UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DEPARTAMENTO DE TERAPIA OCUPACIONAL Projeto Pedagógico do Curso em Terapia Ocupacional Perfil 6905-1 Recife 2023 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DEPARTAMENTO DE TERAPIA OCUPACIONAL Projeto Pedagógico do Curso em Terapia Ocupacional Perfil 6905-1 Revisão conforme recomendações da PROGRAD, da reforma parcial, aprovada pelo Colegiado de Curso de Terapia Ocupacional em 23 de maio de 2022 e no Pleno do Departamento em 13 de junho de 2022. Recife 2023 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO Reitor: Alfredo Macedo Gomes Av. Prof. Moraes Rêgo, nº 1.235, Cidade Universitária, Recife- PE, CEP 50.670-420 Telefone: (81) 2126-8000. Campus Recife CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE Diretora: Cinthia Kalyne de Almeida Alves DEPARTAMENTO DE TERAPIA OCUPACIONAL Chefe: Flávia Pereira da Silva Sub-chefe: Ivo de Andrade Lima Filho CURSO DE TERAPIA OCUPACIONAL Coordenadora: Luziana Carvalho de Albuquerque Maranhão Vice-coordenadora: Aneide Rocha de Marcos Rabelo NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE Aneide Rocha de Marcos Rabelo Érica Verônica de Vasconcelos Lyra Keise Bastos Gomes da Nóbrega Luziana Carvalho de Albuquerque Maranhão Marina de Araújo Rosas Valéria Moura Moreira Leite Vera Lúcia Dutra Facundes COLABORADORES (Docentes) Ana Karina Pessoa da Silva Cabral Ana Lúcia Marques Cinthia Kalyne de Almeida Alves Daniela Tavares Gontijo Danielle Carneiro de Menezes Sanguinetti Daniela Salgado Amaral Flávia Pereira da Silva Ilka Veras Falcão Ivo de Andrade Lima Filho Juliana Fonseca de Queiroz Marcelino Kátia Magdala Lima Barreto Maria de Fátima Ferrão Castelo Branco Miriam Queiroz de Farias Guerra Raquel Costa Albuquerque COLABORADORES (Técnico-Administrativo) Marina Maria Teixeira COLABORADORES (Discentes) Dan Cardoso Maria Grazielle Alves Araújo IDENTIFICAÇÃO DO CURSO - Nome: Curso em Terapia Ocupacional - Diretrizes Curriculares: Conselho Nacional de Educação. Câmara Superior de Educação. - Resolução CNE/CES 6, de 19 de fevereiro de 2002. - Título Conferido: Bacharel em Terapia Ocupacional - Modalidade: Presencial - Total de vagas: 36 (trinta e seis), em duas entradas semestrais de 18 (dezoito). - Entrada: 1º e 2º semestres letivos de cada ano. - Turno: Integral (manhã e tarde) - Carga horária total: 3.600h - Duração: 4 anos (mínimo: 08 semestres e máximo: 16 semestres) - Início do curso: 1962 - Data da última reforma: 2013 - Portaria de autorização: autorizado pelo CCEP em 26/04/1968. - Portaria de reconhecimento: Decreto nº 72.213, de 11 de maio de 1973 e retificado pelo Decreto nº 73.666, de 15 de fevereiro de 1974. - Portaria de Renovação de Reconhecimento (2014) - Equipe Revisora: Núcleo Docente Estruturante SUMÁRIO 1. HISTÓRICO DO CURSO DE TERAPIA OCUPACIONAL NA UFPE ....................... 05 2. JUSTIFICATIVA PARA A REFORMULAÇÃO DO PROJETO 11 PEDAGÓGICO ....................................................................................................................... 3. MARCO TEÓRICO ............................................................................................................ 17 4. OBJETIVOS DO CURSO .................................................................................................. 22 4.1. Objetivo Geral................................................................................................................... 22 4.2. Objetivos Específicos ........................................................................................................ 23 5. PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO ....................................................................... 23 6. CAMPO DE ATUAÇÃO DO PROFISSIONAL .............................................................. 24 7. COMPETÊNCIAS, ATITUDES E HABILIDADES ....................................................... 27 8. METODOLOGIA DO CURSO .......................................................................................... 31 9. SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO ................................................................................... 34 10. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO ............................................................ 36 10.1 Estrutura Curricular ....................................................................................................... 39 10.2 Organização Curricular por Período............................................................................. 47 10.3 Componentes Curriculares Eletivos do Perfil............................................................... 51 11. ATIVIDADES CURRICULARES ................................................................................... 52 11.1. Atividade Complementar ........................................................................................ 52 11.2. Estágio Curricular Supervisionado .............................................................................. 53 11.3. Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) ...................................................................... 54 11.4. Programa dos Componentes Curriculares............................................................. 54 12. FORMAS DE ACESSO AO CURSO .............................................................................. 54 13. CORPO DOCENTE .......................................................................................................... 55 14. SUPORTE PARA FUNCIONAMENTO DO CURSO ................................................... 59 14.1 Recursos Humanos……………………………............................................................... 59 14.2 Recursos Estruturais (Físicos e Virtuais)....................................................................... 59 15. APOIO AO DISCENTE .................................................................................................... 64 16. SISTEMÁTICA DE CONCRETIZAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO .............. 65 REFERÊNCIAS ....................................................................................................................... 66 ANEXO A - Quadro dos dispositivos legais e normativos ................................................... 74 ANEXO B – Normatização das Atividades Complementares ............................................. 76 ANEXO C - Normatização interna do Estágio Curricular Supervisionado ...................... 83 ANEXO D - Normatização do Trabalho de Conclusão de Curso. ...................................... 89 ANEXO E - Programas dos Componentes Curriculares .................................................... 105 ANEXO F Aprovação do Projeto Pedagógico pelo Colegiado do Curso ........................... 276 ANEXO G - Aprovação do Projeto Pedagógico pelo Pleno de Departamento ................. 278 ANEXO H - Trecho de ata da composição do Colegiado do Curso ................................... 278 ANEXO I – Portaria da composição do Núcleo Docente Estruturante (NDE). ................ 281 1. HISTÓRICO DO CURSO DE TERAPIA OCUPACIONAL NA UFPE A Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) é uma instituição com 76 anos de existência e está entre as melhores universidades do Brasil. O Curso de Terapia Ocupacional está inserido no Departamento de Terapia Ocupacional do Centro de Ciências da Saúde da Universidade Federal de Pernambuco. O Curso, anteriormente, pertenceu ao Departamento de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (1991/1998); ao Departamento de Reabilitação (1973/1991) e ao Instituto Universitário de Reabilitação - IUR (1962/1973). Este Curso foi reconhecido, através do Decreto nº 72.213, de 11 de maio de 1973 e retificado pelo Decreto nº 73.666, de 15 de fevereiro de 1974. O curso foi pioneiro no eixo Norte-Nordeste, terceiro no país. Em 15 de dezembro de 1959, o Prof. Ruy Neves Baptista, encaminhou à direção da Faculdade de Medicina do Recife, uma proposta de criação do Instituto Universitário de Reabilitação que seria de responsabilidade da disciplina de Clínica Cirúrgica Infantil e Ortopédica que foi aprovada no mesmo mês pelas instâncias colegiadas da Faculdade. Em 29 de abril de 1960, o IUR encaminha à Faculdade de Medicina do Recife, a proposta de abertura do I Curso de Reabilitação Física (MOURA FILHO, 2020) O I Curso de Reabilitação Física, com 75 horas de duração, foi aprovado pela Direção da Faculdade de Medicina e publicado Edital para abertura de inscrições que ocorreu em maio do mesmo ano para preparação dos recursos humanos para atuar no IUR. Em 1962, devido a grande demanda de candidatos e necessidade de maior aperfeiçoamento,foi enviada proposta de criação de curso de formação Técnico em Fisioterapia e Técnico em Terapia Ocupacional com duração de dois anos, sendo o curso percursor do atual Curso de Terapia Ocupacional, assim como, do de Fisioterapia. A proposta foi aprovado pelo Conselho Administrativo da Faculdade de Medicina sendo o primeiro em universidade pública federal. Em 1964, o Curso passa por uma atualização expandindo a carga horária para três anos de duração (MOURA FILHO, 2020). Em 1964, o Conselho Federal de Educação publicou o Parecer nº388/63 no qual ratificava a exigência de mínimo de três anos para o Curso, modificava o nome do Curso para Curso de Terapia Ocupacional e de Curso de Fisioterapia e estabelecia os Currículos Mínimos para as duas formações, terapeuta ocupacional e fisioterapeuta. Esse parecer foi homologado pela Portaria Ministerial nº511/64 (MOURA FILHO, 2020). Em relação à solicitação do reconhecimento do Curso de Terapia Ocupacional, assim como, de Fisioterapia, encaminhados à Reitoria, o parecer do relator, em 1965, era que as profissões ainda não eram regulamentadas por lei, o que apenas ocorreu em 1969 (BRASIL, 1969). Em 1968, o 6 Conselho Universitário da UFPE, aprova o reconhecimento do Curso, vinculando diretamente, à Faculdade de Medicina, não sendo mais vinculado ao IUR, sendo criada a Coordenação do Curso já denominado de Curso de Reabilitação com a fusão dos dois cursos, em 16 de dezembro de 1968 (MOURA FILHO, 2020). Tendo ocorrido a regulamentação da profissão de Terapeuta Ocupacional em 13 de outubro de, 1969, através do Decreto Lei nº938/69, no qual o exercício profissional de Terapia Ocupacional passa a ser privativo dos terapeutas ocupacionais, diplomados por cursos reconhecidos pelo Ministério da Educação. todos o cursos do país necessitaram requerer o reconhecimento junto ao Conselho Federal de Educação, tendo a UFPE encaminhado em 28 de setembro de 1970. Em 15 de dezembro de 1972, o parecer de reconhecimento foi aprovado estabelecendo uma carga horária mínima de duas mil, trezentos de dez horas. O Decreto nº72.213 referendando o parecer favorável ao reconhecimento do Curso foi publicado no dia 11 de maio de 1973. Atualmente, o Curso de Terapia Ocupacional funciona de forma autônoma, na modalidade de Curso, pertencente a um Departamento próprio, ligado ao Centro de Ciências da Saúde. Possui um Perfil Pedagógico com oito semestres contendo disciplinas obrigatórias, eletivas, atividades complementares e estágios supervisionados I e II, além de participação em atividades de extensão e pesquisa. Em substituição ao Currículo Mínimo, atualmente, as Diretrizes Curriculares Nacionais, que foram publicadas em sua primeira versão em 2002, e já se encontra com minuta atualizada para aprovação do Conselho Federal de Educação, determinam as questões fundamentais para uma formação condizente com o perfil adequado para terapeutas ocupacionais críticos, reflexivos e contextualizados com a realidade da população brasileira. Desde a sua criação, as modificações no currículo do Curso foram feitas para atender as exigências normativas legais vigentes. O atual Projeto Pedagógico do Curso (perfil 6905) foi implantado em 2011.1. A última adequação curricular aconteceu em 2013, por ocasião da avaliação in loco do INEP/MEC, sendo a mudança motivada pelas observações, avaliações dos dois primeiros anos de implantação daquele perfil e pelas necessidades de ajustes demandadas pelos discentes e docentes e pelas políticas sociais e de saúde que se reestruturaram na primeira década dos anos 2000. Foi uma reforma parcial que abrangeu atualização e ajustes de conteúdos, de disciplinas eletivas, de pré- requisitos e de hierarquização disciplinar. Em 05 de fevereiro de 2014, o curso teve o seu reconhecimento publicado no diário oficial da União através da Portaria Normativa nº 41. 7 Embora o registro do uso de ocupações para tratar doentes mentais e incapacitados físicos seja bastante antigo, o seu uso sistematizado e o surgimento da Terapia Ocupacional como profissão datam do início do Século XX nos Estados Unidos e de meados dos anos 1950 no Brasil (DE CARLO; BARTALOTTI, 2001). O reconhecimento de uma ocupação como uma profissão ocorre em etapas dentro de um processo que envolve aspectos da necessidade social, aspectos legais com a regulamentação das condições de exercício profissional, de formação e da delimitação do campo de trabalho (SANTOS, 2011). Dessa forma, a formação repercute na qualidade da atuação profissional, na satisfação, adequação e conquista de espaços no mercado de trabalho. Essas são dimensões intrinsecamente relacionadas. No caso da Terapia Ocupacional, observa-se que a criação de cursos para formação de profissionais para o cuidado e reabilitação dos mutilados das duas grandes Guerras Mundiais é referida na literatura como um marco para a constituição da profissão. Estes novos profissionais surgem a partir de outra perspectiva de saúde, expandida além dos procedimentos cirúrgicos e medicamentosos, embora ainda institucionalizada e focada numa perspectiva curativa. No entanto, a possibilidade de devolver aos indivíduos a sua rotina de vida, a sua capacidade produtiva e manutenção de seus papéis sociais, abriu espaço para o surgimento da Terapia Ocupacional como profissão no início do Século XX (CASTRO; LIMA; BRUNELLO, 2001; SOARES, 1991). Em nosso país os primeiros cursos tiveram o estímulo da Organização Mundial de Saúde (OMS) para atender a grande demanda das entidades e serviços de reabilitação e foram criados na região Sudeste (CASTELO BRANCO, 2005; CASTRO; LIMA; BRUNELLO, 2001; SOARES, 1991). Programas de treinamento realizados em algumas instituições, como o Hospital Pedro II do Rio de Janeiro, e o Curso Elementar em Terapia Ocupacional ministrado pela psiquiatra Nise da Silveira (1948, 1953, 1961 e 1979) também foram progressivamente substituídos pelos cursos de graduação, após aprovação do Decreto Lei nº. 938/1969, pelo Ministério da Educação do primeiro Currículo Mínimo para Terapia Ocupacional (SILVEIRA apud SOARES, 1991). Ter a formação estabelecida oficialmente foi um avanço para a formação de terapeutas ocupacionais, porque definiu normas mínimas para o funcionamento dos cursos e assegurou, um pouco mais adiante, o reconhecimento da profissão como nível superior, mas pouco avançou ou inovou quanto ao perfil profissional (DE CARLO; BARTALOTTI, 2001; FERRIGNO, 1991). Os cursos brasileiros, influenciados pelo modelo norte-americano e pelo do Movimento 8 Internacional de Reabilitação, foram marcados pelo tecnicismo e orientados pelas especialidades médicas, principalmente a psiquiatria e a traumato-ortopedia, sendo a reabilitação física em serviços especializados para crianças e adultos e a reabilitação psicossocial em grandes hospitais de internação psiquiátrica, as principais áreas de atuação do terapeuta ocupacional (CASTELO BRANCO, 2005; MONZELI, 2021; MONZELI; MORRISON; LOPES, 2019; SOARES, 1991). No entanto, o campo da saúde sofreu influências e pressões dos movimentos sociais e da Reforma Sanitária (desde os anos 1970) e das discussões em torno dos princípios e da qualidade para formação profissional, mais recentemente. No tocante à Terapia Ocupacional, a partir dos anos 80, ocorreu uma ampla discussão a respeito da formação, envolvendo docentes e órgãos de classe, cujos resultados foram assegurados pelo segundo Currículo Mínimo estabelecido pelo Conselho Federal de Educação em 1983. Este currículo conferiu maior especificidade aos cursos, introduziu a fundamentação teórica própria e aplicada da Terapia Ocupacional e apresentou a exigência de uma carga horária mínima para a prática clínica e o estágio supervisionado (BRASIL, 1983; REIS; LOPES, 2018). Por fim, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (BRASIL, 1996) que, entre outras coisas, determinou a extinção do Currículo Mínimo e o estabelecimento de Diretrizes Curriculares para os cursos de graduação trouxe mudanças ainda maiores à formação profissional. Iniciou-se então, sob a responsabilidade do Conselho Nacional de Educação (CNE), assessorado pelas Comissão de Especialistas de Ensino de Terapia Ocupacional (CEETO), um amplo processo para construção das diretrizes de cada área, envolvendo a comunidade acadêmica, os órgãos representativos de classe e a sociedade (BRASIL, 1997a; PAN, LOPES, 2016). As Diretrizes Curriculares para a Terapia Ocupacional foram construídas coletivamente, com a participação de instituições de ensino, de associações profissionais, de docentes e de estudantes. Após ampla discussão, um único documento foi consolidado e aprovado no VI Encontro Nacional de Docentes de Terapia Ocupacional, em Gramado, em 1998, e encaminhado à Comissão de Especialistas de Ensino de Terapia Ocupacional como proposta da área. Este documento passou por uma formatação da Secretaria de Ensino Superior do MEC e foi aprovado pelo Conselho Nacional de Educação do Ministério da Educação, sendo publicado como a Resolução nº.06/2002, que estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) para Cursos de Graduação em Terapia Ocupacional (BRASIL, 2002). A partir de então as Diretrizes Curriculares (BRASIL, 2002) são balizadoras para a abertura e funcionamento dos cursos de graduação, devendo haver uma adequação dos cursos em funcionamento e a adoção pelos novos cursos, das orientações contidas neste documento, bem como, nos Padrões Mínimos de Qualidade para Cursos de Terapia 9 Ocupacional (BRASIL, 1997a; 1997b ; WFOT, 2016). O Curso de Terapia Ocupacional da UFPE participou do processo de atualização das novas Diretrizes Curriculares Nacionais de Terapia Ocupacional, nas oficinas regionais e nacional, estando acompanhando sua tramitação desde a sua discussão e aprovação no Conselho Nacional de Saúde (Resolução nº650/20) e seu protocolo para análise e aprovação no Conselho Nacional de Educação. As novas DCNs, quando aprovadas no CNE, ratificaram a formação generalista, humanista, crítica- reflexiva com capacidade para “analisar, compreender e atuar com na relação entre pessoas, grupos, coletivos e populações e suas atividades, ocupações e cotidianos”. A expectativa gerada é de que os egressos do Curso de Terapia Ocupacional da UFPE tenham conhecimentos éticos, técnicos- científicos, políticos referentes às condições epidemiológicas, socioeconômicas, sociais e culturais do Estado de Pernambuco, do Nordeste e do Brasil, com capacidade de adaptação, inovação, proposição e autonomia diante das demandas apresentadas, demonstrando senso de responsabilidade social e cidadania. Os dispositivos legais e normativos que respaldam o projeto pedagógico do curso de Terapia Ocupacional da UFPE estão apresentados no quadro (Anexo A). A avaliação do ensino também passou a integrar a pauta de trabalho do MEC e a partir do Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior, a área de Terapia Ocupacional compôs o primeiro grupo de profissões que foram avaliadas no Exame Nacional de Estudantes (ENADE), em 2004. Os quadros a seguir apresentam um panorama da formação em Terapia Ocupacional no Brasil e na UFPE (CASTELO BRANCO, 2005; DRUMMOND, 2007). Quadro 1: Cronologia da formação de terapeutas ocupacionais no Brasil DATA FATO Primeiro curso do país, na Escola de Reabilitação do Rio de Janeiro, ligada a Associação Beneficente 1956 Brasileira de Reabilitação-ABBR, pautado nos currículos israelita e norte-americano. A Associação Médica Brasileira patrocina, sob responsabilidade da Faculdade de Medicina de São Paulo, um curso sobre o tratamento da “Poliomielite na Fase Aguda” e convoca especialistas de todo o Brasil. As 1957 equipes são compostas por: um ortopedista, um pediatra, um anestesista e uma enfermeira. Da Faculdade de Medicina da Universidade do Recife, participam: um ortopedista, um pediatra, um anestesista e uma enfermeira. Marca o início da estruturação da formação na UFPE. Organização das Nações Unidas instala no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da 1959 Universidade de São Paulo um curso com a duração de dois anos. Regulamentação do currículo mínimo nacional pelo Conselho Federal de Educação, com 2.160 horas, 03 1963 anos de duração e oferecido em nível universitário. 1969 A profissão de Terapia Ocupacional é regulamentada (Decreto Lei no. 72.213, de 11 de maio de 1969). Aprovação pelo Conselho Nacional de Educação (Resolução CNE-CES 06/2002) das Diretrizes 2002 Curriculares dos Cursos de Graduação em Terapia Ocupacional. 2004 Primeira edição do Exame Nacional de Estudantes (ENADE) para Terapia Ocupacional. Quadro 2: Cronologia da formação de terapeutas ocupacionais em Pernambuco DATA FATO 10 Proposição e aprovação da criação do Instituto Universitário de Reabilitação (IUR), na Faculdade de 1959 Medicina da Universidade do Recife, anexo à cátedra de Clínica Cirúrgica e Ortopédica Infantil. 1960 Aprovação da proposta pelo Conselho Administrativo da Universidade Aprovação da proposta pela Congregação da Universidade. O IUR respalda administrativamente a 1961 realização de cursos e o atendimento ambulatorial de crianças portadoras de deficiência. Criação do Curso Técnico de Terapia Ocupacional no IUR, como extensão da cátedra de Clínica Cirúrgica 1962 e Ortopédica da Faculdade de Medicina da Universidade do Recife. Inaugura-se o primeiro Centro de Reabilitação do Recife. 1964 Forma-se a primeira turma desse curso, em 12 de dezembro. A formação em Terapia Ocupacional é reconhecida como de nível superior, sendo oferecida no IUR, 1969 compondo o Curso de Reabilitação, sendo a UFPE a primeira IES pública a oferecer o curso nas regiões Norte e Nordeste. 1980 Primeiro concurso público para professores efetivos Oferecidas, pela primeira vez, inscrições para o vestibular com opção direta para o Curso de Terapia Ocupacional da UFPE. Antes a opção era para Reabilitação, englobando os Cursos de Terapia Ocupacional 1981 e de Fisioterapia, com escolha pelo estudante após cursar disciplinas em comum, somente no final do 2º ano. Aprovação do segundo currículo mínimo do curso de Terapia Ocupacional com 4 anos de duração, com 1983 3.260 horas (Resolução nº. 4/83, do Conselho Federal de Educação – CFE, de 28/02/83). Implantação do 1988 novo currículo na UFPE com a primeira turma formada em 1988. 1998 Criação do Departamento de Terapia Ocupacional da UFPE. Início da construção da sede do Departamento no campus universitário. Conquista de maior independência 2000 político-administrativa e acadêmica. 2002 Inauguração da sede do Departamento de Terapia Ocupacional da UFPE, em 09 de janeiro. 2012 Criação do Laboratório de Tecnologia Assistiva e Terapia Ocupacional - LabTATO 2013 Implantação de projeto pedagógico parcial 2023 Construção do LabTATO e reestruturação do Laboratório de Atividade de Vida Diária 2. JUSTIFICATIVA PARA A REFORMULAÇÃO PARCIAL DO PROJETO PEDAGÓGICO A última adequação curricular parcial aconteceu em 2013, quando da visita in loco da Comissão de Avaliadores do Inep/MEC, sendo a mudança motivada por necessidades de ajustes, detectadas a partir de demandas dos discentes, docentes, preceptores de estágio e das novas políticas sociais e de saúde que se estruturaram nessas primeiras décadas do Século XXI. Pretende-se atender não apenas a normativa, mas também à atual necessidade de formação de terapeutas ocupacionais no país, respeitando a realidade local. A escuta atenta e qualificada dos discentes, docentes e preceptores de estágio, além da participação nos fóruns para atualização das diretrizes curriculares dos cursos de Terapia Ocupacional foram o diferencial para as adequações referentes ao ajuste, da atualização das normas de Trabalho de Conclusão de Curso, de estágio supervisionado e de atividades complementares. O corpo docente e discente do curso de Terapia Ocupacional valoriza a avaliação sistemática do seu processo de formação. Nessa perspectiva propõe uma reforma parcial do perfil vigente (6905) de modo a atender às exigências legais, educacionais, sociais e tecnológicas. Dessa forma, a atual proposta do Projeto Pedagógico do Curso de Terapia Ocupacional traz ajustes na definição de pré 11 requisitos de alguns componentes curriculares; atualização das normas do Trabalho de Conclusão de Curso; ajustes nas normativas das Atividades Complementares, baseando-se em orientações de documentos legais do Ministério da Educação e da UFPE, Resolução nº 18/2021 – CCEPE (alterada pela Resolução nº 10/2022 - CEPE) e Resolução CCEPE nº 12/2013. A Resolução nº 10/2022 regulamenta o Grupo de Disciplinas de Formação Avançada, definido em seu Art. 2º como “um conjunto constituído por uma ou mais disciplinas integrantes da estrutura curricular de um curso de mestrado ou de doutorado da UFPE, que receba matrículas de estudantes de graduação, permitindo- lhes integralizar Carga Horária Eletiva Livre, Eletiva do Perfil e Atividade Complementar nos currículos dos Cursos de Graduação”. O Colegiado do curso aprovou a inclusão de Disciplinas de Formação Avançada como Atividade Complementar. Além disso, essa reforma parcial do PPC considera a inclusão das Resoluções que regulamentam as atividades de estágio no âmbito da UFPE, Resolução CCEPE nº 9/2018 e Resolução CEPE nº 2/2020. Em adição, apresenta uma proposta mais inclusiva, seguindo a Resolução Consuni nº 11/2019, que dispõe sobre o atendimento em acessibilidade e inclusão educacional na UFPE, bem como, a Lei N° 12.764/2012 e o Dec. N. 8368 /2014 de proteção aos direitos das pessoas com Autismo e a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência Nº 13.146./2015. A reforma do projeto pedagógico, também pretende atualizar-se às novas modalidades de ensino previstas no Brasil e com esse incremento, prevê a oferta de disciplinas de ensino na modalidade a distância - EAD, seguindo a Portaria 2.117/19 do MEC e a Resolução no 10/2019 – CEPE/UFPE. O mesmo se aplica em relação a Resolução no 3/2023, aprovada no Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE), da UFPE, que se refere as Atividades Práticas Supervisionadas (APS) que são atividades acadêmicas institucionais, que ocorrem em dimensões para além da sala de aula, mas diretamente ligadas ao(s) docente(s) responsáveis pela(s) disciplina(s). Essas atividades realizadas pelos discentes devem ser desenvolvidas sob a orientação, supervisão e avaliação de docentes compondo parte da carga horária do componente curricular (UFPE, 2023). As modalidades que são consideradas como APS são: estudos dirigidos, trabalhos individuais, trabalhos em grupo, atividades em biblioteca, desenvolvimento de projetos, atividades em laboratório, atividades de campo, oficinas, pesquisas, estudos de casos, seminários, desenvolvimento de trabalhos acadêmicos específicos, dentre outros. Essas atividades podem utilizar o equivalente a até quatro semanas ou 23% da carga horária prevista para o componente curricular no semestre letivo (UFPE, 2023). 12 A adesão à APS fica a critério dos colegiados dos cursos de graduação da UFPE. O Colegiado do curso de Terapia Ocupacional discutiu a importância das APS como parte integrante dos componentes curriculares reconhecendo que contribuem com o aprimoramento de conteúdos curriculares teóricos e práticos, com a capacidade de investigação científica, com a autonomia e iniciativa do discente, a vivência do manejo de grupos e coletivos, dentre outras formas de aperfeiçoamento da formação acadêmica (UFPE, 2023). Diante dessas fundamentações, aprovou a adesão do Curso de Terapia Ocupacional às APS, devendo ser incluída no Projeto Pedagógico Curricular (PPC). Apesar da adesão à APS por parte do Colegiado do Curso é garantida a autonomia do docente para utilizar ou não a APS em seus Plano de Ensino, devendo avaliar a possibilidade de uso das APS em sua disciplina e registrar no plano de ensino. A carga horária de APS prevista na disciplina, poderá ser alterada ou mesmo suprimida, desde que essa modificação seja registrada no Plano de Ensino. A coordenação do curso pode acompanhar a proposta de APS elaborada pelos docentes (UFPE, 2023). Vale salientar que o Projeto Pedagógico do Curso está baseado nas concepções de que a qualidade da formação, a disseminação de cursos, o aumento do número de profissionais e as mudanças nas políticas de educação, de saúde, da cultura e assistência social, são questões que vem povoando, desde o final dos anos 1970, o cotidiano dos docentes nas instituições de ensino, dos profissionais, dos órgãos de classe e da sociedade, favorecendo a construção de outra formação na área de saúde (COSTA et al, 2018). Atualmente a tônica das mudanças abrange a compreensão do processo saúde-doença, a lógica do ensino-aprendizagem, a definição metodológica e a política da formação, numa tentativa de superar a visão mecanicista, individualizante, biológica e com ênfase no curativo, por uma concepção sócio- histórica, que busque atender às necessidades humanas, supondo a integralidade da atenção e rompendo as dicotomias: individual e coletivo; público e privado; preventivo e curativo; teórico e prático; físico e mental, etc. (CECCIM; FEUERWEKER, 2004). A Terapia Ocupacional é uma profissão reconhecida e exercida principalmente no campo da saúde, especificamente, na atenção a pessoas com deficiência e com transtornos mentais. Até os anos de 1970, a atuação do terapeuta ocupacional foi fortemente centrada na reabilitação funcional e pautada em instituições asilares (manicômios, asilos, centros de reabilitação). Porém, no final daquela década no Brasil, particularmente, os terapeutas ocupacionais, influenciados pelo Movimento Sanitário que eclodiu no país, além do movimento italiano de desinstitucionalização, passaram a questionar a prática profissional de então. 13 A formação, pautada no modelo biomédico, preparava terapeutas ocupacionais para lidar com o tratamento e cura dos problemas de saúde de suas populações alvo, assim como para o controle destas nas instituições às quais eram confinados. Este papel disciplinador atendia mais a uma lógica de manutenção da ordem circunscrita a uma ideia de norma, que de fato a um processo de autonomia e mudança social para as pessoas às quais se propunha assistir (DE CARLO; BARTALOTTI, 2001). É reflexo deste período o fato de os terapeutas ocupacionais passarem a ser chamados para atender clientelas distintas das que compunham seu público alvo tradicional. Assim, crianças abandonadas, presidiários, jovens em conflito com a lei, idosos institucionalizados, começam a fazer parte do universo de atuação dos terapeutas ocupacionais, atendendo uma lógica de normatização institucional. Nesta compreensão estes grupos são vistos como marginalizados sociais que precisam ser readaptados ao convívio social. A teoria da marginalização social, definida a partir da perspectiva estrutural funcionalista, entende a estrutura da sociedade como sistêmica e se funda no consenso dos que a compõem; a marginalidade se dá pela não adaptação de alguns a este sistema (BARROS; LOPES; GALHEIGO, 2007). Neste cenário, surgem questionamentos dos terapeutas ocupacionais em relação às práticas exercidas nestes espaços institucionais. Esses profissionais foram em busca de outras ciências como as sociais e humanas, para elaborar novos conceitos, redefinir objetivos e metas de tratamento em relação ao fazer ou à ocupação humana e consequentemente a sua prática profissional (CASTRO; LIMA; BRUNELLO, 2001). Orientados por um enfoque estruturalista histórico buscam fundamentar uma nova perspectiva teórica para a Terapia Ocupacional eminentemente brasileira, entendendo-se que “é o conjunto das circunstâncias históricas que determina a interdependência recíproca dos elementos e sua incorporação ou não ao conjunto da estrutura social” (BARROS; LOPES; GALHEIGO, 2007, p.349). A concepção histórico-social ou materialista histórica compreende a atuação do terapeuta ocupacional pela lógica da conscientização do indivíduo. Esta corrente pautou as reflexões e orientações dos sanitaristas nestas últimas décadas e fortaleceu o projeto de Reforma Sanitária no Brasil. Ainda hoje se percebe uma forte tendência desta perspectiva teórica no campo da Saúde Coletiva e, com isto, também, um modo de pensar e propor saúde no âmbito da formação e da atuação de terapeutas ocupacionais nas escolas do país (BIANCHI; MALFITANO, 2017a). Deste modo, a noção de indivíduo a ser adaptado ou reinserido em uma sociedade dita normal, passa a ser revista para a noção de sujeito inserido em um contexto de modernidade. A modernidade 14 implica pensar em situações novas, que exigem múltiplas formas de enfrentamento, para as quais são necessários conhecimentos cada vez mais diferenciados e flexibilidade para lidar com eles. A modernidade tardia, ou pós-modernidade para alguns, produz novas formas de vida e impõe aos sujeitos condições que os “aproximam”, em todo o mundo, mas que também os afastam dos aspectos mais sutis e característicos do cotidiano de cada um (GIDDENS, 2002). Neste sentido, observa-se em nosso país que os terapeutas ocupacionais vêm consolidando uma produção de conhecimento sobre os diversos aspectos que envolvem a relação entre cotidiano e ocupação. Com base na leitura do cotidiano e seus contextos, na história ocupacional dos indivíduos é que o terapeuta ocupacional encaminhará sua ação, auxiliando o sujeito, o grupo e a coletividade a compreender suas próprias necessidades e definir suas estratégias para lidar com os conflitos; a ressignificar seu fazer e a pensar sua ação no mundo, respeitando os diferentes momentos e possibilidades. Dessa forma, o sujeito e seu cotidiano são partes inter-relacionadas e constitutivas entre si, de forma que o fazer do indivíduo sustenta a construção de seu cotidiano, onde a rotina existe, mas é singular, é vivida e é realizada de modo pessoal (GALHEIGO, 2020; TAKATORI, 2001). Os problemas de saúde ou problemas sociais precisam ser contextualizados em uma nova dimensão do que é saúde, do que é cuidado e das possibilidades de existência nestes contextos de diversidade. O cotidiano não pode ser apenas compreendido como a realização de atividades de vida diária, em que comer, vestir-se e trabalhar são ações que os sujeitos devem necessariamente exercer, sem uma dimensão do significado que essas atividades comportam para estes mesmos sujeitos, em diferentes contextos sociais e culturais. Como refere Heller (2008), a vida cotidiana não está fora da história. Há algo que é genérico do humano, comum a todos, mas há algo que o singulariza. Quanto mais se singulariza, mas se distancia do que é totalidade, amplia seu âmbito de movimentação e constrói possibilidades. Essa abertura a possibilidades é construída com outros, em espaços coletivos, pela tomada de consciência das suas condições de vida e saúde. Assim, atividade não pode ser entendida como um fazer desconexo de uma dada realidade. Porém, para uma Terapia Ocupacional que visa autonomia dos sujeitos, abertura de possibilidades e novas formas de existência participativa no mundo, a Atividade Humana deve “constituir-se como instrumento de emancipação, alimentado pela dimensão sociopolítica, cultural e afetiva das pessoas, de grupos e de comunidades. Não deve possuir significados fixos e sim expressões de múltiplos significados que se sobrepõem. São expressões das identidades e participam de processos que formam identidades” (BARROS; LOPES; GALHEIGO, 2007, p.352). A atividade deve ser pensada a partir da noção de processo, como nos ajuda a pensar Paulo Freire (2019), bem como a 15 conscientização e o diálogo. Na atividade não é possível dissociar a ação técnica de uma ação política. As contribuições teóricas e práticas que vem favorecendo o olhar crítico e reflexivo ao campo da Terapia Ocupacional, conforme discutido acima, as orientações emanadas das Diretrizes Curriculares de Terapia Ocupacional (BRASIL, 2002) e a avaliação do currículo realizada no Departamento, ajudaram nos princípios e na elaboração do projeto pedagógico, implantado em 2011.1. Esta avaliação considerou a organização curricular, a infraestrutura do Curso e do Departamento, os campos de estágios e de atuação profissional, o corpo docente e as condições do mercado de trabalho local e regional. Com relação às fragilidades encontradas identificaram-se: a organização curricular com atividades de práticas clínicas apenas nos períodos finais do curso; a distribuição não equitativa de disciplinas e carga horária, deixando alguns períodos sobrecarregados e outros com poucas atividades; os problemas na infraestrutura das instalações insuficientes do Departamento de Terapia Ocupacional e de insumos para o Curso; as dificuldades de acesso a equipamentos de informática e multimídia e a escassez do acervo bibliográfico próprio e atualizado nas bibliotecas (livros e periódicos nacionais e internacionais de Terapia Ocupacional). Este Projeto Pedagógico visa, em consonância com as Diretrizes preconizadas pelo MEC, a formação de um terapeuta ocupacional capaz de se inserir nos principais campos de atuação, de refletir e criticar o conhecimento disponível e produzir novos conhecimentos, mantendo-se continuamente atualizado. Pretende-se que a formação proposta permita ao futuro profissional ajustar-se às demandas locais e nacionais, decorrentes das políticas de saúde, sociais e de educação, participando de forma ética e competente da prestação de serviços em diferentes áreas, modalidades e níveis de atenção visando a melhoria da qualidade de vida das populações atendidas. Pensar uma formação voltada para as situações de vida dos sujeitos atendidos pela Terapia Ocupacional no Brasil, especificamente no Nordeste, implica compreender um contexto que muito difere de outros locais e formas de viver no mundo. Para isto, exige práticas e leituras condizentes com esta compreensão. Neste sentido, uma única perspectiva teórica não abrange a complexidade dos sujeitos, da sua condição de saúde e da diversidade social, cultural, educacional, política e econômica que os terapeutas ocupacionais formados pela UFPE irão encontrar. Daí, a opção múltipla que compõe o marco teórico e a organização curricular aqui apresentada. 16 3. MARCO TEÓRICO O advento da Modernidade é marcado pelo ideário iluminista que apregoa a razão como recurso para a construção do conhecimento de uma forma geral e do conhecimento científico, em particular. A racionalidade científica além de se constituir em um novo paradigma, cujo Homem era habitado pela razão e capaz de desvelar os fatos e os objetos através de sua crítica sistematizada, contribuiu para a descoberta de novas técnicas e tecnologias capazes de desvendar diferentes mistérios quando fragmentou os objetos e fenômenos para estudá-los, classificá-los e predizê-los. Inúmeros foram os avanços nas descobertas científicas em diferentes áreas do saber, tendo como procedimento a lógica da fragmentação, ou seja, para conhecer o fenômeno era preciso separá-lo em partes, conforme discute Capra (2012), quando analisa e descreve os avanços na biologia, química, física, etc. Ressalta o autor que do mesmo modo que houve grandes conquistas científicas no paradigma científico positivista, cartesiano, iluminado pelo pensamento de Descartes do “Penso, logo existo”, se observa nesse mesmo paradigma problemas concernentes ao próprio fazer científico e as concepções de Homem, saúde, doença dito de outra forma, paradoxalmente, o paradigma Positivista que possibilitou ao Homem pensar, descobrir e sistematizar o conhecimento científico, também contribui para excluir do seu campo de pesquisa e investigação aquilo que não considera a priori científico. E isso é demonstrado através do próprio ato do fazer científico que não considera, por exemplo, a subjetividade do pesquisador e os achados e fenômenos que não são passíveis de se predizer e de serem replicados através de uma técnica ou procedimento científico. Essa constatação é observada quando no paradigma Positivista defende-se a neutralidade do pesquisador sobre o objeto pesquisado e quando se tenta defender o campo de investigação o mais asséptico possível. Numa outra perspectiva paradigmática diferente da anterior, não é possível isolar o objeto a ser pesquisado do pesquisador uma vez que ele se encontra entrelaçado por diferentes causas, sendo sempre multicausal e constituído por uma rede de fenômenos e circunstâncias que o faz um objeto complexo. Morin (2018) nos ajuda a pensar que a Ciência com consciência deve considerar a teoria da complexidade que em última análise crítica qualquer tentativa de reducionismos. O Homem se constrói e é construído imerso numa teia de eventos que produz os diferentes contextos culturais. Os aspectos biológicos, subjetivos, psicológicos, sociais, culturais, estão intimamente relacionados, não havendo claramente uma hierarquia de um sobre o outro. Ao contrário, as instabilidades vivenciadas pelo Homem o instigam a produzir uma nova estabilidade ou metaestabilidade, sempre abertas a novas mudanças. Ao problematizar os fenômenos levando em consideração o entrelace dos diferentes campos do 17 saber, o Paradigma da complexidade sugere de imediato uma questão: a necessidade do diálogo permanente entre as disciplinas do conhecimento humano, sempre com o objetivo de avançar na busca de conhecimentos que tenham em seu fundamento a heterogeneidade na sua origem. Assim como se observa a tensão permanente entre esses dois paradigmas na constituição das disciplinas e das profissões com suas metodologias e técnicas, no campo da Terapia Ocupacional não foi diferente. Conforme discute Hagedorn (2003), a Terapia Ocupacional foi constituída pelas disciplinas voltadas ao conhecimento da fisiologia, do biológico, da saúde, como também pelas disciplinas das áreas de humanas e da educação. Feriotti (2017) enfatiza que inicialmente o papel do profissional terapeuta ocupacional foi focado nos processos de saúde e doença e se direcionava para a readaptação das pessoas com limitações físicas, sensoriais, cognitivas, mentais, psíquicas, dentre outras, numa perspectiva fortemente marcada pelo modelo biomédico. No entanto, a partir década de 70, e com maior intensidade nas décadas de 1980 e 1990, observa-se, a partir da participação de terapeutas ocupacionais nos movimentos sociais vinculados a luta por direitos sociais e da ampliação da formação docente em diferentes áreas do conhecimento, uma mudança histórica no sentido da superação do modelo biomédico para a adoção de perspectivas biopsicossociais e mais recentemente críticas. Esta mudança é concomitante à inserção do terapeuta ocupacional em outros campos de conhecimentos e práticas além da saúde, como o social e a educação (BIANCHI; MALFITANO, 2017a, 2017b). Nos diferentes campos de atuação e produção do conhecimento em Terapia Ocupacional são utilizados diferentes modelos e perspectivas teóricas, que repercutem também na diversidade metodológica presente na profissão na atualidade. Conforme constatado por Galheigo, Arthur e Matsuo (2018), a Terapia Ocupacional na atualidade se caracteriza pela pluralidade de populações e contextos de atuação associada a perspectivas teóricas diversas que têm origem em diferentes campos epistemológicos. Essa diversidade teórica e metodológica nasce da experiência práxica dos terapeutas ocupacionais, ou seja, é através das vivências de trabalho em que se articula a prática em diferentes contextos, a pesquisa e os vários referencias teóricos que o terapeuta ocupacional tem contribuído na cultura com as questões que envolvem o campo do Fazer Humano ou da Ocupação Humana. Se, conforme descrito acima, a constituição da Terapia Ocupacional tem como mito de origem referenciais primários que englobam as áreas da saúde, humanas, educação e a arte, é justo pensar que as teorias que advêm do campo específico da Terapia Ocupacional mantenham a tensão 18 permanente entre elas, a saber, investigar o Fazer Humano tomando o paradigma da complexidade como um ideal teórico, metodológico e de visão de mundo, que contribua ao complexus da Terapia ocupacional. Complexus, conforme assinala Morin (2018), que significa “tecer junto”. Uma Terapia Ocupacional tecida por diferentes perspectivas teóricas e tecendo teorizações, técnicas e metodologias que acolha o Homem que faz e se refaz na cultura. Neste sentido, o Fazer Humano ou como discute diversos autores na área, a Ocupação Humana deve ser o objeto de investigação da profissão, ou se quisermos o objeto onírico, sempre sonhado pelos terapeutas ocupacionais. Um objeto constituído paradoxalmente por uma epistemologia, que, de um lado, enriquece o pensar sobre o Fazer Humano e, de outro, possibilita que as estratégias metodológicas e técnicas que compõem os modelos de atuação possam contribuir em novas descobertas teóricas ao campo específico da Terapia Ocupacional. A ocupação enquanto constructo central para a Terapia Ocupacional pode ser compreendida a partir de diferentes concepções. Na perspectiva da Ciência Ocupacional, compreende-se as ocupações como a variedade de fazeres que os sujeitos e grupos se envolvem no dia a dia (RUDMAN, 2018). Estas atividades ou fazeres afetam e podem ser afetadas por diferentes fatores de ordem pessoal, social, cultural, econômico, entre outros. Neste sentido, o projeto pedagógico do curso de Terapia Ocupacional deve atentar para uma formação que favoreça tanto a pensar essa complexidade que envolve o Homem imerso numa cultura e que se realiza através do Fazer, quanto a favorecer nos ensinamentos dos modelos teóricos de Terapia Ocupacional que têm em sua origem um conjunto de teorias e métodos que ajudam na observação e intervenção das diferentes questões relacionadas à ocupação humana em diferentes campos de prática e conhecimento, como a saúde, a educação e o contexto social. Defender o diálogo e as interlocuções possíveis entre diferentes campos do saber que compõem os fundamentos necessários ao campo da Terapia Ocupacional é uma posição desafiante e instigante para a tarefa pedagógica. Para dar conta dessa tarefa, defendemos um projeto pedagógico constituído pelas áreas historicamente importantes na formação da Terapia Ocupacional, como: do desenvolvimento infantil ao envelhecimento humano, da Saúde Mental, da Terapia Ocupacional Social, da Saúde Pública e do Trabalho e atualmente as Tecnologias. Essas áreas estão em constante interlocução com o ciclo vital e a ocupação humana, ou seja, com os ensinamentos sobre o desenvolvimento humano e os contextos nos quais eles acontecem. Se, de um lado, é possível discutir a ocupação humana, a atividade, o cotidiano a partir de uma perspectiva 19 histórica – social e cultural, por outro lado, é possível exercer e desenvolver conhecimentos específicos na Terapia Ocupacional utilizando dos modelos teóricos que orientam estruturas de prática em Terapia Ocupacional, onde se destacam a Ocupação Humana e a Ciência Ocupacional. No que se refere ao Desempenho Ocupacional o enfoque é nas atividades de vida diária e atividades instrumentais de vida diária (alimentação, vestuário, higiene, mobilidade, comunicação), atividades produtivas, atividades de lazer e brincar, de acordo com seus componentes e contextos (temporais e/ou do ambiente). O comportamento ocupacional descrito por Reilly (décadas de 60/70) define essa lógica, onde o foco está na necessidade do ser humano em ocupar-se de forma produtiva e criativa influenciando seu próprio processo de saúde, tendo como princípios fundamentais: a adaptação ao trabalho e ao lazer, motivação para a ocupação, adaptação no tempo e papéis ocupacionais (DRUMMOND, 2007). O aprofundamento dos estudos de vários autores no Desempenho Ocupacional usando uma fundamentação para compreender o papel da ocupação na saúde levou ao surgimento de modelos como: Modelo da Função Ocupacional (abordagem ascendente/descendente, de Trombly), o Modelo da Forma e Performance Ocupacional (de Nelson), e o Modelo de Performance Ocupacional Competente no Ambiente (de Hagedorn) (DRUMMOND, 2007; HAGEDORN, 2003). Essa tendência das últimas décadas, de foco da profissão na temática da Ocupação Humana, nas atividades cotidianas e nos papéis ocupacionais, vem favorecendo a constituição de uma linguagem comum entre os terapeutas ocupacionais, apesar de estruturadas em modelos teóricos distintos (DRUMMOND, 2007). Isto foi reforçado pela Federação Mundial de Terapia Ocupacional, ao criar a Terminologia Uniforme da Terapia Ocupacional (AOTA, 1994) e a Estrutura da Prática de Terapia Ocupacional: Domínio e processo (AOTA, 2015), que serão incluídos em alguns dos componentes curriculares, de modo que o terapeuta ocupacional formado na UFPE possa incorporar-se à cultura profissional de forma universal. A Terminologia Uniforme tem como objetivo apresentar as áreas de domínio da Terapia Ocupacional, criando uma nomenclatura comum e facilitando a comunicação entre os terapeutas ocupacionais. Quanto a Estrutura da Prática, o domínio se refere a descrição do foco da Terapia Ocupacional e suas ações, já o processo aborda a avaliação e a intervenção terapêutico ocupacional, servindo assim, para os terapeutas ocupacionais analisarem a sua prática, principalmente nas áreas emergentes, estando este modelo centrado no indivíduo, envolvido em uma ocupação que dá suporte 20 à sua participação social (AOTA, 2020). O conhecimento sobre a ocupação e como o envolvimento nesta pode afetar o desempenho humano, além dos efeitos da doença e da deficiência ao indivíduo, são fundamentais à Terapia Ocupacional. Esta compreensão mostra-se consoante e atual, considerando que a Organização Mundial de Saúde (OMS), ao propor a Classificação Internacional da Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF), assume que a saúde não se relaciona apenas aos problemas presentes nas estruturas e funções corporais, mas está relacionada à capacidade humana de realização de atividades e à sua participação em situações de vida (OMS, 2003). Além de inserir uma visão mais ampla ao conceito de saúde, a CIF tem como objetivo promover uma linguagem internacional comum entre os diferentes profissionais da saúde, além de servir como parâmetro conceitual para descrever os processos de funcionalidade e de incapacidade humana (MANCINI, 2007). A CIF apresenta-se como um modelo de análise das consequências funcionais das doenças ou lesões e suas implicações na vida das pessoas, em três níveis de complexidade: • Estrutura e função do corpo: limitação dos órgãos e sistemas do indivíduo (deficiências); • Atividades: limitação no desempenho de atividades do seu cotidiano (incapacidade); • Participação: restrições no ambiente e suas consequências sociais (desvantagens) Frente a tantas possibilidades de produção e circulação de conhecimento e particularmente no campo da Terapia Ocupacional, este Projeto tem como diretriz que os terapeutas ocupacionais sejam estimulados a incorporarem à sua formação uma visão universal com apropriação de uma linguagem e compreensão comum em relação a problemática que impactam o engajamento e a participação ocupacional. No entanto, ao longo da experiência de formação, este projeto prevê também as discussões de referenciais para além dos anteriormente citados. Entre estes referenciais destacam-se as perspectivas críticas acerca da profissão, que são adotadas para subsidiar as ações e produção de conhecimento no campo social (mas não se restringem a esse campo). Neste sentido, conforme destacam Pino e Ulhoa (2016) adotar uma perspectiva crítica em Terapia Ocupacional significa compreender as ocupações e desenvolver teorias e metodologias para a sua abordagem que tenham origem na realidade vivenciada localmente (“epistemiologias do sul”), que diferem significativamente das origens dos referenciais tradicionalmente adotados na profissão de origem norte americana ou europeia. Perspectivas que tenham o potencial de possibilitar ao terapeuta ocupacional desenvolver ações que tenham como horizonte a superação das desigualdades sociais 21 que impactam diretamente nas possibilidades de envolvimento em ocupações. Ressalta-se, ainda, a necessidade de atentar na formação dos estudantes em Terapia Ocupacional para a pluralidade de conhecimentos advindos do campo da saúde, social, educacional e cultural que contribuem no entendimento dos processos de cuidado, de participação social, emancipação e justiça ocupacional. Consequentemente, a formação generalista precisa enfrentar o desafio de “formar” profissionais para atuar em contextos socioculturais os mais diversos e adversos. Nesta perspectiva, Abrahão e Merhy (2014, p. 314) nos falam que a “formação precisa ser centrada na articulação de diferentes saberes, conhecimentos e aprendizados, e no território da vivência/experiência”, considerando o estudante como sujeito da problematização da própria formação. Para isso, a aproximação e articulação entre o conhecimento produzido na Universidade com os campos de trabalho no território é fundamental. Trata-se do entendimento de que, quando se toma o território como campo de experiências práticas, uma gama de possibilidades e diferentes conexões surgem como elementos implicados no processo de formação, ou seja, “remete ao desafio de construção de artifícios pedagógicos que reconheça a possibilidade das várias existências presentes nesse plano de produção, que opera no entre estudante-professor-usuário- profissional de saúde” (ABRAHÃO; MERHY, 2014, p. 315). Nesse sentido, a interdisciplinaridade e a interlocução de saberes exigida pela abordagem de problemas da prática não podem ser consideradas apenas em sua dimensão de alternativa de diálogo disciplinar, mas no plano da redefinição e construção de novos objetos do conhecimento profissional e de intervenção na área da saúde e na área social. Diante do exposto, a proposta deste Projeto é abordar as diversas perspectivas que norteiam o universo da prática profissional do terapeuta ocupacional, comprometidas com as questões que envolvem a Ocupação Humana, contribuindo na complexa formação profissional para atuar nos campos da saúde, social, educacional, cultural na contemporaneidade 4. OBJETIVOS DO CURSO 4.1 Objetivo Geral: 4.2 Graduar terapeutas ocupacionais de acordo com a missão da UFPE e das Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Graduação em Terapia Ocupacional, com conhecimentos gerais e 22 específicos nas diversas áreas de atuação profissional, com ênfase no atendimento às necessidades no campo da saúde, da educação, da assistência social e da cultura da região, em consonância com as políticas públicas vigentes e pautadas nos princípios éticos, deontológicos e bioéticos. Objetivos Específicos • Propiciar conhecimentos, habilidades e atitudes necessários ao exercício da profissão no que se refere à promoção, prevenção e reabilitação de indivíduos com base nas políticas atuais de saúde, da educação, da assistência social e da cultura; • Desenvolver habilidades e competências técnicas e pessoais que influenciam positivamente na construção da cidadania, na participação da criação de políticas públicas e ações sociais que garantam a acessibilidade, a equidade, o cuidado integral e a sustentabilidade de programas e projetos comprometidos com a melhoria da qualidade de vida da população; • Formar profissionais com capacidade técnico-científica, ética e política para o exercício da prática profissional, em diferentes funções (assistência, gestão, ensino/docência, pesquisa, assessoria e consultoria) e cenários de prática no âmbito da saúde, educação, social, da cultura, entre outros, sejam estes públicos ou privados. 5. PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO Como preconizam as Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de Terapia Ocupacional, a formação profissional proposta pelo Curso da UFPE volta-se para um perfil generalista, contemplando de forma equilibrada os conhecimentos nas áreas biológicas, humanas e específicas da Terapia Ocupacional, visando que o profissional seja um agente transformador das condições de saúde e de vida da população. As situações de aprendizagem durante o Curso visam dotar o terapeuta ocupacional do domínio de conhecimentos em saúde, disfunções e condições de realização das atividades humanas numa perspectiva de sujeito social, histórico e cultural. O estreito contato que o terapeuta ocupacional estabelece com seus interlocutores (pacientes, familiares, cuidadores, outros profissionais) exige desse profissional um perfil que evidencie habilidade para o contato humano e a possibilidade de assumir a perspectiva do outro. Além disso, exige também um contato direto com o fazer humano nas suas diferentes formas de realização e 23 expressão. O terapeuta ocupacional egresso da UFPE será habilitado a realizar todas as dimensões do cuidado desde a investigação e avaliação do problema, elaboração e execução de programa terapêutico ocupacional, em contextos e instituições diversas, tais como: núcleos de apoio à saúde da família, unidades básicas de saúde, ambulatórios de especialidades, centros de reabilitação, hospitais gerais e especializados, instituições de longa permanência para idosos, centros de convivência e integração social, escolas, creches, empresas, bem como programas para pessoas em situação de risco pessoal e social, considerando as particularidades do desenvolvimento humano. O perfil profissional também contempla a atuação como gestor público de serviços de saúde e de promoção social, pesquisador, docente e em cargos administrativos em Universidades, e em atividades de supervisão e consultoria. 6. CAMPO DE ATUAÇÃO DO PROFISSIONAL As marcantes iniquidades sociais são uma característica histórica do Brasil e se refletem em todas as esferas de vida de seus habitantes (PAES-DE-BARROS et al., 2001 apud LIMA-COSTA et al., 2003). O que pode ser evidenciado quando se comparam as regiões do país e os indicadores sociais, como saneamento básico, escolaridade e renda, sendo melhores no Sul e Sudeste e piores no Norte e no Nordeste (IBGE, 2012). Essas condições adversas colocam uma série de desafios a serem enfrentados em todas as áreas de conhecimento. Na saúde, merece destaque o fato de que estas condições determinam como adoecem e morrem as pessoas nessas regiões. De acordo com Freese e Fontbone (2006), observa- se no Brasil um perfil denominado de perfil de desigualdades (grifo nosso), no qual se unem aos velhos problemas de saúde, novas doenças e situações de risco à saúde, tudo isso reflexo de uma longa história de contradições. É para esse contexto que se pretende formar cidadãos profissionais, comprometidos com a melhoria das condições sociais e de saúde da população brasileira, em especial, da população nordestina. Entende-se que essa pretensão só se viabilize com a formação de um profissional crítico e reflexivo, com formação generalista com bases no conhecimento das políticas sociais e de saúde do país, somada aos conhecimentos de sua área específica de atuação, no caso, a Terapia Ocupacional, e que possa utilizar esses conhecimentos para transformação social. Um terapeuta ocupacional que entenda o homem como ser integral e por isso o trate como tal. Na qual, a abordagem à sua saúde 24 respeite os seus limites e invista em suas possibilidades de acordo com sua condição cultural. Dados epidemiológicos e sociais apontam para a necessidade de uma formação ampla e diversa, que crie condições de enfrentamento a situações resultantes das doenças crônicas não transmissíveis; da crescente violência urbana (homicídios e acidentes de trânsito, de trabalho); da implementação incipiente das políticas voltadas às pessoas com deficiência (educação, mobilidade urbana, trabalho, entre outros); gravidez precoce; prematuridade; dificuldades na implementação de cuidados contínuos em saúde mental; aumento do sofrimento psíquico e dos transtornos graves associados ao consumo de álcool e outras drogas; precários mecanismos de institucionalização (carcerária, instituições de longa permanência para idosos, entre outras doenças emergentes e reemergentes) (BATISTA; GONÇALVES, 2011; COSTA et al, 2018). Esses problemas, em sua maioria, geram importantes limitações e a necessidade de tratamentos e cuidados contínuos, por isso devem ser discutidos na perspectiva do ciclo de vida desde a criança, adolescente, adulto e idoso, em toda a rede de cuidados e níveis de atenção, ou seja, na integralidade das ações e no alcance social ao envolver familiares e cuidadores. Sendo assim, no presente Projeto Pedagógico procurou-se articular estas dimensões, fazendo com que a organização curricular favoreça o contato integrado entre teoria e prática, com o estudante sendo gradualmente inserido nessas situações que requerem abordagem de complexidade variável e integrado. A partir dos conhecimentos adquiridos, o terapeuta ocupacional formado na UFPE poderá trabalhar no campo da saúde, da educação, do trabalho e da assistência social, nos quais se encontram Hospitais, Centros de Atenção Psicossocial, Programas da Atenção Básica, Clínicas, Consultórios, Centros de Reabilitação, Centros Especializados em Saúde do Trabalhador, Empresas, Escolas, Creches, Penitenciárias, Abrigos, dentre outros locais. Ainda do ponto de vista da inserção do futuro terapeuta ocupacional, vale ressaltar que a expansão das redes estadual e municipal de saúde pública e privada vem incorporando estes profissionais em hospitais gerais e especializados, clínicas, ambulatórios, na atenção básica a comunidade, com ações integradas nos diversos programas de saúde, educação, assistência social e cultural. Nesse contexto, faz-se necessário a formação do terapeuta ocupacional com habilidades para implementar ações não somente na clínica, mas na docência, na pesquisa e na gestão de serviços, levando à valorização profissional e ao respeito científico conquistado pela busca constante de conhecimentos, pelo aprofundamento das reflexões de sua prática profissional de modo crítico e dialógico. Estas habilidades poderão ser desenvolvidas não apenas nas atividades curriculares 25 obrigatórias, na extensão e na pesquisa, mas também através das atividades complementares que ampliam e diversificam as possibilidades de envolvimento do estudante. Por fim, destaque-se que a graduação é apenas a primeira etapa da formação do profissional. Esse precisará incorporar a ideia de que a aprendizagem deve ser contínua e contextual, ocorrendo nos espaços de trabalho a partir dos problemas e dificuldades cotidianas que precisam ser superados, permitindo novos conhecimentos e a reflexão crítica da prática e da organização do próprio trabalho. Em outras palavras, o profissional contemporâneo deve estar envolvido em processos de educação permanente, como a atualização, formação em serviço (residência) e pós-graduação lato e stricto sensu. O Departamento de Terapia Ocupacional (DTO) da UFPE também tem avançado nesta direção e a qualificação do seu corpo docente possibilitou, a partir da década de 1990, a oferta de alguns cursos de atualização e de especialização voltados às necessidades do terapeuta ocupacional no mercado de trabalho, mas descontinuados no tempo. Isso começa a mudar com a inclusão de docentes em Grupos de Pesquisa e a participação em programas de pós-graduação lato e stricto sensu em áreas afins. Atualmente, o grupo de docentes vem discutindo junto à PROPESQI, a criação de um programa de mestrado envolvendo o Departamento. A UFPE oferece vagas para terapeutas ocupacionais em dois programas de Residência: Residência Multiprofissional em Saúde da Família (RMSF) e Residência Integrada Multiprofissional em Saúde do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco. O primeiro, a RMSF contou em 2008 com a participação de docentes do curso na sua formulação e implantação. A Residência tem como propósito fornecer aos profissionais de saúde, suporte teórico- prático para atuar na atenção básica, através de abordagem interdisciplinar, com ênfase nas necessidades do Programa de Saúde da Família, constitui-se como uma oportunidade importante de qualificação de terapeutas ocupacionais para a atenção básica, especialmente para a manutenção e fortalecimento dos Núcleos de Apoio a Saúde da Família (NASF). O segundo programa, a Residência Integrada Multiprofissional em Saúde do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco oferece duas áreas de concentração a Nefrologia e a Saúde da Mulher, com o objetivo de capacitar profissionais de saúde para um trabalho em equipe, visando o atendimento pré, intra e pós-hospitalar, baseados nos preceitos do SUS. A primeira seleção ocorreu no início de 2010, com oferta de 18 vagas, sendo duas para terapeutas ocupacionais na área de Saúde da Mulher e a partir de 2022 também oferece duas vagas para Nefrologia. O Programa é orientado 26 por preceptoras do Hospital das Clínicas e tutoras docentes do curso de graduação de Terapia Ocupacional da UFPE. Além desses, outros programas de residência e de pós-graduação que são coordenados por outras IES e Secretaria Estadual de Saúde abrem vagas para terapeutas ocupacionais, o que amplia o leque de formação e de campo de atuação. Assim, o DTO, responsável pela graduação em Terapia Ocupacional, colabora com a viabilização da inserção do profissional no mundo do trabalho, voltando também sua atenção para a continuidade da formação e produção de conhecimentos. 7. COMPETÊNCIAS, ATITUDES E HABILIDADES Competências gerais: Atenção à saúde: os profissionais de saúde, dentro de seu âmbito profissional, devem estar aptos a desenvolver ações de prevenção, promoção, proteção e reabilitação da saúde, tanto em nível individual quanto coletivo. Cada profissional deve assegurar que sua prática seja realizada de forma integrada e contínua com as demais instâncias do sistema de saúde, sendo capaz de pensar criticamente, de analisar os problemas da sociedade e de procurar soluções para os mesmos. Os profissionais devem realizar seus serviços dentro dos mais altos padrões de qualidade e dos princípios da ética/bioética, tendo em conta que a responsabilidade da atenção à saúde não se encerra com o ato técnico, mas sim, com a resolução do problema de saúde, tanto em nível individual como coletivo; Tomada de decisões: o trabalho dos profissionais de saúde deve estar fundamentado na capacidade de tomar decisões visando o uso apropriado, eficácia e custo/efetividade, da força de trabalho, de medicamentos, de equipamentos, de procedimentos e de práticas. Para este fim, os mesmos devem possuir competências e habilidades para avaliar, sistematizar e decidir as condutas mais adequadas, baseadas em evidências científicas; Comunicação: os profissionais de saúde devem ser acessíveis e devem manter a confidencialidade das informações a eles confiadas, na interação com outros profissionais de saúde e o público em geral. A comunicação envolve comunicação verbal, não verbal e habilidades de escrita e leitura; o domínio de, pelo menos, uma língua estrangeira e de tecnologias de comunicação e informação; Liderança: no trabalho em equipe multiprofissional, os profissionais de saúde deverão estar aptos a assumirem posições de liderança, sempre tendo em vista o bem estar da comunidade. A liderança 27 envolve compromisso, responsabilidade, empatia, habilidade para tomada de decisões, comunicação e gerenciamento de forma efetiva e eficaz; Administração e gerenciamento: os profissionais devem estar aptos a tomar iniciativas, fazer o gerenciamento e administração tanto da força de trabalho, dos recursos físicos e materiais e de informação, da mesma forma que devem estar aptos a serem empreendedores, gestores, empregadores ou lideranças na equipe de saúde; Educação permanente: os profissionais devem ser capazes de aprender continuamente, tanto na sua formação, quanto na sua prática. Desta forma, devem aprender a aprender e ter responsabilidade e compromisso com a sua educação e o treinamento/estágios das futuras gerações de profissionais, proporcionando condições para que haja benefício mútuo, inclusive, estimulando e desenvolvendo a mobilidade acadêmico/profissional, a formação e a cooperação através de redes nacionais e internacionais. No quadro abaixo se tem a correspondência entre as Competências e Habilidades específicas do discente de Terapia Ocupacional relacionadas e os componentes curriculares. Quadro 3 - Competências e Habilidades específicas relacionadas com os componentes curriculares Competências e Habilidades Específicas Componente Curricular (Específico)* Conhecer os fatores sociais, econômicos, culturais e políticos da vida do país, fundamentais à cidadania e a - Antropologia da Saúde. prática profissional, relacionando-os com a problemática - Saúde, Sociedade, Estado e Terapia Ocupacional. específica da população com a qual trabalhará; Reconhecer a saúde como direito e atuar de forma a garantir - Saúde, Sociedade, Estado e Terapia Ocupacional. a integralidade da assistência; - Práticas clínicas em Terapia Ocupacional1 Compreender as relações saúde-sociedade como também as relações de exclusão-inclusão social, bem como participar - Saúde, Sociedade, Estado e Terapia Ocupacional. da formulação e implementação das políticas sociais, sejam estas setoriais (políticas de saúde, infância e adolescência, - Práticas clínicas em Terapia Ocupacional. educação, trabalho, promoção social, etc) ou intersetoriais; Reconhecer as intensas modificações nas relações - Antropologia da Saúde. societárias, de trabalho e comunicação em âmbito mundial - Saúde, Sociedade, Estado e Terapia Ocupacional. assim como entender os desafios que tais mudanças contemporâneas virão a trazer; Inserir-se profissionalmente nos diversos níveis de atenção à saúde, atuando em programas de promoção, prevenção, - Práticas clínicas em Terapia Ocupacional. proteção e recuperação da saúde, assim como em programas - Estágio Supervisionado em Terapia Ocupacional 1 e 2 de promoção e inclusão social, educação e reabilitação; - Análise de Atividades e Recursos Terapêuticos 1 e 2. Explorar recursos pessoais, técnicos e profissionais para a - Tecnologia Assistiva e Acessibilidade. condução de processos terapêuticos numa perspectiva interdisciplinar; - Grupos em Terapia Ocupacional. - Estágio Supervisionado em Terapia Ocupacional 1 e 2 Compreender como o homem realiza suas escolhas - História e Princípios da Terapia Ocupacional. ocupacionais, utiliza e desenvolve suas habilidades, se - Fundamentos de Terapia Ocupacional. reconhece e reconhece a sua ação; - Análise de Atividades e Recursos Terapêuticos 1 e 2 28 Identificar, entender, analisar e interpretar as desordens da dimensão ocupacional do ser humano e a utilizar, como - Análise de Atividades e Recursos Terapêuticos 1 e 2. instrumento de intervenção, as diferentes atividades - Práticas clínicas em Terapia Ocupacional. humanas quais sejam as artes, o trabalho, o lazer, a cultura, as atividades artesanais, o autocuidado, as atividades - Estágio Supervisionado em Terapia Ocupacional 1 e 2 cotidianas e sociais, dentre outras; Utilizar o raciocínio terapêutico ocupacional para realizar a análise da situação na qual se propõe a intervir, o - Práticas clínicas em Terapia Ocupacional. diagnóstico clínico e/ou institucional, a intervenção propriamente dita, a escolha da abordagem terapêutica - Estágio Supervisionado em Terapia Ocupacional 1 e 2 apropriada e a avaliação dos resultados alcançados; Desempenhar atividades de assistência, ensino, pesquisa, - Metodologia da Pesquisa em Terapia Ocupacional 1 e 2. planejamento e gestão de serviços e de políticas, de - Saúde, Sociedade, Estado e Terapia Ocupacional. assessoria e consultoria de projetos, empresas e - Práticas clínicas em Terapia Ocupacional. organizações. - Estágio Supervisionado em Terapia Ocupacional 1 e 2 - Fundamentos da Biologia Celular e Morfológica. - Genética Humana. Conhecer o processo saúde-doença, contemplando a - Anatomia Geral e Neuroanatomia. integração dos aspectos biológicos, sociais, psíquicos, - Anatomia do Aparelho Locomotor. culturais e a percepção do valor dessa integração para a vida - Personalidade e Desenvolvimento Humano. - Processos Patológicos Gerais 3. de relação e produção; - Práticas clínicas em Terapia Ocupacional. - Estágio Supervisionado em Terapia Ocupacional 1 e 2 Conhecer e analisar a estrutura conjuntural da sociedade - Antropologia da Saúde. brasileira em relação ao perfil de produção e da ocupação - Saúde, Sociedade, Estado e Terapia Ocupacional. dos diferentes indivíduos que a compõe; - Saúde, Sociedade, Estado e Terapia Ocupacional. Conhecer as políticas sociais (de saúde, educação, trabalho, - Introdução a Saúde Pública. promoção social e, infância e adolescência) e a inserção do - Práticas clínica em Terapia Ocupacional. terapeuta ocupacional nesse processo; - Estágio Supervisionado em Terapia Ocupacional 1 e 2 Conhecer e correlacionar as realidades regionais no que diz - Saúde, Sociedade, Estado e Terapia Ocupacional. respeito ao perfil de morbi-mortalidade e as prioridades - Práticas clínicas em Terapia Ocupacional. assistenciais visando à formulação de estratégias de - Estágio Supervisionado em Terapia Ocupacional 1 e 2 intervenção em Terapia Ocupacional; Conhecer a problemática das populações que apresentam - Práticas clínicas em Terapia Ocupacional. dificuldades temporárias ou permanentes de inserção e - Estágio Supervisionado em Terapia Ocupacional 1 e 2 participação na vida social; Conhecer a influência das diferentes dinâmicas culturais nos - Práticas clínicas em Terapia Ocupacional. processos de inclusão, exclusão e estigmatização; - Estágio Supervisionado em Terapia Ocupacional 1 e 2 Conhecer os fundamentos históricos, filosóficos e - História e Princípios da Terapia Ocupacional. metodológicos da Terapia Ocupacional e seus diferentes - Fundamentos da Terapia Ocupacional. modelos de intervenção; - Análise de Atividades e Recursos Terapêuticos 1 e 2. - - Grupos em Terapia Ocupacional. Conhecer métodos e técnicas de investigação e elaboração - Metodologia de Pesquisa em Terapia Ocupacional 1 e 2. de trabalhos acadêmicos e científicos; - Seminários de Pesquisa em Terapia Ocupacional. Conhecer os princípios éticos que norteiam os terapeutas ocupacionais em relação às suas atividades de pesquisa, à - Ética em Terapia Ocupacional. prática profissional, à participação em equipes - Grupos em Terapia Ocupacional interprofissionais, bem como às relações terapeuta- paciente/cliente/usuário; Conhecer a atuação inter, multi e transdisciplinar e - Práticas clínicas em Terapia Ocupacional. transcultural pautada pelo profissionalismo, ética e equidade - Estágio Supervisionado em Terapia Ocupacional 1 e 2 de papéis; 29 Conhecer os principais métodos de avaliação e registro, formulação de objetivos, estratégias de intervenção e - Práticas clínicas em Terapia Ocupacional. verificação da eficácia das ações propostas em Terapia - Estágio Supervisionado em Terapia Ocupacional 1 e 2 Ocupacional; Conhecer os principais procedimentos e intervenções terapêuticas ocupacionais utilizados tais como: - Práticas clínicas em Terapia Ocupacional. atendimentos individuais, grupais, familiares, - Estágio Supervisionado em Terapia Ocupacional 1 e 2 institucionais, coletivos e comunitários; - Personalidade e Desenvolvimento Humano. Desenvolver habilidades pessoais e atitudes necessárias para - Fundamentos de Terapia Ocupacional. a prática profissional, a saber: consciência das próprias - Análise de Atividades e Recursos Terapêuticos 1 e 2. potencialidades e limitações, adaptabilidade e flexibilidade, - Grupos em Terapia Ocupacional. equilíbrio emocional, empatia, criticidade, autonomia - Práticas clínica em Terapia Ocupacional. intelectual e exercício da comunicação verbal e não verbal; - Estágio Supervisionado em Terapia Ocupacional 1 e 2 Desenvolver capacidade de atuar enquanto agente facilitador, transformador e integrador junto às - Práticas clínicas em Terapia Ocupacional. comunidades e agrupamentos sociais através de atitudes - Estágio Supervisionado em Terapia Ocupacional 1 e 2 permeadas pela noção de complementaridade e inclusão; Conhecer, experimentar, analisar, utilizar e avaliar a estrutura e dinâmica das atividades e trabalho humano, tais - Análise de Atividades e Recursos Terapêuticos 1 e 2 como: atividades artesanais, artísticas, corporais, lúdicas, lazer, cotidianas, sociais e culturais; Conhecer as bases conceituais das terapias pelo movimento: - Bases fisiológicas da atividade humana. neuroevolutivas, neuro-fisiológicas e biomecânicas, - Cinesiologia e Biomecânica para Terapia Ocupacional. psicocorporais, cinesioterápicas entre outras; Conhecer a tecnologia assistiva e acessibilidade, através da - Cinesiologia e Biomecânica para Terapia Ocupacional. indicação, confecção e treinamento de dispositivos, - Tecnologia Assistiva e Acessibilidade. adaptações, órteses, próteses e software; Desenvolver atividades profissionais com diferentes grupos populacionais em situação de risco e ou alteração nos - Práticas clínicas em Terapia Ocupacional. aspectos: físico, sensorial, percepto-cognitivo, mental, - Estágio Supervisionado em Terapia Ocupacional 1 e 2 psíquico e social; Vivenciar atividades profissionais nos diferentes equipamentos sociais e de saúde, sejam hospitais, unidades básicas de saúde, comunidades, instituições em regime - Práticas clínicas em Terapia Ocupacional. aberto ou fechado, creches, centros de referência, - Estágio Supervisionado em Terapia Ocupacional 1 e 2 convivência e de reabilitação, cooperativas, oficinas, instituições abrigadas e empresas, dentre outros; - Anatomia e Neuroanatomia. Conhecer a estrutura anátomo- fisiológica e cinesiológica do - Bases Fisiológicas da atividade humana. ser humano e o processo patológico geral e dos sistemas; - Processos Patológicos Gerais 3. - Biofísica para Terapia Ocupacional. Conhecer a estrutura psíquica do ser humano, enfocada - Personalidade e Desenvolvimento Humano. pelos diferentes modelos teóricos da personalidade; - Processos Patológicos Gerais 3. - Perfil Ocupacional da Criança e do Adolescente Conhecer o desenvolvimento do ser humano em suas - Terapia Ocupacional na infância. diferentes fases enfocado por várias teorias; - Terapia Ocupacional na adolescência. - Terapia Ocupacional na idade adulta. - Terapia Ocupacional e Envelhecimento 1 e 2 - Antropologia da Saúde. Conhecer as forças sociais do ambiente, dos movimentos da - Introdução a Saúde Pública. sociedade e seu impacto sobre os indivíduos. - Práticas clínicas em Terapia Ocupacional. - 1 Práticas clínicas em Terapia Ocupacional: se referem aos componentes de Terapia Ocupacional que envolve a prática com clientes 30 8. METODOLOGIA DO CURSO O processo da formação profissional é um processo constitutivo de identidades sociais e culturais, no qual o currículo e as metodologias de ensino são vistas como elos da dimensão política da educação, constituindo um campo ético no qual não cabe omissão diante dos problemas do cotidiano, havendo portanto o estímulo à participação ativa, através da construção coletiva e cooperativa. Assim, estimula-se metodologias ativas e colaborativas de ensino-aprendizagem, em que o discente é protagonista e empodera-se do conhecimento, por meio da reflexão-ação para o compartilhamento de saberes e a resolução de problemas. No contexto e em conformidade com o PDI (2019-2023), o Curso de Terapia Ocupacional se propõe a estabelecer uma transição entre o ensino tradicional e o ensino problematizador, com ênfase às experiências de ensino específicas da Terapia Ocupacional e do seu Departamento. Para isso, a qualificação docente foi realizada a partir da vinculação de vários docentes em atividades de reorientação da formação como o PET SAÚDE, atividades de formação didático-pedagógica oferecidas pela PROGRAD e pela PROGEPE, entre outros. Essa atualização geralmente utiliza metodologias que envolvem os atores no processo ensino-aprendizagem, proporcionando uma relação dialógica que favorece a autonomia e visa o aprender a fazer reflexivo. A metodologia de ensino aprendizagem empregada no curso de Terapia Ocupacional da UFPE baseia-se em aulas expositivas dialogadas, com o auxílio de recursos audiovisuais, dinâmicas interativas sobre aspectos teóricos abordados nas aulas expositivas, discussões sobre casos clínicos, seminários e trabalhos individuais e em grupos. Ademais, o curso tem desenvolvido experiências com metodologias ativas. A metodologia ativa se caracteriza pela inter-relação entre educação, cultura, sociedade, política e escola, sendo desenvolvida por meio de métodos ativos e criativos, centrados na atividade do aluno com a intenção de propiciar a aprendizagem. Citamos o uso do portfólio, estudos de casos, mapa mental e conceitual, aprendizagem baseada em problemas, sala de aula invertida, entre outros, como exemplos de metodologias pautadas em atividades criadoras, reflexivas, críticas, compartilhadas e de convivência com as diferenças. Sobre a acessibilidade e inclusão educacional, o curso de Terapia Ocupacional em parceria com Núcleo de Acessibilidade da UFPE (NACE) e Núcleo de Atenção à Saúde do Estudante (NASE), vinculado à Pró-Reitoria para Assuntos Estudantis (PROAES), buscará atender as necessidades específicas das situações de aprendizagem de ensino, bem como, a adequação do ambiente e a acessibilidade às demandas específicas dos discentes, atendendo a resolução ConsUni/ UFPE nº 11/2019, o Decreto N° 5.296/2004, a Lei Nº 13.146/2015, assim como, a Lei N° 12.764/2012; e o Dec. N. 8368 /2014 de proteção aos direitos das pessoas com Autismo. Os discentes serão 31 identificados no processo seletivo da instituição, seguindo o Decreto no 9.034/2017 (BRASIL, 2017), contudo, acrescenta-se que existem discentes que podem ser identificados após o ingresso, durante o período de formação acadêmica, e que também terão suas necessidades atendidas. Compõem esse público-alvo, pessoas com deficiência (auditiva, visual, física, intelectual ou múltipla); pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA); pessoas com altas habilidades/ superdotação; pessoas com transtorno específico da aprendizagem (dislexia, discalculia, disortografia, disgrafia e transtorno do déficit de atenção e hiperatividade (TDAH); e pessoas com mobilidade reduzida. Serão adotadas estratégias de ensino e avaliação em formatos acessíveis, considerando as especificidades e singularidades do discente, mediante prévia solicitação e comprovação da necessidade. Deverão ser oferecidos recursos didático-pedagógicos acessíveis e de tecnologia assistiva, a adequação do ambiente, redução/eliminação de barreiras arquitetônicas e criação de ambiente de aprendizagem e comunicação adequados. Sobre essa questão, o curso vem buscando alternativas de ampliar e aprimorar o acesso e permanência dos alunos com deficiência através da reforma do prédio, sede do curso de Terapia Ocupacional. Além disso, a UFPE vem investindo em formação continuada para o aperfeiçoamento dos processos de ensino e de aprendizagem de docentes e técnico-administrativos, bem como, o desenvolvimento profissional com foco no atendimento em acessibilidade e inclusão educacional; apoios especializados como tradutor e intérprete de Libras, ledor e transcritor. Os discentes, na condição de pessoas com deficiências e/ou necessidades educacionais específicas e de acessibilidade, poderão solicitar ao Coordenador de Curso de Graduação e de Pós-Graduação os serviços de atendimento oferecidos pelo Núcleo de Acessibilidade da UFPE (NACE). Os discentes poderão cursar componentes na modalidade de Ensino à Distância (EAD), tanto obrigatórios como eletivos, desde que não ultrapassem 20% (vinte por cento) da carga horária total do curso. Essa modalidade utiliza sistemas de informação, como possibilidade de atualização e autogerenciamento de conhecimento, de acordo com a Resolução nº 10/2019 CCEPE-UFPE e Portaria 2.117/19 do MEC. Ressalta-se que os docentes responsáveis por componentes curriculares a distância deverão colocar em apreciação no Colegiado do Curso, os Planos de Ensino adequados ao desenvolvimento das atividades didáticas a serem realizadas no ambiente virtual de aprendizagem (AVA) da UFPE. O PPC também considera a possibilidade dos discentes poderem cursar Disciplinas de Formação Avançada (Resoluções nº 18/2021 - CEPE e nº 10/2022 - CEPE), caracterizadas como disciplinas integrantes da estrutura curricular de um curso de mestrado ou de doutorado da UFPE. Essa 32 experiência poderá oportunizar aos discentes outras abordagens metodológicas e estratégias de aprendizagem, além das vivenciadas na graduação. De acordo com a citada Resolução, o conjunto de disciplinas de pós-graduação que constituirão um Grupo de Disciplinas de Formação Avançada será definido periodicamente por acordo entre o colegiado do programa de pós-graduação responsável pela oferta das disciplinas e o colegiado do curso de graduação no qual o Grupo de Disciplinas de Formação Avançada se insere. A Resolução considera também que um mesmo curso de graduação poderá estabelecer acordos com vários programas de pós-graduação, objetivando oferecer diferentes possibilidades de Grupos de Disciplinas de Formação Avançada a seus estudantes. Cabe aos colegiados dos programas de pós- graduação stricto sensu a definição do número de vagas destinadas a estudantes de graduação e/ou outros critérios a cada oferta de turma de disciplina pertencente ao Grupo de Disciplina de Formação Avançada. O aproveitamento de carga horária relativa às Disciplinas de Formação Avançada no curso de Terapia Ocupacional será contabilizada como Atividade Complementar. Ainda sobre o funcionamento do Curso, o planejamento e organização das Atividades Práticas Supervisionadas (APS), segue o previsto na Resolução nº 3/2023 da UFPE, cujas modalidades consideradas são: estudos dirigidos, trabalhos individuais, trabalhos em grupo, atividades em biblioteca, desenvolvimento de projetos, atividades em laboratório, atividades de campo, oficinas, pesquisas, estudos de casos, seminários, desenvolvimento de trabalhos acadêmicos específicos, dentre outros. Essas atividades podem utilizar o equivalente a até quatro semanas ou 23% da carga horária prevista para o coponente curricular no semestre letivo (UFPE, 2023). No Plano de ensino deve constar o cronograma, a carga horária utilizada no componente curricular para APS, metodologia utilizada e formas de avaliação; As informações, orientações e entrega de trabalhos podem ser utilizadas através de ambientes virtuais, de acordo como o Sistema Acadêmico Vigente. O docente deve guardar sob sua responsabilidade todo o material resultante de avaliações realizadas na APS para fins de comprovação junto ao Ministério da Educação em caso de fiscalização da aplicabilidade das APS. Recomenda-se a guarda por no mínimo cinco anos. A adesão à APS fica a critério dos colegiados dos cursos de graduação da UFPE. O Colegiado do curso de Terapia Ocupacional discutiu a importância das APS como parte integrante dos componentes curriculares reconhecendo que contribuem com o aprimoramento de conteúdos curriculares teóricos e práticos, com a capacidade de investigação científica, com a autonomia e 33 iniciativa do discente, a vivência do manejo de grupos e coletivos, dentre outras formas de aperfeiçoamento da formação acadêmica (UFPE, 2023). Diante dessas fundamentações, aprovou a adesão do Curso de Terapia Ocupacional às APS, devendo ser incluída no Projeto Pedagógico Curricular (PPC). Apesar da adesão à APS por parte do Colegiado do Curso é garantida a autonomia do docente para utilizar ou não a APS em seus Plano de Ensino, devendo avaliar a possibilidade de uso das APS em sua disciplina e registrar no plano de ensino. A carga horária de APS prevista na disciplina, poderá ser alterada ou mesmo suprimida, desde que essa modificação seja registrada no Plano de Ensino. A coordenação do curso pode acompanhar a proposta de APS elaborada pelos docentes (UFPE, 2023). 9. SISTEMÁTICAS DE AVALIAÇÃO Atualmente, a avaliação da aprendizagem da UFPE é regida pela Resolução 04/1994 do CCEPE (Conselho Coordenador de Ensino, Pesquisa e Extensão). Esta resolução considera a aprovação por desempenho (nota 7 para aprovação por média) e frequência, 75%. O Sistema de Informação Acadêmica (SIGA), garante o cumprimento desta Resolução e ao discente, a privacidade dos seus resultados. A UFPE, constantemente investe na renovação do seu sistema de avaliação, com uma sistemática que envolve o aprendizado, o docente e as práticas pedagógicas e as mais recentes tecnologias da informação. No curso, os critérios de avaliação estruturam-se em dois modelos, no qual uma parcela dos docentes usa nas disciplinas que ministram, metodologias ditas tradicionais; já outros vivenciam atividades, sintonizados com metodologias ditas ativas, nas quais além do estudante, o processo de ensino é também avaliado e visa a retroalimentação das experiências para potencializar as trocas e a aprendizagem. O estudante será avaliado à medida que incorpora em suas atividades os conhecimentos e os aplica durante as várias etapas de sua formação. A avaliação será sistemática e processual a partir de instrumentos e situações que permitam reconhecer o progresso do estudante, em diferentes condições. Nesse processo haverá o envolvimento dos estudantes nas atividades propostas. A avaliação será processual, formativa e somativa, de modo a permitir o acompanhamento do processo de aprendizagem. No contexto do curso, utilizar-se-ão os seguintes procedimentos: 34 a Autoavaliação: é a avaliação realizada pelo acadêmico sobre seu próprio desempenho. Esta avaliação deve englobar o monitoramento do seu conhecimento, atitudes, habilidades e competências, ajudando-o a reconhecer e assumir mais responsabilidade em cada etapa de seu processo de aprendizagem; b Avaliação interpares: é a avaliação realizada pelos membros do grupo sobre o desempenho de cada um dos participantes; Avaliação pelo docente: para identificar as habilidades e progresso do acadêmico durante o processo, reorientando-o; c Avaliação observacional: avaliação do acadêmico em ação, com a demonstração de seus conhecimentos, competências e habilidades, além de suas atitudes. Quanto ao processo de avaliação somativa, esta seguirá os critérios estabelecidos pela Universidade Federal de Pernambuco, oficializados pela Resolução nº 04/94/CCEPE de dezembro de 1994. Para os discentes com demandas educacionais especiais e de acessibilidades, de acordo com a resolução ConsUni/ UFPE nº 11/2019, serão adotadas estratégias de avaliação em formatos acessíveis e apoios especializados como tradutor e intérprete de Libras, ledor e transcritor. Devem ser consideradas também adaptações das atividades avaliativas, como a dilação de tempo em até 50% do período total das avaliações, podendo este tempo ser estendido, considerando as especificidades e singularidades do discente, mediante prévia solicitação e comprovação da necessidade. AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES DE ENSINO No âmbito da UFPE, a Resolução CCEPE Nº10/2017 regulamenta e orienta a política de avaliação das condições de ensino na UFPE. A avaliação é compreendida como prática democrática que se constrói coletivamente e é orientada à produção da qualidade educativa, ao melhoramento institucional e à permanente formação dos agentes da comunidade universitária e deve contemplar a avaliação da infraestrutura física; a avaliação do docente pelo discente e a autoavaliação docente e discente. A avaliação das condições de ensino deverá ser realizada de acordo com a periodicidade abaixo: 1- Avaliação do docente pelo discente será realizada a cada semestre (Os professores são avaliados quanto ao desempenho em sala de aula, no tocante a: metodologia de ensino, assiduidade, pontualidade e interação com a turma. O aluno também dispõe de espaço para sugestões, críticas e elogios); 35 2- A autoavaliação do docente e do discente será realizada a cada ano; 3- A avaliação das condições de infraestrutura será realizada a cada dois anos. Os resultados individuais da avaliação do docente pelo discente deverão estar disponíveis aos docentes no Sistema de Informação Acadêmica, logo após o encerramento do período de acesso dos discentes ao instrumento de avaliação e somente serão acessados por meio da senha individual do professor no Sistema. Os resultados individuais da avaliação do docente pelo discente serão disponibilizados apenas ao professor avaliado, não sendo permitida sua divulgação junto aos Departamentos, Núcleos ou Centros Acadêmicos, garantidos os princípios desta Resolução. 10. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO As atividades curriculares estão organizadas através de componentes obrigatórios e mais componentes que permitem a flexibilização curricular, como componentes eletivos, atividades complementares, entre outras, cujas cargas horárias possibilitam ao estudante escolher o que deseja estudar, além de propiciar atividades diversificadas. A modalidade do curso é presencial, mas o currículo poderá conter componentes na modalidade de Ensino à Distância (EAD), tanto obrigatórios como eletivos, desde que não ultrapassem 20% (vinte por cento) da carga horária total do curso, de acordo com a Resolução Nº 10/2019 CEPE/UFPE e Portaria 2.117/19. A carga horária total do curso é de 3.600 horas, com integralização mínima de 08 e máxima de 16 semestres acadêmicos. A carga horária mínima e de integração segue as atuais recomendações do CNS para as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Terapia Ocupacional, Resolução nº650/2020, Comissão de Especialistas de Ensino de Terapia Ocupacional (CEETO) e Padrões Mínimos de Qualidade para Cursos de Terapia Ocupacional (BRASIL, 1997a), bem como, com dispõe de mais de 1000h de atividades práticas (WFOT, 2016) e carga horária do estágio curricular supervisionado superior a 20% da carga horária total do Curso (BRASIL, 2020). Dessa forma, as atividades curriculares totalizam 3.600 horas e estão organizadas da seguinte forma: - Componentes obrigatórios (3.375 horas): distribuídos em três blocos: ciências biológicas e da saúde; ciências sociais e humanas, ciências da Terapia Ocupacional (incluindo 900 horas de estágio 36 supervisionado realizado em serviços da rede pública ou privada de saúde, de educação, de assistência social, da previdência social ou segurança pública); - Componentes eletivos do perfil (75 horas): oferecidos pelo próprio Curso ou por outros no âmbito da UFPE; - Atividades complementares (150 horas): conforme normatização do Colegiado do Curso (Anexo B), estão distribuídas em 9 grupos: (1) Atividades acadêmicas; (2) Publicação de trabalhos; (3) Participação em eventos científicos; (4) Participação em cursos; (5) Disciplinas eletivas livres; (6) Disciplinas de Formação Avançada de Programa da Pós-graduação (Mestrado ou Doutorado), (7) Estágio não obrigatório; (8) Participação em comissões organizadoras; (9) Representação discente. Considerando o Sistema Acadêmico SIGA ( Quadros 5), os componentes obrigatórios que somam 3.375 horas são organizados em Ciclo Básico (465 horas) e Ciclo Profissional (2.910 horas). Os conteúdos referentes à política de educação ambiental, étnico-racial e de direitos humanos são trabalhados de forma transversal nas disciplinas curriculares do curso, para atender às atuais exigências legais e normativas. Seguindo o Parecer CNE/CP nº 14/2012, de 6 de junho de 2012, a Educação Ambiental (EA) e a Resolução Nº 2 de 15 de junho de 2012 que estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Ambiental, disciplinas básicas e aplicadas, apresentam conteúdos que trazem contribuição fundamental para a formação de terapeutas ocupacionais com consciência ambiental na sociedade brasileira. O Decreto n° 7.037/2009, que institui o Programa Nacional de Direitos Humanos, assim como a declaração Universal de Direitos Humanos e a Declaração Universal de Bioética e Direitos Humanos subsidiam a formação profissional voltada para a inclusão social e econômica, cumprindo o papel institucional da instituição de ensino de incentivar a consciência cidadã dos alunos, de forma participativa e não discriminatória na sociedade promovendo o pleno exercício da cidadania pautados nos princípios da liberdade, democracia e de defesa intransigente do respeito à diversidade. As diferenças étnico-raciais, de gênero, religiosas, culturais e artísticas, de opção política, de orientação sexual e de toda forma de expressão são temáticas dos direitos humanos e deve compor os conteúdos curriculares de forma transversal. Em relação às Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino da História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena - (CNE/CP Resolução 1/2004), a proposta pedagógica do curso de Terapia Ocupacional proporcionará ao aluno a oportunidade de adquirir conhecimentos, vivenciar reflexões e processos de sensibilização quanto à importância dessa 37 temática para a compreensão do respeito e integração ao multiculturalismo da sociedade brasileira. As temáticas voltadas à acessibilidade e inclusão são abordadas ao longo do curso e, especificamente, nas disciplinas Tecnologia Assistiva e Acessibilidade, Terapia Ocupacional na Infância, Terapia Ocupacional na Adolescência e Terapia Ocupacional na Saúde do Trabalhador, nas quais os discentes discutem as políticas públicas e legislação específicas neste âmbito, bem como vivenciam em atividades teórico-práticas e assistenciais a atuação do terapeuta ocupacional nas ações voltadas à acessibilidade e inclusão escolar/laboral e nas demais ocupações humanas. Atendendo ao Decreto N° 5.626/2005 e propondo a reflexão sobre sobre os aspectos históricos da inclusão das pessoas surdas na sociedade em geral e na escola, a libras como língua de comunicação social em contexto de comunicação entre pessoas surdas e como segunda língua, o curso oferece a disciplina eletiva de Introdução a Libras. Sobre a proteção aos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista (TEA), Lei n° 12.764/2012; Dec. n. 8368/2014, o curso discute a temática, na perspectiva da Ética, das Políticas Públicas, Rede de Cuidados e Justiça Ocupacional através de atividades acadêmicas e disciplinas, de forma transversal e de vivências a partir de disciplinas aplicadas, especificamente, no componente curricular Terapia Ocupacional em Saúde Mental I, em que os discentes podem conhecer a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) e as possibilidades de intervenção e assistência junto a população de pessoas com Autismo e familiares. Na condição discente pessoa com deficiências e/ou necessidades específicas, o mesmo poderá solicitar à Coordenação do Curso os serviços de atendimento em acessibilidade oferecidos pelo Núcleo de Acessibilidade (NACE) da UFPE e também o Núcleo de Atenção à Saúde do Estudante (NASE), vinculado à Pró-Reitoria para Assuntos Estudantis (PROAES). Para apoiar as questões de acessibilidade na UFPE, existe o Núcleo de Acessibilidade (NACE), que tem por finalidade apoiar e promover a acessibilidade aos estudantes e servidores com deficiência e/ou outras necessidades específicas, oferecendo Atendimento Educacional Especializado (AEE), a partir de uma equipe multidisciplinar, voltado para esse público-alvo. O núcleo, instituído pela Portaria Normativa 04/2016 e regido pela Portaria Normativa 40/2020, busca promover a inclusão, a permanência e o acompanhamento de pessoas com deficiência e necessidades específicas, nos diversos níveis de ensino oferecidos por esta instituição, garantindo condições de acessibilidade na UFPE, frente às diferentes ações já executadas na UFPE, assim como na promoção de novas ações voltadas às questões de acessibilidade e inclusão educacional, nos eixos da infraestrutura; comunicação e informação; ensino, pesquisa e extensão. 38 A seguir estão apresentados os Quadros 4, 5, 6 e 7 referentes à Estrutura Curricular, à Organização Curricular por Ciclo, à Organização Curricular por Período e aos Componentes Curriculares Eletivos do Perfil, respectivamente. Quadro 4: Estrutura Curricular Carga Componentes Obrigatórias Cré Ch Horária dit Tot Sigla DISCIPLINAS DAS CIÊNCIAS os al Teo Prát Pré-Requisitos Co-Requisitos Depto. BIOLÓGICAS E DA SAÚDE AN226 - Anatomia Geral e AN227 ANATOMIA DO APARELHO LOCOMOTOR 30 30 3 60 ---------- Neuroanatomia AN226 ANATOMIA GERAL E NEUROANATOMIA 30 60 4 90 ---------- ---------- HE243 - Fundamentos da Biologia BASES FISIOLÓGICAS DA ATIVIDADE Celular e Morfológica. FF254 60 30 5 90 ---------- HUMANA AN226 - Anatomia Geral e Neuroanatomia. HE243 - Fundamentos da Biologia BIOFÍSICA PARA TERAPIA Celular e Morfológica. BR258 45 30 4 75 ---------- OCUPACIONAL AN226 - Anatomia Geral e Neuroanatomia. FF254 - Bases Fisiológicas da Atividade Humana NP314 DISFUNÇÕES NEUROLÓGICAS 45 --- 3 45 ---------- PA213 - Processos Patológicos Gerais 3 FF254 - Bases Fisiológicas da Atividade Humana DISFUNÇÕES ORTOPÉDICAS E PA213 - Processos Patológicos Gerais CR266 45 --- 3 45 ---------- MÚSCULO-ESQUELÉTICAS 3 TO129 - Cinesiologia e Biomecânica para Terapia Ocupacional FUNDAMENTOS DA BIOLOGIA CELULAR HE243 60 30 5 90 ---------- ---------- E MORFOLÓGICA FF254 - Bases Fisiológicas da FUNDAMENTOS DA ATENÇÃO EM Atividade Humana NP315 45 --- 3 45 ---------- SAÚDE MENTAL PS576 - Personalidade e Desenvolvimento Humano GN 215 GENÉTICA HUMANA 30 30 3 60 ---------- ---------- MS417 INTRODUÇÃO A SAÚDE PÚBLICA 45 --- 3 45 --------- ---------- FF254 - Bases Fisiológicas da Atividade Humana MF 301 PEDIATRIA 1 30 --- 2 30 ---------- PA213 - Processos Patológicos Gerais 3 FF254 - Bases AN226 - Anatomia Geral e PA 213 PROCESSOS PATOLÓGICOS GERAIS 3 15 30 2 45 Fisiológicas da Neuroanatomia Atividade Humana TOTAL 480 249 40- 720 - - DISCIPLINAS DAS CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS AM079 ANTROPOLOGIA DA SAÚDE 60 --- 4 60 ---------- ---------- LE 461 LÍNGUA INGLESA 1 A 60 --- 4 60 ---------- ---------- METODOLOGIA DA PESQUISA EM TO123 30 --- 2 30 ---------- ---------- TERAPIA OCUPACIONAL 1 PS576 PERSONALIDADE E 90 --- 6 90 ---------- ---------- 39 DESENVOLVIMENTO HUMANO TO126 ÉTICA EM TERAPIA OCUPACIONAL 30 --- 2 30 ---------- ---------- SAÚDE, SOCIEDADE, ESTADO E TO134 30 --- 2 30 ---------- ---------- TERAPIA OCUPACIONAL METODOLOGIA DA PESQUISA EM TO123 - Metodologia da Pesquisa em TO141 45 --- 3 45 ---------- TERAPIA OCUPACIONAL 2 Terapia Ocupacional 1 SEMINÁRIOS DE PESQUISA EM TO141 - Metodologia da Pesquisa em TO147 15 --- 1 15 ---------- TERAPIA OCUPACIONAL Terapia Ocupacional 2 TOTAL 360 0 24 360 DISCIPLINAS DAS CIÊNCIAS DA TERAPIA OCUPACIONAL TO129 - Cinesiologia e ANÁLISE DAS ATIVIDADES DE VIDA TO 135 15 30 2 45 Biomecânica para Terapia ---------- DIÁRIA Ocupacional TO129 - Cinesiologia e ANÁLISE DE ATIVIDADES E RECURSOS TO127 - Fundamentos de TO128 30 30 3 60 Biomecânica para TERAPÊUTICOS 1 Terapia Ocupacional Terapia Ocupacional TO128 - Análise de ANÁLISE DE ATIVIDADES E RECURSOS TO136 30 30 3 60 Atividades e Recursos ---------- TERAPÊUTICOS 2 Terapêuticos 1 CINESIOLOGIA E BIOMECÂNICA PARA AN227 - Anatomia do ---------- TO129 30 30 3 60 TERAPIA OCUPACIONAL Aparelho Locomotor GN215 - Genetica Humana 1 TO145 - Terapia Ocupacional na Saúde Mental 2 TO146 - Terapia Ocupacional Social 1 TO147 - Seminários de Pesquisa em Terapia ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM TO154 15 420 15 435 Ocupacional ---------- TERAPIA OCUPACIONAL 1 TO149 - Terapia Ocupacional e Envelhecimento 2 TO150 - Terapia Ocupacional na Idade Adulta TO159 - Terapia Ocupacional na Saúde do Trabalhador TO154 - Estágio ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM TO155 15 420 15 435 Supervisionado em Terapia ---------- TERAPIA OCUPACIONAL 2 Ocupacional 1 TO124 - História e ---------- FUNDAMENTOS DE TERAPIA TO127 60 30 5 90 Princípios da Terapia OCUPACIONAL Ocupacional PS576 - Personalidade e Desenvolvimento Humano TO130 GRUPOS EM TERAPIA OCUPACIONAL 15 30 2 45 ---------- TO127 - Fundamentos de Terapia Ocupacional HISTÓRIA E PRINCÍPIOS DA TERAPIA 30 --- 2 30 ---------- ---------- TO124 OCUPACIONAL INTRODUÇÃO AO CAMPO DA TERAPIA 15 --- 1 15 ---------- ---------- TO125 OCUPACIONAL PERFIL OCUPACIONAL DA CRIANÇA E 30 30 3 60 ---------- MF301 - Pediatria 1 TO131 DO ADOLESCENTE TO137 TECNOLOGIA ASSISTIVA E 30 30 3 60 TO129 - Cinesiologia e ---------- ACESSIBILIDADE Biomecânica para Terapia 40 Ocupacional; TO132 - Terapia Ocupacional e os Sistemas Sensoriais TO136 - Análise de Atividades e Recursos Terapêuticos 2; NP315 - Fundamentos da Atenção TERAPIA OCUPACIONAL E TO142 45 30 4 75 em Saúde Mental; TO129 - ---------- ENVELHECIMENTO 1 Cinesiologia e Biomecânica para Terapia Ocupacional; NP314 - Disfunções Neurológicas TO142 - Terapia ---------- Ocupacional e TERAPIA OCUPACIONAL E Envelhecimento 1; TO137 TO149 30 60 4 90 ENVELHECIMENTO 2 - Tecnologia Assistiva e Acessibilidade TERAPIA OCUPACIONAL E OS BR258 - Biofísica para TO132 30 2 30 ---------- SISTEMAS SENSORIAIS Terapia Ocupacional TO132 - Terapia ---------- TERAPIA OCUPACIONAL EM TO148 15 30 2 45 Ocupacional e os Sistemas CONTEXTOS CLÍNICOS ESPECIAIS Sensoriais TO131 - Perfil TERAPIA OCUPACIONAL NA TO143 30 30 3 60 Ocupacional da Criança e ---------- ADOLESCÊNCIA do Adolescente CR266 - Disfunções ortopédicas e músculo- esqueléticas; NP314 - Disfunções Neurológicas; TO128 - Análise de Atividades e Recursos Terapêuticos 1; TO129 - Cinesiologia e TERAPIA OCUPACIONAL NA IDADE Biomecânica para Terapia TO150 30 60 4 90 ---------- ADULTA Ocupacional; TO132 - Terapia Ocupacional e os Sistemas Sensoriais; TO136 - Análise de Atividades e Recursos Terapêuticos 2; TO137 - Tecnologia Assistiva e Acessibilidade. TO131 - Perfil ocupacional ---------- TO138 TERAPIA OCUPACIONAL NA INFÂNCIA 60 60 6 120 da criança e do adolescente MS417 - Introdução à Saúde Pública; TO137 - Tecnologia Assistiva e Acessibilidade; TO138 - Terapia Ocupacional na Infância; TO142 - Terapia TERAPIA OCUPACIONAL NA SAÚDE TO151 30 60 4 90 Ocupacional e ---------- COLETIVA envelhecimento 1; TO143 - Terapia Ocupacional na adolescência; TO148 - Terapia Ocupacional nos Contextos Clínicos Especiais. CR266 - Disfunções ortopédicas e músculo- esqueléticas; MS417 - Introdução a Saúde TERAPIA OCUPACIONAL NA SAÚDE TO159 30 30 3 60 Pública; NP315 - ---------- DO TRABALHADOR Fundamentos da Atenção em Saúde Mental; TO128 - Análise de Atividades e Recursos Terapêuticos 1; TO129 - Cinesiologia e 41 Biomecânica para Terapia Ocupacional; TO236 - Análise de Atividades e Recursos Terapêuticos 2; TO137 - Tecnologia Assistiva e Acessibilidade. PS576-Personalidade e ---------- Desenvolvimento Humano; TERAPIA OCUPACIONAL NA SAÚDE TO139 45 45 4 90 MENTAL 1 NP315 - Fundamentos da Atenção à Saúde Mental TO139 - Terapia TERAPIA OCUPACIONAL NA SAÚDE TO145 30 30 3 60 Ocupacional na Saúde ---------- MENTAL 2 Mental 1 TO127 - Fundamentos da Terapia Ocupacional TO130 - Grupos em TO146 TERAPIA OCUPACIONAL SOCIAL 1 30 30 3 60 Terapia Ocupacional ---------- TO136 - Análise de Atividades e Recursos Terapêuticos 2 TO147 - Seminários de ---------- TRABALHO DE CONCLUSÃO DE TO157 15 - 1 15 Pesquisa em Terapia CURSO 1 Ocupacional TRABALHO DE CONCLUSÃO DE 157 - Trabalho de TO158 15 - 1 15 ---------- CURSO 2 Conclusão de Curso 1 TOTAL 750 1545 101 2295 Quadro 5: Organização Curricular por Ciclo Carga C C 1 Componentes Obrigatórias r h Horária 2 é T di ot Co-Requisitos Sigla 2 Ciclo Geral ou Ciclo Básico Teo 1 to al Pré-Requisitos Depto. s AN227 AN226 - Anatomia Geral ANATOMIA DO APARELHO LOCOMOTOR 30 30 3 60 ---------- e Neuroanatomia AN226 ANATOMIA GERAL E NEUROANATOMIA 30 60 4 90 ---------- ---------- FF254 HE243 - Fundamentos da Biologia Celular e BASES FISIOLÓGICAS DA ATIVIDADE 60 30 5 90 Morfológica. ---------- HUMANA AN226 - Anatomia Geral e Neuroanatomia. BR258 HE243 - Fundamentos da Biologia Celular e BIOFÍSICA PARA TERAPIA OCUPACIONAL 45 30 4 75 Morfológica. ---------- AN226 - Anatomia Geral e Neuroanatomia. HE243 FUNDAMENTOS DA BIOLOGIA CELULAR E 60 30 5 90 ---------- ---------- MORFOLÓGICA GENÉTICA HUMANA 30 30 3 60 ---------- ---------- GN215 TOTAL 255 210 24 465 - - 42 Carga Horária Cré Sigla CH Ciclo Profissional ou Tronco Comum dito Pré-requisitos Co-requisitos Depto. total Teo Prát s TO129 - Cinesiologia e ANÁLISE DAS ATIVIDADES DE VIDA DIÁRIA 15 30 2 45 Biomecânica para ---------- TO135 Terapia Ocupacional TO129 - Cinesiologia e ANÁLISE DE ATIVIDADES E RECURSOS TO127 - Fundamentos de 30 30 3 60 Biomecânica para TO128 TERAPÊUTICOS 1 Terapia Ocupacional Terapia Ocupacional TO128 - Análise de ANÁLISE DE ATIVIDADES E RECURSOS 30 30 3 60 Atividades e Recursos ---------- TO136 TERAPÊUTICOS 2 Terapêuticos 1 ANTROPOLOGIA DA SAÚDE 60 --- 4 60 ---------- ---------- AM079 CINESIOLOGIA E BIOMECÂNICA PARA AN227 - Anatomia do 30 30 3 60 ---------- TO129 TERAPIA OCUPACIONAL Aparelho Locomotor FF254 - Bases Fisiológicas da Atividade DISFUNÇÕES NEUROLÓGICAS 45 --- 3 45 Humana ---------- NP314 PA213 - Processos Patológicos Gerais 3 FF254 - Bases Fisiológicas da Atividade Humana DISFUNÇÕES ORTOPÉDICAS E MÚSCULO- PA213 - Processos 45 --- 3 45 ---------- CR266 ESQUELÉTICAS Patológicos Gerais 3 TO129 - Cinesiologia e Biomecânica para Terapia Ocupacional GN215 - Genetica Humana 1 TO145 - Terapia Ocupacional na Saúde Mental 2 TO146 - Terapia Ocupacional Social 1 TO147 - Seminários de Pesquisa em Terapia ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM TERAPIA 15 420 15 435 Ocupacional ---------- TO154 OCUPACIONAL 1 TO149 - Terapia Ocupacional e Envelhecimento 2 TO150 - Terapia Ocupacional na Idade Adulta TO159 - Terapia Ocupacional na Saúde do Trabalhador TO154 - Estágio ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM TERAPIA 15 420 15 435 Supervisionado em ---------- TO155 OCUPACIONAL 2 Terapia Ocupacional 1 ÉTICA EM TERAPIA OCUPACIONAL 30 --- 2 30 ---------- ---------- TO126 FF254 - Bases Fisiológicas da Atividade FUNDAMENTOS DA ATENÇÃO EM SAÚDE Humana 45 --- 3 45 ---------- NP315 MENTAL PS576 - Personalidade e Desenvolvimento Humano 43 Carga Horária Cré Sigla CH Ciclo Profissional ou Tronco Comum dito Pré-requisitos Co-requisitos Depto. total Teo Prát s TO129 - Cinesiologia e ANÁLISE DAS ATIVIDADES DE VIDA DIÁRIA 15 30 2 45 Biomecânica para ---------- TO135 Terapia Ocupacional TO124 - História e FUNDAMENTOS DE TERAPIA OCUPACIONAL 60 30 5 90 Princípios da Terapia ---------- TO127 Ocupacional PS576 - Personalidade e Desenvolvimento GRUPOS EM TERAPIA OCUPACIONAL 15 30 2 45 Humano ---------- TO130 TO127 - Fundamentos de Terapia Ocupacional HISTÓRIA E PRINCÍPIOS DA TERAPIA 30 --- 2 30 ---------- ---------- TO124 OCUPACIONAL INTRODUÇÃO A SAÚDE PÚBLICA 45 --- 3 45 --------- ---------- MS417 INTRODUÇÃO AO CAMPO DA TERAPIA 15 --- 1 15 ---------- ---------- TO125 OCUPACIONAL LÍNGUA INGLESA 1 A 60 --- 4 60 ---------- ---------- LE461 METODOLOGIA DA PESQUISA EM TERAPIA 30 --- 2 30 ---------- ---------- TO123 OCUPACIONAL 1 TO123 - Metodologia da METODOLOGIA DA PESQUISA EM TERAPIA 45 --- 3 45 Pesquisa em Terapia ---------- TO141 OCUPACIONAL 2 Ocupacional 1 FF254 - Bases Fisiológicas da Atividade PEDIATRIA 1 30 --- 2 30 Humana ---------- MF301 PA213 - Processos Patológicos Gerais 3 PERFIL OCUPACIONAL DA CRIANÇA E DO 30 30 3 60 ---------- MF301 - Pediatria 1 TO131 ADOLESCENTE PERSONALIDADE E DESENVOLVIMENTO 90 --- 6 90 ---------- ---------- PS576 HUMANO FF254 - Bases AN226 - Anatomia Geral PROCESSOS PATOLÓGICOS GERAIS 3 15 30 2 45 Fisiológicas da PA213 e Neuroanatomia Atividade Humana SAÚDE, SOCIEDADE, ESTADO E TERAPIA 30 --- 2 30 ---------- ---------- TO134 OCUPACIONAL TO141 - Metodologia da SEMINÁRIOS DE PESQUISA EM TERAPIA 15 --- 1 15 Pesquisa em Terapia ---------- TO147 OCUPACIONAL Ocupacional 2 TO129 - Cinesiologia e Biomecânica para Terapia Ocupacional; TECNOLOGIA ASSISTIVA E ACESSIBILIDADE 30 30 3 60 ---------- TO137 TO132 - Terapia Ocupacional e os Sistemas Sensoriais 44 Carga Horária Cré Sigla CH Ciclo Profissional ou Tronco Comum dito Pré-requisitos Co-requisitos Depto. total Teo Prát s TO129 - Cinesiologia e ANÁLISE DAS ATIVIDADES DE VIDA DIÁRIA 15 30 2 45 Biomecânica para ---------- TO135 Terapia Ocupacional TO136 - Análise de Atividades e Recursos Terapêuticos 2; NP315 - Fundamentos da Atenção TERAPIA OCUPACIONAL E em Saúde Mental; TO129 45 30 4 75 ---------- TO142 ENVELHECIMENTO 1 - Cinesiologia e Biomecânica para Terapia Ocupacional; NP314 - Disfunções Neurológicas TO142-Terapia ---------- Ocupacional e TERAPIA OCUPACIONAL E Envelhecimento 1; 30 60 4 90 TO149 ENVELHECIMENTO 2 TO137-Tecnologia Assistiva e Acessibilidade TERAPIA OCUPACIONAL E OS SISTEMAS BR258 - Biofísica para 30 2 30 ---------- TO132 SENSORIAIS Terapia Ocupacional TO132 - Terapia ---------- TERAPIA OCUPACIONAL EM CONTEXTOS 15 30 2 45 Ocupacional e os TO148 CLÍNICOS ESPECIAIS Sistemas Sensoriais TO131-Perfil TERAPIA OCUPACIONAL NA ADOLESCÊNCIA 30 30 3 60 Ocupacional da Criança e ---------- TO143 do Adolescente CR266 - Disfunções ortopédicas e músculo- esqueléticas; NP314 - Disfunções Neurológicas; TO128 - Análise de Atividades e Recursos Terapêuticos 1; TO129 - Cinesiologia e Biomecânica para TERAPIA OCUPACIONAL NA IDADE ADULTA 30 60 4 90 Terapia Ocupacional; ---------- TO150 TO132 - Terapia Ocupacional e os Sistemas Sensoriais; TO136 - Análise de Atividades e Recursos Terapêuticos 2; TO137 - Tecnologia Assistiva e Acessibilidade. TO131 - Perfil ---------- TERAPIA OCUPACIONAL NA INFÂNCIA 60 60 6 120 ocupacional da criança e TO138 do adolescente 45 Carga Horária Cré Sigla CH Ciclo Profissional ou Tronco Comum dito Pré-requisitos Co-requisitos Depto. total Teo Prát s TO129 - Cinesiologia e ANÁLISE DAS ATIVIDADES DE VIDA DIÁRIA 15 30 2 45 Biomecânica para ---------- TO135 Terapia Ocupacional MS417 - Introdução à Saúde Pública; TO137 - Tecnologia Assistiva e Acessibilidade; TO138 - Terapia Ocupacional na Infância; TO142 - Terapia TERAPIA OCUPACIONAL NA SAÚDE 30 60 4 90 Ocupacional e ---------- TO151 COLETIVA envelhecimento 1; TO143 - Terapia Ocupacional na adolescência; TO148 - Terapia Ocupacional nos Contextos Clínicos Especiais. CR266 - Disfunções ortopédicas e músculo- esqueléticas; MS417 - Introdução a Saúde Pública; NP315 - Fundamentos da Atenção em Saúde Mental; TO128 - Análise de Atividades e TERAPIA OCUPACIONAL NA SAÚDE DO 30 30 3 60 Recursos Terapêuticos 1; ---------- TO159 TRABALHADOR TO129 - Cinesiologia e Biomecânica para Terapia Ocupacional; TO236 - Análise de Atividades e Recursos Terapêuticos 2; TO137 - Tecnologia Assistiva e Acessibilidade. PS576-Personalidade e ---------- Desenvolvimento TERAPIA OCUPACIONAL NA SAÚDE MENTAL Humano; 45 45 4 90 TO139 1 NP315 - Fundamentos da Atenção à Saúde Mental TO139 - Terapia TERAPIA OCUPACIONAL NA SAÚDE MENTAL 30 30 3 60 Ocupacional na Saúde ---------- TO145 2 Mental 1 TO127 - Fundamentos da Terapia Ocupacional TO130 - Grupos em TERAPIA OCUPACIONAL SOCIAL 1 30 30 3 60 Terapia Ocupacional ---------- TO146 TO136 - Análise de Atividades e Recursos Terapêuticos 2 TO147 - Seminários de ---------- TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO 1 15 - 1 15 Pesquisa em Terapia TO157 Ocupacional 157 - Trabalho de TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO 2 15 - 1 15 ---------- TO158 Conclusão de Curso 1 46 Carga Horária Cré Sigla CH Ciclo Profissional ou Tronco Comum dito Pré-requisitos Co-requisitos Depto. total Teo Prát s TO129 - Cinesiologia e ANÁLISE DAS ATIVIDADES DE VIDA DIÁRIA 15 30 2 45 Biomecânica para ---------- TO135 Terapia Ocupacional 1335 1575 141 2910 TOTAL Quadro 6: Organização Curricular por Período Carga Crédi Ch Total Pré- Co-Requisitos Horária tos Requisitos COMPONENTES OBRIGATÓRIOS Sigla 1º PERÍODO Depto AN226 ANATOMIA GERAL E NEUROANATOMIA 30 60 4 90 -------------- --------------- AM079 ANTROPOLOGIA DA SAÚDE 60 -- 4 60 -------------- --------------- HE243 FUNDAMENTOS DA BIOLOGIA CELULAR E 60 30 5 90 -------------- --------------- MORFOLÓGICA TO124 HISTÓRIA E PRINCÍPIOS DA TERAPIA OCUPACIONAL 30 -- 2 30 -------------- --------------- TO125 INTRODUÇÃO AO CAMPO DA TERAPIA OCUPACIONAL 15 -- 1 15 ------------- --------------- LE 461 LÍNGUA INGLESA 1 A 60 -- 4 60 ------------- --------------- TO123 METODOLOGIA DA PESQUISA EM TERAPIA 30 -- 2 30 ------------- --------------- OCUPACIONAL 1 PS576 PERSONALIDADE E DESENVOLVIMENTO HUMANO 90 -- 6 90 ------------- --------------- TOTAL 465 2º PERÍODO AN227 ANATOMIA DO APARELHO 30 30 3 60 AN226- Anatomia --------------- LOCOMOTOR Geral e Neuroanatomia FF254 BASES FISIOLÓGICAS DA ATIVIDADE 60 30 5 90 AN226- Anatomia --------------- HUMANA Geral e Neuroanatomia HE243 - Fundamentos da Biologia Celular e 47 Morfológica BR258 BIOFÍSICA PARA TERAPIA 45 30 4 75 AN226- Anatomia --------------- OCUPACIONAL Geral e Neuroanatomia HE243 - Fundamentos da Biologia Celular e Morfológica TO126 ÉTICA EM TERAPIA OCUPACIONAL 30 -- 2 30 -------------- --------------- TO127 FUNDAMENTOS DA TERAPIA 60 30 5 90 TO 124 - História e --------------- OCUPACIONAL princípios da Terapia Ocupacional GN 215 GENÉTICA HUMANA 30 30 3 60 -------------- --------------- PA 213 PROCESSOS PATOLÓGICOS GERAIS 3 15 30 2 45 AN226- Anatomia FF254-Bases Geral e Fisiológicas da Neuroanatomia Atividade Humana TOTAL 450 3º PERÍODO TO128 ANÁLISE DE ATIVIDADES E 30 30 3 60 TO127 - Fundamentos da TO129 - Cinesiologia e RECURSOS TERAPÊUTICOS 1 Terapia Ocupacional Biomecânica para Terapia Ocupacional TO129 CINESIOLOGIA E BIOMECÂNICA 30 30 3 60 AN227 - Anatomia do ---------- PARA TERAPIA OCUPACIONAL Aparelho Locomotor NP314 DISFUNÇÕES NEUROLÓGICAS 45 -- 3 45 FF254 - Bases Fisiológicas da ---------- Atividade Humana. PA 213 - Processos Patológicos Gerais 3. NP315 FUNDAMENTOS DA ATENÇÃO EM 45 -- 3 45 FF254 - Bases Fisiológicas da ---------- SAÚDE MENTAL Atividade Humana. PS576 - Personalidade e Desenvolvimento Humano TO130 GRUPOS EM TERAPIA 15 30 2 45 PS576 - Personalidade e ---------- OCUPACIONAL Desenvolvimento Humano TO127 - Fundamentos da Terapia Ocupacional MS417 INTRODUÇÃO A SAÚDE PÚBLICA 45 --- 3 45 ---------- ---------- MF301 PEDIATRIA 1 30 -- 2 30 FF254 - Bases Fisiológicas da ---------- Atividade Humana. PA 213 - Processos Patológicos Gerais 3. TO131 PERFIL OCUPACIONAL DA 30 30 3 60 MF 301 - Pediatria 1 CRIANÇA E DO ADOLESCENTE TO132 TERAPIA OCUPACIONAL E OS 30 --- 2 30 BR258 - Biofísica para ---------- SISTEMAS SENSORIAIS Terapia Ocupacional TOTAL 420 48 4º PERÍODO TO135 ANÁLISE DAS ATIVIDADES DE VIDA 15 30 2 45 TO129 - Cinesiologia e Biomecânica para ---------- DIÁRIA Terapia Ocupacional TO136 ANÁLISE DE ATIVIDADES E RECURSOS 30 30 3 60 TO128 - Análise de Atividades e Recursos ---------- TERAPÊUTICOS 2 Terapêuticos 1 CR266 DISFUNÇÕES ORTOPÉDICAS E MÚSCULO- 45 --- 3 45 FF254 - Bases Fisiológicas da Atividade ---------- ESQUELÉTICAS Humana. PA 213 - Processos Patológicos Gerais 3. TO129 - Cinesiologia e Biomecânica para Terapia Ocupacional TO134 SAÚDE - SOCIEDADE - ESTADO E 30 --- 2 30 ---------- ---------- TERAPIA OCUPACIONAL TO137 TECNOLOGIA ASSISTIVA E 30 30 3 60 TO129 - Cinesiologia e Biomecânica para ---------- ACESSIBILIDADE Terapia Ocupacional TO132 - Terapia Ocupacional e os Sistemas Sensoriais TO138 TERAPIA OCUPACIONAL NA INFÂNCIA 60 60 6 120 TO131 - Perfil Ocupacional da Criança e do ---------- Adolescente TO139 TERAPIA OCUPACIONAL NA SAÚDE 45 45 4 90 NP315 - Fundamentos da Atenção em Saúde ---------- MENTAL 1 Mental. PS576 - Personalidade e Desenvolvimento Humano TOTAL 450 5º PERÍODO TO141 METODOLOGIA DA PESQUISA EM TERAPIA 45 --- 3 45 TO123 - Metodologia da Pesquisa em ---------- OCUPACIONAL 2 Terapia Ocupacional 1 TO142 TERAPIA OCUPACIONAL E 45 30 4 75 NP314 - Disfunções Neurológicas. ---------- ENVELHECIMENTO 1 NP315 - Fundamentos da Atenção em Saúde Mental. TO129 - Cinesiologia e Biomecânica para Terapia Ocupacional TO136 - Análise de Atividades e Recursos Terapêuticos 2 TO148 TERAPIA OCUPACIONAL EM CONTEXTOS 15 30 2 45 TO132 - Terapia Ocupacional e os ---------- CLÍNICOS ESPECIAIS Sistemas Sensoriais TO143 TERAPIA OCUPACIONAL NA 30 30 3 60 TO131 - Perfil Ocupacional da Criança e ---------- ADOLESCÊNCIA do Adolescente TO145 TERAPIA OCUPACIONAL NA SAÚDE 30 30 3 60 TO139 - Terapia Ocupacional na Saúde ---------- MENTAL 2 Mental 1 TO146 TERAPIA OCUPACIONAL SOCIAL 1 30 30 3 60 TO127 - Fundamentos da Terapia ---------- Ocupacional TO130 - Grupos em Terapia Ocupacional TO136 - Análise de Atividades e Recursos Terapêuticos 2 TOTAL 345 6º PERÍODO TO147 SEMINÁRIOS DE PESQUISA EM TERAPIA 15 --- 1 15 TO141 - Metodologia da Pesquisa em Terapia OCUPACIONAL Ocupacional 2 TO149 TERAPIA OCUPACIONAL E 30 60 4 90 TO137 - Tecnologia Assistiva e Acessibilidade ENVELHECIMENTO 2 TO142 - Terapia Ocupacional e Envelhecimento 1 49 TO150 TERAPIA OCUPACIONAL NA IDADE ADULTA 30 60 4 90 CR266 - Disfunções Ortopédicas e Músculo- Esqueléticas NP314 - Disfunções Neurológicas TO128 - Análise de Atividades e Recursos Terapêuticos 1 TO129 - Cinesiologia e Biomecânica para Terapia Ocupacional TO132 - Terapia Ocupacional e os Sistemas Sensoriais TO136 - Análise de Atividades e Recursos Terapêuticos 2 TO137 - Tecnologia Assistiva e Acessibilidade TO151 TERAPIA OCUPACIONAL NA SAÚDE 30 60 4 90 MS417 - Introdução a Saúde Pública COLETIVA TO137 - Tecnologia Assistiva e Acessibilidade TO138 - Terapia Ocupacional na Infância TO142 - Terapia Ocupacional e Envelhecimento 1 TO143 - Terapia Ocupacional na Adolescência TO148 - Terapia Ocupacional em Contextos Clínicos Especiais TO159 TERAPIA OCUPACIONAL NA SAÚDE DO 30 30 3 60 CR266 - Disfunções Ortopédicas e Músculo- TRABALHADOR Esqueléticas MS417 - Introdução a Saúde Pública NP315 - Fundamentos da Atenção em Saúde Mental TO128 - Análise de Atividades e Recursos Terapêuticos 1 TO129 - Cinesiologia e Biomecânica para Terapia Ocupacional TO136 - Análise de Atividades e Recursos Terapêuticos 2 TO137 - Tecnologia Assistiva e Acessibilidade TOTAL 345 7º PERÍODO TO154 ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM TERAPIA 15 420 15 435 GN215 - Genética Humana 1 OCUPACIONAL 1 TO145 - Terapia Ocupacional na Saúde Mental 2 TO146 - Terapia Ocupacional Social 1 TO147 - Seminários de Pesquisa em Terapia Ocupacional TO149 - Terapia Ocupacional e Envelhecimento 2 TO150 - Terapia Ocupacional na Idade Adulta TO159 - Terapia Ocupacional na Saúde do Trabalhador TO157 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO 1 15 --- 1 15 TO147 - Seminários de Pesquisa em Terapia Ocupacional TOTAL 450 8º PERÍODO TO155 ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM TERAPIA 15 42 15 435 TO154 - Estágio Supervisionado em Terapia OCUPACIONAL 2 0 Ocupacional 1 TO158 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO 2 15 --- 1 15 TO157 - Trabalho de Conclusão de Curso 1 TOTAL 450 50 Quadro 8: Componentes Curriculares Eletivos do Perfil Carga C Componentes Eletivos do Perfil r Horária é d Ch i Tot Sigla Disciplinas de Terapia Ocupacional e al Teo Prát t Pré-Requisitos Co-Requisitos Depto. de outros Departamentos o s SE 381 AVALIAÇÃO DOS PROGRAMAS SOCIAIS 60 0 4 60 TO 140 CUIDADOS PALIATIVOS 30 0 2 30 CONSCIÊNCIA CORPORAL E 30 30 3 60 AR 539 EXPRESSÃO ARTÍSTICA SE 387 FAMÍLIA E RELAÇÕES DE GÊNERO 60 0 4 60 SE 388 GERONTOLOGIA SOCIAL 60 0 4 60 MU HISTÓRIA E CULTURA AFRO- 60 0 4 60 1035 BRASILEIRA E INDÍGENA HI 491 HISTÓRIA DA CULTURA BRASILEIRA 60 0 4 60 MED INTRODUÇÃO À BIOESTATÍSTICA 45 0 3 45 0104 LE 716 INTRODUÇÃO À LIBRAS 60 0 4 60 MU 30 0 2 30 INTRODUÇÃO ÀS MÚSICAS DO MUNDO 1044 MOVIMENTOS SOCIAIS 60 0 4 60 SE 372 CONTEMPORÂNEOS AN 242 MORTE E MORRER 45 0 3 45 MU MÚSICA BRASILEIRA E TRADIÇÃO 30 0 2 30 1046 ORAL POLÍTICA DE ATENÇÃO À CRIANÇA 60 0 4 60 SE 376 ADOLESCENTE MU 30 30 3 60 PROJETO ARTÍSTICO INTERDISCIPLINAR 1055 IN 816 RELAÇÕES RACIAIS 60 0 4 60 MU 30 30 3 60 RITMOS PERNAMBUCANOS 1052 IVE 30 15 2 45 SAÚDE DIGITAL 0117 IN 586 SAÚDE E VIOLÊNCIA 30 30 3 60 SE386 SEGURIDADE SOCIAL 60 0 4 60 SE 390 TRABALHO NA CONTEMPORANEIDADE 60 0 4 60 TERAPIA OCUPACIONAL E PEDAGOGIA PAULO PAULO FREIRE: CONSTRUINDO 45 0 3 45 TO 164 POSSIBILIDADES PARA E NA PRÁXIS HUMANIZADORA TERAPIA OCUPACIONAL NA 45 0 3 45 TO 161 CONTEMPORANEIDADE TO 153 TERAPIA OCUPACIONAL SOCIAL 2 15 30 2 45 TO 146 Terapia Ocupacional Social 1 51 OBSERVAÇÃO: Para integralização curricular o estudante deverá realizar uma carga horária de 3.600 horas, das quais 3.375 horas são de componentes obrigatórios (incluindo 870 horas de estágio supervisionado e 30 horas de trabalho de conclusão de curso), 75 horas de componentes eletivos do perfil e 150 horas de atividades complementares (incluindo de 30 a 60 horas de componentes eletivos livres). Quadro 9: Síntese de Carga Horária do Curso de Terapia Ocupacional/UFPE SÍNTESE DE CARGA HORÁRIA Componentes Obrigatórios 3.375 h Componentes Eletivos do Perfil 75 h Atividades Complementares 150 h Carga Horária Total 3.600h Quadro 10: Integralização curricular do Curso de Terapia Ocupacional/UFPE INTEGRALIZAÇÃO CURRICULAR Tempo mínimo 8 semestres Tempo máximo 16 semestres 11.ATIVIDADES CURRICULARES 11.1. Atividade Complementar As atividades complementares constituem-se em uma oportunidade para o discente ampliar, enriquecer e diversificar o conhecimento durante sua formação de graduação, através de vivências multi e interdisciplinares, acadêmicas e científicas. O discente terá que cumprir obrigatoriamente, 150 horas dessa modalidade de atividade que serão creditadas conforme resolução aprovada pelo Colegiado do Curso (Anexo B). 52 11.2. Estágio Curricular Supervisionado O Estágio é “um ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa à preparação para o trabalho produtivo de educandos que estejam frequentando o ensino regular em instituições de educação superior” (art. 1º da Lei nº 11.788/2008). Os estágios são realizados nas áreas da saúde, da assistência social e da educação e deverão seguir a Resolução do CCEPE Nº 09/2018 e Resolução nº 20/2015-CCEPE, Resolução CCEPE nº2/2020, que disciplinam os Estágios nos cursos de Graduação da UFPE. Podem ser em instituições parceiras e conveniadas públicas, privadas e organizações sociais. Há uma diversidade de ofertas quanto aos campos e à clientela. Devem seguir o disposto na normatização, aprovada pelo Colegiado e Pleno do Curso e obedecer a toda a legislação pertinente, seja ela nacional ou institucional (Anexo C). Os campos de estágios são ampliados e renovados através de convênios celebrados entre a UFPE e as instituições onde existe assistência terapêutica ocupacional. A oferta dos campos é atribuição da Coordenação de Estágio com o apoio da PROGRAD. A definição e oferta dos campos de estágio é um processo dinâmico que se configura a partir da demanda dos profissionais dos serviços, dos docentes e dos discentes, mediante avaliação do Colegiado do Curso quanto à adequação para a formação e para a aprendizagem, conforme princípios éticos e de qualidade da prática profissional. O Estágio Obrigatório corresponde a 870 horas de prática em serviço, distribuídas em duas disciplinas, Estágio Supervisionado em Terapia Ocupacional 1 e 2, sendo requisito para aprovação e obtenção de diploma e segue as determinações da Lei Federal de nº 11.788, de 25 de setembro de 2008, e a Resolução do COFFITO de Nº 451/2015. O Estágio Não Obrigatório está previsto no Projeto Pedagógico do Curso de Terapia Ocupacional, tendo como base a Lei Federal de nº 11.788, de 25 de setembro de 2008, e a Resolução do COFFITO de Nº. 452, de 26 de fevereiro de 2015, é desenvolvido como atividade opcional, acrescida à carga horária regular e obrigatória. Deverá seguir as condições mínimas: I. O aluno só poderá ingressar no Estágio Não Obrigatório a partir do 6º período II. O candidato a estagiário deverá estar regularmente matriculado, cursando disciplinas; 53 III. A realização do Estágio Não Obrigatório não poderá provocar atrasos na conclusão do curso; IV. O Termo de Compromisso identificará expressamente o Estágio como Não Obrigatório; V. O Termo de Compromisso trará, em anexo, o Plano de Atividades do Estágio, de forma que haja real correlação com o conteúdo formativo do curso disposto no Projeto Pedagógico; VI. O aluno deverá ser acompanhado por supervisor(es) Terapeutas Ocupacionais da instituição ofertante do estágio e de Professor Orientador docente da UFPE. VII. O Termo de Compromisso deverá especificar a responsabilidade da instituição ofertante de Estágio ou do Agente de Integração quanto à cobertura de seguro contra acidentes pessoais em favor do aluno, bem como, a concessão de bolsa e do auxílio-transporte. VIII. O Estágio Não Obrigatório, não poderá ser considerado para dispensa total ou parcial do estágio curricular obrigatório do estudante. 11.3. Trabalho de Conclusão de Curso – TCC É condição obrigatória do Curso de Terapia Ocupacional a apresentação de um Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), em formato de artigo científico, conforme definido nas Normas para elaboração de TCC, aprovado pelo Colegiado do Curso, de acordo com o Regulamento Interno de Trabalho de Conclusão do Curso do CCS (Anexo D), atendendo ainda a Resolução nº 18/2022 CEPE. A proposição de um TCC em formato de artigo científico proporciona aos discentes, melhor qualificação para sistematização de um tema, com possibilidades de publicação destes trabalhos tanto em revistas científicas da Terapia Ocupacional, quanto de áreas afins, além de poder estimular a continuidade de formação em nível de pós-graduação. 11.4 Programas dos Componentes Curriculares No Curso de Terapia Ocupacional da UFPE existem os componentes curriculares obrigatórios (divididos em períodos/semestres) e eletivos. O detalhamento das ementas, códigos, créditos, requisitos e demais informações pertinentes estão no Anexo E. 12. FORMAS DE ACESSO AO CURSO O acesso se dá, conforme preconizado pela UFPE através: do Sistema de Seleção Unificada (SISU), conforme Regimento Geral da UFPE - Resolução Nº 05/2017 - CCEPE/UFPE, mediante emprego da nota obtida no Exame Nacional de Ensino Médio (ENEM). Salienta-se também o ingresso através 54 de transferência por força de lei de acordo com o Art. 49 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (Lei Nº 9.394/1996), as transferências (interna e externa) e reintegração (Lei Nº 9536/1997). No ingresso via SISU são oferecidas 36 vagas anuais com duas entradas de 18 vagas cada. A duração mínima do Curso é de oito semestres, e máxima de 16 semestres. O Curso segue toda a legislação vigente assumida pela UFPE, a exemplo do sistema de cotas para ingresso nas universidades públicas conforme preconiza a Lei n o 12.711 de 29/08/2012. A UFPE aderiu ao sistema de forma gradativa e, desde 2016, 50% do total de vagas do SISU são reservadas ao sistema de cotas, conforme determina a lei. Para o ingresso em 2018, a UFPE passou a incorporar as cotas para as Pessoas com Deficiências e desde então busca se preparar para atender de forma adequada esse público, seguindo o Decreto no 9.034/2017. Considerando todas essas formas de ingresso e suas cotas, o Colegiado do Curso estabeleceu para o ano de 2022 (Resolução no 25/2021 CEPE/UFPE) pesos e notas mínimas do ENEM, a seguir: Quadro 11: Pesos e notas mínimas para ingresso no Curso de Terapia Ocupacional da UFPE Área de conhecimento Pesos Nota mínima Redação 2,5 300 Matemática e suas Tecnologias 1 300 Linguagens, Códigos e suas Tecnologias 2 300 Ciências Humanas e suas Tecnologias 2 300 Ciências da Natureza e suas Tecnologias 2,5 300 TOTAL 10,0 13. CORPO DOCENTE O corpo docente do curso de Terapia Ocupacional está formado por 21 docentes com bacharelado em Terapia Ocupacional, lotados no departamento de Terapia Ocupacional do Centro de Ciências da Saúde, em regime de Dedicação Exclusiva. São 20 doutores, uma mestre. 55 Quadro 12: Detalhamento da qualificação do corpo docente do curso de Terapia Ocupacional, lotados no Departamento de Terapia Ocupacional do Centro de Ciências da Saúde. Nível de Qualificação Vínculo Nome CPF Área de Conhecimento Titulação/área Carreira/ Regime Profissional Empregatício de Trabalho Terapia Ocupacional e Bacharel em Adjunto/ Ana Karina Pessoa da Trabalho, Ergonomia e 037.883.764-81 Doutora em Design Terapia Dedicaçã Estatutário Silva Cabral Tecnologia Assistiva Ocupaciona o l Exclusiva Saúde Mental, Saúde Coletiva Bacharel em Adjunto/ Ana Lucia Marinho e Terapia Ocupacional no 308.372.348-24 Doutora em Saúde Coletiva Terapia Dedicaçã Estatutário Marques Campo Social Ocupaciona o l Exclusiva Desenvolvimento Humano e Bacharel em Adjunto/ Aneide Rocha de Marcos Mestre em Saúde Materno 459.444.824-00 Saúde da Materno Infantil Terapia Dedicação Estatutário Rabelo Infantil Ocupacional Exclusiva Bacharel em Adjunto/ Cinthia Kalyne de Saúde Coletiva 932.923.764-91 Doutora em Ciências Terapia Dedicação Estatutário Almeida Alves Ocupacional Exclusiva Terapia Ocupacional e Bacharel em Adjunto/ Tecnologia Assistiva. Daniela Salgado Amaral 029.844.144-62 Doutora em Design Terapia Dedicaçã Estatutário Reabilitação física do adulto Ocupaciona o l Exclusiva Saúde Coletiva, Saúde da Criança e do Adolescente, Bacharel em Associado/ Daniela Tavares Gontijo 030.512.676-86 Terapia Ocupacional no Doutora em Ciências da Saúde Terapia Dedicação Estatutário Campo Social Ocupaciona Exclusiva l Terapia Ocupacional e Bacharel em Adjunto/ Danielle Carneiro de Tecnologia Assistiva. Doutora em Neuropsiquiatria e 048.428.344-80 Terapia Dedicaçã Estatutário Menezes Sanguinetti Reabilitação física do adulto Ciências do Comportamento Ocupaciona o l Exclusiva Envelhecimento Humano e Bacharel em Adjunto/ Érica Verônica de 427.292.384-68 Saúde Coletiva Doutora em Psicologia Clínica Terapia Dedicação Estatutário Vasconcelos Lyra Ocupaciona Exclusiva l 56 Envelhecimento Humano e Bacharel em Adjunto/ Fundamentos de Terapia Flávia Pereira da Silva 355.714.034-20 Doutora em Psicologia Terapia Dedicaçã Estatutário Ocupacional Ocupaciona o l Exclusiva Saúde Coletiva, Fundamentos Bacharel em Adjunto/ Ilka Veras Falcão 301.414.194/15 de Terapia Ocupacional. Doutora em Ciências da Saúde Terapia Dedicação Estatutário Ocupaciona Exclusiva l Saúde Mental e Fundamentos Bacharel em Associado/ Ivo de Andrade Lima 667.458.884-91 de Terapia Ocupacional Doutor em Letras: Linguística Terapia Dedicação Estatutário Filho Ocupaciona Exclusiva l Saúde da Criança, Saúde da Mulher, Tecnologia Assistiva Bacharel em Associado/ Juliana Fonsêca de 028.725.114-40 e Terapia Ocupacional no Doutora em Design Terapia Dedicação Estatutário Queiroz Marcelino Contexto Escolar. Ocupaciona Exclusiva l Envelhecimento Humano e Bacharel em Associado/ Kátia Magdala Lima 352.038.464-72 Saúde Coletiva Doutora em Ciências Terapia Dedicação Estatutário Barreto Ocupacional Exclusiva Saúde da Criança e do Bacharel em Adjunto/ Keise Bastos Gomes da Adolescente, Tecnologia Doutora em Saúde da Criança e 027.627.844-50 Terapia Dedicaçã Estatutário Nóbrega Assistiva e Saúde Mental. do Adolescente Ocupaciona o l Exclusiva Saúde Mental e Terapia Bacharel em Adjunto/ Luziana Carvalho de 329.942.064-04 Ocupacional Social Doutora em Bioética Terapia Dedicação Estatutário Albuquerque Maranhão Ocupacional Exclusiva Ciências Sociais e Saúde Bacharel em Adjunto/ Maria de Fátima Ferrão 374.643.024-00 Mental Doutora em Psicologia Clínica Terapia Dedicação Estatutário Castelo Branco Ocupacional Exclusiva Saúde Mental e Saúde do Bacharel em Adjunto/ Doutora em Neuropsiquiatria e Marina Araújo Rosas 041.798.864-80 Adolescente Terapia Dedicação Estatutário Ciências do Comportamento Ocupacional Exclusiva Desenvolvimento Humano e Bacharel em Adjunto/ Miriam Queiroz de Doutora em Saúde da Criança e 333.866.094-49 Saúde da Criança Terapia Dedicação Estatutário Farias Guerra do Adolescente Ocupacional Exclusiva Desenvolvimento Humano e Bacharel em Associado/ Raquel Costa Doutora em Saúde Materno- 586.461.914-00 Saúde da Criança Terapia Dedicação Estatutário Albuquerque Infantil Ocupacional Exclusiva 57 Envelhecimento Humano e Bacharel em Associado/ Valéria Moura Moreira Doutora em Neuropsiquiatria e 472701954-04 Saúde Coletiva Terapia Dedicação Estatutário Leite Ciências do Comportamento Ocupacional Exclusiva Saúde Mental e Saúde Bacharel em Associado/ Vera Lúcia Dutra Doutora em Neuropsiquiatria e 442667584-72 Coletiva Terapia Dedicação Estatutário Facundes Ciências do Comportamento Ocupacional Exclusiva 58 14. SUPORTE PARA FUNCIONAMENTO DO CURSO As instâncias administrativas para funcionamento do curso são: Chefia e Subchefia de Departamento, Coordenação e Vice-Coordenação de Curso, Colegiado do Curso, Núcleo Docente Estruturante, Coordenação de Estágio e Coordenação de Monitoria. Todos compostos conforme o Estatuto da UFPE. Desde a sua criação (1962), o curso de Terapia Ocupacional desta Universidade enfrenta problemas relacionados ao quantitativo insuficiente de corpo docente e corpo técnico administrativo, aos recursos materiais e à infraestrutura. Importante salientar que o PPC segue as recomendações dos Padrões Mínimos de Qualidade para Cursos de Terapia Ocupacional (BRASIL, 1997a) que considera a proporção máxima entre o número de alunos para práticas de laboratório (15/1) e para as práticas terapêuticas em ambientes de intervenção (6/1). 14.1 Recursos humanos Atualmente, o Departamento conta com dois (2) servidores técnico-administrativos, vinte e um (21) docentes efetivos com dedicação exclusiva. O Departamento conta ainda com três (3) professores substitutos, todos com carga horária de 40 horas semanais. 14.2. Recursos Estruturais (Físicos e Virtuais) Com a construção da primeira etapa da instalação do Departamento em 2002, alguns aspectos relacionados à infraestrutura foram minimizados, porém limitações ainda persistem devido a não conclusão, até a presente data, da segunda etapa que corresponde à expansão da estrutura física, bem como da aquisição de mobiliários e de equipamentos necessários ao adequado funcionamento do Departamento e do Curso. Os quadros a seguir, descrevem a infraestrutura do Departamento. 59 Quadro 13: Descrição da infraestrutura do Departamento de Terapia Ocupacional PAVIMENTO INFERIOR (TÉRREO) Quantidade de Tipo Especificidade/Área (m2) espaços -2 c/38,80 (cada)m2 Salas de Aula 3 -1 c/ 39,40m2 -Laboratório de Técnicas Corporais - LabTC - 49,25m2 - Laboratório de Técnicas Sensório Motoras - LabSEMO - 39,40 m2 Laboratórios 5 - Laboratório da Atividades de Vida Diária e Laboratório de Tecnologia Assistiva e Terapia Ocupacional- LabTATO - 99,25m2 - Laboratório de Tecnologias Terapêuticas, Sociais e Educativas- LabTECA - 38,80m2 Coordenação do 1 - 13,67m2 Curso/Escolaridade Chefia do Departamento 1 - 11,55m2 - 1 c/ 10,20m2 Diretório Acadêmico 1 - 1 c/ 10,37m2 -Masculino - 17,96m2 WC (público) 2 -Feminino - 18,23m2 Copa/cozinha 1 8,14m2 Hall 1 25,74m2 Recepção 1 6,35m2 Dispensa 1 4,84m2 Arquivo 1 4,17m2 Área de circulação 1 29,45m2 Área de jardim 1 144,77m2 ÁREA FÍSICA TOTAL (1) 649,14m2 PAVIMENTO SUPERIOR (1O ANDAR) Tipo Quantidade Especificidade/Área (m2) Sala de Apoio 1 - 8,75m2 Sala de Reunião 1 12,27m2 60 -4 c/ 9,11 m2(2 profs cada x 4 = 8) -2 c/9,32 m2(2 profs cada x 2 = 4) Salas de Professor 10 -2 c/9,38m2 (2 profs cada x 2 = 4) -1 c/9,25 m2(2 profs cada x 1 = 1) - 1 c/ 12,27m2 (3 profs cada x 1 + 3) Feminino - 2,40m2 WC (Docentes) 2 Masculino - 2,30 m2 Almoxarifado 1 0,90m2 ÁREA FÍSICA TOTAL (2) 106,56m2 TOTAL GERAL (1+ 2) 755,7m2 Em sua estrutura física o Departamento conta com 3 salas de aula, 1 sala de coordenação/escolaridade, 1 sala para a chefia, 5 laboratórios, 10 salas de professores, sala de apoio, de reunião, almoxarifado WC, entre outros espaços. Contudo, para garantir o adequado funcionamento do curso e contemplar as novas tecnologias de ensino/aprendizado é necessária a manutenção sistemática da infraestrutura existente e a ampliação da estrutura física atual, assim como o aumento do número de docentes e de servidores técnico-administrativos. De acordo com o Projeto Original do Departamento faltam ser construídos: auditório, cinco salas de professor, sala de pesquisa, sala de estudo e ampliação do laboratório de informática. Além disso, destaca-se que as instalações físicas do Departamento de Terapia Ocupacional não atendem em sua totalidade ao Decreto nº. 5.296/2004 para oferecer condições de acesso para pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida, necessitando de ajustes e investimentos em sua estrutura física. Atualmente, encontra-se em fase de negociação a readequação do Laboratório de AVD e a adequação em acessibilidade de toda a área física do departamento. A construção de um espaço específico para o Laboratório de Tecnologia Assistiva e Terapia Ocupacional – LabTATO já foi iniciada. O Laboratório de Tecnologia Assistiva e Terapia Ocupacional (LabTATO), criado no ano de 2012, em consonância com o novo perfil curricular que implantou na nova matriz curricular a disciplina “Tecnologia Assistiva e Acessibilidade”, vem funcionando provisoriamente nas dependências do LabAVD. O LabTATO tem como missão promover atividades de ensino, pesquisa e extensão no campo da Tecnologia Assistiva, Tecnologias de Reabilitação e Educativas visando a inclusão social das pessoas nos diversos ciclos de vida. 61 O LabTATO abriu campos de pesquisa inovadores e faz parcerias importantes em áreas diversas, entre elas: Engenharia (UFPE, IFPE); Design (UFPE, UFSC); Educação (UFPE, Hospital das Clínicas de Pernambuco), entre outros. Conta com uma equipe formada por 5 docentes do curso de Terapia Ocupacional que desenvolvem atividades de ensino, pesquisa e extensão. As atividades de ensino ocorrem, principalmente, na disciplina de Tecnologia Assistiva e Acessibilidade e nas disciplinas aplicadas da Terapia Ocupacional, as quais promovem a oportunidade de monitoria, visitas clínicas e estudos de casos e a possibilidade de avaliar, prescrever e confeccionar dispositivos assistivos para os usuários na prática clínica. Quanto às atividades de extensão, são desenvolvidos projetos com o envolvimento do Departamento de Terapia Ocupacional e outros departamentos e instituições como o Hospital das Clínicas, escolas municipais e associações, prefeituras, com a oferta de serviços e recursos de TA. No âmbito da pesquisa, os docentes desenvolvem projetos de pesquisa na área de Tecnologia Assistiva (TA) e afins, inclusive com o aporte de financiamento externo, via CNPq e FACEPE. O grupo de pesquisa: Tecnologia Assistiva, Funcionalidade e Inovação (DTO/UFPE) é formado pelos integrantes do LabTATO. Ainda no campo da Tecnologia Assistiva e Acessibilidade, em 2016, foi criado o Núcleo de Tecnologia Assistiva do CCS, com o intuito de formalizar parcerias interdepartamentais e externas à UFPE, e possibilitar a submissão de projetos de pesquisa em editais voltados a Núcleos de TA. O Núcleo de Tecnologia Assistiva tem como finalidade promover a articulação para o trabalho cooperativo entre os diversos grupos institucionais e interinstitucionais, constituídos por docentes, pesquisadores, discentes e técnicos, que desenvolvem recursos, produtos, serviços, metodologias, estratégias, práticas e serviços em Tecnologia Assistiva, nas modalidades de ensino, pesquisa e extensão. Por ser interdisciplinar, entende-se a importância da cooperação entre as diversas áreas de conhecimento voltadas à temática, na UFPE, bem como entre a UFPE e instituições externas, visando o desenvolvimento do campo da Tecnologia Assistiva em nível local e regional (Portaria de nº 05/CCS de 25 de abril de 2016; Portaria nº153, de 14 de janeiro de 2021 (Processo no 23076.033998/2020-32). Os discentes do curso de Terapia Ocupacional têm acesso ao Sistema de Bibliotecas da UFPE (SIB-UFPE) acessando o site diretamente ou através da página da UFPE, em especial à biblioteca setorial do Centro de Ciências da Saúde (CCS), onde se encontram os livros e periódicos específicos de Terapia Ocupacional. 62 O acesso ao acervo das bibliotecas da UFPE e a base de dados de literatura científica se faz via Internet, como acesso remoto de qualquer terminal intra ou extra campus. No site do SIB- UFPE, o discente pode pesquisar, verificar a sua situação de usuário, a disponibilidade da obra pesquisada, realizar reserva, renovação de livros, dentre outros serviços e atividades. O SIB-UFPE, através de sua rede de bibliotecas oferece uma série de treinamentos, oficinas e capacitações para acesso e pesquisa em várias bases de dados e ao Portal de Periódicos da Capes para a normatização em trabalhos acadêmicos. As instalações físicas das bibliotecas são climatizadas, com acesso à internet, dispõem de mesas e cadeiras, cabines individuais e salas para estudo em grupo. Algumas das bibliotecas, no caso a setorial do CCS, dispõem de sala de vídeo, para atividades desenvolvidas por professores e estudantes. Quanto ao acervo, o SIB-UFPE dispõe de acervos com CD-rom, vídeos, livros e periódicos físicos e e-books. Na área de Terapia Ocupacional o acervo é em número reduzido e encontra-se na biblioteca setorial do CCS com uma variedade de livros específicos da área de Terapia ocupacional, porém com poucos exemplares e periódicos desatualizados. Este ponto é apontado nas avaliações tanto pelos discentes quanto pelos egressos. A assinatura de periódicos impressos deixou de ser realizada desde a disponibilização do acesso ao Portal CAPES, sendo atualmente as assinaturas eletrônicas. E o acesso remoto para discentes, docentes e técnicos administrativos da UFPE é um investimento importante para a democratização do acesso às principais bases de dados do mundo. Os periódicos de Terapia Ocupacional impressos existentes no acervo são: American Journal (de 1995 a 1999), British Journal Occupational Therapy (de 1995 1998), Cadernos de Terapia Ocupacional da UFSCAR (de 1990 a 2002), Canadian Journal Occupational Therapy (de 1995 a 1998), Revista de Terapia Ocupacional da USP (de 1991 a 2002- incompleta). Vale salientar que toda a publicação dos três periódicos brasileiros de Terapia Ocupacional estão disponibilizados on-line gratuitamente. Para as disciplinas ofertadas na modalidade EAD, o curso conta com o Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA), conforme Resolução No 10/2019 – CEPE/UFPE. 63 15. APOIO AO DISCENTE Vários são os programas existentes e disponíveis aos discentes do Curso de Terapia Ocupacional. São eles: A Pró-Reitoria de Graduação-PROGRAD mantém diversos programas de apoio aos estudantes. Os programas são gerenciados e executados pela Coordenação de Apoio Acadêmico e envolvem o Programa de Monitoria, Programa de Educação Tutorial, auxílio para participação em eventos fora do País, entre outros. A Pró-Reitoria para Assuntos Estudantis-PROAES tem por missão promover e consolidar políticas de gestão da vida acadêmica em suas diversas dimensões; qualificadas em ações multidisciplinares nos eixos da assistência estudantil, da cultura, do lazer e das atividades esportivas, com o objetivo de prover a igualdade de oportunidades aos estudantes da UFPE. A PROAES responde pela gestão UFPE do Programa Nacional de Assistência Estudantil – PNAES, pelo Decreto no 7.234/2010 (BRASIL, 2010), e busca ampliar as condições para permanência dos jovens na educação superior pública federal, minimizando os efeitos das desigualdades sociais e regionais, com o objetivo de conclusão do curso superior, reduzindo as taxas de retenção e evasão escolar, contribuindo democraticamente para a promoção da inclusão social pela educação. Dentre os Programas, auxílios e serviços da Assistência Estudantil encontra-se: ● Bolsa-nível – Assistência Estudantil com repasse de recurso financeiro mensal para o estudante custear parte das despesas de locomoção, moradia e alimentação com o objetivo de ampliar as suas condições de permanência durante sua formação acadêmica presencial. Essas bolsas não terão efeito acumulativo; observando-se os critérios da Política de Assistência Estudantil da UFPE. ● Moradia estudantil - Concessão de moradia em uma das Casas de Estudantes Universitários ou auxílio financeiro para este fim, nos três campi. ● Auxílio-alimentação – Concessão de três refeições diárias (desjejum, almoço e jantar) no RU para residentes das Casas de Estudantes Universitários, e para o campus Recife corresponderá à concessão de duas ● Refeições (almoço e jantar), integralmente subsidiada, no Restaurante Universitário da UFPE. ● Auxílio-creche - Auxílio financeiro integrado ao benefício de bolsa-nível oferecido a estudantes que têm filhos na faixa etária de 0 a 3 anos e 11 meses de idade. Além desses, a PROAES oferta apoio a saúde dos estudantes em situação de vulnerabilidade 64 socioeconômica ou de violação de direitos, ao oferecer atendimento em psicologia, psiquiatria, enfermagem, nutrição, serviço social e saúde sexual, além de atendimento psicopedagógico e médico (clínico e eletivo), aos discentes da graduação, com prioridade àqueles beneficiados pelos programas de assistência estudantil da PROAES. Os estudantes com demandas educacionais especiais e de acessibilidade, incluindo, discentes com Transtorno de Espectro Autista, identificados no processo seletivo da instituição, seguindo o Decreto no 9.034/2017, serão assistidos em suas necessidades de acordo com a Resolução Nº 11/2019 - ConsUni/UFPE, em cooperação do Curso de Terapia Ocupacional com Núcleo de Acessibilidade da UFPE (NACE) e Núcleo de Atenção à Saúde do Estudante (NASE), vinculado à Pró-Reitoria para Assuntos Estudantis (PROAES). 16. SISTEMÁTICA DE CONCRETIZAÇÃO E AVALIAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO O Projeto Pedagógico do Curso de Terapia Ocupacional tem sua viabilização coerente com às concepções filosófico-pedagógicas do Projeto Pedagógico Institucional da UFPE, o qual tem por objetivo a operacionalização e consolidação de um projeto de sociedade em que a produção de conhecimento científico seja acessível aos cidadãos, independentemente das condições socioeconômicas, demográficas e culturais. Em consonância com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) 9394/96 que, em seu artigo 1º versa: “A educação abrange os processos formativos que se desenvolvem na vida familiar, na convivência humana, no trabalho, nas instituições de ensino e pesquisa, nos movimentos sociais e organizações da sociedade civil e nas manifestações culturais”, o PPC do Curso de Terapia Ocupacional da UFPE está voltado para a valorização da formação do discente com qualidade para o desenvolvimento de competências técnicas e científicas, direcionadas para o trabalho multiprofissional, englobando contextos diferentes e considerando a diversidade dos campos de atuação. Para além disso, um ensino voltado para uma postura humanizada, ética e com compromisso social. Em relação à consolidação do PPC, uma sistemática de avaliação do curso deve ser organizada no sentido de verificar, com continuidade, os diferentes olhares da formação técnica e científica dos discentes e o desempenho deles ao PPC. Para uma avaliação ampliada, os olhares dos diferentes atores envolvidos no processo, ou seja, docentes, discentes e técnicos- administrativos, 65 devem ser considerados de modo que as propostas de aperfeiçoamento e/ou de correções, sejam realizadas de maneira conjunta, após discussões em grupos e com apreciação dos envolvidos. O Núcleo Docente Estruturante (NDE) do curso de Terapia Ocupacional da UFPE, seguindo o disposto na Resolução nº 01/2013 do Conselho Coordenador de Ensino, Pesquisa e Extensão (CCEPE) da UFPE (UFPE, 2013), deve desempenhar as seguintes atribuições: I. Assessorar a coordenação do curso de graduação nos processos de implantação, execução, avaliação e atualização do Projeto Pedagógico do Curso; II. Zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes constantes no currículo, contribuindo para a consolidação do perfil profissional do egresso do curso; III. Indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e extensão, oriundas de necessidades da graduação, de exigência do mercado de trabalho e alinhadas com as políticas públicas relativas à área de conhecimento do curso; IV. Incentivar o desenvolvimento de profissionais com formação cidadã, humanista, crítica, ética e reflexiva; V. Zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso; VI. Zelar pela proposição de projetos pedagógicos alinhados e consonantes com o Projeto Pedagógico Institucional. Realizando um diagnóstico periódico acerca da concretização e andamento do PPC do curso, o NDE promoverá discussões com o corpo docente, discente e técnicos administrativos para verificar a aplicação do PPC, suas potencialidades e possíveis dificuldades para a realização de ajustes necessários, bem como, reuniões conjuntas para orientações pedagógicas acerca do funcionamento do curso, baseado no PPC vigente. REFERÊNCIAS ABRAHAO, A. L; MERHY, E. E. 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Conselho Coordenador de Ensino, Pesquisa e Extensão (CCEPE). Resolução n° 01/2013. Normatiza o Núcleo Docente Estruturante e dá outras providências, 2013. UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO. Conselho Coordenador de Ensino, Pesquisa e Extensão (CCEPE). Resolução n° 12/2013. Dispõe sobre procedimentos para creditação de atividades complementares nos Cursos de Graduação da UFPE UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO. Conselho Coordenador de Ensino, Pesquisa e Extensão (CCEPE). Resolução n° 20/2015. Disciplina o Estágio nos cursos de Graduação da UFPE. UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO. Conselho Coordenador de Ensino, Pesquisa e Extensão (CCEPE). Resolução n° 05/2017. Estabelece critérios e fixa o quantitativo de vagas a serem oferecidas para o Processo Seletivo Extravestibular - Transferência Externa 2017.2 das Unidades Acadêmicas de Recife, Agreste e Vitória, para os cursos de graduação, na modalidade presencial UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO. Conselho Coordenador de Ensino, Pesquisa e Extensão (CCEPE). Resolução n° 10/2017. Regulamenta a avaliação das condições de ensino na UFPE. UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO. Conselho Coordenador de Ensino, Pesquisa e Extensão (CCEPE). Resolução n° 09/2018. Altera dispositivos da Resolução nº 20/2015-CCEPE, que disciplina o Estágio nos cursos de Graduação da UFPE UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO. Conselho Coordenador de Ensino, Pesquisa e Extensão (CCEPE). Resolução n° 10/2019. Regulamenta as condições e estabelece os procedimentos para a oferta de componentes curriculares a distância nos cursos de graduação presencias, até o limite de 20% de carga horária total do curso no âmbito da UFPE. UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO. Conselho Coordenador de Ensino, Pesquisa e Extensão (CCEPE). Resolução n° 02/2020. Aprova o Regimento da Reitoria da Universidade Federal de Pernambuco, que com ela é publicado. 72 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO. Conselho Coordenador de Ensino, Pesquisa e Extensão (CCEPE). Resolução n° 18/2021. Regulamenta o Grupo de Disciplinas de Formação Avançada na Universidade Federal de Pernambuco UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO. Conselho Coordenador de Ensino, Pesquisa e Extensão (CCEPE).RESOLUÇÃO NO 25/2021. Estabelece os pesos e notas mínimas para o Processo Seletivo UFPE|SiSU 2022. UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO. Conselho Coordenador de Ensino, Pesquisa e Extensão (CCEPE). Resolução n° 03/2023. Regulamenta as Atividades Práticas Supervisionadas nos cursos de graduação da Universidade, 2023 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO. Conselho Universitário (CONSUNI). Resolução n° 11/2019. Dispõe sobre o atendimento em acessibilidade e inclusão educacional na Universidade Federal de Pernambuco WORLD FEDERATION OF OCCUPATIONAL THERAPY – WFOT. Minimum Standards for the Education of Occupational Therapists Revised, 2016. Disponível em: https://www.wfot.org/assets/resources/COPYRIGHTED-World-Federation-of-Occupational- Therapists-Minimum-Standards-for-the-Education-of-Occupational-Therapists-2016a.pdf 73 ANEXOS ANEXO A – QUADRO DOS DISPOSITIVOS LEGAIS E NORMATIVOS FORMA DE ATENDIMENTO DISPOSITIVO LEGAL E NORMATIVO 1 Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de O curso está em consonância com as normativas Terapia Ocupacional - Resolução CNC/CES nº. para cursos de graduação em Terapia 06/2002; Ocupacional em relação a estrutura do PPC, Padrões Mínimos de Qualidade para Cursos de Estágio Supervisionado regulamentado, TCC, Terapia Ocupacional (BRASÍLIA, 1997; WFOT, Extensão e a Atividades Complementares, 2016) e Resolução nº650/20 detalhamento das competências, atitudes e habilidades. 2 Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das A abordagem sobre as questões que dizem Relações Étnico-raciais e para o Ensino de História e respeito à Educação das Relações Étnico-Raciais, Cultura Afro-brasileira e Africana: Resolução acontece de forma transversal nos componentes CNE/CP N° 01/2004. curriculares e atividades curriculares. 3 Políticas de educação ambiental: Lei Nº 9.795/1999; A abordagem sobre as políticas de educação Decreto Nº 4.281/2002. ambiental ocorre no curso de Fonoaudiologia de forma transversal. 4 Núcleo Docente Estruturante (NDE): Resolução O Núcleo Docente Estruturante (NDE) do Curso CONAES N° 01/2010; Resolução Nº 01/2013 de Graduação em Terapia Ocupacional designado CCEPE através do Pleno Departamental é composto atualmente pelos seguintes docentes: Aneide Rocha de Marcos Rabelo; Érica Verônica de Vasconcelos Lyra; Keise Bastos Gomes da Nóbrega; Luziana Carvalho de Albuquerque Maranhão; Marina Araújo Rosas; Valéria Moura Moreira Leite; Vera Lúcia Dutra Facundes 5 Disciplina obrigatória/eletiva de Libras: Decreto N° O componente curricular Introdução a Libras é 5.626/2005 oferecido como disciplina eletiva, ministrada pelo Departamento de Letras. 6 Carga horária mínima, em horas: O curso estabelece a carga horária mínima de Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de 3600h, como descrito das novas DCN para cursos Terapia Ocupacional - Resolução CNC nº650/2020. de graduação em Terapia Ocupacional, Recomendação da Comissão de Especialistas de distribuídas em: 3.375 horas de componentes Ensino de Terapia Ocupacional (CEETO) obrigatórios, 75 horas componentes eletivos do perfil e 150 horas de atividades complementares. 7 Tempo de integralização, Diretrizes Curriculares O tempo de integralização previsto segue as Nacionais do Curso de Terapia Ocupacional - diretrizes da resolução do CNS, Art. 3º que Resolução CNC nº650/2020. recomenda que o curso de graduação em Terapia Recomendação da Comissão de Especialistas de Ocupacional deve ter a carga horária mínima de Ensino de Terapia Ocupacional (CEETO) 3600 horas, integralizadas em 4 anos. 8 Condições de acesso para pessoas com deficiência A instituição conta com o Núcleo de e/ou mobilidade reduzida: Decreto N° 5.296/2004; Acessibilidade para suporte aos cursos Lei Nº 13.146/2015; Resolução No 11/2019 - (Acessibilidade programática, instrumental, ConsUni/UFPE. arquitetônica, no transporte e comunicação). O curso busca alternativas de ampliar e aprimorar o acesso e permanência dos alunos com deficiência através de reforma do prédio, sede do curso de Terapia Ocupacional. 74 9 Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos A educação em Direitos Humanos ocorre no Humanos, Parecer N° 08/2012 - CNE; Resolução N° curso de forma transversal. 01/2012 - CNE 10 Titulação do corpo docente, de acordo com o Art. 66 Todo corpo docente tem formação em pós- da Lei No 9.394/1996. graduação. O corpo docente vinculado ao DTO é composto por 21 docentes, sendo 19 doutores, uma doutoranda e uma mestre. 11 Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Na condição de discente pessoa com deficiência Espectro Autista, Lei N° 12.764/2012; Dec. N. e/ou necessidade específica, o mesmo poderá 8368 /2014 solicitar à Coordenação do Curso os serviços de atendimento em acessibilidade oferecidos pelo Núcleo de Acessibilidade (NACE) da UFPE e também o Núcleo de Atenção à Saúde do Estudante (NASE), vinculado à Pró-Reitoria para Assuntos Estudantis (PROAES). O curso discute a temática de forma transversal e de vivências a partir de disciplinas aplicadas, especificamente, no componente curricular Terapia Ocupacional em Saúde Mental I. 12 Informações acadêmicas, Portaria N° 40/2007 e As informações gerais sobre o curso podem ser Portaria N° 23/2010 - MEC. acessadas através do site da UFPE na página do curso de Terapia Ocupacional. Além disso, a comunidade acadêmica pode ter acesso através de informações mais específicas, através do ID UFPE. 75 ANEXO B – ATIVIDADES COMPLEMENTARES CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DEPARTAMENTO DE TERAPIA OCUPACIONAL CURSO DE TERAPIA OCUPACIONAL 01/2022 – Atividades Complementares Regulamenta e disciplina o funcionamento das atividades complementares do curso de graduação em Terapia Ocupacional. Aprovado pelo Colegiado do curso em 23 de maio de 2022 TÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS CAPÍTULO I CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES O Colegiado do Curso de Terapia Ocupacional, no uso de suas atribuições, conforme Regimento Geral da UFPE, CONSIDERANDO: I. A Resolução Nº 650, de 04 de dezembro de 2020, do Conselho Nacional de Saúde, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Terapia Ocupacional. II. A Resolução CCEPE nº 12, de 03 de junho de 2013, que dispõe sobre procedimentos para creditação de atividades complementares nos Cursos de Graduação da UFPE REGULAMENTA: CAPÍTULO II DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES (ATCs) E SUA FINALIDADE 76 Art 1°.O discente do Curso de Terapia Ocupacional deve cumprir 150 (cento e cinquenta) horas de Atividades Complementares, conforme estabelecido no Projeto Pedagógico do Curso de Terapia Ocupacional, para o perfil curricular 6905-1, correspondendo a 4,16% da carga horária total do curso, de 3600h. Art 2° Esta CH deverá ser cumprida ao longo do curso, com distribuição nos 8 semestres letivos conforme escolha do aluno, seguindo os critérios estabelecidos. Art 3°. As atividades complementares consideradas estão distribuídas em 9 grupos: (1) Atividades acadêmicas; (2) Publicação de trabalhos; (3) Participação em eventos científicos; (4) Participação em cursos; (5) Disciplinas eletivas livres; (6) Disciplinas de Formação Avançada de Programa da Pós-graduação (Mestrado ou Doutorado), (7) Estágio não obrigatório; (8) Participação em comissões organizadoras; (9) Representação discente. CAPÍTULO III DOS PROCEDIMENTOS DE CREDITAÇÃO DAS ATIVIDADES, DEVERES DOS DOCENTES ORIENTADORES E DISCENTES Art 4º Os procedimentos a serem adotados para creditação das atividades complementares de pesquisa, monitoria, estágios não obrigatórios, bem como atividades acadêmicas realizadas no âmbito da UFPE deverão seguir as seguintes etapas: I. o(s) professor(es) deverá(ão) cadastrar as atividades acadêmicas da UFPE, da qual participará o aluno, junto à Pró-Reitoria competente (Pró-Reitoria de Pesquisa, Pró-Reitoria de Extensão ou Pró-Reitoria para Assuntos Acadêmicos; II. o(s) discente(s) deverá(ao) participar das etapas previstas na atividade, com acompanhamento sistemático do(s) professor(es); III. o(s) discentes(s) deverá(ão), ao término de sua participação na atividade até o último semestre letivo do curso, solicitar, mediante requerimento, a creditação no histórico escolar, dirigido à Coordenação do Curso, acompanhado de declaração/certificado de conclusão da atividade emitida pela Pró-Reitoria responsável pela atividade; 77 IV. A coordenação do curso, após apreciação da solicitação, registrará no sistema de gestão acadêmica vigente, a creditação da atividade complementar, especificando a sua categoria. V. Caberá exclusivamente ao coordenador ou vice-coordenador de curso registrar no SIG@ o tipo de atividade complementar, o nome do aluno e a respectiva carga horária Parágrafo único: Casos omissos deverão ser avaliados pelo Colegiado do Curso. Art. 6º Para as atividades mencionadas no Art. 4º, quando realizadas fora do âmbito da UFPE, o documento comprobatório deverá ser emitido pelo órgão ou entidade responsável pelo evento. Art. 7º A creditação da carga horária dar-se-á conforme expresso na declaração/certificado da atividade validada, não devendo ultrapassar a carga horária máxima, referente às atividades complementares, indicada no perfil do curso ao qual o estudante esteja vinculado. Art. 8º No caso de uma atividade não alcançar a carga horária mínima para creditação, poderá ser somada a outra de mesma natureza ou correlata, devendo ser o fato anotado no sistema de gestão vigente no campo das descrições da atividade. Art. 9º Nos casos em que a atividade puder ser creditada de diferentes maneiras, o aluno deverá escolher a categoria de atividade a ser creditada, somente podendo registrá-la uma única vez. CAPÍTULO IV DA FORMA DO REGISTRO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES Art. 10º As atividades deverão ser contabilizadas em horas, desde que devidamente comprovadas e analisadas por professor orientador responsável pela atividade. Parágrafo Único – O registro Acadêmico das Atividades Complementares, será feito no sistema de gestão acadêmica vigente e obedecerá ao disposto no quadro abaixo: Atividades Complementares Carga Carga Observação horária horária Mínima Máxima 78 1- Atividades acadêmicas: 45h 90h Somente será registrada a Atividades de pesquisa, participação do aluno em, no extensão, iniciação científica e máximo, 2 semestres em cada monitoria. uma destas atividades. 2- Publicação de trabalhos: 10h 60h A carga horária computada para Serão consideradas publicações cada publicação de resumo em em anais, revistas nacional e anais será de 10h, resumo internacional. estendido ou artigo em anais será de 15h e publicação em revista nacional e internacional será de 20h. 3- Participação em eventos: 5h 60 Serão registradas, por evento, as Serão considerados os eventos cargas horárias máximas de: 5h científicos, na área de Terapia para os eventos locais, 10h para Ocupacional ou áreas afins. os eventos regionais, 15h para os eventos nacionais e 20h para os eventos internacionais. Caso a participação envolva a apresentação de trabalhos, sem publicação, serão registrados mais 5 horas para apresentação oral e mais 3 horas para apresentação em pôster. Quando o curso ocorrer em 4 Participação em cursos: Serão - 60h outras áreas, estes devem ser considerados os cursos na área avaliados pelo Colegiado do Curso, que irá analisar a sua de Terapia Ocupacional ou importância para a formação do áreas afins. graduando, confirmando a possibilidade de registro no 79 sistema de gestão acadêmica vigente e a quantidade de carga horária a ser creditada. 5- Disciplinas eletivas livres 30h 60h Durante todo o Curso Durante todo o Curso. As 6- Disciplinas de Formação 30h 60h disciplinas de formação avançada Avançada de Programa da Pós- são constituídas por uma ou mais graduação (Mestrado ou disciplinas integrantes de um Doutorado curso de mestrado ou doutorado da UFPE, que receba matrículas de alunos de graduação, permitindo-lhes integralizar na carga horária de atividades complementares (Resolução nº 10/2022 CEPE). O grupo de disciplinas é definido periodicamente, segundo acordo entre o colegiado do Programa de Pós-graduação responsável pela oferta da disciplina e o colegiado do Curso de Graduação em Terapia Ocupacional. 80 7- Estágios não obrigatórios: Serão considerados estágios na - 60h O estágio deve seguir a Lei área de Terapia Ocupacional, Federal de nº 11.788, de 25 de com supervisão de um terapeuta setembro de 2008. Somente ocupacional do serviço e poderá ocorrer a partir do 6º orientação de um docente do período, de acordo com a Departamento de Terapia resolução do COFFITO de Nº. Ocupacional da UFPE. 139/1992. Será registrada, no sistema de gestão acadêmica vigente, 50 % da carga horária total do estágio. 8- Participação em comissões - 60h Durante todo o Curso organizadoras: Serão consideradas as comissões organizadoras de eventos científicos ou acadêmicos na área de Terapia Ocupacional ou áreas afins. 9- Representação discente: - 60h Deve ser comprovado o mínimo Serão consideradas as de 75% (setenta e cinco por representações discentes em cento) de participação efetiva na órgãos da UFPE e na área de atividade. Terapia Ocupacional. Art. 11º As atividades complementares devem, preferencialmente, ser desenvolvidas ao longo do curso, evitando, portanto, ser realizadas integralmente em um único período letivo. CAPÍTULO V DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 12º Casos não previstos neste regulamento deverão ser submetidos ao Colegiado do Curso de Terapia Ocupacional, acompanhados da documentação comprobatória e carta da solicitação 81 do discente. Art. 13º Este regulamento entra em vigor após a reforma parcial do perfil curricular , do Curso de Graduação em Terapia Ocupacional Recife, 23 de maio de 2022. 82 ANEXO C - NORMATIZAÇÃO INTERNA / REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DEPARTAMENTO DE TERAPIA OCUPACIONAL CURSO DE TERAPIA OCUPACIONAL Regulamenta o estágio no âmbito da graduação em Terapia Ocupacional O COLEGIADO DO CURSO DE TERAPIA OCUPACIONAL DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO, no uso de suas atribuições e, CONSIDERANDO: - que o estágio é compreendido como elemento que complementa a formação acadêmica do estudante no processo de ensino e aprendizagem; - que o estágio é um instrumento de aprendizagem de competências próprias da atividade profissional e de contextualização curricular, objetivando o desenvolvimento do educando para a vida cidadã e para o trabalho; - que o estágio faz parte do projeto pedagógico do curso de Terapia Ocupacional que o estágio na UFPE é direcionado pelos documentos: Lei n. 11.788, de 25 de setembro de 2008, Resolução N O . 20/2015 do Conselho Coordenador de Ensino, Pesquisa e Extensão-UFPE, Resolução Nº 02/2020 do Conselho de Ensino Pesquisa e Extensão-UFPE, Instrução Normativa Nº 3/2022 (Prograd-UFPE). RESOLVE: CAPÍTULO I DO ESTÁGIO E SUAS MODALIDADES Art. 1 o O Estágio poderá ser obrigatório ou não obrigatório, conforme determinação das diretrizes curriculares da etapa, modalidade e área de ensino e do projeto pedagógico do curso. § 1 o Estágio Obrigatório é aquele definido como tal no projeto do curso, cuja carga horária é requisito para conclusão do curso. § 2 o Estágio Não obrigatório é aquele desenvolvido como atividade opcional, acrescida à carga horária regular e obrigatória. Art. 2 o A formalização para a realização do Estágio dar-se-á mediante a celebração do Termo de Compromisso entre o estudante e a parte concedente do Estágio e a instituição de ensino representada pela Coordenação de Estágio do Curso, sendo baseado em um Plano de Atividades que materializa a extensão ao ambiente de trabalho do projeto pedagógico desenvolvido nas disciplinas do currículo escolar. 83 CAPÍTULO II DO ESTÁGIO OBRIGATÓRIO Art. 3 o O Estágio Obrigatório do Curso de Terapia Ocupacional da UFPE está subdividido em Estágio Supervisionado em Terapia Ocupacional 1 (7 o período) e Estágio Supervisionado em Terapia Ocupacional 2 (8 o período), ambos com carga horária total de 435h, das quais 420h são de atividades práticas no campo (com o Supervisor da parte concedente) e 15h, de atividade teórica (com o professor orientador da instituição de ensino). § 1º A orientação aos estagiários pelo professor orientador, preferencialmente, deve se dar de forma presencial, podendo ser realizada mediada por tecnologia, quando necessário. § 2 o A jornada de atividade em estágio a ser cumprida pelo estudante deverá compatibilizar-se com seu horário escolar e com o funcionamento do órgão ou entidade concedente, não podendo ultrapassar 6 (seis) horas diárias e 30 (trinta) horas semanais. § 3 o Em situações nas quais o estudante não tenha a previsão de participação em aulas presenciais (exceto as disciplinas de trabalho de conclusão de curso) a jornada de atividade em estágio poderá ser estendida até 40 (quarenta) horas semanais, conforme acordo entre este e a parte concedente do estágio. § 4 o Os Estágios Supervisionados em Terapia Ocupacional (1 e 2) deverão ocorrer em áreas e locais diferentes. Somente com licença do Colegiado, um dos locais e ou área poderá ser repetido. § 5 o Para ingresso no Estágio Supervisionado o aluno deve estar devidamente matriculado no curso, contudo, a matrícula poderá ocorrer em período especial, desde que não se sobreponha em um mesmo semestre com qualquer disciplina obrigatória, inclusive, com Estágio Supervisionado 1. § 6 o Para o ingresso no Estágio Supervisionado 1, o aluno precisa ter cumprido, com aprovação, os créditos obrigatórios e eltivos, com seus respectivos requisitos conforme Projeto Pedagógico. § 7 o O início do Estágio Supervisionado 2 estará condicionado à conclusão do Estágio Supervisionado 1, com a entrega de Relatório Final pelo aluno, Ficha de Frequência, ficha de avaliação parcial e a informação da nota à escolaridade do curso através da Ficha de Critérios de Avaliação. § 8 o A comprovação do cumprimento da carga horária de Estágio será feita pelo preenchimento da Ficha de Frequência de Estágio, com a indicação da data, horário e tema da atividade desenvolvida. § 9 o O Supervisor do Estágio deve estar vinculado à instituição concedente e, fundamentalmente, possuir formação profissional em Terapia Ocupacional, de no mínimo dois anos. Art. 4 o São objetivos do Estágio Obrigatório § 1 o Objetivo Geral: Proporcionar ao aluno experiências, reflexões, o conhecimento de técnicas e o desenvolvimento de habilidades necessárias para o exercício profissional em diferentes setores e equipamentos dos serviços de saúde, educação e social, ampliando a visão sobre a realidade em que insere sua prática, contribuindo para o equacionamento das demandas de atendimento a populações e grupos em contextos diferenciados. § 2 o Objetivos Específicos: 84 I - Aproximar a teoria e a prática, estabelecendo a interlocução entre a formação acadêmica e o mundo profissional, promovendo o exercício de análise, de aplicação e de crítica dos pressupostos teóricos e dos instrumentos metodológicos que caracterizam a formação do terapeuta ocupacional; II - Preparar o estudante para o mercado de trabalho oferecendo uma formação que atenda às demandas de cuidado do contexto atual e regional, seguindo o sistema de saúde vigente no país na perspectiva de uma atenção integrada da saúde, no sistema hierarquizado e regionalizado, nos diferentes níveis de atenção à saúde, com ações de promoção/prevenção e recuperação/reabilitação, nas diferentes etapas da vida; III - Proporcionar formação ética e moral de acordo com a legislação e atos normativos específicos da profissão de Terapeuta Ocupacional; IV - Confrontar o aluno com situações que lhe permitam a exploração e a experimentação de estratégias, com a problematização dos temas surgidos, na competência da área experimentada. Art. 5 o Da avaliação: § 1 o Ao final do Estágio será atribuída ao estagiário uma nota de 0 (zero) a 10 (dez). § 2 o A aprovação em Estágio estará condicionada à obtenção de uma nota final igual ou superior a 7 (sete). § 3 o A avaliação do Estagiário identificará os seguintes critérios: I - Pontualidade, postura ética, nível de conhecimento, espírito crítico, planejamento e execução de atividades, capacidade de comunicação oral e escrita, trabalho em equipe e iniciativa demonstrada nas atividades de Estágio; II - Relatório Final do Estágio contendo uma síntese das atividades realizadas e obedecendo ao formato indicado pela coordenação de estágio. CAPÍTULO III DAS ATRIBUIÇÕES Art. 6 o O Estágio, como ato educativo escolar curricular deverá ter acompanhamento efetivo da Coordenação do Curso/Coordenador, da Coordenação de Estágio, do Professor Orientador docente do curso de Terapia ocupacional, e do Supervisor Terapeuta Ocupacional da instituição concedente. Art. 7 o Compete ao Coordenador de Estágio: I - Solicitar à Chefia do Departamento de Terapia Ocupacional a indicação de professores orientadores, para os Estágios Obrigatórios e Não Obrigatórios; II - Enviar à Pró-Reitoria de Graduação (Prograd) a documentação para celebração de convênios, de acordo com as necessidades de campos de Estágio e disponibilidade das instituições para receber alunos estagiários; III - Proceder à orientação dos alunos no ato de matrícula de modo a assegurar o cumprimento do Estágio Obrigatório; IV - Encaminhar os alunos às instituições ofertantes de Estágios, de acordo com o limite de vagas 85 e a relação supervisor/aluno; V - Elaborar os Termos de Compromisso em conformidade com o Plano de Atividades; VI - Envolver-se em ações e mecanismos de integração universidade/sociedade, visando à obtenção de vagas de Estágio; VII - Fornecer certificado de Supervisão de Estágio ao final do semestre para os Supervisores locais; VIII - Zelar pelo cumprimento do termo de compromisso fornecido e assinado pela instituição concendente e pelo estagiário no início do Estágio, reorientando o estagiário para outro local em caso de descumprimento das normas; IX - Elaborar e disponibilizar normas complementares e os modelos de documentos necessários ao estabelecimento e desenvolvimento do Estágio; X - Realizar o competente registro no SIGA; XI Encaminhar à Coordenação de Formação para o Trabalho (Prograd), até o dia 20 (vinte) de cada dia do mês, a relação dos alunos que deverão ser incluídos no seguro da UFPE. Art. 8 o Compete ao Professor Orientador, docente do Curso de Terapia Ocupacional da UFPE: I - Acompanhar a elaboração e o desenvolvimento dos Planos de Atividades de Estágio; II - Acompanhar as atividades dos estagiários através de encontros periódicos com os alunos e contato com os Supervisores de Estágio; III - Realizar contato prévio com o Supervisor, estabelecendo um processo de comunicação e de construção pedagógica para o acompanhamento conjunto dos estagiários; IV - Orientar e monitorar os alunos na apresentação e discussão de casos, realizar estudos, indicar bibliografia relacionada ao Estágio; V - Avaliar o desenvolvimento dos estagiários e o relatório apresentado pelo aluno, atribuindo nota, de acordo com os critérios estabelecidos na ficha de avaliação, aprovada pelo Colegiado do Curso; VI - Realizar visita ao local de Estágio, avaliando as condições das instalações da parte concedente do Estágio e sua adequação à formação cultural e profissional do educando; VII - Divulgar e convidar o Supervisor para eventos científicos ou de natureza prática em Instituição de Ensino, tais como congressos, simpósios, encontros, workshop, seminários, palestras, aulas, grupo de discussões, dentre outros, com o propósito de contribuir para a formação continuada do profissional; VIII - Disponibilizar e orientar o Supervisor local a respeito do preenchimento dos documentos relacionados ao desenvolvimento pedagógico do Estágio. Art. 9 o Compete ao Supervisor, Terapeuta Ocupacional da instituição concedente: I - Respeitar as normas e procedimentos referentes ao Estágio Obrigatório que serão disponibilizados pelo Coordenador de Estágio e Professor Orientador; II - Orientar o estagiário na elaboração do Plano de Atividades de Estágio, seus conteúdos, suas etapas de desenvolvimento e calendário de atividades, observando os prazos designados e os horários definidos; 86 III - Apresentar aos alunos informações sobre a dinâmica institucional e a caracterização da clientela, possibilitando o desenvolvimento do raciocínio clínico; IV - Proporcionar aos estagiários conhecimentos teórico-práticos, supervisionando sistematicamente o desenvolvimento das atividades realizadas; V - Proceder à avaliação do desempenho do estagiário, em conjunto com o Professor Orientador, de acordo com os critérios estabelecidos na Ficha de Avaliação, além de comunicar ao Professor Orientador e a Coordenação de Estágio, quaisquer atitudes tomadas, diante de irregularidades e faltas cometidas pelo estagiário; VI - Manter contato e participar das reuniões organizadas pelo Professor Orientador e Coordenador de Estágio durante o semestre para discussão de questões relativas ao estágio. Art. 10 o . Compete ao Estagiário, discente do curso de Terapeuta Ocupacional da UFPE: I - Observar e cumprir o previsto neste Regulamento e nas demais Normas de Estágio, inclusive da Instituição onde realiza o Estágio; II - Seguir a programação do Estágio de acordo com o Plano de Atividade de Estágio, cumprindo a carga horária semanal e total; III - Participar das reuniões com o Professor Orientador do Estágio e Coordenador de Estágio; IV - Zelar pelos materiais, equipamentos e bens em geral da concedente do Estágio sob os seus cuidados; V - Manter o absoluto sigilo durante e após o Estágio, quaisquer informações de caráter confidencial a que tiver acesso; VI - Participar da rotina de atendimento do serviço de Terapia Ocupacional em diversos setores e níveis de complexidade, atuando sob supervisão direta ou indireta, avaliando, programando e tratando o paciente. Parágrafo único. Em hipótese nenhuma o aluno estagiário poderá conduzir atividade de Terapia Ocupacional junto a pacientes, sem a presença do profissional Supervisor. CAPÍTULO IV DO ESTÁGIO NÃO OBRIGATÓRIO Art. 11 o . Poderá realizar estágio não obrigatório o estudante que atender aos seguintes requisitos: I - Estiver regularmente matriculado; II - Estiver cursando no mínimo o sexto período ou terceiro ano do curso, em conformidade com o inciso II do art. 7o da Resolução-COFFITO n. 139, de 28 de novembro de 1992, respeitando a jornada de até 30 (trinta) horas semanais; III - Tiver plano de atividades aprovado pelo professor orientador e pela coordenação de estágio do curso. Art. 12 o . O estágio não obrigatório deverá ter supervisão direta pelo terapeuta ocupacional da unidade concedente e acompanhamento do terapeuta ocupacional docente da UFPE. 87 § 1º A orientação aos estagiários pelo professor orientador, preferencialmente,deve se dar de forma presencial, podendo ser realizada mediada por tecnologia, quando necessário. Parágrafo único. A possibilidade de realização de estágio não obrigatório está condicionada à disponibilidade de docentes para acompanhamento conforme decisão semestral do colegiado do curso. CAPÍTULO V DAS DISPOSIÇÕES FINAIS Art. 13 o . A inobservância das condições fixadas nesta Regulamentação implicará no não conhecimento do Estágio para efeito de integralização curricular. Art. 14 o . Os casos omissos nesta regulamentação serão resolvidos pelo Colegiado do Curso de Terapia Ocupacional. APROVADA NA REUNIÃO DO COLEGIADO DO CURSO DE TERAPIA OCUPACIONAL, REALIZADA NO DIA 08 DE MARÇO DE 2023. 88 ANEXO D – NORMATIZAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Aprovada em Reunião do Colegiado do Curso de Terapia Ocupacional da Universidade Federal de Pernambuco – UFPE, realizada em 08/08/2016, válida para estudantes do Perfil 6905-1. DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º. Essa Normatização rege a elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), do Curso de Terapia Ocupacional da Universidade Federal de Pernambuco – UFPE e está de acordo com a Resolução nº 18/2022 CEPE, que disciplina o Trabalho de Conclusão de Curso de graduação da UFPE, em vigor desde 1º de julho de 2022. Art. 2º. O TCC é individual e obrigatório ao estudante do Curso de Terapia Ocupacional da UFPE, como exigência parcial para obtenção do grau de Terapeuta Ocupacional; e, tem como objetivo desenvolver habilidades preliminares para investigação, sistematização e produção de conhecimentos em uma temática relacionada à sua área de formação. Art. 3º. O TCC consiste na definição de um problema para investigação, elaboração do projeto e de todas as atividades pertinentes a sua realização, finalizando com a redação de um artigo científico para aprovação por uma banca examinadora e apresentação pública. Art. 4º. O TCC é um processo de inserção do estudante de graduação na produção de uma pesquisa científica, sendo desenvolvido sequencialmente nos componentes curriculares obrigatórios do Curso de Terapia Ocupacional, nas disciplinas de Seminários de Pesquisa, Trabalho de Conclusão de Curso 1 (TCC 1) e Trabalho de Conclusão de Curso 2 (TCC 2). Art. 5º. Para os efeitos dessa Normatização considera-se um artigo científico, uma produção escrita, inédita, com tema na área de Terapia Ocupacional e/ou áreas afins, de autoria do estudante, sob orientação docente efetivo do Curso de Terapia Ocupacional da UFPE, redigido de acordo com as normas para publicação em revistas indexadas em qualquer base de literatura científica. DAS ETAPAS DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) Art. 6º. A elaboração do TCC acontecerá em etapas, ao longo de três semestres, vinculadas a matrícula nas disciplinas Seminários de Pesquisa, Trabalho de Conclusão de Curso 1 (TCC 1) e Trabalho de Conclusão de Curso 2 (TCC 2), observando o cronograma dos Planos de Ensinos, apresentado pelo professor coordenador no primeiro mês do semestre letivo. § 1º. A produção exigida em cada disciplina é o mínimo para conclusão com aprovação, podendo 89 a critério do professor orientador e acordado com o estudante, ser antecipada ou acrescida de outros produtos, sem dispensa de matrícula e da participação dos momentos finais de cada uma das disciplinas, onde haverá apresentação do trabalho final exigido no Plano de Ensino e cronograma, conforme os itens I, II e III do artigo 7º desta Normatização. § 2º. A antecipação da apresentação do produto final das disciplinas Seminários de Pesquisa e TCC 1 deverá ser requerida ao Professor coordenador da disciplina, com justificativa e documentação pertinente, com anuência do professor orientador. A critério do professor das disciplinas o requerimento poderá apreciado pelo Colegiado do Curso a quem cabe a decisão final. § 3º. A apresentação antecipada de atividades e produções previstas para a disciplina TCC 2 deverá ser requerida ao Colegiado do Curso, com justificativa e documentação pertinente, com anuência do professor orientador. Art. 7º. São produções e requisitos mínimos exigidos em cada disciplina de elaboração do TCC: I. Disciplina Seminários de Pesquisa: a. Cumprimento das atividades contidas no Plano de Ensino apresentado no primeiro mês do semestre letivo. b. Identificação das áreas temáticas e dos possíveis professores orientadores. c. Conclusão do esboço do projeto em suas partes essenciais como o tema ou título provisório; introdução; objetivos; metodologia; cronograma e referências. d. Formulação completa do elemento textual “Introdução”, caracterizada como a revisão de literatura a respeito do tema abordado, com o mínimo de 10 referências (artigos publicados e/ou outras fontes de literatura científica). e. Apresentação oral do esboço do projeto e apresentação escrita da Introdução de acordo com o cronograma da disciplina. f. Aprovação do esboço do projeto, com nota emitida pelo professor orientador (peso 6) e nota emitida pelo professor coordenador da disciplina (peso 4). II. Disciplina Trabalho de Conclusão de Curso 1 (TCC 1): a. Cumprimento das atividades contidas no Plano de Ensino apresentado no primeiro mês do semestre letivo. 90 b. Apresentação do Termo de Compromisso Orientador-Orientando assinado (Anexo 1). c. Redação do projeto completo que guiará a produção do artigo. d. Submissão, quando pertinente, do projeto ao Comitê de Ética em Pesquisa com apresentação do CAAE. e. Apresentação escrita do projeto finalizado para submissão a parecer docente, com anuência do professor orientador, que avaliará a exequibilidade do mesmo. f. Apresentação oral do projeto finalizado, conforme cronograma da disciplina. g. Aprovação do projeto finalizado, com nota emitida pelo professor orientador (peso 6) e nota emitida pelo professor coordenador da disciplina (peso 4). III. Disciplina Trabalho de Conclusão de Curso 2 (TCC 2): a. Cumprimento das atividades contidas no Plano de Ensino apresentado no primeiro mês do semestre letivo. b. Conclusão das etapas metodológicas de coleta e análise de dados, conforme desenho do estudo. c. Redação do artigo científico, seguindo as normas de uma revista indexada, com anuência do professor orientador. d. Apresentação oral, em sessão pública, para a banca examinadora. e. Aprovação do artigo, com média aritmética, das notas emitidas pela Banca Examinadora. Art. 8º. O projeto e o artigo finalizados, exigidos nas disciplinas TCC 1 e TCC 2, serão entregues na Coordenação do Curso, no prazo definido no cronograma, juntamente com a autorização de encaminhamento para apreciação (Anexo 2). A Coordenação repassará os documentos aos coordenadores das disciplinas. Parágrafo Único: A ausência da entrega nos prazos estabelecidos nas disciplinas implica em não encaminhamento do produto ao parecerista ou a banca examinadora e consequente reprovação do estudante. DO PROJETO DE TCC Art. 9º. O projeto de TCC será desenvolvido sobre um tema escolhido pelo estudante, abordando aspectos teóricos e/ou práticos da Terapia Ocupacional e/ou áreas afins, que deve estar de acordo com as áreas temáticas de interesse e de produção dos orientadores, cujas informações serão 91 apresentadas na disciplina Seminário de Pesquisa. Art. 10º. O projeto de TCC será necessariamente redigido pelo estudante, mesmo que seja subprojeto, vinculado a outros projetos sob a responsabilidade do professor orientador. Art. 11º. O projeto do TCC deverá ser composto, minimamente, pelos elementos a seguir, seguindo as normas da ABNT (NBR 6023/2002 e NBR 14724/2011) para trabalhos acadêmicos, citações e referências bibliográficas (Anexo 3): I Elementos Pré-textuais: Capa; Folha de rosto; Sumário. II Elementos Textuais: Introdução; Justificativa; Objetivos; Métodos; Considerações Éticas, quando se tratar de pesquisa envolvendo seres humanos, de acordo com o disposto na Resolução de N°. 466/12, do Conselho Nacional de Saúde; Cronograma e Referências. III Elementos Pós-Textuais: Anexos e Apêndices, quando houver. § 1º. Os estudos que serão submetidos ao Comitê de Ética em Pesquisa conterão as demais sessões exigidas pela Plataforma Brasil. § 2º. Para submissão do Projeto a Plataforma Brasil, o professor orientador cadastrará o estudante como Assistente, autorizando-o a preencher os formulários eletrônicos, visando à aprendizagem desse procedimento, com acompanhamento e finalização pelo professor orientador. DO ARTIGO DE TCC Art. 12º. O TCC (artigo científico) deverá ser redigido em português culto, sendo recomendado submeter à correção ortográfica, antes do envio à banca examinadora. Art. 13º. A estrutura de redação artigo científico deve estar de acordo com o disposto nas normas de publicação da revista indexada escolhida, cujas normas deverão ser anexadas no final do trabalho. Parágrafo 1º: A versão final do artigo, após a apresentação pública, e com as devidas correções solicitadas pela banca, deverá ser enviada a Coordenação do Curso pelo endereço eletrônico coordenacao.to@ufpe.br, em arquivo único, no formato PDF. Parágrafo 2º: O prazo para envio é de quinze (15) dias após a apresentação do trabalho ou de três (3) dias antes da colação de grau, o que ocorrer primeiro. 92 Parágrafo 3º: O formando só receberá a sua declaração de Conclusão de Curso, após cumprir todas as formalidades e exigências contidas nessa Normatização. DAS ATRIBUIÇÕES DO PROFESSOR ORIENTADOR Art. 14º. Para elaboração do TCC (artigo científico) o estudante será orientado por um docente efetivo do Curso de Terapia Ocupacional da UFPE, de acordo com a área temática de interesse e de produção do mesmo. § 1º. Cada professor orientador poderá ter no mínimo 1 e no máximo 3 estudantes orientandos, a partir da demanda em sua área temática, por semestre. § 2º. A critério do professor orientador esse poderá assumir mais estudantes para orientação, sem prejuízo de suas outras atribuições e atividades docentes. Art. 15º. Compete ao professor orientador: IAssumir a orientação do estudante de acordo com esta Normatização. IIOrganizar o cronograma de orientação com o estudante, definindo a periodicidade, as formas de comunicação e o prazo final para a conclusão do TCC. IIIParticipar de reuniões, encontros e outras atividades convocadas pelo Colegiado do Curso e da apresentação pública perante a banca examinadora. IVAtribuir nota as atividades do estudante, nas disciplinas onde esta avaliação é prevista, conforme parâmetros conhecidos pelo estudante. VSugerir a composição da banca examinadora para apreciação pelo Colegiado do Curso assim como a data e horário para a apresentação, informando corretamente os nomes dos seus componentes (Anexo 5). VIComunicar a Coordenação do Curso ou das disciplinas, mudanças de projeto, de orientação, ou qualquer outra dificuldade ou alteração nas etapas de elaboração do TCC. Art. 16º. De acordo com a conveniência do professor orientador e/ou do estudante orientando, e com a apreciação dos motivos apresentados pelo requerente, o Colegiado do Curso de Terapia Ocupacional poderá indicar a substituição do professor orientador. DO ESTUDANTE ORIENTANDO Art. 17º. Compete ao estudante orientando: 93 IElaborar o esboço projeto de TCC a ser apresentado na disciplina Seminários de Pesquisa. IICumprir o calendário de atividades elaborado em conjunto com o professor orientador durante todo o processo do (TCC). IIIParticipar dos encontros presenciais agendados em conjunto com o professor orientador. IVElaborar o projeto e o artigo de TCC de acordo com esta Normatização. VParticipar e executar as atividades previstas nos Planos de Ensino das disciplinas Seminários de Pesquisa e Trabalho de Conclusão de Curso 1 e 2. DOS COORDENADORES DAS DISCIPLINAS SEMINÁRIOS DE PESQUISA E TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO 1 E 2 Art. 18º. Compete aos professores coordenadores: IElaborar o Plano de Ensino das disciplinas de acordo com o calendário acadêmico da UFPE e disposições nessa Normatização. IIDivulgar junto aos estudantes orientandos e professores orientadores o cronograma de atividades das disciplinas. IIIDivulgar junto aos estudantes orientandos os critérios de avaliação das disciplinas. IVDivulgar junto aos estudantes orientandos a normatização para o TCC. VRegistrar as notas das disciplinas no sistema acadêmico da UFPE nos prazos previstos do calendário acadêmico. VIMediar o processo de comunicação entre o estudante orientando, professor orientador e/ou Colegiado do curso nos casos em que isso se faça necessário. VIIApreciar e dar parecer em matérias relativas às disciplinas que for responsável, encaminhando para apreciação do Colegiado do Curso, sempre que necessário. DA COORDENAÇÃO DO CURSO DE TERAPIA OCUPACIONAL Art. 19º. Cabe a coordenação do curso de Terapia Ocupacional: IReceber o projeto final de pesquisa e encaminhar para o professor coordenador da disciplina TCC 1. 94 IIMediar o processo de comunicação entre professor coordenador de TCC 1 e professores relatores nos casos em que isto se faça necessário. IIIReceber a solicitação com indicação da banca examinadora elaborado pelo professor orientador e encaminhar para o Colegiado do curso (Anexo 5). IVReceber o TCC (artigo científico) finalizado da disciplina TCC 2, elaborar o convite para a banca examinadora que deverá ser entregue pelo estudante orientando. VContribuir junto ao professor da disciplina TCC 2 na elaboração do calendário de apresentações dos TCC para a banca examinadora. VIEncaminhar as notas das bancas examinadoras do TCC (artigo científico) para o professor coordenador da disciplina. VIIMediar o processo de comunicação entre professores coordenadores das disciplinas, professores orientadores, estudantes orientandos e o Colegiado do curso, emitir documentos, convites e declarações, nos casos em que isto se faça necessário. DO PROFESSOR RELATOR Art. 20º. São professores relatores da disciplina de TCC 1 os docentes efetivos do curso de Terapia Ocupacional da UFPE. Art. 21º. Compete ao professor relator: IProceder a avaliação do projeto do TCC (artigo científico) conforme critérios explícitos na ficha de avaliação de projeto de TCC (Anexo 4). IIEntregar ao professor coordenador da disciplina de TCC 1, dentro do prazo previsto, o parecer por escrito relativo a sua avaliação. DO COLEGIADO DO CURSO Art. 22º. Compete ao Colegiado do curso: IAvaliar e julgar a pertinência da banca examinadora proposta pelo professor orientador e estudante orientando. IIAvaliar e deliberar sobre as solicitações de antecipação de prazos e de troca de orientação solicitada pelas partes envolvidas. DOS FLUXOS E PRAZOS Art. 23º. A tramitação do projeto de TCC deverá obedecer ao seguinte fluxo e prazos: 95 IA Introdução redigida na disciplina Seminários de Pesquisa será entregue ao coordenador da disciplina e avaliada por esse, conforme cronograma da disciplina, com anuência do professor orientador. IIO projeto finalizado na disciplina TCC 1 será entregue na Coordenação do Curso, no prazo definido no cronograma, que repassará ao coordenador da disciplina para encaminhar a um docente para emissão de parecer de aprovação, modificação ou reprovação. IIIO docente relator do projeto de TCC terá o prazo de até 8 (oito) dias corridos para entregar seu parecer ao coordenador da disciplina TCC 1. IVSe o parecer recomendar alterações ao projeto de TCC, estas deverão ser atendidas e/ou discutidas entre estudante, professor orientador e professor parecerista, até 3 (três) dias antes da apresentação, sendo necessariamente comunicada ao coordenador da disciplina sobre a situação final do Projeto. VA apresentação dos projetos na disciplina TCC 1 acontecerá na última semana reservada a aulas no calendário acadêmico em data definida no cronograma de disciplina. VIO professor orientador terá até 1 (um) dia após a apresentação do projeto para enviar a sua nota ao coordenador da disciplina TCC 1. Art. 24º. A tramitação do artigo de TCC deverá obedecer ao seguintes fluxo e prazos: IO TCC (artigo científico) finalizado na disciplina TCC 2, em data que constará no plano de ensino, será entregue em 3 vias encadernadas, na Coordenação do Curso que emitirá convites a banca examinadora previamente aprovada pelo Colegiado do Curso e o estudante fará a entrega das cópias a cada examinador. IIA banca examinadora do artigo de TCC (artigo científico) terá o prazo de até 8 (oito) dias corridos para encaminhar ao estudante e ao professor orientador, por e-mail e/ou no corpo do trabalho ou impresso, o seu parecer referente ao artigo. IIISe as recomendações da banca examinadora exigirem alterações do título ou mudanças substanciais ao TCC (artigo científico), caberá ao professor orientador em até 5 dias corridos definir a pertinência ou não da apresentação pública, informando tal decisão ao estudante orientando, ao presidente da banca examinadora e ao coordenador da disciplina TCC 2. IVSe o TCC (artigo científico) for autorizado pelo professor orientador, em até 5 dias antes da sua apresentação pública, a nova versão impressa deverá ser encaminhada com anuência do 96 professor orientador a todos os integrantes da banca examinadora acompanhada de uma carta com o relato/destaque das alterações ou justificativa das sugestões não acatadas. VÉ de responsabilidade do professor orientador e do estudante orientando a informação a Coordenação do Curso das alterações do título do artigo e de incorreções no nome dos componentes das bancas, antes da apresentação pública e da emissão de convites e declarações. VICaberá ao estudante orientando, após a apresentação pública e atendimento às exigências da banca examinadora, se for o caso, enviar no prazo máximo de 5 (cinco) dias corridos a versão final do artigo em PDF à Coordenação do Curso de Terapia Ocupacional da UFPE. VIIA apresentação dos artigos na disciplina TCC 2 acontecerá na última semana destinada aos exames finais do calendário acadêmico. DA BANCA EXAMINADORA DO ARTIGO DE TCC Art. 25º. A Banca Examinadora do TCC (artigo científico) será composta por três membros efetivos, conforme sugestão aprovada pelo Colegiado. § 1º. Sendo um membro, obrigatoriamente, professor efetivo do DTO que assumirá a presidência da Banca; § 2º. Os outros dois membros poderão ser professores efetivos ou não da UFPE ou outra IES e/ou profissionais de nível superior da UFPE ou não, externos ao DTO. § 3º. Será permitida a participação do professor orientador na composição banca examinadora, no entanto, este não poderá assumir sua presidência. Art. 26º. Na ausência de um dos Membros da Banca Examinadora a apresentação poderá acontecer na presença de pelo menos 2 (dois) membros, desde que necessariamente na presença de pelo menos um docente do Curso de Terapia Ocupacional da UFPE (não orientador) e desde que o examinador ausente tenha encaminhado seu parecer. Caso essas condições não sejam cumpridas o TCC (artigo científico) não poderá ser apresentado. DO JULGAMENTO DO ARTIGO DE TCC Art. 27º. O julgamento do artigo de TCC (artigo científico) será realizado, considerando-se o respeito às normas de documentação científica, o conteúdo e pertinência com a área de conhecimento, fundamentação teórica e atualização da literatura, coerência e adequação metodológica na pesquisa, apresentação e tratamento dos resultados, discussão e conclusões. 97 § 1º: A avaliação do artigo do TCC (artigo científico) deverá ser realizada pelos membros da banca examinadora conforme as pontuações indicadas na Ficha de Avaliação de Artigo de TCC (Anexo 6). § 2º: Será aprovado o estudante orientando cujo artigo do TCC (artigo científico) obtiver média igual ou superior a 7,0 (sete). § 3º: A obtenção de média inferior a 7,0 (sete) implica em reprovação do estudante orientando na disciplina de TCC 2 não sendo possível realização de exame final devido as características especificas da disciplina. Art. 28º. Fica extinta a banca examinadora na ocasião em que seu presidente entregar à Coordenação do Curso de Terapia Ocupacional da UFPE as fichas de avaliação de todos os membros da banca com as notas atribuídas ao TCC (artigo científico). Parágrafo Único: O professor presidente da Banca continuará a ser referência para as necessidades posteriores, relacionadas a forma final do TCC (artigo científico). DA APRESENTAÇÃO Art. 29º. A apresentação do TCC (artigo científico) na disciplina TCC 2 será realizada em sessão pública com presença dos membros da banca examinadora. A falta na apresentação implica em reprovação na disciplina. Parágrafo Único: O estudante terá no mínimo 15 e no máximo 25 minutos, sem considerar o tempo usado para arguição, esclarecimentos e comentários da banca examinadora. Art. 30º. Caberá exclusivamente à Banca Examinadora, arguir o estudante orientando, cabendo a cada membro o tempo (máximo) de 10 minutos. § 1º: Após a arguição da banca, o(s) orientador(es) terão no máximo 5 minutos para fazer suas considerações, sem necessariamente haver novo debate com a banca examinadora. § 2º: Finalizada a arguição e os comentários, a banca examinadora, em reunião privada, atribuirá nota à apresentação, para cálculo da média, que será registrada posteriormente no SIG@. Ao final, a presidência da banca examinadora fará o anúncio público de “aprovado” ou “reprovado”. DAS DISPOSIÇÕES GERAIS 98 Art. 31º. Todos os custos financeiros para a realização do TCC (artigo científico) serão de responsabilidade exclusiva do estudante orientando, não cabendo alegação ou cobrança de valores as instituições participantes ou a órgãos da UFPE. Art. 32º. Casos omissos serão avaliados e definidos pelo Colegiado do Curso de Terapia Ocupacional, deliberando se necessários para outras instâncias da UFPE. Art. 33º. Esta Regulamentação entra em vigor na data de sua aprovação pelo Colegiado do Curso de Terapia Ocupacional da UFPE, sendo válida para os estudantes orientandos que ingressaram no Curso no perfil curricular 6905-1. TERMO DE COMPROMISSO ORIENTADOR-ORIENTANDO Eu, docente do Curso de Terapia Ocupacional da UFPE, comprometo-me a orientar o Trabalho de Conclusão de Curso do(s) estudante(s) abaixo listados, avaliando(s) periodicamente, comunicando imediatamente a Coordenação do Curso mudanças e interferências que impliquem em não conclusão de qualquer etapa do TCC. Ao assinarem este Termo de Compromisso, professor e estudante(s) declaram que: 1. O estudante está regularmente matriculado em uma das disciplinas envolvidas na elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso. 2. Conhecem a Normatização do Trabalho de Conclusão de Curso aprovada pelo Colegiado e os seus prazos e implicações para a conclusão do curso. 3. Cumprirão as etapas do TCC, os encontros previstos para orientação, pela coordenação das disciplinas ou do Curso. 4. Estão cientes que o descumprimento deste Termo ou das Normas do Curso resultará na quebra do compromisso firmado entre orientador e estudante, passando a situação a ser encaminhada pelo Colegiado do Curso. Nome do(s) Estudante(s) Disciplina Titulo provisório 1 2 99 Recife, de de . Assinatura do Docente-Orientador Assinatura do Estudante AUTORIZAÇÃO DE ENCAMINHAMENTO PARA APRECIAÇÃO Conforme Normatização de TCC do Curso de Terapia Ocupacional/UFPE, informo que o [projeto ou artigo] de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), da(o) estudante encontra-se em condição de ser avaliado. Declaro ainda conhecer e estar de acordo com o conteúdo do trabalho apresentado. Recife, de de . Assinatura do Docente-Orientador MODELO PARA APRESENTAÇÃO DO ARTIGO À BANCA EXAMINADORA (CAPA) UNIVERSIDADE FEDERAL DE CENT PERNAMBUCO DE CIÊNCIAS DA RO DEPARTAMENTO SAÚDE DE CURSO DE TERAPIA OCUPACIONAL NOME DO TÍTULO DO ARTIGO – centralizado na CIDADE, Ano – na última linha da 100 (FOLHA DE ROSTO) NOME DO AUTOR TÍTUL O DO ARTIGO – centrali zado na página Artigo científico elaborado segundo s normas da Revista ........, como exigência final para obtenção do grau de Terapeuta Ocupacional, pelo Curso de Terapia Ocupacional da Universidade Federal de Pernambuco. Orientador: Prof. (Nome e titulação) Co- orientador: (Nome e titulação) CIDADE, Ano – na última linha da página FICHA DE AVALIAÇÃO DE PROJETO DE TCC Estudante: Titulo do Artigo/TCC: Orientador(es): PARECERISTA: 101 Para cada aspecto responda “Sim” ou “Não” ou “Em parte” – se aspecto parcialmente contemplado. Se o item analisado “Não se aplica” escreva “NA” na coluna “Em parte”. Complete com comentários e recomendações. 1. TÍTULO e CAPA SIM NÃO Em parte A capa está adequadamente apresentada, com todos os itens normatizados? O título está claro o suficiente e reflete o conteúdo do projeto? Você propõe mudança ao titulo ou correção a redação atual? 2. RESUMO Situa o tema e apresenta o objetivo? Métodos estão claros? Reflete a proposição do projeto? 3. INTRODUÇÃO e OBJETIVOS A revisão da literatura é abrangente e esclarece a proposta frente ao campo de estudo? As ideias estão bem encadeadas e favorecem a compreensão do tema abordado? A questão a ser investigada está explicita (Justificativa / hipótese) Os objetivos estão claros e são exequíveis? O tema é relevante e relacionado a Terapia Ocupacional ou área correlata? 4. METODOLOGIA O desenho do estudo está definido e mostra-se apropriado aos objetivos? A área /abrangência do estudo está descrita? As etapas e procedimentos de coleta de dados estão apresentados? Os instrumentos para coleta de dados estão indicados ou anexados? As etapas e procedimentos de análise de dados estão apresentados? A metodologia proposta tem respaldo teórico e cientifico? Os procedimentos éticos estão previstos? (anuência, riscos, benefícios, TCLE) Existe alguma lacuna na metodologia que comprometa o desenvolvimento do projeto? 5. REFERÊNCIAS e APÊNDICES – ANEXOS As referências no TEXTO estão no formato das Normas de citação e referência? As referências estão apresentadas segundo as normas e de forma completa? O artigo traz referências suficientes (mínimo de 10 referências)? As referências são atuais e relevantes? Existe ausência de autor/artigo importante? Os Apêndices e/ou Anexos estão apresentados? 102 Comentários / Recomendações: Parecer final: ( ) Aprovado, sem modificações ( ) Aprovado, com modificações ( ) Reprovado Data: / / Assinatura: SOLICITAÇÃO DE COMPOSIÇÃO DA BANCA EXAMINADORA Ao: Colegiado do Curso de Terapia Ocupacional Solicito a apreciação da indicação de banca examinadora do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), na modalidade artigo científico, da estudante abaixo identificada(s) sob minha orientação. Informo o horário preferencial para a apresentação pública. ESTUDANTE: (telefone e-mail - constará no convite para envio de parecer) TÍTULO: BANCA EXAMINADORA SUGERIDA: Presidente da Banca (docente efetivo do Deptº Terapia Ocupacional): Membro 1 (nome completo, formação e filiação institucional): Membro 2 (nome completo, formação e filiação institucional): Horário preferencial (considerar os 3 horários possíveis em cada turno, dentro da semana prevista para apresentação): Recife, de de . Assinatura do Estudante Assinatura do Docente-Orientador 103 FICHA DE AVALIAÇÃO DE ARTIGO DE TCC Estudante: Titulo do Artigo/TCC: Orientador(es): Avaliador: 1 AVALIAÇÃO DO TRABALHO ESCRITO – peso 6 ITEM AVALIADO Máximo Pontuação 1. Enfoque e abordagem ao tema (adequação do título, justificativa e objetivo) 1,0 2. Revisão da literatura /Introdução (atualização, sequencia, clareza, abrangência e 2,0 enfoque especifico com referências essenciais e de qualidade científica) 3. Materiais e Métodos (adequação do desenho e procedimentos de estudo) 2,0 4. Apresentação de Resultados e discussão 2,5 5. Atendimento as normas de documentação científica 1,5 6. Atualização e adequação da bibliografia, com informação em respeito as normas de documentação (formato ABNT ou Vancouver, ou outro conforme a Revista) Total – Parcial A 10 2. AVALIAÇÃO DA APRESENTAÇÃO E DEFESA – peso 4 ITEM AVALIADO Máximo Pontuação 1. Formato da apresentação completa (Introdução, objetivos, metodologia, 2,0 resultados e discussão e conclusão) 2. Domínio do conteúdo e apropriação do conhecimento produzido 3,0 3. Adequação do material audiovisual (clareza, limpeza dos slides, organização...) 1,0 4. Respeito ao tempo de apresentação (de 15 a 25 minutos) 1,0 5. Desempenho no debate e arguição com a Banca examinadora 2,0 6. Linguagem e postura compatível com apresentação de trabalho acadêmico 1,0 Total – Parcial B 10 Nota Global (Parcial Ax6) /10 + (Parcial Bx4)/10 Data: / / Assinatura: OBSERVAÇÕES: 104 ANEXO E – PROGRAMAS DOS COMPONENTES CURRICULARES PROGRAMAS DOS COMPONENTES CURRICULARES OBRIGATÓRIOS PRIMEIRO PERÍODO/SEMESTRE UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Ação Curricular de Extensão Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Total Período Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática AN226 Anatomia Geral e Neuroanatomia 30 60 4 90 1º Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Estudo Morfofuncional dos Diversos Sistemas Orgânicos e Estudo Morfofuncional e Estrutural do Sistema Nervoso. 105 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO UNIDADE I 1 Introdução à Anatomia 1.1 Conceito geral e divisão da anatomia 1.2 Divisão, posição, planos de delimitação, secção e eixos do corpo humano 1.3 Nomenclatura anatômica 1.4 Conceito de: normal, variação, anomalia e monstruosidade 1.5 Fatores gerais de variação anatômica 1.6 Conceito de: antimeria, metameria, paquimeria, estratigrafia 1.7 Termos gerais de posição anatômica 2 Sistema Locomotor 2.1 Generalidades sobre ossos 2.2 Constituição dos ossos 2.3 Estudo geral do esqueleto 2.4 Estudo das articulações: conceito, funções, classificação e movimentos 2.5 Generalidades sobre músculos do corpo humano, anexos e alavancas de movimento 3 Sistema Circulatório 3.1 Conceito, constituição e funções gerais 3.2 Coração: constituição, características morfo-funcionais e pericárdio 3.3 Vasos: conceito e classificação 3.4 Circulação: geral, pulmonar e fetal 4 Sistema Respiratório 4.1 Conceito, componentes e funções gerais 4.2 Estudo morfo-funcional das vias aéreas, dos pulmões e das pleuras. 5 Sistema Digestivo 5-1 Definição, localização e principais componentes 6 Sistema Urinário 6-1 Morfologia e constituição dos rins, ureteres, bexiga e uretra 7 Sistema Genital Masculino e Feminino 7-1 Constituição, situação e divisão UNIDADE II 8 Neuroanatomia 8-1 Considerações gerais: origem, desenvolvimento, constituição e classificação do SN 8-2 Medula espinhal: conceito, localização, divisão, constituição, morfologia e estrutura 8-3 Cerebelo: conceito, localização, divisão, constituição, morfologia e estrutura 8-4 Tronco encefálico: conceito, localização, divisão, constituição e morfologia e estrutura. 8-5 Diencéfalo: conceito, localização, divisão, constituição, morfologia e estrutura 8-6 Telencéfalo: conceito, localização, divisão, constituição, morfologia e estrutura 8-7 Pares Cranianos 8.8 Vascularização do Sistema Nervoso Central 8.9 Bases anatomo-funcionais das vias aferentes somáticas gerais 8.10 Bases anatomo-funcionais das vias eferentes somáticas e vias eferentes viscerais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1 DIDIO, LJA. Tratado de Anatomia Sistêmica Aplicada. Atheneu:2ª Ed. 2002. 2 MACHADO, A. Neuroanatomia Funcional. 2ª Ed. EdITORA Atheneu, 2004. 3 MOORE, LM.; DALLEY, AF. Anatomia Orientada para a Clínica. Guanabara Koogan: 4ª Ed. 1021p. 2001. 4 PUTZ, R., PABST, R. Sobotta: Atlas De Anatomia Humana. Guanabara Koogan. 20º Ed. 1994. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1 Apostilas do Departamento de Anatomia 2 MACHADO – Neuroanatomia Funcional. Ed. Atheneu, 2002. 3 NETTER, F. Atlas Interativo de Anatomia Humana. São Paulo: Artes Médicas, 1998. 4 VAN DE GRAAFF, Anatomia Humana. 6ª ed. – Manole, 2003. 5 SCHUNKE et al. PROMETHEUS, Atlas de Anatomia. 3 volumes – 1ª ed. – Guanabara, 2006-2007. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO DEPARTAMENTO DE ANATOMIA Curso de Terapia Ocupacional 106 ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 107 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO 108 DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Nº. de C. H. Total Período Código Nome Créditos Teórica Prática AM079 Antropologia da Saúde 60 -- 04 60 1° Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Corpo, saúde e doença: Cognição e linguagem: Alimentação, hábitos: Ritos e símbolos: Religiosidade e práticas de saúde CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. O campo da antropologia da saúde 2. Magia, religião e cura 3. Corpo, saúde e doença 4. Políticas, programas de saúde e itinerários terapêuticos 5. Antropologia e alimentação 6. Perspectivas teóricas atuais BIBLIOGRAFIA BÁSICA ADAM, Philippe e HERZLICH, Claudine. Sociologia da doença e da Medicina. Bauru, EDUSC, 2001. ALVES, Paulo Cesar e MINAYO, Maria Cecília De Souza. Saúde e Doença Um Olhar Antropológico, Editora Fiocruz, 1998. COSTA, Nilson do Rosário et al. Demandas Populares, Políticas Públicas e Saúde. Petrópolis, Vozes, 1989, Vol. I e II. HELMAN, Cecil G. Cultura. Saúde e Doença. Porto Alegre, Artes Médicas, 1994. LAPLANTINE, François: Antropologia da Doença. Editora Livraria Martins Fontes, Sp/Sp,1991. LEAL, Ondina. Corpo e Significado. 2ª Edição. Porto Alegre. Ed. Ufrgs, 2001. MINAYO, Maria Cecília De Souza. O desafio do conhecimento. Pesquisa qualitativa em saúde. São Paulo/Rio de Janeiro, Hucitec/Abrasco, 1993, 2a ed. MAUSS, Marcel. Técnicas corporais In: Sociologia e Antropologia. São Paulo: Cosac & Naif, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CUCHE, Dennys. A Noção de Cultura nas Ciências Sociais. Sp: EDUSC ed. 1999. DAMATTA, Roberto. Explorações (Ensaios de Sociologia Interpretativa). Editora: Rocco Ltda. Rj/Rj, 1986. LAPLANTINE, François e RABEYRON, Paul-Louis. Medicinas Paralelas. São Paulo; Ed Brasiliense, 1989. SANT’ANNA, Denise Bernuzzi de. Políticas do Corpo. Editora Estação Liberdade. S.P./S.P, 1995. CANESQUI, Ana Maria (Organizadora) Dilemas e Desafios Das Ciencias Sociais Na Saúde Coletiva. Editora Hucitec Abrasco, Sp/Rj 1995. LEVI- STAUSS. “A eficácia simbólica” e “Feiticeiro e sua magia”. In: Antropologia estrutural I. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro. 2.ed DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Departamento de Antropologia e Museologia Curso de Terapia Ocupacional ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 109 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Total Período Nº. de Código Nome Créditos Teórica Prática HE243 Fundamentos da Biologia Celular e 60 30 05 90 1º Morfológica Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Estudo da célula eucariótica animal abordando aspectos morfo-funcionais. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 110 - Tecidos Epitelial de Revestimento e Glandular - Tecido Conjuntivo I e II - Tecido Cartilaginoso - Tecido Muscular - Tecido Ósseo e Ossificação - Tecido Nervoso - Fecundação - Segmentação e Implantação do Blastocisto - Gastrulação e dobramento do corpo do embrião - Morfogênese e período fetal - Anexos embrionários e placentas - Anomalias congênitas - Embriologia do sistema faríngeo - Embriologia do sistema nervoso - Embriologia do sistema locomotor - Embriologia do sistema cardiovascular - Embriologia e histologia do olho - Embriologia e histologia do ouvido - Histologia do sistema nervoso - Estudo das microscopias - Estudo da membrana plasmática e das junções intercelulares - Estudo dos organóides relacionados com o citoesqueleto - Estudo dos organóides relacionados com a secreção celular - Estudo dos organóides relacionados com a digestão intracelular e bioenergética - Estudo do núcleo interfásico - Estudo da divisão celular: mitose e meiose BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1 CARVALHO, HF. & Recco-Pimentel, SM. A Célula – 2ª edição, Manole, 2007. 2 JUNQUEIRA, LC. & Carneiro, J. Biologia Celular e Molecular – 8ª edição, Guanabara, 2005. 3 PERSUAD, TVN & Moore, K. Embriologia Clínica – 8ª edição, Elsevier, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR JUNQUEIRA, LC. & Carneiro, J. Histologia Básica – 11ª edição, Guanabara Koogan. ALBERTS, Bruce e col. Fundamentos de Biologia Celular – Uma Introdução à Biologia Molecular da Célula. 2 ed. Porto Alegre: Artmed Editora, 2006. ALBERTS, Bruce e col. Biologia Molecular da Célula. 4 ed. Porto Alegre: Artmed Editora, 2004. CARVALHO, Hernandes; RECCO-PIMENTEL, Shirlei M. A Célula. 2 ed. São Paulo: Editora Manole, 2007. DE ROBERTIS, Eduardo M.F.; HIB, José; PONZIO, Roberto. Bases da Biologia Celular e Molecular. 14 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. JUNQUEIRA, Luiz C.; CARNEIRO, José. Biologia Celular e Molecular. 8 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Departamento de Histologia e Embriologia Curso de Terapia Ocupacional ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 111 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO 112 DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Total Período Códig Nº. de Nome o Créditos Teórica Prática TO124 História e Princípios da Terapia 30 - 2 30 1º Ocupacional Requisitos Pré-requisitos Co-Requisitos C.H. EMENTA Processo histórico de constituição da Terapia Ocupacional nos contextos internacional, nacional e local. Principais marcos históricos e princípios gerais para utilização da atividade e do processo terapêutico em Terapia Ocupacional. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO UNIDADE I: Perspectiva histórica 1 Origem e constituição da Terapia Ocupacional. 2 Marcos históricos: O Tratamento Moral e a Terapia pelo trabalho; As Guerras Mundiais e o Movimento Internacional de Reabilitação; Perspectiva histórica da Terapia Ocupacional no Brasil e em Pernambuco. 3-Definições de Terapia Ocupacional dos vários órgãos mundiais e nacionais de Terapia Ocupacional. 4- Terminologia Uniforme da Terapia Ocupacional. UNIDADE II: Princípios da Terapia Ocupacional 1-A natureza, o ser humano, processos de transformação e criativos, linguagem simbólica e linguagem da forma. 2-Criatividade: conceitos e dimensões. 3-Vida ativa e condição humana. 5-O produto do fazer: aspectos concretos e subjetivos. 6-Significado dos termos: atividade, ocupação. * BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1 DE CARLO, Marysia M. R. Prado; BARTALOTTI, Celina C. (org). Terapia Ocupacional no Brasil. Fundamentos e perspectiva. São Paulo: Plexus, 2001. 2 MEDEIROS, M. H. R. Terapia ocupacional: um enfoque epistemológico e social. São Paulo: Hucitec; Editora da Universidade Federal de São Carlos, 2003. 3 OSTROWER, F. Acasos e Criação Artística. Rio de Janeiro: Ed. Campus, 1990 4 SOARES, L.B.T. História da Terapia Ocupacional. In: CAVALCANTI, A.; GALVÃO, C. Terapia Ocupacional: fundamentação e prática. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan, 2007. p.3-9. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1 CASTELO BRANCO, M.F.F. - Terapeuta ocupacional: construção de uma identidade profissional. Recife: Fasa, 2005. 2 NEISTADT, M.; CREPEAU, E. Willards e Spackman: Terapia Ocupacional. 9ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. 859 p. 3 OSTROWER, F. Criatividade e Processos de criação. Rio de Janeiro: Vozes, 1977. 4 PEDRETTI, L. W.; EARLY, M. B. Terapia Ocupacional – capacidades práticas para as disfunções físicas. 5ª ed. São Paulo: Roca, 2005. 1092 p. 5 HANNAH, A. A condição humana.10 ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2001. 113 DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Terapia Ocupacional Terapia Ocupacional ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 114 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Carga Horária Nº. de Global Período Código Nome Créditos Teórica Prática TO 125 Introdução ao campo da Terapia 15 —-- 1 15 1º Ocupacional Requisitos Pré-requisitos Co-Requisitos C.H. EMENTA Apresentação do Curso de Terapia Ocupacional da UFPE, a grade curricular e os campos de prática. Campos de formação e atuação do terapeuta ocupacional. Projetos e programas aos quais o estudante pode se vincular. Linhas de pesquisa e programas de pós-graduação. 115 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Sondagem sobre as expectativas em relação ao curso. Apresentação da turma. Apresentação da disciplina. Apresentação e discussão sobre o projeto pedagógico do Curso de Terapia Ocupacional da UFPE Apresentação e discussão sobre o perfil curricular vigente (disciplinas e campos de prática) Apresentação e discussão sobre os projetos e programas da UFPE que o discente pode participar Apresentação e discussão sobre os campos de formação e de atuação do terapeuta ocupacional no nível local, regional e nacional Apresentação e discussão sobre sobre os campos de estágio obrigatório ofertados no curso Apresentação e discussão sobre as linhas de pesquisa e programas de pós-graduação em Terapia Ocupacional e áreas afins Gestão como um campo de prática profissional para o terapeuta ocupacional Avaliação e encerramento da disciplina BIBLIOGRAFIA BÁSICA AVALIAÇÃO 1 CASTELO BRANCO, M.F.F. - Terapeuta ocupacional: construção de uma identidade profissional. Recife: Fasa, 2005. 2 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO. Projeto Pedagógico do Curso de Terapia Ocupacional. Recife: mimeo, 2010 3 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO. Regimento do Departamento de Terapia Ocupacional. Diário Oficial, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BARTALLOTI,C.C.Terapia Ocupacional no Brasil.Editora Plexus, 2001 Site do Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional – COFFITO Site do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional - CREFITO Site da Associação Brasileira de Terapeutas Ocupacionais – ABRATO Site da Universidade Federal de Pernambuco e do Departamento de Terapia Ocupacional DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Terapia Ocupacional ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 116 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Total Período Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática LE461 Língua Inglesa 1A 60 _ 4 60 1º Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Revisão das estruturas básicas da língua inglesa, com ênfase nas habilidades de compreensão textual e comunicação oral. 117 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 Gêneros textuais; 2 Tempos verbais ( simple present, present continuous, simple past, past continuous, future ( going to e will ); 3 Verbos modais: can,could, must, should; 4 Pronomes: pessoais, possessivos, demonstrativos, indefinidos, reflexivos, interrogativos,relativos; 5 Adjetivos possessivos; 6 Função morfossintática do adjetivo e do substantivo. 7 Principais funções de preposições e conjunções; 8 Skimmimg x scanning; 9 Estudo de itens lexicais:análise morfológica, cognatos, indícios contextuais; 10 Estudo dos sintagmas nominais e verbais; 11 Estudo da coesão textual: lexical e gramatical. BIBLIOGRAFIA BÁSICA OXEDEN, C. Et al. New English File Elementary. Oxford, OUP, 2009. SWAN, M. Practical English Usage. Oxford, OUP, 2009. SOUZA, A. et al Leitura em língua inglesa uma abordagem instrumental, São Paulo:2005, Disal. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALEXANDER, L. English Grammar Practice for intermediate students, Longman, 1996. FUCHS, M.; BONNER, M. Grammar Express for self study and classroom use. Longman, 2000. Longman Dictionary Contemporary English, Pearson Longman. MURPHY, R. English Grammar in Use. Cambridge University Press, 2008. CAMPOS, G. T. Gramática Língua Inglesa: Teoria e Prática. São Paulo. Rideel, 2006. COFFIN, C.; DONOHUE, J. NORTH, S. Exploring English Grammar: from formal to functional. New York: Routledge, 2009. MOURÃO, J. P. Pronome impessoal "it" em Inglês. Brasil Escola. [s./d.]. Disponível em . Acesso em: 27 mar. 2019. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Departamento de Letras Curso de Terapia ocupacional ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 118 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Total Período Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática TO123 Metodologia da Pesquisa em 30 - 2 30 1º Terapia Ocupacional 1 Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Envolve o aluno no processo de busca do conhecimento em contextos nos quais ele possa aplicar em situações reais as informações aprendidas e apreendidas e as habilidades adquiridas. Favorece a reflexão sobre a utilidade dos conhecimentos na vida profissional. Estimula o aluno nas suas primeiras produções acadêmicas e a compreensão de que o aprendizado adquirido deve embasar a construção dos seus trabalhos acadêmicos ao longo do curso através da sistematização e integração dos conteúdos estudados. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Conceito de pesquisa Currículo Vitae Sites de busca Normas de publicação Citação e referência bibliográfica Formato de trabalho acadêmico Tipos de trabalho acadêmico 119 BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1 ALVES, R. Filosofia da ciência: introdução ao jogo e a suas regras. 6.ed. São Paulo:Edições Loyola, 2003. 2 BARROS, A. de J.P. de.; LEHFELD, N.A. de S. Fundamentos de metodologia científica: um guia para a iniciação científica. São Paulo: Makroon Books, 2000. 3. SEVERINO, A.J. Metodologia do trabalho científico. São Paulo:Cortez, 2003 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1 ARANHA, M.L. de A.; MARTINS, M.H.P. Filosofando: introdução à filosofia. São Paulo:Moderna, 1986. 2 GIL, A.C. Como Elaborar Projetos de Pesquisa. São Paulo: Atlas, 1996. 159p 3 HÜHME, L.M. (Org.) Metodologia científica: cadernos de textos e técnicas. Rio de Janeiro:Agir, 2000. 4 LAKATOS, E.M.; MARCONI, E.M. Metodologia Científica. São Paulo: Atlas, 2001.288p 5.MINAYO, M.C. de S. O desafio do conhecimento. 8.ed. SP:Hucitec, 2004. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Terapia Ocupacional Terapia Ocupacional ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 120 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO 121 DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Total Período Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática PS 576 Personalidade e Desenvolvimento 90 - 6 90 1º Humano Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA O desenvolvimento humano: aspectos biológico, cognitivo, sócioafetivo e cultural. Processos de constituição do sujeito psicológico: infância, adolescência, fase adulta e velhice. Principais abordagens. Questões centrais no debate atual. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO - Noções gerais da psicologia do desenvolvimento humano - O processo de aprendizagem e sua importância para o desenvolvimento humano - Fundamentos gerais da psicanálise para uma compreensão do desenvolvimento humano - O desenvolvimento psicossocial e as oito idades do homem - Compreendendo infância, adolescência, fase adulta e velhice: principais abordagens - A família e suas inter-relações com o desenvolvimento humano - Noções gerais de psicologia da personalidade - Sobre formação e medida da personalidade - Teorias da personalidade e suas correlações na compreensão do desenvolvimento humano - Conflito, frustração e o processo de ajustamento da personalidade - Personalidade e comportamentos desviantes - Noções gerais sobre neuroses e psicoses BIBLIOGRAFIA BÁSICA BARROS, Célia Silva Guimarães. Pontos de Psicologia do Desenvolvimento. São Paulo: Ática, 1995. BOCK, Ana Mercês Bahia; FURTADO, Odair; TEIXEIRA, Maria de Lourdes Trassi. Psicologias: uma introdução ao estudo de psicologia. São Paulo: Saraiva, 2008. BRAGHIROLLI, Elaine Maria. Psicologia Geral. Porto Alegre: Vozes, 2007. DESSEN, Maria Auxiliadora; COSTA JÙNIOR, Ánderson Luiz (e colaboradores). A Ciência do Desenvolvimento Humano: tendências atuais e perspectivas futuras. Porto Alegre: Artmed, 2005. MENDES, Márcia et al. A situação social do idoso no Brasil: uma breve consideração. Acta Paul. Enferm. , dez 2005, vol. 18, n.4, p. 422-426. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GALVÃO, Isabel. Henri Wallon: uma concepção dialética do desenvolvimento infantil. Petrópolis: Vozes, 2000 (Coleção Educação e Conhecimento). NERI, Anita Liberalesso (org.). Psicologia do Envelhecimento. Temas selecionados num enfoque de curso de vida. Campinas: Papirus, 1995. RAMOS, Tacyana Karla Gomes; ROSA, Ester Calland de Sousa Rosa. Os saberes e as falas de bebês e suas professoras. Recife: Fundação de cultura da cidade do Recife, 2008. ROSSETTI-FERREIRA, Maria Clotilde. Introdução. In: Mãe & Criança: separação e reencontro. São Paulo: EDICON, 1986, p. 9-33. WELLER, Wivian. “Gênero e Juventude”. Revista Estudos Feministas, v. 13, n. 1, p. 103-106, jan./abr. 2005. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO 122 Departamento de Psicologia Curso de Terapia Ocupacional ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 123 SEGUNDO PERÍODO/SEMESTRE UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Total Período Código Nº. de Créditos Nome Teórica Prática BR 258 Biofísica para Terapia 45 30 4 75h 2° Ocupacional HE243 - Fundamentos da Biologia Celular e Requisitos Pré-requisitos Morfológica. Co-Requisitos C.H. AN226 - Anatomia Geral e Neuroanatomia. EMENTA Introdução a Biofísica. Biofísica das membranas excitáveis: características e propriedades da membrana celular; transporte através da membrana. Bioeletrogênese: bases iônicas, características e propriedades dos potenciais de repouso e de ação. Processamento da informação no sistema nervoso: o neurônio como processador de informações e a função integradora do sistema nervoso; os processamentos da informação realizados pelos neurônios; biofísica sensorial: o processamento das informações ambientais e o fenômeno perceptual; os sentidos somáticos e os sentidos especiais: visão, audição e vestibular. Psicofísica: conceito, leis e métodos; construção de escalas e métodos escalares. Processamento neuromuscular: estrutura e função da sinapse neuromuscular; fenômenos elétricos e mecanismos contráteis envolvidos na ativação muscular. Introdução a Biomecânica: noções de cinética e cinemática, as leis de Newton; aplicações de princípios da mecânica ao corpo humano; álgebra vetorial: composição e resolução de 124 vetores. Noções sobre órteses e próteses. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Introdução a Biofísica O que é Biofísica Áreas de estudo da Biofísica Biofísica e Terapia Ocupacional Biofísica das membranas excitáveis Relação estrutura-função da membrana celular: os modelos Composição iônica dos compartimentos intra e extracelulares Transporte de íons através da membrana A difusão e os fatores que a influenciam Transporte ativo: mecanismo de bombeamento (bomba de Na+/K-) Fenômenos elétricos nas membranas excitáveis Potencial de repouso: bases iônicas Potencial de ação: mecanismo, características e propriedades Processamento da informação no sistema nervoso O neurônio como processados de informações A função integradora do sistema nervoso Processamento da informação no sistema nervoso Bases conceituais Os processamentos neuronais Introdução a Biofísica Sensorial – Parte 1 A natureza das informações ambientais Os sistemas sensoriais: processadores das informações ambientais Entrada das informações ambientais: receptores sensoriais Tipos e características dos receptores sensoriais Transdução sensorial:conversão da informação ambiental em mensagem neural O potencial do receptor: características e propriedades Introduçao a Biofísica Sensorial – Parte 2 Os sentidos somáticos Mecanorrecepção Receptor: tipos e função Campos receptivos BIBLIOGRAFIA BÁSICA GARCIA, E.A .C. Biofísica. São Paulo: Sarvier, 1998 GUYTON, H. Neurociência Básica. São Paulo: Artmed, 2001 NELSON, P. Física Biológica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 200 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FRUMENTO, A .S. Biofísica. Madrid: Editora Mosby/Doymalibros, 1995, 3 ed. THOMPSON, R.F. O Cérebro. São Paulo: Santos, 2005, 3 ed. ALBERTS, B.; JOHNSON, A. ; WALTER, P. Biologia Molecular da Célula. Porto Alegre: Artmed, 2006. COLLINS, C. H.; BRAGA, G.L. ; BONATO, P.S. Fundamentos de Cromatografia. Campinas: Unicamp, 2006. GARCIA, E.A.C. Biofísica. São Paulo: Sarvier, 2002 DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Departamento de Biofísica e Radiobiologia Curso de Terapia Ocupacional ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 125 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Global Período Nº. de Código Nome Créditos Teórica Prática TO 126 Ética em Terapia Ocupacional 30 - 2 30 2º Requisitos Pré-requisitos Co-Requisitos C.H. EMENTA Estudo dos princípios da ética, da deontologia e da bioética em seus aspectos históricos e práticos. Aplicação do Código de Ética no exercício profissional do terapeuta ocupacional, em sua relação com o cliente outros profissionais, a família e as instituições. Papéis e atribuições das entidades de classe na regulamentação, proteção e desenvolvimento profissional. A ética em pesquisa e o Sistema Nacional de Ética em Pesquisa 126 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Unidade 1- Ética, Moral e Deontologia: Conceitos Básicos / Objetivos e Principais correntes da ética. Relação dos conceitos na vida prática. Unidade 2 - Ética e a clinica da Terapia Ocupacional:Análise da legislação que regulamenta e rege a profissão de Terapia Ocupacional no Brasil: Autonomia e responsabilidade profissional. O Código de ética profissional. Relação com os usuários e suas famílias; Direitos dos usuários / O prontuário do paciente / Segredo profissional / Relação com a família dos usuários. Relação com outros profissionais e específicas do terapeuta ocupacional. Ética nas relações com as instituições e o trabalho em equipe. Unidade 3- Órgãos representativos da classe:As entidades de classe e suas atribuições. Representação política. Movimentos sociais e de categoria profissional. Sistema Coffito-Crefito Unidade 4- Bioética e Ética em pesquisa: Origens e referências para o surgimento da bioética. A pesquisa com seres humanos. O Conselho Nacional de Ética em Pesquisa e Comitês de Ética em Pesquisa. As normas em pesquisa. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BRASIL. Conselho Nacional de Saúde. Diretrizes e Normas de Pesquisa em Seres Humanos. Resolução 196/96, de 09/10/96. DOU 16/10/96:21081-21085. [disponível on line] CAVALCANTI, A.; GALVÃO, C. Terapia Ocupacional: fundamentação e prática. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan, 2007. 531p. PESSANI, L.; BARCHIFONTAINE, C.P. (Org.) Fundamentos da Bioética. São Paulo: Paulus, 2005. SISTEMA COFFITO-CREFITO: Resoluções, Leis e Portarias. www.coffito.org.br [disponível on line] 5 VIEIRA, T.R.. Bioética nas profissões. Petrópolis, Rio de Janeiro: Vozes, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MAGALHAES, L. V. (Org.). Terapia ocupacional: teoria e pratica. 2. ed. Campinas: Papirus, 2003. PESSANI, L.; BARCHIFONTAINE, C.P. Problemas atuais de bioética. São Paulo: Centro Universitário São Camilo, Loyola, 2010. RAMOS, D.L.P. Bioética e ética profissional. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007 UNESCO. Declaração Universal sobre Bioética e Direitos Humanos. Disponível em http://unesdocunescoorg/images [disponivel on line] SILVA, J. C da; SUNG, Jung Mo. Conversando sobre ética e sociedade. 7. ed. Petrópolis: Vozes, 2000. Site do COFFITO Site da ABRATO DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Terapia Ocupacional ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 127 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação curricular de extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática TO 127 Fundamentos de Terapia 60 30 5 90 2º Ocupacional TO124 - História e princípios da Pré-requisitos Terapia Ocupacional Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Estuda os fundamentos teóricos e metodológicos da Terapia Ocupacional, seus diferentes modelos de intervenção e sua aplicabilidade na prática. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Paradigmas Holístico e Positivista e a Terapia Ocupacional; A Terapia Ocupacional na perspectiva da Complexidade; O Que Une a Terapia Ocupacional? Paradigmas e perspectivas ontológicas da ocupação humana; Ciência Ocupacional e T.O; Prática baseada no cliente e o Modelo Canadense do Desempenho Ocupacional; Estrutura da Prática em Terapia Ocupacional: Domínio e Processo; Modelos de prática em T.O: Modelo da Ocupação Humana; A Ocupação e Atividade humana em Terapia Ocupacional; Modelo Psicodinâmico da Terapia Ocupacional; Tessitura da Terapia Ocupacional: Terapia Ocupacional Emancipatória; Terapia Ocupacional Social; Cotidiano e a Terapia Ocupacional; Criatividade, Arte, Terapia Ocupacional e Linguagem; Artes Plásticas e Terapia Ocupacional; Teatro e Terapia Ocupacional; Dança e Terapia Ocupacional; Música e Terapia Ocupacional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BENETTON, M.J. Trilhas associativas: ampliando recursos na pratica da terapia ocupacional. Sao Paulo: Diagrama&Textos/ CETO, 1999 PEDRETTI, L. W. ; EARLY, M. B. Terapia Ocupacional- capacidades praticas para a disfuncoes fisicas. 5a. ed.Sao Paulo: Roca, 2005 HAGEDORN, R. Ferramentas para a pratica em terapia ocuapcional: uma abordagem estruturada aos conhecimentos e processos centrais. Sao Paulo: Roca, 2007 128 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CAVALCANTI, A. : GALVAO, C. Terapia Ocupacional: fundamentacao e pratica. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan, 2007 CUNHA, G.H.L. (Traducao) Estrutura da pratica: Dominio e processo. American Journal of Occupational Therapy. Nov/ Dez, 2002, v. 56. n. 6. p. 609-633 Fundamentos para a pratica em terapia ocupacional. Sao Paulo: Roca, 2003 HOPKING, H.; SMITH, H. Williards e Spackman: terapia ocupacional. 8a ed. Madri: Panamericana, 1998 MEDEIROS, M. H. R. Terapia Ocupacional: um enfoque epistemologico e social. Sao Paulo: HUCITEC; Editora da Universidade de Sao Carlos, 2003 OSTROWER, F. Criatividade e processos de criacao. Rio de Janeiro: Vozes, 1997 DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Terapia Ocupacional ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 129 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Total Período Nº. de Código Nome Créditos Teórica Prática GN 215 Genética Humana 1 30 30 3 60 2° Requisitos Pré-requisitos Co-Requisitos C.H. EMENTA Objetiva proporcionar ao aluno a interação dos diversos conceitos clássicos e modernos da Genética no estudo do homem e das populações humanas, principalmente no que se refere ao diagnóstico e possibilidades de anomalias genéticas. 130 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 Estrutura dos ácidos nucléicos e replicação do DNA, 2 Transferência da informação do DNA à proteína, 3 Erros no DNA e mecanismos de reparo, 4 Regulação da expressão gênica em eucariontes, 5 Organização cromossômica e o ciclo celular em humanos, 6 Padrões de Herança, 7 Alterações cromossômicas, 8 Herança multifatorial, 9 Genética de populações, 10 Genética do sistema imune, 11 Genética do câncer, 12 Aplicação da genética molecular no estudo das doenças genéticas 13 Tópicos atuais em genética. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1 THOMPSOM E THOMPSON. Genética Médica - - 7ª Edição, 2008. 2 D. YOUNG. Genética Médica - Ian– 1ª. Edição, 2007 3 JORDE E COLS. Genética Médica -. - 3ª Edição, 2004 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR PATRÍCIA HOFEE. Genética Médica Molecular –– 1ª edição, 1998 RICKI E LEWS. Genética Humana– 5ª edição , 2004 BORGES-OSÓRIO, M. R. & ROBINSON, W. M. Genética Humana. 2ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2001.  CARAKAUSHANSKY, C. Doenças Genéticas em Pediatria. 1a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001.  GRIFFITS, A. J. F.; GELBERT, W. M.; MILLER, J. H.; LEWONTIN, R. C. Genética Moderna. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Departamento de Genética Curso de Terapia Ocupacional ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 131 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Total Período Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática PA 213 Processos Patológicos Gerais 3 15 30 2 45 2° AN226- Anatomia Geral e FF254-Bases Fisiológicas da Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. Neuroanatomia Atividade Humana EMENTA Estudo amplo dos fenômenos agressivos e da defesa celular. Modelos de doenças granulomatosas. Bases para o estudo dos transtornos locais do crescimento e da diferenciação celular. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 132 1 – Introdução a Patologia. Degenerações: . Introdução Morfologia da célula normal e suas organelas Adaptação celular – lesão reversível e irreversível Principais tipos de agentes lesivos A hipóxia como modelo lesional 2 – Degenerações 2.1 Introdução 2.2 Conceito: classificação, etiopatogenia e morfologia dos principais tipos de degeneração. 2.2.1 Degeneração hidrópica 2.2.2 Degeneração gordurosa – Esteatose 2.2.3 Degeneração hialina 2.2.4 Degeneração fibrinóide 2.2.5 Degeneração amilóide 2.2.6 Degeneração glicogênica 2.3 Necrose e morte celular: conceito, tipos, evolução e gangrena 2.4 Calcificação: conceitos e tipos 2.5 Pigmentações: pigmentos exógenos, pigmentos endógenos, lifuscina, lanina, hemoglobina e seus derivados. 3 – Distúrbios Circulatórios: conceito, etiopatogenia, fisiopatologia, morfologia e significação clínica do/a: 3.1 Edema: generalizado, localizado 3.2 H Hemorragia: externa e interna 3.3 Hiperemia ou congestão: passiva e ativa 3.3 Choque: hipovolêmico, cardiogênico, séptico, neurogênico 3.4 Isquemia 3.5 Trombose 3.6 Embolia: pulmonar e sistêmica 3.7 Infarte 4 – O sistema imune e seus mecanismos fisiopatológicos 4.1 Órgãos e células do sistema imune 4.2 Hipersensibilidade I, II, III, IV e granulomatosa 4.3 Doenças auto imune 4.4 Imunodeficiência 5 – Inflamação aguda 5.1.1 Alterações hemodinâmicas e da permeabilidade vascular 5.1.2 Exudação leucocitaria (marginação, migração, quimiotaxia fagocitose) 5.1.3 Mediadores químicos 5.1.4 As células da resposta inflamatória 5.1.5 Tipos de exudato 5.2 Inflamação crônica 5.2.1 Conceito 5.2.2 Características histológicas 5.3 Cicatrização e reparação tecidual 5.3.1 As células quanto a sua capacidade regenerativa (lábeis, estáveis, permanentes) 5.3.2 O tecido de granulação 5.3.3 A degeneração perenquimal 5.3.4 Cicratização das feridas (união primaria, união secundária) 5.3.5 Colagenização e resistências das feridas 5.3.6 Fatores que alteram a qualidade da resposta reparadora (influencias sistêmicas e locais) 5.4 Inflamação granulomatosa: conceito, finalidade arquitetura microscópica e evolução do granuloma 5.4.1 Principais tipos de inflamações granulomatosas: conceito, epidemiologia, etiologia, modo de transmissão, patogenia, classificação, evolução e morfologia da: Turbeculose, Esquistossomose, Sífilis, Lepra. 6 – Distúrbio do crescimento celular: conceito, etiopatogenia, fisiopatologia, morfologia e significação cliinica do/a: 6.1 Atrofia 6.2 Hipertrofia 6.3 Hiperplasia 6.4 Metaplasia 6.5 Displasia 7 – Carcinogênese: conceito, etiopatogenia, fisiopatologia, morfologia. 8 – Neoplasia: conceito, etiopatogenia, fisiopatologia, morfologia. 9 – Malformação: conceito, etiopatogenia, fisiopatologia, morfologia. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MARIO R. MONTENEGRO, MARCELLO FRANCO Patologia ROBBINS .Processo Geral –Patologia Geral PECKMAN / VERGANI.Imunologia Básica e Clínica 133 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BOGLIOLO. Patologia – JANEWAY. Imunobiologia – MARKELL-JOHN-KROTOSKI. Parasitologia Médica. 8a . Ed. Guanabara. 2003 CIMERMAN, Benjamin. Parasitologia humana e seus fundamentos gerais. Rio de Janeiro: Atheneu, 2000. NEVES, David P.; LINARDI, Pedro M.; MELO, Alan L.; GENARO, Odair. Parasitologia Humana. Rio de Janeiro: Atheneu, 2002 REY, Luis. Bases da Parasitologia Médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. CIMERMAN, Benjamin. Atlas de Parasitologia. Rio de Janeiro: Atheneu, 2000. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Departamento de Patologia Curso de Terapia Ocupacional ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 134 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DEPARTAMENTO DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Prática de ensino complementar Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Semanal Nº. de Código Nome C. H. Global Período Créditos Teórica Prática Anatomia do Aparelho AN 227 02 02 03 60 2º Locomotor Anatomia Geral e Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. Neuroanatomia EMENTA Estudo morfofuncional das estruturas que compõem os sistemas ósseo, articular e muscular da cabeça, pescoço, tronco e dos membros superiores e inferiores e das estruturas vasculares e nervosas que fazem o suprimento desses territórios anatômicos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Osteologia da cabeça, do pescoço e do tronco; Músculos da expressão facial e do globo ocular; Músculos do pescoço e do dorso (superficiais e profundos); Músculos do tórax e Mecânica Respiratória; Músculos do abdome; Osteologia dos MMSS; Artrologia dos MMSS; Músculos dos MMSS; Inervação (Plexo Braquial); Vascularização e drenagem dos MMSS; Osteologia dos MMII; Artrologia dos MMII; Músculos dos MMII; Inervação (Plexo Lombossacral); Vascularização e drenagem dos MMII. Postura e Locomoção. 135 BIBLIOGRAFIA BÁSICA MIRANDA, E. Bases de Anatomia e Cinesiologia. Ed. Sprint, 2000. OLIVIER J. & MIDDLEDITCH – Anatomia Funcional da Coluna Vertebral. Ed. Revinter, 1998. PROMETHEUS – Atlas de Anatomia Geral e do Aparelho Locomotor. Ed. Guanabara Koogan, 2007. TYLDESLEY, B. Músculos, Nervos e Movimento na Atividade Humana. 3ª ed. Editora Santos. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR HAMILL, J & KNUTZEN, KM – Bases biomecânicas do movimento humano. Ed. Manole Ltda, 1999. MOORE E DALLEY – Anatomia orientada para a clínica. 5ª ed., Guanabara Koogan, 2007. NETTER,FH – Atlas de Anatomia Humana. Ed. Artmed, 1998. SALVINI, T. – Movimento Articular – Aspectos morfológicos e funcionais. 1ª ed., editora Manole, 2005. SOBOTTA,/BECHER – Atlas de Anatomia Humana. Guanabara Koogan. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Terapia Ocupacional Terapia Ocupacional ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 136 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DEPARTAMENTO DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Prática de ensino complementar Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Semanal C. H. Nº. de Global Período Código Nome Créditos Teórica Prática Bases Fisiológicas da Atividade FF 254 04 02 05 90 2º Humana Fundamentos da Biologia Celular e Pré-requisitos Morfológica; Anatomia Geral e Co-Requisitos Requisitos C.H. Neuroanatomia EMENTA Compreender o funcionamento dos diferentes sistemas (nervoso, muscular, cardio-vascular, respiratório, digestivo, endócrino e renal) que compõem o corpo humano e como eles operam isolados e integrados na atividade humana. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 137 - Introdução a fisiologia: princípios da homeostase, propriedades das membranas excitáveis, transmissão sináptica e fisiologia da contração muscular. - Sistema nervoso: fisiologia geral das sensações, integração sensório-motora a nível segmentar, reflexos medulares, funções motoras do tronco cerebral, funções motoras do córtex cerebral e gânglios de base, hipotálamo, sistema nervoso autônomo (simpático e parassimpático). - Sistema endócrino: princípios gerais da fisiologia endócrina, fisiologia do eixo hipotálamo-hipófise e da tireóide, fisiologia do córtex adrenal,. - Sistema cárdio vascular: fisiologia do coração, hemodinâmica e hemostasia, regulação da circulação e da pressão arterial. - Sistema respiratório: Mecânica respiratória, intercâmbio gasoso, e regulação neuro-química da respiração. - Sistema digestivo: Motilidade do trato digestivo, secreções salivar, gástrica, biliar e pancreática. - Sistema renal: filtração glomerular e hemodinâmica renal, reabsorção renal do volume extra-celular , da tonicidade corporal e do equilíbrio ácido-básico. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BERNE, R. M., LEVY, M. N.; BRUCE, K. M. & BRUCE, S. A. - . Fisiologia. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006, 5 ed. GUYTON, A. C., HALL, J. E. Tratado de Fisiologia Médica. Rio de Janeiros: Elsevier, 2006, 11 ed. AYRES, M. M. Fisiologia Básica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1991. 795p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR COSTANZO, L. S. Fisiologia. Rio de Jnaeiro: Editora Elsevier, 2004, 2 ed. IGLESIAS, João D. F. Aspectos Médicos das Parasitoses Humanas. Rio de Janeiro: Medsi, 1997. NEVES, Jayme. Diagnóstico e tratamento das doenças infecciosas e parasitárias. Rio de Janeiro: Guanabara, 2001. ABBAS, A. K.; LICHTMAN, A. H.; POBER, J. S. Imunologia celular e molecular. Rio de Janeiro: Revinter, 2002. NEVES, Jayme. Diagnóstico e tratamento das doenças infecciosas e parasitárias. Rio de Janeiro: Guanabara, 2001. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Terapia Ocupacional Terapia Ocupacional ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 138 TERCEIRO PERÍODO/ SEMESTRE UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO 139 DADOS DO COMPONENTE C. H. Carga Horária Nº. de Global Período Código Nome Créditos Teórica Prática TO 128 Análise de Atividades e Recursos Terapêuticos 1 30 30 3 60 3º TO129 - Cinesiologia e TO127 - Fundamentos Requisitos Pré-requisitos Co-Requisitos Biomecânica para Terapia da Terapia Ocupacional C.H. Ocupacional EMENTA Estudo dos princípios e elementos que compõem o processo de Terapia Ocupacional, os modelos de Análise de Atividades e sua aplicação em diversas situações clínicas. Aborda a indicação, manejo e apresentação de atividades terapêuticas e as relações grupais. com experimentação em laboratório, de atividades criativas, artesanais, socioculturais, relacionando-as ao modelo de desempenho ocupacional. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO A Ocupação como objeto da Terapia Ocupacional. Processo Concepções conceituais para o uso da Ocupação em Terapia Ocupacional. A Ocupação-Meio e Fim em Terapia Ocupacional Contextos em Terapia Ocupacional: Tratamento e Desempenho Recursos, clientela e contextos Introdução a Análise de Atividades. O que é analisado e quais as perspectivas teóricas? Análise de Atividade e Análise Ocupacional Implicações da cultura para a atuação em Terapia Ocupacional Manejo do processo terapêutico Base para o planejamento terapêutico, metas, objetivos e estratégias terapêuticas Vivência e propostas, entre outras, de utilização de: - Recursos Narrativos: leitura, escrita, fotografia e contação de história - Recursos expressivos, artísticos e criativos - Recursos e dinâmicas grupais, jogos, atividades de lazer, externas, passeio terapêutico e datas comemorativas - Recursos e atividades para autocuidado, imagem pessoal e promoção da saúde - Recursos e atividades de geração de renda BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1) NEISTADT, M.E.; CREPEAU, E.B. Terapia Ocupacional. Willard e Spackman. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. [Disponível na Biblioteca CCS]. 2) DE CARLO, Maryrsia M.R.P; BARTALOTTI, Celina C. Terapia Ocupacional no Brasil. Fundamentos e perspectivas. São Paulo: Plexus, 2001. Capítulos 1 e 2. [Disponível na Biblioteca CCS]. 3) RADOMSKI, Mary Vining; LATHAM, Catherine A. Trombly (Ed.). Terapia ocupacional para disfunções físicas. 6. ed. São Paulo: Santos, 2013. 1431 p. [Disponível na Biblioteca CCS] 4) PEDRETTI, L.W; EARLY, M.B. Terapia Ocupacional. Capacidades práticas para as disfunções físicas. 5ª d. São Paulo: Roca, 2005. Capítulo 4 (p.31 a 41) [Disponível na Biblioteca CCS]. 5) CAVALCANTI, Alessandra; GALVÃO, Claudia. Terapia Ocupacional. Fundamentação e Prática. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. Capítulo 11. [Disponível na Biblioteca CCS]. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 140 CARDINALLI, I; SILVA. C. R. Atividades humanas na terapia ocupacional: construção e compromisso. Cadernos Brasileiros de Terapia Ocupacional, 29, e2880. 2021 https://doi.org/10.1590/2526- 8910.ctoAO2176 GALHEIGO, S. M.. Terapia ocupacional, cotidiano e a tessitura da vida: aportes teórico-conceituais para a construção de perspectivas críticas e emancipatórias. Cadernos Brasileiros De Terapia Ocupacional, 28(1), 5–25, 2020. https://doi.org/10.4322/2526-8910.ctoAO2590 MONZELI, GA; MORRISON, R; LOPES, RE. Histórias da terapia ocupacional na América Latina: a primeira década de criação dos programas de formação profissional. Cadernos Brasileiros de Terapia Ocupacional [online]. 2019, v. 27, n. 2 [Acessado 4 Junho 2022] , pp. 235-250. Disponível em: . Epub 06 Maio 2019. ISSN 2526-8910. https://doi.org/10.4322/2526-8910.ctoAO1631. SALLES, MM; MATSUKURA, TS. O uso dos conceitos de ocupação e atividade na Terapia Ocupacional: uma revisão sistemática da literatura. Cad. Ter. Ocup. UFSCar, São Carlos, v. 24, n. 4, p. 801-810, 2016 . http://dx.doi.org/10.4322/0104- 4931.ctoAR0525. SILVA CR; POELLNITZ JCV. Atividades na formação do terapeuta ocupacional. Rev Ter Ocup Univ São Paulo. 2015 jan./abr.;26(1):74-82. https://www.revistas.usp.br/rto/article/view/71941/96375 DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Terapia Ocupacional Terapia Ocupacional ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 141 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Global Período Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática TO 129 Cinesiologia e Biomecânica para Terapia Ocupacional 30 30 3 60 3° AN227 - Anatomia do Aparelho Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. Locomotor EMENTA Aplica o conhecimento da cinesiologia e biomecânica à realização das atividades de vida diária de acordo com o modelo de desempenho ocupacional CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 142 Identificar os componentes cinesiológicos e biomecânicos do movimento humano. - Introdução ao sistema muscular e nervoso. - Terminologia do movimento. Princípios Biomecânicos: Cinemática, Artrocinemática e Cinética (Planos, Eixos, Gravidade, Estabilidade, Equilíbrio, Torque, Alavancas). - Cinesiologia e biomecânica dos complexos: cintura escapular, cotovelo, punho, mão, coxofemoral, joelho, tornozelo, pé, coluna vertebral, postura e marcha. Combinar o Modelo de Desempenho Ocupacional e o estudo do componente sensório motor a análise das atividades de vida diária. - Análise cinesiológica e biomecânica das AVD (banho, vestuário, alimentação e uso do vaso) Aplicar manobras e técnicas de avaliação de amplitude de movimento articular, de forca muscular, sensibilidade, edema e equilíbrio para diagnóstico terapêutico ocupacional nas disfunções neuromotoras. - Equipamentos: Goniometria, Teste de força muscular, Dinamometria, Estesiômetro, Fita métrica, Avaliação de equilíbtio de Berg. BIBLIOGRAFIA BÁSICA - TEIXEIRA, E. et al. Terapia Ocupacional na reabilitação física. São Paulo Roca, 2003. -TROMBLY, C. Terapia Ocupacional para disfunção física. 6 ed. São Paulo, Santos, 2013 - RASCH, P. J; BURKE, R. K. Cinesiologia e Anatomia Aplicada. Ed. Guanabara Koogan, 1997. - PEDRETTI, LORRAINE WILLIAMS; EARLY, MARY BETH. Terapia Ocupacional - 5ª Edição,Roca. Brasil, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR - SHUMWAY-COOK A, WOOLLACOTT MH. Controle motor: teoria e aplicações práticas. 3ª ed. Barueri: Manole; 2013. - TEIXEIRA, E. et al. Terapia Ocupacional na reabilitação física. São Paulo Roca, 2003. - HALL, S. Biomecânica Básica. Ed. Guanabara Koogan, 4 Ed, 2006. - HAMILL, J; KNUTZEN, KM. Bases Biomecânicas do Desenvolvimento Humano. Ed. Manole, 1999 - KAPANDJI, I. A. Fisiologia Articular, esquemas comentados de mecânica humana. Ed. Manole, 1980, vol . 1; vol 2; vol 3. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Departamento de Terapia Ocupacional Curso de Terapia Ocupacional ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 143 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Total Período Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática NP 314 Disfunções Neurológicas 45 - 3 45 3° FF254 - Bases Fisiológicas da Atividade Humana. Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. PA213 - Processos Patológicos Gerais 3. EMENTA Estudo da semiologia neurológica aplicada para a identificação das principais síndromes e doenças neurológicas que interferem no desempenho ocupacional. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 144 Desenvolvimento neuropsicomotor Semiologia da linguagem, praxia, gnosia e estado mental Semiologia dos nervos cranianos: I ao IV Semiologia dos nervos cranianos: VII ao XII Semiologia da troficidade, tono muscular Síndrome piramidal e do neurônio motor periférico Semiologia da força muscular e reflexos Síndromes cerebelares Semiologia da coordenação Síndromes extrapiramidais Semiologia da motricidade automática e Distúrbios do movimento Síndromes medulares Semiologia da sensibilidade Epilepsia Acidentes Vasculares Apresentação do caso Clínico ( Avaliação/Intervenção/Procedimentos Neurológicos ) Parkinson Apresentação do caso Clínico ( Avaliação/Intervenção/Procedimentos Neurológicos ) Paralisia Cerebral Apresentação do caso Clínico ( Avaliação/Intervenção/Procedimentos Neurológicos ) Síndrome de hipertensão craniana Apresentação do caso Clínico ( Avaliação/Intervenção/ Procedimentos Neurológicos ) Traumatismo crânio-encefálico e raque-medular Apresentação do caso Clínico ( Avaliação/Intervenção /Procedimentos Neurológicos ) Malformações do Sistema Nervoso Apresentação do caso Clínico (Avaliação/Intervenção /Procedimentos Neurológicos ) BIBLIOGRAFIA BÁSICA TOLOSA, A. M. P.; CANELAS, H. M. Propedêutica neurológica. São Paulo: Savier 1975, 2 ed. SANVITO, L. W. Propedêutica Neurológica Básica. São Paulo: Atheneu. 1996. DORETTO, D. Fisiopatologia clínica do sistema nervoso: fundamentos da semiologia. São Paulo: Atheneu, 1989. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR RODRIGUES MM, BERTOLUCCI PHF. Neurologia para o clínico geral. 1 Edição. Editora Manole, 2014. BERTOLUCCI PHF, FERRAZ HB, BARSOTTINI OG, PEDROSO, JL. Neurologia: Diagnóstico e Tratamento. Editora Manole, 2016. RENGACHARY SS, ELLENBOGEN RG. Princípios de Neurocirurgia – 2a. Edição, 2006, Editora DiLivros. (em processo de compra) VALE TC, PEDROSO JL, BARSOTTINI OGP. Guia de Bolso de Neurologia. Editora Atheneu, 2018. (3 exemplares disponíveis) STÁVALE M. Hemodinâmica encefálica: fisiopatologia em neurointensivismo e neuroanestesia. Editora Santos, 1ª. Edição, 2013 . DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Departamento de Neuropsiquiatria Curso de Terapia Ocupacional ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 145 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Total Período Teórica Prática NP 315 Fundamentos da Atenção em Saúde 45 - 3 45 3º Mental FF254 - Bases Fisiológicas da Atividade Humana; Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. PS576 - Personalidade e Desenvolvimento Humano EMENTA A disciplina tem por objetivo preparar o estudante de Terapia Ocupacional para identificar os sinais e sintomas que caracterizam as diversas manifestações psiquiátricas. Busca também prepará-lo para conhecer as várias abordagens terapêuticas numa perspectiva interdisciplinar no contexto da política atual da atenção em saúde mental. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 Histórico, a evolução da assistência psiquiátrica no Brasil. Noções de prevenção em saúde mental. A política atual da atenção em saúde mental. 2 Personalidade, condicionamentos biológicos e estrutura psicodinâmica. 3-Noções de psicologia evolutiva. Crises vitais. 4-O exame do paciente psiquiátrico: a a entrevista (a relação que se estabelece com a pessoa doente) b a história clínica c o exame somático d o exame mental ( consciência, orientação, atenção, memória, inteligência, sensopercepção, pensamento, linguagem, afetividade e psicomotricidade). e exames complementares 5-Principais transtornos que ocorrem na infância e adolescência 6-Principais manifestações psiquiátricas do adulto e do idoso 7-Transtornos relacionados ao uso de substâncias psicoativas 8-Transtornos mentais orgânicos 9-Esquizofrenia, transtornos esquizofreniformes, esquizoafetivos e delirantes 10-Transtornos do humor 11-Transtornos da alimentação 12-Transtornos de ansiedade 13-Transtornos dissociativos e somatoformes 14-Transtornos de personalidade 146 BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1 EBERT, M. H.; LOOSEN, P.T.; NURCOMBE, B. Psiquiatria: diagnóstico e tratamento. Porto Alegre: Artmed Editora, 2002. 2 LOUZÃ NETO, M.R.; ELKIS, H. Psiquiatria Básica - 2ª. Edição.-Porto Alegre: Artmed,2007. 3KAPLAN, H.I.; SADOCK, B. J. Compêndio de Psiquiatria. 3a.Edição. Editora Artes Médicas, 2000. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALMEIDA, O.P.; DRACTU, L.; LARANJEIRA, R. – Manual de Psiquiatria. Ed. Guanabara Koogan,1996 DALGALARRONDO, P. Psicopatologia e semiologia dos transtornos mentais. Porto Alegre. Artes Médicas, 2000 AMARANTE, Paulo. Saúde Mental, políticas e instituições: programa de educação a distância, volume 1, 2 e 3 / Rio de Janeiro, Editora Fiocruz, 2007. 120p. YASUI, S. Referências. In: Rupturas e encontros: desafios da reforma psiquiátrica brasileira [online]. Rio de Janeiro: Editora FIOCRUZ, 2010, pp. 181-190. Loucura & Civilização collection. ISBN 978-85- 7541-362-3. ALVES, D. S. & GULJOR, A. P. O cuidado em saúde mental. In: PINHEIRO, R. & MATTOS, R. A. (Orgs.) Cuidado: as fronteiras daDEPARTAMENTO integralidade. São Paulo, A QUE Rio de Janeiro: PERTENCE Hucitec, Abrasco, 2004. O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Departamento de Neuropsiquiatria Curso de Terapia Ocupacional ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 147 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Total Período Teórica Prática TO 130 Grupos em Terapia Ocupacional 15 30 2 45 3º PS576 - Personalidade e Desenvolvimento Humano Pré-requisitos TO127 - Fundamentos da Terapia Co-Requisitos Requisitos C.H. Ocupacional EMENTA Discute os conceitos teóricos e técnicos relativos a grupos e análise de instituições sociais, em seus aspectos históricos e funcionais. Aborda os diversos procedimentos e técnicas adotadas na condução dos grupos, os efeitos da interação e convivência, em especial com relação ao funcionamento das instituições. O grupo e as instituições como espaços de promoção da saúde e de intervenção terapêutica. Atuação profissional com grupos e instituições diversas; articulação de estratégias que contribuam para o incremento da vida grupal e para o funcionamento efetivo das instituições. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO ● A constituição do sujeito e a família como grupo primordial ● O significado do grupo no ciclo vital. Vínculo grupal ● Conceito de grupo, Processo grupal: dinâmica, comunicação humana, papéis e manejo. ● Modalidades de intervenções com grupos e nas instituições: teoria e técnica. ● Principais modalidades grupais: grupos operativos em diferentes contextos; oficinas terapêuticas, abordagem institucional ● O grupo nas instituições ● Grupo de Terapia Ocupacional: indicações, dinâmica de funcionamento, manejo clínico (grupo de atividades e atividade grupal, setting terapêutico). ● Trabalho em equipe: especificidades e interfaces. Multi, Inter e Transdisciplinaridade. ● Grupos e Instituições ● Desafios contemporâneos entre os projetos individuais e coletivos/institucionais 148 BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1 ANDREOLA, B. A. Dinâmica de grupo: jogo da vida e didática do futuro. 24. ed. Petrópolis: Vozes, 2004. 2 BLEGER, J. O grupo como instituição e o grupo nas instituições. Em: BLEGER, J. Temas de Psicologia: entrevista e grupos. 2.ed. São Paulo: Martins Fontes, 1998. 3 FRITZEN, S. J. Relações humanas interpessoais: nas convivências grupais e comunitárias. 6. ed. Petrópolis: Vozes, 1997. 4 JODELET, D. (org). Representações sociais. Rio de Janeiro: EDUERJ. Vol. 1, p. 17-44, 2002. 5 LIMA, L. O. Treinamento em dinâmica de grupo: no lar, na empresa, na escola. 6. ed. Petrópolis: Vozes, 1979. 6 MILITÃO, A. & Rose. Jogos, dinâmicas & vivências grupais. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2001. 7 MIRANDA, S. de. Oficina de grupo para empresas, escolas e grupos comunitários. 9. ed. São Paulo: Atlas, 2001. 8 OSÓRIO, L. C. Grupos: teorias e práticas – acessando a era da grupalidade. Porto Alegre: Artmed, 2000. 9 PEREIRA, W. C. C. Dinâmica de grupos populares. 4. ed. Petrópolis: Vozes, 1986. (Coleção da Base para a Base). 10 PICHON-RIVIERE, E. O processo grupal. 3. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1988 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1 CAVALCANTI, A.; GALVÃO, C. Terapia Ocupacional: fundamentação e prática. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan, 2007. 2 GIRARD, R. A Violência e o Sagrado. São Paulo: Edunesp, 1991. 3 JOVCHELOVITCH. S. Representações sociais e esfera pública: a construção simbólica dos espaços públicos no Brasil. Petrópolis, Rio de Janeiro: Vozes, 2000. 4 NEISTADT, M.; CREPEAU, E. Terapia Ocupacional. Willards e Spackman: 9ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. 5 PAGES, M. A vida afetiva dos grupos: esboço de uma teoria da relação humana. 2. ed. Petrópolis: Vozes, 1982. (Coleção Psicanálise). DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Terapia Ocupacional Terapia Ocupacional ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 149 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Total Período Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática MS 417 Introdução à Saúde Pública 45 - 3 45 3° Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Saúde Pública. Política de Saúde. SUS e Organização de Serviços de Saúde. Epidemiologia: conceituação e abrangên cia. Determinantes e Condicionantes do Processo Saúde-Doença. Planejamento, programação e avaliação de programas de saúde. Ações de Promoção da saúde, prevenção de doenças e incapacidades. 150 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Saúde Coletiva: constituição do campo, áreas de abrangência Determinantes sociais da saúde e as relações com os processos saúde-doença Epidemiologia e Saúde. Perfil Epidemiológico Brasileiro Modelos Explicativos do Processo Saúde-doença. O ambiente na determinação dos padrões de saúde e doença. Promoção e prevenção em saúde Sistema Único de Saúde: antecedentes, estruturação, princípios, diretrizes, organização, funcionamento, controle social Organização do Setor Saúde no Brasil. Lei orgânica. Normas Operacionais, Políticas e diretrizes da política atual. Estratégia de Saúde da Família: contexto de emergência, implantação, abrangência, ações, impactos na saúde da população, equipe multiprofissional de saúde Os modelos assistenciais / processos de trabalho em saúde Risco e Vulnerabilidade. Educação popular em saúde BIBLIOGRAFIA BÁSICA AYRES, José Ricardo C.M. Cuidado e reconstrução das práticas de saúde. Interface: Comunicação, Saúde, Educação. Botucatu, SP, vol. 8, n. 14, p. 73-91, set 2003-fev 2004. (disponível on-line) BRASIL. Ministério da Saúde. HumanizaSUS-DF, 2005. (disponível on-line) BUSS, PM; PELLEGRINI FILHO, A. A saúde e seus determinantes sociais. Physis: Rev. Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, 17(1): 77-93, 2007. (disponível on-line) CARVALHO, Sérgio Resende. Saúde Coletiva e Promoção da Saúde: sujeito e mudança. São Paulo: Hucitec, 2005. (disponível no sistema de Bibliotecas UFPE) MERHY, E.E. A perda da dimensão cuidadora na produção da saúde: uma discussão do modelo assistencial e da intervenção no seu modo de trabalhar a assistência. In: CAMPOS et al (orgs.). Sistema Único de Saúde em Belo Horizonte, São Paulo: Xamã, p. 103-120, 1998. NICHIATA et al. A Utilização do Conceito “Vulnerabilidade” pela Enfermagem. Rev Latino-am Enfermagem 2008 setembro-outubro; 16(5). (disponível on-line) Núcleo de Apoio a Saúde da Família (NASF). Cadernos de Atenção Básica, numero 27. MS, 2009. (disponível on-line) NUNES, Everardo Duarte. Saúde Coletiva: história de uma ideia e de um conceito. Saúde e Sociedade 3(2): 5- 21, 1994. (disponível on-line) PAIM, J. O que é o SUS, Editora FIOCRUZ, 2008. PAIM, J et al. O sistema de saúde brasileiro: história, avanços e desafios. Lancet, 2011. DOI:10.1016/S0140- 6736(11)60054-8 (disponível on-line) PAIM, J. e ALMEIDA FILHO, N. Saúde Coletiva: uma “nova saúde pública” ou campo aberto a novos paradigmas?. Rev. Saúde Pública, 32(4): 299-316, 1998. (disponível on-line) ROUQUAYROL, Mª Zélia & ALMEIDA FILHO, Naomar. Epidemiologia & Saúde. 5ª ed., Rio de Janeiro: MEDSI, 1999. (disponível no sistema de Bibliotecas UFPE) SENNA, Mônica de Castro Maia. Eqüidade e Política de Saúde: algumas reflexões sobre o Programa Saúde da Família. Cad. Saúde Pública, 2002, vol.18, p.203-11 (disponível on-line) SILVA et al. Adolescentes, vulnerabilidade, sexualidade e saúde mental. An. 1 Simp. 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Saúde e Sociedade 11(1):105- 115, 2002. (disponível on-line) CECILIO, Luiz Carlos de Oliveira. As necessidades de saúde como conceito estruturante na luta pela Integralidade e Equidade na atenção em saúde. In: PINHEIRO, R. & MATTOS, R. (Orgs.) Os sentidos da Integralidade na atenção e no cuidado à saúde. Rio de Janeiro: IMS/UERJ-ABRASCO, 2001, pp. 113-126. HELMAN, C. Cultura, Saúde & Doença. Porto Alegre: Artmed, 2009. (disponível no sistema de Bibliotecas UFPE) LUZ, M. T. Natural, Racional, Social. Rio de Janeiro: Campus, 1988 MATTOS, Ruben Araujo. Os sentidos da Integralidade: algumas reflexões acerca de valores que merecem ser defendidos In: PINHEIRO, R. & MATTOS, R. (Orgs.) Os sentidos da Integralidade na atenção e no cuidado à saúde. Rio de Janeiro: IMS/UERJ- ABRASCO, 2001, pp. 39-64. . Cuidado Prudente para uma Vida Decente In: PINHEIRO, Roseni e MATTOS, Ruben Araújo de (orgs.). Cuidado: as fronteiras da integralidade. Rio de Janeiro: Hucitec: ABRASCO, p. 119-132, 2004. ROSEN, George. O que é a medicina social e Política econômica e social no desenvolvimento da saúde pública. In: . Da polícia médica à medicina social: ensaios sobre a história da assistência médica. Rio de Janeiro: Edições Graal, 1979. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Departamento de Medicina Social Curso de Terapia Ocupacional ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 152 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Total Período Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática MF 301 Pediatria 1 30 - 2 30 3º FF254 - Bases Fisiológicas da Atividade Humana Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. PA213 - Processos Patológicos Gerais 3 EMENTA Estudo da patologia da criança do período neonatal até a adolescência 153 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Crescimento Desenvolvimento RN normal e de alto risco Tocotraumatismo Relação do profissional de saúde / criança / família Asma brônquica Meningoencefalites Paralisia cerebr al Polirradiculoneurites Síndromes convulsivas Disfunção gastroesofágica Síndrome de Down BIBLIOGRAFIA BÁSICA MARCONDES, E. Pediatria Básica. Ed. Sarvier, 9ª edição, vol. 1, 2 e 3, 2002 NELSON. Tratado de Pediatria - Richard E. Behrman, Hal B. Jenson, Robert Kliegman. 18ª Edição. Elsevier. 2009. MANUAL DE NEONATOLOGIA - John P. Cloherty, Eric C. Eichenwald e Ann R. St Avery / Neonatologia - Fisiopatologia e Tratamento do Recém-nascido - Mary M.K. Seshia, Martha D., M.D. Mullett, Mhairi G. Macdonald BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Semiologia Pediátrica - Rodrigues, Yvon Toledo. 3ª Edição; Guanabara Koogan, 2009 Tratado de Pediatria SBP Fabio Ancona Lopez e Dioclécio Campos Jr. – Ed. Manole - 2ª edição Manual of Neonatal CareCloherty J., Eichenwald, E., Stark R.A. . 6a. ed. Lippincott Williams & Wilkins 2008 Textbook of Pediatrics Kliegman, Berhman, Jonson, Stanton. Nelson – - 18 ª ed - 2007 BRASIL. Atenção humanizada ao recém-nascido - Método Canguru: manual técnico. Brasília: Ministério da Saúde, 2017. 340 p. ISBN 978-85-334-2525-5 DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Departamento Materno-infantil Curso de Terapia Ocupacional 154 ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 155 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Global Período Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática TO 131 Perfil Ocupacional da Criança e do 30 30 3 60 3º Adolescente Pré-requisitos ---- Co-Requisitos MF301 - Pediatria 1 Requisitos C.H. EMENTA Estudar o perfil ocupacional da criança e do adolescente com base no desenvolvimento humano. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Conhecer as políticas públicas atuais e sua relação com a Terapia Ocupacional Estudar o perfil ocupacional da criança e do adolescente. Identificar a atuação do terapeuta ocupacional nas diferentes contextos da criança e do adolescente 156 BIBLIOGRAFIA BÁSICA AOTA. AMERICAN OCCUPATIONAL THERAPY ASSOCIATION et al. Occupational Therapy Practice Framework: Domain and Process. 4 Edition. American Journal of Occupational Therapy, August 2020, Vol. 74, 7412410010. Disponível em: https://doi.org/10.5014/ajot.2020.74S2001 CAVALCANTI, A.; GALVÃO, C. Terapia Ocupacional: fundamentação e prática. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan, 2007. 531p CREPEAU, E. B.; COHN, E. S.; SCHELL, B. A. B. Willard & Spackman - Terapia Ocupacional. 11.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Brasil. Estatuto da Criança e do Adolescente. Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990. Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente e dá outras providências. 1990. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8069.htm Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção Primária à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Coordenação de Saúde da Criança e Aleitamento Materno. Caderneta da Criança: Passaporte para Cidadania – Menina. 2ª Edição. 2020 Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção Primária à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Coordenação de Saúde da Criança e Aleitamento Materno. Caderneta da Criança: Passaporte para Cidadania – Menino. 2ª Edição. 2020 Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção Primária à Saúde. Caderneta de Saúde do Adolescente. 3ª edição. 2014. PAPALIA, Diane E.; OLDS, Sally Wendkos; FELDMAN, Ruth Duskin. Desenvolvimento humano. 12a. ed. Porto Alegre: Artmed, 2013. 800p DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 157 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Global Período Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática TO 132 Terapia Ocupacional e os Sistemas 30h 2 30h 3º Sensoriais BR258 - Biofísica para Terapia Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. Ocupacional EMENTA Conhecimentos básicos do processamento sensorial aplicados a abordagem terapêutica ocupacional CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 158 - Os sistemas sensoriais, o processamento sensorial, os comportamentos adaptativos, busca, evita, registra, defensividade, seletividade. -Os sistemas sensoriais e as estruturas cerebrais. - O processo de integração das sensações. - Componentes da IS. - O desenvolvimento das competências de IS. - O Sistema Somatosensorial. - O Tato integrado aos outros sistemas. - O Sistema Vestibular integrado aos outros sistemas. - O Sistema Proprioceptivo integrado aos outros sistemas. - O Sistema Visual integrado aos outros sistemas. - O Sistema Auditivo integrado aos outros sistemas. - Áreas do desenvolvimento que podem estar afetadas pelas perturbações da IS. - DIS e IS nos primeiros anos de vida. - Níveis do desenvolvimento da IS . - Teoria e Terapia de Integração Sensorial de Ayres→. / - Perfil sensorial. - Avaliação em Integração Sensorial de Ayres→ (IS). / - TIS. - Equipamentos de IS e Discussão de casos. - Relatórios. BIBLIOGRAFIA BÁSICA O processamento sensorial como ferramenta para educadores facilitando o processo de aprendizagem. Sao Paulo Artevidade - Memnon, 2007. Miller, L. Lane, S. (2000). MOMO,A. R. B.; SILVESTRE, C. ; GRACIANI, Z. Atividades Sensoriais. Sao Paulo Artevidade - Memnon, 2012. PARHAM, L.D. A recreação na Terapia Ocupacional Pediátrica. São Paulo - SANTOS, 2000 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR SERRANO, P. A Integração sensorial no desenvolvimento e aprendizagem da criança. PAPA-LETRAS, Lisboa, 2016. DUNN, W. Vivendo sensorialmente entendendo seus sentidos. São Paulo - PEARSON, 2017. PFEIFER, L.I.; SANTÀNNA, M.M.M. Terapia Ocupacional na infância: procedimentos na prática clínica. MEMNON, S.P. 2020. AYRES, A. J. Types of sensory integrative dysfunction among disabled learners. American Journal of Occupational Therapy, 26 13-18,1972. CAVALCANTI, Alessandra; GALVAO, Claudia. Terapia Ocupacional Fundamentação Prática. Rio de janeiro Guanabara Koogan, 2007. CARVALHO, L. M. G. Integracao sensorial nos disturbios de aprendizagem disturbios neurologicos da infancia. Campinas Clinica Ludens - Nucleo terapeutico do desenvolvimento humano. 1996. DE CARLO, Marysia Mara Rodrigues do Prado;BARTALOTTI, C. C. Terapia Ocupacional no Brasil - Fundamentos e Perspectivas, 1ed, Sao Paulo Plexus, 2001. 175 p. DRUMMOND, Adriana de Franca; REZENDE, Marcia Bastos (Org.). Intervencoes da Terapia Ocupacional. Belo Horizonte EditioraUFMG, 2008. 167p. DUNN, W. Pediatric Occupational Therapy Facilitating Effective Service Provision Slack Incorporated,1991. Dunn, W. (2001). The sensations of everyday life theoretical, conceptual and pragmatic considerations. American Journal ofOccupational Therapy, 55, 608-620 Dunn, W. (1997). The impact of sensory processing abilities on the daily lives of young children and their families a conceptual model. Infants and Young Children, 9(4), 23-35. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO TERAPIA OCUPACIONAL ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 159 QUARTO PERÍODO/ SEMESTRE UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Global Período Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática TO 135 15 30 2 Análise das Atividades de Vida 45 4° Diária TO129 - Cinesiologia e Pré-requisitos Biomecânica para Terapia Co-Requisitos Requisitos C.H. Ocupacional EMENTA A disciplina de Análise das Atividades de Vida Diária é uma disciplina básica do curso de Terapia Ocupacional, fundamentando o processo de atuação do profissional, em que os alunos irão utilizar todos esses conhecimentos nas disciplinas aplicadas como: análise das atividades de vida diária, análise das atividades instrumentais de vida diária, acessibilidade integral e tecnologia assistiva, auxílio para mobilidade e deslocamentos, AVD e AIVD nas alterações sensoriais, em pacientes com demência, com seqüelados de paralisia cerebral, seqüelados de acidente vascular cerebral (AVC) e lesão medular 160 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO - Conceito e Classificação das Áreas de Ocupação (AVD e AIVD) - Componentes de Desempenho Sensório-Motor - Componentes de Desempenho Cognitivo - Análise das Atividades da Vida Diária AVD- Prática em laboratório - Apresentação das práticas de análise das atividades de vida diária- - Instrumentos de Avaliação – AVD / AIVD - Análise das atividades instrumentais de vida diária - AIVD- Prática - Apresentação das práticas de análise das atividades instrumentais de vida diária - AVD e AIVD nas alterações Sensoriais - AVD e AIVD nas Alterações Cognitivas BIBLIOGRAFIA BÁSICA - GRIEVE, June I. Neuropsicologia em terapia ocupacional: exame da percepção e cognição.2. ed., rev. São Paulo: Santos, 2006. 165 p - MAGALHÃES, L. C. et al (Org.). Medida canadense de desempenho ocupacional (COPM). Belo Horizonte: UFMG, 2009. 63 p - PEDRETTI, Lorraine Williams,; EARLY, Mary Beth.Terapia ocupacional: capacidades práticas para as disfunções físicas . São Paulo: Roca, 2005. xii, 1092 p. - RADOMSKI, Mary Vining; LATHAM, Catherine A. Trombly (Ed.).Terapia ocupacional para disfunções físicas. 6. ed. São Paulo: Santos, 2013. 1431 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR -AMERICAN OCCUPATIONAL THERAPY ASSOCIATION, AOTA. Estrutura da prática da Terapia Ocupacional: domínio & processo - 3ª ed. traduzida. Revista de Terapia Ocupacional da Universidade de São Paulo, Brasil, v. 26, p. 1-49, apr. 2015. -DIAS, E. G. et al. Caracterização das atividades avançadas. Rev. Ter. Ocup. Univ. São Paulo, v. 22, n. 1, p. 45-51, jan./abr. 2011. -SOUTO, J. F., RIBEIRO P. C. C. SOUZA, L. F. de. (2017). Atividades avançadas de vida diária: Revisão de uma medida da capacidade funcional do idoso. Revista Kairós - Gerontologia, 20(3), 407-425. ISSNe 2176-901X. São Paulo (SP), Brasil: FACHS/NEPE/PEPGG/PUC-SP -THLDESLEY. B; GRIEVE, J. Músculos, nervos e movimento na atividade humana. 3 ed. São Paulo Santos, 2006 -WILLARD, H. S., SPACKMAN, C. S.,CREPEAU, E. B. Terapia Ocupacional. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. Xxiii, 1169 DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Departamento de Terapia Ocupacional Curso de Terapia Ocupacional ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CU 161 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de extensão 0.iSTATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Global Período Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática TO 136 ANÁLISE DE ATIVIDADES E 30 30 3 60 4º RECURSOS TERAPÊUTICOS 2 TO128 - Análise de Pré-requisitos atividades e recursos Co-Requisitos Requisitos C.H. terapêuticos 1 EMENTA Apresenta conceitos de corporeidade e comunicação não-verbal, relacionando-os ao universo das atividades humanas, bem como discute a utilização dos recursos corporais pela Terapia Ocupacional, na perspectiva do desempenho ocupacional. 162 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO - Definições de expressão corporal, imagem e esquema corporal; - Terapia Ocupacional de corpo inteiro; - O corpo nas culturas / Contexto social e cultural e intervenção clínica da Terapia Ocupacional; - Ancestralidade e Terapia Ocupacional; - Corpo e arte em Terapia Ocupacional / Expressões artísticas e o uso do corpo em Terapia Ocupacional; - Musicoterapia / Interfaces com a Terapia Ocupacional; - Utilização da dança como recurso terapêutico ocupacional; - Mapa Corporal e Terapia Ocupacional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. ALMEIDA, M. V. M. Corpo e Arte em Terapia Ocupacional. Rio de Janeiro ENELIVROS, 2004. 2. LIBERMAN, F. Danças em Terapia Ocupacional. São Paulo Summus, 1998. 3. NEISTADT, M.; CREPEAU, E. Willard Spackman Terapia Ocupacional. 9 ed. Rio de Janeiro Guanabara Koogan, 2002. 859p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. CAVALCANTI, A.; GALVAO, C. Terapia Ocupacional. Fundamentação e prática. Rio de Janeiro Guanabara Koogan, 2007. 531p. 2. FUX, M. Dançaterapia. (Traducao de Beatriz A. Cannabrava). São Paulo Summus,1988. 3. GASTALDO, D.; MAGALHÃES, L.; CARRASCO, C.; DAVY, C. Body-Map Storytelling as Research: Methodological considerations for telling the stories of undocumented workers through body mapping. (2012). Disponível em: http://www. migrationhealth.ca/undocumented-workers-ontario/body-mapping. 4. LIBERMAN, F. Delicadas coreografias. Instantâneos de uma terapia ocupacional. São Paulo Summus, 2008. 5. TAVARES, M. C. G. C. F. Imagem Corporal. Conceito e Desenvolvimento. Barueri, SP Manole, 2003 DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO TERAPIA OCUPACIONAL ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 163 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Total Período Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática CR 266 Disfunções Ortopédicas e Músculo-Esqueléticas 45 - 3 45 4º FF254 - Bases Fisiológicas da Atividade Humana. PA 213 - Processos Pré-requisitos Patológicos Gerais 3. Co-Requisitos Requisitos C.H. TO129 - Cinesiologia e Biomecânica para Terapia Ocupacional EMENTA A disciplina se propõe a estudar as disfunções ortopédicas e músculo-esqueléticos mais prevalentes em crianças, adolescentes, adultos e idosos. 164 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO - Lesões do aparelho locomotor - conceitos - Infecções: ombro, cotovelo, mão e quadril. - Fraturas em Membro Superior (ombro, cotovelo, antebraço) - Fraturas de Mão - Fraturas de Quadril - Amputações - LER/DORT : Tendinites Tenossinovites Epicondilite Bursites Dedo em gatilho Mialgias Síndrome do túnel do carpo Síndrome do desfiladeiro torácico Síndrome do pronador redondo Síndromes dos nervo ulnar e radial Distrofia simpático reflexa - Trauma RaquiMedular - Osteoartrite e artrite reumatóide BIBLIOGRAFIA BÁSICA PRENTICE W.E.; VOIGHT M.L. Técnicas em Reabilitação Músculo-Esquelética. Porto Alegre: Artmed, 2003. SALTER,R.B. Distúrbios e lesões do sistema musculoesquelético. Rio de janeiro, MEDSI, 2003. SIZINIO, K.H. Ortopedia e Traumatologia- Princípios e praticas. São Paulo: Artmed, 2008. TANAKA, C.; FARAH, E. Anatomia funcional das cadeias musculares. São Paulo: Ícone, 1a ed., 1997. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR EDMOND, S.L. Manipulação e Mobilização - técnicas para membros e coluna. São Paulo: Manole, 2000. HALL, C.M.; BRODY, L.T. Exercícios terapêuticos na busca da função. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001. KENDALL, F.P.; McCREARY, E.K.; PROVANCE, P.G. Músculos - provas e funções. 4.ed. São Paulo: Manole, 1995. LEE, D. A cintura pélvica. São Paulo: Manole, 2a ed., 2001. MARQUES, A.P. Cadeias musculares - um programa para ensinar avaliação fisioterapêutica global. São Paulo: Manole, 1a ed., 2000. ROCKWOOD JR, C.A. - Fraturas em adultos e fraturas em crianças. 02 vol. São Paulo: Manole. 2010 DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Departamento de Cirurgia Curso de Terapia Ocupacional ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 165 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Global Período Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática TO 134 Saúde-Sociedade-Estado e Terapia 30 _ 2 30 4º Ocupacional Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Estudo das concepções de Estado e aprofundamento das discussões sobre políticas públicas, responsabilidade social e cidadania, analisando o Estado brasileiro e suas relações no processo de globalização. 166 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Apresentação da disciplina. Sociedade e Estado. Introdução Evolução da concepção de Estado. Perspectiva Histórica e a partir dos modos de produção Análise de Políticas Públicas Controle Social. Sistema Único de Saúde Análise de Políticas Públicas Controle Social. Sistema Único de Assistência Social. Terapia Ocupacional-Educação e Cultura e outras políticas e sistemas Direitos Humanos, Racismo, Preconceitos, Diversidade, Gênero, Cultura e Sociedade Populações Tradicionais Pandemia e o estado brasileiro. Globalização Apresentação de Seminários BIBLIOGRAFIA BÁSICA • AKERMAN, M; CAMPOS, GWS, MINAYO, M CS. TRATADO DE SAUDE COLETIVA. 4ª Ed. São Paulo: Hucitec, 2009. • CANIGLIA, M. Terapia Ocupacional: um enfoque disciplinar. Belo Horizonte: Ophicina de Arte & Prosa, 2005, p. 126-140 • COMISSÃO DE DETERMINANTES SOCIAIS DE SAÚDE. Rumo a um modelo conceitual para análise e ação sobre os determinantes sociais de saúde. Brasília, 2005 Disponível em WWW.determinantes.fiocruz.br . Acesso em 10/06/2009 • MEDEIROS, MHR. Terapia Ocupacional: um enfoque epistemológico e social. São Paulo: Editora Hucitec, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR • AOTA. Occupational Therapy practice framework: domain and process. 2ª ed. American Journal of Occupational Therapy. v. 62, n. 6, 2008. • WILCOCK, AA. An Occupational Perspective of health. 2ª ed. Slack Incorporated, 2006 • GONTIJO, DT; MEDEIROS, M. Juventudes e processos de exclusão social: subsídios para o planejamento de ações de promoção de saúde. In: GUIMARÃES, MTC; SOUSA, SMG Jovens, espaços de sociabilidade e processos de formação. Brasília: Secretaria Especial dos Direitos Humanos, 2010 (no prelo) • GONTIJO, DT. Determinantes Sociais de Saúde: uma perspectiva para a compreensão das relações entre processos de exclusão social e equidade em saúde. Revista Eletrônica de Enfermagem. V. 12, n. 1, 2010, p. 8. • COHN, A. Saúde e Desenvolvimento Social. Saúde e Sociedade, v.18, supl.2, 2009 , p. 41-47 • CAMPOS, GWS. Saúde, Sociedade e o SUS: o imperativo do sujeito. Saúde e Sociedade, v.18, supl.2, 2009 Constituição Federal Site do COFFITO Site da ABRATO DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Terapia Ocupacional Curso de Terapia Ocupacional ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 167 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO 168 DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Global Período Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática TO 137 TECNOLOGIA ASSISTIVA E 30 30 3 60 4º ACESSIBILIDADE TO129 - Cinesiologia e Biomecânica para Terapia Ocupacional Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. TO132 - Terapia Ocupacional e os Sistemas Sensoriais EMENTA Estuda os conceitos de acessibilidade, desenho universal, adaptação ambiental e dispositivos de ajuda. Os diferentes tipos de barreiras de acessibilidade; os dispositivos como as órteses, próteses e adaptações e suas indicações e contra-indicações. Pesquisa de material e de dispositivos comercializados na atualidade. Aspectos da modelagem, confecção, tipo de tecnologia aplicada, análise de custo e opções de indicação de uso. A dispensação de órteses e prótese pelo poder público. Prescrição a adaptação ao uso nas atividades práticas e da vida diária, de trabalho e de lazer. Conhecimento acerca do processo de avaliação, bem como dos modelos, métodos e técnicas em tecnologia assistiva, na perspectiva do desempenho ocupacional CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Introdução à Tecnologia Assistiva (TA); Exploração do mercado de TA; Avaliação em TA (instrumentação em TA equipamentos e testes); Acessibilidade e Desenho Universal (histórico, princípios e conceitos; barreiras e normas de acessibilidade; diagnóstico e princípios para adaptações ambientais); estudo da NBR 9050; Dispositivos para transferência e mobilidade; Adequação da postura sentada; Desenvolvimento de auxílios para atividades de vida diária e atividades instrumentais de vida diária; Próteses e Órteses: conceito, avaliação, indicação e confecção; Tecnologias de Informação e Comunicação; Comunicação Suplementar e Alternativa. 169 BIBLIOGRAFIA BÁSICA ABNT - NBR 9050 - Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos. Rio de Janeiro ABNT, 2015. Disponível em http //abridef.org.br/conteudoExtra/abridef-arquivo-2016_07_05_09_49_50-361.pdf, acesso em 22/07/2020. BRASIL, Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015. Dispõe sobre a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência. República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 06 jul. 2015. Disponível em http //www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2015/lei/l13146.htm Acesso em 23/07/2020. Decreto n. 5296, de 02 de dezembro de 2004. Regulamenta as Leis nos 10048/2000 e 10098/2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos para promoção de acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras providências. Brasília, 2004. Disponível em http //www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004- 2006/2004/decreto/d5296.htm, acesso em 23/07/2020. Brasil. Subsecretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência. Comitê de Ajudas Técnicas. Tecnologia Assistiva . ? Brasília CORDE, 2009. 138 p. 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TEIXEIRA, E. et al. Terapia Ocupacional na reabilitação física. São Paulo: Roca, 2003. 571 p. TROMBLY, C. Terapia Ocupacional para disfunção física. 3ª ed. São Paulo: Santos, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GARCÍA, J.C.D.; FILHO, T.A.G. Pesquisa Nacional de Tecnologia Assistiva. Instituto de Tecnologia Social. São Paulo, 2012. Disponível em EBook disponível em http //itsbrasil.org.br/conheca/tecnologia-assistiva-2/ . Acesso em 31/07/2020. JENO, F. et al. Manual de fabricación de ayudas técnicas y asistencias tecnológicas a bajo costo. Santiago-Chile CETRAM, 2014. Disponível em http //cetram.org/wp/wp-content/uploads/2013/11/AT_manual_completo_2014.pdf. Acesso em 26/07/2020. MEDOLA, F.O.; PASCHOARELLI. L.C. Tecnologia Assistiva Desenvolvimento e Aplicação. Canal 6 Editora, 1ed, Bauru, 2018. Disponível em https //www.canal6.com.br/livros_loja/Ebook_TA_desenvolvimento.pdf , Acesso em 22/072020. MEDOLA, F.O.; PASCHOARELLI. L.C. Tecnologia Assistiva Estudos Teóricos. Canal 6 Editora, 1ed, Bauru, 2018. Disponível em https //www.canal6.com.br/livros_loja/Ebook_TA_estudos.pdf, Acesso em 22/07/2020 MEDOLA, F.O.; PASCHOARELLI. L.C. Tecnologia Assistiva Pesquisa e Conhecimento I. Canal 6 Editora, 1ed, Bauru, 2018. Disponível em https //www.canal6.com.br/livros_loja/Ebook_TA_pesquisa1.pdf , Acesso em 22/07/2020. MEDOLA, F.O.; PASCHOARELLI. L.C. Tecnologia Assistiva Pesquisa e Conhecimento II. Canal 6 Editora, 1ed, Bauru, 2018. Disponível em https 170 //www.canal6.com.br/livros_loja/Ebook_TA_pesquisa2.pdf, Acesso em 22/07/2020 OMS. Organização Mundial da Saúde. Classificação Internacional de Funcionalidade e Incapacidade e Saúde, CIF. Coordenação de tradução de Cassia Maria Buchalla1.ed. São Paulo EDUSP, 2015. Disponível em http //biblioteca.cofen.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/cif_portugues.pdf, acesso em 25/07/2020. SONZA, A.P.; SALTON, B.P. STRAPAZZON, J.A. Soluções Acessíveis Experiências Inclusivas no IFRS. Porto Alegre Companhia Rio-grandense de Artes Gráficas (CORAG), 2014, 268p. Disponível em https //cta.ifrs.edu.br/livro-solucoesacessiveis- experiencias- inclusivas-no-ifrs/ ,Acesso em 27/07/2020. TECNOLOGIA ASSISTIVA NAS ESCOLAS - Recursos Básicos de Acessibilidade Sócio-digital para Pessoas com Deficiência. Instituto de Tecnologia Social. São Paulo 2008. Disponível em http //www.galvaofilho.net/livro_TA_ESCOLA.pdf , Acesso em 22/07/2020. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 171 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Global Período Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática TO 138 TERAPIA OCUPACIONAL NA 60 60 6 120 4 INFÂNCIA TO131 - Perfil Ocupacional Pré-requisitos da Criança e do Co-Requisitos Requisitos C.H. Adolescente EMENTA Estudar as áreas e componentes do desempenho ocupacional de bebês e crianças, na perspectiva de funcionalidade, em diferentes contextos 172 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO ESTRUTURA DA PRÁTICA DA TERAPIA OCUPACIONAL CIF AVALIAÇÃO EM TERAPIA OCUPACIONAL PROTOCOLOS PLANO DE TRATAMENTO DESENVOLVIMENTO PSICOMOTOR DA MÃO INTERVENÇÕES DA TERAPIA OCUPACIONAL NA INFÂNCIA TERAPIA DE INTEGRAÇÃO SENSORIAL (TIS) TIS E O BRINCAR TIS E PSICOMOTRICIDADE TIS E SELETIVIDADE ALIMENTAR TIS E AUTISMO PROCESSAMENTO VISUAL ZIKA VIRUS MANUSEIO BOBATH THERASUITE INTERVENÇÃO DA TERAPIA OCUPACIONAL NO CONTEXTO ESCOLAR NEUROCIÊNCIAS E O BRINCAR INTERVENÇÃO NO MODELO DENVER INTERVENÇÃO NO MODELO SARAH KINESIO TAPING CINOTERAPIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA DRUMMOND, A. de F.; REZENDE, M. B. Intervenções da terapia ocupacional. Belo Horizonte Editora UFMG, 2008. 175 p. GRIEVE, J. Neuropsicologia em Terapia Ocupacional exame da percepção e da cognição. 2ª ed. São Paulo Santos, 2006. 165 p. FERNANDES, A.C.F. (Coord.). AACD medicina e reabilitação princípios e prática. Porto Alegre Artes Médicas, 2007. FONSECA, L.F.; LIMA, C. L. A. Paralisia cerebral neurologia, ortopedia, reabilitação. 2.ed. Rio de Janeiro Medbook, c2008. xxiv, 658 p BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CAVALCANTI, A.; GALVÃO, C. Terapia Ocupacional fundamentação e prática. Rio de Janeiro Guanabara-Koogan, 2007. 531p. CREPEAU, E.B.; COHN, E.S.; SCHELL, B.A.B. (Eds.). Terapia Ocupacional / Williard Spackman. Tradução de Antonio Francisco Dieb Paulo et al. Rio de Janeiro Guanabara Koogan, 2011. 11ª ed. MANCINI, M. C. Inventário de avaliação pediátrica de incapacidade (PEDI) manual da versão brasileira adaptada. Belo Horizonte Ed. UFMG, 2005. 193 p. PARHAN, D.; FAZIO, L. S. A recreação na terapia ocupacional pediatrica. Sao Paulo Santos, 2000.. 267 p. PEDRETTI, L. W.; EARLY, M. B. Terapia Ocupacional - capacidades práticas para as disfunções físicas. 5ª ed. São Paulo Roca, 2005. 1092 p DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO TERAPIA OCUPACIONAL TERAPIA OCUPACIONAL ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 173 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensãao STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Global Período Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática TO 139 Terapia Ocupacional em Saúde 45 45 4 90 4º Mental 1 NP315 - Fundamentos da Atenção em Saúde Mental. Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. PS576 - Personalidade e Desenvolvimento Humano EMENTA A disciplina trata da contextualização histórica e atual da Terapia Ocupacional na área de Saúde Mental, revisitando as referências que deram origem a abordagem psicossocial e suas implicações nas diversas formas do cuidado, no âmbito das Políticas de Saúde Mental. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 174 - Sensibilização sobre os conceitos de Saúde Mental, Sofrimento Psíquico e Doença mental; -Reforma Psiquiátrica e Política de Atenção em Saúde Mental - Principais diretrizes -Rede de Atenção Psicossocial- RAPS; Intersetorialidade -O cuidado na saúde mental na Atenção Primária a Saúde -Visitas técnicas aos locais da RAPS: Leitos de Saúde Mental no hospital geral, CAPS, NASF, SIS, etc -Vínculos iniciais e suas implicações no desenvolvimento infantil -Fatores de Risco e Sinais de sofrimento psíquico na infância – perspectiva de avaliação das crianças -Métodos de abordagem terapêutica ocupacional no sofrimento psíquico infanto-juvenil e roteiro para a prática (plano de tratamento, atividades, registros); -Abordagem da família no cuidado da saúde mental infanto-juvenil; -Intervenção terapêutica ocupacional no sofrimento psíquico infanto-juvenil:– Abordagem Floortime -Manejos de grupos em Terapia Ocupacional no sofrimento psíquico infanto-juvenil; -Integração Sensorial (IS) na Intervenção terapêutica ocupacional no sofrimento psíquico infanto-juvenil -Análise Comportamental Aplicada-ABA na Intervenção terapêutica ocupacional no sofrimento psíquico infanto-juvenil; -Assistência interdisciplinar/multiprofissional em Saúde Mental Infantojuvenil – Fono, Psicologia, Pedagogia -Aulas práticas em serviços especializados BIBLIOGRAFIA BÁSICA -AMARANTE, P. Saúde Mental e Atenção Psicossocial. Rio de Janeiro. Ed Fiocruz, 2007. -BOCK, A.M.B.; FURTADO. O.; TEIXEIRA, M.L.T. Saúde ou Doença Mental: A questão da normalidade, Cap 23. IN BOCK, A.M.B.; FURTADO. O.; TEIXEIRA, M.L.T. Psicologias – Uma introdução ao estudo da Psicologia. 13. ed. rev. e ampl. São Paulo: Saraiva, 2009. 368 p . -ASSAD, F. B.; PEDRÃO, L. J.; CIRINEU, C. T. Estratégias de cuidado utilizadas por terapeutas ocupacionais em centros de atenção psicossocial. Cad. Ter. Ocup. UFSCar, v. 24, n. 4, p. 743-753, 2016. Disponível em http://www.cadernosdeterapiaocupacional.ufscar.br/index.php/cadernos/article/view/1407/776 -BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Diretrizes de Atenção à Reabilitação da Pessoa com Transtornos do Espectro do Autismo / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. – Brasília : Ministério da Saúde, 2013. 74, p. : il. - (Série F. Comunicação e Educação em Saúde) -BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Saúde mental / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica, Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. – Brasília : Ministério da Saúde, 2013. 176 p. : il. (Cadernos de Atenção Básica, n. 34) -BRUM, E. H. M.; SCHERMANN, L. Vínculos iniciais e desenvolvimento infantil: abordagem teórica em situação de nascimento de risco. Ciência & Saúde Coletiva, Vol. 9 n. 2, pp. 457-467, 2004 -BRUNELLO, M. I. B. Transtorno Emocional Infantil. In: CAVALCANTI, A.; GALVÃO, C. Terapia Ocupacional: fundamentação e prática. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan, 2007. 531p. -MATSUKURA, T. S.; FERNANDES, A. D. S. A.; CID, M. F. B. Fatores de risco e proteção à saúde mental infantil: o contexto familiar. Rev. Ter. Ocup. Univ. São Paulo, v. 23, n. 2, p. 122- 129, maio/ago. 2012. -MINISTÉRIO DA SAÚDE. PORTARIA GM Nº 3.088, de 23/12/2011. Institui a RAPS http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2011/prt3088_23_12_2011_rep.html -MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Ações Programáticas Estratégicas Coordenação- Geral de Saúde Mental, Álcool e Outras Drogas. NOTA TÉCNICA Nº 11/2019-CGMAD/DAPES/SAS/MS -RIBEIRO, E. L.; TANAKA, O.Y. Atenção em Saúde Mental para crianças e adolescentes no SUS. 2ª EDIÇÃO. São Paulo: Hucitec, 2016, 426p. 175 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR - BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. Núcleo de apoio à Saúde da família - Volume 1. Ferramentas para a gestão e para o trabalho cotidiano. Brasília: Ministério da Saúde, 2014. - BRASIL. Ministério da Saúde. Atenção psicossocial a crianças e adolescentes no SUS : tecendo redes para garantir direitos / Ministério da Saúde, Conselho Nacional do Ministério Público. – Brasília : Ministério da Saúde, 2014. Disponível em file:///C:/Users/PC/Downloads/atencao_psicossocial_criancas_adolescentes_sus.pdf VI- CADERNOS BRASILEIROS DE SAÚDE MENTAL, v. 13 n. 37 (2021): Política de Saúde Mental no Brasil e Atenção Psicossocial: Compromisso com a ética e a ciência https://periodicos.ufsc.br/index.php/cbsm/issue/view/3310 -CHIAVERINE, D. H. (Org. et al.). Guia prático de matriciamento em saúde mental. Brasília, DF: Ministério da Saúde: Centro de Estudo e Pesquisa em Saúde Coletiva, 2011 -FACUNDES, V.L.D. et al. Atenção à Saúde Mental em Pernambuco: perspectiva histórica e atual. Neurobiologia, v.73, n.1, jan/mar, 2010. -GOLDSTEIN, A. O Autismo sob o olhar da Terapia Ocupacional - Um guia de orientação para pais . Casa Novo Rumo Editora. São Paulo, 2009. 55p. -JURDI, A. P., & SILVA, C. C. B. (2021). O brincar no cotidiano familiar de crianças com transtorno do espectro autista. Rev. Interinst. Bras. Ter. Ocup., 4(5), 549-562. DOI: 10.47222/2526- 3544.rbto39761https://revistas.ufrj.br/index.php/ribto/article/view/39761/pdf -MOREIRA, K. M. A; ARRUDA, A. A. A. IMPLANTAÇÃO DO PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PRECOCE EM SAÚDE MENTAL NAS ESTRATÉGIAS SAÚDE DA FAMÍLIA DE CAMPINA GRANDE/PB. Disponível em file:///C:/Users/PC/Downloads/Sinais%20de%20sofrimento%20ps%C3%ADquico.pdf -PITTA, A.M.F. Um balanço da Reforma Psiquiátrica Brasileira: Instituições, Atores e Políticas. Ciênc. saúde coletiva, Rio de Janeiro, v. 16, n. 12, Dec. -SÁ D. G. F.; BORDIN, I. A. S.; MARTIN, PAULA D.; C. S. Fatores de Risco para Problemas de Saúde Mental na Infância/Adolescência. Psicologia: Teoria e Pesquisa, Out-Dez 2010, Vol. 26 n. 4, pp. 643-652 VII- SURJUS, T. L. S.; MOYSÉS, M. A. A. (Orgs.).SAÚDE MENTAL INFANTOJUVENIL: Territórios, políticas e clínicas de resistência/ Luciana. Santos: Unifesp/ Abrasme, 2019. -TSZESNIOSKI, L.C. et al. Construindo a rede de cuidados em saúde mental infantojuvenil: intervenções no território. Ciência & Saúde Coletiva, v.20, n.2, p.363-370, 2015. -ZAVASCHI, M.L.S. Crianças e adolescentes vulneráveis - O atendimento interdisciplinar nos centros de atenção psicossocial. Porto Alegre: Artmed, 2009. -WACHHOLZ, S. M. S., MARIOTTI , M. C. A participação do terapeuta ocupacional na reforma psiquiátrica e nos novos serviços de saúde mental. Cad. Ter. Ocup. UFSCar, São Carlos, Jul-Dez 2009, v. 17, n.2, p 147-159 -https://portfoliodepraticas.epsjv.fiocruz.br/ DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Terapia Ocupacional ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 176 QUINTO PERÍODO/ SEMESTRE UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Global Período Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática TO 141 METODOLOGIA DA PESQUISA 45 _ 3 45 5º. EM TERAPIA OCUPACIONAL 2 TO123 - Metodologia da Pré-requisitos Pesquisa em Terapia Co-Requisitos Requisitos C.H. Ocupacional 1 EMENTA Discute os processos de produção do conhecimento no campo da saúde e da terapia ocupacional, permitindo ao estudante conhecer e analisar métodos e técnicas em pesquisa científica para sua realização. Aborda os diferentes tipos de estudos quantitativos e qualitativos em saúde e em terapia ocupacional, prepara teórica e metodologicamente a vivência de cada passo desde o planejamento a execução do projeto de pesquisa e trabalho acadêmico, desenvolvendo um olhar crítico sobre os principais tipos de pesquisa, passiveis de adaptação a sua realidade e ao seu objeto de pesquisa. 177 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Processo de construção do conhecimento científico Delineamento do estudo científico: o projeto de pesquisa Definição do tema, problema e objetivos de pesquisa Construção da revisão de literatura Tipos de estudos em Terapia Ocupacional (bibliográfico, documental, campo, experimental) Pesquisa bibliográfica: potencialidades e possibilidades metodológicas no campo da Terapia Ocupacional Estudos de campo : características gerais das abordagens quantitativas e qualitativas Pesquisa qualitativa : Características gerais, definição de local do estudo e participantes, principais técnicas de coleta de dados e possibilidades para a análise. Pesquisa quantitativa : Características gerais, definição de local do estudo e participantes, principais técnicas de coleta de dados e possibilidades para a análise Exercícios de construção de pré-projetos de pesquisa. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MINAYO, M.C. de S. (Org.) Pesquisa social: teoria, método e criatividade. 30ª. Ed. Petrópolis:Vozes, 2011 GIL, A.C. Como Elaborar Projetos de Pesquisa. 6ª ed. São Paulo: Atlas, 2017 CRESWELL, JW. Projeto de pesquisa: métodos qualitativo, quantitativo e misto. 3ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2010 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALMEIDA, N. G. N. A importância da metodologia científica através do projeto de pesquisa para a construção da monografia. Folha de Rosto em Biblioteconomia e Ciência da Informação, Juazeiro do Norte, v. 2, n. 1, p. 57-66, 2016. Disponível em: BATISTA, Eraldo Carlos. MATOS, Luís Alberto Lourenço. NASCIMENTO, Alessandra Bertasi. A entrevista como técnica de investigação na pesquisa qualitativa . Revista Interdisciplinar Científica Aplicada. v.1 1, n.3, p.23-38. Disponível em https://rica.unibes.com.br/rica/article/viewArticle/768 DUARTE, Rosália. Entrevistas em pesquisas qualitativas. Educ. rev. [online]. 2004, n.24, pp.213-225. Disponível em : https://doi.org/10.1590/0104-4060.357. FLICK, U. Introdução à metodologia de Pesquisa: um guia para iniciantes. Porto Alegre: 2013 FLICK, U. Introdução à pesquisa qualitativa. 3ª ed. Porto Alegre, 2009. ROUQUAYROL, MZ; SILVA, MGC. Rouquayrol: epidemiologia & saúde . 7. ed. Rio de Janeiro: MedBook, 2013 FONTELLES, M. J. et al. Metodologia da Pesquisa Científica: diretrizes para a elaboração de um protocolo de pesquisa. Núcleo de Bioestatística GOMES, ROMEU. Pesquisa qualitativa em saúde. São Paulo: Instituto Sírio-Libanês de Ensino e Pesquisa, 2014. Disponível em MINAYO MCS, COSTA AP. Fundamentos teóricos das técnicas de pesquisa qualitativa. Revista Lusófona de Educação [Internet].vol. 40, n. 40, 2018. p:139-153. Disponível em : https://revistas.ulusofona.pt/index.php/rleducacao/article/view/6439 SAMPIERI , R H ; COLLADO, CF; LUCIO, MPB. Metodologia de Pesquisa. 5ª Ed. Porto Alegre: 2013. TURATO, E. R. Métodos qualitativos e quantitativos na área da saúde: definições, diferenças e seus objetos de pesquisa. Rev. Saúde Pública, São Paulo, v. 39, n.3, 2005, p. 507-514. Disponível em https://www.scielosp.org/article/rsp/2005.v39n3/507-514/pt/ VOSGERAU, DSR, ROMANOWSKI, JP. Estudos de revisão : implicações conceituais e metodológicas. Revista Diálogo Educ. vol. 14, n. 4, 2014, p.165-179. Disponível em https://periodicos.pucpr.br/index.php/dialogoeducacional/article/view/2317 DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 178 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Total Período Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática TO 142 Terapia Ocupacional e 45 30 4 75 5º envelhecimento 1 NP314 - Disfunções Neurológicas. NP315 - Fundamentos da Atenção em Saúde Mental. TO129 - Cinesiologia e Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. Biomecânica para Terapia Ocupacional TO136 - Análise de Atividades e Recursos Terapêuticos 2 EMENTA Estudo das teorias sobre o envelhecimento e sua construção social, além do conceito de envelhecimento ativo com suas políticas e estratégias de promoção, articulando com a abordagem da terapia ocupacional em gerontologia, baseando-se numa perspectiva de desempenho ocupacional. Discute ainda questões éticas, a finitude, as possibilidades de organização social, os arranjos de moradia para pessoas idosas e a violência praticada contra o idoso. 179 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO - Envelhecimento ● Processo / ciclo vital ● Perfil epidemiológico ● Teorias ● Construção social - Envelhecimento Ativo: ● Políticas, programas e estratégias - Terapia Ocupacional em Gerontologia ● Ações integradas (idoso, família, cuidador, tecnologia) ● Lazer ● Aposentadoria ● Espiritualidade ● Educação (Gerontológica e Ambiental) ● Gerontologia Educacional - Ética e envelhecimento - Finitude - Mecanismos de Controle Social e redes de proteção ao idoso (Conselhos, Associações, Clubes) - Violência - Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPI) e outras possibilidades de arranjo de moradia. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BERQUÓ, E. Envelhecimento populacional no Brasil e suas consequências. In: PEREIRA, D. M. Idoso: encargo ou patrimônio?. São Paulo: Proposta Editorial, 1992. MCINTYRE, A., ATWAL, A. Terapia Ocupacional e a Terceira Idade. Trad. Maria Cecília Brandão. São Paulo: Livraria Santos Editora, 2007. MINAYO, M. C. S. (org.). Antropologia, saúde e envelhecimento. Rio de Janeiro: Editora FIOCRUZ, 2002. p. 11-24. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BARRETO, K.M.L. et al. Perfil sócio-epidemiológico demográfico das mulheres idosas da Universidade Aberta à Terceira Idade no estado de Pernambuco. Rev. Bras. Saúde Materno-Infantil, 3 (3): 339-354, 2003. BRASIL. PORTARIA N°. 73, DE 2001 - Normas de Funcionamento de Serviços de Atenção ao Idoso no Brasil, Secretaria de Políticas de Assistência Social Departamento de Desenvolvimento da Política De Assistência Social, Gerência de Atenção a Pessoa Idosa. Diário Oficial da União, Brasília, 2001.EL ENVEJECIMIENTO de la población mundial 1999. Washington: OPAS/OMS, 1999. HAYFLICK, L. Como e por que envelhecemos. tradução de Ana Beatriz Rodrigues, Priscilla Martins Celeste. Rio de Janeiro: Campus, 1997. World Health Organization, Envelhecimento ativo: uma política de saúde / World Health Organization; tradução Suzana Gontijo. – Brasília: Organização Pan-Americana da Saúde, 2005 DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Terapia Ocupacional Terapia Ocupacional ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 180 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTES Carga Horária C. H. Global Período Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática TO 148 Terapia Ocupacional em Contextos 15h 30h 2 45h 5º Clínicos Especiais TO132 - Terapia Pré-requisitos Ocupacional e os Sistemas Co-Requisitos Requisitos C.H. Sensoriais EMENTA Estudar aspectos relacionados ao desempenho ocupacional do indivíduo em contextos clínicos especiais, considerando a especificidade da Terapia Ocupacional. 181 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Hospital Geral. Aspectos diferenciais entre o sistema ambulatorial, de enfermaria, UTI, domiciliar, Home Care e a assistência do terapeuta ocupacional em cada espaço. Políticas Públicas e resoluções da categoria relacionadas ao contexto hospitalar. Hospitalização, equipe e família. Atuação do terapeuta ocupacional com adulto/idoso no centro de reabilitação, no atendimento hospitalar, na enfermaria e seguimento. Terapia ocupacional e cuidados paliativos: oncologia pediátrica · Instrumentos de avaliação e métodos, técnicas e estratégias em Terapia Ocupacional nestes contextos . Manejo experimental de tema teórico apresentado. Atuação do terapeuta ocupacional no alojamento conjunto. Atuação do terapeuta ocupacional na UTIN, na assistência mãe-canguru e nos programas de seguimento. Manejo experimental de tema teórico apresentado. Cuidados voltados aos bebês a termo e pré-termo no hospital – alojamento conjunto, enfermaria canguru, uti neonatal. Cuidados voltados ao adulto/idosos no contexto hospitalar: centro de reabilitação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1 BOMBARDA, Tatiana Barbieri; JOAQUIM, Regina Helena Vitale Torkomian. O ensino do registro em prontuário no campo da terapia ocupacional hospitalar. Cad. Bras. Ter. Ocup., São Carlos, v.27, n.3, p.593-601, Sept. 2019. Disponível em https://doi.org/10.4322/2526-8910.ctoao1714. Acesso em 30 de julho de 2020. 2 Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde. Guia prático do cuidador / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde. – Brasília : Ministério da Saúde, 2008. 3 Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Especializada. Manual de rotinas para atenção ao AVC / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Especiali zada. – Brasília : Editora do Ministério da Saúde, 2013 4 Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Diretrizes de atenção à reabilitação da pessoa com acidente vascular cerebral / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. – Brasília : Ministério da Saúde, 2013. 5 BRASIL, Ministério da Saúde. Portaria Nº 3.390, de 30 de dezembro de 2013. Institui a Política Nacional de Atenção Hospitalar (PNHOSP) no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), estabelecendo- se as diretrizes para a organização do componente hospitalar da Rede de Atenção à Saúde (RAS). Disponível em https://www.scielosp.org/article/sdeb/2017.v41nspe3/99-113/pt/ 6 Brasil. Ministério da Saúde (MS). Secretaria de Atenção à Saúde. Política Nacional de Humanização da Saúde 4ª ed. Brasília: MS; 2008. (Documento Base). Disponível em http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/humanizasus_gestores_trabalhadores_sus_4ed.pdf 7 Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Política Nacional de Humanização. Formação e intervenção / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Política Nacional de Humanização. – Brasília : Ministério da Saúde, 2010. 242 p Disponível em http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/cadernos_humanizaSUS.pdf 8 Chalegre, Casiana Tertuliano Técnicas de conservação de energia para pacientes cardiopatas / Casiana Tertuliano Chalegre, Bruno Canuto Medeiros – Recife: Edupe, 2018. Acesso em: http://www.edupe.com.br/produto.php?codigo=56 9 Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (COFFITO). Resolução COFFITO N 429, de 08 de julho de 2013, que reconhece e disciplina a especialidade de Terapia Ocupacional em Contextos Hospitalares, define as áreas de atuação e as competências do terapeuta ocupacional especialista em Contextos Hospitalares e da outras providências. Disponível em https://www.coffito.gov.br/nsite/?p=3191 10 Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (COFFITO). Resolução COFFITO No 445, de 26 de abril de 2014, Altera a Resolução COFFITO n o 418/2011, que fixa os parâmetros assistenciais terapêuticos ocupacionais nas diversas modalidades prestadas pelo terapeuta ocupacional. Disponível em https://www.coffito.gov.br/nsite/?p=3209 11 Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (COFFITO). Resolução COFFITO No 458, de 20 de novembro de 2015, Dispõe sobre o uso da Tecnologia Assistiva pelo terapeuta ocupacional e dá outras providências. Disponível em https://www.coffito.gov.br/nsite/?p=3221 12 Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (COFFITO). Resolução COFFITO No 506, de 26 de julho de 2019, Dispõe sobre a atuação do terapeuta ocupacional na brinquedoteca e outros serviços inerentes, e o uso dos recursos terapêuticos ocupacionais do brincar e do brinquedo e dá outras providências. Disponível em https://www.coffito.gov.br/nsite/? p=14798 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 13 Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (COFFITO). Resolução nº 516, de 20 de março de 2020: Teleconsulta, Telemonitoramento e Teleconsultoria. Disponível em: https://www.coffito.gov.br/nsite/?p=15825. Acesso em: 16 mai. 2020. DE CARLO, M. M. R. P.; LUZO, M. C. de M. (orgs). Terapia Ocupacional - reabilitação física e contextos hospitalares. São Paulo Roca, 2004. 323p. DE CARLO, Marysia M. R. do Prado; QUEIROZ, Monica Estuque Garcia de. Dor e cuidados paliativos terapia 182 ocupacional e interdisciplinaridade. São Paulo Roca, 2008. 328 p. 16 FARIA, N.; DE CARLO, M. A atuação da terapia ocupacional com mulheres com câncer de mama em cuidados paliativos. Revista de Terapia Ocupacional da Universidade de São Paulo, v. 26, n. 3, p. 418-427, 26 dez. 2015. 17 FRITZZO,H.C.F.;CÔRREA,V.A.C. REFACS.v 6 .,n(1), 2018. DOI: https://doi.org/10.18554/refacs.v6i1.2798 18 HEIDELISE, A. Cuidados de desenvolvimento individualizado para bebês prematuros. 2017, Boston. http://www.enciclopedia-crianca.com/sites/default/files/textes-experts/pt-pt/2568/prematuridade-e-seu-impacto-sobre-o- desenvolvimento-psicossocial-e-emocional-da-crianca.pdf 19 HINIKER, P. K.; LAUREN, A.M. Manual de auto-instrução. Teoria e Aplicação. http://www.utineonatal.med.br/novo_site/pdf/pdf_arquivos/cuidado_neonatal/Art5_cuidado_neonatal.pdf 20 QUEIROZ,M.E.G.;FOZ,M.L.F.N.N. Atenção integrada a pessoa com insuficiência cardíaca na perspectiva terapêutico- ocupacional e psicológica: um relato de experiência. REFACS .v 6 .,n(1), 2018. DOI: https://doi.org/10.18554/refacs.v6i1.2374 21 Manual de cuidados paliativos / Academia Nacional de Cuidados Paliativos. - Rio de Janeiro : Diagraphic, 2009. 22 MOREIRA, Márcia Adriana Dias Meirelles et al. Políticas públicas de humanização: revisão integrativa da literatura. Ciência & Saúde Coletiva, v. 20, p. 3231-3242, 2015.. Disponível em https://www.scielosp.org/article/csc/2015.v20n10/3231- 3242/ 23 Orientações para trocas de postura e posicionamento. Cuidados pós alta hospitalar no AVC. Educação em Saúde. VOL. 67. Acesso em: http://acaoavc.org.br/admin/wp-content/uploads/2018/01/04.-Cuidados-p%C3%B3s-alta-hospitalar-no-AVC.pdf 24 RODRIGUES GARCIA-SCHINZARI, N.; MOTA PACCIULIO SPOSITO, A.; PFEIFER, L. I. Cuidados Paliativos junto a Crianças e Adolescentes Hospitalizados com Câncer: o Papel da Terapia Ocupacional. Revista Brasileira de Cancerologia, v. 59, n. 2, p. 239-247, 28 jun. 2013. 25 Santos, JR, et.al. Qualidade de vida de pacientes hospitalizados com doenças cardiovasculares: possibilidades de intervenção da terapia ocupacional. Rev. Interinst. Bras. Ter. Ocup. Rio de Janeiro. 2017, v.1(5):620-633. 26 TAMEZ, R.N. Intervenções no cuidado neuropsicomotor do prematuro. RJ KOOGAN.2009 UNHA, F.; CINTRA, M.; CUNHA, L.; SILVA, H.; COUTO, ÉRICA. Abordagem funcional e centrada no cliente na reabilitação de idoso com demência de Alzheimer avançada: relato de caso . Revista de Terapia Ocupacional da Universidade de São Paulo, v. 22, n. 2, p. 145-152, 1 ago. 2011. DOI: https://doi.org/10.11606/issn.2238-6149.v22i2p145-15 DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Terapia Ocupacional Curso de Terapia Ocupacional ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 183 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Global Período Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática TO 143 Terapia Ocupacional na Adolescência 30 30 3 60 5º Pré- TO131 - Perfil Ocupacional da Criança e do Co- Requisitos C.H. requisitos Adolescente Requisitos EMENTA Aborda a intervenção terapêutica ocupacional na promoção do desempenho ocupacional de adolescentes, em diferentes contextos e níveis de atenção à saúde. 184 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Atenção à saúde do adolescente e inclusão social: leis e políticas públicas na área do adolescente/juventude; Diretrizes para a atenção integral à saúde de adolescentes e jovens. 2. Abordagem dos principais aspectos sobre a adolescência/adolescências e juventude. 3. Mortalidade e Morbidades: IST e AIDS; Transtorno mental: depressão, anorexia, bulimia; obesidade; abuso de álcool e drogas; automutilação, suicídio, acidentes, homicídio 4. Desempenho/papel ocupacional do adolescente nas diversas áreas de ocupação, contextos e ambientes: sexualidade na adolescência e em adolescentes com deficiência, educação sexual, gravidez na adolescência, identidade e expressão de gênero e orientação sexual, gênero e raça na adolescência, redes sociais e adolescência, bullying, autoimagem e adolescência, família e adolescência, inclusão de adolescentes com deficiência, projeto de vida e início atividade profissional. 5. Avaliação e intervenções do terapeuta ocupacional com adolescentes em diferentes contextos e nos diferentes níveis de atenção à saúde. 6. Diferentes abordagens (métodos e técnicas) de promoção do desempenho ocupacional de adolescentes nas ocupações: Atividades de Vida Diária (AVD); Atividades Instrumentais de Vida Diária (AIVD); Descanso e Sono; Educação e Trabalho; Brincar e Lazer; Gestão da Saúde e Participação Social. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CAVALCANTI, A.; GALVÃO, C. Terapia Ocupacional: fundamentação e prática. Rio de Janeiro: Guanabara- Koogan, 2007. 531p. HUTZ, C. S. (Org.) Situações de risco e vulnerabilidade na infância e na adolescência: aspectos teóricos e estratégias de intervenção. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2002. 212 p NEISTADT, M.; CREPEAU, E. Willards e Spackman: Terapia Ocupacional. 9a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. 859 p PEDRETTI, L. W.; EARLY, M. B. Terapia Ocupacional – capacidades práticas para as disfunções físicas. 5a ed. São Paulo: Roca, 2005. 1092 p. BRASIL, MINISTÉRIO DA SAÚDE. Política Nacional de promoção da saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2006 BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Marco teórico e referencial: saúde sexual e saúde reprodutiva de adolescentes e jovens, Brasília : Editora do Ministério da Saúde, 2006 BRASIL. Lei n. 8.069, de 13 de julho de 1990. Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente. Brasília: Secretaria de Estado dos Direitos Humanos, Departamento da Criança e do Adolescente, 2004 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ASSOCIAÇÃO AMERICANA DE TERAPIA OCUPACIONAL (AOTA). Estrutura da prática da Terapia Ocupacional: domínio & processo. 3a ed. Rev Ter Ocup Univ São Paulo; jan.-abr. 2015; 26 (ed. esp.):1-49. Acesso em: https://www.revistas.usp.br/rto/article/view/97496 BRASIL. Lei n. 8.069, de 13 de julho de 1990. Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente. Brasília: Secretaria de Estado dos Direitos Humanos, Departamento da Criança e do Adolescente, 2004. Acesso em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8069.htm BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Marco teórico e referencial: saúde sexual e saúde reprodutiva de adolescentes e jovens, Brasília: Editora do Ministério da Saúde, 2006. Acesso em: http://www.fametro.com.br/downloads/manuais-biblioteca/marco_teorico_referencial.pdf BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Saúde integral de adolescentes e jovens: orientações para a organização de serviços de saúde / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde. – Brasília: Editora do Ministério da Saúde, 2005. Acesso em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/saude_adolescentes_jovens.pdf BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Saúde na escola / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. Série B. Textos Básicos de Saúde. Cadernos de Atenção Básica n. 24, Brasília: Ministério da Saúde, 2009.96 p. Acesso em: http://189.28.128.100/dab/docs/publicacoes/cadernos_ab/abcad24.pdf 185 BRASIL. Ministério da Saúde. Diretrizes nacionais para a atenção integral à saúde de adolescentes e jovens na promoção, proteção e recuperação da saúde. Saúde do Adolescente e do Jovem. 2. Atenção à Saúde. 3. Promoção da Saúde. I. Título. II. Série. Brasília: Ministério da Saúde, 2010. 132 p. Acesso em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/diretrizes_nacionais_atencao_saude_adolescentes_jovens_promocao_saude.pdf BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Saúde sexual e saúde reprodutiva / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica Cadernos de Atenção Básica, n. 26. 1. ed., 1. reimpr. – Brasília: Ministério da Saúde, 2013. 300 p. Acesso em: http://189.28.128.100/dab/docs/publicacoes/cadernos_ab/abcad26.pdf BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas e Estratégicas. Proteger e cuidar da saúde de adolescentes na atenção básica [recurso eletrônico] / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Ações Programáticas e Estratégicas. – Brasília: Ministério da Saúde, 2017. 234 p. Acesso em: https://pesquisa.bvsalud.org/bvsms/resource/pt/mis-39790 CENTRO DE CONVIVÊNCIA É DE LEI. Cultura, juventudes e redução de danos. São Paulo: Córrego, 2015. 111 p. ISBN: 978-85-67240-32-9. Acesso em: https://edelei.org/wp-content/uploads/2019/01/Cultura-Juventudes-e-Reducao-de- Danos-E-de-Lei.pdf OPAS. Organização Pan-Americana da Saúde. Ministério da Saúde. Saúde e sexualidade de adolescentes. Construindo equidade no SUS. Brasília, DF: OPAS, MS, 2017. 71 p. Acesso em: http://portalarquivos.saude.gov.br/images/PDF/2017/maio/05/LIVRO- SAUDE-ADOLESCENTES.PDF DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Terapia Ocupacional Curso de Terapia Ocupacional ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 186 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Global Período Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática TO 145 TERAPIA OCUPACIONAL NA 30h 30h 3 60h 5º SAÚDE MENTAL 2 TO139 - Terapia Pré-requisitos Ocupacional na Saúde Co-Requisitos Requisitos C.H. Mental 1 EMENTA A disciplina trata da intervenção clínica da Terapia Ocupacional na saúde mental a partir da abordagem psicodinâmica, nas principais formas de adoecimento psíquico, nas estruturas clínicas e no uso abusivo de álcool e outras drogas. 187 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Exame mental aplicado à Terapia Ocupacional Perspectiva clínica da intervenção terapêutica ocupacional na saúde mental. Introdução ao campo da Terapia Ocupacional Psicodinâmica. Perspectivas teóricas acerca do objeto, da atividade e do processo terapêutico ocupacional. Intervenção terapêutica ocupacional nas Estruturas clínicas (Psicoses, Neuroses, Perversões). Políticas Públicas e a clínica da dependência química: promoção, tratamento e redução de danos. Intervenção terapêutica ocupacional no uso e abuso de álcool e outras drogas. Uso e Abuso de álcool e outras drogas – Abordagem aos familiares. Práticas de Intervenção nos Serviços de Atenção à Saúde Mental. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALMEIDA, D. T. de, TREVISAN, E. R. Estratégias de intervenção da Terapia Ocupacional em consonância com as transformações da assistência em Saúde no Brasil. Rev. Interface: Comunic., Saúde, Educ., v.15, n.36, p.299-307, jan./mar. 2011. ANTONIASSI, D.C., LEAL, J.A., TEDESCO, S.A. Terapia ocupacional e farmacodependência: categorização e atualização das publicações nacionais. O Mundo da Saúde, São Paulo, v. 32, n. 2, p. 221-228, abr/jun, 2008. BALLARIN, M. L. G. S. Abordagens grupais. In: CAVALCANTI, A.; GALVÃO, C. Terapia Ocupacional: fundamentação e prática. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan, 2007. 531p. BENETTON, M. J. Trilhas associativas – Ampliando recursos na clínica da psicose. Lemos Editorial. São Paulo, 1991. BOCK, et al. Grupo de Terapia Ocupacional: um espaço de construção de fatos, vivências e história. Rev. de Ter. Ocup. Univ. São Paulo, São Paulo, v.9, n.1, p.32-36, 1998. DALGALARRONDO, Paulo. Psicopatologia e semiologia dos transtornos mentais. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2008. 438 p. (Biblioteca Artmed). DUAILIBI, S.; VIEIRA, D. L.; LARANGEIRA, L. Políticas Públicas para o controle de álcool, tabaco e drogas ilícitas. In: DIEAL, A. et al. Dependência Química: Prevenção, Tratamento e Políticas Públicas. Porto Alegre: Artmed, 2011. Cap 45, p. 497-506. ELIAS, L. A.; BASTOS, F. I. Saúde Pública, Redução de Danos e a Prevenção das Infecções de Transmissão Sexual e Sanguínea: revisão dos principais conceitos e sua implementação no Brasil. Ciência & Saúde Coletiva, v. 16, n. 12, p. 4721 – 4730, 2011. FIGLIE, N.B.; DE MELO, D. G.; PAYÁ, R. Dinâmicas de grupo aplicadas no tratamento da dependência química- manual teórico e prático. São Paulo: Roca, 2004. MAXIMINO, V. S. A constituição de grupos de atividades com pacientes graves. Rev. C.E.T.O, São Paulo, v.1, n.1, p. 27-32, 1995. PASSOS, E. H.; SOUZA, T. P. Redução de danos e saúde pública: construções alternativas à política global de “guerra às drogas”. Psicologia & Sociedade, v. 23, n.1, 2011, p.154-162. 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UFSCar. v. 12, n.1, 2004. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO TERAPIA OCUPACIONAL Curso de Terapia Ocupacional ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 189 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Global Período Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática TO 146 TERAPIA OCUPACIONAL 30 30 3 60 5º. SOCIAL 1 TO127 - Fundamentos da Terapia Ocupacional TO130 - Grupos em Pré-requisitos Terapia Ocupacional Co-Requisitos Requisitos C.H. TO136 - Análise de Atividades e Recursos Terapêuticos 2 EMENTA Introdução à Terapia Ocupacional Social a partir dos referenciais teóricos e conceituais que orientam a sua constituição. Estuda os pressupostos que definem os grupos em processo de ruptura das redes sociais de suporte, bem como a organização político- institucional de atenção a esses grupos CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 190 Processo histórico de constituição da Terapia Ocupacional no campo social Referenciais teóricos para a compreensão dos sujeitos e seus cotidianos :processos de vulnerabilidade e desfiliação social e marcadores sociais da diferença. Terapia Ocupacional e Política Nacional de Assistência Socia Referenciais teórico metodológicos para a prática profissional : referencial da Terapia Ocupacional Social e Pedagogia Paulo Freire Experiências da Terapia Ocupacional no campo social Vivências práticas de ações da Terapia Ocupacional no campo social BIBLIOGRAFIA BÁSICA BARROS, DD; LOPES, RE; GALHEIGO, SM. Terapia ocupacional social: concepções e perspectivas. CAVALCANTI, A; GALVÃO, C. Terapia Ocupacional: fundamentação e prática. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007, p. 347-353 FREIRE, P. Pedagogia do Oprimido. 36 ed. Sao Paulo Paz e Terra, 1987 GALHEIGO, SM. O social idas e vindas de um campo de acao da Terapia Ocupacional. In PADUA, EMM, MAGALHAES, LV. Terapia Ocupacional teoria e pratica. Sao Paulo. Papirus, 2005, p.115-144 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRASIL. Política Nacional de Assistência Social. Brasília: Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à fome, 2004 BARROS, D. D. Terapia ocupacional social: o caminho se faz ao caminhar . Revista de Terapia Ocupacional da Universidade de São Paulo, [S. l.], v. 15, n. 3, p. 90-97, 2004 BARROS, D. D.; GHIRARDI, M. I. G.; LOPES, R. E. Terapia ocupacional social . Revista de Terapia Ocupacional da Universidade de São Paulo, [S. l.], v. 13, n. 3, p. 95-103, 2002 Farias, M. N., & Faleiro, W. Contribuições da Terapia Ocupacional Social nas escolas do campo. Revista Brasileira De Educação Do Campo, vol.2, n. 2, 2017, 542-562. FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 2011b. GONTIJO, D. T.; SANTIAGO, M. E. Autonomia e Terapia Ocupacional: reflexões à luz do referencial de Paulo Freire. Rev. Interinst. Bras. Ter. Ocup., v. 4, n. 1, p. 2–18, 2020. KOBI, Elisa Cardoso; MACHADO, Marina Vilaça Cavallari; MONZELI, Gustavo Artur. Terapia ocupacional e medidas socioeducativas: uma revisão de literatura. Cad. Bras. Ter. Ocup., São Carlos , v. 28, n. 3, p. 983-998, Sept. 2020 . LOPES, R. E. et al. Oficinas de atividades com jovens da escola pública: Interface: com.sau.educ., v. 15, n. 36, p. 277–288, 2011. LOPES, R. E. et al. Recursos e tecnologias em Terapia Ocupacional social: ações com jovens pobres na cidade. Revista de Terapia Ocupacional da Universidade de São Paulo, São Paulo, v. 22, n. 3, p. 591-602, 2014. MALFITANO, A. 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Historia, conceptos y propuestas en la terapia ocupacional social de Brasil. Revista Chilena de Terapia Ocupacional. 2015, Vol. 15, pp. 73-84. SIMÓ ALGADO, S. et al. Terapias ocupacionales desde el sur: derechos humanos, ciudadanía y participación. Santiago (Chile): Editorial Universidad de Santigo de Chile, 2016. LOPES, R. E. L.; MALFITANO, A. P. S. Terapia Ocupacional Social: desenhos teóricos e contornos práticos. São Carlos (SP): EdUfsCar, 2016. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Terapia Ocupacional Terapia Ocupacional ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 192 SEXTO PERÍODO/ SEMESTRE UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Global Período Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática TO 147 SEMINÁRIOS DE PESQUISA EM 15 _ 1 15 6º TERAPIA OCUPACIONAL TO141 - Metodologia da Pré-requisitos Pesquisa em Terapia Co-Requisitos Requisitos C.H. Ocupacional 2 EMENTA Contribui para que o discente seja capaz de planejar e construir um projeto de pesquisa de acordo com conhecimentos teóricos e metodológicos adquiridos, seleção adequada dos procedimentos a serem desenvolvidos. A definição do tema e problema da pesquisa, elaboração da pergunta condutora, revisão bibliográfica, construção dos objetivos,, definição da metodologia para execução do estudo. 193 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO INTRODUÇÃO JUSTIFICATIVA PERGUNTA CONDUTORA HIPÓTESE OBJETIVO GERAL E ESPECÍFICOS METODOLOGIA RESUMO – PALAVRAS CHAVE RESULTADOS – DISCUSSÃO – CONCLUSÃO ANEXOS E APÊNDICES CRONOGRAMA E ORÇAMENTO COMITÊ DE ÉTICA APRESENTAÇÃO DOS PROJETOS BIBLIOGRAFIA BÁSICA BARROS, A. de J.P. de.; LEHFELD, N.A. de S. Projeto de pesquisa propostas metodológicas. Rio de Janeiro Vozes,2001. LAKATOS, E.M.;MARCONI, E.M. Metodologia Cientifica. Sao Paulo Atlas, 2001.288p GALHEIGO, S. M. et al. Produção de conhecimento, perspectivas e referências teórico-práticas na terapia ocupacional brasileira: marcos e tendências em uma linha do tempo. Cad. Bras. Ter. Ocup., v. 26, n. 4, p. 723–738, 2018 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BARROS, A. de J.P. de.; LEHFELD, N.A. de S. Fundamentos de metodologia cientifica um guia para a iniciação cientifica. Sao Paulo Makron Books, 2000. MINAYO, M.C. de S. O desafio do conhecimento. 8.ed. SP Hucitec, 2004 LAVILLE, C.; DIONNE, J. A Construção do saber manual de metodologia da pesquisa em ciências humanas. Porto Alegre Artes Médicas Sul; Belo Horizonte UFMG, 1999 BAUER, M. W.; GASKELL, G. Pesquisa qualitativa com texto, imagem e som um manual prático. 2.ed. Rio de Janeiro Vozes,2003. BECKER, H.S. Métodos de pesquisa em ciências sociais. 4.ed. São Paulo Hucitec, 1999. MINAYO, M.C. de S. (Org.) Pesquisa social teoria, método e criatividade. Petrópolis Vozes, 2001. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO TERAPIA OCUPACIONAL TERAPIA OCUPACIONAL ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 194 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Global Período Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática TO 149 Terapia Ocupacional e 30 60 4 90 6º. envelhecimento 2 TO142-Terapia Ocupacional e Pré-requisitos Envelhecimento 1; TO137 - Co-Requisitos Requisitos C.H. Tecnologia Assistiva em Terapia Ocupacional EMENTA Discutir e propor intervenção terapêutica ocupacional nas disfunções sensoriais, motoras, cognitivas e psicossociais no envelhecimento. 195 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO -Como e porque adoecemos? (fisiologia do envelhecimento, fragilidade, vulnerabilidade, determinantes da saúde no envelhecimento - rede de atenção à saúde) - Anamnese terapêutica ocupacional - Instrumentos de avaliação funcional (multidimensionais e específicos) - Avaliação funcional (cognitiva, sensorial, motora, psicossocial) - Raciocínio clínico em Terapia Ocupacional - Intervenção terapêutica ocupacional (disfunções sensoriais, motoras, cognitivas) - Desligamento e Alta - Abordagem Psicossocial - Cuidado e cuidador - Dor e cuidados paliativos na idade avançada - a contribuição do terapeuta ocupacional . BIBLIOGRAFIA BÁSICA FREITAS, E.V. et al; Tratado de geriatria e gerontologia. 2. ed. Rio de Janeiro. Guanabara Koogan, 2006. LATHAM, Catherine A. Trombly; RADOMSKI, Mary Vining. Terapia ocupacional para disfunções fisicas. 5. ed. São Paulo: Santos, 2005. 1157 p. ISBN 8572885498 (broch.). PEDRETTI, Lorraine Williams,; EARLY, Mary Beth. Terapia ocupacional: capacidades praticas para as disfunções físicas .São Paulo: Roca, 2005. xii, 1092 p. ISBN 8572414894 (enc.). BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MCINTYRE, Anne; ATWAL, Anita.Terapia ocupacional e a terceira idade. São Paulo: Santos, 2007. xii, 236 p. ISBN 9788572886284 (broch.). BRASIL. Ministério da Saúde. BRASIL.Estatuto do idoso. 2. ed. rev. Brasília: Ministério da Saúde, 2008. 68 p. (Serie E. Legislação de saúde) ISBN 853341059x (broch.). NITRINI, R.; CARAMELLI, P.; MANSUR, L.L.(1996). Neuropsicologia – as bases anatômicas à reabilitação. São Paulo, Clínica neurológica/ Hospital da Clínicas/FMUSP, 373p. WARSHAW, G. A. A reabilitação do idoso. In: REICHEL, W. Assistência ao Idoso. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001. 5ed. Cap.21. WILLIAMS, T. F. Avaliação geriátrica global. In: Geriatria prática. Rio de Janeiro: REVINTER, 1997. 2ª Ed/ Evans Calkins, Amasa b. Ford. Tradução de Ursula de Almeida Rego Migon, p. 117- DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Departamento de Terapia Ocupacional Colegiado de Terapia Ocupacional ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 196 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Global Período Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática TO 150 Terapia Ocupacional na Idade Adulta 30 60 4 90 6º TO129 - Cinesiologia e Biomecânica para Terapia Ocupacional; TO132 - Terapia Ocupacional e os Sistemas Sensoriais; TO 128 Análise de Atividades e Recursos Terapêuticos 1 Pré-requisitos e TO136 Análise de Atividades e Co-Requisitos Requisitos C.H. Recursos Terapêuticos 2; TO137 - Tecnologia Assistiva e Acessibilidade; CR266-Disfunções Ortopédicas e Músculo-Esqueléticas; NP314-Disfunções Neurológicas EMENTA Estudar o perfil ocupacional do adulto, as áreas e componentes do desempenho ocupacional, na perspectiva da funcionalidade, em diferentes contextos; discutir e propor intervenção terapêutica ocupacional nas disfunções sensoriais, motoras, cognitivas e psicossociais da idade adulta. 197 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Políticas públicas para o adulto (Pessoa com Deficiência, Redução de Mortalidade por Acidentes e Violências). Perfil ocupacional e abordagem às necessidades do adulto: autocuidado, educação, trabalho, lazer, família e participação social. Habilidades e competências, demandas, contextos, riscos e intercorrências comuns na fase adulta. Disfunções prevalentes da fase adulta e a intervenção da Terapia Ocupacional - Neurológicas: Acidente Vascular Encefálico; Esclerose Múltipla; Traumatismo cranioencefálico; Doença de Parkinson; Ataxias; Esclerose Lateral Amiotrófica - Reumatológicas: Artrite; Artrose; Lúpus Eritematoso Sistêmico; Fibromialgia; Esclerose Sistêmica - Traumato-Ortopédicas: Amputações; Fraturas; Politraumatismos; Traumatismo-Raquimedular - Métodos e técnicas de avaliação e tratamento da Terapia Ocupacional para pessoas com disfunções físicas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CAVALCANTI, A.; GALVÃO, C. Terapia Ocupacional: Fundamentação & Prática. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. CREPEAU, E. B.; COHN, E. S.; SCHELL, B. A. B. Terapia Ocupacional - Willard & Spackman. 11. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. DRUMMOND, A. F.; REZENDE, M. B. Intervenções da Terapia Ocupacional. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2008. 175 p. GRIEVE, J. Neuropsicologia para Terapeutas Ocupacionais. 3ª ed. 2008. KENDALL, Florence Peterson. Músculos: provas e funções. 2.ed. Barueri, SP: Manole, 2007, 528 p. Medida Canadense de Desempenho Ocupacional (COPM). Belo Horizonte: UFMG, 2009. 63 p. PEDRAL, C.; BASTOS, P. A. Terapia Ocupacional. Metodologia e Prática. 2. ed. Rio de Janeiro: Rubio, 2013. 347 p. PEDRETTI, L. W.; EARLY, M. B. Terapia Ocupacional: capacidades práticas para as disfunções físicas. 5ª ed. São Paulo: Roca, 2005. RADOMSKI, M. V.; LATHAM, C. A; Trombly (Ed.). Terapia Ocupacional para disfunções físicas. 6. ed. São Paulo: Santos, 2013. 1431 p. DE CARLO, M.M.R.P.; LUZO, M.C.de M. (orgs). Terapia Ocupacional: reabilitação física e contextos hospitalares. São Paulo: Roca, 2004. 323p. ROCHA, E. F. Reabilitação de pessoas com deficiência: a intervenção em discussão. São Paulo: Roca, 2006, 300p. TEIXEIRA, E. et al. Terapia Ocupacional na reabilitação física. São Paulo: Roca, 2003. 571 p. ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE; ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DE SAÚDE. CIF: Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde. 1.ed. São Paulo: EDUSP, 2003. 325 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria n. 377 de 10 de novembro de 2009. Estabelece parâmetros sobre a espasticidade no Brasil e diretrizes nacionais para diagnóstico, tratamento e acompanhamento dos indivíduos com esta doença [texto na Internet]. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília (DF); 2009 Nov 11 [citado 2016 Jan 10]. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2013/prt2979_04_12_2013.html BRYANT, D. P.; BRIAN, R. B. Assistive Technology for People with Disabilities (2nd Edition). Paperback – July 17, 2011. CONSELHO FEDERAL DE FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONAL. Resolução no 316, de 19 de julho de 2006. Dispõe sobre a prática de Atividades de Vida Diária, de Atividades Instrumentais da Vida Diária e Tecnologia Assistiva pelo Terapeuta Ocupacional e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 3 ago. 2006. Seção 1, p. 79. COOK, A. M.; POLGAR, J. M. Assistive Technologies: Principles and Practice, 4 ed. Hardcover: Mosby, 2014. FERRINO, I.S.V. Terapia da mão: Fundamentos para a prática clínica. São Paulo: Santos editora, 2008. FREITAS, P.P. Reabilitação da mão. São Paulo: Editora Atheneu, 2006. HERBERT, S. K., FILHO, T.E.P.; XAVIER, R.; PARDINI, A.G. Ortopedia e Traumatologia: Princípios e prática. 5. ed. Porto Alegre: Artmed, 2017. 198 KATZ, N. Neurociência, Reabilitação Cognitiva e Modelos de Intervenção em Terapia Ocupacional. 3. ed. Editora: Santos, 2014. Organização Mundial de Saúde. CIF: Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde. São Paulo: Edusp; 2015. SHUMWAY-COOK, A. Controle motor: teoria e aplicações práticas. 3. ed. Barueri: Manole, 2010. THLDESLEY. B; GRIEVE, J. Músculos, nervos e movimento na atividade humana. 3 ed. São Paulo: Santos, 2006. 270 p. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 199 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduaçã Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Carga Horária Nº. de Global Período Código Nome Créditos Teórica Prática TO 151 TERAPIA OCUPACIONAL NA SAÚDE 30 60 4 90 6º COLETIVA MS417 - Introdução à Saúde Pública; TO138 - Terapia Ocupacional na Infância; TO143- Terapia Ocupacional na adolescência; TO142-Terapia Requisitos Pré-requisitos Co-Requisitos Ocupacional e envelhecimento 1; C.H. TO148-Terapia Ocupacional nos Contextos Clínicos Especiais; TO137- Tecnologia Assistiva e Acessibilidade. EMENTA 200 Estuda a inserção da Terapia Ocupacional no campo da saúde coletiva e nas políticas do Sistema Único de Saúde, numa perspectiva 201 disciplinar e interdisciplinar de cuidado integral a saúde. Desdobramentos e ações de promoção,, prevenção e reabilitação no nível da atenção primária em saúde e no núcleo de apoio a saúde da família. Áreas estratégicas, ferramentas e dispositivos para atuação da Terapia Ocupacional. Intervenções da Terapia Ocupacional no território a partir de programas prioritários no contexto de saúde locorregonal. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO A Clínica e a Saúde Coletiva. Modelos de Atenção a Saúde. Determinação Social em Saúde O Território como espaço vivo A Reforma Sanitária e o Sistema Único de Saúde. Marcos da linha do Tempo. Os Sistemas de Saúde Comparados Participação e Controle Social Atenção Primária e as Redes de Atenção em Saúde Política Nacional de Atenção Básica em Saúde. As Políticas Nacional de: Educação em Saúde; de Promoção da Saúde, de Práticas Integrativas, de Educação Permanente. Família, Gênero e Etnia na Saúde da Família. O Núcleo de Apoio a Saúde da Familia (Nasf) Nasf - Equipe, atribuições e limites de abrangência (campo e núcleo) Diretrizes, Organização e ferramentas do Nasf (territorialização, planejamento, acolhimento, educação em saúde, matriciamento, consulta compartilhada, visita domiciliar). SUS e Políticas setoriais e Programáticas- Possível interface com a Terapia Ocupacional: Hanseníase e prevenção de incapacidades e outras demandas do território. Análise crítica das experiências de processo de trabalho da equipe Nasf. Educação Popular em Saúde Terapia Ocupacional e as abordagens territoriais e comunitárias BIBLIOGRAFIA BÁSICA CAMPOS, et al. (organizadores). Tratado de saúde coletiva. 2ª Ed. São Paulo, Rio de Janeiro: Hucitec – Ed. Fiocruz, 2012, 871 p CARNEIRO, Luiz Augusto Ferreira. Promoção da Saúde. São Paulo: Midiograf, 2016. 216 p. PAIM, Jairnilson Silva; PAIM, Jairnilson Silva; ALMEIDA FILHO, Naomar de (Org.). Saúde coletiva: teoria e prática. Rio de Janeiro: MedBook, 2014. xvi, 695 p. CARVALHO, Sergio Resende. Saúde coletiva e promoção da saúde: sujeito e mudança. 3 ed. São Paulo: Hucitec, 2013. 174 p. .MENDES, Eugênio Vilaça. O cuidado das condições crônicas na atenção primária à saúde: o imperativo da consolidação da Estratégia da Saúde da Família. Brasília: Organização Pan-Americana da Saúde, 2012. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/cuidado_condicoes_atencao_primaria_saude.pdf 6 MENDES, E. V. As Redes de Atenção à Saúde. Brasília: Organização Pan-Americana da Saúde, 2011. Disponível em: http://www.saude.sp.gov.br/resources/ses/perfil/gestor/documentos-de-planejamento-emsaude/elaboracao-do-plano-estadual-de- saude-2010-2015/textos-deapoios/redes_de_atencao_mendes_2.pdf . 202 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BIANCHI, P.C.; MALFITANO, A.P. Território e comunidade na terapia ocupacional brasileira: uma revisão conceitual. Cadernos Brasileiros de Terapia Ocupacional [online]. 2020, v. 28, n. 2 , pp. 621-639. Disponível em: . BRASIL. Lei 8080 de, de 19 de setembro de 1990. Dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dá outras providências. Disponível em: http://conselho.saude.gov.br/legislacao/lei8080_190990.htm BRASIL. Presidência da República. Lei n° 8.142, de 28 de dezembro de 1990. Dispõe sobre a participação da comunidade na gestão do Sistema Único de Saúde (SUS) e sobre as transferências intergovernamentais de recursos financeiros na área da saúde e dá outras providências. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8142.htm LOBATO, A. S.; COSTA, E.F.; SAMPAIO, E.; OLIVEIRA, L.S.M.; ROCHA, M.L.C. A atuação da terapia ocupacional na atenção básica de saúde: uma revisão integrativa da literatura. Saúde em Foco: Temas Contemporâneos - Volume 1. DOI: 10.37885/200700776. Disponivel em: https://downloads.editoracientifica.org/articles/200700776.pdf OLIVER, F.C. et al. Reabilitação no território: construindo a participação na vida social. Rev. Ter. Ocup. Univ. São Paulo, v. 12, n.1/3, p. 15-22, 2001. SILVA CABRAL, L. R; BREGALDA, M. M. A atuação da terapia ocupacional na atenção básica à saúde: uma revisão de literatura/The performance of occupational therapy in primary health care: a literature review. Cadernos Brasileiros De Terapia Ocupacional, 25(1), 179–189, 2017. https://doi.org/10.4322/0104-4931.ctoAR0763 SILVA, R. A. S; OLIVER, F. C. A interface das práticas de terapeutas ocupacionais com os atributos da atenção primária à saúde. Cadernos Brasileiros de Terapia Ocupacional. 28(3), 784- 808, 2020. Disponível em: https://doi.org/10.4322/2526- 8910.ctoAO2029 DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Terapia Ocupacional Curso de Terapia Ocupacional ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 203 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) 0.i 0.ii0.iii X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Global Período Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Terapia Ocupacional na Saúde do 30 30 3 60 6º TO 159 Trabalhador CR266- Disfunções ortopédicas e musculoesqueléticas MS417- Introdução à Saúde Pública NP315- Fundamentos da Atenção em Saúde Mental TO128- Análise de Atividades Pré-requisitos e Recursos Terapêuticos 1 Co-Requisitos Requisitos C.H. TO129- Cinesiologia e biomecânica para Terapia Ocupacional TO136- Análise de Atividades e Recursos Terapêuticos 2 TO137- Tecnologia Assistiva e Acessibilidade 204 EMENTA Estuda a relação entre trabalho e o processo saúde-doença, a partir da compreensão dos aspectos conceituais e históricos; aborda a intervenção da terapia ocupacional nas situações de riscos e agravos a saúde dos trabalhadores, nas perspectivas da promoção, prevenção, assistência e reabilitação profissional, nos diversos contextos de intervenção. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO - Evolução da Organização do Trabalho da Revolução Industrial à atualidade. Psicodinâmica do Trabalho no estudo das organizações de trabalho. - História da Terapia Ocupacional no campo da Saúde do Trabalhador e interdisciplinaridade. Resoluções do COFFITO e Declaração da WFOT sobre a prática do Terapeuta Ocupacional no campo do Trabalho. - Políticas Públicas de Atenção à Saúde do Trabalhador. Terapia Ocupacional no CEREST. - Reabilitação Profissional no Brasil. Terapia Ocupacional no INSS. - Inclusão de Pessoas com Deficiência no Trabalho e Reinserção profissional. - Riscos advindos dos processos e ambientes de trabalho. Principais agravos relacionados ao trabalho. Legislação Trabalhista (NR). - Fundamentos da Ergonomia. Norma Regulamentadora NR-17. - Método de Análise Ergonômica do Trabalho - AET/ Instrumentação para Análise de Posto de Trabalho/Visitas para análise de postos de trabalho. - Terapia Ocupacional em diversos contextos de intervenção - experiências profissionais. - Processo de avaliação e intervenção da Terapia Ocupacional no campo do Trabalho (métodos, técnicas e ferramentas de avaliação/ Programa de intervenção, desenvolvimento e aplicação de estratégias). BIBLIOGRAFIA BÁSICA CAVALCANTI, A.; GALVÃO, C. Terapia Ocupacional: Fundamentação & Prática. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. GRANDJEAN, E.; KROEMER, K. H. E. Manual de ergonomia: Adaptando o Trabalho ao Homem. 5.ed. Porto Alegre: Bookman, 2005. LANCMAN, S. Saúde, Trabalho e Terapia Ocupacional. 1. Ed. São Paulo: Roca, 2004. 215 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRASIL. Lei Nº 13.146, de 6 de julho de 2015. Disponível em http //www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2015/Lei/L13146.htm . Ministério da Saúde. Portaria nº 1.823, de 23 de agosto de 2012. Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 24 ago. 2012. Seção I, p. 46-51. Disponível em http //bvsms.saude.gov. br/bvs/saudelegis/gm/2012/ prt1823_23_08_2012.html . Portaria Interministerial nº 800 de 3 de maio de 2005. Disponível em www.planalto.gov.br . Ministério da Saúde. Portaria nº 3.908/GM, de 30 de outubro de 1998. Disponível em www.planalto.gov.br - . Portaria n.º 2.728/GM, de 11 de novembro de 2009. Disponível em www.planalto.gov.br . Lei no 8.213, de 24 de julho de 1991. Disponível em www.planalto.gov.br . Doenças relacionadas ao trabalho manual de procedimentos para os serviços de saúde. Brasília O Ministério, 2001. COFFITO. RESOLUÇÃO Nº 459, DE 20 DE NOVEMBRO DE 2015. Dispõe sobre as competências do terapeuta ocupacional na Saúde do Trabalhador, atuando em programas de estratégias inclusivas, de prevenção, proteção e recuperação da saúde. Disponível em https //www.coffito.gov.br/nsite/?p=3220 . DE CARLO, M. M. R. do P.; BARTALOTTI, C. C. (Orgs.). Terapia ocupacional no Brasil: fundamentos e perspectivas. 3. ed. São Paulo Plexus, 2001. DEJOURS et al. Psicodinâmica do Trabalho contribuições da Escola Dejouriana à análise da relação prazer , sofrimento e trabalho. São Paulo Ed. Atlas, 2009. 205 IIDA, I. Ergonomia projeto e produção. 2. ed. São Paulo Edgard Blücher, 2005. MENDES, R. Patologia do trabalho. 3ed. São Paulo Atheneu. 2013. ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE; ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DE SAÚDE. CIF: Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde. 1. ed. São Paulo: EDUSP, 2020. 325 p. SANTOS, N. dos; FIALHO, F. A. P. Manual de análise ergonômica no trabalho. 2. ed. Curitiba Gênesis, 1997. Segurança e Medicina do Trabalho. 6. ed. São Paulo Saraiva, 2010. SIMONELLI, A. P.; RODRIGUES, D.S., (Orgs.). Saúde e Trabalho em Debate velhas questões, novas perspectivas. Brasília Paralelo 15; 2013. PREVIDÊNCIA SOCIAL. INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL. Manual Técnico de Atendimento na Área de Reabilitação Profissional. Diretoria de Benefícios por Incapacidade. 3. ed. Brasília. Previdência. Social, 2011. LANCMAN, S.; GHIRARDI, M. I. G. Pensando novas práticas em terapia ocupacional, saúde e trabalho. Revista de Terapia Ocupacional da Universidade de São Paulo, v. 13, n. 2, p. 44-50, 2002. RADOMSKI, M. V.; LATHAM, C. A; Trombly (Ed.). Terapia Ocupacional para disfunções físicas. 6. ed. São Paulo: Santos, 2013. 1431 p. SANTOS, E. D; RODRIGUES, K. V. S; PANTOJA, A. M. Atividades grupais e saúde do trabalhador uma análise terapêutica ocupacional. Caderno de Terapia Ocupacional, UFSCar. São Carlos, v. 23, n. 4, p. 879-888, 2015. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 206 SÉTIMO PERÍODO/ SEMESTRE UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) Disciplina Estágio X Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão 0.ivSTATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO 207 DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Global Período Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática TO 154 Estágio Supervisionado em Terapia 15 420 15 435 7º. Ocupacional 1 TO149-Terapia Ocupacional e envelhecimento 2; TO159- Terapia Ocupacional na saúde do trabalhador; TO150-Terapia Ocupacional na idade adulta; Pré-requisitos TO147-Seminários de pesquisa Co-Requisitos Requisitos C.H. em Terapia Ocupacional; TO146- Terapia Ocupacional Social 1;TO145-Terapia Ocupacional na Saúde Mental 2; GN215- Genética Humana 1 EMENTA Oportuniza vivência e reflexão do estudante em relação a prática profissional do Terapeuta Ocupacional nos vários aspectos e campos de atuação, sob orientação direta do preceptor e supervisão sistemática de docentes. Observação, planejamento e execução e intervenção terapêutica ocupacional. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Orientação e planejamento para entrada no campo de estágio - Rotinas da instituição; do serviço e da equipe - Contato inicial; avaliação; planejamento e execução do programa terapêutico e reavaliação do caso - Aspectos éticos da prática em saúde em particular do terapeuta ocupacional - Seminário e estudo de caso - Relatório de avaliação de Estágio. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. CAVALCANTI, Alessandra; GALVÃO, Cláudia. Terapia Ocupacional. Fundamentação e Prática. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. Capítulo 1. 2.HAGEDORN, R. Ferramentas para a prática em Terapia Ocupacional: uma abordagem estruturada aos conhecimentos e processos centrais. São Paulo: Roca, 2007. 3.KULCSAR, R. O Estágio Supervisionado como Atividade Integradora. In PICONEZ, S. C. B. (org.) A Prática de Ensino e o Estágio Supervisionado. 2ª edição. Campinas, SP: Papirus, 1994. 4.DE CARLO, M. M. R. P.; LUZO, M. C. M. (Orgs.). Terapia Ocupacional – reabilitação física e contextos hospitalares. São Paulo: Roca, 2004. 323p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 208 1. NEISTADT, M.; CREPEAU, E. Willards e Spackman: Terapia Ocupacional. 9ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. Capítulos 1 e 2. 2. DE CARLO, Maryrsia M.R.Prado; BARTALOTTI, Celina C. Terapia Ocupacional no Brasil. Fundamento e perspectivas. São Paulo: Plexus, 2001. Capítulos 1 e 2 3. OLIVEIRA, M. M. de. Como fazer projetos, relatórios, monografias, dissertações e teses. Rio de Janeiro; Impetus; 2003. 190 p. 4.SUMSION, T. Pratica baseada no cliente na terapia ocupacional: guia para implementação. Traduzido por Vagner Raso. São Paulo: Roca, 2003. 5.DRUMMOND, Adriana F.; REZENDE, Marcia B. Intervenções Da Terapia Ocupacional. Belo Horizonte: UFMG, 2008. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Departamento de Terapia Ocupacional Curso de Terapia Ocupacional ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 209 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Carga Horária Nº. de Global Período Código Nome Créditos Teórica Prática TO 157 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE 15 - 1 15 7º CURSO 1 TO147 - Seminários de Requisitos Pré-requisitos pesquisa em Terapia Co-Requisitos Ocupacional C.H. EMENTA Desenvolvimento da primeira etapa do projeto de pesquisa, elaborado na disciplina Seminários de Pesquisa em Terapia Ocupacional, culminando com a apresentação do referencial teórico utilizado no mesmo, conforme regulamentação definida pelo Colegiado do Curso com orientação docente em todas as etapas. 210 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 Necessidades comuns na elaboração do projeto de TCC. 2 Normatização do Curso, etapas da redação e produtos da disciplina. Documentos de preeenchimento Obrigatório 3 Registros de leitura e fichamento de texto 4 Modelo de projeto (sessões mínimas) e documentos obrigatórios para o Curso e para o Comitê de Ética em Pesquisa. 5 Softwares de gerenciamento de referências bibliográficas 6 Esquema para o marco teórico e objetivos. 7 Etapas do Método e desdobramentos para o desenvolvimento da pesquisa. 8 Pesquisa. Critérios de Inclusão e Exclusão. 9 Armazenamento e análise de dados. 10 Cronograma e Orçamento. Anexos e Apêndices. 11 Apresentação e orientações para defesa de projeto. 12 Parecer docente, ajustes e defesa do projeto de pesquisa para elaboração do Artigo-TCC BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1 ALMEIDA, Mario de Souza. Elaboração de Projeto, TCC, Dissertação e Tese. Uma Abordagem Simples, Prática e Objetiva. São Paulo Atlas, 2011. [Disponível na Biblioteca do CCS] 2 GIL, A. C. Métodos e técnicas de pesquisa social. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2008. [Disponível em:> https://drive.google.com/file/d/1yjNDGMqPr-NPdHMOlCuq1k_tqzlbjHz9/view] 3 MINAYO, Maria Cecilia de Souza. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. 14 ed. São Paulo: Hucitec, 2014. 407 p. [Disponível na Biblioteca do CCS] BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1 FLICK, U. Introdução à metodologia de pesquisa: um guia para iniciantes. Porto Alegre: Penso, 2013. Disponível em: https://www.ets.ufpb.br/pdf/2013/2%20Metodos%20quantitat%20e%20qualitat%20- %20IFES/Bauman,%20Bourdieu,%20Elias/Livros%20de%20Metodologia/Flick%20-%20Introducao %20%C3%A0%20Metodologia%20da%20Pesquisa.pdf. 2 PRODANOV, C. C.; FREITAS, E. C. de. Metodologia do trabalho científico: métodos e técnicas da pesquisa e do trabalho acadêmico. 2. ed. Novo Hamburgo: Feevale, 2013. Disponível em: http://www.feevale.br/Comum/midias/8807f05a-14d0-4d5b-b1ad-1538f3aef538/E-book%20Metodologia%20do %20Trabalho%20Cientifico.pdf 3 MAZUCATO, Thiago (Org.). Metodologia da pesquisa e do trabalho científico. Penápolis: FUNEPE, 2018. Disponível em: http://funepe.edu.br/arquivos/publicacoes/metodologia-pesquisa-trabalho-cientifico.pdf 4 PEREIRA, Adriana Soares. Metodologia da pesquisa científica. Santa Maria, RS: UFSM, 2018. Disponível em: https://repositorio.ufsm.br/bitstream/handle/1/15824/Lic_Computacao_Metodologia-Pesquisa-Cientifica.pdf? sequence=1 5.LAKATOS, E.M.; MARCONI, MA. Fundamentos de metodologia científica. São Paulo Atlas, 2010. . [Disponível na Biblioteca do CCS] DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Terapia Ocupacional ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 211 OITAVO PERÍODO/ SEMESTRE UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) Disciplina Estágio X Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão 0.vSTATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Global Período Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Estágio Supervisionado em Terapia 15 420 15 435 8º. TO 155 Ocupacional 2 TO154-Estágio Pré-requisitos Supervisionado em Terapia Co-Requisitos Requisitos C.H. Ocupacional 1 EMENTA Oportuniza vivência e reflexão do estudante em relação a prática profissional do Terapeuta Ocupacional nos vários aspectos em um campo de atuação, sob orientação direta do preceptor e supervisão sistemática de docentes. Observação, planejamento e execução e intervenção terapêutica ocupacional em campo diferente do Estágio Supervisionado 1. 212 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Orientação e planejamento para entrada no campo de estágio - Rotinas da instituição; do serviço e da equipe - Contato inicial; avaliação; planejamento e execução do programa terapêutico e reavaliação do caso - Aspectos éticos da prática em saúde em particular do terapeuta ocupacional - Seminário e estudo de caso - Relatório de avaliação de Estágio. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. CAVALCANTI, A.; GALVÃO, C. Terapia Ocupacional: fundamentação e prática. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan, 2007. 531p. 2. CUNHA, G. H. L. (Tradução) Estrutura da Prática: Domínio e Processo. American Journal of Occupational Therapy. Nov/Dez, 2002, v. 56. n. 6. p. 609-633. 3. DE CARLO, Marysia M. R. Prado; BARTALOTTI, Celina C. (org). Terapia Ocupacional no Brasil. Fundamentos e perspectiva. São Paulo: Plexus, 2001. 4. HAGEDORN, R. Fundamentos para a prática em Terapia Ocupacional. São Paulo: Roca, 2003. 5. 5. KULCSAR, R. O Estágio Supervisionado como Atividade Integradora. In PICONEZ, S. C. B. (org.) A Prática de Ensino e o Estágio Supervisionado. 2ª edição. Campinas, SP: Papirus, 1994. 6. 6. NEISTADT, M.; CREPEAU, E. Willards e Spackman: Terapia Ocupacional. 9ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. 859p. 7. SUMSION, T. Pratica baseada no cliente na terapia ocupacional: guia para implementação. Traduzido por Vagner Raso. São Paulo: Roca, 2003. 8. TROMBLY, C. Terapia Ocupacional para disfunção física. 3ª ed. São Paulo: Santos, 2005 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. DE CARLO, M. M. R. P.; LUZO, M. C. M. (orgs). Terapia Ocupacional. Reabilitação física e contextos hospitalares. São Paulo: Roca, 2004. 323p. 2. DRUMMOND, Adriana F.; REZENDE, Marcia B. Intervenções Da Terapia Ocupacional. Belo Horizonte: UFMG, 2008 3. GRIEVE, J. Neuropsicologia para Terapeutas Ocupacionais: exame da percepção e da cognição. 2ª ed. São Paulo: Santos, 2005. 165 p. 4. OLIVEIRA, M. M. de. Como fazer projetos, relatórios, monografias, dissertações e teses. Rio de Janeiro; Impetus; 2003. 190 p. 5. PEDRETTI, L. W.; EARLY, M. B. Terapia Ocupacional – capacidades práticas para as disfunções físicas. 5ª ed. São Paulo: Roca, 2005. 1092 p. 6. TEIXEIRA, E. et al. Terapia Ocupacional na reabilitação física. São Paulo: Roca, 2003. 571 p DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 213 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão 0.vi 0.viiSTATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) 0.viii 0.ix 0.x 0.xi X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Carga Horária Nº. de Global Período Código Nome Créditos Teórica Prática TO 158 Trabalho de Conclusão de Curso 2 15 1 15 8º TO 157-Trabalho de Requisitos Pré-requisitos Conclusão de Curso 1 Co-Requisitos C.H. EMENTA Desenvolvimento do projeto de pesquisa elaborado na disciplina seminário de pesquisa em terapia ocupacional e iniciado na disciplina Trabalho de Conclusão de Curso 1, culminando com a redação e apresentação escrita e oral do trabalho de conclusão de curso, conforme regulamentação definida pelo colegiado do curso. Orientação docente em todas as etapas 214 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Necessidades e redimensionamento do projeto de pesquisa para elaboração do Artigo-TCC. 1 Normatização do Curso, etapas da redação e produtos da disciplina. 2 Estratégias para busca bibliográfica e de armazenamento de material de leitura e de referências. 3 Aspectos para escolha da revista que guia a redação do artigo 4 Delimitação da introdução e objetivo do artigo-TCC. 5 Armazenamento e organização do Banco de Dados. 6 Planejamento para Análise de dados de pesquisa. 7 Escrita acadêmica. Como evitar os principais equívocos e plágio. 8 Análise e Discussão dos resultados. 9 Como redigir as considerações finais, limitações e recomendações do estudo. 10 Formatação para impressão seguindo as normas do curso e da revista escolhida. 11 Orientação e critérios para Formação de Banca 12 Como responder ao parecer e como defender o artigo em sessão de apresentação pública BIBLIOGRAFIA BÁSICA ARAGÃO, José Wellington Marinho de. Metodologia Científica. [recurso eletrônico] / José Wellington Marinho de Aragão, Maria Adelina Hayne Mendes Neta. - Salvador: UFBA, Faculdade de Educação, Superintendência de Educação a Distância, 2017. 51 p.: il. Disponível em: https://educapes.capes.gov.br/bitstream/capes/174996/2/eBook_Metodologia_Cientifica- Especializacao_em_Producao_de_Midias_para_Educacao_Online_UFBA.pdf BICAS, Harley E. A; RODRIGUES, Maria de Lourdes Veronese (Ed). Metodologia científica. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, Cultura Médica, 2013. xiv, 230 p GERHARDT, Tatiana Engel; SILVEIRA, Denise Tolfo (Org.). Métodos de pesquisa. Universidade Aberta do Brasil – UAB/UFRGS e pelo Curso de Graduação Tecnológica – Planejamento e Gestão para o Desenvolvimento Rural da SEAD/UFRGS. – Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2009. 120 p. Disponível em http://www.ufrgs.br/cursopgdr/downloadsSerie/derad005.pdf LAKATOS, E.M.; MARCONI, MA. Fundamentos de metodologia científica. São Paulo Atlas, 2010. . [Disponível na Biblioteca do CCS] MINAYO, Maria Cecilia de Souza. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. 14 ed. São Paulo: Hucitec, 2014. 407 p. [Disponível na Biblioteca do CCS] SILVA, Airton Marques da. Metodologia da pesquisa. 2.ed. rev. – Fortaleza, CE: EDUECE, 2015. Disponível em: https://educapes.capes.gov.br/bitstream/capes/432206/2/Livro_Metodologia%20da%20Pesquisa%20-%20Comum%20a%20todos %20os%20cursos.pdf BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR PEREIRA MG. Preparo para a redação do artigo científico. Epidemiol e Serviços Saúde [Internet]. 2012 Sep;21(3):515–6. Disponivel em: http://scielo.iec.pa.gov.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1679- 49742012000300017&lng=en&nrm=iso&tlng=em PEREIRA MG. A introdução de um artigo científico. Epidemiol e Serviços Saúde [Internet]. 2012 Dec;21(4):675–6. Disponivel em: http://scielo.iec.pa.gov.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1679-49742012000400017&lng=en&nrm=iso&tlng=en PEREIRA MG. A seção de discussão de um artigo científico. Epidemiol e Serviços Saúde [Internet]. 2013 Sep;22(3):537–8. Disponivel em: http://scielo.iec.pa.gov.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1679- 49742013000300020&lng=en&nrm=iso&tlng=em PEREIRA MG. O resumo de um artigo científico. Epidemiol e Serviços Saúde [Internet]. 2013 Dec;22(4):707–8. Disponivel em: http://scielo.iec.pa.gov.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1679-49742013000400017&lng=en&nrm=iso&tlng=em DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 215 PROGRAMA DOS COMPONENTES CURRICULARES ELETIVOS UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO X DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Global Período Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática TO 140 CUIDADOS PALIATIVOS 30 - 02 30 5º. Pré-requisitos ------ Co-Requisitos -------------- Requisitos C.H. ------ EMENTA Estudo dos principais aspectos dos cuidados paliativos e sua aplicabilidade ao cuidar de crianças/adolescentes, adultos e idosos no contexto da vida cotidiana. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 216 Morte, História e Cultura Histórico e Filosofia dos cuidados paliativos no Brasil Princípios básicos: Conceito e importância Alívio da dor e outros sintomas físicos Morte: processo natural Aspectos psicossociais e espirituais Doenças ameaçadoras da vida (doenças oncológicas, crônicas, neurológicos, entre outros) Cuidados paliativos à criança, ao adolescente , ao adulto e ao idoso O paciente, a equipe de saúde e o cuidador Tratamento de suporte (Preparando para a morte, luto e trabalho em equipe) BIBLIOGRAFIA BÁSICA KLUBER-ROSS, E. Sobre a morte e o morrer. Editora Martins Fontes, 9ª. Edição, 2008. Pessini, L. BERTACHINI, L. Humanização e cuidados paliativos. Editora Loyola, 2ª edição, 2004. DE CARLO, M. R. QUEIROZ, M. E. G. De. Dor e cuidados paliativos – Terapia Ocupacional e Interdisciplinaridade. Editora Roca, 1ª. Edição, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR SANTOS, F. S. Cuidados Paliativos: Discutindo a vida, a morte e o morrer. Editora Atheneu, 1ª edição, 2009. JUVER, J; SALTZ, E. Cuidados Paliativos em Oncologia. Editora Senac, 1ª edição, 2008. BIFULCO, V.A.; CAPONERO, R. Cuidados Paliativos. Conversas sobre a Vida e a Morte na Saúde. Barueri (SP): Editora Manole, 2016. D'ASSUMPÇAO, E.A. Sobre o Viver e o Morrer - Manual de Tanatologia. Editora Vozes, 2010. KOVÁCS, M.J. (1992)- Morte e desenvolvimento humano. São Paulo, Casa do Psicólogo. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Departamento de Terapia Ocupacional Curso de Terapia Ocupacional ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 217 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ- REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO ELETIVO X OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Total Período Teórica Prática FN110 LIBRAS BÁSICA APLICADA À SAÚDE 30 - 02 30 - Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Estudo das Línguas de Sinais relacionadas aos aspectos socioantropológicos e culturais da acessibilidade comunicacional, aplicadas à área da saúde. Estudos linguísticos da Língua Brasileira de Sinais: aspectos fonológicos, morfológicos, semânticos, sintáticos e pragmáticos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Conceitos de cultura e identidade em grupos minoritários.Etnocentria, normocentria e sociedade inclusiva. Língua e suas modalidades. Acessibilidade comunicacional na sociedade e na área da saúde. Língua Brasileira de Sinais (Libras) sob o enfoque linguístico: aspectos fonológicos, morfológicos, semânticos, sintáticos e pragmáticos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CAPOVILLA, F.; RAPHAEL, V. Dicionário enciclopédico ilustrado trilíngüe – Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS. (vol. I e II). São Paulo: EDUSP, 2001. CRIPPS, Jody H.; McBRIDE, Kara A.; FORSTER, Kenneth I.Lexical Processing with Deaf and Hearing: phonology and orthographic masked priming. Arizona Working Papers in SLAT – Vol. 12. 2007. p. 31-44 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DI DONATO, Adriana. A visualidade no letramento e seu aperfeiçoamento em produções textuais por aprendizes surdos. Encontro Nacional de Letramento – João Pessoa: ENALEF/UFPB, 2008 (a), pp.01-12. McCULLOUGH, S; EMMOREY, Karen; SERENO, M. Neural organization for recognition of grammatical and emotional facial expressions in deaf ASL signers and hearing nonsigners. Cognitive Brain Research 22, 2005. p 193–203. QUADROS, Ronice M.; KARNOPP, Lodenir B. Língua Brasileira de Sinais: estudos lingüísticos. Porto Alegre:Artmed, 2004. ; VASCONCELLOS, MLB. Questões Teóricas das Pesquisas em Línguas de Sinais. 9o TheoreTical issues in sign language research conference Florianópolis, Brasil, Dezembro Ed. Arara Azul. 2006, p. 201-203. ROCHA, A.F; ROCHA, M.T. O Cérebro na Escola. Jundiaí: EINA, 2000. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO DE TERAPIA OCUPACIONAL 218 FONOAUDIOLOGIA ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 219 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Prática de Ensino Atividade complementar Módulo Monografia Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Carga Horária Semanal Nº. de Global Período Código Nome Créditos Teórica Prática TO 153 Terapia Ocupacional Social 2 15 30 2 45 TO-146 Terapia Requisitos Pré-requisitos Ocupacional Social 1 Co-Requisitos C.H. EMENTA 220 História da Terapia Ocupacional Social. Aspectos conceituais da Terapia Ocupacional Social. Políticas Sociais. Aspectos históricos da assistência social no Brasil. LOAS/SUAS. Movimentos sociais no Brasil. Populações em processo de ruptura das redes de suporte social. Saberes e fazeres: a perspectiva dos sujeitos. O espaço urbano. Experiências de terapia ocupacional social. Aspectos metodológicos para a pesquisa e ações no campo social. 221 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Política Nacional de Assistência Social Terapia Ocupacional no campo social no Brasil: processo histórico de constituição Perspectiva da Justiça Ocupacional Processos de vulnerabilização e desfiliação social. Populações em processo de ruptura das redes sociais de suporte: olhar da Terapia ocupacional. Concepções teóricas que fundamentam a TO no campo social no cenário brasileiro Experiências nacionais da Terapia Ocupacional no campo social Introdução à construção de projetos de intervenção no campo social Experiências internacionais da terapia ocupacional com grupos em situação de vulnerabilidade social. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FREIRE, P. Educação como prática da liberdade. 45ª ed. São Paulo: Paz e Terra, 1984 BARROS, DD; LOPES, RE; GALHEIGO, SM. Terapia ocupacional social: concepções e perspectivas. CAVALCANTI, A; GALVÃO, C. Terapia Ocupacional: fundamentação e prática. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007, p. 347-353 GALHEIGO, SM. O social: idas e vindas de um campo de ação da Terapia Ocupacional. In: PADUA, EMM, MAGALHAES, LV. Terapia Ocupacional: teoria e prática. São Paulo: Papirus, 2005, p.115-144 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR KRONENBERG, F; ALGADO, SS; POLLARD, N. Occupational Therapy without borders: learning from the spirit of survivors. Edinburg: Elsevier, 2005 KRONENBERG, F; POLLARD, N; SAKELLARIOU, D. Occupational therapy without borders: towards an ecology of occupation-based practices. Edinburg: Elsevier, 2011. BRASIL. Política Nacional de Assistência Social. Brasília: Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à fome, 2004. BARROS, DD; GHIRARDI, MIG; LOPES, RE. Terapia Ocupacional social. Revista de Terapia Ocupacional da USP v. 13, n. 3, 2002, p. 95-103 BARROS, DD; GHIRARDI, MIG; LOPES, RE. Terapia Ocupacional social. Revista de Terapia Ocupacional da USP v. 13, n. 3, 2002, p. 95-103 FREIRE, P. Pedagogia do Oprimido. 36ª ed. São Paulo: Paz e Terra, 1987 BARROS, DD; GHIRARDI, MIG; LOPES, RE. Terapia Ocupacional e sociedade. Revista de Terapia Ocupacional da USP v. 10, n. 2/3, 1999, p. 69-74 BARROS, DD. Terapia Ocupacional social: o caminho se faz ao caminhar. Revista de Terapia Ocupacional da USP v. 15, n. 3, 2004, 90-97 GALHEIGO, SM. Occupational therapy and the social field: clarifying concepts and ideas. In: KRONENBERG, F; ALGADO, SS; POLLARD, N. Occupational Therapy without borders: learning from the spirit of survivors FISCHER, GS; HOTCHKISS, A. Um modelo de Empoderamento Ocupacional para Populações Marginalizadas em Ambientes Comunitários. Occupational Therapy in Health Care. 22 (1), 2008, pg. 55-71 (Tradução: Daniela Tavares Gontijo) 222 AOTA. Occupational Therapy services for individuals who have experienced domestic violence.The American Association of Occupational Therapy, 2006 DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Terapia Ocupacional ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 223 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO x DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Total Período Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática IN 816 RELAÇÕES RACIAIS 60 _ 4 60 Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Analisar as condições sócio-histórica bem como as formações discursivas que têm posicionado a população negra em condições de subalternidade em relação à branca no contexto internacional e brasileiro. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 Negritude, racismo e as condições da populações negras na diáspora. 2 Relações raciais no contexto brasileiro 2.a Democracia racial. 2.b Projeto UNESCO e a condição da população negra. 3 Raça e classe na década de 1970 no Brasil. 4 Movimentos de afirmação de identidade negra, processos políticos e novas subjetividades. 5Políticas de reconhecimento, ações reparatórias e compensatórias 224 BIBLIOGRAFIA BÁSICA BASTIDE, Roger e FERNANDES, Florestan (1955). Relações raciais entre negros e brancos em São Paulo: ensaio sociológico sobre as origens, as manifestações e os efeitos do preconceito de cor no município de São Paulo: Anhembi. CARVALHO, José Jorge de (2006), Inclusão Étnica e racial no Brasil: a questão das cotas no ensino superior. São Paulo: Attar Editorial. CASHMORE, Ellis (2000). Dicionário de relações étnicas e raciais. São Paulo: Selo Negro. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FANON, Frantz (2008). Pele negra, máscaras brancas. Salvador: UDUFBA. FREYRE, Gilberto (2006). Casa grande & senzala: formação brasileira sob o regime da economia patriarcal. São Paulo: Global. GOMES, Nilma Lino (2006). Sem perder a raiz: corpo e cabelo como símbolos da identidade negra. Belo Horizonte: Autêntica. GUIMARÃES, Antonio Sergio Alfredo (2005). Racismo e Anti-Racismo no Brasil. Editora 34: São Paulo. HASENBALG, Carlos (2005). Discriminação e desigualdades raciais no Brasil. Belo Horizonte: Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro. MOEHLECKE, Sabrina. Ação afirmativa no ensino superior: entre a excelência e a justiça racial. Educ. Soc. [online]. 2004, vol.25, n.88, PP. 757-776. ISSN 0101-7330. MOUTINHO, Laura (2004). Razão, cor e desejo. São Paulo: UNESP. MUNANGA, Kabengele (2004). Redescutindo a mestiçagem no Brasil: identidade nacional versus identidade negra. Belo Horizonte: Autêntica. SANTOS, Gislene Aparecida dos (2005). A invenção do ser negro: um percurso das idéias que naturalizaram a inferioridade dos negros. São Paulo: Educ/FAPESP; Rio de Janeiro: Pallas. SANTOS, Givanilda; Silva, Maria Palmira. Racismo no Brasil: percepções da discriminação e do preconceito racial no século XXI. São Paulo: Editora Fundação Perseu Abramo. SCWARCZ, Lilia Moritz (1993). O Espetáculo das raças: cientistas, instituições e questão racial no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras. VALENTE, Ana Lúcia. Ação afirmativa, relações raciais e educação básica. Ver. Bras. Educ. [online]. 2005, n.28, PP 62-76. ISSN 1413-2478. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO INTTERDISCIPLINAR ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 225 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Total Período Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática LE 716 Introdução à Libras 60 - 4 60 Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 226 BIBLIOGRAFIA BÁSICA 227 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Letras Terapia Ocupacional ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 228 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO X DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Global Período Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática TO 164 Terapia Ocupacional e Pedagogia 45 - 3 45 Paulo Freire: construindo possibilidades para e na práxis humanizadora Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Compreensão das contribuições do referencial teórico-metodológico de Paulo Freire para a construção de práticas e produção do conhecimento em Terapia Ocupacional. Fundamentos e princípios do pensamento freireano que norteiam a construção da práxis humanizadora em Terapia Ocupacional. Paulo Freire e as Terapias Ocupacionais do Sul. Vivências práticas e na produção do conhecimento em Terapia Ocupacional subsidiadas pelo referencial freireano. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 229 Perspectivas críticas em terapia ocupacional: características gerais Terapias ocupacionais do Sul Paulo Freire : conhecendo o homem e sua obra Fundamentos do pensamento freireano e conexões com a Terapia Ocupacional : Pedagogia do Oprimido e Pedagogia da Autonomia Paulo Freire e Terapia Ocupacional : diálogos construídos na literatura A construção de propostas de intervenções em terapia ocupacional subsidiadas pelo referencial Freireano BIBLIOGRAFIA BÁSICA FREIRE, P. Pedagogia do Oprimido. 50a. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2011a. FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 2011b. FREIRE, P. Educação e mudança. São Paulo : Paz e Terra, 2011b BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GALHEIGO, S. M. et al. Produção de conhecimento, perspectivas e referências teórico-práticas na terapia ocupacional brasileira: marcos e tendências em uma linha do tempo. Cad. Bras. Ter. Ocup., v. 26, n. 4, p. 723–738, 2018. GALHEIGO, S. M. Terapia ocupacional, cotidiano e a tessitura da vida: aportes teórico-conceituais para a construção de perspectivas críticas e emancipatórias. Cadernos Brasileiros de Terapia Ocupacional, v. 28, n. 1, p. 5–25, 2020. GONTIJO, D. T.; SANTIAGO, M. E. Terapia Ocupacional e Pedagogia Paulo Freire: configurações do encontro na produção ciZentífica nacional. Reflexão e Ação, v. 26, n. 1, p. 132–148, 2018. GONTIJO, D. T.; SANTIAGO, M. E. Autonomia e Terapia Ocupacional: reflexões à luz do referencial de Paulo Freire. Rev. Interinst. 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DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Terapia Ocupacional ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 231 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Global Período Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática AN242 Morte e Morrer 45 3 45 Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Estudo e discussão do processo da morte e do morrer nas questões que envolvem a finitude humana, o luto e as diversas perdas ao longo da existência. 232 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Conceitos teóricos e estudos sobre a morte e o morrer; 2. A morte no processo do desenvolvimento humano. 3. Percepção da morte em crianças, adolescentes, adultos e idosos; 4. Perdas, separação, morte. O luto como processo de elaboração das perdas; 5. Reflexões sobre a morte e o morrer ao longo dos séculos no Ocidente e no Oriente; 6. Educação para a morte e para as diversas perdas; 7. Os profissionais diante da morte e o cuidado com a própria saúde; 8. As atitudes diante da morte e os estágios do processo de morre. O medo da morte; 9. Suicídio e comportamentos auto-destrutivos; 10. Aspectos bioéticos no processo de morrer: 11. Finitude humana e espiritualidade; 12. Viver bem, saúde preventiva e promoção da saúde: BIBLIOGRAFIA BÁSICA ARANTES, A.C.Q.; A morte é um dia que vale a pena viver: E um excelente motivo para se buscar um novo olhar para a vida. Rio de Janeiro (RJ): Editora Sextante, 2019. BIFULCO, V.A.; CAPONERO, R. Cuidados Paliativos. Conversas sobre a Vida e a Morte na Saúde. Barueri (SP): Editora Manole, 2016. D'ASSUMPÇAO, E.A. 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DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Terapia Ocupacional ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 233 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO X DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Global Período Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática SE 372 MOVIMENTOS SOCIAIS 60 4 60 CONTEMPORÂNEOS Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Análise dos principais movimentos sociais contemporâneos no Brasil, segundo diferentes perspectivas teóricas. 234 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Unidade I - Fundamentos teóricos para a compreensão dos movimentos sociais na atualidade. - Elementos constitutivos e categorias básicas para o entendimento da dinâmica dos movimentos sociais; - Matrizes teóricas para a interpretação dos movimentos sociais. Unidade II - Ações coletivas na contemporaneidade: cultura e política nos movimentos sociais - Movimentos sociais contra a nova ordem global; - Os Movimentos sociais e a politização da vida cotidiana; - As ONGs e a construção das redes de movimento. Unidade III - As novas expressões dos Movimentos Sociais em Pernambuco : um esforço de análise - As configurações dos movimentos sociais em Pernambuco na atualidade; Análise da prática dos movimentos sociais em Pernambuco BIBLIOGRAFIA BÁSICA CASTELLS. Manoel. O poder da identidade. São Paulo, Paz e Terra, 1999. SHERER-WARREN, Ilse. 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EMENTA A trajetória FDA política de atenção a criança e adolescente no Brasil, o Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA, e a política de atenção à infância e a juventude no Brasil. Os Conselhos de Direitos e Tutelares. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Apresentação do Programa-Conteúdo, metodologia e bibliografia. A trajetória da política de assistência e proteção à criança e ao adolescente no Brasil desde o final do século XIX até a década de 90 do século XX. Os programas de assistência social e de proteção da criança e do adolescente criados no Brasil a partir da década de 1990. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE, CONANDA, RECIFE, 1995. CARVALHO, José L. a urbanização e círculo vicioso da pobreza o caso da criança urbana no Brasil. RJ: IBRE, EPGE, 1979. DIRETRIZES NACIONAIS PARA A POLÍTICA DE ATENÇÃO INTEGRAL A INFÂNCIA E A ADOLESCÊNCIA.Brasília, CONANDA, 200-. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CHAHAD, José Paulo Z, CERVINI, Ruben. 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DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Terapia Ocupacional 237 ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 238 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO X DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Global Período Nº. de Código Nome Créditos Teórica Prática SE 381 Avaliação dos Programas Sociais 60 4 60 Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Tendências do debate sobre avaliação de políticas e programas sociais. Questões metodológicas na avaliação de processos e impactos. Avaliação participativa. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Abordagem histórica da avaliação de políticas e programas sociais. 2. Tendências atuais da avaliação de políticas sociais. 3. Instrumentais de pesquisa avaliativa de políticas sociais. 4. Métodos e técnicas de avaliação de políticas e programas sociais. 239 BIBLIOGRAFIA BÁSICA COHEN, Estado Avaliação de projetos, Petropólis, Vozes, 1993. COHEN, E. e FRANCO, R. (1999). Avaliação de Projetos Sociais. 3a edição. Petrópolis/RJ: VOZES. 312 p. RICO, Elizabeth Melo, (org.) Avaliação de Políticas Sociais: uma questão em debate, São paulo, Cortez, 1998. SULBRANDT, José. A avaliação de programas sociais: uma perspectiva crítica dos modelos usuais In KLIKSBERG (org.) Pobreza: uma questão inadiável, Brasília, Enap, 1994. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR AGUILAR, Maria José & ANDER-EGG, Ezequiel (1994). Avaliação de Serviços e Programas Sociais. Petrópolis, RJ: Ed. Vozes ARRETCHE, Marta Tereza da Silva (2001). Uma contribuição para fazermos avaliações menos ingênuas IN BARREIRA, M.C.R.N. e CARVALHO, M.C.B.(orgs). Tendências e perspectivas na avaliação de políticas e programas sociais. SP: Instituto de Estudos Especiais/PUC-SP. BAKER, Judy (2001). Avaliando o impacto de projetos em desenvolvimento voltados à pobreza IN BARREIRA, M.C.R.N. e CARVALHO, M.C.B.(orgs). Tendências e perspectivas na avaliação de políticas e programas sociais. SP: Instituto de Estudos Especiais/PUC-SP. BARREIRA, Maria Cecília R. N. (2001). Avaliação de programas sociais. São Paulo: Veras Editora. BARREIRA, M.C.R.N. e CARVALHO, M.C.B.(orgs). Tendências e perspectivas na avaliação de políticas e programas sociais. SP: Instituto de Estudos Especiais/PUC-SP. CARVALHO, Maria do Carmo Brant (2000). Avaliação de projetos sociais. IN ÁVILA, Célia M. de. Gestão de projetos sociais. São Paulo: AAPCS. CHIANCA, Thomaz, MARINO, Eduardo, SCHIESARI, Laura (2001). Desenvolvendo a cultura de avaliação em organizações da sociedade civil. São Paulo: Global. DRAIBE, Sonia Miriam (2002). Avaliação de implementação: esboço de uma metodologia de trabalho em políticas públicas IN BARREIRA, M.C.R.N. e CARVALHO, M.C.B.(orgs). Tendências e perspectivas na avaliação de políticas e programas sociais. SP: Instituto de Estudos Especiais/PUC-SP. GOMES, Maria de Fátima Cabral M. (2001). Avaliação de políticas sociais e cidadania: pela ultrapassagem do modelo funcionalista clássico IN SILVA, Maria Ozanira Silva e (org). Avaliação de políticas e programas sociais. Teoria e prática. São Paulo: Veras Editora HARTZ, Z. de A. (org.), 1997. Avaliação em saúde – dos modelos conceituais à prática na análise da implantação de programas. Rio de Janeiro: FIOCRUZ. SUBIRATS, Joan. Evaluacion de políticas de intervención social: un enfoque pluralista In Intercambio Social y desarrollo del bienestar, Madri, Consejo Superior de Investigações científicas, 1993. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Terapia Ocupacional ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 240 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Global Período Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática SE 386 Seguridade Social no Brasil 60 4 60 Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA A trajetória da Seguridade Social: da experiência fordista-keynesiana à fexibilização neoliberal. As particularidades da Seguridade Social brasileira pós-64. A Seguridade Social: perspectivas para a próxima década CONTEÚDO PROGRAMÁTICO I Unidade - Capitalismo tardio e política de seguridade social: a unidade econômica e política; - Constituição e evolução da história da seguridade social no Brasil; - A seguridade social brasileira no pós-64; - Crise do capital na contemporaneidade e as tendências da seguridade social: cultura de crise, sociedade dual e dualidade no sistema, cidadania do consumo, desresposabilização do Estado e refilantropização social; II UNIDADE - Seguridade Social brasileira na atualidade: tendências e particularidades de cada uma das políticas; - Seguridade Social e projeto ético-político do Serviço Social: desafios presentes no cotidiano profissional; 241 BIBLIOGRAFIA BÁSICA BEHRING, Elaine R. Política Social no capitalismo tardio. São Paulo, Cortez, 1998 MOTA, Ana Elizabete. Cultura da crise e seguridade social: um estudo sobre as tendências da previdência e da assistência social brasileira nos anos 80 e 90. São Paulo, Cortez 2a edição, 2000 O mito da assistência social: ensaio sobre Estado, política e sociedade. Recife, Ed. Universitária – UFPE et al. (org.) Serviço Social e Saúde. São Paulo, Cortez; OPAs, OMS, ABEPSS, Minist. Da Saúde, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BEHRING, Elaine & BOSCHTTI, Ivanete. Política Social – Biblioteca Básica em Serviço Social Vol. 2 São Paulo, Cortez, 2006 BELLOFIORE, Ricardo. O capitalismo dos fundos de pensão. In Revista Outubro, No 7, 2002 BOSCHETTI, Ivanete. Seguridade Social e projeto ético-político do Serviço Social: que direitos para qual cidadania? In Revista Serviço Social e Sociedade. No 79. São Paulo, Cortez, 2004. . Seguridade social e trabalho. Brasília, Letras Livres; Ed. UNB, 2006 . Seguridade Social pública é possível In: Revista Inscrita, Brasília. CFESS, Nov. 2007 COHN, Amélia & ELIAS, Paulo. Saúde no Brasil: políticas e organização de serviços. São Paulo, Cortez, CEDEC, 1999. DIAS, Edmundo F. Quer fazer? A conjuntura e as nossas tarefas. 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CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 243 1a Unidade: - Famílias, trabalho e pobreza: divisão social do trabalho e mercado de trabalho; - Famílias, formações e dissoluções: nuclear, ampliada, monoparentais, homossexuais e domicílios unipessoais; - Família, gênero e geração: relações de poder, crianças, juventudes, adultos, idosos e transferências intergeracionais; Famílias, reprodução e pobreza: sexualidade, fecundidade, saúde reprodutiva e direitos sexuais e reprodutivos; 2a Unidade: - Famílias, Estado e sociedade: regulação e proteção social; Famílias na agenda das políticas sociais no Brasil: programas de assistência social e saúde. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BRUSCHINI, Cristina (2000) Teoria crítica da família, in: Azevedo, MA & Guerra, VN, Infância e violência doméstica: fronteiras do conhecimento, Cortez Editora, São Paulo. CARVALHO, Maria do Carmo (org.) (1995) A família contemporânea em debate, Cortez, São Paulo. 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Políticas relacionadas à questão do envelhecimento. Rede de assistência à pessoa/população idosa. Impactos do envelhecimento populacional na seguridade social brasileira. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 246 Unidade I: A Gerontologia Social no contexto histórico da sociedade capitalista Ontologia do ser e a produção e reprodução social Transição demográfica e a Gerontologia Social Gerontologia Social: o trabalho multi e interdisciplinar Unidade II: O envelhecimento populacional na agenda das políticas sociais A luta pela conquista de direitos O impacto das lutas do segmento idoso na seguridade social brasileira Unidade III: O Ser idoso na sociedade capitalista Diferentes entendimentos na sociedade capitalista Aspectos multidimensionais do envelhecimento Envelhecimento ativo: autonomia e independência Unidade IV: A intervenção do serviço Social no campo as Gerontologia Social As demandas do Serviço Social Instrumentalidade de Serviço Social BIBLIOGRAFIA BÁSICA BRASIL. Lei n° 10.741, de 1 de outubro de 2003. Dispõe sobre o Estatuto do Idoso e dá outras providencias. Brasília, DF, 2003. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil/LEIS/2003/L10.741.htm. Acesso em: 15 jul.2006. BRASIL. Lei n° 8.842, de 4 de janeiro de 1994. Dispõe sobre a Política Nacional do Idoso, cria o conselho Nacional do idoso e dá outras providências. Brasília, DF, v. 132, n. 3, p. 77-79, 1994. Seção 1, Pt. 1. BRASIL. Portaria n° 1.395, de 10 de dezembro de 1999. Aprova a Política nacional de Saúde do Idoso. Brasília, DF, 1999. Disponível em: HTTP://www.crefito5.com.br/web/sus/Portaria%20n%BA%201.395%20de%2010_12_1999.pdf>. Acesso em: 16 jul.2007. BRASIL. Portaria n° 20528 de 19 de outubro de 2006. Aprova a Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa. Brasília, DF, 2006. Disponível em: