digitalmente em 27/06/2024 09:12 ) (Assinado digitalmente em 10/07/2024 08:44 ) ADENILTON JOSÉ DA SILVA ADRIANO AUGUSTO DE MORAES SARMENTO PROFESSOR DO MAGISTERIO SUPERIOR PROFESSOR DO MAGISTERIO SUPERIOR CIN (11.78) CIN (11.78) Matrícula: ###666#5 Matrícula: ###815#6 (Assinado digitalmente em 10/07/2024 15:29 ) (Assinado digitalmente em 26/06/2024 14:21 ) CARINA FROTA ALVES CARLOS ANDRE GUIMARAES FERRAZ PROFESSOR DO MAGISTERIO SUPERIOR PROFESSOR DO MAGISTERIO SUPERIOR CIN (11.78) CIN (11.78) Matrícula: ###705#4 Matrícula: ###772#4 (Assinado digitalmente em 02/07/2024 13:48 ) (Assinado digitalmente em 09/07/2024 21:08 ) MARCIO LOPES CORNELIO PAULO GUSTAVO SOARES DA FONSECA PROFESSOR DO MAGISTERIO SUPERIOR COORDENADOR CIN (11.78) CGRADCC (11.78.10) Matrícula: ###420#1 Matrícula: ###490#5 (Assinado digitalmente em 27/06/2024 16:18 ) (Assinado digitalmente em 27/06/2024 06:45 ) SERGIO CASTELO BRANCO SOARES VALERIA CESARIO TIMES ALVES PROFESSOR DO MAGISTERIO SUPERIOR PROFESSOR DO MAGISTERIO SUPERIOR CIN (11.78) CIN (11.78) Matrícula: ###311#1 Matrícula: ###510#8 Visualize o documento original em http://sipac.ufpe.br/documentos/ informando seu número: 358, ano: 2024, tipo: ATA DE COLEGIADO, data de emissão: 26/06/2024 e o código de verificação: c76da589c3 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E FOLHA DE ASSINATURAS CONTRATOS Emitido em 11/07/2024 ATA DE COLEGIADO Nº 378/2024 - CGRADCC (11.78.10) (Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO) (Assinado digitalmente em 11/07/2024 17:31 ) ELIDELSON JOSE DE FARIAS ASSISTENTE EM ADMINISTRACAO NEAP (11.78.05) Matrícula: ###507#1 Visualize o documento original em http://sipac.ufpe.br/documentos/ informando seu número: 378, ano: 2024, tipo: ATA DE COLEGIADO, data de emissão: 11/07/2024 e o código de verificação: 8a8c4fb4ab MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO COORDENACAO DA GRADUACAO EM CIENCIA DA COMPUTACAO - CIN DESPACHO Nº 61050/2024 - CGRADCC (11.78.10) Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO Recife-PE, 11 de julho de 2024. Segue para as devidas providências ata de reunião do colegiado do Curso de Ciência da Computação, do Centro de Informática/UFPE referente a aprovação de Resolução de Formação Avançada a ser apensada ao PPC do Curso de Ciência da Computação no perfil de código 2002. (Assinado digitalmente em 11/07/2024 17:31) ELIDELSON JOSE DE FARIAS ASSISTENTE EM ADMINISTRACAO NEAP (11.78.05) Matrícula: ###507#1 Processo Associado: 23076.048643/2024-74 Para verificar a autenticidade deste documento entre em http://sipac.ufpe.br/public/documentos/index.jsp informando seu número: 61050, ano: 2024, tipo: DESPACHO, data de emissão: 11/07/2024 e o código de verificação: d6899cc35a MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO COORDENACAO DIDATICO-PEDAGOCICA DOS CURSOS DE GRADUACAO - PROGRAD SOLICITACAO Nº 1705/2024 - CDPCG PROGRAD (11.13.29) Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO Recife-PE, 24 de julho de 2024. À Coordenação do Curso de Ciência da Computação - CIN, Em devolução para que seja inserida a Ata de Aprovação do Pleno do departamento, considerando que trata-se de uma Reforma Curricular Parcial do Projeto Pedagógico do Curso. Atenciosamente, (Assinado digitalmente em 25/07/2024 01:02) KARLA ALEXSANDRA DE ALBUQUERQUE COORDENADOR CDPCG PROGRAD (11.13.29) Matrícula: ###568#8 Processo Associado: 23076.048643/2024-74 Para verificar a autenticidade deste documento entre em http://sipac.ufpe.br/public/documentos/index.jsp informando seu número: 1705, ano: 2024, tipo: SOLICITACAO, data de emissão: 24/07/2024 e o código de verificação: cc8a49e56a EXTRATO DE ATA DA REUNIÃO DO PLENO DO CENTRO DE INFORMÁTICA (CIn), DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO (UFPE), REALIZADA AOS 5 (CINCO) DIAS DO MÊS DE AGOSTO DE 2024. Expediente 3 – Homologação de Resolução de Formação Avançada a ser apensada ao PPC do Curso de Ciência da Computação – Foi colocado pelo Prof. Paulo Borba, Diretor do CIn, para apreciação dos membros deste Pleno, a Resolução de Formação Avançada a ser apensada ao PPC do Curso de Ciência da Computação no perfil de código 2002, conforme ata do colegiado do referido curso. Depois de analisado, o pleno decidiu por unanimidade homologar a referida resolução. Copiei conforme original. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E FOLHA DE ASSINATURAS CONTRATOS Emitido em 05/08/2024 EXTRATO DE ATA Nº 1644/2024 - SECGERAL (11.78.01) (Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO) (Assinado digitalmente em 08/08/2024 15:30 ) NARA SIQUEIRA VIANA ASSISTENTE EM ADMINISTRACAO SECGERAL (11.78.01) Matrícula: ###604#7 Visualize o documento original em http://sipac.ufpe.br/documentos/ informando seu número: 1644, ano: 2024, tipo: EXTRATO DE ATA, data de emissão: 08/08/2024 e o código de verificação: 76443ff2a0 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E FOLHA DE ASSINATURAS CONTRATOS Emitido em 09/08/2024 ATA Nº 877/2024 - CGRADCC (11.78.10) (Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO) (Assinado digitalmente em 09/08/2024 09:59 ) GISELLY KARINE DE SOUZA AUX EM ADMINISTRACAO NEAP (11.78.05) Matrícula: ###912#2 Visualize o documento original em http://sipac.ufpe.br/documentos/ informando seu número: 877, ano: 2024, tipo: ATA, data de emissão: 09/08/2024 e o código de verificação: 0bfb0f240a 12/08/2024, 13:44 Ofício Eletrônico - SIPAC MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO COORDENACAO DIDATICO-PEDAGOCICA DOS CURSOS DE GRADUACAO - PROGRAD OFICIO ELETRONICO Nº 8/2024 - CDPCG PROGRAD (11.13.29) (Código: 202506977) Nº do Protocolo: 23076.060760/2024-96 Recife-PE, 09 de Agosto de 2024. COORDENACAO DA GRADUACAO EM CIENCIA DA COMPUTACAO - CIN Título: Aprovação da Resolução de Formação Avançada - Apensamento ao PPC Assunto: 991 - GESTAO DE COMUNICACOES EVENTUAIS (COMUNICADOS, INFORMES) À Coordenação do Curso de Graduação em Ciência da Computação - CIN, Informamos que o processo eletrônico no 23076.048643.2024-74, que trata do apensamento da Resolução sobre Formação Avançada ao Projeto Pedagógico de Curso (PPC), do Curso de Graduação em Ciência da Computação - CIN, atende às exigências das resoluções n° 18/2021 CEPE UFPE e n° 10/2022 CEPE UFPE, sendo aprovada pela Coordenação Didático- Pedagógica dos Cursos de Graduação, da Pró-Reitoria de Graduação - CDPCG/PROGRAD. Comunicamos ainda que a Resolução de Formação Avançada foi anexada ao Projeto Pedagógico do Curso - PPC em vigor. Colocamo-nos à disposição para eventuais explicações que se fizerem necessárias. Atenciosamente, (Autenticado em 12/08/2024 13:29) KARLA ALEXSANDRA DE ALBUQUERQUE COORDENADOR - TITULAR CDPCG PROGRAD (11.13.29) Matrícula: 3356808 Para verificar a autenticidade deste documento entre em http://sipac.ufpe.br/public/documentos/index.jsp informando seu número: 8, ano: 2024, tipo: OFICIO ELETRONICO, data de emissão: 09/08/2024 e o código de verificação: c108801634 https://sipac.ufpe.br/sipac/protocolo/memorando_eletronico/memorando_eletronico.jsf?idMemorandoEletronico=2843730&sr=true 1/2 12/08/2024, 13:44 Ofício Eletrônico - SIPAC Copyright 2007 - Superintendência de Tecnologia da Informação (STI-UFPE) - UFPE https://sipac.ufpe.br/sipac/protocolo/memorando_eletronico/memorando_eletronico.jsf?idMemorandoEletronico=2843730&sr=true 2/2 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E FOLHA DE ASSINATURAS CONTRATOS Emitido em 12/08/2024 OFICIO Nº 8505/2024 - CDPCG PROGRAD (11.13.29) (Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO) (Assinado digitalmente em 12/08/2024 13:49 ) JULIANA CRISTINA DE ANDRADE TECNICO EM ASSUNTOS EDUCACIONAIS CDPCG PROGRAD (11.13.29) Matrícula: ###834#4 Visualize o documento original em http://sipac.ufpe.br/documentos/ informando seu número: 8505, ano: 2024, tipo: OFICIO, data de emissão: 12/08/2024 e o código de verificação: 1e3a82959c ANEXO DOCUMENTO DE APENSAMENTO AO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO: USO DE ATIVIDADES NÃO PRESENCIAIS DE ACORDO COM A RESOLUÇÃO CEPE Nº 5, DE 2 DE JUNHO 2025 A coordenação do curso de graduação presencial do Bacharelado em Ciência da Computação da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) solicita à Pró-Reitoria de Graduação apensamento ao Projeto Pedagógico do Curso (PPC), no item relacionado à metodologia, da possibilidade de uso de atividades não presenciais (síncronas e síncronas mediadas) para fins de complementação de carga horária dos componentes curriculares do curso de graduação a partir do semestre 2025.1, nos termos do Decreto Nº 12.456, de 19 de maio de 2025 e das Portarias MEC Nº 378, de 19 de maio de 2025, e MEC Nº 381, de 20 de maio de 2025. Fica, portanto, a critério do/a docente, responsável pelo componente curricular, a adoção das atividades síncronas e síncronas mediadas nos dias de suspensão das atividades presenciais nos cursos de graduação presenciais em razão de eventos climáticos extremos, ocorrências de desastres, circunstâncias de grave insegurança social ou eventos críticos que afetem a coletividade. Caso o docente adote as atividades síncronas e/ou síncronas mediadas, nos dias de suspensão das atividades presenciais nos cursos de graduação, este/a precisa seguir as orientações presentes na Resolução CEPE nº 05/2025, do CEPE. Data: 04 / 06 / 2025 Coordenador/a do Curso: __________________________________________________ SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE INFORMÁTICA COORDENAÇÃO DA GRADUAÇÃO EM ​ CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO REGISTRO DE DELIBERAÇÕES DO ​ COLEGIADO DO CURSO DE BACHARELADO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO O COORDENADOR DO CURSO DE BACHARELADO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO, NA QUALIDADE DE PRESIDENTE DO COLEGIADO DO CURSO, no uso das suas atribuições legais,​ ​ CONSIDERANDO a aprovação da resolução Nº 5, de 02 de Junho 2025 do CEPE/UFPE, que define os procedimentos para a realização de atividades síncrona, síncrona mediada e assíncrona, nos cursos de graduação presenciais, em razão de eventos climáticos extremos, desastres, e grave insegurança social ou eventos críticos que afetem a coletividade; CONSIDERANDO que o Art. 8º da referida resolução requer que a coordenação do curso oficialize junto à DDE/PROGRAD o pedido de apensamento ao PPC do curso da possibilidade de realização das atividades previstas na Resolução nos dias de suspensão de atividade acadêmica presencial; ​ CONSIDERANDO a importância do instrumento para a manutenção das atividades acadêmicas e cumprimento da carga horária da graduação dentro do calendário acadêmico; ​ CONSIDERANDO que há urgência de tramitação, levando em conta o período de instabilidade climática atual, que pode comprometer o semestre 2025.1; ​ CONSIDERANDO que não há data prevista para a próxima reunião do Colegiado do Curso, RESOLVE aprovar, ad referendum, o pedido de apensamento ao PPC da graduação em Ciência da Computação da possibilidade de realização das atividades previstas na Resolução No. 5/2005 do CEPE/UFPE, conforme modelo fornecido pela própria resolução. ___________________________________________ Coordenação da Graduação em Ciência da Computação Centro de Informática - UFPE MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Universidade Federal de Pernambuco CENTRO DE INFORMÁTICA GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO ATA DE REUNIÃO DO COLEGIADO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO REALIZADA EM 26 DE SETEMBRO DE 2025 DE FORMA REMOTA. Ao vigésimo sexto dia de setembro de dois mil e vinte e cinco, reuniram-se os membros do Colegiado do Curso de Ciência da Computação do Centro de Informática da UFPE. A reunião foi presidida pelo Professor Paulo Gustavo Soares da Fonseca, Coordenador do curso de Ciência da Computação, e tratou da seguinte pauta: ITEM 1. Homologação de ad referendum de 25/08/2025 relativo à implantação de Equivalências entre Componentes Curriculares, conforme anexo. ITEM 2. Aprovação de equivalências adicionais entre disciplinas homólogas dos novos perfis curriculares dos cursos de Ciência da Computação e Engenharia da Computação do CIN-UFPE, conforme tabela anexa. ITEM 3. Inclusão do Programa de Apadrinhamento do CIn no rol das atividades complementares do Curso de Ciência da Computação (perfis 0001 2024.1 e 2002 2001.1), conforme justificativa em anexo. As normas de atividades complementares dos dois perfis curriculares com alunos matriculados passam a vigorar a partir do semestre 2025.2 conforme documentos anexos. ITEM 4. Modificação das normas de Formação Avançada do perfil 0001 2024.1 para permitir o aproveitamento de carga horária de disciplinas cursadas no programa de pós-graduação em Ciência da Computação do CIn-UFPE como eletivas de perfil, a exemplo do que já acontece no perfil 2002 2001.1. As normas de formação avançada do perfil 0001 2024.1 passam a vigorar a partir do semestre 2025.2 conforme documento anexo. Decisão: Após deliberação, o Colegiado aprovou por unanimidade a pauta apresentada. Recife, 26 de setembro de 2025. Coordenação do Curso de Ciência da Computação Avenida Prof. Luiz Freire, s/n – Cid. Universitária – Recife – Pernambuco – CEP. 50740-540 Caixa Postal nº. 7851 – fone. (0xx81)2126-8430 – Fax. (0xx81)2126-8438 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E FOLHA DE ASSINATURAS CONTRATOS Emitido em 26/09/2025 ATA DE COLEGIADO Nº 944/2025 - CGRADCC (11.78.10) (Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO) (Assinado digitalmente em 30/09/2025 20:20 ) (Assinado digitalmente em 30/09/2025 22:11 ) ADENILTON JOSÉ DA SILVA GERMANO CRISPIM VASCONCELOS PROFESSOR DO MAGISTERIO SUPERIOR PROFESSOR DO MAGISTERIO SUPERIOR CIN (11.78) CIN (11.78) Matrícula: ###666#5 Matrícula: ###772#0 (Assinado digitalmente em 29/09/2025 16:31 ) (Assinado digitalmente em 30/09/2025 14:11 ) GUSTAVO HENRIQUE PORTO DE CARVALHO MARCIO LOPES CORNELIO PROFESSOR DO MAGISTERIO SUPERIOR PROFESSOR DO MAGISTERIO SUPERIOR CIN (11.78) CIN (11.78) Matrícula: ###825#3 Matrícula: ###420#1 (Assinado digitalmente em 30/09/2025 14:35 ) (Assinado digitalmente em 29/09/2025 18:07 ) PATRICIA MARIA SERRANO BARBOSA PAULO GUSTAVO SOARES DA FONSECA MERGULHAO COORDENADOR TECNICO EM ASSUNTOS EDUCACIONAIS CGRADCC (11.78.10) NEAP (11.78.05) Matrícula: ###490#5 Matrícula: ###501#0 (Assinado digitalmente em 29/09/2025 17:09 ) (Assinado digitalmente em 30/09/2025 12:39 ) SERGIO CASTELO BRANCO SOARES VALERIA CESARIO TIMES ALVES PROFESSOR DO MAGISTERIO SUPERIOR PROFESSOR DO MAGISTERIO SUPERIOR CIN (11.78) CIN (11.78) Matrícula: ###311#1 Matrícula: ###510#8 Visualize o documento original em http://sipac.ufpe.br/documentos/ informando seu número: 944, ano: 2025, tipo: ATA DE COLEGIADO, data de emissão: 29/09/2025 e o código de verificação: 70f8249a84 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E FOLHA DE ASSINATURAS CONTRATOS Emitido em 09/10/2025 ATA DE COLEGIADO Nº 988/2025 - CGRADCC (11.78.10) (Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO) (Assinado digitalmente em 09/10/2025 17:47 ) JAQUELINE DE OLIVEIRA SOUSA ASSISTENTE EM ADMINISTRACAO EG (11.78.26) Matrícula: ###677#1 Visualize o documento original em http://sipac.ufpe.br/documentos/ informando seu número: 988, ano: 2025, tipo: ATA DE COLEGIADO, data de emissão: 09/10/2025 e o código de verificação: 4bf2b55ff1 08/10/2025, 16:13 sipac.ufpe.br/sipac/protocolo/documento/documento_visualizacao.jsf?imprimir=true&idDoc=3573861 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO SECRETARIA GERAL - CIN EXTRATO DE ATA Nº 3165 / 2025 - SECGERAL (11.78.01) Nº do Protocolo: 23076.086232/2025-79 Recife-PE, 08 de outubro de 2025. EXTRATO DE ATA DA REUNIÃO DO PLENO DO CENTRO DE INFORMÁTICA (CIn), DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO (UFPE), REALIZADA AOS 6 (SEIS) DIAS DO MÊS DE OUTUBRO 2025. Expediente 3 – Homologação da Inclusão do Programa de Apadrinhamento do CIn no rol das atividades complementares do Curso de Ciência da Computação (perfis 0001 2024.1 e 2002 2001.1) – Foi colocado pelo Prof. Sérgio Castelo Branco Soares, Diretor do CIn, para apreciação dos membros deste Pleno, a Homologação da Inclusão do Programa de Apadrinhamento do CIn no rol das atividades complementares do Curso de Ciência da Computação (perfis 0001 2024.1 e 2002 2001.1), conforme justificativa em anexo. As normas de atividades complementares dos dois perfis curriculares com alunos matriculados passam a vigorar a partir do semestre 2025.2, conforme ata do colegiado (anexo). Depois de analisado, o Pleno decidiu por unanimidade homologar a referida inclusão. Copiei conforme original. (Assinado digitalmente em 08/10/2025 16:13 ) FERNANDO ANTONIO DE OLIVEIRA PEIXOTO ASSISTENTE EM ADMINISTRACAO Matrícula: 1133836 Para verificar a autenticidade deste documento entre em http://sipac.ufpe.br/public/documentos/index.jsp informando seu número: 3165, ano: 2025, tipo: EXTRATO DE ATA, data de emissão: 08/10/2025 e o código de verificação: 19a43225fe https://sipac.ufpe.br/sipac/protocolo/documento/documento_visualizacao.jsf?imprimir=true&idDoc=3573861 1/1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E FOLHA DE ASSINATURAS CONTRATOS Emitido em 09/10/2025 EXTRATO DE ATA Nº 3190/2025 - CGRADCC (11.78.10) (Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO) (Assinado digitalmente em 09/10/2025 17:47 ) JAQUELINE DE OLIVEIRA SOUSA ASSISTENTE EM ADMINISTRACAO EG (11.78.26) Matrícula: ###677#1 Visualize o documento original em http://sipac.ufpe.br/documentos/ informando seu número: 3190, ano: 2025, tipo: EXTRATO DE ATA, data de emissão: 09/10/2025 e o código de verificação: f4db075dba 08/10/2025, 16:42 sipac.ufpe.br/sipac/protocolo/documento/documento_visualizacao.jsf?imprimir=true&idDoc=3573948 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO SECRETARIA GERAL - CIN EXTRATO DE ATA Nº 3166 / 2025 - SECGERAL (11.78.01) Nº do Protocolo: 23076.086251/2025-51 Recife-PE, 08 de outubro de 2025. EXTRATO DE ATA DA REUNIÃO DO PLENO DO CENTRO DE INFORMÁTICA (CIn), DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO (UFPE), REALIZADA AOS 6 (SEIS) DIAS DO MÊS DE OUTUBRO 2025. Expediente 4 – Homologação da Modificação das normas de Formação Avançada do perfil 0001 2024.1 para permitir o aproveitamento de carga horária de disciplinas cursadas no programa de pós-graduação em Ciência da Computação do CIn-UFPE como eletivas de perfil – Foi colocado pelo Prof. Sérgio Castelo Branco Soares, Diretor do CIn, para apreciação dos membros deste Pleno, a Homologação da Modificação das normas de Formação Avançada do perfil 0001 2024.1 para permitir o aproveitamento de carga horária de disciplinas cursadas no programa de pós-graduação em Ciência da Computação do CIn-UFPE como eletivas de perfil, a exemplo do que já acontece no perfil 2002 2001.1. As normas de formação avançada do perfil 0001 2024.1 passam a vigorar a partir do semestre 2025.2, conforme ata do colegiado (anexo). Depois de analisado, o Pleno decidiu por unanimidade homologar a referida modificação. Copiei conforme original. (Assinado digitalmente em 08/10/2025 16:42 ) FERNANDO ANTONIO DE OLIVEIRA PEIXOTO ASSISTENTE EM ADMINISTRACAO Matrícula: 1133836 Para verificar a autenticidade deste documento entre em http://sipac.ufpe.br/public/documentos/index.jsp informando seu número: 3166, ano: 2025, tipo: EXTRATO DE ATA, data de emissão: 08/10/2025 e o código de verificação: c8142cc777 https://sipac.ufpe.br/sipac/protocolo/documento/documento_visualizacao.jsf?imprimir=true&idDoc=3573948 1/1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E FOLHA DE ASSINATURAS CONTRATOS Emitido em 09/10/2025 EXTRATO DE ATA Nº 3191/2025 - CGRADCC (11.78.10) (Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO) (Assinado digitalmente em 09/10/2025 17:47 ) JAQUELINE DE OLIVEIRA SOUSA ASSISTENTE EM ADMINISTRACAO EG (11.78.26) Matrícula: ###677#1 Visualize o documento original em http://sipac.ufpe.br/documentos/ informando seu número: 3191, ano: 2025, tipo: EXTRATO DE ATA, data de emissão: 09/10/2025 e o código de verificação: 227be9705d ANEXO V - Normas das Atividades Complementares UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE INFORMÁTICA COLEGIADO DO CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Dispõe a respeito da creditação de Atividades Complementares no âmbito do Curso de Graduação em Ciência da Computação. Em 26 de Setembro de 2025, O COLEGIADO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO, no uso de suas atribuições, CONSIDERANDO ●​ que as Atividades Complementares têm a finalidade de enriquecer o processo de ensino/aprendizagem, privilegiando a complementação da formação social e profissional, e devem possibilitar o reconhecimento, por avaliação, de habilidades e competências do discente, inclusive aquelas adquiridas fora da Universidade, visando estimular a prática de estudos independentes, transversais, opcionais, interdisciplinares, de atualização profissional, sobretudo nas relações com o mercado de trabalho, estabelecidas ao longo do Curso, notadamente integrando-as às diversas peculiaridades regionais e culturais; ●​ que o discente do Curso de Ciência da Computação poderá cumprir até 270 (duzentos e setenta) horas de Atividades Complementares, de acordo com o Projeto Pedagógico do Curso, conforme aprovação do Colegiado do Curso; ●​ o disposto na Resolução No. 12/2013, do Conselho Coordenador de Ensino, Pesquisa e Extensão, da UFPE; ●​ o Perfil Curricular corrente. RESOLVE Art. 1° As Atividades Complementares devem ser comprovadas com a respectiva carga horária, instituição e/ou responsável, relatório e/ou avaliação quando for o caso, devidamente aprovado pelo Colegiado do Curso. Só serão aceitos os comprovantes que apresentem: nome completo do discente; data de realização do evento; carga horária; período e área. §1º Para os registros acadêmicos, o discente deve apresentar, na Secretaria de Graduação do Centro de Informática, documentação probatória e relatório, quando for o caso, referente à atividade complementar realizada, no qual seja discriminado o conteúdo dos estudos, a duração, o período e a organização ou professor responsável. §2º Ao Coordenador do Curso de Ciência da Computação compete avaliar os requerimentos de creditação de atividades complementares realizadas pelo cursista, promovendo o competente registro acadêmico, creditando como “carga horária livre (atividades complementares)”. Art. 2° São consideradas atividades complementares para fins de integralização do curso de Bacharelado em Ciência da Computação: I.​ estágio (estágio não obrigatório e funcionário estudante) II.​ participação em projetos de pesquisa III.​ atividades de organização de eventos ou promovidas por entidades estudantis IV.​ participação em atividades de monitoria V.​ participação em eventos científicos ou eventos da área do curso VI.​ apresentação de trabalho científico VII.​ participação em projetos de ensino/inovação/desenvolvimento VIII.​ participação em cursos IX.​ representação estudantil em órgãos da UFPE ou de interesse público X.​ programa de apadrinhamento do CIn Art. 3° De forma a estimular a pluralidade de conhecimento, a distribuição da carga horária total das atividades complementares constantes nos Incisos I a X do Art. 2º deste regulamento está definida pelo estabelecimento de limites máximos para cada tipo de atividade. Art. 4° A identificação das atividades complementares, segundo a espécie, com seus respectivos limites de carga horária, está estabelecida no Barema das Atividades Complementares, que é parte integrante da presente Resolução. Parágrafo Único Para atividades não contempladas no Barema mencionado no caput deste Artigo, o aluno deverá pedir avaliação pelo Colegiado do curso em Ciência da Computação fornecendo documentos comprobatórios que auxiliem o Colegiado a identificar e atribuir a carga horária respectiva. Os documentos devem conter o CNPJ da empresa prestadora do serviço, nome completo do discente, data de realização do evento, carga horária, período e área. Art. 5° Carga horária excedente de disciplinas não pode ser utilizada como atividades complementares. Art. 6° Disciplinas de formação avançada podem ser utilizadas como carga horária de atividades complementares. O discente deve consultar as normas de Estudos Avançados do curso de Ciência da Computação do CIn/UFPE. Art. 7° Casos não tratados nesta resolução serão analisados pelo Colegiado do Curso de Ciência da Computação, mediante apresentação de documentação completa comprobatória da participação e conclusão da atividade. Paulo Gustavo Soares da Fonseca​ Coordenador do Curso de Ciência da Computação Rodrigo Gabriel Ferreira Soares Vice-Coordenador do Curso de Ciência da Computação Centro de Informática Universidade Federal de Pernambuco 1 BAREMA DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES Grupo Estágio 1 Atividade: Requisitos: Carga Horária Tempo mínimo de seis ​ meses de participação na Estágio Não Obrigatório atividade. - 60 horas por - Apresentar termo de compromisso de semestre para estágio, plano de atividades e relatório estágios de 20 de conclusão das atividades com horas semanais assinatura dos responsáveis pelas atividades. - 90 horas por semestre para - Avaliação superior a 7,0 (sete) feita estágio de 30 pelos responsáveis (supervisor da horas semanais empresa concedente do estágio e professor orientador) - Número máximo de semestres (calendário civil): 3 (três), totalizando o máximo de 180 horas. Funcionário estudante É indispensável a correlação das - 60 horas por atividades desempenhadas com a semestre para proposta pedagógica do curso. contratos de trabalho de menos - Tempo mínimo de seis meses de de 20 (vinte) contrato de trabalho horas semanais - Número máximo de semestres - 90 horas por (calendário civil): 3 (três), semestre para totalizando o máximo de 180 horas contratos de para creditação de carga horária de trabalho com, atividade complementar.. pelo menos, 30 (trinta) horas - Apresentar CTPS ou contrato de semanais mais trabalho - Declaração da empresa na qual conste o detalhamento da atividade exercida e cópia do correspondente registro na Carteira Profissional, quando o aluno for empregado de empresa privada; - Declaração do órgão público na qual conste o detalhamento da atividade exercida e cópia do correspondente ato de nomeação, quando o aluno for servidor público; - Cópia do Contrato Social da empresa, devidamente registrado na Junta Comercial, comprovando 2 atividade em áreas correlatas à sua habilitação, quando o aluno for sócio-administrador; - Relatório final de atividades que evidencie seu caráter formativo consonante com o projeto pedagógico do curso, assinado por supervisor na empresa, em que conste avaliação das atividades realizadas. Grupo 2 Participação em Projetos de Pesquisa Atividade: Requisitos: Carga Horária ​ Tempo mínimo de um ​ ​ semestre de participação ​ na atividade. ​ A atividade não poderá ser Realização de trabalho de vinculada aos trabalhos práticos pesquisa na área do curso sob das disciplinas dos cursos de 30 horas orientação de docente da UFPE graduação. por semestre Comprovante de participação no CONIC ou relatório do orientador, caso não seja aluno selecionado pela PROPESQ/CAPES/CNPQ. Não ter usado a atividade para qualquer outro tipo de creditação. - Número máximo de semestres: 3 (três) Grupo 3 Atividades de organização de eventos ou promovidas por entidades estudantis Atividade: Requisitos: Carga Horária - Relatório do professor responsável pela 15 horas por Atividades em empresas juniores Empresa Junior que semestre avaliará a atuação do aluno e seu aproveitamento. 3 - Número máximo de semestres: 4 (quatro). Participação em comissão - Apresentação do organizadora de evento apoiado certificado/declaração da 10 horas por participação como membro da participação e/ou promovido por sociedades equipe de científicas e/ou associações de organização. informática e/ou instituições de ensino - Número máximo de eventos: superior 2 (dois). Coordenação de evento apoiado e/ou - Apresentação do promovido por sociedades certificado/declaração da científicas e/ou associações de coordenação 20 horas por informática e/ou instituições de coordenação ensino superior - Número máximo de eventos: 2 (dois). Grupo 4 Atividades de Monitoria Atividade: Requisitos: Carga Horária ​ Declaração do Professor ​ Orientador Apresentação do relatório das Monitoria de disciplina do curso 20 horas por monitorias concluídas. ou de área afim semestre Tempo mínimo de um letivo semestre letivo de participação na atividade. Não ter usado a atividade para qualquer outro tipo de creditação. - Número máximo de monitorias: 4 (quatro) Grupo 5 Participação em Eventos Científicos Atividade: Requisitos: Carga Horária 4 Participação em congressos, conferências, Apresentação do escolas regionais, apoiados e/ou promovidos certificado original de por sociedades científicas e/ou associações de participação no 5 horas informática e/ou evento. por evento instituições de ensino superior. Não ter usado a atividade para qualquer outro tipo de creditação. - Número máximo de participações: 5 (cinco) Grupo 6 Participação em Eventos Relacionados à Área do Curso Atividade: Requisitos: Carga Horária Seminários, Conferências, Eventos Científicos, Apresentação do ​ Escolas Regionais, Workshops apoiados e/ou certificado original promovidos por sociedades científicas e/ou de participação no associações de informática e/ou instituições de evento. 5 horas por ensino superior Não ter usado a evento atividade para qualquer outro tipo de creditação. - Número máximo de participações: 2 (duas) Olimpíadas ou Maratonas apoiadas e/ou Apresentação do promovidas por sociedades científicas e/ou certificado original associações de informática e/ou de participação no 20 horas evento. por instituições de ensino superior evento Não ter usado a atividade para qualquer outro tipo de creditação. - Número máximo de participações: 5 (cinco) Participação como palestrante ou painelista em Apresentação do evento científico. certificado original de participação no 5 horas evento. por evento Não ter usado a atividade para 5 qualquer outro tipo de creditação. - Número máximo de participações: 5 (cinco) Grupo 7 Participação em Projetos de ensino / inovação / desenvolvimento Atividade: Requisitos: Carga Horária Participação em projetos de ensino - Apresentação do certificado original de participação no / inovação / desenvolvimento projeto. 30 horas por orientado por docente da UFPE semestre - Tempo mínimo de um semestre de participação na atividade. - Carga horária mínima de 20 horas semanais. - Não ter usado a atividade para qualquer outro tipo de creditação. - Número máximo de participações: 2 (duas) Grupo 8 Participação em Cursos Relacionados à Área Atividade: Requisitos: Carga Horária Cursos online ou presenciais Apresentação de 0,5 hora de relacionados à área de Ciência da justificativa da relação do atividade Computação, apoiado e/ou promovido curso com a área de complementar por por sociedades científicas e/ou Ciência da Computação. cada 2 horas de associações de informática e/ou curso, com limite de instituições de Apresentação do 20 horas por plano de curso e ensino superior. cronograma. curso Apresentação do certificado original de participação no curso. - Número máximo de participações: 2 (duas) 6 - Apresentação de Cursos ou Minicursos em eventos justificativa da científicos, apoiados e/ou 1 hora de relação promovidos por sociedades atividade científicas e/ou associações de do minicurso/curso complementar por informática e/ou instituições de com a área de cada 2 horas de ensino superior. curso, com limite de Ciência da 30 horas por Computação. curso - Apresentação do plano de curso e cronograma. - Apresentação do certificado original de participação no curso. - Número máximo de participações: 2 (duas) MOOCs (Massive Open OnLine - Apresentação do certificado Course) relacionados à área de Ciência original de participação no 1 hora de atividade da Computação, apoiados e/ou curso. complementar por promovidos por sociedades científicas cada 1 hora de curso, e/ou associações de informática e/ou - Número máximo de com limite de 60 instituições de participações: 3 (três) horas por curso. ensino superior. MOOCs (Massive Open OnLine - Apresentação do certificado 0,5 hora de Course) relacionados a áreas afins, original de participação no atividade curso. apoiado e/ou promovido por complementar por sociedades científicas e/ou associações - Número máximo de de informática e/ou instituições de participações: 4 (quatro) cada 1 hora de ensino superior. curso, com limite de 60 horas por curso. Grupo 9 Participação em Representação Estudantil Atividade: Requisitos: Carga Horária 7 Atividades de representação discente junto a esentação de atas de participação órgãos da UFPE e outros, de interesse público, u algum tipo de comprovação (é mediante comprovação de no mínimo 75% ecessário conter comprovação 5 horas (setenta e cinco por cento) de participação efetiva a porcentagem de participação). durante o seu período de realização - Tempo mínimo de um ano de participação na atividade. - Não ter usado a atividade para qualquer outro tipo de creditação. - Número máximo de 2 (dois) anos ​ Grupo 10 Progama de Apadrinhamento do CIn Atividade: Requisitos: Carga Horária ​ - Apresentação do 10 (dez) horas por Apadrinhamento de estudante certificado/declaração de semestre ingressante participação como Padrinho, emitida pela Coordenação de Ensino ​ - Número máximo de Apadrinhamentos: 4 (quatro) 8 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E FOLHA DE ASSINATURAS CONTRATOS Emitido em 09/10/2025 ANEXOS Nº 4883/2025 - CGRADCC (11.78.10) (Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO) (Assinado digitalmente em 09/10/2025 17:47 ) JAQUELINE DE OLIVEIRA SOUSA ASSISTENTE EM ADMINISTRACAO EG (11.78.26) Matrícula: ###677#1 Visualize o documento original em http://sipac.ufpe.br/documentos/ informando seu número: 4883, ano: 2025, tipo: ANEXOS, data de emissão: 09/10/2025 e o código de verificação: ebbb0305f5 ANEXO VI - Normas dos Estudos Avançados UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE INFORMÁTICA CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Dispõe a respeito das disciplinas de Formação Avançada no âmbito do Curso de Graduação em Ciência da Computação. Em 26 de Setembro de 2025, O COLEGIADO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO, no uso de suas atribuições, CONSIDERANDO −​ o disposto na Resolução No. 18/2021 do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão, da UFPE que permite a matrícula de discentes de graduação em disciplinas de programas de Pós-Graduação, chamadas de disciplinas de formação avançada; −​ que o discente do Curso de Ciência da Computação deverá cumprir o total de 3200 horas distribuídas em 1530 horas em componentes obrigatórios, 780 horas de componentes eletivos de perfil, 300 horas de componentes eletivos livres, 270 horas de atividades complementares e 320 horas de ações curriculares de extensão, de acordo com o Projeto Pedagógico do Curso, conforme aprovação do Colegiado do Curso; −​ o Perfil Curricular em vigor. RESOLVE CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º - De acordo com o Projeto Pedagógico do curso de Ciência da Computação do CIn/UFPE, o discente da graduação em Ciência da Computação deve cumprir uma carga horária de disciplinas consideradas eletivas de perfil e livres. As disciplinas eletivas de perfil fazem parte do quadro de disciplinas ofertadas pelo curso de Ciência da Computação, e as disciplinas eletivas livres são quaisquer das disciplinas ofertadas por outros cursos da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Art. 2º - O discente da graduação em Ciência da Computação poderá se matricular em disciplinas ofertadas por programas de Pós-Graduação na UFPE, conforme Resolução no 18/2021 do CEPE, respeitados os critérios para ocupação de vagas definidos pelo colegiado de graduação do curso de origem e o colegiado de Pós-Graduação do Programa pretendido e respeitados os critérios definidos nesta resolução. CAPÍTULO II DO APROVEITAMENTO ACADÊMICO Art. 3º - O discente do curso de Ciência da Computação poderá cursar até 180 horas da sua carga horária de eletivas de perfil em disciplinas de pós-graduação, desde que oferecidas pelo Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação da UFPE. Parágrafo Único. Em caso de excedente dessa carga horária, esse excedente poderá ser computado para integralização de carga horária de eletivas livres ou atividades complementares. Art. 4º - O discente do curso de Ciência da Computação poderá cursar as 300 horas da sua carga horária de eletiva livre desde que a(s) disciplina(s) seja(m) ofertada(s) por um Programa de Pós-Graduação da UFPE. Parágrafo Único. Em caso de excedente dessa carga horária, esse excedente pode ser convertido para carga horária de Atividades Complementares do discente. CAPÍTULO III DOS CRITÉRIOS Art. 5º - Para cursar as disciplinas de formação avançada, é preciso satisfazer os critérios de preenchimento de vagas estabelecidos pelo colegiado do curso da disciplina ofertada, e o discente deverá ter integralizado, pelo menos, 60% da carga horária total do curso de Ciência da Computação. CAPÍTULO IV DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 6° - Não se torna necessária a confirmação ou autorização do colegiado do curso de Ciência da Computação para a matrícula do aluno nas disciplinas de formação avançada, desde que se cumpram os critérios de matrícula definidos nesta resolução e na Resolução no 18/2021 do CEPE. Art. 7° - Os créditos dos componentes de formação avançada cursados pelo discente, se finalizados com aprovação, serão inseridos no sistema de gestão acadêmica da UFPE. Paulo Gustavo Soares da Fonseca Coordenador do Curso de Ciência da Computação Rodrigo Gabriel Ferreira Soares Vice-Coordenador do Curso de Ciência da Computação Centro de Informática Universidade Federal de Pernambuco 1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E FOLHA DE ASSINATURAS CONTRATOS Emitido em 09/10/2025 ANEXOS Nº 4885/2025 - CGRADCC (11.78.10) (Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO) (Assinado digitalmente em 09/10/2025 17:47 ) JAQUELINE DE OLIVEIRA SOUSA ASSISTENTE EM ADMINISTRACAO EG (11.78.26) Matrícula: ###677#1 Visualize o documento original em http://sipac.ufpe.br/documentos/ informando seu número: 4885, ano: 2025, tipo: ANEXOS, data de emissão: 09/10/2025 e o código de verificação: 19694064a9 11/12/2025, 15:58 Ofício Eletrônico - SIPAC MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO COORDENACAO DIDATICO-PEDAGOCICA DOS CURSOS DE GRADUACAO - PROGRAD OFICIO ELETRONICO Nº 6/2025 - CDPCG PROGRAD (11.13.29) (Código: 202624452) Nº do Protocolo: 23076.104451/2025-53 Recife-PE, 11 de Dezembro de 2025. COORDENACAO DA GRADUACAO EM CIENCIA DA COMPUTACAO - CIN Título: Aprovação do Regulamento Interno de Atividade Complementar (perfil 2024.1) Assunto: IFE.110 - NORMATIZACAO. REGULAMENTACAO DO ENSINO SUPERIOR À Coordenação do Curso de Ciência da Computação - CIn, Informamos que o Processo Eletrônico Nº 23076.086810/2025-90, que trata da Normatização Interna das Atividades Complementares e das Disciplinas de Formação Avançada do Curso de Graduação em Ciência da Computação do Centro de Informática – CIn (perfil 2024.1), atende às exigências da Resolução Nº 12/2013 – CCEPE/UFPE, Resolução Nº 18/2021 - CEPE/UFPE e Resolução Nº 10/2022 - CEPE/UFPE, sendo aprovada pela Coordenação Didático-Pedagógica dos Cursos de Graduação, da Pró-Reitoria de Graduação – CDPCG/PROGRAD. Comunicamos ainda que os novos regulamentos internos terão vigência a partir do semestre letivo de 2025.2 e foram anexados ao Projeto Pedagógico do Curso - PPC em vigor (perfil 2024.1). Quanto à atualização da Normatização Interna das Atividades Complementares do perfil 2001.1, informamos que após consulta ao PPC e sistemas acadêmicos, não localizamos a previsão da carga horária de Atividades Complementares do referido perfil. A verificação foi realizada tanto no antigo Projeto Pedagógico do Curso quanto nos sistemas acadêmicos SIG@ e SIGAA, sem que a informação fosse identificada. Por isso, a atualização do regimento de Atividades Complementares para o perfil 2001.1 não pôde ser realizada. Sem mais para o momento, renovamos nossos votos de estima e consideração. Atenciosamente, (Autenticado em 11/12/2025 15:52) HILTON JUSTINO DA SILVA COORDENADOR - TITULAR CDPCG PROGRAD (11.13.29) Matrícula: 3330140 Para verificar a autenticidade deste documento entre em http://sipac.ufpe.br/public/documentos/index.jsp informando seu número: 6, ano: 2025, tipo: OFICIO ELETRONICO, data de emissão: 11/12/2025 e o código de verificação: 95a84209c6 https://sipac.ufpe.br/sipac/protocolo/memorando_eletronico/memorando_eletronico.jsf?idMemorandoEletronico=3687246 1/2 11/12/2025, 15:58 Ofício Eletrônico - SIPAC Copyright 2007 - Superintendência de Tecnologia da Informação (STI-UFPE) - UFPE https://sipac.ufpe.br/sipac/protocolo/memorando_eletronico/memorando_eletronico.jsf?idMemorandoEletronico=3687246 2/2