Serviço Público Federal MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E CONTRATOS PROCESSO 23076.047916/2024-12 Cadastrado em 10/07/2024 Processo disponível para recebimento com código de barras/QR Code Nome(s) do Interessado(s): E-mail: Identificador: GILVAN TAKESHI YOGUI gilvan.yogui@ufpe.br 1778982 Tipo do Processo: PROJETO POLITICO-PEDAGOGICO Assunto do Processo: 121.1 - PROJETO PEDAGOGICO DOS CURSOS DE GRADUACAO Assunto Detalhado: APENSAMENTO DE ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS (APS) AO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO (PPC) DE BACHARELADO EM OCEANOGRAFIA Unidade de Origem: COORDENACAO DA GRADUACAO EM OCEANOGRAFIA - CTG (11.65.41) Criado Por: GILVAN TAKESHI YOGUI Ciência: --- MOVIMENTAÇÕES ASSOCIADAS Data Destino Data Destino COORDENACAO DIDATICO-PEDAGOCICA DOS CURSOS DE 10/07/2024 GRADUACAO - PROGRAD (11.13.29) SIPAC | Superintendência de Tecnologia da Informação (STI-UFPE) - (81) 2126-7777 | Copyright © 2005-2024 - UFRN - sipac02.ufpe.br.sipac02 Para visualizar este processo, entre no Portal Público em http://sipac.ufpe.br/public e acesse a Consulta de Processos. Visualizar no Portal Público MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO COORDENACAO DA GRADUACAO EM OCEANOGRAFIA - CTG OFICIO DE ENCAMINHAMENTO ASSINADO PELO COORDENADOR DO CURSO Nº 399/2024 - CGOCE (11.65.41) Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO Recife-PE, 10 de julho de 2024. À Professora Doutora Karla Alexsandra de Albuquerque Coordenadora Didático-Pedagógica dos Cursos de Graduação (CDPCG) Diretoria de Desenvolvimento do Ensino (DDE) Pró-Reitoria de Graduação (PROGRAD) Assunto: Apensamento de APS ao PPC Em conformidade com a Resolução CEPE n° 03/2023, encaminho a documentação referente ao apensamento das atividades práticas supervisionadas (APS) no projeto pedagógico do curso (PPC) de Bacharelado em Oceanografia. Sem mais para o momento, agradeço a atenção e coloco-me à disposição para eventuais esclarecimentos. Cordialmente, (Assinado digitalmente em 10/07/2024 11:39) GILVAN TAKESHI YOGUI COORDENADOR - TITULAR CGOCE (11.65.41) Matrícula: ###789#2 Processo Associado: 23076.047916/2024-12 Para verificar a autenticidade deste documento entre em http://sipac.ufpe.br/public/documentos/index.jsp informando seu número: 399, ano: 2024, tipo: OFICIO DE ENCAMINHAMENTO ASSINADO PELO COORDENADOR DO CURSO, data de emissão: 10/07/2024 e o código de verificação: 8b2aa050fb ATA DA 4ª REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA DO COLEGIADO DO CURSO DE BACHARELADO EM OCEANOGRAFIA, REALIZADA NO DIA 20 DE NOVEMBRO DE 2023, EM FORMATO VIRTUAL COM VOTAÇÃO POR MEIO ELETRÔNICO. No vigésimo dia do mês de novembro do ano de dois mil e vinte e três (20/11/2023) às 14:00 horas (quatorze horas) foi realizada, em formato virtual, a 4ª Reunião Extraordinária do Colegiado do Curso de Bacharelado em Oceanografia, presidida pelo Coordenador do Curso Prof. Dr. Gilvan Takeshi Yogui e secretariada pelo servidor André Conceição Cordeiro. Os seguintes professores estiveram presentes: Alex Costa da Silva, Antonio Vicente Ferreira Junior, Beatrice Padovani Ferreira, Bianca Sung Mi Kim, Eliete Zanardi Lamardo, Jesser Fidelis de Souza Filho, Manuel de Jesus Flores Montes, Maria da Glória Gonçalves da Silva Cunha, Mário Barletta, Monica Ferreira da Costa, Patricio Alejandro Hernáez Bové, Pedro Augusto Mendes de Castro Melo, Sigrid Neumann Leitão e Tereza Cristina Medeiros de Araújo. Também esteve presente a representante titular do corpo discente Maria Luiza Rocha Coutinho. Os seguintes professores estiveram ausentes: Carmen Medeiros Limongi, Dóris Regina Aires Veleda, Fernando Antonio do Nascimento Feitosa, Izabelly Cristina Nascimento Silva, José Souto Rosa Filho (falta justificada - afastamento), Lília Pereira de Souza Santos, Marcelo Francisco de Nóbrega, Marcus André Silva, Mauro Maida, Mirella Borba Santos Ferreira Costa, Moacyr Cunha de Araújo Filho (falta justificada - afastamento), Núbia Chaves Guerra, Ralf Schwamborn e Roberto Lima Barcellos (falta justificada - afastamento). Havendo quórum, a sessão foi iniciada com a explanação textual (via e-mail) do primeiro assunto da pauta que refere-se à possibilidade de ofertar atividades práticas supervisionadas (APS) para fins de complementação de carga horária dos componentes curriculares do curso conforme previsto na Resolução CEPE n° 03/2023. O assunto já havia sido discutido pelo núcleo docente estruturante (NDE), que recomendou o uso de APS no projeto pedagógico do curso (PPC). Em seguida, a mensagem de e-mail do Prof. Gilvan explicou o segundo assunto da pauta que refere-se à revogação da oferta de componentes curriculares a distância no PPC de Oceanografia. No entendimento atual, a Resolução CEPE n° 10/2019, que regulamenta a oferta de componentes curriculares a distância nos cursos de graduação presenciais (até o limite de 20% da carga horária total do curso), traz mais desvantagens do que vantagens para os cursos presenciais da UFPE. Esse assunto foi recentemente discutido com a Coordenação Didático-Pedagógica (CDP) da Diretoria de Desenvolvimento do Ensino (DDE) da Pró- Reitoria de Graduação (PROGRAD) e com o NDE do curso, sendo que este último recomendou a revogação da adesão à Resolução CEPE n° 10/2019 no PPC de Oceanografia. O terceiro assunto (orientação de TCC da aluna Maria Luiza Rocha Coutinho) foi retirado da pauta em função dos questionamentos recebidos pela coordenação do curso por e-mail. Assim, ele será discutido na próxima reunião presencial do colegiado. Com base nas explanações acima, a votação por meio eletrônico ficou aberta por um período de 24 (vinte e quatro) horas, aceitando votos por e-mail e pelo seguinte link do Google Formulários: https://forms.gle/XgKYabu3EV59R5Bv7. Após o encerramento do período de votação, a contabilização dos votos foi realizada. Em relação ao primeiro assunto da pauta, a adesão ao uso de APS no PPC foi aprovada por unanimidade conforme consta nos anexos 1 e 3 desta ata. Em relação ao segundo assunto da pauta, a revogação da oferta de componentes curriculares a distância no PPC foi aprovada por maioria conforme consta nos anexos 2 e 3 desta ata. Nada mais havendo a tratar, o Prof. Dr. Gilvan Takeshi Yogui encerrou a presente Av. Arquitetura, s/n ∙ Cidade Universitária ∙ Recife/PE ∙ CEP: 50740-550 telefone: (81) 2126-8746 ∙ e-mail: coord.oceano@ufpe.br ∙ https://www.ufpe.br/oceanografia-bacharelado-ctg reunião e eu, André Conceição Cordeiro, secretário do curso de Bacharelado em Oceanografia, lavrei a presente ata que vai assinada por mim e pelos presentes. Recife, 21 de novembro de 2023. Av. Arquitetura, s/n ∙ Cidade Universitária ∙ Recife/PE ∙ CEP: 50740-550 telefone: (81) 2126-8746 ∙ e-mail: coord.oceano@ufpe.br ∙ https://www.ufpe.br/oceanografia-bacharelado-ctg 01234ÿ6ÿ7ÿ080ÿ90ÿ ÿ2 14ÿ238 04 91 0ÿ94ÿ42094ÿ94ÿ 4ÿ92ÿ00 2094ÿ2ÿ42014 00ÿ66  ÿ!"ÿ#$%&'$ÿ!$ÿ6(ÿ))*+%$ÿ!ÿ*%ÿ+$ÿ$$,-"ÿ$./*-0.1$)ÿ2%%)34$./)5,-"3,678*29:; :#< =>?@ABCÿEFÿE>G>HIC?> JKEF?FLCÿEFÿFMA>@N OCPQÿ>R?CS>ÿCÿTUCÿEFÿ>G@S@E>EFUÿR?VG@P>UÿUTRF?S@U@CK>E>UÿWXYZ[ÿKCÿR?C\FGCÿRFE>]^]@PCÿECÿPT?UCÿWYY=[ÿEFÿ_PF>KC]?>`@>a bcHddHbcbeÿdfgcfgfe U@]?@EhNF@G>CiTR̀FhB? Z@A bcHddHbcbeÿdfgcjgfe ]@NS>KhkC]T@iTR̀FhB? Z@A bcHddHbcbeÿdfgcjgfl ACK@P>hPCUG>iTR̀FhB? 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ANEXO 3 <==>?@ABCD=ÿF>B?GBCD=ÿ@HÿIJ@BA=K>BLMBÿNJ==>?O=J@BA=PGLQ@OR>S T@AUBK@HÿQB>VMJGWB>ÿ>@L@>@AV@ÿBXÿYZI[\]^I_ÿ̀aÿb@GAMD=ÿcdV>B=>?MAe>MBÿ?= <=W @KMB?=ÿ?=ÿU=ÿ?@ÿIJ@BA=K>BLMB 1ÿ  \fcgÿMH@M>=ÿBUUGAV=ÿÿÿÿÿÿÿÿ ÿ-ÿ  ÿy%qzÿÿ{  |ÿÿÿy;zÿÿ#  0ÿsÿÿ ÿÿ*o+ÿ;99ÿ}ÿ3420304uÿÿÿ  o+ÿ ÿ9ÿ ÿÿnÿÿÿ%qÿy,07ÿÿuÿ -uÿ /ÿ-u  ÿÿ uÿzÿ ÿÿuÿÿ~ÿ ÿÿÿ+ÿÿ ÿ0ÿ%ÿ%qÿ  ÿ ÿ/- ÿ  ÿy  ÿÿ ÿÿÿzÿÿÿÿ~ÿÿÿ~ ÿ  ÿ ÿÿ ÿÿ0ÿ9ÿÿÿ ÿÿÿÿÿÿuÿ~ÿÿÿÿ7 y1zÿo+ÿÿÿÿ%q€ÿy0zÿ ÿ/- ÿ ÿ%q€ÿy4zÿ ÿÿo+ÿ ÿ%q€ÿy6zÿ ÿÿ+ÿ %q€ÿÿy8zÿ ÿÿ ÿ ÿ%q0ÿ; ÿÿÿÿÿÿyrs9zuÿÿ+ÿnÿ%q  ÿ‚ÿÿÿ ÿÿ0ÿ ÿ, ÿ ÿÿ ÿo+ÿÿÿxÿ  ÿÿÿÿÿ ÿ0ÿ% uÿÿrs9ÿÿÿ  ÿÿo+ÿ ÿ%qÿ  ÿÿ0 #ÿU@KGA?=ÿBUUGAV=ÿÿÿÿÿnÿ o+ÿ ÿÿÿ ÿÿÿt ÿy9 sz ÿ;ÿÿ#  0ÿqÿÿ; o+ÿs- |ÿy;szÿ ÿs ÿÿs  ÿ9ÿyss9zÿ ÿ|* ÿÿp o+ÿy*#p*%szuÿÿÿÿ#  ÿÿnÿ*o+ÿ;99 }ÿ1320318ÿ~ÿ ÿÿÿÿ ÿÿÿt ÿÿÿÿ o+  ÿyÿÿ ÿÿ03:ÿ ÿ ÿ/- ÿÿÿz0ÿ9uÿÿÿÿÿÿ  o+ÿÿÿÿÿ;sss9*#p*%sÿ ÿ ÿ+ÿ ‚ ÿÿ ÿ1521320304ÿ ÿÿ * ÿ x ÿÿq‚ÿÿqÿyÿ ÿss9zÿÿƒ ÿq‚ÿ#ÿy ÿ ÿ;sz0ÿr  ÿ uÿÿ| ÿ;sss9*#p*%sÿÿ~ÿÿ*o+ÿ;99ÿ}ÿ1320318ÿ‚ÿ  ÿÿ~ÿÿ ÿÿÿ 0ÿ9ÿÿÿÿÿÿ,„  ÿ~ÿÿÿÿ ÿÿÿÿ o+ÿ ÿÿÿt ÿy9 szÿÿÿÿÿÿ ÿ ÿÿ ÿÿ ÿ ÿ ÿ ÿ9 s0ÿ; ÿÿÿrs9uÿÿ  ÿÿÿ ÿ*o+ÿ;99ÿ}ÿ1320318ÿÿ ÿ,ÿÿ0ÿ% uÿÿrs9ÿ  ÿ o+ÿ ÿÿÿ ÿÿÿt ÿÿ;ÿÿ#  0 #ÿV@>J@M>=ÿBUUGAV=ÿÿÿ ÿ ÿ ÿo+ÿÿ~ ÿÿÿ o+ÿÿ0 % uÿÿ-ÿÿ ÿ|, ÿ+ÿ ÿÿ 0 ; 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Fica, portanto, à critério do/a docente responsável pelo componente curricular a adoção das APS que pressupõem orientação, supervisão e avaliação das referidas atividades. Caso as APS sejam adotadas pelo docente, o plano de ensino do componente curricular a ser ofertado deve seguir as orientações presentes na Resolução nº 03/2023, do CEPE. Data: 30/11/2023 Coordenador/a do Curso: _________________________________ Prof. Dr. Gilvan Takeshi Yogui Av. Prof. Moraes Rego, 1235 ∙ Cidade Universitária ∙ Recife/PE ∙ CEP: 50670-901 telefone: (81) 2126-8000 ∙ e-mail: faleconosco@ufpe.br ∙ https://www.ufpe.br MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E FOLHA DE ASSINATURAS CONTRATOS Emitido em 30/11/2023 ANEXOS Nº 6376/2023 - CGOCE (11.65.41) (Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO) (Assinado digitalmente em 10/07/2024 11:39 ) GILVAN TAKESHI YOGUI COORDENADOR - TITULAR CGOCE (11.65.41) Matrícula: ###789#2 Visualize o documento original em http://sipac.ufpe.br/documentos/ informando seu número: 6376, ano: 2023, tipo: ANEXOS, data de emissão: 10/07/2024 e o código de verificação: a5d8ecd3f7 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE TECNOLOGIA E GEOCIÊNCIAS Departamento de Oceanografia Coordenação do Bacharelado Trecho de ata da 2ª reunião ordinária do Colegiado do Curso de Graduação em Oceanografia da UFPE, realizada em 05 de dezembro de 2023. ........... Após os ajustes aprovados pelo colegiado no PPC, colocou-se em votação a aprovação da reforma parcial, que foi aprovada por unanimidade..................................................................................... Secretaria do Curso de Graduação em Oceanografia. Recife, 07 de dezembro de 2023. Copiei do original em 07/12/2023. Visto MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E FOLHA DE ASSINATURAS CONTRATOS Emitido em 07/12/2023 TRECHO DA ATA DE COLEGIADO Nº 1881/2023 - CGOCE (11.65.41) (Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO) (Assinado digitalmente em 10/07/2024 11:39 ) GILVAN TAKESHI YOGUI COORDENADOR - TITULAR CGOCE (11.65.41) Matrícula: ###789#2 Visualize o documento original em http://sipac.ufpe.br/documentos/ informando seu número: 1881, ano: 2023, tipo: TRECHO DA ATA DE COLEGIADO, data de emissão: 10/07/2024 e o código de verificação: e4fe1e7ee2 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE TECNOLOGIA E GEOCIÊNCIAS ESCOLA DE ENGENHARIA DE PERNAMBUCO DEPARTAMENTO DE OCEANOGRAFIA TRECHO DE ATA DA TERCEIRA REUNIÃO ORDINÁRIA DO PLENO DO DEPARTAMENTO DE OCEANOGRAFIA DO CENTRO DE TECNOLOGIA E GEOCIÊNCIAS / ESCOLA DE ENGENHARIA DE PERNAMBUCO DA UFPE, REALIZADA NO DIA 05 DE DEZEMBRO DE 2023. ....Prosseguindo com os assuntos da graduação, o Professor Jesser Fidelis de Souza Filho submeteu para aprovação do Pleno o Projeto Pedagógico do Curso (PPC) atualizado, com as reformas sugeridas pela Pro-Reitoria de Graduação (PROGRAD). O Professor Jesser Fidelis informou ao Pleno que estas reformas no PPC já foram aprovadas pelo Colegiado do Curso Bacharelado em Oceanografia. O Pleno aprovou por unanimidade o Projeto Pedagógico do Curso (PPC) atualizado. .......................................................................................................................................................................... . Secretaria do Departamento de Oceanografia do CTG/EEP da UFPE. Recife, 05 de dezembro de 2023. Copiei do original em 11/12/2023 Marília Melo de Cerqueira SECRETÁRIA Av. Arquitetura, s/nº - Campus Universitário – Cidade Universitária CEP 50740-550 – Recife – Pernambuco – Brasil Telefax (81) 21268225 – 21268226 – 21268227 e-mail: docean@ufpe.br MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E FOLHA DE ASSINATURAS CONTRATOS Emitido em 11/12/2023 TRECHO DA ATA DE COLEGIADO Nº 1771/2023 - DEPOCE (11.65.58) (Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO) (Assinado digitalmente em 14/12/2023 09:52 ) MARILIA MELO DE CERQUEIRA ASSISTENTE EM ADMINISTRACAO DEPOCE (11.65.58) Matrícula: ###754#0 Visualize o documento original em http://sipac.ufpe.br/documentos/ informando seu número: 1771, ano: 2023, tipo: TRECHO DA ATA DE COLEGIADO, data de emissão: 14/12/2023 e o código de verificação: 2cfff40b84 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E FOLHA DE ASSINATURAS CONTRATOS Emitido em 11/12/2023 TRECHO DA ATA DE COLEGIADO Nº 1882/2023 - DEPOCE (11.65.58) (Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO) (Assinado digitalmente em 10/07/2024 11:39 ) GILVAN TAKESHI YOGUI COORDENADOR - TITULAR CGOCE (11.65.41) Matrícula: ###789#2 Visualize o documento original em http://sipac.ufpe.br/documentos/ informando seu número: 1882, ano: 2023, tipo: TRECHO DA ATA DE COLEGIADO, data de emissão: 10/07/2024 e o código de verificação: ba19c3d92e MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO COORDENACAO DA GRADUACAO EM OCEANOGRAFIA - CTG PROJETO DE CURSO Nº 98/2023 - CGOCE (11.65.41) Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO Recife-PE, 05 de dezembro de 2023. PPC_Oceanografia_Reforma_Parcial.docx VISUALIZAÇÃO INDISPONÍVEL Total de páginas: 192 (Download Disponível pelo Sistema) Para visualizar este documento, entre no Portal Público em http://sipac.ufpe.br/public acesse a Consulta de Processos e encontre o Documento de Ordem 6 na visualização do processo consultado. Visualizar no Portal Público (Assinado digitalmente em 10/07/2024 11:39) GILVAN TAKESHI YOGUI COORDENADOR - TITULAR CGOCE (11.65.41) Matrícula: ###789#2 Para verificar a autenticidade deste documento entre em http://sipac.ufpe.br/public/documentos/index.jsp informando seu número: 98, ano: 2023, tipo: PROJETO DE CURSO, data de emissão: 10/07/2024 e o código de verificação: ea767a6a11 ______________________________________________________________ UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO - UFPE CENTRO DE TECNOLOGIA E GEOCIÊNCIAS – CTG DEPARTAMENTO DE OCEANOGRAFIA - DOCEAN PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE BACHARELADO EM OCEANOGRAFIA DO DEPARTAMENTO DE OCEANOGRAFIA / CENTRO DE TECNOLOGIA E GEOCIÊNCIAS - CAMPUS RECIFE Recife Dezembro de 2023 ______________________________________________________________ Sumário 1. Histórico da instituição e do curso ............................................................................. 4 2. A Oceanografia .......................................................................................................... 6 3. Diretrizes Curriculares.............................................................................................. 13 4. Justificativa para a reformulação ............................................................................. 13 5. Marco teórico do curso............................................................................................. 16 6. Objetivos do Curso .................................................................................................. 18 7. Perfil Profissional do Egresso .................................................................................. 19 8. Campo de Atuação do Profissional .......................................................................... 20 9. Competências, Atitudes e Habilidades .................................................................... 22 10. Metodologia do Curso .............................................................................................. 23 11. Sistemáticas de avaliação........................................................................................ 26 12. Organização Curricular do Curso ............................................................................. 29 13. Atividades Curriculares ............................................................................................ 41 14. Formas de Acesso ao Curso.................................................................................... 46 15. Recursos Humanos ................................................................................................. 47 16. Suporte para Funcionamento do Curso ................................................................... 50 17. Gestão Acadêmica ................................................................................................... 57 18. Apoio ao Discente .................................................................................................... 60 19. Anexos ..................................................................................................................... 65 20. Programas dos Componentes Curriculares ............................................................. 90 ______________________________________________________________ DADOS DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE IDENTIFICAÇÃO DO CURSO: PERNAMBUCO - UFPE Nome: Bacharelado em Oceanografia Reitor Alfredo Macedo Gomes Diretrizes Curriculares Nacional: Resolução CNE/CES Nº 2, de 12/07/2018 (institui as Vice-Reitor Diretrizes Curriculares Nacionais do curso Moacyr Cunha de Araújo Filho de graduação em Oceanografia.) Título Conferido: Oceanógrafo Campus Recife Av. Prof. Moraes Rego, 1235, Cidade Modalidade: Presencial Universitária, Recife - PE, CEP 50670-901 Telefone: (81) 2126-8000 Número de Vagas: 25 Sítio: https://www.ufpe.br Entrada: Anual (1º Semestre) CENTRO DE TECNOLOGIA E Turno: Integral (Manhã/Tarde) GEOCIÊNCIAS – CTG / ESCOLA DE ENGENHARIA DE PERNAMBUCO - EEP Carga horária: 3.795 horas Diretor Duração: Mínima: 10 semestres / Máxima: 16 Afonso Henrique Sobreira de Oliveira semestres Início do curso: 2009 DEPARTAMENTO DE OCEANOGRAFIA Data da reforma: 1ª Reforma/Janeiro de 2017 Chefe Jesser Fidelis de Souza Filho Resolução CEEPE/UFPE: Nº 7/2008 de 24 de abril de 2008 COORDENAÇÃO DO CURSO Portaria de Reconhecimento MEC: Nº 616 de 30 de outubro de 2014 Coordenador Gilvan Takeshi Yogui EQUIPE REVISORA DO PPC - 2023 Núbia Chaves Guerra Gilvan Takeshi Yogui NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE Lília Pereira de Souza Santos Antonio Vicente Ferreira Junior Marcelo Francisco de Nóbrega Bianca Sung Mi Kim José Souto Rosa Filho Dóris Regina Aires Veleda Jesser Fidelis de Souza Filho Gilvan Takeshi Yogui Jesser Fidelis de Souza Filho José Souto Rosa Filho 4 1. Histórico da instituição e do curso Por meio do Decreto-Lei Nº 9.388, de 20 de junho em 1946, foi criada a Universidade do Recife (UR), tendo à frente do projeto o diretor da Faculdade de Direito do Recife (FDR), o professor Joaquim Inácio de Almeida Amazonas. A Universidade do Recife surge por agregação de cursos já existentes, contando em sua formação inicial com a Faculdade de Direito, a Escola de Engenharia e a Faculdade de Filosofia do Recife. A Escola de Química e a Faculdade de Medicina, Escolas de Farmácia e Odontologia, além da Escola de Belas-Artes e Ciências Econômicas, foram incorporadas a partir de 1949. Passados 19 anos, a Universidade do Recife passa a integrar, juntamente às demais universidades do país, o novo sistema nacional de ensino superior, sendo vinculada ao Ministério da Educação, passando a ser denominada Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). A Universidade Federal de Pernambuco está entre as melhores instituições de educação superior do Brasil, de acordo com avaliações do Ministério da Educação. O campus universitário está localizado no bairro da Cidade Universitária, zona oeste do Recife. A sua área é de 149 hectares, na qual estão distribuídos 12 centros acadêmicos. De acordo com o Ranking Universitário da Folha de São Paulo (RUF), publicado em 2019, a UFPE é a 17ª melhor do país em pesquisas científicas, 12ª em ensino superior e 13ª em inovação. Em 2019, a UFPE também ocupou a 16º posição entre todas as instituições brasileiras de acordo com o Diretório de Grupos de Pesquisa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). A UFPE também ocupa a 13ª posição no Quacquarelli Symonds (QS), Latin America University Rankings 2021 entre as universidades brasileiras. Assim, ela é a universidade mais bem colocada nas regiões Norte e Nordeste. No quesito “reputação acadêmica”, a UFPE ocupa o 11º lugar no país, além de figurar na 9ª colocação na rede internacional de pesquisa e estar na 46ª posição na América Latina. Recentemente, o curso de Oceanografia teve dois docentes, a Profa. Dra. Mônica Ferreira da Costa e o Prof. Dr. Mário Barletta, inseridos na lista dos mais importantes pesquisadores do mundo, mostrando o nível de qualificação de seus docentes. Contribuindo com a crescente evolução da UFPE, destaca-se a enorme importância do Centro de Tecnologia e Geociências – Escola de Engenharia de Pernambuco (CTG-EEP), onde está lotado o curso de Oceanografia. O CTG-EEP vem contribuindo significativamente ao progresso tecnológico e científico da Região Nordeste com ênfase às ações em petróleo e gás, biorremediação, energias alternativas, telecomunicações, biotecnologias, meio ambiente, entre outras. O CTG-EEP fica situado no Campus Recife e resultou da fusão da antiga Escola de Engenharia de Pernambuco (EEP), fundada em 1895, com a Escola de Química, a Escola de Geologia, o Centro de Energia Nuclear e o Instituto de Biologia Marinha e Oceanografia do Nordeste. O Instituto de Biologia Marinha e Oceanografia foi fundado em 1952, sendo o alicerce do curso de Oceanografia. Este instituto foi o segundo centro oceanográfico criado no país e o 5 primeiro da Região Nordeste. Em 1973, como fruto de uma reforma administrativa, o instituto foi transformado em um departamento do então Centro de Tecnologia da UFPE. Em 1995, com a mudança de nome para Centro de Tecnologia e Geociências (CTG), o Departamento de Oceanografia (DOCEAN) assumiu sua denominação atual. O CTG-EEP, e suas instalações ocupam uma área de 50.163 m2, abrigando o prédio administrativo, o prédio escolar, laboratórios de ensino e pesquisa, museus e uma biblioteca setorial. O Departamento de Oceanografia (DOCEAN) da UFPE, onde está lotado o curso de Oceanografia, tem sido um centro de referência para instituições brasileiras e do exterior, sendo suas coleções de organismos bentônicos, nectônicos e planctônicos, depositadas no Museu de Oceanografia Dr. Petrônio Alves Coelho, consultada por pesquisadores do Brasil e do mundo. Tal acervo foi formado a partir da participação de seus pesquisadores e vem recebendo a contribuição dos alunos da graduação, a partir das expedições oceanográficas nacionais e estrangeiras, realizadas ao longo da costa brasileira através de cooperações técnico-científicas (França, Estados Unidos, Japão e Alemanha), além de convênios com a Marinha do Brasil, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Superintendência do Desenvolvimento da Pesca (SUDEPE), Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP-MCTI), Agência Estadual do Meio Ambiente (CPRH), Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Sustentabilidade (SEMAS), Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (SUDENE), Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia de Pernambuco (FACEPE), Fundo Setorial de Recursos Hídricos (CT-HIDRO) e Organização dos Estados Americanos (OEA). O DOCEAN também promove regularmente atividades de Extensão e Especialização, sendo oferecidos os Cursos de Especialização em Oceanografia e de Gestão de Ambientes Costeiros Tropicais. Além disso, presta assistência técnica na aquicultura, bem como para instituições governamentais responsáveis pelo manejo e monitoramento (IBAMA, ICMBio, secretarias municipais de meio ambiente, conselho de unidades de conservação) e fiscalização (MPE e MPF) de recursos aquáticos e demais ecossistemas costeiros. Em 1981 foi criado o Curso de Mestrado em Oceanografia Biológica, que em 1996 passou a ser denominado Programa de Pós-Graduação em Oceanografia (PPGO) com cursos de Mestrado e Doutorado nas áreas de concentração Oceanografia Biológica e Oceanografia Abiótica. O PPGO atrai alunos de diversas áreas, a maioria de instituições de ensino superior da Região Nordeste, havendo também estudantes oriundos do Sul e Sudeste do País, e até de outros países. O curso de Oceanografia da UFPE foi criado em 2009 sendo o 3º curso de graduação em Oceanografia no Nordeste e o 12º em nível nacional. Segue as diretrizes da Resolução Nº 2, de 12 de julho de 2018, emitida pela Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação do MEC, que institui as diretrizes curriculares nacionais dos cursos de graduação em Oceanografia, que foi republicada no Diário Oficial da União em 26 de setembro de 2018 (Seção 6 1, pp. 38 e 39). Antes da abertura do curso de graduação em 2009, o Departamento de Oceanografia oferecia 11 disciplinas eletivas para os Cursos da UFPE, dando também assistência a estudantes de graduação e pós-graduação de outros cursos da UFPE e de outras universidades na elaboração de dissertações, monografias, estágios curriculares e bolsas de treinamento. O curso de Bacharelado em Oceanografia conta com uma infraestrutura com qualidade e constante expansão para a manutenção e oferta das atividades de ensino, pesquisa e extensão. A lista de laboratórios é a seguinte: Laboratório de Apoio Didático Multiusuário (LADIM), Laboratório de Bentos (LaBen), Laboratório de Carcinologia (LabCarcino), Laboratório de Compostos Orgânicos em Ecossistemas Costeiros e Marinhos (OrganoMAR), Laboratório de Cordados Marinhos (LACMAR), Laboratório de Cultivo e Ecotoxicologia (LACE), Laboratório de Ecologia e Gerenciamento de Ecossistemas Costeiros e Estuarinos (LEGECE), Laboratório de Fitoplâncton (LABFITO), Laboratório de Macroalgas, Laboratório de Moluscos, Laboratório de Nécton, Laboratório de Oceanografia Física Estuarina e Costeira (LOFEC), Laboratório de Oceanografia Geológica (LABOGEO), Laboratório de Oceanografia Química (LOQUIM), Laboratório de Zooplâncton (LABZOO), Laboratório de Aulas Práticas Úmido e Laboratório de Aulas práticas Seco. A infraestrutura ainda conta com o Museu de Oceanografia "Dr. Petrônio Alves Coelho" e possui parceria e/ou convênio com os seguintes centros de pesquisa e desenvolvimento: Centro de Estudos e Ensaios em Risco e Modelagem Ambiental (CEERMA), Centro de Pesquisa e Gestão de Recursos Pesqueiros do Litoral Nordeste (CEPENE) do ICMBio e Instituto Recifes Costeiros (IRCOS). Para complementar a formação do Oceanógrafo na UFPE em 2020 foi adquirido pelo MEC o navio-escola Ciências do Mar IV, em cooperação com a UFPE e ficará sediado em Recife e atenderá a várias universidades do Nordeste do Brasil. O navio-escola vai facilitar a formação plena do profissional, visto que há uma exigência de horas de embarque como requisito para conclusão do curso de Oceanografia. O Ciência do Mar IV tem 32 m de comprimento, estando equipado com 2 motores de 450 BHP de potência capazes de atingir velocidade de cruzeiro de até 10 nós, com autonomia para 15 dias no mar. O navio possui 3 laboratórios, guinchos oceanográficos e geológicos, central de tratamento séptico e alojamentos com capacidade para até 18 pesquisadores e tripulação. 2. A Oceanografia O conhecimento sobre os oceanos data dos primórdios da civilização, antes mesmo de haver registros históricos, quando o homem tomou pela primeira vez uma embarcação e entrou no mar para pescar, comercializar e colonizar outras terras de além mar. A Oceanografia (do grego okeanós, oceano + gráphoia, descrição) é o estudo dos processos e fenômenos que ocorrem nos oceanos e mares, os quais constituem a quase totalidade da hidrosfera terrestre, assim como a influência que estes exercem sobre os compartimentos adjacentes. É uma ciência relativamente 7 nova, com pouco mais de um século de reconhecimento. Os fenômenos e processos nos oceanos são tão variados e numerosos, que é praticamente impossível para uma única pessoa estudar profundamente todos eles. De forma prática e didática, a Oceanografia é dividida em quatro ramos básicos: Oceanografia Geológica, Oceanografia Física, Oceanografia Química e Oceanografia Biológica. Cada uma dessas grandes áreas concentra um diferente conjunto de fenômenos e processos naturais ou antropogênicos, mantendo, no entanto, forte interação entre elas e com outras áreas do conhecimento. De forma simplificada pode-se dizer que: - Oceanografia Biológica: visa conhecer as características dos ambientes capazes de suportar a vida, as principais feições dos ecossistemas marinhos, a produção primária e secundária dos oceanos, como os organismos interagem com a água do mar, as interações tróficas, como vivem os organismos nas diferentes partes do oceano, a biodiversidade e o seu significado e o papel dos organismos planctônicos, nectônicos e bentônicos. Interessa-se pelos processos controladores da abundância e distribuição de organismos, adaptações à vida marinha, alimentação, reprodução, competição e predação, cultivo de organismos e a pesca. Para tal, requer conhecimentos complementares em Zoologia, Botânica, Taxonomia, Sistemática, Ecologia, Morfologia, Fisiologia, Biogeografia, Bioquímica, Biofísica, dentre outras disciplinas. - Oceanografia Física: objetiva conhecer como o oceano e a atmosfera interagem, como os ventos e correntes são afetados pela rotação da Terra, quais os padrões de variação do clima em diferentes escalas de tempo (diária, sazonal, interanual etc.), o papel do oceano no transporte de água e calor, como se formam as massas de água e como elas se deslocam. É de interesse também: conhecer os sistemas de correntes e seus processos geradores, bem como os principais aspectos da circulação e mistura oceânica; as características das ondas e seus efeitos em diferentes profundidades; a formação de gelo na superfície do oceano e sua influência no clima terrestre. Estuda, ainda, a formação das marés e seus efeitos em diferentes áreas. Este ramo da Oceanografia requer conhecimentos de Física, Matemática, Meteorologia, Climatologia, Geografia e Astronomia. - Oceanografia Geológica: enfoca as principais feições da superfície da Terra, do solo e subsolo oceânicos, as diferenças entre as bacias oceânicas e os continentes e as transformações sofridas pela morfologia do fundo oceânico com a evolução da Terra. Ainda estuda: a origem, formação e características da composição e estrutura dos depósitos sedimentares; as mudanças globais e locais no nível relativo do mar, no clima e na vida marinha a partir dos registros sedimentares; os recursos naturais disponíveis nos oceanos e suas potencialidades econômicas; as consequências da intervenção do homem nas zonas costeiras e a melhor forma de preservá-las. Para tal, faz-se necessário o auxílio da Geologia, Paleontologia, Geografia, Geofísica, Geoquímica, Cartografia, Hidrografia e Biologia Marinha. - Oceanografia Química: aborda as propriedades físicas e químicas da água e como estas influenciam nos processos oceanográficos. Estuda a quantidade e composição de sais e 8 elementos químicos na água do mar, bem como suas influências sobre os processos físicos e químicos. Investiga os constituintes conservativos e não conservativos da água do mar e o ciclo biogeoquímico do carbono, nitrogênio e fósforo. Aborda a poluição da água, do sedimento e a contaminação da biota. Para isso, é necessário auxílio da Química, Geoquímica, Bioquímica, Física, Hidrologia e Toxicologia. 2.1. O início da Oceanografia no cenário mundial Desde as eras mais antigas, navegantes e comerciantes exploraram os oceanos e suas costas, procurando por novas terras, novas rotas e novos produtos para comprar e vender. Os Fenícios (2000 a.C.) destacaram-se como os primeiros grandes navegadores. Posteriormente, gregos, romanos e árabes trouxeram várias contribuições tecnológicas. Dentre os primeiros registros científicos sobre o mar, destacam-se os de Heródoto (450 a.C.) e Phyteas (325 a.C.), além de outros filósofos gregos e romanos que tentaram explicar como o mar veio a ser o que é, porque razão se mantinha no mesmo nível, sem secar nem transbordar, porque era salgado enquanto os lagos tinham água doce. Aristóteles (350 a.C.) enunciou sua grande teoria sobre o ciclo da água, delineando o mais importante princípio de troca de água entre oceanos e atmosfera (Thurman, 1994; Gross & Gross, 1996). Os primeiros mapas úteis à navegação só se tornaram disponíveis em torno de 1300 d.C.. A investigação e exploração sistemática dos oceanos pelos europeus começou apenas no século XV, com a exploração do Atlântico feita principalmente por Portugal, Espanha e França que desenvolveram rotas comerciais ligando a Europa à Ásia e às Américas. No século XVIII, o Capitão James Cook da Marinha Britânica explorou todo o Oceano Pacífico usando os mais modernos instrumentos disponíveis na época para delinear, precisamente, ilhas e áreas costeiras (Baptista-Neto et al., 2004; Garrison, 2010). A Oceanografia como ciência iniciou realmente com a expedição do H.M.S. Challenger no período de 1872-1876. Por cerca de 4 anos, esta expedição percorreu 111.000 km, navegando todos os oceanos, exceto o Ártico, durante os quais cientistas coletaram informações sobre a temperatura, a profundidade, a geologia e a vida marinha. Os resultados dessa expedição foram publicados em 50 grandes volumes, constituindo a pedra fundamental para o desenvolvimento do conhecimento científico dos oceanos (Gross & Gross, 1996). No final do século XIX, Alexander Agassiz contribuiu para o desenvolvimento da Oceanografia nos Estados Unidos, enquanto o alemão Victor Hensen desenvolveu os fundamentos básicos da Ecologia Marinha. Nesta mesma época, o norueguês Fridtjof Nansen em sua viagem ao Pólo Norte apresentou os primeiros conhecimentos sobre o Oceano Ártico (Thurman, 1994). Durante o século XIX e início do século XX, agências governamentais de vários países mapearam as costas, protegeram a pesca e promoveram a navegação comercial, de guerra e científica. Dados foram obtidos sistematicamente e compartilhados internacionalmente sob a liderança do norte americano M. F. Maury, conhecido como o pai da Oceanografia Física. 9 Os estudos se expandiram grandemente durante o século XX, com o desenvolvimento de novos instrumentos de medidas e posicionamento. Além disso, a Conferência das Nações Unidas sobre o Direito do Mar, em 1974, mudou o regime legal de liberdade de uso das águas de até 5,7 km da costa para 22 km e posteriormente, em 1994, para 370 km. Estava estabelecida assim a Zona Econômica Exclusiva (ZEE), onde cada país pode regulamentar a exploração dos seus recursos. Grandes áreas dos oceanos que eram livres para exploração por qualquer pessoa passavam agora à jurisdição nacional de cada país (Gross & Gross, 1996). Através das Eras Geológicas, o Nível Relativo do Mar (NRM) flutuou ora positivamente, ora de forma negativa em relação ao nível do mar atual. Durante as eras glaciais, substanciais parcelas dos oceanos tornaram-se gelo e as linhas de costa em todos os locais se alteraram, chegando até a quebra da plataforma continental. Em outras épocas, a subsidência continental levou a inundação de áreas costeiras e cidades, às vezes da noite para o dia. Atualmente, cerca dos 300 maiores portos construídos entre 3000 a.C. e a queda do Império Romano estão submersos e muitos estão sendo escavados por arqueologistas através de mergulho submarino (Deacon, 1962). No presente, os estudos em Oceanografia visam melhorar o conhecimento básico sobre os oceanos, desenvolver modelos mais precisos de previsão oceânica e climática, proteger a vida marinha e os recursos pesqueiros, explorar outros recursos e evitar desastres ambientais. Além disso, a Oceanografia busca melhorar a vida das populações através da produção de alimentos/produtos derivados dos mares, oceanos e estuários, da mediação de conflitos entre os usuários dos recursos marinhos e da elaboração de políticas públicas visando a preservação ou conservação dos ambientes marinhos. Os oceanos controlam o clima, sendo a fonte primária de água para a vida na Terra. Toda a vida na biosfera depende dos oceanos. Fauna e flora marinhas interagem nas teias alimentares marinha e terrestre. Assim, os oceanos apresentam um sistema complexo de vida organizada, no qual ciclos de vida se entrelaçam em teias alimentares regidas pela seleção natural. A vida nos oceanos vem variando desde as mais remotas eras geológicas, sem interrupção, se adaptando às constantes mudanças no clima do planeta. 2.2. A importância dos oceanos para as transformações climáticas e geoquímicas na superfície da Terra A existência de água livre nas suas três fases (sólida, líquida e gasosa) possibilita a sua circulação pela superfície do planeta. Esse deslocamento movido de um lado pela gravidade e por outro pela energia solar levaram ao estabelecimento do ciclo hidrológico. Esse ciclo é bem mais do que apenas a passagem de moléculas de água de um compartimento ao outro na superfície da Terra. Ele é também a via de escoamento de materiais essenciais dos continentes e da atmosfera para os oceanos. Mas não se deve pensar nos oceanos como um reservatório final para toda a matéria, que mais cedo ou mais tarde chega até ele. 10 Na verdade, deve-se pensar nas massas oceânicas como grandes reatores, movidos à energia solar, onde a matéria se transforma e finalmente se deposita nos sedimentos que um dia serão soerguidos e reintroduzidos no ciclo litológico (Chester, 2003). 2.3. A importância dos oceanos para a vida na Terra Há um paradoxo sobre as teorias de origem da vida: se a vida pudesse se desenvolver facilmente, então o firmamento deveria estar repleto de outros planetas com vida. Já que esse não parece ser o caso, então a evolução da vida deve ser muito rara, e a vida na Terra é o resultado de uma sequência de eventos relativamente improváveis, constituindo uma verdadeira raridade no universo conhecido. A Terra é um dos 4 planetas telúricos (sólidos) do Sistema Solar. Destes, Vênus e Terra são os maiores, enquanto Marte e Mercúrio são significativamente menores. Suas condições superficiais são amplamente controladas pela distância do Sol, e pelos gases vulcânicos emanados por erupções para a superfície durante seu processo de formação. A composição geológica de um planeta afeta imensamente as possibilidades que ele tem de desenvolver vida. Mas isso não é tudo, moléculas de gases tendem a escapar para a atmosfera em campos gravitacionais fracos de planetas pequenos. Quanto menor o planeta, mais rapidamente os gases se perdem e maiores são as moléculas perdidas. Gases também são removidos da atmosfera conforme eles reagem quimicamente com as rochas superficiais. Um planeta pequeno esfria rapidamente, e sua atividade vulcânica cessa conforme seu interior se solidifica. Depois disso, não há mais emanações vulcânicas para adicionar gases à atmosfera. Um planeta pequeno rapidamente terá uma finíssima, ou nenhuma, atmosfera. Gases vulcânicos incluem grandes quantidades de vapor de água e dióxido de carbono. Ambos prendem radiação solar na atmosfera através do efeito estufa e mantém a superfície do planeta mais quente do que se esperaria se considerássemos apenas a distância do Sol. A Terra teria sido congelada pela maior parte de sua história se não fossem o dióxido de carbono e a água em sua atmosfera. A temperatura da superfície é determinada, primordialmente, pela distância do Sol: se muito perto, a água evapora para a fase de vapor; se muito longe, a água congela formando gelo. Devido à necessidade da água em estado líquido à vida, a temperatura da superfície é, possivelmente, o fator individual mais importante para o seu aparecimento. Dentre os planetas telúricos, a Terra é o único onde se sabe existir vida. A teoria mais aceita, até 1994, era de que a Terra originalmente teve uma superfície derretida; o impacto catastrófico que provavelmente deu origem à Lua, deve ter derretido a Terra completamente. Depois desse evento dramático, a Terra se assentou nas camadas do núcleo, manto, e finalmente numa finíssima camada de crosta, enquanto impactos e erupções vulcânicas continuaram a liberar gases para formar a atmosfera a uma pressão provavelmente 10 vezes maior que a atual. Essa atmosfera primitiva consistia, primordialmente, de dióxido de carbono, pequenas quantidades de nitrogênio, vapor de água e gases de enxofre. A presença de hidrogênio 11 não seria possível, devido a seu escape para o espaço. O dióxido de carbono na atmosfera absorveu radiação solar suficiente para aquecer a superfície. Posteriormente, a Terra tornou-se suficientemente fria, para permitir a formação de água líquida e, consequentemente, a formação de Oceanos. Esses ajudaram a dissolver o dióxido de carbono existente na atmosfera e o depositaram como carbonatos nos Oceanos. Desta forma, grandes e rasos Oceanos cobriram a maior parte da superfície do planeta, com algumas crateras vulcânicas sobressaindo-se como ilhas. Contudo, a Terra jovem talvez não fosse tão estável quanto hoje em decorrência dos muitos impactos de meteoros. Os maiores impactos (por exemplo, o que formou a Lua) foram grandes o suficiente para esterilizar a Terra, acabando completamente com qualquer vida que tivesse se formado. As formas de vida que foram nossos ancestrais não se desenvolveram até depois do último impacto esterilizante. Não se tem nenhuma estimativa satisfatória de quando isso ocorreu, mas sabe-se que a Lua recebeu grandes impactos até 4 bilhões de anos atrás. Relâmpagos e intensas radiações ultravioletas (UV) do jovem Sol atuaram na atmosfera terrestre para formar traços de muitos gases. A maioria se dissolveu facilmente na água e acabou caindo na forma de chuva nos oceanos, fazendo-os ricos em carbono. Os gases incluíam a amônia, o metano, o monóxido de carbono e o etano. Até 3 toneladas por ano de formaldeído podem ter se formado. Nitratos se acumularam na água do mar através do nevoeiro fotoquímico, e do ácido nítrico produzido pelas descargas elétricas e chuva. Mas talvez o mais importante composto químico de todos foi o cianeto (HCN), o qual se formou facilmente na atmosfera superior, a partir de radiação solar e dos impactos de meteoritos, e se dissolveu na chuva. Hoje ele é decomposto quase que imediatamente pelo oxigênio. Mas na história primitiva da Terra, ele se acumulou em baixas concentrações nos oceanos. Cianeto parece ter sido um bloco químico básico na construção de moléculas orgânicas mais complexas. A vida, provavelmente, se desenvolveu em um Oceano que não teria condições de permitir a forma de vida atual. A sua forma mais primitiva, da qual temos conhecimento na Terra, tem 3,5 bilhões de anos. A pressão e a temperatura na superfície da Terra ficaram próximas ao normal de hoje há 3,8 bilhões de anos Antes do Presente (AP). Pode-se então discutir a origem da vida em termos de condições físicas semelhantes às presentes (Cowen et al., 1990). Charles Darwin sabia que a questão crítica para a sua teoria da evolução por seleção natural era a origem do primeiro organismo vivo. Ele sugeriu a um amigo em uma carta que “em alguma pequena e quente lagoa, com todos os tipos de sais de amônia e fósforo, luz, calor e eletricidade presentes, uma proteína poderia ser quimicamente formada, pronta para sofrer mudanças ainda mais complexas”. Foram necessários mais cem anos para se preencher os detalhes dessa teoria. Pelo menos 6 diferentes habitats foram sugeridos como sendo o ambiente onde a vida começou: os solos, a atmosfera superior, o espaço interestelar, as lagoas tropicais, as ilhas glaciais e o mar profundo. A ideia da “poça morna” de Charles Darwin e experimentos modernos como os de Fox e Deamer encorajam a visão de que lagoas tropicais poderiam 12 fortemente favorecer a origem da vida. A maioria das teorias sobre a origem da vida sugere habitats como superfícies ou linhas de costa em lagos, lagoas ou no oceano. A radiação solar e fenômenos atmosféricos são as fontes de energia mais prováveis. Mas no fundo dos oceanos encontram-se as cordilheiras meso-oceânicas, longos vales vulcânicos submarinos onde o assoalho oceânico está sendo aberto, formando nova crosta oceânica. Enormes quantidades de calor são liberadas nesse processo, podendo a água superaquecida chegar a mais de 300 oC, sem entrar em ebulição porque está submetida a enormes pressões, a mais de 2 km de profundidade. A água nessa área geologicamente ativa, denominada fonte hidrotermal, ganha calor ao fluir por rochas vulcânicas recém-formadas e carregadas com minerais, os quais precipitam imediatamente em contato com a água do mar mais fria. Muitas espécies diferentes de bactérias vivem na zona de águas quentes que se forma quando a água na fonte hidrotermal se mistura com a água do mar. Algumas dessas bactérias florescem a mais de 100 oC e existem bilhões de bactérias em cada mililitro de água que sai das fontes (presumivelmente, apenas o excesso das colônias de bactérias dentro das fontes). As bactérias produzem metano, dentre outros compostos, e aminoácidos são encontrados dentro e em volta das fontes. A água flui entre estreitas cavidades e rachaduras, algumas contendo produtos do decaimento de rochas vulcânicas, como argilas e zeólitas. Possivelmente, os campos hidrotermais são lugares onde os ingredientes da vida primitiva estão todos presentes. Não há radiação UV no fundo oceânico para decompor complexos orgânicos. Há energia térmica em grandes quantidades, devendo ter havido vastas áreas de atividade vulcânica nas fontes hidrotermais no assoalho oceânico da Terra primitiva. Talvez a vida tenha começado em algum lugar bem longe da superfície dos oceanos. Dos 5 reinos de organismos vivos reconhecidos atualmente (Monera, Protista, Fungi, Plantae e Animalia), todos ocorrem no mar, apesar dos fungos e vegetais superiores serem primordialmente terrestres. Com a exceção de poucos grupos dentro desses filos, quase todos ocorrem no mar ou nos ambientes costeiros que os margeiam. Os filos terrestres são em menor número, mas apresentam maior diversidade de espécies. Isso aponta para a origem da vida e sua diversificação ainda cedo no mar, bem como os problemas enfrentados pela vida, ao ter que se desenvolver em um ambiente hostil, diverso e mutável como a terra firme. Existem provavelmente cerca de 5 milhões de espécies conhecidas e não conhecidas de organismos vivos e apenas 250 mil são marinhas. Os grupos terrestres se diversificaram devido à disponibilidade de muitos tipos de ambientes. A uniformidade do ambiente oceânico limitou a sua diversificação de espécies biológicas, embora muito ainda esteja para ser conhecido no fundo dos oceanos. A área e o volume ocupados hoje pela maior parte da biosfera terrestre não é muito grande em relação à área e volumes disponíveis na superfície do planeta (atmosfera + hidrosfera). Principalmente a hidrosfera, que ocupa 75% da superfície do Planeta e tem uma grande concentração de vida em uma camada bastante limitada, a zona fótica, ou seja, no limite de penetração da luz solar na água. E não é só em nível de quantidade de indivíduos que esta fina 13 camada do oceano se destaca, mas também na sua diversidade. O mar fornece 99% do espaço para se viver da superfície do Planeta. Na Terra os organismos ocupam praticamente 2 dimensões (poucas centenas de metros acima do substrato e não muito mais do que 1 ou 2 m abaixo dele). No mar há vida desde a superfície até as maiores profundezas, a mais de 11 km de profundidade. 3. Diretrizes Curriculares O curso de Oceanografia da UFPE tem como princípios básicos e norteadores aqueles que estão presentes nas diretrizes curriculares estabelecidas pelo Conselho Nacional de Educação da Câmara Superior de Educação (CNE/CES), a saber: ⮚ Resolução CNE/CES n. 2, de 12/07/2018 que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do curso de graduação em Oceanografia, bacharelado, e dá outras providências ⮚ Lei de Diretrizes e Bases da Educação - LDB, Lei Nº 9.394, de 20/12/1996 (DOU, 23 de dezembro de 1996 - Seção 1 - Página 27); ⮚ Resolução CNE/CES Nº 2, de 18 de junho de 2007 que dispõe sobre carga horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade presencial) ⮚ Resolução CNE/CES Nº 8/2007, que estabelece um parecer final sobre carga horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade presencial; ⮚ Lei Nº 11.760, de 31/07/2008, que dispõe sobre o exercício da profissão de oceanógrafo; ⮚ Parecer CNE/CES Nº 224/2012, que estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação em Oceanografia, bacharelado; ⮚ Parecer CNE/CES Nº 329/2016, que retifica o Parecer CNE/CES Nº 329/2004, referente à carga horária mínima dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade presencial; ⮚ Parecer CNE/CES Nº 335/2016, que revisa o Parecer CNE/CES Nº 224/2012 e trata das Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação em Oceanografia, bacharelado; ⮚ Portaria SESu/MEC N° 383, de 12/04/2010, que cita os Referenciais Orientadores para os Bacharelados Interdisciplinares e Similares; ⮚ Portaria Normativa N° 40, de 12/12/2007, que institui o e-MEC, o Cadastro e-MEC de Instituições e Cursos Superiores, e dá outras providências; ⮚ Resolução N° 1, de 17/06/2010, que Normatiza o Núcleo Docente Estruturante e dá outras providências. 4. Justificativa para a reformulação Em 2017, houve a primeira reformulação do Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Oceanografia (PPC Oceanografia), bacharelado, do Departamento de Oceanografia (CTG- 14 EEP), fruto de mais de um ano de discussão entre professores, técnicos e estudantes egressos e vinculados ao curso. Na época, a reformulação resultou da importância de um processo contínuo de adequação dos PPCs e da avaliação feita pelo MEC em novembro de 2015 (Protocolo: 201307205), que atribuiu nota três ao curso. Assim, o Colegiado do Curso de Bacharelado em Oceanografia (COLOCEAN - reunião de 03/11/2015 - ata anexa) propôs o início da discussão. Em março de 2016, iniciaram as discussões para a modificação do PPC Oceanografia, que inicialmente foram feitas em reunião do NDE, realizada em 12/04/2016 (ata anexa), com a presença de recém-graduados (concluintes do segundo semestre de 2015), concluintes de 2016 e estudantes em diversos momentos do curso. Dando continuidade ao processo foram realizadas diversas reuniões do NDE. Ficou evidente que o principal problema do PPC se referia à matriz curricular, que apresentava componentes com conteúdos sobrepostos, disciplinas que deveriam compor a formação obrigatória, mas que estavam como eletivas, e disciplinas que estavam fora do contexto da formação de oceanógrafos. O NDE reuniu-se novamente (reunião realizada em 10/05/2016 – ata anexa) e consolidou as alterações propostas, que foram apresentadas ao COLOCEAN em 17/05/2016 (ata anexa). Após ajustes, as modificações no PPC do Curso de Graduação em Oceanografia foram aprovadas por unanimidade no COLOCEAN em reunião realizada em 23/08/2016 (ata anexa). Diante desse diagnóstico do curso realizado em 2017 e fundamentado em resultados de avaliações institucionais e/ou inovações propostas, foram realizadas as seguintes reformulações, cujas propostas centralizaram-se na matriz curricular: ● Diminuição da carga-horária total, que passou de 3.885 horas para 3.795 horas. Essa nova carga-horária obedece a Resolução CNE/CES Nº 2/2007 e o Parecer CNES/CES Nº 224/2012, que dispõem sobre carga horária mínima dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade presencial e as Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação em Oceanografia, bacharelado; ● Atividades poderão ser ofertadas na modalidade semipresencial, com base no Art. 81 da Lei Nº. 9.394/1996, e no disposto nesta Portaria, além da Resolução CEPE Nº 10/2019 e Portaria MEC nº2.117 de 06 de dezembro de 2019, que regulamenta a modalidade a distância nos cursos de graduação presenciais da UFPE e permite a possibilidade de ofertar componentes a distância. ● Criação de 3 disciplinas obrigatórias, que visou adequar o conteúdo de disciplinas já existentes à formação específica em Oceanografia, quais sejam: a. Introdução à Oceanografia (junção das disciplinas Introdução à Oceanografia e Seminários em Oceanografia); b. Oceanografia Física Descritiva (disciplina nova que contempla conteúdos de Fenômeno dos Transportes e introduz conceitos básicos de Oceanografia Física); c. Química Analítica para Oceanografia (reorganização dos conteúdos das disciplinas 15 Química Analítica I e II, com enfoque em Oceanografia). ● Transformação de 4 disciplinas eletivas em disciplinas obrigatórias, quais sejam: 1. Geofísica Marinha; 2. Gerenciamento Costeiro (com 60 h, incluindo os conteúdos de Gerenciamento Costeiro Integrado I e Gerenciamento Costeiro Integrado II); 3. Biologia Pesqueira; 4. Métodos Computacionais (em substituição à disciplina Computação Eletrônica). ● Incorporação das disciplinas Estágio Acadêmico e Estágio Profissionalizante em uma única disciplina agora chamada Estágio Supervisionado. ● Criação de 09 disciplinas eletivas: a. Ictiologia; b. Análise Palioambiental de Bacia Sedimentar marinha; c. Obras de Engenharia aplicada a processos costeiros; d. Ecotoxicologia Aquática; e. Como se tornar um oceanográfo de sucesso; f. Ciclo de Carbono nos Oceanos; g. Geoprocessamento e Sistemas de Informações Geográficos aplicado a Oceanografia; h. Sistemas e processos Costeiros; i. Maricultura; j. Metais no Ambiente Marinho. ● Reformulação dos regulamentos das disciplinas: a. Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) – Corrigiu omissões no regimento anterior que não tratava de defesa pública do trabalho final, não definia o número de membros da banca examinadora e não estabelecia com clareza quem pode ser orientador de TCC; b. Estágio Supervisionado – Passou a permitir que o estágio seja realizado dentro ou fora do ambiente acadêmico; c. Atividades Complementares – Normatizou e padronizou a atribuição de carga horária a cada atividade a ser considerada como atividade complementar. Esta proposta de revisão, parcial, do Projeto Pedagógico do Curso de Graduação do Bacharelado em Oceanografia da UFPE, visa assimilar os resultados de processos internos de avaliação continuada do curso, atualizar informações e incorporar instrumentos recentemente discutidos e aprovados pelo COLOCEAN, que foram descritos acima. No entanto, ainda há a preocupação dos docentes em buscar melhorias sempre para tornar a formação dos Oceanógrafos da UFPE, de excelência. Nesse sentido, esta reforma parcial é necessária para se adequar às recentes resoluções publicadas pelo CEPE, incluindo: (1) a atuação dos graduandos nos programas de pós-graduação (Disciplinas de Formação Avançada - Resolução Nº 18/2021 – CEPE); (2) a Curricularização/Creditação da Extensão (Resolução 09/2017/CEPE) na qual a 16 estrutura curricular de cada curso deve destinar no mínimo 10% do total de créditos exigidos, para a integralização dos cursos de graduação, à realização de Ações Curriculares de Extensão (ACEx); e (3) a oferta de Atividades Práticas Supervisionadas (APS) dentro dos componentes curriculares do curso conforme regulamentado pela Resolução CEPE 03/2023. Após caso aprovadas pelo colegiado do curso, será apresentado o produto final, seguindo toda a tramitação formal no que diz respeito a reforma integral do PPC do curso, seguindo os moldes estabelecidos pela Pro-Reitoria de Graduação (PROGRAD). Destaca-se apenas, que após a primeira revisão realizada em 2017, a diminuição do número de egressos e de retenção de alunos já é um resultado muito importante. Do ano de 2015 (considerado o ano de integralização da primeira turma, ou seja, os ingressantes em 2009), 22 Oceanógrafos foram formados pela UFPE. 5. Marco teórico do curso O Brasil possui cerca de 8.000 km de fronteira marítima que resulta em uma ZEE de aproximadamente 4.450.000 km2, ou seja, mais da metade do território continental brasileiro, sendo essa área, denominada Amazônia Azul. Desta forma, a Marinha do Brasil defende a ampliação na formação de profissionais para atuar nesta área de conhecimento dizendo: “As possibilidades de estudos, riquezas e conhecimento desse espaço não são compatíveis com o estímulo à área de ciências do mar até o momento, por isso há a carência de formação de profissionais que atuem nessa área”. Desta forma o curso se propõe a formar profissionais capazes de atuar no estudo, gestão e usos sustentáveis dos recursos marinhos de forma a assegurar o desenvolvimento sustentável deste ambiente que promova não só o respeito ao mesmo mas o desenvolvimento de uma sociedade brasileira de forma harmônica. Garantir um ecossistema marinho saudável para as gerações futuras é um compromisso do profissional em Oceanografia formado pela UFPE. A UFPE e o DOCEAN acreditam também na democratização do processo de formação deste profissional, tentando de forma justa e democrática atender a diversas faixas da sociedade pernambucana e brasileira que estejam aptas a dedicar esforços no sentido de adquirir os conhecimentos necessários à sua atuação como oceanógrafo. A celeridade dos processos produtivos tem sido acompanhada por novos desafios para se compreender a relação sociedade-natureza, bem como uma constante reestruturação dos saberes à luz dos fenômenos contemporâneos de globalização e revolução técnico-científica e informacional. Considerando tal quadro de referência, o Fundo das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), em vários documentos, adverte para o modelo de educação vigente no mundo atual, conclamando o educador para a reconstrução do mundo sob uma perspectiva complexa e multidimensional, principalmente apoiada nos recentes avanços científicos e tecnológicos. Desse modo, almeja-se um ser humano integrado, não desvinculado do mundo. Essa visão certamente contribuirá para a organização de uma nova sociedade em que 17 haja a redução do individualismo e a garantia de uma relação integradora e cooperativa, que se contraponha ao modelo separatista, fragmentado e competitivo que ora se vive. O aporte de conhecimento oceanográfico representa um importante recurso para compreender os problemas locais e globais num mundo em transformação. Nesse sentido, é urgente revisar as práticas pedagógicas, primando por uma abordagem crítica, baseada na análise, interpretação e reflexão acerca dos problemas que se manifestam em diversas escalas. O Bacharelado em Oceanografia, dentro da sua missão educacional, apresenta à comunidade acadêmica um projeto contendo um plano com propostas de melhorias de Inclusão e Acessibilidade o qual contém informações essenciais para viabilizar o mais amplo acesso ao conhecimento, utilizando extensa gama de ferramentas pedagógicas buscando construir e manter projetos pedagógicos que institucionalizam o atendimento educacional especializado e serviços adaptados para atender as características dos estudantes e garantir o seu pleno acesso ao currículo em condições de igualdade, promovendo a conquista e o exercício de sua autonomia. Por meio de temas transversais que perpassam os componentes pedagógicos, o exercício da cidadania acompanha as metas e objetivos institucionais definidos no planejamento estratégico e no desenvolvimento dos projetos pedagógicos do curso de Oceanografia. O processo de inserção dos temas transversais se dá por meio da introdução do tema nos projetos e avaliações interdisciplinares, nos projetos integradores e nas ações institucionais que privilegiam a acessibilidade, sustentabilidade e empreendedorismo. O tema acessibilidade, em especial, é evidenciado nas práticas de diversos cursos,sendo um dos pilares do curso de Bacharelado em Oceanografia da UFPE. Sabe-se que inclusão social é um processo que contribui para a construção de um novo tipo de sociedade. E no âmbito educacional, a inclusão exige que haja mudança de paradigmas para atender os acadêmicos. Os docentes do Bacharelado de Oceanografia realizam planejamentos e estudos exercendo a prática pedagógica, para que possam oportunizar os métodos de avaliação que favorecem o aprendizado e dose o processo de apropriação do conhecimento por parte dos discentes. Além disso, a instituição tem o objetivo de proporcionar um aprendizado de qualidade para a promoção humana, tornando-os reflexivos e participativos da vida e sociedade. Assim, oferecem diversas literaturas específicas para auxiliar os docents e durante as correções das avaliações escritas, privilegia-se o conteúdo semântico de modo a considerar que entendimento deve ser por e para todos. Por isso os docentes do bacharelado em Oceanografia procuram acompanhar os discentes que apresentam dificuldades na aprendizagem, buscando apoio na intenção de qualificar cada vez mais os processos pedagógicos e contribuir para o avanço na aprendizagem dos alunos. Nesses termos, a inserção do Curso de Oceanografia deve justamente se pautar na formação dos estudantes enquanto sujeitos sociais críticos, tanto por sua inserção no mundo do trabalho, quanto pela conquista da autonomia intelectual. Sendo assim, o curso visa contribuir para o desenvolvimento local, apoiado numa formação profissional e cidadã que promova a 18 autonomia intelectual, a inserção dos seus estudantes no mercado de trabalho e uma melhor qualidade de vida. 6. Objetivos do Curso A Oceanografia é uma ciência que tem como função o estudo dos oceanos e das zonas costeiras, em seus aspectos bióticos (vivos) e abióticos (não vivos), bem como as influencias sociais em relação aos oceanos. 6.1. Objetivo Geral do Curso O Curso de Oceanografia na modalidade de Bacharelado da UFPE tem como objetivo geral, formar profissionais habilitados com aptidão para atuar no mercado de trabalho, capazes de contribuir para o desenvolvimento da Oceanografia na Região Nordeste e no país, e de utilizarem a ciência e a tecnologia direcionadas ao conhecimento dos oceanos, aos impactos por eles sofridos e a exploração racional de recursos marinhos e costeiros renováveis e não renováveis. Seu objetivo principal é a formação de profissionais da área de Oceanografia para atuação em pesquisa, gestão, desenvolvimento, uso e avaliação de tecnologias oceanográficas, formando profissionais de nível superior com capacitação para atuarem nos ecossistemas marinhos e costeiros, cujas habilitações permitirão desempenhar papel decisivo para um uso sustentável do ambiente marinho. Desse modo o egresso do Bacharelado de Oceanografia deverá demonstrar claramente que desenvolverá as competências e habilidades esperadas, ou seja, irá atender as necessidades e os interesses da área costeira nordestina e de outras regiões do país e até internacional e desenvolver na população regional, principalmente das regiões litorâneas, uma consciência marítima com intuito de utilização sustentável dos ecossistemas continentais, costeiros e marinhos. 6.2. Objetivo Específico do Curso - Formar profissionais capazes de atuar crítica e criativamente na área da Oceanografia, considerando os aspectos éticos, humanísticos, políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais; - Promover a pesquisa científica, o desenvolvimento tecnológico, conservação e o uso sustentável dos recursos vivos e não vivos e os sistemas de observação dos oceanos, ampliando a presença brasileira em áreas marinhas sob jurisdição nacional e internacional, e nas ilhas; - Contribuir nos assuntos relacionados à criação e consolidação de unidades de preservação costeiras e oceânicas sob a jurisdição nacional; - Estimular o planejamento e a gestão ambiental territorial da zona costeira, visando à redução de suas vulnerabilidades ambientais, sociais e econômicas; 19 - Promover estudos e pesquisas para conhecimento, avaliação e desenvolvimento do uso sustentável do potencial biotecnológico e energético dos recursos marinhos vivos e minerais, tanto nas zona costeira como na oceânica, nacional ou internacional; - Incentivar a participação em órgão/sistemas afim de ampliar e consolidar os sistemas de monitoramento dos oceanos, da zona costeira e da atmosfera adjacente, complementando/atualizando os bancos de dados meteoceanográficos nacional e internacional e assim contribuir para reduzir vulnerabilidades e riscos decorrentes de eventos extremos; - Estimular o intercâmbio de informações científicas e tecnológicas, pesquisadores e técnicos nos âmbitos nacional e internacional, referente aos recursos vivos e não vivos; - Incentivar o uso e o desenvolvimento de tecnologia nacional de materiais e equipamentos necessários às atividades de pesquisa, monitoramento e exploração no mar; - Apresentar a legislação brasileira visando a sua aplicação em todos os aspectos concernentes aos recursos do mar, à gestão integrada das zonas costeiras e oceânicas e aos interesses marítimos nacionais; - Estimular a formação continuada de recursos humanos em Ciências do Mar em atendimento às demandas atuais e futuras da sociedade em seus campos de atuação profissionais, além de desenvolver ações de empreendedorismo e inovação, com capacidade de gestão de empresas, comunicação, liderança e trabalho em equipes multidisciplinares. 7. Perfil Profissional do Egresso O egresso do curso de Oceanografia da UFPE terá condições de assumir um papel de agente transformador do mercado nos assuntos relacionados aos oceanos, utilizando-se do conhecimento adquirido durante sua formação, particularmente com o advento do navio-escola Ciências do Mar IV. O profissional estará capacitado, devido ao caráter multidisciplinar do curso da UFPE, para intervir nas atividades de uso e exploração racional dos recursos marinhos e costeiros renováveis e não renováveis, a fim de que o seu uso seja sustentável. O profissional terá formação técnico-científica direcionada ao conhecimento para o uso sustentável dos oceanos e ambientes transicionais, sob todos seus aspectos, sendo capaz de atuar de forma transdisciplinar nas atividades de investigação, uso e exploração racional de recursos marinhos e costeiros renováveis e não renováveis. Será apto a exercer funções que os insira dentro de um conjunto de elementos fundamentais para aquisição de conhecimentos e habilidades necessários à concepção e à prática de atuação do oceanógrafo. A Oceanografia não tem um Conselho de Classe, sendo regida pela Associação Brasileira de Oceanografia – AOCEANO, que é uma instituição sem fins lucrativos e que tem o propósito de, entre as suas diversas finalidades, congregar seus associados em ações voltadas ao exercício ético e pleno da profissão de Oceanógrafo e do ensino da Oceanografia. A AOCEANO desenvolve também iniciativas que promovem o compartilhamento de informações de interesse dos profissionais e estudantes de Oceanografia, além de representá-los enquanto entidade classista 20 nacional. A AOCEANO é administrada, além do Conselho Administrativo e das Diretorias das Seções Regionais, pelo Conselho Diretor e pela Assembleia Geral, sendo que seu quadro social é formado por graduados, pós-graduados e estudantes de Oceanografia, por profissionais de outras áreas que atuam na Oceanografia e por pessoas, instituições e empresas que têm interesse em atividades relacionadas à Oceanografia. 8. Campo de Atuação do Profissional A formação do Oceanógrafo abrange as 4 grandes áreas clássicas da Oceanografia (Biologia, Física, Geologia e Química) que possibilita a atuação do mesmo em áreas ligadas ao monitoramento da qualidade da água, aos impactos em áreas costeiras, à aquicultura, à avaliação do potencial dos recursos marinhos para exploração econômica, à interação oceano-atmosfera, à Paleoclimatologia e à Paleoceanografia, assim como também desenvolve a compreensão dos processos que regem as funções de ecossistemas praiais, estuarinos, lagunares e recifais da plataforma continental e águas marinhas adjacentes, tendo forte atuação no estudo das mudanças climáticas que ocorrem no Oceano Atlântico Sul. Desse modo, os Oceanógrafos podem atuar como profissionais em órgãos públicos ligados ao meio ambiente, universidades e institutos de pesquisa, empresas privadas (que produzem, exploram e administram recursos naturais renováveis ou não), portos e terceiro setor (associações, fundações, ONGs etc.). Os Oceanógrafos também podem atuar como profissionais liberais. Além disso, muitos profissionais têm ingressado em várias carreiras por concurso público, técnico de nível superior das IFES (instituições federais de ensino superior), analista ambiental (IBAMA, ICMBio), Petrobras, DNIT, Marinha do Brasil, órgãos estaduais de meio ambiente e de recursos hídricos, dentre outros. O curso de Oceanografia da UFPE está estruturado de forma a ampliar o desenvolvimento de competências e habilidades através do estreitamento com a vivência na atuação profissional através da empresa júnior Mar Aberto, incentivando o envolvimento em projetos práticos e continuados ao longo do curso. Além desse meio, o estímulo à participação em projetos e grupos de pesquisa, envolvimento com empresas e ONGs, participação em diagnósticos ambientais, identificação de problemas regionais e proposição de soluções, desenvolvimento de ideias e soluções sustentáveis, empreendedorismo, empresas júnior, entre outras, são atividades que deverão ser organizadas em equipes acadêmicas formadas por docentes e estudantes de 1º, 2º e 3º ciclo como forma de aproximar o exercício profissional da formação acadêmica. O setor público – principalmente universidades e órgãos federais, estaduais e municipais vinculados à temática ambiental – representa importante parcela do mercado de trabalho do oceanógrafo. No setor privado, empresas que atuam na aquicultura, no monitoramento ambiental, na pesca, na engenharia oceânica e na prospecção e produção de petróleo e gás têm as oportunidades mais promissoras de trabalho. ONGs e instituições ligadas a projetos de conservação e proteção da biodiversidade também são opções. Ações governamentais, tais como 21 o Plano Setorial para os Recursos do Mar (PSRM) da Comissão Interministerial para os Recursos do Mar (CIRM) e o Plano Nacional de Gerenciamento Costeiro (PNGC) reconhecem a necessidade de promover a incorporação dos recursos do mar à realidade socioeconômica brasileira. O conhecimento e a utilização racional desses recursos do mar e da zona costeira são fundamentais para que nosso país possa alcançar patamares superiores de desenvolvimento, a abertura de novas oportunidades de exploração e investimentos e garantir a qualidade de vida da população e a proteção dos ecossistemas. Tais fatos, por si só, evidenciam uma tomada de consciência da importância da Oceanografia em nível nacional. De acordo com a Resolução CNE/CES Nº 2, de 12/07/2018 em seu Art 5º, a integralização curricular dos cursos de Oceanografia deverá desenvolver, pelo menos, as competências e habilidades para: I. Formular, elaborar, fiscalizar e dirigir estudos, planejamentos, projetos e/ou pesquisas científicas básicas e aplicadas que visem o conhecimento e a utilização racional do meio marinho e costeiro em todos os seus domínios, realizando direta ou indiretamente: a) Levantamento, processamento e interpretação das condições físicas, químicas, biológicas e geológicas, suas interações, bem como a previsão do comportamento desses parâmetros e dos fenômenos a eles relacionados; b) Desenvolvimento e aplicação de métodos, processos e técnicas de exploração, explotação, beneficiamento e inspeção dos recursos naturais; c) Desenvolvimento e aplicação de métodos, processos e técnicas de preservação, saneamento e monitoramento; d) Desenvolvimento e aplicação de métodos e técnicas direcionados a obras, instalações, estruturas e quaisquer outros empreendimentos; e) Orientação, direção, assessoramento e prestação de consultoria; f) Realização de perícias, emissão e assinatura de laudos técnicos e pareceres; g) Desenvolvimento e aplicação de métodos e técnicas de gestão ambiental. II. Exercer atividades ligadas à limnologia, hidrologia, hidrografia, aquicultura, processamento e inspeção dos recursos naturais de águas interiores; III. Dirigir órgãos, serviços, seções, grupos ou setores de oceanografia; IV. Coordenar planos, programas, projetos e trabalhos inter e transdisciplinares na área marinha e costeira; V. Desenvolver métodos de ensino e pesquisa oceanográfica; VI. Conhecer, compreender e aplicar a ética e as responsabilidades profissionais. Segundo a AOCEANO, mesmo atuando em uma área específica, a formação abrangente do Oceanógrafo lhe confere capacidade de compreender os processos naturais em seu conjunto e de propor a resolução de problemas complexos, a partir de abordagens tradicionais e/ou inovadoras, nas seguintes áreas de atuação: 22 • Levantamento, processamento e interpretação das condições físicas, químicas, biológicas e geológicas dos meios marinhos e costeiros, suas interações e previsões dos comportamentos desses parâmetros e dos fenômenos a eles relacionados; • Empresas de consultoria; empresas especializadas no controle de efluentes e da poluição ambiental; empresas de engenharia; empresas de prospecção sísmica, exploração e produção de petróleo e gás; órgãos públicos (federais, estaduais e municipais) dedicados ao meio ambiente, à aquicultura e à pesca; universidades (públicas e privadas); instituições de pesquisa e outros; • Desenvolvimento e aplicação de métodos, processos e técnicas de exploração, explotação, beneficiamento e inspeção dos recursos naturais dos meios marinhos e costeiros; • Empresas privadas e cooperativas de produtores de recursos vivos marinhos e de água doce; empresas de exploração mineral; órgãos públicos (federais, estaduais e municipais) dedicados ao meio ambiente, à aquicultura e à pesca; universidades (públicas e privadas); instituições de pesquisa e outros; • Desenvolvimento e aplicação de métodos, processos e técnicas de preservação, conservação e monitoramento dos meios marinhos e costeiros; • Empresas de saneamento e abastecimento de água; órgãos públicos (federais, estaduais e municipais) dedicados ao controle e fiscalização ambiental; setores de segurança e meio ambiente de indústrias químicas e outros; • Desenvolvimento e aplicação de métodos e técnicas direcionados para obras, instalações, estruturas e quaisquer outros empreendimentos nos meios marinho e costeiro; • Orientação, direção, assessoramento e prestação de consultorias relacionadas aos meios marinho e costeiro; • Realização de perícias, emissão e assinatura de laudos técnicos e pareceres; desenvolvimento e aplicação de métodos e técnicas de gestão dos ambientes marinho e costeiro. Da implantação do curso até o ano de 2020, 22 Oceanógrafos foram formados pela UFPE, como citado anteriormente, e estão atuando em empresas, órgãos públicos e prestando consultorias, bem como outros seguem a formação acadêmica através de Programas de Pós- Graduação. 9. Competências, Atitudes e Habilidades Desenvolvida a partir do enfoque integrado, do qual o rigor científico e os princípios da sustentabilidade e da ética constituem-se em parte central, a formação do Oceanógrafo, coloca esse profissional entre os mais capacitados para fornecer respostas imediatas e eficazes às questões que envolvem o conhecimento, a previsão e o uso dos ambientes marinho e costeiro. De acordo com a Resolução CNE/CES Nº 2, de 12/07/2018 em seu Art 5º, a integralização curricular dos cursos de Oceanografia deverá desenvolver, pelo menos, as competências e habilidades para: 23 I. Formular, elaborar, fiscalizar e dirigir estudos, planejamentos, projetos e/ou pesquisas científicas básicas e aplicadas que visem o conhecimento e a utilização racional do meio marinho e costeiro em todos os seus domínios, realizando direta ou indiretamente: a) Levantamento, processamento e interpretação das condições físicas, químicas, biológicas e geológicas, suas interações, bem como a previsão do comportamento desses parâmetros e dos fenômenos a eles relacionados; b) Desenvolvimento e aplicação de métodos, processos e técnicas de exploração, explotação, beneficiamento e inspeção dos recursos naturais; c) Desenvolvimento e aplicação de métodos, processos e técnicas de preservação, saneamento e monitoramento; d) Desenvolvimento e aplicação de métodos e técnicas direcionados a obras, instalações, estruturas e quaisquer outros empreendimentos; e) Orientação, direção, assessoramento e prestação de consultoria; f) Realização de perícias, emissão e assinatura de laudos técnicos e pareceres; g) Desenvolvimento e aplicação de métodos e técnicas de gestão ambiental. II. Exercer atividades ligadas à limnologia, hidrologia, hidrografia, aquicultura, processamento e inspeção dos recursos naturais de águas interiores; III. Dirigir órgãos, serviços, seções, grupos ou setores de oceanografia; IV. Coordenar planos, programas, projetos e trabalhos inter e transdisciplinares na área marinha e costeira; V. Desenvolver métodos de ensino e pesquisa oceanográfica; VI. Conhecer, compreender e aplicar a ética e as responsabilidades profissionais. 10. Metodologia do Curso A metodologia de ensino-aprendizagem empregada no Curso de Bacharelado em Oceanografia da UFPE baseia-se em aulas expositivas dialogadas com o auxílio de recursos audiovisuais, dinâmicas interativas sobre aspectos teóricos abordados nas aulas expositivas, discussões e relatórios sobre trabalhos de campo, práticas em laboratório, seminários e trabalhos individuais e em grupo. O curso incentiva o diálogo e a comunicação entre o professor e o aluno de modo a romper os isolamentos professor vs. aluno, professor vs. professor e aluno vs. aluno. Também possibilita um processo de participação e cooperação, numa perspectiva de construção coletiva do saber, utilizando uma metodologia de ensino-aprendizagem centrada no aluno e oportunizando a discussão e outras técnicas de aprendizado que estimulem a ação-reflexão-ação. O pressuposto maior aqui considerado é o de que o professor é o mediador do processo educativo, tendo envergadura intelectual para articular as questões emergentes no cotidiano com as que compõem o quadro de referência da sua área do conhecimento. Nesse sentido, o saber é concebido como algo diverso, heterogêneo e plural. Sob este prisma, o professor deve considerar 24 o conhecimento dos educandos oriundo das experiências do cotidiano, relacionando-as ao mundo do trabalho e às relações sociais em geral, como forma de valorizar as distintas maneiras de apreensão da realidade e respeitando, ao mesmo tempo, as diversidades social, política e cultural. A metodologia pedagógica utiliza diferentes cenários de prática a serem vivenciados em etapas de laboratório e de campo, tais como atividades embarcadas, estágios supervisionados e atividades práticas supervisionadas (APS), como forma de garantir uma formação passível de possibilitar a inserção de seus egressos no mercado de trabalho, além da prestação de serviços à sociedade. As APS são ofertadas para fins de complementação da carga horária dos componentes curriculares (teóricos, práticos ou teórico-práticos) do curso conforme regulamentado pela Resolução CEPE n° 03/2023. Elas são desenvolvidas sob supervisão docente e registradas no plano de ensino do respectivo componente curricular. A complexidade do mundo contemporâneo demanda cada vez mais modalidades diversificadas de formação e níveis de educação flexíveis, matizados e modulares, em função da variedade de situações e contextos. Vem se gerando um volume enorme de informações de caráter científico-tecnológico que precisa do uso cada vez maior das tecnologias da informação e comunicação (TIC) em todo o mundo. As Tecnologias da Comunicação e Informação (TICs) tomaram força e estão presentes nas metodologias didáticas dos docentes do curso de Oceanografia e utiliza um conjunto de recursos tecnológicos de forma integrada e ampla. Dentre as ferramentas usa-se a internet, os computadores, as câmeras fotográficas, os celulares, os softwares, os drones. Essas ferramentas auxiliam na aplicação das metodologias didáticas ativas e invertidas, na busca de desenvolver habilidades de investigação, provocar a solução de problemas complexos e, com isso, criar novos modelos mentais no discente, visando à eficácia do aprendizado participativo, pois envolvem ativamente os estudantes por meio de discussões, resolução de problemas, estudos de caso, por exemplo, atribuindo um maior grau de responsabilidade sobre os mesmos, do que abordagens passivas. As mudanças das práticas pedagógicas nos últimos anos têm promovido a ideia de colocar o estudante como protagonista no contexto, e devido a forte pressão sobre os uso dos oceanos e suas mudanças dos oceanos, os docentes buscam usar das facilidades das TICs, como por exemplo: fóruns virtuais, salas invertidas, webinares, podcasts entre outros, para instigar os discentes a buscarem respostas sustentáveis, a partir dos marcos teóricos/conceituais. Outro aspecto a ser acrescentado é a concepção de acessibilidade. Não apenas em termos de acessibilidade arquitetônica e urbanística nas edificações (incluindo instalações, equipamentos e mobiliário) e nos transportes escolares, mas também a acessibilidade metodológica referente ao acesso aos conteúdos, informações, comunicações e materiais didático-pedagógicos. Em todos os aspectos, trata-se de assegurar às pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida o acesso aos direitos sociais básicos, inclusive o direito a uma educação de qualidade. Nesse sentido, é importante prover recursos que possibilitem a acessibilidade de conteúdo, o que supõe, além de profissionais qualificados, mobiliário e materiais didáticos e tecnológicos, adequados e adaptados, que viabilizem o acesso aos conhecimentos e ao 25 atendimento a esse público. O curso de Oceanografia segue o predisposto da apropriação de conteúdos de conhecimento e experiências pedagógicas em espaços não-físicos e situações não-presenciais através dos Dispositivos Virtuais de Aprendizagem (DVA) que compreendem novas tecnologias de interface digital (redes sociais, dispositivos multimídia). Os DVA operam com programas computacionais interativos que têm capacidade de comunicação integrada, usando tecnologias pedagógicas capazes de realizar uma série complexa e diversificada de tarefas educacionais. Embora os DVA sejam complementos ou acessórios para métodos pedagógicos convencionais, eles geram condições e efeitos pedagógicos que têm permitido experiências de aprendizagem que oportunizam processos singulares de análise, reflexão e apropriação do conhecimento. Outra ferramenta de extrema relevância e que possibilitam o desenvolvimento de metodologias inovadoras no ensino de graduação são equipamentos de videoconferência lotados no Centro de Tecnologia e Geociências e podem ser usados pelos docentes nas denominadas salas dinâmicas. Assim sendo, o modelo pedagógico geral do curso de Oceanografia da UFPE compreende construção orientada do conhecimento pela via da problematização, com base em elementos da realidade concreta da prática laboral, tecnológica e acadêmica. Essa abordagem submete a percepção inicial da aprendizagem a um processo crítico de constante questionamento, mediado pela literatura de referência (acadêmica, científica etc.) para o conjunto de saberes em questão - compilado ou extraído do conhecimento disponível ou herdado. A construção do conhecimento ocorrerá mediante a identificação de problemas gerados por duas fontes: por um lado, induzidos em projetos temáticos de aprendizagem, estabelecidos e renovados periodicamente pelas equipes docentes, a depender das estruturas curriculares dos cursos programados; por outro lado, pactuados contingencialmente pelas práticas vivenciadas nos estágios curriculares e extracurriculares incorporados nos programas de ensino. Em suma, a primeira opção configura aprendizagem orientada por projetos e a segunda caracteriza aprendizagem orientada por problemas. Para atingir as metas, os docentes do Bacharelado em Oceanografia preocupam-se com a qualidade da metodologia de ensino e usam das mais recentes ferramentas didáticas como as aulas invertidas ou flipped classroom, onde os discentes chegam em sala de aula após ter estudado o conteúdo em casa e na sala, dá-se a discussão e reflexão sobre o que foi estudado, tirar dúvidas e fazer exercícios. Também usam das ferramentas do Google Sala de Aula e Turma Virtual do SIGAA (Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas) criando ambientes para realização de fóruns, chats de diálogo entre os discentes e o docente e entre os próprios discentes, criando um clima de harmonia e interação didática. Existe o cuidado pelos docentes no atendimento aos alunos com deficiência, e no caso de surgir a necessidade, os mesmos podem contar com o apoio do Núcleo de Acessibilidade 26 (NACE)/UFPE para acompanhamento e adaptações curriculares e físicas. Essas ações fazem parte de sua política institucional e promovem a acessibilidade aos discentes (e servidores) com deficiência, mobilidade reduzida, transtorno funcional específico da aprendizagem, transtorno global do desenvolvimento ou altas habilidades/superdotação. As atividades do NACE são regulamentadas pela Portaria Normativa Nº 04/2016, bem como segue-se a Resolução ConsUni/UFPE Nº11 de 2019, que institucionaliza o atendimento em acessibilidade e inclusão educacional na UFPE. O discente torna-se, portanto, figura ativa no processo de aprendizagem, ao debater os assuntos tratados e verificar os pontos que não ficaram claros no estudo preliminar, bem como recebe a valoração e o respeito que merece, e o docente deixa de ser apenas um expositor da matéria e passa a ser o tutor ou condutor desse processo dinâmico de aquisição do conhecimento. 11. Sistemáticas de avaliação A avaliação realizada na sala de aula articula sujeitos e contextos diversos, confrontando os múltiplos conhecimentos que perpassam o saber, o fazer e o pensar de discentes e dos docentes para nortear novas práticas pedagógicas, investigar o desenvolvimento cognitivo do aluno e avaliar o próprio docente. 11.1. Sistemáticas de avaliação discente A sistemática de avaliação dos alunos do curso aplica ações para melhoria da aprendizagem, com instrumentos de avaliação formativa e processo contínuo de planejamento e reflexão docente, embora siga as normas vigentes, sem deixar de seguir medidas modernas de avaliação dos estudantes, especialmente com inovações pedagógicas utilizando as TICs. Os estudantes dos cursos de Oceanografia têm um sistema de avaliação do processo de ensino e aprendizagem regido pela Resolução Nº 04/1994 do CCEPE. Esta resolução determina a aprovação por média, aprovação, reprovação ou reprovação por falta. Ela regula, ainda, o sistema de revisão de prova, realização de segunda chamada, entre outras especificidades. O Sistema de Informações e Gestão Acadêmica (SIG@) da universidade garante o cumprimento da Resolução e a privacidade dos resultados obtidos pelo aluno. A citada Resolução abrange aspectos de: 1) Frequência: considerando-se reprovado o aluno que não tiver comprovada sua participação em pelo menos 75% das aulas teóricas ou práticas computadas separadamente, ou ao mesmo percentual de avaliações parciais de aproveitamento escolar. 2) Aproveitamento: ao longo do período letivo, mediante verificações parciais, sob forma de provas escritas, orais ou práticas, trabalhos escritos, seminários e outros. Também pode ser feito ao fim do período letivo, depois de cumprido o programa da disciplina, mediante verificação do aproveitamento de seu conteúdo total, sob a forma de exame final. A avaliação de aproveitamento 27 será expressa em graus numéricos de 0,0 (zero) a 10,0 (dez). 3) O aluno que comprovar o mínimo de frequência (75%) e obtiver uma média parcial igual ou superior a 7,0 será considerado aprovado na disciplina com dispensa do exame final, tendo registrada a situação final “aprovado por média” em seu histórico escolar. Neste caso, sua média final será igual à média parcial. 4) Comprovado o mínimo de frequência (75%) o aluno será considerado “aprovado” na disciplina se obtiver simultaneamente: I - Média parcial e nota do exame final não inferiores a 3,0; II - Média final não inferior a 5,0; 5) Ficará impedido de prestar exame final o aluno que não obtiver, no mínimo, 75% de frequência na disciplina e/ou não obtiver, no mínimo, 3,0 como média das notas parciais. Terão critérios especiais de avaliação as disciplinas abaixo discriminadas: I – Estágio Curricular: será observado o que estabelece a Resolução Nº 20/2015 - CCEPE; II – Disciplinas que envolvam elaboração de projetos, monografias, trabalhos de graduação ou similares, terão critérios de avaliação definidos pelo Colegiado do Curso. Poderá ser concedida segunda chamada exclusivamente para exame final ou para uma avaliação parcial especificada no plano de ensino da disciplina. Ao aluno será permitido requerer até duas revisões de julgamento de uma prova ou trabalho escrito, por meio de pedido encaminhado ao coordenador do curso ou da área. No caso de alunos com deficiência visual, pode-se flexibilizar o método de avaliação com a possibilidade de aplicação de provas orais, por exemplo. 11.2. Sistemáticas de avaliação docente e de auto-avaliação O curso de Oceanografia, desde a implantação, é objeto de avaliação constante, seja através dos mecanismos previstos pela UFPE conforme o seu projeto pedagógico e o seu planejamento estratégico institucional ou através de outros mecanismos a serem definidos pelo Colegiado do Curso. Da mesma forma, sempre que for solicitado pelos órgãos competentes da instituição, o curso poderá ser avaliado em algum aspecto particular de relevância. O colegiado do curso também poderá criar mecanismos de avaliação através da capacitação de seus egressos em relação ao mercado de trabalho. O curso realiza ações para melhoria da aprendizagem, com instrumentos de avaliação formativa e processo contínuo de planejamento e reflexão docente Segundo as diretrizes da educação superior (http://portal.mec.gov.br/secretaria-de-regulacao-e-supervisao-da-educacao- superior-seres/323-secretarias-112877938/orgaos-vinculados-82187207/12991-diretrizes- curriculares-cursos-de-graduacao), mais especificamente a Resolução CNE/CES nº 2/2018 que Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do curso de graduação em Oceanografia (http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=90941-rces002- 18&category_slug=julho-2018-pdf&Itemid=30192) No âmbito da UFPE, o curso de Oceanografia segue a Resolução Nº 10/2017 que 28 regulamenta a avaliação das condições de ensino (https://www.ufpe.br/documents/38970/1798084/Res+2017+10+CCEPE.pdf/64519c1a-0926-4d04- 8a00-bacd1ef44642). De acordo com o Art. 4º desta resolução, a avaliação das condições de ensino é realizada de acordo com a periodicidade abaixo: I. Avaliação do docente pelo discente é realizada a cada semestre através do SIGAA; II. A autoavaliação do docente e do discente que é realizada a cada ano, sob responsabilidade da ProReitoria de Graduação; III. A avaliação das condições de infraestrutura que é realizada a cada dois anos sob responsabilidade da Chefia do Departamento de Oceanografia (DOCEAN). Com relação auto-avaliação, o curso segue os moldes determinados pela Comissão Própria de Avaliação (CPA-UFPE), instituída pela Portaria do Reitor nº. 1291, de 14/07/2004, nos termos da Portaria Ministerial Nº. 2.051, de 9/07/2004, que regulamenta os procedimentos de avaliação do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES). A CPA-UFPE apresenta um Relatório de Autoavaliação Institucional (https://www.ufpe.br/documents/589185/598804/RI+2020+UFPE+INTEGRAL+VERS%C3%83O+F INAL.pdf/deb7657b-1432-47f6-bcd4-a9893285cd7e) com resultado do triênio 2018-2020. Os aspectos de acessibilidade nas avaliações para os estudantes com deficiência, mobilidade reduzida, transtorno funcional específico da aprendizagem, transtorno global do desenvolvimento e/ou altas habilidades/superdotação foram incluídos nas avaliações do curso de Oceanografia considerando à Resolução ConsUni/UFPE Nº11 de 2019. A avaliação do público que necessita de atenção especial nas avaliações é feita pelo Núcleo de Acessibilidade (NACE) da UFPE, no que concerne aos discentes dos cursos de graduação. O NACE também representa o setor responsável por apoiar e promover a acessibilidade aos estudantes. A avaliação do projeto pedagógico do curso de Oceanografia ocorre para verificar seu sucesso curricular, assim como para incentivar alterações futuras que venham a melhorar o projeto pedagógico, uma vez que este é dinâmico e deve passar por constantes avaliações e está sendo aperfeiçoado, juntamente com a PROGRAD, visando alcançar os mais elevados padrões de excelência educacional e, consequentemente, de formação inicial dos futuros profissionais da área. 11.3. Núcleo Docente Estruturante (NDE) Em observância à Resolução CONAES Nº 1, de 17/06/2010, foi instituído o Núcleo Docente Estruturante (NDE) do Curso de Oceanografia. Responsável pela necessidade de acompanhamento e atualização do Projeto Pedagógico do Curso, o NDE atua considerando, além do marco legal supracitado, o disposto na Resolução CCEPE Nº 01/2013. Conforme detalhado neste PPC, será aplicada para o curso de Oceanografia a sistemática de avaliação proposta pela DAP-PROPLAN-UFPE. De acordo com esta sistemática a autoavaliação dos cursos de graduação e do PPC é responsabilidade do NDE. Isso se dá em um 29 ciclo de 3 (três) anos. Diversos instrumentos são utilizados neste processo, a depender do objetivo da avaliação específica. A avaliação do curso pelos seus discentes é uma prática normal para melhoramento do projeto pedagógico, além de índices como retenção, procura por candidatos no SiSU, atuação dos egressos no mercado de trabalho e sua aprovação em concursos públicos. O NDE deve ser instituído por portaria da PROACAD, sendo constituído por um mínimo de 5 e um máximo de 8 membros pertencentes ao corpo docente do curso. ão atribuições do NDE do curso de Oceanografia: I. Assessorar a coordenação do curso de graduação nos processos de implantação, execução, avaliação e atualização do PPC de modo coparticipativo; II. Zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes constantes no currículo, contribuindo para a consolidação do perfil profissional do egresso do curso; III. Indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e extensão, oriundas de necessidades da graduação, de exigência do mercado de trabalho e alinhadas com as políticas públicas relativas à área de conhecimento do curso; IV. Incentivar o desenvolvimento de profissionais com formação cidadã, humanista, crítica, ética e reflexiva; V. Zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais do cursos de graduação; VI. Zelar pela proposição de projetos pedagógicos alinhados e consonantes com o Projeto Pedagógico Institucional. Neste período pandêmico, está havendo a reformulação parcial do PPC para adequação e atualização do PPC (a última se deu em 2017), mas, com vistas a preparar a mudança integral do mesmo, particularmente no que diz respeito a curricularização extensional entre outras que o NDE entender de melhoria do histórico e currículo para a formação do oceanógrafo. 12. Organização Curricular do Curso O curso contempla um perfil único para alunos ingressos desde o primeiro semestre de 2009. O mesmo através das atividades obrigatórias irá formar profissionais com uma visão geral nas 4 áreas da Oceanografia, que será complementada pelos componentes eletivos. Os 3 primeiros períodos são dedicados essencialmente a disciplinas básicas nas áreas de Matemática, Física, Química, Geologia e Biologia. Os 5 períodos seguintes são dedicados a disciplinas profissionalizantes (obrigatórias e eletivas) em Oceanografia Física, Oceanografia Química, Oceanografia Geológica e Oceanografia Biológica. Os dois últimos períodos são dedicados à realização do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)/Monografia e outros componentes práticos à formação profissional do aluno (estágio supervisionado e embarque). 30 12.1. Estrutura Curricular O curso de graduação em Oceanografia da UFPE tem duração de 5 anos em período integral (manhã e tarde), com carga horária total de 3795 horas. A matriz curricular do curso visa assegurar o desenvolvimento de conteúdos dos diferentes campos do conhecimento da Oceanografia e sua estrutura é composta de três núcleos de conteúdos compostos por disciplinas obrigatórias: Ciclo Geral (28,6% da carga horária obrigatória), Ciclo Profissional (58,7% da carga horária obrigatória) e Ciclo Final (12,7% da carga horária obrigatória). Estrutura Curricular Ciclo Geral – 915 h 1º PERÍODO 2º PERÍODO 3º PERÍODO Ciclo Profissional – 1875 h 4º PERÍODO 5º PERÍODO 6º PERÍODO 7º PERÍODO 8º PERÍODO Ciclo Final – 405 h 9º PERÍODO 10º PERÍODO 31 12.2. Organização Curricular por Período O ciclo de formação geral conta com o apoio de outros departamentos de outras áreas de conhecimento da UFPE, compreendendo 16 disciplinas obrigatórias que perfazem 915 horas. O ciclo profissional é ministrado quase exclusivamente por docentes do Departamento de Oceanografia e compreende 32 disciplinas com total de 1875 horas. O ciclo final é formado por três disciplinas obrigatórias, totalizando 405 horas. A matriz do curso também compreende a oferta de 2865 horas (51 disciplinas) em componentes eletivos no perfil do curso, das quais o aluno deve cursar no mínimo 300 horas. O aluno ainda deverá cumprir 300 horas em componentes eletivos livres, podendo essa carga horária ser cumprida em componentes eletivos do curso de Oceanografia ou de outros cursos de graduação da UFPE, em outras Instituições de Ensino Superior reconhecidas pelo MEC, ou em atividades complementares conforme previsto na Resolução CEPE n° 12/2013 e no Regulamento de Atividades Complementares do curso. No SIGAA, a creditação das atividades complementares é feita através da opção "Disciplina eletiva livre - carga horária reconhecida no Sig@ (antes da migração)" conforme instruído pela Coordenação de Controle Acadêmico da DDE/PROGRAD. Nesse formato, para a conclusão do curso o estudante cursará um mínimo de 1665 horas teóricas (44% da carga horária total), 1530 horas práticas (40% da carga horária total) e 600 horas de atividades que poderão ser práticas ou teóricas (16% da carga horária total), o que obedece a resolução CNE/CES Nº 2, de 12/07/2018, que no Art. 7, parágrafo 3 estabelece um mínimo de 40% de carga horária em atividades práticas. Para integralizar o curso de Bacharelado em Oceanografia, os estudantes deverão também passar por uma experiência embarcada (carga horária de 105 horas), realizar um estágio supervisionado (carga horária de 150 horas) e finalizar um Trabalho de Conclusão de Curso/Monografia (carga horária de 150 horas). Desse modo, a carga horária total do curso de Bacharelado em Oceanografia é de 3795 horas, sendo superior ao mínimo recomendado pela Resolução CNE/CES No 2, de 12/07//2018. Para promover a autonomia do estudante em termos de capacidade de construção do conhecimento, a estrutura curricular propõe a perspectiva inter e transdisciplinar. A produção de conhecimento sob tal perspectiva requer uma estrutura curricular com componentes que envolvem atividades de prática profissional, atividades de laboratório e de campo. A estrutura curricular também possibilita conteúdos voltados para temáticas em todos os níveis e modalidades de ensino, por força da legislação em vigor, tais como: relações étnico- raciais, direitos humanos, meio ambiente, acessibilidade, entre outros. Tratadas transversalmente no currículo, essas temáticas estão presentes naquilo que é pertinente e possível de ser estabelecido. A estrutura curricular do curso de Oceanografia contempla conteúdos interdepartamentais e extradepartamentais, voltados para temáticas que sigam a legislação vigente e enriqueçam a 32 formação do Oceanógrafo, tais como as disciplinas: Introdução a Libras (LE716) ofertada pelo Departamento de Letras e Relações Raciais (IN816) que é oferecida pelo Departamento de Ciências Sociais. Com relação a Educação Ambiental, o projeto de extensão “Estratégias Difusoras da Educação Ambiental: Integrando a Oceanografia e a Sociedade - Projeto EducaOcean”, busca divulgar e fortalecer a Oceanografia, por meio da Educação Ambiental. O EducaOcean tem executado ações desde 2017 e conta com uma equipe formada por graduandos do curso de Oceanografia, alunos de outros centros e universidades, professores e técnicos do Departamento de Oceanografia, assim como externos à UFPE. O projeto tem como público-alvo alunos do ensino médio, oriundos da rede pública de ensino e da rede privada, estudantes de cursos técnicos relacionados à tecnologia e meio ambiente e comunidades que vivem próximas a recursos hídricos e/ou sobrevivem desses recursos. Essa aproximação com a comunidade externa à Universidade tem o objetivo de tornar acessível e democrático o conhecimento científico acerca da Oceanografia, levando em conta o conhecimento empírico que esses indivíduos possuem. Dessa maneira, o EducaOcean promove uma troca de saberes, que agrega valor ao desenvolvimento da Oceanografia e de nossa população. Dessa forma, a articulação ensino-pesquisa-extensão e a construção de conhecimento de maneira integrada entre os diversos componentes curriculares são práticas recorrentes e contínuas ao longo da integralização dos créditos para a graduação em Oceanografia. Nesse processo, procura-se privilegiar a transposição didática dos conteúdos e a transversalidade dos diversos campos dos saberes e da realidade em que os discentes estão inseridos. 33 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO - PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS COMPONENTES CURRICULARES POR PERÍODO CURRÍCULO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM OCEANOGRAFIA PERFIL 7102 Organização Curricular por Período Carga Horária Componentes (CH) Créditos CHTotal obrigatórios Sigla Co- Teo Prát Pré-Requisito Requisito CICLO GERAL 1º PERÍODO MA026 Cálculo Diferencial e 60 0 4 60 Integral 1 GN325 Fundamentos de 30 0 2 30 Genética para Oceanografia MA036 Geometria Analítica 1 60 0 4 60 QF001 Química Geral 1 60 0 4 60 OC503 Introdução à 30 30 3 60 Oceanografia TOTAL 240h teóricas + 30h práticas = 270h 2º PERÍODO MA046 Álgebra Linear 1 60 0 4 60 Cálculo Diferencial e Integral 1 HE232 Biologia Celular e 30 15 2 45 Tecidual MA027 Cálculo Diferencial e 60 0 4 60 Cálculo Diferencial e Integral 2 Integral 1 FI006 Física Geral 1 60 0 4 60 QF553 Química Orgânica para 60 0 4 60 Química Geral 1 Oceanografia TOTAL 270h teóricas + 15h práticas = 285h 3º PERÍODO BQ311 Biotransformações em 60 0 4 60 Química Orgânica Oceanografia para Oceanografia OC504 Oceanografia Física 30 30 3 60 Física Geral 1 Descritiva GE411 Elementos de Geologia 30 30 3 60 e Petrografia FI007 Física Geral 2 60 0 4 60 Física Geral 1 Cálculo Diferencial e Integral 2 OC415 Organismos 30 30 3 60 Biologia Celular e Unicelulares Marinhos Tecidual QF021 Química Geral 0 60 2 60 Química Geral 1 Experimental 1 TOTAL 210h teóricas + 150h práticas = 360h CICLO PROFISSIONAL 4º PERÍODO CA459 Cartografia Aplicada à 30 30 3 60 Oceanografia OC419 Botânica Marinha 30 30 3 60 Organismos Unicelulares Marinhos OC418 Ecologia 1 45 0 3 45 OC425 Oceanografia Física 1 30 30 3 60 Física Geral 2 e Oceanografia Física 34 Descritiva OC505 Química Analítica para 15 45 2 60 Química Geral 1 Oceanografia OC478 Sedimentologia 30 30 3 60 Elementos de Geologia e Petrografia OC416 Zoologia Marinha 1 45 30 4 75 Organismos Unicelulares Marinhos TOTAL 225h teóricas + 195h práticas = 420h 5º PERÍODO OC421 Ecologia 2 30 30 3 60 Ecologia 1 OC477 Metodologia Científica 15 30 2 45 GE541 Paleontologia Geral 30 30 3 60 Elementos de Geologia e Petrografia, Sedimentologia OC479 Oceanografia Química 30 30 3 60 Química Analítica 1 para Oceanografia OC431 Oceanografia Física 2 30 30 3 60 Oceanografia Física 1 OC428 Fitoplâncton e 30 30 3 60 Produção Primária OC420 Zoologia Marinha 2 30 30 3 60 Zoologia Marinha 1 TOTAL 195h teóricas + 210h práticas = 405h 6º PERÍODO OC475 Estatística para 60 0 4 60 Oceanografia 1 OC498 Métodos 15 45 2 60 Álgebra Linear 1 Computacionais OC424 Oceanografia 30 30 3 60 Elementos de Geológica Geologia e Petrografia OC423 Oceanografia Química 30 30 3 60 Oceanografia 2 Química 1 OC433 Zooplâncton Marinho 30 30 3 60 Zoologia Marinha 2 OC439 Interação Oceano- 30 30 3 60 Oceanografia Física 2 Atmosfera TOTAL 240h teóricas + 120h práticas = 360h 7º PERÍODO OC476 Estatística para 15 30 2 45 Estatística para Oceanografia 2 Oceanografia 1 OC449 Geofísica Marinha 30 30 3 60 Física Geral 2 OC437 Poluição Marinha 30 30 3 60 Oceanografia Química 2 OC430 Sedimentologia 30 30 3 60 Sedimentologia Marinha OC432 Ondas e Marés 30 30 3 60 Oceanografia Física 1 OC434 Bentos Marinho 30 30 3 60 Zoologia Marinha 1, Botânica Marinha TOTAL 165h teóricas + 180h práticas = 345h 8º PERÍODO OC470 Biologia Pesqueira 30 30 3 60 Ecologia 2, Estatística para Oceanografia 1 OC508 Gerenciamento 30 30 3 60 Ecologia 2, Costeiro Oceanografia Geológica OC436 Ecologia de Estuários 30 30 3 60 Ecologia 2 Limnologia OC429 Limnologia 30 30 3 60 Oceanografia Química 1, 35 Oceanografia Física 1 OC438 Paleoceanografia 15 30 2 45 Paleontologia Geral OC440 Nécton Marinho 30 30 3 60 Zoologia Marinha 2 TOTAL 165h teóricas + 180h práticas = 345h CICLO FINAL 9º PERÍODO OC448 Embarque 0 105 3 105 OC509 Estágio supervisionado 0 150 5 150 TOTAL Práticas = 255h 10º PERÍODO OC510 Trabalho de Conclusão 0 150 5 150 de Curso/Monografia TOTAL Práticas = 150h 1665h teórica (43,9%) + 1530h práticas (40,3%) + 600h TOTAL GERAL teóricas/práticas (15,8%) = 3795h 36 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO - PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS CURRÍCULO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM OCEANOGRAFIA TABELA DE ESTRUTURA CURRICULAR PERFIL 7102 - Válido para os alunos ingressos a partir de 2018.1 Componentes Obrigatórias Carga Ch Total Créditos Horária Sigla Ciclo Básico Teo Prát Pré-Requisitos Co-Requisitos Depto. MA026 Cálculo Diferencial e Integral 1 60 0 4 60 GN325 Fundamentos de Genética para 30 0 2 30 Oceanografia MA036 Geometria Analítica 1 60 0 4 60 QF001 Química Geral 1 60 0 4 60 OC503 Introdução à Oceanografia 30 30 3 60 MA046 Álgebra Linear 1 60 0 4 60 Cálculo Diferencial e Integral 1 HE232 Biologia Celular e Tecidual 30 15 2 45 MA027 Cálculo Diferencial e Integral 2 60 0 4 60 Cálculo Diferencial e Integral 1 FI006 Física Geral 1 60 0 4 60 QF553 Química Orgânica para 60 0 4 60 Química Geral Oceanografia 1 BQ311 Biotransformações em Oceanografia 60 0 4 60 Química Orgânica para Oceanografia OC504 Oceanografia Física Descritiva 30 30 3 60 Física Geral 1 GE411 Elementos de Geologia e 30 30 3 60 Petrografia FI007 Física Geral 2 60 0 4 60 Física Geral 1 Cálculo Diferencial e Integral 2 OC415 Organismos Unicelulares Marinhos 30 30 3 60 Biologia Celular e Tecidual QF021 Química Geral Experimental 1 0 60 2 60 Química Geral 1 Ciclo Profissional CA459 Cartografia aplicada à Oceanografia 30 30 3 60 OC419 Botânica Marinha 30 30 3 60 Organismos Unicelulares Marinhos OC418 Ecologia 1 45 0 3 45 OC425 Oceanografia Física 1 30 30 3 60 Física Geral 2, Oceanografia Física Descritiva OC505 Química Analítica para Oceanografia 15 45 2 60 Química Geral 1 OC478 Sedimentologia 30 30 3 60 Elementos de Geologia e Petrografia OC416 Zoologia Marinha 1 45 30 4 75 Organismos Unicelulares Marinhos 37 OC421 Ecologia 2 30 30 3 60 Ecologia 1 OC477 Metodologia Científica 15 30 2 45 GE541 Paleontologia Geral 30 30 3 60 Elementos de Geologia e Petrografia, Sedimentologia OC479 Oceanografia Química 1 30 30 3 60 Química Analítica para Oceanografia OC431 Oceanografia Física 2 30 30 3 60 Oceanografia Física 1 OC428 Fitoplâncton e Produção Primária 30 30 3 60 OC420 Zoologia Marinha 2 30 30 3 60 Zoologia Marinha 1 OC475 Estatística para Oceanografia 1 60 0 4 60 OC498 Métodos Computacionais 15 45 2 60 Álgebra Linear 1 OC424 Oceanografia Geológica 30 30 3 60 Elementos de Geologia e Petrografia OC423 Oceanografia Química 2 30 30 3 60 Oceanografia Química 1 OC433 Zooplâncton Marinho 30 30 3 60 Zoologia Marinha 2 OC439 Interação Oceano-Atmosfera 30 30 3 60 Oceanografia Física 2 OC476 Estatística para Oceanografia 2 15 30 2 45 Estatística para Oceanografia 1 OC449 Geofísica Marinha 30 30 3 60 Física Geral 2 OC437 Poluição Marinha 30 30 3 60 Oceanografia Química 2 OC430 Sedimentologia Marinha 30 30 3 60 Sedimentologia OC432 Ondas e Marés 30 30 3 60 Oceanografia Física 1 OC434 Bentos Marinho 30 30 3 60 Zoologia Marinha 1, Botânica Marinha OC470 Biologia Pesqueira 30 30 3 60 Ecologia 2, Estatística para Oceanografia 1 OC508 Gerenciamento Costeiro 30 30 3 60 Ecologia 2, Oceanografia Geológica OC436 Ecologia de Estuários 30 30 3 60 Ecologia 2 Limnologia OC429 Limnologia 30 30 3 60 Oceanografia Química 1, Oceanografia Física 1 OC438 Paleoceanografia 15 30 2 45 Paleontologia Geral OC440 Nécton Marinho 30 30 3 60 Zoologia Marinha 2 Ciclo Final OC448 Embarque 0 105 3 105 1755 h OC509 Estágio supervisionado 0 150 5 150 1755 h OC510 Trabalho de Conclusão de Curso 0 150 5 150 2730 h Componentes eletivos 38 AT254 Análise Bacteriológica da Água 30 30 3 60 OC52 Análise de Dados com R 60 0 4 60 Estatística para 6 Oceanografia 1 OC49 Análise de Dados Oceanográficos 30 30 3 60 Introdução à 6 Oceanografia, Oceanografia Física Descritiva OC50 Análise Paleoambiental de Bacia 30 30 3 60 6 Sedimentar Marinha OC49 Aplicações Matemáticas Voltadas à 30 0 2 30 4 Oceanografia OC40 Artrópodes Marinhos 30 30 3 60 Zoologia Marinha 1 8 OC48 Biogeografia Marinha 30 30 3 60 Ecologia 2 8 OC46 Biologia da Conservação Marinha 30 30 3 60 Ecologia 2 9 OC51 Ciclo do Carbono nos oceanos 30 30 3 60 Oceanografia 4 Química 2 OC49 Climatologia 30 30 3 60 7 OC51 Como se Tornar um Oceanografo de 30 0 2 30 9 Sucesso OC48 Cultivo de Plâncton Marinho 30 30 3 60 Organismos 7 Unicelulares Marinhos OC41 Ecofisiologia: animais aquáticos 30 30 3 60 Ecologia 1 0 OC51 Ecotoxicologia Aquática 30 30 3 60 5 OC45 Erosão e Proteção Costeira 45 30 4 75 2 OC46 Físico-Química Marinha 30 0 2 30 Oceanografia 5 Química 2 OC45 Geologia Costeira 30 30 3 60 Sedimentologia 1 OC45 Geologia do Quaternário 30 30 3 60 0 OC52 Geoprocessamento e Sistema de 30 30 3 60 Cartografia 1 Informações Geográficas Aplicado à Aplicada à Oceanografia Oceanografia OC51 Geoquímica Marinha 30 30 3 60 Oceanografia 6 Química 2 OC46 Hidrografia e Navegação 30 30 3 60 Cartografia 3 aplicada à Oceanografia OC45 Ictiologia 30 30 3 60 Zoologia Marinha 2 9 LE027 Inglês Instrumental 90 0 6 90 LE716 Introdução à LIBRAS 60 0 4 60 OC46 Introdução à Modelagem Numérica 30 30 3 60 Modelagem 2 em Sistemas Geofísicos Numérica Aplicada à Oceanografia OC51 Logística Embarcada e 15 45 2 60 2 Instrumentação Oceanográfica OC51 Maricultura 30 30 3 60 7 OC46 Métodos Ecológicos Aplicados a 30 30 3 60 7 Estudos de Ecossistemas Aquáticos 39 OC46 Modelagem Numérica Aplicada à 30 30 3 60 Oceanografia 1 Oceanografia Física 2 OC45 Monitoramento de Ambientes 30 30 3 60 Oceanografia 4 Aquáticos Química 2 OC50 Obras de Engenharia Aplicadas a 30 30 3 60 7 Processos Costeiros Erosivos Oceanografia Física Estuarina e Oceanografia OC511 30 30 4 60 Costeira Física Descritiva OC49 Oceanografia por Satélite 30 0 2 30 5 OC51 Poluição por Óleo no Mar 30 30 3 60 Química Analítica Oceanograf 8 para Oceanografia ia Química 1 OC46 Portos e Marinas 15 30 2 45 4 OC52 Química Geral Aplicada à 30 30 3 60 7 Oceanografia OC47 Recursos Marinhos Não Renováveis 30 0 2 30 Oceanografia 1 Geológica IN 816 Relações Raciais 60 0 4 60 OC52 Sistemas e Processos Costeiros 30 30 3 60 Elementos de 2 Geologia e Petrografia OC46 Técnicas de Amostragem e 30 30 3 60 Oceanografia 0 Instrumentação em Oceanografia Física Descritiva Física OC48 Tópicos Especiais em Oceanografia 15 0 1 15 9 1 OC49 Tópicos Especiais em Oceanografia 30 0 2 30 0 2 OC49 Tópicos Especiais em Oceanografia 45 0 3 45 1 3 OC49 Tópicos Especiais em Oceanografia 60 0 4 60 2 4 OC49 Tópicos Especiais em Oceanografia 60 0 4 60 9 5 OC50 Tópicos Especiais em Oceanografia 60 0 4 60 0 6 OC50 Tópicos Especiais em Oceanografia 60 0 4 60 1 7 OC50 Tópicos Especiais em Oceanografia 60 0 4 60 2 8 OC52 Metais no Ambiente Marinho 40 20 3 60 5 OBSERVAÇÃO A carga horária total do curso é de 3.795 horas, distribuídas da seguinte forma: aluno irá cursar 3.195 horas em componentes curriculares obrigatórios, 300 horas em componentes eletivos do perfil e 300 horas em componentes eletivos livres. Síntese de Carga Horária Componentes Obrigatórios 3195 Componentes Eletivos do Perfil 300 Componentes Eletivos Livres 300 Carga Horária Total 3795 INTEGRALIZAÇÃO CURRICULAR 40 Tempo Mínimo 5 anos Tempo Máximo 8 anos 41 13. Atividades Curriculares As atividades curriculares são aquelas formativas e desenvolvidas pelo discente, cujo objetivo primordial é desenvolver habilidades e adquirir conhecimentos técnico-científicos. 13.1. Atividades Complementares As atividades complementares são aquelas que suplementam o conteúdo oferecido pelas disciplinas curriculares e seguem os preceitos da Resolução Nº 12/2013 CCEPE. Ainda de acordo com o Parecer Nº 224/2012 CNE/CEP, em seu Art. 9º do Projeto de Resolução, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do curso de graduação em Oceanografia, bacharelado, e dá outras providências, essas Atividades Complementares (AC) são componentes curriculares enriquecedores, implementadores do próprio perfil do formando e deverão possibilitar o desenvolvimento de habilidades, conhecimentos, competências e atitudes do aluno, inclusive as adquiridas fora do ambiente acadêmico, que serão reconhecidas mediante processo de avaliação. Parecer Nº 224/2012 CNE/CEP preceitua ainda, no parágrafo 1º, que as atividades complementares deverão incluir, obrigatoriamente, o cumprimento de pelo menos 100 horas de atividades de embarque, tais como: coleta de dados oceanográficos, armazenamento e/ou processamento de amostras a bordo e serviços hidrográficos. Tais atividades são orientadas à familiarização com a rotina de bordo. É obrigatório ao estudante de Oceanografia da UFPE, a realização de 300 horas em atividades complementares além das atividades de embarque. Estas atividades podem ser realizadas em disciplinas eletivas do próprio perfil do curso - que oferece 2160 horas em 40 (quarenta) disciplinas - ou em disciplinas livres oferecidas por outros cursos da UFPE e demais instituições de ensino. Entre as atividades complementares a serem computadas destacam-se: o exercício da mobilidade acadêmica e participação em programas de intercâmbio, a participação em comissão organizadora de eventos acadêmicos e/ou científicos, a participação em outros cursos da UFPE ou outras instituições, a participação em projetos de pesquisa e extensão, a publicação de trabalhos em periódicos científicos e em anais de congresso, a participação em órgãos colegiados, a participação em eventos técnico-científicos ou estudantis (seminários, simpósios, reuniões de trabalho, congressos e encontros), as atividades de iniciação científica e tecnológica, as atividades de extensão (cursos, palestras e programas de extensão), as monitorias e as atividades em empresa júnior. De modo a se reforçar o caráter prático do curso, atividades de formação externa à UFPE também podem ser computadas na carga horária de atividades complementares, como cursos de mergulho, arrais amador, primeiros socorros, sobrevivência no mar, dentre outras atividades que sejam reconhecidamente importantes para a formação do profissional Oceanógrafo. 42 13.2. Estágio Curricular Supervisionado A realização do estágio curricular supervisionado é obrigatório aos estudantes de Oceanografia da UFPE, e respeita as legislações: Resolução CCEPE Nº 20/2015, Resolução CCEPE Nº 09/2016 e Resoluções CCEPE Nº9/2018 e CEPE Nº2/2020. É visto como um diferencial obtido relativo ao desenvolvimento de competências e habilidades não só na área de Oceanografia como também no trabalho em equipe, no desenvolvimento de liderança e na proatividade, tendo como objetivo primordial, aproximar o discente das práticas profissionais nas áreas de interesse individual. Para isso, são realizados convênios com empresas públicas e privadas, órgãos governamentais e não governamentais através das agências de estágio (CIEE, IEL etc.) que possam contribuir com o aprendizado profissional dos discentes, seja na área de pesquisa, inovação, empreendedorismo, conservação, produção, biotecnologia, saúde e demais áreas de interesse, sempre garantindo a aquisição de habilidades e competências profissionais na área da Oceanografia. Podem ocorrer também em laboratórios de pesquisa dentro da instituição, dedicados às atividades de iniciação à prática profissional. O estágio supervisionado tem carga horária de 150 horas que devem ser cumpridas em atividades em instituições de direito público e privado ou na própria universidade. Visando a garantia da oferta de estágio, serão celebrados convênios entre a UFPE e as instituições potencialmente recebedoras de estagiários, tendo como interlocutor o Coordenador de Estágio Supervisionado, que deve ser é escolhido entre os discentes do Colegiado do Curso e nomeado pelo Coordenador de Graduação através de portaria específica, cabendo a ele supervisionar e acompanhar os estágios. Em acordo entre o coordenador de estágio e o estagiário, poderá ser indicado um supervisor que será um funcionário da instituição que recebe o estagiário. O discente deve apresentar, ao final do estágio, um relatório circunstanciado, elaborado de forma objetiva e contendo a descrição das atividades desenvolvidas no ambiente de estágio, além de críticas e sugestões quanto à aquisição de conhecimentos e habilidades. O Coordenador de Estagio é escolhido entre os professores do Colegiado do Curso de Oceanografia, sendo indicado por portaria específica pela Coordenação da Graduação. Cabe a ele acompanhar e divulgar as vagas de estágio disponibilizadas. 13.3. Trabalho de Conclusão de Curso/Monografia O TCC/Monografia é obrigatório para os estudantes de Oceanografia, respeitando os preceitos da Resolução CES/CES/MEC Nº 2/2018. No seu Art. 8º (Res CES/CES/MEC Nº 2/2018) o trabalho de curso, de caráter obrigatório, será dirigido a uma determinada área teórico-prática ou de formação do curso, como atividade de síntese e integração de conhecimentos, e orientado por um docente, envolvendo todos os procedimentos de investigação técnico-científica, devendo ser desenvolvido pelo estudante preferencialmente ao longo do último ano do curso. Em parágrafo 43 único, as IES, por seus colegiados acadêmicos, deverão aprovar a regulamentação do trabalho de curso, contendo, obrigatoriamente, critérios, procedimentos e mecanismo de avaliação, além das diretrizes e técnicas relacionadas com a sua elaboração. O Regulamento Interno de Trabalho de Conclusão do Curso (TCC) do curso de bacharelado em Oceanografia do CTG (Fevereiro de 2014), fixa as normas para creditação das atividades relacionada ao Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), do Curso de Bacharelado em Oceanografia do Centro de Tecnologia e Geociências da UFPE, nos termos da Res CES/CES/MEC Nº 2/2018. Com caráter obrigatório e carga horária de 150 horas, o trabalho de conclusão de curso (TCC)/Monografia visa avaliar o aproveitamento dos conhecimentos adquiridos durante o desenvolvimento de projeto de pesquisa ou de intervenção, sendo sua apresentação em forma de monografia, relatório ou artigo. A aprovação do aluno ocorre mediante apresentação oral pública seguida por arguição da banca examinadora. De acordo com este parecer o aluno deverá ser estimulado a elaborar trabalho de monografia sob orientação de membro docente do colegiado, com possibilidade de co-orientação externa, no perfil do curso de Oceanografia. O Coordenador de TCC/Monografia é escolhido entre os discentes do Colegiado do Curso e será indicado por meio de portaria específica pelo Coordenador da Graduação (Resolução nº 22/2021; BO_154-2021). Cabe a ele organizar o processo de submissão dos projetos de TCC/Monografia, intermediar a escolha dos orientadores e agendar a defesa pública dos trabalhos. De acordo com a publicação da Resolução nº 18/2022 - CEPE que dispõe sobre a Disciplina do Trabalho de Conclusão de Curso nos Cursos de Graduação da UFPE, ressalta-se que a normatização interna do curso de Oceanografia atende à resolução supracitada. Considerando o depósito do trabalho de conclusão de curso no repositório digital, as normas segundo a Resolução nº 18/2022 – CEPE são descritas abaixo: • Art. 17. O TCC deverá ser depositado no Repositório de acordo com as orientações disponíveis na página eletrônica do SIB; • Art. 18. É responsabilidade do/a discente que o arquivo submetido corresponda à versão final e corrigida de seu TCC, aprovado pela banca examinadora, validado pelo/a orientador/a e estruturado conforme orientações do curso; • Art. 19. Na modalidade de autodepósito, a Biblioteca Setorial inicia a homologação da submissão quando: I - recebe a declaração de defesa emitida pelo/a Coordenador/a de TCC; e II - o/a discente submete o TCC no Repositório. § 1º O trabalho submetido será devolvido ao/à discente para correção quando: I - o preenchimento dos campos descritivos sobre o TCC (metadados) não for realizado corretamente; II - o arquivo submetido não corresponder a um TCC ou estiver corrompido; III - a ficha eletrônica de identificação, quando necessária, não for inserida corretamente ou quando seus dados estiverem incorretos; IV - for submetido mais de um arquivo; V - o arquivo submetido não estiver em PDF (exceto áudio e vídeo); VI - o arquivo 44 não estiver aberto (não for possível selecionar e copiar o texto); VII - o arquivo tiver tamanho superior a 15 MB (exceto casos específicos identificados pela biblioteca). § 2º Quando o trabalho for devolvido para correção, o/a discente será notificado/a por e-mail para acessar o Repositório, com suas credenciais da UFPE ID, e editar o trabalho conforme indicações da Biblioteca enviadas no corpo do e-mail. § 3º Realizadas as correções, o/a discente deverá submeter o TCC novamente para análise da Biblioteca. § 4º Caso o/a discente possua pendência no sistema de bibliotecas (multas, materiais em atraso ou pendentes de devolução), o/a bibliotecário/a informará através de e-mail, sem prejuízo para homologação do depósito. § 5º A declaração de Nada Consta da Biblioteca será exigida apenas no momento da solicitação do diploma. 13.4. Embarque A Resolução CNE/CES Nº 2 de 12/07/2018 e Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI)/Plano Pedagógico Institucional da UFPE 2019-2023, que estabelecem as diretrizes curriculares para a formação de Oceanógrafos, determinam que o embarque é uma atividade complementar obrigatória com carga horária de 105 horas práticas. As atividades são desenvolvidas em embarcações ou outra plataforma construída pelo homem, desde que esta não esteja ligada à terra firme. O Navio-Escola Ciências do Mar IV será o principal flutuante a ser utilizado pelo curso de Oceanografia da UFPE. O embarque visa a familiarização do aluno com a coleta de dados oceanográficos, o armazenamento e/ou processamento de amostras a bordo, os serviços hidrográficos e a rotina a bordo. O Coordenador de Embarque é escolhido entre os professores do Colegiado do Curso de Oceanografia, sendo indicado por portaria específica pelo Coordenador da Graduação. Cabe a ele divulgar as vagas de embarque disponibilizadas e organizar os alunos para os embarques. Os embarques poderão ser agendados/realizados em qualquer momento do curso de Oceanografia desde que haja a expedição ou convite para as atividades descritas. A comprovação será realizada através de certificado ou declaração emitida pelo responsável pela atividade embarcada. O discente deverá requerer aproveitamento da carga horária após o desenvolvimento da atividade e apresentação do certificado ou declaração. 13.5. Atividades de Mobilidade Acadêmica. Com base na Resolução Nº 10/2013 CCEPE/UFPE, que regulamenta a mobilidade estudantil nacional e internacional para os discentes de graduação no âmbito da UFPE, “é admitido o afastamento do estudante de graduação de suas atividades acadêmicas para participação em programas de mobilidade estudantil nacional e internacional, celebrados entre a Universidade Federal de Pernambuco e outras instituições de ensino superior ou centros de pesquisa nacionais ou estrangeiros (Art. 1º)”. 45 No âmbito do curso de Oceanografia da UFPE, os discentes são estimulados a participarem de eventos e cursos acadêmicos e/ou científicos internacionais, assim como cursarem disciplinas em instituições conveniadas, podendo haver aproveitamento da carga horária de atividade complementar. Na UFPE a Diretoria de Relações Internacionais (DRI) é a instância responsável pela cooperação da UFPE com instituições de ensino superior de diversos países. Ela possibilita aos estudantes e professores pernambucanos a troca de conhecimentos e experiências acadêmicas com discentes e docentes de todas as partes do mundo. Atualmente, a UFPE possui convênios formais com várias instituições estrangeiras, distribuídas por diversos países. Além de encaminhar os discentes da UFPE para outras instituições de ensino superior, a DRI é responsável pela recepção dos discentes estrangeiros que vêm a Pernambuco para participar de novas experiências acadêmicas no campus da UFPE e pelos convênios de cooperação firmados com universidades e institutos do exterior. A cada ano, os intercâmbios realizados entre a UFPE e as universidades estrangeiras tem sido ampliado. Esse crescimento é decorrente dos investimentos e da atenção dadas à DRI/UFPE. Os discentes vinculados à UFPE podem participar do intercâmbio simples ou do tipo dupla titulação. O primeiro está disponível para todos os cursos da universidade, desde que haja curso equivalente na instituição estrangeira conveniada. O intercâmbio simples pode estender-se por um período de seis meses a um ano. Já a segunda modalidade é oferecida para o período de um ano acadêmico e confere ao discenteante, após concluído seu curso na UFPE, o diploma da universidade envolvida no programa de dupla titulação. Os duplos diplomas são firmados com cursos específicos e não estão disponíveis a todos os cursos da instituição. 13.6. Aulas de Campo As Aulas de Campo são atividades complementares e fundamentais na formação acadêmica dos alunos. São desenvolvidas fora das salas de aula e fazem parte do conteúdo programático de diversas disciplinas obrigatórias e eletivas. Essas atividades de campo são realizadas fora do campus universitário durante os semestres letivos, de acordo com o calendário acadêmico, envolvendo os estudantes regularmente matriculados, técnicos e professores responsáveis pelas disciplinas, na coleta de material e visitas de natureza científica. O requerimento para realizer Aulas de Campo segue chamadas realizadas pela Coordenação de Acompanhamento de Atividades Docentes (CAAD)/PROGRAD a cada semestre letivo e precisam atender a editais que são publicados a cada semestre letivo. O Coordenador de Aulas de Campo é escolhido entre os professores do Colegiado do Curso de Oceanografia, sendo indicado por portaria específica pelo Pleno do Departamento. Cabe a ele atender as chamadas e encaminhar, via SIPAC com abertura de processo, os dados requeridos pela CAAD/PROGRAD. 13.7. Monitoria 46 Os discentes da graduação do Bacharelado em Oceeanografia da UFPE contam com um suporte do Colegiado no que se refere ao programa monitoria. O apoio acadêmico dado pela UFPE visa garantir o progresso contínuo do seu ensino de graduação a partir de experiências práticas. O Coordenador de Aulas de Campo é escolhido entre os professores do Colegiado do Curso de Oceanografia, sendo indicado por portaria específica pelo Pleno do Departamento. Cabe a ele seguir as diretrizes apresentadas pela Divisão de Gestão acadêmica (DGA) da PROGRAD e divulgar as vagas de monitoira disponíveis. 14. Formas de Acesso ao Curso A forma de acesso aos cursos superiores da UFPE ocorre por meio de processo seletivo, obedecendo ao disposto na Constituição Federal, em seu Art 44: “A educação superior abrangerá os seguintes cursos e programas: de graduação, abertos a candidatos que tenham concluído o ensino médio ou equivalente e tenham sido classificados em processo seletivo”. O acesso ao curso de Oceanografia se dá via Sistema de Seleção Unificada (SiSU) do Ministério da Educação (MEC), com base na nota obtida pelo candidato no Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM). Outras formas de acesso são: - a transferência citada no Art. 49 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (Lei Nº 9.394/1996), que preceitua que “as instituições de educação superior aceitarão a transferência de alunos regulares, para cursos afins, na hipótese de existência de vagas, e mediante processo seletivo”; - a transferência citada na Lei Nº 9.536/1997, que diz “a transferência ex officio a que se refere o parágrafo único do Art. 49 da Lei Nº 9.394/1996, será efetivada entre instituições vinculadas a qualquer sistema de ensino, em qualquer época do ano e independente da existência de vaga, quando se tratar de servidor público federal civil ou militar estudante, ou seu dependente estudante, se requerida em razão de comprovada remoção ou transferência de ofício que acarrete mudança de domicílio para o município onde se situe a instituição recebedora, ou para localidade mais próxima desta”. - Também pode haver o acesso ao curso por meio de processo administrativo, onde o candidato seguirá o tipo de acesso (Reitegração, Transferência Interna ou Externa ou por Portadores de Diploma de Graduação da UFPE) de acordo com a Resolução CEPE Nº 08/2021 (https://www.ufpe.br/documents/40780/3894383/Res_2021_08_CEPE_disciplina_crit%C3%A9rios _reintegrao_TI_e+outros.pdf/88ce92e2-1e8b-4773-a6ac-e70927a63e7a), cujo formato é definido pela UFPE em edital específico que contem todas as informações necessárias para o interessado fazer a inscrição e concorrer às vagas ociosas, utilizando o sistema de gestão acadêmica da UFPE. O edital é amplamente divugado após o processo SiSU/MEC. 47 15. Recursos Humanos O curso de Bacharelado em Oceanografia da UFPE, não tem instalado um sistema de ensino a distância (EAD) devido ao caráter da profissão e funciona de modo presencial, com horário integral. Conta com um quadro de professors onde todos têm o título de doutor em várias áreas das ciências, formando uma perfeita harmonia inter- e multidisciplinar, enquanto os técnicos são em maioria, de nível superior, inclusive com pós-graduação strictu senso. O corpo docente do Departamento de Oceanografia é composto por 28 professores, todos doutores, enquanto o corpo técnico é formado por 3 secretários(as), 1 assistente de secretaria, 14 técnicos(as) de laboratório, 1 analista de tecnologia da informação e 1 servente de serviços gerais. 48 Corpo Docente ÁREA DO QUALIFICAÇÃO REGIME DE VÍNCULO NOME CPF TITULAÇÃO CONHECIMENTO PROFISSIONAL TRABALHO EMPREGATÍCIO Alex Costa da 628.499.482- Oceanografia Física Doutor Geólogo DE Estatutário Silva 68 Antonio Vicente 024.932.164- Oceanografia Doutor Geógrafo DE Estatutário Ferreira Junior 58 Geológica Beatrice 702.596.317- Oceanografia PhD Bióloga DE Estatutário Padovani 87 Biológica Ferreira Bianca Sung Mi 403.157.158- Oceanografia Doutor Oceanógrafa DE Estatutário Kim 55 Química Carmen 1.470.450.14- Oceanografia Física PhD Engenheira de DE Estatutário Medeiros 34 Pesca Limongi Doris Regina 513.829.700- Oceanografia Física Doutor Meteorologista DE Estatutário Aires Veleda 72 Eliete Zanardi 080.175.088- Oceanografia PhD Química DE Estatutário Lamardo 16 Química Fernando 192.550.634- Oceanografia Doutor Biólogo DE Estatutário Antonio do 72 Biológica Nascimento Feitosa Gilvan Takeshi 250.107.928- Oceanografia PhD Oceanólogo DE Estatutário Yogui 00 Química Izabelly Cristina 078.885.454- Matemática Doutor Matemática 20 h Estatutário Nascimento Silva 24 Jesser Fidelis de 043.473.574- Oceanografia Doutor Biólogo DE Estatutário Souza Filho 43 Biológica José Souto Rosa 776.213.284- Oceanografia Doutor Engenheiro de DE Estatutário Filho 87 Biológica Pesca Lília Pereira de 646.869.570- Oceanografia Doutor Bióloga DE Estatutário Souza Santos 87 Biológica Manuel de Jesus 187.728.974- Oceanografia Doutor Biólogo DE Estatutário Flores Montes 49 Química Marcus André 027.303.254- Oceanografia Física Doutor Engenheiro DE Estatutário Silva 25 Mecânico Maria da Glória 127.357.604- Oceanografia Doutor Bióloga DE Estatutário Gonçalves da 72 Biológica Silva Cunha Mário Barletta 583.587.909- Oceanografia Doutor Biólogo DE Estatutário 10 Biológica Marcelo 148.396.198- Oceanografia Doutor Biólogo DE Estatutário Francisco de 24 Biológica Nóbrega Mauro Maida 489.224.710- Oceanografia PhD Oceanólogo DE Estatutário 34 Biológica Mirella Borba 052.696.574- Oceanografia Doutor Ciências DE Estatutário Santos Ferreira 65 Geológica Ambientais Costa Moacyr Cunha 371.056.394- Oceanografia Física PhD Engenheiro Cívil DE Estatutário de Araújo Filho 15 Mônica Ferreira 000.259.227- Oceanografia PhD Oceanógrafa DE Estatutário da Costa 42 Química Núbia Chaves 446.538.754- Oceanografia PhD Geóloga DE Estatutário Guerra 72 Geológica Pedro Augusto 044.611.864- Oceanografia Doutor Biólogo DE Estatutário Mendes de 82 Biológica Castro Melo Ralf 953.347.837- Oceanografia PhD Biólogo DE Estatutário Schwamborn 23 Biológica Roberto Lima 573.507.871- Oceanografia Doutor Geógrafo DE Estatutário Barcellos 20 Geológica Sigrid Neumann 101.584.134- Oceanografia Doutor Engenheira de DE Estatutário Leitão 15 Biológica Pesca Tereza Cristina 108.691.744- Oceanografia PhD Geóloga DE Estatutário Medeiros de 87 Geológica Araújo 49 Corpo Técnico-Administrativo Carga Contato Nome Cargo Função Formação E-mail Horária telefônico Adilma de Técnica de Técnica de 40 Ciências (81) 2126- adilma@ufpe.br Lourdes Nível Superior Laboratório Biológicas 8225 adilmamc@hotmail.com Montenegro Cocentino Ana Paula Técnica de Técnica de 40 Ciências (81) 2126- ana.mcvalenca@gmail.com Maria Nível Superior Laboratório Biológicas 7220 Cavalcanti Valença André Assistente em Secretário 40 Direito (81) 2126- andre.ccordeiro@ufpe.br Conceição Administração Bacharelado 8746 Cordeiro Artur de lima Assistente em Assistente da 40 Engenharia (81) arthur.pgomes@ufpe.br Santos Administração Secretaria Ambiental 98154- 6488 Camilla Técnica de Técnica de 40 Biomedicina (81) 2126- camilladelima@gmail.com Albertina Nível Superior Laboratório 7220 Dantas de Lima Edileuza Josefa Serviços Gerais Servente de 40 Nível Médio (81) 2126- edileuza.silva@ufpe.br da Silva limpeza 8225 Elias Manoel Técnico de Técnico de 40 Geografia 81) 2126- eliasmduarte@yahoo.com.br Duarte Nível Superior Laboratório 8225 Ingridd Ayslane Técnica de Técnico de 40 Ciências (81) 2126- ingridd.torres@hotmail.com Torres de Nível Superior Laboratório Biológicas 7220 ingridd.ayslane@ufpe.br Araújo Ribeiro Fabiana Soares Técnica de Analista de 40 Ciência da (81) 2126- fasoaresl@yahoo.ca Leite Nível Superior Tecnologia da Computação 7112 Informação Fabíola Maria Técnica de Técnico de 40 Ciências (81) 2126- fabiolabiologa@hotmail.com Marques do Nível Superior Laboratório Biológicas 8225 Couto Gislayne Técnica de Técnico de 40 Ciências (81) 2126- gise_borges@yahoo.com.br Cristina Nível Superior Laboratório Biológicas 8225 Palmeira Borges Jamerson Técnico de Técnico de 40 Química (81) 2126- jamersonhenriq86@gmail.com Henrique Nível Superior Laboratório 7218 Freitas da Silva Jéssica Técnico de Técnico de 40 Engenharia (81) 2126- jessicafrancyne@gmail.com Francyne Frias Nível Superior Laboratório Ambiental 8225 Leandro Técnico de Técnico de 40 Ciências (81) 2126- leandrocabanez@gmail.com Cabanez Nível Superior Laboratório Biológicas 7219 Ferreira Leonardo Vieira Técnico de Técnico de 40 Ciências (81) 2126- leonardo.bcosta@ufpe.br Bruto da Costa Nível Superior Laboratório Biológicas 7112 Luciana Dantas Técnica de Técnica de 40 Geografia (81) 2126- santos.luciana27@yahoo.com.br dos Santos Nível Superior Laboratório 7220 Marília Melo de Assistente em Secretária 40 Matemática (81) 2126- marilia.cerqueira@ufpe.br Cerqueira Administração Departamento 8225 docean@ufpe.br Nerlucyton Assistente em Secretário Pós- 40 Administração (81) 2126- nerlucyton.gomes@ufpe.br Gomes dos Administração Graduação 8227 Santos 50 16. Suporte para Funcionamento do Curso ➢ Estrutura Física Geral O Departamento de Oceanografia conta com uma estrutura física composta de um prédio planta baixa, de fácil acessibilidade, composto por cinco blocos de laboratórios e salas de permanência de professores, compreendendo cerca de 1350 m2 (um mil trezentos e cinquenta metros quadrados), adaptados à Norma ABNT Nº 9050 que norteia o acesso a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos. O prédio didático tem 388 m2 onde funciona o curso de Oceanografia da UFPE. Esse prédio está conectado ao DOCEAN por corredores planos, sem degraus, com rampas que facilitam o acesso e a mobilidade. É composto por uma sala para o Coordenador do Curso, uma sala para a secretaria do curso, dois banheiros, quatro salas de aula e dois laboratórios didáticos (laboratório úmido e laboratório seco; planta baixa a seguir). Existe ainda o Laboratório de Apoio Didático Multiusuário (LADIM), que tem a função de atender as demandas de aulas práticas da graduação e pós-graduação (Especialização, Mestrado e Doutorado) vinculadas ao DOCEAN. Esse laboratório possui uma sala de permanência de técnicos, um laboratório úmico, uma sala de informática para uso dos estudantes e uma sala de aulas de informática, para a realização de aulas que demandam o uso de computadores. O departamento está ligado à rede mundial de computadores através de uma rede de banda larga de alta velocidade. Considerando a possibilidade de atividades serem ofertadas na modalidade semipresencial, o Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) é suporte para funcionamento do curso, conforme Resolução CEPE Nº 10/2019. PLANTA BAIXA 51 ESTRUTURA FÍSICA 52 ➢ Embarcação (Navio-escola Laboratório de Ensino Flutuante Ciências do Mar IV) Para o desenvolvimento das atividades práticas educacionais e dos projetos de pesquisa, o MEC adquiriu em 2020 o navio-escola Ciências do Mar IV, que será usado como laboratório flutuante de ensino e pesquisa por alunos dos cursos de graduação e pós-graduação ligados às Ciências do Mar da Região Nordeste. Este navio está ancorado no Porto do Recife, cuja hospedagem é fruto de um Acordo de Cooperação Técnica firmado entre a autoridade portuária e a UFPE. Dentre os termos do acordo, o Laboratório de Ensino Flutuante Ciências do Mar IV vai fornecer ao Porto do Recife dados oceanográficos, meteorológicos e ecossistêmicos da bacia portuária e seu entorno, bem como pesquisar a fauna aquática local identificando, principalmente, as espécies invasoras. A embarcação tem 32 m de comprimento, calado de 2,7 m, boca moldada de 7,9 m, capacidade de tripulação para oito pessoas e mais 18 passageiros (alunos e professores). O navio tem autonomia segura para 10 (dez) dias de navegação. Possui equipamentos de navegação e de segurança, além de equipamentos científicos, de casco para hidroacústica, sísmica e física. O navio foi incorporado ao patrimônio da UFPE e representa um dos mais modernos navios-escola do Brasil. 53 ➢ Museu de Oceanografia “Dr. Petrônio Alves Coelho” Ao longo de mais de 50 anos de trabalho, o Departamento de Oceanografia reuniu um importante acervo científico que documenta não só toda a história do conhecimento oceanográfico a partir do início de seu funcionamento, como também a biodiversidade da plataforma continental e do domínio marítimo adjacente ao Brasil, com ênfase às regiões Norte e Nordeste, porém com abrangência geográfica que se estende até o norte da Argentina. Nesta área de abrangência geográfica, ressaltam-se as comissões oceanográficas nacionais e internacionais, tendo como principal área de prospecção a plataforma continental brasileira. O material resultante destas expedições, bem como aquele proveniente de inúmeras coletas costeiras e estuarinas, concomitantemente com os espécimes obtidos através de intercâmbios com outras coleções científicas nacionais (FURG, USP, MNRJ, UFRJ, UERJ, UESC, dentre outras) e estrangeiras (laboratórios de Paris, Washington, Frankfurt, etc) compõem um acervo conjunto de 15.000 lotes de crustáceos, 7.000 de moluscos, 4.000 de outros invertebrados (particularmente poliquetas e esponjas), 8.000 de plâncton (fitoplâncton e zooplâncton) e 1.300 de peixes. Este acervo encontra-se alocado no Museu de Oceanografia "Dr. Petrônio Alves Coelho", um espaço físico de 535 m² distribuído da seguinte forma: ▪ Sala de coleções (175 m²) onde estão armazenadas as coleções científicas em armários deslizantes, contando com sistema de refrigeração, exaustão e grandes bancadas de granito para apoio à pesquisa; ▪ Auditório e sala de reunião (60 m²) com capacidade para 70 pessoas, quadro branco, sistema de som e projeção multimídia; 54 ▪ Salão de entrada (30 m²) com espaço reservado para exposições; ▪ Laboratórios de Carcinologia, Zooplâncton, Macroalgas, Mollusca e Cordados (45 m² cada); ▪ Área de circulação (30 m²); ▪ Laboratório de cultivo de organismos do plâncton; ▪ Área anexa para armazenamento de amostras não analisadas. As coleções do Museu de Oceanografia são procuradas por inúmeros cientistas nacionais e também internacionais que agora se voltam para as áreas tropicais, conhecidas pela grande biodiversidade. Vários dos trabalhos que analisaram espécimes dessas coleções resultaram em registros de novas ocorrências de espécies para o Estado de Pernambuco, para a Região Nordeste e, até mesmo, para o Brasil ou para o Oceano Atlântico. Além disso, dezenas de espécies novas para a ciência foram descritas em decorrência da análise do material depositado neste acervo, onde os espécimes-tipo encontram-se depositados. Assim sendo, as coleções do DOCEAN da UFPE constituem importante fonte de dados sobre a biodiversidade marinha do Brasil, e tornam possíveis análises históricas pela continuidade das coletas no mesmo espaço geográfico ao longo de mais de 50 anos de amostragem biológica. Além das contribuições científicas, existe uma grande demanda de escolas de ensino fundamental e ensino médio, tanto da rede privada como da pública, em busca de informações acerca do ambiente marinho e seus organismos. Por isso, o Museu de Oceanografia tem aberto suas portas para receber tais visitas, com o intuito de contribuir para a formação de cidadãos conscientes de seu papel na preservação da natureza, em especial dos ambientes marinhos. ➢ Biblioteca O acervo físico está tombado e informatizado, o virtual possui contrato que garante o acesso ininterrupto pelos usuários e ambos estão registrados em nome da IES. O acervo da bibliografia básica é adequado em relação às unidades curriculares e aos conteúdos descritos no PPC e está atualizado, considerando a natureza das UC. Da mesma forma, está referendado por relatório de adequação, assinado pelo NDE, comprovando a compatibilidade, em cada bibliografia básica da UC, entre o número de vagas autorizadas (do próprio curso e de outros que utilizem os títulos) e a quantidade de exemplares por título (ou assinatura de acesso) disponível no acervo. Nos casos dos títulos virtuais, há garantia de acesso físico na IES, com instalações e recursos tecnológicos que atendem à demanda e à oferta ininterrupta via internet, bem como de ferramentas de acessibilidade e de soluções de apoio à leitura, estudo e aprendizagem. O acervo possui exemplares, ou assinaturas de acesso virtual, de periódicos especializados que suplementam o conteúdo administrado nas UC. O acervo é gerenciado de modo a atualizar a quantidade de exemplares e/ou assinaturas de acesso mais demandadas, sendo adotado plano de contingência para a garantia do acesso e 55 do serviço. O acervo bibliográfico está depositado na Biblioteca Setorial do Centro de Tecnologia e Geociências da UFPE, que possui uma área construída de aproximadamente 1.348 m2 (um mil trezentos e quarenta e oito metros quadrados), sendo a disposição dos livros na parte térrea acessada por rampa levemente inclinada e com passagem especial para pessoas com mobilidade reduzida. Também há algumas salas de estudo em grupo destinadas a esse grupo de pessoas. As demais salas de estudo em grupo ficam no piso superior, que tem acesso pela escadaria. O acervo bibliográfico na UFPE é gerido pelo sistema PERGAMUM para administração dos empréstimos, e oferece acesso a arquivos digitais do banco de revistas nacionais e internacionais por meio do Portal da Capes. O acervo relativo à Oceanografia, a partir de levantamento da Biblioteca Setorial do CTG, é composto por cerca de 5564 livros, 459 teses, 864 periódicos (sendo 137 nacionais e 727 estrangeiros), 454 dissertações, 586 TCC e 60 monografias de pós-graduação. O acervo da Geologia, que tem livros e periódicos de interesse para a Oceanografia, conta com mais de 300 títulos. ➢ Acessibilidade Arquitetônica A acessibilidade é definida como possibilidade e condições de alcance para utilização, com segurança e autonomia, dos espaços, mobiliário e equipamentos urbanos das edificações, dos transportes e dos sistemas e meios de comunicação por pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida (Lei Nº 7853/89, Decreto Nº. 914/93, que trata dos direitos das pessoas portadoras de deficiência; Projeto de Lei Nº 4767/98, que cria as “normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou mobilidade reduzida”). Pela legislação brasileira, toda pessoa, incluindo aquelas que apresentam algum tipo de deficiência, têm direito ao acesso à educação, à saúde, ao lazer e ao trabalho. Desta forma, no prédio onde está instalado o curso de Oceanografia da UFPE, as pessoas são percebidas com igualdade, implicando assim no reconhecimento e atendimento de suas necessidades específicas. Nesta perspectiva, reflexões sobre as dificuldades ao acesso pelas barreiras físicas são salutares, pois as barreiras arquitetônicas têm sido definidas como obstáculos construídos no meio urbano ou nos edifícios, que impedem ou dificultam a livre circulação das pessoas que sofrem com alguma incapacidade transitória ou permanente. De acordo com a Norma ABNT Nº 9050/2004 (que trata da acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos), os possíveis obstáculos na edificação do DOCEAN foram eliminados. Não há escadas, os banheiros são adaptados, não há rampas de acesso com alta declividade, as salas têm iluminação natural e artificial, os extintores de incêndio estão a uma altura compatível com seus usuários, as salas de aula e anfiteatro têm vagas ou espaços nos corredores entre as poltronas, não há desníveis nas portas, as portas e corredores são largos, os banheiros e as salas estão identificadas adequadamente. Na área externa, há uma passarela sem desnível da via de 56 rolamento até a porta de acesso ao prédio. O ponto de ônibus mais próximo tem abrigo contra o sol e a chuva. As vias e as calçadas são largas e predominantemente reparadas, com acesso rebaixado para cadeirantes ou outros tipos de dificuldade de mobilidade. Não há bueiros sem tampa. ➢ Laboratórios de Ensino No curso de Oceanografia há os Laboratórios de Apoio Didático Multiusuário (LADIM) e o de Apoio Didático de Informática (LADIN), equipados com mesas com dez computadores de mesa (monitores/teclados/mouse), projetor, lousa branca e bancada extra para apoio de notebooks. Os computadores do curso de Oceangorafia foram adquiridos através de projetos de docents do DOCEAN ou através de editais junto a PROGRAD/outras Pro-Reitorias da UFPE. Existem ainda dois laboratórios para aulas práticas, um laboratório seco com bancadas, 12 microscópios óticos e 12 estereomicroscópios; e um laboratório úmido com bancadas, pia, vidrarias, espectrofotômetro, pHmetro e capela. A Superintendência de Tecnologia da Informação fornece e mantém serviços de rede, e-mail, sistemas corporativos (sig@, sigaa, SISU etc.) entre outras demandas para a comunidade acadêmica da UFPE, atendendo algumas demandas do DOCEAN via chefia, através do CSTIc (Central de Serviços de Tecnologia da Informação e Comunicação da STI) que é o canal centralizado para as solicitações e acompanhamento dos serviços de TIC oferecidos à comunidade acadêmica da UFPE. ➢ Iniciação Científica - A Iniciação Cientifica destina-se a estudantes de cursos de graduação que se proponham a participar, individualmente ou em equipe, de projeto de pesquisa desenvolvido por professor/pesquisador qualificado, que se responsabiliza pela elaboração e implementação de um plano de trabalho a ser executado com a colaboração do discente. Em geral, o tempo de desenvolvimento do projeto é de um ano, podendo ser prorrogado. Existem alguns programas institucionais de Iniciação Científica como o Programa Institucional de Pesquisa de Iniciação Científica (PIBIC) no âmbito do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) e da Fundação de Amparo a Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco (FACEPE), que tem por objetivo despertar e estimular a vocação científica nos alunos de graduação com sua participação em atividades de pesquisa através da concessão de bolsa. Tal participação contribui para a formação acadêmica e profissional do aluno e garante sua dedicação à atividade. Além do PIBIC existem outras oportunidades de bolsa de iniciação para alunos através de projetos individuais de docentes de diversas agências de fomento. 57 17. Gestão Acadêmica A gestão acadêmica é realizada pela coordenação do curso, o secretário e dois grupos de docentes que interagem entre si regularmente: o colegiado e o NDE. O colegiado é formado por todos os docentes do DOCEAN, representantes discentes, dos técnicos e do departamento que colaboram com o curso com disciplinas. O NDE é um subgrupo do Colegiado que auxilia a coordenação na gestão de forma mais constante. Eles têm por missão traçar todas as diretrizes que norteiam o curso de Oceanografia da UFPE, obedecendo as normas vigentes e zelando, por meio de avaliações permanentes, pela qualidade do trabalho e pela adequação dos meios às finalidades do bacharelado em Oceanografia. 17.1. Coordenação Os procedimentos para a eleição/indicação de coordenadores e vice-coordenadores de cursos de graduação dos campi Recife, Caruaru e Vitória da UFPE estão atualizados na Resolução nº 22/2021 (BO_154-2021 de 30 de setembro) do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE) e entrou em vigor no dia 1º de novembro. De acordo com a resolução, o coordenador e o vice-coordenador serão escolhidos entre os integrantes da carreira de Magistério Superior do quadro permanente da Universidade, em efetivo exercício: do departamento/núcleo, quando o curso a este for vinculado; do centro acadêmico, se a este o curso for vinculado. A eleição será organizada em turno único e coordenada por uma Comissão Eleitoral indicada pelo Conselho do Centro Acadêmico, Pleno do Departamento, do Núcleo Acadêmico ou Colegiado do Curso. O período para realização do processo eleitoral deverá ocorrer, no mínimo, três meses antes do término do mandato da atual coordenação do curso, considerando a data de designação para a função. Os novos cursos de graduação deverão abrir processo eleitoral no primeiro semestre de início das aulas. Em casos excepcionais, o reitor poderá indicar um coordenador pro tempore para assumir a coordenação do novo curso até o término do processo eleitoral. O colegiado eleitoral será composto por docentes, técnicos administrativos e discentes. A eleição será realizada por voto direto e secreto, não sendo permitido voto por procuração, podendo o processo eleitoral ocorrer de forma presencial ou remota. O coordenador e o vice-coordenador do curso de graduação serão designados pelo reitor, após processo eleitoral normatizado pelo respectivo Colegiado do Curso, cujo resultado será submetido à homologação do Conselho do Centro correspondente e à Pró-Reitoria de Graduação (PROGRAD). O mandato será de dois anos, permitidas duas reconduções após respectivo processo eleitoral. Os eleitos assumirão o mandato um dia após o término do mandato da coordenação anterior. DAS COMPETÊNCIAS DO(A) COORDENADOR(A) E VICE-COORDENADOR(A) Art. 21. Compete ao Coordenador do Curso de Graduação: I - convocar e presidir as reuniões do Colegiado do Curso; II - convocar e presidir as reuniões do Núcleo Docente Estruturante - NDE do Curso. III - levantar junto aos Diretores de Centro e/ou aos Chefes de Departamentos/Núcleos as 58 providências que se fizerem necessárias para o melhor funcionamento do curso, em matéria de instalações, equipamentos, didática e pessoal e, se necessário, contatar a PROGRAD; IV - articular-se com a Câmara de Graduação do Centro Acadêmico, as Coordenações de Ensino do Centro Acadêmico, quando houver, e a PROGRAD, a fim de harmonizar o funcionamento do curso com as diretrizes dela emanadas; V - promover semestralmente a avaliação dos docentes pelos discentes e encaminhar aos meios competentes; VI - promover semestralmente o acompanhamento do docente e encaminhar aos meios competentes; VII - responsabilizar-se pela orientação da matrícula e assegurar-se da execução dos serviços da Escolaridade do Curso, caso não haja Escolaridade Setorial, de acordo com a sistemática estabelecida pelos órgãos centrais competentes; VIII - fiscalizar o cumprimento dos componentes curriculares oferecidos e a execução dos demais planos de ensino, apresentando aos órgãos competentes os casos de irregularidades ou infrações disciplinares; IX - acompanhar o processo de aprendizagem dos estudantes, buscando encaminhamentos na solução dos problemas didáticos e pedagógicos identificados durante o percurso acadêmico do curso; X - elaborar, em parceria com a Comissão de Acompanhamento, o plano de Estudos Planejados (EP) em conjunto com o estudante, devendo considerar os componentes curriculares necessários para integralização do curso. XI - atender às demandas dos estudantes em relação a questionamentos, esclarecimentos e proposições na relação entre os docentes e sua turma. XII - apresentar relatório anual das atividades do curso à Câmara de Graduação do Centro Acadêmico, às Coordenações de Ensino do Centro Acadêmico, quando houver, e à PROGRAD no decorrer do primeiro trimestre de cada ano, dando ciência às chefias do(s) Departamentos/Núcleos e à Diretoria do Centro Acadêmico envolvidos; XIII - cumprir e fazer cumprir as decisões dos Órgãos Superiores sobre matérias relativas ao curso, bem como desempenhar as demais atribuições que lhe forem fixadas no Regimento Geral da Universidade, pelos Órgãos Deliberativos Superiores e pelo Regimento do Curso; e XIV - outras definidas conforme definido no Regimento do respectivo Centro Acadêmico. No cumprimento de suas atribuições, o Coordenador convoca os membros do Colegiado de Curso de Oceanografia para reuniões ordinárias (com intervalos entre 1 a 3 meses) ou extraordinárias destinadas a discutir e deferir matérias de interesse ou competência deste órgão. No que diz respeito ao NDE-Oceanografia, o Coordenador deve convocar/consultar sempre que surgir a necessidade premente de alterações no PPC do curso. 17.2. Colegiado do Curso O colegiado do curso de Oceanografia possui caráter consultivo e propositivo para os assuntos de ensino, pesquisa, extensão e integração social em conformidade com as legislações da UFPE e do MEC. Sua finalidade é orientar, acompanhar e supervisionar as atividades acadêmicas do curso, atribuindo centralidade às ações de articulação entre professores e estudantes e objetivando aprendizagens significativas, sempre por meio de práticas solidárias e 59 interdisciplinares. A composição e as normas que regem o Colegiado do curso encontram-se estabelecidas na Resolução No 02/2003, que dispõe sobre os Órgãos de Gestão Acadêmica das Unidades Universitárias, descritas na SEÇÃO II Do Colegiado do Curso de Graduação. Art. 4º Para maior integração dos estudos e a coordenação didática, haverá um colegiado para cada curso de graduação. § 1º Os cursos que tiverem licenciatura e bacharelado poderão optar por uma única coordenação de curso ou por coordenação diferente para a licenciatura e para o bacharelado; § 2º Em qualquer dos casos, o colegiado eleitoral será único, porém os colegiados de curso poderão diferir, tendo sua composição estabelecida de acordo com o art. 5º; § 3º Os candidatos à Coordenação de Curso de Licenciatura devem pertencer ao Departamento ou Centro a que o curso estiver vinculado. Art. 5º O colegiado de curso de graduação será constituído pelos seguintes membros: I. Coordenador do Curso, como presidente; II. Vice-Coordenador do Curso; III. representantes dos Departamentos responsáveis por disciplinas do ciclo acadêmico ou profissional do curso, eleitos pelos respectivos Plenos, dentre os docentes do quadro permanente da Universidade neles lotados, observada a seguinte proporção: a) um representante para cada Departamento que contribui com cinco a dez por cento da carga horária do curso; b) dois representantes para cada departamento que contribui com mais de dez e até vinte por cento da carga horária; c) três representantes para cada departamento que contribui com mais de vinte e até trinta a por cento da carga horária; d) cinco representantes para cada departamento que contribui com mais de trinta por cento da carga horária; IV. representação estudantil da graduação eleita dentre e pelos representantes estudantis do curso de graduação, de acordo com a legislação em vigor. (nova redação) § 10 O mandato dos membros referidos na alínea III do parágrafo anterior será de um ano, permitida a recondução; § 20 O mandato dos membros referidos na alínea IV do parágrafo anterior será de um ano; § 3º O colegiado de curso deverá se reunir pelo menos uma vez por semestre, por ocasião da discussão do elenco de disciplinas a serem oferecidas no semestre seguinte e de seus respectivos horários; Art. 6º É vedada a acumulação de representações no mesmo Colegiado e a designação de representantes docentes que não estejam ministrando disciplinas do curso. Art. 7º São atribuições do Colegiado do Curso de Graduação: I. coordenar, orientar, gerir e fiscalizar o funcionamento didático do Curso; II. propor à Pró-Reitoria para Assuntos Acadêmicos: a) as disciplinas obrigatórias e eletivas integrantes do currículo do Curso com suas respectivas ementas indicativas do conteúdo programático, número mínimo e máximo de alunos por turma, cargas horárias, número de créditos e condições especiais de - 3 - creditação, ouvida a instância a que o curso está vinculado; b) outras atividades acadêmicas creditáveis para integralização curricular com respectivas cargas horárias, número de créditos e condições de creditação; c) as alterações da estrutura curricular e do regimento do curso, se pertinente; d) a adoção de métodos e processos particulares de orientação e verificação da aprendizagem; III. estabelecer o elenco de disciplinas a ser oferecido 60 aos alunos do curso, em cada período letivo, bem como as prioridades de matrícula entre os alunos que as pleitearem, atendido os limites de vagas; IV. acompanhar as atividades docentes e o funcionamento das disciplinas e propor à Chefia do Departamento, ou Diretoria do Centro, conforme a pertinência, no interesse do curso, a adoção de medidas que julgar necessárias; V. oferecer as disciplinas dentro do turno de funcionamento do curso, evitando lacunas de horário entre as diversas disciplinas oferecidas, a fim de otimizar o tempo utilizado pelos alunos, consultando à Pró-Reitoria para Assuntos Acadêmicos na existência de dificuldades para o atendimento dessa providência; VI. homologar as equivalências de disciplinas solicitadas ao seu Curso; VII. dar orientação acadêmica para a escolha das trajetórias gerais e individuais dos alunos; VIII. estabelecer critérios para definição e aproveitamento de atividades acadêmicas para fins de creditação, incluindo sua forma de avaliação; IX. apreciar as sugestões do(s) Pleno(s) do(s) Departamento(s), da Câmara de Graduação do Centro e dos alunos, relativas ao funcionamento do curso; X. opinar sobre infrações disciplinares estudantis e encaminhá-las, quando for o caso, aos órgãos competentes; XI. decidir, em primeira instância, sobre os recursos de alunos, referentes a assuntos acadêmicos do curso; XII. seis meses antes do término do mandato do Coordenador e do Vice-Coordenador do Curso, instituir a comissão eleitoral que elaborará as instruções e determinará os prazos do processo de escolha dos novos ocupantes dessas funções; XIII. submeter as instruções e os prazos do processo eleitoral mencionados no inciso anterior à aprovação da Câmara de Graduação do Centro, para posterior homologação da PróReitoria para Assuntos Acadêmicos; XIV. opinar sobre quaisquer outras matérias de interesse do curso que lhe sejam encaminhadas por órgãos das Unidades ou da Administração Superior; XV. apoiar o Coordenador do Curso no desempenho de suas atribuições; XVI. opinar sobre a estrutura física e recursos materiais do curso; XVII. desempenhar as demais atribuições que lhes forem determinadas pelo Regimento Geral da Universidade, pelos Órgãos Deliberativos Superiores e pelo Regimento do Curso. Parágrafo Único. O colegiado poderá designar docente ou instituir comissão especial, de caráter permanente ou transitório, para emitir parecer e/ou decidir sobre matérias relacionadas com as suas atribuições, exceto mudanças mencionadas no inciso II deste artigo (https://www.ufpe.br/documents/398575/485090/Res+2003+02+CCEPE.pdf/bfd9a248- fad7-4ca6-a4d0- 1487bc7ffc00#:~:text=O%20colegiado%20poder%C3%A1%20designar%20docente,no%20inciso %20II%20deste%20artigo.&text=Art.,-8%C2%BA%20O%20Coordenador). 18. Apoio ao Discente O apoio institucional ao discente está previsto no Plano de Desenvolvimento Institucional da UFPE. Ele tem como objetivo beneficiar e estimular programas de apoio extraclasse e psicopedagógico ao possibilitar a obtenção de atividades de nivelamento, o aproveitamento de atividades extraclasse e o estímulo à participação em centros acadêmicos e em intercâmbios. 61 Na UFPE há o desenvolvimento de programas de apoio pedagógico e financeiro aos alunos de graduação, tais como os descritos abaixo: - Programa de Auxílio Alimentação (Restaurante Universitário): assegura refeições a preços subsidiados aos estudantes em situação de vulnerabilidade socioeconômica do Colégio de Aplicação, dos cursos de graduação e pós-graduação. - Programa de Concessão de Auxílios a Eventos Estudantis: apoia financeiramente a participação de estudantes em eventos estudantis. - Programa de Bolsa Permanência (Manutenção Acadêmica): atende aos estudantes não residentes na Casa do Estudante Universitário (CEU), oriundos de famílias comprovadamente em situação de vulnerabilidade socioeconômica. - Programa de Apoio Pedagógico: possibilita que os estudantes em situação de vulnerabilidade socioeconômica tenham acesso ao material didático necessário às aulas práticas. Os estudantes são selecionados a partir do critério de renda familiar per capita e recebem o material exigido naquele período letivo. Para o caso de empréstimo de materiais permanentes, no final do semestre letivo, o estudante devolverá esses materiais, que deverão ser repassados para outro estudante. - Auxílio Transporte: tem por objetivo a concessão de Auxílio Transporte Urbano aos estudantes de graduação devidamente matriculados, que são selecionados prioritariamente conforme critério socioeconômico. - Auxílio Creche: auxílio financeiro oferecido a estudantes que têm filhos na faixa etária de 0 a 3 anos e 11 meses de idade. - Núcleo de Atenção à Saúde do Estudante (NASE): estrutura de apoio à saúde dos estudantes em situação de vulnerabilidade socioeconômica ou de violação de direitos. Oferece atendimento em psicologia, psiquiatria, enfermagem, nutrição, serviço social e saúde sexual, além de atendimento psicopedagógico e médico (clínico e eletivo), aos discentes de graduação, com prioridade àqueles beneficiados pelos programas de assistência estudantil da universidade. - Bolsa Atleta: a implementação dessa modalidade tem por objetivo estimular os estudantes que têm afinidades com alguma atividade esportiva a se aprimorarem, permitindo que eles se dediquem à prática do esporte, contribuindo para a formação de novos atletas na UFPE. - Projeto Estudante Cooperador Pedagógico: discentes com bom desempenho acadêmico são designados como tutores para assistir e apoiar outros estudantes com dificuldades em disciplinas ofertadas na área de ciências exatas (Álgebra Linear 1, Cálculo Diferencial e Integral 1 e 2, Geometria Analítica 1, Química Geral 1, Física 1 e 2). - Inclusão Digital: visa apoiar a inclusão digital de estudantes de graduação presencial em situação de vulnerabilidade socioeconômica através do empréstimo de equipamentos eletrônicos e/ou concessão de plano de dados móveis para acompanhamento de aulas online. Além desses programas, há na UFPE uma representação estudantil central, que é o 62 Diretório Central dos Estudantes (DCE), e representações por Curso de Graduação, que são os Diretórios Acadêmicos (DAs). Para cada uma dessas representações há a disponibilização de espaço físico e equipamentos para o seu funcionamento. Por fim, projetos e ações que envolvem a educação inclusiva têm recebido destaque na instituição. As informações acadêmicas sobre o curso de Oceanografia da UFPE podem ser acessadas através do site https://www.ufpe.br/oceanografia-bacharelado-ctg. Na página oficial do curso é possível informar-se sobre a profissão do Oceanógrafo, obter dados sobre docentes e técnicos do curso (incluindo e-mail e telefone de contato), conhecer a história do curso e sua lotação dentro da universidade, inteirar-se sobre o perfil curricular necessário para a formação de um Oceanógrafo, além de ter acesso aos TCC que foram apresentados e defendidos pelos egressos do bacharelado em Oceanografia. No Portal do Estudante da UFPE (https://www.ufpe.br/estudante#apoio), há a possibilidade do visitante “viver a UFPE” através de várias interações, conhecer a lista de todos os cursos que a universidade oferece e as formas de ensino adotadas (Extensão, Colégio de Aplicação, Graduação, Pós-Graduação Lato e Stricto Sensu etc). Nele, o visitante encontra os estágios que são ofertados, as linhas de pesquisa dos docentes, a lista dos Programas de Pós-graduação (Stricto Sensu e Lato Sensu) existentes nas diversas áreas, quais são os cursos realizados por Ensino a Distância (EaD), a lista dos laboratórios da UFPE e acesso ao acervo bibliográfico e suas plataformas de consulta (Attena, Pergamum). Ainda é possível ao estudante, acessar pelo portal, informações sobre as atividades culturais desenvolvidas na UFPE, como o Cinema UFPE, os cineclubes, o Centro Cultural Benfica, o Instituto de Arte Contemporânea, os memoriais (de Medicina e Denis Bernardes), entre tantas outras. É facilmente obtido pelos visitantes, informes sobre as formas de ingresso na universidade, editais de pós-graduação stricto sensu, processo de seleção do Colégio de Aplicação, Covest (concursos e vestibulares), programas de assistência estudantil (incluindo seus editais), Núcleo de Atenção à Saúde do Estudante (NASE), Núcleo de Apoio a Eventos (NAE), Núcleo de Acessibilidade (NACE), Diretoria LGBT, Espaço de Diálogo e Reparação (EDR), intercâmbios, programas e bolsas de estudo, mobilidade acadêmica, manual do intercambista, Sistema Integrado de Bibliotecas (SIB), bibliotecas setoriais, Biblioteca Central, repositórios digitais, portais de periódicos, livros da Editora UFPE etc. Os alunos também podem obter informações sobre a UFPE através das mídias sociais (Instagram, Facebook, Twitter, YouTube), TV Universitária (TVU), Rádio Universitária Paulo Freire, Assessoria de Comunicação (Ascom) e campanhas institucionais. O apoio ao discente se dá ainda através do Sistema de Gestão Acadêmica (Sig@), onde os estudantes podem acessar informações sobre notas e faltas e gerar comprovantes de matrícula e histórico escolar, bem como matrícula, acesso ao plano de ensino das disciplinas, entre outras informações relevantes e relacionadas às atividades acadêmicas. 63 Cada turma do curso de Oceanografia (organizadas por ano de ingresso na UFPE) possui um endereço eletrônico utilizado para comunicação entre professores, coordenador e estudantes. O coordenador está disponível para atendimento aos estudantes em horários definidos semestralmente. O Departamento de Oceanografia mantém ainda uma página na rede mundial de computadores (www.ufpe.br/docean) com informações sobre sua infraestrutura. A UFPE promove, em consonância com o Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos (PNEDH, 2007) e com o disposto na Lei N° 12.764 de 27 de dezembro de 2012 (que estabelece proteção dos direitos da pessoa com transtorno do espectro autista), ações voltadas para o exercício de práticas de valorização dos direitos humanos, com vistas a eliminar as formas de opressão e desrespeito às diversidades. O Núcleo de Acessibilidade (NACE) da UFPE é o responsável por ações no sentido de inclusão, e tendo por finalidade apoiar e promover a acessibilidade aos estudantes e servidores com deficiência, mobilidade reduzida, transtorno funcional específico da aprendizagem, transtorno global do desenvolvimento e/ou altas habilidades/superdotação. As atividades do NACE foram regulamentadas pela Portaria Normativa 04/2016, que instituiu o Núcleo de Acessibilidade como unidade diretamente vinculada ao Gabinete do Reitor. O NACE é regido pela Portaria Normativa 32/2020, que aprovou a nova estrutura regimental do Gabinete do Reitor. Com isso, o NACE também passou a contar com nova estrutura organizacional que visa a otimização dos serviços ofertados aos seus usuários. O atendimento em acessibilidade e inclusão educacional da UFPE é orientado pela Resolução Nº 11/2019, que dispõe sobre o atendimento em acessibilidade e inclusão educacional. Em seu Art. 1º, preceitua-se o seguinte: “Para os efeitos desta Resolução entende-se como público alvo para o atendimento em acessibilidade e inclusão educacional os docentes, técnico- administrativos e discentes da UFPE nas seguintes condições: I - pessoa com deficiência nas áreas auditiva, visual, física, intelectual ou múltipla; II - pessoa com transtorno do espectro autista (TEA); III - pessoa com altas habilidades/superdotação; IV - pessoa com transtorno específico da aprendizagem: dislexia, discalculia, disortografia, disgrafia e transtorno do déficit de atenção e hiperatividade (TDAH); e V - pessoa com mobilidade reduzida.” Ações de acolhimento ao aluno passível de alguma diferença são desenvolvidas no âmbito institucional da UFPE e também do curso. Sendo assim, ao legitimar o respeito e o reconhecimento de que existem diferenças individuais entre as pessoas da comunidade acadêmica, a UFPE prima pela eliminação das desigualdades garantindo a acessibilidade à igualdade de oportunidades e de tratamento independentemente de motivos raciais, étnicos, religiosos, de gênero, de opção sexual e de deficiências, contribuindo para uma convivência harmoniosa e eliminando qualquer segregação. As ações em questão são da ordem do ensino, da pesquisa e da extensão, ou seja, envolvem todo o fazer universitário. Dessa maneira, esse 64 cotidiano acadêmico fomenta a colaboração dos profissionais envolvidos no trabalho educativo inclusivo a partir de ações e estratégias curriculares e administrativas voltadas ao respeito ao aluno com necessidades diferenciadas. Outro aspecto a ser considerado refere-se à concepção de acessibilidade atitudinal, que exige o preparo dos profissionais com postura crítica de cidadania. Nessa direção, o curso oferece, por exemplo, a disciplina eletiva de LIBRAS para estimular atitudes e comportamentos compatíveis com a formação de uma mentalidade coletiva fundamentada no exercício da solidariedade, da tolerância e do respeito às diversidades. 65 19. Anexos ATA DE APROVAÇÃO DA REFORMULAÇÃO DO PPC PELO COLEGIADO DO CURSO 66 ATA DE APROVAÇÃO DA REFORMULAÇÃO DO PPC PELO PLENO DO DEPARTAMENTO 67 ATA DE UMA REUNIÃO DO COLEGIADO DO CURSO COM A LISTA DE SEUS MEMBROS 68 ATA DE APROVAÇÃO DOS MEMBROS DO NDE 69 ANEXO DA RESOLUÇÃO CEPE 03/2023 (APROVAÇÃO DE APS) 70 REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO Regulamento de Estágio Curricular Supervisionado do curso de bacharelado em Oceanografia do CTG. . CAPITULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1°. Este regulamento fixa a norma para estágio obrigatório e não obrigatório do Curso de Graduação em Bacharelado em Oceanografia do Centro de Tecnologia e Geociências da Universidade Federal de Pernambuco, de acordo com as disposições da legislação federal (Lei 11.788/2008) e dos órgãos deliberativos e executivos da UFPE, especialmente a Resolução nº 20/2015, 09/2016, 09/2018 e 02/2020 do CEPE. CAPITULO II DAS FINALIDADES Art. 2°. O estágio é um momento de aprendizagem e um componente da estrutura curricular do Curso de Graduação em Oceanografia do CTG/UFPE. Parágrafo Único - O estágio de que trata o caput deste artigo poderá ser de caráter obrigatório ou não obrigatório: I- estágio obrigatório é aquele definido como requisito para a conclusão do curso. Caracteriza-se por disciplina a ser cumprida pelo aluno, atendida a carga horária estabelecida no Projeto Pedagógico do curso de graduação em Oceanografia, de acordo com a legislação em vigor. II- estágio não obrigatório é aquele realizado como atividade opcional, previsto no projeto pedagógico do curso no âmbito dos componentes curriculares que integralizam a carga horária complementar, sendo compatível com as atividades acadêmicas, que contemple o ensino e à aprendizagem, contribuindo na formação do estudante. Art. 3°. O estágio é considerado como parte do processo de formação do aluno, estabelecendo a interlocução entre a formação acadêmica e o mundo profissional, através de uma (re) aproximação contínua da academia com a realidade social. Art. 4°. São finalidades do estágio: I - proporcionar ao aluno do Curso de Graduação em Bacharelado em Oceanografia aprendizagem teórico-prática, visando seu processo de formação profissional; II - possibilitar ao aluno a imersão em organizações para compreensão, análise e intervenção da realidade profissional, no âmbito de sua formação; III - complementar a formação acadêmica; IV - desenvolver atividades rotineiras realizadas em ambiente acadêmico, bem como em empresas públicas ou privadas. CAPITULO III DOS CAMPOS DE ESTÁGIO E ÁREAS Art. 5°. Os estudantes do curso poderão realizar estágios oferecidos pela UFPE, por pessoas jurídicas de direito privado e pelos órgãos da administração pública direta, autárquica e fundacional, de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, que tenham Convênio com a UFPE e condições de lhes proporcionar o exercício de competências próprias da atividade profissional em Oceanografia, propiciando-lhes a complementação do ensino e preparando-os para o exercício da profissão. Art. 6°. Constituem áreas de estágio as organizações que atuam em ambientes de qualquer porte, de qualquer natureza e de qualquer segmento econômico, desde que permitam ao aluno acompanhar o trabalho na sua área de formação, especificamente no âmbito do Bacharelado em Oceanografia. 71 Parágrafo Único - Os alunos poderão realizar estágio obrigatório nas organizações onde atuam como funcionários, na qualidade de funcionário estudante prevista na Resolução 20/2015 CEPE, desde que atendam aos requisitos dos campos de estágio e aos demais critérios estabelecidos neste regulamento. Art. 7°. Os campos de estágio deverão oferecer condições para: I - planejamento e execução conjuntas das atividades de estágio; II - aprofundamento dos conhecimentos teórico-práticos do campo específico de formação nas seguintes áreas do conhecimento: a) oceanografia Geológica; b) oceanografia Física; c) oceanografia Química; d) oceanografia Biológica; e) aspectos sociais, econômicos e políticos das Ciências do Mar. III - vivência efetiva de situações reais de vida e trabalho no campo profissional; IV - avaliação e autoavaliação. CAPÍTULO IV DAS ATRIBUIÇÕES Art. 8°. O Coordenador e o vice-coordenador de Estágio serão selecionados dentre os professores do Curso de Bacharelado em Oceanografia, aprovado pelo Colegiado do Curso, e nomeado pelo Coordenador do curso. Art. 9º. Compete ao Coordenador de Estágio: I - executar a política de estágio da UFPE de acordo com os objetivos do Curso de Graduação em Bacharelado em Oceanografia; II - em conjunto com os professores orientadores e supervisores, propor políticas, elaborar normas, supervisionar, orientar e analisar as atividades do estágio; III - administrar vagas para o estágio; IV - responsabilizar-se pelo envio à Pró-Reitoria para Assuntos Acadêmicos- PROACAD as propostas, quando necessário, de novas instituições para celebração de convênio, para abertura, manutenção ou alteração de estágios; V - propor alterações no regulamento de estágio do Curso de Graduação em Bacharelado em Oceanografia submetendo ao Núcleo Docente Estruturante para análise e manifestação e posterior aprovação pelo Colegiado de Curso; VI - solicitar à Chefia do Departamento de Bacharelado em Oceanografia a indicação de professores supervisores de estágio; VII - analisar e conferir a documentação e o cumprimento do estabelecido pelas normas vigentes; VIII - manter cadastro atualizado sobre os campos de estágio para atender a demanda e oferta desses estágios; IX - manter sob seu controle a documentação pertencente às atividades da Coordenação de estágio; Parágrafo Único. Em caso de impedimento ou ausência do Coordenador de Estágio e de seu vice- coordenador responderá pela Coordenação o Presidente do Colegiado do Curso de Graduação em Bacharelado em Oceanografia. Art. 10°. Compete ao supervisor de estágio (da concedente/campo de estágio): - Atribuir e delimitar as funções do estagiário, de acordo com o plano de atividades previamente pactuado entre as partes; - Coordenar e orientar as atividades desenvolvidas pelo estagiário, cumprindo o plano de atividades e avaliando-o periodicamente; - Atuar como mediador, cujo objetivo é ampliar o conhecimento na prática dos estagiários, oferecendo possibilidades de intervenção e partilhando experiências, não sendo meros avaliadores, mas também estimuladores dos futuros profissionais, proporcionando uma experiência de estágio mais dinâmica; 72 - Viabilizar o debate e a compreensão de todo o processo de ensino‐aprendizagem, encorajando o estudante a refletir e a questionar os antagonismos existentes entre a teoria e a prática profissional. Parágrafo único: no caso do estágio ocorra na própria UFPE, profissionais formados técnicos e alunos de pós-graduação , além de professores podem atuar como supervisores de estágios. Art 11°. O orientador do estágio deve ser um professor do Departamento de Oceanografia, e a ele competirá: I – representar a UFPE na definição do plano de atividades do estagiário; II - acompanhar a execução do plano de atividades lastreado nos relatórios periódicos de responsabilidade do estagiário; III - realizar encontros periódicos com os estudantes, objetivando orientar as discussões e análises, conduzindo os estagiários na fundamentação das experiências e nas propostas de novas estratégias; IV - propor aos estagiários estratégias que superem as dificuldades encontradas; V – manter contato periódico com os supervisores técnicos das instituições concedentes; VI - realizar ao menos 1 (uma) visita de supervisão ao local de estágio no semestre, por amostragem, com elaboração do relatório da visita. VII - encaminhar à Coordenação de Estágio os relatórios dos seus estagiários, bem como sua avaliação e a dos supervisores técnicos. CAPITULO V DO ESTÁGIO Art. 12°. A jornada de atividade em estágio curricular será definida em comum acordo entre a instituição de ensino, a parte concedente e o aluno estagiário, devendo constar do termo de compromisso, ser compatível com as atividades escolares e não ultrapassar 6 (seis) horas diárias e 30 (trinta) horas semanais. Art. 13°. O estágio será realizado através de matrícula no SIG@, pelo aluno, no componente curricular: Estágio Obrigatório, com carga horária de 150 horas práticas. § 1°. A matrícula poderá ser feita a qualquer tempo através de requerimento encaminhado à Coordenação de Estágio. § 2°. A matrícula só será permitida aos alunos que tenham cumprido uma carga horária de 1.755 (um mil setecentos e cinquenta e cinco) horas. § 3°.As atividades constantes no plano de atividades do aluno, anexo ao termo de compromisso, serão realizadas sob a supervisão de um funcionário qualificado da instituição, e de um professor orientador de estágio lotado no Departamento de Oceanografia da UFPE. CAPÍTULO VI DO ESTAGIÁRIO Art. 14°. A concessão de bolsa de estágio e auxílio-transporte será facultativa no estágio obrigatório. Art. 15°. O estagiário deverá desenvolver seu estágio com senso crítico fundamentado em conceitos teóricos próprios da área correspondente ao projeto em que está atuando. Art. 16°. Compete ao estagiário: I - obedecer a legislação de estágio vigente; II - escolher seu campo de estágio, dentre aqueles que guardem real correlação com o conteúdo formativo do curso; III - assinar o Termo de Compromisso, em conjunto com o Coordenador de Estágio, orientador professor do Departamento de Oceanografia, supervisor do estágio ou responsável pela entidade onde irá desenvolver o estágio; IV - elaborar e cumprir o Plano de Atividades do Estágio, feito de acordo com modelo fornecido pela 73 Coordenação de Estágio; V - aceitar e respeitar as normas do campo de estágio onde estiver atuando; VI - comparecer ao local de estágio, pontualmente, nos dias e horas estipulados no Plano de Atividades do Estágio; VII - cumprir as cláusulas constantes no Termo de Compromisso; VIII - elaborar textualmente e apresentar para as partes envolvidas, os relatórios parcial e final; IX - manter em todas as atividades desenvolvidas, durante o estágio, uma atitude ética em consonância com os valores da sociedade brasileira. CAPÍTULO VII DAS AVALIAÇÕES Art. 17°. A avaliação do estágio é de responsabilidade do orientador de estágio, com a participação do supervisor técnico que acompanha mais diretamente os estagiários nos locais de estágio, podendo ser considerado os seguintes aspectos: I - participação do aluno nas atividades de estágio na instituição/empresa (interesse, seriedade, pontualidade e assiduidade); II - habilidades e competências do aluno manifestadas durante o estágio (fundamentação teórico prática consistente, capacidade para resolução de problemas, criatividade, entre outros); III - relações do aluno com as pessoas e a unidade de estágio (respeito, confiança, solidariedade, trabalho participativo, entre outros); IV - cumprimento de prazos estabelecidos pelo coordenador de estágio no que se refere a disciplina de Estágio Obrigatório; V - outros aspectos que se julgarem necessários. CAPITULO VIII DAS DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS E FINAIS Art. 18°. Durante o período de estágio, o estagiário deverá ficar coberto, por apólice de seguro, contra risco de acidentes pessoais, a ser paga pela instituição concedente ou pela UFPE, conforme cláusula do Termo de Compromisso. Art. 19°. Os casos omissos serão resolvidos pelo Coordenador de Estágio, submetido à apreciação do Colegiado do Curso. Art. 20°. O presente Regulamento entrará em vigor na data de sua aprovação, revogadas as disposições em contrário . 74 REGULAMENTO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES . Recife, maio de 2017. CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1°. Este regulamento fixa as normas para creditação de Atividades Complementares do Curso de Bacharelado em Oceanografia do Centro de Tecnologia e Geociências da Universidade Federal de Pernambuco, de acordo com as disposições dos órgãos deliberativos e executivos da UFPE, especialmente a Resolução CCEPE Nº 12/2013 e o Projeto Pedagógico do referido Curso, aprovado pelo CCEPE em dezembro de 2011. CAPÍTULO II DAS FINALIDADES Art. 2°. Serão creditadas no histórico escolar dos alunos da Graduação, como atividades complementares, mediante os procedimentos descritos na Resolução CCEPE Nº 12/2013, as atividades de pesquisa, extensão, monitoria, estágios não obrigatórios, bem como os casos especificados nos incisos a seguir: I. Participação em comissão coordenadora ou organizadora de eventos acadêmicos ou científicos, promovidos por IES ou Entidades científicas ou profissionais; II. Participação como ouvinte em cursos, congressos, encontros, seminários e assemelhados; III. Apresentação de trabalhos em cursos, congressos, encontros, seminários eassemelhados; IV. Atividades de representação discente junto aos órgãos da UFPE e outros, de interesse público, mediante comprovação de no mínimo 75% de participação efetiva durante o seu período de realização; V. Ficam excluídas as atividades de prestação de serviços que envolvam remuneração e outros. CAPITULO III DA CREDITAÇÃO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES Art. 3°. O procedimento para a creditação de atividades complementares de pesquisa, extensão, monitoria, estágios não obrigatórios, bem como de atividades acadêmicas no âmbito da UFPE, no histórico escolar do aluno de Graduação, observarão as etapas a seguir: I. O(s) professor(es) deverá(ão) ter cadastrada a atividade acadêmica na UFPE, da qual participará o aluno (Pró-Reitorias de Pesquisa e Pós-Graduação, Extensão ou de Graduação); II. O(s) aluno(s) deverá(ão) comprovar as etapas desenvolvidas na atividade junto ao(s) professor(es) ou supervisor(es); III. O(s) aluno(s) deverá(ão), ao término de sua participação na atividade, solicitar, mediante requerimento, até o último semestre letivo do curso, a creditação no histórico escolar à Coordenação do Curso, acompanhada de declaração/certificado de conclusão da atividade; § 1° As atividades de representação discente serão comprovadas mediante cópia das atas das reuniões ou certidões expedidas pelo órgão responsável. § 2° Casos omissos deverão ser avaliados pelo Colegiado do Curso. IV. A Coordenação do Curso, após apreciação da solicitação, registrará, no sig@ vigente, a creditação da atividade complementar, especificando a sua categoria. Art. 4°. A carga horária atribuída a cada atividade complementar está discriminada no Anexo A desse regulamento. Art. 5°. O Colegiado do Curso deverá decidir pela aprovação ou reprovação da creditação da atividade complementar no histórico escolar do aluno e encaminhar para o coordenador do curso, que registrará no SIG@ o tipo de atividade complementar (atividade de monitoria, atividade de pesquisa ou atividade de extensão), o nome do aluno e a carga horária. 75 CAPITULO IV DA COORDENAÇÃO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES Art. 6º. A Coordenação de Atividades Complementares será exercida pelo Vice-Coordenador do Curso de Bacharelado em Oceanografia. CAPITULO V DAS DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS E FINAIS Art. 7°. Os casos omissos serão apreciados pelo Colegiado do Curso. Art. 8º. O presente Regulamento entrará em vigor na data de sua aprovação, revogadas as disposições em contrário. Carga-horária das atividades complementares Carga horária por Carga horária semestral Atividade Horas atividade (horas) máxima (horas) Participação em conferências e palestras 05 0,25 40 fora de eventos científicos (0,25 por palestra) Participação em cursos, minicursos e oficinas de extensão (presencial ou a 20 20 160 distância) na área do Curso ou áreas afins (carga-horária do evento) Participação em encontros estudantis na 05 05 80 área do Curso ou áreas afins Participação em eventos científicos na 10 10 80 área do Curso ou áreas afins Realização de monitoria na área do Curso 30 30 160 Publicação de trabalhos em revistas 10 20 120 científicas ou anais de eventos Realização de atividades de extensão ou assistência à comunidade na área do 05 10 80 Curso Apresentação de trabalhos em eventos na 05 10 80 área do Curso ou áreas afins Participação como representante discente 05 05 80 de colegiados na UFPE Organização de eventos na área do 10 10 40 Curso ou áreas afins Apresentação de palestra em evento na 02 10 160 área do Curso ou áreas afins Participação em estágio não 30 30 120 supervisionado Participação em empresa Junior 30 30 120 76 REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO/MONOGRAFIA Regulamento do Trabalho de Conclusão/Monografia do curso de bacharelado em Oceanografia do CTG, conforme a Resolução nº 18/2022 - CEPE que dispõe sobre a Disciplina do Trabalho de Conclusão de Curso nos Cursos de Graduação da UFPE: CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1°. Este regulamento fixa as normas para a elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), do Curso de Bacharelado em Oceanografia do Centro de Tecnologia e Geociências da Universidade Federal de Pernambuco, nos termos do Parecer Parecer CNE/CES Nº 224/2012. De acordo com este parecer o aluno deverá ser estimulado a elaborar trabalho de conclusão de curso, que poderá ser no formato de monografia ou de artigos técnicos-científicos, sob orientação de membro docente do Departamento de Oceanografia e/ou de disciplina obrigatória do ciclo profissionalizante do curso, com possibilidade de co-orientação externa, no perfil do curso de Oceanografia. Parágrafo Único. O TCC é atividade obrigatória e constará como Carga Horária Obrigatória do Ciclo Profissional (150hs), conforme o disposto neste Regulamento. CAPÍTULO II DAS FINALIDADES Art. 2°. O TCC visa à avaliação do aproveitamento dos conhecimentos adquiridos durante o desenvolvimento de projeto de pesquisa ou de intervenção, sendo sua apresentação e aprovação, por banca de arguição, requisitos obrigatórios para integração da Carga Horária. Art. 3°. O TCC tem por fim propiciar ao aluno: I - a inserção do acadêmico do Curso de Bacharelado em Oceanografa no campo da Pesquisa Científica, Profissional e Educacional; II - o aprofundamento do conhecimento em tema de sua predileção; III - aprofundar a pesquisa científica acerca de inovações do mundo profissional; IV - aprofundar o estudo de problemas da atualidade relacionados a Oceanografia, buscando apontar possíveis propostas de solução, com o objetivo de integrar universidade e sociedade; V - a oportunidade de demonstrar o grau de conhecimentos adquiridos e de habilidade na expressão oral e escrita; VI - o desenvolvimento do comportamento autônomo em relação à compilação e à produção do conhecimento; VII - o incremento da capacidade de interpretação e critica de temas vinculados à Oceanografia; VIII - a divulgação do trabalho de pesquisa realizado, por meio da apresentação do TCC. IX - resolver um problema profissional por meio da aplicação do método científico. Art. 4°. O TCC deverá atender uma das seguintes categorias: I - trabalho original de pesquisa vinculado à área de atuação do Oceanógrafo; II - trabalho original de pesquisa vinculado aos contextos didáticos em Oceanografia e Ciências do Mar; III - síntese da produção realizada durante os projetos científicos desenvolvidos ao longo do curso. CAPÍTULO III DA INSCRIÇÃO NO REGIME DE ORIENTAÇÃO Art. 5°. Será permitida a inscrição de todos os alunos matriculados no 10º semestre, ou com carga horária suficiente, e com previsão de integralização de todos os créditos exigidos para a integralização do Curso. Os casos em que o aluno possua reprovação não recuperada serão julgados pelo colegiado ou comissão designada por este. Parágrafo Único. O aluno deverá registar o projeto escolhido em formulário específico (Anexo A) devidamente preenchido e assinado pelo orientador. O aluno poderá registrar um projeto já 77 desenvolvido ou em desenvolvimento. CAPITULO IV DAS FASES DO TCC Art. 6°. Caberá ao Orientador a responsabilidade de acompanhar o procedimento necessário junto ao aluno, no sentido de realizar todas as etapas, desde a construção do projeto até a apresentação do TCC. § 1°. O projeto deverá ser entregue 1 semana antes do período de matrícula e será submetido à aprovação do colegiado em uma cópia impressa e outra em formato digital de 6 a 10 (seis a dez) páginas contendo obrigatoriamente os seguintes itens: introdução (fundamentação do problema), objetivos (geral e específico), materiais e métodos, resultados esperados, viabilidade econômica, cronograma de execução e referências bibliográficas. § 2°. O projeto será avaliado por uma Comissão, composta por 4 membros do Colegiado do Bacharelado em Oceanografia, um representante por área, que pode recorrer a um avaliador ad hoc, caso não se sinta a vontade para proceder o julgamento. Será avaliada a viabilidade do projeto e a sua estruturação, principalmente no que se refere a objetivos e metodologia. § 3°. Projetos em andamento ou concluídos inseridos no PIBIC serão automaticamente aprovados mediante documento que comprove a atuação do aluno como bolsista de iniciação científica. § 4°. O TCC poderá ser formatado como artigo científico (devendo constar como anexo as normas da revista que se pretende submeter o manuscrito) ou no formato tradicional (seguindo as normas da ABNT). § 5°. O envio do TCC para avaliação por parte da banca examinadora deverá ser realizado com até 15 dias de antecedência da data da defesa, que por sua vez deve não ultrapassar o limite de 30 dias antes da data final de lançamento das notas no sistema. § 6°. A banca deve ser composta por 3 membros escolhidos pelo orientador, sendo 1 deles o próprio orientador que será o presidente da banca. Salienta-se a exigência do título de mestrado para composição da banca. § 7°. A nota final do TCC, após a sua apresentação, será a nota obtida pelo aluno para a disciplina, sendo esta a média aritmética da nota dos membros da banca examinadora. O lançamento da nota final referente ao TCC no sistema fica condicionado a entrega da versão final da cópia do trabalho ao professor responsável pela disciplina juntamente com um ofício do orientador comunicando que as modificações requeridas por parte da banca foram atendidas. A nota mínima para aprovação é 7,0 (sete). A nota será creditada no sig@ pelo Coordenador do curso. CAPITULO V DAS ATRIBUIÇÕES Art. 7º. A Coordenação de TCC do Bacharelado em Oceanografia é a mesma do Estágio, com periodicidade de 2 (dois) anos e direito a recondução. Parágrafo único. O Coordenador de TCC seguirá o mesmo modo de seleção para o Coordenador de Estágio, ou seja, selecionado dentre os professores do Bacharelado em Oceanografia, aprovado pelo Colegiado do Curso, e nomeado pelo Coordenador do curso. Seção I Do Coordenador de TCC Art.8º. O Coordenador de TCC será selecionado dentre os membros do colegiado do Curso de Bacharelado em Oceanografia, aprovado pelo Colegiado do Curso, e nomeado pelo Coordenador do curso. Art.9°. Compete ao Coordenador de TCC: I - divulgar aos alunos o prazo para inscrição no TCC; II - disponibilizar, aos alunos interessados, os formulários de inscrição e o calendário das etapas 78 do TCC; III - constituir Comissão Temporária para a avaliação dos projetos; IV - encaminhar ao Coordenador do Curso, a cada semestre, a relação dos projetos aprovados e respectivos professores orientadores; V - manter controle e registros das atividades de TCC sob sua Coordenação; VI - dirimir quaisquer dúvidas do corpo discente, docente ou órgão superior no que se referir ao TCC do Curso de Bacharelado em Oceanografia; VII - zelar pelo cumprimento das presentes normas. Seção II Do Orientador Art.10°. Compete ao Orientador de TCC/Monografia: I - tomar ciência do presente regulamento e atuar de acordo para com o adequado cumprimento das normas estabelecidas; II - coordenar o processo de constituição da Banca Examinadora; III - orientar e acompanhar o desenvolvimento do TCC/Monografia; IV- comunicar ao coordenador de TCC e a coordenação do curso quaisquer problemas que culmine na não entrega e/ou apresentação do trabalho de conclusão ou monografia. Seção III Da Secretaria do Curso Art.11°. Compete a Secretaria do curso: I - divulgar, com antecedência mínima de 15 dias, lista contendo a composição das Bancas, bem como o local e horário para a defesa do trabalho monográfico do aluno; II - receber o formulário e o projeto para avaliação pelo colegiado; III - preparar a Ata da defesa onde constarão informações sobre a data, local, título, nome do aluno e do orientador, bem como o nome dos membros da banca; IV- realizar ampla divulgação junto aos membros do colegiado das normas contidas neste regulamento. Seção IV Do Aluno Art.12°. Compete aos Alunos de TCC: I - tomar ciência do presente regulamento e atuar de acordo para o adequado cumprimento das normas aqui estabelecidas; II - zelar pelo cumprimento dos prazos estabelecidos pelo coordenador da disciplina de TCC; III - entregar a versão final do TCC nas vias impressa e digital para encaminhamento ao acervo da biblioteca: Considerando o depósito do trabalho de conclusão de curso no repositório digital, as normas segundo a Resolução nº 18/2022 – CEPE são descritas abaixo: • Art. 17. O TCC deverá ser depositado no Repositório de acordo com as orientações disponíveis na página eletrônica do SIB; • Art. 18. É responsabilidade do/a discente que o arquivo submetido corresponda à versão final e corrigida de seu TCC, aprovado pela banca examinadora, validado pelo/a orientador/a e estruturado conforme orientações do curso; • Art. 19. Na modalidade de autodepósito, a Biblioteca Setorial inicia a homologação da submissão quando: I - recebe a declaração de defesa emitida pelo/a Coordenador/a de TCC; e II - o/a discente submete o TCC no Repositório. § 1º O trabalho submetido será devolvido ao/à discente para correção quando: I - o preenchimento dos campos descritivos sobre o TCC (metadados) não for realizado corretamente; II - o arquivo submetido não corresponder a um TCC ou estiver corrompido; III - a ficha eletrônica de identificação, quando necessária, não for inserida corretamente ou quando seus dados estiverem incorretos; IV - for submetido mais de um arquivo; V - o arquivo submetido não estiver em 79 PDF (exceto áudio e vídeo); VI - o arquivo não estiver aberto (não for possível selecionar e copiar o texto); VII - o arquivo tiver tamanho superior a 15 MB (exceto casos específicos identificados pela biblioteca). § 2º Quando o trabalho for devolvido para correção, o/a discente será notificado/a por e-mail para acessar o Repositório, com suas credenciais da UFPE ID, e editar o trabalho conforme indicações da Biblioteca enviadas no corpo do e- mail. § 3º Realizadas as correções, o/a discente deverá submeter o TCC novamente para análise da Biblioteca. § 4º Caso o/a discente possua pendência no sistema de bibliotecas (multas, materiais em atraso ou pendentes de devolução), o/a bibliotecário/a informará através de e-mail, sem prejuízo para homologação do depósito. § 5º A declaração de Nada Consta da Biblioteca será exigida apenas no momento da solicitação do diploma. CAPITULO VI DAS DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS E FINAIS Art. 13°. Os casos omissos serão resolvidos pelo Colegiado do Curso de Bacharelado em Oceanografia. Art. 14°. O presente Regulamento entrará em vigor na data de sua aprovação pelo Colegiado do Curso, revogadas as disposições em contrário. 80 Formulário de credenciamento do aluno para o Trabalho de Conclusão de Curso FORMULÁRIO DE CADASTRO Trabalho de Conclusão de Curso do Bacharelado de Oceanografia 1. Nome do aluno: ________________________________________________________ 2. Nome do orientador: _____________________________________________________ 3. Nome do co-orientador: __________________________________________________ 4. Bolsista: ( ) Não ( ) Sim, qual: ( ) PIBIC/CNPq ( ) PIBIT ( ) FACEPE ( ) Voluntário PIBIC ( ) Outro: _________________ 5. O projeto está inserido dentro de algum projeto de pesquisa em desenvolvimento ou concluido: ( ) Não ( ) Sim. Título: Órgão financiador: _________________________________________ 6. Data de previsão de defesa: ____/____/____ 7. Lista de documentos a serem entregues na coordenação: ( ) Anexo A ( ) Cópia impresssa do projeto ( ) Cópia digital do projeto Recife, _____ de ___________ de _________ __________________________ ___________________________ Assinatura do Aluno Assinatura do Orientador ________________________________________ Assinatura do Co-orientador 81 REGULAMENTO DAS ATIVIDADES DE EMBARQUE Regulamento das Atividades de Embarque do curso de bacharelado em Oceanografia do CTG Recife, maio de 2017 CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1°. Este regulamento fixa as normas para Atividades de Embarque do Curso de Bacharelado em Oceanografia do Centro de Tecnologia e Geociências da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), de acordo com as diretrizes curriculares para cursos de graduação em Oceanografia definidas pela Secretaria de Educação Superior do Ministério da Educação (SESU/MEC) e pelo Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Oceanografia da UFPE, aprovado pelo Conselho Coordenador de Ensino, Pesquisa e Extensão (CCEPE) da UFPE em dezembro de 2011. CAPÍTULO II DAS DEFINIÇÕES Art. 2°. Embarque constitui atividade complementar obrigatória da matriz curricular do curso de Bacharelado em Oceanografia, com carga horária global mínima de 105 horas práticas. Art. 3°. A carga horária global mínima para a atividade de embarque pode ser cumprida em um único embarque ou em diversos embarques de curta duração. Parágrafo Único - A duração mínima de uma atividade embarcada não deve ser inferior a 2 horas para que seja contabilizada na carga horária do aluno. Art. 4°. Será considerado como carga horária de embarque o tempo de permanência a bordo de embarcação ou outra plataforma construída pelo homem para uso em um corpo aquático natural, desde que esta não esteja ligada permanentemente à terra firme. CAPÍTULO III DAS FINALIDADES Art. 5°. São finalidades da atividade de embarque: I - complementar a formação acadêmica do aluno; II - proporcionar ao aluno vivência da experiência de trabalho (científico ou profissional) a bordo de uma embarcação; III - promover a familiarização do aluno com rotinas de bordo, incluindo: navegação; operação de equipamentos; coleta, processamento e armazenamento de amostras; e coleta e processamento de dados oceanográficos. CAPITULO IV DA COORDENAÇÃO DAS ATIVIDADES DE EMBARQUE Art. 6°. A coordenação das atividades de embarque será exercida por um dos membros do Colegiado do Curso de Bacharelado em Oceanografia, com periodicidade de 2 (dois) anos e direito a recondução. Parágrafo Único. O Coordenador das Atividades de Embarque será aprovado pelo Colegiado do Curso e nomeado pelo Coordenador do Curso, sendo este último responsável pela inserção da matrícula do aluno. CAPITULO V DAS ATRIBUIÇÕES Seção I Do coordenador do curso Art. 7°. São atribuições do Coordenador do Curso de Bacharelado em Oceanografia: I - zelar pelo cumprimento deste Regulamento; 82 II - nomear o Coordenador das Atividades de Embarque após aprovação do Colegiado do Curso; III - substituir o Coordenador das Atividades de Embarque durante ausência do mesmo; IV - encaminhar ao Coordenador das Atividades de Embarque as oportunidades de embarque destinadas ao curso de Bacharelado em Oceanografia; V - definir, em conjunto com o Coordenador das Atividades de Embarque, os critérios de prioridade para preenchimento de vagas de embarque destinadas ao curso de Bacharelado em Oceanografia; VI - validar a matrícula dos alunos no componente curricular OC448 – Embarque, no sistema SIG@; VII - emitir Declaração de Embarque (Documento A) assinada em conjunto com o Coordenador das Atividades de Embarque. Seção II Do coordenador de embarque Art. 8°. São atribuições do Coordenador das Atividades de Embarque: I - divulgar aos alunos as oportunidades de embarque encaminhadas ao curso de Bacharelado em Oceanografia; II - organizar e manter um banco de dados contendo informações sobre a carga horária embarcada dos alunos do curso de Bacharelado em Oceanografia; III - definir, em conjunto com o Coordenador do Curso, os critérios de prioridade para preenchimento de vagas de embarque destinadas ao curso de Bacharelado em Oceanografia; IV - manter sob sua guarda os comprovantes de embarque dos alunos até a integralização dos créditos no componente curricular OC448 - Embarque; V - enviar ao Coordenador do Curso, antes do início de cada semestre letivo, a lista dos alunos aptos a ter suas matrículas validadas no componente curricular OC448 - Embarque; VI - encaminhar para arquivamento na Secretaria do Curso os comprovantes de embarque dos alunos, após a integralização dos créditos no componente curricular OC448 – Embarque; VII - registrar as informações de embarque dos alunos nas Fichas de Embarque (Documento B); VIII - emitir Declaração de Embarque (Documento A) assinada em conjunto com o Coordenador do Curso. Seção III Da secretaria do curso Art. 9°. São atribuições do Secretário do Curso de Bacharelado em Oceanografia: I - encaminhar ao Coordenador das Atividades de Embarque as oportunidades de embarque destinadas ao curso de Bacharelado em Oceanografia; II - encaminhar ao Coordenador das Atividades de Embarque, ao final de cada semestre letivo, o ranking dos alunos do curso de Bacharelado em Oceanografia; III - arquivar na Secretaria do Curso os comprovantes de embarque dos alunos encaminhados pelo Coordenador das Atividades de Embarque. Seção IV Do professor do colegiado do curso Art. 10°. São atribuições dos professores do Colegiado do Curso responsáveis por uma atividade de embarque que envolva aluno do curso de Bacharelado em Oceanografia: I - preencher o Registro de Atividade Embarcada (Documento C) com informações pertinentes ao embarque sob sua responsabilidade; II - entregar o Registro de Atividade Embarcada, preenchido e assinado, ao Coordenador das Atividades de Embarque; III - comunicar ao Coordenador do Curso e ao Coordenador das Atividades de Embarque, para providências, os casos de má conduta de aluno durante um embarque. 83 Seção V Do aluno do curso Art. 11°. São atribuições dos alunos do curso de Bacharelado em Oceanografia durante uma atividade embarcada: I - respeitar, acatar e preservar as normas internas da embarcação, prezando principalmente pelas questões de segurança a bordo; II - cumprir as atividades determinadas pelo profissional responsável pelo embarque, prezando pela eficiência e responsabilidade durante a execução das tarefas confiadas. CAPITULO VI DA ATIVIDADE DE EMBARQUE Art. 12°. O aluno pode embarcar em qualquer período do curso para computação das horas de embarque previstas no perfil curricular. Art. 13°. A integralização dos créditos de embarque no histórico escolar será feita mediante matrícula do aluno no componente curricular OC448 – Embarque e subsequente validação da matrícula pelo Coordenador do Curso no sistema SIG@. § 1°. A matrícula do aluno no componente curricular OC448 – Embarque só será liberada pelo sistema SIG@ após o cumprimento do requisito de carga horária igual ou superior a 1755 horas, conforme previsto no Projeto Pedagógico do Curso. § 2°. O Coordenador do Curso validará a matrícula do aluno no componente curricular OC448 – Embarque somente após o efetivo cumprimento de carga horária embarcada igual ou superior a 105 horas. § 3°. A avaliação do aluno no componente curricular OC448 – Embarque será feita por frequência, isto é, cumprimento de carga horária embarcada mínima de 105 horas. Art. 14°. A comprovação de uma atividade embarcada deve ser feita mediante entrega de um dos três documentos listados abaixo: I - registro de Atividade Embarcada (Documento C) preenchido por um professor da UFPE; II - cópia autenticada do certificado de participação em embarque; III - declaração de atividade embarcada expedida em papel timbrado da instituição responsável pela atividade e assinada pelo profissional responsável pela atividade. Art. 15°. O comprovante de atividade embarcada deve conter as seguintes informações: I - nome do aluno que participou da atividade; II p título do projeto/disciplina/campanha ou tema da atividade embarcada; III - instituição responsável pela atividade embarcada; IV - área de operação da atividade embarcada (exceto para certificado de participação em cruzeiro científico); V - nome da embarcação (quando aplicável); VI - período ou carga horária da atividade embarcada; VII - descrição resumida das atividades realizadas (somente no caso de instituições privadas ou organizações não-governamentais); VIII - nome e assinatura do profissional responsável pela emissão do comprovante. Art. 16°. O comprovante de atividade embarcada deve ser entregue ao Coordenador das Atividades de Embarque, que registrará as informações pertinentes no banco de dados e na Ficha de Embarque (Documento B) do aluno. Art. 17°. Aluno originário de outro curso de graduação em Oceanografia (via transferência) terá suas horas de embarque no curso de origem computadas para efeito de carga horária embarcada, desde que solicitado formalmente e comprovado através de documento emitido pela Coordenação do Curso de origem. 84 Art. 18°. Excepcionalmente, quando o aluno comprovar experiência acadêmica ou profissional em atividade de embarque anterior a sua entrada no curso, poderá ser concedida carga horária referente a essa atividade. § 1°. O aluno deve solicitar formalmente, via requerimento, a concessão da carga horária e apresentar documentação comprobatória da mesma conforme disposto no Art. 15° deste Regulamento. § 2°. Para efetiva concessão da carga horária, o requerimento e a documentação comprobatória deverão ser avaliados pelo Coordenador das Atividades de Embarque e aprovados pelo Colegiado do Curso. CAPITULO VII DA JUSTIFICATIVA DE AUSÊNCIA DECORRENTE DE ATIVIDADE DE EMBARQUE Art. 19°. A ausência do aluno em qualquer atividade curricular devido a sua participação em um embarque será justificada quando: I - o aluno não tiver completado seu número de horas de embarque exigido no perfil curricular do curso, no momento do início do embarque; II - oaluno tiver embarque previsto no cronograma do projeto do Trabalho de Conclusão do Curso (TCC) aprovado pelo Colegiado do Curso. Art. 20°. Mediante solicitação do aluno, o Coordenador das Atividades de Embarque deve emitir declaração que comprove a participação do mesmo em atividade embarcada para fins de apoio a seus pedidos de justificativa de faltas e segunda chamada de avaliação escolar. Parágrafo Único. A participação do aluno em atividade de embarque não o exime de seguir os procedimentos formais descritos na Resolução Nº 04/1994 CCEPE, para solicitação de segunda chamada de avaliação escolar. CAPITULO VIII DAS DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS E FINAIS Art. 21°. Os casos omissos serão resolvidos pelo Colegiado do Curso de Bacharelado em Oceanografia. Art. 22°. O presente Regulamento entrará em vigor na data de sua aprovação pelo Colegiado do Curso, revogadas as disposições em contrário. 85 Documento A – Declaração de embarque DECLARAÇÃO DE EMBARQUE Declaramos para os devidos fins que [inserir nome completo do aluno], aluno do curso de graduação em Oceanografia da Universidade Federal de Pernambuco, cumpriu um total de [inserir carga horária embarcada total do aluno] horas em atividades embarcadas conforme especificado nas fichas em anexo. Recife, [ dia ] de [______mês ] de [ano]. ________________________________________ Prof. Dr. [nome do coordenador do curso] Coordenador do Curso ________________________________________ Prof. Dr. [nome do coordenador das atividades de embarque] Coordenador das Atividades de Embarque Documento B – Ficha de Embarque FICHA DE EMBARQUE ALUNO: [inserir nome completo do aluno] MATRÍCULA: [inserir número de matrícula do aluno] TOTAL DE HORAS DE EMBARQUE: [inserir carga horária embarcada total do aluno] EMBARQUE Nº 01* Projeto: [Inserir Título Do Projeto/Disciplina/Campanha/Tema] Instituição Responsável: [inserir instituição responsável pelo embarque] Área de Operação: [inserir área de operação do embarque] Embarcação: [inserir nome da embarcação, quando aplicável] Período: [inserir período do embarque] Horas de Embarque: [inserir total de horas do embarque] * Criair várias guias de acordo com os números de embarque 86 Documento C - Registro de Atividade Embarcada REGISTRO DE ATIVIDADE EMBARCADA Projeto/Disciplina: [inserir título do projeto/disciplina/campanha/tema] Professor Responsável: [inserir nome do professor da UFPE responsável pelo embarque] Instituição Responsável: [inserir instituição responsável pelo embarque] Área de Operação: [inserir área de operação do embarque] Embarcação: [inserir nome da embarcação, quando aplicável] Período: [inserir período do embarque] Horas de Embarque: [inserir total de horas do embarque] Atesto a veracidade das informações contidas neste registro de atividade embarcada __________________________________ Assinatura do Professor Responsável Recife, [dia] de [mês] de [ano] NOTAS: 1. Entregar este formulário (preenchido e assinado) ao Coordenador das Atividades de Embarque do curso de graduação em Oceanografia para que as horas sejam registradas na ficha do aluno. 2. Coordenador atual: [inserir nome, telefone e e-mail do Coordenador das atividades de embarque] 87 REGULAMENTO DAS ATIVIDADES DE INTERCÂMBIO ACADÊMICO Regulamento das atividades de intercâmbio acadêmico do bacharelado em Oceanografia do CTG Recife, maio de 2017 CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1°. É admitido o afastamento do estudante da graduação de suas atividades acadêmicas para participação em programas de mobilidade estudantil nacional e internacional, celebrados entre a Universidade Federal de Pernambuco e outras Instituições de Ensino Superior ou Centros de Pesquisa nacionais ou estrangeiros, na forma desta Resolução. CAPÍTULO II CONDIÇÕES PARA PARTICIPAÇÃO DISCENTE Art. 2°. Poderá participar dos programas de mobilidade estudantil o aluno que: I - esteja regularmente matriculado em curso de graduação da UFPE; II - tenha integralizado os componentes curriculares obrigatórios previstos de serem cursados no primeiro ano do curso de Bacharelado em Oceanografia, conforme perfil curricular registrado no sistema de gestão acadêmica vigente; III - apresente o desempenho acadêmico exigido pelo programa do qual pretenda participar; IV - possua plano de estudo e/ou estágio previamente aprovado pelo Colegiado de Curso, considerando-se os pré e os có-requisitos; V - apresente comprovação de proficiência na língua estrangeira, caso solicitado pelo programa do qual pretende participar; e, VI - atenda a todos os requisitos do Termo de Acordo de Cooperação Nacional ou Internacional assinado pela UFPE. § 1º. O plano de estudo e/ou estágio deverá conter informações circunstanciadas das atividades acadêmicas a serem desenvolvidas na instituição de destino, inclusive os componentes curriculares a cursar, com os respectivos códigos, programas, cargas horárias e equivalências previstas. § 2°. Será admitida exceção à regra disposta no inciso II deste artigo em caso de previsão específica contida em programa oficial de mobilidade estudantil do qual a UFPE participe. CAPÍTULO III DA VIGÊNCIA DO INTERCÂMBIO Art. 3°. A participação do estudante no programa de mobilidade nacional ou internacional terá a duração máxima de dois semestres letivos, consecutivos ou não. Parágrafo único. Em casos excepcionais a serem analisados pelas instituições/centros envolvidos, desde que o programa do qual esteja participando o permita, o estudante poderá cursar até 2 (dois) períodos letivos consecutivos adicionais, mediante preenchimento de formulário de solicitação encaminhado ao Colegiado do Curso. CAPÍTULO IV DAS OBRIGAÇÕES E ATIVIDADES DOS ALUNOS Art. 4°. Após aprovação da solicitação de mobilidade estudantil pelo Colegiado de Curso, o processo será encaminhado à Coordenação de Apoio Acadêmico da Pró-Reitoria de Graduação, no caso de mobilidade nacional, ou à Diretoria de Relações Internacionais, no caso de mobilidade internacional, instruído com a documentação comprobatória dos requisitos estabelecidos no Art. 2º, além de outros documentos por ventura exigidos pelo Termo de Acordo de Cooperação Nacional ou Internacional celebrado com a UFPE. § 1°. O estudante somente poderá se afastar da UFPE, para fins de mobilidade nacional ou internacional, após autorizado pelas instâncias citadas no caput deste artigo, sob a pena de não ter creditados, ao final do cumprimento do programa, os componentes curriculares cursados. 88 § 2°. Por ocasião da aprovação da mobilidade estudantil nacional ou internacional, o Colegiado de Curso indicará as atividades a serem realizadas pelo estudante, no âmbito da UFPE, quando do seu regresso, como forma de disseminação da experiência e dos conhecimentos adquiridos. CAPÍTULO V DA COMPROVAÇÃO DAS ATIVIDADES DO PLANO DE ESTUDO Art. 5º. Após a conclusão da mobilidade, o aluno da UFPE, no prazo de até 60 dias, encaminhará os documentos comprobatórios das disciplinas cursadas com aproveitamento acadêmico, na instituição de destino, à Seção de Registro Escolar da Coordenação do Corpo Discente, no caso de mobilidade nacional, ou à Coordenação do Curso, no caso de mobilidade internacional, para registro dos créditos obtidos. Parágrafo único. As alterações no plano de estudo e/ou estágio apenas serão consideradas, para fins de creditação, se previamente aprovadas pelo Colegiado do Curso. CAPÍTULO VI DA MATRÍCULA E VÍNCULO INSTITUCIONAL Art. 6°. O estudante vinculado a curso de graduação da UFPE em mobilidade estudantil terá sua matrícula registrada no sistema de gestão acadêmica vigente, na forma de “mobilidade estudantilnacional”, pela Seção de Registro Escolar da Coordenação do Corpo Discente, ou na forma de “mobilidade estudantil internacional”, pela Diretoria de Relações Internacionais. § 1°. O registro de que trata o caput deste artigo terá vigência de acordo com o plano de estudo e/ou estágio previamente estabelecido. Caso o aluno pretenda estender sua estada, deverá apresentar solicitação à coordenação de seu curso constante de novo plano de estudo e/ou estágio para fins de renovação do programa. § 2°. Findo o prazo estabelecido no Termo de Acordo de Cooperação Nacional ou Internacional da mobilidade estudantil, e não havendo renovação na forma do parágrafo anterior, caberá exclusivamente ao estudante realizar sua matrícula, no sig@, para o período letivo subsequente, a fim de não perder o vínculo institucional com a UFPE. CAPÍTULO VII DA INTEGRALIZAÇÃO DO INTERCÂMBIO NO CURRÍCULO DO ALUNO Art. 7°. Os períodos letivos em que o aluno realizar a mobilidade nacional ou internacional serão computados para o prazo de integralização curricular. CAPÍTULO VIII DAS EQUIVALÊNCIAS DAS DISCIPLINAS CURSADAS Art. 8°. Na avaliação da equivalência entre os componentes curriculares das graduações envolvidas, a coordenação de curso deverá examinar a compatibilidade mínima de 75% (setenta e cinco por cento) considerando conteúdo, carga horária, desenvolvimento e intensidade. CAPÍTULO IX DOS CASOS OMISSOS Art. 9°. Os casos omissos nesta resolução serão resolvidos pelo Colegiado do Curso. CAPÍTULO X DAS DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS E FINAIS Art. 10°. Esta Resolução entrará em vigor na data de sua publicação, revogando as disposições em contrário. 89 Tabela de equivalência (disponível no site da PROGRAD); QUADRO DE EQUIVALÊNCIA DE COMPONENTE CURRICULAR COMPONENTE CURRICULAR COMPONENTE PERFIL: 7102-1 EQUIVALENTE CÓDIGO NOME CH CÓDIGO NOME CH OC501 Tópicos Especiais para 60 MA046 Álgebra Linear 1 60 Oceanografia 7 OC470 Biologia Pesqueira 60 OC468 Manejo Pesqueiro 60 OC499 Tópicos Especiais para 60 MA026 Cálculo Diferencial e Integral 1 60 Oceanografia 5 OC502 Tópicos Especiais para 60 MA027 Cálculo Diferencial e Integral 2 60 Oceanografia 8 OC442 Estágio Profissionalizante 150 OC509 Estágio Supervisionado 150 OC486 Estágio Curricular do Curso 150 de Oceanografia FI006 Física Geral 1 60 FI202 Física L1 60 FI007 Física Geral 2 60 FI203 Física L2 60 OC500 Tópicos Especiais para 60 MA036 Geometria Analítica 1 60 Oceanografia 6 OC435 Gerenciamento Costeiro 60 OC508 Gerenciamento Costeiro 60 Integrado 1 OC473 Seminários em Oceanografia 45 OC503 Introdução à Oceanografia 60 OC474 Introdução à Oceanografia 45 OC498 Métodos Computacionais 60 IF165 Computação Eletrônica 60 OC425 Oceanografia Física 1 60 CI110 Fenômeno dos Transportes 60 QF547 Química Analítica 11 A 60 QF554 Química Analítica 12 60 OC505 Química Analítica para 60 QF547 Química Analítica 11 A 60 Oceanografia QF556 Química Analítica 12A – 60 Teoria OC527 Química Geral Aplicada a 60 QF001 Química Geral 1 60 Oceanografia OC510 Trabalho de Conclusão de 150 OC485 Monografia 150 Curso 90 20. Programas dos Componentes Curriculares PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Código Nome Carga Horária Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática MA026 Cálculo Diferencial e Integral 1 60 0 4 60 1º Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Limites e continuidade de funções. Derivadas. Aplicações da derivada. Teorema de rolle, teorema do valor médio e teorema do valor médio generalizado. Integrais definidas. Integrais indefinidas. Técnicas de integração. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Limites e continuidades: Propriedades de limite. Limites laterais. Propriedades das funções contínuas Derivada: interpretação: Geométrica de derivada. Propriedades das funções deriváveis. Regras básicas de derivação (Regra da potência, derivadas de funções elementares, regra da cadeia). Derivadas de ordem superior. Derivada da função inversa. Teorema do valor médio. Pontos de máximo, mínimo e de inflexão. Análise de pontos críticos não degenerados. Concavidade e intervalos de crescimento. Desenvolvimento em polinômio de Taylor e análise de pontos críticos degenerados. Aplicações da derivada (Problemas de máximo e mínimo, esboço de funções, estudos do comportamento assintótico, Regra de L’Hopital, problemas de taxas de variação) Integral : Primitiva de uma função. Integral indefinida. Propriedades operatórias das funções integráveis. Teorema fundamental do cálculo. Regras básicas de integração (funções elementares, substituição, integração por partes, frações parciais e funções racionais, etc). Aplicações da integração, cálculo de áreas, cálculo de comprimento de área. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: STEWART, J., 2010. Cálculo. 6.ed. São Paulo: Cengage Learning. Vol.1. 2 v. ISBN 8522106606. ÁVILA, G., 2003. Cálculo das funções de uma variável. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC,. v.ISBN 9788521613701 GUIDORIZZI, H. L., 2001. Um curso de cálculo. 5.ed. Rio de Janeiro: LTC. 4 v. ISBN 8521612591 COMPLEMENTAR: GERALDO AVILA Cálculo 1 Funções de uma Variável, V1.-LTC. THOMAS, G. B Cálculo. vol. 1, 10. ed. Pearson Education do Brasil, 2002; ANTON, H.: Cálculo, Um Novo Horizonte - Vol. 2, 6ª edição. Editora Bookman, 2000; MARSDEN, J.E. and TROMBA, A.J.: Vector Calculus, 4ª edição. W.H.Freeman and Co., 1996. PINTO, D. e MORGADO, M.C.F. : Cálculo Diferencial e Integral de Funções de Várias Variáveis. Editora UFRJ, 1999 DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO MATEMÁTICA ____________________________________ ______________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 91 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Código Nome Carga Horária Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática GN325 Fundamentos de Genética para Oceanografia 30 0 2 30 1º Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA A disciplina tem como objetivo apresentar aos alunos do curso de Oceanografia os principais mecanismos genéticos que são responsáveis pela geração da diversidade biológica, e como os fatores ambientais podem atuar na geração e/ou indução desta diversidade. A estrutura e organização da informação genética serão apresentadas como base para o entendimento de como esta informação se traduz em um sistema biológico, e as possíveis modificações nesta informação serão apresentadas como base do processo que gera a diversidade biológica e o processo evolutivo dos seres vivos. Os principais mecanismos moleculares de segregação da informação genética dos indivíduos parentais para seus descendentes serão abordados, tanto como base para entendimento do processo adaptativo, como também para seu uso tecnológico em processos de manutenção e recuperação da diversidade biológica em áreas que estejam sofrendo degradação ambiental. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Interação entre genética e meio ambiente; Estrutura dos ácidos nucléicos e dos cromossomos; Processos de replicação, transcrição tradução de ácidos nucléicos; Mutação gênica: origens e consequências; Leis e mecanismos da segregação da informação genética (Mendel e Exceções); Ciclo meiótico, formação dos gametas e diversidade biológica Determinação sexual; Mecanismos moleculares das recombinações; Taxas de recombinação e segregação; Introdução aos processos evolutivos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ANTHONY J F; GRIFFITHS, S R; WESSLER, R C; LEWONTIN, W M ;GELBART, D T; SUZUKI, J H. ; MILLER . Introdução à Genética 8ª edição, Ed. Guanabara Koogan: Rio de Janeiro, 2006. RINGO, J. Genética básica 1ª edição, Ed. Guanabara Koogan: Rio de Janeiro, 2005. ROBERTS, E M F & HIB, JBases da Biologia Celular e Molecular , 3ª edição, Ed. Guanabara Koogan: Rio de Janeiro, 2001. COMPLEMENTAR: SILVA JUNIOR, César da. Biologia: as caracteristícas da vida, biologia celular, virus: entre moléculas e celulas, a origem da vida e histologia animal.. 8.ed. São Paulo: Editora Saraiva, 2005. 400p. LODISH, Harvey F. Biologia celular e molecular. 4.ed. Rio de Janeiro: Revinter, c2002. xli, 1084, [40]p. JUNQUEIRA, Luiz Carlos Uchoa; CARNEIRO, José. Biologia celular e molecular. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. 332 JABLONKA, Eva; LAMB, Marion J. Evolução em quatro dimensões: DNA, comportamento e a história da vida. São Paulo: Companhia das Letras, 2010. 511p. COOK, Laurence Martin. Genetic and ecological diversity: the sport of nature. London, UK: Chapman & Hall, 1991. 192 p. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO GENÉTICA ______________________________________ ______________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 92 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Código Nome Carga Horária Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática MA036 Geometria Analítica 1 60 0 4 60 1º Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Sistemas de coordenadas no plano. A reta, a circunferência, as cônicas. Cálculo vetorial. Coordenadas no espaço . Retas e planos. Mudança de coordenadas (rotação e translação). Relação entre retas e planos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Coordenadas, vetores, retas e planos: sistemas de coordenadas no plano e no espaço. Coordenadas Polares e números complexos. Vetores e suas operações. Produto escalar. Produto vetorial. Produto misto. Projeção ortogonal. Retas no plano. Retas e planos no espaço ( Posição relativa, ângulos, distância). Determinação analítica das regiões planas (Delimitadas por retas e por curvas polares). Cônicas: classificação das cônicas na sua forma canônica ou reduzida. Parametrizações de cônicas, identificação e desenho de uma cônica a partir da equação na forma canônica. Excentricidade e diretrizes. Equação da cônica em coordenadas polares. Propriedades refletoras das cônicas. Determinação analítica de regiões delimitadas por cônica, e cônicas e retas. Quádricas: superfícies de quádricas na forma reduzida. Parametrizações de quádricas, identificação e desenho de uma quádrica a partir da equação na forma reduzida. Superfícies de revolução e suas parametrizações coordenadas cilíndricas e esféricas. Determinação analítica de regiões delimitadas por quádricas, quádricas e planos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: PAULO BOULOS E IVAN DE CAMARGO, Geometria Analítica – McGraw-Hill REIS E SILVA, Geometria Analítica – LTC Editora STEINBRUCH &WINTERLE. Geometria analítica. McGraw-Hill. COMPLEMENTAR: FLEMMING, Diva Marília; GONÇALVES, Mirian Buss. Cálculo A: funções, limites, derivações e integração. 6. ed. São Paulo: Pearson Education, 2007; SHAUM, Ayres Jr, Frank .Cálculo (Col. Schaum). 4.ed. Porto Alegre: Bookman, 2007; GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um curso de cálculo. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007; ANTON, Howard, Cálculo: Um Novo Horizonte. São Paulo: Boockman. 6ª ed., 2002; Vol 1; PENNEY, David & EDWARDS C. Henry, Cálculo com Geometria Analítica Vol 2., LTC Editora, 1999 DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO MATEMÁTICA ____________________________________ ______________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 93 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Código Nome Carga Horária Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática QF001 Química Geral 1 60 0 4 60 1º Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Termodinâmica Química; Equilíbrio Químico; Equilíbrio em solução aquosa; Equilíbrio ácido-base; Equilíbrio de solubilidade; Reações de oxidação-redução; Eletroquímica: células galvânicas; células eletrolíticas; corrosão; cinética química: leis de velocidade; mecanismo de reação; catálise. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Termodinâmica; Sistemas;energia e trabalho;calor; A primeira Lei da Termodinâmica. Funções de Estado; Trabalho de expansão; A medida de calor.; Entalpia; Capacidades caloríficas dos gases; Variações de entalpia em mudanças de fases. Curvas de aquecimento; Entalpias de reação; Entalpias-padrão de formação.; Entropia e desordem; Variações de entropia. A terceira lei da termodinâmica; Entropias-padrão molares.; Variação total de entropia; A segunda lei da termodinâmica; Equilíbrio. Energia livre de reação; Energia livre e trabalho não-expansivo; O efeito da temperatura.; Equilíbrio Químico; Pressão de vapor; Volatilidade;; Ebulição;Congelamento e fusão; Diagramas de fase.; Reversibilidade das reações; Termodinâmica e Equilíbrio químico; Constante de equilíbrio; Equilíbrio heterogêneo; Usando a constante de equilíbrio; A resposta do equilíbrio às mudanças nas condições. Catalisadores e as realizações de Haber; Equilíbrios em fase aquosa: equilíbrio ácido-base; indicadores ácido-base; Tampão Equilíbrios de solubilidade; Produto de solubilidade; Íon comum; Prevendo a precipitação.; Eletroquímica Cinética química Reações redox; Células galvânicas; Potencial de célula e energia livre. Potenciais-padrão de eletrodo; Potenciais-padrão e constantes de equilíbrio.Equação de Nernst; Corrosão; Eletrólise; Células eletrolíticas; Potencial necessário para eletrólise; Produtos da eletrólise; Lei de Faraday da eletrólise; Cinética Químic; Velocidades de reação; Concentração e velocidade de reação. Velocidade instantânea de reação; Leis de velocidade e ordem de reação; Leis de velocidade integrada de primeira e segunda ordem; Tempo de meia-vida. Modelos de reações; Efeito da temperatura; Teoria das colisões; Teoria do complexo ativado; Mecanismos de reação; Reações elementares; Velocidades e equilíbrio; Catálise. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Atkins, P.W.; Jones, L. 2012. Princípios de Química: Questionando a Vida Moderna e o Meio Ambiente. 5ª edição, Bookman, 922p. Kotz, J.C.; Treichel, P.; Weaver, G.C. 2010. Química Geral e Reações Químicas, Volume 1. 6ª edição, Cengage Learning, 600p. Mahan, B.M.; Toma, H.E.; Myers, R.J. 1995. Química: Um Curso Universitário. 4ª edição, Edgard Blucher, 582p. COMPLEMENTAR: Maia, D.J.; Bianchi, J.C.A. 2007. Química Geral: Fundamentos. Pearson Prentice Hall, 436p. Fonseca, M.R.M. 2001. Completamente Química: Química Geral. FTD, 624p. Sardella, A. 2004. Curso de Química: Química Geral, Volume 1. 25ª edição, Atica, 447p. Hein, M.; Arena, S. 1998. Fundamentos de Química Geral. 9ª edição, LTC, 598p. Chang, R.J. 2010. Química Geral: Conceitos Essenciais. 4ª edição, AMGH, 778p. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO QUÍMICA FUNDAMENTAL ____________________________________ ______________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 94 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Código Nome Carga Horária Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática OC 503 Introdução à Oceanografia 30 30 3 60 1o. Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Familiarizar o aluno com os conceitos básicos da Oceanografia. Esclarecer a atuação do Oceanógrafo e exemplificar as diversas áreas disponíveis aos profissionais. Introduzir conceitos Químicos, Físicos, Geológicos, Biológicos, Geográficos e Socioeconômicos envolvidos nas Ciências do Mar situando-os em um cenário que forneça ao aluno uma mentalidade Marítima o mais desenvolvida possível. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO História da Oceanografia no Brasil e no mundo. As grandes expedições oceanográficas. As bacias hidrográficas e as regiões costeiras (do Brasil): principais características Físicas, Químicas, Geológicas e Biológicas. As águas da plataforma continental (brasileira): principais características Físicas, Químicas, Geológicas e Biológicas. As águas profundas (do Oceano Atlântico): principais características Físicas, Químicas, Geológicas e Biológicas. A importância do mar para a sociedade. A Zona Econômica Exclusiva (ZEE). Recursos naturais marinhos e serviços ecológicos marinhos. A profissão do Oceanógrafo. A presença do Brasil na Antártica em bases distantes do território nacional continental. Grandes projetos em Oceanografia. Aulas práticas: Visita guiada por professores de todas as áreas da Oceanografia a local que concentre rios, praias, estuários, recifes e prados ressaltando seus aspectos Químicos, Físicos, Geológicos, Biológicos, Geográficos e Socioeconômicos. BIBLIOGRAFIA BASICA: SVERDRUP, K. A; DUXBURY, A..; DUXBURY, Alyn C. Fundamentals of oceanography. 5th ed. Boston: McGraw-Hill Higher Education, c2006. x, 342 p Eskinazi-Leça, E.; Neumann-Leitão, S. e Costa, M.F., 2004.Oceanografia: um cenário tropical. 761p. EditoraBagaço. THURMAN, H. V., 2000. Introductory oceanography. 9th. ed. New Jersey: Prentice Hall Press. xvi, 544p. ISBN0138570612. COMPLEMENTAR: THURMAN & TRUJILLO. Essentials of Oceanography. Prentice Hall. 1999 GANERI, Anita. Atlas dos oceanos. São Paulo: Martins Fontes, 1994. SCHMIEGELOW, João M. Miragaia. O planeta azul: uma introdução às ciências marinhas . Rio de Janeiro: Interciência, 2004. GALLO, Jaques.; VERRONG, Luiz Vicente. O que e oceanografia. Sao Paulo: Brasiliense, 1993. THE OPEN UNIVERSITY. Oceanography Course Team. Pergamon, Oxford. 1989/1991. GARRISON, T. Fundamentos de Oceanografia. São Paulo: Cengage Learning, 2010. 426 p. PEREIRA, Renato Crespo; SOARES-GOMES, Abílio (Org.). Biologia marinha. 2. ed. rev. ampl. Rio de Janeiro: Interciência, 2009. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO OCEANOGRAFIA ______________________________________ ______________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 95 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Código Nome Carga Horária Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática MA046 Álgebra Linear 1 60 0 4 60 2º Pré-requisitos MA026 (Cálculo Diferencial e Integral 1) Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Matrizes e sistemas lineares. Noção de espaço vetorial, subespaço, bases, dimensão. Transformações lineares, operadores, autovalores e autovetores, diagonalização produto escalar. Operadores simétricos e ortogonais. Aplicação a quádricas e a sistemas de equações diferenciais. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Espaços vetoriais: resolução de sistemas de equações lineares (método de eliminação de Gauss). Espaços vetoriais. Subespaços vetoriais. Vetores linearmente independente e linearmente dependente. Bases e dimensão. Transformações lineares: transformações lineares. Autovalores e autovetores. Diagonalização. Espaços com produto interno. Projeção Ortogonal. Operadores auto- adjuntos. Formas quadráticas. Operadores Ortogonais. Aplicações: estudo das cônicas e quádricas. Sistemas lineares de equações diferenciais ordinárias (Caso diagonalizável) por quádricas, quádricas e planos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BÁSICA: BOLDRINI, José Luiz. Álgebra linear. 3. ed. ampl. e rev. São Paulo: HARBRA, c1986. 411 p. ISBN 8529402022 CALLIOLI, C. A.; DOMINGUES, H. H.; COSTA, R. C. F., 1990. Álgebra linear e aplicações. 6.ed. reformulada. São Paulo: Atual, 1990. 352 p. ISBN 9788570562975 VALLADARES, R. J. da C., 1982. Algebra linear e geometria analitica. Rio de Janeiro: Editora Campus. 353p. ISBN 85-7001-100-8. COMPLEMENTAR: CALLIOLI, C. A. et alii. Álgebra linear e aplicações. São Paulo: Atual, 1978; CAMARGO, I.; BOULOS, P. Geometria analítica - um tratamento vetorial. 3. ed. São Paulo: Pearson Education, 2005; CALLIOLI, C. A. et alii. Matrizes, vetores e geometria analítica. São Paulo:Nobel, 1978; LANG, S. Álgebra Linear. Edgard Blucher; STEINBRUCH, A. & WINTERLE, P. Álgebra linear. São Paulo: McGraw-Hill, 1987. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO MATEMÁTICA ____________________________________ ______________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 96 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Código Nome Carga Horária Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática HE232 Biologia Celular e Tecidual 30 15 2 45 2º. Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Estudo da célula eucariótica animal sob o ponto de vista morfofisiológico. Introdução às principais técnicas aplicadas à morfologia. Estudo dos tecidos básicos formadores dos organismos animais superiores. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Introdução ao estudo das células; Biomembranas; Junções celulares;Matriz Extracelular; Citoesqueleto; Movimentos Celulares; Sistema de Endomembranas; Sistema Endossomo-Lisossomo; Organelas oxidativas; Núcleo Interfásico; Divisão celular; Tecidos Epitelial, Conjuntivo, Muscular,e Nervoso. PROGRAMA PRÁTICO: Introdução ao estudo das células; Biomembranas;Junções celulares e Matriz Extracelular; Citoesqueleto; Sistema de Endomembranas- Endossomo-Lisossomo;Organelas oxidativas; Núcleo Interfásico; Divisão celular; Tecido Epitelial; Tecido Conjuntivo;Tecido Muscular;Tecido Nervoso. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Alberts, B.; Johnson, A.; Lewis, J.; Raff, M.; Roberts, K. e Walter, P., Biologia Molecular da Célula – 4ª ed., Artmed Editora S.A., Porto Alegre, 1500 p., 2004. Burkitt, G. G., Young, B & Heath, W. J., Wheater Histologia Básica, 4a. ed., Ed. Guanabara Koogan,2000 Carvalho, H.F. & Recco-Pimentel, S.M., A Célula – 2ª. ed., Ed. Manole Ltda., Barueri/SP, 396 p.; 2007. COMPLEMENTAR: De Robertis, E.M.F. & Hib, J., Bases da Biologia Celular e Molecular – 4ª. ed., Ed. Guanabara Koogan S.A ., 408 p., 2006. Junqueira, L. C & Carneiro, J., Histologia Básica, 10ª ed. Guanabara Koogan, 426p., 2004 Junqueira, L.C.U. & Carneiro, J., Biologia Celular e Molecular – 8ª ed., Ed. Guanabara Koogan S.A., 2005. Padovan, P.A.; Padovan, I.P.; Tavares, L. Atlas de Morfologia Microscópica – 2ªed., Ed. UFPE, 2003. LODISH, Harvey F. Biologia celular e molecular. 4.ed. Rio de Janeiro: Revinter, 2002. xli, 1084, [40]p. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO HISTOLOGIA E EMBRIOLOGIA ______________________________________ ______________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 97 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Código Nome Carga Horária Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática MA027 Cálculo Diferencial e Integral 2 60 0 4 60 2º Pré-requisitos MA026 (Cálculo Diferencial e Integral 1) Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Técnicas de integração. Diferenciabilidade em duas variáveis. Integração em duas variáveis. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Funções de duas variáveis. Derivada parcial e direcional. Regra da Cadeia. Plano tangente e reta normal. Gradiente e curvas de nível. Derivada de funções definidas implicitamente. Derivadas de ordem superior. Pontos de máximo, mínimo e sela. Condição para a existência de extremos locais (num aberto). Condição suficiente para que um ponto crítico seja um extremo local. Análise de pontos críticos (máximo, mínimo ou um ponto de sela). Método dos multiplicadores de Lagrange. Desenvolvimento em polinômio de Taylor. Aplicações (Problemas de máximos e mínimos). Integrais duplas. Mudanças de coordenadas. Aplicações ao cálculo de áreas, volumes, centro de massa, momento de inércia, áreas de superfícies definidas por gráfico de função. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: GUIDORIZZI, Hamilton L. Um curso de cálculo. 2ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. 1989 (1990) Vol. 3. PINTO, DIOMARA & FERREIRA, Maria C. Cálculo diferencial e integral de funções de várias ariáveis. Rio de Janeiro: UFRJ. 1997. 348p. KONGUETSOF, L. , 1974. Calculo diferencial e integral. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil,. 885p. AYRES, F., 1901. Calculo diferencial e integral: resumo e teoria, problemas resolvidos, problemas propostos . 2.ed. -. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1961.. 371p. COMPLEMENTAR: PISKUNOV, N. S. (Nikolai Semenovich). Calculo diferencial e integral. Moscu: MIR, c1977. 519 p. LEITHOLD, L. O cálculo com geometria analítica. 3.ed.[S.l.]: Harbra, 1994. v.2. PENNEY, D.E.; EDWARDS, Jr. C.H. Cálculo com geometria analítica. 4.ed. .[S.l.]: Prentice Hall do Brasil, 1999. v.2. SIMMONS, G.F. Cálculo com geometria analítica. 1.ed. São Paulo: McGraw-Hill, 1987. v.2. SWOKOWSKI, E.D. Cálculo com geometria analítica. 2.ed. São Paulo: Makron Books, 1994. v.2. THOMAS, George B. Cálculo. 11. ed. São Paulo: Addison Wesley, 2008 DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO MATEMÁTICA ____________________________________ ______________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 98 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Código Nome Carga Horária Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática FI006 Física Geral 1 60 0 4 60 2º Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Movimento em uma dimensão; Vetores; Movimento em um Plano; Dinâmica da Partícula; Trabalho e Energia; Conservação da Energia; Conservação do Momentum Linear; Choques; Cinemática da Rotação; Dinâmica da Rotação CONTEÚDO PROGRAMÁTICO MOVIMENTO EM UMA DIMENSÃO: Cinemática da partícula velocidade média e instantânea, aceleração média e instantânea, movimento unidimensional com aceleração constante, corpos em queda livre e suas equações do movimento. VETORES: Vetores e esc CONSERVAÇÃO DO MOMENTUM-LINEAR: Centro de massa, movimento do centro de massa, momentum linear de um sistema de partículas, sistemas de massa variável. CHOQUES: Impulso e momento linear, choques em uma e duas dimensões. CINEMÁTICA DA ROTAÇÃO: Movimento de rotação, grandezas vetoriais na rotação, relação entre a cinemática linear e a angular de uma partícula em movimento circular. DINÂMICA DA ROTAÇÃO: Momento de uma força, momentum angular de uma partícula e de um sistema de partículas, energia cinética de rotação e momento de inércia, movimento combinado de translação e rotação de um corpo rígido, conservação do momentum angular. alares, adição de vetores, multiplicação de vetores, vetores e as leis da Física. MOVIMENTO EM UM PLANO: Movimento num plano com aceleração constante, movimento de um projétil, movimento circular uniforme, aceleração tangencial no movimento circular uniforme, velocidade e aceleração relativas. DINÂMICA DA PARTÍCULA: Primeira lei de Newton, força e massa, segunda lei de Newton, a terceira lei de Newton, sistemas de unidades mecânicas, as leis de força de atrito, dinâmica do movimento circular uniforme, forças reais e fictícias. TRABALHO E ENERGIA: Trabalho realizado por uma força constante, trabalho realizado por uma força variável, energia cinética, potência. CONSERVAÇÃO DA ENERGIA: Sistemas conservativos e não-conservativos, e energia potencial, massa e energia. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: SCHAUM, Daniel.; VAN DER MERWE, Carel Willem, 1890-. Fisica geral: resumo da teoria, 625 problemas resolvidos, 850 problemas propostos . São Paulo: McGraw-Hill, 1979. 430 p. RESNICK, Robert; HALLIDAY, David; KRANE, Kenneth S. Fisica 1. 5.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003. xii, 368 p. ISBN 8521613520 MELO JÚNIOR, Evandro . Física :: geral elementar / . Belo Horizonte: Lê, 1984. BUECHE, Frederick J. 1923. Física geral. São Paulo: McGraw-Hill, 1983. ix, 457 (Coleção Schaum) COMPLEMENTAR: BUECHE, Frederick J. 1923. Física geral. São Paulo: McGraw-Hill, 1983. ix, 457 (Coleção Schaum) GOLDEMBERG, José. Física Geral e Experimental. São Paulo: Companhia e Editora Nacinal, 1973. v.3 ; 220 p. ((Biblioteca Universitária : Série 3ª - Ciências Puras ; v.9B)) ATIVIDADES práticas de física geral : Jayme Fernandes. Florianópolis, SC: Editora da UFSC, 1985. 489p. DELIZOICOV, Demétrio; ANGOTTI, José André; PIERSON, Alice Campos.. Fisica / Demetrio Delizoicov, Jose Andre Angotti ; colaboracao Alic Campos Pierson. - . Sao Paulo: Cortez, 1991. 181p. ((Colecao Magisterio. 2. Grau. Serie Formacao Geral).) ISBN 85-249-0286-8. MACHADO, Jose de Medeiros. Fisica geral (topico I): fisica da gravitacao . Recife: Ed. Comunicarte, 1997. 260 p. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO FÌSICA ______________________________________ ______________________________________ ASS. CHEFE DO DEPARTAMENTO ASS. COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 99 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Código Nome Carga Horária Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática QF553 Química Orgânica para Oceanografia 60 0 4 60 2º Pré-requisitos QF001 (Química Geral 1) Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Nomenclatura, estrutura, propriedades e reatividade de compostos orgânicos. Classe de compostos orgânicos. Noções de biossíntese. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Nomenclatura, estrutura, propriedades e reatividades de compostos orgânicos. Estereoquímica, mecanismos de reações orgânicas. Classes de compostos orgânicos: alcalóides, terpenos, carboidratos, organo-clorados, organofosforados, heterocíclicos e outros. Noções de biossíntese. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Bruice, P.Y. 2006. Química Orgânica, Volume 1. 4ª edição, Prentice-Hall, 864p. Solomons, T.W.G.; Fryhle, C.B. 2005. Química Orgânica, Volume 1. 8ª edição, LTC, 1344p. Vollhardt, K.P.C.; Schore, N.E. 2004. Quimica Orgânica: Estrutura e Função. 4ª edição, Bookman, 1112p. COMPLEMENTAR: Barbosa, L.C.A. 2004. Introdução a Química Orgânica. Prentice Hall, 311p. Marques, J.A.; Borges, C.P.F. 2007. Práticas de Química Orgânica. Atomo, 222p. Quinoa, E.; Riquera, R. 1996. Questões e Exercícios de Química Orgânica: Um Guia de Estudo e Auto-Avaliação. Makron Books, 417p. Morrison, R.T.; Boyd, R.N. 2009. Química Orgânica. 15ª edição, Fundação Calouste Gulbenkian, 1510p. McMurry, J.E. 2008. Química Orgânica, Volume 1. 6ª edição, Cengage Learning, 1224p. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO QUÍMICA FUNDAMENTAL ____________________________________ ______________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 100 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Código Nome Carga Horária Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática BQ311 Biotransformações em Oceanografia 60 0 4 60 3º Pré-requisitos QF553 (Química Orgânica para Oceanografia) Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Proteínas, enzimas, bioenergética, metabolismo de animais e plantas. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Estrutura e função de proteínas; Enzimas; Bioenergética; Anabolismo e catabolismo. Glicólise; Conversão de piruvato a acetil-CoA. Ciclo de Krebs; Cadeia transportadora de elétrons. Fosforilação oxidativa; Neoglicogênese. Metabolismo do glicogênio; Metabolismo dos lipídios I; Metabolismo dos lipídios II; Metabolismo dos aminoácidos I; Metabolismo dos aminoácidos I; Ciclo do nitrogênio e nodulação de leguminosas; Metabolismo dos nucleotídeos I; Metabolismo dos nucleotídeos I; Via das pentoses. Fixação fotossintética de CO2; Síntese de proteínas I; Síntese de proteínas II; Efeito da insulina, glucagon e epnefrina; Quimiolitotrofismo e respiração anaeróbica; Metabolismo fotossintético das plantas C3 e C4; Fotofosforilação; Integração/regulação metabólica. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Lehninger, A.L. 2011. Principios de Bioquímica de Lehninger. 5ª edição, Artmed, 1273p. Bracht, A.; Iwamoto, E.L.I. 2003. Métodos de Laboratório em Bioquímica. Manole, 439p. Murray, R.K.; Granner, D.K.; Rodwell, V.W. 2007. Harper: Bioquímica Ilustrada. 27ª edição, McGraw-Hill, 620p. COMPLEMENTAR: Voet, D.; Voet, J.G.; Pratt, C.W. 2008. Fundamentos de Bioquímica: A Vida em Nível Molecular. 2ª edição, Artmed, 1241p. Horton, H.R. 1996. Fundamentos de Bioquímica. Prentice-Hall, 500p. Harper, H.A. 2002. Harper: Bioquímica. 9ª edição, Atheneu, 919p. Koolman, J.; Rohn, K.H. 2005. Bioquímica: Texto e Atlas. 3ª edição, Artmed, 478p. Champe, P.C.; Harvey, R.A.; Ferrier, D.R. 2009. Bioquímica Ilustrada. 4ª edição, Artmed, 519p. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO BIOQUIMICA ______________________________________ ______________________________________ ASS. CHEFE DO DEPARTAMENTO ASS. COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 101 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Global Período Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática OC 504 Oceanografia Física Descritiva 30 30 3 60 3 o. Requisitos Pré-requisitos FI006 (Física Geral 1) Co-Requisitos C.H. EMENTA O curso enfoca aspectos teóricos e práticos das características gerais dos oceanos, sua variabilidade e padrão de distribuição; comportamento da luz e do som no meio marinho; conceitos de conservação de massa, volume e momento; massas d’água e diagrama TS; circulação geral da atmosfera e dos oceanos; ondas superficiais e internas; métodos e instrumentos empregados na oceanografia física e dos oceanos como fontes alternativas de energia. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Introdução a Oceanografia Física. Propriedades físicas da água pura; 2. O balanço global da energia: na atmosfera, na superfície da Terra e nos oceanos; 3. Propriedades físicas da água do mar: temperatura, salinidade e densidade; definições e distribuições típicas; 4. Propagação da luz do som na água do mar; 5. Balanço de água e sal – Conservação de massa; 6. Balanço de calor– Conservação de energia calorífica; 7. Formas simplificadas das equações do movimento; 8. Os principais balanços do oceano: balanço geostrófico, de gradiente e de Ekman; 9. Circulação geral da atmosfera. O sistema global de ventos superficiais sobre os oceanos; 10. Circulação superficial nos oceanos; 11. Massas de água e diagramas TS; 12. Circulação profunda nos oceanos; 13. Ondas superficiais e internas: ondas de gravidade, de Kelvin e de Rossby; 14. Aplicabilidade da Oceanografia em fontes alternativas de energia. 15. Métodos e instrumentos em oceanografia física; BIBLIOGRAFIA BÁSICA: PICKARD, G.L.; EMERY, W.J.. Descriptive Physical Oceanography an introduction. 5. ed. - Great Britain: Pergamon Press, 1990.. 320p. ISBN 0-08- 037952-4 (broch.) TALLEY, L.D. Descriptive Physical Oceanography: an introduction. 6th ed. Amsterdam; Boston: Academic Press, 2011. viii, 555 p., [59] p. ISBN 9780750645522 (enc.). TCHERNIA, P.. Descriptive Regional Oceanography. Oxford: Pergamon, 1980.. 253 p. COMPLEMENTAR: DEFANT, A. Physical Oeanography,Pergamon Press. New Yrk, 598 GARRISON, T. 2010. Fundamentos de Oceanografia. São Paulo: Cengage Learning, 426 p. ISBN 9788522106776 (broch.). MALEK-MADANI, R. 2012. Physical Oceanography a mathematical introduction with MATLAB. CRC Press, 440 pp. ISBN 978-1-58488-830- POND, S. & PICKARD, G. L. 1983 . Introductory Dynamical Oceanography. Pergamon Press. STEWART, R. H., 2005. Introduction to Physical Oceanography. Department of Oceanography, Texas A & M University. 344 pp. (versão on-line disponível em http://oceanworld.tamu.edu/resources/ocng_textbook/contents.html SVERDRUP, K.A; A. DUXBURY; A.C. DUXBURY. 2006. Fundamentals of Oceanography. 5th ed. Boston: McGraw-Hill Higher Education, 342 pp. THE OPEN UNIVERSITY 1989. Oceanography Series. Pergamon Press. TOMCZAK, M.; J. S. GODFREY, 1994. Regional oceanography: an introduction. Pergamon Press, London. 391 pp. (versão on-line disponível em http://www.es.flinders.edu.au/~mattom/regoc/pdfversion.html) DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO OCEANOGRAFIA ___________________________________________________ ______________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 102 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Código Nome Carga Horária Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática GE411 Elementos de Geologia e Petrografia 30 30 3 60 3o. Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Rochas e minerais. Estudo das mudanças físicas (climáticas, marinhas e continentais) morfológicas sofridas pela terra através do tempo geológico. A terra: um planeta dinâmico - teoria geossinclinal clássicax teoria tectônica de placas. Noções de paleontologia e estratigrafia. Interpretação de mapas topográficos e geológicos simplificados. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Aulas teóricas: Conceitos básicos de Geologia Histórica. Mineralogia: cristais, minerais e rochas. Origem da Terra. A Terra como um sistema dinâmico. Estrutura da Terra e suas características. Mineralogia de silicatos e não silicatos. Estrutura interna da Terra. Teoria da Tectônica de Placas. Rochas metamórficas, rochas ígneas plutônicas e vulcânicas, rochas sedimentares. Estruturas tectônicas. Noções de paleontologia e estratigrafia. Aulas práticas: Mapas topográficos e geológicos. Elementos básicos de interpretação. Excursão prática BIBLIOGRAFIA BÁSICA: TEIXEIRA, Wilson; TOLEDO, Maria Cristina Motta de; FAIRCHILD, Thomas Rich; TAIOLI, Fabio (Org.). Decifrando a terra. São Paulo: Oficina de Textos, 2000. 557 p. PRESS, Frank; SIEVER, Raymond.; GROTZINGER, John P. Para entender a terra. 4.ed. Porto Alegre: Bookman, 2006. 655 p. TUCKER, Maurice E.. Sedimentary petrology an introduction to the origin of sedimentary rocks . 2nd. ed.- Oxford: Blackwell, 1991. COMPLEMENTAR: COSTA, Joaquim Botelho da. Estudo e classificação das rochas por exame macroscópico. 10. ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2001. TUCKER, Maurice E.; BATHURST, Robin G. C.; International Association of Sedimentologists.. Carbonate diagenesis. Oxford: Blackwell, 1990. 312 p. POPP, José Henrique. Geologia geral. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2010. xi, 309 p. LEINZ, Viktor,; AMARAL, Sergio Estanislau do. Geologia geral. 14. ed. rev. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2001. 399 p. TUCKER, Maurice E.; BATHURST, Robin G. C.; International Association of Sedimentologists.. Carbonate diagenesis. Oxford: Blackwell, 1990.. 312 p. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO GEOLOGIA __________________________________________ ___________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 103 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Código Nome Carga Horária Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática FI007 Física Geral 2 60 0 4 60 3º. Pré-requisitos FI006 (Fisica Geral 1) Co-Requisitos MA027 (Cálculo Diferencial e Integral 2) Requisitos C.H. EMENTA Gravitação; Fluídos; Movimento Oscilatório; Ondas; Superposição e Interferência de Ondas Harmônicas; Termologia; Leis da Termodinâmica; Teoria Cinética dos Gases; Expansão Térmica. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO GRAVITACIONAL: Campo e energia potencial gravitacional, movimento planetário e de satélites. FLUÍDOS: Fluídos, pressão e densidade, princípio de Pascal e Arquimedes, escoamento de fluídos, equação de Bernoulli. MOVIMENTO OSCILATÓRIO: Oscilações, movimento harmônico simples, superposição de movimentos harmônicos, movimento harmônico amortecido, oscilações forçadas e ressonância. ONDAS: Ondas mecânicas, ondas acústicas, propagação e velocidade de ondas longitudinais, ondas longitudinais estacionárias, sistemas vibrantes e fontes sonoras. SUPERPOSIÇÃO E INTERFERÊNCIA DE ONDAS HARMÔNICAS: Batimentos, análise e síntese harmônica, pacote de ondas, dispersão. TERMOLOGIA: Temperatura, equilíbrio térmico, calor, quantidade de calor e calor específico. LEIS DE TERMODINÂMICA: Calor e trabalho, primeira lei da Termodinâmica, transformações reversíveis e irreversíveis, o ciclo de Carnot, a segunda lei da Termodinâmica, entropia, processos reversíveis e irreversíveis. TEORIA CINÉTICA DOS GASES: Gás ideal, descrição macroscópica e definição microscópica, cálculo cinético da pressão, interpretação cinemática da temperatura, entropia e desordem, equação de estado de Van der Waals. EXPANSÃO TÉRMICA: Mudanças de fase e calor latente, a transparência de calor. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CHIQUETTO, Marcos Jose.; VALENTIM, Barbara.; PAGLIARI, Estefano. Aprendendo física 2: física térmica e ondas.. São Paulo: Scipione, 1996. 392 p. ISBN 8526227041. GUIMARAES, Luiz Alberto Mendes; FONTE BOA, Marcelo. Eletricidade e ondas. São Paulo: Harbra, 1997. 286 p. (Física para o 2º grau (Fisica para o 2. grau)) ISBN 8529400828. LUIZ, Adir M. Problemas de física II. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1980. 258p. COMPLEMENTAR: LUCIE, Pierre.. Fisica II. Ed. preliminar. -. Rio de Janeiro: PUC, Departamento de Fisica, 1971. WILLIAMS, Stanley.; BROWNSTEIN, Kenneth.; GRAY, Robert.; HALLIDAY, David, 1916- . Physics Part 2. Fisica II, guia para o estudante: problemas programados . Rio de Janeiro: LTC, 1973. SEARS, Francis Weston; ZEMANSKY, Mark Waldo; YOUNG, Hugh D.; FREEDMAN, Roger A. Fisica: II : termodinâmica e ondas . 12. ed. São Paulo: A. Wesley, 2008. xix, 329 p. ISBN 9788588639331 RESNICK, Robert; HALLIDAY, David, 1916-. Fisica II. 2.ed. -. Rio de Janeiro: LTC, 1973.. 2v. OREAR, Jay. Fundamentos da Física 2. Rio de Janeiro: LTC, c1982. v.2 ; 424 p. ISBN 85-216-0108-5. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO FÍSICA ______________________________________ ______________________________________ ASS. CHEFE DO DEPARTAMENTO ASS. COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 104 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Código Nome Carga Horária Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática OC415 Organismos Unicelulares Marinhos 30 30 3 60 3o Pré-requisitos HE232 (Biologia Celular e Tecidual) Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA A disciplina abordará a classificação geral dos seres vivos e conceitos de evolução e sistemática filogenética. Serão estudadas as estruturas e organizações celulares, classificação e noções de fisiologia, metabolismo e reprodução dos seres unicelulares mais importantes no ambiente marinho: bactérias, fungos, microalgas e protozoários. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO - Classificação geral dos seres vivos - Diversidade e especiação - Sistemática filogenética - Bactérias: morfologia e herança genética - Bactérias: nutrição, cultivo e classificação - Fungos: morfologia e ciclo de vida - Microalgas: morfologia, classificação e ciclo de vida das cianoficeas - Microalgas: morfologia, classificação e ciclo de vida das euglenoficeas - Microalgas: morfologia, classificação e ciclo de vida dos dinoflagelados - Microalgas: morfologia, classificação e ciclo de vida das diatomáceas - Microalgas: morfologia, classificação e ciclo de vida dos silicoflagelados e coccolitoforideos - Protozoários: morfologia, classificação e ciclo de vida BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ALEXOPOULOS, C. J., MIMS, C. W.; BLACK ALEXOPOULOS, C. J., MIMS, C. W.; BLACKWELL, M. Introductory Mycology. 4. ed. New York: John Wiley, Sons, Inc., 1996. BLACK, J. G. Microbiologia. Fundamentos e perspectivas. Rio de Janeiro,Guanabara Koogan. 2002 PEREIRA, Renato Crespo; SOARES-GOMES, A. (Org.). Biologia marinha. Rio de Janeiro: Interciência, 2002. xviii, 382 p. ISBN 8571930678 (broch.). TREGOUBOFF, G. & ROSE, M., Manuel de planctologie méditerranéenne. Paris, Centre National de la Recherche Scientifique, 1957., 587p COMPLEMENTAR: BALECH, Enrique; FERRANDO, Hugo J. Fitoplancton marino. Buenos Aires: EUDEBA, c1964.. 157p. BOLTOVSKOY, D. Atlas del zooplancton del Atlantico Sudoocidental y métodos de trabajos com el zooplancton marino. INIDEP, Mar del Plata. 1981, 936 p. LEÇA, Enide-Eskinazi; NEUMANN-LEITÃO, Sigrid; COSTA, Monica Ferreira da (Organizador). Oceanografia: um cenário tropical. Recife: Bagaço, 2004. 761 p. ISBN 8574095826 (broch.) OLIVEIRA, Eurico Cabral, Introdução à Biologia Vegetal. Editora da Universidade de São Paulo. São Paulo. 1996. 228p. SILVA–CUNHA, M.G.G & ESKINAZI–LEÇA, E. Catálogo das Diatomáceas (Bacillariophyceae) da Plataforma Continental de Pernambuco. Recife: SUDENE DPG/PRN/RPE-UFPE. Departamento de Oceanografia, 1990. 318 p RAVEN, Peter H.; EVERT, Ray Franklin; EICHHORN, Susan E. Biologia vegetal. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001. 906 p. ISBN 8527706415 (broch.). REVIERS, B. Biologia e Filogenia das Algas. Porto Alegre: Artmed, 2006. SMITH, Gilbert M. Botânica criptogâmica. 4.ed.- Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1987.. 2v(broch) DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO OCEANOGRAFIA ______________________________________ ______________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 105 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Código Nome Carga Horária Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática QF021 Química Geral Experimental 1 0 60 2 60 3º Pré-requisitos QF001 (Química Geral 1) Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Observação e interpretação. Precisão de uma medida. Introdução à química. Conceitos básicos. Estudo de reações químicas que ilustram princípios importantes. Aplicação dos princípios químicos à química descritiva. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Noções de segurança no laboratório.Manuseio de vidrarias. Introdução ao método científico. Observação e descrição. Hipótese e testes. Incerteza em resultados experimentais. Média e desvio padrão. Intervalos de confiança. Amostragem. Representação gráfica de dados. Pesagem. Balança semi-analítica. Estequiometria. Precipitação. Filtração e secagem. Balança analítica. Soluções iônicas e soluções moleculares. Concentração. Padronização de soluções. Titulação e curvas de titulação. Equilíbrio químico. Fatores que influenciam no equilíbrio. Equilíbrio de solubilidade. O efeito do íon comum. Produto de solubilidade. Hidrólise. Ácidos e bases. A escala de pH. Indicadores. Soluções tampão. Titulações ácido-base. Pilhas eletroquímicas. Eletrólise. Corrosão. Determinação da velocidade de uma reação. Ordem de reação e constante de velocidade. Catálise. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Constantino, M.G.; Silva, G.V.J.; Donate, P.M. 2011. Fundamentos de Química Experimental. 2ª edição, Edusp, 278p. Silva, R.R.; Bocchi, N.; Rocha Filho, R.C. 1990. Introdução a Química Experimental. McGraw-Hill, 296p. Farias, R.F. 2004. Práticas de Química Inorgânica. Atomo, 103p. COMPLEMENTAR: Atkins, P.W.; Jones, L. 2012. Princípios de Química: Questionando a Vida Moderna e o Meio Ambiente. 5ª edição, Bookman, 922p. Malm, L.E. 1975. Manual de Laboratório para Química: Uma Ciência Experimental. Fundação Calouste Gulbenkian, 223p. Mahan, B.M.; Toma, H.E.; Myers, R.J. 1995. Química: Um Curso Universitário. 4ª edição, Edgard Blucher, 582p. Pimentel, G.C. 1981. Química: Uma Ciência Experimental. 4ª edição, Fundação Calouste Gulbenkian, 687p. Grubitsch, H. 1959. Química Inorgânica Experimental: Manual de Practicas de Química Inorgânica. Aguilar, 473p. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO QUÍMICA FUNDAMENTAL ____________________________________ ______________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 106 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Código Nome Carga Horária Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática CA459 Cartografia Aplicada à Oceanografia 30 30 3 60 4o Pré-requisitos Co- Requisitos Requisitos C.H. EMENTA O curso visa oferecer fundamentos de cartografia aplicados à oceanografia. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Aulas expositivas: Estudo dos fundamentos teóricos e práticos da Cartografia Geral, visando o conhecimento básico dos mapas e suas particularidades. Elementos de Cartografia aplicada; Softwares de integração e análise de dados; Sistemas de Informação Geográfica; Exemplos de aplicação em Oceanografia e estudos costeiros. Aulas práticas: Práticas do manuseio de softwares aplicados à cartografia. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BAKKER, M. P. R. de.; Brasil., 1965. Diretoria de Hidrografia e Navegacao. Cartografia: noções básicas. Rio de Janeiro-: DHN, 1965.. 242 p. DUARTE, P. A., 2006. Fundamentos de cartografia. 3.ed. Florianópolis, SC: Ed. da UFSC. 208 p. (Série Didática) ISBN 8532802192 GUERRA, S. M. S.; ZUQUETTE, L. V. , 1998. Cartografia geológico-geotécnica de áreas costeiras: o exemplo de Suape, PE. Rio Claro. COMPLEMENTAR: FITZ, P. R., 2008. Cartografia básica. São Paulo: Oficina de Textos. 143 p. GHILANI, Charles D.; WOLF, Paul R. Adjustment computations: spatial data analysis . 5th ed. Hoboken, N.J.: John Wiley & Sons, c2010. xix, 647 p. ISBN 9780470464915 GARSON, G. David; BIGGS, Robert S. Analytic mapping and geographic databases. Thousand Oaks, Calif.: Sage Publications, 1992. vi, 90p. ISBN 0803947526 ROBINSON, Arthur H.; SALE, Randall D. Elements of cartography. 3.ed. New York: John Wiley & Sons, c1969 415 p. Brasil. Secretaria de Planejamento da Presidencia da Republica.; Comissao de Cartografia.; IBGE. Biblioteca Central.; IBGE. Fontes de informacao em geodesia, cartografia e sensoriamento remoto. Rio de Janeiro: IBGE : COCAR, 1984.. 72p. (Serie Obras de referencia da Biblioteca Central do IBGE ; 7) ISBN 85-240-0220-4. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENGENHARIA CARTOGRÁFICA ______________________________________ ______________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 107 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Código Nome Carga Horária Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática OC419 Botânica Marinha 30 30 3 60 4o Pré-requisitos OC 415 (Organismos Unicelulares Marinhos) Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA A disciplina abordará aspectos sobre a taxonomia, morfologia, fisiologia, distribuição e interesse econômico dos vegetais pluricelulares marinhos. São apresentados alguns conceitos de sistemática e estudados até os níveis taxonômicos de espécie CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Características básicas das algas; Macroalgas: morfologia, classificação e ciclo de vida das Clorófitas, Feófitas e Rodofitas Fatores ambientais que definem a distribuição das algas; Distribuição geográfica e ocorrência das algas Distribuição vertical das algas; As algas como recurso natural Algas como indicadores biológicos de poluição Introdução ao estudo do mangue. Povoamentos vegetais do manguezal. Vegetação halófita Os povoamentos de angiospermas marinhas Introdução ao estudo do ecossistema dunar. Vegetação psamófita Programa prático: Coleta do material para identificação em praias e estuários do litoral de Pernambuco Observação no laboratório das características morfológicas, anatômicas e reprodutoras de representantes das principais divisões de algas marinhas. Estudos comparativos de comunidades de algas de duas zonas costeiras: estuários e recifes Observação e identificação taxonômica de espécies de algas: realização de um herbário. Observação e identificação taxonômica de espécies do manguezal. Estudo de comunidades dunares. Observação das características morfológicas, anatômicas e reprodutoras de representantes das fanerógamas marinhas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BÁSICA: DRING, M. J.. The biology of marine plants. Cambridge: Cambridge University Press, 1992. 199 p. ISBN 0-521-42765-7: (broch.) HINE, Alden E. A glossary of phycological terms for students of marine macroalgal. Miami: St. Alden's in the weeds, c1977. 91 p. (Broch.) JOLY, Aylthon Brandão. Gêneros de algas marinhas da Costa Atlantica latino-americana. Sao Paulo: Ed. USP, 1967. 461 p LOPES, Rubens Maria.; CORADIN, Lidio.; POMBO, Vivian Beck; CUNHA, Daniela Rimoldi (Ed.). Informe sobre as espécies exóticas invasoras marinhas no Brasil. Brasília, DF: Ministério do Meio Ambiente, 2009. 439 p. (Biodiversidade; 33) ISBN 9788577381203 (broch.). RAVEN, Peter H.; EVERT, Ray Franklin; EICHHORN, Susan E. Biologia vegetal. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001. 906 p. ISBN 8527706415 (broch.). COMPLEMENTAR: BOLD, H.C. & WYNNE, M.J. Introduction to the algae: structure and reproduction. 2ed. Prentice-Hall Inc. 1985, 912p. GUIMARÃES, Nathalia Cristina Lima. Biodiversidade e aspectos ecológicos de Macroalgas Marinhas Epífitas da Angiosperma marinha Halodulewrightii na Baía de Suape, Pernambuco. Recife, 2008. 108 folhas : Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Pernambuco. CTG. Oceanografia, 2008. LEÇA, Enide-Eskinazi; NEUMANN-LEITÃO, Sigrid; COSTA, Monica Ferreira da (Organizador). Oceanografia: um cenário tropical. Recife: Bagaço, 2004. 761 p. ISBN 8574095826 (broch.) VAN DEN HOEK, C. MANN, D.G. &JANHNS, H.M. 1996. Algae, an introduction to phycology. Cambridge University Press. 623p. OLIVEIRA, Eurico Cabral, Introdução à Biologia Vegetal. Editora da Universidade de São Paulo. São Paulo. 1996. 228 p. SMITH, Gilbert Morgan. Manual of phycology: an introduction to the algae and their biology. Waltham: Chronica Botanica Company, 1951. 375 p. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO OCEANOGRAFIA ______________________________________ ______________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 108 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Código Nome Carga Horária Nº. de C. H. Global Período Créditos Teórica Prática OC418 Ecologia 1 45 0 3 45 4º. Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Esta disciplina visa introduzir o aluno nos conceitos básicos da ecologia e descrever os diferentes tipos de interações entre os organismos e a dinâmica do ambiente físico. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Introdução: definições básicas e conceitos gerais em ecologia; A vida e o ambiente físico: água, pH, carbono, oxigênio, nutrientes e luz; Adaptação aos ambientes aquáticos e terrestres; Variações no ambiente físico; Comunidades Biológicas: o conceito de bioma; Os ecossistemas: energia nos ecossistemas; Os ecossistemas : as vias dos elementos nos ecossistemas e a regeneração de nutrientes nos ecossistemas terrestres e aquáticos; Os organismos: adaptação à vida em ambientes variantes; Histórias de vida e ajustamento evolutivo; Sexo e evolução; Família, Sociedade e Evolução BIBLIOGRAFIA BÁSICA: RICKLEFS, Robert E. A economia da natureza. 6.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. xxiv, 546 p. ISBN 9788527716772 ODUM, Eugene Pleasants. Ecologia. Rio de Janeiro: Interamericana, 1985. 434 p. ISBN 85-201-0249-2. MARGALEF, Ramon 1919. Ecologia. Barcelona: Omega, 1974.. 951 p. COMPLEMENTAR: EL-CLARO, Kleber; TOREZAN-SILINGARDI , Helena Maura (Org.). Ecologia das interações plantas-animais: uma abordagem ecológico-evolutiva. 1.ed. Rio de Janeiro: Technical Books, 2012. 333 p. ISBN 9878561368227 GARRISON, Tom. Fundamentos de oceanografia. São Paulo: Cengage Learning, 2010. 426 p. ISBN 9788522106776 LECA, Enide-Eskinasi; NEUMANN-LEITÃO, Sigrid; COSTA, Monica Ferreira da (Organizador). Oceanografia: um cenário tropical. Recife: Bagaço, 2004. 761 p. ISBN 8574095826 PIANKA, Eric R.. Ecologia evolutiva. Barcelona: Omega, c1982.. 365p. ISBN 8428206732 PEREIRA, R. C.; SOARES-GOMES, A. (Org.). Biologia marinha. 2. ed. rev. ampl. Rio de Janeiro: Interciência, 2009. xxiv, 631 p. PRINGLE, Laurence.. Ecologia: a ciencia da sobrevivencia . Rio de Janeiro: Atlântida, c1971.. 153p DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO OCEANOGRAFIA ______________________________________ ______________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 109 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Global Período Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática OC425 Oceanografia Física 1 30 30 3 60 4o. FI007 (Física Geral 2) e OC504 (Oceanografia Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. Física Descritiva) EMENTA O curso aborda os princípios fundamentais da Mecânica de Fluidos necessários `a oceanografia, as Leis que regem seus movimentos. Aplicação às dimensões e ordens de grandeza dos movimentos de escalas oceânica e costeira. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Apresentação do Curso. Conceitos Fundamentais; 2. Introdução, Definição e Propriedades Físicas dos Fluidos; 3. Estática de Fluidos, Pressão, Lei de Pascal, Escalas, Unidades e Medição de Pressão; 4. Distribuição de Pressão, Empuxo, Estabilidade, Equilíbrio Relativo; 5. Cinemática dos Fluidos. Regimes Variados ou Permanentes. Escoamentos Laminares e Turbulentos; 6. Análise Diferencial, Sistemas de Coordenadas. Trajetória e Linhas de Corrente; 7. Vazão, Medidas de Vazão; 8. Equação da Continuidade; 9. Equação da Energia para Regime Permanente. Tipos de Energias Mecânicas Associadas a um Fluido; 10. Equação da Quantidade de Movimento; 11. Análise Dimensional, Números Admensionais. Vantagens do Uso na Pesquisa de Uma Lei Física; 12. Escoamentos Incompressíveis. Camada Limite. Rugosidade. Atrito; 13. Equação de Navier-Stokes; 14. Turbulência e aplicações e aproximações a partir do campo médio. 15. Equação de Reynolds e suas aplicações; BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BRUNETTI, F.. Mecânica dos fluidos. 2. ed. rev. São Paulo: Prentice-Hall, 2008. xiv, 431 p. ISBN 9788576051824 (broch.). FOX, R.W.; A.T. MCDONALD & P.J. PRITCHARD. Introdução à Mecânica dos Fluidos. 8. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2014. xvii, 871 p. ISBN 9788521623021 (broch.). WHITE, F.M. Mecânica dos fluidos. 6. ed. Porto Alegre: AMGH, 2011. xiii, 880 p. + DVD ISBN 8563308214 (Broch.). COMPLEMENTAR: FERREIRA, A.G.. Meteorologia e sensoriamento remoto, oceanografia física, oceanografia química e oceanografia geológica. Fortaleza, CE: Martins & Cordeiro, 2009. 245 p. (REVIZEE- Score NE, 1) ISBN 9788599121108 MIRANDA, L.B. de.; B.M de CASTRO * B. KJERFVE. Princípios de Oceanografia Física de Estuários. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2002.. 411 p. ISBN 8531406757 PICKARD, G.L. & W.J. EMERY. Descriptive Physical Oceanography an introduction . 5. ed. - Great Britain: Pergamon Press, 1990.. 320p. ISBN 0-08- 037952-4 SCHOTT, G.. Oceanografia Física. 2. ed. -. Barcelona: Labor : 1949. 199p. SILVA, Paulo de Castro Moreira da CNPQ. Oceanografia Física. [Rio de Janeiro: IPqM, 1972?]. 259p. STEWART, R.H., Introduction to Physical Oceanography. Texas A &M University, 2005. TCHERNIA, P.., Descriptive Regional Oceanography. Oxford: Pergamon, 253 p.1980. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO OCEANOGRAFIA ____________________________________________________ _________________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 110 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática OC505 Química Analítica para Oceanografia 15 45 3 60 4º Pré-requisitos QF001 (Química Geral 1) Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Introdução à química analítica. Curva analítica. Gravimetria. Volumetria. Potenciometria. Espectrofotometria. Espectrofluorimetria. Espectrometria atômica. Espectrometria de massas. Cromatografia. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Química analítica qualitativa e quantitativa. Preparo de curva analítica. Métodos de padronização externa e interna. Princípios e aplicação de métodos gravimétricos. Princípios e aplicação de métodos volumétricos. Titulação de precipitação. Titulação de neutralização. Titulação de complexação. Princípios e aplicação de métodos potenciométricos. Espectrofotometria na faixa UV/visível. Espectrofluorimetria. Métodos de espectrometria de absorção e emissão atômica. Princípios de espectrometria de massas. Cromatografia em fase líquida. Cromatografia em fase gasosa. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Skoog, D.A.; West, D.M.; Holler, F.J.; Crouch, S.R. 2006. Fundamentos de Química Analítica. 8ª edição, Cengage Learning, 1176p. Vogel, A.I.; Mendham, J.; Denney, R.C.; Barnes, J.D.; Thomas, M.J.K. 2002. Análise Química Quantitativa. 6ª edição, LTC, 462p. Harris, D.C. 2008. Análise Química Quantitativa. 7ª edição, LTC, 868p. COMPLEMENTAR: Higson, S. 2009. Química Analítica. McGraw-Hill, 452p. Ohlweiler, O.A. 1988. Química Analítica Quantitativa, Volume 2. 4ª edição, LTC, 273p. Baccan, N.; Andrade, J.C. 2001. Química Analítica Quantitativa Elementar. 3ª edição, Edgard Blucher, 308p. Christian, G.D. 2004. Analytical Chemistry. 6ª edição, Wiley, 828p. Leite, F. 2010. Práticas de Química Analítica. 4ª edição, Átomo, 165p. Sadek, P.C. 2004. Illustrated Pocket Dictionary of Chromatography. Wiley-Interscience, 227p. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO OCEANOGRAFIA ____________________________________ ______________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 111 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Código Nome Carga Horária Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática OC478 Sedimentologia 30 30 3 60 4º Pré-requisitos GE411 (Elementos de Geologia e Petrografia) Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Rochas sedimentares e classificação. Transporte de sedimentos. Estruturas sedimentares e classificação. Conceitos de fácieis, análise e modelos faciológicos. Ambientes deposicionais continentais e marinhos. Estratigrafia. Gênese, evoção e classificação de bacias sedimentares. Bacias sedimentares brasileiras. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Conteúdo Teórico: Sedimentologia: conceitos principais. Rochas sedimentares e sua classificação. Transporte de sedimentos. Estruturas sedimentares e sua classificação. Conceito de fácies, análise de fácies e modelos faciológicos. Ambientes deposicionais continentais. Ambientes deposicionais transacionais e marinhos. Estratigrafia: conceitos básicos. Introdução aos métodos de análise de bacias. Conteúdo Prático: Reconhecimento de rochas e estruturas sedimentares em amostras de mão. Aula de campo BIBLIOGRAFIA BÁSICA: SUGUIO, Kenitiro. Geologia sedimentar. São Paulo: Edgard Blucher, 2003, 400 p. SUGUIO, Kenitiro. Rochas sedimentares : propriedades : genese : importancia economica . Sao Paulo: Edgard Blucher, 1980, 500p. SUGUIO, Kenitiro,. Introdução à sedimentologia. São Paulo: E. Blucher, 1973. 317p. MIALL, Andrew D.. Principles of sedimentary basin analysis. 2nd.ed. -. New York: Springer-Verlag, 1990.. 668p. COMPLEMENTAR: SELLEY, Richard C.. Applied sedmentology. London: Academic Press, c1988.. 46 p. MENDES, Josue Camargo; BIGARELLA, Joao Jose.; SALAMUNI, Riad.; CAMPOS, Antonio Carlos Rocha.. Estratigrafia e sedimentologia. Brasilia: INL : MEC, 1972. ADAMS, A. E.; MACKENZIE, W. S.; GUILFORD, C.. Atlas of sedimentary rocks under the microscope. Essex: Longman, 1984.. 104 p. MABESOONE, J. M. (Jannes Markus), 1931-. Sedimentologia. 2.ed. rev. e atualizada. -. Recife: Ed. Universitária da UFAM, UFPE, 1983.. 475p. POPP, J. Henrique, Introdução ao estudo da estratigrafia e da interpretação de ambientes de sedimentação. Curitiba: Scientia et Labor, 1987. 323p. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO OCEANOGRAFIA __________________________________________ ___________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 112 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Código Nome Carga Horária Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática OC416 Zoologia Marinha 1 45 30 4 75 4o Pré-requisitos OC415 (Organismos Unicelulares Marinhos) Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Esta disciplina visa apresentar ao aluno os grupos de invertebrados marinhos quanto a sua morfologia externa e interna, noções de fisiologia e de sistemática. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Poríferos Cnidários e Ctenóforos Platelmintos e Nemertinos Asquelmintos Moluscos Anelídeos Artrópodos com ênfase em Crustáceos Equinodermos Lofoforados, Entoproctos e Chetognatos BIBLIOGRAFIA BÁSICA BÁSICA: Barnes, R.S.K.; Calow, P. & Olive, P.J.W. Os Invertebrados: uma nova síntese. Ed. Atheneu: São Paulo, 1995. 526 p. Brusca, R.C. & Brusca, G.J. Invertebrados. Ed. Guanabara Koogan: Rio de Janeiro. 2 ed., 2007. Ruppert, E.E. & Barnes, R.S.K. Zoologia dos Invertebrados. Ed. Roca: São Paulo. 6 ed. 1996. COMPLEMENTAR: BARNES, R. S. K. et al. Os invertebrados: uma nova síntese 2.ed. São Paulo: Atheneu, 2008. vii, 495 Ribeiro-Costa, C.S. & Rocha, R.M. INVERTEBRADOS. Manual de Aulas Práticas. Ed. Holos: São Paulo. 2 ed. 2006. Neves, R.F.; Amaral, F.D. & Steiner, A.Q. Levantamento de registros dos acidentes com cnidários em algumas praias do litoral de Pernambuco (Brasil). Ciência & Saúde Coletiva, 12(1): 231-237. (disponível on line http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-81232007000100026) MOORE, Janet; OVERHILL, Raith. Uma introdução aos invertebrados. São Paulo: Santos, 2003. xv, 356 p. WILLMER, P. G. (Patricia Gillian), 1953-. Invertebrate relationships: patterns in animal evolution. Cambridge, UK: Cambridge Univ., DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO OCEANOGRAFIA ______________________________________ ______________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 113 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Código Nome Carga Horária Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática OC421 Ecologia 2 30 30 3 60 h 5º Pré-requisitos OC418 (Ecologia 1) Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Esta disciplina visa introduzir o aluno em aspectos teóricos e práticos do estudo das populações e nas suas interações e também aborda o estudo das comunidades em termos de sua estrutura e biodiversidade além de aspectos de sua evolução espaço-temporal. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO As populações: estruturas populacionais; Crescimento e regulação populacional; Dinâmicas temporal e espacial das populações; Genética de população e Evolução; Interação entre Espécies: predação e herbivoria; A dinâmica da predação; Competição; Coevolução e Mutualismo; As comunidades: estruturas das comunidades; O desenvolvimento das comunidades; Biodiversidade; História e biogeografia; Extinção e Conservação; Desenvolvimento econômico e ecologia global BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Odum, E. P. Fundamentos de Ecologia. Fundação CalousteGulbenkian, Lisboa, 1988. Margalef, R. Ecologia. Barcelona: Omega, 1989. Ricklefs, R.A Economia da Natureza. Guanabara Koogan: Rio de Janeiro, 2003 COMPLEMENTAR: EL-CLARO, Kleber; TOREZAN-SILINGARDI, Helena Maura (Org.). Ecologia das interações plantas-animais: uma abordagem ecológico-evolutiva. 1.ed. Rio de Janeiro: Technical Books, 2012. 333 p. ISBN 9878561368227 GARRISON, Tom. Fundamentos de oceanografia. São Paulo: Cengage Learning, 2010. 426 p. ISBN 9788522106776 LECA, Enide-Eskinasi; NEUMANN-LEITÃO, Sigrid; COSTA, Monica Ferreira da (Organizador). Oceanografia: um cenário tropical. Recife: Bagaço, 2004. 761 p. ISBN 8574095826 PIANKA, Eric R.. Ecologia evolutiva. Barcelona: Omega, c1982.. 365p. ISBN 8428206732 PEREIRA, R. C.; SOARES-GOMES, A. (Org.). Biologia marinha. 2. ed. rev. ampl. Rio de Janeiro: Interciência, 2009. xxiv, 631 p. ISBN 9788571932135 PRINGLE, L. Ecologia: a ciencia da sobrevivencia . Rio de Janeiro: Atlântida, c1971.. 153p SOARES, Jose Luis.. Biologia 2. grau genetica, evolucao, ecologia . São Paulo: Scipione, 1997.. nv. ISBN 8526225995 DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO OCEANOGRAFIA ______________________________________ ______________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 114 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Código Nome Carga Horária Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática OC477 Metodologia Científica 15 30 2 45 5o. Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Estudo das características da ciência, planejamento e desenvolvimento de trabalhos de pesquisa científica. Técnicas de redação de trabalho científico. Desenvolvimento de senso crítico na leitura e elaboração de trabalhos científicos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Estrutura do conhecimento: tipos de conhecimento e conhecimento cientifico. Ciência: histórico e características. Pressupostos Filosóficos. A pesquisa científica: finalidades, tipos e processos envolvidos. Etapas da pesquisa científica: Escolha do tema e definição do problema científico; Variáveis e hipóteses; Revisão bibliográfica (livros, periódicos e internet); Amostragem e coleta de dados. A linguagem acadêmica e a estrutura do texto científico. Aulas práticas: Levantamento bibliográfico. Elaboração de um resumo de texto científico. Elaboração de projeto. Avaliação:Avaliação escrita, relatório de trabalho prático, apresentação crítica de um trabalho científico recomendado e participação. BIBLIOGRAFIA BASICA: ALVES-MAZZOTTI, Alda Judith; GEWANDSZNAJDER, Fernando. O método nas ciências naturais e sociais: pesquisa quantitativa e qualitativa . 2.ed. São Paulo: Pioneira, 2001. Cervo, A L.; Bervian, P.A. (1983) Metodologia Científica: Metodologia científica: para uso dos estudantes universitários. 3a. ed. Ed.Mc Graw-Hill,São Paulo,249 p. Costa, S. F. (2001) Método Científico: Os Caminhos da Investigação. Ed.Harbra, SãoPaulo, 104p. Kuhn, S.T. (1996). A estrutura das revoluções científicas (4ª ed.), Editora Perspectiva, 257p POPPER, Karl Raimund. Conjecturas e refutações: o desenvolvimento do conhecimento científico. Coimbra: Almedina, 2006. 579 p. COMPLEMENTAR: Apolinário, F. (2006) Metodologia da Ciência: Filosofia e prática da pesquisa Ed. Thomson, São Paulo. Figueiredo, L.C. (1998) A Redação pelo Parágrafo. Ed.UNB, Brasília,128p.. Oliveira, S, L. (1997) Tratado de Metodologia Científica. Livraria Pioneira Editora, São Paulo, 320p. Seabra, G. F. (2001). Pesquisa Científica: o método em questão. Ed.UNB,Brasília, 124p. Severino, AJ. (2000) Metodologia do Trabalho Científico. 21ª ed. Cortez Editora, São Paulo, 279p. UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO. Iniciação em pesquisa científica: manual para profissionais e estudantes das áreas da saúde, ciências biológicas e humanas. Recife: EDUPE, 2003. 127 p. PEREIRA, José Matias. Manual de metodologia da pesquisa científica. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2010. ix, 154 p BASTOS, Cleverson Leite; KELLER, Vicente. Aprendendo a aprender: introdução à metodologia científica . 22. ed. Petropolis (RJ): Vozes, 2008. 104 p. RAMPAZZO, Sônia Elisete; CORRÊA, Fernanda Zanin Mota. Desmitificando a metodologia científica: guia prático para produção de trabalhos acadêmicos. Erechim, RS: Habilis, 2008. 199 p. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO OCEANOGRAFIA __________________________________________ ___________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 115 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO x ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Código Nome Carga Horária Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática GE541 Paleontologia Geral 30 30 3 60 5o. Pré-requisitos GE411 (Elementos de Geologia e Petrografia) e Co-Requisitos Requisitos C.H. OC478 (Sedimentologia) EMENTA Conceitos fundamentais sobre paleontologia e geologia histórica. Dedica-se ao estudo, compreensão da paleontologia e dos principais eventos evolutivos biológicos e físicos da terra ao longo do tempo geológico. A história que antecedeu a do homem e que exerce influência no presente. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Aulas teóricas: 1. Conceitos básicos da Paleontologia. Processos e produtos de fossilização (tafonomia). 2. O registro fóssil dos primeiros organismos e a vida pré- cambriana. 3. O surgimento e diversificação dos invertebrados conchíferos. 4. A origem dos cordados e dos peixes. 5. A transição para o continente: a conquista dos continentes pelas plantas vasculares; o surgimento e diversificação dos invertebrados terrestres, anfíbios e répteis. 6. Modernização das floras e faunas. 7. O domínio dos répteis e o surgimento e dominância dos mamíferos, inclusive os primatas. 8. Paleontologia e evolução: tendências, padrões e o conceito de espécie na Paleontologia. 9. O uso dos fósseis em datação e correlação. Bioestratigrafia. 10. Elementos de Paleoecologia e Paleobiogeografia. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BÁSICA: CARVALHO, Ismar de Souza (Ed.). Paleontologia. 2. ed. Rio de Janeiro: Interciência, 2004. SOUZA, Celia Regina de Gouveia (Editor). Quaternário do Brasil. Ribeirão Preto, SP: Holos, 2005. 378 p. SUGUIO, Kenitiro. Geologia do Quaternário e mudanças ambientais: Passado+Presente=Futuro?. São Paulo: Paulo's Comunicação e Artes Gráficas, 1999. 366 p. COMPLEMENTAR: CARVALHO, Ismar de Souza (Ed.). Paleontologia: cenários de vida. Rio de Janeiro: Interciência, 2007 MENDES, Josue Camargo, 1918-. Paleontologia geral. 2.ed. -. Rio de Janeiro: LTC, 1982.. 368p. BENTON, M. J. Paleontologia dos vertebrados. São Paulo: Atheneu, 2008. xiv, 446 p. GUEX, Jean.. Biochronological correlations. Berlin: Springer-Verlag, c1991.. 252 p. RIBEIRO-HESSEL, Maria Helena, 1948-. Curso pratico de paleontologia geral. Porto Alegre: Ed. da Universidade, 1982.. 250p. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO GEOLOGIA __________________________________________ ____________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 116 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Código Nome Carga Horária Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática OC479 Oceanografia Química 1 30 30 3 60 5o Pré-requisitos OC505 (Química Analítica para Co-Requisitos Requisitos C.H. Oceanografia) EMENTA Histórico da Oceanografia Química. Propriedades Químicas da Água. Unidades em Oceanografia Química. Origem da composição química da água do mar. Elementos maiores e menores. Elementos Traços. Salinidade. Clorinidade. Gases dissolvidos. Sistema carbonato. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Histórico da oceanografia química. Apresentação das propriedades químicas da água do mar - propriedades anômalas. Principais unidades usadas na oceanografia química. Origem da composição química da água do mar. Constituintes maiores e menores da água do mar. Principais metais e seu comportamento no meio marinho. Conceito de salinidade e clorinidade. Constância da composição química da água do mar. Conceito de tempo de residência. Especiação química. Distribuição de elementos traço na água do mar. Principais gases dissolvidos na água do mar. Parâmetros do sistema carbonato: pH, alcalinidade total, carbono inorgânico dissolvido e pressão parcial do dióxido de carbono. Aquecimento global e acidificação do oceano. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Millero, F.J. 2006. Chemical Oceanography. 3rd edition, CRC Press, 496p. Open University 1995. Seawater: Its Composition, Properties and Behavior. 2nd edition, Butterworth-Heinemann, 168p. Libes, S.M. 2009. Introduction to Marine Biogeochemistry. 2nd edition, Academic Press, 909p. COMPLEMENTAR: Ramos e Silva, C.A. 2004. Análises Físico-Químicas de Sistemas Marginais Marinhos. Interciência, 118p. Riley, J.P.; Skirrow, G. 1975. Chemical Oceanography, Volume 1. 2nd edition, Academic Press, 606p. Duxbury, A.B.; Duxbury, A.C. 1996. Fundamentals of Oceanography. 2nd edition, William CBrown, 307p. Eskinazi-Leça, E.; Neumann-Leitão, S.; Costa, M.F. 2004. Oceanografia: Um Cenário Tropical. Bagaço, 761p. Thurman, H.V. 2000. Introductory Oceanography. 9th edition, Prentice Hall Press, 544p. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO OCEANOGRAFIA ______________________________________ ______________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 117 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Código Nome Carga Horária Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática OC431 Oceanografia Física 2 30 30 3 60 5o. Pré-requisitos OC425 (Oceanografia Física 1) Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA O curso visa oferecer uma bagagem teórica e prática sobre dos fundamentos da dinâmica dos mares e oceanos, bem como sobre os princípios básicos e leis que regem seus movimentos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Apresentação do Curso. Escalares e vetores. Sistemas de Coordenadas. Derivadas Totais e Parciais; 2. Equações Básicas do Movimento; 3. Conceitos e Forças. Conservação de Massa; 4. Soluções para Equação do Movimento; 5. Balanço de Calor no Oceano; 6. Equações do Movimento com Viscosidade; 7. Turbulência e Tensor de Reynolds, Mistura e Estabilidade; 8. Modelo de Ekman e Aplicações da teoria de Ekman; 9. Equações Geostróficas. Vento térmico, modelo dinâmico, correntes geostróficas; 10. Medições Lagrangeanas e Eulerianas das correntes; 11. Teoria de Sverdrup para a Circulação Oceânica, Correntes de Fronteira Oeste; 12. Solução de Munk e Circulação do Atlântico; 13. Vorticidade e sua conservação, Equação da Vorticidade Absoluta, Vorticidade e Bombeamento de Ekman; 14. Circulação Profunda; 15. Modelos Numéricos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: SVERDRUP, H.V.; M.W. JOHNSON & R.H. FLEMING. The oceans their physics, chemistry and general biology . Englewood Cliffs: Prentice-Hall, 1942.. 1087p. POND, S. & G.L. PICKARD. Introductory Dynamical Oceanography. 2nd. ed. Oxford: Pergamon Press, 1983. 329p. ISBN 0-08-028728-X WELLS, N.. The Atmosphere and Ocean, a physical introduction . 2nd. ed. Chichester: John Wiley & Sons, c1997. 394 p. ISBN 0471962163 COMPLEMENTAR: COMISSÃO INTERMINISTERIAL PARA OS RECURSOS DO MAR (BRASIL). O Arquipélago de São Pedro e São Paulo: 10 anos de estação científica . Brasília: SECIRM, 2009. 348 p. ISBN 9788562033001 OPEN UNIVERSITY. Arts Foudations Course Team.; BROW, J.(Ed.). Seawater its Compositions, Properties and Behavior . Oxford: Pergamon Press, 1989.. 165 p. ISBN 0-08-036367-9 PEDLOSKY, J.. Geophysical Fluid Dynamics. 2nd ed. -. New York: Springer-Verlag, 1987.. 710p. ISBN 0-387-96287-1 SCHOTT, G.. Oceanografia Fisica. 2. ed. Barcelona: Labor : 1949. 199p. THURMAN, H.V. Introductory Oceanography. 9th. ed. New Jersey: Prentice Hall Press, 2000. xvi, 544 p. ISBN 0138570612 DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO OCEANOGRAFIA ______________________________________ ______________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 118 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Código Nome Carga Horária Nº. de C. H. Global Período Créditos Teórica Prática OC428 Fitoplâncton e Produção Primária 30 30 3 60 5º. Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA A disciplina abordará aspectos da dinâmica e da ecologia da comunidade fitoplanctônica e da produtividade no ecossistema marinho. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Conceito de produtores e da produtividade primária Seres autotróficos e heterotróficos Produtores primários e seus habitats Processos de síntese da matéria orgânica: Quimiossíntese e Fotossíntese Distribuição dos organismos fitoplanctônicos no meio marinho Fatores limitantes e condicionantes da distribuição do fitoplâncton Padrões temporais e espaciais do fitoplâncton Processos de eutrofização e maré vermelha: causas, conseqüências, toxinas Métodos e estimativas para medir a produtividade primária marinha Distribuição da produtividade nos estuários, plataforma continental e região oceânica Noções de radioatividade Noções de proteção radiológica Medidas de biomassa fitoplanctônica Extração da clorofila a BIBLIOGRAFIA BÁSICA: VOLLENWEIDER, R. A; TAILLING, J.F.WESTLAKE, D. F. A manual on methods for measuring primary production in aquatic environments. IBP. Oxford.1974, 225p. UNESCO. A guide to measurement of marine primary production under some special conditions. Paris, 1973. 73p. PEREIRA, R. C.; SOARES-GOMES, A. (Org.). Biologia marinha. 2. ed. rev. ampl. Rio de Janeiro: Interciência, 2009. xxiv, 631 p COMPLEMENTAR: ESKINAZI-LEÇA, E.; NEUMANN-LEITÃO, S.; COSTA, M. (Ed.). Oceanografia: um cenário tropical. Recife. Editora Bagaço, 2004, 76 ALVEAL, K.;FERRARIO, M. E.; OLIVEIRA, E. C.; SAR, E. Manual de métodos ficológicos. Universidad de Concepción, Chile. 1995. p. GRAHAM L. E. & WILCOX, L. W., 2000. Algae. Prentice Hall. 640 p. HOEK, C.; MANN, D. G. JAHNS, H. M. Algae: an introduction to phycology,Cambridge: Cambridge University Press, 1995. 623p. OLIVEIRA, E. C.. Introdução à biologia vegetal. 2.ed. São Paulo: EDUSP, 2003. 266 p. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO OCEANOGRAFIA ______________________________________ ______________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 119 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Código Nome Carga Horária Nº. de C. H. Global Período Créditos Teórica Prática OC420 Zoologia Marinha 2 30 30 3 60 5o Pré-requisitos OC416 (Zoologia Marinha 1) Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Esta disciplina pretende, de forma interativa (informação versus participação), despertar nos alunos a lógica das aquisições dos caracteres evolutivos através da sistemática filogenética dos hemicordados e cordados. Desse modo, a diversidade e os aspectos de zoologia dos táxons incluídos nesses grupos serão compreendidos de modo seqüencial. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Hemicordados e cordados: - Conceitos básicos de sistemática filogenética e diversidade. - Morfologia externa e interna: anatomia comparada dos principais sistemas orgânicos. - Noções de fisiologia: alimentação, excreção, locomoção, osmorregulação, respiração, circulação, órgãos dos sentidos, reprodução, crescimento, habitat etc. O curso terá tanto aulas teóricas (expositivas, seminários etc), quanto aulas práticas de laboratório (anatomia e sistemática) e de campo (uma saída por turma). As turmas serão divididas em duas durante as práticas em laboratório. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BÁSICA: ARAÚJO, M. E.; TEIXEIRA, J. M. C. & OLIVEIRA, A. M. E. Peixes estuarinos marinhos do Nordeste brasileiro: guia ilustrado. Edições UFC-UFPE, 260 p., Fortaleza, 2004. LOWE-McCONNELL, R.H. 1999. Estudos Ecológicos de Comunidades de Peixes Tropicais. EDUSP, São Paulo. 534 pp. POUGH, F.H; JANIS, C.H.; HEISER, J.B. 2003. Vida dos vertebrados. 3ª ed. São Paulo, 699p. STORER, T.I.; USINGER, R.L.; STEBBINS, R.C.; NYBAKKEN, J.W. 1991. Zoologia Geral, 6a ed. Ed. Nacional, São Paulo. 816 pp. COMPLEMENTAR: Brusca, R. C. & Brusca, G. J. Invertebrados. Ed. Guanabara Koogan. 2 ed., 2007. GRASSE,P.P. Zoología: vertebrados: reproducción, biología, evolución y sistemática: agnatos, peces, anfibios y reptiles.. Barcelona: Toray-Masson, 1978. 534 p. Blaber SJM (2000). Tropical estuarine fishes: ecology, exploitation & conservation, Blackwell, Oxford Nelson JS (1994). Fishes of the world. John Willey & Sons, Brisbane. LALLI, Carol M.; PARSONS, T. R.. Biological oceanography an introduction . Oxford (GB): Pergamon Press, 1993.. 301p. Heinemann, Linacre House, DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO OCEANOGRAFIA ______________________________________ ______________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 120 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Código Nome Carga Horária Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática OC475 Estatística para Oceanografia 1 60 0 4 60 6º Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Capacitar o aluno a descrever, explorar e comparar dados. Capacitar o aluno a planejar experimentos. Capacitar o aluno a utilizar o Excel (Office - Microsoft Corporation) para realização das análises estatísticas. Apresentar os alunos a pacotes estatísticos mais avançados. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Definição de conceitos: estatística, censo, população, amostra, dados (qualitativos, quantitativos, discretos, contínuos) Planejamento amostral. Estatística descritiva: distribuição de freqüência, medidas de tendência central (média, mediana, moda, ponto médio, tipos de assimetria), medidas de dispersão (amplitude, variância, desvio padrão, coeficiente de variação, erro padrão), séries estatísticas, diagramas de dispersão. Noções de probabilidade: modelos determinísticos e probabilísticos, espaço amostral, eventos condicionais, mutuamente excludentes, com e sem reposição. Distribuição Binomial, Distribuição de Poisson, Distribuição Normal: definição, requisitos e aplicação. Conversão da distribuição binomial em normal: requisitos e aplicação Amostragem: definição, determinação do tamanho amostral. Introdução ao conceito de réplicas e pseudo-réplicas Testes de hipótese: conceitos. Erro tipo I e Erro tipo II Teste de freqüências: Qui-quadrado (tipo I, II ou de aderência, tipo III ou de associação) Teste t para comparação de 2 amostras dependentes e independentes, Análise de variância: conceito requisitos e utilização (uni e bivariada) Teste de Kruskal-Wallis: Conceito e utilização e Teste de Mann-Whitney: conceito e utilização Teste a “posteriori”: conceito, tipos e interpretação Análise de regressão: conceito, requisitos, tipos de modelos matemáticos ou funções lineares e não lineares, aplicações, coeficiente de correlação linear e não linear. BIBLIOGRAFIA Basica: Callegari-jacques, s.m. (2003). Biostatística: princípios e aplicações. Porto alegre, artmed, 255p. Magnusson, william e.; mourão, guilherme de almeida. Estatística sem matemática: a ligação entre as questões e as análises. Londrina, pr: plantarum, 2005. 138 p. Isbn 85902002 21 Siegel, s. (2006) estatística não-paramétrica (para as ciências do comportamento).2º edição, artmed, 448p. Zar, jerrold h. Biostatistical analysis. 4th. Ed. New jersey: prentice hall, c1999. Xii, 663 p. Isbn 013081542x Complementar: Chiles, jean-paul; delfiner, pierre. Geostatistics: modeling spatial uncertainty. New york: wiley, 1999. Xi, 695 p. (wiley series in probability and statistics. Applied probability and statistics section) isbn 9780471083153 Diggle, peter j. (ed.). Analysis of longitudinal data. New york: oxford university press, c2002. Xv, 379 p. (oxford statistical science series ; 25) isbn 0198524846 Research seminar at dalhousie university ( 1972 : halifax); kabe, d. G.; gupta, r. P. Multivariate statistical inference / proceedings of the research seminar at dalhousie university ; ed. By d. G. Kabe, r. P. Cupta. -multivariate statistical inference / proceedings of the research seminar at dalhousie university: ed. D. G. Kabe, r.p. gupta. -. Amsterdam: north-holland publishing, 1973.. 258p. Quenouille, m.h. (maurice henry).. The analysis of multiple time-series. London: charles griffin, 1957.. 105p. Chatfield, christopher. The analysis of time series: an introduction . 5th. Ed. -. London: chapman & hall, c1996.. Xii, 283 p DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO OCEANOGRAFIA ______________________________________ ______________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 121 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática OC498 Métodos Computacionais 15 45 2 60 6o Pré-requisitos MA046 (Álgebra Linear 1) Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Introdução aos métodos computacionais e computadores. Métodos de quantificação e sistemas numéricos. Introdução à computação analítica e eletrônica. Os computadores, hardware e programas. Linguagens de programação. Algoritmos. Estruturas lógicas e programação estruturada. Atividades práticas. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Introdução aos métodos computacionais; 2. Quantificação e números; 3. Computação analítica e eletrônica; 4. Computadores e sistemas operacionais; 5. Linguagens de programação; 6. Algoritmo; 7. Estruturas lógicas. BIBLIOGRAFIA Básica Chapman, S.J. 2011. Programação em Matlab para engenheiros. São Paulo, Cengage Learning. 432p. Scherer, C. 2005. Métodos computacionais da física. São Paulo, Ed. Livraria da Física, 284p. Souza, M.A.F.: Gomes, M.M.; Soares, M.V.; Concilio, R. 2011. Algoritmos e lógica de programação. 2ª edição, Editora Cengage, 264p. Complementar Cormen, T.H.; Leiserson, C.E.; Rivest, R.L.; Stein, C. 2012. Algoritmos: Teoria e prática. Editora Campus, 944p. Cormen, T.H. 2013. Desmistificando Algoritmos. Editora ST, 200p. Camargo, I.; Boulos, P. 2005. Geometria analítica - um tratamento vetorial. 3. ed. São Paulo: Pearson Education. Piva Jr., D.; Nakamiti, G.S.; Engelbretch, A.M.; Bianchi, F. 2012. Algoritmos e programação de computadores. Editora Campus, 528p. Medina M. e Fertig, C. 2005. Algoritmos e Programação. Editora Novatec, 384p. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO OCEANOGRAFIA ______________________________________ ______________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 122 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Código Nome Carga Horária Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática OC424 Oceanografia Geológica 30 30 3 60 6o. Pré-requisitos GE411 (Elementos de Geologia e Petrografia) Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Introduzir os alunos aos conceitos básicos da tectônica de placas e da evolução oceânica. Introduzir os conceitos das províncias fisiográficas e classificação das margens continentais. História tectônica dos oceanos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Aulas expositivas e oficinas de trabalho: Introdução e história de oceanografia geológica. Metodologia de estudo Tectônica de placas. Evolução dos oceanos. Compartimentação dos oceanos. Grandes províncias fisiográficas. Margens continentais. Margem continental brasileira. Aulas práticas: Análise dos limites das placas tectônicas. Perfis geomorfológicos da margem continental brasileira. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: TEIXEIRA, Wilson; TOLEDO, Maria Cristina Motta de; FAIRCHILD, Thomas Rich; TAIOLI, Fabio (Org.). Decifrando a terra. São Paulo: Oficina de Textos, 2000. 557 p. BAPTISTA NETO, José Antônio; PONZI, Vera Regina Abelin; SICHEL, Susanna Eleonora (Org.). Introdução à geologia marinha. Rio de Janeiro: Interciência, 2004. 279 p. THURMAN, Harold V. Introductory oceanography. 9th. ed. New Jersey: Prentice Hall Press, 2000. 544 p. SEIBOLD, E.; BERGER, W. H. The sea floor : an introduction to marine geology . 3rd. ed. Berlin: Springer-Verlag, 1996. 356 p. GARRISON, Tom. Fundamentos de oceanografia. São Paulo: Cengage Learning, 2010. 426 p. COMPLEMETAR: SHEPARD, Francis P. Submarine geology. 2nd. ed. -. New York: Harper & Row, 1963.. 557p. Open University. Arts Foundation Course Team.; BROW, Joan. The ocean basins: their structure and evolution . Oxford: Pergamon Press, 1989. 171 p OTTMANN, Francois C. Introduccion a la geologia marina y litoral. Buenos Aires: Eudeba, 1967. 287p. Comissao Nacional Independente sobre os Oceanos. O Brasil e o mar no seculo XXI: relatorio aos tomadores de decisao do pais . Rio de Janeiro: O Autor, 1998. 408 p. Comissao Mundial Independente sobre os Oceanos.; SOARES, Mario.. O oceano, nosso futuro. Rio de Janeiro: 1999. 247 p.. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO OCEANOGRAFIA ______________________________________ ______________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 123 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Código Nome Carga Horária Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática OC423 Oceanografia Química 2 30 30 3 60 6o Pré-requisitos OC479 (Oceanografia Química 1) Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Material dissolvido e particulado na água do mar. Ciclo do carbono. Ciclo biogeoquímico dos nutrientes. Elementos biolimitantes. Produção primária no oceano. Fertilização do oceano. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Escala de tamanho de partículas no oceano. Material dissolvido e particulado na água do mar. Compostos orgânicos e matéria orgânica no oceano. Ciclo biogeoquímico do carbono. Nutrientes na água do mar. Ciclos biogeoquímicos do silício, fósforo e nitrogênio. Conceito de nutrientes biolimitantes. Modelo de Redfield. Conceitos de produção e produtividade primária no oceano. Hipótese do ferro e fertilização do oceano. Química de estuários. Comportamento de parâmetros químicos no estuário. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Millero, F.J. 2006. Chemical Oceanography. 3rd edition, CRC Press, 496p. Open University 2005. Marine Biogeochemical Cycles. 2nd edition, Butterworth-Heinemann, 130p. Libes, S.M. 2009. Introduction to Marine Biogeochemistry. 2nd edition, Academic Press, 909p COMPLEMENTAR: Ramos e Silva, C.A. 2004. Análises Físico-Químicas de Sistemas Marginais Marinhos. Interciência, 118p. Open University 1995. Seawater: Its Composition, Properties and Behavior. 2nd edition, Butterworth-Heinemann, 168p. Duxbury, A.B.; Duxbury, A.C. 1996. Fundamentals of Oceanography. 2nd edition, William CBrown, 307p. Eskinazi-Leça, E.; Neumann-Leitão, S.; Costa, M.F. 2004. Oceanografia: Um Cenário Tropical. Bagaço, 761p. Thurman, H.V. 2000. Introductory Oceanography. 9th edition, Prentice Hall Press, 544p. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO OCEANOGRAFIA ______________________________________ ______________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 124 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Código Nome Carga Horária Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática OC433 Zooplâncton Marinho 30 30 3 60 6o Pré-requisitos OC420 (Zoologia Marinha 2) Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Proporcionar uma visão integrada do zooplâncton marinho, incluindo a estrutura das populações, distribuição espaço-temporal e os fatores que os influenciam. Dar noções sobre aspectos ecológicos dos principais componentes do zooplâncton e o papel que desempenham na trofodinâmica do ecossistema marinho, como elo de ligação entre os produtores primários e o níveis tróficos superiores, bem como indicadores de mudanças e impacto ambiental. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Histórico dos estudos do plâncton. Conceito de zooplâncton. Composição e classificação ecológica. Adaptações à vida planctônica. Distribuição espaço-temporal dos principais taxa e os fatores que os influenciam. A migração vertical. Espécies exóticas e seu impacto sobre a comunidade local. Métodos de estudo do zooplâncton. Importância ecológica: como produtor de matéria orgânica, fonte de alimento e indicadores de massas de água, ambientes preservados e/ou poluídos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BOLTOVSKOY, D. Atlas del zooplancton del Atlantico Sudoocidental y métodos de trabajos com el zooplancton marino. INIDEP, Mar del Plata. 1981, 936 p. LEÇA, E. E.; LEITÃO, S. N.; COSTA, M. F. (Orgs.) . Oceanografia: Um Cenário Tropical. 1. Ed. Recife: Bagaço, 2004. v. 1. 761 p. PEREIRA, R.C. & SOARES-GOMES.A. Biologia marinha. Ed. Interciência: Rio de Janeiro. 2009. COMPLEMENTAR: BOLTOVSKOY, D. South Atlantic Zooplankton. Leiden: Backhuys Publishers, 1999, 2v, 1706p. WICKSTEAD, J. H. Zooplancton marino. Omega, 1979. Barcelona. SPOEL, S. Van Der.; HEYMAN, R. P. A comparative atlas of zooplankton: biological patterns in the oceans. Berlim: Springer-Verlag, 1983.. 186 p. STEEDMAN, H. F. Zooplankton fixation and preservation. Paris: Unesco, 1976.. 350p. UNESCO. Zooplankton sampling.. Paris: Unesco, 1968. 174p. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO OCEANOGRAFIA ______________________________________ ______________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 125 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Global Período Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática OC439 Interação Oceano-Atmosfera 30 30 3 60 6º Requisitos Pré-requisitos OC431 (Oceanografia Física 2) Co-Requisitos C.H. EMENTA O curso visa oferecer uma bagagem teórica e prática sobre o sistema atmosfera, suas características, interações com os oceanos, variabilidade e implicações para o clima terrestre. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Apresentação do Curso. Conceitos Básicos; 2. O sistema Oceano-atmosfera. Definições de Tempo e clima; 3. Escalas Espaciais e Temporais dos Mecanismos de Interação Oceano-atmosfera; 4. Balanço de Energia. A radiação Solar e sua Absorção pelos Oceanos; 5 Transferência de Momento, Temperatura e Umidade entre o Ar e o Oceano; 6. A circulação Atmosférica, a Circulação do Oceano Superior, Vórtices de Mesoescala; 7. Efeitos da Rotação da Terra, Células de Hadley e Walker. Sistemas Atmosféricos. 8. Equações que Regem os Movimentos Oceânicos e Atmosféricos; 8. O efeito dos Ciclones e Anticiclones nos Oceanos; Bombeamento de Ekman; 9. Sistemas de Correntes e Vórtices; 10. Fluxo de Calor Latente, Fluxos de Calor Sensível, Fluxos de Momentum e de CO 2; 11. Fenômenos de Interação Oceano-atmosfera de Grande Escala (El Niño, La Nina, Oscilação do Atlântico Norte, etc.); 12. O Clima Global e as Mudanças Climáticas; 13. Observações meteorológicas na terra (estações meteorológicas) e no mar (plataforma de observação); 14. Medidas Radiométricas da temperatura da superfície do mar 15. Análises de Observações Meteorológicas e Oceânicas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: POND, S. & G.L. PICKARD. Introductory Dynamical Oceanography. 2nd. ed. -. Oxford: Pergamon Press, 1983. 329p. ISBN 0-08-028728-X WALLACE, J.M.. Atmospheric science an introductory survey . New York: Academic Press, 1977. 465p. ISBN 0-12-732950-1 WELLS, N.. The Atmosphere and Ocean, a physical introduction . 2nd. ed. -. Chichester: John Wiley & Sons, c1997. 394 p. ISBN 0471962163 COMPLEMENTAR: AYOADE, J. O. Introdução à climatologia para os trópicos. 10.ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2004. 332 p. ISBN 8528604276 SUTTON, Oliver Graham, Sir 1903-. Micrometeorology a study of physical processes in the lowest, layers of the earth's atmosphere . New York: McGraw-Hill, 1953.. 333p.THE OPENUNIVERSITY. 1989. Seawater: Its Composition, Properties and Behaviour, Pergamon Press, 2nd edition. THE OPENUNIVERSITY. 1989. Ocean Circulation, Pergamon Press, 2nd edition. VAREJAO-SILVA, Mario Adelmo. Meteorologia. Recife: UFRPE, Departamento de Agronomia, 1989.. nv. YOUNG, I.R. & G.HOLLAND. Atlas of the Ooceans Wind and Wave Climate. London: Pergamon, 1996.. 241 p. ISBN 0-08-042519-4 DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO OCEANOGRAFIA ____________________________________________________ _________________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 126 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Código Nome Carga Horária Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática OC476 Estatística para Oceanografia 2 15 30 2 45 7º. Pré-requisitos OC475 - Estatística para Oceanografia1 Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Introdução à análise de dados multivariados. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Conjuntos de dados ecológicos Regressões múltiplas e modelos não lineares. Dados qualitativos multidimensionais (Tabelas de contingência, Índices de diversidade). Dados quantitativos multidimensionais (Correlação múltipla e parcial) Coeficientes de associação. Índices de similaridade: qualitativos. Índices de similaridade: quantitativos. Introdução à análise de agrupamento. Introdução aos métodos de ordenação. Usando planilhas de dados e pacotes estatísticos. BIBLIOGRAFIA BASICA: MINGOTI, S. A. Análise de Dados Através de Métodos de Estatística Multivariada. Editora UFMG. 2005. HAIR, ANDERSON, THATAM & BLACK. Análise Multivariada de Dados - 5ª Edição. Editora Bookman. 2005. VALENTIN, J. L.Ecologia Numérica - Uma Introdução à Análise Multivariada de Dados Ecológicos. Editora Interciência. 2000. COMPLEMENTAR: CHATFIELD, Christopher. The analysis of time series: an introduction . 6th ed. Boca Raton, FL: Chapman & Hall, c2004. xii, 333 p. (Texts in statistical science) ISBN 1584883170 WASSERMAN, William.; KUTNER, Michael H.; NACHTSHEIM, Cristopher J.. Applied linear regression models; Applied linear statistical models. 3.ed. Boston: Irwin, c1996. 32 p. ISBN 0256119872 HARDLE, Wolfgang; SIMAR, Leopold. Applied multivariate statistical analysis. 2nd ed. Berlin; New York: Springer, 2007. xii, 458 p. ISBN 9783540722434 BURR, Irving W.. Applied statistical methods. New York: Academic, c1974.. 479p. ((Operations research and industrial engineering)) ISBN 0121461505 THOMPSON, Bruce. Canonical correlation analysis: uses and interpretation. Beverly Hills, Cal.: Sage, c1984. 71p. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO OCEANOGRAFIA ______________________________________ ______________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 127 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Código Nome Carga Horária Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática OC449 Geofísica Marinha 30 30 3 60 7o Pré-requisitos FI007 (Física Geral 2) Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Introduzir os alunos aos conceitos básicos dos métodos geofísicos. Familiarizar com os métodos geofísicos usados no mar. Métodos geofísicos e suas aplicações. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Aulas expositivas: Introdução aos métodos geofísicos. Histórico do desenvolvimento das pesquisas geofísicas. Metodologia para estudos no mar. Prospecção sísmica. Refração e reflexão. Batimetria e sonar de varredura lateral. Aplicações do métodos sísmicos. Noções de Geomagnetismo e de gravimetria. Noções de radiometria Aulas práticas: Coleta de dados batimétricos e sonográficos. Coleta de dados radiométricos. Tratamento e interpretação de dados. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BAPTISTA NETO, José Antônio; PONZI, Vera Regina Abelin; SICHEL, Susanna Eleonora (Org.). Introdução à geologia marinha. Rio de Janeiro: Interciência, 2004. 279 p. JONES, E. J. W. Marine geophysics. Chichester: John Wiley & Sons, 1999. viii, 466 p. LUIZ, Jose Gouvea; SILVA, Lucia Maria da Costa e. Geofisica de prospecção. Belém, PA: UFPA, 1995 COMPLEMENTAR: O AMBIENTE oceanográfico da plataforma continental e do talude na Região Sudeste-Sul do Brasil. São Paulo: Ed. da Universidade de São Paulo, 2006. 466 p. KEAREY, P.,; BROOKS, M.; HILL, Ian. Geofísica de exploração. São Paulo: Oficina de Textos, 438 p. MURAOUR, P.; MATTHEWS, D. H.; MORELLI, C. (Carlo).; PUGH, D. T. Elements de geophysique marine. Paris: Masson, 1970.. 196p. ALLEGRE, Claude J.. The behavior of the earth continental and seafloor mobility . Cambridge: Harvard University Press, c1988.. 272 p. PARASNIS, D.S. Principios de geofisica aplicada. Madrid: Paraninfo, 1970. 208 p DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO OCEANOGRAFIA ______________________________________ ______________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 128 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Código Nome Carga Horária Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática OC437 Poluição Marinha 30 30 3 60 7o. Pré-requisitos OC423 (Oceanografia Química 2) Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Definição de poluição marinha. Principais fontes de poluição. Efluentes urbanos. Resíduos sólidos. Balneabilidade de praias. Metais. Radioatividade. Petróleo. Poluentes orgânicos persistentes. Poluentes emergentes. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Definição de poluição marinha. Fontes de poluição para ambientes costeiros e marinhos. Efluentes domésticos, industriais e agrícolas. Processo de eutrofização. Resíduos sólidos e suas escalas de tamanho. Balneabilidade de praias e organismos patogênicos. Poluição por metais. Poluição térmica, sonora, luminosa e radioativa no ambiente marinho. Poluição por hidrocarbonetos e petróleo. Poluentes orgânicos persistentes. Contaminantes emergentes. Efeitos da poluição nos organismos marinhos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Baptista Neto, J.A.; Wallner-Kersanach, M.; Patchineelam, S.M. 2008. Poluição Marinha. Interciência, 412p. Clark, R. 2001. Marine Pollution. 5th edition, Oxford University Press, 248p. Kennish, M.J. 1997. Practical Handbook of Estuarine and Marine Pollution. CRC Press, 524p. COMPLEMENTAR: Silva, J.S.V.; Souza, R.C.C.L. 2004. Água de Lastro e Bioinvasão. Interciência, 224p. Kramer, K.J.M. 1994. Biomonitoring of Coastal Waters and Estuaries. CRC Press, 327p. Capparelli, M.A.A. 2002. Contaminação Marinha. Art Brasil Design Gráfico, 94p. Gonçalves, F.B. 1997. Disposição Oceânica de Esgotos Sanitários: História, Teoria e Prática. ABES, 325p. Laws, E.A. 2000. Aquatic Pollution: An Introductory Text. 3rd edition, John Wiley & Sons, 672p. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO OCEANOGRAFIA ______________________________________ ______________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 129 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Código Nome Carga Horária Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática OC430 Sedimentologia Marinha 30 30 3 60 7º Pré-requisitos OC478 (Sedimentologia) Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Ciclo deposicional. Margens continentais clásticas e biogênicas. Sedimentação terrígena e biogênica em oceano profundo. Sedimentação autigênica. Processos de Sedimentação Marinha e Transicional; Ambientes de Sedimentação Marinho e Transicional; A evolução sedimentar da margem continental brasileira. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Introdução e Histórico das pesquisas; Metodologia de coleta de sedimentos marinhos (Equipamentos de amostragem); Transporte de sedimentos; Principais tipos de sedimentos marinhos; Processos de sedimentação em oceano raso e profundo; Ambientes de sedimentação (transicionais e marinhos); Sedimentos marinhos como recursos mineirais; Análise granulométrica e textural. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: READING, H. G. Sedimentary environments process, facies and stratigraphy. 3rd. Oxford: Blackwell Science, 1996. 688 pMCLANE, Michael. Sedimentology. New York: Oxford University Press, 1995. 423 p. SEIBOLD, E.; BERGER, W. H. The sea floor: an introduction to marine geology . 3rd. ed. Berlin: Springer-Verlag, 1996. 356 p. COMPLEMENTAR: GARRISON, Tom. Fundamentos de oceanografia. São Paulo: Cengage Learning, 2010. 426 p. SHEPARD, Francis P. Submarine geology. 2nd. ed. -. New York: Harper & Row, 1963. 557 p. SELLEY, Richard C., An introduction to sedimentology. 2. ed. -. London, UK: Academic Press, 1982.. 417p. Open University. Arts Foundation Course Team; BROW, Joan. The ocean basins: their structure and evolution. Oxford: Pergamon Press, 1989. 171 p. SCHOBBENHAUS, Carlos, DNPM. Geologia do Brasil e area oceanica adjacente incluindo depositos minerais . Brasilia: DNPM, 1984. 501 p. OPEN UNIVERSITY. Waves, tides and shallow-water processes. 2nd ed. Oxford: Butterworth-Heinemann, 1999. 227 p. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO OCEANOGRAFIA ______________________________________ ______________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 130 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Código Nome Carga Horária Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática OC432 Ondas e Marés 30 30 3 60 7o. Pré-requisitos OC425 (Oceanografia Física 1) Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA O curso aborda aspectos teóricos e práticos sobre a geração, características, comportamento e aproveitamento das ondas de gravidade e das marés bem como sobre os métodos de observação, medição e análise das mesmas. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Apresentação do curso. Conceitos básicos; 2. Parâmetros característicos e espectro das ondas; 3. Teorias lineares e não-lineares de ondas. Jeffreys, Airy, Stokes, Cnoidal e Solitária; 4. Geração, energia e momento das ondas; 5. Propagação e interação com a costa; 6. Dispersão, refração, difração e reflexão das ondas; 7. Estatística das ondas. Distribuições de Rayleigh e Weibull; 8. Ondas internas, de Kelvin, planetárias e sísmicas; 9. Ondas Extremas. Macaréus, tsunamis e ondas gigantes; 10. Marés, forças produtoras e classificação; 11. Teoria das marés. Mares ideias x marés reais; 12. Correntes de marés; 13. Interação das marés com a costa; 14. Aproveitamento da energia das ondas e marés. 15. Métodos de observação, medição e análise das ondas; 16. Métodos de observação, análise e previsão das marés; Exercícios práticos em laboratório e sala de aula BIBLIOGRAFIA BÁSICA: HOLTHUIJSEN, L.H. Waves in Oceanic and Coastal Waters. Cambridge University Press. 387 p. 2007 ISBN 978-0-521-12995-4. OPEN UNIVERSITY. Waves, tides and shallow-water processes. WRIGHT, J.; COLLING, A. e PARK, D (Eds.).Oceanography Course Team. 2nd ed. Oxford: Butterworth-Heinemann, 1999. 227p. ISBN 0750642815 (broch.). TALLEY, L.D. Descriptive Physical Oceanography: an introduction . 6th ed. Amsterdam; Boston: Academic Press, 2011. viii, 555 p., [59] p. ISBN 9780750645522 (enc.). COMPLEMENTAR: DRONKERS, J.J.. Tidal computations in rivers and coastal waters. Amsterdam: North-Holland Publishing, 1964.. 518p FRANCO, A.S.. Tides Fundamentals, Analysis and Prediction.Fundação Centro Tecnológico de Hidráulica; 2nd ed. Instituto de Pesquisas Tecnológicas, São Paulo. 249 p. 1988. ASIN B0007B2P5K. GARRISON, T.. Fundamentos de Oceanografia. São Paulo: Cengage Learning, 2010. 426 p. ISBN 9788522106776 MEDEIROS, C., ROLLNIC, M. 2004. Ondas e suas interações com a costa In: Oceanografia, um Cenário Tropical. 1ª. ed. Recife. Edições Bagaço, v.1, p. 233-254. SVERDRUP, K.A.; DUXBURY, A. e DUXBURY, A.C. Fundamentals of Oceanography. 5th ed. Boston: McGraw-Hill Higher Education, 2006, 342 p. ISBN 0072826789 DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO OCEANOGRAFIA ______________________________________ ______________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 131 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Código Nome Carga Horária Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática OC434 Bentos Marinho 30 30 3 60 7o Pré-requisitos OC416 (Zoologia Marinha 1) e Co-Requisitos Requisitos C.H. OC419 (Botânica Marinha) EMENTA Estudar a ecologia do bentos marinhos, sua relação com o substrato e outros fatores bióticos e abióticos condicionantes e a caracterização das comunidades bentônicas de diferentes ambientes e suas adaptações. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO - Conceitos gerais - Fatores condicionantes - Relação com o substrato - Padrões de distribuição e zonação - Técnicas de amostragem - Bentos de substratos consolidados - Recifes de corais - Microfitobentos e meiofauna - Macrobentos de substratos inconsolidados - Macrobentos de plataformas continentais - Macrobentos de mar profundo BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Pereira, R.C. & Soares-Gomes, A. Biologia marinha. Ed. Interciência: Rio de Janeiro. 2009. KAISER, Michel J. Marine ecology: processes, systems, and impacts . Oxford: Oxford University Press, 2005. xxi, 557 p. Eleftheriuous, A. & Holmes.A. Methods for the study of marine benthos. Ed. Blackwell Publishing: Oxford. 2005. COMPLEMENTAR: Eskinazi-Leça, E.; Leitão, S. N. & Costa, M.F. Oceanografia: um cenário tropical. Ed. Bargaço: Recife. 2004. LEVINTON, Jeffrey S.. Marine biology function, biodiversity, ecology . New York: Oxford University Press, 1995.. 420 p. LALLI, Carol M.; PARSONS, Timothy Richard. Biological oceanography: an introduction. 2nd. ed. New York: Elsevier, 1997. xii, 314 p. GARRISON, Tom. Fundamentos de oceanografia. São Paulo: Cengage Learning, 2010. 426 p. Valiela, I. (1995). Marine Ecological Processes. Ed. Springer. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO OCEANOGRAFIA ______________________________________ ______________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 132 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Código Nome Carga Horária Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática OC470 Biologia Pesqueira 30 30 3 60 8o Pré-requisitos OC421 (Ecologia 2) e OC475 Co-Requisitos Requisitos C.H. (Estatística para Oceanografia 1) EMENTA Introduzir os alunos aos conceitos básicos da Biologia Pesqueira em áreas marinhas e costeiras de regiões tropicais, com ênfase na biologia de espécies que constituem recursos explorados. Apresentar todos os conceitos básicos e principais parâmetros utilizados na biologia pesqueira para o estudo das populações exploradas. Através de exposições teóricas e aulas práticas, introduzir métodos de amostragem e de coleta e análise de dados e obtenção dos parâmetros populacionais. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Histórico da Biologia pesqueira principais pesquisadores e centros de pesquisa na área no Brasil e no mundo. Identificação e delimitação de populações e estoques de peixes, conceitos de espécie, populações, metapopulações e estoques. Amostragem de capturas da pesca comercial e cientifica. Relações morfométricas e distribuições de freqüência. Distribuição espacial. Movimento e Migração. Dinâmica da Reprodução, modos reprodutivos e parâmetros da reprodução. Idade e Crescimento, validação, curva de crescimento e estrutura etária. Tamanho de Populações. Mortalidade Natural e por Pesca. Relação entre os ciclos e estratégias de vida e a conservação dos peixes marinhos. Aulas práticas: aulas de campo para realização de amostragem de desembarques de pescarias e a partir destes dados, bem como de bancos de dados pré estabelecidos, serão feitos exercícios, visando o aprendizado dos modelos e métodos de calculo dos parâmetros populacionais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Fonteles Filho, A. Recursos pesqueiros: Biologia e dinâmica populacional. Fortaleza: Imprensa Oficial do Ceará, 1989. MOYLE, Peter B.; CECH JR., Joseph J. Fishes: an introduction to ichthyology . 5rd.ed. New Jersey: Prentice-Hall, 2004. xvi, 726 p. Santos, E. P. dos. Dinâmica de populações aplicada à pesca e piscicultura. São Paulo: HUCITEC, 1978.129 p. COMPLEMENTAR: LAEVASTU, T.. Manual de metodos de biologia pesqueira. Zaragoza: Acribia, 1971. Sparre, P., Ursin, E., Venema, S.C. Introduction to tropical fish stock assessment. Part 1 – Manual. FAO FisheriesTechnicalPaper, n. 306.1, 1989. 337p. Vazzoler, A E. A de M. Manual de métodos para estudos biológicos de populações de peixes; reprodução e crescimento. Brasília: CNPq. Programa Nacional de Zoologia, 1982. 108 p. LAGLER, Karl F.. Ichthyology. 2. ed. -. New York: J. Wiley, c1977.. 506p. Nelson JS (1994). Fishes of the world. John Willey & Sons, Brisbane. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO OCEANOGRAFIA ______________________________________ ______________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 133 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Código Nome Carga Horária Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática OC508 Gerenciamento Costeiro 30 30 3 60 8o. Pré-requisitos OC421 (Ecologia 2) e OC424 Co-Requisitos Requisitos C.H. (Oceanografia Geológica) EMENTA Introduzir os conceitos básicos do Gerenciamento Costeiro Integrado. Definir a importância do Gerenciamento Costeiro para o uso sustentável dos ambientes costeiros e marinhos. Desenvolver entendimento quanto a necessidade de integrar o gerenciamento costeiro. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO A necessidade de um gerenciamento costeiro e oceânico integrado; Definição de Gerenciamento Costeiro Integrado e conceitos fundamentais; A evolução da prescrição global para o gerenciamento integrado de oceanos e costas; Implementação de acordos internacionais: Capacitação para o GCI; Informação e base científica para o GCI: Ciências Naturais com destaque para Ecologia, Oceanografia e Ciências Sociais; Formulação e aprovação de um programa de GCI; Implementação, operacionalização e avaliação de um programa de GCI; Estudos de caso. O GCI no Brasil. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: FRENCH, P., 1997. Coastal and Estuarine Management (Routledge Environmental Management). KAY, R.e ALDER, J., 2005. Coastal Planning and Management. CICIN-SAIN, B., 2004. Integrated Coastal and Ocean Management. HILL, M., 2004. Coasts and Coastal Management (Access to Geography). CLARK, J.R., 1995. Coastal Zone Management COMPLEMENTAR: SÃO PAULO (ESTADO). Secretaria do Meio Ambiente. Macrozoneamento do Litoral Norte: plano de gerenciamento costeiro. São Paulo: Secretaria do Meio Ambiente, 1996. PERFIL dos estados litoraneos do Brasil: subsidios a implantacao do Programa Nacional de Gerenciamento Costeiro . Brasilia: Programa Nacional do Meio Ambiente, 1996. BRASIL. MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE E DA AMAZÔNIA LEGAL. Treinamento operacional das equipes de gerenciamento costeiro das regioes Norte/Nordeste e Sul/Sudeste: Coletanea de texto. Brasilia: Ministerio do Meio Ambiente e da Amazonia Legal, 1994. Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciencia. Reuniao especial (3. : 1999 : Florianopolis). Ecossistemas costeiros: do conhecimento a gestao : Programa e Anais . Florianópolis, SC SC: Campus da UFSC, 1996. DOODY, J. Pat.. Coastal conservation and management an ecological perspective . Boston: Kluwer, 2001. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO OCEANOGRAFIA ______________________________________ ______________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 134 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE X Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática OC436 Ecologia de Estuários 30 30 3 60 8º. Pré-requisitos OC421 (Ecologia 2) Co-Requisitos OC429 (Limnologia) Requisitos C.H. EMENTA Introduzir os alunos no conhecimento sobre: Classificação de estuários; circulação estuarina; interações rio/estuário/oceano; variáveis hidrológicas e ambientais; principais gases dissolvidos; ciclos dos nutrientes; Estrutura planctônica e bentônica e suas relações tróficas dentro dos sistemas estuarinos tropicais. Ictiofauna estuarina. Interações da biota com o ambiente físico estuarino. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Definição de estuários. Principais tipos de estuários. Características Geomorfológicas dos Estuários. Circulação estuarina. Variações espaciais e sazonais da temperatura e salinidade (Trópicos e Temperadas). Ciclos do oxigênio dissolvido, CO2 e principais nutrientes dissolvidos nos estuários. Material em suspensão e pH. Estuário como fonte de nutrientes e matéria orgânica para o oceano. Produtores primários estuarinos; Fatores limitantes da produtividade primária; principais consumidores primários; cadeia trófica estuarina; Ictiofauna estuarina: Distribuição das larvas, juvenis e peixes adultos nos diferentes habitats de um ecossistema estuarino; Variação sazonal na composição específica densidade e biomassa em todos os habitats do estuário em regiões tropicais e subtropicais no mundo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BÁSICA: DAY, J.W., HALL, C.A.S., KEMP, W.M., YÁNEZ-ARANCIBIA, A. 2015. Estuarine Ecology. New York, John Wiley & Sons, Inc. 558p. McLUSCKY, D. S. 2009. Ecology of estuaries. London: Heinemann Educational Books, 1971. 144 p. PEREIRA, R.C.R.; SOARES-GOMES, A. (org.) 2002. Biologia marinha. Rio de Janeiro, Ed. Interciência, 382p. COMPLEMENTAR: ESKINAZI-LEÇA, E.; NEUMANN-LEITÃO, S.; COSTA, M. 2004. Oceanografia: Um cenário Tropical. Ed. Bagaço. Recife, 761p. MIRANDA, L.B. de.; B.M de CASTRO, B. KJERFVE. Princípios de Oceanografia Física de Estuários. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2002. 411 p. PERKINS, E. J. The biology of estuaries and coastal waters. London: Academic Press, 1974. 678 p. TEIXEIRA, C. 1993. Introdução aos métodos para medir a produção primária do fitoplâncton marinho. Bol. Inst. Ocean. USP, São Paulo. v. 22, p. 59-92. (disponível on line - http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0373-55241973000100004&script=sci_arttext) THURMAN & TRUJILLO. Essentials of Oceanography. Prentice Hall. 1999 DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO OCEANOGRAFIA ______________________________________ ______________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 135 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática OC429 Limnologia 30 30 3 60 8º. OC425 (Oceanografia Física 1) e OC479 Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. (Oceanografia Química 1) EMENTA Fornecer conhecimento básico sobre o histórico da Limnologia e os principais fatores físicos que condicionam os ambientes lênticos e lóticos. Desenvolver estudos sobre a composição química dos ecossistemas continentais. Introduzir uma base de conhecimento sobre os aspectos biológicos dos ambientes limnéticos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Aulas expositivas: 1. Apresentação do Curso. Conceitos básicos. 2. A limnologia no Brasil; 3. O ciclo hidrológico; 4. Ambientes lênticos e lóticos; 5. Propriedades físicas e químicas da água; 6. Tensão superficial; Viscosidade, temperatura e densidade da água; 7. Radiação solar e luz nos ambientes limnéticos. Balanço de calor; 8. Produção primária e secundária; 9. Processos turbulentos em lagos e reservatórios; 10. Processos de sedimentação em lagos e reservatórios; 11. Principais gases dissolvidos; nutrientes dissolvidos; 12. Métodos de amostragens de água; 13. Levantamento das principais características físicas em rios e lagos (temperatura, transparência, turbidez); 14. Métodos de medição da Vazão; 15. Determinação do pH, dureza e alcalinidade; 15. Amostragens, utilização de equipamentos empregados em estudos limnológicos e análises de água. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BICUDO, C.E. de M.; BICUDO, D. de C. (Prg.). Amostragem em Limnologia. 2 ed. São Carlos, SP: RiMa, 2007. 351p. ISBN 978857676120-0. ESTEVES, F. de A. (Coord.). Fundamentos de Limnologia. 3.ed. Rio de Janeiro: Interciência, 2011. 790p. STUMM, W. & J.J. MORGAN. Aquatic Chemistry: chemical equilibria and rates in natural waters. 3th ed. New York: John Wiley & Sons, 1996. xvi, 1022 p. Environmental Science and Technology. ISBN 0471511854. COMPLEMENTAR: HUTCHINSON, G.E. A Treatise on Limnology.New York: John Wiley & Sons, 1957. 3v. ISBN 0471425702. MARGALEF, R.. Limnologia.Barcelona: Omega, 1983.. xiv, 1010p. ISBN 8428207143. TUNDISI, J.G.; SAIJO, Y.. Limnological Studies on the Rio Doce Valley Lakes, Brazil. Sao Carlos: USP, 1997. 513 p. ISBN 85-85761-07-5. WETZEL, R.G.. Limnological Analyses. 2nd.ed. - New York: Springer-Verlag, c1991. 391p. ISBN 0-387-97331-1. WELCH, P.S.. Limnological Methods. New York: McGraw-Hill, 1948.. 381 p. ISBN 07-069175-4. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO OCEANOGRAFIA _____________________________________________________ ________________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 136 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Código Nome Carga Horária Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática OC438 Paleoceanografia 15 30 2 45 8º Pré-requisitos GE541 (Paleontologia Geral) Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Definição. Fatores que influenciam o padrão de sedimentação no fundo oceânico. Ferramentas: propriedades físicas e químicas dos sedimentos e microfósseis. Evolução dos oceanos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Teórica: Aspectos da paleoceanografia: evolução paleobatimétrica, fisiografia; interconexão de massas d’água, circulação, eventos globais,; A história dos oceanos: evolução paleoceanográfica e seus principais eventos (fases evaporítica, carbonática e siliciclástica; evolução paleoclimática; oscilações do nível marinho; eventos anóxicos, mudanças bióticas); Evolução oceanos e dos mares e analogia com ecossistemas modernos. Evidências de Paleoressurgência. Evolução paleogeográfica dos sedimentos marinhos; CCD e CSD Sedimentos biogênicos de mar aberto; Distribuição biogeográfica global Prática: Cartas náuticas: batimetria e distribuição faciológica dos fundos marinhos BIBLIOGRAFIA BÁSICA: THURMAN, Harold V. Introductory oceanography. 9th. ed. New Jersey: Prentice Hall Press, 2000. 544 p. EINSELE, Gerhard. Sedimentary basins: evolution, facies and sediment budget . Berlim: Springer-Verlag, 2000. 792p. . COLLING, Angela (Ed.). Ocean circulation. Oxford: Butterworth-Heinemann, 2001. 286 p. COMPLEMENTAR: DUXBURY, A.B.; DUXBURY, A.C. 1996. Fundamentals of Oceanography. 2nd edition, William CBrown, 307p. LISITZIN, Eugenie. Sea-level changes. Amsterdam: Elsevier, 1974. 286p. OPEN UNIVERSITY; JAMES, Rachael. Marine biogeochemical cycles. 2nd ed. Milton Keynes: Elsevier, 2005. 130 p. FISCHER, Gerhard.; WEFER, Gerold. Use of proxies in paleoceanography: examples from the South Atlantic. Berem: Springer-Verlag, 1999. 735p. KAUFFMAN, Erle G.; WALLISER, Otto H.. Exctintion events earth history. Berlin: Springer-Verlag, 1990. 432 p. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO OCEANOGRAFIA ______________________________________ ______________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 137 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Código Nome Carga Horária Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática OC440 Nécton Marinho 30 30 3 60 8º Pré-requisitos OC420 (Zoologia Marinha 2) Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Essa disciplina se propõe, através de atividades práticas e aulas expositivas, a familiarizar os alunos com os diferentes grupos de animais marinhos nectônicos (Invertebrados, Chondrichthyes, Actinopterigeos, Chaelonia (Testudomorpha), aves e mamíferos) e suas correlações com os diferentes ecossistemas e habitats onde eles ocorrem. Enfatizam-se as guildas ecológicas e alimentar das quais esses animais participam. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Introdução aos grandes grupos de animais marinhos (Invertebrados, Chondrichthyes, Actinopterigeos, Chaelonia (Testudomorpha), aves e mamíferos) que fazem parte do Nécton, Identificação dos habitats onde esses animais ocorrem; Introdução ao conceito de Guildas (ecológica, alimentar, distribuição dos animais na coluna da água) e a sua aplicação nos diferentes ecossistemas;Definição dos ecossistemas em que normalmente ocorrem os animais pertencentes ao Nécton (Ecossistemas estuarinos e costeiros, Plataforma Interna, Plataforma Externa, Região Oceânica (epipelágica, mesopelágica e abissal);Ecossistemas Costeiros e estuarinos: Habitats: Planície de inundação, Canais de marés, Canal principal do estuário, Praias arenosas, Recifes costeiros. Identificação das espécies (invertebrados e vertebrados marinhos) que ocorrem nesses habitats, e das variáveis abióticas que influenciam a distribuição desses animais. Introdução à Chondrichthyes, Osteichtyes, Mamíferos e Répteis marinhos; A utilização dos animais Nectônicos nos diferentes habitats de um ecossistema; Estuarino, Costeiro e Oceânico;Biodiversidade dos animais marinhos pertencentes ao Nécton no mundo tropical, temperado e polar; Importância das correntes e dos bancos oceânicas para a história de vida dos animais oceânicos [Chondrichthyes, Actinopterigeos (Peixes), Chaelonia (Testudomorpha), aves e mamíferos; A vida dos animais Nectônicos nas regiões Polares; Importância dos animais pertencentes ao Nécton para a pesca artesanal, de subsistência e Industrial Excursão: Introdução aos petrechos de pesca utilizados no estudo de ecologia de Actinopterigeos (Peixes). Triagem, identificação e contagem do material capturado na aula prática; BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Blaber SJM (2000). Tropical estuarine fishes: ecology, exploitation & conservation, Blackwell, Oxford Nelson JS (1994). Fishes of the world. John Willey & Sons, Brisbane. POUGH, F. Harvey; HEISER, John B.; JANIS, Christine M. A vida dos vertebrados. 4.ed. São Paulo: Atheneu, 2008. 699p LALLI, Carol M.; PARSONS, Timothy Richard, 1932-.. Biological oceanography an introduction . Oxford (GB): Pergamon Press, 1993.. 301p. Heinemann, Linacre House, COMPLEMENTARES: Blaber SJM (1997). Fish and fisheries of tropical estuaries. Fish and Fisheries Series 22. Chapman & Hall, Melburne. Coffey (1978). Dolphins, Whales and porpoises. Collier Books, New York Eckert KL, Bjorndal KA, Abreu-Grobois M, Donnelly M (2000) Técnicas de Investigação y Manejo para la Conservación de las Tortugas Marinas.UICN/CSE Grupo especialista en Tortugas Marinas. Hartman DS (1979). Ecology and behavior of the manatee (Trichechus manatus). Florida: American society of Mammalogist. Special Publication, n.5. Leatherwood S, Reeves RR (1983) The Sierra club Handbook of whales and Dolphins. Sierra Club Books, San Francisco. Lutz PL, Musick JA, Wyneken J (2002) The biology of sea turtle. Volume II, CRC Press. Pitcher, T. J. (1996). Behaviour of Teleost fishes. Fish and Fisheries Series 7. Chapman & Hall, Melbourne. Palazzo Jr. JT, Both MC (1998) Guia dos mamíferos marinhos do Brasil. Sagra, Porto Alegre Simões-Lopes, P.C. (2007). O luar do Delfin. Florianópolis, Letradágua, 304p. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO OCEANOGRAFIA ______________________________________ ______________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 138 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Código Nome Carga Horária Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática OC448 Embarque 0 105 3 105 9º Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. 1755 EMENTA Vivência da experiência de trabalho (científico ou profissional) a bordo de uma embarcação de pequeno ou grande porte, incluindo plataformas petrolíferas. A carga horária pode ser cumprida em um único embarque de longa duração ou vários embarques de curta duração. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Embarque em meios flutuantes (ou em ilhas oceânicas; ou na Estação Brasileira Comandante Ferraz, na Antártica, e suas bases de apoio) durante o qual o aluno é acompanhado, orientado e avaliado por um pesquisador responsável em funções de coleta de amostras e dados oceanográficos, tratamento e armazenagem de bordo, transporte de amostras e dados oceanográficos. Incluem-se nestas atividades cuidados com os equipamentos, com a embarcação e responsabilidade por guarnecer posto de pesquisa durante estações oceanográficas. O aluno será avaliado por seu desempenho individual e em equipe; por sua responsabilidade no cumprimento das funções que lhe forem confiadas e; pela qualidade final do trabalho realizado. Ao final do embarque o aluno deve apresentar à Coordenação de embarque uma ficha-padrão preenchida e assinada por ele e pelo pesquisador responsável que o acompanhou a bordo. O embarque será validado em terra pela Coordenação de embarques. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BÁSICA: Calazans, D. 2011. Estudos Oceanográficos: Do Instrumental ao Prático. Editora Textos, Pelotas, 464p. Eskinazi-Leça, E.; Neumann-Leitão, S.; Costa, M.F. 2004. Oceanografia: Um Cenário Tropical. Bagaço, 761p. Garrison, T. 2010. Fundamentos de Oceanografia. 4ª edição, Cengage Learning, 426p. COMPLEMENTAR: Pires-Vanin, A.M.S. 2008. Oceanografia de um Ecossistema Subtropical: Plataforma de São Sebastião, SP. Edusp, 462p. Darwin, C. 2004. A Origem das Espécies. Martin Claret, 569p. Thurman, H.V. 2000. Introductory Oceanography. 9th edition, Prentice Hall Press, 544p. Summerhayes, C.P.; Thorpe, S.A. 1996. Oceanography: An Illustrated Guide. John Wiley & Sons, 352p. Sverdrup, K.A.; Duxbury, A.; Duxbury, A.C. 2006. Fundamentals of Oceanography. 5th edition, McGraw-Hill, 342p. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO OCEANOGRAFIA ______________________________________ ______________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 139 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) Disciplina X Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Código Nome Carga Horária Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática Estágio Supervisionado 0 150 5 150 9º OC509 Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. 1755 h EMENTA Dar ao aluno a oportunidade de ter contato com a pesquisa científica por pelo menos um semestre letivo. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Estágio de natureza científica no laboratório e sob a orientação direta de professor ou pesquisador da ufpe ou de outra instituição de ensino superior e/ou pesquisa com reconhecido histórico em formação de pessoal e publicação científica de qualidade. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BÁSICA: GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 185 p. MOLINA, Aurélio; SILVA, Emanuel Dias de Oliveira e; MOLINA, Ana Elizabeth UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO. Iniciação em pesquisa científica: manual para profissionais e estudantes das áreas da saúde, ciências biológicas e humanas. Recife: EDUPE, 2003. 127 p. PEREIRA, José Matias. Manual de metodologia da pesquisa científica. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2010. ix, 154 p. BASTOS, Cleverson Leite; KELLER, Vicente. Aprendendo a aprender: introdução à metodologia científica . 22. ed. Petropolis (RJ): Vozes, 2008. 104 p. RAMPAZZO, Sônia Elisete; CORRÊA, Fernanda Zanin Mota. Desmitificando a metodologia científica: guia prático para produção de trabalhos acadêmicos COMPLEMENTAR: ALVES-MAZZOTTI, A J.; GEWANDSZNAJDER (1998) O Método nas Ciências Naturais e Sociais: pesquisa quantitativa e qualitativa.Ed. Pioneira, São Paulo, 203 p. APOLINÁRIO, F. (2006) Metodologia da Ciência: Filosofia e prática da pesquisa Ed. Thomson, São Paulo. COSTA,S. F. (2001) Método Científico: Os Caminhos da Investigação. Ed.Harbra, SãoPaulo, 104p. KUHN, S.T. (1996). A estrutura das revoluções científicas (4ª ed.), Editora Perspectiva, 257p POPPER, K. (2003). Conjecturas e refutações. Ed. Almeida, Coimbra, 579p SEABRA, G. F. (2001).Pesquisa Científica: o método em questão. Ed.UNB,Brasília, 124p. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO OCEANOGRAFIA ______________________________________ ______________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 140 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Código Nome Carga Horária Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática OC510 Trabalho de Conclusão de Curso 0 150 5 150 10o Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. 2730 h EMENTA Trabalho de pesquisa científica envolvendo a coleta, tratamento e discussão de dados. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Levantar um problema científico Levantar variáveis estudadas Coleta de dados Análise destes dados Discussão do significado teórico destes dados à luz da bibliografia recente. Redação da monografia Defesa Pública diante de uma banca de 3 pesquisadores da área com nível mínimo de Mestre. Correção e entrega, na biblioteca e no curso, da versão final BIBLIOGRAFIA BÁSICA: TACHIZAWA, Takeshy; MENDES, Gildásio. Como fazer monografia na prática. 12.ed. Rio de Janeiro (RJ): Fundação Getúlio Vargas, 2006. 150 p. SALOMON, Délcio Vieira; MORISAWA, Mitsue. Como fazer uma monografia. 11.ed., rev. São Paulo: Martins Fontes, 2004. 425 p. MULLER, Mary Stela.; CORNELSEN, Julce Mary.; FERNANDES, Rogerio Paulo Muller.. Normas e padroes para teses, dissertacoes e monografias. 3. ed. atual. e ampl. -. Londrina: Ed. UEL, 2001.. 126p. COMPLEMENTAR: GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 185 p. MOLINA, Aurélio; SILVA, Emanuel Dias de Oliveira e; MOLINA, Ana Elizabeth UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO. Iniciação em pesquisa científica: manual para profissionais e estudantes das áreas da saúde, ciências biológicas e humanas. Recife: EDUPE, 2003. 127 p. PEREIRA, José Matias. Manual de metodologia da pesquisa científica. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2010. ix, 154 p. BASTOS, Cleverson Leite; KELLER, Vicente. Aprendendo a aprender: introdução à metodologia científica . 22. ed. Petropolis (RJ): Vozes, 2008. 104 p. RAMPAZZO, Sônia Elisete; CORRÊA, Fernanda Zanin Mota. Desmitificando a metodologia científica: guia prático para produção de trabalhos acadêmicos. Erechim, RS: Habilis, 2008. 199 p. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO OCEANOGRAFIA ______________________________________ ______________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 141 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Código Nome Carga Horária Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática AT254 Análise Bacteriológica da Água 30 30 3 60 Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Objetiva fornecer conhecimentos necessários para análises bacteriológicas da água, capacitando ao aluno interpretar os resultados e emitir laudos técnicos relativos à potabilidade da água, sob o ponto de vista bacteriológico. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Microbiologia das águas naturais. Ciclo hidrológico. Doenças transmitidas por água (bactérias, vírus, protozoários e helmintos). Enterobactérias Algas; morfologia, classificação, cultivo. Toxinas de algas presentes em águas potáveis; métodos de detecção. Análises bacteriológicas de águas potáveis. Legislação. Técnica dos tubos múltiplos. Análises bacteriológicas de águas potáveis. Legislação. Técnica dos tubos múltiplos – continuação. Métodos alternativos para análise de água – filtração em membrana; presença e ausência; substrato cromogênico e fluorogênico. Noções de biossegurança para aulas práticas da disciplina. Manuseio de material estéril. Água potável. Legislações vigentes no país para diferentes tipos e classificações de água. Controle de qualidade bacteriológico de águas minerais. Águas para hemodiálise. Águas de recreação – Legislação CONAMA. Águas subterrâneas. Microbiologia dos esgotos. Noções de tratamento de água. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Branco, S.M. 1986. Hidrobiologia Aplicada à Engenharia Sanitária. 3ª edição, Cetesb, 616p. Melo, I.S.; Azevedo, J.L. 2008. Microbiologia Ambiental. 2ª edição, Embrapa, 647p. Clesceri, L.S.; Grenberg, A.E.; Eaton, A.D. 1998. Standard Methods for the Examination of Water and Wastewater. 20ª edição, American Public Health Association, 1200p. COMPLEMENTAR: Neder, R.N. 1992. Microbiologia: Manual de Laboratório. Nobel, 138p. Pelczar Jr., M.J.; Chan, E.C.S.; Krieg, N.R. 1997. Microbiologia: Conceitos e Aplicações, Volume 1. 2ª edição, Makron Books, 918p. Tortora, G.J. 2005. Microbiologia. 8ª edição, Artmed, 894p. Bitton, G. 2011. Wastewater Microbiology. 4th edition, Wiley-Blackwell, 804p. Gleeson, C.; Gray, N.F. 1997. The Coliform Index and Waterborne Disease: Problems of Microbial Drinking Water Assessment. E&FN Spon, 194p. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ANTIBIÓTICOS ____________________________________ ______________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 142 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática OC496 Análise de Dados Oceanográficos 30 30 3 60 OC503 (Introdução à Oceanografia) e OC504 Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. (Oceanografia Física Descritiva) EMENTA Introdução à análise de dados. Conceitos de dados e informação. Avaliação de erros amostrais. Distinção entre precisão e acuracidade. Representação de dados através do sistema cartesiano. Representação de dados bi-dimensionais. Representação de dados temporais. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Introdução à análise de dados; 2. Conceito de dados e informação; 3. Erros amostrais; 4. Precisão e acurácia; 5. Representação cartesiana; 6. Representação espacial; 7. Representação de séries temporais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA Thomson & Emery: Data Analysis Methods in Physical Oceanography. Silva, A.A., 2006. Gráficos e mapas: representação e informação estatística. Ed. Lidel. BARNES, Harold. Apparatus and methods of oceanography. London: G. Allen & Unwing, 1959. 341p. GARRISON, Tom. Fundamentos de oceanografia. São Paulo: Cengage Learning, 2010. 426p. COMPLEMENTAR SVERDRUP, Keith A; DUXBURY, Alison; DUXBURY, Alyn C. Fundamentals of oceanography, 5th. Ed., Boston: McGraw-Hill Higer Education, c2006, x, 342p. OMMANNEY, F.D. (Francis Downes), 1903- . The Ocean. London: Oxford University Press, 1949. 238p. DIETRICH, Gunter; KALLE, Kurt. General oceanography an introduction. New York: Interscience, c1963. 588p. CRESPO, Manuel Pereira. Trabalhos da missão geo-hidrográfica da Guine(1948-1955). Bissau: [Sociedade Industrial de Tipografia], 1955. 245p. SILVA, Paulo de Castro Moreira da. Estudos do mar brasileiro. Rio de Janeiro: Renes, 1972. 209p. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO OCEANOGRAFIA _________________________________________ ________________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 143 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática OC506 Análise Paleoambiental de Bacia Sedimentar Marinha 30 30 3 60 Co- Requisitos Pré-requisitos Requisitos C.H. EMENTA Estudo paleoambiental em sedimentação marinha, fatores climáticos, processos e fácies resultantes nos ambientes de sedimentação. Prática de campo CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Introdução Conceitos básicos e históricos de estudo paleoambientais. Sedimentos marinhos como arquivo paleoclimático. Métodos de datação de sedimentos marinhos não Quaternários. Cronoestratigrafia Isotópica (Isotopos estáveis C e O) Impressões-tipos utilizadas em reconstruções paleoambientais. Variações paleoclimáticas: sedimentação marinha durante o Cretáceo. Conteúdo fossilífero e registro paleocronológico Excursão de Campo – Bacia do Arararipe BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA DELLA FÁVERA, J C. 2001. Fundamentos de estratigrafia. Rio de Janeiro: Ed. UERJ, 263 p. MATTHEWS, R.K. 1974. Dynamic stratigraphyan introduction to sedimentation and stratigraphy. Englewood Cliffs: Prentice-Hall, 370 p. MENDES, J C; BIGARELLA, J J.; SALAMUNI, R.; CAMPOS, A C R. 1972. Estratigrafia e sedimentologia. Brasília: INL : MEC,.STOKES, W. L. 1966. Essentials of earth history: an introduction to historical geology. 2. ed. Englewood Cliffs: Prentice Hall, 468p BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BEURLEN, K. Geologia e estratigrafia da Chapada do Araripe. Recife: SUDENE, 1963.. 47 p SARAIVA, Antonio Alamo Feitosa. 2008. Caracterização paleoambiental e paleo-oceanográfico da formação Romualdo: bacia sedimentar do Araripe. Recife, 2008. 96 folhas: Tese (doutorado) - Universidade Federal de Pernambuco. CTG. Oceanografia, SILVA, A L; NEUMANN, V H M L. Estratigrafia física e deformação do sistema lacustre carbonático (Aptiano Albiano) da Bacia do Araripe em afloramentos selecionados /. Recife, 2003. 108 folhas: Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Pernambuco. CTG. Geociências, 2003 VALENÇA, L M M; MABESOONE, J M. 1987. Estudo dos sedimentos que capeiam a Chapada do Araripe. Departamento de Geologia. UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO. Recife. 82p DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO OCEANOGRAFIA _______________________________________________ ____________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 144 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática OC494 Aplicações Matemáticas Voltadas à Oceanografia 30 0 2 30 Co- Requisitos Pré-requisitos Requisitos C.H. EMENTA O curso objetiva contextualizar e aplicar os princípios de cálculo e geometria no âmbito da oceanografia CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Aulas expositivas: 1. Funções matemáticas e a propagação: da radiação solar nos oceanos, distribuição de propriedades e constituintes na água do mar; 2. Gradientes de Temperatura, Salinidade e Densidade e suas implicações; 3. Fluxos de Calor sensível e latente, formulações e aplicações; 4. Uso de parametrizações para compreensão ecológica de um ecossistema; 5. Parametrizações e observação por satélite; 6. Derivadas e as correntes oceânicas; 7. Derivadas e a transferência de energia entre fluidos; 8. Máximos e mínimos, Limites de concentração de constituintes; 9. Funções oscilatórias, Ondas e Marés; 10. Sistema de coordenadas 3D e o Sistema geofísico; 11. Mudanças de coordenadas, sistemas de referência; 12. Energia, trabalho, conservação de energia e transporte; 13. Gradientes e fluxo geostrófico; 14. Integrais e o transporte de Ekman; 15. Uso de Cálculo Numérico e as Equações Diferenciais. Aulas práticas: Exercícios em sala de aula BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ÁVILA, G.. Calculo 1: funções de uma variável . 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1981. 298 p. ISBN 85-216-0145-X (broch.). CLAUDIO, D.M. Cálculo Numérico Computacional: teoria e prática . São Paulo: Atlas, 1989. 464 p. ISBN 852243775 (broch.). REIS, G.L. dos & V.V. da SILVA. Geometria analítica. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1996. 242 p. ISBN 8521610653 (broch.). COMPLEMENTAR: AVILA, G. Cálculo I: diferencial e integral. 2ª. Ed. Rio de Janeiro, Livros Técnicos e Científicos, 300p. 1978. GARRISON, T. Fundamentos de Oceanografia. São Paulo: Cengage Learning, 2010. 426 p. ISBN 9788522106776 (broch.). REIS, G.L. & SILVA, V.V. Geometria Analítica. Ltc Editora RUGGIERO, M.A.G. & V.L.da R. LOPES. Cálculo numérico: aspectos teóricos e computacionais . 2.ed. Rio de Janeiro: Makron Books, 1996. xvi, 406 p. ISBN 978534602044 (broch.). STEWART, R. Introduction to Physical Oceanography. disponível em: http://oceanworld.tamu.edu/resources/ocng_textbook/PDF_files/book.pdf DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO OCEANOGRAFIA _______________________________________________ ____________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 145 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Código Nome Carga Horária Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática OC408 Artrópodes Marinhos 30 30 3 60 Pré-requisitos OC416 (Zoologia Marinha 1) Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Estudo dos aspectos da morfologia, sistemática, fisiologia e ecologia dos artrópodes marinhos, tais como trilobita, chelicerata marinhos e crustácea. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Aspectos gerais de Arthropoda. Evolução dentro dos Arthropoda. Subfilo Trilobita. Subfilo Chelicerata. Classe Merostomata e Classe Pycnogonida Subfilo Crustacea. Morfologia. Subfilo Crustacea. Locomoção e Nutrição Subfilo Crustacea. Circulação, Respiração, Excreção e Osmorregulação. Subfilo Crustacea. Sistema Nervoso e Orgãos dos sentidos Subfilo Crustacea Reprodução e Ecologia Subfilo Crustacea. Classificação e Filogenia. Subfilo Crustacea. Aspectos Avançados de Fisiologia BIBLIOGRAFIA BÁSICA: SANTOS, Eurico, 1883-1968.. O mundo dos artropodes. Belo Horizonte: Ed. Itatiaia, 1982.. 197p. RUSSELL-HUNTER, W. D., 1926-. Biologia dos invertebrados superiores. Sao Paulo: Ed. da Universidade de Sao Paulo : Poligono, 1971.. 269 p. Organização Mundial da Saúde. Méthodes chimiques de lutte contre les arthropodes vecteurs et nuisibles importants en santé publique. Geneve: Organisation mondiale de la Santé, 1988. 119 p. ISBN 9242541753. COMPLEMENTAR: MEGLISTSCH, Paul a.. Zoologia de invertebrados. Madrid: Piramide, 1986.. 906p. ISBN 84-368-0316-7. PINTO, Cesar. Arthropodes parasitos e transmissores de doencas. Rio de Janeiro: Pimenta de Mello, 1930.. 2.v. BLANTON, Franklin S.; WIRTH, Willis W.. The sand flies (culicoides) of Florida (Diptera Ceratopogonidae) . Services: Florida Department of Agriculture and Consumer, 1979.. 204p. VERA, A. de Haro.. Atlas de Zoologia invertebrados . 3.ed. Rio de Janeiro: Livro Ibero-Americano, 1977.. 1v.RUSSELL-HUNTER, W. D., 1926-. Uma biologia dos invertebrados inferiores / W. D. Russell-Hunter ; tradução de: Diva Diniz Côrrea, Claudio Gilberto Froehlich, Erika Schlenz. . Sao Paulo: Ed. da Universidade de Sao Paulo : Poligono, 1969. 236p. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO OCEANOGRAFIA ______________________________________ ______________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 146 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Código Nome Carga Horária Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática OC488 Biogeografia Marinha 30 30 3 60 Pré-requisitos OC421 (Ecologia 2) Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Distribuição geográfica dos principais grupos da flora e da fauna marinha e estudo dos fatores condicionantes dessa distribuição no espaço e no tempo. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Introdução: conceitos gerais; divisão e relações com outras ciências; histórico Áreas de ocorrência: conceitos gerais; métodos; tipos Fatores condicionantes da distribuição (Biogeografia Ecológica): fatores ecológicos; fatores abióticos; fatores bióticos Divisão climática dos mares atuais Divisão do atlântico sul ocidental em regiões naturais Biogeografia Descritiva: princípios básicos; reinos, regiões e províncias; padrões de distribuição Biogeografia Histórica: conceitos; métodos; princípios gerais; principais teorias paleogeográficas e paleoceanográficas 8. Biogeografia de Pernambuco BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BRIGGS, John C.. Marine zoogeography. New York: McGraw-Hill, c1974.. 475 p. Brown, J. H.; Gibson, A. C. Biogeography.St. Louis: C. V. Mosby, 1983. 643 p. LECA, Enide-Eskinasi; NEUMANN-LEITÃO, Sigrid; COSTA, Monica Ferreira da (Organizador). Oceanografia: um cenário tropical. Recife: Bagaço, 2004. 761 p. ISBN 8574095826 EKMAN, Sven.. Zoogeography of the sea. London: Sidgwick and Jackson, 1953.. 417p. COMPLEMENTAR: MULLER, Paul. Introducion a la zoogeografia. Barcelona: Blume, c1979.. 232 p. ISBN 8470311166. MYERS, Alan A.; GILLER, Paul S.. Analytical biogeography an integrated approach to the study of animal and plant distributions . London: Chapman & Hall, 1988.. 578p. ISBN 0-412-40050-2. FURON, Raymond. La distribución de los seres. Barcelona: Labor, [1968]. 166p. Número de Chamada: 574.9 F983d. Torres, M. F. A.; Ramos-Porto, M.; Coelho, P. A. 2004. Biogeografia Marinha. In: Eskinazi-Leça, E.; Neumann-Leitão, S.; Costa, M. F. (Orgs.) Oceanografia: um cenário tropical. Recife: Ed. Bagaço, 2004, p. 571-616. Brown, J. H.; Gibson, A. C. Biogeography.St. Louis: C. V. Mosby, 1983. 643 p. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO OCEANOGRAFIA ______________________________________ ______________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 147 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Código Nome Carga Horária Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática OC469 Biologia da Conservação Marinha 30 30 3 60 Pré-requisitos OC421 (Ecologia 2) Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Uma abordagem ecológica dos impactos humanos na conservação de habitats e espécies marinhas, com ênfase em ambientes tropicais. Serão descritos os efeitos ecológicos da sobrepesca, eutrofização, perda de habitat, poluição e introdução de espécies exóticas. Os métodos e conceitos na avaliação do status de conservação das espécies marinhas serão avaliados e aplicados. As praticas correntes na conservação e manejo de habitats marinhos serão debatidos. O foco central serão os princípios e praticas ecológicos no desenho de reservas marinhas, e na recuperação de espécies ameaçadas e ecossistemas degradados. Serão introduzidos conceitos de abordagem ecossistêmica e habitats essenciais, e conectividade entre habitats e suas implicações na conservação e no desenho de áreas marinhas protegidas. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Apresentação do status atual de conhecimento sobre impacto humano na conservação de diferentes espécies de organismos marinhos; métodos básicos de avaliação de impacto, monitoramento e pesquisa na conservação, conceitos básicos na ecologia da conservação; legislação e procedimentos utilizados no Brasil e no mundo na avaliação do estado de conservação das espécies, prioridades para conservação e estabelecimento de áreas marinhas protegidas. Aulas práticas: Aplicação de métodos de avaliação do estado de conservação das espécies, simulação de situações de impacto ambiental com diferentes cenários, simulações de estratégias de conservação e de desenho e zoneamento de áreas marinhas protegidas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BÁSICA: PREVENÇÃO da poluição. Brasília: SENAI, 2002. 290 p. ISBN 8575190717 . BROWN, Seyom. Regimes para o oceano, o espaco exteriore as condicoes climaticas: por um regime comum de exploracao e controle . Rio de Janeiro: J. Zahar, 1979.. 327p. SCHIEWER, Ulrich.; SPRINGERLINK (ONLINE SERVICE). Ecology of Baltic Coastal Waters. Springer eBooks Berlin, Heidelberg: Springer Berlin Heidelberg, 2008. (Ecological Studies, Analysis and Synthesis, 197) ISBN 9783540735243. Disponível em : . Acesso em : 04 fev. 2013. RICHARDSON, Curtis J.; SPRINGERLINK (ONLINE SERVICE). Everglades Experiments :. Lessons for Ecosystem Restoration. Springer eBooks New York, NY: Springer New York, 2008. (Ecological Studies, 201) ISBN 9780387689234. Disponível em : . COMPLEMENTAR: SEWELL, Granville H. Administração e controle de qualidade ambiental. São Paulo: E. P. U., 1978. 295p. ISBN 8512490101. OMMASI, Luis Roberto, 1931-. A degradacao do meio ambiente. 4. ed. -. Sao Paulo: Nobel, 1979.. 169p. VOOREN, Carolus M; KLIPPEL, Sandro (Editor). Ações para a conservação de tubarões e raias no sul do Brasil. Porto Alegre: Igaré, 2005. 261 p. ISBN 8599751018. PRADO, Paulo Inácio. Biodiversidade brasileira: síntese do estado atual do conhecimento . 2.ed. São Paulo: Contexto, 2004. 176 p. (Contexto acadêmica) ISBN 8572442111. ASSOCIAÇÃO COMERCIAL E INDUSTRIAL DE JOINVILLE ASSOCIAÇÃO COMERCIAL E INDUSTRIAL DE JOINVILLE (ED.). Cartilha de controle de poluíção das águas. Joinville: Master Press, 1997. [52] f. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO OCEANOGRAFIA ____________________________________ ______________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 148 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática OC514 Ciclo do Carbono nos Oceanos 30 30 3 60 Pré-requisitos OC423 (Oceanografia Química 2) Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Entender a importância do C para os organismos aquáticos, bem como, a importância do oceano no ciclo do carbono e no clima mundial. Identificar os fatores que controlam o transporte e disponibilidade do carbono no meio marinho; e avaliar as causas e consequências do aumento das emissões antrópicas do CO2 e da poluição orgânica para a vida marinha. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Ciclo global do carbono. Trocas atmosfera-oceano. Papel do oceano no ciclo global do C. Jornada oceânica do carbono. Carbono orgânico e carbono inorgânico. Bomba física. Parâmetros do CO2. Sistema carbonato (bomba química). Estado trófico e a bomba biológica. Consequências do aumento das emissões antrópicas de C. Acidificação marinha. A importância do metano. Efeito estufa e mudanças climáticas. Perspectivas mundiais. Práticas: determinação do pH e alcalinidade total; métodos diretos e indiretos para determinação do CO 2; cálculo dos parâmetros do CO2; dissolução ácida de carbonatos; trocas ar-água; determinação de carbono orgânico. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Emerson, S.R.; Hedges, J.I. 2008. Chemical Oceanography and the Marine Carbon Cycle. New York: Ed. Cambridge University Press. 470 p. Millero, F.J. 2006. Chemical Oceanography. 3rd edition, CRC Press, 496p. Libes, S.M. 2009. Introduction to Marine Biogeochemistry. 2nd edition, Academic Press, 909p. Open University 1995. Seawater: Its Composition, Properties and Behavior. 2nd edition, Butterworth-Heinemann, 168p. COMPLEMENTAR: Castello, J.P.; Krug, L.C. 2015. Introdução às Ciências do Mar. Pelotas: Ed. Textos, 602p. Ramos e Silva, C.A. 2004. Análises Físico-Químicas de Sistemas Marginais Marinhos. Interciência, 118p. Riley, J.P.; Skirrow, G. 1975. Chemical Oceanography, Volume 1. 2nd edition, Academic Press, 606p. Eskinazi-Leça, E.; Neumann-Leitão, S.; Costa, M.F. 2004. Oceanografia: Um Cenário Tropical. Bagaço, 761p. Thurman, H.V. 2000. Introductory Oceanography. 9th edition, Prentice Hall Press, 544p. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO OCEANOGRAFIA ____________________________________ ______________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 149 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática OC497 Climatologia 30 30 3 60 Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Tempo e clima. A atmosfera e os elementos do clima, destacando as implicações para a sociedade. Aborda o conhecimento de elementos climáticos e os fatores que influenciam em sua distribuição. Classificações climáticas, distribuição dos grupos climáticos da Terra e a relevância da climatologia para as questões ambientais. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Objetivos e aplicações da climatologia. Climatologia e Meteorologia. Interação dos sistemas naturais atmosfera – superfície terrestre. Composição, estrutura e evolução da atmosfera terrestre. Elementos e fatores que influenciam o clima. Principais modelos de classificação climática. Tipos de clima que ocorrem no Brasil. Mudanças climáticas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: AYOADE, J. O. Introdução à climatologia para os trópicos. Editora Bertrand Brasil, Rio de Janeiro, 2003. FERREIRA, A. Gonçalves. Metereologia prática. São Paulo: Oficina de Textos, 2006. MENDONÇA, F.; DANNI-OLIVEIRA, I. M. Climatologia: noções básicas e climas do Brasil. São. Paulo: Oficina de Textos, 2007. COMPLEMENTAR: CONTI, J. B. Clima e meio ambiente. São Paulo: Atual, 2011. GRIBBIN, John. Climate change. Cambridge: Cambridge Univ. Press, 1978. PRESS, F.; SIEVER, R.; GROTZINGER, J.; JORDAN, T. H. Para Entender a Terra. Tradução Rualdo Menegat. 4a ed. Porto Alegre: Bookman, 2006. TEIXEIRA (Org). Wilson. Decifrando a Terra. Salvador: Editora IBEP Nacional, 2008. VAREJÃO SILVA, M.A. Meteorologia e Climatologia. Brasília, INMET, Gráfica e Editora Stilo, 2000. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO OCEANOGRAFIA ____________________________________ ______________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 150 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Código Nome Carga Horária Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática OC487 Cultivo de Plâncton Marinho 30 30 3 60 Pré-requisitos OC415 (Organismos Unicelulares Marinhos) Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Ao final da disciplina o aluno deverá apresentar conhecimentos teóricos e práticos de métodos e técnicas aplicadas ao cultivo de microalgas e zooplâncton marinho. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Introdução ao cultivo de microalgas; Importância das microalgas em aqüicultura; Métodos e tipos de cultivo; Introdução ao cultivo de zooplâncton; Importância e métodos de cultivo; Cultivo de Rotifera; Cultivo de Copepoda; O uso de náuplios de Artemia; Meios de cultura aplicados para o cultivo do plâncton marinho; Técnicas e experimentos de cultivo em laboratório; Custos de implantação de um laboratório de produção de organismos marinhos planctônicos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: AVAULT JR., James W.. Fundamentals of aquaculture a step-by-step guide to commercial aqua culture . Baton Rouge: AVA Pulishing Company, 1996.. 889p. BANCO MUNDIAL. Changing the face of the waters: the promise and challenge of sustainable aquaculture. Washington, D.C.: World Bank, 2007. xvii, 188 p. ISBN 0821370154 (broch.). FAO Technical Conference on Aquaculture 1976 : (Kyoto); PILLAY, T. V. R.; DILL, W. A.. Advances in aquaculture. Farnham: Fishing New Boats, 1979.. 653p. COMPLEMENTAR: HOLMER, Marianne.; BLACK, Kenny.; DUARTE, Carlos M.; MARBà , Nuria.; KARAKASSIS, Ioannis.; SPRINGERLINK (ONLINE SERVICE). Aquaculture in the Ecosystem. Springer eBooks Dordrecht: Springer Science+Business Media B.V., 2008. ISBN 9781402068102. Disponível em : . LEÇA, E. E.; LEITÃO, S. N.; COSTA, M. F. (Orgs.) . Oceanografia: Um Cenário Tropical. 1. Ed. Recife: Bagaço, 2004. v. 1. 761 p. PEREIRA, R.C. & SOARES-GOMES, A. Biologia marinha. Ed. Interciência: Rio de Janeiro. 2009. WICKSTEAD, J. H. Zooplancton marino. Omega, 1979. Barcelona. ZWEIG, Ronald D.; MORTON, John D.; STEWART, Macol M.. Source water quality for aquaculture a guide for assessment . Washington: The World Bank, 1999. 62 p. (Environmental and sociality sustainable development. Rural development) DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO OCEANOGRAFIA ______________________________________ ______________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 151 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Código Nome Carga Horária Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática OC410 Ecofisiologia: Animais Aquáticos 30 30 3 60 Pré-requisitos OC418 (Ecologia 1) Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Estudo dos aspectos da fisiologia de invertebrados e vertebrados aquáticos que são importantes na adaptação destes aos ambientes de água doce, estuarinos e marinho e dentro dos estudos de fluxos energéticos no ambiente aquático. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Definição e abordagens. Homeostase. Compensação fisiológica Mecanismos de Osmorregulação Estudo de casos no ambiente marinho, estuarino e de água doce Fisiologia da respiração aquática. Pigmentos respiratórios Metabolismo energético. Anaerobiose Alimentação. Tipos e taxas Balanço energético global Realização de um experimento prático BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BAROUDI, Ricardo. Atlas de invertebrados. 2. ed. -. Sao Paulo: Nobel, 1958.. v. CAPINERA, John L.; SPRINGERLINK (ONLINE SERVICE). Encyclopedia of Entomology. Springer eBooks Dordrecht: Springer Science+Business Media B.V., 2008. ISBN 9781402063596. Disponível em : http://dx.doi.org/10.1007/978-1-4020-6359-6. MOORE, Janet. Uma introdução aos invertebrados. 2.ed. São Paulo: Santos, 2011. 320p. ISBN 9788572887830 COMPLEMENTAR: SCHMIDT-NIELSEN, Knut. Animal physiology: adaptation and environment . 5th. ed. Cambridge: Cambridge University Press, 1997 607 p. ISBN 0521570980. FOX, Denis L. (Denis Lewellyn), 1901-. Animal biochromes and structural colours physical, chemical, distributional & physiological features of coloured bodies in the animal world . Cambridge: Cambridge University Press, 1953.. 379 p. SCHMIDT-NIELSEN, Knut. Animal physiology: adaptation and environment . 3.ed. New York: Cambridge University, 1988.. 619p. SOARES, José Luís. Biologia básica: volume 2, os seres vivos, estrutura e funções. São Paulo: Scipione, 1988. 232 p. ISBN 8526210629. ECKERT, Roger. Fisiologia animal: mecanismos e adaptações . 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. xx, 729 p. ISBN 852770594X. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO OCEANOGRAFIA ______________________________________ ______________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 152 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Código Nome Carga Horária Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática OC515 Ecotoxicologia Aquática 30 30 3 60 Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Fornecer base conceitual sobre ecotoxicologia. Expor as técnicas mais comuns de estudos ecotoxicológicos. Formar uma base conceitual sólida para participação em pesquisa e prestação de serviços sobre os tipos mais comuns de poluição marinha, costeira e aquática. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Definições em toxicologia. Breve histórico da ecotoxicologia aquática e marinha. Uso de modelos animais e vegetais no meio marinho, estuarino e limícola. Padrões de qualidade de águas. Aulas práticas: Um experimento ecotoxicológico utilizando espécies locais. Visita ao laboratório de toxicologia da CPRH. Visita ao laboratório de ecotoxicologia do ITEP. Avaliação:Prova teórica. Relatório de aulas práticas. Presença e participação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BÁSICA: Zagatto, P.A.; Bertoletti, E. 2008. Ecotoxicologia Aquática: Princípios e Aplicações. 2ª edição, Editora RiMa, 478p. Azevedo, F.A.; Chasin, A.A.M. 2003. As Bases Toxicológicas da Ecotoxicologia. Editora RiMa, 322p. Schuurmann, G.; Markert, B. 1997. Ecotoxicology: Ecological Fundamentals, Chemical Exposure, and Biological Effects. Interscience Wiley, 900p. COMPLEMENTAR: Mellanby, K. 1982. Biologia da Poluição. EPU, 89p. Pedrozo, M.F.M. 2002. Ecotoxicologia e Avaliação de Risco do Petróleo. CRA, 229p. Knie, J.L.W. 2004. Testes Ecotoxicológicos: Métodos, Técnicas e Aplicações. FATMA, 289p. Espíndola, E.L.G.; Paschoal, C.M.R.B.; Rocha, O.; Bohrer, M.B.C.; Oliveira Neto, A.L. 2000. Ecotoxicologia: Perspectivas para o Século XXI. Editora RiMa, 575p. Laws, E.A. 2000. Aquatic Pollution: An Introductory Text. 3rd edition, John Wiley & Sons, 672p. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO OCEANOGRAFIA ______________________________________ ______________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 153 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Código Nome Carga Horária Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática OC452 Erosão e Proteção Costeira 45 30 4 75 Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Introduzir os alunos aos conceitos de erosão costeira e os métodos usados para minimizar o problema. Definir as causas naturais e antrópicas da erosão costeira. Introduzir os vários métodos de proteção do litoral. Vulnerabilidade do litoral à erosão costeira. Gerenciamento de áreas costeiras sujeitas a erosão. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Aulas teóricas: Introdução. Evidências de erosão costeira. Causas de erosão costeira: processos naturais, processos antropogênicos. Conseqüências dos processos erosivos. Métodos de proteção costeira: proteção rígida e proteção soft (leve). Gestão do problema. Aulas práticas: Excursão de campo (litoral do estado de Pernambuco). Estudos de caso. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: WILLIAMS, A. T.; MICALLEF, Anton. Beach management: principles and practice . London: Earthscan, 2009. 445 p. BAPTISTA NETO, José Antônio; PONZI, Vera Regina Abelin; SICHEL, Susanna Eleonora (Org.). Introdução à geologia marinha. Rio de Janeiro: Interciência, 2004. 279 p. CARTER, Bill. Coastal environments: an introduction to the physical, ecological and cultural systems of coastlines . London, UK: Academic Press, 1988. 617p. THURMAN, Harold V. Introductory oceanography. 9th. ed. New Jersey: Prentice Hall Press, 2000. 544 p. OPEN UNIVERSITY. Waves, tides and shallow-water processes. 2nd ed. Oxford: Butterworth-Heinemann, 1999. 227 p. COMPLEMENTAR: GOIS, Luis Augusto de. Avaliação das opções de proteção costeira: praia de Boa Viagem, Recife-PE e praia de Bairro Novo, Olinda-PE. Olinda, PE: Livro Rápido, 2011. 184 p. MUEHE, Dieter (Org.). Erosão e progradação do litoral brasileiro. Brasília: MMA, 2006. 475 p. CPRH : Companhia Pernambucana de Meio Ambiente.; SOBRAL, Andrea Olinto de Lyra. Estudo da erosao marinha na regiao de Maracaipe - Ipojuca. Recife: CPRH, 1998. 74 p. CUR. CENTRE FOR CIVIL ENGINEERING RESEARCH,Codes and Specifications.. Manual on artificial beach nourishment. Delft 1987.. 195 p. FRENCH, Peter W. Coastal and estuarine management. London: Routledge, 1997. 251p. WALKER, H. J. Artificial structures and shorelines. Dordrecht: Kluwer Academic Publishers, 1988. 708 p. PILARCZYK, Krystian W. Coastal protection. Rotterdam: Balkema, 1990. 500 p. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO OCEANOGRAFIA ______________________________________ ______________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 154 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Código Nome Carga Horária Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática OC465 Físico-Química Marinha 30 0 2 30 Pré-requisitos OC423 (Oceanografia Química 2) Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Fornecer base conceitual sobre a natureza das principais reações biogeoquímicas que regem a transformação e destino das espécies químicas no meio marinho. EMENTA Fornecer base conceitual sobre a natureza das principais reações biogeoquímicas que regem a transformação e destino das espécies químicas no meio marinho. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Soluções e força iônica. Os efeitos da salinidade em reações químicas. Equilíbrio químico entre espécies químicas na água do mar. Reações redox no mar. Reações ácido-base no mar. Reações de complexação no meio marinho. Adsorção e precipitação. Avaliação: Prova teórica. Relatório de aulas práticas. Presença e participação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Stumm, W.; Morgan, J.J. 1996. Aquatic Chemistry: Chemical Equilibria and Rates in Natural Waters. 3rd edition, Wiley-Interscience, 1022p. Atkins, P.W. 2003. Físico-Química: Fundamentos. 3ª edição, LTC, 476p. Rangel, R.N. 2006. Práticas de Físico-Química. 3ª edição, Edgard Blucher, 316p. COMPLEMENTAR: Riley, J.P.; Chester, R.A. 1969. Introduction to Marine Chemistry. Academic Press, 465p. Figueiredo, D.G. 1982. Problemas Resolvidos de Físico-Química. LTC, 230p. Morris, J.G. 1972. Físico-Química para Biólogos. Polígono, 450p. Ramos e Silva, C.A. 2004. Análises Físico-Químicas de Sistemas Marginais Marinhos. Interciência, 118p. Fonseca, M.R.M. 2001. Completamente Química: Físico-Química. FTD, 592p. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO OCEANOGRAFIA ______________________________________ ______________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 155 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Código Nome Carga Horária Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática OC451 Geologia Costeira 30 30 3 60 Pré-requisitos OC478 (Sedimentologia) Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Introduzir os alunos aos conceitos básicos da geologia costeira e os processos atuantes na mesma. Definir os vários tipos de ambientes costeiros. Interação dos processos costeiros e a configuração do litoral.Gerenciamento de áreas costeiras. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Aulas expositivas e oficinas de trabalho: Introdução aos processos costeiros. Geomorfologia Costeira e Variações do Nível do Mar. Sedimentos Costeiros. Marés (processos). Ondas (processos). Ventos (processos). Processos associados a praias. Morfodinâmica de praias arenosas. Dunas costeiras. Falésias. Estuários. Morfodinâmica da ante-praia e plataforma continental interna. Aplicações da Gemorfologia Costeira. Aspectos relacionados ao gerenciamento de zonas costeiras e os sedimentos. Aulas práticas: Excursão de campo (litoral do estado de Pernambuco). Estudos de caso. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: TEIXEIRA, Wilson; TOLEDO, Maria Cristina Motta de; FAIRCHILD, Thomas Rich; TAIOLI, Fabio (Org.). Decifrando a terra. São Paulo: Oficina de Textos, 2000. 557 p. BAPTISTA NETO, José Antônio; PONZI, Vera Regina Abelin; SICHEL, Susanna Eleonora (Org.). Introdução à geologia marinha. Rio de Janeiro: Interciência, 2004. 279 p. THURMAN, Harold V. Introductory oceanography. New Jersey: Prentice Hall Press, 2000. 544 p. OPEN UNIVERSITY. Waves, tides and shallow-water processes. 2nd ed. Oxfor d: Butterworth-Heinemann, 1999. 227 p. COMPLEMENTAR: CARTER, Bill (R. W. G.). Coastal environments: an introduction to the physical, ecological and cultural systems of coastlines . London, UK: Academic Press, 1988.. xv, 617p. KING, Cuchlaine A.M. Beaches and coasts. London: E. Arnold, [1959].. 403p. KUENEN, P.H. Marine geology. New York: J. Wiley & Sons, 1950. 568p. OTTMANN, Francois C. Introduccion a la geologia marina y litoral. Buenos Aires: Eudeba, 1967.. 287p. GUILCHER, Andre. Coastal and submarine morphology. London, UK: Methuen, 1958..274p. GUILCHER, Andre. Coral reef geomorphology. Chichester (GB): John Wiley & Sons, c1988.. 228 p. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO OCEANOGRAFIA ______________________________________ ______________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 156 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Código Nome Carga Horária Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática OC450 Geologia do Quaternário 30 30 3 60 Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Conceitos de geologia do quaternário. As flutuações do nível do mar. Reconstrução de antigas linhas de costa. Compreensão das variações do nível do mar e alterações na região costeira. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Aulas expositivas e oficinas de trabalho: Evolução da Plataforma Sul-americana no Brasil. Geologia da margem continental brasileira. A costa brasileira: geologia e evolução. O Quaternário. (nomenclatura e divisão). Estratigrafia, cronologia e correlação do Quaternário. Glaciações Quaternárias e suas origens. As variações climáticas Quaternárias e suas causas. As variações do nível do mar. Reconstituição de antigas linhas de costa. Geologia do Quaternário costeiro de Pernambuco. Gestão das áreas costeiras e variações do nível do mar. Aulas práticas: Saída de campo (litoral sul de PE e norte de AL). BIBLIOGRAFIA BÁSICA: SUGUIO, Kenitiro. Geologia do Quaternário e mudanças ambientais: Passado+Presente=Futuro?. São Paulo: Paulo's Comunicação e Artes Gráficas, 1999. 366 p. SOUZA, Celia Regina de Gouveia (Editor). Quaternário do Brasil. Ribeirão Preto, SP: Holos, 2005. 378 p. BAPTISTA NETO, José Antônio; PONZI, Vera Regina Abelin; SICHEL, Susanna Eleonora (Org.). Introdução à geologia marinha. Rio de Janeiro: Interciência, 2004. 279 p. OPEN UNIVERSITY. Waves, tides and shallow-water processes. 2nd ed. Oxford: Butterworth-Heinemann, 1999. 227 p. COMPLEMENTAR: CARTER, Bill (R. W. G.). Coastal environments: an introduction to the physical, ecological and cultural systems of coastlines . London, UK: Academic Press, 1988.. xv, 617p. LABOURIAU, Maria Lea Salgado. Critérios e técnicas para o quaternário. São Paulo: E. Blucher, 2007.xiii, 387 p. GERALDES, MauroCésar. Introdução à geocronologia. São Paulo: Sociedade Brasileira de Geologia, 2010. 146 p. NATO ADVANCED STUDY INSTITUTE (1987 :) HALIFAX, N.S.); SCOTT, D.B.; PIRAZZOLI, P.A.(Paolo A.).; HONIG, C.A. Late quaternary sea-level correlation and applications. Dordrecht: Kluwer Academic, c1989.. 229p. GRIBBIN, John.. Climate change. Cambridge: Cambridge Univ. Press, c1978.. 280 p. MARTIN, Louis,. ReconstrUcao de antigos niveis marinhos do quaternario. Sao Paulo: SBG, 1982.. 154p. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO OCEANOGRAFIA ___________________________________________ ____________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 157 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Código Nome Carga Horária Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática OC516 Geoquímica Marinha 30 30 3 60 Pré-requisitos OC423 (Oceanografia Química 2) Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Origem e classificação geoquímica dos elementos. Evolução química da atmosfera, hidrosfera e biosfera. Composição química do sedimento marinho. Água intersticial e diagênese recente. Fontes hidrotermais. Depósitos de ferro-manganês. Formação de petróleo. Marcadores moleculares geoquímicos. Isótopos estáveis e radioativos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Origem do universo e nucleossíntese dos elementos. Origem do sistema solar e diferenciação primária de elementos na Terra. Classificação geoquímica dos elementos. Evolução química da atmosfera, hidrosfera e biosfera. Composição química e classificação do sedimento marinho. Água intersticial no sedimento marinho. Diagênese recente da matéria orgânica no sedimento. Reações químicas da sequência diagenética. Fontes e campos hidrotermais no assoalho marinho. Evolução geoquímica dos depósitos de ferro-manganês. Origem geoquímica e formação de reservas de petróleo e gás no oceano. Definição e uso de marcadores moleculares geoquímicos. Isótopos estáveis e suas aplicações em estudos geoquímicos. Isótopos radioativos e aplicações em estudos de geocronologia marinha. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Chester, R. 2000. Marine Geochemistry. 2nd edition, Blackwell Science, 506p. Libes, S.M. 2009. Introduction to Marine Biogeochemistry. 2nd edition, Academic Press, 909p. Sharp, Z. 2006. Principles of Stable Isotope Geochemistry. Prentice Hall, 360p. COMPLEMENTAR: Open University 2005. Marine Biogeochemical Cycles. 2nd edition, Butterworth-Heinemann, 130p. Schulz, H.D.; Zabel, M. 2010. Marine Geochemistry. 3rd edition, Springer, 593p. Millero, F.J. 2006. Chemical Oceanography. 3rd edition, CRC Press, 496p. Brookins, D.G. 1988. Eh-pH Diagrams for Geochemistry. Springer-Verlag, 176p. Knoppers, B.A.; Bidone, E.D. 1999. Environmental Geochemistry of Coastal Lagoon Systems of Rio de Janeiro, Brazil. UFF-Finep, 210p. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO OCEANOGRAFIA ______________________________________ ______________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 158 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Código Nome Carga Horária Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática OC463 Hidrografia e Navegação 30 30 3 60 Pré-requisitos CA459 (Cartografia Aplicada à Oceanografia) Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Teoria e prática sobre os fundamentos da hidrografia e da navegação marítima estimada, costeira. Astronômica e eletrônica. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Apresentação do curso. Fundamentos da Navegação. 2. A Terra e suas coordenadas: sistemas de projeção, símbolos e abreviaturas utilizados em mapas e cartas náuticas brasileiras e internacionais. 3. Sistemas de medição utilizados na oceanografia e navegação: significados, unidades e conversão. 4. Plotagem de pontos; leitura de coordenadas e distâncias. 5. Rumos e conversão de rumos; marcações e transporte de marcações; série de Traub. 6. Balizamento cego e luminoso, Sinais sonoros e luminosos. Regulamentos de governo e navegação, RIPEAM. 7. Comunicação no mar: códigos Morse, de bandeiras, radiocomunicação. 8. Navegação Estimada, Costeira e de Segurança. Cálculo de correntes e de deriva 9. Coordenadas celeste e princípios da navegação astronômica. 10. Segurança no mar: procedimentos e legislação pertinente 11. Embarcações: nomenclatura, características e usos; manejo e manutenção de pequenas embarcações. 12. Instrumentos e acessórios utilizados na navegação estimada e Eletrônica: funcionamento, calibração e utilização. 13. Posicionamento no mar: marcações de terra, posicionamento por GPS 14. Conceitos básicos da Hidrografia e Cartografia Náutica; 15. Planejamento e análise de levantamentos hidrográficos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: MIGUENS, A.P. 2000. Navegação: A Ciência e a Arte. Vol I - Navegação Costeira, Estimada e em Águas Restritas. DHN/Marinha do Brasil. Disponível para download em: https://www.mar.mil.br/dhn/bhmn/publica_manualnav1.html MIGUENS, A.P. 2000. Navegação: A Ciência e a Arte. Vol II - Navegação Astronômica e Derrotas. DHN/Marinha do Brasil. Disponível para download em: https://www.mar.mil.br/dhn/bhmn/publica_manualnav2.html MIGUENS, A.P. 2000. Navegação: A Ciência e a Arte. Vol III -Navegação Eletrônica e em Condições Especiais. DHN/Marinha do Brasil. Disponível para download em: https://www.mar.mil.br/dhn/bhmn/publica_manualnav3.html COMPLEMENTAR: BARROS, G.L.M. 2006. Navegar é fácil. 12ª. Ed. Edições Marítimas. 212 p. ISBN 8589186202 BARROS, G.L.M. 2007. Navegando com a Eletrônica. 2ª Ed. Catedral de Letras. 373 p. ISBN 9788589186254. MARINHA DO BRASIL. Regulamento Internacional para Evitar Abalroamento no Mar – RIPEAM-72/COLREG-72. Diretoria de Portos e Canais. 49p. 2016. ALMEIDA, C.E. ; G. BRIGHETTI. Navegação Interior e Portos Marítimos. v.1, EPUSP, São Paulo, 142p. 1997. ROCHA, José Antônio Manso Raimundo da. O ABC do GPS. 2. ed. rev. e ampl. Recife: Bagaço, 2005. 191 p. ISBN 8574097748 DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO OCEANOGRAFIA ______________________________________ ______________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 159 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Código Nome Carga Horária Nº. de C. H. Global Períod Créditos o Teórica Prática OC459 Ictiologia 30 30 3 60 Pré-requisitos OC420 (Zoologia Marinha 2) Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Esta disciplina pretende, de forma interativa (informação versus participação), despertar nos alunos a lógica das aquisições dos caracteres evolutivos entre os seis grupos pertencentes ao antigo “Peixes”. Desse modo, a diversidade e os aspectos de zoologia desses táxons serão compreendidos de modo seqüencial. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Conceitos básicos de sistemática filogenética e conceito e diversidade de “Peixes”. Espécie e especiação e a lógica da chave de identificação aplicada em Ictiologia. Morfologia externa e interna: anatomia comparada dos principais sistemas orgânicos dos Myxiniformes, Petromyzontiformes, Chondricties, Actinopterygii, Actinistia e Dipnoi. Noções de fisiologia: alimentação, excreção, locomoção, osmorregulação, respiração, circulação, órgãos dos sentidos, reprodução, crescimento, habitat etc, desses seis táxons. Ecologia e conservação da ictiofauna marinha: os “peixes” como bioindicadores. Metodologia de campo para estudos ictiológicos. O curso terá tanto aulas teóricas (expositivas, seminários etc), quanto aulas práticas de laboratório (anatomia e sistemática) e de campo (uma saída por turma). BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ARAÚJO, M. E.; TEIXEIRA, J. M. C. & OLIVEIRA, A. M. E. Peixes estuarinos marinhos do Nordeste brasileiro: guia ilustrado. Edições UFC-UFPE, 260 p., Fortaleza, 2004. LOWE-McCONNELL, R.H. 1999. Estudos Ecológicos de Comunidades de Peixes Tropicais. EDUSP, São Paulo. 534 pp. POUGH, F.H; JANIS, C.H.; HEISER, J.B. 2003. Vida dos vertebrados. 3ª ed. São Paulo, 699p. COMPLEMENTAR: STORER, T.I.; USINGER, R.L.; STEBBINS, R.C.; NYBAKKEN, J.W. 1991. Zoologia Geral, 6a ed. Ed. Nacional, São Paulo. 816 pp. Brusca, R. C. & Brusca, G. J. Invertebrados. Ed. Guanabara Koogan. 2 ed., 2007. GRASSE,P.P. Zoología: vertebrados: reproducción, biología, evolución y sistemática: agnatos, peces, anfibios y reptiles.. Barcelona: Toray-Masson, 1978. 534 p. Blaber SJM (2000). Tropical estuarine fishes: ecology, exploitation & conservation, Blackwell, Oxford Nelson JS (1994). Fishes of the world. John Willey & Sons, Brisbane. LALLI, Carol M.; PARSONS, T. R.. Biological oceanography an introduction . Oxford (GB): Pergamon Press, 1993.. 301p. Heinemann, Linacre House. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO OCEANOGRAFIA ______________________________________ ______________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 160 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Código Nome Carga Horária Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática LE027 Inglês Instrumental 90 0 6 90 Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Desenvolvimento de técnicas e estratégias de estudo e de leitura de textos na área de comunicação social, estimulando processo mental do estudante para uma mais eficiente comunicação e atuação acadêmica. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1.Diferentes estilos de leitura: skimming(compreensão geral), Scanning (busca de informação específica), Reading for detail (busca de detalhes), Main points comprehension (idéias principais), Utilização de indícios gráficos, Interpretação de diagramas. 2. Identificação de itens lexicais através dos seguintes recursos: formação de palavras: a) raiz; b) afixos; c) derivados; d) compostos. Cognatos, dedução de indícios contextuais e uso do dicionário. 3. Compreensão de indícios interfrasais e extrafrasais a fim de distinguir os elementos da estrutura da sentença: sintagma nominal e sintagma verbal. Os conectivos e função comunicativa de frases e seqüência de frases. 4. Análise da estrutura do parágrafo: sentença tópico e sentenças auxiliares. 5. Identificação das relações entre as partes de um texto através da coesão lexical, enfatizando-se: repetição e sinonímia, hiponímia e colocação. 6. Identificação das relações entre as partes de um texto através da coesão gramatical, enfatizando-se referência (anáfora e catáfora), substituição, elipse, conectivos lógicos. 7. Identificação retórica (definição, descrição, exemplificação, hipótese, causa e efeito, conclusão) de textos acadêmicos. 8. Interpretação de textos mediante a experiência e conhecimento de mundo do leitor. 9. Identificação e expansão dos pontos principais de um texto em sumários na língua materna. 10. Transferência da forma de apresentação da informação (escrita – diagrama e vice-versa). 11. Reconhecimento dos propósitos do autor a fim de avaliar a veracidade das opiniões apresentadas. 12. Análise das conclusões ou implicações provenientes das informações existentes no texto. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BRIGGS, Sandra J. Grammar: strategies and practice. Advanced. ScottForesman. Illinois: 1994. DIXSON, Robert James. Elementary reader in english for the foreign born. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1964. PINTO, Abuendia Padilha. Inglês Instrumental. s/ed. Recife: 2004. COMPLEMENTAR: COLLINS. prático dicionario: inglês-português, português-inglês. São Paulo: Disal, New York: Harper Collins Publisher, 2006. MUNHOZ, R. Inglês Instrumental : estratégias de leitura. Módulo 1. Textonovo. 2000. OLIVEIRA, Sara Rejane de F. Estratégias de leitura para inglês instrumental. 2. ed. Brasilia: Ed. da UNB, 1996. MURPHY, Raymond.. Basic grammar in use reference and practice for students of english . New York: Cambridge University Press, 1993. INGLÊS instrumental: estratégias de leitura : módulo I. São Paulo: Textonovo, 2004 DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO LETRAS _______________________________________________ _______________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 161 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Código Nome Carga Horária Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática LE716 Introdução a Libras 60 0 4 60 Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Reflexão sobre os aspectos históricos da inclusão das pessoas surdas na sociedade em geral e na escola;a LIBRAS como língua de comunicação social em contexto de comunicação entre pessoas surdas e como segunda língua. Estrutura lingüística e gramatical da LIBRAS. Especificidades da escrita do aluno surdo, na produção de texto em Língua Portuguesa. O intérprete e a interpretação como fator de inclusão e acesso educacional para os alunos surdos ou com baixa audição. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Aspectos gerais da LIBRAS A estrutura linguística da LIBRAS Léxico de categorias semânticas Sistema de transcrição para a LIBRAS V ocabulário e tempos verbais BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BRITO, L.F.(1995). Por uma Gramática de Língua de Sinais. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro. PIMENTA, N. e QUADROS, Ronice M. de Curso de LIBRAS. Nivel Básico I.2006.LSB Vídeo. www.lsbvideo.com.br. QUADROS, R.M. (1997). Aspectos da sintaxe e da aquisição da Língua Brasileira de Sinais. Letras de Hoje, 32(4): 125-146. ______. Situando as diferenças lingüísticas implicadas na educação. Em ponto de vista. Estudos Surdos.NUP/UFSC.2003; SOUZA, R. Educação de surdos e Língua de Sinais. Vol.7, Nº 2 (2006). http://143.106.58.55/revista/viewissue.php. COMPLEMENTAR: CAPOVILLA, F.C. et alii.(1997). A Lingua Brasileira de Sinais e sua iconicidade: análises experimentais computadorizadas de caso único. Ciência Cognitiva, I (2): 781-92; ____________ et alii.(1998).Manual Ilustrado de Sinais e Sistemas de Comunicação em Rede pra surdos. São Paulo: Ed. Instituto de Psicologia, USP; ______ et alii.(2000).Dicionário Trilingue. Lingua de Sinais Brasleira, Portugues, Ingles. São Paulo, Edusp. GOLDFELD, M. A Criança Surda: Linguagem e cognição numa perspectiva sóciointeracionista. São Paulo: Plexus, 1997. MAIA, M.E. No Reino da Fala: A Linguagem e seus Sons. 3.ª ed. São Paulo: Ática, Série Fundamentos, 1991. MOURA, M. C. O Surdo: Caminhos para uma nova identidade. Rio de Janeiro: Revinter, 2000. na internet: http://www.ges.ced.ufsc.br/publicacoes.htm DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO LETRAS ____________________________________________ _________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 162 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Código Nome Carga Horária Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática OC462 Introdução à Modelagem Numérica em Sistemas 30 30 3 60 Geofísicos Pré-requisitos OC461 (Modelagem Numérica Aplicada à Oceanografia) Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA O curso visa oferecer uma bagagem teórica e prática sobre as técnicas de modelagem numérica e matemática. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Introdução e aspectos gerais da modelagem numérica e matemática. Erros e Aproximações. Conceitos básicos de estabilidade, consistência e convergência. Esquemas de diferenças finitas. Sistemas de grades alternadas e alinhamento de grades. Condições de contorno computacionais Instabilidade não linear. Métodos de iniciação de modelos numéricos hidrodinâmicos bi e tridimensionais, lineares e não lineares. Separação dos modos de oscilação internos e externos. Tipos de solução na vertical. O método dos volumes finitos. Assimilação de dados em modelos numéricos. Pacotes computacionais disponíveis para uso científico e para aplicação em engenharia. BIBLIOGRAFIA FORTUNA, A. de O.. Técnicas computacionais para a dinâmica dos fluídos: conceitos básicos e aplicações. São Paulo: EDUSP, 2000. 426 p. (Acadêmica) ISBN 8531405262 (broch.). NACHBIN, A. & E. TABAK. Equações Diferenciais em Modelagem Matemática Computacional. Rio de Janeiro: IMPA, 1997.. 100 p. ISBN 85-244-0127-3: (broch.) ARAUJO, M. 2004. Modelagem Matemática de Sistemas Aquáticos In: Oceanografia, um Cenário Tropical. 1ª. ed. Recife. Edições Bagaço, v.1, p. 185-208. COMPLEMENTAR: BROCKMAN, Jay B. Introdução à Engenharia: modelagem e solução de problemas. Rio de Janeiro: LTC, 2010. xvii, 294 p. ISBN 9788521617266 FOWLER, C.M.R.. The Solid Earth an Introduction to Global Geophysics . Cambridge: Cambridge Univ., c1990.. 472 p. ISBN 0521385903 TELFORD, W. M.. Applied geophysics. Cambridge; London: Cambridge University, c1976.. 860p.TOZZI, Clésio Luiz.; TOZZI, C.L. & L.P. MAGALHAES. Sistemas Gráficos Técnicas de Modelagem, Desenho: Escola Brasileiro-Argentina de Informatica ; (5. : 1990 : Nova; Friburgo, Rio de Janeiro).. PAC. Rio de Janeiro: R. Vieira, 1991.. 287p SOARES, L.F.G. Modelagem e Simulação Discreta de Sistemas. Rio de Janeiro: Ed. Campus, c1992. 250p. ISBN 85-7001-703-0 DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO OCEANOGRAFIA ______________________________________ ______________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 163 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática OC512 Logística Embarcada e Instrumentação 15 45 3 60 Oceanográfica Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Proporcionar experiência no planejamento logístico de saídas de campo e cruzeiros, experiência na utilização de equipamentos eletrônicos de navegação, utilização de radares, equipamentos de prospecção sonográfica, fisico-química e por vídeo submarino, equipamentos de coleta de material biológico e geológico, bem como proporcionar a oportunidade de obtenção de atestados de horas de embarque. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1) Características da embarcação; tripulação minima; fundamentos de segurança no mar; noções básicas sobre motorização, propulsão, leme e manutenção; ferramentas essenciais, sistemas de geração de energia DC e AC (alternadores, geradores, inversores e energia solar.) 2) Sistemas e alcance de comunicação maritima via rádio VHF e SSB; sistema automático de informação (AIS), protocolos de interface entre equipamentos eletrônicos marítimos (NMEA0186 e NMEA2000). 3) Equipamentos de Navegação Eletrônica; GPS, Sensores de Rumo, Plotters, Cartas Náuticas Digitais, Piloto Automático. 4) Equipamentos de mapeamento e levantamento submarinos; equipamentos sonográficos (ecossondas, sonares de varredura lateral); equipamentos remotos de video submarino ao vivo. 5) Utilização de Radares banda-X e banda-S para a navegação, monitoramento de tráfego costeiro e oceânico, condições de mar e previsão do tempo. 6) Equipamentos eletrônicos para a prospecção fisico-química; correntômetros, CTD, ADCP, minisensores. *(ver comentário abaixo). 7) Equipamentos para a coleta de material biológico e geológico; amostradores, dragas de arrasto e busca fundo, air-lifts, perfuradores hidráulicos. 8) Planejamento de expedições e checklist. Bibliografia básica Estudos Oceanográficos: do instrumental ao prático. D. Calazans, Org., Ed. Textos, 463 p An Introduction to Underwater Acoustics: Principles and Applications, X. Lurton Springer Praxis Ed., 726p. Handbook of Marine Syrveying. Thomas Ask, Sheridan House Ed. 244p. Bibliografia completemtar Marine Electronics Handbook, C. Jones, Waterline First Ed. 144p Radar and ARPA Manual: Radar and Target Tracking for Professional Mariners, Yachtsmen and Users of Marine Radar A. Norris, A.D. Wall, A. G. Bole e W.O. Dineley, Butterworth-Heinemann Ed. 544 p. Boatowner's Mechanical and Electrical Manual: How to Maintain, Repair, and Improve Your Boat's Essential Systems, Nigel Calder, McGraw-Hill, 592p.Marine Diesel Engines: Mantainance, Troubleshooting and Repair. Nigel Calder , McGraw-Hill Ed. 294 p. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO OCEANOGRAFIA ____________________________________ ______________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 164 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Código Nome Carga Horária Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática OC517 Maricultura 30 30 3 60 Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Fornecer conhecimento dos conceitos e técnicas aplicadas ao cultivo de organismos marinhos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Introdução; Qualidade de água em maricultura; Cultivo do fitoplancton; Cultivo de zooplâncton; Cultivo de macroalgas; Cultivo de moluscos; Carcinicultura: desova e larvicultura; engorda e aspectos ambientais Cultivos de peixes marinhos: desova, larvicultura e engorda Viabilidade Econômica dos cultivos Atividades práticas:Visitas técnicas a larviculturas de camarão marinho, peixes e moluscos. Visitas técnicas a fazendas de engorda de camarão marinho, peixes, macroalgas e moluscos BIBLIOGRAFIA BÁSICA: AVAULT JR., James W.. Fundamentals of aquaculture a step-by-step guide to commercial aquaculture. Baton Rouge: AVA Publishing Company, 1996.. 889p BRASIL. Ministério da Educação e Cultura. Aquicultura: cartilhas temáticas. Brasília: Ministério da Educação, 2007. 28 p. (Série cartilhas temáticas) MACHADO, Zeneudo Luna. Camarao Marinho, cultivo, captura, conservacao, comercializacao. Recife: SUDENE/PRN, 1988.. 249p. WAKAMATSU, Takeshi. A ostra de cananeia e seu cultivo. São Paulo: SUDELPA, Instituto Oceanografico, 1973.. 141 p. ISBN QUEIROZ, Claudia.; SILVEIRA JUNIOR, Nelson.; Universidade Federal de Santa Catarina. Departamento de Aquicultura. Cultivo de ostras. Florianópolis: UFSC, Dep. de Aquicultura, 1990.. 24, [1]p. COMPLEMENTAR: IGARASHI, Marco Antonio. Tecnologia japonesa na engorda de lagostas juvenis e no cultivo de camaroes. Fortaleza: Ed. da UFC, 1994.. 23p International Development Research Centre (Canada). Cultivo de moluscos en America Latina: memorias segunda reunion grupo de trabajo tecnico ANCUD (Isla Chiloe-Chile), noviembre 7-11, 1989 . Bogota Colombia : Guadalupe, 1990.. 405p XIMENES, Luciano J. Feijão (Coord). Ciência e tecnologia para aquicultura e pesca no Nordeste. Fortaleza, CE: Banco Nordeste do Brasil, 2011. 241 p. (Série BNB ciência e tecnologia ; 8) ISBN 9788577911448 BALDISSEROTTO, Bernardo. Fisiologia de peixes aplicada à piscicultura. 2. ed. rev. e ampl. Santa Maria, RS: Editora UFSM, 2009. 349 p. ISBN 9788573911176 PAVANELLI, Gilberto Cesar; EIRAS, Jorge da Costa; TAKEMOTO, Ricardo Massato. Doenças de peixes: profilaxia, diagnóstico e tratamento . 3. ed. Maringá, PR: Eduem, 2008. 311 p. ISBN 9788576281177 DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO OCEANOGRAFIA ______________________________________ ______________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 165 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Código Nome Carga Horária Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática OC467 Métodos Ecológicos Aplicados a Estudos de 30 30 3 60 Ecossistemas Aquáticos Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Introduzir os alunos aos Estudos de ecologia aplicada de peixes em habitats de ecossistemas estuarinos. Planejamento, elaboração e aplicação de um projeto de pesquisa desenvolvido durante o curso pelos alunos; desenvolvimento do senso critico para avaliar a viabilidade de um projeto de pesquisa a partir de uma hipótese proposta. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Introdução e revisão dos estudos sobre ecologia realizados em ecossistemas estuarinos tropicais; Métodos amostrais utilizados em estudos realizados em diferentes habitats de um ecossistema estuarino (Equipamentos de amostragem, embarcações); Elaboração de uma hipótese para ser testada durante o curso; Elaboração de um desenho amostral relacionado a hipótese proposta; definição de replica e unidade amostral; validação do desenho amostral em um estuário; avaliação do desenho amostral em relação a viabilidade logística, financeira e humana (condição física dos alunos e professor); Reformulação da hipótese e adequação do desenho amostral a realidade; execução do programa de coleta; triagem e identificação dos exemplares. Tabulação dos dados e realização das análises estatísticas para testar a hipótese proposta. Interpretação dos resultados; elaboração de um manuscrito a ser submetido a uma revista científica. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: GOTELLI, N.J. & ELLISON, A. M. (2004) A primer of ecological statistics.Sinauer Associates, Inc., Sunderland, 510p. KREBS, C.J. (1999). Ecological methodology. Addison-Wesley Education Publishers, Menlo Park, California, 620p. BARLETTA, M.; CORREA, M. F. M.(1992). Guia para identificação de peixes da costa do Brasil. Curitiba: Editora da UFPR. COMPLEMENTAR: BARLETTA. M; BLABER, S.J.M., 2007. Comparison of fish assemblages and guilds in tropical habitats of the Embley (Indo-West Pacific) and Caeté (Western Atlantic) estuaries. Bulletin of Marine Sciences, v. 80(3), p. 647-680. KRUMME, U.et al., 2005. Contribution to the feeding ecology of the predatory wingfin anchovy Pterengraulis atherinoides (L.) in north Brazilian mangrove creeks. Journal of Applied Ichthyology, v. 21, p. 469-477. BARLETTA, M. et al., 2005. The role of salinity in structuring the fish assemblages in a tropical estuary. Journal Fish Biology, v. 66, p. 45-72. BARLETTA, M., et al., 2003. Seasonal densities, biomass and diversity of estuarine fishes in tidal mangrove creeks of the lower Caeté Estuary (North Brazilian Coast -East Amazon). Marine Ecology Progress Series, v. 256, p. 217-228. SCHORIES, D. et al., 2003. The keystone role of leaf-removing crabs in mangrove forest of North Brazil. Wetlands Ecology and Management, v. 11, p. 243-255. BARLETTA, M., et al. 2000. Spatial and temporal distribution of Myrophis punctatus (Ophicthidae) and associated fish fauna in a North Brazilian intertidal mangrove forest. Hydrobiologia, p. 65-74. BARLETTA, M., 1999. Seasonal changes of density, biomass and species composition of fishes in different habitats of the Caeté Estuary (North Brazilian coast -east Amazon). ZMT Contributions, v. 9, n. 1, p. 1-115. BARLETTA, M.et al. 1999. The use of an ichthyotoxic plant in artisanal coastal Cutuca (Myrophis punctatus, Luetken -Ophichthidae) Fisheries along the North Brazilian coast. Ecotropica, v. 5, p. 83-86. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO OCEANOGRAFIA ___________________________________________ _____________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 166 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Código Nome Carga Horária Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática OC461 Modelagem Numérica Aplicada à Oceanografia 30 30 3 60 Pré-requisitos OC431 (Oceanografia Física 2) Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA O curso visa oferecer uma bagagem teórica e prática sobre as aplicações de modelos numéricos uni e bidimensionais no estudo e simulação de sistemas correntes, marés e dos campos de temperatura, salinidade e densidade do mar. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Apresentação do Curso. Introdução a Modelagem Numérica. 2. Tipos de Equações Diferencias; 3. Métodos e Técnicas de Discretização de ED; 4. Método de Newton; 5. Séries de Taylor e Lagrange; 6. Discretização Explícita , Implícita e Semi-Implícita; 7. Consistência, Convergência e estabilidade; 8. Condições de Estabilidade, CFL; 9. Equações de Circulação Geral nos Oceanos e Mares; 10. Condições de Contorno e Iniciais; 11. Lei de Conservação da Energia; 12. Parametrização dos Processos Físicos de Sub-escala (Turbulência). Modelos Turbulentos; 13. Modelos gerais e Alternativos para Circulação dos Oceanos e Mares (MICOM, POM, ROMS, CROCO, HYCOM, GLORYS, NEMO e OGCM) 14. Assimilação de Dados; 15. Problema de Valor Inicial. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ARAUJO, M. 2004. Modelagem Matemática de Sistemas Aquáticos In: Oceanografia, um Cenário Tropical. 1ª. ed. Recife. Edições Bagaço, v.1, p. 185-208. FORTUNA, A. de O.. Técnicas computacionais para a dinâmica dos fluídos: conceitos básicos e aplicações. São Paulo: EDUSP, 2000. 426 p. (Acadêmica) ISBN 8531405262 (broch.). NACHBIN, A. & E. TABAK. Equações Diferenciais em Modelagem Matemática Computacional. Rio de Janeiro: IMPA, 1997.. 100 p. ISBN 85-244-0127-3: (broch.) COMPLEMENTAR: BROCKMAN, Jay B. Introdução à Engenharia: modelagem e solução de problemas. Rio de Janeiro: LTC, 2010. xvii, 294 p. ISBN 9788521617266 MCLELLAN, H.J. Elements of Physical Oceanography.Oxford: Pergamon Press, 1965.. 150p. SOARES, L.F.G. Modelagem e Simulação Discreta de Sistemas. Rio de Janeiro: Ed. Campus, c1992. 250p. ISBN 85-7001-703-0. SVERDRUP, K.A.; A. DUXBURY & A.C. DUXBURY. Fundamentals of Oceanography. 5thed. Boston: McGraw-Hill Higher Education, 342p. 2006. TOZZI, C.L. & L.P. MAGALHAES. Sistemas Gráficos Técnicas de Modelagem, Desenho: Escola Brasileiro-Argentina de Informatica ; (5. : 1990 : Nova; Friburgo, Rio de Janeiro).. PAC. Rio de Janeiro: R. Vieira, 1991.. 287p. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO OCEANOGRAFIA ______________________________________ ______________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 167 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Código Nome Carga Horária Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática OC454 Monitoramento de Ambientes Aquáticos 30 30 3 60 Pré-requisitos OC423 (Oceanografia Química 2) Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Capacitar o aluno para proceder o monitoramento dos ambientes aquáticos, através de diversos parâmetros físico-químicos de análise, como também a análise de traços em tecido biológico e em sedimentos presentes no referido ambiente CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Introdução Conceitos gerais sobre monitoramento de ambientes aquáticos. Noções estatísticas sobre amostragem em estudos ambinetais. Água Principais parâmetros físico-químicos a serem monitorados em projetos ambientais, pH, temperatura, oxigênio dissolvido, demanda bioquímica de oxigênio, demanda química de oxigênio, salinidade, alcalinidade, acidez e dureza da água, cor, fósforo, nitrogênio, metais e substâncias orgânicas (hidrocarbonetos e orgânicos persistentes). Monitores Biológicos Colimetria: métodos de interpretação de resultados. Análise de traços em tecido biológico (metais, organoclorados, organofosforados, carbamatos, PCBs e hidrocarbonetos de petróleo). Sedimentos Análise de traços em sedimentos (metais, organoclorados, organofosforados, carbamatos, PCBs e hidrocarbonetos de petróleo). BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Laws, E.A. 2000. Aquatic Pollution: An Introductory Text. 3rd edition, John Wiley & Sons, 672p. Ramos e Silva, C.A. 2004. Análises Físico-Químicas de Sistemas Marginais Marinhos. Interciência, 118p. Schmitt, R.J.; Osenberg, C.W. 1996. Detecting Ecological Impacts: Concepts and Applications in Coastal Habitats. Academic Press, 401p. COMPLEMENTAR: Esteves, F.A. 2011. Fundamentos de Limnologia. 3ª edição, Interciência, 826p. Clesceri, L.S.; Grenberg, A.E.; Eaton, A.D. 1998. Standard Methods for the Examination of Water and Wastewater. 20ª edição, American Public Health Association, 1200p. Thurman, H.V. 2000. Introductory Oceanography. 9th edition, Prentice Hall Press, 544p. Salanki, J.; Jeffrey, D.; Hughes, G.M. 1994. Biological Monitoring of the Environment: A Manual of Methods. Oxford University Press, 168p. Baptista Neto, J.A.; Wallner-Kersanach, M.; Patchineelam, S.M. 2008. Poluição Marinha. Interciência, 412p. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO OCEANOGRAFIA ______________________________________ ______________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 168 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Global Período Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática OC507 Obras de Engenharia Aplicadas a 30 30 3 60 Processos Costeiros Erosivos Requisitos Pré-requisitos Co-Requisitos C.H. EMENTA Estudo de Obras costeiras aplicadas a regeneração de ambientes degradados por erosão marinha, exemplo: Regeneração das praias municipais do Jaboatão dos Guararapes. Métodos de Gerenciamento. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Introdução Projetos de Engenharia para a regeneração de ecossistemas costeiros: praia, estuários, canais estuarinos, lagunas, mangues. Forçantes hidrodinâmicos induzidos pelas ondas: correntes residuais, tensões de radiação, corrente litorânea, “wave set down” e “wave set up”. Resposta perpendicular à costa: perfil de equilíbrio, forças atuantes, método de cálculo, aplicações: regra de Bruun. Resposta paralela à costa: fórmulas de transporte, rosas de deriva litorânea. Praias encaixadas: definição do arco de praia. Praias lineares: aplicação do modelo de arco de praia Modelos de evolução da linha de costa. Erosão de praias e análise de escalas de tempo. Erosão costeira sob a ótica da engenharia, conceito de estabilidade de linha de costa e de regeneração de praias. Tipos de obras para proteção costeira e regeneração de praias. Modelação hidrodinâmica e estabilidade hidráulico-sedimentológica de desembocaduras – Programa de Modelagem Delft UT . Considerações sobre projetos de estabilização de desembocaduras. Dragagem; Dragagem de instalação; Dragagem de Manutenção; Dragagem ambiental; Planejamento de dragagem; Tipos de dragas e equipamentos; Operações de dragagem; Escolha das dragas; Cálculo da produção; Medição dos volumes dragados; Derrocamento; Métodos de derrocamento; Retificação de canais; Gestão ambiental de resíduos. Excursão de Campo (Praias municipais – Itamaracá até Jaboatão, Foz de rios, Canais Holocênicos, , Lagoa Olho D’água, Lagoa do Araçá,) BIBLIOGRAFIA BÁSICA: DEAN, Robert G.: DALRYMPLE, Robert A. Coastal processes: with engineering applications. Cambridge, UK: Cambridge University Press, 2004. xi, 475p. OPEN UNIVERSITY. Waves, tides and shallow-water processes. 2nd ed. Oxfor d: Butterworth-Heinemann, 1999. 227 p. THURMAN, Harold V. Introductory oceanography. New Jersey: Prentice Hall Press, 2000. 544 p. COMPLEMENTAR: AHRENS, J.P. e COX, J. Design and Performance of Reef Breakwaters. Journal of Coastal Research, Vol. 6 (1), 61-75. 1990. GUILCHER, Andre. Coastal and submarine morphology. London, UK: Methuen, 1958..274p. OTTMANN, Francois C. Introduccion a la geologia marina y litoral. Buenos Aires: Eudeba, 1967.. 287p. PILARCZYK, Krystian W., ed.. Coastal protection. Rotterdam: Balkema, 1990.. 500 p. SILVESTER, Richard; HSU, John R. C. Coastal stabilization. Singapore: World Scientific, 1997. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO OCEANOGRAFIA _________________________________________________ ______________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 169 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Global Período Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática OC511 Oceanografia Física Estuarina e Costeira 30 30 3 60 -. Requisitos Pré-requisitos OC504 (Oceanografia Física Descritiva) Co-Requisitos C.H. EMENTA O curso enfoca a origem, evolução e características dos principais sistemas estuarinos e costeiros, bem como sobre os processos físicos que neles atuam. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Apresentação do curso; 2. Estuários e Zona Costeira. Definição, compartimentação e importância; 3. Variação do nível médio do mar e evolução da zona costeira; 4. Origem e evolução dos estuários e lagoas costeiras; 5. Tipos e classificação dos estuários e lagoas costeiras; 6. Equação de Estado e densidade; 7. Fluxo e transporte de propriedades; 8. Processos de circulação e mistura em estuários e áreas costeiras; 9. Ondas de superfície, conceito, formação e propagação; 10. Ação das ondas sobre a costa e estuários; 11. Impactos de obras e intervenções sobre a costa e estuários; 12. O fenômeno das marés; 13. Dinâmica das marés na costa e nas lagoas e estuários; 14. Métodos de medição das correntes costeiras e marés; 15. Métodos e caracterização do clima de ondas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: MIRANDA, L.B de; B.M. de CASTRO & B. KJERFVE. 2002. Princípios de oceanografia física de estuários. Editora Universidade de São Paulo, São Paulo, 427 pp. ISBN 85-314-0675-7. PRANDLE, D. Dynamics and exchanges in estuaries and the coastal zone. Washington: American Geophysical Union, 1992.. 647 p. ISBN 0875902545 : (enc.) PRANDLE, D. Estuaries: dynamics, mixing, sedimentation, and morphology. Cambridge: Cambridge University Press, 2009. ix, 236 p. ISBN 9780521888868 (broch.). COMPLEMENTAR: CSANADY, G. T., 1982, Circulation in the Coastal Ocean. D. Reidel Publishing Co. DYER, K. R. 1997 Estuaries: A Physical Introduction. John Wiley & Sons, Inc, 2nd Edition KAMPHUIS, J.W. 2002. Introduction to coastal engineering and management. Advance series in ocean engineering. World Scientific. 437 pp. MIRANDA, L.B. 1984. Cinemática e dinâmica de Estuários. São Paulo, B.S.P., 360p [Sao Paulo]: [s.n.], 1984.. 360p. THURMAN & TRUJILLO. Essentials of Oceanography. Prentice Hall. 1999 DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO OCEANOGRAFIA ___________________________________________________ ______________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 170 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática OC495 Oceanografia por Satélite 30 0 2 30 Requisitos Pré-requisitos Co-Requisitos C.H. EMENTA O curso objetiva oferecer uma bagagem teórica e prática dos fundamentos da aquisição de dados por satélite, dos sensores utilizados para obtenção de dados oceanográficos e suas aplicações, bem como sobre noções do processamento e interpretação dos dados e imagens. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Apresentação do Curso. Introdução e Conceitos Básicos; 2. Fundamentos da Oceanografia por Satélite; 3. Origem e Evolução dos Satélites e Sistemas de Aquisição de Informações; 4. Descrição dos principais satélites e sensores utilizados em estudos oceanográficos 5. Fundamentação física: as equações de Maxwell, radiação do corpo negro, transferência radiativa; 6. Propriedade de refletir, transmitir e absorver a radiação eletromagnética; 7. Sensores ativos e passivos; 8. Aplicações em oceanografia utilizando sensores da radiação visível, infravermelha e microondas; 9. Obtenção, manipulação de tratamento de imagens disponíveis gratuitamente; 10. Princípios de processamento de imagens; 11. Utilização de Produtos derivados de Satélite para Estudos Costeiros e Oceânicos; 12. Utilização de Produtos derivados de Satélite para Estudos Climáticos; 13. Utilização de Produtos derivados de Satélite para Estudos de Manguezais e de Interação com a Biota; 14. Interpretação de imagens/dados orbitais com aplicação oceanográfica 15. Uso dos módulos operacionais implementados no software Bilko disponibilizado pela UNESCO . BIBLIOGRAFIA BÁSICA: FLORENZANO, T.G.. Iniciação em sensoriamento remoto. 2. ed. São Paulo: Oficina de Textos, 2007. 101 p. ISBN 8586238710 (broch.). SOUZA, R.B. de. Oceanografia por satélites. 2.ed. São Paulo: Oficina de Textos, 2008. 336p. ISBN 9788586238741(broch.). ESA Europe Space Agency. Técnicas de processamento de imagens. II Jornada Latino-americana de sensoriamento remoto por radar. Noordwijk, The Netherlands: Europe Space Agency, 1998. 197p. ISBN 92-9092-736-4 : (broch.) COMPLEMENTAR: Advances in Photogrammetry, Remote Sensing and Spatial Information Sciences: LI, Z.; CHEN, J. & E. BALTSAVIAS (Eds.) 2008 ISPRS Congress book. Boca Raton, FL: CRC Press/Taylor & Francis. 527p. 2008. ISBN : 9780415478052 (enc.) CANDEIAS, A.L.B. & BANON, G.J.F. Aplicação da morfologia matemática a análise de imagens de sensoriamento remoto. São Jose dos Campos, 1997.. 188 folhas JENSEN, John R. Introductory digital image processing: a remote sensing perspective . 3rd. ed. Upper Saddle River, New Jersey: Prentice Hall Press, c2005. xvi, 526 p. (Prentice Hall series in geographic information science.) ISBN 0131453610 (enc.). LILLESAND, T.M.; KIEFER, R.W. & CHIPMAN, J.W.. Remote sensing and image interpretation. 5rd. ed. -. New York: John Wiley, 2004. 750 p. ISBN 0471152277 (enc.). LUEDER, D.R. Aerial photographic interpretation: principles and applications . New York: McGraw-Hill, 1959.. 462p. MOREIRA FILHO, J.C.C.. Análise espectro-temporal de índices físicos e classificadores de imagens de sensoriamento remoto. Recife, 2012. 88 folhas Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Pernambuco. CTG. Programa de Pós-Graduação em Ciências Geodésicas e Tecnologias da Geoinformação, 2012. SMITH, H. T. U.. Aerial photographs and their applications. New York: Appleten-Century-Crefts. 1943. 372p. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO OCEANOGRAFIA _______________________________________________ ____________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 171 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática OC518 Poluição por Óleo no Mar 30 30 3 60 Pré-requisitos OC505 (Química Analítica para Oceanografia) Co-Requisitos OC479 (Oceanografia Química 1) Requisitos C.H. EMENTA Familiarizar o aluno com a origem do petróleo, processos, exploração/transporte, e combate à poluição por óleo no mar. Formar uma base conceitual sólida para participação em pesquisa e prestação de serviços. Demonstrar as técnicas mais comuns de prevenção e combate à poluição por óleo no mar e expor estudos de caso em ambientes costeiros e marinhos. EMENTA Familiarizar o aluno com a origem do petróleo, fontes, processos, exploração/transporte e combate à poluição por óleo no mar. Formar uma base conceitual sólida para participação em pesquisa e prestação de serviços. Demonstrar as técnicas mais comuns de prevenção e combate à poluição por óleo no mar e expor estudos de caso em ambientes costeiros e marinhos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Origem do petróleo. Histórico e as formas do uso do petróleo pela sociedade. O petróleo na matriz energética brasileira e mundial. Dependência econômica do óleo. Tendências recentes de prospecção, exploração e consumo. Formas de prevenção da poluição por óleo no mar. Definição de poluição por óleo no mar e conceitos básicos relacionados as suas causas e efeitos. Fontes de poluição por óleo para o mar e ambientes costeiros. Processos de transformação do óleo no ambiente marinho (curto, médio e longo prazos). Toxicologia do óleo e seus derivados para a biota marinha. Combate à poluição por óleo no mar. Estudos de caso. Aulas práticas: Visita ao CEMPOL de Suape. Avaliação: Provas teóricas. Seminário sobre trabalho científico recomendado. Relatório de aula prática. Presença e participação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Pedrozo, M.F.M. 2002. Ecotoxicologia e Avaliação de Risco do Petróleo. CRA, 229p. Fingas, M. 2012. The Basics of Oil Spill Cleanup. 3rd edition, CRC Press, 286p. Antunes, P.B. 2003. A Proteção Ambiental nas Atividades de Exploração e Produção de Petróleo: Aspectos Jurídicos. Lumen Juris, 266p. COMPLEMENTAR: Corrêa, O.L.S. 2003. Petróleo: Noções sobre Exploração, Perfuração, Produção e Microbiologia. Interciência, 102p. Saraceni, P.P. 2012. Transporte Marítimo de Petróleo e Derivados. 2ª edição, Interciência, 154p. Laws, E.A. 2000. Aquatic Pollution: An Introductory Text. 3rd edition, John Wiley & Sons, 672p. Baptista Neto, J.A.; Wallner-Kersanach, M.; Patchineelam, S.M. 2008. Poluição Marinha. Interciência, 412p. Clark, R. 2001. Marine Pollution. 5th edition, Oxford University Press, 248p. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO OCEANOGRAFIA ___________________________________________ _____________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 172 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Código Nome Carga Horária Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática OC464 Portos e Marinas 15 30 2 45 Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Atividades básicas de portos, terminais marítimos e marinas. O papel econômico, social e os impactos ambientais relacionados a instalações e manutenção dessas estruturas. As diversas escalas e tipos de operação de portos, terminais e marinas. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Introdução Atividades de portos. Terminais. Aspectos econômicos dos portos. Aspectos técnicos dos portos. Operações portuárias. Estudos de caso. Aulas práticas: Visita ao Porto de Suape. Avaliação: Provas teóricas. Seminário sobre trabalho científico recomendado. Relatório de aula prática. Presença e participação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: COUTO, Jorge.; VIANA, Francisco; COELHO FILHO, Luiz Walter ASSOCIAÇÃO DE USUÁRIOS DOS PORTOS DA BAHIA. Abertura dos Portos: 200 anos . Salvador: Associação de Usuários dos Portos da Bahia, 2008. 146 p. SEMINÁRIO PORTOS E VIAS NAVEGÁVEIS : UM OLHAR SOBRE A INFRAESTRUTURA 2009 dez. 15, Brasília, DF). Anais ... [Brasília]: ANTAQ, 2009. 85, [1] p. ALFREDINI, Paolo. Obras e gestão de portos e costas: a técnica aliada ao enfoque logístico e ambiental . São Paulo, SP: Edgard Blucher, 2005. xxvi, 688 p. ISBN 852120356x. COMPLEMENTAR: MASON, Jayme, 1933-. Obras portuarias. Rio de Janeiro: Campus ; Brasilia : Portobras, 1981.. 282p. ISBN 85-7001-069-9. BRASIL. O Porto verde: modelo ambiental portuário. Brasília, DF: ANTAQ, 2009?. 109p. PEREIRA NETO, Manoel Tomaz, 1946-. Legislacao portuaria compilada lei n. 8.630. 3. ed. - 225 p. ISBN 8590041344. A POLITICA maritima e a comunidade litoranea: o impacto do direit maritimo . São Paulo: Cultrix, 1980.. 265p. SILVA, Paulo de Castro Moreira da, colab. Estudos do mar brasileiro. Rio de Janeiro: Renes, 1972.. 209 p. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO OCEANOGRAFIA ______________________________________ ______________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 173 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática OC471 Recursos Marinhos Não Renováveis 30 0 2 30 Pré-requisitos OC424 (Oceanografia Geológica) Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Histórico da exploração mineral do meio marinho e noções da potencialidade mineral dos compartimentos fisiográficos marinhos rasos e profundos.. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Histórico da exploração mineral do meio marinho. Potencialidade mineral dos compartimentos fisiográficos marinhos. Minerais da água do mar. Depósitos em praia. Depósitos minerais da margem continental. Depósitos minerais das bacias e cordilheiras oceânicas. Métodos e técnicas de exploração mineral do meio marinho. Nódulos polimineráticos. Petróleo. Acordo internacional de exploração mineral dos fundos oceânicos. Potencialidade da margem continental jurídica brasileira. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: AMARAL, Carlos Alfredo Becker.; Projeto REMAC. Recursos minerais da margem continental brasileira e das areas oceanicas adjacentes. Rio de Janeiro: PETROBRAS, CENPES, DINTEP, 1979. 112p. BEGUERY, Michel. A exploração dos oceanos: a economia do futuro . São Paulo: Difel, 1979. 137 p. MERO, John L. The mineral resources of the sea. Amsterdam, NE: Elsevier, 1965. 311p. SKINNER, Brian J.; TUREKIAN, Karl K.; SUGUIO, Kenitiro. O homem e o oceano. São Paulo: Edgar Blucher, 1996. 155 p. SHEPARD, Francis P. Submarine geology. 2nd. ed. -. New York: Harper & Row, 1963. 557p. COMPLEMENTAR: ANNELS, Alwyn E. Mineral deposit evaluation : a practical approach . London, UK: Chapman & Hall, 1991.. 436 p. JONES, R. W. Biostratigraphy in production and development geology. London: The Geological Society, 1999.. 318p. UERJ; PETROBRÁS. Bacias sedimentares brasileiras. 1998. CORRÊA, Oton Luiz Silva. Petróleo: noções sobre exploração, perfuração, produção e microbiologia. Rio de Janeiro: Interciência, 2003. xv, 90 p. JENSEN, Mead L.; BATEMAN, Alan M. Economic mineral deposits. 3rd. rev. ed. -. New York Chichester : J. Wiley, 1981.. viii, 593p. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO OCEANOGRAFIA ______________________________________ ______________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 174 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática IN816 Relações Raciais 60 0 4 60 Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Analisar as condições sócio-históricas bem como as formações discursivas que têm posicionado a população negra em condições de subalternidade em relação à branca no contexto internacional e brasileiro. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Parte 1: A institucionalização do saber racista no Brasil • O racismo científico à brasileira; As faculdades de Direito; As Faculdades de Medicina; Parte 2: A constituição do ser negro • Fanon e a colonização epistemológica: o dualismo branco/negro; Freyre e a ode à miscigenação racial; Parte 3: Raça e estratificação social • Florestan e a crítica ao mito da democracia racial; Hasembalg e a intersecção entre raça e classe social. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: FERNANDES, Florestan (2008). A integração do negro na sociedade de classes, vol. 1. São Paulo: Editora Globo. FANON, Frantz (2008). Pele negra máscaras brancas. Salvador: UDUFBA. HASENBALG, Carlos (2005). Discriminação e desigualdades raciais no Brasil. Belo Horizonte: Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro. SCWARCZ, Lilia Moritz (1993). O Espetáculo das raças: cientistas, instituições e questão racial no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras. COMPLEMENTAR: GOMES, Nilma Lino (2006). Sem perder a raiz: corpo e cabelo como símbolos da identidade negra. Belo Horizonte: Autêntica. GUIMARÃES, Antonio Sérgio Alfredo (2005). Racismo e Anti-Racismo no Brasil. Editora 34: São Paulo. MOUTINHO, Laura (2004). Razão, cor e desejo.São Paulo: Unesp. MUNANGA, Kabengele (2004). Rediscutindo a mestiçagem no Brasil: identidade nacional versus identidade negra. Belo Horizonte: Autêntica. SANTOS, Gislene Aparecida dos (2005). A invenção do ser negro:um percurso das idéias que naturalizaram a inferioridade dos negros. São Paulo: Educ/Fapesp; Rio de Janeiro: Pallas. SANTOS, Givanilda; SILVA, Maria Palmira. Racismo no Brasil: Percepções da discriminação e do preconceito racial no século XXI. São Paulo: Editora Fundação Perseu Abramo. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO CIÊNCIAS SOCIAIS ____________________________________ ______________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 175 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Global Período Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Técnicas de Amostragem e Instrumentação em OC460 30 30 3 60 -. Oceanografia Física Pré-requisitos OC504 (Oceanografia Física Descritiva) Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA O curso visa oferecer uma bagagem teórica e prática sobre o planejamento e técnicas de amostragem e medição empregadas em estudos físico-oceanográficos CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Aulas expositivas: 1. Apresentação do curso; 2. A importância da Instrumentação em oceanografia; 3. Plataformas flutuantes usadas para instrumentação em oceanografia 4. Instrumento de medição ou de coleta; 5. Amostragem; representatividade das amostras; 6. Resolução e erro. 7. Planejamento de campanhas oceanográficas 8. Métodos e equipamentos empregados na determinação das principais variáveis oceanográficas. 9. Métodos e instrumentos utilizados na determinação das ondas e marés. 10. Métodos diretos e indiretos para determinação das correntes oceânicas; 11. Técnicas de análise de massas d'água oceânicas; 12. Emprego de técnicas de sensoriamento remoto na aquisição de dados oceanográficos; 13. Banco de dados oceanográficos 14. Gerenciamento e controle na qualidade dos dados 15. Uso de programas computacionais Aulas práticas: Exercícios práticos em laboratório e sala de aula Trabalhos experimentais em mar. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BARNES, H. 1959. Apparatus and Methods of Oceanography. London: G. Allen & Unwing, 341p. EMERY, W.J. & R.E. THOMSON. 1998. Data Analysis Methods in Physical Oceanography. Pergamon Press.634 pp. ISBN 0 08 0314341. FOMIN, L. M. (Luch Mikhailovich). The Dynamic Method in Oceanography. Amsterdam: Elsevier, 1964.. 212p. COMPLEMENTAR: GARRISON, T. 2010. Fundamentos de Oceanografia. São Paulo: Cengage Learning, 426 p. ISBN 9788522106776 (broch.). KENNISH, M.J. Practical Handbook of Marine Science. CRC Press. Florida, 710 pp. ISBN 0-8493-3700-3. LAWS, E. 1997. Mathematical Methods for Oceanographers: an introduction. John Wiley & Sons, New York, 343 pp. MALEK-MADANI, R. 2012. Physical Oceanography a mathematical introduction with MATLAB. CRC Press, 440 p. ISBN 978-1-58488-830-7. PICKARD, G.L. & W.J. EMERY Descriptive Physical Oceanography – an introduction. Pergamon Press. SVERDRUP, K.A; A. DUXBURY & A.C. DUXBURY. 2006. Fundamentals of Oceanography. 5th ed. Boston: McGraw-Hill Higher Education, 342 pp. OMMANNEY, F. D. (Francis Downes), 1903-. The Ocean. London: Oxford University Press, 1949. 238p. DIETRICH, Gunter.; KALLE, Kurt.. General Oceanography an introduction. New York: Interscience, c1963. 588p. SILVA, P. de C.M. da. Estudos do Mar Brasileiro. Rio de Janeiro: Renes, 1972. 209 p. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO OCEANOGRAFIA ___________________________________________________ ______________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 176 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Código Nome Carga Horária Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática OC489 Tópicos Especiais para Oceanografia 1 15 0 1 15 Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Temáticas discutidas e vivenciadas durante programas de intercâmbio acadêmico e cursos extras oferecidos por professores do departamento e por professores convidados. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Disciplinas que tenham sido cursadas em outras IES dentro de cursos da área de Ciências do Mar, conforme reconhecidos pelo PGG-Mar. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BÁSICA: Calazans, D. 2011. Estudos Oceanográficos: Do Instrumental ao Prático. Editora Textos, Pelotas, 464p. Eskinazi-Leça, E.; Neumann-Leitão, S.; Costa, M.F. 2004. Oceanografia: Um Cenário Tropical. Bagaço, 761p. Garrison, T. 2010. Fundamentos de Oceanografia. 4ª edição, Cengage Learning, 426p. COMPLEMENTAR: Pires-Vanin, A.M.S. 2008. Oceanografia de um Ecossistema Subtropical: Plataforma de São Sebastião, SP. Edusp, 462p. Darwin, C. 2004. A Origem das Espécies. Martin Claret, 569p. Thurman, H.V. 2000. Introductory Oceanography. 9th edition, Prentice Hall Press, 544p. Summerhayes, C.P.; Thorpe, S.A. 1996. Oceanography: An Illustrated Guide. John Wiley & Sons, 352p. Sverdrup, K.A.; Duxbury, A.; Duxbury, A.C. 2006. Fundamentals of Oceanography. 5th edition, McGraw-Hill, 342p. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO OCEANOGRAFIA ______________________________________ ______________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 177 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Código Nome Carga Horária Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática OC490 Tópicos especiais para Oceanografia 2 30 0 2 30 Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Temáticas discutidas e vivenciadas durante programas de intercâmbio acadêmico e cursos extras oferecidos por professores do departamento e por professores convidados. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Disciplinas que tenham sido cursadas em outras IES dentro de cursos da área de Ciências do Mar, conforme reconhecidos pelo PGG-Mar. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BÁSICA: Calazans, D. 2011. Estudos Oceanográficos: Do Instrumental ao Prático. Editora Textos, Pelotas, 464p. Eskinazi-Leça, E.; Neumann-Leitão, S.; Costa, M.F. 2004. Oceanografia: Um Cenário Tropical. Bagaço, 761p. Garrison, T. 2010. Fundamentos de Oceanografia. 4ª edição, Cengage Learning, 426p. COMPLEMENTAR: Pires-Vanin, A.M.S. 2008. Oceanografia de um Ecossistema Subtropical: Plataforma de São Sebastião, SP. Edusp, 462p. Darwin, C. 2004. A Origem das Espécies. Martin Claret, 569p. Thurman, H.V. 2000. Introductory Oceanography. 9th edition, Prentice Hall Press, 544p. Summerhayes, C.P.; Thorpe, S.A. 1996. Oceanography: An Illustrated Guide. John Wiley & Sons, 352p. Sverdrup, K.A.; Duxbury, A.; Duxbury, A.C. 2006. Fundamentals of Oceanography. 5th edition, McGraw-Hill, 342p. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO OCEANOGRAFIA ______________________________________ ______________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 178 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Código Nome Carga Horária Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática OC491 Tópicos especiais para Oceanografia 3 45 0 3 45 Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Temáticas discutidas e vivenciadas durante programas de intercâmbio acadêmico e cursos extras oferecidos por professores do departamento e por professores convidados. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Disciplinas que tenham sido cursadas em outras IES dentro de cursos da área de Ciências do Mar, conforme reconhecidos pelo PGG-Mar. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BÁSICA: Calazans, D. 2011. Estudos Oceanográficos: Do Instrumental ao Prático. Editora Textos, Pelotas, 464p. Eskinazi-Leça, E.; Neumann-Leitão, S.; Costa, M.F. 2004. Oceanografia: Um Cenário Tropical. Bagaço, 761p. Garrison, T. 2010. Fundamentos de Oceanografia. 4ª edição, Cengage Learning, 426p. COMPLEMENTAR: Pires-Vanin, A.M.S. 2008. Oceanografia de um Ecossistema Subtropical: Plataforma de São Sebastião, SP. Edusp, 462p. Darwin, C. 2004. A Origem das Espécies. Martin Claret, 569p. Thurman, H.V. 2000. Introductory Oceanography. 9th edition, Prentice Hall Press, 544p. Summerhayes, C.P.; Thorpe, S.A. 1996. Oceanography: An Illustrated Guide. John Wiley & Sons, 352p. Sverdrup, K.A.; Duxbury, A.; Duxbury, A.C. 2006. Fundamentals of Oceanography. 5th edition, McGraw-Hill, 342p. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO OCEANOGRAFIA ______________________________________ ______________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 179 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Código Nome Carga Horária Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática OC492 Tópicos Especiais para Oceanografia 4 60 0 4 60 Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Temáticas discutidas e vivenciadas durante programas de intercâmbio acadêmico e cursos extras oferecidos por professores do departamento e por professores convidados. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Disciplinas que tenham sido cursadas em outras IES dentro de cursos da área de Ciências do Mar, conforme reconhecidos pelo PGG-Mar. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BÁSICA: Calazans, D. 2011. Estudos Oceanográficos: Do Instrumental ao Prático. Editora Textos, Pelotas, 464p. Eskinazi-Leça, E.; Neumann-Leitão, S.; Costa, M.F. 2004. Oceanografia: Um Cenário Tropical. Bagaço, 761p. Garrison, T. 2010. Fundamentos de Oceanografia. 4ª edição, Cengage Learning, 426p. COMPLEMENTAR: Pires-Vanin, A.M.S. 2008. Oceanografia de um Ecossistema Subtropical: Plataforma de São Sebastião, SP. Edusp, 462p. Darwin, C. 2004. A Origem das Espécies. Martin Claret, 569p. Thurman, H.V. 2000. Introductory Oceanography. 9th edition, Prentice Hall Press, 544p. Summerhayes, C.P.; Thorpe, S.A. 1996. Oceanography: An Illustrated Guide. John Wiley & Sons, 352p. Sverdrup, K.A.; Duxbury, A.; Duxbury, A.C. 2006. Fundamentals of Oceanography. 5th edition, McGraw-Hill, 342p. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO OCEANOGRAFIA ______________________________________ ______________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 180 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática OC519 Como se Tornar um Oceanógrafo de 30 0 2 30 Sucesso Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Identificação do problema. Toda decisão tem uma consequência. Os sete hábitos das pessoas altamente eficazes. Atitudes no labirinto da vida. Como ter uma mente inabalável. Princípios para o sucesso na vida e no trabalho. A regra dos cinco segundos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO A questão dos millennials (entrevista com Simon Sinek). Efeito borboleta (filme). Os sete hábitos das pessoas altamente eficazes (livro; paradigmas e princípios). Seja proativo (hábito 1). Comece com o objetivo em mente (hábito 2). Primeiro o mais importante (hábito 3). Pense ganha-ganha (hábito 4). Primeiro procure compreender, depois ser compreendido (hábito 5). Crie sinergia (hábito 6). Afine o instrumento (hábito 7). Quem mexeu no meu queijo (desenho animado). Como ter uma mente inabalável (palestra com Conrado Adolpho). Princípios para o sucesso (minissérie animada). Como parar de se ferrar: a regra dos cinco segundos (palestra na TEDx com Mel Robbins). Bases científicas para a regra dos cinco segundos (vídeo com Mel Robbins). BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Covey, S.R. 2004. Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes. 40ª edição, Best Seller, Rio de Janeiro, 443p. Dalio, R. 2018. Princípios. Intrínseca, Rio de Janeiro, 592p. Johnson, S. 1998. Quem Mexeu no Meu Queijo? Record, Rio de Janeiro, 107p. COMPLEMENTAR: Dweck, C.S. 2017. Mindset: A Nova Psicologia do Sucesso. Objetiva, São Paulo, 328p. Kahneman, D. 2012. Rápido e Devagar: Duas Formas de Pensar. Objetiva, São Paulo, 624p. Robbins, M. 2017. The 5 Second Rule: Transform Your Life, Work, and Confidence with Everyday Courage. Savio Republic, Dallas, 267p. Sinek, S. 2011. Por Quê? Como Motivar Pessoas e Equipes a Agir. Saraiva, São Paulo, 224p. Vieira, P. 2015. O Poder da Ação. Gente, São Paulo, 256p. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO OCEANOGRAFIA __________________________________________ _________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 181 TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática OC521 Geoprocessamento e Sistema de Informações 30 30 3 60 Geográficas Aplicado à Oceanografia CA459 (Cartografia Aplicada à Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. Oceanografia) EMENTA Capacitar o aluno na utilização de técnicas de Geoprocessamento, evidenciando suas principais aplicações em Oceanografia. Serão utilizadas ferramentas computacionais para estruturação e análise de dados. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Introdução ao Geoprocessamento; Sistema de Navegação Global por Satélite (GNSS); Sensoriamento Remoto; Sistema de Informação Geográfica – SIG; Introdução à Integração entre SIG/GNSS/Sensoriamento Remoto; Sistemas Integrados; Aplicações na Oceanografia. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BONHAM-CARTER, Graeme F., ed. Geographic information systems for geoscientists: modelling with GIS. New York: Pergamon, c1994. 398 p. (Computer methods in the geosciences ; v.13) FITZ, Paulo Roberto. Geoprocessamento sem complicação. São Paulo: Oficina de Textos, 2008. 160 p. ISBN 9788586238826 (broch.). PAREDES, Evaristo Atencio. Sistema de informação geográfica - SIG: geoprocessamento princípios e aplicação . São Paulo: Érica, 1994. 675 p. ISBN 85-7194-231-5 (broch.).. COMPLEMENTAR: SILVA, Jorge Xavier da.; ZAIDAN, Ricardo Tavares (Org.). Geoprocessamento & análise ambiental: aplicações. 3.ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2009. 263p. ISBN 9788528610765(broch.). BLASCHKE, Thomas; KUX, Herman (Org.). Sensoriamento remoto e SIG avançados: novos sistemas sensores, métodos inovadores . 2.ed. São Paulo: Oficina de Textos, 2007. 286 p. ISBN 9788586238574 (broch.). LILLESAND, Thomas M.; KIEFER, Ralph W.. Remote sensing and image interpretation. 3rd. ed. -. New York: John Wiley, 1994.. 750 p. ISBN 0471577839 : (enc.) HOFMANN-WELLENHOF, Bernhard.; LICHTENEGGER, Herbert; WASLE, Elmar. GNSS-global navigation satellite systems: GPS, GLONASS, Galileo, and more . Wien (Viena); New York: Springer, 2008. xxix, 516 p. ISBN 9783211730126 (broch.). GOODCHILD, Michael F. (Ed.). GIS and environmental modeling: progress and research issues . New York: John Wiley & Sons, 1996. xvii, 486 p. ISBN 0470266779 (enc.). DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO OCEANOGRAFIA _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 182 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Código Nome Carga Horária Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática OC499 Tópicos Especiais para Oceanografia 5 60 0 4 60 Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Cálculo 1 aplicado à oceanografia. Limites e continuidade de funções. Derivadas. Aplicações de derivadas. Teorema de Rolle, Teorema do valor médio e Teorema do valor médio generalizado. Integrais definidas. Integrais indefinidas. Técnicas de integração. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Limites e continuidades: Propriedades de limite. Limites laterais. Propriedades das funções contínuas. Derivada: interpretação: Geométrica de derivada. Propriedades das funções deriváveis. Regras básicas de derivação (Regra da potência, derivadas de funções elementares, regra da cadeia). Derivadas de ordem superior. Derivada da função inversa. Teorema do valor médio. Pontos de máximo, mínimo e de inflexão. Análise de pontos críticos não degenerados. Concavidade e intervalos de crescimento. Desenvolvimento em polinômio de Taylor e análise de pontos críticos degenerados. Aplicações da derivada (Problemas de máximo e mínimo, esboço de funções, estudos do comportamento assintótico, Regra de L’Hopital, problemas de taxas de variação) Integral : Primitiva de uma função. Integral indefinida. Propriedades operatórias das funções integráveis. Teorema fundamental do cálculo. Regras básicas de integração (funções elementares, substituição, integração por partes, frações parciais e funções racionais, etc). Aplicações da integração, cálculo de áreas, cálculo de comprimento de área. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: STEWART, J., 2010. Cálculo. 6.ed. São Paulo: Cengage Learning. Vol.1. 2 v. ISBN 8522106606. ÁVILA, G., 2003. Cálculo das funções de uma variável. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC,. v.ISBN 9788521613701 GUIDORIZZI, H. L., 2001. Um curso de cálculo. 5.ed. Rio de Janeiro: LTC. 4 v. ISBN 8521612591 COMPLEMENTAR: GERALDO AVILA Cálculo 1 Funções de uma Variável, V1.-LTC. THOMAS, G. B Cálculo. vol. 1, 10. ed. Pearson Education do Brasil, 2002; ANTON, H.: Cálculo, Um Novo Horizonte - Vol. 2, 6ª edição. Editora Bookman, 2000; MARSDEN, J.E. and TROMBA, A.J.: Vector Calculus, 4ª edição. W.H.Freeman and Co., 1996. PINTO, D. e MORGADO, M.C.F. : Cálculo Diferencial e Integral de Funções de Várias Variáveis. Editora UFRJ, 1999 DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO OCEANOGRAFIA _______________________________________________ ________________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 183 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Código Nome Carga Horária Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática OC500 Tópicos Especiais para Oceanografia 6 60 0 4 60 Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Geometria analítica aplicada a oceanografia. Sistemas de coordenadas no plano. A reta, a circunferência, as cônicas. Cálculo vetorial. Coordenada no espaço. Retas e planos. Mudança de coordenadas (rotação e translação). Relação entre retas e planos. (problemas contextualizados à oceanografia com uso vetorial, projeções em mapas, Coriolis). CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Coordenadas, vetores, retas e planos: sistemas de coordenadas no plano e no espaço. Coordenadas Polares e números complexos. Vetores e suas operações. Produto escalar. Produto vetorial. Produto misto. Projeção ortogonal. Retas no plano. Retas e planos no espaço ( Posição relativa, ângulos, distância). Determinação analítica das regiões planas (Delimitadas por retas e por curvas polares). Cônicas: classificação das cônicas na sua forma canônica ou reduzida. Parametrizações de cônicas, identificação e desenho de uma cônica a partir da equação na forma canônica. Excentricidade e diretrizes. Equação da cônica em coordenadas polares. Propriedades refletoras das cônicas. Determinação analítica de regiões delimitadas por cônica, e cônicas e retas. Quádricas: superfícies de quádricas na forma reduzida. Parametrizações de quádricas, identificação e desenho de uma quádrica a partir da equação na forma reduzida. Superfícies de revolução e suas parametrizações coordenadas cilíndricas e esféricas. Determinação analítica de regiões delimitadas por quádricas, quádricas e planos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: PAULO BOULOS E IVAN DE CAMARGO, Geometria Analítica – McGraw-Hill REIS E SILVA, Geometria Analítica – LTC Editora STEINBRUCH &WINTERLE. Geometria analítica. McGraw-Hill. COMPLEMENTAR: FLEMMING, Diva Marília; GONÇALVES, Mirian Buss. Cálculo A: funções, limites, derivações e integração. 6. ed. São Paulo: Pearson Education, 2007; SHAUM, Ayres Jr, Frank .Cálculo (Col. Schaum). 4.ed. Porto Alegre: Bookman, 2007; GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um curso de cálculo. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007; ANTON, Howard, Cálculo: Um Novo Horizonte. São Paulo: Boockman. 6ª ed., 2002; Vol 1; PENNEY, David & EDWARDS C. Henry, Cálculo com Geometria Analítica Vol 2., LTC Editora, 1999 DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO OCEANOGRAFIA _______________________________________________ ________________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 184 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Código Nome Carga Horária Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática OC501 Tópicos Especiais para Oceanografia 7 60 0 4 60 Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Álgebra linear aplicado a oceanografia. Matrizes e sistemas lineares. Noção de espaço vetorial, subespaço, bases, dimensão. Transformações lineares, operadores, autovalores e autovetores, diagonalização produto escalar. Operadores simétricos e ortogonais. Aplicação a quádricas e a sistemas de equações diferenciais. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Espaços vetoriais: resolução de sistemas de equações lineares (método de eliminação de Gauss). Espaços vetoriais. Subespaços vetoriais. Vetores linearmente independente e linearmente dependente. Bases e dimensão. Transformações lineares: transformações lineares. Autovalores e autovetores. Diagonalização. Espaços com produto interno. Projeção Ortogonal. Operadores autoadjuntos. Formas quadráticas. Operadores Ortogonais. Aplicações: estudo das cônicas e quádricas. Sistemas lineares de equações diferenciais ordinárias (Caso diagonalizável) por quádricas, quádricas e planos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BOLDRINI, José Luiz. Álgebra linear. 3. ed. ampl. e rev. São Paulo: HARBRA, c1986. 411 p. ISBN 8529402022 CALLIOLI, C. A.; DOMINGUES, H. H.; COSTA, R. C. F., 1990. Álgebra linear e aplicações. 6.ed. reformulada. São Paulo: Atual, 1990. 352 p. ISBN 9788570562975 VALLADARES, R. J. da C., 1982. Algebra linear e geometria analitica. Rio de Janeiro: Editora Campus. 353p. ISBN 85-7001-100-8. COMPLEMENTAR: CALLIOLI, C. A. et alii. Álgebra linear e aplicações. São Paulo: Atual, 1978; CAMARGO, I.; BOULOS, P. Geometria analítica - um tratamento vetorial. 3. ed. São Paulo: Pearson Education, 2005; CALLIOLI, C. A. et alii. Matrizes, vetores e geometria analítica. São Paulo:Nobel, 1978; LANG, S. Álgebra Linear. Edgard Blucher; STEINBRUCH, A. & WINTERLE, P. Álgebra linear. São Paulo: McGraw-Hill, 1987. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO OCEANOGRAFIA _______________________________________________ ________________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 185 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Código Nome Carga Horária Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática OC502 Tópicos Especiais para Oceanografia 8 60 0 4 60 Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Cálculo diferencial e integral 2 aplicado a oceanografia. Técnicas de integração. Diferenciabilidade em duas variáveis. Integração em duas variáveis. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Funções de duas variáveis. Derivada parcial e direcional. Regra da Cadeia. Plano tangente e reta normal. Gradiente e curvas de nível. Derivada de funções definidas implicitamente. Derivadas de ordem superior. Pontos de máximo, mínimo e sela. Condição para a existência de extremos locais (num aberto). Condição suficiente para que um ponto crítico seja um extremo local. Análise de pontos críticos (máximo, mínimo ou um ponto de sela). Método dos multiplicadores de Lagrange. Desenvolvimento em polinômio de Taylor. Aplicações (Problemas de máximos e mínimos). Integrais duplas. Mudanças de coordenadas. Aplicações ao cálculo de áreas, volumes, centro de massa, momento de inércia, áreas de superfícies definidas por gráfico de função. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: GUIDORIZZI, Hamilton L. Um curso de cálculo. 2ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. 1989 (1990) Vol. 3. PINTO, DIOMARA & FERREIRA, Maria C. Cálculo diferencial e integral de funções de várias ariáveis. Rio de Janeiro: UFRJ. 1997. 348p. KONGUETSOF, L. , 1974. Calculo diferencial e integral. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil,. 885p. AYRES, F., 1901. Calculo diferencial e integral: resumo e teoria, problemas resolvidos, problemas propostos . 2.ed. -. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1961.. 371p. COMPLEMENTAR: PISKUNOV, N. S. (Nikolai Semenovich). Calculo diferencial e integral. Moscu: MIR, c1977. 519 p. LEITHOLD, L. O cálculo com geometria analítica. 3.ed.[S.l.]: Harbra, 1994. v.2. PENNEY, D.E.; EDWARDS, Jr. C.H. Cálculo com geometria analítica. 4.ed. .[S.l.]: Prentice Hall do Brasil, 1999. v.2. SIMMONS, G.F. Cálculo com geometria analítica. 1.ed. São Paulo: McGraw-Hill, 1987. v.2. SWOKOWSKI, E.D. Cálculo com geometria analítica. 2.ed. São Paulo: Makron Books, 1994. v.2. THOMAS, George B. Cálculo. 11. ed. São Paulo: Addison Wesley, 2008 DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO OCEANOGRAFIA _______________________________________________ ________________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 186 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Código Nome Carga Horária Nº. de C. H. Global Período Créditos Teórica Prática OC525 Metais no Ambiente Marinho 40 20 3 60 Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Apresentar aos alunos conceitos básicos de metais no ambiente marinho e sua interação com diferentes matrizes, poluição por metais em ambientes costeiros/estuarinos e formas de utilização dos metais em estudos oceanográficos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Química dos metais Fontes e origem de metais Ciclos biogeoquímicos dos metais do ambiente marinho Poluição Marinha por metais traço Da amostragem ao resultado: amostragem, técnicas analíticas e interpretação Utilização dos metais em estudos oceanográficos BIBLIOGRAFIA BÁSICA BÁSICA: Salomons, W.; Forstner, U. Metals in hydrocycle. Springer-Verlag Heildeberg, 359 p. 1984 UNEP/IOC/IAEA. Manual for the geochemical analyses of marine sediments and suspended particulate matter. Reference Methods for Marine Pollution Studies n 63, UNEP, 85 p., 1985 Bradl, H. B. Heavy metals in the environment. Elsevier Academic Press, 283p. 2005 Förstner, U., Wittmann, G. T. W. Metal Pollution in the Aquatic Environment. Springer-Verlag. 501p. 1979 Sigel, A., Sigel, H., Sigel, R. K. Metal ion in Biological Systems. Taylor & Francis, 314p. 2005. Manson, R. P. Trace Metals in Aquatic Systems COMPLEMENTAR: Csuros, M., Csuros, C. Environmental Sampling and Analysis for Metals. Lewis Publishers. 404p. 2002 Bianchi, T. Biogeochemistry of Estuaries. New York: Oxford University Press, Inc. 706 p. 2007. Chester, R. Marine Geochemistry. 2nd Ed., Malden, MA: Blackwell Science Ltd. 506 p. 2009. Weis, J. S. Marine Pollution: What Everyone Needs to Know. Oxford: University Press. 296p. 2015 DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO OCEANOGRAFIA ___________________________________________________ ___________________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 187 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Global Período Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática OC522 Sistemas e Processos Costeiros 30 30 3 60 . Pré-requisitos GE411 (Elementos de Geologia e Petrografia) Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Reconhecer e entender o comportamento dos ambientes costeiros através da interação entre as forçantes (ondas, marés e correntes) e o transporte de sedimentos em diferentes escalas espaciais e temporais. Conhecer e aplicar metodologias para o estudo da morfodinâmica costeira. A interação entre a física (hidrodinâmica e transporte de sedimentos) e a geologia (comportamento dos ambientes costeiros) será abordada na disciplina CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Sistemas costeiros; Abordagem morfodinâmica; retroalimentação e auto-organização de sistemas; Processos costeiros (ondas, marés astronômicas e de tempestade, correntes costeiras); Costas dominadas por marés (estuários); Costas dominadas por ondas (praias e ilhas-barreiras); Costas dominadas por processos fluviais (deltas); Costas controladas por recifes; Costas no futuro (mudanças climáticas) BIBLIOGRAFIA BÁSICA: KOMAR, Paul D. Beach processes and sedimentation. 2nd. ed. -. Upper Saddle River: Prentice-Hall, 1998. x,544p. ISBN 0137549385 (broch.).. MASSELINK, Gerhard; HUGHES, Michael G.; KNIGHT, Jasper. Introduction to coastal processes & geomorphology. 2nd ed. London: Hodder Education, 2011. xv, 416 p. ISBN 9781444122404 (broch.). WOODROFFE, Colin D. Coasts: form, process and evolution. New York: Cambridge University Press, 2002. xiv, 623 p. ISBN 0521011833 (broch.). COMPLEMENTAR: DEAN, Robert G.; DALRYMPLE, Robert A. Coastal processes: with engineering applications. Cambridge, UK: Cambridge University Press, 2004. xi, 475 p. ISBN 0521602750 (broch.). BIRD, Erick F. Coastal Geomorphology: An Introduction. 2nd Edition, New York: John Wiley & Sons, 2008. 411 p. VILES, Heather.; SPENCER, Tom.. Coastal problems geomorphology, ecology and society at the coast . London: Edward Arnold, c1995.. 350 p. ISBN 0-340-53197-5 : (broch.) ALFREDINI, Paolo. Obras e gestão de portos e costas: a técnica aliada ao enfoque logístico e ambiental . São Paulo, SP: Edgard Blücher, 2005. xxvi, 688 p. ISBN 852120356x. KAY, Robert; ALDER, Jackie. Coastal planning and management. 2nd ed. London, UK; New York: Taylor & Francis, 2005. xix, 380 p. ISBN 041531772X (enc.). DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO OCEANOGRAFIA ___________________________________________________ ___________________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 188 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Global Período Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática OC526 Análise de Dados com R 60 0 4 60 OC475 (Estatística para Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. Oceanografia 1) EMENTA Introdução à análise de dados com R. Conceitos de dados e informação. Avaliação de erros amostrais. Distinção entre precisão e acuracidade. Representação de dados através do sistema cartesiano. Representação de dados bi-dimensionais. Representação de dados temporais. Pacotes e funções relevantes em R. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Introdução à análise de dados com R. Conceito de dados e informação. Erros amostrais. Precisão e acurácia. Análise de séries temporais. Pacotes e funções relevantes em R. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BEASLEY, C. 2004, Bioestatística usando R. pdf: https://cran.r-project.org/doc/contrib/Beasley-BioestatisticaUsandoR.pdf Bussab, WO; Morettin, PA. Estatística Básica. São Paulo: Editora Saraiva, 2017 (9ª Edição), 637 pp. CALLEGARI-JACQUES, Sidia M. Bioestatística: princípios e aplicações. Porto Alegre: Artmed, 2003. 255 p. ISBN 8536300922. Doria Filho, U. (1999) Introducâo à Bioestatistica Para Simples Mortais - MOORE, S. David. A estatística básica e sua prática. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2005. 658 p. PAGANO, Marcello; GAUVREAU, Kimberlee. Princípios de Bioestatística. 2. ed. São Paulo: Thomson, 2006. 506 p. ISBN 8522103445. Sokal, R. R. and F. J. Rohlf. 2012. Biometry: the principles and practice of statistics in biological research. 4th edition. W. H. Freeman and Co.: New York. 937 pp Zar , J. H. (2009) Biostatistical Analysis (5th Edition) COMPLEMENTAR: COSTA NETO, Pedro Luiz de Oliveira. Estatística. 2. ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2002. 265 p. ISBN 8521203004. MAGALHÃES, Marcos Nascimento; LIMA, Antonio Carlos Pedroso de. Noções de probabilidade e estatística. 6. ed. São Paulo: Edusp, 2005. 391 p. ISBN 8531406773. VIEIRA, S.(2003) Bioestatística: tópicos avançados: testes não paramétricos, tabelas de contingência e análise de regressão. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier. 216 p. ISBN 8535214445. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO OCEANOGRAFIA ___________________________________________________ _____________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 189 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Global Período Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática OC527 Química Geral Aplicada a Oceanografia 30 30 3 60 Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Termodinâmica Química; Equilíbrio Químico; Equilíbrio em solução aquosa; Equilíbrio ácido-base; Equilíbrio de solubilidade; Reações de oxidação-redução; Eletroquímica: células galvânicas; células eletrolíticas; corrosão; cinética química: leis de velocidade; mecanismo de reação; catálise. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Termodinâmica; Sistemas;energia e trabalho;calor; A primeira Lei da Termodinâmica. Funções de Estado; Trabalho de expansão; A medida de calor.; Entalpia; Capacidades caloríficas dos gases; Variações de entalpia em mudanças de fases. Curvas de aquecimento; Entalpias de reação; Entalpias-padrão de formação.; Entropia e desordem; Variações de entropia. A terceira lei da termodinâmica; Entropias-padrão molares.; Variação total de entropia; A segunda lei da termodinâmica; Equilíbrio. Energia livre de reação; Energia livre e trabalho não-expansivo; O efeito da temperatura.; Equilíbrio Químico; Pressão de vapor; Volatilidade; Ebulição; Congelamento e fusão; Diagramas de fase.; Reversibilidade das reações; Termodinâmica e Equilíbrio químico; Constante de equilíbrio; Equilíbrio heterogêneo; Usando a constante de equilíbrio; A resposta do equilíbrio às mudanças nas condições. Catalisadores e as realizações de Haber; Equilíbrios em fase aquosa: equilíbrio ácido-base; indicadores ácido-base; Tampão Equilíbrios de solubilidade; Produto de solubilidade; Íon comum; Prevendo a precipitação.; Eletroquímica Cinética química Reações redox; Células galvânicas; Potencial de célula e energia livre. Potenciais-padrão de eletrodo; Potenciais-padrão e constantes de equilíbrio.Equação de Nernst; Corrosão; Eletrólise; Células eletrolíticas; Potencial necessário para eletrólise; Produtos da eletrólise; Lei de Faraday da eletrólise; Cinética Químic; Velocidades de reação; Concentração e velocidade de reação. Velocidade instantânea de reação; Leis de velocidade e ordem de reação; Leis de velocidade integrada de primeira e segunda ordem; Tempo de meia-vida. Modelos de reações; Efeito da temperatura; Teoria das colisões; Teoria do complexo ativado; Mecanismos de reação; Reações elementares; Velocidades e equilíbrio; Catálise. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Atkins, P.W.; Jones, L. 2012. Princípios de Química: Questionando a Vida Moderna e o Meio Ambiente. 5ª edição, Bookman, 922p. Kotz, J.C.; Treichel, P.; Weaver, G.C. 2010. Química Geral e Reações Químicas, Volume 1. 6ª edição, Cengage Learning, 600p. Mahan, B.M.; Toma, H.E.; Myers, R.J. 1995. Química: Um Curso Universitário. 4ª edição, Edgard Blucher, 582p. COMPLEMENTAR: Maia, D.J.; Bianchi, J.C.A. 2007. Química Geral: Fundamentos. Pearson Prentice Hall, 436p. Fonseca, M.R.M. 2001. Completamente Química: Química Geral. FTD, 624p. Sardella, A. 2004. Curso de Química: Química Geral, Volume 1. 25ª edição, Atica, 447p. Hein, M.; Arena, S. 1998. Fundamentos de Química Geral. 9ª edição, LTC, 598p. Chang, R.J. 2010. Química Geral: Conceitos Essenciais. 4ª edição, AMGH, 778p. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO OCEANOGRAFIA ___________________________________________________ _____________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA ____________________________________________________________________ Dispositivos Legais e Normativos (disponível no site da PROGRAD) DISPOSITIVO LEGAL E NORMATIVO FORMA DE ATENDIMENTO 01. Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso: O Curso de Bacharelado em Oceanografia da UFPE seguirá as Diretrizes Curriculares Nacionais para a • Resolução CNE/CES Nº 2, de 12/07/2018 que institui as formação de Oceanógrafos, aprovadas pelo Parecer CNE/CES Nº 02/2018 em 02 de julho de 2018. Diretrizes Curriculares Nacionais do curso de graduação em http://portal.mec.gov.br/docman/julho-2018-pdf/90941-rces002-18/file Oceanografia, bacharelado, no país, e dá outras providências 02. Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Atende também as Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Relações Étnico-raciais e para o Ensino de História e Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Africana (Resolução CNE/CP N° 01 de 17 de junho de 2004). Cultura Afro-brasileira e Africana: Julgando-se o tema pertinente, instituiu-se que seu conteúdo necessário fosse visto desde o 1º semestre • Resolução CNE/CP N° 01/2004. de 2013 na disciplina IN816 – Relações Raciais (60h), oferecida pelo curso de Ciências Sociais do CFCH- UFPE. Observa-se também que a disciplina Gerenciamento Costeiro aborda temas ligados às comunidades costeiras, nas quais ocorrem a presença das etnias negra e indígena. 03. Titulação do corpo docente: Conforme está descrito no item Corpo Docente, a totalidade do corpo docente que ministra aulas no curso • Art. 66 da Lei Nº 9.394/1996. de Oceanografia possui formação em Pós-Graduação, em atendimento Lei n° 9.394, art. 66 04. Núcleo Docente Estruturante (NDE): Conforme está descrito no PPC, o Núcleo Docente Estruturante está constituído e é bastante atuante em • Resolução CONAES N° 01/2010; relação às questões pedagógicas do curso em conformidade com a Resolução CCEPE/ UFPE 01/2013 • Resolução Nº 01/2013 CCEPE. 05. Carga horária mínima, em horas: Em relação à carga horária mínima de 3000 horas estabelecida, conforme Resolução CNE/CES N° • Resolução CNE/CES N° 02/2007 (Bacharelado, Presencial); 02/2007, a estrutura curricular proposta neste projeto apresenta uma carga horária total de 3.795 horas. • Resolução CNE/CES N° 04/2009 (Área de Saúde, Bacharelado, Presencial); • Resolução CNE/CP Nº 02/2015 (Licenciaturas); • Resolução CNE/CP Nº 01/2006 (Pedagogia). 06. Tempo de integralização: Segundo a Resolução CNE/CES N° 02/2007, o tempo de integralização determinado é de, no mínimo, 05 • Resolução CNE/CES N° 02/2007 (Bacharelado, Presencial); anos letivos, obedecidos os 200 (duzentos) dias letivos/ano dispostos na LDB. Nesse sentido, o perfil • Resolução CNE/CES N° 04/2009 (Área de Saúde, apresentado neste documento atende à resolução, pois o tempo de integralização mínimo é de 10 Bacharelado, Presencial); semestres (05 anos). • Resolução CNE/CP Nº 02/2015 (Licenciaturas). 07. Condições de acesso para pessoas com deficiência e/ou Os discentes do curso de Oceanografia que apresentam laudo médico com condições diagnosticadas que mobilidade reduzida: exigem acessibilidade e inclusão educacional são encaminhados para o Núcleo de Acessibilidade (NACE) • Decreto N° 5.296/2004; da UFPE conforme especificado na Resolução CONSUNI n° 11/2019. Além disso, as dependências do • Lei Nº 13.146/2015; curso atendem às condições de acesso para pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida (Decreto • NACE e Resolução Nº11/2019 - Consuni/UFPE. N° 5.296/2004), pois o curso atualmente utiliza as instalações físicas do Departamento de Oceanografia da UFPE e as novas instalações do NIATE-UFPE/REUNI, os quais atendem integralmente ao referido decreto. O prédio do Departamento de Ocenaografia, bem como as instalações específicas (salas de aula, laboratórios e secretaria) para o Curso de Bacharelado em Oceanografia segue todas as normas em vigor em termos de acessibilidade, segurança e demais normas quanto à utilização de espaços públicos. Para atender às resoluções das DCN o curso conta com técnicos da escolaridade do DOCEAN que já fizeram o curso de interprete de LIBRAS na própria UFPE. 08. Disciplina obrigatória/eletiva de Libras: O Decreto Nº 5.626/2005 trata da inclusão de LIBRAS como disciplina curricular obrigatória nos cursos de • Decreto N° 5.626/2005 formação de professores e como eletiva para os bacharelados. Em cumprimento a essa determinação, o ____________________________________________________________________ componente curricular LE716 – Introdução a LIBRAS pertence à estrutura curricular do curso de Oceanografia como componente eletivo. 09. Informações acadêmicas: As informações acadêmicas são disponibilizadas aos alunos tanto de forma impressa quanto de forma • Portaria Normativa MEC N° 40/2007; virtual. Através do sistema SIGAA, é possível ao aluno ter acesso à estrutura curricular do curso, aos • Portaria Normativa MEC N° 23/2010. horários de realização das disciplinas, aos componentes equivalentes, dentre outras informações importantes. Além disso, estão disponibilizados no site da UFPE (www.ufpe.br) documentos como o Manual do Aluno, que apresentam orientações a respeito da vida acadêmica. Na página do Departamento de Oceanografia da UFPE (www.ufpe.br/docean), o aluno pode ter acesso às resoluções internas relacionadas às atividades complementares, aos estágios e ao TCC. 10. Políticas de educação ambiental: O PPC de Oceanografia atende à Política Nacional de Educação Ambiental (Lei Nº 9.795, de 27/04/1999 e • Lei Nº 9.795/1999; Decreto Nº 4.281 de 25/06/2002) e as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Ambiental • Decreto Nº 4.281/2002. (Resolução Nº 2, de 15/06/2012), através de componentes curriculares obrigatórios Gerenciamento Costeiro (OC508) e Poluição Marinha (OC437), cujas ementas se adequam às exigências da Resolução CNE/CES Nº 2/2018. Na verdade como o curso faz parte das Ciências da Terra, os conteúdos de todas as disciplinas apresentam o enfoque ambiental. Consta no PPC de Oceanografia diversas disciplinas eletivas, tais como: Erosão e Proteção Costeira (OC452), Poluição por Óleo no Mar (OC456) e Biologia da Conservação Marinha (OC469) que têm em suas ementas vários temas ligados a normas, legislações e convenções internacionais, que incluem o foco ambiental, hoje muito presente na Oceanografia e Ciências do Mar como um todo, bemo como disciplinas eletivas de outros departamentos, importantes para o atendimento da PNEA e DCN-Educação Ambiental, como Direito Ambiental (PE-325). 11. Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos As Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos são formalmente contempladas no PPC do Humanos: curso de Oceanografia, ao indicar disciplinas obrigatórias ou eletivas [Gerenciamento Costeiro Integrado • Parecer CNE/CP N° 08/2012; (OC508) e Relações Raciais (IN816)], onde são discutidos aspectos de cidadania, relações entre raças, • Resolução CNE/CP N° 01/2012. classes sociais, diversidade cultural e étnica e técnicas de mediação de conflitos. 12. Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Conforme previsto na Resolução CONSUNI n° 11/2019, os discentes do curso de Oceanografia que Espectro Autista: apresentam laudo médico com diagnóstico de pessoa com transtorno do espectro autista (TEA) são • Lei N° 12.764/2012; encaminhados para o Núcleo de Acessibilidade (NACE) da UFPE. Assim, a coordenação do curso • NACE e Resolução Nº11/2019 - Consuni/UFPE. atenderá e se adaptará aos estudantes com necessidades especiais com o apoio do Núcleo de Acessibilidade (NACE) e Núcleo de Assistência à Saúde do Estudante (NASE) da UFPE, assim que esse público for identificado na matrícula. ____________________________________________________________________ MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E FOLHA DE ASSINATURAS CONTRATOS Emitido em 05/12/2023 PROJETO DE CURSO Nº 99/2023 - CGOCE (11.65.41) (Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO) (Assinado digitalmente em 10/07/2024 11:39 ) GILVAN TAKESHI YOGUI COORDENADOR - TITULAR CGOCE (11.65.41) Matrícula: ###789#2 Visualize o documento original em http://sipac.ufpe.br/documentos/ informando seu número: 99, ano: 2023, tipo: PROJETO DE CURSO, data de emissão: 10/07/2024 e o código de verificação: 5b8a32ee75 25/07/2024, 07:47 Ofício Eletrônico - SIPAC MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO COORDENACAO DIDATICO-PEDAGOCICA DOS CURSOS DE GRADUACAO - PROGRAD OFICIO ELETRONICO Nº 2/2024 - CDPCG PROGRAD (11.13.29) (Código: 202505946) Nº do Protocolo: 23076.053675/2024-10 Recife-PE, 24 de Julho de 2024. COORDENACAO DA GRADUACAO EM OCEANOGRAFIA - CTG Título: Aprovação do apensamento das APS ao PPC do curso Assunto: 991 - GESTAO DE COMUNICACOES EVENTUAIS (COMUNICADOS, INFORMES) À Coordenação do Curso de Oceanografia - CTG, Informamos que o processo eletrônico no 23076.047916/2024-11, que trata do apensamento das Atividades Práticas Supervisionadas (APS), do Curso de Graduação em Oceanografia, do Centro de Tecnologia e Geociência - CTG, atende às exigências da resolução No 03/2023 - CEPE/UFPE, sendo aprovada pela Coordenação Didático-Pedagógica dos Cursos de Graduação, da Pró- Reitoria de Graduação - CDPCG/PROGRAD. Comunicamos ainda que Atividades Práticas Supervisionadas (APS) foram anexadas ao Projeto Pedagógico do Curso - PPC, em vigor. Colocamo-nos à disposição para eventuais explicações que se fizerem necessárias. Atenciosamente, (Autenticado em 25/07/2024 01:05) KARLA ALEXSANDRA DE ALBUQUERQUE COORDENADOR - TITULAR CDPCG PROGRAD (11.13.29) Matrícula: 3356808 Para verificar a autenticidade deste documento entre em http://sipac.ufpe.br/public/documentos/index.jsp informando seu número: 2, ano: 2024, tipo: OFICIO ELETRONICO, data de emissão: 24/07/2024 e o código de verificação: d5055c916a Copyright 2007 - Superintendência de Tecnologia da Informação (STI-UFPE) - UFPE https://sipac.ufpe.br/sipac/protocolo/memorando_eletronico/memorando_eletronico.jsf?idMemorandoEletronico=2811549&sr=true 1/1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E FOLHA DE ASSINATURAS CONTRATOS Emitido em 24/07/2024 OFICIO Nº 7627/2024 - CDPCG PROGRAD (11.13.29) (Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO) (Assinado digitalmente em 25/07/2024 07:53 ) JULIANA CRISTINA DE ANDRADE TECNICO EM ASSUNTOS EDUCACIONAIS CDPCG PROGRAD (11.13.29) Matrícula: ###834#4 Visualize o documento original em http://sipac.ufpe.br/documentos/ informando seu número: 7627, ano: 2024, tipo: OFICIO, data de emissão: 25/07/2024 e o código de verificação: 570504d546