Serviço Público Federal
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E CONTRATOS
PROCESSO
23076.091655/2024-34
Cadastrado em 01/11/2024
Processo disponível para recebimento com
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Nome(s) do Interessado(s): E-mail: Identificador:
alex.cezar88@yahoo.
ALEX CEZAR BEZERRA DE OLIVEIRA 1960447
com.br
betegouveia@hotmail.
ANA ELISABETE DE GOUVEIA 2227099
com
analisboa333@ig.com.
ANA ELIZABETH LISBOA NOGUEIRA CAVALCANTI 2283081
br
eduardoromero.
EDUARDO ROMERO LOPES BARBOSA 1613850
lbarbosa@gmail.com
E OUTROS...
Tipo do Processo:
REFORMA CURRICULAR LICENCIATURA
Assunto do Processo:
IFE.121.1 - PROJETO PEDAGOGICO DOS CURSOS DE GRADUACAO
Assunto Detalhado:
REFORMA PARCIAL DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ARTES VISUAIS - LICENCIATURA
Unidade de Origem:
DEPARTAMENTO DE ARTES - CAC (12.13.10)
Criado Por:
RENATA WILNER
Ciência:
---
MOVIMENTAÇÕES ASSOCIADAS
Data Destino Data Destino
COORDENACAO DIDATICO-PEDAGOCICA DOS CURSOS DE
01/11/2024
GRADUACAO - PROGRAD (11.13.29)
SIPAC | Superintendência de Tecnologia da Informação (STI-UFPE) - (81) 2126-7777 | Copyright © 2005-2024 - UFRN
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Processos.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
CENTRO DE ARTES E COMUNICAÇÃO
DEPARTAMENTO DE ARTES
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
DE GRADUAÇÃO EM ARTES VISUAIS -
LICENCIATURA
REFORMA PARCIAL
Recife, 2024
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO-UFPE
Reitor: Prof. Alfredo Macedo Gomes
Campus Recife
Av. Prof. Moraes Rêgo, nº 1.235, Cidade Universitária, Recife-PE, CEP 50.670-420
Telefone: (81) 2126-8000
CENTRO DE ARTES E COMUNICAÇÃO
Diretor: Prof. Dr. Murilo Artur Araújo da Silveira
Vice-Diretor: Prof. Dr. Luiz Francsico Buarque Lacerda Junior
DEPARTAMENTO DE ARTES
Chefe: Prof. Dr. Igor de Almeida Silva
Vice-Chefe: Prof.ª Dr.ª Maria Betânia e Silva
COORDENAÇÃO DO CURSO DE ARTES VISUAIS
Coordenadora: Prof.ª Dr.ª Renata Wilner
Vice-coordenadora: Prof.ª Dr.ª Joana D’Arc de Sousa Lima
NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE DE ARTES VISUAIS
Prof.ª Dr.ª Ana Elizabeth Lisboa Nogueira Cavalcanti
Prof. Dr. André Antonio Barbosa
Prof. Dr. Eduardo Romero Lopes Barbosa
Prof.ª Dr.ª Luciana Borre Nunes
Prof.ª Dr.ª Maria Betânia e Silva
Prof.ª Dr.ª Maria das Vitórias Negreiros do Amaral
Prof.ª Dr.ª Renata Wilner
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IDENTIFICAÇÃO DO CURSO:
Nome: Graduação em Artes Visuais - Licenciatura
Diretrizes Curriculares: Resolução Nº 1, de 16 de Janeiro de 2009
Título Conferido: Licenciado em Artes Visuais
Modalidade: Presencial
Número de Vagas: 35
Entrada: 1ª entrada
Turno: Diurno
Carga horária: 2810 horas
Duração: mínimo de 8 e máximo de 14 semestres letivos
Início do curso: 1976
Data do Projeto Pedagógico do Curso de Artes Visuais: Setembro de 2011
Data da reforma parcial: 2024
Portaria de Autorização: Autorizado pelo CCEP em 06/10/1972
Mudança da nomenclatura do curso de Educação Artística / Artes Plásticas
para Artes Visuais em 10/06/2010
Portaria de Reconhecimento:
Portaria de Renovação de Reconhecimento: Portaria nº 286 de 21/12/2012,
publicada em 27/12/2012
EQUIPE REVISORA :
Prof.ª Ana Elizabeth Lisboa Nogueira Cavalcanti
Prof. André Antônio Barbosa
Prof.ª Luciana Borre Nunes
Prof. Eduardo Romero Lopes Barbosa
Prof.ª Renata Wilner
Prof.ª Maria Betânia e Silva
Núcleo de Estudos e Assessoria Pedagógica (NEAP)
3
SUMÁRIO
APRESENTAÇÃO 6
1. HISTÓRICO DO CURSO 7
1.1. A UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO 7
1.2. O CENTRO DE ARTES E COMUNICAÇÃO 9
1.3. O DEPARTAMENTO DE ARTES E O CURSO DE ARTES VISUAIS - 10
LICENCIATURA
2. JUSTIFICATIVA PARA A REFORMULAÇÃO PARCIAL 14
2.1 RELEVÂNCIA DO/A PROFISSIONAL PARA O DESENVOLVIMENTO 21
LOCAL/REGIONAL/NACIONAL
3. MARCO TEÓRICO 24
4. OBJETIVOS DO CURSO 28
4.1. OBJETIVO GERAL 28
4.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 28
5. PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO 30
6. CAMPO DE ATUAÇÃO PROFISSIONAL 32
7. COMPETÊNCIAS, ATITUDES E HABILIDADES 34
8. METODOLOGIA DO CURSO 35
9. SISTEMÁTICAS DE AVALIAÇÃO 44
10. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO 51
10.1. QUADRO DE ESTRUTURA CURRICULAR 56
10.2. QUADRO DE COMPONENTES CURRICULARES OBRIGATÓRIOS 59
POR PERÍODO
11. ATIVIDADES CURRICULARES 61
11.1. ATIVIDADES COMPLEMENTARES 61
11.2. AÇÕES CURRICULARES DE EXTENSÃO – ACEx 61
11.3. ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO 62
11.4. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO - TCC 63
12. FORMAS DE ACESSO AO CURSO 66
13. CORPO DOCENTE 68
14. SUPORTE PARA FUNCIONAMENTO DO CURSO 70
14.1. RECURSOS ESTRUTURAIS 70
14.2. RECURSOS HUMANOS 72
15. APOIO AO DISCENTE 73
ANEXO 1 – DISPOSITIVOS LEGAIS E NORMATIVOS 77
ANEXO 2 - REGULAMENTO DE ESTÁGIOS CURRICULARES 85
ANEXO 3 – REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES 97
ANEXO 4 – REGULAMENTO PARA TRABALHO DE CONCLUSÃO DE 103
CURSO
4
ANEXO 5 – APROVAÇÃO DO PPC PELO COLEGIADO DO CURSO DE 114
ARTES VISUAIS E PELO PLENO DO DEPARTAMENTO DE
ARTES
ANEXO 6 - PORTARIA DE DESIGNAÇÃO DOS MEMBROS QUE 117
COMPÕEM O COLEGIADO DO CURSO
ANEXO 7- PORTARIA DE DESIGNAÇÃO DOS MEMBROS DO 120
NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE (NDE);
ANEXO 8 - TABELA DE EQUIVALÊNCIA 123
ANEXO 9 - PROGRAMAS DOS COMPONENTES CURRICULARES 127
5
APRESENTAÇÃO
Este documento contém a proposta de Reforma Parcial do Projeto Pedagógico
do Curso de Artes Visuais – Licenciatura – diante da necessidade de atender aos
dispositivos legais e normativos do MEC e às Resoluções da UFPE, aprovadas apóa a
última atualização do PPC e dos diagnósticos a partir de avaliações periódicas do NDE
e da Coordenação do Curso junto à equipe docente e coletivo discente. Os reajustes
referem-se ao perfil 01113-1 que teve início no primeiro semestre de 2011.
Seguindo as diretrizes estabelecidas pela Política Institucional para a Formação
Inicial e Continuada de Professores da Educação Básica da Universidade Federal de
Pernambuco, o projeto visa promover a formação do/a professor/a de Artes Visuais,
tendo em vista a “capacitação para a produção, a pesquisa, a crítica e o ensino das
Artes Visuais, visando ao desenvolvimento da percepção, da reflexão e do potencial
criativo, dentro da especificidade do pensamento visual”, de modo a privilegiar “a
apropriação do pensamento reflexivo, da sensibilidade artística, da utilização de
técnicas e procedimentos tradicionais e experimentais e da sensibilidade estética
através do conhecimento de estilos, tendências, obras e outras criações visuais”
(Resolução CNE nº1, de 16 de Janeiro de 2009).
6
1. HISTÓRICO DO CURSO
1.1 A UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
As atividades da Universidade Federal de Pernambuco, ainda como
Universidade do Recife (UR), tiveram início em 11 de agosto de 1946, fundada por meio
do Decreto-Lei da Presidência da República nº 9.338/46 de 20 de junho do mesmo ano.
A Universidade do Recife compreendia a Faculdade de Direito do Recife (1827), a
Escola de Engenharia de Pernambuco (1895), a Faculdade de Medicina do Recife
(1895), as escolas de Odontologia e Farmácia (1922), a Escola de Belas Artes de
Pernambuco (1932) e a Faculdade de Filosofia do Recife (1941), sendo considerado o
primeiro centro universitário do Norte e Nordeste.
Em 1948, começou a construção do campus universitário num loteamento na
Várzea, onde hoje está localizado o Campus Recife. No ano de 1965 a Universidade do
Recife passou a integrar o sistema federal de educação do país passando a denominar-
se Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), na condição de autarquia vinculada
ao Ministério da Educação.
Atualmente, a UFPE possui 13 Centros Acadêmicos, sendo 11 na capital, 01 em
Vitória de Santo Antão (Centro Acadêmico de Vitória – CAV) e 01 em Caruaru (Centro
Acadêmico do Agreste – CAA). Integram o Campus Universitário Reitor Joaquim
Amazonas as seguintes unidades acadêmicas:
• Centros de Artes e Comunicação (CAC)
• Centro de Biociências (CB)
• Centro de Ciências Exatas e da Natureza (CCEN)
• Centro de Ciências da Saúde (CCS)
• Centro de Ciências Medicas (CCM)
• Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA)
• Centro de Educação (CE)
• Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFCH)
• Centro de Informática (CIn)
• Centro de Tecnologia e Geociências (CTG)
7
O Campus Universitário Reitor Joaquim Amazonas possui 149 hectares e abriga
a Reitoria, administração central da universidade; o Colégio de Aplicação – CAp, órgão
voltado para a educação básica; a Biblioteca Central – BC; 10 Bibliotecas Setoriais; a
Editora UFPE; a Coordenadoria do Ensino de Ciências do Nordeste (CECINE); o
Instituto Keizo Asami (Laboratório de Imunopatologia) (LIKA); o Instituto de Pesquisa
em Petróleo e Energia (LITPEG); o Núcleo de Educação Física e Desportos (NEFD); o
Hospital das Clínicas (HC); o Núcleo de Saúde Pública e Desenvolvimento Social
(NUSP); Núcleo de Acessibilidade da UFPE (NACE); o Núcleo de Políticas LGBT; o
Núcleo de Políticas e Educação Étnico-Raciais (ERER) e o Complexo de Convenções,
Eventos e Entretenimento, com Teatro, Cinema e Concha Acústica.
Ainda faz parte da UFPE: o Núcleo de Rádio e Televisão (TVU), o Memorial de
Medicina de Pernambuco (MMA), Memorial Denis Bernardes, o Centro Cultural Benfica,
que abriga o Instituto de Arte Contemporânea (IAC), a Diretoria de Cultura da UFPE, o
Teatro Joaquim Cardozo e o Setor de Acervo e Documentação e os Projetos Especiais.
A UFPE oferece, atualmente, um total de 116 cursos de Graduação, sendo 8
deles na modalidade de Educação a Distância, 94 programas de pós-graduação e 41
cursos de especialização.
No campus do Agreste (Caruaru), funcionam os cursos de Engenharia Civil,
Design, Administração, Ciências Econômicas, Pedagogia, Engenharia de Produção e
as licenciaturas em Física, em Química, em Matemática, a Licenciatura Intercultural
Indígena Medicina, Comunicação Social e o Bacharelado Interdisciplinar em Ciência e
Tecnologia. Em Vitória de Santo Antão, estão os cursos de Nutrição, Enfermagem,
Licenciatura em Ciências Biológicas, Bacharelado e Licenciatura em Educação Física
e Saúde Coletiva. Esse campus também conta com uma Clínica-Escola.
Nesses anos de história, a Universidade Federal de Pernambuco cresceu em
sua abrangência, por meio da interiorização e da criação de novos cursos, conservando
a qualidade do ensino, a expressiva produção científica e a extensão universitária,
sendo considerada pelos Ministérios da Educação e da Ciência e Tecnologia como uma
das melhores Universidades do país.
8
1.2 O CENTRO DE ARTES E COMUNICAÇÃO
Ao longo de sua história, a UFPE já realizou três reformas estruturais (1963 –
1967 – 1974). Na terceira delas foi criado o Centro de Artes e Comunicação - CAC,
fundado em 1975, resultante da junção da Escola de Belas Artes de Pernambuco, da
Faculdade de Arquitetura do Recife, do Departamento de Letras e do Curso de
Biblioteconomia. O CAC ocupa uma área de 15.500 metros quadrados, distribuídos
entre salas de aula, Biblioteca Joaquim Cardozo, Teatro Milton Baccarelli, Galeria de
Arte Capibaribe, núcleos de pesquisas, laboratórios vinculados à maioria dos cursos de
graduação, laboratórios de informática, hemeroteca, estúdios para gravação de vídeo
e áudio, laboratórios de gravura; desenho; pintura; modelagem; tridimensionalidade;
fotografia; multimídias, além do laboratório que abriga o acervo e maquinário da Oficina
Guaianases de Gravura.
Oito departamentos acadêmicos integram o CAC: Arquitetura e Urbanismo;
Ciência da Informação; Comunicação Social; Expressão Gráfica; Design; Letras;
Música; Artes. Esses departamentos são responsáveis por 24 cursos de graduação e
09 Programas de Pós-Graduação, que oferecem Mestrados em Artes Visuais, Letras,
Comunicação Social, Arquitetura, Ciência da Informação e Design, além de Doutorados
em Letras, Arquitetura, Comunicação Social e Design. O corpo docente do CAC é
composto por aproximadamente 280 professores/as, a maior parte possui título de
Doutor/a ou Mestre/a. Já o corpo discente é formado por aproximadamente 4.650
estudantes.
Entre os grupos de pesquisa dos departamentos do Centro de Artes e
Comunicação, destacam-se: Estudos e Pesquisas em Artes Cênicas; Núcleo
Interdisciplinar de Estudos sobre o Imaginário (que desde 2017 passou do
Departamento de Antropologia para o PPGAV); Arte, Educação e Diversidade Cultural;
Laboratório de Estudos em Mediação nas Artes; Ensino das Artes Visuais; Cultura
Visual, Gênero e Sexualidades; Avaliação e Pesquisa Educacional; Linguística
Aplicada; Estudos Linguísticos da Fala e Escrita; Norma Linguística Urbana Culta;
Compreensão e Produção (Inter) Linguísticas; Estudos Históricos da Língua Vernácula;
Linguagem e Literatura: Sociedade, Saúde e Trabalho; Literatura Hispano-Americana
Colonial; Estudos Canadenses; Percepção e Representação Intercultural; Geometria
Gráfica; Metodologia de Design de Artefatos Digitais; Comunicação, Tecnologia e
Cultura; Design, Tecnologia e Cultura; Comunicação e Discurso; Produção Multimídia;
9
Arte e Técnica na Arquitetura; Estudos de Subjetividade na Arquitetura; Morfologia da
Arquitetura e do Urbanismo; Tecnologias de Investigação da Cidade; Conservação
Integrada Urbana e Territorial; Gestão Urbana e Políticas Públicas; Ergonomia e
Usabilidade de Produtos, Sistemas e Produção; Arte, Cultura e Memória; Memória e
Sociedade; Informação Tecnológica; Design da Informação; Alaye - Grupo de estudos
e pesquisas em informação antirracista e sujeitos informacionais.
Nos projetos de extensão, o Centro desenvolve cursos de aprofundamento para
auxiliares de biblioteca e professores/as da Educação Básica da rede Oficial; um
Programa Especial de Português para Estrangeiros - PROPE; cursos variados na área
de Artes Visuais, tais como Iniciação ao Desenho e à Pintura, Modelagem em Argila,
Gravura. Há ainda um projeto de Teatro de Animação e outro de aplicação de Jogos
Teatrais na Educação Básica na área de Artes Cênicas. É também promovida a edição
de boletins e jornais acadêmicos visando à divulgação das pesquisas realizadas,
destacando-se a Revista ArteComunicação, a Revista Eutomia, a revista Investigações,
do Programa de Pós-Graduação em Letras e Linguística e a Revista Cartema do
Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais.
1.3 O DEPARTAMENTO DE ARTES E O CURSO DE ARTES VISUAIS -
LICENCIATURA
O Departamento de Artes é um dos oito departamentos que integram o Centro
de Artes e Comunicação da Universidade Federal de Pernambuco. Ele atualmente
oferece cursos de Artes Visuais - Licenciatura e Bacharelado, Dança - Licenciatura e
Teatro - Licenciatura. Sua finalidade é desenvolver atividades de ensino, pesquisa e
extensão no campo das Artes Visuais, da Dança e do Teatro.
Em relação a sua estrutura, dispõe do Teatro Milton Baccarelli, da Oficina
Laboratório Guaianases de Gravura, um Laboratório de Artes Cênicas (LAC), oito
Laboratórios de Artes Visuais, três salas de Dança e um significativo espaço físico,
utilizado atualmente como salas de Artes Visuais, no anexo ao Centro Cultural Benfica
- CCB, situado à Rua Benfica, 157, no Bairro da Madalena.
Na área da Extensão Universitária, o Departamento tem oferecido cursos de
Iniciação à História da Arte, Modelagem em Argila, Estamparia Artesanal e Gravura,
Iniciação à Arte Contemporânea, História em Quadrinhos, Montagem de Exposição e
10
Expografia. O Departamento de Artes originou-se da reformulação dos preexistentes
Departamentos de Desenho, Pintura e Escultura, do Departamento de História das
Artes e do Departamento de Música, ligados à Escola de Belas Artes da UFPE.
O Curso de Licenciatura em Educação Artística da UFPE foi criado em 1973,
com base na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei 5692, de 1971. Era
identificado como Licenciatura curta e polivalente, pois o/a estudante egresso deveria
ministrar Artes Plásticas, Música e Artes Cênicas. Em 1986 o currículo foi reformulado,
passando a adotar o currículo de Licenciatura Plena, com habilitação em Artes Plásticas
ou Artes Cênicas. O Curso era vinculado ao Departamento de Teoria da Arte e
Expressão Artística (nomenclatura modificada para Departamento de Artes, em 2018),
o qual foi criado em decorrência da aplicação do Plano de reestruturação da
Universidade Federal de Pernambuco em 1974. O currículo do Curso de Licenciatura
em Educação Artística, Habilitação em Artes Plásticas – perfil 8204, foi implantado com
uma carga horária de 2.745 horas/aulas, distribuída em oito semestres com uma
duração mínima de quatro anos. O currículo teve por objetivo formar o profissional
específico para atuar no campo do ensino das Artes Plásticas.
O processo de renovação em 2011, no sistema educacional brasileiro,
legalmente instituído através da Lei nº 9.394 de 20 de dezembro de 1996, atendeu a
necessidades de reestruturação e mudança das Diretrizes e Bases da Educação
Nacional. A partir de então, o curso de Educação Artística foi completamente
reformulado deixando de receber esta nomenclatura e passando a ser identificado por
Artes Visuais – Licenciatura. Tal processo ofereceu condições favoráveis à reforma
geral do Curso em 2011. Consideramos que os procedimentos em questão foram de
extrema relevância e partilhamos, com a maioria dos membros da comunidade
acadêmica brasileira, o sentimento de que, além de inadiáveis, as mudanças instituídas
pela LDB responderam a desejos de reforma longamente acalantados pela maior parte
dos/as docentes de nosso país.
É importante frisar que a partir da Constituição Federal de 1988, que
regulamentou a Educação Brasileira através da Lei 9394, Lei de Diretrizes e Bases da
Educação de 1996, os Cursos em nível superior passaram a ser orientados pelas
“Diretrizes Curriculares dos Cursos Superiores”, definindo um novo plano para seus
Currículos através de regulamentações gerais e específicas a cada área do
11
conhecimento. Com esta regulamentação as Artes Plásticas passaram a ser
classificadas na grande área do conhecimento denominada Área de Artes Visuais.
Atualmente, o Departamento de Artes distingue-se por seu amplo potencial de
produção científica e artístico-cultural, frequentemente prestando consultoria,
assessoria técnica e outros serviços nos seus respectivos campos de atuação:
ARTES VISUAIS
* Licenciatura (em Artes Visuais): o curso visa a formação do/a professor/a,
educador e pesquisador em Artes Visuais. Desde o início do curso o/a estudante tem
contato com componentes curriculares teóricos e práticos específicos da área de Artes
Visuais e componentes pedagógicos aprofundando a formação do educador. Espera-
se que o licenciado, nesta graduação, se torne apto a lidar com as poéticas visuais e
apreciação crítica da obra de arte e da imagem, tornando-o um educador crítico e
produtor de arte, seja no nível de criação pessoal ou em serviços à comunidade. O
mercado de trabalho para esse profissional é o ensino das Artes Visuais nas redes
públicas e privadas, em espaços formais e não-formais, em instituições culturais,
museus, galerias, institutos, fundações, ONG’s, hospitais, abrigos, projetos artísticos
comunitários, empresas.
* Bacharelado (em Artes Visuais): caracteriza-se pela formação profissional do
artista visual contemporâneo sintonizado com as várias modalidades e interfaces desse
campo do saber com as várias especificidades artísticas, construindo uma poética
própria, mas que possa estar relacionada ao mundo artístico contemporâneo, além de
ser capaz de colaborar para o reencontro cultural das diversas camadas sociais. O
curso teve início em 2019.
* O Programa Associado de Pós-graduação em Artes Visuais, mestrado stricto
sensu (www.ufpe.br/ppgav e www.ccta.ufpb.br/ppgav/) é associado com a Universidade
Federal da Paraíba e iniciou com sua primeira turma em 2010. Seus principais objetivos
são a formação de pesquisadores e a qualificação de recursos humanos especializados
na área de Artes Visuais com autonomia em sua área de concentração e capacidade
para planejar, desenvolver e executar atividades relacionadas à pesquisa, ensino e
extensão, com abertura para a interdisciplinaridade e transversalidade. A trajetória do
PPGAV mostra uma crescente melhoria da qualidade do curso oferecido, seja por meio
12
da ampliação quantitativa e qualitativa do quadro docente, pelo impacto social com a
inserção imediata de seus egressos no mercado de trabalho ou pela repercussão dos
trabalhos produzidos por professores/as e estudantes em livros, periódicos e
apresentados em importantes eventos da área, locais, regionais, nacionais e
internacionais.
DANÇA
* Licenciatura: “O curso estimula o desenvolvimento de competências críticas,
metodológicas e criativas nos/as alunos/as, através de disciplinas práticas, teóricas e
prático-teóricas para que estes possam atuar prioritariamente na educação básica,
agindo como formadores no campo do ensino da dança. O profissional formado neste
curso atua como professor/a em escolas e academias de dança, fundações e centros
culturais, escolas públicas e privadas da educação básica”[1].
TEATRO
* Licenciatura: “Forma profissionais para atuar em projetos de arte/educação;
projetos em pedagogia do teatro; projetos de encenação; trabalho de ator; projetos de
cenografia, indumentária, maquilagem, iluminação e sonoplastia; criação e confecção
de bonecos; criação e confecção de máscaras; crítica teatral; curadoria de espetáculos;
criação dramatúrgica; animação cultural; participação em festivais, mostras e bienais
de espetáculos; jurados em festivais de teatro e concursos de dramaturgia”[2].
[1] Fonte: Projeto Pedagógico do Curso de Dança.
[2] Fonte: Projeto Pedagógico do Curso de Teatro
13
2. JUSTIFICATIVA PARA A REFORMULAÇÃO PARCIAL
A reformulação parcial do curso de Artes Visuais – Licenciatura – se justifica por
vários motivos. Primeiro, em razão das constantes solicitações advindas dos/as
estudantes para atualização dos programas e bibliografias dos componentes
curriculares e inserção de novos componentes eletivos que contribuam para uma
formação mais ampla e aprofundada no campo das Artes Visuais e, especificamente,
do ensino das Artes Visuais. Segundo, pela crença, desejo e compromisso do corpo
docente em proporcionar uma formação que corresponda às necessidades
contemporâneas. E ainda, pela constatação de maior articulação entre a formação em
nível de graduação e a possibilidade de continuação dos estudos em nível de pós-
graduação.
A Reforma parcial do PPC visa também atender às diretrizes e aos dispositivos
legais e normativos nacionais e institucionais da UFPE, aprovados após a última
atualização do PPC em 2011. São eles:
- Lei Nº 13.146/2015, que trata sobre as condições de acesso para pessoas com
deficiência e/ou mobilidade reduzida;
- Lei Nº 12.764/2012, que trata sobre a Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno
do Espectro Autista;
- Resolução Nº 01/2013 – CCEPE/UFPE, que normatiza o Núcleo Docente Estruturante
e dá outras providencias;
- Resolução Nº 12/2013 – CCEPE/UFPEm que dispõe sobre procedimentos para
creditação de atividades complementares nos Cursos de Graduação da UFPE;
- Resolução Nº 03/2014 – CCEPE/UFPE., que dispõe sobre procedimentos para
alteração dos currículos dos cursos de graduação da UFPE;
- Resolução Nº 10/2015 – CCEPE/UFPE, que regulamenta a dispensa/equivalência de
disciplinas nos cursos de graduação presencial da UFPE;
14
- Resoluções Nº 20/2015; 09/2016, 09/2018 e 02/2020 – CCEPE/UFPE, que disciplinam
os os Estágios Curriculares Supervisionados dos Cursos de Graduação da UFPE;
- Resolução 10/2017 – CCEPE/UFPE, que disciplina as avaliações de ensino e
avaliação do docente pelo discente na UFPE;
- Resolução Nº 07/2018 – CEPE/UFPE, que estabelece as diretrizes para as reformas
curriculares dos cursos de licenciatura da UFPE e dá outras providências;
- Resolução 09/2019 – CEPE/UFPE, que regulamenta a oferta de disciplinas
internacionalizadas na UFPE;
- Resolução 11/2019 ConsUni/UFPE, que dispõe sobre atendimento em acessibilidade
e inclusão;
- Resolução Nº 18/2021 e 10/2022 – CEPE/UFPE, que regulamenta o Grupo de
Disciplinas de Formação Avançada na Universidade Federal de Pernambuco.
- Resolução Nº08/2021- CEPE/UFPE, que estabelece critérios para o Processo de
Ingresso por Reintegração, Transferência Interna, Transferência Externa e Portador/a
de Diploma nos cursos de graduação da UFPE;
- Resolução 03/2022 – CEPE/UFPE, que institui a Política de Mobilidade acadêmica;
- Resolução 18/2022 – CEPE/UFPE, que disciplina o Trabalho de Conclusão de Curso
nos Cursos de Graduação;
- Resolução 03/2023 – CEPE/UFPE, que regulamenta as atividades práticas
supervisionadas nos cursos de graduação da UFPE;
- As recomendações do Fórum das Licenciaturas da UFPE relativas às estruturas
curriculares dos cursos de Licenciaturas contemplando o contexto institucional e social
contemporâneo;
- A Política Institucional para a Formação Inicial e Continuada de Professores da
Educação Básica da Universidade Federal de Pernambuco, publicada pela Pró-Reitoria
de Graduação da UFPE em 2023.
15
Observa-se que durante a elaboração desta proposta, que vem ocorrendo desde
2023, a Resolução Nº 02/2019 – CNE/CP foi revogada pela Resolução Resolução Nº
04/2024 – CNE/CP, que dispõe sobre as Diretrizes Curriculares Nacionais para a
Formação Inicial em Nível Superior de Profissionais do Magistério da Educação Escolar
Básica (cursos de licenciatura, cursos de formação pedagógica para graduados não
licenciados e cursos de segunda licenciatura). O NDE está trabalhando para
encaminhar em breve a Reforma Integral do PPC e atender às novas deliberações do
CNE e orientações da Prograd.
Diante das necessidades elencadas, algumas ações foram realizadas para
diagnosticar e elaborar os novos ajustes curriculares. Foram elas: reuniões entre
estudantes e professores/as para debater os dados fornecidos pelo ENADE (Exame
Nacional de Desempenho dos/as Estudantes), reuniões entre professores/as,
participações nos Fóruns das Licenciaturas promovidos pela PROGRAD e reuniões do
Núcleo Docente Estruturante (NDE).
Identificamos algumas lacunas e inadequações quanto a alguns componentes
curriculares no que diz respeito às ementas e conteúdos. Desta maneira, foram criados
novos componentes eletivos para atender à necessidade de abrir espaços de
experimentação para o/a professor/a de Artes Visuais e os programas e bibliografias de
componentes obrigatórios foram atualizados. Além de sintonizar a proposta curricular
com as peculiaridades do século XXI, isto é, tentamos imprimir uma marca de interação
ao currículo com a tradição, modernidade e pós-modernidade, e o equilíbrio entre
reflexão, experiência e criação em arte. Em acréscimo ao quadro de componentes
eletivos pré-existentes, criamos os seguintes 23 componentes curriculares eletivos
(alguns já ativos em função do PPC do curso de Artes Visuais – Bacharelado):
- Argila 2;
- Arte, Gênero e Sexualidade;
- Arte Têxtil;
- Arte Urbana;
- Artes da África e Afro-diaspórica;
- Artes Indígenas no Brasil
- Curadorias e Histórias de Exposição;
- Ensino das Artes Visuais Quilombola
- Estudos do Imaginário;
16
- História da Arte Latino-Americana;
- Laboratórios de Criação 1, 2 e 3;
- Laboratório de Desenho 2;
- Laboratório de Fotografia;
- Laboratório de Tridimensionalidade;
- Memória e Narrativa em Artes Visuais;
- Pesquisa em Artes Visuais;
- Quadrinhos;
- Tópicos em Arte 7, 8, 9 e 10.
Esta proposta apresenta alteração na periodização dos seguintes componentes
curriculares: AR622 - Fotografia e Arte passa do 3º período para o 4º período e AR623
- Tridimensionalidade passa do 4° período para o 3º período. Ambos componentes
possuem mesma carga horária, portanto a troca não gera alteração das cargas horárias
totais de cada período. Esta mudança se dá devido a motivos técnicos relacionados às
condições climáticas de cada época do ano, sendo mais adequada a oferta de
Fotografia e Arte no período do verão devido a técnicas como a cianotipia, que
dependem de uma insolação solar mais forte. Já o componente de Tridimensionlidade,
ao ser ofertado no período do inverno, libera o ateliê para o componente de Laboratório
de Tridimensionalidade, no qual são investigadas técnicas como as de Papel machê,
que requer um clima propício à secagem das peças.
Esta reforma também propõe a alteração na periodização dos componentes de
Estágio Curricular, conforme avaliado por várias turmas concluintes e pela equipe
docente. Na futura Reforma Integral faremos a alteração dos nomes das disciplinas para
coerência da sequência da periodização. Como tal alteração não é possivel nas regras
da Reforma Parcial, optamos por alterar a sequência dos períodos, mesmo com a
manutenção dos nomes. Avaliou-se que os estágios na educação formal tem um grau
de exigência maior, tanto em carga horária, quanto no desafio do contexto institucional
e pedagógico. Portanto, considerou-se mais adequado iniciar os estágios pela
educação não formal (Estágio Curricular em Ensino das Artes Visuais 3 e Estágio
Curricular em Ensino das Artes Visuais 4) e nos períodos seguintes os estágios na
educação formal (Estágio Curricular em Ensino das Artes Visuais 1 e Estágio Curricular
em Ensino das Artes Visuais 2), resultando na seguinte nova periodização:
17
- AR688 Estágio Curricular em Ensino das Artes Visuais 3 (90 horas de Estágio
supervisionado de observação e regência de artes visuais, em projetos sociais e
organizações não governamentais) no 5º período;
- AR689 Estágio Curricular em Ensino das Artes Visuais 4 (90 horas de Estágio
supervisionado de observação e regência em ação educativa das artes visuais, em
museus e espaços culturais) no 6º período;
- AR686 Estágio Curricular em Ensino das Artes Visuais 1 (120 horas de Estágio
supervisionado de observação e regência das artes visuais, em turmas do ensino
fundamental do 6ª ao 9ª ano na modalidade regular e EJA) no 7º período;
- AR687 Estágio Curricular em Ensino das Artes Visuais 2 (120 horas de Estágio
supervisionado de observação e regência das artes visuais, em turmas de educação do
ensino médio do 6ª ao 9ª ano na modalidade regular e EJA) no 8º período.
Em decorrência da alteração na periodização dos componentes de Estágio
Curricular, é necessário modificar também a periodização dos componentes de
Metodologia do Ensino das Artes Visuais, uma vez que são pré-requisitos das
disciplinas de Estágio. Dessa forma, iniciaremos com AR697 - Metodologia do Ensino
das Artes Visuais 3, cuja ementa diz respeito à Educação Não Formal, no 4º período,
seguida de AR695 - Metodologia do Ensino das Artes Visuais 1 no 5º período e de
AR696 - Metodologia do Ensino das Artes Visuais 2 no 6º período. Propõe-se, ainda, a
alteração da periodização do componente do componente AR684 – Arte e Diversidade
Étnico-Cultural do 7º para o 6º período, de modo a equilibrar melhor a carga horária por
período e propiciar integração de conteúdos com as demais disciplinas concomitantes.
Nesta reforma parcial, também revisamos os regulamentos de Atividades
Complementares, de Estágio e de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). Inserimos
a admissão de Discipinas de Formação Avançada cuja oferta deverá ser autorizada
pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais e outros programas de pós-
graduação.
Não foi possível inserir nesta Reforma Parcial as Atividades Curriculares de
Extensão (ACEx), pois ocasionaria alteração da estrutura curricular para acomodar sua
carga horária. Tal providência será tomada na Reforma Integral do PPC.
Em relação ao documento do PPC de 2011, confirmamos a retirada já efetuada,
por decisão do Colegiado, dos pré-requisitos dos componentes: Arte Ambiental 2,
Desenho 2; Estética B; Fundamentos da Linguagem Visual 2; História da Arte 2; História
18
da Arte 3; História da Arte 4; História da Arte 5; História da Arte Brasileira 2; Leitura da
Obra de Arte 2. Inserimos as equivalências entre Iniciação ao Trabalho de Conclusão
de Curso e Trabalho de Conclusão de Curso do perfil curricular do curso de Artes
Visuais - Bacharelado (Código 00220) e entre Trabalho de Conclusão de Curso e
Trabalho de Concusão de Curso 2, também do curso de Artes Visuais - Bacharelado.
Tal reestruturação é resultado de uma preocupação de modo a possibilitar uma
sólida preparação àqueles que serão agentes fundamentais para a formação e
transformação da sociedade. Nosso esforço foi marcante para vislumbrar metas
compatíveis com a realidade social na qual se inserem professores/as e estudantes
desta Universidade.
Para melhor visualização do conjunto de modificações realizadas nos
componentes curriculares, elaboramos a tabela a seguir:
TABELA DE ALTERAÇÕES
COMPONENTE CURRICULAR ALTERAÇÃO
AR706 - Argila 2 Novo componente eletivo
AR718 - Arte, Gênero e Sexualidade Novo componente eletivo
Arte Têxtil Novo componente eletivo
AR719 - Arte Urbana Novo componente eletivo
Artes da África e Afro-Diaspórica Novo componente eletivo
Artes Indígenas no Brasil Novo componente eletivo
Curadorias e Histórias de Exposição Novo componente eletivo
Ensino das Artes Visuais Quilombola Novo componente eletivo
Estudos do Imaginário Novo componente eletivo
AR712 - História da Arte Latino-Americana Novo componente eletivo
AR713 - Laboratório de Criação 1 Novo componente eletivo
AR714 - Laboratório de Criação 2 Novo componente eletivo
AR714- Laboratório de Criação 3 Novo componente eletivo
AR720- Laboratório de Desenho 2 Novo componente eletivo
AR721 - Laboratório de Fotografia Novo componente eletivo
19
AR705 - Laboratório de Tridimensionalidade Novo componente eletivo
Memória e Narrativa em Artes Visuais; Novo componente eletivo
AR701 - Pesquisa em Artes Visuais Novo componente eletivo
AR722 - Quadrinhos Novo componente eletivo
Tópicos em Arte 7 Novo componente eletivo
Tópicos em Arte 8 Novo componente eletivo
Tópicos em Arte 9 Novo componente eletivo
Tópicos em Arte 10 Novo componente eletivo
AR622 - Fotografia e Arte Nova periodização
AR623 - Tridimensionalidade Nova periodização
AR684 – Arte e Diversidade Étnico-Cultural Nova periodização
AR686 - Estágio Curricular em Ensino das Artes Visuais 1 Nova periodização
AR687 - Estágio Curricular em Ensino das Artes Visuais 2 Nova periodização
AR688 - Estágio Curricular em Ensino das Artes Visuais 3 Nova periodização
AR689 - Estágio Curricular em Ensino das Artes Visuais 4 Nova periodização
AR695 - Metodologia do Ensino das Artes Visuais 1 Nova periodização
AR696 - Metodologia do Ensino das Artes Visuais 2 Nova periodização
AR697 - Metodologia do Ensino das Artes Visuais 3 Nova periodização
AR637 – Arte Ambiental 2 Retirada de pré-requisito AR632- Arte
Ambiental 1
AR618 - Desenho 2 Retirada de pré-requisito AR614-
Desenho 1
AR691 - Estética B Retirada de pré-requisito AR690-
Estética A
AR617 - Fundamentos da Linguagem Visual 2 Retirada de pré-requisito AR612-
Fundamentos da Linguagem Visual 1
AR616 - História da Arte 2 Retirada de pré-requisito
AR611- História da Arte 1
AR620 - História da Arte 3 Retirada de pré-requisito AR616-
História da Arte 2
AR624 - História da Arte 4 Retirada de pré-requisito AR620-
História da Arte 3
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AR630 - História da Arte 5 Retirada de pré-requisito AR624-
História da Arte 4
AR635 - História da Arte Brasileira 2 Retirada de pré-requisito AR631-
Historia da Arte Brasileira 1
AR662 - Leitura da Obra de Arte 2 Retirada de pré-requisito AR631-
AR661- Leitura da Obra de Arte 1
AR694 - Iniciação ao Trabalho de Conclusão de Curso Inclusão de equivalência com AR715
Trabalho de Conclusão de Curso 1
AR643 - Trabalho de Conclusão de Curso Inclusão de equivalência com AR716
Trabalho de Conclusão de Curso 2
2.1 RELEVÂNCIA DO/A PROFISSIONAL PARA O DESENVOLVIMENTO
LOCAL/REGIONAL/NACIONAL
Diante das necessidades de uma educação e formação mais ampla, consistente,
conectada à realidade do mundo contemporâneo na sua dinamicidade e pluralidade,
são necessários constantes ajustes curriculares que apontem caminhos a serem
percorridos na busca de uma contribuição mais efetiva à sociedade. A principal meta é
proporcionar a formação de profissionais capazes de compreender, refletir e intervir na
realidade cotidiana, direcionando as ações para o desenvolvimento de uma
sensibilidade artístico-estética voltada ao bem comum e coletivo.
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional nº 9.394 de dezembro de 1996
passou a tratar o ensino de arte como obrigatório no currículo escolar e substituiu o
termo “Educação Artística” por “Arte”. A lei foi assim promulgada, graças à força das
entidades, tal como a Federação de Arte/Educadores do Brasil (FAEB), e
professores/as de todo o país, ligados ao ensino de arte e que, de forma sistemática,
dialogaram com parlamentares apontando e defendendo a importância da arte no
processo de formação integral do ser humano. Desse modo, uma série de
reivindicações foi realizada para que a Arte fosse reconhecida como área legítima de
conhecimento.
Em 1998 foram publicados os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs). O
volume 6 dos PCN, do 1º e 2º ciclos, em conformidade com a LDB/96, dedica-se à área
de Arte, conceituando-a como uma forma de apreensão da realidade e do contexto
sociocultural, portanto, como sinônimo de conhecimento. Quando trata do
21
encaminhamento metodológico, prevê que os conteúdos devem articular três
possibilidades: a produção, a reflexão e a contextualização das Artes Visuais. A Arte é
uma área do conhecimento e da atividade humana que pode contribuir em qualquer
processo de transformação. Não é difícil reconhecermos que, em muitas situações no
Brasil e, em particular, na nossa região, a identidade do povo se expressa
profundamente por meio das múltiplas manifestações artísticas. Por exemplo, nos
diversos tipos de festas, sejam religiosas ou profanas, a arte está presente nas artes
visuais, na música, na dança, no teatro. Mas esse é apenas um aspecto que, por si, já
justificaria a presença da arte na escola. No entanto, a arte tem sua importância
fundamental na escola, sobretudo, pelo fato de que ela propicia ao educando a
oportunidade de desenvolver suas potencialidades artístico-estéticas: percepção
política, reflexão, poder de discernimento, imaginação, intuição, curiosidade,
flexibilidade, autoestima, criação, entre outras.
Em termos de diretrizes curriculares oficiais, tivemos depois a homologação da
Base Nacional Comum Curricular (BNCC) em 2018, em meio a um processo bastante
controverso de supostas consultas à comunidade, porém sem um diálogo autêntico
entre planejadores e educadores(as). O resultado ficou bastante discutível, seja pelo
fundo de orientação neoliberal, como também pela área de Arte ter sido reduzida a uma
subárea dentro de um campo de Linguagens. O cenário político instável que tivemos
nos últimos anos também não contribuiu para a consolidação de políticas educacionais,
pelo contrário, aprofundaram suas precariedades . Porém a área de ensino de arte já
tem se afirmado e construído seu próprio referencial através de congressos, fóruns,
pesquisas científicas, publicações. Além disso, no de 2023, a PROGRAD/UFPE
publicou a Política Institucional para a Formação Inicial e Continuada de Professores
da Educação Básica da Universidade Federal de Pernambuco. Tais suportes vem suprir
a lacuna das defasadas e insuficientes diretrizes curriculares nacionais para a condução
dos cursos de licenciatura, sobretudo nas áreas de Arte.
As Artes Visuais constituem uma área estratégica que propicia transformações
no indivíduo, na escola e em outros contextos educacionais pelo seu potencial
construtor de identidades e, portanto, de transformação da sociedade. Em Pernambuco,
o curso de Artes Visuais – Licenciatura – da UFPE é um dos poucos cursos de
graduação que visa preparar professores/as para atuação na Educação Básica de
Ensino, nas redes públicas e privadas, em espaços formais e não-formais, em
22
instituições culturais, museus, galerias, institutos, fundações, ONGs, hospitais, abrigos,
projetos artísticos comunitários, empresas e espaços públicos urbanos. Esta atuação
do profissional das Artes Visuais também pressupõe o desenvolvimento de pesquisas
e ações diversas que contribuam para o acesso e a ampliação do entendimento da
sociedade sobre as artes e, consequentemente, sua história e cultura, considerando
ainda seu imprescindível papel nos impactos sociais e da saúde, sobretudo mental, da
população em geral.
Como parte do conhecimento humano, as Artes Visuais contribuem para
compreensão das imagens, da memória e sua história e propõe mudanças nas bases
teóricas do conhecimento, nas proposições pedagógicas relacionadas com as questões
políticas, sociais e econômicas. O processo de ensino-aprendizagem da arte propicia o
desenvolvimento do pensamento artístico, político crítico e reflexivo. A função política
da arte se apresenta também quando os sujeitos envolvidos no processo educativo
adotam atitudes transformadoras de ideias e práticas, voltadas ao bem comum e
coletivo, emergindo como expressão de liberdade e criatividade cidadã. Além disso, a
arte propicia reflexões e ações inovadoras, ampliando possibilidades de intervenção
diferenciadas daquelas apresentadas pelo mundo onde se vive.
23
3. MARCO TEÓRICO
O ensino das Artes Visuais, na contemporaneidade, postula a construção do
conhecimento em arte e a interseção entre experimentação, informação e significação.
Esse conhecimento se constrói no imbricamento dos atos de investigar, de realizar e de
compreender questões que envolvem as configurações e o relacionamento entre Arte
e o mundo. Assim, o curso de Artes Visuais – Licenciatura – objetiva colaborar na
formação do ser humano em sua mais ampla concepção, aquele que é capaz de
respeitar as diferenças étnicas, sociais, culturais, econômicas, religiosas etc. e que
utiliza desse conhecimento para o crescimento coletivo do grupo, para o
desenvolvimento do altruísmo e do respeito às diferenças, para o aprimoramento de
atitudes éticas e justas que contribuam para o bem comum, o respeito aos direitos
humanos e ao ambiente, para a ampliação de visão de mundo e da diversidade humana.
A partir dessa formação, não é possível dissociar a importância estratégica e
imprescindível do Licenciado em Artes Visuais na sociedade, pois essa formação visa
desenvolver o pensamento lógico, o pensamento abstrato e o rompimento deles para
que se multipliquem e se expandam suas relações sociais. Além disso, ampliar o
aprimoramento da corporeidade (os aspectos cognitivos, as emoções, os sentidos, as
sensações...). Todo esse conjunto contém elementos que compõem a existência
humana envolvida na tessitura social. Logo, sujeitos sensitivos e conscientes serão
capazes de colaborar para o desenvolvimento das sociedades e sua expansão,
experimentando, suscitando melhorias para o bem comum e individual, capazes de
respeitar o planeta e contribuir para a convivência harmoniosa e equilibrada com e entre
os seres.
Nesse sentido, está em consonância com o Projeto Pedagógico Institucional da
UFPE (PDI 2019-2023), o qual, “visando à concretização de um projeto de sociedade
em que a produção e disseminação do conhecimento sejam acessíveis a todos os
cidadãos, está ancorado em valores como cidadania, cooperação, criatividade,
sustentabilidade, dignidade, diversidade, equidade, ética e integridade,buscando,
sobretudo, contribuir para a inclusão social dos sujeitos, independente de sua condição
sociocultural e econômica”. (Plano de Desenvolvimento Institucional 2019-2023, p. 30).
24
O PDI 2019-2023 afirma a responsabilidade de formação profissional não apenas
no aspecto da competência técnica, “mas também atento às demandas sociais das
comunidades e sensíveis à condição humana dos sujeitos” (Plano de Desenvolvimento
Institucional 2019-2023, p. 30). Aponta para o sentido de “emancipação, reflexão
crítica, produção, divulgação de conhecimento e cultura” (SANTOS apud PDI 2019-
2023, p. 38).
Diante dessa perspectiva de ser humano e de sociedade, um dos aspectos
fundantes e caros ao curso de Artes Visuais – Licenciatura – é a educação em, para e
com as Artes Visuais. Educação entendida como um processo e percurso contínuo que
forma e transforma, que torna o sujeito capaz de refletir, compreender e interferir para
a melhoria das relações interpessoais e pessoais ao seu redor, na escala macro, mas
também micro. Essa concepção de educação em, para e com as Artes Visuais
contempla as necessidades, cada vez mais prementes, de acessibilidade.
Acessibilidade que envolve especificidades do humano para além de aspectos físicos
e cognitivos. Acessibilidade que permite, respeita, envolve e inclui os sujeitos e suas
particularidades de forma criativa e criadora. Esta diretriz está em consonância com o
PDI 2019-2023, ao afirmar que a universidade “se vincula ao movimento mais amplo do
conhecimento na práxis social (global/local), sofrendo influências externas, ao mesmo
tempo em que pode contribuir para a (re)organização/realização de rupturas nesse
âmbito, bem como em seus proprios sujeitos, a partir de suas próprias influências, a
demandar, face à globalização, dela ser mais inclusiva em vários sentidos” (Idem, p.
39). O PDI também aponta para uma inclusão epistemológica, no qual o saber científico
dialogue com os saberes leigos, populares tradicionais, urbanos e oriundos de culturas
não ocidentais (Idem, p. 39), os quais tem no campo das Artes Visuais um terreno fértil.
Torna-se evidente, entretanto, que o lócus de formação indispensável para este
sujeito e para as experiências que envolvem o ensino, a pesquisa e a extensão é a
Universidade pública, gratuita e para todos/as. Esses pilares, baseados nos
ensinamentos de Paulo Freire[1], englobam o entendimento de que o ensinar não é
transferir conhecimento, exige o reconhecimento do inacabamento, o respeito à
autonomia do ser, do bom senso, da humildade, da tolerância e da luta em defesa dos
direitos dos educadores. Além disso, exige a apreensão da realidade, da convicção de
que a mudança é possível. Desse modo, não há ensino sem pesquisa e pesquisa sem
ensino. A pesquisa pressupõe busca, indagação, constatação, intervenção,
25
conhecimento, comunicação, criação, dilatação da compreensão das múltiplas
possibilidades de entendimento das produções humanas, suas relações e
complexidades, da existência do planeta e do universo. Assim, o ensino e a pesquisa
estão imbricados com a extensão universitária que traz em seu cerne o diálogo e a
relação com a sociedade, pois os sujeitos em formação estão, continuamente, inseridos
em células sociais. Logo, alimentam e retroalimentam ambas as comunidades.
De acordo com o PDI da UFPE, “a pesquisa e a extensão (re)alimentam a
atividade de ensino, colocando-a em atualidade frente à realidade cotidiana do mundo”
(p. 41). E o ensino deve ser “entendido como atividade educativa que medeia a relação
entre o discente e os saberes historicamente construídos, supõe que o/a estudante é
sujeito ativo na construção do seu próprio conhecimento e que a ação docente não
poderá prescindir da problematização da realidade, da interdisciplinaridade no trato com
os conhecimentos e da dialogicidade necessárias à construção de uma relação
pedagógica que contribua com o desenvolvimento e a constituição da autonomia
discente. Nessa perspectiva, distancia-se da ideia de transmissão de conhecimentos,
de imposição de valores e diferencia-se daquela concepção por meio da qual o
conhecimento é entendido como algo pronto e acabado, permanentemente válido,
universal e incontestável” (Idem, p.40), conforme os pressupostos freirianos apontados
acima. Parte-se do entendimento do conhecimento como um processo de
transformação contínua e não como a transmissão de conteúdos prontos (PDI 2019-
2023, p. 43), que compreende também a formação de atitudes e valores pautados na
ética e na democracia.
Nesse sentido, o curso de Artes Visuais – Licenciatura – compreende a formação
de seus estudantes e futuros profissionais para o respeito e o compromisso com a
cidadania ativa, criativa e criadora, participativa, reflexivo-crítica, propositora,
transformadora, inclusiva que contribua de forma exponencial para a dilatação dos
sentidos humanos, das relações com os outros, consigo mesmo e com o mundo.
Para tanto, o currículo deve ser organizado de forma a garantir a integração dos
componentes curriculares por meio do exercício da sensibilidade a partir do marco
histórico-teórico da abordagem triangular sistematizada por Ana Mae Barbosa, desde a
década de 1980, com amplo impacto no ensino de Arte. Nesta abordagem, o fazer
artístico visa o contato palpável com os materiais e técnicas que viabilizam a
materialização das Artes Visuais e envolvem o conceitual da arte na dimensão da
26
práxis. Compreende tanto etapas plurais de percepção, conhecimento, investigação e
dilatação dos sentidos, quanto o ato de criação a partir dos mesmos, com os registros
processuais dos percursos vivenciados. Engloba a atitude crítica do exercício da dúvida,
do questionamento constante, do entendimento contextual. Este é o terceiro pólo que
interage continuamente com os da criação e da leitura de imagens. A experimentação
contínua, o fazer e o refazer, a investigação que parte do questionamento, constituem
atitudes de recuo que permitem ir mais longe. Entre este movimento constante de ir e
vir se dá o exercício das sensibilidades que será contemplado em toda a sua plenitude,
permitindo que se pense artisticamente. Tal exercício transcende a condição estrita de
formação de professores/as de Artes Visuais, de artistas, para se tornar atitude
formadora de cidadãos sensíveis, críticos e autocríticos, capazes de refletirem acerca
das relações dinâmicas do mundo em que se inserem e atuam.
Outros marcos teóricos vem a agregar este corpo de conhecimentos na formação
dos/as estudantes em Artes Visuais, tais como os Estudos Culturais, a Educação da
Cultura Visual e os Estudos Decoloniais, que colocam em questionamento os
referenciais eurocêntricos e abrem possibilidades inclusivas, expansivas e críticas de
contextualização social e cultural. Desta forma, contribuem para o aprofundamento de
uma educação que abrange questões transversais de Direitos Humanos, Educação
Ambiental, educação inclusiva, relações étnicos-raciais e diversidade de gênero e
sexualidade, as quais são tratadas com referenciais teóricos, históricos e metodológicos
específicos em componentes curriculares especialmente focados nelas ou em tópicos
e projetos que incidem sobre as práticas pedagógicas.
Tendo como base esses pilares na formação, é fundamental salientar que essa
vivência a ser experimentada pelos/as licenciandos/as servirá de alicerce para as suas
futuras práticas pedagógicas. Ao exercitar a experimentação com os sentidos, poderão
aprimorar-se, individual e coletivamente, e contribuir para o desenvolvimento de
seus/suas futuros/as estudantes, contribuindo para a formação de sujeitos mais
sensíveis, conscientes, reflexivos, críticos e criativos. Logo, possibilitar uma formação
de professores/as de Artes Visuais conectada às necessidades contemporâneas é uma
de nossas metas principais.
[1] FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: Saberes Necessários à Prática Educativa.
São Paulo: Editora Paz e Terra, 1996, 36ª Edição.
27
4. OBJETIVOS DO CURSO
4.1 OBJETIVO GERAL
O curso observa as recomendações contidas na Resolução Nº 01 de 16 de
janeiro de 2009 do Conselho Nacional de Educação, que têm como objetivo formar o/a
licenciando/a em Artes Visuais, de modo que essa formação envolva a produção, a
pesquisa, a crítica e o ensino das Artes Visuais, visando ao desenvolvimento da
percepção, da reflexão, do potencial criativo, dentro da especificidade do pensamento
visual e das competências e habilidades definidas nas Diretrizes Curriculares Nacionais,
a fim de que o/a futuro/a licenciado/a em Artes Visuais possa contribuir para a
construção de uma sociedade mais justa e democrática.
4.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS
* Vivenciar estratégias e metodologias dos processos de ensino e aprendizagem
que propiciem meios conceituais e técnicos para o desenvolvimento da especificidade
visual a partir do fazer artístico e do pensar sobre o ensino desse fazer nos diferentes
anos escolares da Educação Básica e nos múltiplos contextos educativos.
* Questionar a realidade a partir da formulação de situações problema para
trabalhar o pensamento lógico, a criatividade, a intuição, a percepção estética, a
capacidade de análise crítica, selecionando estratégias de ensino que sejam
adequadas ao contexto, interagindo com as manifestações culturais da sociedade na
qual se situa, demonstrando sensibilidade e criação, transmissão e recepção do
fenômeno visual.
* Desenvolver pesquisa científica e tecnológica em Artes Visuais, objetivando
a criação, a compreensão, a difusão e o desenvolvimento das visualidades,
organizando informações sobre Artes Visuais e ensino das Artes Visuais por meio de
professores/as de arte, artistas, obras de arte, espaços culturais e educacionais, fontes
de comunicação e informação.
* Atuar, de forma significativa, nas manifestações culturais, instituídas ou
emergentes, nos diferentes espaços culturais, especialmente em articulação com
instituições de ensino específico de Artes Visuais (instituições culturais, museus,
28
galerias, institutos, fundações, ONG’s, hospitais, abrigos, projetos artísticos
comunitários, empresas e espaços públicos urbanos e âmbitos de ensino na Educação
Básica).
* Possibilitar experiências de estudo e reflexão sobre os desafios que o ensino
da arte enfrenta nas escolas da Educação Básica e outros espaços educativos.
* Criar espaços para viver experiências estéticas e didáticas no ensino da arte
por meio de reflexões sobre o fazer pedagógico e estético, estimulando criações visuais
e sua divulgação como manifestação do potencial artístico, objetivando o
aprimoramento da sensibilidade estética dos diversos atores sociais.
* Propiciar condições para o/a futuro/a docente de Artes Visuais expressar a
construção do olhar estético crítico e reflexivo por meio da produção artística, análise
do processo, exploração de materiais de forma individual e coletiva.
29
5. PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO
O Curso de Artes Visuais – Licenciatura – da UFPE é organizado de modo a
garantir que sejam contemplados na formação profissional conhecimentos das Artes
Visuais, assim como os relativos aos objetos de ensino e aos processos educativos,
considerando tanto os conhecimentos acerca dos sistemas de ensino quanto os
relativos à prática pedagógica voltada para as Artes Visuais.
De acordo com a Política Institucional para a Formação Inicial e Continuada de
Professores da Educação Básica da Universidade Federal de Pernambuco (2023, p.
19-20), espera-se que os egressos dos cursos de licenciatura possam: compreender o
contexto educativo brasileiro para atuar com ética e compromisso político;
responsabilizar-se pelo desenvolvimento e processos de aprendizagem dos sujeitos
nos diversos contextos, etapas e modalidades da educação básica; dominar os
conteúdos e abordagens teórico-metodológicas do seu campo de atuação; dominar
tecnologias de informação e comunicação para o desenvolvimento nos processos
educativos; promover as relações entre a instituição educativa, a família e a
comunidade; promover a inclusão social de modo a enfrentar e superar todo tipo de
preconceito; atuar na gestão da educação básica; realizar pesquisas sobre a realidade
sociocultural dos estudantes e sobre processos de ensino-aprendizagem e propostas
curriculares; refletir sobre sua prática pedagógica, sistematizando e difundindo-a
enquanto conhecimento.
O Curso de Artes Visuais – Licenciatura – da UFPE deve, portanto, formar
profissionais habilitados para atuarem na área da produção, da pesquisa e do ensino
das Artes Visuais. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nº 9.394 de 20 de dezembro
de 1996 sugere que a formação desses profissionais deve ser voltada para o
desenvolvimento da percepção, da reflexão e do potencial criativo, dentro da
especificidade do pensamento visual. A vertente da formação profissional especificada
neste documento contempla o ensino e se compromete, portanto, com a formação do/a
professor/a de Artes Visuais.
No caso da formação do/a docente, a articulação com o campo de conhecimento
da Educação se faz imprescindível. Como conhecimento, as Artes Visuais possuem
muitas faces que se articulam e se complementam, estando relacionadas a diversos
30
outros campos do saber como a Psicologia, a Sociologia, a Antropologia, a
Comunicação, a Filosofia, dentre outros. Neste contexto, o curso aqui proposto
pretende formar um profissional que além do domínio de conhecimentos específicos,
seja capaz de promover a articulação dos múltiplos saberes necessários à demanda do
seu exercício profissional, inclusive aqueles advindos de suas vivências anteriores e
extra-escolares, bem como do contexto social de seus estudantes.
Soma-se a este perfil a compreensão das questões que envolvam o ensino das
Artes Visuais, a capacidade de avaliar criticamente a sua própria atuação e a
capacidade de interagir de forma cooperativa com a comunidade profissional,
acadêmica e artística na elaboração de projetos e investigações no campo das Artes
Visuais. Faz-se importante destacar a formação de um profissional atento à promoção
do conhecimento em Artes Visuais que articule o fazer artístico, a apreciação das obras
de arte e a contextualização das mesmas, considerando o pensamento pedagógico
contemporâneo em Artes Visuais, assim como atuar na comunidade mais ampla para
qualificar a formação humana integral.
31
6. CAMPO DE ATUAÇÃO PROFISSIONAL
O curso de Artes Visuais – Licenciatura – prepara professores/as para atuarem
na Educação Básica, nos níveis de ensino fundamental e médio, nas redes pública e
privada, e em espaços não formais de educação, em instituições culturais, museus,
galerias, institutos, fundações, organizações não governamentais, hospitais, abrigos,
projetos artísticos comunitários, empresas, etc. Ao longo de sua formação, o/a
estudante vivencia práticas pedagógicas, processos de criação e de fundamentação
teórica nas especificidades visuais.
O campo de atuação deste profissional encontra-se prioritariamente na
instituição escolar, mais especificamente no contexto da Educação Básica, porém, não
se restringe a esta, visto que as Artes Visuais como fenômeno educativo transcendem
o espaço da escola, inserindo-se em outros espaços sociais no fomento da formação
acadêmica, artística e cultural. O curso também possibilita ao licenciado/a em Artes
Visuais atuar em projetos de pesquisa em âmbito acadêmico e a inserir-se no sistema
das artes em nível regional, nacional e internacional e no campo da produção cultural.
No âmbito da educação formal, a exigência da formação de professores é regida
pela Lei Nº 13.278, de 2 de maio de 2016, que altera o Art. 1º O § 6º do art. 26 da Lei
de Diretrizes e Bases da Educação Nacional nº 9.394, de 1996, estabelecendo as artes
visuais, a dança, a música e o teatro como as linguagens que constituem o componente
curricular de Arte, com a necessária e adequada formação dos respectivos professores
em número suficiente para atuar na educação básica.
De acordo com a Classificação Brasileira de Ocupações, a profissão de arte
educador está localizada dentro do espectro do educador social, porém a Federação
de Arte/Educadores define tal campo profissional numa amplitude muito maior, com
base nas teorias e evidências empíricas, como “professores e pesquisadores
responsáveis por uma significativa produção de conhecimento referente a temas da
educação básica, do ensino superior e da pós-graduação, bem como dos processos
educativos informais e não-formais das artes visuais, dança, música e teatro” (Fonte:
). A CBO define também as profissões de professor
de educação artística do ensino fundamental (2313-10), cuja nomenclatura que se
32
encontra desatualizada, abrangendo o ensino de artes do ensino fundamental nas
modalidades regular e educação de jovens e adultos; e professor de artes no ensino
médio (2321-05); ambas com exigência de formação superior.
33
7. COMPETÊNCIAS, ATITUDES E HABILIDADES
De acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em
Artes Visuais (Resolução nº 1, de 16 de janeiro de 2009), o curso de Artes Visuais –
Licenciatura – da UFPE possibilitará formação profissional que revele as competências
e habilidades para que o formando possa:
I – interagir com as manifestações culturais da sociedade na qual se situa,
demonstrando sensibilidade na criação, transmissão e recepção do fenômeno visual;
II – desenvolver pesquisa científica e tecnológica em Artes Visuais, objetivando
a criação, a compreensão, a difusão e o desenvolvimento das Artes Visuais;
III – atuar, de forma significativa, nas manifestações visuais, instituídas ou
emergentes;
IV – atuar nos diferentes espaços culturais, especialmente em articulação com
instituições de ensino específico de Artes Visuais;
V – estimular criações visuais e sua divulgação como manifestação do potencial
artístico, objetivando o aprimoramento da sensibilidade estética dos diversos atores
sociais;
VI – compreender o papel social da escola, o domínio dos conteúdos a serem
socializados, os seus significados em diferentes contextos e sua articulação
interdisciplinar, o domínio do conhecimento pedagógico, o conhecimento de processos
de investigação que possibilitem o aperfeiçoamento da prática pedagógica e o
gerenciamento do próprio desenvolvimento profissional.
34
8. METODOLOGIA DO CURSO
Durante reuniões do NDE em 2016, 2017 e 2018 para avaliação das ações
curriculares propostas no Plano Pedagógico do Curso de Licenciatura em Artes Visuais
em vigor, sempre composto por representação estudantil, foi constatado a necessidade
de contínua problematização dos binarismos entre teoria/prática, conceitual/empírico,
universidade/campo de trabalho.
Desde então, diversos componentes curriculares tem integrado teoria e prática,
entendendo a indissociação entre o fazer e o pensar artístico. Conforme pontuado nos
marcos teóricos do ensino de arte, que é objeto e propósito do curso, por tratar-se de
formação de professores/as de Artes Visuais, temos na Abordagem Triangular,
sistematizada por Ana Mae Barbosa na década de 1980, um marco de integração entre
as esferas do fazer artístico, da leitura de imagens e da contextualização como um todo
entrelaçado. Por motivos didáticos, em alguns momentos os procedimentos
decorrentes de cada eixo se separam, porém a equipe tem se mantido atenta para que
os componentes com foco em produção artística articulem a aprendizagem técnica a
referências teóricas e históricas para aprofundamento dos processos poéticos-
reflexivos dos/as estudantes. Do mesmo modo, os componentes históricos,
sociológicos, pedagógicos, filosóficos, entre outros conhecimentos teóricos, tem
procurado incorporar uma dimensão prática de modo a contextualizar os saberes do
processo formativo com a realidade social e pessoal dos/as estudantes, legitimando
não apenas a leitura e produção em linguagem verbal, mas também nas possibilidades
de elaboração, reflexão e comunicação do corpo e da imagem.
Em que pese o caráter interdisciplinar e transdisciplinar dessas abordagens, elas
se dão peculiarmente de acordo com os caminhos metodológicos delineados por cada
docente do curso. Ainda é preciso criar mecanismos de maior integração entre os
diferentes componentes curriculares, como projetos conjuntos. Este propósito encontra
algumas dificuldades como a sobrecarga do trabalho docente, o isolamento das práticas
de cada docente pela formatação vigente da carreira acadêmica, a impossibilidade de
manutenção de blocos de componentes curriculares pelas turmas de modo a facilitar
um projeto conjunto, entre outras. Portanto a efetiva interdisciplinaridade no curso ainda
é um desafio a demandar proposições pelo NDE. Elas tem sido experienciadas em
35
projetos pontuais como “Tramações”, que tem unido à produção de Arte Têxtil
discussões sobre gênero e secxualidade, memória, produção audiovisual, curadoria e
expografia, entre outros projetos que articulam o curso de Artes Visuais com o curso
de Arquitetura e Urbanismo (componente letivo que originou o projeto de Requalificação
da Galeria Capibaribe em 2012), projeto de Pintura com pesquisa de pigmentos naturais
com o curso de Geologia, entre outras experiências interdisciplinares e de intersecção
entre ensino, pesquisa e extensão.
No entanto, além das conexões entre teoria e prática e os diversos saberes que
compõem a formação docente em Artes Visuais realizadas internamente em cada
componente curricular, os/as estudantes podem articular a interdisciplinaridade através
da transversalidade das atividades de pesquisa (iniciação científica), extensão, estágio
e complementares. Através de tais articulações, os componentes curriculares não
encerram-se sobre si, mas mantém-se em diálogo com uma gama de proposições que
são criadas no decorrer dos processos artístico-pedagógicos, desdobradas em muitas
possibilidades com variados graus de autonomia dos/as professores/as e estudantes,
e aproveitamento relacional dos conteúdos desenvolvidos, como: curadoria,
exposições, performances, publicação de textos, ações educativas em diversos
contextos, rodas de conversa, aulas públicas, debates, presença de convidados, etc.
Tais propostas contribuem para que os/as estudantes compreendam sua identidade
docente em formação atrelada ao pensar/fazer artístico e pedagógico, na perspectiva
do/a professor/artista/pesquisador como dimensões que alimentam uma práxis
integrada. É neste ponto que vislumbramos a superação da recorrente separação entre
a ação pedagógica e as práticas de pesquisa e ainda, que se transborda a formação
do/a professor/a como artista/produtor de imagens que pensa o fazer pedagógico e que
transforma tudo isto em práticas de pesquisa/investigação.
Tais ações tem sido realizadas em parceria com o Programa Associado de Pós-
Graduação em Artes Visuais UFPE/UFPB, na linha “Processos Educacionais em Artes
Visuais”, de modo a promover um contato através de projetos comuns de ensino,
pesquisa e extensão que favorecem a integração entre a graduação e a pós-graduação
em Artes Visuais. Tal articulação tem gerado a circulação das dissertações e pesquisas
desenvolvidas pelos/as professores/as e estudantes em encontros presenciais e na
publicação de artigos e livros.
36
Elencamos as últimas ações interdisciplinares que visam a discussão da prática
como componente curricular e que projetam a formação de professores/as nas
dimensões da docência, pesquisa e extensão, as quais foram publicadas pelos/as
docentes e discentes do curso de Artes Visuais – Licenciatura – em artigos e livros
disponibilizados em arquivos digitais e/ou impressos:
AMARAL, M. Vitória. N. (O; SILVA, Maria Betânia e. (Org.); COSTA, Robson. X. (Org.).
Imagina(rios) nas Artes Visuais. 1. ed. Curitiba: Appris, 2023. v. 1. 292p. Disponível em:
https://editoraappris.com.br/produto/imaginarios-nas-artes-visuais/.
CHIARELLI, W. (Org.); NUNES, L. B. (Org.); Contos dos altos e ladeiras: soltos na
buraqueira e virados no mói de coentro. Recife: Ed. UFPE, 2018. Disponível em:
https://issuu.com/lucianaborre/docs/2017livroquadrinhosartesvisuaisufpe.
NUNES, L. B. (Org.); SILVA, Maria Betânia e. (Org.); CONSENTINO, C. (Org.).
Tramações: narrativas têxteis e memoriais. Recife: Ed. UFPE, 2024. Disponível em:
https://editora.ufpe.br/books/catalog/book/890.
NUNES, L.B. (Org.); ANDRADE, L. (Org.). Tramações: A memória e o têxtil. Recife: E.
UFPE, 2021. Disponível em: https://zenodo.org/records/10626065.
NUNES, L. B. Tramações: cultura visual, gênero e sexualidades / Luciana Borre;
planejamento, curadoria, expografia e mediação cultural: Alice Carolina Almeida ... [et
al.]; fotografia: Elinaldo Silva ... [et al.]; artistas convidadas/os: Jouse Barata ... [et al.].
– Recife: Ed. do Autor, 2018.
NUNES, L. B. (Org.); SILVA, Maria Betânia e. (Org.). Sem mandamentos: Conversas
de Estágio em Artes Visuais, Dança e Teatro. Recife: Ed. UFPE, 2018.
NUNES, L. B. (Org.); SILVA, Maria Betânia e. (Org.). (R)existir: práticas pedagógicas
em artes visuais, dança e teatro [recurso eletrônico] Recife: Editora UFPE, 2017.
NUNES, L. B. (Org.); SILVA, Maria Betânia e. (Org.); COSENTINO, C. (Org.).
Tramações: narrativas têxteis e memoriais. 4. ed. Recife: Ed. UFPE, 2024. v. 1. 274p.
Disponível em: https://editora.ufpe.br/books/catalog/book/890
37
SILVA, Maria Betânia e. (Org.). Memórias e Narrativas em Artes Visuais (ISBN
9786559621507). 1. ed. Recife: Ed. UFPE, 2022. v. 1. 305 p. Disponível em:
https://editora.ufpe.br/books/catalog/book/795.
SILVA, Maria Betânia e. (Org.). Raspando as tintas com que me pintaram. Recife: Ed.
UFPE, 2018.
SILVA, Maria Betânia e.; COSTA, Robson. X. (Org.). Memórias In(tangíveis) Vol.1
(impresso ISBN 9786500368574). 1. ed. Recife: PROPG/PPGAV/CAPES, 2022. v. 1.
207p. Disponível em: http://www.ccta.ufpb.br/editoraccta/contents/titulos/artes-
visuais/memorias-in-tangiveis-volume-1
SILVA, Maria Betânia e.; VIDAL, F. S. L. (Org.). Processos de investigação
em/sobre/com artes visuais. 1. ed. Curitiba: Editora CRV, 2021. v. 1. 120p. Disponível
em:
http://www.ccta.ufpb.br/ppgav/contents/documentos/arquivos/LivroProcessosdeInvesti
gacaoemcomsobreArtesVisuais.pdf.
WILNER, R (Org.). Rodas e redes interculturais: pesquisas em/sobre arte indígena no
Nordeste. Recife: Ed. UFPE, 2024. Disponível em:
https://editora.ufpe.br/books/catalog/book/892.
Entre os projetos de pesquisa e extensão mais recentes articulados com a
proposta pedagógica do curso de Arte Visuais, envolvendo estudantes, docentes e
técnicos, podemos destacar:
- Laboratório de Litogravura – oriundo da histórica Oficina Guaianases de Gravura, sua
herança foi mantida ativa pelo artista e técnico em impressão Hélio Soares. Atualmente
constitui um projeto de extensão com participação de vários docentes, técnicos e
estudantes.
- MOVENTEMANGUE_ARTE (plataforma colaborativa na região Nordeste) disponível
em: https://www.movente.org/;
- Grupo de Pesquisa Symbolismum – Estudos sobre Imaginário e Complexidade e
projeto de extensão Metamorfoses Sensíveis da Passagem, tendo realizado eventos
como a exposição “Metamorfoses da Passagem do Tempo” em 2022 no MAMAM;
38
- Projeto Ciência e Arte Indígena do Nordeste, tendo realizado seminários e exposições,
disponíveis pelo canal https://www.youtube.com/@cienciaearteindigenanonord8904;
- Laboratório de Pigmentos Naturais / Projeto Cores do Nordeste em parceria com o
Departamento de Geologia, tendo realizado diversos cursos para estudantes da UFPE
e externos, como docentes da Educação Básica;
- Seminário de Práticas Artísticas e Pigmentos Naturais (Spina) (2024);
- Projeto Arte e Tecnologia: uma experiência de expansão da gravura, tendo realizado
as exposições “Maré” (2013) e “Toró” (2023), com experimentações de gravura em
campo expandido com componentes eletrônicos.
- Exposição “Tramações: não é tempo de pontos finais”, envolvendo integração entre
disciplinas de Arte Têxtil, Memória e Narrativa, Montagem de Exposição e Videoarte.
Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=8zRzmHZuohM&t=4s.
O curso mantém uma estrutura de laboratórios para realização das práticas
artísticas, a saber: Pintura, Gravura, Litogravura, Cerâmica, Tridimensionalidade,
Desenho e Fotografia. Conta também com a Galeria Capibaribe e uma reserva técnica
para guarda de materiais e equipamentos para apoio nas montagens de exposições e
materiais dos projetos em andamento. As atividades de laboratório proporcionam um
aprofundamento das práticas artísticas, ao mesmo tempo que os/as docentes mantêm-
se atentos à adequação e aplicabilidade desses saberes nos diversos contextos
educacionais em que os/as licenciandos/as atuam com seus projetos e estágios e irão
atuar na sua vida profissional. No curso de Artes Visuais – Licenciatura – é preciso
pensar uma realidade social mais ampla e não nas práticas universitárias de forma
isolada.
Assim, a formação docente deve buscar sintonia com a realidade social em que
está inserida e com o contexto histórico contemporâneo, nos seus aspectos políticos,
estéticos e culturais. Um dos desafios para a formação docente na contemporaneidade
advém da circulação de imagens através das novas tecnologias de informação e
comunicação, em meios como internet, redes sociais, jogos eletrônicos, TV e anúncios
publicitários. Para lidar com esta realidade na formação de cidadãos críticos, ainda
precisamos avançar em equipamentos e práticas pedagógicas que abarquem recursos
tecnológicos para maior experimentação nesses meios, porém a discussão e
39
incorporação desta realidade já se faz presente enquanto contingência histórica do
momento atual, que propulsiona uma série de questionamentos.
Desta forma, propomos para além das disciplinas, que continuemos a oferecer –
em parceria com o Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais UFPE/UFPB e outras
instituições –, oportunidades formativas e fóruns de discussão de diversos temas
socialmente urgentes e pertinentes à formação docente em Artes Visuais, tais como:
Educação para as relações étnico-raciais; Educação em Direitos Humanos; Educação
Indígena; Educação Quilombola; Educação Ambiental; Inclusão e direitos de pessoas
com deficiência, neurodivergências em geral e particularmente com Transtorno do
Espectro Autista. Essas atividades podem ocorrer em diversos formatos: congressos,
seminários, minicursos, rodas de conversa, palestras, oficinas, excursões didáticas,
entre outras, nas quais pode se ampliar a rede de agentes formativos através de
profissionais convidados/as. É preciso ressaltar que o incremento e qualificação de tais
atividades demanda apoio e investimento.
O curso de Artes Visuais – Licenciatura – também visa formar profissionais
qualificados para o trabalho nas áreas das tecnologias da informação e da comunicação
nas Artes Visuais, fortemente baseada na concepção de ensino relacionado às
metodologias ativas, nas quais o/a estudante é protagonista de seu processo de
aprendizagem, com uso de tecnologias digitais. Nos cursos de graduação em Artes
Visuais as metodologias ativas de aprendizagem já são praticadas por diversas/os
professoras/es, principalmente por aquelas/es que atuam na linha de pesquisa
Processos Educacionais e Criativos em Artes Visuais, do Programa Associado de Pós-
graduação em Artes Visuais UFPE/UFPB. Estas consistem na resolução de problemas
associados às temáticas específicas ministradas durante os componentes curriculares
e nas orientações de pesquisas de Iniciação Científica e Trabalhos de Conclusão de
Curso. As metodologias ativas de aprendizagem também são aplicadas em vários
projetos de extensão onde são propostas ações em que o estudante se torna
protagonista de suas aprendizagens individuais e responsável pelas relações coletivas,
tais como: montagens de exposições artísticas ao final de cada período letivo e
organização de catálogos virtuais.
O curso de Artes Visuais produzirá materiais e tecnologias de ensino-
aprendizagem a fim de garantir educação de qualidade. Com esse objetivo, Ambientes
Virtuais de Aprendizagem (AVA), tendo Dispositivos Virtuais de Aprendizagem (DVA)
40
como instrumentos pedagógicos privilegiados, articulam tecnologias de interface digital
(games, sites, blogs, redes sociais, dispositivos multimídia) e meios interativos de
comunicação para as Artes Visuais. Além desses recursos, outras ferramentas
disponíveis, sobretudo na Suíte do Google, contratada pela UFPE a partir do período
da pandemia da Covid-19, contam com aplicativos e ferramentas de criação e
compartilhamento de conteúdos em diversas mídias, incluindo sala de aula virtual
(Google Classroom), documentos, planilhas e apresentações de slides compartilhadas,
Drive compartilhado, Jamboard, e-mail. Plataformas de streaming e de teleconferências
como Youtube, Zoom, Google Meet, entre outras, e redes sociais (Whatsapp, Insagram,
Facebook, Tik Tok) também podem ser usadas para interações a distância, de modo
síncrono e assíncrono. Estas e outras ferramentas de comunicação e compartilhamento
de conteúdo que porventura surgirem poderão ser amplamente utilizadas como
complementos e recursos do ensino presencial. Estas diretrizes metodológicas
demandam o incremento de investimentos em recursos tecnológicos para o curso.
De modo geral, as diretrizes metodológicas do curso de Artes Visuais –
Licenciatura – estão pautadas em um processo participativo em que os/as estudantes
possam desempenhar um papel ativo e autônomo na construção de seu próprio
conhecimento e na contribuição do conhecimento coletivo. Tal processo deve contar
com o planejamento, acompanhamento e orientação/mediação dos/as professores/as,
de forma aberta enquanto ensinantes-aprendizes abertos para a reflexão contínua de
sua própria prática pedagógica e às experiências e conteúdos construídos em conjunto
com os/as estudantes. Técnicas e métodos como seminários, debates, projetos,
participação em encontros científicos, estudos dem campo, mostras artísticas,
dinâmicas de grupo, produções artísticas coletivas contribuem para potencializar o
encontro dos diversos sujeitos em interação no processo pedagógico.
Dentro desse planejamento, os docentes podem lançar mão de Atividades
Práticas Supervisionadas (APS) para fins de complementação de carga horária dos
componentes curriculares do curso, nos termos do Art. 2º da Resolução CNE/CP nº 3,
de 2 de julho de 2007. Fica, portanto, à critério do/a docente responsável pelo
componente curricular a adoção das APS que pressupõem orientação, supervisão e
avaliação das referidas atividades, as quais deverão constar nos planos de ensino e
cadernetas de atividades, de acordo com as orientações presentes na Resolução nº
41
03/2023, do CEPE / UFPE, que dispõe sobre o limite de carga horária e natureza das
APS.
Desta forma, valoriza-se no curso as experiências que incentivam a iniciativa
dos/as estudantes, o trabalho em equipe, a experimentação investigativa, a busca de
aprofundamento, problematização e complexidade dos estudos, a partir da seleção de
objetos de interesse pessoal e público. Os processos epistemológicos da arte
proporcionam o desenvolvimento da identidade pessoal (auto-conhecimento) e coletiva
(pertencimento a uma (ou mais) comunidade(s) como construção histórica e política),
que sempre envolve simultaneamente a construção da alteridade – a percepção do
“outro”. A mediação da construção da alteridade é de suma importância no trabalho
pedagógico, de modo que se desenvolva continuamente relações de respeito às
diferenças.
Cabe aos/às docentes do curso elaborarem as estratégias didáticas para
contemplar essa diversidade de estudantes, promovendo a cidadania crítica e
construção da identidade artístico-pedagógica enquanto ação política através do estudo
individual e em equipe, a partir de problemáticas da realidade social contemporânea.
Métodos e técnicas de ensino-aprendizagem apresentarão caráter diversificado com o
intuito de atender às particularidades e necessidades dos/as estudantes. Para tal, ações
de tutoramento e monitoria serão orientadas pelos/as docentes para que os/as
estudantes com maior experiência ou que possuem conhecimentos ampliados acerca
dos assuntos estudados possam auxiliar os demais colegas. Estas ações já são
vivenciadas pelos estudantes que, geralmente, são atendidos pelos tutores/monitores
dos/as professores/as (colegas com maior experiência) em diversas aulas dos
Laboratórios de Gravura, Cerâmica, Fotografia, Pintura, Tridimensionalidade e
Desenho.
O próprio curso deve garantir recursos metodológicos de inclusão dos diferentes
sujeitos, adequando-os aos processos de aprendizagem de cada um, sejam estudantes
com deficiência, com algum distúrbio ou quadro patológico, em vulnerabilidade
econômica ou todo tipo de peculiaridade que compõe a diversidade humana. Além
disso, barreiras de acessibilidade comunicacional serão superadas por meio do uso
permanente das redes sociais, ferramentas do sistema de gestão acadêmica, correio
eletrônico e página eletrônica do curso para divulgação de informações, além dos
42
tradutores e intérpres de Libras, ledor e transcritor e outros recursos especializados
conforme determinado pela Resolução 11/2019 – CONSUNI (Art. 3º § 1º VII).
A Resolução 11/2019 – CONSUNI dispõe sobre acessibilidade no âmbito da
UFPE, nas suas várias dimensões: metodológica, comunicacional, instrumental,
programática, atitudinal e arquitetônica. Ela prevê que o antendimento às necessidades
específicas das situações de ensino e de aprendizagem e da adequação do ambiente
de trabalho abrangem estratégias de ensino, avaliação em formatos acessíveis e/ou
adaptação das atividades avaliativas, envolvendo planejamento e adaptações de
recursos didático-pedagógicos, recursos de tecnologia assistiva, ambientes de trabalho
ensino e comunicação, formação continuada e desenvolvimento profissional com foco
em inclusão educacional (Art. 3º § 1º), entre outras.
A gestão do curso de Licenciatura em Artes Visuais conta com a parceria do
Núcleo de Acessibilidade da Universidade Federal de Pernambuco (NACE/UFPE) “que
tem por finalidade apoiar e promover a acessibilidade aos estudantes e servidores com
deficiência, mobilidade reduzida, transtorno funcional específico da aprendizagem,
transtorno global do desenvolvimento e/ou altas habilidades/superdotação”. Esta
parceria já foi consolidada quando necessitamos modificar as estratégias pedagógicas
para trabalhar com um estudante portador de deficiência intelectual entre 2014 e 2018
e tem se mantido no acompanhamento de estudantes diagnosticados(as) com
Transtorno do Espectro Autista e Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade.
Nos casos de deficência que requerem acessibilidade arquitetônica, contamos com a
direção do Centro de Artes e Comunicação, a qual está atualmente executando uma
grande reforma em todo o prédio para atender à acessibilidade de cadeirantes e outras
necessidades específicas de mobilidade.
Em relação aos aspectos metodológicos, o curso de Licenciatura em Artes
Visuais tem se mantido atento à questão da inclusão, antecipando-se à Resolução
11/2019 – CONSUNI e à Lei 14.723/2023 no que concerne a adequações das
estratégias de ensino e acompanhamento da aprendizagem de discentes com
deficiências e/ou necessidades específicas, as quais pretendemos continuar
desenvolvendo e que podem ser facilitadas pelo fato de não lidarmos apenas com
linguagem verbal em nossa área de conhecimento.
43
9. SISTEMÁTICAS DE AVALIAÇÃO
A avaliação dos/as estudantes faz parte do planejamento do ensino, traduzindo-
se em práticas educativas. Compreendemos que a prática pedagógica é indissociável
da prática avaliativa, ou seja, que todos os momentos de interação, de discussões sobre
as temáticas de cada componente curricular, de realizações práticas de exercícios
poéticos e pedagógicos, são momentos passíveis de observação, de identificação das
aprendizagens e dificuldades cognitivas e sociais que emergem dessas interações. Por
essa razão, a avaliação também estará centrada na pluralidade de procedimentos de
verificação da aprendizagem (avaliação do conhecimento teórico e do desempenho
prático, avaliação do trabalho em grupo, avaliação da resolução de situações-problema,
avaliação em laboratório, avaliação observacional, autoavaliação, entre outros). A
proposta curricular aqui apresentada requer um processo de avaliação contínuo,
processual e formativo acompanhando o/a estudante em todo seu percurso e
apresentando os critérios preestabelecidos e flexíveis pelos/as professores/as,
conforme os planos de ensino apresentados e acordados com os discentes no início de
cada semestre letivo.
De acordo com o Plano de Desenvolvimento Institucional da UFPE (2019, p. 47),
“o princípio da negociação orienta o processo de interpretação dos sentidos e
significados que vão sendo paulatinamente construídos pelos estudantes em conexão
com suas redes de conhecimentos prévios e aprendizagens significativas. Aos
professores avaliadores cabe negociá-los, confrontando-os com os convencionais
sistematizados pela ciência, arte, ética ou estética. Esse processo de negociação exige
uma ação compartilhada entre todos que participam do processo da avaliação”. Diante
do princípio de cooperação que orienta a prática avaliativa, reafirmamos a
recomendação expressa no PDI que a avaliação inclua procedimentos de autoavaliação
e coavaliação, possibilitando múltiplos olhares, juízos e interpretações. O texto do PDI
ressalta que a multiplicidade e flexibilidade avaliativa não implica em negligência, mas
sim em maior cuidado para com o acompanhamento dos processos de aprendizagens
dos estudantes, garantido sua qualidade e autenticidade.
Avaliar os processos de ensino-aprendizagem implica em utilizar métodos e
instrumentos integrados e formativos. No caso da avaliação docente pelo/as
44
estudantes, são estes que atribuem conceitos e comentários aos/às professores/as. As
respostas podem ser lidas por eles/as para que continuem aprimorando seu trabalho,
realizando autoavaliação de suas ações e proposições pedagógicas. Ambas estratégias
avaliativas são regimentadas pela Resolução nº 10/2017 que regulamenta a avaliação
das condições de ensino na UFPE. Ela estabelece também a autoavaliação anual
dos/das docentes e discentes e a avaliação das condições de infraestrutura a cada
dois anos.
Na avaliação dos/as estudantes, conforme a Resolução 04/1994, levar-se-á em
consideração a frequência obrigatória às atividades escolares, respeitando o turno e o
horário previstos para o componente curricular. Nesse sentido, considera-se reprovado
por falta, independentemente do aproveitamento escolar, o/a estudante que não tiver
comprovado sua participação em pelo menos 75% (setenta e cinco por cento) das aulas
teórico/práticas presenciais.
Quanto à avaliação do aproveitamento escolar nos componentes/atividades
curriculares, esta será feita por meio de duas ou mais avaliações parciais e,
eventualmente, um exame final. Se a média das avaliações for:
• Maior ou igual a 7,0: o/a estudante é aprovado por média;
• Maior ou igual a 3,0 e menor que 7,0: o/a estudante necessita realizar o exame final.
Neste caso, a média final é a média entre a nota obtida no exame final e a média das
avaliações parciais. Se a média final for maior ou igual a 5,0, o/a estudante é aprovado
por nota, caso contrário, o/a estudante é reprovado por nota.
• Menor que 3,0: o/a estudante não tem direito a realizar o exame final e é reprovado
por média (ou por nota). A nota final do/a estudante é a média das avaliações parciais.
Alguns componentes possuem sistemáticas de avaliação diferenciadas do
modelo acima. A avaliação do aproveitamento dos componentes de Estágio Curricular
Supervisionado no Ensino das Artes Visuais é realizada em parceria com os/as
superviores/as de estágio que são profissionais responsáveis nos campos de estágio.
Estes se tornam co-responsáveis pela documentação atestatória de frequência no
campo de estágio e da avaliação qualitativa do desempenho dos/das estagiários/as, a
qual segue um modelo estabelecido pelo curso de Artes Visuais – Licenciatura,
disponível no Regulamento de Estágios em anexo. O/a docente orientador/a de Estágio
45
Curricular poderá adotar registro de avaliações parciais ou uma avaliação única,
mediante Relatório ou Portfólio elaborado pelo/a discente estagiário/a, com seus
próprios registros e reflexões acerca da experiência vivenciada no campo de estágio.
Os componentes de Iniciação ao Trabalho de Conclusão de Curso e de Trabalho
de Conclusão de Curso tem por objetivo a elaboração e execução do TCC, tendo por
objeto de avaliação o próprio projeto de TCC, em parceria com docentes orientadores
e examinadores. O curso de Artes Visuais – Licenciatura tem inovado no formato de
TCC, o qual além da escrita monográfica tradicional, pode abranger escrita de artigo
científico, livro de artista ou memorial descritivo de processo artístico e/ou
artístico/pedagógico, podendo ser acompanhado da apresentção de produtos visuais
e/ou audiovisuais. Tal abertura é coerente com a natureza experimental e sensível da
própria área de Artes Visuais. Mais detalhes podem ser consultados no Regulamento
de Trabalho de Conclusão de Curso, em anexo.
Alguns critérios avaliativos podem integrar a relação de avaliação dos discentes,
entre eles:
- Clareza: avalia a competência do/a estudante no modo como apresenta suas
atividades e trabalhos, conforme as diretrizes do componente curricular.
- Organização: avalia a organização e apresentação das atividades e trabalhos
realizados durante o semestre no componente curricular.
- Viabilidade: avalia a capacidade do/a estudante na execução de suas proposições
dentro do componente curricular.
- Reflexividade/Criticidade: avalia o diálogo dos/as estudantes com os/as autores/as
estudados durante o semestre e suas articulações no componente curricular.
Embora a documentação da pontuação do processo avaliativo tenha marcos
temporais específicos, “a avaliação necessita ocorrer continuamente, acompanhando
os desdobramentos desse processo [interativo de aprendizagens de conceitos, fatos,
procedimentos e atitudes], com o compromisso de buscar sua constante melhoria” (PDI
2019-2023, p. 47). O princípio da continuidade “orienta para que ela seja uma ação
contínua, sistemática, planejada, incluindo a construção e aplicação de instrumentos
avaliativos específicos e adequados” (Idem).
46
Os mecanismos adotados de avaliação contínua e sistemática incluem as
observações feitas no cotidiano nas aulas teórico/práticas, as observações decorrentes
da tutoria e monitoria (quando houver), as discussões formais resultantes da
apresentação de seminários, dos trabalhos escritos e dos trabalhos desenvolvidos com
poéticas visuais próprias. Sendo assim, os instrumentos de avaliação poderão ser:
• Ficha de acompanhamento individual detalhada;
• Portfólio do estudante;
• Provas ou trabalhos escritos;
• Fichas onde serão registradas as observações do orientador acadêmico ao longo do
curso;
• Produção artística e pedagógica articulada com os conteúdos estudados em sala;
• Elaboração de memoriais relacionados às experiências artísticas e pedagógicas
vivenciadas nas trajetórias de vida;
• Produção artística e pedagógica desenvolvida em componentes curriculares de
laboratórios;
• Cadernos de registros artísticos e pedagógicos;
• Seminários;
• Relatórios;
• Artigos para publicação em diversos meios e apresentação em eventos acadêmicos e
artísticos.
Quando a prática pedagógica valoriza a renovação de novos métodos exigidos
pelas diferenças dos/as estudantes, percebemos que as especificidades de cada sujeito
que compõe a sala de aula contribui para uma perspectiva inclusiva, rompendo com o
processo educacional de homogeneização. Por isso, estudantes com deficiências serão
particularmente avaliados levando em consideração suas capacidades e o nível pessoal
de crescimento e avanço nas aprendizagens, de forma que os mesmos se reconheçam
como sujeitos de seus próprios percursos e processos de aprendizagem. Os critérios,
tempos, instrumentos e métodos de avaliação poderão ser flexibilizados nos termos da
Resolução 11/2019 CONSUNI/UFPE e seguindo as recomendações do NACE, levando
em consideração a especificidade de cada caso.
Instituído pela Portaria Nº 4829 de 14/11/2012, o Núcleo Docente Estruturante
do Curso de Graduação em Artes Visuais – Licenciatura, é responsável pelo
permanente acompanhamento, pela atualização e pela avaliação dos Projeto
47
Pedagógico do Cursos de Artes Visuais – Licenciatura. Estes processos acontecem por
meio de reuniões, debates e assembleias.
Uma avaliação contínua ocorre por meio das reuniões de Colegiado do Curso,
da qual participa também a representação estudantil. Através dos tópicos pautados nas
reuniões, entendemos que os problemas e situações apresentados e discutidos
constituem contínuos diagnósticos que possibilitam avaliar o curso e encaminhar
intervenções que sejam necessárias. Nessas reuniões abre-se espaço para avaliar
também a coordenação do curso e garantir uma gestão democrática com participação
do coletivo docente, técnico e estudantil na abordagem de problemas, sugestões de
procedimentos e soluções. Para além das reuniões de Colegiado, o diálogo entre
coordenação , docentes, discentes e técnicos mantém-se permanente e a avaliação se
dá de forma contínua e orgânica, auxiliando a Coordenação a tomar decisões para a
addequada condução do Curso e resolução de problemas.
Ademais, o Diretório Acadêmico de Artes Visuais é incentivado a realizar
consultas aos estudantes, por meio de formulários, assembleias e outros dispositivos,
sobre o Projeto Curricular do Curso e suas condições de aplicação, criando dinâmicas
de avaliação junto ao NDE. Ressaltamos que um Diretório Acadêmico atuante é
imprescindível na construção do diálogo e processo avaliativo contínuo do curso.
Anualmente procuramos sistematizar uma avaliação do PPC, da qual participam os
docentes e uma representação estudantil, principalmente da turma concluinte. Além das
avaliações internas, temos também as avaliações externas realizadas pelo MEC, como
o ENADE e a avaliação in loco.
A Resolução CONAES n° 01, de 17 de junho de 2010 normatiza a criação do
Núcleo Docente Estruturante, responsável pelo permanente acompanhamento, pela
atualização e pela avaliação dos Projetos Pedagógicos dos cursos de graduação. A
UFPE estabelece, por meio da Resolução CCEPE 01/2013, as seguintes atribuições
para o Núcleo Docente Estruturante do Curso de Artes Visuais:
· assessorar a coordenação do curso de graduação nos processos de implantação,
execução, avaliação e atualização do Projeto Pedagógico de Curso, de modo co-
participativo;
· indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e extensão,
oriundas de necessidades da graduação, de exigência do mercado de trabalho e
alinhadas com as políticas públicas relativas à área de conhecimento do curso;
48
· incentivar o desenvolvimento de profissionais com formação cidadã, humanista,
crítica, ética e reflexiva;
· zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de
Graduação;
· zelar pela proposição de projetos pedagógicos alinhados e consonantes com o Projeto
Pedagógico Institucional.
Por meio dessas ações, o NDE acompanhará o presente Projeto Pedagógico do
Curso, objetivando a sua concretização e avaliando o andamento do mesmo, podendo
sugerir ao Colegiado do Curso possíveis alterações teórico-metodológicas a fim de
atingir os objetivos propostos nesse projeto. Os resultados da avaliação realizada pelo
NDE serão apresentados ao Colegiado do Curso, que poderá deliberar ou não por
alterações curriculares, caso alguma necessidade seja identificada.
A avaliação das Condições de Ensino também será realizada periodicamente,
levando-se em consideração os seguintes itens:
a. Organização didático-pedagógica: administração acadêmica, projeto de curso,
atividades acadêmicas articuladas ao ensino de graduação;
b. Corpo docente: formação profissional, condições de trabalho, atuação e
desempenho acadêmico e profissional;
c. Infraestrutura: instalações gerais, biblioteca, instalações e laboratórios
específicos.
As reuniões do grupo ocorrem mediante convocação do/a coordenador/a ou por
iniciativa da maioria dos membros e são realizadas, no mínimo, 02 vezes a cada
semestre do período letivo, com respectivo registro em ata. O processo de escolha e
renovação dos membros ocorre da seguinte maneira:
· A indicação dos/as representantes docentes para composição do NDE é feita pelo
Colegiado de Curso, homologada pelo Pleno do Departamentode Artes, com posterior
envio para a PROGRAD. Os membros do NDE são indicados para um mandato de 03
(três) anos, com possibilidade de recondução.
· Quanto à renovação do NDE, deverá ser sempre garantida a permanência de um
terço dos membros que o integram, a fim de preservar a memória e a continuidade do
processo de consolidação do PPC.
49
A avaliação será fundamentada nas diretrizes aprovadas pelo Ministério da
Educação e pelo CEPE/UFPE. O Projeto Pedagógico do Curso será objeto de atenção
por parte do NDE, que poderá propor alterações e adequações à medida que forem
registradas necessidades de aperfeiçoamento das bases teórico-metodológicas e
operacionais vigentes, tanto em caráter de reforma parcial, como de reforma integral.
A avaliação no curso de graduação abrange muitos aspectos e dimensões, e
está institucionalizada tal como preconiza a Instrução Normativa Nº 04/2021 da Pró-
Reitoria de Graduação da UFPE: a avaliação interna através de indicadores registrados
no sistema acadêmico (SIGAA), a avaliação externa realizada pelo INEP/MEC através
do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (ENADE) e das avaliações in loco.
De acordo com o Art. 55 da IN 04/2021: “a avaliação das condições de ensino na UFPE
compreende a avaliação da infraestrutura física; a avaliação do docente pelo discente
e a autoavaliação docente e discente”. Tais avaliações tem sido realizadas por meio de
formulários disponibilizados pelas respectivas diretorias responsáveis, com divulgação
e incentivo à participação de docentes e discentes por parte da Coordenação do Curso.
Os resultados desses levantamentos tem sido objeto de discussão em reuniões de NDE
e de Colegiado e subsidiado planejamentos e propostas para melhoria do curso.
50
10. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO
A presente proposta parte da necessidade de direcionar o ensino das Artes
Visuais na UFPE, calcado na construção de conhecimentos sobre a arte e suas
histórias, devendo ser consideradas também as diversas heranças culturais da região
e do país.
O Curso de Artes Visuais - Licenciatura continuará a ter regime escolar semestral
com sistema de crédito e a integralização do mesmo dar-se-á num prazo mínimo de 8
(oito) semestres letivos, equivalente a quatro anos, e máximo de 14 (quatorze)
semestres letivos (sete anos). O corpo de componentes curriculares obrigatórios
(2.370h) corresponde a 84,34% da carga horária total do curso; os componentes
eletivos (240h) correspondem a 8,54% da carga horária do curso e 7,12 % são
destinados a atividades complementares (200h). A carga horária total do curso é de
2.810 horas. O turno de funcionamento é de manhã e tarde, com prioridade para
componentes obrigatórios no turno da manhã.
O curso terá os seguintes eixos estruturais: (a) Componentes Obrigatórios, que
constituem o corpo de conteúdos imprescindíveis à formação básica do/a docente em
formação; (b) Componentes Eletivos do Perfil, são de escolha opcional do estudante
a partir de um leque de componentes apresentados em cada semestre; (c)
Componentes Eletivos Livres que poderão estar localizados em qualquer outro curso
da UFPE; (d) Atividades Complementares que são caracterizadas por atividades que
complementarão a formação por participação em congressos, produções artísticas,
estágios não-obrigatórios, visitas monitoradas, monitorias, exposições, prática
profissional reconhecida, dentre outras.
Como se trata de uma reforma parcial, mantivemos a estrutura curricular geral
composta por componentes obrigatórios, eletivos do perfil do perfil e eletivos livres, além
de atividades complementares. Os componentes curriculares podem ser ministrados de
maneira interdisciplinar, a exemplo do que já ocorre entre os componentes de Estágio
Curricular, Metodologias do Ensino e alguns Laboratórios.
Já temos histórico de proposições bem sucedidas no formato de ações
curriculares de extensão (ACEX), porém nesta reforma parcial ainda não podemos
51
inseri-las, uma vez que a estrutura geral do curso se modifica. No caso, será
encaminhada proposta de reforma integral com alteração da estrutura geral de modo a
compreender as ações curriculares de extensão, que não podem ser creditadas como
atividades complementares, uma vez que são atividades curriculares. No entanto, as
ações de extensão podem ser creditadas enquanto atividades complementares.
Vale salientar que o Departamento de Artes criou e implantou o curso de Artes
Visuais - Bacharelado, em funcionamento desde 2019. Com a existência do curso de
Bacharelado, a Licenciatura se beneficia com um considerável número de componentes
curriculares ofertados em comum aos dois cursos. Portanto, nesta reforma parcial, há
uma atualização do quadro de componentes eletivos em face das demandas conjuntas
com o curso de Bacharelado e das mudanças contextuais ao longo dos anos.
As Atividades Complementares podem ser realizadas tanto no âmbito da
UFPE ou na comunidade externa. O aluno poderá receber crédito por atividades
complementares, inclusive as atividades de pesquisa, extensão, monitoria, estágios não
obrigatórios, participação em congressos, produções artísticas, visitas monitoradas,
monitorias, exposições, dentre outras, desde que positivamente avaliadas pelo
colegiado do curso, conforme a Resolução 12/2013 CCEPE/UFPE, que dispõe sobre
procedimentos para creditação de atividades complementares nos Cursos de
Graduação da UFPE. Tais atividades complementares poderão ser reconhecidas em
um máximo de 200 horas, flexibilizadas dentro do total de 2.810 horas que constituem
a carga horária necessária para a integralização do Curso. O regulamento das
atividades complementares encontra-se em anexo.
As Atividades de Orientação se caracterizam pelo acompanhamento individual
do/a estudante por um/a professor/a específico/a do curso no período em que o/a
estudante estará realizando a disciplina de Trabalho de Conclusão do Curso (TCC) de
Licenciatura em Artes Visuais. A Resolução Nº 18/2022 estabelece que o TCC pode ser
orientado por Técnico-Administrativo em Educação, com titulação mínima de mestrado
na área específica ou afim ao curso e vínculo institucional com a UFPE. O/a discente
terá o direito de escolher o/a orientador/a conforme o perfil acadêmico do mesmo. É
função do/a orientador/a acompanhar o desenvolvimento do projeto e realização da
investigação do TCC, até a composição da banca examinadora e apresentação pública.
Cada orientador/a terá a obrigatoriedade de acompanhar um número máximo de 05
(cinco) estudantes. O/a docente ministrante do componente curricular de TCC é
52
responsável pela Coordenação do TCC, cumprindo as atribuições definidas nos termos
do Art. 9º da Resolução Nº 18/2022 no que concerne à distribuição das orientações, ao
agendamento de apresentações, definição de bancas exminadoras, organização da
documentação, orientação do depósito no repositório digital pelos estudantes e
lançamento de notas. O regulamento de TCC encontra-se em anexo.
O Estágio Curricular Supervisionado é definido como um conjunto de
atividades de formação para o magistério (420 horas), realizadas em campos de
atuação específicos, sob a orientação de docentes do Departamento de Artes e
supervisionadas por professores/as das Instituições de ensino e profissionais de
instituições não-formais. O Estágio Curricular Supervisionado deverá incluir, além das
atividades de observação e de regência, ações relativas ao planejamento, à execução,
à análise e à avaliação do processo pedagógico e da gestão educacional. Terá como
campos de atuação as escolas públicas de educação básica, prioritariamente, além de
sistemas de ensino, escolas privadas de educação básica, espaços educativos formais
e não-formais. O estágio Curricular Obrigatório também contempla os campos não-
formais de atuação, tais como museus, galerias de arte, espaços culturais, ONGs,
Projetos Sociais, espaços de saúde, empresas, etc, caracterizando-se por ações de
mediação cultural, oficinas, cursos livres, etc. Em anexo, o regulamento de estágio.
Em relação aos/às estudantes com necessidades educativas especiais
assegurar-se-á uma prática pedagógica centrada nas potencialidades, buscando criar
um ambiente educativo que valorize as possibilidades em detrimento das limitações. De
acordo com o Art. 13 da Resolução Nº 11/2019, “os planos de ensino de componentes
curriculares deverão ser adaptados de modo a contemplar a adoção de estratégias de
ensino, aprendizagem e de avaliação em formatos acessíveis, que atendam às
necessidades educacionais específicas que se apresentem”, levando em conta as
orientações do NACE para a especificidade de cada caso.
As questões relacionadas à Educação em Direitos Humanos serão
contempladas nos componentes curriculares “Arte e Sociedade” e “Arte e Antropologia”.
As Políticas de Educação Ambiental serão observadas nos componentes curriculares:
“Arte Ambiental 1” e “Arte Ambiental 2”. No que se refere às Diretrizes Curriculares
Nacionais para Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e
Cultura Afro-brasileira, Africana e Indígena atenderemos por meio dos componentes
curriculares: “História da Arte Brasileira 1”, “História da Arte Brasileira 2”, “Arte e
53
Diversidade Étnico-Cultural”, “Arte Africana e Afro-diaspórica”, “Artes Indígenas no
Brasil” e “Ensino das Artes Visuais Quilombola”. Destaca-se que tais temáticas serão
abordadas de forma transversal, contínua e permanente, no decorrer de todo o curso e
nas demais disciplinas, além de outras atividades como encontros, seminários,
exposições e eventos dedicados a tais discussões. Também há abertura para
experiências em campos de estágio da Educação Escolar Indígena e da Educação
Escolar Quilombola nos componentes Estágio Curricular em Ensino das Artes Visuais
1 e Estágio Curricular em Ensino das Artes Visuais 2, assim como os estágios em
educação não formal (Estágio Curricular em Ensino das Artes Visuais 3 e Estágio
Curricular em Ensino das Artes Visuais 4) podem contemplar museus, projetos e
organizações em territórios de comunidades tradicionais. No que concerne à
preparação dos licenciandos para a inclusão de pessoas com deficiência, o currículo
contempla o componente curricular obrigatório de Língua Brasileira de Sinais.
Sobre a Política de Internacionalização, a Resolução Nº 02/2023 versa sobre
parcerias com outros países, congressos e eventos internacionais, mobilidade
internacional entre discentes e docentes, programas e projetos de ensino de caráter
internacional; projetos artísticos, culturais e de inovação de caráter internacional;
disciplinas ofertadas em modelo colaborativo entre a UFPE e entidade(s) estrangeira(s);
disciplinas ofertadas em idioma estrangeiro; disciplinas ministradas na parte ou no todo
por docente estrangeiro. Destacamos que a Diretoria de Relações Internacionais (DRI),
vinculada ao Gabinete do Reitor, realiza a mediação dos intercâmbios da UFPE com
instituições de ensino superior de diversos países, possibilitando, por exemplo, o
intercâmbio realizado por quatro estudantes de Artes Visuais com a Universidade de
Évora/Portugal, em 2013 e 2014, através do Programa de Licenciaturas Internacionais.
Assim como temos recebido, no curso, estudantes oriundos de intercâmbios
internacionais. E ainda, as/os estudantes serão incentivados a participarem do NLC
(Núcleo de Línguas e Culturas) e do NUCLI (Idioma sem Fronteiras) para aprendizagem
de línguas estrangeiras. O curso também se disponibiliza para docentes estrangeiros
visitantes que possam agregar à formação dos estudantes.
Introduzimos nesta proposta o Grupo de Disciplinas de Formação Avançada,
conforme definido pela Resolução 18/2021 CEPE/UFPE. O Colegiado do Curso de
Artes Visuais aprovou o reconhecimento e aproveitamento de Carga Horária Eletiva
Livre a partir de aprovação em Disciplinas de Formação Avançada. Trata-se de um
54
conjunto constituído por uma ou mais disciplinas integrantes da estrutura curricular de
um curso de mestrado ou de doutorado da UFPE, que receba matrículas de estudantes
de graduação. O conjunto de disciplinas de pós-graduação que constituirão um Grupo
de Disciplinas de Formação Avançada será definido periodicamente por acordo entre o
colegiado do programa de pós-graduação responsável pela oferta das disciplinas e o
colegiado do curso de graduação em Artes Visuais. O Colegiado do Curso de
Graduação em Artes Visuais aprovou que as Disciplinas de Formação Avançada
poderão ser oferecidas pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais
UFPE/UFPB e por programas de pós-graduação de áreas afins, como Educação,
Comunicação, Design, Museologia, Antropologia, História, Filosofia, entre outros. A
Carga Horária Eletiva Livre integralizável nesta modalidade será de até 180 horas,
recponhecidas a partir da emissão de declaração do Programa de Pós-Graduação
contendo equivalência da nota e a frequência, para as quais valerá a regra geral das
disciplinas de graduação para aprovação (Média Final mínima de 7,0 e Frequência
Mínima de 75% da carga horária da disciplina).
55
10.1. QUADRO DE ESTRUTURA CURRICULAR
Componentes Obrigatórios
Sigla Ch
Ciclo Profissional Teo Prát Créd Pré- Co-
Depto. Total Requisitos requisitos
AR626 Argila 30 30 3 60
AR683 Arte e Antropologia 30 0 2 30
AR684 Arte e Diversidade Étnico-Cultural 45 0 3 45
AR685 Arte e Sociedade 30 0 2 30
PO493 Avaliação da Aprendizagem 60 0 4 60
AR647 Currículo e Cultura 30 0 2 30
AR614 Desenho 1 30 30 3 60
AR618 Desenho 2 30 30 3 60
TE707 Didática 60 0 4 60
AR686 Estágio Curricular em Ensino das Artes 30 90 5 120 AR695
Visuais 1
AR687 Estágio Curricular em Ensino das Artes 30 90 5 120 AR696
Visuais 2
AR688 Estágio Curricular em Ensino das Artes 30 60 4 90 AR697
Visuais 3
AR689 Estágio Curricular em Ensino das Artes 30 60 4 90 AR697
Visuais 4
AR690 Estética A 30 0 2 30
AR691 Estética B 30 0 2 30
AR650 Expressão Plástica Infantil 30 0 2 30
AR622 Fotografia e Arte 60 0 4 60
AR615 Fundamentos da Arte Educação 30 30 3 60
SF451 Fundamentos da Educação 60 0 4 60
AR612 Fundamentos da Linguagem Visual 1 60 0 4 60
AR617 Fundamentos da Linguagem Visual 2 60 0 4 60
PO492 Fundamentos Psicológicos da Educação 90 0 6 90
AP492 Gestão Educacional e Gestão Escolar 60 0 4 60
AR692 Gravura A 30 30 3 60
AR693 Gravura B 30 30 3 60
AR611 História da Arte 1 30 0 2 30
AR616 História da Arte 2 30 0 2 30
AR620 História da Arte 3 30 0 2 30
AR624 História da Arte 4 30 0 2 30
AR630 História da Arte 5 30 0 2 30
AR631 História da Arte Brasileira 1 30 0 2 30
AR635 História da Arte Brasileira 2 30 0 2 30
Carga
AR694 Iniciação ao Trabalho de Conclusão de Curso 30 0 2 30 Horária de
de Licenciatura em Artes Visuais 1.645h
LE716 Introdução a LIBRAS 60 0 4 60
56
AR661 Leitura da Obra de Arte 1 30 0 2 30
AR695 Metodologia do Ensino das Artes Visuais 1 60 0 4 60
AR696 Metodologia do Ensino das Artes Visuais 2 60 0 4 60
AR697 Metodologia do Ensino das Artes Visuais 3 75 0 5 75
BI476 Metodologia do Trabalho Científico 30 0 2 30
AR619 Pintura 1 30 30 3 60
AR621 Pintura 2 30 30 3 60
AP493 Políticas Educacionais, Organização e 60 0 4 60
Funcionamento da Escola Básica.
AR643 Trabalho de Conclusão de Curso de 60 0 4 60 AR694
Licenciatura em Artes Visuais
AR623 Tridimensionalidade 30 30 3 60
Componentes Eletivos
Sigla Ciclo Profissional Teo Prát Créd Ch
Pré- Co-
Depto. Total Requisitos requisitos
AR289 Animação Cultural 45 0 3 45
AR706 Argila 2 30 30 3 60
AR632 Arte Ambiental 1 30 30 3 60
AR637 Arte Ambiental 2 30 30 3 60
AR646 Arte Contemporânea: Processo Criativo e 60 0 4 60
Tecnologia
AR718 Arte, Gênero e Sexualidade 30 0 2 30
AR? Arte Têxtil 60 0 4 60
AR719 Arte Urbana 30 30 3 60
AR? Artes da África e Afro-Diaspórica 30 0 2 30
AR? Artes Indígenas no Brasil 30 0 2 30
AR 636 Crítica da Arte Contemporânea 60 0 4 60
AR? Curadorias e Histórias de Exposição 30 0 2 30
AR? Ensino das Artes Visuais Quilombola 30 0 2 30
AR? Estudos do Imaginário 60 0 4 60
AR649 Estudo da Performance 30 0 2 30
AR651 Fotografia e Corpo 60 0 4 60
AR712 História da Arte Latino-Americana 30 0 2 30
AR653 História da Fotografia no Brasil 30 0 2 30
AR654 História das Técnicas Artísticas 30 0 2 30
AR655 Imagem Técnica 30 0 2 30
AR656 Imagens Virtuais 30 30 3 60
AR219 Iniciação às Técnicas de Estamparia 0 60 2 60
AR713 Laboratório de Criação 1 60 60 6 120
AR714 Laboratório de Criação 2 30 30 3 60
AR720 Laboratório de Criação 3 60 60 6 120
AR657 Laboratório de Desenho 60 60 6 120
AR707 Laboratório de Desenho 2 60 60 6 120
AR721 Laboratório de Fotografia 60 60 6 120
57
AR658 Laboratório de Gravura 60 60 6 120 AR692 E
AR693
AR659 Laboratório de Pintura 60 60 6 120 AR 619 E
AR621
AR660 Laboratório de Poéticas do Corpo 30 30 3 60
AR705 Laboratório de Tridimensionalidade 30 30 3 60
AR662 Leitura da Obra de Arte 2 30 0 2 30
AR698 Mediação Cultural 30 0 2 30
AR? Memória e Narrativa em Artes Visuais 30 0 2 30
AR663 Montagem de Exposição 30 30 3 60
AR701 Pesquisa em Artes Visuais 30 0 2 30
AR625 Pintura 3 30 30 3 60
AR664 Poéticas do Corpo 30 30 3 60
AR722 Quadrinhos 30 30 3 60
AR665 Semiótica da Arte 30 0 2 30
AR666 Tópicos em Arte 1 30 30 3 60
AR667 Tópicos em Arte 2 30 0 2 30
AR668 Tópicos em Arte 3 30 0 2 30
AR669 Tópicos em Arte 4 30 0 2 30
AR670 Tópicos em Arte 5 30 0 2 30
AR671 Tópicos em Arte 6 30 0 2 30
AR? Tópicos em Arte 7 30 30 3 60
AR? Tópicos em Arte 8 30 30 3 60
AR? Tópicos em Arte 9 30 30 3 60
AR? Tópicos em Arte 10 30 30 3 60
Síntese de Carga Horária
Componentes Obrigatórios 1.545
Estágio Curricular Supervisionado 420
Prática Pedagógica 405
*Componentes Eletivos Livres 240
Atividades Complementares 200
** Ações Curriculares de Extensão 0
Carga Horária Total 2.810
*Os Componentes Eletivos Livres abrangem os Componentes Eletivos do Perfil.
**As Ações Curriculares de Extensão serão implantadas na Reforma Integral do Currículo.
INTEGRALIZAÇÃO CURRICULAR
Tempo Mínimo 8 semestres
Tempo Médio 10 semestres
Tempo Máximo 14 semestres
58
10.2 QUADRO DE COMPONENTES CURRICULARES OBRIGATÓRIOS POR
PERÍODO
Carga
Ch Total
Créditos
COMPONENTES OBRIGATÓRIOS Horária
Sigla Prát
CICLO PROFISSIONAL Teo Pré-Requisitos Co-Requisitos
Depto.
1º PERÍODO
AR611 HISTÓRIA DA ARTE 1 30 0 2 30
AR612 FUNDAMENTOS DA LINGUAGEM 60 0 4 60
VISUAL 1
LE716 INTRODUÇÃO A LIBRAS 60 0 4 60
AR626 ARGILA 30 30 3 60
AR614 DESENHO 1 30 30 3 60
AR615 FUNDAMENTOS DA ARTE EDUCAÇÃO 30 30 3 60
TOTAL 330 HORAS
2º PERÍODO
SF451 FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO 60 0 4 60
AR616 HISTÓRIA DA ARTE 2 30 0 2 30
AR617 FUNDAMENTOS DA LINGUAGEM 60 0 4 60
VISUAL 2
BI476 METODOLOGIA DO TRABALHO 30 0 2 30
CIENTÍFICO
AR618 DESENHO 2 30 30 3 60
AR619 PINTURA 1 30 30 3 60
TOTAL 300 HORAS
3º PERÍODO
AR620 HISTÓRIA DA ARTE 3 30 0 2 30
TE707 DIDÁTICA 60 0 4 60
AR621 PINTURA 2 30 30 3 60
PO492 FUNDAMENTOS PSICOLÓGICOS DA 90 0 6 90
EDUCAÇÃO
AR623 TRIDIMENSIONALIDADE 30 30 3 60
AR692 GRAVURA A 30 30 3 60
TOTAL 360 HORAS
4º PERÍODO
AR624 HISTÓRIA DA ARTE 4 30 0 2 30
AR622 FOTOGRAFIA E ARTE 60 0 4 60
AR697 METODOLOGIA DO ENSINO DAS 75 0 5 75
ARTES VISUAIS 3
PO493 AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM 60 0 4 60
AR690 ESTÉTICA A 30 0 2 30
AR650 EXPRESSÃO PLÁSTICA INFANTIL 30 0 2 30
AR693 GRAVURA B 30 30 3 60
TOTAL 345 HORAS
5º PERÍODO
AR688 ESTÁGIO CURRICULAR EM ENSINO 30 60 4 90 AR697
DAS ARTES VISUAIS 3
AR695 METODOLOGIA DO ENSINO DAS 60 0 4 60
ARTES VISUAIS 1
AR630 HISTÓRIA DA ARTE 5 30 0 2 30
AR631 HISTÓRIA DA ARTE BRASILEIRA 1 30 0 2 30
AP493 POLÍTICAS EDUCACIONAIS, 60 0 4 60
ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO
DA ESCOLA BÁSICA
TOTAL 270 HORAS
59
6º PERÍODO
AR689 ESTÁGIO CURRICULAR EM ENSINO 30 60 4 90 AR697
DAS ARTES VISUAIS 4
AR696 METODOLOGIA DO ENSINO DAS 60 0 4 60
ARTES VISUAIS 2
AR635 HISTÓRIA DA ARTE BRASILEIRA 2 30 0 2 30
AR683 ARTE E ANTROPOLOGIA 30 0 2 30
AR647 CURRÍCULO E CULTURA 30 0 2 30
AR684 ARTE E DIVERSIDADE ÉTNICO- 45 0 3 45
CULTURAL
TOTAL 285 HORAS
7º PERÍODO
AR686 ESTÁGIO CURRICULAR EM ENSINO 30 90 5 120 AR695
DAS ARTES VISUAIS 1
INICIAÇÃO AO TRABALHO DE CARGA
AR694 CONCLUSÃO DE CURSO DE 30 0 2 30 HORÁRIA DE
LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS 1.645H
AR685 ARTE E SOCIEDADE 30 0 2 30
AR691 ESTÉTICA B 30 0 2 30
AR661 LEITURA DA OBRA DE ARTE 1 30 0 2 30
TOTAL 240 HORAS
8º PERÍODO
AP492 GESTÃO EDUCACIONAL E GESTÃO 60 0 4 60
ESCOLAR
AR643 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE 60 0 4 60 AR694
CURSO DE LICENCIATURA EM ARTES
VISUAIS
AR687 ESTÁGIO CURRICULAR EM ENSINO 30 90 5 120 AR696
DAS ARTES VISUAIS 2
TOTAL 240 HORAS
60
11. ATIVIDADES CURRICULARES
11.1. ATIVIDADES COMPLEMENTARES
As atividades complementares são entendidas como ações realizadas pelos
discentes dentro e fora da UFPE que visam estimular a prática de estudos
independentes, transversais, opcionais, interdisciplinares, de atualização profissional,
sobretudo nas relações com o mundo do trabalho, estabelecidas ao longo do curso,
notadamente integrando-as às diversas peculiaridades regionais e culturais. A limitação
de carga horária máxima para cada tipo de atividade prevista no regulamento visa
garantir que o/a discente diversifique as atividades entre participação em eventos
científicos, culturais e artísticos, monitoria, projetos de pesquisa e de extensão, cursos
na área ou áreas afins na UFPE e em outras instituições, estágios não obrigatórios,
entre outras. Desta forma, as atividades compementares vem alargar e enriquecer o
currículo em uma gama de experiências e estudos oferecidos pela UFPE e outras
instituições, de modo a flexibilizá-lo e dinamizá-lo para adequá-lo aos múltiplos
interesses dos/as discentes e cenários profissionais e sociais.
As atividades complementares correspondem a 200 horas da carga horária total
do Curso e serão reconhecidas e creditadas mediante processo de avaliação pela
Coordenação do Curso ou pelo Colegiado a partir da apresentação de certificado que
comprove sua realização. A regulamentação das atividades complementares
está em concordância com a Resolução nº 12/2013 e se encontra em anexo.
11.2. AÇÕES CURRICULARES DE EXTENSÃO – ACEx
A equipe docente de Artes Visuais tem realizado ao longo dos anos diversos
projetos de extensão, bem sucedidos e inovadores. Portanto, se encontra apta para a
implantanção das Ações Curriclares de Extensão, porém nesta Reforma Parcial não é
possível realizar esta inserção, uma vez que altera a estrutura curricular geral e
carcateriza uma Reforma Integral do PPC.
Na preparação de uma Reforma Integral, o NDE e Colegiado do Curso estão
delineando uma proposta de inserção de ACEx no Projeto Pedagógico do Curso.
61
11.3. ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO
O estágio curricular supervisionado oferece a/o professor/a em formação a
oportunidade de integrar teoria e prática desenvolvidas no ambiente escolar e em
ambientes educacionais não-formais, sob a orientação de um/a professor/a do curso de
Artes Visuais, propiciando ao estudante adquirir experiência do universo profissional da
carreira no escopo de sua formação, em conformidade com a Lei Nº 11.788/2008.
O/a licenciando/a em Artes Visuais poderá realizar seus estágios
supervisionados no Colégio de Aplicação da UFPE, nos laboratórios, programas e
projetos da UFPE, na Escola de Artes João Pernambuco e em escolas das redes
pública e privada de Ensino Fundamental e Médio, como também em Organizações
Não Governamentais (ONGs), Museus, Espaços Culturais da cidade que
preferencialmente conveniados com a UFPE. Cada campo de estágio deverá designar
um/a profissional de seu quadro, com formação ou atuação na área de ensino das Artes
Visuais ou área correlata, para a supervisão de estágio. A orientação de estágio se dá
através dos encontros semanais previstos na grade horária do componente curricular e
pode se dar através de dinâmicas de grupo e acompanhamento individual. Tal formação
conta com a parceria dos/as supervisores/as nos campos de estágio, que oferecem os
modelos de suas práticas pedagógicas e a abertura ao planejamento conjunto das
atividades de observação e regência dos/as discentes estagiários/as. Cabe ao/à
supervisor/a o controle de frequência no campo de estágio e a avaliação do
desempenho do/a estagiário/a in loco, contribuindo para a condução e avaliação do
processo de estágio. O desenvolvimento e os resultados dos estágios podem ser
apresentados em seminários ou atividades de compartilhamento em sala de aula,
relatórios, escrita de artigos acadêmicos, entre outros, devendo compor a
documentação comprobatória do estágio.
O Projeto de Estágio Curricular Supervisionado está regulamentado conforme as
Resoluções CEPE nº 20/2015, alterada pelas Resoluções nº 09/2016, 09/2018,
02/2020 e se encontra em anexo. Organiza-se em 04 (quatro) componentes curriculares
obrigatórios que perfazem um total de 420 horas, assim distribuídas:
– Estágio Curricular em Ensino das Artes Visuais 1 (AR686) – 30 horas teóricas e 90
horas de prática de observação e de regência no âmbito da Educação Infantil e do
Ensino Fundamental (Anos Iniciais e Anos Finais), nas seguintes modalidades de
62
ensino: regular, Educação de Jovens e Adultos, Educação Especial, Educação do
Campo e Educação Escolar Indígena e Quilombola.
- Estágio Curricular em Ensino das Artes Visuais 2 (AR687) – 30 horas teóricas e 90
horas de observação e de regência no âmbito do Ensino Médio, nas seguintes
modalidades de ensino: regular, Educação de Jovens e Adultos, Educação Especial,
Educação Profissional e Tecnológica, Educação do Campo e Educação Escolar
Indígena e Quilombola.
- Estágio Curricular em Ensino das Artes Visuais 3 (AR688) – 30 horas teóricas e 60
horas de prática de observação e de regência no âmbito da educação não-formal
(ONGs, Organizações sociais e outros espaços não-formais, exceto museus e galerias);
- Estágio Curricular em Ensino das Artes Visuais 4 (AR689) – 30 horas teóricas e 60
horas de prática de observação e de regência no âmbito da educação não-formal
(galerias, museus e instituições de arte).
Nesta Reforma Parcial optamos por alterar a periodização dos estágios, inciando
pelos estágios na educação não formal e posteriormente inserindo os esta´gios na
educação formal, conforme avaliado pelo Núcleo Docente Estrutrante, Colegiado do
Curso e representação de estudantil.
As deliberações pertinentes à Coordenação de Estágio poderão existir desde
que condicionadas à feitura de regimento próprio, fundamentadas nas orientações e
normatizações acima citadas e devidamente aprovadas pelo Colegiado do curso. Os
estágios não-obrigatórios deverão receber créditos por atividades complementares
desde que também sejam avaliados pela Coordenação de Estágio ou pelo Colegiado
do curso. Cabe à Coordenação de Estágio regularizar os convênios com os campos de
estágio, bem como encaminhar a documentação pertinente ao reconhecimento dos
estágios.
11.4. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) consiste em um projeto de pesquisa
ou de extensão individual, teórico, teórico-prático ou artístico-educativo, orientado por
docente do quadro efetivo do curso de Artes Visuais, docente substituto/a ou Técnico-
Administrativo em Educação da UFPE que tenha a titulação mínima de mestrado na
63
área das Artes Visuais ou áreas afins, com possibilidade de co-orientação de docente
e técnico-administrativo da área ou de áreas afins, mediante aprovação do Colegiado e
segue as normativas expressas na Resolução nº 1 /2009 / CNE / MEC (DCN Artes
Visuais), a Resolução 18/2022 CEPE / UFPE que disciplina o Trabalho de Conclusão
de Curso nos Cursos de Graduação da UFPE e o Regulamento dos Trabalhos de
Conclusão de Curso de Artes Visuais – Licenciatura aprovado pelo Colegiado do curso.
Os/as orientadores/as deverão orientar o/a estudante no aprimoramento do
objeto de estudo a ser pesquisado, do referencial teórico, bem como ampliar o
conhecimento sobre as fontes de consulta e a bibliografia, através de um cronograma
de atendimento. Ao final do processo de elaboração, deverão aprovar o trabalho e
encaminhá-lo para apreciação da comissão examinadora que será composta por três
membros (o/a orientador/a presidente, um membro externo do curso de Artes Visuais e
um membro interno).
O TCC será apresentado sob as formas de monografia, portfólio
artístico/reflexivo, artigo, caderno de artista, performance com texto reflexivo/crítico,
intervenção artística com texto reflexivo/crítico, exposição com texto reflexivo/crítico,
ensaio visual, material didático, projeto expográfico, curadoria educativa, projeto cultural
ou produção audiovisual, abrangendo temáticas que devem estar em consonância com
os componentes curriculares e/ou dos grupos de pesquisa do Curso de Artes Visuais.
Tais temáticas de investigação deverão estar relacionadas ao campo do ensino, da
formação para a docência, da prática pedagógica, dos processos metodológicos, da
prática docente, da aprendizagem, da avaliação, das políticas educacionais para a arte,
dos espaços de atuação profissional, da trajetória artística pessoal docente e discente,
dos processos educativos expográficos, da reflexão e prática educativa curatorial, das
reflexões artísticas e suas implicações na educação em Artes Visuais.
O TCC deve propiciar aos/às estudantes o aprofundamento do conhecimento em
Artes Visuais, o estímulo à produção científica, pedagógica e artística; a consulta de
bibliografia especializada; o aprimoramento da capacidade de elaboração, organização,
interpretação, crítica, síntese e sistematização de conhecimentos adquiridos ao longo
do Curso no processo de formação para a docência. Casos específicos de estudantes
com necessidades educacionais especiais e/ou deficientes serão discutidos pelo
Colegiado do Curso com a finalidade de elaboração de estratégias individualizadas para
a execução do Trabalho de Conclusão de Curso.
64
O TCC será realizado ao longo de dois semestres, durante 2 componentes
curriculares obrigatórios: AR694- Iniciação ao Trabalho de Conclusão de Curso de
Licenciatura em Artes Visuais (30h) e AR643- Trabalho de Conclusão de Curso de
Licenciatura em Artes Visuais (60h). O componente curricular eletivo AR701- Pesquisa
em Artes Visuais (30h) é recomendável como preparação ao TCC.
O/a Coordenador/a de TCC é o/a docente ministrante do componente curricular
AR643- Trabalho de Conclusão de Curso e tem como atribuições a organização da
distribuição das orientações, o cronograma de atividades curriculares de TCC e das
apresentações, a organização das comissões examinadoras, o encaminhamento da
documentação referente à aprovação dos trabalhos e certificados de participação dos
membros das comissões excaminadoras, a comunicação constante com
orientadores/as, o lançamento de notas de TCC no Sistema de Gestão Acadêmica a
partir da avaliação das comissões examinadoras.
As normativas estão no regulamento em anexo e seguem a Resolução nº 1, de
16 de janeiro de 2009 (DCN de Artes Visuais) e a Resolução 18/2022 CEPE. O TCC,
após sua apresentação pública e avaliação da Comissão Examinadora, deverá ser
depositado pelo/a estudante, obrigatoriamente, no Repositório Digital da UFPE
(ATTENA).
65
12. FORMAS DE ACESSO AO CURSO
O curso adota o Sistema de Seleção Unificada (Sisu/UFPE) como forma de
ingresso, conforme disposto no Regimento Geral da UFPE; ingresso por força da lei,
conforme o art. 49 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9.394/96)
e pela Lei pela Lei Nº 9.536/1997, e ingresso por transferência interna, transferência
externa, reintegração e portador/a de diploma segundo os critérios da Resolução nº
08/2021 - CEPE/UFPE.
O Sisu é o sistema informatizado do Ministério da Educação (MEC) por meio do
qual instituições públicas de ensino superior oferecem vagas a candidatos participantes
do Enem.
O curso disponibiliza 35 vagas para ingresso com uma entrada anual para
ingressantes pelo Sisu, sendo 50% das vagas destinadas a cotas para pessoas pretas,
pardas, indígenas, de baixa renda, com deficiência e/ou oriundas do ensino médio em
escolas públicas, conforme a Lei nº 12.711/2012.
O Processo Seletivo de Ingresso por Reintegração é voltado para o reingresso
de estudantes desvinculados da UFPE há, no máximo, cinco anos e a Transferência
Interna para os/as estudantes ativos que desejam mudar de turno, curso e campus.
No tocante ao Processo Seletivo Extravestibular – Transferência Externa
– é voltado para a transferência de estudantes regulares de outras instituições
nacionais de ensino superior, vinculados a cursos de graduação reconhecidos
pelo MEC, modalidade presencial, para cursos de mesmo nome na UFPE. Já o
Processo Seletivo Extravestibular – Portador de Diploma possibilita o ingresso de
diplomados/as em cursos superiores.
A Lei nº 9.536 / 1997 garante a transferência ex officio entre instituições
vinculadas a qualquer sistema de ensino, em qualquer época do ano e independente
da existência de vaga, quando se tratar de servidor público federal civil ou militar
estudante, ou seu dependente estudante, se requerida em razão de comprovada
remoção ou transferência de ofício, que acarrete mudança de domicílio para o município
66
onde se situe a instituição recebedora, ou para localidade mais próxima desta,
excetuando-se os casos previstos no parágrafo único da referida lei.
As vagas ociosas geradas pelos processos de evasão e retenção são
disponibilizadas para processos seletivos para ingresso por Reintegração,
Transferência Interna, Transferência Externa e Portador/a de Diploma.
O curso de Artes Visuais participa regularmente da Expo UFPE, evento anual no
qual os cursos de graduação em suas diversas facetas e ações são apresentados aos
estudantes de Ensino Médio e demais interessados/as em ingressar na UFPE, com
programações presenciais e virtuais (disponível em https://sites.ufpe.br/expoufpe e
https://sites.ufpe.br/expoufpe/artes-visuais-licenciatura/).
67
13. CORPO DOCENTE
TABELA DO CORPO DOCENTE
Curso: Artes Visuais - Licenciatura
Vinculação: Departamento de Artes / CAC
QUALIFICAÇÃ REGIME
ÁREA DO VÍNCULO
NOME CPF TITULAÇÃO O DE
EMPREGATÍCIO
CONHECIMENTO TRABALHO
PROFISSIONAL
DOUTORA Educação
Ana Elisabete de Fundamentos da
11317302400 Belas Artes / Artística/ Artes 40h/DE Estatutário
Gouveia Linguagem Visual
Pintura Plásticas
Ana Elizabeth Educação
Representação DOUTORA
Lisboa Nogueira 69764620400 Artística/ Artes 40h/DE Estatutário
Gráfica Psicologia
Cavalcanti Plásticas
Teoria da Arte e DOUTOR
André Antônio
7192653470 Processos de Comunicação e Comunicação 40h/DE Estatutário
Barbosa
Criação Cultura
Carlos Newton de História e Teoria DOUTOR Arquitetura e
59484829449 40h/DE Estatutário
Souza Lima Júnior da Arte Letras Urbanismo
Eduardo Romero Sistema de DOUTOR Desenho e
62147293415 40h/DE Estatutário
Lopes Barbosa Representação Antropologia Plástica
Educação
Fernando Lúcio de Fundamentos da DOUTOR
16670558449 Artística/ Artes 40h/DE
Lima Barbosa Linguagem Visual Belas Artes Estatutário
Plásticas
Arte Africana e
Joana D’Arc de DOUTORA Licenciatura
08680401854 Arte Afro 40h/DE Estatutário
Sousa Lima História em História
Brasileira
DOUTORA
Luciana Borre Pedagogia das
81583214020 Arte e Cultura Pedagogia 40h/DE Estatutário
Nunes Artes Visuais
Visual
Madalena de
História e Teoria DOUTORA Arquitetura e
Fátima Pequeno 23785080425 40h/DE Estatutário
da Arte História da Arte Urbanismo
Zaccara
Educação
Maria Betânia e História e Teoria DOUTORA
68343884434 Artística/ Artes 40h/DE Estatutário
Silva da Arte Educação
Plásticas
Maria das Vitórias Educação
Pedagogia das DOUTORA
Negreiros do 37129317434 Artística/ Artes 40h/DE Estatutário
Artes Visuais Arte/Educação
Amaral Cênicas
Educação
Pedagogia das DOUTORA
Renata Wilner 11609624807 Artística/ Artes 40h/DE Estatutário
Artes Visuais Artes Visuais
Plásticas
Suely Cisneiros Fundamentos da Desenho e
12692824415 MESTRE 40h/DE Estatutário
Muniz Linguagem Visual Artes Plásticas
Arqueologia
O curso possui treze docentes, sendo doze com titulação de Doutor/a e uma com
titulação de Mestre. Quatro docentes possuem pós-doutorado, uma é pesquisadora do
CNPq e seis atuam em pós-graduação. Dois docentes são professores titulares.
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No que se refere à qualificação do corpo docente, o Departamento de Artes vem
organizando a distribuição de horas para oportunizar a licença capacitação e estágios
pós-doutorais dos/as professores/as. Nota-se que a criação de inúmeras disciplinas
eletivas foi oriunda destes períodos nos quais os/as docentes qualificaram suas ações
pedagógicas para trabalhar com assuntos contemporâneos e relevantes para a
formação profissional de nossos/as estudantes.
Ressalta-se que a titulação mínima de mestrado é requisito para o ingresso de
professores/as substitutos/as e o título do doutorado, com perfil de pesquisa, para
processos seletivos para professores/as efetivos/as. As ações visam articular a
Graduação em Artes Visuais com o Programa Associado de Pós-Graduação em Artes
Visuais UFPE/UFPB.
69
14. SUPORTE PARA FUNCIONAMENTO DO CURSO
14.1 RECURSOS ESTRUTURAIS
O Curso de Artes Visuais – Licenciatura compartilha a infraestrutura
disponibilizada no curso de Artes Visuais - Bacharelado. Conta-se com nove
Laboratórios/Ateliers - oito no Centro de Artes e Comunicação e um no Centro Cultural
Benfica para atender aos componentes curriculares de natureza prática. Referente aos
componentes teóricos, o curso conta com quatro salas climatizadas no CAC e
equipadas com equipamento de audiovisual, pertencentes ao Departamento de Artes,
alocadas conforme distribuição de carga horária dos cursos vinculados ao
Departamento. Também tem à disposição uma pequena sala climatizada no Centro
Cultural Benfica. Além destes espaços, há componentes oferecidos pelo Centro de
Educação, que atendem em conjunto com outros cursos de licenciatura, nas suas
dependências, compostas por salas de aulas, bibioteca, laboratórios e auditório.
Os laboratórios/ateliers são os seguintes:
- Laboratório de Gravura equipado com prensas para xilogravura e calcogravura;
- Laboratório de Litogravura, remanescente da histórica Oficina Guaianases de Gravura;
- Laboratório de Tridimensionalidade climatizado e equipado com material de
audiovisual;
- Laboratório de Pintura, com bancadas e cavaletes;
- Laboratório de Fotografia;
- Laboratório de Desenho;
- Laboratório de Cerâmica;
- Laboratório para projetos de docentes e discentes e reserva técnica;
- Laboratório de Desenho e multiuso no Centro Cultural Benfica.
Além desses laboratórios, conta com os espaços expositivos da Galeria
Capibaribe no CAC e do Instituto de Arte Contemporânea no Centro Cultural Benfica,
nos quais é visibilizada a produção decorrente de projetos de ensino, pesquisa e
extensão de docentes e discentes e da comunidade externa, bem como proporcionando
a experimentação em curadoria, expografia e mediação cultural.
70
O curso também usufrui da estrutura do CAC que atende a todos os cursos,
como o Laboratório de Informática, o Auditório Evaldo Coutinho (140 lugares),
Miniauditório 1 (50 lugares), Miniauditório II (60 lugares) e a Biblioteca Joquim Cardozo,
que funciona de segunda a sexta-feira, das 08h às 21h, em espaço amplo com área
total de 1038,53 m², climatizado e bem iluminado, com Internet wi-fi, cabines individuais,
mesas de estudo coletivo, computadores, sala de pesquisa, videoteca, sala de reunião,
espaço de referência e tem grande acervo na área do curso e áreas afins.
Periodicamente a biblioteca atualiza o acervo visando atender à bibliografia definida
nos programas das disciplinas do curso. Segundo os dados informados pela Equipe da
Biblioteca Joaquim Cardozo, o acervo contém aproximadamente 28.700 títulos de livros
impressos, somando um total de cerca de 50.600 exemplares, 13.000 títulos em 17.000
exemplares de outros tipos de materiais (folhetos, periódicos, Dissertações e Teses,
multimídias etc.). Especificamente como acervo que atende ao curso de Arte Visuais, a
biblioteca do CAC conta com 3.713 títulos e 8.534 exemplares distribuídos entre livros,
teses, dissertações, periódicos, DVDs e catálogos.
O Sistema de Bibliotecas da UFPE, nos dias atuais, é formado pela Biblioteca
Central e mais doze bibliotecas, localizadas nos Centros Acadêmicos e no Colégio de
Aplicação. As bibliotecas reúnem, em suas coleções, mais de 300 mil títulos e mais de
um milhão de exemplares, formadas por livros impressos e digitais, e digitais,
publicações periódicas impressas e eletrônicas, TCCs, Dissertações e Teses, materiais
multimídia e outros documentos que, juntos, reúnem cerca de 300 mil títulos,com mais
de 1 milhão de exemplares. A Biblioteca Joaquim Cardozo está integrada a esse
Sistema e os usuários podem usufruir da estrutura e acervo de todas as unidades.
De modo remoto, a UFPE disponibiliza o acesso de várias referências pelos
discentes, docentes e técnicos administrativos. Entre as plataformas disponíveis, estão
o Portal de Periódicos da UFPE, disponível através do link
https://periodicos.ufpe.br/revistas/, bem como o Portal de Periódicos CAPES e da
plataforma EBSCOhost através do acesso CAFe, para pessoas que possuem o login
ID UFPE. Existe ainda o Repositório Digital Attena, com mais de 55.000 documentos,
entre os quais 81 dissertações de mestrado em Artes Visuais e 61 capítulos de livros
da grande área de Linguística, Letras e Artes, entre outras teses, dissertações e
trabalhos de conclusão de curso, que pode ser acessado no link:
https://repositorio.ufpe.br/ldap-login. Os vários acervos digitais disponibilizados pela
UFPE podem ser acessados através de links disponibilizados na página
71
https://www.ufpe.br/sib/ebooks, incluindo os e-books publicados pela Editora UFPE. O
Sistema Pergamum é um sistema remoto utilizado para o gerenciamento do acervo e
dos serviços das bibliotecas, que permite aos próprios usuários realizarem suas
renovações, reservas e pesquisas.
Além do CAC, o curso o curso possui também o espaço do Centro de Educação
(CE) como lócus de formação, com biblioteca, salas de aula, laboratórios, auditório.
Em atendimento ao Decreto n° 5.296/2004, o Centro de Artes e Comunicação
dispõe de dois elevadores para facilitar o acesso de pessoas com deficiência e/ou
mobilidade reduzida, um deles recém construído, visando maior conforto e
acessibilidade. O prédio passa por obras para adequação dos ambientes e passagens
às pessoas com deficiência ou dificuldades de locomoção, como construção de rampas
de acesso e instalação de corrimões. No estacionamento do CAC, há vagas reservadas
para pessoas com deficiência física, idosas e gestantes. A biblioteca setorial do Centro
também dispõe de rampas e sinalização de acessibilidades específicas.
14.2 RECURSOS HUMANOS
O curso de Artes Visuais – Licenciatura atualmente conta com um corpo docente
formado por treze professores/as 40h/Dedicação Exclusiva. Foi encaminhada à Pró-
Reitoria de Gestão de Pessoas a solicitação de mais três vagas para professores
efetivos para pleno atendimento aos cursos de Artes Visuais (Licenciatura e
Bacharelado), pois essa necessidade vem sendo preenchida através de contínua
contratação de professores/as substitutos/as, o que denota uma lacuna estrutural.
O curso conta com um técnico administrativo em função de secretaria, um
técnico administrativo para apoio geral e um técnico de Laboratório. Os demais técnicos
do Departamento de Artes dão suporte às demandas cabíveis. Para melhor atender aos
Laboratórios/Ateliers, há demanda de mais três técnicos de laboratório e a criação de
um programa específico de estágio ou bolsas para os laboratórios de Artes Visuais,
envolvendo parceria com o IFPE.
72
15. APOIO AO DISCENTE
O Curso de Artes Visuais - Licenciatura segue as políticas e diretrizes
institucionais adotadas pela Universidade Federal de Pernambuco. Para efetivar o apoio
pedagógico a seus estudantes é necessário articular a qualidade do ensino ministrado
às ações efetivas de atendimento aos/às estudantes.
As políticas de atendimento ao/a estudante, visualizadas em
https://www.ufpe.br/proaes (Proaes - Pró-Reitoria para Assuntos Estudantis)
contemplam os objetivos de assegurar os meios necessários ao pleno desenvolvimento
acadêmico; implementar os programas e projetos articulados e integrados ao ensino, à
pesquisa e à extensão, além de incentivar a educação continuada. A PROAES promove
a gestão do Programa Nacional de Assistência Estudantil – PNAES ( Decreto Nº
7.234/2010, BRASIL) e disponibiliza Edital de Bolsas Estudantis semestralmente, em
caráter afirmativo e assistencial, atendendo a estudantes ingressantes através das
cotas raciais e sociais com bolsas permanência e bolsas de incentivo acadêmico
(Programa BIA). A Resolução Nº 15/2019 regulamenta a Política de Assistência
Estudantil (PAE) na UFPE, envolvendo entre as ações: Programa de Moradia
Estuydantil; Programa de Bolsa de Assistência Estudantil; Programa de Alimentação;
Programa de Bolsa Permanência/MEC; Programa de Atenção à Saúde; Programa de
Apoio Pedagógico; Auxílio Creche; Auxílio Emergencial, entre outros.
Os/as estudantes também são atendidos/as pelas oportunidades de bolsas de
monitoria (conforme processo seletivo designado pelo colegiado do curso), programas
de mobilidade estudantil, programa de Iniciação Científica (PIBIC - com apoio do
CNPq), bolsas concedidas por editais a projetos de extensão (PIBEXC), programa de
bolsas de Iniciação à Criação Cultural (BICC), programa de bolsas para iniciação à
docência (PIBID) e editais de auxílio financeiro para apresentação de trabalhos em
eventos nacionais e internacionais. Essas bolsas e auxílios possibilitam o pleno
desenvolvimento acadêmico, científico, cultural e artístico dos/as discentes,
incentivando o engajamento em diversos projetos.
O site do curso (https://www.ufpe.br/artes-visuais-licenciatura-cac), o e-mail de
contato (artesvisuais@ufpe.br), as informações veiculadas nas redes sociais, os
73
telefones 21268755 (Coordenação de Artes Visuais) e 21268309 (Departamento de
Artes) e o contato direto entre professores/as e estudantes serão os principais canais
de comunicação para superar qualquer barreira de comunicação interpessoal, escrita e
virtual. As informações acadêmicas podem ser acessadas através do Portal da UFPE,
do Portal do Estudante , do Pergamum UFPE (que dá acesso ao Sistema Integrado de
Bibliotecas), SIGAA e manuais divulgados pela PROGRAD e outros órgãos da UFPE.
Em relação aos/às estudantes com necessidades educativas específicas
assegura-se uma prática pedagógica centrada nas potencialidades, buscando criar um
ambiente educativo que valorize as possibilidades em detrimento das limitações,
conforme disposto na Lei Nº 13.146/2015 e na Resolução nº 11/2019 -
CONSUNI/UFPE. Ainda antes da publicação de tal resolução, houve experiências bem
sucedidas no curso com estudantes com deficiência intelectual e cadeirantes, com
adaptação metodológica por parte dos docentes e acompanhamento por tutores
discentes sob orientação, constituindo uma rede de apoio. O Núcleo de Acessibilidade
(NACE) e o Núcleo de Assistência a Saúde do/a Estudante (NASE) são acionados
diante de situações adversas e/ou para encaminhamentos especializados.
Essas adaptações e cuidados para a inclusão de pessoas com necessidades
educacionais especiais abrangem o transtorno do espectro autista (TEA), acomodações
e adaptações curriculares podem ser necessárias, dependendo das necessidades
individuais de cada estudante. Elas podem ser feitas por meio de estratégias e recursos
alternativos, no intuito de oferecer ao aluno oportunidades distintas de aprender e
demonstrar seu aprendizado. A didática para pessoa com TEA envolve uma linguagem
mais direta e nítida, evitando expressões metafóricas e conteúdos subjetivos,
explicitando as regras e os ojetivos de aprendizagem a serem alcançados em cada
atividade proposta. O ritmo, o tempo e a possibilidade de cada estudante devem ser
considerados e o/a docente deve mediar a socialização do/a estudante com TEA na
sala de aula e em subgrupos de trabalho. As situações de agitação ou de ausência
podem exigir do docente uma mudança na proposta de atividade. A exposição a som e
luz, como recursos audiovisuais, poderão causar incômodos e devem ser dosados,
assim como permitido o uso de abafadores, de ouvido óculos de sol e permitir a saída
da sala nessas situações. Estudantes com TEA também poderão demandar atenção
fora do horário de aula para sanar dúvidas e flexibilização do tempo em até 50%
adicional para realizar as atividades propostas e exames avaliativos. Nas aulas práticas
74
as dificuldades motoras deverão ser respeitadas, buscando-se alternativas no
instrumental e nas técnicas desenvolvidas.
De modo geral, espera-se uma postura acolhedora das diferenças e
especificidades em busca da inclusão como princípio educacional democrático. Em
relação a conflitos e problemáticas interpessoais e/ou de aprendizagem, contamos com
o Núcleo de Estudos e Assessoria Pedagógica do CAC (NEAP), que oferece suporte
pedagógico e psicopedagógico na mediação, encaminhamento e resolução dos
diversos casos.
Contamos ainda com o Núcleo de Políticas e Educação Étnico-Raciais (ERER)
para a implementação de políticas afirmativas e promoção da igualdade racial,
auxiliando no ingresso e permanência de estudantes autodeclarados pretos, pardos,
indígenas e quilombolas (tal como estabelece a Lei Nº 14.723 / 2023), e também com
o Núcleo de Políticas LGBT, reponsável pelo acolhimento e garantia de direitos de
estudantes e servidores LGBTQIAP+. Ambos os núcleos, juntamente com o NACE,
cumprem um papel fundamental não apenas junto às pessoas diretamente implicadas
nas condições específicas que tratam, mas também no combate aos preconceitos e
violências diversas (racismo, homofobia, transfobia, capacitismo) que dizem respeito à
educação da comunidade acadêmica como um todo.
75
ANEXOS
76
ANEXO 1 – DISPOSITIVOS LEGAIS E NORMATIVOS
DISPOSITIVO LEGAL E NORMATIVO FORMA DE ATENDIMENTO
Em 2011 ocorreu a alteração do perfil
curricular do curso de Educação
Artística – Artes Plásticas para Artes
Visuais – Licenciatura, atendendo às
Diretrizes Curriculares Nacionais do
Curso de Graduação em Artes Visuais,
cujas bases o presente projeto dá
continuidade e atualização. A estrutura
curricular do nosso curso tem como
eixos formativos a produção, a
pesquisa, a crítica e o ensino das Artes
Diretrizes Curriculares Nacionais do Visuais, envolvendo estudos teóricos,
Curso: históricos, metodológicos e empíricos
01 ✔ RESOLUÇÃO Nº 01/2009 – CNE de técnicas tradicionais e
. (Diretrizes Curriculares Nacionais experimentais, com ênfase na
do Curso de Graduação em sensibilidade estética e criação poética
Artes Visuais) no campo da visualidade. Contém
obrigatoriedade de TCC com disciplinas
preparatórias; 04 componentes de
estágio curricular supervisionado
obrigatório na educação formal e não-
formal; atividades complementares
reconhecendo e incentivando a
integração de conhecimentos e
experiências formativas para além do
âmbito acadêmico, visando interação
com os espaços e manifestações
culturais da sociedade.
A carga horária para integralização do
curso de Artes Visuais – Licenciatura é
de 2.810 horas de atividades,
atendendo à Resolução CNE/CP
02/2002. Por se tratar de reforma
parcial, não foi possível atender à carga
horária mínima de 3.200 horas
Carga horária mínima, em horas:
estabelecida pela Resolução Nº
✔ Resolução Nº 02/2019 - CNE
02
. 02/2019 – CNE. Outro projeto de
(Licenciaturas);
reforma integral foi encaminhado pelo
NDE em 2019, com carga horária de
3.225 horas, porém sua tramitação foi
suspensa. O NDE está preparando uma
nova proposta de reforma integral que
cumprirá a carga horária mínima
exigida.
Tempo de integralização: O tempo de integralização é de no
✔ Resolução Nº 02/2015 - CNE mínimo 8 e máximo 14 semestres
03 (Licenciaturas e Pedagogia); letivos.
. ✔ Resolução Nº 07/2018 - CEPE/UFPE O PPC de Artes Visuais que define a
(Licenciaturas e Pedagogia); estrutura curricular, carga horária e
tempo de integralização é de 2011,
77
portanto anterior a essas resoluções.
Nesta proposta de reforma parcial não
é possível alterar a estrutura curricular
e o tempo de integralização, conforme
o disposto pela Resolução Nº 03/2014.
Outro projeto de reforma integral foi
encaminhado pelo NDE em 2019,
porém sua aprovação foi suspensa
devido a alterações de legislação e
cenário político instável. O NDE está
providenciando uma nova proposta de
reforma integral nos parâmetros e
exigências das novas Diretrizes
Curriculares Nacionais para a
Formação Inicial em Nível Superior de
Profissionais do Magistério da
Educação Escolar Básica (Resolução
CNE/CP Nº 4 /2024).
Vide item 10.1 (Quadro de Estrutura
Curricular - Componentes Obrigatórios),
Disciplina obrigatória/eletiva de
04 onde consta LE716- Introdução a
. Libras:
LIBRAS, com carga horária de 60 horas
✔ Decreto N° 5.626/2005.
e 4 créditos. A disciplina é oferecida no
1º período do curso.
Vide item 8 (Metodologia): A proposta
de disciplinas e outras oportunidades
formativas e fóruns de discussão sobre
temas socialmente urgentes, incluindo
a Educação para as Relações Étnico-
raciais.
Vide item 10 (estrutura curricular do
curso): No que se refere às Diretrizes
Curriculares Nacionais para Educação
das Relações Étnico-Raciais e para o
Ensino de História e Cultura Afro-
brasileira, Africana e Indígena
atenderemos por meio dos
componentes curriculares obrigatórios
Diretrizes Curriculares Nacionais para
“História da Arte Brasileira 1”, “História
Educação das Relações Étnico-raciais
05 da Arte Brasileira 2”, “Arte e
. e para o Ensino de História e Cultura
Diversidade Étnico-Cultural” e dos
Afro-brasileira e Africana:
componentes curriculares eletivos “Arte
✔ Resolução N° 01/2004 - CNE.
Africana e Afro-diaspórica”, “Artes
Indígenas no Brasil” e “Ensino das
Artes Visuais Quilombola”. Destaca-se
que tais temáticas serão abordadas de
forma transversal, contínua e
permanente, no decorrer de todo o
curso e nas demais disciplinas, além de
outras atividades como encontros,
seminários, exposições e eventos
dedicados a tais discussões. Também
há abertura para experiências em
campos de estágio da Educação
Escolar Indígena e da Educação
Escolar Quilombola nos componentes
78
Estágio Curricular em Ensino das Artes
Visuais 1 e Estágio Curricular em
Ensino das Artes Visuais 2, assim como
os estágios em educação não formal
(Estágio Curricular em Ensino das Artes
Visuais 3 e Estágio Curricular em
Ensino das Artes Visuais 4) podem
contemplar museus, projetos e
organizações em territórios de
comunidades tradicionais.
Além disso, interagimos com o Núcleo
de Políticas e Educação Étnico-Raciais
(ERER) da UFPE em suas propostas e
políticas afirmativas (Vide 15- Apoio ao
Discente).
Vide no Item 3 (Marco teórico): os
princípios de Direitos Humanos estão
incluídos na perspectiva formativa do
curso e de atuação social dos
profissionais dele egressos.
Vide item 8 (Metodologia): A proposta
de disciplinas e outras oportunidades
formativas e fóruns de discussão sobre
Diretrizes Nacionais para a Educação
temas socialmente urgentes, incluindo
06 em Direitos Humanos:
a Educação em Direitos Humanos. Esta
. ✔ Parecer N° 08/2012 - CNE;
é pensada transversalmente enquanto
✔ Resolução N° 01/2012 - CNE.
fundamento ético que atravessa todas
as disciplinas e atividades pedagógicas.
Vide 10. Organização curricular do
curso: As questões relacionadas à
Educação em Direitos Humanos serão
contempladas nos componentes
curriculares obrigatórios “Arte e
Sociedade” e “Arte e Antropologia”.
Vide no Item 3 (Marco teórico): os
princípios de Educação Ambiental
estão incluídos na perspectiva
formativa do curso.
Vide item 8 (Metodologia): A proposta
de oportunidades formativas e fóruns
Políticas de Educação Ambiental:
de discussão sobre temas socialmente
✔ Lei Nº 9.795/1999;
07
. urgentes, incluindo a Educação
✔ Decreto Nº 4.281/2002.
Ambiental.
Vide 10 (Organização curricular do
curso): As Políticas de Educação
Ambiental serão observadas nos
componentes curriculares eletivos:
“Arte Ambiental 1” e “Arte Ambiental 2”.
Vide Item 13 (Corpo Docente): Todos
os docentes do curso alocados no
Departamento de Artes da UFPE
08 Titulação do corpo docente: possuem titulação em nível de pós-
. ✔ Lei Nº 9.394/1996. graduação stricto sensu, sendo 12
doutores e 1 mestre. Todos os
docentes têm contrato em regime de 40
horas – dedicação exclusiva.
79
Vide Anexo 7 – Portaria de designação
dos membros do NDE.
O documento cita o NDE como
instância de elaboração do PPC e
avaliação contínua do curso, junto à
Coordenação.
Vide itens: Apresentação; 2.
Justificativa para a reformulação
Núcleo Docente Estruturante (NDE): parcial; 8.Metodologia do curso; 9.
✔ Resolução N° 01/2010 - CONAES;
09
. Sistemáticas de avaliação.
✔ Resolução Nº 01/2013 - CEPE/UFPE. A indicação dos/as representantes
docentes para composição do NDE é
feita pelo Colegiado de Curso,
homologada pelo Pleno do
Departamento de Artes, com posterior
envio para a PROGRAD. Os membros
do NDE são indicados para um
mandato de 03 (três) anos, com
possibilidade de recondução.
Vide item 14 (Suporte para
funcionamento do curso): O edifício do
CAC passou por recentes obras de
requalificação para acessibilidade de
pessoas com deficiência e/ou
mobilidade reduzida, com a construção
de rampas, instalação de corrimões e
um novo elevador além do
anteriormente existente. Há vagas
Condições de acesso para pessoas
reservadas para PCD no
com deficiência e/ou mobilidade
estacionamento.
reduzida:
O PPC também menciona o NACE
✔ Decreto N° 5.296/2004;
10
. (Núcleo de Acessibilidade da UFPE)
✔ Lei Nº 13.146/2015
como parceria fundamental com a
✔ Resolução Nº 11/2019 - ConsUni
Coordenação do Curso para
/UFPE.
acompanhamento de estudantes com
condições específicas de deficiência
física ou diagnóstico de transtorno
mental, orientando o corpo docente
para adequação metodológica e
avaliativa a tais casos. (Vide 8.
Metodologia; 9. Sistemáticas de
Avaliação; 10. Organização curricular
do curso; 15. Apoio ao discente).
Vide item 8 (Metodologia): Parceria do
NACE nas adequações metodológicas,
avaliativas e ambientais para
estudantes diagnosticados(as) com
Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista e
Transtorno do Espectro Autista: Transtorno do Déficit de Atenção com
✔ Lei N° 12.764/2012;
11
. Hiperatividade.
✔ Resolução Nº 11/2019 - Vide item 15 (Apoio ao discente), que
ConsUni/UFPE. menciona as adaptações curriculares
para estudantes com TEA. “Elas podem
ser feitas por meio de estratégias e
recursos alternativos, no intuito de
oferecer ao aluno oportunidades
80
distintas de aprender e demonstrar seu
aprendizado. A didática para pessoa
com TEA envolve uma linguagem mais
direta e nítida, evitando expressões
metafóricas e conteúdos subjetivos,
explicitando as regras e os objetivos de
aprendizagem a serem alcançados em
cada atividade proposta. O ritmo, o
tempo e a possibilidade de cada
estudante devem ser considerados e
o/a docente deve mediar a socialização
do/a estudante com TEA na sala de
aula e em subgrupos de trabalho. As
situações de agitação ou de ausência
podem exigir do docente uma mudança
na proposta de atividade. A exposição a
som e luz, como recursos audiovisuais,
poderão causar incômodos e devem
ser dosados, assim como permitido o
uso de abafadores, de ouvido óculos de
sol e permitir a saída da sala nessas
situações. Estudantes com TEA
também poderão demandar atenção
fora do horário de aula para sanar
dúvidas e flexibilização do tempo em
até 50% adicional para realizar as
atividades propostas e exames
avaliativos. Nas aulas práticas as
dificuldades motoras deverão ser
respeitadas, buscando-se alternativas
no instrumental e nas técnicas
desenvolvidas.”
O PPC menciona diversos projetos e
ações de extensão que são oferecidas
pelo Departamento de Artes (Vide 8.
Metodologia).
Não foi possível inserir nesta Reforma
Parcial as Atividades Curriculares de
Extensão (ACEx), pois ocasionaria
alteração da estrutura curricular para
Estabelece as Diretrizes para a acomodar sua carga horária. Tal
Extensão na Educação Superior providência será tomada na Reforma
12
. Brasileira: Integral do PPC, cuja elaboração está
✔ Resolução Nº 07/2018 - CNE; em andamento.
✔ Resolução Nº 09/2017 - CEPE/UFPE. A atuação dos discentes na extensão
podem ser creditadas como atividades
complementares (vide Regulamento de
Atividades Complementares em anexo).
Os projetos de extensão podem se
tornar objeto de investigação para o
Trabalho de Conclusão do Curso,
conforme previsto no respectivo
regulamento.
Vide item 9 (Sistemáticas de
13
. Informações acadêmicas: Avaliação).
✔ Portaria N° 40/2007 - MEC; O Curso está cadastrado na base de
81
✔ Portaria N° 23/2010 - MEC. dados do e-MEC para fins de
supervisão e avaliação, tais como
ENADE e avaliação in loco pelo
INEP/MEC.
Vide item 15 (Apoio ao discente). O site
do curso (https://www.ufpe.br/artes-
visuais-licenciatura-cac), o e-mail de
contato (artesvisuais@ufpe.br), as
informações veiculadas nas redes
sociais, os telefones 21268755
(Coordenação de Artes Visuais) e
21268309 (Departamento de Artes) e o
contato direto entre professores/as e
estudantes serão os principais canais
de comunicação para superar qualquer
barreira de comunicação interpessoal,
escrita e virtual. As informações
acadêmicas podem ser acessadas
através do Portal da UFPE, do Portal
do Estudante, do Pergamum UFPE
(que dá acesso ao Sistema Integrado
de Bibliotecas), SIGAA e manuais
divulgados pela PROGRAD e outros
órgãos da UFPE.
Além das disciplinas com foco em
relações étnico-raciais citadas 05 desta
tabela, as quais contribuem para a
formação de docentes para atuarem na
Educação Escolar Quilombola, esta
reforma parcial introduz a disciplina
eletiva específica “Ensino das Artes
Diretrizes Curriculares Nacionais para
Visuais Quilombola”. (Vide item 10 –
14 a Educação Escolar Quilombola na
. Organização curricular do curso).
Educação Básica:
Também há abertura para experiências
✔ Resolução N° 08/2012 - CNE.
em campos de estágio da Educação
Escolar Quilombola nos componentes
Estágio Curricular em Ensino das Artes
Visuais 1 e Estágio Curricular em
Ensino das Artes Visuais 2, conforme
mencionado no item 11.3 (Estágio
curricular supervisionado).
Vide item 4 (objetivos do curso): -
Vivenciar estratégias e metodologias
dos processos de ensino e
aprendizagem que propiciem meios
conceituais e técnicos para o
desenvolvimento da especificidade
Diretrizes Curriculares Nacionais da visual a partir do fazer artístico e do
15
. Educação Básica: pensar sobre o ensino desse fazer nos
✔ Resolução Nº 04/2010 - CNE. diferentes anos escolares da Educação
Básica e nos múltiplos contextos
educativos; - Possibilitar experiências
de estudo e reflexão sobre os desafios
que o ensino da arte enfrenta nas
escolas da Educação Básica e outros
espaços educativos.
82
Vide item 10 (organização curricular). A
organização curricular do curso
abrange o conhecimento da realidade
escolar e do caráter da Educação
Básica como formação para a
cidadania, contendo um rol de
disciplinas obrigatórias focadas em
Pedagogia, Políticas Educacionais,
Gestão Escolar, oferecidas pelo Centro
de Educação aos cursos de
licenciatura. Também estão incluídas
nesta proposta curricular disciplinas
obrigatórias e eletivas específicas para
o aprofundamento acerca do ensino de
arte, tais como: Fundamentos da
Arte/Educação; Currículo e Cultura;
Expressão Plástica Infantil; Mediação
Cultural; Ensino das Artes Visuais
Quilombola; 03 componentes de
Metodologia do Ensino as Artes Visuais
(02 deles voltados para a Educação
Básica) e 04 componentes de Estágio
Curricular em Ensino das Artes Visuais
(02 deles voltados para a Educação
Básica). Além disso, programas de
iniciação científica (PIBIC) e de
iniciação à docência (PIBID), creditados
como atividades complementares por
esta proposta curricular, contribuem
para estreitar relações e promover
investigações e atualizações acerca do
universo escolar, propiciando
permanente atualização na formação
inicial de professores de arte que é o
propósito do curso.
Vide item 5 (Perfil profissional do
egresso): espera-se que os egressos
dos cursos de licenciatura possam:
compreender o contexto educativo
brasileiro para atuar com ética e
compromisso político; responsabilizar-
Diretrizes Curriculares Nacionais para se pelo desenvolvimento e processos
a Formação de Professores da de aprendizagem dos sujeitos nos
Educação Básica, em nível superior, diversos contextos, etapas e
curso de licenciatura, de graduação modalidades da educação básica;
16
. plena: dominar os conteúdos e abordagens
✔ Resolução Nº 02/2019 - CNE; teórico-metodológicas do seu campo de
✔ Resolução Nº 07/2018 - CEPE/UFPE; atuação; dominar tecnologias de
✔ Resolução Nº 04/2024 – CNE. informação e comunicação para o
desenvolvimento nos processos
educativos; promover as relações entre
a instituição educativa, a família e a
comunidade; promover a inclusão
social de modo a enfrentar e superar
todo tipo de preconceito; atuar na
gestão da educação básica; realizar
83
pesquisas sobre a realidade
sociocultural dos estudantes e sobre
processos de ensino-aprendizagem e
propostas curriculares; refletir sobre
sua prática pedagógica, sistematizando
e difundindo-a enquanto conhecimento.
Os pontos expostos no campo 15 desta
tabela também se aplicam ao
atendimento das DCN para a Formação
de Professores da Educação Básica.
Observação: Por se tratar de reforma
parcial, não é possível alterar a
estrutura curricular do PPC. O NDE
está providenciando uma nova proposta
de reforma integral nos parâmetros e
exigências das novas Diretrizes
Curriculares Nacionais para a
Formação Inicial em Nível Superior de
Profissionais do Magistério da
Educação Escolar Básica (Resolução
CNE/CP Nº 4 /2024).
84
ANEXO 2 - REGULAMENTO DE ESTÁGIOS CURRICULARES
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
CENTRO DE ARTES E COMUNICAÇÃO
DEPARTAMENTO DE ARTES
COORDENAÇÃO DO CURSO DE ARTES VISUAIS
REGULAMENTO DE ESTÁGIO DO CURSO DE ARTES VISUAIS
Aprovado em 19/12/2023 pelo Colegiado do Curso de Artes Visuais.
CAPÍTULO I
DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
Art. 1 – Este regulamento, aprovado em Reunião de Colegiado em 19 de dezembro de
2023, fixa as normas para estágios curriculares em Artes Visuais – Licenciatura – do
Centro de Artes e Comunicação da Universidade Federal de Pernambuco, de
acordo com as disposições da legislação federal (Lei 11.788/2008) e dos órgãos
deliberativos e executivos da UFPE, especialmente a Resolução CCEPE/UFPE
20/2015 (alterada pelas Resoluções nº 09/2016, 09/2018, 02/2020).
CAPÍTULO II
DAS FINALIDADES
Art. 2 – O estágio é o período de exercício pré-profissional da Licenciatura em Artes
Visuais no qual o/a estudante permanece em contato direto com o ambiente de
trabalho, desenvolvendo atividades artístico-pedagógicas com duração limitada e
supervisão profissional.
Art. 3 – O estágio é considerado como parte do processo de formação do/a estudante,
estabelecendo a interlocução entre a formação acadêmica e o mundo profissional,
85
através de uma aproximação contínua da Universidade com a realidade social
circundante.
Art. 4 – São finalidades do estágio:
I – Proporcionar ao estudante da Licenciatura em Artes Visuais a aprendizagem teórico-
prática, visando seu processo de formação profissional;
II – Possibilitar ao estudante a imersão em instituições de ensino, preferencialmente
públicas, e nos campos não-formais de atuação, tais como museus, galerias de arte,
espaços culturais, organizações não governamentais, projetos sociais, espaços de
saúde, empresas, organizações da sociedade civil, movimentos sociais, etc, para
compreensão, análise e intervenção na realidade profissional, no âmbito de sua
formação;
III – Complementar a formação acadêmica;
IV – Desenvolver atividades artístico-pedagógicas em instituições de ensino e nos
campos não-formais de atuação.
CAPÍTULO III
DAS ÁREAS E CAMPOS DE ESTÁGIO
Art. 5 – Constituem campos de estágio, prioritariamente, as escolas públicas de
educação básica. Além disso, as escolas privadas de educação básica e os campos
não-formais de atuação, tais como museus, galerias de arte, espaços culturais, ONGs,
Projetos Sociais, espaços de saúde, empresas, OSCs, movimentos sociais, etc, e a
própria Universidade.
Art. 6° - Constituem áreas de estágio as instituições que permitam ao aluno observar
e desenvolver planos de trabalho na sua área de formação, especificamente no
âmbito artístico-pedagógico das Artes Visuais.
Parágrafo Único – Os estudantes poderão realizar estágio obrigatório onde atuam como
professores/as, educadoras/es sociais e/ou mediadoras/es culturais, desde que
atendam aos requisitos dos campos de estágio e aos demais critérios estabelecidos
neste regulamento.
86
Art. 7° - Os campos de estágio obrigatório deverão oferecer condições para:
I - Planejamento e execução das atividades de estágio;
II - Aprofundamento dos conhecimentos teórico-práticos do campo específico de
formação de Artes Visuais, a fim de que os mesmos sejam desenvolvidos em contextos
de ensino/aprendizado e seus diversos processos artístico-pedagógicos;
III – Supervisão com formação profissional qualificada;
IV – Avaliação e autoavaliação das ações realizadas.
Art. 8º – Os campos de estágio não obrigatório deverão oferecer condições previstas
nos Incisos do artigo anterior.
Seção I
Da Coordenação de Estágio de Artes Visuais - Licenciatura
Art. 9º - Compete à Coordenação de Estágio:
I - Executar a política de estágios da UFPE de acordo com os objetivos do curso de Artes
Visuais – Licenciatura.
II - Em conjunto com os professores e supervisores, propor políticas, elaborar normas,
supervisionar, orientar e analisar as atividades de estágio;
III - Administrar vagas para os estágios;
IV – Responsabilizar-se pelo envio à Pró-Reitoria de Graduação (PROGRAD) das
propostas, quando necessário, de novas instituições para celebração de convênio, para
abertura, manutenção ou alteração de estágios;
V – Operacionalizar as ações previstas para o cumprimento tanto dos estágios
obrigatórios quanto dos estágios não obrigatórios do curso de Artes Visuais –
Licenciatura;
VI - Analisar e conferir a documentação referente a convênios de campos de estágio e o
cumprimento do estabelecido pelas normas vigentes;
VII - Manter cadastro atualizado sobre os campos de estágio para atender a demanda e
a oferta desses estágios;
VIII - Manter sob supervisão a documentação pertencente às atividades da referida
Coordenação;
IX – Acompanhar os estágios curriculares não obrigatórios.
87
Seção II
Do Professor Orientador de Estágio
Art. 10 - Compete ao professor orientador de estágio:
I - Orientar o estágio curricular obrigatório de maneira presencial, utilizando-se de
ferramentas tecnológicas quando necessário;
II – Acompanhar as atividades dos estágios;
III - Aprovar os planos e programas, a serem desenvolvidos junto às entidades que
servirão de campo de estágio;
IV - Orientar o professor supervisor da instituição de ensino concedente sobre o sistema
de avaliação e acompanhamento do estágio, bem como orientar e avaliar a
desenvolvimento do plano de estágio e o desempenho do estagiário;
V - Acompanhar, orientar e avaliar os trabalhos finais dos estudantes;
VI - Visitar, quando necessário e conforme cronograma estabelecido entre as partes
envolvidas, o local de estágio, ouvindo os/as professores/as supervisores/as que
orientam as atividades e os estagiários no desenvolvimento dos seus planos de trabalho;
VII - Encaminhar à Coordenação de Estágio os trabalhos finais e documentações
pertinentes dos seus estagiários (termos de compromisso e plano de atividades), bem
como sua avaliação, a dos professores supervisores/as e comprovação de frequência.
Art. 11 – O Professor Orientador de Estágio Curricular será indicado pela Coordenação
de Artes Visuais - Licenciatura. Cabe ao professor ministrante de cada componente
curricular de Estágio assumir a função de orientador.
CAPÍTULO IV
DOS ESTÁGIOS
Art. 12 - Os estágios curriculares atendem a duas modalidades: obrigatório e não-
obrigatório.
Art. 13 - A jornada de atividade em estágio curricular, obrigatório ou não obrigatório, será
definida em comum acordo entre a instituição de ensino, a parte concedente e o/a
aluno/a estagiário, devendo constar do termo de compromisso, sendo compatível com
88
as atividades acadêmicas, e não ultrapassar 6 (seis) horas diárias e 30 (trinta) horas
semanais.
Art. 14 - O estágio curricular obrigatório será realizado através de matrícula no SIGAA,
pelo estudante, nos componentes Estágio Curricular em Ensino das Artes Visuais 1,
Estágio Curricular em Ensino das Artes Visuais 2, Estágio Curricular em Ensino das Artes
Visuais 3 e Estágio Curricular em Ensino das Artes Visuais 4.
Parágrafo 1° - A matrícula deverá ser feita no início do semestre letivo, juntamente com
o calendário dos demais componentes curriculares.
Parágrafo 2° - A matrícula em cada um desses componentes curriculares só será
permitida aos estudantes a partir do 5º período, observando os pré-requisitos exigidos
por cada componente curricular de estágio.
Parágrafo 3° - As atividades constantes no Plano de Atividades do estudante, anexo ao
Termo de Compromisso, serão realizadas em instituições de ensino e nos campos
não-formais de atuação, tais como museus, galerias de arte, espaços culturais, ONGs,
Projetos Sociais, espaços de saúde, empresas, OSCs, movimentos sociais, etc, sob a
supervisão de um profissional da mesma, e de um professor orientador de estágio lotado
no curso de Artes Visuais – Licenciatura.
Art. 15 - O estágio não obrigatório constitui-se em atividade de formação acadêmica,
realizado a critério do discente, desde que atenda às seguintes condições:
I - Estar matriculado/a, pelo menos, no terceiro período do curso de Artes Visuais –
Licenciatura;
II – Estar regularmente matriculado/a, cursando componentes curriculares;
III - A realização do estágio não obrigatório não poderá provocar atrasos na conclusão
do curso;
IV - O Termo de Compromisso deverá apresentar o Plano de Atividades, em anexo, que
guarde real correlação com o conteúdo formativo do curso.
89
Parágrafo 1° - O estágio curricular não obrigatório poderá ser considerado para dispensa
parcial do estágio curricular obrigatório do estudante, desde que aprovado pelo professor
orientador e coordenador de estágios, e cursados concomitantemente.
Parágrafo 2° - As atividades constantes no Plano de Atividades do estudante, anexo ao
Termo de Compromisso, serão realizadas, sob supervisão de um responsável pela área
de atuação, em uma instituição, e sob a orientação de um professor de Estágio do curso
de Artes Visuais – Licenciatura.
Parágrafo 3° - O responsável pela aprovação do Plano de Atividades de Estágio, como
também pela assinatura do Termo de Compromisso de estágio não obrigatório, será a
Coordenação de Estágio do curso de Artes Visuais – Licenciatura.
Parágrafo 4º - Será informado à entidade contratante o cancelamento do Termo de
Compromisso do estágio não obrigatório dos estudantes que se enquadrem nos
seguintes casos:
I - Efetuarem trancamento de matrícula do semestre no SIGAA;
II – Efetuarem matrícula-vínculo no SIGAA.
CAPÍTULO V
DAS AVALIAÇÕES
Art. 16 - A avaliação do estágio curricular obrigatório é de responsabilidade do
professor orientador de estágio, com a participação dos professores supervisores/as que
orientam os estagiários nos locais de estágio, podendo ser considerados os seguintes
aspectos:
I - Participação do estudante nas atividades de estágio (interesse, seriedade,
pontualidade e assiduidade);
II – Habilidades e competências do estudante manifestadas durante o estágio
(fundamentação teórico-prática consistente, capacidade para resolução de problemas,
criatividade, entre outros);
III – Relações do aluno com as pessoas e a unidade de estágio (respeito, confiança,
solidariedade, trabalho participativo, entre outros);
90
IV - Outros aspectos que se julgarem necessários.
CAPÍTULO VI
DO/A ESTAGIÁRIO/A
Art. 17 – O estagiário deverá desenvolver seu estágio obrigatório ou não obrigatório com
senso crítico fundamentado na área correspondente ao projeto em que está atuando.
Art. 18 - Compete ao estagiário:
I - Obedecer a legislação de estágio vigente;
II - Escolher seu campo de estágio, dentre aqueles que guardem real correlação com o
conteúdo formativo do curso;
III - Assinar o Termo de Compromisso, em conjunto com a Coordenação do Curso, a
Coordenação de Estágio, o Professor Orientador e a entidade onde irá desenvolver o
estágio;
IV - Elaborar e cumprir o Plano de Atividades do Estágio, feito de acordo com modelo
fornecido pela Coordenação Geral de Estágio da UFPE (em anexo);
V - Aceitar e respeitar as normas do campo de estágio onde estiver atuando;
VI - Comparecer ao local de estágio, pontualmente, nos dias e horas estipulados no
Plano de Atividades do Estágio;
VII - Cumprir as cláusulas constantes no Termo de Compromisso;
VIII - Elaborar textualmente o trabalho final e apresentá-lo para as partes envolvidas;
IX – Entregar ao/à professor/a orientador/a a lista de frequência e o documento de
avaliação do/a supervisor/a,
X- Manter atitude ética em todas as atividades desenvolvidas durante o estágio.
CAPÍTULO VII
DA INTEGRALIZAÇÃO DE CARGA HORÁRIA DE ESTÁGIO
Critérios de aproveitamento de formação e experiências anteriores para efeito de
integralização de carga horária do Estágio Curricular Supervisionado, em acordo com a
Resolução nº 20/2015 do CEPE - alterada pelas Resoluções nº 09/2016, 09/2018,
02/2020.
91
Art. 19 – O estudante que solicitar aproveitamento de carga horária para os componentes
do Estágio Curricular Supervisionado deverá apresentar documentação, em forma de
declaração da instituição em que suas atividades foram ministradas ou comprovação de
vínculo empregatício. A solicitação será avaliada pelo coordenador do estágio junto ao
professor orientador.
Art. 20 – O estudante poderá validar a título de redução de carga horária do campo, sua
experiência como docente do ensino de Artes Visuais, a partir de seu ingresso no curso.
Art. 21 – A totalização do aproveitamento do estudante será de até 180 horas, a serem
avaliadas pelo professor de Estágio e coordenador do Estágio quanto à natureza da
experiência exercida. A carga horária deverá ser distribuída em acordo com os perfis
contidos nas ementas dos Estágios Curriculares.
Art. 22 - Em caso de aproveitamento parcial da carga horária de estágio:
I- Os estudantes que tiverem aproveitamento de 180h de campo não serão
dispensados da carga horária de trabalho junto ao orientador do componente de Estágio,
que lhe fornecerá a base conceitual para a elaboração do trabalho final, que constituirá
sua avaliação;
II- Os estudantes que tiverem aproveitamento de carga horária inferior a 180h de
campo, além de não serem dispensados da carga horária de trabalho junto ao orientador,
deverão integralizar a carga horária em campo, bem como cumprir as etapas de
avaliação exigidas aos/às demais estudantes.
Art. 23 - Caso o estudante esteja em exercício de docência simultaneamente à realização
do componente de Estágio para o qual irá solicitar o aproveitamento de carga horária,
ele deverá, além da apresentação da comprovação, frequentar o componente curricular
e entregar relatório final, em acordo com os critérios estabelecidos pelo orientador.
Art. 24 - Caso o estudante solicite aproveitamento de carga horária referente a
experiências precedentes à realização do componente de Estágio, deverá produzir um
memorial/relatório, em acordo com as solicitações do professor orientador.
92
Art. 25 - O aproveitamento da experiência docente do estudante para integralização de
carga horária do Estágio Curricular Supervisionado deverá ser avaliado pelo professor
orientador/a.
CAPÍTULO VIII
DAS DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS E FINAIS
Art. 26 - Durante o período de estágio curricular obrigatório ou não obrigatório, o
estagiário ficará coberto por apólice de seguro, contra risco de acidentes pessoais a ser
paga pela instituição concedente, conforme cláusula do Termo de Compromisso. Nos
casos de impossibilidade da instituição concedente de arcar com o seguro de estágio
curricular obrigatório, a UFPE assume o ônus, ficando estipulado e justificado em termo
de convênio.
Art. 27 - Os casos omissos serão resolvidos pela Comissão de Estágio, submetidos à
apreciação do Colegiado do Curso de Artes Visuais.
Art. 28 - O presente Regulamento entrará em vigor na data de sua aprovação.
93
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
CENTRO DE ARTES E COMUNICAÇÃO
DEPARTAMENTO DE ARTES
ARTES VISUAIS - LICENCIATURA
MODELO DE AVALIAÇÃO
DO ESTÁGIO PELO/A SUPERVISOR/A DE ESTÁGIO
1-IDENTIFICAÇÃO
1.1 Nome do/a estagiário/a: _______________________________________
Área do estágio: Artes Visuais
Período: _______________________________________
Modalidade do estágio: ( ) com bolsa ( ) sem bolsa
Atividades realizadas (pelo/a estagiário/a):
____________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________
____________________________________________________
1.2 Nome do/a supervisor/a de estágio: _____________________________________
Área de atuação: _________________________________________________
2- AVALIAÇÃO DA EXPERIÊNCIA DO/A ESTAGIÁRIO/A:
Avalie o estagiário (a), de acordo com cada situação específica, marcando uma das alternativas
(ótimo, bom, regular e insuficiente):
2.1- Integração do estagiário (a) ao ambiente e normas da instituição:
Ótimo ( ) bom ( ) regular ( ) insuficiente ( )
2.2- Assiduidade, interesse e bom relacionamento com os colegas:
Ótimo ( ) bom ( ) regular ( ) insuficiente ( )
2.3- Responsabilidade na realização das atividades de estágio:
Ótimo ( ) bom ( ) regular ( ) insuficiente ( )
2.4- Atitude profissional do estagiário (a):
Ótimo ( ) bom ( ) regular ( ) insuficiente ( )
2.5- Utilização de conhecimentos e habilidades em situações concretas e reais:
Ótimo ( ) bom ( ) regular ( ) insuficiente ( )
2.6- Desenvolvimento profissional e pessoal:
Ótimo ( ) bom ( ) regular ( ) insuficiente ( )
2.7- Responsabilidade social, justiça e ética profissional:
Ótimo ( ) bom ( ) regular ( ) insuficiente ( )
2.8- Superação de dificuldades encontradas com criatividade:
Ótimo ( ) bom ( ) regular ( ) insuficiente ( )
94
3- Outras considerações:
____________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________
________________________________________
Recife, ___/___/___ _______________________________________
Supervisor/a de estágio
95
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
CENTRO DE ARTES E COMUNICAÇÃO
DEPARTAMENTO DE ARTES
ARTES VISUAIS - LICENCIATURA
CONTROLE DE FREQUÊNCIA ESTAGIÁRIOS/AS
Curso:_____________________________________________________sem/ano:________
Estagiário/a:_______________________________________________________________
CPF: _____________________________________________________________________
Instituição concedente: _______________________________________________________
Área: _________________________________Período: ____/____/____ à ____/____/____
Atribuições: ________________________________________________________________
Dia (s): _________________________________Horário(s): __________________________
DATA ATIVIDADES CARGA SUPERVISOR DO
HORÁRIA ESTÁGIO
DIÁRIA
96
ANEXO 3 - REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
CENTRO DE ARTES E COMUNICAÇÃO
DEPARTAMENTO DE ARTES
COORDENAÇÃO DO CURSO DE ARTES VISUAIS – LICENCIATURA
REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO
DE ARTES VISUAIS – LICENCIATURA
Aprovado em 19/12/2023 pelo Colegiado do Curso de Artes Visuais - Licenciatura.
CAPITULO I
DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
O presente regulamento institui as regras para a realização e reconhecimento
das atividades complementares do curso de Artes Visuais – Licenciatura da
Universidade Federal de Pernambuco, conforme a Resolução 12/2013 do Conselho
Coordenador de Ensino, Pesquisa e Extensão da Universidade Federal de
Pernambuco, que dispõe sobre procedimentos para creditação de atividades
complementares nos Cursos de Graduação da UFPE. As diretrizes fixadas nesta
Resolução orientam os colegiados e coordenações de cursos a encaminharem os
processos de solicitação de creditação dessas atividades no currículo dos/as
estudantes.
CAPITULO II
DAS FINALIDADES
Art. 1º As atividades complementares são entendidas como ações realizadas pelos
discentes dentro e fora da UFPE, no período de vínculo com o Curso de Artes Visuais
97
- Licenciatura. São atividades situadas no eixo ensino, pesquisa e extensão em Artes
Visuais e áreas correlatas, que buscam complementar a formação ofertada pelo curso
e que ampliam o horizonte de conhecimentos teóricos e práticos dos discentes.
Art. 2º As atividades complementares visam estimular a prática de estudos
independentes, transversais, opcionais, interdisciplinares e de atualização profissional
estabelecidas ao longo do Curso, integrando-as às diversas peculiaridades regionais e
culturais.
CAPÍTULO III
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 3º Para o Curso de Artes Visuais - Licenciatura, as atividades complementares a
serem realizadas pelo/a estudante devem totalizar 200 horas.
Art. 4º A relação de atividades complementares com suas respectivas cargas horárias
máximas válidas para creditação está disponível em tabela própria no Capítulo IV deste
este Regulamento.
Parágrafo único. Tendo em vista a possibilidade de surgimento de novas atividades
não previstas neste Regulamento, a tabela de atividades complementares poderá ser
ampliada, desde que haja aprovação do Colegiado do Curso.
Art. 5º Os procedimentos a serem adotados para creditação das Atividades
Complementares seguirão as seguintes etapas: (1) os/as professores/as deverão
cadastrar o projeto de pesquisa, extensão ou monitoria na instância competente (Pró-
Reitoria de Pesquisa, Pró-Reitoria de Extensão ou Pró-Reitoria para Assuntos
Acadêmicos); (2) os/as estudantes deverão participar das atividades previstas no
projeto, com acompanhamento sistemático dos/as professores/as; (3) os/as estudantes
deverão, ao término de sua participação e até o último semestre letivo do curso,
encaminhar a requisição de creditação, por meio do sistema de gestão acadêmica
vigente, na categoria correspondente; (4) A Coordenação do Curso analisará a
requisição e validará o registro da creditação da atividade complementar.
§ 1° As Atividades Complementares devem ser comprovadas através de documento
contendo a respectiva carga horária, data de realização, instituição e/ou agente
responsável.
§ 2° O requerente responderá por documentos que não correspondam à realidade,
inclusive criminalmente.
98
§ 3° Nos casos em que a atividade puder ser creditada de diferentes maneiras, o/a
estudante deverá escolher a categoria de atividade a ser creditada, somente podendo
registrá-la uma única vez.
Art. 6º Será exigida carga horária mínima de 15 horas para que a atividade
complementar seja creditada no histórico do/a estudante.
Parágrafo único. No caso de uma atividade não alcançar a carga horária mínima para
creditação, poderá ser somada a outra(s) de mesma natureza ou correlata(s).
Art. 7º A creditação da atividade complementar não deverá ultrapassar carga horária
máxima estabelecida para cada categoria neste Regulamento.
Parágrafo único. No caso de apresentação de certificado ou declaração com carga
horária superior, será aproveitada a quantia equivalente à carga horária máxima
definida para a categoria da atividade.
Art. 8º As Atividades Complementares deverão ser realizadas durante o período de
vínculo do/a estudante com o curso.
Art. 9º As atividades de Pesquisa, Extensão e Monitoria são aquelas institucionais da
UFPE aprovadas pela CCEPE – Conselho Coordenador de Ensino, Pesquisa e
Extensão pela Resolução 12/2013.
Art. 10º As atividades de natureza semelhante (Pesquisa, Ensino ou Extensão) em
outras instituições poderão ser computadas, para que o/a estudante tenha experiência
diversificada em sua formação, desde que devidamente comprovadas por documento
emitido pelo órgão ou entidade responsável.
CAPÍTULO IV
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
Art. 11º Ficam excluídas as atividades de prestação de serviços que envolvam
remuneração e outros.
Art. 12º Casos omissos ou que não estejam previstos neste Regulamento deverão ser
avaliados pelo Colegiado do Curso.
Art. 13º Este Regulamento entra em vigor a partir da data de sua publicação.
99
RELAÇÃO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES E CARGA HORÁRIA MÁXIMA
Carga
Horária Documentação comprobatória
Atividade Complementar
Máxima
Certificado da instituição ou
Participação em projeto de declaração do docente coordenador
pesquisa (bolsista ou voluntário) 120 h do projeto, com período e carga
horária explicitada.
Certificado da instituição ou
Iniciação científica PIBIC/PIBITI declaração do docente orientador do
120 h
(bolsista ou voluntário) projeto, com período e carga horária
explicitada.
Apresentação de trabalhos em Certificado ou declaração da
cursos, congressos, encontros, Comissão Organizadora, com período
100 h
seminários e assemelhados e carga horária explicitada.
Participação em comissão
organizadora ou monitoria de Certificado ou declaração da
eventos acadêmicos ou Comissão Organizadora,
científicos, promovidos por IES ou 100 h com período e carga horária
entidades científicas ou explicitada.
profissionais
Participação como ouvinte em Certificado ou declaração da
cursos, congressos, encontros, Comissão Organizadora,
100 h com período e carga horária
seminários e assemelhados
explicitada.
Publicações em periódicos,
capítulos de livro, anais de Páginas da publicação contendo ISBN
congresso ou outras publicações ou registro similar e Sumário com
120 h
científicas e acadêmicas (15h por autoria, data e editora explicitadas.
publicação)
Monitoria em componente Declaração da PROGRAD, com
curricular de graduação (bolsista 120 h semestre, ano e carga
ou voluntário) horária explicitada.
Declaração da empresa, órgão ou
Estágio não obrigatório 180 h instituição com
período e carga horaria explicitada.
Certificado da instituição ou
Iniciação à docência PIBID, PET declaração do docente orientador do
120 h
ou similar (bolsista ou voluntário) projeto, com período e carga horária
explicitada.
Declaração do docente ou técnico
coordenador do laboratório e das
Voluntário colaborador em atividades exercidas, com período e
120 h
laboratório do curso carga horária explicitada. No caso de
bolsista da IES anexar documentação
comprobatória.
100
Certificado da instituição ou
Projeto de extensão PIBEXC,
declaração do docente coordenador
BICC, BIA, fluxo contínuo ou 120 h
do projeto, com período e carga
similar (bolsista ou voluntário)
horária explicitada.
Participação em curso de Certificado da instituição ou
extensão na UFPE ou outra 120 h declaração do docente coordenador
instituição do projeto, com período e carga
horária explicitada.
Certificado da instituição ou
Participação em evento de declaração da Comissão
100 h
extensão Organizadora,com período e carga
horária explicitada.
Participação em cursos
profissionalizantes ou de Certificado ou declaração da
atualização em Artes Visuais ou 120 h empresa, órgão ou instituição, com
áreas correlatas, presencial ou à período e carga horária explicitada.
distância.
Mediação Educativa na Galeria
Capibaribe, Instituto de Arte Declaração do servidor responsável
Contemporânea ou outros 120 h pela gestão do espaço, com período e
espaços expositivos da UFPE carga horária explicitada.
(bolsista ou voluntário)
Certificado ou Declaração da
Cursos de línguas estrangeiras 120 h empresa, órgão ou instituição, com
período e carga horária explicitada.
Declaração do coordenador do
Ministrar aulas ou cursos 120 h projeto, com período e carga horária
vinculados a projetos explicitada.
Comprovação, por meio da cópia das
Atividades de representação atas de reuniões, de no mínimo 75%
discente junto aos órgãos da de participação efetiva durante o
100 h
UFPE e outros (DCE, D.A., período de realização, ou certidão
comissões) expedida pelo órgão
responsável.
Participação em exposições Certificado ou declaração da
coletivas ou individuais, feiras, Comissão Organizadora ou instituição
100 h realizadora, com período e carga
mostras, com autoria artística
horária explicitada.
Certificado ou declaração da Comissão
Organização, produção ou
100 h Organizadora ou instituição realizadora,
curadoria de exposição artística com período e carga horária
explicitada.
Recebimento de premiação ou
menção honrosa em concurso da Certificado ou declaração da Comissão
120 h organizadora,
área (apenas os 3 primeiros
Lugares - 30h por premiação). com período da premiação explicitado.
101
Certificado ou declaração da Comissão
Realização de palestras como Organizadora, insttuição realizadora ou
apresentador na área e áreas 60h do docente responsável, com período e
afins. carga horária
explicitada.
Participação em empresa júnior Declaração da empresa ou docente
ou empresas participantes de 120 h
responsável.
processo de incubação
Outras atividades não
remuneradas pertinentes à área
Certificado ou declaração com período
de Artes Visuais, na UFPE ou em 100 h
e carga horária da atividade
outras instituições (avaliação pelo
Colegiado do Curso)
102
ANEXO 4 - REGULAMENTO PARA TRABALHO DE CONCLUSÃO DE
CURSO
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
CENTRO DE ARTES E COMUNICAÇÃO
DEPARTAMENTO DE ARTES
COORDENAÇÃO DO CURSO DE ARTES VISUAIS - LICENCIATURA
REGULAMENTO DOS TRABALHOS DE CONCLUSAO DE CURSO
Aprovado em 27/03/2024 pelo Colegiado do Curso de Artes Visuais.
CAPITULO I
DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
Art. 1º - O presente regulamento dispõe sobre o processo de elaboração, apresentação e avaliação
dos Trabalhos de Conclusão do Curso de graduação de Artes Visuais – Licenciatura – incluindo a
escolha do tema e a orientação docente.
Art. 2º - O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) consiste em uma pesquisa individual, teórica,
teórico-prática ou artístico-educativa ou o desenvolvimento de um projeto de extensão, ou de
intervenção pedagógica orientado por docente do curso de Artes Visuais, docente substituto ou
técnico-administrativo educacional com titulação mínima de Mestrado na área das Artes Visuais ou
afins e com vínculo institucional com a UFPE. Há a possibilidade de co-orientação de docentes de
áreas afins mediante aprovação do Colegiado. O TCC será apresentado sob as formas de monografia,
portfólio artístico/reflexivo, artigo, caderno de artista, performance com texto reflexivo/crítico,
intervenção artística com texto reflexivo/crítico, exposição com texto reflexivo/crítico, ensaio visual,
material didático, projeto expográfico, curadoria educativa, projeto cultural ou produção audiovisual,
abrangendo temáticas que devem estar em consonância com os componentes curriculares e/ou dos
grupos de pesquisa do Curso de Artes Visuais. Tais temáticas de investigação deverão estar
relacionadas ao campo do ensino, da formação para a docência, da prática pedagógica, dos
103
processos metodológicos, da prática docente, da aprendizagem, da avaliação, das políticas
educacionais para a arte, dos espaços de atuação profissional, da trajetória artística pessoal docente
e discente, dos processos educativos expográficos, da reflexão e prática educativa curatorial, das
reflexões artísticas e suas implicações na educação em Artes Visuais.
Art. 3º - O TCC deve propiciar aos/às estudantes o aprofundamento do conhecimento em Artes
Visuais, o estímulo à produção científica, pedagógica, artística e extensionista; a consulta de
bibliografia especializada; o aprimoramento da capacidade de elaboração, organização, interpretação,
crítica, síntese e aplicação de conhecimentos adquiridos ao longo do Curso no processo de formação
para a docência.
Art. 4º - O TCC será elaborado em dois momentos:
I – No componente Iniciação ao Trabalho de Conclusão de Curso o/a estudante dará início à
realização de sua Pesquisa.
II – No componente Curricular Trabalho de Conclusão de Curso o/a estudante concluirá e apresentará
como produto final de sua investigação o disposto no Art. 2 deste Regulamento. Considera-se que
todos os trabalhos de ordem visual também devem apresentar reflexão escrita.
Parágrafo único - É recomendável que o/a estudante curse o componente curricular Pesquisa em
Artes Visuais antes da Iniciação ao TCC, visto que, o/a estudante conhecerá múltiplas possibilidades
de pesquisa no campo das Artes Visuais e seu ensino, aprenderá a estrutura e elaborará seu Projeto
de Pesquisa ou Extensão.
CAPITULO II
DAS COMPETÊNCIAS
Seção I
Do/a Coordenador/a de TCC
Art. 5º - O/a Coordenador/a de TCC é o/a docente ministrante do componente curricular Trabalho de
Conclusão de Curso e tem como atribuições:
I - informar os/as estudantes sobre o quadro de professores/as permanentes e substitutos, técnicos-
administrativos e suas respectivas áreas de atuação e/ou os grupos de pesquisa;
II - informar os/as professores/as, técnicos-administrativos e os/as estudantes sobre o cronograma
das atividades do componente curricular Trabalho de Conclusão de Curso;
104
III - identificar a demanda de orientações, respeitando o número máximo anual de cinco orientandos/as
por professor/a permanente, substituto e ou técnico-administrativo;
IV - registrar a relação de estudantes com seus/as respectivos/as orientadores/as;
V - convocar e dirigir reuniões com os/as orientadores/as, quando necessário, visando a melhoria dos
processos ligados à dinâmica do TCC;
VI - receber, no prazo mínimo de 20 (vinte) dias úteis antes da apresentação, a documentação
referente à formação da comissão examinadora (Anexo A);
VII – organizar a Semana de Defesas e o cronograma de apresentações;
VIII - solicitar à secretaria do curso providência dos certificados de participação dos membros das
comissões examinadoras e formulário de avaliação do TCC (Anexo A e B);
IX - lançar as notas de avaliação do TCC, após as Defesas no sistema digital acadêmico da UFPE;
X - orientar os/as estudantes no depósito do TCC no Repositório Digital da UFPE, ATTENA.
Seção II
Do/a Orientador/a de TCC
Art. 6º - O/a orientador/a de TCC é o/a docente integrante do quadro efetivo de pessoal do Curso de
Artes Visuais – Licenciatura –, docente substituto ou técnico-administrativo que deve possuir os
seguintes requisitos:
I – ter a titulação mínima de Mestre em Artes Visuais ou áreas afins, mesmo que esteja em estágio
probatório;
II – estar em exercicio docente ou técnico-administrativo na UFPE e ter disponibilidade e/ou experiência
no tema/assunto escolhido pelo/a estudante;
Art. 7º - Compete ao/à Orientador/a de TCC:
I – aceitar até 5 (cinco) estudantes por ano para orientação;
II - estabelecer cronograma de atendimento aos/às orientandos/as;
III – acompanhar e orientar o desenvolvimento do anteprojeto de TCC do/a orientando/a, no
componente curricular Iniciação ao Trabalho de Conclusão de Curso e sua finalização no componente
curricular Trabalho de Conclusão de Curso;
105
IV – estabelecer cronograma e prazos de cumprimento das etapas do TCC de seus orientandos/as;
V - orientar o/a estudante no aprimoramento do objeto de estudo pesquisado, do referencial teórico e
metodológico, bem como ampliar o conhecimento sobre as fontes de consulta e a bibliografia ;
VI - solicitar transferência do/a estudante para outro/a orientador/a quando houver impedimento de
qualquer natureza e/ou discordância de procedimentos de atividades e ideias;
VII - participar de reuniões convocadas pela Coordenação do TCC, quando necessário, para análise e
avaliação dos/as estudantes;
VIII - sugerir à Coordenação do TCC instruções, visando o aprimoramento do processo de elaboração,
apresentação e avaliação dos trabalhos dos/as estudantes;
IX – definir e convidar os membros da Comissão Examinadora do TCC de seus orientandos, bem como
fornecer as informações da Comissão à Secretaria do curso para emissão de documentos para a
Defesa, com no mínimo 20 (vinte) dias úteis de antecedência de cada apresentação (Anexo A) ;
X - enviar ao Coordenador de TCC o resultado final após a apresentação para lançamento de notas no
sistema acadêmico e os documentos assinados pelos membros da Comissão para a Secretaria do
curso (Anexo B);
XI - acompanhar os/as orientandos/as até o depósito do TCC no Repositório Digital da UFPE, ATTENA.
Parágrafo único - Caso o/a orientador/a não aprove a versão final do TCC, o/a estudante terá o prazo
máximo de 15 (quinze) dias para modificações e reapresentação ao orientador/a, atendendo o
cronograma.
Seção III
Dos/as Orientandos/as de TCC
Art. 8º - O/a Orientando/a de TCC é o/a discente vinculado/a ao Curso de Graduação em Artes Visuais
- Licenciatura – e deve ter cumprido os requisitos mínimos estabelecidos no Projeto Pedagógico de
seu Curso.
Art. 9º - Compete ao/a Orientando/a:
I - assistir às reuniões convocadas pela Coordenação do TCC e/ou pelo/a orientador/a;
II - manter contatos com o/a orientador/a para discussão do trabalho em andamento;
106
III - cumprir o cronograma e o calendário divulgado pela Coordenação do TCC para entrega e
desenvolvimento das atividades de pesquisa;
IV - elaborar a versão final do trabalho, obedecendo às normas da ABNT no que se refere as
referências;
V - comparecer em dia, hora e local determinados pela Coordenação para apresentação da versão
final de seu TCC, perante comissão examinadora.
VI - gerar a ficha eletrônica de identificação da obra, por meio de ferramenta disponível na página
eletrônica do SIB, e ser inserida no trabalho conforme instruções do documento orientador disponível
na mesma página;
VII - realizar ao depósito da versão final do TCC, com a ficha eletrônica de identificação, no Repositório
Digital da UFPE, ATTENA.
Parágrafo único - O/a discente escolherá a forma de acesso (livre ou restrito) ao seu TCC no momento
da submissão ao Repositório Digital da UFPE, ATTENA. É recomendável a escolha pelo acesso livre
para que a produção científica da UFPE seja amplamente divulgada, para a contribuição com a
democratização do conhecimento e pelo fato de o estudo ter sido realizado com recursos públicos.
CAPITULO III
DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
Art. 10 - A elaboração e defesa do TCC fica condicionada aos seguintes requisitos:
I – à matrícula no componente curricular disponível no SIGAA nos períodos determinados pela
PROGRAD para matrícula ou modificação de matrícula;
II – à escolha e aceite do orientador/a para o acompanhamento do TCC e comunicação à Coordenação
do TCC na primeira reunião.
Art. 11 - Os elementos que o TCC deve apresentar, em relação à forma e conteúdo, são:
Para monografia:
I – Título, resumo e três a cinco palavras-chave em língua portuguesa e uma língua estrangeira;
II – Justificativa pessoal, acadêmica e social com apresentação do tema, questão da pesquisa ou
extensão, objetivos, metodologia fundamentada e procedimentos metodológicos
(coleta/produção/análise de dados);
107
III – Partes/Capítulos com revisão bibliográfica, vinculada ao tema de investigação e articulada à
exposição reflexiva/crítica/analítica dos dados coletados/produzidos;
IV – Considerações finais com reflexões sintéticas dos resultados alcançados com a pesquisa ou
extensão.
Para artigo:
I – artigo produzido como resultado de pesquisa ou de extensão;
II - submissão do artigo a uma revista de reconhecimento nacional e inserida no campo das Artes
Visuais e áreas correlatas;
III – submissão do artigo para participação e comunicação em evento científico no campo das Artes
Visuais e áreas correlatas;
IV - a formatação do artigo deve seguir as exigências de submissão da revista selecionada e/ou do
evento pretendido;
V - o artigo não poderá ser submetido a mais de uma revista e/ou ser submetido concomitantemente a
um evento científico;
Para portfólio, caderno de artista, performance, exposição e/ou ensaio visual, material didático,
projeto expográfico, projeto cultural, curadoria educativa e produção audiovisual:
I - o Curso de Artes Visuais – Licenciatura – que possui como fundamento epistemológico o fenômeno
da arte e da criação artística engloba formatos e formas diversas de produção de conhecimento. Sendo
assim, os trabalhos finais podem seguir o formato tradicional da pesquisa científica ou extensionista
(monografia, artigos ou relatórios) ou apresentar outros formatos narrativo-reflexivos que envolvem o
processo criativo na formação para a docência (portfólio, caderno de artista, exposição e/ou ensaio
visual, material didático, projeto cultural, curadoria educativa e produção audiovisual, projeto
expográfico);
II - a apresentação da produção artística deve ser acompanhada de uma reflexão escrita fundamentada
e deve ser acordada com o/ orientador/a e comunicada, com a devida antecedência, ao/a
coordenador/a do TCC;
III – portfólio, caderno de artista, performance, exposição e/ou ensaio visual, material didático, projeto
expográfico, material didático, projeto cultural, curadoria educativa e produção audiovisual devem ser
apresentados em formato digital, estando acompanhados de uma reflexão escrita que detalhe e
comunique as ações propostas com fundamentação teórica;
108
IV – o registro imagético das obras e/ou propostas artísticas, acompanhadas do registro escrito,
devem ser disponibilizados em mídias digitais para ampla comunicação e acesso da comunidade em
geral, quando do depósito no Repositório Digital da UFPE, ATTENA, após sua apresentação e
aprovação.
Art. 12 – Todos os TCCs serão disponibilizados no Repositório Digital da UFPE, ATTENA, após
aprovação da comissão examinadora.
Art. 13 - O TCC deve ser entregue em formato digital ao/a Orientador/a do TCC ou no formato
impresso conforme necessidade visual do/a docente, inclusive aqueles em formato de portfólio,
caderno de artista, performance, exposição e/ou ensaio visual, material didático, projeto expográfico,
material didático, projeto cultural, curadoria educativa e produção audiovisual. Para as propostas
artísticas, a comissão examinadora deverá receber também o registro imagético do processo de
produção da obra.
Art. 14 – Todas as defesas de TCC serão abertas ao público em geral.
CAPÍTULO IV
DA COMISSÃO EXAMINADORA
Art. 15 - A Comissão Examinadora é uma comissão de avaliação do TCC composta por 3 (três)
membros habilitados para o exame. Sendo obrigatória a participação do/a orientador/a e de, pelo
menos, um/a docente do Curso de Artes Visuais.
Art. 16 - A indicação da Comissão Examinadora deve ser feita pelo/a orientador/a junto ao discente e
formalizada por meio do Formulário de Formação da Defesa do TCC (Anexo A).
Art. 17 - A presidência da Comissão Examinadora é de responsabilidade do/a orientador/a, com
atribuições de controle e condução da apresentação do/a orientando/a e dos membros.
Art. 18 - Os membros da Comissão Examinadora, a contar da data de sua designação e recebimento
de um exemplar do TCC, terão o prazo mínimo de 20 (vinte) dias para procederem a leitura e a análise
do trabalho que irão avaliar.
Parágrafo Único – A responsabilidade do cumprimento do prazo fixado para leitura e análise do
trabalho é do/a professor/a orientador/a e seu/sua orientando/a, que deve entregar o exemplar, em
tempo hábil, para os membros da Comissão Examinadora.
109
CAPÍTULO V
DA APRESENTAÇÃO
Art. 19 - A apresentação do TCC em qualquer dos formatos dispostos no Art. 11 deste Regulamento,
será de 15 (quinze) minutos perante a Comissão Examinadora e demais presentes, na modalidade
oral.
Parágrafo Único – O/a estudante poderá apresentar o TCC utilizando recursos multimídia disponíveis
no Curso de Artes Visuais – Licenciatura – e tais reservas devem ser solicitadas antecipadamente à
Coordenação do TCC.
Art. 20 - Após a apresentação do TCC, cada membro da Comissão terá até 10 (dez) minutos para
expor suas considerações sobre o trabalho e fazer arguições para o/a orientando/a que, por sua vez,
terá o mesmo tempo para respondê-las.
Art. 21 - A apresentação do TCC em outros formatos – portfólio, caderno de artista, performance,
exposição e/ou ensaio visual, material didático, projeto expográfico, material didático, projeto cultural,
curadoria educativa e produção audiovisual – acontecerá conforme necessidade comunicativa da
obra, totalizando 90 minutos de interação e/ou discussão com os membros da Comissão.
Art. 22 - Após a apresentação, seguida de perguntas, comentários e indicações de reformulação,
quando necessário, o/a orientador/a solicitará aos presentes que se retirem da sala, permanecendo no
recinto somente os membros da Comissão, que atribuirão as notas e média do/a estudante (Anexo B).
Após a definição da média, será proferido oralmente o conceito e a nota será apresentada por escrito.
Parágrafo Único – Os conceitos que serão apresentados oralmente pelos membros da Comissão
Examinadora são:
I – Aprovado;
II – Aprovado com restrições;
III – Reprovado.
CAPÍTULO VI
DA AVALIAÇÃO
Art. 23 - A avaliação do TCC será efetuada pelos membros da Comissão Examinadora, que atribuirão
individualmente, notas de 0 (zero) a 10 (dez), com registro no Formulário de Avaliação por
Examinador/a (Anexo B).
110
Art. 24 - A média final do/a estudante resultará da média aritmética simples da soma das notas
atribuídas pelos membros da Comissão.
Parágrafo Único: Será considerado aprovado o TCC que obtiver média igual ou maior a 7,0 (sete).
Art. 25 - O TCC que for aprovado com restrições pela Comissão Examinadora deve ser reformulado e
entregue no prazo máximo de 15 (quinze) dias corridos, a contar da data de apresentação.
Art. 26 - A entrega da versão final do TCC, após a defesa e aprovação, deve ser realizada pelo/a
orientando/a em mídia digital e depositada por ele/a no Repositório Digital da UFPE, ATTENA, no prazo
máximo de 15 (quinze) dias.
Art. 27 – Em caso de reprovação, caberá recurso circunstanciado, no prazo de 03 (três) dias úteis, ao
colegiado do Curso de Artes Visuais – Licenciatura – que deverá se pronunciar sobre a solicitação no
prazo máximo de 05 (cinco) dias úteis.
Parágrafo Único – O/a estudante que não entregar o TCC ou não apresentá-lo, sem motivo justificado,
a critério da Coordenação e do Colegiado do Curso, será automaticamente reprovado.
CAPITULO VII
DAS DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS E FINAIS
Art. 28 - Os casos omissos e as interpretações deste regulamento devem ser resolvidos pelo Colegiado
do Curso de Artes Visuais – Licenciatura.
Art. 29 - Quaisquer acréscimos, modificações e mudanças significativas deste instrumento regulador da
dinâmica ligada ao TCC devem ser aprovados pelo Colegiado do Curso.
Artigo 30 - Este regulamento entra em vigor no primeiro semestre de 2024.
Recife, 2024.
111
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
ANEXO A - Formação da Comissão Examinadora
1. IDENTIFICAÇÃO
1.1 Estudante
____________________________________________________________________
Título do Trabalho de Conclusão de Curso:
________________________________________________________________________
____________________________________________________________________
1.2 Orientador(a):
2. MEMBROS DA COMISSÃO EXAMINADORA
Data: ____ / ____ / ________
Orientador(a) do TCC _______________________________________________________
Membro Interno do curso de Artes Visuais
________________________________________________________________________
Membro Externo do curso de Artes Visuais (instituição)
________________________________________________________________________
112
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
ANEXO B - Formulário de Avaliação do TCC
Título do TCC
_______________________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________________________
Estudante:_______________________________________________________________________________
Examinadores/as:_________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________________________
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
Avaliação do Trabalho Escrito NOTA
1 O trabalho contempla todas as suas etapas e objetivos especificados.
2 A redação atende aos critérios de uma produção acadêmica em Artes Visuais.
A análise apresentada e a fundamentação teórica decorreu de forma articulada, objetiva e
3
coerente.
O trabalho atende ao padrão estipulado pela Associação Brasileira de Normas Técnicas no que
4
se refere às referências.
NOTA DO TRABALHO ESCRITO
Avaliação do Trabalho Artístico NOTA
O trabalho apresenta um processo criador e/ou singular em Artes Visuais.
Os objetivos do trabalho artístico foram apresentados de maneira clara. Ou seja, as escolhas
artísticas estão em consonância com a proposta.
A proposta artística e a escrita são pertinentes e estão em consonância.
NOTA DO TRABALHO ARTÍSTICO
Avaliação da Apresentação Oral do Trabalho NOTA
1 Na abordagem do tema foram demonstrados segurança e domínio do assunto.
As ideias foram expostas de forma reflexiva/crítica e em consonância com o referencial
2
teórico-metodológico adotado.
3 As respostas foram emitidas de forma coerente.
NOTA DA APRESENTAÇÃO
Avaliação final
TRABALHO ESCRITO
TRABALHO ARTÍSTICO (quando for o caso)
APRESENTAÇÃO
MÉDIA FINAL
Conceito:
I – Aprovado ( )
II – Aprovado com restrições ( )
III – Reprovado ( )
Recife (PE), ________/________________/_________.
Assinatura das/os Examinadoras/es:
_______________________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________________________
113
ANEXO 5 - APROVAÇÃO DO PPC PELO COLEGIADO DO CURSO DE
ARTES VISUAIS E PELO PLENO DO DEPARTAMENTO DE ARTES
114
115
116
ANEXO 6 - PORTARIA DE DESIGNAÇÃO DOS MEMBROS DO
COLEGIADO DO CURSO
117
118
119
ANEXO 7 – PORTARIA DE DESIGNAÇÃO DOS MEMBROS DO
NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE
120
121
122
ANEXO 8 - TABELA DE EQUIVALÊNCIA
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO - PROGRAD
QUADRO DE EQUIVALÊNCIA DE
COMPONENTE CURRICULAR
COMPONENTE CURRICULAR COMPONENTE
PERFIL: 00220 EQUIVALENTE
(ARTES VISUAIS – BACHARELADO)
CÓDIGO NOME CH CÓDIGO NOME CH
Iniciação ao Trabalho de
Trabalho de Conclusão de
AR715 30 AR694 Conclusão de Curso de 30
Curso 1
Licenciatura em Artes Visuais
Trabalho de Conclusão de
Trabalho de Conclusão de
AR716 60 AR643 Curso de Licenciatura em 60
Curso 2
Artes Visuais
A tabela acima refere-se à inclusão de novas equivalências. As demais constam no
SIGAA, conforme relatório a seguir.
123
125
126
ANEXO 9 – PROGRAMAS DOS COMPONENTES CURRICULARES
127
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO
DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR
TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção)
X Disciplina Estágio
Atividade Complementar Módulo
Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão
STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção)
OBRIGATÓRIO X ELETIVO
DADOS DO COMPONENTE
C. H. Total Período
Carga Horária
Código Nome Nº. de Créditos
Teórica Prática
AR289 Animação Cultural 45 0 3 45
Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H.
EMENTA
Abordagem interdisciplinar da Educação Artística, tendo em vista a movimentação cultural das
comunidades.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
METODOLOGIA DA PARTICIPAÇÃO
1.1 Formas, Tipos, expectativas de participação enquanto processo básico de comunicação e
socialização;
1.2 Da leitura do mundo à “palavração”: pela necessidade de trabalhar, de modo individual e grupal,
com textos;
1.3 Extensão ou Comunicação? discussão de conceitos e modos de operacionalização: aproximações
ao pensamento de Paulo Freire.
2. EDUCAÇÃO ARTÍSTICA E ANIMAÇÃO CULTURAL
2.1 O arte-educador e a consciência da multidisciplinaridade: os equívocos da formação “polivalente”:
iniciação ao debate desenvolvido por Ana Mae Barbosa;
2.2 Compreensão da pesquisa participante e da “pesquisação” - técnicas de trabalho em grupo,
entrevistas, seminários e intervenções nas comunidades.
3. AÇÃO E ANIMAÇÃO CULTURAL
3.1 A educação como cultura: limites, conflitos e convergências;
3.2 Problematização dos conceitos de comunidade, sociedade e sociedade civil;
3.3 Perspectiva da Ação Cultural para a Liberdade, segundo o educador Paulo Freire.
3.4 O Estado, o poder e as expressões culturais; as políticas culturais do Governo; o papel da Cultura
nas Constituições.
4. ANÁLISE DE MOVIMENTOS LOCAIS -15 horas
4.1 Da Sociedade de Arte Moderna ao MCP, Movimento de Cultura Popular: roteiro histórico e
perspectivas contemporâneas;
128
4.2 O Complexo Cultural Recifense-Pernambucano: da década de 50 aos dias atuais;
4.3 Crítica da Cultura e Projetos de Animação Cultural: estudo de casos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BARBOSA, A. M.; COUTINHO, R. G. (Orgs.). Arte/Educação com Mediação Cultural e Social.
São Paulo: UNESP, 2009.
FREIRE, Paulo. Ação Cultural para a liberdade e outros escritos. 12. ed. São Paulo: Paz e Terra,
2007.
MELO, V. A. A animação cultural: Conceitos e propostas. Campinas, SP: Papirus, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
AZEVEDO, C. A. S. Sobre a Definição de Animação Sociocultural. In: Práticas de Animação,
APDASC – Associação para o Desenvolvimento da Animação Sociocultural, Ano 2, n.º 1, outubro
de 2008 (http: revistapraticasdeanimacao.google.pages.com).
HOLANDA, H. B. A contribuição dos Estudos Culturais para pensar a Animação Cultural. Licere,
Belo Horizonte, v. 7, n. 1, p. 101-112, 2004.
HOLLANDA, H. B.; GONÇALVES, M. A. Cultura e participação nos anos 60. Brasiliense, 1982.
MATOS, L. da S.; MEDEIROS, L. G.; LIMA, V. N. de; ALMEIDA, V. de A. Brinquedos de saúde:
educação popular e animação cultural com a população em situação de rua de Belém-PA. Revista
Brasileira de Estudos do Lazer, [S. l.], v. 5, n. 1, p. p.42–56, 2018.
MELO, V. A. Educação estética e animação cultural. Licere, Belo Horizonte, v. 5, n. 1, p. 101-112,
2002.
DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO
Departamento de Artes Artes Visuais
_________________________________________ ________________________________________________
ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA
129
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO
DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR
TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção)
X Disciplina Estágio
Atividade Complementar Módulo
Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão
STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção)
X OBRIGATÓRIO ELETIVO
DADOS DO COMPONENTE
C. H. Total Período
Carga Horária
Código Nome Nº. de Créditos
Teórica Prática
AR626 Argila 30 30 3 60 1º
Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H.
EMENTA
Experimentação, conceituação e criação da forma tendo a argila como suporte.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
- Preparação da argila
- Instrumentos e materiais profissionais e alternativos na modelagem em argila
- Técnicas de modelagem em argila
- Criação artística em argila
- Cerâmica popular
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CHAVARRÍA, Joaquim. A cerâmica. Lisboa: Editorial Estampa, c2004.
CURTIS, Maria do Carmo Gonçalves; RIGO, Isadora Fantini. Oficina: técnicas de construção
cerâmica. 2022. Porto Alegre: Departamento de Design e Expressão Gráfica, Faculdade de
Arquitetura, UFRGS, 2022. Recurso eletrônico disponível em:
https://lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/247721/001148556.pdf?sequence=1.
FERREIRA, Josué Euzébio; SILVA FILHO, Paulo Roberto de Freitas. Do barro à expressão
artística: representações conceituais do trabalho artesanal no Alto do Moura, Caruaru, PE. Caruaru,
PE: Edições FAFICA, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BARDI, P. M. Arte da cerâmica no Brasil. [São Paulo]: Banco Sudameris, c1980.
CHAGAS, A. P., MANZI, P. Argilas: as essências da terra. São Paulo: Moderna, 1996.
CONSTRUÇÃO coletiva: A cerâmica na escola. São Paulo: Instituto Arte na Escola, 2006.
1(DVD): (DVDteca Arte na Escola - Material educativo para professor propositor; 45)
MARES, Olavo. Museu do Barro de Caruaru. Recife: AIP / TELPE, 1999.
130
SCHULTZE, Ana Maria. Som do barro: Nado de Olinda. Ana Maria Schultze; coord. de Mirian
Celeste Martins, Gisa Picosque. São Paulo: Instituto Arte na Escola, 2006 1DVD; (DVDteca Arte
na Escola -
material educativo para professor-propositor; v.69). North: Lighit. Books – F&W Publications.
1989.
PENIDO, Eliana/COSTA DE SOUZA, Sílvia – (Oficinas: Cerâmicas). Rio de Janeiro. Editora
SENAC.2003.
DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO
Departamento de Artes Artes Visuais
_________________________________________ ________________________________________________
ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA
131
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO
DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR
TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção)
X Disciplina Estágio
Atividade Complementar Módulo
Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão
STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção)
OBRIGATÓRIO X ELETIVO
DADOS DO COMPONENTE
C. H. Total Período
Carga Horária
Código Nome Nº. de Créditos
Teórica Prática
AR706 Argila 2 30 30 3 60
Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H.
EMENTA
A disciplina envolve e concentra exercícios de prática intensa com a matéria prima “argila” nos
processos técnicos de queima e formas, analisando as tendências teóricas e metodológicas
contemporâneas.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
- A matéria prima dos processos da cerâmica
- As fases de consistência das argilas/Experimentos das técnicas usuais
- Origens das práticas de cerâmica vivenciadas no ateliê da UFPE, e oficinas de produção dos
artistas ceramistas populares e contemporâneos
- Processos de produção da cerâmica popular e contemporânea com processos de vitrificação
- Procedimentos analíticos
- Processos de tiragem de formas e fundições
- A tecnologia da cerâmica como caracterizador cultural
- Pesquisas de campo experimentais vivenciadas nos ateliês de produção artística
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CHAVARRÍA, Joaquim. A cerâmica. Lisboa: Editorial Estampa, c2004.
SÁ, Marcio Gomes de. Além do barro: heranças de Vitalino no Alto do Moura do século XXI.
Recife, PE: CEPE, 2023.
SATO, Sandra Minae. A cerâmica artística: interfaces na contemporaneidade. 2016. Tese de
Doutorado. Universidade de São Paulo. Recurso eletrônico disponível em:
https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/27/27159/tde-22092016-151132/en.php.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALMEIDA, Ana Lúcia de Albuquerque; FARIAS, Edésio Rangel de; NEVES, Fábio de Almeida
(Coord.). Estudo e pesquisa no setor cerâmica artesanal do nordeste brasileiro: estado de
Pernambuco. Recife: ITEP, SUDENE, 1990.
LLORENS ARTIGAS, Josep. Formulario y practicas de ceramica. Barcelona: Omega, 1992.
132
LORÊTO, Myrna Suely Silva. Os trabalhadores artesãos em barro e as políticas públicas de
artesanato no Alto do Moura em Caruaru (PE). Curitiba: Appris, 2021.
MESQUITA, Ivo (Org.). Sara Carone: cerâmicas e desenhos. São Paulo: Pinacoteca do Estado de
São Paulo, 2010.
SHOKO Suzuki: cerâmica e tradição. São Paulo: Instituto Arte na Escola, 2005. 1(DVD):
(DVDteca Arte na escola - Material educativo para professor propositor; 22)
DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO
Departamento de Artes Artes Visuais
_________________________________________ ________________________________________________
ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA
133
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO
DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR
TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção)
X Disciplina Estágio
Atividade Complementar Módulo
Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão
STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção)
OBRIGATÓRIO X ELETIVO
DADOS DO COMPONENTE
C. H. Total Período
Carga Horária
Código Nome Nº. de Créditos
Teórica Prática
AR632 ARTE AMBIENTAL 1 30 30 3 60
Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H.
EMENTA
Estudo teórico-prático das tendências da arte na contemporaneidade que utilizam o espaço
incorporado à própria obra, seja o espaço da galeria, o ambiente natural ou as áreas urbanas.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
• O espaço como elemento integrante e transformador da obra.
• A relação obra/ espaço/ espectador.
• A arte ambiental e as manifestações artísticas dos anos 70.
• A relação obra/ espaço/ natureza e as manifestações da ´Land Art`.
• A relação obra/ espaço/ realidade urbana.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ARCHER, M. Arte contemporânea. Uma história concisa. São Paulo: Martins Fontes, 2001.
CHIARELLI, T. Arte Internacional Brasileira. São Paulo: Lemos Editoria, 1999.
LANCMAN, S. A ecologia como foco da arte: Beuys e Krajcberg. In Porto Arte Revista de Artes
Visuais. Instituto de Artes – UFRGS Vol. 1 Nº 1, 1990.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ARGAN, G. C. História da arte como história da cidade. São Paulo: Martins Fontes, 2005
FREIRE, Cristina. Poéticas do Processo. Arte conceitual no museu. São Paulo: Editora Iluminuras,
1999.
KWON, Miwon. One Place After Another. Site-specific art and locational identity. London /
England: The MIT Press, 2002.
134
OITICICA, H. Aspiro ao grande labirinto. Rio de Janeiro: Rocco, 1986.
DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO
Departamento de Artes Artes Visuais
_________________________________________ ________________________________________________
ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA
135
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO
DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR
TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção)
X Disciplina Estágio
Atividade Complementar Módulo
Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão
STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção)
OBRIGATÓRIO X ELETIVO
DADOS DO COMPONENTE
C. H. Total Período
Carga Horária
Código Nome Nº. de Créditos
Teórica Prática
AR637 ARTE AMBIENTAL 2 30 30 3 60
Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H.
EMENTA
Estudo prático das tendências atuais da arte que utilizam o espaço incorporado à própria obra.
Exercícios de poéticas visuais tendo o espaço como suporte.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
• Conceituação de projetos tendo o espaço / ambiente como elemento de investigação para a
construção de poéticas visuais.
• Elaboração de projetos em poéticas visuais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ARCHER, M. Arte contemporânea. Uma história concisa. São Paulo: Martins Fontes, 2001.
CAUQUELIN, Anne. Arte contemporânea: uma introdução. São Paulo: Martins Fontes, 2005.
TEDESCO, E. Instalação: campo de relações. Revista Prâksis, vol. 1, 2007, p. 19-24 Centro
Universitário Feevale, Novo Hamburgo, Brasil.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BISHOP, Claire. The social turn: Collaboration and its discontents. Artforum, v. 44, n. 6, p. 178,
2005. Disponível em:
http://graphicstudio.usf.edu/CAM/exhibitions/2008_8_Torolab/Readings/The_Social_Turn_CBis
hop.pdf
CARTAXO, Z. 1. Arte nos espaços públicos: a cidade como realidade. O Percevejo Online, [S.
l.], v. 1, n. 1, 2009. disponível em: https://seer.unirio.br/opercevejoonline/article/view/431
DEBORD, G. A Sociedade do Espetáculo. Rio de Janeiro, Contraponto, 1997.
136
KRAUSS, R. Escultura no campo ampliado. In: Arte & Ensaios – Revista do Programa de Pós-
Graduação em Artes Visuais, EBA/UFRJ, ano XV, n. 17, 2008. Disponível em:
https://revistas.ufrj.br/index.php/ae/article/view/52118.
KWON, Miwon. One Place After Another. Site-specific art and locational identity. London /
England: The MIT Press, 2002. Disponível em: https://www.jstor.org/stable/778809
DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO
Departamento de Artes Artes Visuais
_________________________________________ ________________________________________________
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137
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO
DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR
TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção)
X Disciplina Estágio
Atividade Complementar Módulo
Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão
STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção)
OBRIGATÓRIO X ELETIVO
DADOS DO COMPONENTE
C. H. Total Período
Carga Horária
Código Nome Nº. de Créditos
Teórica Prática
AR646 Arte Contemporânea: Processo 60 0 4 60
Criativo e Tecnologia
Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H.
EMENTA
Estudo das várias manifestações da arte na atualidade. Os processos utilizados pelo artista na
construção de sua poética visual, considerando as influências de natureza política, filosófica cultural
e tecnológica.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
• As Vanguardas Artísticas.
• Entre a tradição e a inovação na arte.
• Tecnologia como matriz criativa.
• A cultura como tema para construção da obra artística.
• Matéria e imaterialidade na arte.
• A relação entre obra e execução.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FLUSSER, Vilém. Filosofia da caixa preta: ensaios para uma futura filosofia da fotografia. São
Carlos, SP: Annablume, 2011.
MACHADO, Arlindo. Máquina e imaginário: o desafio das poéticas tecnológicas. São Paulo:
EDUSP, 2001.
KRACAUER, Siegfried. O ornamento da massa. São Paulo: CosacNaify, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
JAMESON, Fredric. Pós-modernismo: A lógica cultural do capitalismo tardio. São Paulo: Ática,
1997.Unesp, 1997.
DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO
Departamento de Artes Artes Visuais
_________________________________________ ________________________________________________
ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA
138
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO
DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR
TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção)
X Disciplina Estágio
Atividade Complementar Módulo
Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão
STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção)
X OBRIGATÓRIO ELETIVO
DADOS DO COMPONENTE
C. H. Total Período
Carga Horária
Código Nome Nº. de Créditos
Teórica Prática
AR683 ARTE E ANTROPOLOGIA 2 0 2 30 6°
Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H.
EMENTA
Introdução ao conhecimento das principais correntes da teoria antropológica, como ferramenta de análise de
manifestações estéticas e artísticas.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. O Método Antropológico: Etnologia e Etnografia
2. A Perspectiva da Antropologia do Imaginário e do Pensamento Complexo
3. Contexto Histórico das Teorias Antropológicas: Evolucionismo /Difusionismo/
Funcionalismo / Estruturalismo
4. Contexto Histórico das Teorias Antropológicas: Antropologia Pós-Moderna
5. O Relativismo e a Teia de Significados: A Interpretação das Culturas
6. O Local da Cultura
7. O Pós-Humano: Antropologia Ciborgue: As Vertigens do Pós-Humano
8. Modernidade Polimorfa: Jamais Fomos Modernos: Ensaio de Antropologia Simétrica
9. Hibridação Cultural: Culturas Híbridas: Estratégias para Entrar e Sair da Modernidade
10. Decolonizar o Museu: Programa de Desordem Absoluta
11. Futuro Ancestral
12. Considerações sobre a Antropologia Visual
13. Considerações sobre a Antropologia da Performance
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BHABHA, Homi K. O Local da Cultura. Belo Horizonte: Editora da UFMG, 1998.
DURAND, Gilbert. As Estruturas Antropológicas do Imaginário: Introdução à Arquetipologia Geral. 3°
Edição. São Paulo: Martins Fontes, 2002.
139
KRENAK, Ailton. Ideias para Adiar o Fim do Mundo. 2° Edição. São Paulo: Companhia das Letras, 2020.
LÉVI-STRAUSS, Claude. Mito e Significado. Lisboa: Edições 70, 2013.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BARBOSA, Eduardo Romero Lopes. Visível Audível Tangível: Mitos do Corpo na Performance / Eduardo
Romero Lopes Barbosa. – Recife: Tese (doutorado) - Universidade Federal de Pernambuco, CFCH.
Programa de Pós-Graduação em Antropologia, 2014. https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/12069
CANCLINI, Néstor Garcia. Culturas Híbridas: Estratégias para Entrar e Sair da Modernidade. 2° Edição.
São Paulo: Edusp, 1998.
LATOUR, Bruno. Jamais Fomos Modernos: Ensaio de Antropologia Simétrica. 2° Edição. Rio de Janeiro:
Ed. 34, 2009.
MORIN, Edgar. Introdução ao Pensamento Complexo. 5° Edição. Porto Alegre: Sulina, 2015.
DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO
Departamento de Artes Artes Visuais
_________________________________________ ________________________________________________
ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA
140
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO
DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR
TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção)
X Disciplina Estágio
Atividade Complementar Módulo
Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão
STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção)
X OBRIGATÓRIO ELETIVO
DADOS DO COMPONENTE
C. H. Total Período
Carga Horária
Código Nome Nº. de Créditos
Teórica Prática
AR684 Arte e Diversidade Étnico- 45 0 3 45 6°
Cultural
Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H.
EMENTA
Estudo da arte no Brasil abrangendo diversos contextos e práticas etno-culturais, especialmente os
de cultura indígena, afro-brasileira e popular, envolvendo questões relacionadas às suas dinâmicas,
hibridizações e interculturalidade.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
- A arte como sistema cultural;
- Identidade cultural e etnicidade nas artes;
- Etnocentrismo e racismo estrutural nas artes visuais;
- Sistema de arte e musealização de objetos de diferentes origens culturais: vetores coloniais e
possibilidades decoloniais;
- O sentido estético na cosmovisão de diversos grupos étnico-culturais;
- Culturas e artes dos povos indígenas no Brasil: conceitos, contextos, contemporaneidade,
referências, abordagens na Educação Básica;
- Arte afro-brasileira: conceitos, história e contemporaneidade;
- Representações e representatividade da negritude na arte;
- Arte popular: conceitos e discussões;
- Arte e artesanato - questões sociológicas; tradições e contemporaneidade; hibridismo
Cultural.
- Interculturalidade nas artes visuais e seu ensino.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CANCLINI, N. G. Culturas híbridas estratégias para entrar e sair da modernidade. São Paulo
EDUSP, 2000.
141
CONDURU, R. Arte afro-brasileira. Belo Horizonte C/Arte, 2007.
ESBELL, J. Territórios: arte indígena contemporânea e o grande mundo. Disponível
em http //www.jaideresbell.com.br/site/2018/06/14/territorios/.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
GELL, Alfred. Arte e agência. [S.l.]: Ubu Editora, 2018. 1 online resource ISBN 8592886945
(electronic bk.).
LAGROU, E. Arte indígena no Brasil agência, alteridade e relação. Belo Horizonte, C/Arte, 2009.
MENEZES, H. Exposições e críticos de arte afro-brasileira: um conceito em
disputa. In PEDROSA, A.; CARNEIRO, A.; MESQUITA, A. Histórias Afro-Atlânticas. Volume
2. Antologia. São Paulo, Instituto Tomie Ohtake; Masp, 2018. Disponível em:
https//www.institutotomieohtake.org.br/o_instituto/interna/exposiasames-e-crasticos-de-
arteafrobrasileira-um-conceito-em-disputa.
MIGNOLO, W. Aiesthesis Decolonial. Calle 14. V. 4, no. 4. Enero-junio 2010, p. 10-25.
Disponível em: https://dialnet.unirioja.es/descarga/articulo/3231040.pdf.
WILNER, R. (org.). Rodas e redes interculturais: pesquisas em/sobre arte indígena no Nordeste
Recife: Ed. UFPE, 2024. Disponível em: https://editora.ufpe.br/books/catalog/view/892/888/3029
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TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção)
X Disciplina Estágio
Atividade Complementar Módulo
Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão
STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção)
X OBRIGATÓRIO ELETIVO
DADOS DO COMPONENTE
C. H. Total Período
Carga Horária
Código Nome Nº. de Créditos
Teórica Prática
AR685 ARTE E SOCIEDADE 30 0 2 30 7°
Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H.
EMENTA
Estudos da arte e seu impacto na dimensão social, problematizando suas funções, valorações e hierarquias.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Modernismo e Vanguardas
2. As Vanguardas e a busca pela Práxis de Vida
3. Arte e Capitalismo
4. Arte e Corpo
5. Dessacralização do Corpo
6. A Virada Iconográfica: A Desnormalização dos Corpos e a Sensibilidade na Obra de Artistas
Latino-Americanas
7. Arte e Cotidiano
8. Coletivos e Ações Independentes
9. Arte Urbana
10. Ativismo e Tecnologias
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DANTO, Arthur C. A Transfiguração do Lugar Comum: Uma Filosofia da Arte. São Paulo, Cosac Naify,
2005.
LIMA, Luiz Costa. Teoria da Cultura de Massa. 8° Edição. São Paulo, Paz e Terra, 2011.
MACHADO, Arlindo. Arte e Mídia. 3° Edição. Rio de Janeiro: Zahar, 2010.
143
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BARBOSA, Eduardo Romero Lopes. Visível audível tangível: mitos do corpo na performance / Eduardo
Romero Lopes Barbosa. – Recife: Tese (doutorado) - Universidade Federal de Pernambuco, CFCH.
Programa de Pós-Graduação em Antropologia, 2014. https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/12069
BRETON, David Le. Adeus ao Corpo: Antropologia e Sociedade. 6° Edição. Campinas, SP: Papirus,
2013.
DINIZ, Clarissa. Crachá: Aspectos da Legitimação Artística. 1° Edição. Recife: Massangana, 2008.
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TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção)
x Disciplina Estágio
Atividade Complementar Módulo
Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão
STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção)
OBRIGATÓRIO x ELETIVO
DADOS DO COMPONENTE
C. H. Total Período
Carga Horária
Código Nome Nº. de Créditos
Teórica Prática
AR718 Arte, Gênero e Sexualidade 30 0 2 30 -
Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H.
EMENTA
Estudos da arte e suas relações com questões de gênero e sexualidade.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
• Estudos feministas
• A exclusão do feminino nas Artes Visuais
• Gênero na Educação
• Gênero, sexualidades e artes visuais;
• Estudos queer, corpo e relações de poder;
• Arte e diferença;
• Gênero e história da arte;
• A presença da mulher na história da arte no Brasil;
• Autor e ator: a questão do gênero nas artes visuais;
• Dissidências e interseccionalidades.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FOUCAULT, Michel. Ética, sexualidade, política. Tradução Elisa Monteiro, Inês Autran Dourado Barbosa.
Rio de Janeiro : Forense Universitária, 2012.
FOUCAULT, Michel. História da Sexualidade I. Tradução Elisa Monteiro, Inês Autran Dourado Barbosa.
Rio de Janeiro : Paz e Terra, 2023.
LOURO, G. L. Educação e docência: diversidade, gênero e sexualidade.
Formação Docente – Revista Brasileira de Pesquisa sobre Formação de Professores, [S. l.], v. 3, n. 4, p. 62–
70, 2018. Recurso eletrônico disponível em: https://www.revforma caodocente.com.br/in
dex.php/rbpfp/article/ view/31.
145
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FAUSTO-STERLING, Anne. Dualismos em duelo. Cadernos Pagu, v. 17/18, p. 9-79, 2001/2002. Recurso
eletrônico disponível em: http://www.sciel o.br/pdf/cpa/n1 7-18/n17a02.pdf.
LOURO, G. L. Corpo, Escola e Identidade. Educação & Realidade, 2014. Recurso eletrônico disponível
em: https://seer.ufrg s.br/educacaoer ealidade/article/ view/46833.
SABAT, R. Pedagogia cultural, gênero e sexualidade. Revista Estudos Feministas, 9(1), 9, 9-
21, 2021. Recurso eletrônico disponível em: https://www.sci elo.br/j/ref/a/hq knn4NtLrGpyG
QMB8p7ByB/.
VIANNA, Claudia e FINCO, Daniela. Meninas e meninos na Educação Infantil: uma questão de gênero e
poder. Cadernos Pagu. 2009, n.33, pp. 265-283. Recurso eletrônico disponível em: http://www.scielo
.br/pdf/cpa/n33/1 0.pdf.
VIANNA, C., & UNBEHAUM, S. Gênero na educação básica: quem se importa? Uma análise
de documentos de políticas públicas no Brasil. Educação & Sociedade, 27(95), 407-428,
2006. Disponível em: https://www.sciel o.br/j/es/a/tvM8t SBBsjzPkkZJyLc K4DS/abstract/?l ang=pt.
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x Disciplina Estágio
Atividade Complementar Módulo
Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão
STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção)
OBRIGATÓRIO x ELETIVO
DADOS DO COMPONENTE
C. H. Total Período
Carga Horária
Código Nome Nº. de Créditos
Teórica Prática
AR? Arte Têxtil 60 0 4 60 -
Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H.
EMENTA
A produção, a conceituação e as experimentações têxteis contemporâneas em um sentido amplo e
integrado a diversos grupos culturais.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
● O universo das artes da fibra na arte contemporânea;
● Contexto histórico das artes têxteis;
● Produção e utilização de fibras como matéria expressiva;
● Técnicas de bordado, crochê, tricô, tecelagem e cestaria;
● Ações têxteis em comunidades;
● Artivismos têxteis;
● Narrativas Autobiográficas;
● Modernidade e o surgimento das categorias Belas Artes, Artes Aplicadas e Artesanato;
● Tradições têxteis na América Latina.
● Funcionalidade e simbologia nas tradições têxteis.
● A coletividade na produção têxtil.
● Noções do feminino e a produção têxtil.
● O cotidiano e categorização das obras de arte
● As instituições e legitimações das categorias de arte.
● O têxtil e o sistema da arte
● Virada narrativa como alavanca da arte têxtil
● Culturas originárias e arte têxtil, Reconhecimento de técnicas tradicionais e tipologias
● O tecido, estamparia, tecelagem
● O têxtil e a memória
● O Têxtil e o trabalho
147
● Bordado artesanal, bordado digital, texto bordado
● Instalações, livro de artista, joias, intervenções urbanas, body, performance e fotografia com
materiais têxteis
● As instituições da arte têxtil de hoje: bienais, centros, concursos, museus, exposições e mostras.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BORRE, Luciana. Narrativas têxteis: quais regime de verdade buscamos criar? MODOS: Revista de
História da Arte, Campinas, SP, v. 6, n. 2, p. 442-479, mai.2022. Disponível em:
https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/mod/article/view/8667448/28659
BORRE, Luciana. Alinhavadas: experiência poética na costura de saias. REVISTA APOTHEKE, v. 7, p.
303-316, 2021. Recurso eletrônico disponível em: https://periodicos. udesc.br/index.ph p/apotheke/article/
view/20619.
SIMIONI, Ana Paula Cavalcanti. Bordado e transgressão: questões de gênero na arte de Rosana Paulino e
Rosana Palazyan. Proa: Revista de Antropologia e Arte, [s. l.], v. 1, n. 2, 2010. Recurso eletrônico
disponível em: https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/ proa/article/view/16429
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ESPEJO, B. Aire popular. La artesanía vuelve a ocupar un lugar central en la práctica de muchos artistas
que reivindican lo manual como una nueva ideología más allá de los oficios. El País, Madrid, 8 ago. 2020.
Recurso eletrônico disponível em: https://elpais.co m/cultura/2020/
08/03/babelia/1596456276_484106.html.
FREITAG, V. Novas configurações do ofício artesanal no México: ser artesão-artista. Revista
Visualidades, v. 13, p. 104 – 125, 2015. Recurso eletrônico disponível em: https://revistas.uf
g.br/VISUAL/article/view/34276/2 0842.
PEIXE, R. I. P.; HERNÁNDEZ-HERNÁNDEZ, F.; PRIETO VILLANUEVA, J.; CANÔNICA, R.
Ensino de artes visuais e artesania: experiências, confluências e derivas. Revista GEARTE, Porto Alegre,
v. 7, n. 3, p. 428-443, set./dez. 2020. Recurso eletrônico disponível em: http://seer.ufrgs.br/gearte.
REVISTA Cartema 10 - Dossiê: A Memória e o Têxtil. v.10, n. 10, 2022. Recurso eletrônico disponível
em: https://periodic os.ufpe.br/revistas/CARTEMA/ issue/view/3343.
TEJADA, L.; ESPINO, C. El empleo del textil en el arte: aproximaciones a una taxonomía. Espacio,
Tiempo y Forma, Arte e História Contemporânea, Madrid, n. 24, p. 179-194, 2012. Recurso Eletrônico
disponível em: https://revistas. uned.es/index. php/ETFV/articl e/view/10264.
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TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção)
X Disciplina Estágio
Atividade Complementar Módulo
Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão
STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção)
OBRIGATÓRIO X ELETIVO
DADOS DO COMPONENTE
C. H. Total Período
Carga Horária
Código Nome Nº. de Créditos
Teórica Prática
AR719 ARTE URBANA 30 30 3 60
Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H.
EMENTA
Estudo, análise e debate de questões relacionadas à arte urbana. Diferenças e semelhanças entre
propostas artísticas destinadas ao espaço público (aberto) e os espaços fechados (museus, galerias).
Arte criada nas ruas e arte que vai para rua.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Grafitti
• Conceito
• Elementos
• Ilustração para Grafitti
• Ilustração em Escala
• Preparação de Máscaras
• Técnica
• Fundos e Contornos
• Texturas
• Customizações
• Locais (onde e como fazer grafitti autorizado)
Outras intervenções artísticas no espaço público urbano: cartaz, lambe-lambe, projeções de fotos e
vídeos, instalação, escultura, performance, etc.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CAMPOS, R.; CÂMARA, S. Arte(s) urbana(s). V.N. Famalicão: Húmus, 2019. Disponível em:
https://novaresearch.unl.pt/files/45446967/ARTE_S_URBANA_S_DIGITAL.pdf
149
COSTA, N. N. M. A rua respira arte!: uma antropologia do graffiti. Tese (Doutorado) -
Universidade Federal de Pernambuco, CFCH. Programa de Pós-Graduação em Antropologia,
Recife, 2017.PEIXOTO, N. B. Intervenções Urbanas: arte/cidade. São Paulo: Ed. SENAC, 2002.
Disponível em:
https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/38759/1/TESE%20Nicole%20do%20Nascimento
%20Medeiros%20Costa.pdf
PEIXOTO, N. B. Intervenções Urbanas: arte/cidade. São Paulo: Ed. SENAC, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BENGTSEN, Peter, 2014, The Street Art World. Lund: Almendros de Granada Press, 2014.
Recurso eletrônico disponível em:
https://www.researchgate.net/publication/283719196_The_Street_Art_World.
KWON, Miwon. One Place After Another. Site-specific art and locational identity. London /
England: The MIT Press, 2002.
Recurso eletrônico disponível em: https://www.jstor.org/stable/778809.
LEÃO, Daniela Sales de Souza. “De periferia em periferia”: os pixadores, seus espaços e
circulações em Recife – Pernambuco. 2017. 143 f. Recurso eletrônico disponível em:
https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/32255.
MELO SILVA, Carla Rayssa; SILVA, Ana Clara Benjamim; DE OLIVEIRA, Fernanda Rocha.
Arte Urbana, Arte Humana: Intervenções artísticas de coletivos como vetores de apropriação e
transformação nas cidades. Revista Cidade Nuvens, v. 2, n. 2, 2020. Recurso eletrônico disponível
em: http://revistas.urca.br/index.php/rcn/article/view/136.
PIRES, R. Cicatriz urbana: fragmentos de uma memória social nos vestígios da arte urbana.
Fotocronografias, [S. l.], v. 8, n. 19, p. 192–209, 2023. Disponível em:
https://seer.ufrgs.br/index.php/fotocronografias/article/view/129755.
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DADOS DO COMPONENTE
C. H. Total Período
Carga Horária
Código Nome Nº. de Créditos
Teórica Prática
AR? Artes da África e afro diaspórica: 30 0 2 30
Histórias, contextos e produções
Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H.
EMENTA
O curso visa apresentar e debater questões relacionadas às artes africanas e afro-brasileiras na
história da arte e na educação. Para tanto, serão abordados tópicos relacionados a diferentes períodos
e contextos, abrangendo a produção contemporânea de artistas africanos e afroamericanos e também
os debates em torno dos temas, dos recursos, das linguagens e da circulação das obras.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Leitura de imagens e identificação dos materiais, produção, sentidos e contextos históricos e
geográficos das obras. Apresentar e debater as noções em disputas de arte africana e afrodiaspórica,
com base na seleção de produções e trajetórias de artistas. Debate em torno das definições de arte
moderna africana e arte contemporânea africana. Apresentar e debater aspectos sobre a circulação
das obras e as exposições das artes africanas e afro-diaspóricas no contexto pós 1950. Temas como
africanismo e panafricanismo serão abordados; Arte e colonialismo: espaços alternativos de
exposição; museus e propostas de exposições em perspectiva crítica. Discutir as potencialidades e
possibilidades pedagógicas envolvendo as artes africanas e afrodiaspóricas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BEVILACQUA, Juliana Ribeiro da Silva; SILVA, Renato Araújo da. África em Artes. São Paulo:
Museu Afro Brasil, 2015. ___ Exposição Africana - A diversidade da arte africana no Centro
Cultural Vale Maranhão. Recurso eletrônico disponível em: https://ccv-
ma.org.br/app/uploads/2020/04/ccvm-africana-pranchas-didaticas
CONDURU, Roberto. Histórias da Arte sem lugar: ÁFRICA, BRASIL E ARTE – PERSISTENTES
DESAFIOS. ARS - N 42 - ANO 19265, 2019.
151
https://www.scielo.br/j/ars/a/GZkR3CbFNZGRKpD6vgQRKbG/?format=pdf
Coleção História Geral da África. Vol. I a Vol. VIII.
https://ipeafro.org.br/gratuito-historia-geral-da-africa-em-8-volumes-7357-paginas-em-pdf/
DIOP, Babacar Mbaye. Critique de la notion d’art africain : approches historiques, ethno-esthétiques et
philosophiques. Éditions Connaissances et savoirs, Paris, 2012.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BEVILACQUA, Juliana Ribeiro da Silva. De caçadores a caça: sobas, Diamang e o Museu do
Dundo. Tese de Doutorado. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas. USP, São Paulo,
2016. Recurso eletrônico disponível em:
https://teses.usp.br/index.php?option=com_jumi&fileid=17&Itemid=160&id=A7A3A0DDEFEA
&lang=pt-br.
BEVILACQUA, Juliana Ribeiro da Silva; SILVA, Renato Araújo da. África em Artes. São Paulo:
Museu Afro Brasil, 2015. Recurso eletrônico disponível em:
http://www.museuafrobrasil.org.br/docs/defaultsource/publica%C3%A7%C3%B5es/africa_em_a
rtes.pdf.
MENEZES, Hélio. Entre o visível e o oculto: a construção do conceito de arte afro-brasileira. São
Paulo: Dissertação. Programa de Pós-Graduação em Antropologia/ USP, 2017.
https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8134/tde-07082018- 164253
PRICE, Sally. Arte Primitiva em Centros Civilizados. Rio de Janeiro: Ed. UFRJ, 2020.
https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/3759749/mod_resource/content/1/PRICE_Sally_ -
_Arte_Primitiva_em_Centros_Civilizados.pdf.
VANSINA, J. 'As Artes e a Sociedade pós 1935’. ln: MAZRUI, Ali A. (Ed.). História Geral da
África. Vol. 8. p.697-721. Disponível em:
Acessado em out.
2018.
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X Disciplina Estágio
Atividade Complementar Módulo
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STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção)
OBRIGATÓRIO X ELETIVO
DADOS DO COMPONENTE
C. H. Total Período
Carga Horária
Código Nome Nº. de Créditos
Teórica Prática
AR? Artes Indígenas no Brasil 30 0 2 30
Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H.
EMENTA
Estudo das manifestações culturais e artísticas dos povos indígenas do Brasil
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
- A diversidade cultural indígena no Brasil;
- O estudo das artes indígenas no Brasil: conceitos e referências;
- Povos indígenas na região Nordeste: aspectos históricos e culturais;
- Indígenas em múltiplos contextos;
- Relação entre arte e espiritualidade na perspectiva indígena;
- Materialidades tradicionais;
- O corpo nas artes indígenas;
- Grafismos indígenas;
- A luta política: o enfrentamento às violências coloniais, racismos e apagamentos;
- Arte Indígena Contemporânea: a ocupação de espaços e reverberação de vozes.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ESBELL, Jaider. Arte indígena contemporânea e o grande mundo. In: Select, São Paulo, n. 39,
2018. Disponível em: https://select.art.br/arte-indigena-contemporanea-e-o-grande-mundo/.
LAGROU, E. Arte indígena no Brasil agência, alteridade e relação. Belo Horizonte, C/Arte, 2009.
WILNER, R. (org.). Rodas e redes interculturais: pesquisas em/sobre arte indígena no Nordeste
Recife: Ed. UFPE, 2024. Disponível em: https://editora.ufpe.br/books/catalog/book/892
153
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ATHIAS, R. (org.). Povos indígenas de Pernambuco identidade, diversidade e
conflito. Recife Editora Universitária UFPE, 2007.
GRÜNEWALD, R. A. (org.). Toré: regime encantado do índio do Nordeste. Recife: Fundaj,
Editora Massangana, 2005.
KOPENAWA, D.; ALBERT, B. A queda do céu: Palavras de um xamã Yanomami. São Paulo
Companhia das Letras, 2015.
KRENAK, Ailton. Ideias para adiar o fim do mundo. 2. ed. São Paulo: Companhia das Letras,
2020.
VIDAL, L. (org.). Grafismo indígena: estudos de antropologia estética. São Paulo Studio Nobel /
EDUSP /FAPESP, 1992.
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TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção)
X Disciplina Estágio
Atividade Complementar Módulo
Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão
STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção)
X OBRIGATÓRIO ELETIVO
DADOS DO COMPONENTE
C. H. Total Período
Carga Horária
Código Nome Nº. de Créditos
Teórica Prática
PO493 Avaliação da Aprendizagem 60 0 4 60 4º
Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H.
EMENTA
Estudo da avaliação da aprendizagem enquanto objeto de reflexão do campo da Avaliação
Educacional: a constituição de seu campo conceituai e praxiológico; os diferentes atributos e modos
de conceber e praticar a avaliação das aprendizagens dos alunos.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
UNIDADE 1 — A Trajetória Histórica da Avaliação da Aprendizagem Núcleo Temático 1.1.
Geração dos Estudos sobre Avaliação.
• A Geração de Mensuração
• A Geração de Descrição
• A Geração de Julgamento
• A Geração de Negociação
Núcleo Temático 1.2. O Campo conceituai da avaliação educacional aplicado à avaliação da
aprendizagem.
• Critérios de Avaliação
• Classificação dos Juízos
• Tipologia da Avaliação
• Funções da Avaliação
• Princípios da Avaliação
• Características da Avaliação
UNIDADE 2 Abordagens da Avaliação da Aprendizagem na Perspectiva Crítica Núcleo
Temático 2.1. Abordagem Quantitativa da Avaliação da Aprendizagem
• As finalidades classificatória e certificativa da avaliação somativa
• Contribuição das medidas educacionais para a avaliação das aprendizagens
Núcleo Temático 2.2. Abordagem Qualitativa da Avaliação da Aprendizagem na perspectiva
de uma educação inclusiva
155
• Avaliação na perspectiva da aprendizagem significativa
• Avaliação Formativa
• Avaliação como Regulação
• Avaliação Mediadora
• Avaliação Compartilhada
• Avaliação como Julgamento
• Avaliação como Problemática e Interpretação de Sentido
• A Avaliação e a Problemática do Erro
• Avaliação corno exercício de metacognição
UNIDADE 3 — Perspectiva Praxiológica da Avaliação da Aprendizagem Núcleo Temático 3.1.
Requisitos para o Ato de Avaliar
• A classificação dos Conteúdos das Aprendizagens
• A classificação das Tarefas para as Aprendizagens
• O Planejamento da Avaliação
Núcleo Temático 3.2. Técnicas, Instrumentos e Critérios de Avaliação
• Uso diversificado de técnicas e Instrumentos em avaliação da aprendizagem
• Adequação de instrumentos e técnicas de avaliação às necessidades dos alunos.
• Adequação de instrumentos e técnicas de avaliação em Educação à distância.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ÁLVAREZ MÉNDEZ, Juan Manuel. Avaliar para conhecer: examinar para excluir. Porto Alegre:
Artmed, 2002. 133 p.
LUCKESI. Cipriano. Avaliação da aprendizagem escolar: estudos e proposições. 12' Ed. São Paulo:
Cortez. 2011.
SANTANNA, Liza Martins Por que avaliar? Como avaliar? Critérios e Instrumentos. Petrópolis:
Vozes. 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CRUZ, Fátima Maria Leite. (org). Teorias e Práticas em avaliação. Recife: Ed. Universitária, 2010.
ESTEBAN, Maria Teresa. (org.). Avaliação: uma prática em busca de sentidos. Rio de Janeiro:
DP&A, 2000.
FREITAS. Luiz Carlos. Ciclos, seriação e avaliação: confronto de lógicas. São Paulo: Moderna,
2003.
HOFFMAN, Jussara. Avaliação mediadora: uma prática em construção da pré-escola à
universidade. Porto Alegre: Mediação. 2010.
ZABALA, Antoni. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 1998.
156
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO
DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR
TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção)
x Disciplina Estágio
Atividade Complementar Módulo
Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão
STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção)
OBRIGATÓRIO x ELETIVO
DADOS DO COMPONENTE
C. H. Total Período
Carga Horária
Código Nome Nº. de Créditos
Teórica Prática
AR636 Crítica da Arte Contemporânea 60 0 4 60
Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H.
EMENTA
O estudo da crítica de arte em contextos sócio-históricos na perspectiva de:
• Desenvolver a percepção da arte contemporânea e sua transposição para o texto;
• Apresentar diversas abordagens para a interpretação artística;
• Exercitar o olhar como leitura.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. O que é crítica?
- Definições
- Tipos de Abordagens (formal, histórica, etc.)
2. O Contexto da crítica: o papel na evolução da história da arte e da cultura ocidental.
Exemplos:
- a crítica tradicional e a reafirmação de valores elitistas,
- a crítica de oposição e o surgimento da vanguarda artística no final do século XIX: a negação do status
quo.
3. Tipos de texto: opinião vs. interpretação:
- a escola adjetiva e a escola interpretativa, que combina opinião com informação.
4. Crítica Tradicional vs. a "Nova Crítica"
- o surgimento nos EUA, nos anos 60, de um movimento de crítica, liderado pelo escritor Tom Wolfe, onde
a descrição e a informação devem substituir excessos adjetivos.
5. A Modernidade, a Abstração na arte e o pensamento utópico do "Olhar Objetivo".
- a valorização da "Arte per se".
- emblema da "nova crítica": o livro Against Interpretation (contra interpretação), da filósofa Susan Sontag.
6. A Pós-Modernidade e a Revalorização do Contexto da obra:
157
- a crítica "neo-historicista" de Stephen Grenblatt.
7. Práticas de Crítica:
- o treino do olhar e da sensibilidade
- o fazer perguntas para obter respostas
- a construção do texto.
8. Exemplos de Crítica
- fontes: jornais, revistas, catálogos, televisão, rádio e internet.
9. Abordagens políticas para a crítica de arte
- O conceito de queer; a arte queer do fracasso
- Olhares opositores e a problemática étnico-racial na obra de arte contemporânea.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BRITO, Ronaldo. Experiência crítica – textos selecionados. Organização: Sueli de Lima. São
Paulo: Cosac Naify, 2005.
SALLES, Cecília Almeida. Desafios da arte contemporânea e a crítica de processos criativos.
Congresso Internacional da Associação de Pesquisadores em Crítica Genética, X Edição, 2012.
STEINBERG, Leo. Outros critérios: confrontos com a arte do século XX. São Paulo: Cosac
Naify, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BOURRIAUD, Nicolas. Estética relacional. São Paulo: Martins Fontes, 2009.
DANTO. Arthur C. Crítica De Arte Após O Fim Da Arte. Revista de Estética e Semiótica,
Brasília, V. 3, N. 1 P. 82-98 Jan./Jun. 2013.
RANCIÈRE, Jacques. La modernidade estética: uma noción por repensar. In: Estudios artísticos:
revista de investigación creadora,
Bogotá, v. 4(5), pp. 176-190, 2018.
SOUSA, Ana Cecília Araújo Soares. Os museus de Pedrosa: uma contra narrativa para a arte
brasileira. (TESE). Programa de Pós-Graduação em Artes. Universidade Federal de Minas
Gerais (UFMG), Belo Horizonte, 2023.
DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO
Departamento de Artes Artes Visuais
_________________________________________ ________________________________________________
ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA
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PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO
DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR
TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção)
X Disciplina Estágio
Atividade Complementar Módulo
Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão
STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção)
OBRIGATÓRIO X ELETIVO
DADOS DO COMPONENTE
C. H. Total Período
Carga Horária
Código Nome Nº. de Créditos
Teórica Prática
AR? Curadorias e Histórias das 30 0 2 30
Exposições
Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H.
EMENTA
A componente curricular tem por objetivo dotar o aluno de instrumentos que o habilitem a analisar
e compreender diferentes perspectivas teóricas da curadoria de exposição, a curadoria na história
das exposições, a invenção do curador de exposições no século XX, teorias curatoriais e crítica de
curadoria de exposição.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Ao longo do curso estudaremos a curadoria de exposições, a partir da história das exposições, analisando
diferentes fontes como por exemplo: textos críticos curadoriais, fotografias de vista de exposições e
catálogos. Abordaremos o tema da invenção do/a curador nos mundos da arte, em especial no Brasil. Também
trabalharemos com estudos que pretendem analisar perspectivas teóricas e metodológicas das curadorias de
exposições ao longo do tempo: faremos análises de fotografias de vista de exposições, textos curatoriais e
entrevistas com curadores.
A componente abarca os seguintes temas: História dos Museus de Arte, História das exposições,
dos catálogos, da curadoria de exposições, da experiência dos visitantes.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CAVALCANTI, Ana; OLIVEIRA, Emerson Dionísio de; COUTO, Maria de Fátima Morethy.
História da Arte em Exposições: Modos de ver e de exibir no Brasil: Rio Book’s/ Fapesp – 1a.
Edição 2016. GONRING,
MENOTTI, Gabriel. (O que) pode a curadoria inventar? Galáxia (São Paulo). São Paulo, n. 29, p.
276-288, jun. 2015. https://www.scielo.br/j/gal/a/XzNdSQxBsxstbT6wZL58Pvy/?lang=pt
RUPP, Bettina. O curador como autor de exposições. Revista-Valise, Porto Alegre,v.1, n.1, ano 1,
2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
159
BRUNO. Maria Cristina Oliveira. Definição de Curadoria: Os caminhos do enquadramento,
tratamento e extroversão da herança patrimonial. Recurso eletrônico disponível em:
https://www.ibermuseos.org/wp-content/uploads/2015/07/Unidad1Texto_Definicao-de-
Curadoria.pdf
OSÓRIO, Luiz Camillo. A função-curador: discurso, montagem, composição. Revista ARS, Ano
2017, no. 37. Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), Brasil.
RUOSO, Carolina. Curadoria de Exposições, uma abordagem Museológica: reflexões teóricas e
propostas de metodologias participativas.
SIMOES, Igor. A exposição como dispositivo para a história da arte. PPGAV – Universidade
Federal do Rio Grande do Sul Simpósio 11 – Recuradoria: Discurso curatorial e perspectiva
histórica.
TEJO, Cristiana Santiago. A gênese do campo da curadoria de arte no Brasil: Aracy Amaral,
Frederico Morais, Walter Zanini. (TESE). Universidade Federal de Pernambuco, no programa de
Pós-graduação em Sociologia, Recife, 2017.
DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO
Departamento de Artes Artes Visuais
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PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO
DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR
TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção)
X Disciplina Estágio
Atividade Complementar Módulo
Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão
STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção)
X OBRIGATÓRIO ELETIVO
DADOS DO COMPONENTE
C. H. Total Período
Carga Horária
Código Nome Nº. de Créditos
Teórica Prática
AR647 Currículo e Cultura 30 2 30 6º
Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H.
EMENTA
Abordagem de estudos que relacionam currículo e cultura e sua produtividade para a prática e teorização
social. Ênfase em aspectos como linguagem, discurso, poder, representação, identidades e suas implicações
na produção de dispositivos educacionais de controle, governo e subjetivação em processos educativos.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Teorias do currículo
Currículo e Programas curriculares em Pernambuco
Arte no currículo
Legislação educacional
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BRITTO, Maria Leopoldina de Albuquerque. A trajetória do currículo de ensino fundamental na Rede
Estadual de Pernambuco nos séculos XIX e XX. Recife: Ed. Universitária da UFPE, 2005.
SILVA, Maria Betânia e. A inserção da arte no currículo escolar (Pernambuco, 1950-1980). Dissertação
(Mestrado em Educação). Recife: UFPE, 2004. Disponível em:
https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/4801
SILVA, Tomaz Tadeu da. Documentos de Identidade: uma introdução às teorias do currículo. Belo
Horizonte: Autêntica, 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
GOODSON, Ivor F. Currículo: teoria e história. Petrópolis: Vozes, 2013.
PANHO, Guilherme. As Artes Visuais para o Ensino Fundamental na Base Nacional Comum Curricular.
Dissertação. 2019. Dissertação (Mestrado em Artes Visuais) – Universidade Federal de Pernambuco, Recife,
2019. Disponível em: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/35993
SAVIANI, Nereide. Saber Escolar, Currículo e Didática: problemas da unidade conteúdo/método no
processo pedagógico. Campinas: Autores Associados, 2006, p.21-45.
SILVA, Maria Betânia e. Escolarizações da Arte. Curitiba: Ed.Appris, 2021.
VEIGA, Cynthia Greive. Educação estética para o povo. In: LOPES, Eliane Marta Teixeira; FARIA FILHO,
Luciano Mendes de; VEIGA, Cynthia Greive (Orgs.). 500 anos de Educação no Brasil. Belo horizonte:
Autêntica, 2003, p.399-422
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PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO
DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR
TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção)
X Disciplina Estágio
Atividade Complementar Módulo
Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão
STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção)
X OBRIGATÓRIO ELETIVO
DADOS DO COMPONENTE
C. H. Total Período
Carga Horária
Código Nome Nº. de Créditos
Teórica Prática
AR614 DESENHO 1 30 30 3 60 1°
Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H.
EMENTA
Introdução às técnicas, materiais, instrumentos, métodos e conceitos em desenho, com ênfase na
observação e interpretação de objetos.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. O Desenho como Forma de Pensamento: O Desenho Simbólico, o Desenho de Observação e o
Desenho de Memória.
2. O Desenho como Técnica: Instrumentos, Materiais e Técnicas.
3. Elementos Básicos do Desenho: A Linha e as Texturas.
4. Princípios de Perspectiva
5. Perspectiva e a Forma: 01 Ponto de Fuga / 02 Pontos de Fuga
6. Luz e Sombra
7. Introdução à Figura Humana
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DERDYK, Edith, Formas de Pensar o Desenho. 2° Edição. São Paulo: Editora Scipione, 1994.
PARRAMON EDICIONES (Org.). Fundamentos do Desenho Artístico. 2° Edição. São Paulo: Martins
Fontes, 2014.
163
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
NETO, Onofre Penteado. Desenho Estrutural. 2° Edição. São Paulo: Perspectiva, 1981.
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DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR
TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção)
X Disciplina Estágio
Atividade Complementar Módulo
Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão
STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção)
X OBRIGATÓRIO ELETIVO
DADOS DO COMPONENTE
C. H. Total Período
Carga Horária
Código Nome Nº. de Créditos
Teórica Prática
AR618 DESENHO 2 2 2 3 60 2°
Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H.
EMENTA
Estudo das técnicas, materiais, instrumentos, métodos e conceitos em desenho, com ênfase na observação
e interpretação da figura humana.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. O Desenho como Técnica Representacional da Figura Humana.
2. O Desenho Linear como Forma de Observação e Interpretação do Gesto.
3. Croquis da Figura Humana: Exercícios com a Figura Humana Parada e em Movimento.
4. Volume e Modulações.
5. Desenho da Figura Humana com Materiais Diversos: Materiais Secos, Desenho com Pincel e
Aguadas.
6. O Modelo e a Pose: A Figura Humana de Pé, Reclinada e em Movimento.
8. Retrato e Autorretrato.
9. O Desenho Gestual tendo a Figura Humana como Modelo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DERDYK, Edith. O Desenho da Figura Humana. 2° Edição. São Paulo: Editora Scipione, 2003.
DERDYK, Edith. Formas de Pensar o Desenho. São Paulo: Editora Scipione, 1989.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
PARRAMON EDICIONES (Org.). Fundamentos do Desenho Artístico. 2° Edição. São Paulo: Martins
Fontes, 2014.
165
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PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO
DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR
TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção)
X Disciplina Estágio
Atividade Complementar Módulo
Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão
STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção)
X OBRIGATÓRIO ELETIVO
DADOS DO COMPONENTE
C. H. Total Período
Carga Horária
Código Nome Nº. de Créditos
Teórica Prática
TE707 Didática 60 0 4 60 3º
Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H.
EMENTA
O estudo da didática: o ensino, a aula e seus fundamentos epistemológicos, pedagógicos,
socioculturais, históricos, psicológicos, estéticos, éticos, políticos e suas relações com a educação.
A pedagogia, o currículo e os saberes. Processos de planejamento, execução, avaliação e suas
categorias básicas: ensino-aprendizagem, professor-aluno, teoria-prática, sujeito-objeto, conteúdo-
forma, ensino-pesquisa, técnica política, subjetividade individual e coletiva, na perspectiva da
formação de professores/educação básica no contexto da prática educativa e sociocultural mais
amplo.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
• Didática: objeto de estudo e suas relações históricas com a Pedagogia e com o contexto
sociocultural mais amplo; O processo de ensino na relação com a aprendizagem nas diversas
concepções pedagógicas e de conhecimento; A dimensão Ética da profissão docente.
• A Aula e suas categorias básicas no contexto da Educação Básica: ensino-aprendizagem,
professor-aluno, teoria-prática, sujeito-objeto. conteúdo-forma, ensino-pesquisa, dimensão
técnica-política, subjetividade individual e coletiva.
• A docência e sua relação com a cultura da escola e escolar, os saberes docentes/discentes,
curriculares, escolares e as novas linguagens.
• O planejamento, a avaliação e o ensino-aprendizagem enquanto uma práxis educativa,
pedagógica e sociocultural integrada: O projeto político-pedagógico e curricular da escola e sua
relação com o projeto didático; Função/enfoques teórico-metodológicos; Componentes
curriculares (objetivos, conteúdos,
metodologias/atividades/meios e procedimentos avaliativos); Modalidades: planos de ensino, de
unidade, de aula e projetos de trabalho com temas transversais; Formas de organização e
desenvolvimento; Instrumentos, recursos e critérios.
167
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CANDAU, Vera Maria. Didática crítica intercultural: aproximações. Petrópolis, RJ: Vozes, 2012.
LIBÂNEO, José Carlos; ALVES, Nilda (Org.). Temas de pedagogia: diálogos entre didática e
currículo. 1. ed. São Paulo: Cortez, 2012.
PIMENTA, Selma Garrido (Org.). Saberes pedagógicos e atividade docente. 4.ed. São Paulo:
Cortez, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
GAUTHIER, Clermont. Por uma teoria da pedagogia: pesquisas contemporâneas sobre o saber
docente. 2.ed. Ijuí, RS: UNIJUÍ, 2006.
LIBÂNEO, José Carlos. Democratização da escola pública: a pedagogia crítico-social dos
conteúdos. 28ª ed. São Paulo: Loyola, 2014.
TARDIF, Maurice. Saberes docentes e formação profissional. 16. ed. Petrópolis: Vozes, 2014.
VEIGA, Ilma Passos Alencastro Veiga. Técnicas de ensino: novos tempos, novas configurações.
3. ed. Campinas, SP: Papirus, 2011.
ZABALA, A. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 1998.
168
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PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO
DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR
TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção)
X Disciplina Estágio
Atividade Complementar Módulo
Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão
STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção)
OBRIGATÓRIO X ELETIVO
DADOS DO COMPONENTE
C. H. Total Período
Carga Horária
Código Nome Nº. de Créditos
Teórica Prática
AR? Ensino das Artes Visuais 30 0 2 30
Quilombola
Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H.
EMENTA
O ensino das Artes Visuais quilombola pretende estudar e produzir arte a partir dos princípios de uma
educação quilombola, levando em consideração a cultura, história e produção artística de comunidades
quilombolas.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
- Troca de conhecimento de artistas afrodescendentes com os artistas dessas comunidades;
- Estudo da relação entre a produção plástica quilombola, como a cerâmica, o bordado, objetos com
elementos da natureza;
- Estudo das narrativas míticas em relação às imagens visuais produzidas nas comunidades e em
artistas que possam contribuir com o museu de imagens;
- Estudo in loco da produção artística, visitando as comunidades e realizando trocas de
conhecimentos.
- Compreensão das artes integradas (artes visuais, dança, música e teatro) na produção artística
quilombola;
- Produção artística a partir de uma estética quilombola.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
NASCIMENTO, Abdias do. O qui-lombismo : documentos de uma mili-tância pan-africanista / Abdias do
Nascimento; com prefácio de Kaben-gele Munanga e textos de Elisa Lar-kin Nascimento e Valdecir
Nascimen-to. Edição: 3. ed. rev. Rio de Janeiro : IPEAFRO - Instituto de Pesquisas e Estudos Afro-
Brasileiros; São Paulo : Perspectiva, 2019.
GOMES, Nilma Lino O Movimento Negro educador: saberes construídos nas lutas por emancipação, 8.
reimp. Petrópolis, RJ : Vozes, 2017.
REIS, Ane Beatriz dos Santos. Imagens que contam histórias: o feminino na Comunidade Quilombola de
Conceição das Crioulas. 2022. Dissertação (Mestrado em Artes Visuais) – Universidade Federal de
Pernambuco, Recife, 2022.
169
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
IFÁLÉRÈ, Olóyè Apesín Òlá. Olhar doutrinário sobre o candomblé brasileiro II: uma viagem sem volta.
Rio de Janeiro: Autografia, 2022.
MUNANGA, Kabengele. Negritude: usos e sentidos.2. ed. São Paulo: Ática, 1988.
SILVA, Delma Josefa. Referenciais Epistêmicos que Orientam e Substanciam Práticas Curriculares em uma
Escola localizada na Comunidade Quilombola de Conceição das Crioulas. Tese (Doutorado) - Universidade
Federal de Pernambuco, CE. Programa de Pós-graduação em Educação, 2017
JESUS, Carolina Maria de. Casa de Alvenaria. São Paulo: Companhia das Letras, 2021.
LODY, Raul. O negro no museu brasileiro: construindo identidades. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2005.
DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO
Departamento de Artes Artes Visuais
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PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO
DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR
TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção)
Disciplina x Estágio
Atividade Complementar Módulo
Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão
STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção)
x OBRIGATÓRIO ELETIVO
DADOS DO COMPONENTE
C. H. Total Período
Carga Horária
Código Nome Nº. de Créditos
Teórica Prática
AR686 Estágio Curricular em Ensino 30 90 5 120 7º
das Artes Visuais 1
Pré-requisitos AR695 Co-Requisitos Requisitos C.H.
EMENTA
Estágio supervisionado de observação e regência das artes visuais , em turmas do ensino fundamental do 6ª
ao 9ª ano na modalidade regular e EJA.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Observação, planejamento e execução de ações pedagógicas de artes visuais, em turmas de educação do
ensino fundamental na modalidade regular e EJA.
Currículo das artes visuais no ensino fundamental e sua articulação com projetos políticos pedagógicos das
instituições formais de ensino;
Documentos oficiais que orientam o ensino das artes visuais no ensino fundamental;
Avaliação do processo de aprendizagem em artes visuais das/os estudantes do ensino fundamental.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BORRE, Luciana; SILVA, Maria Betânia (Orgs.). (R)existir: práticas pedagógicas em artes visuais, dança e
teatro. Recife: Editora UFPE, 2017. Disponível em: https://editora.ufpe.br/books/catalog/book/176
HERNÁNDEZ, F. ¿De qué hablamos cuando hablamos de Cultura Visual?. Educação & Realidade, 2010.
Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/educacaoerealidade/article/view/12413.
SARDELICH, Maria Emilia. Leitura de imagens, cultura visual e prática educativa. Cadernos de Pesquisa,
São Paulo , v. 36, n. 128, p. 451-472, ago. 2006. Disponível em:
http://educa.fcc.org.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-15742006000200009&lng=pt&nrm=iso
171
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BORRE, Luciana. Obediência: processos de ensinar, aprender e artistar. Revista Gearte, v. 8, p. 1-
16, 2021. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/gearte/article/view/104306.
BORRE, Luciana; SANTOS, Lizandra. Autorretrato: narrativas A/r/tográficas e processos de
criação em histórias compartilhadas. PALÍNDROMO, v. 14, p. 303-327, 2022. Disponível em:
https://revistas.udesc.br/index.php/palindromo/article/view/19589.
MARTINS, R.; PEREIRA, A.; CLIFFORD VALENÇA, K. B. Um olhar ‘formatado’.
Visualidades, Goiânia, v. 6, n. 1 e 2, 2012. Disponível em:
https://revistas.ufg.br/VISUAL/article/view/18087.
Revista GEARTE, Porto Alegre, v. 4, n. 2, p. 282-294, maio/ago. 2017. Disponível em:
https://seer.ufrgs.br/gearte/article/view/104306.
SARDELICH, Maria Emilia; NASCIMENTO, Erinaldo A. do; PAIVA, Camylla R. M. Projetos
de cultura visual na educação básica: Outros modos de ver a cultura escolar. Revista Palíndromo,
n. 14, p. 147-162, ago./dez. Disponível em:
https://periodicos.udesc.br/index.php/palindromo/article/view/6741.
DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO
Departamento de Artes Artes Visuais
_________________________________________ ________________________________________________
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172
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PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO
DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR
TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção)
Disciplina X Estágio
Atividade Complementar Módulo
Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão
STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção)
X OBRIGATÓRIO ELETIVO
DADOS DO COMPONENTE
C. H. Total Período
Carga Horária
Código Nome Nº. de Créditos
Teórica Prática
AR687 Estágio Curricular em Ensino das 30 90 5 120 8º
Artes Visuais 2
Pré-requisitos AR696 Co-Requisitos Requisitos C.H.
EMENTA
Estágio Supervisionado de observação e regência de Artes Visuais em turmas do Ensino Médio na
modalidade regular e Educação de Jovens e Adultos (EJA)
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Estágio e campo de atuação profissional
Formação Docente
Práticas pedagógicas
Cotidiano escolar
Disciplinas escolares
Legislação educacional
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra,
2005. 31 ed.
SILVA, Maria Betânia e. Avaliar o quê em arte? Cartema – Revista do Programa de Pós-graduação em Artes
Visuais UFPE-UFPB, v.1, n.1, 2012, p.21-32.
SILVA, Maria Betânia e. Reflexos históricos: por que uma aula de arte? Educação: Teoria e Prática/ Rio
Claro, SP/ v. 29, n.61, p. 269-286, mai/ago, 2019.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ANDRADE, Luana. Percepções sobre o estágio curricular e a vontade de (re)unir pensamento e corpo.
NUNES, L. B.; SILVA, Maria Betânia e. (Orgs.). (R)Existir: práticas pedagógicas em artes visuais, dança
e teatro (E-book). 1. ed. Recife: Editora Universitária da UFPE, 2017.
173
NÓVOA, António. Escolas e professores: proteger, transformar, valorizar. Salvador: SEC/IAT, 2022.
Disponível em: https://observatorioedhemfoco.com.br/observatorio/escolas-e-professores-proteger-
transformar-valorizar/.
NUNES, L. B.; SILVA, Maria Betânia e. (Orgs.). (R)Existir: práticas pedagógicas em artes visuais, dança
e teatro (E-book). 1. ed. Recife: Editora Universitária da UFPE, 2017. Disponível em
https://drive.google.com/file/d/17NThBrMysMTs9i6S56quO5PsslaAa98Q/view?usp=sharing
PANHO, Guilherme; SARDELICH, Maria Emília. Re-cortes da Artes Visuais: nas entrelinhas da BNCC.
João Pessoa: Editora UFPB, 2021. Disponível em:
http://www.editora.ufpb.br/sistema/press5/index.php/UFPB/catalog/book/636
PORTELA, Maria B.V; SANTOS, Genivaldo de S.; GEBRAN, Raimunda Abou. Os saberes da experiência
e a construção da poética docente para o ensino de arte. Comunicações, Piracicaba, ano 23, n.1, p.225-238,
jan-abr, 2016.
SANTOS JÚNIOR, Nadilson Monteiro dos; NUNES, Luciana Borre. Artes Visuais e Diversidade Cultural
na Escola. In: NUNES, Luciana Borre; TEZZA, Marianne. (Orgs.). Conversas de Estágio: Artes Visuais,
Dança, Teatro. 1ed. Recife: Editora Universitária da UFPE, 2015, p.120-136.
DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO
Departamento de Artes Artes Visuais
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PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO
DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR
TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção)
Disciplina X Estágio
Atividade Complementar Módulo
Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão
STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção)
X OBRIGATÓRIO ELETIVO
DADOS DO COMPONENTE
C. H. Total Período
Carga Horária
Código Nome Nº. de Créditos
Teórica Prática
AR688 Estágio Curricular em Ensino 30 60 4 90 5°
das Artes Visuais 3
Pré-requisitos AR697 Co-Requisitos Requisitos C.H.
EMENTA
Estágio supervisionado de observação e regência de artes visuais, em projetos sociais e organizações
não governamentais.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
- Educação formal, informal e não formal: conceitos, contextos e relações;
- Movimentos sociais, organizações comunitárias, cultura popular e educação não formal;
- Os campos de estágio em ensino de Artes Visuais na educação não formal;
- Marcos históricos do ensino de arte na educação não formal em Recife;
- Ensino de arte em ONGs;
- Profissionais na educação não formal, o/a educador/a social e o/a arte/educador/a;
- Elaboração de plano de intervenção pedagógica a partir da observação e especificidade de cada
campo de estágio e público-alvo;
- Acompanhamento, avaliação e socialização da experiência.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ARANTES, V. A. (org.); TRILLA, J.; GHANEM, E. Educação formal e não-formal: pontos e
contrapontos. São Paulo: Summus, 2008.
CARVALHO, L. M. O ensino de artes em ONGS. São Paulo Cortez, 2008.
GOHN, M. G. Educação não formal e o educador social: atuação no desenvolvimento de projetos
sociais. São Paulo Cortez, 2010.
175
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BARBOSA, A. M., COUTINHO, R. G. (orgs). Arte/Educação como mediação cultural e social.
São Paulo: UNESP, 2009.
BARBOSA, L. R. Movimento de Cultura Popular: impactos na sociedade pernambucana. Recife:
Ed. do autor, 2009.
NÃO-FRONTEIRAS: universos da educação não-formal / prefácio Olga Rodrigues de Moraes von
Simson; texto Maria da Glória Gohn; dados quantitativos Renata Sieiro Fernandes; Ilustração
Andrés Sandoval, Mariana Zanetti. -- São Paulo: Itaú Cultural, 2007.
SILVA, M. B.; SOUZA, A. P. S.; AZEVEDO, M. L. Memórias não são só memórias: a Escolinha
de Arte do Recife (1953-2013). Recife: Ed. Universitária da UFPE, 2013.
WALSH, C. Pedagogías Decoloniales. Práticas Insurgentes de resistir, (re)existir e (re)vivir. Serie
Pensamiento Decolonial. Editora Abya-Yala. Equador, 2017.
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Departamento de Artes Artes Visuais
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PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO
DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR
TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção)
Disciplina X Estágio
Atividade Complementar Módulo
Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão
STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção)
X OBRIGATÓRIO ELETIVO
DADOS DO COMPONENTE
C. H. Total Período
Carga Horária
Código Nome Nº. de Créditos
Teórica Prática
AR689 Estágio Curricular em Ensino 30 60 4 90 6°
das Artes Visuais 4
Pré-requisitos AR697 Co-Requisitos Requisitos C.H.
EMENTA
Estágio supervisionado de observação e regência em ação educativa das artes visuais, em museus e
espaços culturais.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
- Museus e espaços expositivos de Artes Visuais: natureza e historicidade;
- O processo de mediação: objetivos, métodos e desafios;
- Relação entre mediador, público e obra de arte;
- Relação entre mediação, curadoria e expografia;
- A crítica institucional e a nova museologia ;
- Espaços expositivos e estratégias de inclusão e acessibilidade;
- Elaboração de projeto de mediação a partir da observação e especificidade de cada campo de
estágio e público-alvo;
- Acompanhamento, avaliação e socialização da experiência.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
HELGUERA, Pablo; HOFF, Mônica (orgs.). Pedagogia no campo expandido. Porto Alegre
Fundação Bienal de Artes Visuais do Mercosul, 2011. Disponível em:
https://www.aliciaherrero.org/espaniol/textos/Pedagogia_no_campo_expandido.pdf.
INSTITUTO BRASILEIRO DE MUSEUS. Caderno da Política Nacional de Educação Museal.
Brasília, DF: IBRAM, 2018. Disponível em: https://www.museus.gov.br/wp-
content/uploads/2018/06/Caderno-da-PNEM.pdf.
MÖRSCH, Carmem. Numa encruzilhada de quatro discursos. Mediação e educação na documenta
12 entre Afirmação, Reprodução, Desconstrução e Transformação. In Periódico Permanente. Nº 6,
177
fev. 2016. Disponível em: http://www.forumpermanente.org/revista/numero-6-1/conteudo/numa-
encruzilhada-de-quatro-discursos-1-mediacao-e-educacao-na-documenta-12-entre-afirmacao-
reproducao-desconstrucao-e-transformacao-2.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BRULON, Bruno. Os mitos do ecomuseu: entre a representação e a realidade dos museus
comunitários. MUSAS – Revista Brasileira de Museus e Museologia, Brasília, n. 6, p. 30-46, 2014.
GRINSPUM, Denise. Educação para o patrimônio: museus de arte e escola,
Responsabilidade compartilhada na formação de públicos. 2000. Tese (Doutorado) – Universidade
de São Paulo, São Paulo, 2000.
HEITOR, Gleyce Kelly Maciel. Quando o museu é uma luta!
A criação do Museu da Beira da Linha do Coque e do Museu
das Remoções. (TESE). História pelo Programa de Pós-graduação em História Social da Cultura,
do Departamento de História da PUC-Rio. Rio de Janeiro, 2021.
HONORATO, Cayo. A mediação cultural em meio a controvérsias. Palíndromo, [S. l.], v. 11, n.
25, p. 99-113, 2019.
TURETTA, Gabriela Maetê. Na construção dos modos de fazer: Processos metodológicos de
educadores(as) de museus e exposições de arte. (Dissertação). Programa de Pós-Graduação em
Educação, Culturas e Identidades
da Universidade Federal Rural de Pernambuco/Fundação Joaquim Nabuco. Recife, 2023.
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DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR
TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção)
X Disciplina Estágio
Atividade Complementar Módulo
Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão
STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção)
X OBRIGATÓRIO ELETIVO
DADOS DO COMPONENTE
C. H. Total Período
Carga Horária
Código Nome Nº. de Créditos
Teórica Prática
AR 690 Estética A 30 0 2 30 4º
Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H.
EMENTA
Introduzir os discentes no universo da Estética, familiarizando-os com os conceitos fundamentais, os
referenciais teóricos e os marcos formadores da disciplina. A relação entre a Estética, a Poética, a Crítica de
Arte e a História da Arte. A Beleza enquanto problema filosófico. Principais teorias sobre a arte e sua
importância para a compreensão da produção artística na contemporaneidade.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
A Estética enquanto especialização da Filosofia. A arte e a beleza enquanto problemas filosóficos. Estética
material e Estética formal. Estética e História da Arte. Estética e Crítica de Arte. Crítica judicativa e crítica
criadora. Estética e poética: distinção. Os princípios estéticos e os princípios poéticos. Hierarquia e
classificação das artes. O universo das artes. Teorias da Beleza: visão panorâmica, de Platão a Kant. A
Estética na contemporaneidade. Desafios da Estética contemporânea. A recepção estética. Arte, sociedade e
progresso. Arte e tradição. A questão do novo na arte.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BOSI, Alfredo. Reflexões sobre a arte. 2.ed. São Paulo, Editora Ática, 1986.
PAREYSON, Luigi. Os problemas da Estética. 2.ed. São Paulo: Martins Fontes, 1989.
SUASSUNA, Ariano. Iniciação à Estética. 17 ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2023.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CALVINO, Italo. Seis propostas para o próximo milênio. 2.ed.Trad. Ivo Barroso. São Paulo: Companhia
das Letras, 1990.
COCHOFEL, João José. Iniciação estética. Lisboa: Europa-América, s.d.
ECO, Umberto (Org.). História da feiura. Rio de Janeiro: Record, 2007.
GULLAR, Ferreira. Argumentação contra a morte da arte. 8.ed. Rio de Janeiro: Revan, 2003.
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DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR
TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção)
X Disciplina Estágio
Atividade Complementar Módulo
Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão
STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção)
X OBRIGATÓRIO ELETIVO
DADOS DO COMPONENTE
C. H. Total Período
Carga Horária
Código Nome Nº. de Créditos
Teórica Prática
AR691 ESTÉTICA B 30 0 2 30 7º
Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H.
EMENTA
Dar continuidade às reflexões iniciadas no componente curricular Estética A. Os principais
problemas da Estética na visão dos pensadores contemporâneos. Funções da arte na sociedade
contemporânea.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Beleza e desarmonia.
Relações entre estética e polit́ ica.
Os regimes da arte: ético, representativo e estético.
As artes mecâ nicas e a promoção estética dos anônimos.
O feio na arte.
Arte engajada.
Arte e sociedade.
Arte e moral.
Arte e política.
Arte e progresso.
Arte e intuição.
Arte e inspiração.
Arte e museu.
Arte e colecionismo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BENJAMIN, Walter. Magia e técnica, arte e política: ensaios sobre literatura e história da cultura.
São Paulo: Brasiliense, 2012.
FOUCAULT, Michel. Estética: literatura e pintura, música e cinema (Ditos & Escritos V. 3). Rio
de Janeiro: Forense Universitária, 2006.
180
NGAI, Sianne (2015). “Nossas categorias estéticas”. Revista Eco-Pós, 18(3), 6–17.
https://doi.org/10.29146/eco-pos.v18i3.2760.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DELEUZE, Gilles; GUATTARI, Felix. O que é a filosofia? Rio de Janeiro: Editora 34, 1992.
GALT, Rosalind (2015). “Lindo: teoria do cinema, estética e a história da imagem incômoda”.
Revista Eco-Pós, 18(3), 42–65. https://doi.org/10.29146/eco-pos.v18i3.2762
SANTAELLA, Lúcia. Estética de Platão a Peirce. São Paulo: Experimento, 2000.
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DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR
TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção)
X Disciplina Estágio
Atividade Complementar Módulo
Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão
STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção)
OBRIGATÓRIO X ELETIVO
DADOS DO COMPONENTE
C. H. Total Período
Carga Horária
Código Nome Nº. de Créditos
Teórica Prática
AR649 ESTUDO DA 30 0 2 30
PERFORMANCE
Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H.
EMENTA
Estudo introdutório da Performance enquanto linguagem artística e campo de estudo teórico, como
estímulo à ampliação das fronteiras da investigação e experimentação nas artes, pondo em destaque sua
importância ritual e simbólica seu caráter híbrido e interdisciplinar, suas imbricações semiológicas.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
- Aportes conceituais de fundamentação: aproximações entre a vida e a arte; o caráter ritual; o caráter
cênico-teatral e as interações da Performance no universo das Artes Visuais;
- Raízes e heranças da Performance: os movimentos de vanguarda no século XX e seus desdobramentos
na contemporaneidade;
- A linguagem da Performance: o campo potencial de manipulação do sujieto; o performer e o sentido de
atuação; o espaço reservado aos discursos do corpo; o processo de criação; o diálogo com tecnologias
midiáticas;
- Interfaces da Performance: estudos artístico-teatrais, estudos antropológicos e novas mídias.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BARBOSA, Eduardo Romero Lopes. Visível Audível Tangível: Mitos do Corpo na Performance/ Eduardo
Romero Lopes Barbosa. – Recife: Tese (doutorado) - Universidade Federal de Pernambuco, CFCH.
Programa de Pós-Graduação em Antropologia, 2014. https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/12069
COHEN, Renato. Performance como Linguagem: Criação de um Tempo-Espaço de Experimentação. 3°
Edição. São Paulo: Perspectiva, 2013.
GOLDBERG, RoseLee. A Arte da Performance: Do Futurismo ao Presente. São Paulo: Martins Fontes,
2006.
182
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
GLUSBERG, Jorge. A Arte da Performance. 2° Edição. São Paulo: Perspectiva, 2009.
GREINER, Christine. O Corpo, Pistas para Estudos Indisciplinares. 3° Edição. São Paulo: Annablume,
2008.
LE BRETON, David. Adeus ao Corpo - Antropologia e Sociedade. 6° Edição. Campinas, SP: Papirus,
2013.
ZUMTHOR, Paul. Performance, Recepção, Leitura. São Paulo: Cosac Naify, 2007.
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DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR
TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção)
X Disciplina Estágio
Atividade Complementar Módulo
Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão
STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção)
OBRIGATÓRIO X ELETIVO
DADOS DO COMPONENTE
C. H. Total Período
Carga Horária
Código Nome Nº. de Créditos
Teórica Prática
AR? Estudos do Imaginário 60 0 4 60
Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H.
EMENTA
Estudo das imagens a partir da Teoria do Imaginário, criada por Gilbert Durand, com bases na
Filosofia da imaginação de Gaston Bachelard e dos arquétipos de Carl Jung. Discutiremos sobre o
que é o Imaginário. Fundadores da noção do imaginário. A Complexidade de Morin. Subjetividade
na pesquisa acadêmica como um paradigma. Estudos prático-teóricos sobre a imagem e o museu de
imagens.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Noções de Imaginário;
2. Símbolos - simbólico - imaginário;
1. Fundadores da Noção de Imaginário;
3. Imagens;
4. Regimes das imagens;
5. Métodos;
6. Fundadores do Imaginário;
7. Gaston Bachelard;
8. Mircea Eliade;
9. Gilbert Durand;
10. Carl Jung;
11. Edgar Morin;
12. Teoria da Complexidade.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BACHELARD. Gaston. A Poética do Espaço. São Paulo: Martins Fontes, 2008.
DURAND, Gilbert. As estruturas antropológicas do imaginário: introdução à arquetipologia geral. São
Paulo: Martins Fontes, 2002.
PITTA, Danielle P. PITTA, Iniciação à Teoria do Imaginário de Gilbert Durand. Rio de Janeiro: Atlântica
Ed., 2005.
184
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
COSENTINO, Anna Carolina Coelho. Fantasmas do corpocasa: refazendo significados afetivos
por meio da performance. Recife, 2018.
PAES, Bruna de Sousa Pedrosa. Praias do Capibaribe: uma experiência artística de ativação do
espaço público. 2020. Dissertação (Mestrado em Artes Visuais) - Universidade Federal de
Pernambuco, Recife, 2020.
PORTO, Maria do Rosário Silveira (Org.); TEIXEIRA, Maria Cecília Sanchez (Org.); SANTOS,
Marcos Ferreira (Org.); BANDEIRA, Maria de Lourdes (Org.). Tessituras do imaginário: cultura
e educação. Cuiabá, MT: EDUNIC/CICE/FEUSP, 2000.
PITTA, Danielle Perin Rocha (Org.). Ritmos do imaginário. Recife: Ed. Universitária da UFPE,
2005.
REIS, Ane Beatriz dos Santos. Imagens que contam histórias: o feminino na Comunidade
Quilombola de Conceição das Crioulas. 2022. Dissertação (Mestrado em Artes Visuais) –
Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2022.
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PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR
TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção)
x Disciplina Estágio
Atividade Complementar Módulo
Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão
STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção)
x OBRIGATÓRIO ELETIVO
DADOS DO COMPONENTE
C. H. Total Período
Carga Horária
Código Nome Nº. de Créditos
Teórica Prática
AR650 Expressão Plástica Infantil 30 0 2 30 4º
Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H.
EMENTA
Estudo do repertório gráfico e expressivo da criança e do adolescente para o estabelecimento de uma visão
clara e analítica sobre esse repertório com o objetivo de facilitar a própria educação do educador.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
As teorias de Piaget, Vygotski e Paulo Freire e relações com o ensino das artes para/com as infâncias.
Ludicidade e o ensino das artes.
Fundamentos teórico-metodológicos e técnico-metodológicos para o ensino das artes visuais para/com as
infâncias.
Reflexão crítica do processo de ensino/aprendizagem nas aulas de artes visuais para/com as infâncias.
Projetos de Trabalho para os níveis de ensino fundamental (Anos Iniciais e Educação Infantil).
Orientação metodológica para o estágio supervisionado de observação.
A criança e a educação visual;
Artes Visuais e dimensões estéticas (ampliando repertório visual);
Seleção e uso de materiais expressivos;
A ação mediadora do professor;
Documentos (Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil e Parâmetros Curriculares
Nacionais).
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BORRE, Luciana. Bonecas Trapeiras: vivências artográficas e formação docente para/com as infâncias.
Revista Apotheke, 2019. Disponível em: https://drive.google.com/file/d/14fGfrmVNJUycbycialk31OR-
J9Dw0NVv/view?usp=sharing.
CUNHA, Susana Rangel. A arte é para as crianças ou das crianças? In: Flores, Maria Luiza Rodrigues;
Albuquerque, Simone Santos de (org.). Implementação do Proinfância no Rio Grande do Sul: perspectivas
políticas e pedagógicas. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2015. p. 85-100. Disponível em:
https://drive.google.com/file/d/1FVcsjrdbV1N1m-K5ZexpmxWCpHAjZiB3/view?usp=sharing
186
HERNANDEZ, Fernando. Transgressão e mudança na educação : os projetos de trabalho. Porto Alegre :
Artmed, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BOMBONATO, Giseli Aparecida; Farago, Alessandra Corrêa. As etapas do desenho infantil segundo autores
contemporâneos. Cadernos de Educação: Ensino e Sociedade, Bebedouro-SP, 3 (1): 171-195, 2016. Disponível
em: https://unifafibe.com.br/revistasonline/arquivos/cadernodeeducacao/sumario/40/30042016104546.pdf.
BORRE, Luciana. Desobediência: uma intervenção urbana com a Pedagogia da Autonomia. ESTUDOS
UNIVERSITARIOS, v. 38, p. 477-488, 2021. Disponível em:
https://periodicos.ufpe.br/revistas/index.php/estudosuniversitarios/article/view/249913/39256
BORRE, Luciana. Obediência: processos de ensinar, aprender e artistar. Revista Gearte, v. 8, p. 1-16, 2021.
Disponível em: https://seer.ufrgs.br/gearte/article/view/104306/0.
HERNANDEZ, Fernando. Cultura visual, mudança educativa e projeto de trabalho. Porto Alegre : Artmed,
2000.
PIMENTEL, Lucia Gouvêa. Som, gesto, forma e cor: dimensões da arte e seu ensino. Belo Horizonte:
C/ARTE, 2003.
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DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR
TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção)
X Disciplina Estágio
Atividade Complementar Módulo
Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão
STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção)
X OBRIGATÓRIO ELETIVO
DADOS DO COMPONENTE
C. H. Total Período
Carga Horária
Código Nome Nº. de Créditos
Teórica Prática
AR622 FOTOGRAFIA E ARTE 4 0 4 60 4°
Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H.
EMENTA
Analisar as profundas relações da Fotografia com as Artes Visuais, a partilha de códigos e os seus
problemas de classificação como gênero retórico, estético e técnico.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Anatomia da Câmera/Câmeras Analógicas e Digitais/Dispositivos Móveis
2. Processos Históricos e Alternativos em Fotografia
3. A Arte é (tornou-se) Fotográfica?
4. Contexto e Narrativa em Fotografia
5. Fotografia como Arte Contemporânea
6. Práticas de Laboratório
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DUBOIS, Philipe. O Ato Fotográfico e Outros Ensaios. 14° Edição. Campinas: Papirus, 2009.
KOSSOY, Boris. Fotografia e História. São Paulo: Ática, 1989.
FLUSSER, V. Filosofia da Caixa Preta: Ensaios para uma Futura Filosofia da Fotografia. RJ: Dumará,
2002.
188
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BARTHES, Roland. A Câmara Clara. Nota sobre a Fotografia. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2015
KOSSOY, Boris. Realidades e Ficções na Trama Fotográfica. Cotia (SP): Ateliê Editorial, 1999.
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DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR
TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção)
X Disciplina Estágio
Atividade Complementar Módulo
Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão
STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção)
OBRIGATÓRIO X ELETIVO
DADOS DO COMPONENTE
C. H. Total Período
Carga Horária
Código Nome Nº. de Créditos
Teórica Prática
AR651 FOTOGRAFIA E CORPO 60 0 4 60
Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H.
EMENTA
Explorar a relação significante da prática fotográfica dentro da rica diversidade de contextos sociais onde
a mesma tem um papel na construção da identidade e da cultura através do corpo.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. A Fotografia como Operação Simbólica
2. Fotografia e Corpo Humano
3. A Construção Social do Corpo
4. O Corpo e seus Duplos
5. Representação Sujeito-Objeto
6. O Privado e o Público
7. O Outro
8. Corpos Tecnológicos
9. O Corpo em seu Campo Ampliado
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CORBIN, A., Courtine, J-J., Vigarello, G. História do Corpo. 5° Edição. 3 vol. Petrópolis, Vozes, 2012.
DUBOIS, Philipe, O Ato Fotográfico e Outros Ensaios. Trad. M. Appenzeller, Campinas, Papirus, (1990)
2004.
JEUDY, Henri-Pierre. O Corpo como Objeto de Arte. 2° Edição. São Paulo: Estação Liberdade, 2002.
190
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ECO, U (Org.). A História da Feiúra. Trad. Eliana Aguiar. Rio de Janeiro: Record, 2007.
______ (Org.). A História da Beleza. Trad. Eliana Aguiar. Rio de Janeiro: Record, 2004.
FIGUEIREDO, Lucy, Imagens Polifônicas: Corpo e Fotografia. SP: Annablume, Fapesp, 2007.
DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO
Departamento de Artes Artes Visuais
_________________________________________ ________________________________________________
ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA
191
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO
DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR
TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção)
X Disciplina Estágio
Atividade Complementar Módulo
Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão
STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção)
X OBRIGATÓRIO ELETIVO
DADOS DO COMPONENTE
C. H. Total Período
Carga Horária
Código Nome Nº. de Créditos
Teórica Prática
AR615 Fundamentos da 30 30 3 60 1º
Arte/Educação
Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H.
EMENTA
Disciplina teórica voltada para o estudo das ideias que contribuíram para a elaboração do conceito de Arte-
Educação e para a sua consolidação como atividade profissional no mundo contemporâneo.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Bases filosóficas: os principais filósofos que contribuíram para a construção do pensamento d o
ensino das Artes Visuais;
2. Bases sociológicas: as idéias estético-pedagógicas para o ensino das Artes Visuais, considerando as
leis 10.639/2003 e a 11.645/2008 para a inclusão da história do ensino das Artes Visuais africana, indígena
e latino americana;
3. Bases psicológicas: a teoria da personalidade e da criação artística; a teoria das funções da
consciência e do processo criativo;
4. O ensino das Artes Visuais: perspectivas históricas na contemporaneidade;
5. O campo de atuação do/a professor/a de Artes Visuais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BARBOSA, A. M. (Org.). Arte/Educação Contemporânea: Consonâncias Internacionais. São
Paulo: Cortez, 2005.
DEWEY, John, Experiência e Natureza: lógica; a teoria da investigação; arte como experiência, vida
educação/1980.
FUSARI, Maria F. de Rezende; FERRAZ, Maria Heloisa C. de T. Arte na educação escolar. São Paulo:
Cortez, 1991.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BARBOSA, Ana Mae. A abordagem triangular no ensino das artes e culturas visuais, São Paulo: Cortez,
2010.
BARBOSA, Ana Mae. Arte Educação no Brasil. 7ª ed. São Paulo: Perspectiva; 2012.
192
IAVELBERG, Rosa. Para gostar de aprender arte : sala de aula e formação de professores / Rosa Iavelberg.
Porto Alegre : Artes Médicas, 2007.
MATTAR, Sumaya; AZEVEDO, Vinícius de. Arte e educação para professores: teias de afeto e
saberes. Universidade de São Paulo. Escola de Comunicações e Artes, 2022.
RICHTER, Ivone Mendes.. Interculturalidade e estética do cotidiano no ensino das artes visuais.
São Paulo : Mercado de Letras, 2003.
DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO
Departamento de Artes Artes Visuais
_________________________________________ ________________________________________________
ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA
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PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO
DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR
TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção)
X Disciplina Estágio
Atividade Complementar Módulo
Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão
STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção)
X OBRIGATÓRIO ELETIVO
DADOS DO COMPONENTE
C. H. Total Período
Carga Horária
Código Nome Nº. de Créditos
Teórica Prática
SF451 Fundamentos da Educação 60 0 4 60 2º
Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H.
EMENTA
Introdução à análise e discussão do fenômeno educativo, considerando as relações entre
educação e sociedade a partir de uma reflexão teórica, instrumentando o aluno para
compreensão de sua formação e prática como educador e para o enfrentamento teórico-
prático das principais questões relativas à educação brasileira numa perspectiva crítica e
transformadora.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1) Educação e cultura
a. Conceito de educação
b. Conceito de cultura
c. Relação entre educação e cultura
2) Educação e Sociedade
a. Educação e sociedade em modos de produção diferentes: a sociedade primitiva
e a sociedade de classes
b. Teorias explicativas da relação educação e sociedade
3) Educação na sociedade capitalista
a. O processo produtivo em modos de produção diferentes: a sociedade no modo de produção
capitalista.
b. Estado, educação, ideologia e o papel da escola numa sociedade desigual: reprodução, e
transformação social.
4) Realidade Educacional Brasileira.
a. Contextualização histórica: de 1930 aos dias atuais
b. Ensino público X ensino privado.
c. Fracasso escolar e analfabetismo
194
d. Ideologia no livro didático
e. O papel do educador: a questão política do trabalho pedagógico
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
LIBÂNEO, José Carlos. Adeus professor adeus professora? Novas exigências educacionais e
profissão docente. 13 ed. São Paulo: Cortez, 2011
PEREIRA, C. M. R. C., SABBATINI, M., VOSS, R. R. Paulo Freire em debate. Recife: Editora
Universitária UFPE, 2013. Disponível em: https://editora.ufpe.br/books/catalog/book/192
SAVIANI, Demerval. Escola e democracia. 42 ed. São Paulo: Cortez, 2012.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ARANHA, Maria Lúcia A. Filosofia da Educação. 3 ed. rev. amp. São Paulo: Moderna, 2006.
BEVILACQUA, Aluisio Pampolha. John Dewey e a Escola Nova no Brasil. Ciência & Luta de
Classes Digital, a. 1, v.1, n.1, p. 1-18, 2014. Disponível em:
https://revistaclc.ceppes.org.br/online/article/view/29
BRANDÃO, Carlos Rodrigues. O que é Educação. Brasiliense: 2007.
GADOTTI, Moacir. A questão da educação formal/não-formal. Sion: IDE, 2005. Disponível em:
https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/5633199/mod_resource/content/1/eudca%C3%A7%C3
%A3o%20n%C3%A3o%20formal_formal_Gadotti.pdf
FREIRE, Paulo. Não há docência sem discência. In:_________. Pedagogia da autonomia: saberes
necessários à prática educativa. 34 ed. São Paulo: Paz e Terra, 2006.
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ÁREA
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DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR
TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção)
X Disciplina Estágio
Atividade Complementar Módulo
Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão
STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção)
X OBRIGATÓRIO ELETIVO
DADOS DO COMPONENTE
C. H. Total Período
Carga Horária Nº. de
Código Nome
Créditos
Teórica Prática
AR612 FUNDAMENTOS DA
LINGUAGEM VISUAL 1 60 0 4 60 1°
Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H.
EMENTA
Estudo dos conhecimentos relacionados aos elementos básicos da composição e dos conceitos
relacionados à teoria da composição.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
ASPECTOS GERAIS DA PERCEPÇÃO E DA LINGUAGEM VISUAL
1. O Imaginário Coletivo e Individual
2. Percepção Sensorial, Visual e seus Processos
3. Linguagem do Corpo
4. Psicologia Visual, Gestalt, as Ilusões e outros Efeitos Óticos
5. A Semiótica da Expressão Artística Visual
6. Composição: Fundamentos Sintáticos dos Fundamentos Visuais
FUNDAMENTOS ESTRUTURAIS DE EXPRESSÃO E LEITURA NA LINGUAGEM VISUAL
1. Perspectiva
2. A percepção da Forma e suas Relações: Estrutura, Volume, Espaço, Proporções, Tonalidades e
Contrastes
3. Análise da Organização e Reorganização Formal, Harmonia dos Elementos Visuais
4. Tensões Visuais, Equilíbrio, Movimento, Ritmo e Unidade
5. Estudo da Luz e da Sombra e das Tonalidades
6. Construção no Espaço e o Equilíbrio entre os Elementos visuais
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ARNHEIM, Rudolf. Arte e Percepção Visual: Uma Psicologia da Visão
Criadora. 12° Edição. São Paulo: Pioneira, 1998.
196
DONDIS, Donis A. Sintaxe da Linguagem Visual. 3°. Ed. São Paulo: Martins Fontes, 2007.
GOMBRICH, E. H. Arte e Ilusão. 4° Edição. São Paulo: Martins Fontes, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CHIPP, H. B. Teorias da Arte Moderna. 2° Edição. São Paulo: Martins Fontes, 1996.
OSTROWER, Fayga. Universos da Arte. 14°. Edição. Rio de Janeiro: Editora Campus, 1999.
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PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO
DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR
TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção)
X Disciplina Estágio
Atividade Complementar Módulo
Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão
STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção)
X OBRIGATÓRIO ELETIVO
DADOS DO COMPONENTE
C. H. Total Período
Carga Horária
Código Nome Nº. de Créditos
Teórica Prática
AR617 FUNDAMENTOS DA
LINGUAGEM VISUAL 2 60 0 4 60 2°
Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H.
EMENTA
Estudo da teoria da cor como elemento de composição da obra de arte.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Processo Visual - Luz e Percepção
2. Cromatismo
2.1 Cor Luz, Cor Pigmento, o Espectro Cromático e o Círculo Cromático
2.2 Cores Primarias, Secundarias, Terciárias e Quaternárias, Cores Análogas,
Complementares, Efeitos Cromáticos
2.3 Análise das Cores através de Misturas de Pigmentos, Graduação e Predominância
Cromática, Escalas Altas, Medias e Baixas
2.4 Intensidade, Tonalidade, Saturação, Gama, Nuances, Contrastes
2.5 Efeitos Visuais na Mistura e Efeitos Visuais na Justaposição de Cores, Harmonia
Cromática e Composição Cromática
3. Simbolismo BioPsicoCultural - Sensorialidade/Psicologia e Cultura
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BARROS, Lilian Ried Miller. A Cor no Processo Criativo - Um Estudo Sobre Bauhaus e a Teoria de
Goethe - 3ª EdIÇÃO. São Paulo: SENAC, 2009.
FARINA, Modesto.: Psicodinâmica da Cores e Comunicação. 4° Edição. São Paulo: Edgard Blücher, 1990.
GUIMARÃES, Luciano. A Cor como Informação: A Construção Biofísica, Linguística e Cultural da
Simbologia das Cores. 3° Edição. São Paulo: Annablume, 2004.
198
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DONDIS, Donis A. Sintaxe da Linguagem Visual. 3°. Ed. São Paulo: Martins Fontes, 2007.
PEDROSA, Israel: Da Cor a Cor Inexistente. 10° Edição. Rio de Janeiro. SENAC, 2010.
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Departamento de Artes Artes Visuais
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PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO
DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR
TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção)
X Disciplina Estágio
Atividade Complementar Módulo
Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão
STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção)
X OBRIGATÓRIO ELETIVO
DADOS DO COMPONENTE
C. H. Total Período
Carga Horária
Código Nome Nº. de Créditos
Teórica Prática
PO492 Fundamentos Psicológicos da 90 0 6 90 3º
Educação
Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H.
EMENTA
Estudo de teorias psicológicas sobre o desenvolvimento socioafetivo e cognitivo e os processos de
ensino e de aprendizagem na infância, adolescência e vida adulta. Problematização sobre as relações
entre Psicologia e Educação.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1 - Introdução à ciência Psicológica: Psicologia do Desenvolvimento — conceito, objeto e
métodos de investigação; teorias psicológicas da aprendizagem e os modelos epistemológicos que
fundamentam essas teorias.
2 - Aspectos socioafetivos do desenvolvimento segundo diferentes perspectivas teóricas clássicas:
Freud e a Psicanálise, Wallon e a teoria da pessoa completa.
2.1 Limites e possibilidades das teorias estudadas na investigação dos processos de
desenvolvimento socioafetivo.
2.2 Implicações pedagógicas decorrentes das diferentes perspectivas teóricas estudadas.
3 - Aprendizagem e conhecimento segundo diferentes perspectivas teóricas clássicas: O
Behaviorismo Radical de Skinner; a Epistemologia Genética de Piaget e Psicologia Sócio-
Histórica de Vygotsky.
3.1 Limites e possibilidades das teorias estudadas na investigação dos processos de
desenvolvimento cognitivo, da aprendizagem e do ensino.
3.2 Implicações pedagógicas decorrentes das diferentes perspectivas teóricas estudadas.
4 - Desenvolvimento afetivo e social de pessoas com deficiência e/ou com dificuldades de
aprendizagem e pessoas em situação de vulnerabilidade e risco.
200
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CARRARA, K. (Org.). Introdução à psicologia da educação: seis abordagens. São Paulo:
Avercamp, 2004.
COLL, C., PALACIOS, J. & MARCHESI, A. (Orgs.). Desenvolvimento psicológico e educação:
transtornos de desenvolvimento e necessidades educativas especiais. 2. ed. Porto Alegre: Artmed,
2010. vol. 3.
MONTEIRO, Carlos Eduardo Ferreira; RODRIGUES, Sylvia Regina de Chiaro Ribeiro. (Org.).
Fundamentos psicológicos do ensino e da aprendizagem. Recife: Ed. Universitária da UFPE, 2012.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FREUD, S. Três ensaios sobre a teoria da sexualidade. Rio de Janeiro: Imago, 2002.
PIAGET, J. Psicologia e Pedagogia. 10 ed. Rio de Janeiro: Forense, 2010.
VYGOTSKY, L. S. Psicologia pedagógica. São Paulo: Martins Fontes, 2004.
SKINNER, B. F. Sobre o behaviorismo. 13. ed. São Paulo: Cultrix, 2011.
WALLON, H. A Evolução psicológica da criança. São Paulo: Martins fontes, 2007.
201
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PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO
DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR
TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção)
X Disciplina Estágio
Atividade Complementar Módulo
Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão
STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção)
X OBRIGATÓRIO ELETIVO
DADOS DO COMPONENTE
C. H. Total Período
Carga Horária
Código Nome Nº. de Créditos
Teórica Prática
AP492 GESTÃO EDUCACIONAL E 60 0 4 60 8º
GESTÃO ESCOLAR
Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H.
EMENTA
Discussão e análise das concepções de organização e gestão escolar (diretrizes, normas,
procedimentos operacionais e rotinas administrativas), numa compreensão mais geral da cultura
organizacional no que se refere ao conjunto de fatores sociais, culturais e psicológicos que
influenciam os modos de agir da organização como um todo e do comportamento das pessoas em
particular.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Administração Geral e Educacional
- Conceitos
- Principais bases teóricas
- Paradigmas e perspectiva da gestão educacional
- Perspectivas e implicações do processo de gestão democrática na escola
Cultura Organizacional / Cotidiano Escolar
- Tendências pedagógicas na prática da gestão escolar
- Objetivos da escola e as práticas de organização e gestão (aspectos físicos, funcionamento,
recursos materiais, financeiros e humanos)
- O dirigente e sua equipe
- Proposta Pedagógica na gestão democrática da escola
- Relações da escola com a comunidade
- Relações da escola com o sistema de ensino e os resultados educacionais
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DOURADO, Luís Fernandes (Org.). Políticas e Gestão da Educação no Brasil: novos marcos
regulatórios. São Paulo: Xamã, 2009. (ARTIGO)
PARO, Vitor Henrique. Escritos sobre educação. 1. ed. São Paulo: Xamã, 2001.FERREIRA, N. S.
202
C. e AGUIAR, M. A. (orgs.). Gestão da educação: impasses, perspectivas e compromissos. 3. ed.,
São Paulo: Cortez, 2001.
VIEIRA, Sofia Lerche. Educação básica: política e gestão da escola. Fortaleza: Liber Livro, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALARCÃO, Isabel (Org.). Escola reflexiva e nova racionalidade. Porto Alegre: Artmed, 2001.
ALONSO, M. "A administração educacional e os desafios da modernidade". Revista brasileira de
administração educacional. Brasília, v. 11, n. 1, p. 9-26 jan/jun.1995.
FELIX, Maria de Fatima Costa. Administração escolar: um problema educativo ou empresarial?:
analise da proposta do estado capitalista brasileiro para burocratização do sistema escolar . 4. ed.
-. São Paulo: Cortez: Autores Associados, 1989.
FERREIRA, N. S. C. (org.). Gestão democrática da educação: atuais tendências, novos desafios.
São Paulo: Cortez, 2003.
FERREIRA, Naura Syria Carapeto (Org.); AGUIAR, Márcia Ângela (Org). Gestão da educação:
impasses, perspectivas e compromissos. 3.ed. Cortez, 2001.
203
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO
DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR
TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção)
X Disciplina Estágio
Atividade Complementar Módulo
Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão
STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção)
X OBRIGATÓRIO ELETIVO
DADOS DO COMPONENTE
C. H. Total Período
Carga Horária
Código Nome Nº. de Créditos
Teórica Prática
AR692 Gravura A 30 30 3 60 3º
Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H.
EMENTA
Iniciação à gravura e seus aspectos técnicos, históricos e conceituais. Experimentação com a xilogravura, a
monotipia e a cologravura.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
- Considerações históricas e conceituais a respeito da gravura.
- Experimentação dos procedimentos técnicos da monotipia, xilogravura, linoleogravura,
cologravura.
- Confecção de matrizes, gravação e impressão de cópias.
- Apreciação da gravura em diversidade de contextos histórico-culturais.
- Pesquisa de processos e materiais alternativos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
LISBOA, ANA. Plantação e colheita / organização editorial e ensaio crítico: Clarissa Diniz e Patrícia
Burrowes. Recife: Funcultura, 2009.
OSTROWER,Fayga. Criatividade e processo de criação. Petropolis: Vozes, 1989.
SHRIMPTON, Regina Helena. Monotipia uma investigação técnica e artística. Dissertação de mestrado.
UNIVERSIDADE DO ALGARVE Faculdade de Ciências Humanas e Sociais. Portugal. 2012. Disponível
em: https://sapientia.ualg.pt/bitstream/10400.1/3522/1/Monotipia170513.pdf. Acesso em: 12.04.2024.
204
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BLAUTH, Lurdi. Gravura contemporânea: gravações e impressões entre cheios e vazios. Revista
Científica/FAP, Curitiba, v. 5, n. 1, 2010. DOI: 10.33871/19805071.2010.5.1.1572.
FREDDI, H. (2015). Gravura e devir. Arte 21, 5(2), 107–109.
FREITAS, A. Gravura expandida: as Mostras da Gravura dos anos 1990 - DOI 10.5216/vis.v8i2.18274.
Visualidades, Goiânia, v. 8, n. 2, 2012.
PERRUD SILVA, P. (2023). Entre a reprodução e a expressão: notas por uma história da gravura como arte
e imagem (séculos XVI-XXI). Domínios Da Imagem, 17(32), 244–267.
SANTOS, Márcia Campos dos. Gravura sobre policarbonato: uma experiência contemporânea. 2006.
Dissertação (Mestrado) Universidade Estadual Paulista, Instituto de Artes, 2006.
DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO
Departamento de Artes Artes Visuais
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PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO
DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR
TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção)
X Disciplina Estágio
Atividade Complementar Módulo
Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão
STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção)
X OBRIGATÓRIO ELETIVO
DADOS DO COMPONENTE
C. H. Total Período
Carga Horária
Código Nome Nº. de Créditos
Teórica Prática
AR693 Gravura B 30 30 3 60 4º
Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H.
EMENTA
Estudo histórico, conceitual, técnico e expressivo da gravura em metal
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
- Considerações históricas e conceituais a respeito da calcogravura
- Processos da gravura de incisão - calcogravura.
- Experimentação dos procedimentos técnicos da gravura de incisão, água forte, água tinta e
ponta seca.
- Confecção de matrizes, gravação e impressão de cópias.
- Apreciação da produção de calcogravura em diversidade de contextos histórico-culturais.
- Pesquisa de processos e materiais alternativos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ARONIS, Jacqueline. Matéria gráfica: idéia e imagem. 2009. Tese (Doutorado em Poéticas Visuais)
- Escola de Comunicações e Artes, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2009.
doi:10.11606/T.27.2009.tde-13072009-185747.
CALZAVARA, Ana Lucia. Entremeios. 2012. Tese (Doutorado em Poéticas Visuais) - Escola de
Comunicações e Artes, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2012.
206
JORGE, Alice.; GABRIEL, Maria, 1937-. Técnicas de gravura artística: xilogravura, linóleo,
calcografia, litografia. 2. ed. -. Lisboa: Livros Horizonte, 2000.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BLAUTH, Lurdi. Gravura contemporânea: gravações e impressões entre cheios e vazios. Revista
Científica/FAP, Curitiba, v. 5, n. 1, 2010. DOI: 10.33871/19805071.2010.5.1.1572.
GABBAI, Paula Escobar. Canteiros e matrizes (uma catedral interior). 2018. Tese (Doutorado em
Poéticas Visuais) - Escola de Comunicações e Artes, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2018.
MUBARAC, Luiz Claudio. Notas Sobre Incisão. 1998. Tese (Doutorado em Artes Plásticas) -
Escola de Comunicações e Artes, Universidade de São Paulo, São Paulo, 1998.
doi:10.11606/T.27.2019.tde-24042019-130123.
PAULINO, Rosana. Imagens de sombras. 2011. Tese (Doutorado em Poéticas Visuais) - Escola
de Comunicações e Artes, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2011.
doi:10.11606/T.27.2011.tde-05072011-125442.
TURCATO, José Milton. Ensaio gráfico, gravura em metal, o desígnio, o desenho, a gravura. 2014.
Tese (Doutorado em Poéticas Visuais) - Escola de Comunicações e Artes, Universidade de São
Paulo, São Paulo, 2014. doi:10.11606/T.27.2014.tde-20102014-095330.
DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO
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PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO
DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR
TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção)
X Disciplina Estágio
Atividade Complementar Módulo
Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão
STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção)
X OBRIGATÓRIO ELETIVO
DADOS DO COMPONENTE
C. H. Total Período
Carga Horária
Código Nome Nº. de Créditos
Teórica Prática
AR 611 História da Arte 1 30 0 2 30 1º
Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H.
EMENTA
Estudo das manifestações artísticas na Pré-História e na Antiguidade universal.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
História e História da Arte: conceitos iniciais e princípios metodológicos. Origens da arte. Arte pré-
histórica. Arte no Paleolítico. Arte no Neolítico. Arte na Mesopotâmia. Arte egípcia. Arte em Creta e no
Mundo Egeu. Arte grega. Arte romana. Arte africana. Arte pré-colombiana.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DURDEN, Dennis. African art. London: Paul Hamly, 1968.
JANSON, H. W. História geral da arte. São Paulo: Martins Fontes, 2019.
GOMBRICH, E. H. A história da arte. Trad. Cristiana de Assis Serra. Rio de Janeiro: LTC, 2013.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BECKETT, Wendy. A história da pintura. São Paulo: Ática, 1997.
O’NEILL, Elena; CONDURU, Roberto. Carl Einstein e a arte da África. Rio de Janeiro: EdUERJ, 2015.
OSTROWER, Fayga. Universos da arte. 2.ed. Rio de Janeiro: Campus, 1983.
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Departamento de Artes Artes Visuais
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DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR
TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção)
X Disciplina Estágio
Atividade Complementar Módulo
Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão
STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção)
X OBRIGATÓRIO ELETIVO
DADOS DO COMPONENTE
C. H. Total Período
Carga Horária
Código Nome Nº. de Créditos
Teórica Prática
AR 616 História da Arte 2 30 0 2 30 2º
Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H.
EMENTA
Estudo das manifestações artísticas na Idade Média, no Renascimento, no Barroco e no Rococó.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Arte paleocristã e arte bizantina. O Românico e o Gótico: cronologia, contexto histórico e espaço geográfico.
Das basílicas às catedrais. Renascimento: pintura, escultura, arquitetura. Barroco: pintura, escultura e
arquitetura. Autonomia e integração das artes. Rococó.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GOMBRICH, E. H. A História da Arte. Trad. Cristiana de Assis Serra. Rio de Janeiro: LTC, 2013.
JANSON, H. W. História geral da arte. São Paulo: Martins Fontes, 2019.
WÖLFFLIN, Heinrich. Conceitos fundamentais da História da Arte. Trad. João Azenha Jr. São Paulo:
Martins Fontes, 2019.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BECKETT, Wendy. A história da pintura. São Paulo: Ática, 1997.ISAACSON, Walter. Leonardo da Vinci. Trad.
André Czarnobai. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2017.
OSTROWER, Fayga. Universos da arte. 2.ed. Rio de Janeiro: Campus, 1983.
VASARI, Giorgio. Vida de Michelangelo Buonarroti. Trad. Luiz Marques. Campinas (SP): Ed. Unicamp, 2011.
DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO
Departamento de Artes Artes Visuais
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PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR
TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção)
X Disciplina Estágio
Atividade Complementar Módulo
Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão
STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção)
X OBRIGATÓRIO ELETIVO
DADOS DO COMPONENTE
C. H. Total Período
Carga Horária
Código Nome Nº. de Créditos
Teórica Prática
AR620 História da Arte 3 30 0 2 30 3º
Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H.
EMENTA
As manifestações artísticas ocidentais do século XVIII ao final do século XIX: Analisar a produção
artística da Idade Moderna, identificando as várias correntes do período bem
como os fatores socioeconômicos e culturais determinantes das expressões plásticas.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Introdução à História da Arte 3: o contexto político e social
O Neoclassicismo francês e seus reflexos no mundo ocidental
Romantismo e Realismo :dois momentos distintos e paradoxais
Impressionismo: O mundo visto ao ar livre
Pós- Impressionismo/Neo Impressionismo: as pesquisas e transformações
Ecletismo: a arquitetura e seus adicionamentos históricos
Movimento Decadentista
Art Nouveau: a natureza inspira
Os Nabis
Art and Crafts um movimento estético e social inglês, da segunda metade do século XIX,
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DEMPSEY. Amy. Estilos, escolas e movimentos. São Paulo: Cosac Naif, 2003.
GOMBRICH, E.H. A história da arte. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1993.
JANSON, H.W. História da arte. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1989.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ARGAN, Giulio Carlo. Arte Moderna: do iluminismo aos movimentos contemporâneos. São
Paulo: Companhia das Letras, 1992.
ARGAN, G. C. História da Arte como história da cidade. São Paulo: Martins Fontes, 1998.
HESSEL, Katy. A História da Arte sem os Homens. Rio de janeiro: Rosa dos Tempos, 2024.
ZACCARA, Madalena. Pedro Américo: um artista brasileiro do século XIX. Recife: UFPE, 2011
210
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PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR
TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção)
X Disciplina Estágio
Atividade Complementar Módulo
Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão
STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção)
X OBRIGATÓRIO ELETIVO
DADOS DO COMPONENTE
C. H. Total Período
Carga Horária
Código Nome Nº. de Créditos
Teórica Prática
AR624 História da Arte 4 30 0 2 30
Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H.
EMENTA
Estudo das artes visuais no século XX na Europa e seus desdobramentos e os reflexos da sociedade
industrial na criação artística.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Introdução ao modernismo
A École de Paris: a globalização
Arte e gênero na idade das transformações
O cubismo
O futurismo
O Dadaísmo
O Surrealismo
As várias formas de abstração no período estudado.
As escolas e o modernismo
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BAZIN, Germain. História da história da arte: de Vasari a nossos dias. São Paulo: M. Fontes, 1989.
DEMPSEY. Amy. Estilos, escolas e movimentos. São Paulo: Cosac Naif, 2003.
GOMBRICH, E.H. A história da arte. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1993.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BATISTA, M. R. Os artistas brasileiros na Escola de Parias. São Paulo: Editora 34, 2012
CABRAL, Carlos Romeu. Conexão Recife- Paris: transferências artísticas e descentralização da
arte moderna brasileira a obra de Fedora (1889-1975), Vicente (1899- 1970) e Joaquim do Rego
Monteiro (1903- 1934). Cajazeiras: Arribaçã, 2023.
212
HESSEL, Katy. A História da Arte sem os Homens. Rio de janeiro: Rosa dos Tempos, 2024.
JANSON, H W. Iniciação a História da Arte. São Paulo: Martins Fontes 1988.
ZACCARA, Madalena. Mulheres brasileiras na Ecole de Paris. Curitiba: CRV. 2022.
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PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR
TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção)
X Disciplina Estágio
Atividade Complementar Módulo
Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão
STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção)
X OBRIGATÓRIO ELETIVO
DADOS DO COMPONENTE
C. H. Total Período
Carga Horária
Código Nome Nº. de Créditos
Teórica Prática
AR630 História da Arte 5 30 0 2 30 5º
Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H.
EMENTA
Estudo da arte contemporânea desde o início da pós-modernidade e seus aspectos plurais; as
principais correntes artísticas, suas obras e artistas mais significativos.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Introdução ao pós-modernismo
Arte e Política/arte e gênero
A arte Pop
O hiper-realismo
Minimalismo
Arte Bruta
A arte conceitual e seus desdobramentos
Performance
Body Art
Instalação
Land Art
Arte Relacional
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CATTANI, Icleia Borsa. Mestiçagens na arte contemporânea: conceito e desdobramentos. In:
______ (org.). Mestiçagens na arte contemporânea. Porto Alegre: Editora da UFRGS.
DEMPSEY. Amy. Estilos, escolas e movimentos. São Paulo: Cosac Naif, 2003.
FOSTER, Hal. O retorno do real: A vanguarda no final do século XX. São Paulo: Ubu Editora,
2017.
214
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ARGAN, Giulio Carlo. Arte Moderna: do iluminismo aos movimentos contemporâneos. São
Paulo: Companhia das Letras, 1992.
CATTANI, Icleia Borsa. Mestiçagens na arte contemporânea: conceito e desdobramentos. In:
______ (org.). Mestiçagens na arte contemporânea. Porto Alegre: Editora da UF.
GOMBRICH, E.H. A história da arte. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1993.
HESSEL, Katy. A História da Arte sem os Homens. Rio de janeiro: Rosa dos Tempos, 2024
ZACCARA, Madalena. Mulheres artistas brasileiras na École de Paris: entre a academia e as
vanguardas. Santa Catarina: CRV, 2021.
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TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção)
X Disciplina Estágio
Atividade Complementar Módulo
Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão
STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção)
X OBRIGATÓRIO ELETIVO
DADOS DO COMPONENTE
C. H. Total Período
Carga Horária
Código Nome Nº. de Créditos
Teórica Prática
AR 631 História da Arte Brasileira 1 30 0 2 30 5º
Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H.
EMENTA
Estudo da arte brasileira, da Pré-história ao final do século XIX.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Caráter nacional da arte. Arte no Brasil pré-colonial. Arte no Brasil colonial. Pintores holandeses no Brasil.
Barroco no Brasil. Aleijadinho e Mestre Ataíde. Missão artística francesa. Neoclassicismo e academicismo.
O Romantismo. Identidade nacional nascente. Panorama do séc. XIX.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
MARTIN, Gabriela. Pré-História do Nordeste do Brasil. Recife: Editora Universitária da UFPE, 2013.
SIMIONI, Ana Paula Cavalcanti. Profissão artista: pintoras e escultoras acadêmicas brasileiras. São Paulo:
Editora da Universidade de São Paulo, 2008.
ZANINI, Walter (coord.). História geral da arte no Brasil. São Paulo: Instituto Moreira Salles, 1983.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
NAVES, Rodrigo. A forma difícil: ensaios sobre a arte brasileira. 2. ed. São Paulo: Ática, 1996.LEITE,
José Roberto Teixeira. Arte & arquitetura no Brasil holandês (1624-1654). Recife: Cepe; Instituto
Ricardo Brennand, 2014.
OSTROWER, Fayga. Universos da arte. 2.ed. Rio de Janeiro: Campus, 1983.
ZACCARA, Madalena. Pedro Américo: um artista brasileiro do século XIX. Recife: Editora Universitária
da UFPE, 2011.
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TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção)
X Disciplina Estágio
Atividade Complementar Módulo
Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão
STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção)
X OBRIGATÓRIO ELETIVO
DADOS DO COMPONENTE
C. H. Total Período
Carga Horária
Código Nome Nº. de Créditos
Teórica Prática
AR635 HISTÓRIA DA ARTE 30 0 2 30 6º
BRASILEIRA 2
Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H.
EMENTA
Estudo das primeiras manifestações artísticas do século XX no Brasil até as produções artísticas dos
dias atuais.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. As artes e sua situação entre 1900 e 1922.
2. Semana de 22 e o modernismo em São Paulo
3. Manifesto regionalista em Pernambuco.
4. Os problemas do “nacional” frente ao “internacional”
5. Antropofagia: uma interpretação do Brasil.
6. Concretismo e a seara construtiva
7. Neoconcretismo e a ruptura subjetiva
8. Lygia Clark: o espaço no corpo
9. Hélio Oiticica: os espaços penetráveis
10. A Nova Figuração Brasileira
11. Anos 70: vanguarda e experimentalismo
12. Anos 80: o regresso da pintura
13. Anos 90: a linguagem fragmentada
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CANTON, K. Novíssima Arte Brasileira. Um guia de tendências. São Paulo, MAC/ Fapesp/
Iluminuras, 2000.
SIMIONI, Ana Paula Cavalcanti. Profissão artista: pintoras e escultoras brasileiras entre 1884 e
1922 (2004). Tese (Sociologia). Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas - FFLCH –
USP. São Paulo, 2004.
218
ZANINI, Walter (coord.). História geral da arte no Brasil. São Paulo: Instituto Moreira Salles, 1983.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BASBAUM, Ricardo (org). Arte Contemporânea Brasileira. Texturas, Dicções, Ficções,
Estratégia. Coleções Estratégias. Rio de Janeiro: Rios Ambiciosos, 2001.
BRITO NETO, José Bezerra de. “Quem se associa se afia”: história(s) sobre a profissionalização
dos artistas plásticos em Pernambuco. Disponível em:
https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/2837.
PAIN, Claudia. Coletivos e Iniciativas Coletivas: Modos de Fazer na América Latina
Contemporânea. Porto Alegre: Tese apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais
do Instituto de Artes, 2009.
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TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção)
X Disciplina Estágio
Atividade Complementar Módulo
Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão
STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção)
OBRIGATÓRIO X ELETIVO
DADOS DO COMPONENTE
C. H. Total Período
Carga Horária
Código Nome Nº. de Créditos
Teórica Prática
AR712 História da Arte Latino- 30 0 2 30
Americana
Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H.
EMENTA
Conhecer e compreender a produção artística/estética latino-americana e identificar
para constatar possíveis relações com a tradição ocidental europeia. Desta maneira,
entender suas originalidades, reelaborações, rupturas, dependências e busca por
uma identidade própria.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
• Arte pré-colombiana Latino-Americana: as três grandes áreas do desenvolvimento:
Meso América; área Intermedia e a área Andina.
• O pré-clássico em Meso América: a cultura Olmeca
• O período clássico em Meso América: Teotihuacán; a cultura Zapoteca; o centro
cerimonial o monte Albán e a civilização Maya.
• A área Intermédia: a cultura Quimbaya;
• A colisão entre dois mundos: a colonização e a transculturação.
• O barroco Latino-Americano (México, Peru e Brasil).
• A implantação das academias de Belas Artes na América Latina.
• As culturas híbridas e o contraponto entre arte erudita e arte popular.
• A intenção do resgate das autenticidades locais nas vanguardas latino-americanas
(manifestos, movimentos e artistas).
• O debate político na arte conceitual latino-americana.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CANCLINI, N. G. Culturas híbridas estratégias para entrar e sair da modernidade. São Paulo:
EDUSP, 2000.
ESCOBAR, T. Contestaciones: arte y política desde América Latina. Textos reunidos de Ticio
Escobar (1982-2021). Buenos Aires: CLACSO, 2021.
SUZUKI, Júlio César; CASTRO, Rita de Cássia Marques Lima de; GONÇALVES, Lisbeth Ruth
Rebollo. Arte e Cultura Latino-Americanas. (Série Diálogos Interdisciplinares). Universidade de
220
São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, 2020. Disponível em:
www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/book/503.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ADES, D. Arte na América Latina: a era moderna. 1820-1980. São Paulo: Cosac & Naify, 1997.
COUTO, M. de F. M. Para além das representações convencionais: a ideia de arte latino-americana
em debate. PÓS: Revista do Programa de Pós-graduação em Artes da EBA/UFMG, Belo
Horizonte, p. 124–145, 2017.
FAJARDO-HIIL, C.; GIUNTA, A (Curadoria e textos). Mulheres radicais: arte latino-americana,
1965-1980. São Paulo: Pinacoteca de São Paulo, 2018.
MERLINSKY, Gabriela; SERAFINI, Paula. [Editoras]. Arte y ecología política. Buenos Aires:
CLACSO. IIGG - Instituto de Investigaciones Gino Germani, 2020.
MORENO, Pedro Pablo Gómez; MIGNOLO, Walter. Estéticas decoloniales [recurso
electrónico] Bogotá: Universidad Distrital Francisco José de Caldas, 2012.
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OBRIGATÓRIO X ELETIVO
DADOS DO COMPONENTE
C. H. Total Período
Carga Horária
Código Nome Nº. de Créditos
Teórica Prática
AR653 HISTORIA DA FOTOGRAFIA 30 0 2 30
NO BRASIL
Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H.
EMENTA
Verificar as características da prática fotográfica, suas conseqüências e transformações no Brasil, desde as
suas origens na segunda metade do século XIX.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. A Fotografia no Século XIX
2. Os Pioneiros
3. Fotoclubismo e Pictorialismo
4. A Escola Paulista
5. Fotografia e Artes Plásticas
6. Fotografia Moderna – Figuração e Abstração
7. Geraldo de Barros e as Fotoformas
8. As Representações da/na Natureza
9. Fotografia e Arte Pop
10. José Oiticica Filho e o Fotoclubismo Carioca
11. Aloísio Magalhães e os Cartemas
12. Arquitetura e Fotografia – Cássio Vasconcelos
13. A Fotografia como Expressão do Conceito
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FABRIS, Annateresa, (Org.). Fotografia: Usos e Funções no Século XIX. São Paulo: EDUSP, 2008.
BRISSAC Peixoto, Nelson. Paisagens Urbanas. 4° Edição. São Paulo: Senac, 2009.
KOSSOY, Boris. Fotografia e História. São Paulo: Ática, 1989.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
222
KOSSOY, Boris. Realidades e Ficções na Trama Fotográfica. São Paulo: Ateliê Editorial, 1999
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X Disciplina Estágio
Atividade Complementar Módulo
Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão
STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção)
OBRIGATÓRIO X ELETIVO
DADOS DO COMPONENTE
C. H. Total Período
Carga Horária
Código Nome Nº. de Créditos
Teórica Prática
AR654 História das Técnicas Artísticas 30 0 2 30
Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H.
EMENTA
Estudo do desenvolvimento da Pintura, da Gravura e da Escultura, como linguagens expressivas, as
técnicas através dos tempos e sua relação com a história da arte dos primórdios aos dias atuais.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1 - HISTÓRIA DA PINTURA
A pintura nas cavernas, a pintura no Egito, na Fenícia, na Mesopotâmia, em Creta, Grécia, na
Arte Etrusca, Romana, a pintura na China, no Japão, na Índia, na cultura Andina, a pintura
Bizantina, Românica, Gótica, o Renascimento, o Maneirismo, o Barroco, o Rococó, o
Neoclássico, a pintura Romântica, a pintura Moderna do Impressionismo às Vanguardas atuais.
1. A pintura encáustica das catacumbas egípcias aos pintores de vanguarda atuais.
2. A têmpera através dos séculos
3. A descoberta da tinta à óleo
4. Os afrescos dos Antigos Romanos aos dias atuais
5. As aquarelas de Turner
6. Os pintores Taoístas das dinastias T’ang e Sung na China, as pinturas japonesas e
indianas.
7. Os segredos do Óleo-Encáustica de Rembrandt
8. As resinas plásticas da era Moderna, etc.
9. A pintura no Brasil desde o descobrimento aos dias atuais
224
2 – HISTÓRIA DA GRAVURA
1. A gravura antes de Dürer
2. A gravura no Sec. XVI: Dürer e Marcantonio Raimondi
3. A gravura no Sec. XVII: Tiziano, Van Dick e Rembrandt
4. O Século XIII: A gravura como reprodução da obra de arte
5. Os artistas gravadores: Wateau, Canaletto e Piranese
6. O Século XIX: A gravura ganha status com Goya, Hogarth, Blake, Whistler e Haden. A
contribuição de Senefelder. A descoberta da gravura oriental.
7. Sec. XIX: O expressionismo alemão como referência e fortalecimento da gravura, como
obra de arte: Kathe Kollwitz; Kirchner, Rotlluff, Munch e outros.
8. Picasso, e outros europeus modernistas. O Cubismo e as primeiras manifestações abstratas
na gravura, o Abstracionismo, Dadaísmo e o Surrealismo
9. A Pop Art, e a tendência da gravura A partir dos anos 60.
10. A gravura de nossos dias: pluralidade e possibilidades.
11. A gravura no Brasil. A gravura popular, os clubes de gravuras, o realismo social e as
tendências das vanguardas.
3 - HISTÓRIA DA ESCULTURA
1. As esculturas primitivas
2. As esculturas Egípcias, Persas, Gregas e Romanas.
3. Os mestres das esculturas Gregas, o esplendor da forma perfeita.
4. A escultura-objeto na antiguidade
5. As esculturas monumentais
6. A escultura na Arquitetura
7. A escultura no Renascimento e no Barroco
8. A escultura Neoclássica e Art Noveau
9. Rodin e a escultura moderna
10. As esculturas monumentais Budistas no oriente
11. As esculturas Primitivas Africanas
12. As esculturas das Vanguardas
13. A escultura no Brasil a partir de Aleijadinho e os decoradores Barrocos
14. As esculturas populares no Brasil
15. A escultura no Brasil hoje.
16. Rodin e a escultura moderna
17. As esculturas monumentais Budistas no oriente
18. As esculturas Primitivas Africanas
19. As esculturas das Vanguardas
20. A escultura no Brasil a partir de Aleijadinho e os decoradores Barrocos
21. As esculturas populares no Brasil
22. A escultura no Brasil hoje.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BENJAMIN, Walter-; KOTHE, Flávio René. Walter Benjamin: sociologia. 2. ed. -. São Paulo:
Ática, 1991. 256p. ISBN 850800642X (broch.).
BRITES, B.; TESSLER, E. (Orgs.). O meio como ponto zero: metodologia da pesquisa em artes
plásticas. Porto Alegre: Ed. Universidade/UFRGS, 2002.
GOMBRICH, E. H. Arte e ilusão. São Paulo: Martins Fontes, 2007.
225
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
HOCKNEY, David. O conhecimento secreto: redescobrindo as técnicas perdidas dos grandes mestres. São
Paulo: CosacNaify, 2001.
JORGE, Alice.; GABRIEL, Maria, 1937-. Técnicas de gravura artística: xilogravura, linóleo, calcografia,
litografia. 2. ed. -. Lisboa: Livros Horizonte, 2000.
KIM, Marcos. Imagemaker: fotografia digital sem segredos. 2. ed. atual. São Paulo: Europa, 2007.
MCLUHAN, Marshall, 1911-1980.; PARKER, Harley. O espaço na poesia e na pintura: através do ponto
de fuga. São Paulo: Hemus, c1968.
READ, Herbert. A arte de agora agora: uma introdução a teoria da pintura e escultura modernas. 2. ed. -.
São Paulo: Perspectiva, 1981.
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STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção)
OBRIGATÓRIO X ELETIVO
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C. H. Total Período
Carga Horária
Código Nome Nº. de Créditos
Teórica Prática
AR655 Imagem Técnica 30 0 2 30
Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H.
EMENTA
Estudo da imagem técnica em seus aspectos históricos, conceituais e técnicos. Exploração de
processos, materiais e equipamentos em abordagens diferenciadas.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
• As confluências entre, arte, ciência e tecnologia
• A relação Homem - Máquina.
• Imagem e cibercultura: a Ciberarte
• A realidade virtual.
• O Vídeo Arte
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ARGAN, Carlo Giulio: Arte Moderna. do Iluminismo aos Movimentos Contemporâneos. São
Paulo: Companhia das Letras, 2004.
BENJAMIN, Walter et al. Benjamin e a obra de arte: técnica, imagem, percepção. Contraponto
Editora, 2020.
GOMBRICH, E. H. Arte e ilusão. São Paulo: Martins Fontes, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALBERTO DE POI, Marco: “Curso de Escultura”. Espana. Editorial DE VECCHI S.A. 1997
BRITES, B.; TESSLER, E. (Orgs.). O meio como ponto zero: metodologia da pesquisa em artes
plásticas. Porto Alegre: Ed. Universidade/UFRGS, 2002.
GARCÍA, Juan Carlos: “Diccionario de pintura”. Barcelona. Edit. Larousse Planeta S.A. 1996.
HATJE, Ursula: História de los estilos artísticos, I y II. Madrid. Edit. Istmo.1995.
MONNIER, Gerard. Técnicas artísticas e técnicas de produção. Discurso, v. 7, n. 7, p. 51-66, 1976.
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PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR
TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção)
X Disciplina Estágio
Atividade Complementar Módulo
Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão
STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção)
OBRIGATÓRIO X ELETIVO
DADOS DO COMPONENTE
C. H. Total Período
Carga Horária
Código Nome Nº. de Créditos
Teórica Prática
AR656 Imagens Virtuais 30 30 3 60
Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H.
EMENTA
Atividades práticas de pesquisa e experimentação utilizando-se de imagens geradas pelo
computador, visando a conquista de uma linguagem artística pessoal.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Mudança de paradigma na criação de imagens
2. Técnica e Poese: Poetécnica
3. As Novas Relações entre as Artes Plásticas
4. A Poética da Metamorfose
5. Poéticas Intersemióticas
6. Tratamento da Imagem
7. A Imagem Processada
8. A Imagem Interpolada
9. Imagens Híbridas
10. A Imagem Permutatória: campo dos possíveis
11. Poéticas construídas em redes: a criação compartilhada
12. Subjetividade e máquina
13. Estudos Monográficos
14. Estudos Críticos
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
MACHADO, Arlindo. Pré-cinemas e pós-cinemas. Campinas: Papirus, 2002.
229
PRADO, Gilbertto. Arte telemática: dos intercâmbios pontuais aos ambientes virtuais
multiusuário. São Paulo: Itaú Cultural, 2003.
BARROS, Anna; SANTAELLA, Lúcia (Orgs.). Mídias e artes: os desafios da arte no início do
século XXI. São Paulo: Unimarco, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FATORELLI, Antônio. Fotografia contemporânea: entre o cinema, o vídeo e as novas mídias. Rio
de Janeiro: Senac Nacional, 2013.
DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO
Departamento de Artes Artes Visuais
_________________________________________ ________________________________________________
ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA
230
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO
DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR
TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção)
X Disciplina Estágio
Atividade Complementar Módulo
Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão
STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção)
X OBRIGATÓRIO ELETIVO
DADOS DO COMPONENTE
C. H. Total Período
Carga Horária
Código Nome Nº. de Créditos
Teórica Prática
AR694 Iniciação ao Trabalho de 30 0 2 30 7º
Conclusão de Curso
Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. 1.645 h
EMENTA
Iniciação ao desenvolvimento do Trabalho de Conclusão de Curso em Artes Visuais, possibilitando um
acompanhamento do percurso desenvolvido durante o semestre.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Conceituação de pesquisa
Elementos e definições estruturais de pesquisa
Metodologias de pesquisa
Referenciais e plataformas acadêmicas
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BRITES, Blanca; TESSLER, Elida. O meio como ponto zero: metodologia da pesquisa em artes plásticas.
Porto Alegre: Ed.UFRGS, 2002. Disponível em:
https://lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/206779/000322228.pdf?sequence=1
COSTA, Robson Xavier da; SILVA, Maria Betânia e. Investigação em/sobre Artes Visuais:
artista/pesquisador/professor. Anais. 24ºEncontro da ANPAP, Santa Maria/RS, 2015.
http://anpap.org.br/anais/2015/simposios/s8/robson_xavier_da_costa_maria_bet%C3%A2nia_e_silva.pdf
PASSOS, Eduardo; BARROS, Regina Benevides de. A cartografia como método de pesquisa-intervenção.
Disponível em:
http://www2.fct.unesp.br/docentes/geo/necio_turra/MINI%20CURSO%20RAFAEL%20ESTRADA/PIST
AS%20DO%20M%C9TODO%20DA%20CARTOGRAFIA.pdf#page=17
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
OLIVEIRA, Marilda Oliveira de; CHARREU, Leonardo Augusto. Contribuições da perspectiva
metodológica "investigação baseada nas artes" e da a/r/tografia para as pesquisas em educação. Educ. rev.
vol.32 no.1 Belo Horizonte Jan./Mar. 2016.
231
PIMENTEL, Lúcia Gouvêa. Processos artísticos como metodologia de pesquisa. Ouvirouver, Uberlândia,
v.11, n.1, p.88-98, jan/jun, 2015. Disponível em:
https://seer.ufu.br/index.php/ouvirouver/article/view/32707
REY, Sandra. Da prática à teoria: três instâncias metodológicas sobre a pesquisa em poéticas visuais.
Revista Porto Arte, v.7, n.13, p.81-95, nov. 1996. Disponível
em:https://seer.ufrgs.br/index.php/PortoArte/article/view/27713
SILVA, Maria Betânia e. O lugar das Pesquisas em Arte Educação na ANPAP, ANPEd e BDTD. Arteriais
| revista do ppgartes | ica | ufpa | v. 8 | n. 14 | Jun 2022, p.76-87. Disponível em:
https://periodicos.ufpa.br/index.php/ppgartes/article/view/14753
SOUSA, Maria Goreti da Silva; CABRAL, Carmen Lúcia de Oliveira. A narrativa
como opção metodológica de pesquisa e formação de professores. Disponível em:
https://revistahorizontes.usf.edu.br/horizontes/article/view/149
DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO
Departamento de Artes Artes Visuais
_________________________________________ ________________________________________________
ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA
232
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO
DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR
TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção)
X Disciplina Estágio
Atividade Complementar Módulo
Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão
STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção)
OBRIGATÓRIO X ELETIVO
DADOS DO COMPONENTE
C. H. Total Período
Carga Horária
Código Nome Nº. de Créditos
Teórica Prática
AR219 Iniciação às Técnicas de 0 60 2 60
Estamparia
Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H.
EMENTA
Estudo prático e experimental de várias técnicas de estamparia.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Confecção de Carimbos- Téc. Diversas de Monotipia.
Aplicação com Matrizes em Texturas.
Técnicas de Volume em estamparia
Técnicas de Monotipia: – Azulejos – Acetato – Rolo de Silicone – Vegetação
Técnicas de aquarela – Amarração – Cristais de Sal – Manchas
Padronagens em Tecidos Finos – Guta
Técnicas de Mascaramento – Degradê – Pintura Relevo
Processos de Descoloração – Aquarela – Grafismos
Técnicas. Mistas – Aquarela – Tinta em Pasta
Confecção de Padronagens
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ARNONI, Henrique Gil; MENIN, Mariana. Arte da estamparia: material didático teórico prático
para professores do ensino médio. Mimesis, v. 43, n. 2, 2022.
PEZZOLO, Dinah Bueno. Tecidos - História, Tramas Tipos e usos. São Paulo: Ed. Senac. 2007.
SILVA, Thais Santana da Costa e.; COUTINHO, Solange Fernandes Soares. A estamparia artesanal
como elemento de informação da cultura contemporânea de Pernambuco: um estudo de caso de
estamparia com padronagens referentes as tipografias contemporâneas de Pernambuco. Recife: Ed.
Universitária da UFPE, 2000
233
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALCÂNTARA, Júlia Carvalho de. Estamparia: da pré-história à atualidade, 2020. Trabalho de
conclusão de curso (Curso Superior de Tecnologia em Têxtil e Moda) - Faculdade de Tecnologia
de Americana "Ministro Ralph Biasi", Americana, 2020
CZAPSKI, Alice Brill; AJZENBERG, Elza. Viagens imaginárias: transformação de uma técnica
milenar em linguagem contemporânea. 1994.
FRIED, Robert. Estampa batik: fotografia de estampa desenhada com a técnica de batik. [S. l.]:
National Gallery of Zimbabwe, 2014. Disponível em:
.
PEIXOTO, Nelson Brissac. Paisagens Urbanas. São Paulo: Ed. Senac, 2009.
SUZUKI, Júlio César; SILVA, Adriana Carvalho. Estética, poética e narrativa: entre fluidez e
permanência nas artes. Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências
Humanas, 2016.
TAVARES, Monica et al. Arte_corpo_tecnologia. Universidade de São Paulo. Escola de
291
Comunicações e Artes, 2016.
DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO
Departamento de Artes Artes Visuais
_________________________________________ ________________________________________________
ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA
292
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO
DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR
TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção)
X Disciplina Estágio
Atividade Complementar Módulo
Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão
STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção)
OBRIGATÓRIO X ELETIVO
DADOS DO COMPONENTE
C. H. Total Período
Carga Horária
Código Nome Nº. de Créditos
Teórica Prática
AR671 Tópicos em Arte 6 30 0 2 30
Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H.
EMENTA
Componente de conteúdo variável que versa sobre arte. Aspectos históricos, conceituais, poéticos e
estéticos da arte e tecnologia no Brasil e no mundo. Obras e artistas da vertente tecnológica da arte
contemporânea. A tecnologia como base material para a arte: o pensar e o fazer poéticos e o fruir
estético.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Recorte e escopo definidos pelo/a docente ministrante, no campo das Artes Visuais, abrangendo:
- Aspectos históricos, conceituais, poéticos e estéticos da arte e tecnologia no Brasil e no mundo.
- Obras e artistas da vertente tecnológica da arte contemporânea.
A tecnologia como base material para a arte: o pensar e o fazer poéticos e o fruir estético.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DOMINGUES, D. (Org). A Arte no Século XXI: A Humanização das Tecnologias. São Paulo:
Editora Unesp, 1997.
MACHADO, Arlindo. Arte e mídia. 3.ed. Rio de Janeiro: J. Zahar, 2010.
SANTAELLA, Lúcia. Culturas e artes do pós-humano: da cultura das mídias à cibercultura. São
Paulo: Paulus, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BARRETTO, Francisco de Paula. ARTelligent: Arte e Inteligência Artificial no contexto da
emergência e da autopoiese. 2011. 89 f., il. Dissertação (Mestrado em Artes). Universidade de
Brasília, Brasília, 2011.
BEIGUELMAN, Giselle; LA FERLA, Jorge (Org.). Nomadismos tecnológicos. São Paulo: Editora
SENAC São Paulo, 2011.
CAPISANI, D. Links nos espaços hiperdimensionais das redes eletrônicas - DOI
10.5216/vis.v1i1.17797. Visualidades, Goiânia, v. 1, n. 1, 2016. DOI: 10.5216/vis.v1i1.17797.
Disponível em: https://revistas.ufg.br/VISUAL/article/view/17797.
293
COSTA, Mário. O Sublime Tecnológico. São Paulo: Experimento, 1995.
LYRA, Carla. Arte e tecnologia. Recife: Massangana, 2010.
DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO
Departamento de Artes Artes Visuais
_________________________________________ ________________________________________________
ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA
294
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO
DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR
TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção)
X Disciplina Estágio
Atividade Complementar Módulo
Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão
STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção)
OBRIGATÓRIO X ELETIVO
DADOS DO COMPONENTE
C. H. Total Período
Carga Horária
Código Nome Nº. de Créditos
Teórica Prática
AR? Tópicos em Arte 7 30 30 3 60
Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H.
EMENTA
Disciplina de conteúdo variável que versa sobre arte e seu ensino, investigando práticas artísticas.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Recorte e escopo definidos pelo/a docente ministrante, no campo das Artes Visuais, abrangendo:
- Produções poéticas
- Relação entre arte e base comunitária
- Ensino de artes visuais
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
MATTAR, Sumaya; AZEVEDO, Vinícius de. Arte e educação para professores: teias de afeto e
saberes. Universidade de São Paulo. Escola de Comunicações e Artes, 2022
NAZARIO, L., FRANCA, P. (Orgs.). Concepções contemporâneas da arte. Belo Horizonte: Editora
UFMG, 2006.
SILVA, M. B. (Org.). Memórias & narrativas em artes visuais [recurso eletrônico] – Recife: Ed.
UFPE, 2022. Disponível em: https://editora.ufpe.br/books/catalog/book/795.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ARSLAN, Luciana Mourão; MELO, Roberta Maira. Artes visuais e educação: ensino e formação.
Uberlândia, MG: EDUFU, 2017.
CANTON, Katia. Brasil, olhar de artista. 3. ed. São Paulo: Difusão Cultural do Livro, 2008.
MATTAR, Sumaya. Acervo de múltiplas vozes: narrativas de experiências com Arte e Educação.
Volume 2. Universidade de São Paulo. Escola de Comunicações e Artes, 2022.
MATARASSO, F. Uma Arte Irrequieta. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2019.
WILLMS, Elni Elisa et al. Sementes da arte-educação-ambiental. Universidade de São Paulo.
295
Faculdade de Educação, 2024.
DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO
Departamento de Artes Artes Visuais
_________________________________________ ________________________________________________
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PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO
DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR
TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção)
X Disciplina Estágio
Atividade Complementar Módulo
Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão
STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção)
OBRIGATÓRIO X ELETIVO
DADOS DO COMPONENTE
C. H. Total Período
Carga Horária
Código Nome Nº. de Créditos
Teórica Prática
AR? Tópicos em Arte 8 30 30 3 60
Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H.
EMENTA
Disciplina de conteúdo variável que versa sobre arte. Serão consideradas as
atividades como palestras, seminários, depoimentos de artistas e críticos de arte,
discussão temática sobre arte, apresentação de trabalhos acadêmicos sobre arte,
visitas orientadas a espaços de arte.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Recorte e escopo definidos pelo/a docente ministrante, no campo das Artes Visuais, abrangendo:
- Giro decolonial nas artes visuais
- Desobediência epistêmica
- Pluralidade de culturas e corpos
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CASTRO-GÓMEZ, Santiago y GROSFOGUEL Rámon. Prólogo: Giro decolonial, teoría crítica y
pensamiento heterárquico. In: El giro decolonial: reflexiones para una diversidad epistémica más
allá del capitalismo global. Bogotá: Siglo del Hombre, 2007, p.9-23.
GÓMEZ, Pedro Pablo. MIGNOLO, Walter. Estéticas decoloniales. Bogotá: Universidad Distrital
Francisco José de Caldas, 2012.
MIGNOLO, Walter. Aiesthesis Decolonial. Calle 14. V. 4, nº. 4. Enero-junio 2010, p. 10-25.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
COSTA, S. B., FERREIRA, I. O., SILVA, W. R. (Orgs.). Cultura material africana: primeiro
catálogo do Acervo de Arte Africana do Museu da Abolição. Recife: Ed. UFPE, 2022. Disponível
em: https://editora.ufpe.br/books/catalog/book/687.
297
GÓMEZ MORENO, P. P., 1964- Aprender, crear, sanar: estudios artísticos en perspectiva
decolonial / Pedro Pablo Gómez, Catherine Walsh y Edgar Ricardo Lambuley Alférez. -- Bogotá:
Universidad Distrital Francisco José de Caldas, 2018.
HOLLANDA, Heloisa Buarque de (org.). Pensamento feminista hoje: perspectivas decoloniais.
Rio de Janeiro: Bazar do Tempo, 2020.
KILOMBA, Grada. Memórias da Plantação. Episódios de racismo cotidiano. SP: Cobogó, 2019.
SILVA, Hertha Tatiely. Artes visuais entre a subordinação e a desobediência epistêmica. Revista
SURES; v. 1 n. 14 (2020): Pedagogias Decoloniais. Universidade Federal de Integração Latino
Americana - UNILA
DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO
Departamento de Artes Artes Visuais
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PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO
DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR
TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção)
X Disciplina Estágio
Atividade Complementar Módulo
Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão
STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção)
OBRIGATÓRIO X ELETIVO
DADOS DO COMPONENTE
C. H. Total Período
Carga Horária
Código Nome Nº. de Créditos
Teórica Prática
AR? Tópicos em Arte 9 30 30 3 60
Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H.
EMENTA
Disciplina de conteúdo variável que versa sobre arte e seu ensino, experimentando a relação entre
docência, pesquisa e criação artística.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Recorte e escopo definidos pelo/a docente ministrante, no campo das Artes Visuais, abrangendo:
- Pesquisa educacional baseada em arte
- Subjetividade e intersubjetividade
- Perspectivas pedagógicas com referência em arte contemporânea
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BASBAUM, R. Manual do artista-etc. Rio de Janeiro: Beco do Azougue, 2013.
BOURRIAUD, N. Estética relacional. São Paulo: Martins Fontes, 2009.
CAUQUELIN, A. Arte Contemporânea: uma introdução. 1ªEdição. Editora Martins,
2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
IRWIN, Rita. A/r/tografia: engajamento como filosofia de pesquisa e prática profissional. Revista
Científica/FAP, Curitiba, v. 14, n. 1, 2016.
LARROSA, J. Tremores: escritos sobre experiência. Belo Horizonte: Autêntica, 2017.
URIARTE, M. Z; NEITZEL, A. de A. A pesquisa de intervenção cartográfica em Arte Educação.
Educação Unisinos, São Leopoldo, v. 21, n. 3, p. 387-394, set./dez. 2017.
DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO
Departamento de Artes Artes Visuais
_________________________________________ ________________________________________________
ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA
299
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO
DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR
TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção)
X Disciplina Estágio
Atividade Complementar Módulo
Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão
STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção)
OBRIGATÓRIO X ELETIVO
DADOS DO COMPONENTE
C. H. Total Período
Carga Horária
Código Nome Nº. de Créditos
Teórica Prática
AR? Tópicos em Arte 10 30 30 3 60
Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H.
EMENTA
Disciplina de conteúdo variável com experimentação e debate sobre produção da imagem.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Recorte e escopo definidos pelo/a docente ministrante, no campo das Artes Visuais, abrangendo:
- Regimes de produção, circulação e recepção de imagens
- Imagens poéticas
- Realidade e ficção nas linguagens visuais
- Interpretação de imagens
- Meios tecnológicos de produção de imagens
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
COUCHOT, Edmond. A Tecnologia na arte: da fotografia à realidade virtual. Porto Alegre:
Editora UFRGS, 2003.
DIDI-HUBERMAN, Georges. O que vemos, o que nos olha. São Paulo: Editora 34, 2010.
FOSTER, Hal. O retorno do real: A vanguarda no final do século XX. São Paulo: Ubu Editora,
2017.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BELTING, Hans. Por uma antropologia da imagem. Revista Concinnitas, [S. l.], v. 2, n. 8, p. 64–
78, 2020. Disponível em: https://www.e-publicacoes.uerj.br/concinnitas/article/view/55319
BOURRIAUD, Nicolas. Pós-produção: como a arte reprograma o mundo contemporâneo. São
Paulo: Martins Fontes, 2009.
300
DIDI-HUBERMAN, G. Quando as imagens tocam o real. PÓS: Revista do Programa de Pós-
graduação em Artes da EBA/UFMG, Belo Horizonte, p. 206–219, 2012. Disponível em:
https://periodicos.ufmg.br/index.php/revistapos/article/view/15454.
ROUILLÉ, André. A fotografia: entre documento e arte contemporânea. São Paulo: SENAC, 2009
SANTAELLA, Lucia; NOTH, Winfried. Imagem: cognição, semiótica, mídia. 3.ed. São Paulo:
Iluminuras, 2008.
DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO
Departamento de Artes Artes Visuais
_________________________________________ ________________________________________________
ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA
301
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO
DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR
TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção)
X Disciplina Estágio
Atividade Complementar Módulo
Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão
STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção)
X OBRIGATÓRIO ELETIVO
DADOS DO COMPONENTE
C. H. Total Período
Carga Horária
Código Nome Nº. de Créditos
Teórica Prática
AR623 Tridimensionalidade 30 30 3 60 3°
Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H.
EMENTA
Estudo teórico-prático sobre o estado crítico da escultura contemporânea. Reflexão em torno da
produção tridimensional da atualidade enfocando as diversas maneiras de articular seus conteúdos
objetivando um questionamento não só de sua prática como de seus pressupostos teóricos, históricos
e espaço-temporais.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
- A tradição e a contemporaneidade na produção artística tridimensional;
- Relações de forma e espaço na produção artística tridimensional;
- Métodos e processos de criação escultórica;
- Referências históricas da produção internacional e brasileira moderna e pós-moderna no campo
da tridimensionalidade;
- Tendências construtivas, abstracionismo, novas figurações e arte conceitual;
- Escultura cinética;
- Objeto;
- Assemblagem;
- A escultura no campo expandido, instalações.
- Exercícios de experimentação material e construção de poéticas no espaço tridimensional.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ARCHER, M. Arte contemporânea: uma história concisa. São Paulo: Martins Fontes, 2001.
KRAUSS, R. A escultura no campo ampliado. In CAVALCANTI, Ana, TAVORA, Maria Luisa
(orgs.). Arte Ensaios. Rio de Janeiro EBA, UFRJ, 2008. Ano XV, no17, 2008, p. 128-137.
Disponível em: https://revistas.ufrj.br/index.php/ae/article/view/52118.
KRAUSS, R. Caminhos da escultura moderna. 2. ed. São Paulo: M. Fontes, 2007.
302
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ARNHEIM, R. Arte e percepção visual – uma psicologia da visão criadora. São
Paulo: Pioneira, 1998.
CALDER e a arte brasileira. São Paulo: Itaú Cultural, 2018.
FABRIS, Anateresa et al. Tridimensionalidade: Arte Brasileira do Século XX. SP: Itaú
cultural e Cosac & Naif, 1999. Textos parcialmente disponíveis em:
http://legacy.icnetworks.org/extranet/tridimensionalidade/arq/livro01.htm
KWON, Miwon. One Place After Another. Site-specific art and locational identity. London /
England: The MIT Press, 2002.
WITTKOWER, R. Escultura. 2ª ed., São Paulo: Martins Fontes, 2001.
DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO
Departamento de Artes Artes Visuais
_________________________________________ ________________________________________________
ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA
303
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E
FOLHA DE ASSINATURAS
CONTRATOS
Emitido em 31/10/2024
PROJETO DE CURSO Nº 73/2024 - DEPA (12.13.10)
(Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO)
(Assinado digitalmente em 01/11/2024 23:39 )
RENATA WILNER
COORDENADOR - TITULAR
CGLAV (12.13.70)
Matrícula: ###430#6
Visualize o documento original em http://sipac.ufpe.br/documentos/ informando seu número: 73, ano: 2024, tipo:
PROJETO DE CURSO, data de emissão: 01/11/2024 e o código de verificação: 9be4d592e7
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
Centro de Artes e Comunicação
Departamento de Artes
Coordenação da Graduação em Artes Visuais – Bacharelado e Licenciatura
ATA DA 6ª REUNIÃO DO COLEGIADO
Em 30 de outubro de 2024, às 19 horas, de forma remota, realizou-se a 6ª reunião
do Colegiado de Artes Visuais, sob a presidência da coordenadora do curso,
professora Renata Wilner, e a presença dos seguintes docentes: Ana Elizabeth
Lisboa Nogueira Cavalcanti, André Antônio Barbosa, Carlos Newton de Souza Lima
Júnior, Eduardo Romero Lopes Barbosa, Joana D’Arc de Sousa Lima, Luciana Borre
Nunes, Madalena de Fátima Pequeno Zaccara, Maria Betânia e Silva, Maria das
Vitórias Negreiros do Amaral. Representantes dos técnicos: Alex Cezar Bezerra de
Oliveira e Pedro Henrique Bezerra Fontes Salvador. Em discussão o PONTO DE
PAUTA ÚNICO. Aprovação da reforma parcial do PPC do curso de Artes
Visuais - Licenciatura. Após apreciação detalhada da versão atualizada do PPC
enviado anteriormente pela professora Renata Wilner, o documento foi aprovado por
unanimidade. Nada mais havendo a tratar, a coordenadora deu por encerrada a
reunião, e eu, Alex Cezar Bezerra de Oliveira, Assistente em administração, lavrei a
presente ata, que segue por mim assinada e por quem mais couber fazê-lo. Recife,
30 de outubro de 2024.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E
FOLHA DE ASSINATURAS
CONTRATOS
Emitido em 30/10/2024
ATA DE COLEGIADO Nº 816/2024 - CGLAV (12.13.70)
(Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO)
(Assinado digitalmente em 31/10/2024 15:50 ) (Assinado digitalmente em 01/11/2024 02:03 )
ALEX CEZAR BEZERRA DE OLIVEIRA RENATA WILNER
ASSISTENTE EM ADMINISTRACAO COORDENADOR
DEPA (12.13.10) CGLAV (12.13.70)
Matrícula: ###604#7 Matrícula: ###430#6
Visualize o documento original em http://sipac.ufpe.br/documentos/ informando seu número: 816, ano: 2024, tipo:
ATA DE COLEGIADO, data de emissão: 31/10/2024 e o código de verificação: 9d8aa8c3d2
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E
FOLHA DE ASSINATURAS
CONTRATOS
Emitido em 30/10/2024
ATA DE COLEGIADO Nº 822/2024 - DEPA (12.13.10)
(Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO)
(Assinado digitalmente em 01/11/2024 23:39 )
RENATA WILNER
COORDENADOR - TITULAR
CGLAV (12.13.70)
Matrícula: ###430#6
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ATA DE COLEGIADO, data de emissão: 01/11/2024 e o código de verificação: c46e5797f5
GOVERNO FEDERAL
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
PORTARIA N.º 3475, DE 11 DE SETEMBRO DE 2024.
DESIGNAÇÃO COLETIVA
O REITOR DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO, no uso das
atribuições legais e estatutárias,
R E S O L V E:
Designar os indicados abaixo, para composição do Núcleo Docente Estruturante -
NDE do Curso de Licenciatura em Artes Visuais, do Centro de Artes e Comunicação- CAC,
conforme listagem abaixo:
2016
1. Luciana Borre Nunes -Coordenadora- (designação 10/07/2016);
2. Marcelo Farias Coutinho (designação 29/04/2015);
3. Maria Das Vitórias Negreiros do Amaral (designação 10/07/2016);
4. Maria Betânia e Silva (designação 29/04/2015);
5. Renata Wilner (designação 29/04/2015);
6. Suely Cisneiros Muniz (designação 29/04/2015);
7. Mario Sette (designação 29/04/2015).
2017
1. Luciana Borre Nunes -Coordenadora- (designação 10/07/2016);
2. Ana Elizabeth Lisboa Nogueira Cavalcanti (designação 11/05/2017);
3. Eduardo Romero Lopes Barbosa (designação 28/09/2017);
4. Maria das Vitórias Negreiros do Amaral (designação 10/07/2016);
5. Maria Betânia e Silva (designação 29/04/2015);
6. Renata Wilner (designação 29/04/2015);
7. Suely Cisneiros Muniz (designação 29/04/2015).
2018
1. Luciana Borre Nunes -Coordenadora- (recondução 10/07/2018);
2. Ana Elizabeth Lisboa Nogueira Cavalcanti (designação 11/05/2017)
3. Eduardo Romero Lopes Barbosa (designação 28/09/2017)
4. Maria das Vitórias Negreiros do Amaral (designação 10/07/2016);
5. Maria Betânia e Silva (recondução 29/04/2018);
6. Renata Wilner (recondução 29/04/2018);
7. Ana Elisabete de Gouveia (designação 29/04/2018).
2019
1. Luciana Borre Nunes -Coordenadora- (recondução 10/07/2018);
2. Ana Elizabeth Lisboa Nogueira Cavalcanti (designação 11/05/2017);
3. Eduardo Romero Lopes Barbosa (designação 28/09/2017);
4. Maria das Vitórias Negreiros do Amaral (recondução 10/07/2019);
5. Maria Betânia e Silva (recondução 29/04/2018);
6. Renata Wilner (recondução 29/04/2018);
7. Ana Elisabete de Gouveia (designação 29/04/2018).
2020
1. Eduardo Romero Lopes Barbosa -Coordenador- (designação 04/03/2020);
2. Ana Elizabeth Lisboa Nogueira Cavalcanti (recondução 11/05/2020);
3. Luciana Borre Nunes (designação 04/03/2020);
4. Maria das Vitórias Negreiros do Amaral (recondução 10/07/2019);
5. Maria Betânia e Silva (recondução 29/04/2018);
6. Renata Wilner (recondução 29/04/2018);
7. Ana Elisabete de Gouveia (designação 29/04/2018).
2021
1. Luciana Borre Nunes – Coordenadora- (designação 22/02/2021);
2. Ana Elizabeth Lisboa Nogueira Cavalcanti (recondução 11/05/2020);
3. Ana Elisabete de Gouveia (recondução 29/04/2021);
4. Eduardo Romero Lopes Barbosa (designação 22/02/2021);
5. Maria Betânia e Silva (recondução 29/04/2021);
6. Maria das Vitórias Negreiros do Amaral (recondução 10/07/2019);
7. Renata Wilner (recondução 29/04/2021).
2022
1. André Antônio Barbosa - Coordenador - (designação 04/05/2022);
2. Luciana Borre Nunes (designação 04/05/2022);
3. Ana Elizabeth Lisboa Nogueira Cavalcanti (recondução 11/05/2020);
4. Ana Elisabete de Gouveia (recondução 29/04/2021);
5. Eduardo Romero Lopes Barbosa (designação 22/02/2021);
6. Maria Betânia e Silva (recondução 29/04/2021);
7. Maria das Vitórias Negreiros do Amaral (recondução 10/07/2022);
8. Renata Wilner (recondução 29/04/2021).
2023
1. Renata Wilner -coordenadora- (designação em 22/02/2023);
2. Luciana Borre Nunes (designação 04/05/2022);
3. Ana Elizabeth Lisboa Nogueira Cavalcanti (recondução 11/05/2023);
4. Ana Elisabete de Gouveia (recondução 29/04/2021);
5. Eduardo Romero Lopes Barbosa (designação 22/02/2021);
6. Maria Betânia e Silva (recondução 29/04/2021);
7. Maria das Vitórias Negreiros do Amaral (recondução 10/07/2022).
2024
1. Renata Wilner -coordenadora- (designação em 22/02/2023);
2. Luciana Borre Nunes (designação 04/05/2022);
3. Ana Elizabeth Lisboa Nogueira Cavalcanti (recondução 11/05/2023);
4. Ana Elisabete de Gouveia (recondução 29/04/2024);
5. Eduardo Romero Lopes Barbosa (recondução 22/02/2024);
6. Maria Betânia e Silva (recondução 29/04/2024);
7. Maria das Vitórias Negreiros do Amaral (recondução 10/07/2022)
Processo n.º 23076.072201/2024-37
ALFREDO MACEDO GOMES
Reitor
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E
FOLHA DE ASSINATURAS
CONTRATOS
Emitido em 11/09/2024
PORTARIA Nº 7215/2024 - SAAP PROGEPE (11.07.27)
(Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO)
(Assinado digitalmente em 11/09/2024 18:25 )
ALFREDO MACEDO GOMES
REITOR
GR (11.01)
Matrícula: ###712#8
Visualize o documento original em http://sipac.ufpe.br/documentos/ informando seu número: 7215, ano: 2024, tipo:
PORTARIA, data de emissão: 11/09/2024 e o código de verificação: 4061bde130
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E
FOLHA DE ASSINATURAS
CONTRATOS
Emitido em 11/09/2024
PORTARIA Nº 9361/2024 - DEPA (12.13.10)
(Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO)
(Assinado digitalmente em 01/11/2024 23:39 )
RENATA WILNER
COORDENADOR - TITULAR
CGLAV (12.13.70)
Matrícula: ###430#6
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PORTARIA, data de emissão: 01/11/2024 e o código de verificação: 6e2c39b848
PORTARIA N.º 07, DE 24 DE OUTUBRO DE 2024.
DESIGNAÇÃO COLETIVA
O CHEFE DO DEPARTAMENTO DE ARTES DO CENTRO DE ARTES E COMUNICAÇÃO DA
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO, no uso das atribuições legais e estatutárias,
R E S O L V E:
Designar os indicados abaixo, para composição do Colegiado dos Cursos de
Bacharelado e Licenciatura em Artes Visuais, do Centro de Artes e Comunicação - CAC, conforme
listagem abaixo:
2019
1. Luciana Borre Nunes - Coordenadora (a partir de 25/04/2019);
2. Eduardo Romero Lopes Barbosa (vice-coordenador) - (a partir de 10/07/2018);
3. Ana Elizabeth Lisboa Nogueira Cavalcanti (a partir de 25/04/2019);
4. Carlos Newton de Souza Lima Júnior (a partir de 25/04/2019);
5. Maria Betânia e Silva (a partir de 25/04/2019);
6. Maria das Vitórias Negreiros do amaral (a partir de 25/04/2019);
7. Renata Wilner (a partir de 25/04/2019);
8. Mário Sette (a partir de 25/04/2019);
9. Ana Elisabete de Gouveia (a partir de 25/04/2019);
10. Éverson Melquíades Araújo Silva (Centro de Educação) - (a partir de 25/04/2019);
11. Julianne Caldas Muniz da Silva (representante estudantil) - (a partir de 25/04/2019).
2020
1. Eduardo Romero Lopes Barbosa (coordenador) - (a partir de 04/03/2020);
2. Ana Elizabeth Lisboa Nogueira Cavalcanti (vice-coordenadora) - (a partir de 04/03/2020);
3. Luciana Borre Nunes (a partir de 04/03/2020);
4. Carlos Newton de Souza Lima Júnior (a partir de 25/04/2020);
5. Maria Betânia e Silva (a partir de 25/04/2020);
6. Maria das Vitórias Negreiros do Amaral (a partir de 25/04/2020);
7. Renata Wilner (a partir de 25/04/2020);
8. Ana Elisabete de Gouveia (a partir de 25/04/2020);
9. Éverson Melquíades Araújo Silva (Centro de Educação) - (a partir de 25/04/2020);
10. Julianne Caldas Muniz da Silva (representante estudantil) - (a partir de 25/04/2020).
2021
1. Luciana Borre Nunes (coordenadora) - (a partir de 22/02/2021);
2. Ana Elisabete de Gouveia (vice-coordenadora) - (a partir de 22/02/2021);
3. Ana Elizabeth Lisboa Nogueira Cavalcanti (a partir de 22/02/2021);
4. Carlos Newton de Souza Lima Júnior (a partir de 25/04/2021);
5. Eduardo Romero Lopes Barbosa (a partir de 22/02/2021);
6. Maria Betânia e Silva (a partir de 25/04/2021);
7. Maria das Vitórias Negreiros do Amaral (a partir de 25/04/2021);
8. Renata Wilner (a partir de 25/04/2021);
9. Éverson Melquíades Araújo Silva (Centro de Educação) - (a partir de 25/04/2021);
10. Julianne Caldas Muniz da Silva (representante estudantil) - (a partir de 25/04/2021).
B.O. UFPE, RECIFE, 59 ( 192 BOLETIM DE SERVIÇO ): 1 - 40 25 DE OUTUBRO DE 2024 37
2022
1. Luciana Borre Nunes (coordenadora) - (a partir de 22/02/2021);
2. André Antônio Barbosa (vice-coordenador) - (a partir de 04/05/2022);
3. Ana Elizabeth Lisboa Nogueira Cavalcanti (a partir de 22/02/2022);
4. Carlos Newton de Souza Lima Júnior (a partir de 25/04/2022);
5. Eduardo Romero Lopes Barbosa (a partir de 22/02/2022);
6. Maria Betânia e Silva (a partir de 25/04/2022);
7. Maria das Vitórias Negreiros do Amaral (a partir de 25/04/2022);
8. Renata Wilner (a partir de 22/02/2022);
9. Ana Elisabete de Gouveia (a partir de 22/02/2022);
10. Fernando Antônio Gonçalves de Azevedo (Centro de Educação) - (a partir de 25/04/2022);
11. Gabriel Dionísio Morais de Siqueira (Representante Estudantil) - (a partir de 25/08/2022);
12. Alex Cezar Bezerra de Oliveira (Assistente em Administração - Representante Técnico) - (a partir
de 25/08/2022);
13. Pedro Henrique Bezerra Fontes Salvador (Técnico de Laboratório (Artes Visuais) - Representante
Técnico) - (a partir de 25/08/2022);
2023
1. Renata Wilner (coordenadora) - (a partir de 22/02/2023);
2. André Antônio Barbosa (vice-coordenador) - (a partir de 22/02/2023);
3. Ana Elizabeth Lisboa Nogueira Cavalcanti (a partir de 22/02/2023);
4. Carlos Newton de Souza Lima Júnior (a partir de 25/04/2023);
5. Eduardo Romero Lopes Barbosa (a partir de 22/02/2023);
6. Maria Betânia e Silva (a partir de 25/04/2023);
7. Maria das Vitórias Negreiros do Amaral (a partir de 25/04/2023);
8. Luciana Borre Nunes (a partir de 22/02/2023);
9. Ana Elisabete de Gouveia (a partir de 22/02/2023);
10. Fernando Antônio Gonçalves de Azevedo (Centro de Educação) - (a partir de 25/04/2023);
11. Gabriel Dionísio Morais de Siqueira (Representante Estudantil) - (a partir de 25/08/2023);
12. Alex Cezar Bezerra de Oliveira (Assistente em Administração - Representante Técnico) - (a partir
de 25/08/2023);
13. Pedro Henrique Bezerra Fontes Salvador (Técnico de Laboratório (Artes Visuais) - Representante
Técnico) - (a partir de 25/08/2023).
2024
1. Renata Wilner (coordenadora) - (a partir de 22/02/2023);
2. Joana D’Arc de Sousa Lima (vice-coordenadora) - (a partir de 23/02/2024);
3. Ana Elizabeth Lisboa Nogueira Cavalcanti (a partir de 22/02/2024);
4. Carlos Newton de Souza Lima Júnior (a partir de 25/04/2024);
5. Eduardo Romero Lopes Barbosa (a partir de 22/02/2024);
6. Maria Betânia e Silva (a partir de 25/04/2024);
7. Maria das Vitórias Negreiros do Amaral (a partir de 25/04/2024);
8. Luciana Borre Nunes (a partir de 22/02/2024);
9. Ana Elisabete de Gouveia (a partir de 22/02/2024);
10. Fernando Antônio Gonçalves de Azevedo (Centro de Educação) - (a partir de 25/08/2024);
11. Kayden Bezerra Nunes (Representante Estudantil - Licenciatura) - (a partir de 25/08/2024);
12. Nicole Fernanda de Paula Almeida (Representante Estudantil - Bacharelado) - (a partir de
25/08/2024);
13. Alex Cezar Bezerra de Oliveira (Assistente em Administração - Representante Técnico) - (a partir de
25/08/2024);
B.O. UFPE, RECIFE, 59 ( 192 BOLETIM DE SERVIÇO ): 1 - 40 25 DE OUTUBRO DE 2024 38
14. Pedro Henrique Bezerra Fontes Salvador (Técnico de Laboratório (Artes Visuais) - Representante
Técnico) - (a partir de 25/08/2024).
Profª Drª Maria Betânia e Silva
Chefia em Exercício do Departamento de Artes da UFPE
SIAPE Nº 3496112
B.O. UFPE, RECIFE, 59 ( 192 BOLETIM DE SERVIÇO ): 1 - 40 25 DE OUTUBRO DE 2024 39
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E
FOLHA DE ASSINATURAS
CONTRATOS
Emitido em 24/10/2024
PORTARIA Nº 9362/2024 - DEPA (12.13.10)
(Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO)
(Assinado digitalmente em 01/11/2024 23:39 )
RENATA WILNER
COORDENADOR - TITULAR
CGLAV (12.13.70)
Matrícula: ###430#6
Visualize o documento original em http://sipac.ufpe.br/documentos/ informando seu número: 9362, ano: 2024, tipo:
PORTARIA, data de emissão: 01/11/2024 e o código de verificação: dc9ad355a9
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
CENTRO/CAMPUS DE RECIFE
COORDENAÇÃO DO CURSO DE ARTES VISUAIS - LICENCIATURA
RELATÓRIO DE ADEQUAÇÃO DA BIBLIOGRAFIA BÁSICA E
COMPLEMENTAR POR UNIDADE CURRICULAR
RECIFE
2024
1
SUMÁRIO
1 CONSIDERAÇÕES SOBRE A BIBLIOGRAFIA ANALISADA ...................................…. 3
2 CONCLUSÕES DO NDE SOBRE A BIBLIOGRAFIA DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM
ARTES VISUAIS - LICENCIATURA ………................................................................……… 5
ANEXO I - BIBLIOGRAFIA POR UNIDADE CURRICULAR …………........………….. 7
2
1 CONSIDERAÇÕES SOBRE A BIBLIOGRAFIA ANALISADA
O Núcleo Docente Estruturante (NDE) do curso de Artes Visuais - Licenciatura da
Universidade Federal de Pernambuco, no uso de suas atribuições Regulamentares e Regimentais,
conforme composição disposta na Portaria n° 3475, de 11 de setembro de 2024, considerando o
processo de Renovação de Reconhecimento do curso, no qual são oferecidas 35 vagas, apresenta
estudo e referendo realizado a respeito do acervo bibliográfico do curso com o objetivo de
analisar os títulos e os periódicos sugeridos pelos docentes no tocante a adequação e
compatibilidade de cada título/periódico tanto da bibliografia básica quanto da complementar e,
a adequabilidade no tocante ao número de exemplares em função das vagas oferecidas.
O acervo bibliográfico deve ser atualizado constantemente, em razão de novas edições ou
para adequações às unidades curriculares e seus conteúdos descritos no Projeto Pedagógico do
Curso-PPC, além de considerar publicações destinadas a subsidiar projetos de pesquisa
(iniciação científica) e extensão. Definiu-se também a necessidade de uso de acervo bibliográfico
virtual (e-books) que complementa e proporciona flexibilidade de acesso, além de atender aos
quesitos de acessibilidade.
Os livros da bibliografia básica previstos pelo projeto pedagógico do curso estão à
disposição na biblioteca Joaquim Cardozo (CAC), na Biblioteca Central e eventualmente em
outras unidades do Sistema Integrado de Bibliotecas da UFPE, e são tombados junto ao
patrimônio da Universidade. O acervo está informatizado pelo sistema Pergamum e atende às
necessidades do curso, no tocante às características acadêmico-pedagógicas e também
relacionada ao quantitativo de títulos. Nos casos dos títulos virtuais, há garantia de acesso físico
na IES, com instalações e recursos tecnológicos que atendem à demanda e à oferta ininterrupta
via internet, bem como de ferramentas de acessibilidade e de soluções de apoio à leitura, estudo
e aprendizagem.
A biblioteca disponibiliza acesso ao Portal de Periódicos Capes, que conta com um acervo
milhares de títulos considerando texto completo, bases referenciais, bases de patentes, além de
livros, enciclopédias, obras de referência e normas técnicas, por meio de dispositivos conectados
à internet pelos IPs da universidade ou por meio do acesso da Rede CAFe, utilizando CPF e
senha do SIGAA.
3
Assim, usando estas premissas após as substituições necessárias, foi feita análise da
bibliografia definida pelo NDE e formulário instituído por este em conformidade com o definido
em reunião realizada em 31 de outubro de 2024.
4
2 CONCLUSÕES DO NDE SOBRE A BIBLIOGRAFIA DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM
ARTES VISUAIS - LICENCIATURA
Considerando o exposto, o NDE do curso de Artes Visuais - Licenciatura, no uso de suas
atribuições regimentais e regulamentares, apresenta e referenda o acervo para bibliografias
básicas e complementares do curso, apresentadas para o atendimento aos discentes de forma
satisfatória, conforme apontado em Ata do NDE realizada em Recife, 31 de outubro de 2024,
informando ainda que:
1. O acervo físico da bibliografia básica e complementar está tombado junto ao patrimônio
da Instituição, e encontra-se informatizado pelo sistema Pergamum, que permite a
geração de relatórios gerenciais e de controle, bem como consultas, reservas e renovações
informatizadas através da internet;
2. Os títulos virtuais podem ser acessados pelos usuários por meio de
equipamentos/dispositivos conectados à rede na biblioteca central e nas bibliotecas
setoriais;
3. A Biblioteca Central (BC) conta com o Laboratório de Acessibilidade (LABC) desde
2019, que tem como objetivo viabilizar aos usuários com deficiências o atendimento as
suas necessidades informacionais, garantindo-lhes o direito de realizar estudos e
pesquisas com maior autonomia e independência sem barreiras de acessibilidade
informacional. Para isso, o LABC dispõe de serviços especializados com o uso de
tecnologias assistivas, que viabilizam a inclusão, tais como: (I) digitalização e adaptação
de textos bibliográficos; (II) impressão em braile; (III) impressão em alto-relevo; (IV)
empréstimos de equipamentos de tecnologias assistivas.
4. Os livros das bibliografias básicas e complementares de cada uma das unidades
curriculares, após analisados pelo NDE conforme exposto no presente relatório, foram
considerados como adequados às respectivas unidades curriculares e seus conteúdos,
conforme descritos no PPC;
5. Conforme pode ser visto no presente, as bibliografias básica e complementar destinadas
às disciplinas, atendem satisfatoriamente ao número de vagas oferecidas para o curso de
Artes Visuais – Licenciatura;
6. Estão disponíveis, ainda, títulos de periódicos especializados que suplementam o
conteúdo das disciplinas, os quais podem ser acessados por meio do portal CAPES
através de dispositivos conectados à internet pelos IPs da universidade ou por meio do
5
acesso da Rede CAFe, utilizando CPF e senha do SIGAA, para servirem de
complementação ao curso representando as principais áreas de atuação profissional.
7. Os TCCs são disponibilizados em arquivo digital na biblioteca através do Repositório Digital
Attena, pelos próprios discentes após aprovação pela banca examinadora.
Em conformidade com o definido em Reunião do NDE, foi elaborada a análise de
adequação da bibliografia solicitada e disponível na Universidade para todos os períodos do
curso de Artes Visuais - Licenciatura. Esses resultados encontram-se resumidos no Anexo I deste
Relatório, comprovando a compatibilidade da quantidade de exemplares com cada bibliografia
básica da unidade curricular. O cálculo consiste na divisão da quantidade de vagas ofertadas por
ano pela quantidade de exemplares na biblioteca.
Como parte de suas atribuições, o NDE continuará se responsabilizando por futuras e
periódicas análises de adequação e solicitação das atualizações do acervo do curso.
Componentes do NDE:
Ana Elisabete de Gouveia
Ana Elizabeth Lisboa Nogueira Cavalcanti
Eduardo Romero Lopes Barbosa
Luciana Borre Nunes
Maria Betânia e Silva
Maria das Vitórias Negreiros do Amaral
Renata Wilner
31 de outubro de 2024
Profª. Renata Wilner
Presidente do NDE
6
Anexo I - BIBLIOGRAFIA POR UNIDADE CURRICULAR
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
CENTRO/CAMPUS DE RECIFE
COORDENAÇÃO DO CURSO DE ARTES VISUAIS - LICENCIATURA
NÚMERO DE DISCIPLINAS DO CURSO (OBRIGATÓRIAS E
95
OPTATIVAS)
QUANTIDADE DE BIBLIOGRAFIAS BÁSICAS INDICADAS 224
QUANTIDADE DE BIBLIOGRAFIAS COMPLEMENTARES
332
INDICADAS
QUANTIDADE DE BIBLIOGRAFIAS BÁSICAS DISPONÍVEIS 222
QUANTIDADE DE BIBLIOGRAFIAS COMPLEMENTARES
327
DISPONÍVEIS
7
CURSO DE ARTES VISUAIS – LICENCIATURA
UNIDADE CURRICULAR: AR289
DISCIPLINA: ANIMAÇÃO CULTURAL
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
QUANTIDADE
Nº DE VAGAS QUANTIDADE DE VAGAS
TOTAL DE OFERTADAS
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS NAS QUANTIDADE
POR ANO ) BIBLIOTECAS DE
EXEMPLARES
BARBOSA, A. M.;
COUTINHO, R. G. (Orgs.).
1 Arte/Educação com 35 03 11,6
Mediação Cultural e Social.
São Paulo: UNESP, 2009.
FREIRE, Paulo. Ação Cultural
2 para a liberdade e outros 35 09 3,8
escritos. 12. ed. São Paulo: Paz
e Terra, 2007.
MELO, V. A. A animação
cultural: Conceitos e
3 35 16 2,1
propostas. Campinas, SP:
Papirus, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
QUANTIDADE
DE VAGAS
Nº DE VAGAS
QUANTIDADE OFERTADAS
TOTAL
DE
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS QUANTIDADE
NA BIBLIOTECA
POR ANO)
DE
EXEMPLARES
AZEVEDO, C. A. S. Sobre a
Definição de Animação Recurso
Sociocultural. In: Práticas de eletrônico
Animação, APDASC – disponível em:
1 35 ____
Associação para o http:revistapraticas
Desenvolvimento da Animação deanimacao.googl
Sociocultural, Ano 2, n.º 1, e pages.com
outubro de 2008
HOLANDA, H. B. A Recurso
2 contribuição dos Estudos 35 eletrônico ____
Culturais para pensar a
Animação Cultural. Licere, disponível em:
8
Belo Horizonte, v. 7, n. 1, p. https://periodicos.
101-112, 2004. ufmg.br/index.php
/licere/article/view
/1485
HOLLANDA, H. B.;
GONÇALVES, M. A. Cultura 35 06 5,8
3
e participação nos anos 60.
Brasiliense, 1982.
MATOS, L. da S.;
MEDEIROS, L. G.; LIMA, V. Recurso
N. de; ALMEIDA, V. de A. eletrônico
Brinquedos de saúde: educação disponível em:
popular e animação cultural 35 _____
4 https://periodicos.
com a população em situação de
rua de Belém-PA. Revista ufmg.br/index.php
Brasileira de Estudos do /rbel/article/view/5
Lazer, [S. l.], v. 5, n. 1, p. p.42– 95
56, 2018.
Recurso
eletrônico
MELO, V. A. Educação disponível em:
estética e animação cultural. 35 _____
5 https://periodicos.
Licere, Belo Horizonte, v. 5, n.
1, p. 101-112, 2002. ufmg.br/index.php
/licere/article/view
/1437
9
CURSO DE ARTES VISUAIS – LICENCIATURA
UNIDADE CURRICULAR: AR626
DISCIPLINA: ARGILA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
QUANTIDADE
Nº DE VAGAS QUANTIDADE DE VAGAS
TOTAL DE OFERTADAS
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS NAS QUANTIDADE
POR ANO) BIBLIOTECAS DE
EXEMPLARES
CHAVARRÍA, Joaquim. A
1 cerâmica. Lisboa: Editorial 35 3 11,6
Estampa, c2004.
Recurso
CURTIS, Maria do Carmo eletrônico
Gonçalves; RIGO, Isadora
Fantini. Oficina: técnicas de disponível em:
construção cerâmica. 2022. https://lume.ufrg
2 35 _____
Porto Alegre : Departamento de s.br/bitstream/ha
Design e Expressão Gráfica, ndle/10183/2477
Faculdade de Arquitetura, 21/001148556.p
UFRGS, 2022.
df?sequence=1
FERREIRA, Josué Euzébio;
SILVA FILHO, Paulo Roberto
de Freitas. Do barro à expressão
artística: representações
3 conceituais do trabalho 35 1 35
artesanal no Alto do Moura,
Caruaru, PE. Caruaru, PE:
Edições FAFICA, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
QUANTIDADE
DE VAGAS
Nº DE VAGAS
QUANTIDADE OFERTADAS
TOTAL
DE
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS QUANTIDADE
NA BIBLIOTECA
POR ANO)
DE
EXEMPLARES
BARDI, P. M. Arte da cerâmica
1 no Brasil. [Sao Paulo]: Banco 35 1 35
Sudameris, c1980.
CHAGAS, A. P., MANZI, P. 35 4 8,75
2
Argilas: as essências da terra.
10
São Paulo : Moderna, 1996.
CONSTRUÇÃO coletiva : A
cerâmica na escola. São Paulo:
Instituto Arte na Escola, 2006. 35 2 17,5
3
1(DVD) : (DVDteca Arte na
Escola - Material educativo
para professor propositor ; 45)
MARES, Olavo. Museu do
4 Barro de Caruaru. Recife: AIP / 35 2 17,5
TELPE, 1999.
SCHULTZE, Ana Maria. Som
do barro : Nado de Olinda. Ana
Maria Schultze; coord. de
Mirian Celeste Martins, Gisa
5 Picosque. São Paulo: Instituto 35 4 8,75
Arte na Escola, 2006 1DVD;
(DVDteca Arte na Escola -
material educativo para
professor-propositor; v.69).
11
CURSO DE ARTES VISUAIS – LICENCIATURA
UNIDADE CURRICULAR: AR706
DISCIPLINA: ARGILA 2
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
QUANTIDADE
Nº DE VAGAS QUANTIDADE DE VAGAS
TOTAL DE OFERTADAS
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS NAS QUANTIDADE
POR ANO ) BIBLIOTECAS DE
EXEMPLARES
CHAVARRÍA, Joaquim. A
1 cerâmica. Lisboa: Editorial 35 3 11,6
Estampa, c2004.
SÁ, Marcio Gomes de. Além do
barro: heranças de Vitalino no 35 2 17,5
2
Alto do Moura do século XXI.
Recife, PE: CEPE, 2023.
Recurso
eletrônico
SATO, Sandra Minae. A disponível em:
cerâmica artística: interfaces na
https://www.teses.
3 contemporaneidade. 2016. Tese 35 _____
usp.br/teses/dispo
de Doutorado. Universidade de
São Paulo. niveis/27/27159/td
e-22092016-
151132/en.php
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
QUANTIDADE
DE VAGAS
Nº DE VAGAS
QUANTIDADE OFERTADAS
TOTAL
DE
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS QUANTIDADE
NA BIBLIOTECA
POR ANO)
DE
EXEMPLARES
ALMEIDA, Ana Lúcia de
Albuquerque; FARIAS, Edésio
Rangel de; NEVES, Fábio de
Almeida (Coord.). Estudo e 35 1 35
1
pesquisa no setor cerâmica
artesanal do nordeste brasileiro:
estado de Pernambuco. Recife:
ITEP, SUDENE, 1990.
LLORENS ARTIGAS, Josep.
2 Formulario y practicas de 35 1 35
ceramica. Barcelona: Omega,
12
1992.
LORÊTO, Myrna Suely Silva. Os
trabalhadores artesãos em barro e
3 as políticas públicas de artesanato 35 2 17,5
no Alto do Moura em Caruaru
(PE). Curitiba: Appris, 2021.
MESQUITA, Ivo (Org.). Sara
4 Carone: cerâmicas e desenhos. 35 1 35
São Paulo: Pinacoteca do
Estado de São Paulo, 2010.
SHOKO Suzuki: cerâmica e
tradição. São Paulo: Instituto
Arte na Escola, 2005. 1(DVD) : 35 2 17,5
5
(DVDteca Arte na escola -
Material educativo para
professor propositor ; 22)
13
CURSO DE ARTES VISUAIS – LICENCIATURA
UNIDADE CURRICULAR: AR632
DISCIPLINA: ARTE AMBIENTAL 1
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
QUANTIDADE
Nº DE VAGAS QUANTIDADE DE VAGAS
TOTAL DE OFERTADAS
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS NAS QUANTIDADE
POR ANO) BIBLIOTECAS DE
EXEMPLARES
ARCHER, M. Arte
contemporânea. Uma história 35 27 1,2
1
concisa. São Paulo: Martins
Fontes, 2001.
CHIARELLI, T. Arte
2 Internacional Brasileira. São 35 04 8,75
Paulo: Lemos Editoria, 2002.
LANCMAN, S. A ecologia Recurso
como foco da arte - Beuys e eletrônico
Krajcberg. PORTO ARTE: disponível em:
3 35 https://seer.ufrgs.b _____
Revista de Artes Visuais
r/index.php/Porto
(Qualis A2), [S. l.], v. 7, n. 11,
Arte/article/view/
2012. 27572.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
QUANTIDADE
DE VAGAS
Nº DE VAGAS
QUANTIDADE OFERTADAS
TOTAL
DE
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS QUANTIDADE
NA BIBLIOTECA
POR ANO)
DE
EXEMPLARES
ARGAN, G. C. História da arte
como história da cidade. São
1 35 15 2,3
Paulo: Martins Fontes, 2005
Recurso
eletrônico
FREIRE, Cristina. Poéticas do
Processo. Arte conceitual no disponível em:
2 museu. São Paulo: Editora 35 https://www.aca ____
iluminuras, 1999. demia.edu/downl
oad/48474230/P
OETICAS_DO_
14
PROCESSO_LI
VRO_COMPLE
TO.pdf
KWON, Miwon. One Place Recurso
After Another. Site-specific art eletrônico
and locational identity. London 35 _____
3 disponível em:
/ England: The MIT Press,
2002. https://www.jstor.
org/stable/778809
Recurso
eletrônico
disponível em:
https://edisciplin
OITICICA, H. Aspiro ao as.usp.br/pluginf
4 grande labirinto. Rio de Janeiro: 35 ile.php/6589992/ _____
Rocco, 1986. mod_resource/co
ntent/1/helio-
oiticica-aspiro-
ao-grande-
labirinto.pdf
15
CURSO DE ARTES VISUAIS – LICENCIATURA
UNIDADE CURRICULAR: AR637
DISCIPLINA: ARTE AMBIENTAL 2
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
QUANTIDADE
Nº DE VAGAS QUANTIDADE DE VAGAS
TOTAL DE OFERTADAS
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS NAS QUANTIDADE
POR ANO) BIBLIOTECAS DE
EXEMPLARES
ARCHER, M. Arte
1 contemporânea: uma história 35 27 1,2
concisa. São Paulo: Martins
Fontes, 2001.
CAUQUELIN, Anne. Arte
2 contemporânea: uma 35 08 4,3
introdução. São Paulo: Martins
Fontes, 2005.
Recurso
eletrônico
TEDESCO, E. Instalação:
disponível em:
campo de relações. Revista
https://periodico
3 Prâksis, [S. l.], v. 1, p. 19–24, 35 ____
s.feevale.br/seer/
2007. DOI:
index.php/revist
10.25112/rp.v1i0.593.
apraksis/article/v
iew/593.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
QUANTIDADE
DE VAGAS
Nº DE VAGAS
QUANTIDADE OFERTADAS
TOTAL
DE
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS QUANTIDADE
NA BIBLIOTECA
POR ANO)
DE
EXEMPLARES
Recurso
eletrônico
BISHOP, Claire. The social disponível em:
http://graphicstudi
turn: Collaboration and its
1 35 o.usf.edu/CAM/ex ____
discontents. Artforum, v. 44, n.
hibitions/2008_8_
6, p. 178, 2005.
Torolab/Readings/
The_Social_Turn_
CBishop.pdf
16
Recurso
eletrônico
CARTAXO, Z. 1. Arte nos
disponível em:
espaços públicos: a cidade
2 35 https://seer.uniri ____
como realidade. O Percevejo
o.br/opercevejoo
Online, [S. l.], v. 1, n. 1, 2009.
nline/article/vie
w/431
DEBORD, G. A Sociedade do
Espetáculo. Rio de Janeiro, 35 31 1,1
3
Contraponto, 1997.
KRAUSS, R. Escultura no Recurso
campo ampliado. In: Arte & eletrônico
Ensaios – Revista do Programa
35 disponível em: ____
4 de Pós-Graduação em Artes
https://revistas.ufrj
Visuais, EBA/UFRJ, ano XV,
n. 17, 2008. .br/index.php/ae/ar
ticle/view/52118.
KWON, Miwon. One Place Recurso
After Another. Site-specific eletrônico
art and locational identity. 35 _____
5 disponível em:
London / England: The MIT
Press, 2002. https://www.jstor.
org/stable/778809
17
CURSO DE ARTES VISUAIS – LICENCIATURA
UNIDADE CURRICULAR: AR646
DISCIPLINA: ARTE CONTEMPORÂNEA: PROCESSO CRIATIVO E TECNOLOGIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
QUANTIDADE
Nº DE VAGAS QUANTIDADE DE VAGAS
TOTAL DE OFERTADAS
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS NAS QUANTIDADE
POR ANO) BIBLIOTECAS DE
EXEMPLARES
FLUSSER, Vilém. Filosofia da
caixa preta: ensaios para uma
1 futura filosofia da fotografia. 35 3 11,5
São Carlos, SP: Annablume,
2011.
MACHADO, Arlindo.
Máquina e imaginário: o
2 desafio das poéticas 35 7 5
tecnológicas. São Paulo:
EDUSP, 2001.
KRACAUER, Siegfried. O
3 ornamento da massa. São 35 3 11,5
Paulo: CosacNaify, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
QUANTIDADE
DE VAGAS
Nº DE VAGAS
QUANTIDADE OFERTADAS
TOTAL
DE
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS QUANTIDADE
NA BIBLIOTECA
POR ANO)
DE
EXEMPLARES
JAMESON, Fredric. Pós-
modernismo: A lógica cultural
1 35 19 1,8
do capitalismo tardio. São
Paulo: Ática, 1997.
18
CURSO DE ARTES VISUAIS – LICENCIATURA
UNIDADE CURRICULAR: AR683
DISCIPLINA: ARTE E ANTROPOLOGIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
QUANTIDADE
Nº DE VAGAS QUANTIDADE DE VAGAS
TOTAL DE OFERTADAS
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS NAS QUANTIDADE
POR ANO) BIBLIOTECAS DE
EXEMPLARES
BHABHA, Homi K. O Local da
Cultura. Belo Horizonte: Editora
1 35 3 12
da UFMG, 1998.
DURAND, Gilbert. As
Estruturas Antropológicas do
Imaginário: Introdução à
2 35 4 8,7
Arquetipologia Geral. 3°
Edição. São Paulo: Martins
Fontes, 2002.
KRENAK, Ailton. Ideias para
Adiar o Fim do Mundo. 2°
3 Edição. São Paulo: Companhia 35 5 7
das Letras, 2020.
LÉVI-STRAUSS, Claude.
4 Mito e Significado. Lisboa: 35 3 12
Edições 70, 2013.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
QUANTIDADE
DE VAGAS
Nº DE VAGAS
QUANTIDADE OFERTADAS
TOTAL
DE
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS QUANTIDADE
NA BIBLIOTECA
POR ANO)
DE
EXEMPLARES
Barbosa, Eduardo Romero
Lopes. Visível audível Recurso
tangível: mitos do corpo na eletrônico
performance / Eduardo Romero disponível em:
1 Lopes Barbosa. – Recife: Tese 35 https://repositorio. -----
(doutorado) - Universidade ufpe.br/handle/123
Federal de Pernambuco, CFCH. 456789/12069
Programa de Pós-Graduação
em Antropologia, 2014.
19
https://repositorio.ufpe.br/handle/
123456789/12069
CANCLINI, Néstor Garcia.
Culturas Híbridas: Estratégias
2 para Entrar e Sair da 35 7 5
Modernidade. 2° Edição. São
Paulo: Edusp, 1998.
LATOUR, Bruno. Jamais
Fomos Modernos: Ensaio de
3 Antropologia Simétrica. 2° 35 6 6
Edição. Rio de Janeiro: Ed. 34,
2009.
MORIN, Edgar. Introdução
ao Pensamento Complexo. 5° 35 16 2
4
Edição. Porto Alegre: Sulina,
2015.
20
CURSO DE ARTES VISUAIS – LICENCIATURA
UNIDADE CURRICULAR: AR684
DISCIPLINA: ARTE E DIVERSIDADE ÉTNICO-CULTURAL
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
QUANTIDADE
Nº DE VAGAS QUANTIDADE DE VAGAS
TOTAL DE OFERTADAS
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS NAS QUANTIDADE
POR ANO) BIBLIOTECAS DE
EXEMPLARES
CANCLINI, N. G. Culturas
híbridas: estratégias para entrar 35 35 1
1
e sair da modernidade. São
Paulo EDUSP, 2000.
CONDURU, R. Arte afro-
2 brasileira. Belo Horizonte 35 5 7
C/Arte, 2007.
Recurso
ESBELL, J. Territórios: arte eletrônico
indígena contemporânea e o disponível em:
grande mundo. Disponível 35 ____
3 http
em: http
//www.jaideresbell.com.br/site/ //www.jaideresbel
2018/06/14/territorios/. l.com.br/site/2018
/06/14/territorios/.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
QUANTIDADE
DE VAGAS
Nº DE VAGAS
QUANTIDADE OFERTADAS
TOTAL
DE
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS QUANTIDADE
NA BIBLIOTECA
POR ANO)
DE
EXEMPLARES
GELL, Alfred. ARTE E
E-book acessível
AGENCIA. [S.l.]: UBU
pelo sistema
1 EDITORA, 2018. 1 online 35 _____
Pergamum -
resource ISBN 8592886945
(electronic bk.). Acervo 5094079
LAGROU, E. Arte indígena no
Brasil: agência, alteridade e
2 35 5 7
relação. Belo Horizonte, C/Arte,
2009.
MENEZES, H. Exposições e Recurso
críticos de arte afro-brasileira:
3 35 eletrônico _____
um conceito em
disputa. In PEDROSA, A.; disponível em:
21
CARNEIRO, A.; MESQUITA, A. https//www.instit
Histórias Afro-Atlânticas. Volume utotomieohtake.o
2. Antologia. São Paulo, Instituto rg.br/o_instituto/
Tomie Ohtake; Masp, 2018.
interna/exposiasa
mes-e-crasticos-
de-
arteafrobrasileira
-um-conceito-
em-disputa.
Recurso
eletrônico
MIGNOLO, W. Aiesthesis disponível em:
4 Decolonial. Calle 14. V. 4, no. 4. 35 https://dialnet.un _____
Enero-junio 2010, p. 10-25. irioja.es/descarga
/articulo/323104
0.pdf.
Recurso
eletrônico
WILNER, R. (org.). Rodas e redes
interculturais: pesquisas em/sobre disponível em:
5 35 https://editora.ufpe _____
arte indígena no Nordeste Recife :
.br/books/catalog/
Ed. UFPE, 2024.
view/892/888/302
9
22
CURSO DE ARTES VISUAIS – LICENCIATURA
UNIDADE CURRICULAR: AR685
DISCIPLINA: ARTE E SOCIEDADE
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
QUANTIDADE
Nº DE VAGAS QUANTIDADE DE VAGAS
TOTAL DE OFERTADAS
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS NAS QUANTIDADE
POR ANO) BIBLIOTECAS DE
EXEMPLARES
DANTO, Arthur C. A
Transfiguração do Lugar
Comum: Uma Filosofia da 35 5 7
1
Arte. São Paulo, Cosac Naify,
2005.
LIMA, Luiz Costa. Teoria da
Cultura de Massa. 8° Edição.
2 35 10 3,5
São Paulo, Paz e Terra, 2011.
MACHADO, Arlindo. Arte e
3 Mídia. 3° Edição. Rio de 35 15 2,3
Janeiro: Zahar, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
QUANTIDADE
DE VAGAS
Nº DE VAGAS
QUANTIDADE OFERTADAS
TOTAL
DE
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS QUANTIDADE
NA BIBLIOTECA
POR ANO)
DE
EXEMPLARES
Barbosa, Eduardo Romero
Lopes. Visível audível Recurso
tangível: mitos do corpo na
eletrônico
performance / Eduardo
Romero Lopes Barbosa. – disponível em:
1 35 https://repositorio. -----
Recife: Tese (doutorado) -
Universidade Federal de ufpe.br/handle/123
Pernambuco, CFCH. Programa 456789/12069
de Pós-Graduação em
Antropologia, 2014.
BRETON, David Le. Adeus ao
2 Corpo: Antropologia e 35 6 5,8
Sociedade. 6° Edição.
Campinas, SP: Papirus, 2013.
23
DINIZ, Clarissa. Crachá:
Aspectos da Legitimação
3 Artística. 1° Edição. Recife: 35 2 17,5
Massangana, 2008.
24
CURSO DE ARTES VISUAIS – LICENCIATURA UNIDADE CURRICULAR: AR718
DISCIPLINA: Arte, Gênero e Sexualidade
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
QUANTIDADE DE
Nº DE VAGAS TOTAL QUANTIDADE DE VAGAS
ITE M (QUANTIDADES DE EXEMPLARES NAS OFERTADAS POR
VAGAS OFERTADAS BIBLIOTECAS QUANTIDADE DE
REFERÊNCIA POR ANO) EXEMPLARES
Foucault, Michel Foucault.
Ética, sexualidade, política.
Tradução Elisa Monteiro, Inês 6 exemplares
1 Autran Dourado Barbosa. Rio 35 5,8
de Janeiro : Forense
Universitária, 2012.
Foucault, Michel Foucault.
História da Sexualidade I. 7 exemplares
2 Tradução Elisa Monteiro, Inês 35 5
Autran Dourado Barbosa. Rio
de Janeiro :
Paz e Terra, 2023.
LOURO, G. L. Educação e Recurso
docência: diversidade, gênero eletrônico
e sexualidade. disponível em:
3 Formação Docente – Revista 35 https://www.revf —
Brasileira de Pesquisa sobre orma
Formação de Professores, [S. caodocente.com.
l.], v. 3, n. 4, p. 62–70, br/in
2018. dex.php/rbpfp/ar
ticle/ view/31
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
QUANTIDADE DE
Nº DE VAGAS TOTAL VAGAS
ITEM (QUANTIDADES DE QUANTIDADE DE OFERTADAS
VAGAS OFERTADAS EXEMPLARES NA
REFERÊNCIA POR ANO) BIBLIOTECA POR QUANTIDADE
DE
EXEMPLARES
25
Vianna, C., & Unbehaum, S. Recurso
1 Gênero na educação básica: 35 eletrônico
quem se importa? Uma disponível em:
análise https://www.scie
de documentos de políticas l
públicas no Brasil. Educação o.br/j/es/a/tvM8t
& Sociedade, 27(95), 407- SBBsjzPkkZJyL
428, c
2006. K4DS/abstract/?l
ang=pt
Recurso
eletrônico
disponível em:
Sabat, R. Pedagogia cultural, https://www.sci
2 gênero e sexualidade. Revista 35 elo.br/j/ref/a/hq
Estudos Feministas, 9(1), 9, 9- knn4NtLrGpyG
21, 2021. QMB8p7ByB/
Recurso
VIANNA, Claudia e FINCO, eletrônico
Daniela. Meninas e meninos disponível em:
3 na Educação Infantil: uma 35 http://www.sciel
questão de gênero e poder. o
Cadernos Pagu. 2009, n.33, .br/pdf/cpa/n33/1
pp. 265-283. 0.pdf
Recurso
eletrônico
FAUSTO-STERLING, Anne. disponível em:
Dualismos em duelo. http://www.sciel
4 Cadernos Pagu, v. 17/18, p. 9- 35 o.br/pdf/cpa/n1
79, 2001/2002. 7-18/n17a02.pdf
Recurso
eletrônico
disponível em:
Louro, G. L. Corpo, Escola e https://seer.ufrg
5 Identidade. Educação & 35 s.br/educacaoer
Realidade, 2014. ealidade/article/
view/46833
26
CURSO DE ARTES VISUAIS – LICENCIATURA
UNIDADE CURRICULAR: ?
DISCIPLINA: Arte Têxtil
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
QUANTIDADE
Nº DE VAGAS QUANTIDADE DE VAGAS
ITEM TOTAL DE OFERTADAS
REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS NAS QUANTIDADE
POR ANO) BIBLIOTECAS DE
EXEMPLARES
Recurso
SIMIONI, Ana Paula eletrônico
Cavalcanti. Bordado e disponível em:
transgressão: questões de https://econtents
gênero na arte de Rosana 35 .bc.unicamp.br/i —
1
Paulino e Rosana Palazyan. npec/index.php/
Proa: Revista de Antropologia proa/article/view
e Arte, [s. l.], v.1, n. 2, 2010. /16429
Recurso
eletrônico
BORRE, Luciana. Narrativas disponível em:
Textiles. MODOS: Revista de 35 https://periodicos. —
2
História da Arte, v. 6, p. 405- sbu.unicamp.br/oj
479, 2022. s/index.php/mod/a
rticle/view/8667448
Recurso
eletrônico
BORRE, Luciana.
Alinhavadas: experiência disponível em:
3 poética na costura de saias. 35 https://periodicos. —
REVISTA APOTHEKE, v. 7, udesc.br/index.ph
p. 303-316, 2021. p/apotheke/article/
view/20619
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
Nº DE VAGAS QUANTIDADE
ITEM TOTAL DE
QUANTIDADE
REFERÊNCIA DE VAGAS
(QUANTIDADES DE EXEMPLARES
OFERTADAS
VAGAS OFERTADAS NA BIBLIOTECA
POR
POR ANO)
QUANTIDADE
DE
EXEMPLARES
27
Recurso
eletrônico
disponível em:
Revista Cartema 10 - Dossiê:A https://periodic
1 Memória e o Têxtil. v.10, n. 35 os.ufpe.br/revis
10, 2022. tas/CARTEMA/
issue/view/334
3
Recurso
ESPEJO, B. Aire popular. La eletrônico
artesanía vuelve a ocupar un disponível em:
lugar central en la práctica de https://elpais.co
muchos artistas que
reivindican lo manual como m/cultura/2020/
2 35 08/03/babelia/1
una nueva ideología más allá
de los oficios. El País, Madrid, 596456276_48
8 ago. 2020. 4106.html
Acesso em:
28/09/2021
FREITAG, V. Novas Recurso
eletrônico
configurações do oficio
disponível em:
3 artesanal no México: ser 35 https://revistas.uf
artesão-artista. Revista g.br/VISUAL/art
Visualidades, v. 13, p. 104 i
– cle/view/34276/2
0842
125, 2015.
PEIXE, R. I. P.;
Recurso
HERNÁNDEZ-
HERNÁNDEZ,F.; PRIETO eletrônico
VILLANUEVA, disponível em:
4 J.; CANÔNICA, R. Ensino 35 http://seer.ufrgs
deartes visuais e artesania: .br/gearte
experiências, confluências e
derivas. Revista GEARTE,
Porto Alegre, v. 7, n. 3, p.
428-443, set./dez. 2020.
TEJADA, L. ; ESPINO, C. El 35 Recurso
5 empleo del textil en el arte: eletrônico
aproximaciones a una
taxonomía. Espacio, Tiempo y disponível em:
Forma, Arte e Historia https://revistas.
uned.es/index.
Contemporanea, Madrid, n.24,
p. 179-194, 2012. php/ETFV/artic
le/view/10264
28
CURSO DE ARTES VISUAIS – LICENCIATURA
UNIDADE CURRICULAR: AR719
DISCIPLINA: ARTE URBANA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
QUANTIDADE
Nº DE VAGAS QUANTIDADE DE VAGAS
TOTAL DE OFERTADAS
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS NAS QUANTIDADE
POR ANO) BIBLIOTECAS DE
EXEMPLARES
Recurso
eletrônico
CAMPOS, R.; CÂMARA, S. disponível em:
Arte(s) urbana(s). V.N. https://novaresea
1 35 ____
Famalicão: Húmus, 2019. rch.unl.pt/files/4
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S_URBANA_S_
DIGITAL.pdf
Recurso
eletrônico
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COSTA, N. N. M. A rua
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respira arte! : uma
antropologia do graffiti. Tese o.ufpe.br/bitstrea
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Federal de Pernambuco, CFCH. 759/1/TESE%20
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Urbanas: arte/cidade. São
3 35 02 17,5
Paulo : Ed. SENAC, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
QUANTIDADE
DE VAGAS
Nº DE VAGAS
QUANTIDADE OFERTADAS
TOTAL
DE
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS QUANTIDADE
NA BIBLIOTECA
POR ANO)
DE
EXEMPLARES
29
Recurso
eletrônico
BENGTSEN, Peter, 2014, The
disponível em:
Street Art World. Lund:
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5
MELO SILVA, Carla Rayssa;
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disponível em:
4 Humana: Intervenções artísticas 35 ____
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Recurso
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l.], v. 8, n. 19, p. 192–209, 2023. onografias/article/
view/129755.
30
CURSO DE ARTES VISUAIS – LICENCIATURA
UNIDADE CURRICULAR: AR?
DISCIPLINA: Artes da África e afro diaspórica: Histórias, contextos e produções
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
QUANTIDADE
Nº DE VAGAS QUANTIDADE DE VAGAS
TOTAL DE OFERTADAS
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS NAS QUANTIDADE
POR ANO) BIBLIOTECAS DE
EXEMPLARES
CONDURU, Roberto. Histórias
Recurso
da Arte sem lugar: ÁFRICA,
eletrônico
BRASIL E ARTE –
disponível em:
PERSISTENTES DESAFIOS.
https://www.scie
1 ARS - N 42 - ANO 19265, 35 ______
lo.br/j/ars/a/GZk
2019.
R3CbFNZGRKp
https://www.scielo.br/j/ars/a/G
D6vgQRKbG/?f
ZkR3CbFNZGRKpD6vgQRK
ormat=pdf
bG/?format=pdf
Recurso
eletrônico
Coleção História Geral da África. disponível em:
Vol I a Vol. VIII. https://ipeafro.org.
2 https://ipeafro.org.br/gratuito- 35 br/gratuito- ______
historia-geral-da-africa-em-8- historia-geral-da-
volumes-7357-paginas-em-pdf/ africa-em-8-
volumes-7357-
paginas-em-pdf/
Recurso
BEVILACQUA, Juliana
eletrônico
Ribeiro da Silva. Exposição
disponível em:
Africana - A diversidade da arte
https://ccv-
africana no Centro Cultural
3 35 ma.org.br/app/up ______
Vale Maranhão. https://ccv-
loads/2020/04/cc
ma.org.br/app/uploads/2020/04
vm-africana-
/ccvm-africana-pranchas-
pranchas-
didaticas
didaticas
31
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
QUANTIDADE
DE VAGAS
Nº DE VAGAS
QUANTIDADE OFERTADAS
TOTAL
DE
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS QUANTIDADE
NA BIBLIOTECA
POR ANO)
DE
EXEMPLARES
BEVILACQUA, Juliana Recurso
Ribeiro da Silva. De caçadores a 35 eletrônico
caça: sobas, Diamang e o Museu disponível em:
do Dundo. Tese de Doutorado. https://teses.usp.br
1 Faculdade de Filosofia, Letras e /index.php?option ______
Ciências Humanas. USP, São =com_jumi&fileid
Paulo, 2016. =17&Itemid=160
&id=A7A3A0DD
EFEA&lang=pt-br
MENEZES, Hélio. Entre o visível
e o oculto: a construção do Recurso
conceito de arte afro- brasileira. eletrônico
São Paulo: Dissertação. Programa disponível em:
2 de Pós-Graduação em 35 https://www.teses. ______
Antropologia/ USP, 2017. usp.br/teses/dispo
https://www.teses.usp.br/teses/dis niveis/8/8134/tde-
poniveis/8/8134/tde-07082018- 07082018- 164253
164253
Recurso
eletrônico
PRICE, Sally. Arte Primitiva em
Centros Civilizados. Rio de disponível em:
Janeiro: Ed. UFRJ, 2020. https://edisciplinas
https://edisciplinas.usp.br/pluginfi .usp.br/pluginfile.
3 35 php/3759749/mod ______
le.php/3759749/mod_resource/co
ntent/1/PRICE_Sally_ _resource/content/
_Arte_Primitiva_em_Centros_Civ 1/PRICE_Sally_
ilizados.pdf _Arte_Primitiva_e
m_Centros_Civiliz
ados.pdf
Recurso
BEVILACQUA, Juliana eletrônico
Ribeiro da Silva; SILVA, disponível em:
Renato Araújo da. África em http://www.muse
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Artes. São Paulo: Museu Afro uafrobrasil.org.b
Brasil, 2015. r/docs/default-
source/publica%
C3%A7%C3%B
32
5es/africa_em_ar
tes.pdf
VANSINA, J. 'As Artes e a
Recurso
Sociedade pós 1935' . ln:
eletrônico
MAZRUI, Ali A.(Ed.). História
Geral da África. Vol. disponível em:
5 8. p.697-721. Disponível em: 35 ______
Acessado nesco.org/ark:/482
em out. 23/pf0000190256
2018. >
33
CURSO DE ARTES VISUAIS – LICENCIATURA
UNIDADE CURRICULAR: (nova eletiva)
DISCIPLINA: ARTES INDÍGENAS NO BRASIL
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
QUANTIDADE
Nº DE VAGAS QUANTIDADE DE VAGAS
TOTAL DE OFERTADAS
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS NAS QUANTIDADE
POR ANO) BIBLIOTECAS DE
EXEMPLARES
Recurso
eletrônico
ESBELL, Jaider. Arte indígena disponível em:
contemporânea e o grande https://select.art.
1 35 ____
mundo. In: Select, São Paulo, n. br/arte-indigena-
39, 2018. contemporanea-
e-o-grande-
mundo/.
LAGROU, E. Arte indígena no
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2
relação. Belo Horizonte,
C/Arte, 2009.
Recurso
WILNER, R. (org.). Rodas e eletrônico
redes interculturais: pesquisas disponível em:
3 em/sobre arte indígena no 35 ____
https://editora.uf
Nordeste Recife : Ed. UFPE,
2024 pe.br/books/catal
og/book/892
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
QUANTIDADE
DE VAGAS
Nº DE VAGAS
QUANTIDADE OFERTADAS
TOTAL
DE
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS QUANTIDADE
NA BIBLIOTECA
POR ANO)
DE
EXEMPLARES
ATHIAS, R. (org.). Povos
indígenas de Pernambuco
1 identidade, diversidade e 35 4 8,75
conflito. Recife: Editora
Universitária UFPE, 2007.
2 GRÜNEWALD, R. A. (org.). 35 5 7
34
Toré: regime encantado do índio
do Nordeste. Recife: Fundaj,
Editora Massangana, 2005.
KOPENAWA, D.; ALBERT,
B. A queda do céu: Palavras de
3 um xamã Yanomami. São Paulo 35 2 17,5
Companhia das Letras, 2015.
KRENAK, Ailton. Ideias para
adiar o fim do mundo. 2. ed. São 35 11 3,1
4
Paulo: Companhia das Letras,
2020.
VIDAL, L. (org.). Grafismo
indígena: estudos de
antropologia estética. São Paulo
5 35 12 2,9
Studio Nobel / EDUSP
/FAPESP, 1992.
35
CURSO DE ARTES VISUAIS – LICENCIATURA
UNIDADE CURRICULAR: PO493
DISCIPLINA: AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
QUANTIDADE
Nº DE VAGAS QUANTIDADE DE VAGAS
TOTAL DE OFERTADAS
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS NAS QUANTIDADE
POR ANO) BIBLIOTECAS DE
EXEMPLARES
ÁLVAREZ MÉNDEZ, Juan
Manuel. Avaliar para conhecer:
1 examinar para excluir . Porto 35 2 17,5
Alegre: Artmed, 2002.
LUCKESI, Cipriano. Avaliação da
aprendizagem escolar: estudos e
2 proposições. 22. ed. São Paulo: 35 5 7
Cortez, 2011.
SANT'ANNA, Ilza Martins.
Por que avaliar? Como avaliar? 35 7 5
3
criterios e instrumentos . 2. ed.
-. Petrópolis, RJ : Vozes, 1997.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
QUANTIDADE
DE VAGAS
Nº DE VAGAS
QUANTIDADE OFERTADAS
TOTAL
DE
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS QUANTIDADE
NA BIBLIOTECA
POR ANO)
DE
EXEMPLARES
CRUZ, Fátima Maria Leite. (org).
Teorias e práticas em avaliação.
1 35 3 11,6
Re-cife: Ed. Universitária da
UFPE, 2010.
ESTEBAN, Maria Teresa. Avalia-
ção: uma prática em busca de
2 35 1 35
novos sentidos. 2. ed. Rio de
Janeiro: DP&A, 2000.
FREITAS, Luiz Carlos de.
Ciclos, seriação e avaliação:
3 35 1 35
confronto de lógicas . São
Paulo: Moderna, 2003. 96 p.
36
HOFFMANN, Jussara.
Avaliação mediadora: uma
prática em constru-ção da pré- 35 1 35
4
escola à universidade . 30.ed.
Porto Alegre: Mediação, 2010.
159 p.
ZABALA, Antoni. A prática
5 educa-tiva: como ensinar. Porto 35 9 3,8
Alegre: Artmed, 1998. 224 p.
37
CURSO DE ARTES VISUAIS – LICENCIATURA
UNIDADE CURRICULAR: AR636
DISCIPLINA: AR636 Crítica da Arte Contemporânea
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
QUANTIDADE
Nº DE VAGAS QUANTIDADE DE VAGAS
TOTAL DE OFERTADAS
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS NAS QUANTIDADE
POR ANO) BIBLIOTECAS DE
EXEMPLARES
Recurso
eletrônico
disponível em:
BRITO, Ronaldo. Experiência https://suelidelima
crítica – textos selecionados. moreira.wordpress ______
1 35
Organização: Sueli de Lima. São .com/wp-
Paulo: Cosac Naify, 2005. content/uploads/2
017/07/experic3aa
ncia-
crc3adtica.pdf
Recurso
SALLES, Cecília Almeida.
eletrônico
Desafios da arte contemporânea e
a crítica de processos criativos. disponível em: ______
2 35 https://ebooks.puc
Congresso Internacional da
rs.br/edipucrs/anai
Associação de Pesquisadores em
Crítica Genética, X Edição, 2012. s/apcg/edicao10/C
ecilia.Salles.pdf
Recurso
eletrônico
STEINBERG, Leo. Outros disponível em:
critérios: confrontos com a arte file:///C:/Users/joa ______
3 35
do século XX. São Paulo : na/Downloads/stei
Cosac Naify, 2008. nberg-
_outroscriterios2.p
df
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
QUANTIDADE
Nº DE VAGAS DE VAGAS
QUANTIDADE
TOTAL OFERTADAS
DE
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE POR
EXEMPLARES
VAGAS OFERTADAS QUANTIDADE
NA BIBLIOTECA
POR ANO) DE
EXEMPLARES
38
BOURRIAUD, Nicolas.
1 Estética relacional. São Paulo: 35 06 5,8
Martins Fontes, 2009.
Recurso
eletrônico
DANTO. Arthur C. Crítica De
disponível em:
Arte Após O Fim Da Arte. Revista ______
2 35 file:///C:/Users/joa
de Estética e Semiótica, Brasília,
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V. 3, N. 1 P. 82-98 Jan./Jun. 2013.
min,+11916-
38635-1-PB.pdf
Recurso
RANCIÈRE, Jacques. La
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por repensar. In: Estudios disponível em:
https://revistas. ______
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Bogotá, v. 4(5), pp. 176-190, 2018. dex.php/estart/arti
cle/view/13492>.
SOUSA, Ana Cecília Araújo
Soares. Os museus de Pedrosa: Recurso
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brasileira. (TESE). Programa disponível em: ______
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Universidade Federal de Minas ufmg.br/handle/18
Gerais (UFMG), Belo Horizonte, 43/56832
2023.
39
CURSO DE ARTES VISUAIS – LICENCIATURA
UNIDADE CURRICULAR: AR?
DISCIPLINA: Curadorias e Histórias das Exposições
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
QUANTIDADE
Nº DE VAGAS QUANTIDADE DE VAGAS
TOTAL DE OFERTADAS
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS NAS QUANTIDADE
POR ANO) BIBLIOTECAS DE
EXEMPLARES
Recurso
eletrônico
CAVALCANTI, Ana;
OLIVEIRA, Emerson Dionísio de; disponível em:
https://www.acade
COUTO, Maria de Fátima
Morethy. História da Arte em mia.edu/34560570
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1 35 /Hist%C3%B3rias
Exposições: Modos de ver e de
exibir no Brasil: Rio Book’s/ _da_arte_em_exp
osi%C3%A7%C3
Fapesp – 1a. Edição 2016.
GONRING, %B5es_Modos
_de_ver_e_exibir_
no_Brasil
Gabriel Menotti. (O que) pode a Recurso
curadoria inventar? Galáxia (São eletrônico
Paulo). São Paulo, n. 29, p. 276- disponível em: ______
2 288, jun. 2015. 35 https://www.sciel
https://www.scielo.br/j/gal/a/XzN o.br/j/gal/a/XzNd
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pt L58Pvy/?lang=pt
Recurso
RUPP, Bettina. O curador como eletrônico
autor de exposições. Revista- disponível em: ______
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Valise, Porto Alegre, https://seer.ufrgs.b
v.1, n.1, ano 1, 2011. r/RevistaValise/art
icle/view/19857
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
QUANTIDADE
DE VAGAS
Nº DE VAGAS
OFERTADAS
TOTAL QUANTIDADE DE
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES
POR
VAGAS OFERTADAS NA BIBLIOTECA
QUANTIDADE
POR ANO)
DE
EXEMPLARES
40
Recurso
BRUNO. Maria Cristina Oliveira. eletrônico
Definição de Curadoria: Os disponível em:
caminhos do enquadramento, https://www.iberm
______
1 tratamento e extroversão da 35 useos.org/wp-
herança content/uploads/20
patrimonial. 15/07/Unidad1Tex
to_Definicao-de-
Curadoria.pdf
Recurso
OSÓRIO, Luiz Camillo. A eletrônico
função-curador: discurso, disponível em:
montagem, composição. https://www.sciel
______
2 Revista ARS, Ano 2017, no. 37. 35 o.br/j/ars/a/YwZ
Pontifícia Universidade CRZMMCRTR7
Católica do Rio de Janeiro CxbZKzGxNt/?la
(PUC-Rio), Brasil. ng=pt&format=p
df
Recurso
eletrônico
Disponível em:
https://www.acade
mia.edu/41615298/
RUOSO, Carolina. Curadoria de
Curadoria_de_Exp
Exposições, uma abordagem
osi%C3%A7%C3 ______
3 Museológica: reflexões teóricas e 35
%B5es_uma_abor
propostas de metodologias
dagem_Museol%C
participativas.
3%B3gica_reflex
%C3%B5es_te%C
3%B3ricas_e_prop
ostas_de_metodolo
gias_participativas
Recurso
SIMOES, Igor. A exposição como
eletrônico
dispositivo para a história da arte.
PPGAV – Universidade Federal do disponível em:
______
4 35 https://anpap.org.b
Rio Grande do Sul Simpósio 11 –
Recuradoria: Discurso curatorial e r/anais/2015/simpo
perspectiva histórica. sios/s11/igor_mora
es_simoes.pdf.
TEJO, Cristiana Santiago. A Recurso
gênese do campo da curadoria eletrônico
______
5 de arte no Brasil: 35 disponível em:
Aracy Amaral, Frederico https://repositorio.
Morais, Walter Zanini. (TESE). ufpe.br/bitstream/1
41
Universidade Federal 23456789/29890/1
de Pernambuco, no programa /TESE%20Cristian
de Pós- a%20Santiago%20
Tejo.pdf
graduação em Sociologia,
Recife, 2017.
42
CURSO DE ARTES VISUAIS – LICENCIATURA
UNIDADE CURRICULAR: AR647
DISCIPLINA: CURRÍCULO E CULTURA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
QUANTIDADE
Nº DE VAGAS QUANTIDADE DE VAGAS
TOTAL DE OFERTADAS
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS NAS QUANTIDADE
POR ANO) BIBLIOTECAS DE
EXEMPLARES
BRITTO, Maria Leopoldina de
Albuquerque. A trajetória do
currículo de ensino
1 fundamental na Rede Estadual 35 15 2,3
de Pernambuco nos séculos
XIX e XX. Recife: Ed.
Universitária da UFPE, 2005
SILVA, Tomaz Tadeu da.
Documentos de Identidade: 28
2 uma introdução às teorias do 35 1,25
currículo. Belo Horizonte:
Autêntica, 2004.
SILVA, Maria Betânia e. A
inserção da arte no currículo
escolar (Pernambuco, 1950- 35 03 11,6
3
1980). Dissertação (Mestrado
em Educação). Recife: UFPE,
2004
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
QUANTIDADE
DE VAGAS
Nº DE VAGAS
QUANTIDADE OFERTADAS
TOTAL
DE
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS QUANTIDADE
NA BIBLIOTECA
POR ANO)
DE
EXEMPLARES
PANHO, Guilherme. As Artes
Visuais para o Ensino
Fundamental na Base Nacional https://biblioteca.
Comum Curricular. 35 ufpe.br/acervo/4 ________
1
Dissertação. 2019. Dissertação
(Mestrado em Artes Visuais) – 02480
Universidade Federal de
Pernambuco, Recife, 2019.
43
SILVA, Maria Betânia e.
2 Escolarizações da Arte. 35 02 17,5
Curitiba: Ed.Appris, 2021.
SAVIANI, Nereide. Saber
Escolar, Currículo e Didática:
problemas da unidade 35 09 3,8
3
conteúdo/método no processo
pedagógico. Campinas: Autores
Associados, 2006, p.21-45.
VEIGA, Cynthia Greive.
Educação estética para o povo.
In: LOPES, Eliane Marta
Teixeira; FARIA FILHO,
4 Luciano Mendes de; VEIGA, 35 08 4,3
Cynthia Greive (Orgs.). 500
anos de Educação no Brasil.
Belo horizonte: Autêntica,
2003, p.399-422
GOODSON, Ivor F. Currículo:
5 teoria e história. Petrópolis: 35 25 1,4
Vozes, 2013.
44
CURSO DE ARTES VISUAIS – LICENCIATURA
UNIDADE CURRICULAR: AR614
DISCIPLINA: DESENHO 1
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
QUANTIDADE
Nº DE VAGAS QUANTIDADE DE VAGAS
TOTAL DE OFERTADAS
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS NAS QUANTIDADE
POR ANO) BIBLIOTECAS DE
EXEMPLARES
DERDYK, Edith, Formas de
Pensar o Desenho. 2° Edição.
1 São Paulo: Editora Scipione, 35 3 12
1994.
PARRAMON EDICIONES
(Org.). Fundamentos do
2 Desenho Artístico. 2° Edição. 35 10 3,5
São Paulo: Martins Fontes,
2014.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
QUANTIDADE
DE VAGAS
Nº DE VAGAS
QUANTIDADE OFERTADAS
TOTAL
DE
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS QUANTIDADE
NA BIBLIOTECA
POR ANO)
DE
EXEMPLARES
NETO, Onofre Penteado.
Desenho Estrutural. 2°
1 Edição. São Paulo: Perspectiva, 35 11 3
1981.
45
CURSO DE ARTES VISUAIS – LICENCIATURA
UNIDADE CURRICULAR: AR618
DISCIPLINA: DESENHO 2
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
QUANTIDADE
Nº DE VAGAS QUANTIDADE DE VAGAS
TOTAL DE OFERTADAS
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS NAS QUANTIDADE
POR ANO) BIBLIOTECAS DE
EXEMPLARES
DERDYK, Edith, Formas de
Pensar o Desenho. 2° Edição.
1 São Paulo: Editora Scipione, 35 3 12
1994.
DERDYK, Edith. O Desenho
da Figura Humana. 2° 35 5 7
2
Edição. São Paulo: Editora
Scipione, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
QUANTIDADE
DE VAGAS
Nº DE VAGAS
QUANTIDADE OFERTADAS
TOTAL
DE
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS QUANTIDADE
NA BIBLIOTECA
POR ANO)
DE
EXEMPLARES
PARRAMON EDICIONES
(Org.). Fundamentos do
1 Desenho Artístico. 2° Edição. 35 10 3,5
São Paulo: Martins Fontes,
2014.
46
CURSO DE ARTES VISUAIS – LICENCIATURA
UNIDADE CURRICULAR: TE707
DISCIPLINA: DIDÁTICA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
QUANTIDADE
Nº DE VAGAS QUANTIDADE DE VAGAS
TOTAL DE OFERTADAS
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS NAS QUANTIDADE
POR ANO) BIBLIOTECAS DE
EXEMPLARES
CANDAU, Vera Maria.
Didática crítica intercultural: 35 5
1
aproximações . Petrópolis, RJ:
Vozes, 2012.
LIBÂNEO, José Carlos;
ALVES, Nilda (Org.). Temas 3
2 de pedagogia: diálogos entre 35
didática e currículo. 1. ed. São
Paulo: Cortez, 2012.
PIMENTA, Selma Garrido
(Org.). Saberes pedagógicos e 35 21
3
atividade do-cente. 4.ed. São
Paulo: Cortez, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
QUANTIDADE
DE VAGAS
Nº DE VAGAS
QUANTIDADE OFERTADAS
TOTAL
DE
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS QUANTIDADE
NA BIBLIOTECA
POR ANO)
DE
EXEMPLARES
GAUTHIER, Clermont. Por
uma teoria da pedagogia:
1 pesquisas contemporâneas 35 0 X
sobre o saber docente. 2.ed. Ijuí,
RS: UNIJUÍ, 2006.
LIBÂNEO, José Carlos.
Democratização da escola
2 pública: a pedagogia critico- 35 4 8,75
social dos conteúdos . 28ª ed.
São Paulo: Loyola, 2014.
3 TARDIF, Maurice. Saberes 35 10 3,5
docentes e formação
47
profissional. 16. ed. Petrópolis:
Vozes, 2014.
VEIGA, Ilma Passos
Alencastro Veiga. Técnicas de
4 ensino: novos tempos, novas 35 0 X
configurações. 3. ed. Campinas,
SP: Papirus, 2011.
ZABALA, Antoni. A prática
5 educativa: como ensinar. Porto 35 9 3,8
Alegre: Artmed, 1998
48
CURSO DE ARTES VISUAIS – LICENCIATURA
UNIDADE CURRICULAR: (nova eletiva) AR?
DISCIPLINA: Ensino das Artes Visuais Quilombola
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
QUANTIDA
Nº DE DE DE
VAGAS VAGAS
ITE REFERÊNCI TOTAL OFERTADA
(QUANTIDAD QUANTIDADE DE EXEMPLARES NAS BIBLIOTECAS S POR
M A ES DE VAGAS QUANTIDA
OFERTADAS DE DE
POR ANO) EXEMPLAR
ES
NASCIMENT
O, Abdias do.
O
quilombismo :
documentos de
uma militância
pan-africanista
/ Abdias do
Nascimento;
com prefácio
de Kabengele
Munanga e
textos de Elisa
Larkin
1 Nascimento e 35 06 5,8
Valdecir
Nascimento.
Edição: 3. ed.
rev. Rio de
Janeiro :
IPEAFRO -
Instituto de
Pesquisas e
Estudos Afro-
Brasileiros;
São Paulo :
Perspectiva,
2019.
GOMES,
Nilma Lino O
Movimento
Negro
2 educador: 35 11,6
03
saberes
construídos
nas lutas por
emancipação,
49
8. reimp.
Petrópolis, RJ :
Vozes, 2017.
REIS, Ane
Beatriz dos
Santos.
Imagens que
contam
histórias: o
feminino na
Comunidade
Quilombola de Recurso eletrônico disponível em:
3 Conceição das 35 https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/ ________
Crioulas. 2022. 52365
Dissertação
(Mestrado em
Artes Visuais)
– Universidade
Federal de
Pernambuco,
Recife, 2022.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
QUANTIDA
Nº DE DE DE
VAGAS
VAGAS OFERTADA
ITE REFERÊNCI TOTAL S
QUANTIDADE DE EXEMPLARES NA BIBLIOTECA
M A (QUANTIDAD
POR
ES DE VAGAS
QUANTIDA
OFERTADAS
DE DE
POR ANO)
EXEMPLAR
ES
IFÁLÉRÈ,
Olóyè Apesín
Òlá
Olhar
doutrinário
sobre o
candomblé
1 brasileiro II: 35 02 17,5
uma viagem
sem volta. Rio
de Janeiro:
Autografia,
2022.
MUNANG
2 35 8,75
A, 04
50
Kabengele.
Negritude:
usos e
sentidos.2.
ed. São
Paulo:
Ática, 1988.
SILVA,
Delma Josefa.
Referenciais
Epistêmicos
que Orientam
e Substanciam
Práticas
Curriculares
em uma
Escola
localizada na Recurso eletrônico disponível em:
Comunidade https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/3
3 35 _____
Quilombola de 1811
Conceição das
Crioulas. Tese
(Doutorado) -
Universidade
Federal de
Pernambuco,
CE. Programa
de Pós-
graduação em
Educação,
2017
JESUS,
Carolina
Maria de. Casa
de Alvenaria.
4 35 06 5,8
São Paulo:
Companhia
das Letras,
2021.
LODY, Raul.
O negro no
museu
brasileiro:
construindo
5 identidades. 35 05 7
Rio de
Janeiro:
Bertrand
Brasil, 2005.
51
52
CURSO DE ARTES VISUAIS – LICENCIATURA UNIDADE
CURRICULAR: AR686
DISCIPLINA: Estágio Curricular em Ensino das Artes Visuais 1
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
QUANTIDADE
Nº DE VAGAS QUANTIDADE DE VAGAS
ITEM TOTAL DE OFERTADAS
REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS NAS QUANTIDADE
POR ANO) BIBLIOTECAS DE
EXEMPLARES
Recurso
eletrônico
BORRE, Luciana; SILVA,
Maria Betânia (Orgs.). disponível em:
1 (R)existir: práticas 35 https://editora. —
pedagógicas em artes visuais, ufpe.br/books/c
dança e teatro. Recife: Editora atalog/book/176
UFPE, 2017.
Recurso
Hernández, F. ¿De qué eletrônico
hablamos cuando hablamos 35 disponível em: —
2
deCultura Visual?. https://seer.ufrgs.br/i
Educação & Realidade, ndex.php/educacaoere
alidade/article/view/1
2010. 2413
SARDELICH, Maria Recurso
Emilia. Leitura de eletrônico
imagens, cultura visual e disponível em:
3 prática educativa. 35 http://educa.fcc.org.br —
Cadernos de Pesquisa, São /scielo.php?script=sci
_arttext&pid=S0100-
Paulo , v. 36, n. 128, p. 451- 15742006000200009
472, &lng=pt&nrm=iso
ago. 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
QUANTIDADE
DE VAGAS
Nº DE VAGAS
ITEM REFERÊNCIA QUANTIDADE DE OFERTADAS
TOTAL EXEMPLARES NA
(QUANTIDADES DE BIBLIOTECA
POR
VAGAS OFERTADAS
POR ANO) QUANTIDADE
DE
EXEMPLARES
MARTINS, R.; PEREIRA, A.; Recurso
1 CLIFFORD VALENÇA, K. B. 35 eletrônico
Um olhar ‘formatado’. disponível em:
53
Visualidades, Goiânia, v. 6, n. 1 https://revistas.ufg.
e 2, 2012. br/
VISUAL/article/vi
ew/1 8087
SARDELICH, Maria Emilia;
Recurso
NASCIMENTO, Erinaldo A.
do; PAIVA, Camylla R. M. eletrônico
Projetos de cultura visual na 35 disponível em:
2
educação básica: Outros modos https://periodico
de ver a cultura escolar. Revista s.ude
Palíndromo, n. 14, p. 147-162,
sc.br/index.php/
ago./dez.
palind
romo/article/view
/674 1
Recurso
Revista GEARTE, Porto eletrônico
Alegre, v. 4, n. 2, p. 282-294,
3 35 disponível em:
maio/ago. 2017.
https://seer.ufrgs
.br/in
dex.php/gearte/is
sue/vi
ew/3240
Recurso
eletrônico
BORRE, Luciana. Obediência: disponível em:
processos de ensinar, aprender e 35
4 https://seer.ufrg
artistar. Revista Gearte, v. 8, p. 1-
16, 2021. s.br/gearte/artic
le/view/104306
Recurso
eletrônico
BORRE, Luciana; SANTOS, disponível em:
Lizandra. Autorretrato: narrativas https://revistas.
A/r/tográficas e processos de
5 35 udesc.br/index.
criação em histórias
compartilhadas. PALÍNDROMO, php/palindromo
v. 14, p. 303-327, 2022. /article/view/19
589
54
CURSO DE ARTES VISUAIS – LICENCIATURA
UNIDADE CURRICULAR: AR687
DISCIPLINA: ESTÁGIO CURRICULAR EM ENSINO DAS ARTES VISUAIS 2
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
QUANTIDADE
Nº DE VAGAS QUANTIDADE DE VAGAS
TOTAL DE OFERTADAS
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS NAS QUANTIDADE
POR ANO) BIBLIOTECAS DE
EXEMPLARES
FREIRE, Paulo. Pedagogia da
Autonomia: saberes
1 necessários à prática 35 25 1,4
educativa. São Paulo: Paz e
Terra, 2005. 31 ed.
SILVA, Maria Betânia e.
https://periodico
Avaliar o quê em arte?
s.ufpe.br/revistas
Cartema – Revista do Programa 35
2 /CARTEMA/arti ________
de Pós-graduação em Artes
cle/view/251669
Visuais UFPE-UFPB, v.1, n.1,
2012, p.21-32
https://www.peri
SILVA, Maria Betânia e.
Reflexos históricos: por que odicos.rc.bibliot
uma aula de arte? Educação: eca.unesp.br/ind
3 35 ________
Teoria e Prática/ Rio Claro, SP/ ex.php/educacao
v. 29, n.61, p. 269-286, /article/view/108
mai/ago, 2019 60/11208
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
QUANTIDADE
DE VAGAS
Nº DE VAGAS
QUANTIDADE OFERTADAS
TOTAL
DE
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS QUANTIDADE
NA BIBLIOTECA
POR ANO)
DE
EXEMPLARES
ANDRADE, Luana. https://drive.goo
Percepções sobre o estágio
curricular e a vontade de gle.com/file/d/17
(re)unir pensamento e corpo. NThBrMysMTs
1 35 ________
NUNES, L. B.; SILVA, Maria 9i6S56quO5Pssl
Betânia e. (Orgs.). (R)Existir: aAa98Q/view?us
práticas pedagógicas em artes p=sharing
visuais, dança e teatro (E-book).
55
1. ed. Recife: Editora
Universitária da UFPE, 2017.
SANTOS JÚNIOR, Nadilson
Monteiro dos; NUNES, https://drive.goo
Luciana Borre. Artes Visuais e
gle.com/file/d/1b
Diversidade Cultural na
Escola. In: NUNES, Luciana iUaH-
2 Borre; TEZZA, Marianne. 35 bKjz4GwRwQR ________
(Orgs.). Conversas de Estágio: Qd6tEM2fY0b-
Artes Visuais, Dança, Teatro. 8eA/view?usp=s
1ed. Recife: Editora
haring
Universitária da UFPE, 2015,
p.120-136.
PORTELA, Maria B.V;
SANTOS, Genivaldo de S.;
GEBRAN, Raimunda Abou. Os http://educa.fcc.o
saberes da experiência e a rg.br/pdf/comuni
3 construção da poética docente 35 c/v23n1/0104- ________
para o ensino de arte.
Comunicações, Piracicaba, ano 8481-comunic-
23, n.1, p.225-238, jan-abr, 23-1-0225.pdf
2016.
PANHO, Guilherme;
SARDELICH, Maria Emília. https://www.edit
Re-cortes da Artes Visuais: ora.ufpb.br/siste
4 nas entrelinhas da BNCC. 35 ma/press5/index. ________
João Pessoa: Editora UFPB, php/UFPB/catalo
2021. g/book/636
https://observato
rioedhemfoco.co
NÓVOA, António. Escolas e m.br/observatori
professores: proteger, o/escolas-e-
5 35 ________
transformar, valorizar. professores-
Salvador: SEC/IAT, 2022 proteger-
transformar-
valorizar/
56
CURSO DE ARTES VISUAIS – LICENCIATURA
UNIDADE CURRICULAR: AR688
DISCIPLINA: ESTÁGIO CURRICULAR EM ENSINO DAS ARTES VISUAIS 3
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
QUANTIDADE
Nº DE VAGAS QUANTIDADE DE VAGAS
TOTAL DE OFERTADAS
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS NAS QUANTIDADE
POR ANO) BIBLIOTECAS DE
EXEMPLARES
ARANTES, V. A. (org.);
TRILLA, J.; GHANEM, E.
Educação formal e não-formal: 35 10 3,5
1
pontos e contrapontos. São
Paulo: Summus, 2008.
CARVALHO, Lívia Marques.
17
2 O ensino de artes em ONGs. 35 02
São Paulo: Cortez, 2008.
GOHN, M. G. Educação não
formal e o educador social:
atuação no desenvolvimento de 35 09 3,8
3
projetos sociais. São Paulo
Cortez, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
QUANTIDADE
DE VAGAS
Nº DE VAGAS
QUANTIDADE OFERTADAS
TOTAL
DE
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS QUANTIDADE
NA BIBLIOTECA
POR ANO)
DE
EXEMPLARES
BARBOSA, A. M.,
COUTINHO, R. G. (orgs).
1 Arte/Educação como mediação 35 03 11,6
cultural e social. São Paulo:
UNESP, 2009.
BARBOSA, Letícia Rameh.
Movimento de cultura popular:
2 impactos na sociedade 35 01 35
pernambucana. Recife: Bagaço,
2009.
57
Recurso
NÃO-FRONTEIRAS: universos eletrônico
da educação não-formal / prefácio
disponível em:
Olga Rodrigues de Moraes von
https://d3nv1jy4
Simson; texto Maria da Glória
3 35 u7zmsc.cloudfro _____
Gohn; dados quantitativos Renata
Sieiro Fernandes; Ilustração nt.net/wp-
Andrés Sandoval, Mariana Zanetti. content/uploads/
-- São Paulo : Itaú Cultural, 2007. 2012/02/000323.
pdf
SILVA, Maria Betânia e;
SOUZA, Amanda Priscila
Santos de; AZEVEDO, Milena
4 Leite de. Memórias não são só 35 02 17,5
memórias: a Escolinha de Arte
do Recife. Recife: Ed.
Universitária da UFPE, 2013.
Recurso
eletrônico
disponível em:
WALSH, Catherine. Pedagogías https://ayalaborato
Decoloniales. Práticas Insurgentes rio.com/2023/04/2
de resistir, (re)existir e (re)vivir. 8/catherine-walsh-
5 35 _____
Serie Pensamiento Decolonial. pedagogias-
Editora Abya-Yala. Equador, decoloniales-
2017. praticas-
insurgentes-de-
resistir-reexistir-e-
reviver/
58
CURSO DE ARTES VISUAIS – LICENCIATURA
UNIDADE CURRICULAR: AR689
DISCIPLINA: AR689 Estágio Curricular em Ensino das Artes Visuais 4
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
QUANTIDADE
Nº DE VAGAS QUANTIDADE DE VAGAS
TOTAL DE OFERTADAS
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS NAS QUANTIDADE
POR ANO) BIBLIOTECAS DE
EXEMPLARES
Recurso
eletrônico
HELGUERA, Pablo; HOFF,
Mônica (orgs.). Pedagogia no disponível em:
https://www.alicia
1 campo expandido. Porto Alegre 35 ______
Fundação Bienal de Artes Visuais herrero.org/espani
ol/textos/Pedagogi
do Mercosul, 2011.
a_no_campo_expa
ndido.pdf.
Recurso
eletrônico
disponível em:
http://www.forum
MÖRSCH, Carmem. Numa permanente.org/re
encruzilhada de quatro discursos. vista/numero-6-
1/conteudo/numa
Mediação e educação na
documenta 12 entre Afirmação, 35 encruzilhada-de-
2 ______
Reprodução, Desconstrução e quatro-discursos-
1-mediacao-e-
Transformação. In Periódico
educacao-na-
Permanente. Nº 6, fev. 2016.
documenta-12-
entre-afirmacao
reproducao-
desconstrucao-e-
transformacao-2.
INSTITUTO BRASILEIRO Recurso
DE MUSEUS. Caderno da eletrônico
Política Nacional de Educação disponível em:
Museal. Brasília, IBRAM, https://www.muse
3 35 ______
2018. Disponível em: us.gov.br/wp
https://www.museus.gov.br/wp content/uploads/2
content/uploads/2018/06/Cader 018/06/Caderno-
no-da-PNEM.pdf. da-PNEM.pdf.
59
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
QUANTIDADE
DE VAGAS
Nº DE VAGAS
QUANTIDADE OFERTADAS
TOTAL
DE
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS QUANTIDADE
NA BIBLIOTECA
POR ANO)
DE
EXEMPLARES
BRULON, Bruno. Os mitos do Recurso
ecomuseu: entre a representação e eletrônico
a realidade dos museus Disponível em:
comunitários. MUSAS – Revista https://www.muse
1 35 ______
Brasileira de Museus e us.gov.br/wp-
Museologia, Brasília, n. 6, p. 30- content/uploads/20
46, 2014. 15/01/Revista-
Musas-6.pdf.
Recurso
GRINSPUM, Denise. Educação eletrônico:
para o patrimônio: museus de arte https://repep.fflch.
e escola, usp.br/sites/repep.f
2 Responsabilidade compartilhada 35 flch.usp.br/files/E ______
na formação de públicos. 2000. duca%C3%A7%C
Tese (Doutorado) – Universidade 3%A3o%20para%
de São Paulo, São Paulo, 2000. 20patrimonio%20
GRISPUM_D.pdf
HEITOR, Gleyce Kelly Maciel. Recurso
Quando o museu é uma luta! eletrônico
A criação do Museu da Beira da disponível em:
Linha do Coque e do Museu https://www.dbd.p
3 das Remoções. (TESE). História 35 uc- ______
pelo Programa de Pós-graduação rio.br/pergamum/t
em História Social da Cultura, do esesabertas/16130
Departamento de História da 34_2021_complet
PUC-Rio. Rio de Janeiro, 2021. o.pdf
Recurso
eletrônico
HONORATO, Cayo. A mediação
cultural em meio a controvérsias. disponível em:
4 35 https//www.revista ______
Palíndromo, [S. l.], v. 11, n. 25, p.
99-113, 2019. s.udesc.br/index.p
hp/palindromo/arti
cle/view/13173.
TURETTA , Gabriela Maetê. Na Recurso
construção dos modos de fazer: eletrônico ______
5 35
Processos metodológicos de http://www.tede2.
educadores(as) de museus e ufrpe.br:8080/tede
60
exposições de arte. (Dissertação). /bitstream/tede2/9
Programa de Pós-Graduação em 024/2/Gabriela%2
Educação, Culturas e Identidades 0Maete%20Turett
da Universidade Federal Rural de a.pdf
Pernambuco/Fundação Joaquim
Nabuco. Recife, 2023.
61
LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS
COMPONENTE CURRICULAR ELETIVO
DISCIPLINA: AR690 – ESTÉTICA A
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
QUANTIDADE
Nº DE VAGAS QUANTIDADE DE VAGAS
TOTAL DE OFERTADAS
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS NAS QUANTIDADE
POR ANO) BIBLIOTECAS DE
EXEMPLARES
BOSI, Alfredo. Reflexões sobre a
arte. 2.ed. São Paulo, Editora
1 35 3 11,6
Ática, 1986.
PAREYSON, Luigi. Os
2 problemas da Estética. 2.ed. São 35 3 11,6
Paulo: Martins Fontes, 1989.
SUASSUNA, Ariano. Iniciação
3 à Estética. 17 ed. Rio de Janeiro: 35 22 1,5
Nova Fronteira, 2023.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
QUANTIDADE
DE VAGAS
Nº DE VAGAS
QUANTIDADE OFERTADAS
ITEM TOTAL
DE
REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS QUANTIDADE
NA BIBLIOTECA
POR ANO)
DE
EXEMPLARES
CALVINO, Italo. Seis propostas
para o próximo milênio. 2.ed. 35 6 5,8
1
São Paulo:
Companhia das Letras, 1990.
COCHOFEL, João José.
Iniciação estética. Lisboa: 35 2 17,5
2 Europa-América, s.d.
3 ECO, Umberto (Org.).
GLUSBERG. Rio de Janeiro: 35 13 2,6
Record, 2007.
62
GULLAR, Ferreira.
Argumentação contra a morte da 35 2 17,5
4 arte. 8.ed. Rio de Janeiro: Revan,
2003.
63
CURSO DE ARTES VISUAIS – LICENCIATURA
UNIDADE CURRICULAR: AR691
DISCIPLINA: ESTÉTICA B
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
QUANTIDADE
Nº DE VAGAS QUANTIDADE DE VAGAS
TOTAL DE OFERTADAS
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS NAS QUANTIDADE
POR ANO) BIBLIOTECAS DE
EXEMPLARES
BENJAMIN, Walter. Magia e
técnica, arte e política: ensaios
1 sobre literatura e história da 35 27 1,2
cultura. São Paulo: Brasiliense,
2012.
FOUCAULT, Michel. Estética:
literatura e pintura, música e
2 cinema (Ditos & Escritos V. 3). 35 9 3,8
Rio de Janeiro: Forense
Universitária, 2006.
Recurso
NGAI, Sianne (2015). “Nossas eletrônico
categorias estéticas”. Revista disponível em:
Recurso
3 Eco-Pós, 18(3), 6–17. 35 https://revistaeco
eletrônico
https://doi.org/10.29146/eco- pos.eco.ufrj.br/e
pos.v18i3.2760 co_pos/article/vi
ew/2760/2368
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
QUANTIDADE
DE VAGAS
Nº DE VAGAS
QUANTIDADE OFERTADAS
TOTAL
DE
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS QUANTIDADE
NA BIBLIOTECA
POR ANO)
DE
EXEMPLARES
GALT, Rosalind (2015). Recurso
“Lindo: teoria do cinema, eletrônico
estética e a história da imagem disponível em:
Recurso
1 incômoda”. Revista Eco-Pós, 35 https://revistaeco
eletrônico
18(3), 42–65. pos.eco.ufrj.br/ec
https://doi.org/10.29146/eco- o_pos/article/vie
pos.v18i3.2762 w/2762
64
SANTAELLA, Lúcia. Estética
2 de Platão a Peirce. São Paulo: 35 1 35
Experimento, 2000.
DELEUZE, Gilles;
GUATTARI, Felix. O que é a
3 35 2 17,5
filosofia?. Rio de Janeiro:
Editora 34, 1992.
65
CURSO DE ARTES VISUAIS – LICENCIATURA
UNIDADE CURRICULAR: AR649
DISCIPLINA: ESTUDOS DA PERFORMANCE
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
QUANTIDADE
Nº DE VAGAS QUANTIDADE DE VAGAS
TOTAL DE OFERTADAS
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS NAS QUANTIDADE
POR ANO) BIBLIOTECAS DE
EXEMPLARES
Barbosa, Eduardo Romero
Lopes. Visível Audível Recurso
Tangível: mitos do corpo na eletrônico
performance / Eduardo Romero
disponível em:
Lopes Barbosa. – Recife: Tese
1 (doutorado) - Universidade 35 https://repositori -------
Federal de Pernambuco, CFCH. o.ufpe.br/handle/
Programa de Pós-Graduação 123456789/1206
em Antropologia, 2014. 9
https://repositorio.ufpe.br/hand
le/123456789/12069
COHEN, Renato.
Performance como
Linguagem: Criação de um
2 Tempo-Espaço de 35 4 8,75
Experimentação. 3° Edição.
São Paulo: Perspectiva, 2013.
GOLDBERG, RoseLee. A Arte
da Performance: Do
3 Futurismo ao Presente. São 35 29 1,2
Paulo: Martins Fontes, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
QUANTIDADE
DE VAGAS
Nº DE VAGAS
QUANTIDADE OFERTADAS
TOTAL
DE
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS QUANTIDADE
NA BIBLIOTECA
POR ANO)
DE
EXEMPLARES
GLUSBERG, Jorge. A Arte da
1 Performance. 2° Edição. São 35 7 5
Paulo: Perspectiva, 2009.
66
2
GREINER, Christine. O
Corpo, Pistas para Estudos
2 Indisciplinares. 3° Edição. São 35 5 7
Paulo: Annablume, 2008.
LE BRETON, David. Adeus ao
3 Corpo - Antropologia e 35 6 5,8
Sociedade. 6° Edição.
Campinas, SP: Papirus, 2013.
ZUMTHOR, Paul.
Performance, Recepção,
4 Leitura. São Paulo: Cosac 35 8 4,4
Naify, 2007.
67
CURSO DE ARTES VISUAIS – LICENCIATURA
UNIDADE CURRICULAR: Eletiva
DISCIPLINA: Estudos do Imaginário
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
QUANTIDADE
Nº DE VAGAS QUANTIDADE DE VAGAS
TOTAL DE OFERTADAS
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS NAS QUANTIDADE
POR ANO) BIBLIOTECAS DE
EXEMPLARES
DURAND, Gilbert. As estruturas
antropológicas do imaginário:
introdução à arquetipologia geral. 4
1 35 8,7
Tradução de Hélder Godinho. 2ª e
3ª. ed. São Paulo: Martins Fontes,
2001, 2002
BACHELARD, Gaston. A poética
do espaço. Tradução de Antônio 3
2 35 11,6
de Pádua Danesi. 2. ed. São Paulo:
Martins Fontes, 2008.
PITTA, Danielle P. PITTA,
Iniciação à Teoria do
3 Imaginário de Gilbert Durand. 35 5 7
Rio de Janeiro: Atlântica Ed.,
2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
QUANTIDADE
DE VAGAS
Nº DE VAGAS
QUANTIDADE OFERTADAS
TOTAL
DE
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS QUANTIDADE
NA BIBLIOTECA
POR ANO)
DE
EXEMPLARES
Recurso
COSENTINO, Anna eletrônico
Carolina Coelho. disponível em:
Fantasmas do corpocasa: https://repositori ___________
1 35
refazendo significados o.ufpe.br/handle/
afetivos por meio da 123456789/2996
performance. Recife, 2018.
1
68
PAES, Bruna de Sousa
Pedrosa. Praias do Recurso
Capibaribe: uma eletrônico
experiência artística de disponível em:
ativação do espaço https://repositori _________
2 35
público. 2020. Dissertação o.ufpe.br/handle/
(Mestrado em Artes 123456789/4932
Visuais) - Universidade 0
Federal de Pernambuco,
Recife, 2020.
PORTO, Maria do Rosário
Silveira (Org.); TEIXEIRA,
Maria Cecília Sanchez
(Org.); SANTOS, Marcos
Ferreira (Org.);
3 BANDEIRA, Maria de 35 3 11,6
Lourdes (Org.). Tessituras
do imaginário: cultura e
educação. Cuiabá, MT:
EDUNIC/CICE/FEUSP,
2000.
PITTA, Danielle Perin
Rocha (Org.). Ritmos do
5,8
4 imaginário. Recife: Ed. 35 6
Universitária da UFPE,
2005.
REIS, Ane Beatriz dos Recurso
Santos. Imagens que eletrônico
contam histórias: o disponível em:
feminino na Comunidade https://repositori
Quilombola de Conceição
o.ufpe.br/handle/ ________
5 das Crioulas. 2022. 35
123456789/5236
Dissertação (Mestrado em
Artes Visuais) –
5
Universidade Federal de
Pernambuco, Recife,
2022.
69
CURSO DE ARTES VISUAIS – LICENCIATURA
UNIDADE CURRICULAR: AR650
DISCIPLINA: Expressão Plástica Infantil
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
QUANTIDADE
Nº DE VAGAS QUANTIDADE DE VAGAS
TOTAL DE OFERTADAS
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS NAS QUANTIDADE
POR ANO) BIBLIOTECAS DE
EXEMPLARES
Hernandez, Fernando.
Transgressão e mudança na
1 educação : os projetosde 35 5 7
trabalho. Porto Alegre :
Artmed, 2007.
Recurso
eletrônico
BORRE, Luciana. Bonecas disponível em:
Trapeiras: vivências https://drive.goog
artográficas e formação docente le.com/file/d/14f
2 35 —
para/com as infâncias. Revista GfrmVNJUycbyc
Apotheke,2019. ialk31OR-
J9Dw0NVv/view
?usp=sharing
CUNHA, Susana Rangel. A
arte é para as crianças ou das Recurso
crianças? In: Flores, Maria eletrônico
Luiza Rodrigues; disponível em:
Albuquerque, Simone Santos https://drive.goo
de (org.).
gle.com/file/d/1
3 Implementação do 35 —
FVcsjrdbV1N1
Proinfância no Rio Grandedo
m-
Sul: perspectivas políticas e
K5ZexpmxWCp
pedagógicas.
HAjZiB3/view?
Porto Alegre: EDIPUCRS,
2015. p. 85-100. usp=sharing
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
70
QUANTIDADE
DE VAGAS
Nº DE VAGAS
QUANTIDADE OFERTADAS
ITEM TOTAL
DE
REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS QUANTIDADE
NA BIBLIOTECA
POR ANO)
DE
EXEMPLARES
Recurso
Bombonato, Giseli eletrônico
Aparecida; Farago,
Alessandra Corrêa. As disponível em:
etapas do desenho infantil https://unifafibe
1 segundo autores 35 .com.br/revista
contemporâneos. Cadernos sonline/arquivo
de Educação: Ensino e s/cadernodeed
Sociedade, Bebedouro-SP, 3 ucacao/sumari
(1): 171-195, 2016. o/40/30042016
104546.pdf
Hernandez, Fernando.
Cultura visual,
2 mudançaeducativa e 35 7 exemplares 5
projeto de
trabalho. Porto
Alegre: Artmed,
2000.
Pimentel, Lucia Gouvêa.
Som, gesto, forma e cor:
10 exemplares
3 dimensões da arte e seu 35 3,5
ensino. Belo Horizonte:
C/ARTE, 2003.
BORRE, Luciana. Recurso
Desobediência: uma eletrônico
intervenção urbana com a disponível em:
https://periodic
Pedagogia da Autonomia. os.ufpe.br/revist
ESTUDOS as/index.php/est
4 35
UNIVERSITARIOS, v. 38, udosuniversitar
p.477-488, 2021. ios/article/view/
249913/39256
BORRE, Luciana.Obediência: Recurso
processos de ensinar, aprender eletrônico
5 e artistar. Revista Gearte, v. 8,
disponível em:
p. 1-16,
https://seer.ufrg
2021. 35
s.br/gearte/artic
le/view/104306/ 0
71
CURSO DE ARTES VISUAIS – LICENCIATURA
UNIDADE CURRICULAR: AR622
DISCIPLINA: FOTOGRAFIA E ARTE
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
QUANTIDADE
Nº DE VAGAS QUANTIDADE DE VAGAS
TOTAL DE OFERTADAS
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS NAS QUANTIDADE
POR ANO) BIBLIOTECAS DE
EXEMPLARES
DUBOIS, Philipe. O Ato
Fotográfico e Outros Ensaios.
1 14° Edição. Campinas: Papirus, 35 26 1,3
2009.
KOSSOY, Boris. Fotografia e
História. São Paulo: Ática,
2 35 9 4
1989.
FLUSSER, V. Filosofia da
Caixa Preta: Ensaios para
3 uma Futura Filosofia da 35 3 12
Fotografia. RJ: Dumará, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
QUANTIDADE
DE VAGAS
Nº DE VAGAS
QUANTIDADE OFERTADAS
TOTAL
DE
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS QUANTIDADE
NA BIBLIOTECA
POR ANO)
DE
EXEMPLARES
BARTHES, Roland. A Câmara
Clara. Nota sobre a
1 Fotografia. 3° Edição. Rio de 35 2 17,5
Janeiro: Nova Fronteira, 1989.
KOSSOY, Boris. Realidades e
Ficções na Trama
2 Fotográfica. São Paulo: Ateliê 35 2 17,5
Editorial, 1999.
72
CURSO DE ARTES VISUAIS – LICENCIATURA
UNIDADE CURRICULAR: AR651
DISCIPLINA: FOTOGRAFIA E CORPO
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
QUANTIDADE
Nº DE VAGAS QUANTIDADE DE VAGAS
TOTAL DE OFERTADAS
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS NAS QUANTIDADE
POR ANO) BIBLIOTECAS DE
EXEMPLARES
CORBIN, A., Courtine, J-J.,
Vigarello, G. História do
1 Corpo. 5° Edição. 3 vol. 35 3 12
Petrópolis, Vozes, 2012.
DUBOIS, Philipe. O Ato
Fotográfico e Outros Ensaios.
2 14° Edição. Campinas: Papirus, 35 26 1,3
2009.
JEUDY, Henri-Pierre. O
Corpo como Objeto de Arte.
3 2° Edição. São Paulo: Estação 35 4 8,75
Liberdade, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
QUANTIDADE
DE VAGAS
Nº DE VAGAS
QUANTIDADE OFERTADAS
TOTAL
DE
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS QUANTIDADE
NA BIBLIOTECA
POR ANO)
DE
EXEMPLARES
ECO, U (Org.). A História da
1 Feiúra. Trad. Eliana Aguiar. 35 12 3
Rio de Janeiro: Record, 2007.
______ (Org.). A História da
Beleza. 4° Edição. Trad. Eliana
2 Aguiar. Rio de Janeiro: Record, 35 15 2,3
2014.
FIGUEIREDO, Lucy, Imagens
Polifônicas: Corpo e Fotografia. 35 2 17,5
3
1° Edição. São Paulo: Annablume,
Fapesp, 2007.
73
CURSO DE ARTES VISUAIS – LICENCIATURA
UNIDADE CURRICULAR: AR615
DISCIPLINA: Fundamentos da Arte/Educação
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
QUANTIDADE
Nº DE VAGAS QUANTIDADE DE VAGAS
TOTAL DE OFERTADAS
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS NAS QUANTIDADE
POR ANO) BIBLIOTECAS DE
EXEMPLARES
BARBOSA, Ana Mae,
Arte/Educação
Contemporânea:
1 35 32 1
consonâncias internacionais/
(2005,2006, 2008, 2010)
DEWEY, John, Experiência
e Natureza: lógica; a teoria
5
2 da investigação; arte como 35 7
experiência, vida
educação/1980.
FUSARI, Maria F. Rezende;
e FERRAZ, Maria Heloísa
3 C. de Toledo, Arte na 35 22 1,5
Educação (1992, 1993, 2001,
2010)
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
QUANTIDADE
DE VAGAS
Nº DE VAGAS
QUANTIDADE OFERTADAS
TOTAL
DE
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS QUANTIDADE
NA BIBLIOTECA
POR ANO)
DE
EXEMPLARES
BARBOSA, Ana Mae. Arte
Educação no Brasil. 7ª ed. São
1 35 14 2,5
Paulo: Perspectiva; 1999,
2010, 2012.
74
BARBOSA, Ana Mae. A
abordagem triangular no
ensino das artes e culturas
2 35 19 1,8
visuais, SP: Cortez (1991,
1992, 1994, 1995, 1996, 1998,
1999, 2002, 2015, 2010).
MATTAR, Sumaya; Recurso
AZEVEDO, Vinícius de. eletrônico
Arte e educação para disponível em:
professores: teias de afeto e https://www.livros
3 35 ________
saberes. Universidade de abertos.abcd.usp.b
São Paulo. Escola de r/portaldelivrosUS
Comunicações e Artes, P/catalog/book/94
2022. 0
RICHTER, Ivone Mendes..
Interculturalidade e estética do
cotidiano no ensino das artes
4 35 21 1,6
visuais /São Paulo : Mercado
de Letras, 2003.
IAVELBERG, Rosa. Para
gostar de aprender arte : sala
de aula e formação de
5 professores / Rosa Iavelberg. 35 20 1,6
Porto Alegre : Artes Médicas,
2007.
75
CURSO DE ARTES VISUAIS – LICENCIATURA
UNIDADE CURRICULAR: SF451
DISCIPLINA: Fundamentos da Educação
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
QUANTIDADE
Nº DE VAGAS QUANTIDADE DE VAGAS
TOTAL DE OFERTADAS
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS NAS QUANTIDADE
POR ANO) BIBLIOTECAS DE
EXEMPLARES
LIBÂNEO, José Carlos. Adeus
professor adeus professora? Novas
1 exigências educacionais e 35 23 1,5
profissão docente. 13 ed. São
Paulo: Cortez, 2011
PEREIRA, C. M. R. C.,
SABBATINI, M., VOSS, R. R.
Paulo Freire em debate. Recife:
2 Editora Universitária UFPE, 2013. 35 online ______
Disponível em:
https://editora.ufpe.br/books/catal
og/book/192
SAVIANI, Demerval. Escola e
3 democracia. 42 ed. São Paulo: 35 22 1,5
Cortez, 2012.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
QUANTIDADE
DE VAGAS
Nº DE VAGAS
QUANTIDADE OFERTADAS
TOTAL
DE
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS QUANTIDADE
NA BIBLIOTECA
POR ANO)
DE
EXEMPLARES
ARANHA, Maria Lúcia A.
Filosofia da Educação. 3 ed.
1 35 8 4,3
rev. amp. São Paulo: Moderna,
2006.
BEVILACQUA, Aluisio
Pampolha. John Dewey e a
Escola Nova no Brasil. Ciência
2 35 online ______
& Luta de Classes Digital, a. 1,
v.1, n.1, p. 1-18, 2014.
Disponível em:
76
https://revistaclc.ceppes.org.br/
online/article/view/29
BRANDÃO, Carlos Rodrigues.
3 O que é Educação. Brasiliense: 35 7 5
2007.
GADOTTI, Moacir. A questão
da educação formal/não-formal.
Sion: IDE, 2005. Disponível
em:
4 https://edisciplinas.usp.br/plugi 35 online ______
nfile.php/5633199/mod_resour
ce/content/1/eudca%C3%A7%
C3%A3o%20n%C3%A3o%20
formal_formal_Gadotti.pdf
FREIRE, Paulo. Não há
docência sem discência.
In:_________. Pedagogia da
5 35 36 0,9
autonomia: saberes necessários
à prática educativa. 34 ed. São
Paulo: Paz e Terra, 2006.
77
CURSO DE ARTES VISUAIS – LICENCIATURA
UNIDADE CURRICULAR: AR612
DISCIPLINA: FUDAMENTOS DA LINGUAGEM VISUAL I
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
QUANTIDADE
Nº DE VAGAS QUANTIDADE DE VAGAS
TOTAL DE OFERTADAS
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS NAS QUANTIDADE
POR ANO) BIBLIOTECAS DE
EXEMPLARES
ARNHEIM, Rudolf. Arte e
Percepção Visual: Uma
1 Psicologia da Visão Criadora. 35 14 2,5
12° Edição. São Paulo:
Pioneira, 1998.
DONDIS, Donis A. Sintaxe da
Linguagem Visual. 3°. Ed. São
2 35 24 1,5
Paulo: Martins Fontes, 2007.
GOMBRICH, E. H. Arte e
3 Ilusão. 4° Edição. São Paulo: 35 17 2
Martins Fontes, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
QUANTIDADE
DE VAGAS
Nº DE VAGAS
QUANTIDADE OFERTADAS
TOTAL
DE
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS QUANTIDADE
NA BIBLIOTECA
POR ANO)
DE
EXEMPLARES
CHIPP, H. B. Teorias da Arte
1 Moderna. 2° Edição. São 35 7 5
Paulo: Martins Fontes, 1996.
OSTROWER, Fayga.
Universos da Arte. 14°.
2 Edição. Rio de Janeiro: Editora 35 7 5
Campus, 1999.
78
CURSO DE ARTES VISUAIS – LICENCIATURA
UNIDADE CURRICULAR: AR617
DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DA LINGUAGEM VISUAL 2
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
QUANTIDADE
Nº DE VAGAS QUANTIDADE DE VAGAS
TOTAL DE OFERTADAS
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS NAS QUANTIDADE
POR ANO) BIBLIOTECAS DE
EXEMPLARES
BARROS, Lilian Ried Miller.
A Cor no Processo Criativo -
1 Um Estudo Sobre Bauhaus e a 35 2 17,5
Teoria de Goethe - 3ª Edição.
São Paulo: SENAC, 2009.
FARINA, Modesto.
Psicodinâmica da Cores e
2 Comunicação. 6° Edição. São 35 7 15
Paulo: Edgard Blücher, 2011.
GUIMARÃES, Luciano. A Cor
como Informação: A
Construção Biofísica,
3 Linguística e Cultural da 35 24 1,45
Simbologia das Cores. 3°
Edição. São Paulo: Annablume,
2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
QUANTIDADE
DE VAGAS
Nº DE VAGAS
QUANTIDADE OFERTADAS
TOTAL
DE
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS QUANTIDADE
NA BIBLIOTECA
POR ANO)
DE
EXEMPLARES
DONDIS, Donis A. Sintaxe da
1 Linguagem Visual. 3°. Ed. São 35 24 1,5
Paulo: Martins Fontes, 2007.
PEDROSA, Israel: Da Cor a
2 Cor Inexistente. 10° Edição. 35 3 11,6
Rio de Janeiro. SENAC, 2010.
79
CURSO DE ARTES VISUAIS – LICENCIATURA
UNIDADE CURRICULAR: PO492
DISCIPLINA: FUNDAMENTOS PSICOLÓGICOS DA EDUCAÇÃO
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
QUANTIDADE
Nº DE VAGAS QUANTIDADE DE VAGAS
TOTAL DE OFERTADAS
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS NAS QUANTIDADE
POR ANO) BIBLIOTECAS DE
EXEMPLARES
CARRARA, Kester, (Org.).
Introdução à psicologia da 35 9 3,8
1
educação: seis abordagens. São
Paulo: Avercamp, 2004.
COLL, César; PALACIOS,
Jesus; MARCHESI, Alvaro
(Org.). Desenvolvimento 35 31 1,1
2
psicológico e educação. Vol. 3.
2. ed. Porto Alegre: Artmed,
2004.
MONTEIRO, Carlos Eduardo
Fer-reira; RODRIGUES, Sylvia
Regina de Chiaro Ribeiro.
((Org.)). Fundamentos
3 35 1 35
psicológicos do ensino e da
aprendizagem. Recife: Ed.
Universitária da UFPE, 2012.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
QUANTIDADE
DE VAGAS
Nº DE VAGAS
QUANTIDADE OFERTADAS
TOTAL
DE
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS QUANTIDADE
NA BIBLIOTECA
POR ANO)
DE
EXEMPLARES
FREUD, Sigmund. Três ensaios
1 sobre a teoria da sexualidade. 35 1 35
Rio de Janeiro: Imago, 2002.
PIAGET, Jean. Psicologia e
pedagogia: a resposta do grande
2 psicólogo aos problemas do 35 3 11,6
ensino. 10. ed. rev. Rio de
Janeiro: Forense Universitária,
80
2010.
SKINNER, B. F. Sobre o
3 behaviorismo. São Paulo: 35 1 35
Cultrix, c2006.
VIGOTSKY, L. S.; BEZERRA,
Paulo. Psicologia pedagógica.
4 35 5 7
2.ed. São Paulo: Martins
Fontes, 2004.
WALLON, Henri. A evolução
5 psi-cológica da criança. São 35 2 17,5
Paulo: Martins Fontes, 2007.
81
CURSO DE ARTES VISUAIS – LICENCIATURA
UNIDADE CURRICULAR: AP492
DISCIPLINA: GESTÃO EDUCACIONAL E GESTÃO ESCOLAR
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
QUANTIDADE
Nº DE VAGAS QUANTIDADE DE VAGAS
TOTAL DE OFERTADAS
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS NAS QUANTIDADE
POR ANO) BIBLIOTECAS DE
EXEMPLARES
DOURADO, Luís Fernandes
(Org.). Políticas e Gestão da
1 Educação no Brasil: novos 35 0 X
marcos regulatórios. São Paulo:
Xamã, 2009.
PARO, Vitor Henrique.
2 Escritos sobre educação. 1. ed. 35 1 35
São Paulo: Xamã, 2001
VIEIRA, Sofia Lerche.
Educação básica: política e
3 35 1 35
gestão da escola. Fortaleza:
Liber Livro, 2008
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
QUANTIDADE
DE VAGAS
Nº DE VAGAS
QUANTIDADE OFERTADAS
TOTAL
DE
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS QUANTIDADE
NA BIBLIOTECA
POR ANO)
DE
EXEMPLARES
ALARCÃO, Isabel (Org.).
Escola reflexiva e nova 35 7 5
1
racionalidade. Porto Alegre:
Artmed, 2001.
ALONSO, Myrtes. “A
administra-ção educacional e os
desafios da modernidade”.
2 Revista brasileira de 35 0 X
administração educacional.
Brasília, v. 11, n. 1, p. 9-26
jan/jun.1995.
FELIX, Maria de Fatima Costa.
3
Ad-ministracao escolar: um 35 3 11,6
82
problema educativo ou
empresarial?: análise da
proposta do estado capitalista
brasileiro para burocratizacao
do sistema escolar . 4. ed. -. São
Paulo: Cortez : Autores
Associados, 1989.
FERREIRA, Naura Syria
Carapeto (Org.). Gestão
democrática da edu-cação:
4 35 9 3,8
atuais tendências, novos de-
safios . 4.ed. São Paulo: Cortez,
2003.
FERREIRA, Naura Syria
Carapeto (Org.); AGUIAR,
Márcia Ângela (Org). Gestão da
5 educação: impas-ses, 35 9 3,8
perspectivas e compromissos .
3.ed. Cortez, 2001. São Paulo:.
316p.
83
CURSO DE ARTES VISUAIS – LICENCIATURA
UNIDADE CURRICULAR: AR692
DISCIPLINA: GRAVURA A
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
QUANTIDADE
Nº DE VAGAS QUANTIDADE DE VAGAS
TOTAL DE OFERTADAS
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS NAS QUANTIDADE
POR ANO) BIBLIOTECAS DE
EXEMPLARES
LISBOA, ANA. Plantação e
colheita / organização editorial
1 e ensaio crítico: Clarissa Diniz 35 4 8,75
e Patrícia Burrowes. Recife:
Funcultura, 2009.
OSTROWER, Fayga.
Criatividade e processo de
2 criação. Petropolis: Vozes, 35 70 0,5
1989.
SHRIMPTON, Regina Helena.
Monotipia uma investigação
técnica e artística. Dissertação
Recurso
de mestrado.
eletrônico
UNIVERSIDADE DO
disponível em:
ALGARVE Faculdade de
https://sapientia.
3 Ciências Humanas e Sociais. 35 ---
ualg.pt/bitstream
Portugal. 2012. Disponível
/10400.1/3522/1/
em:
Monotipia17051
https://sapientia.ualg.pt/bitstrea
3.pdf.
m/10400.1/3522/1/Monotipia1
70513.pdf. Acesso em:
29.10.2024.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
QUANTIDADE
DE VAGAS
Nº DE VAGAS
QUANTIDADE OFERTADAS
TOTAL
DE
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS QUANTIDADE
NA BIBLIOTECA
POR ANO)
DE
EXEMPLARES
84
BLAUTH, Lurdi. Gravura
Recurso
contemporânea: gravações e
eletrônico
impressões entre cheios e
disponível em:
vazios. Revista
1 35 https://periodicos ----
Científica/FAP, Curitiba, v. 5,
.unespar.edu.br/r
n. 1, 2010. DOI:
evistacientifica/a
10.33871/19805071.2010.5.1.1
rticle/view/1572.
572.
Recurso
eletrônico
FREDDI, H. (2015). Gravura e
35 disponível em: _____
2 devir. Arte 21, 5(2), 107–109.
https://doi.org/10.
62507/a21.v5i2.79
FREITAS, A. Gravura Recurso
expandida: as Mostras da eletrônico
Gravura dos anos 1990 - DOI disponível em:
3 35 ----
10.5216/vis.v8i2.18274. Visual https://revistas.ufg
idades, Goiânia, v. 8, n. 2, .br/VISUAL/articl
2012. e/view/18274.
PERRUD SILVA, P. (2023). Recurso
Entre a reprodução e a eletrônico
expressão: notas por uma disponível em:
4 história da gravura como arte e 35 https://doi.org/10. ----
imagem (séculos XVI- 5433/2237-
XXI). Domínios Da 9126.2023v17n32
Imagem, 17(32), 244–267. p244
SANTOS, Márcia Campos dos.
Gravura sobre policarbonato: Recurso
uma experiência eletrônico
5 contemporânea. 2006. 138 f. 35 disponível em: ----
Dissertação (Mestrado) http://hdl.handle.n
Universidade Estadual Paulista, et/11449/87016
Instituto de Artes, 2006.
85
CURSO DE ARTES VISUAIS – LICENCIATURA
UNIDADE CURRICULAR: AR693
DISCIPLINA: GRAVURA B
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
QUANTIDADE
Nº DE VAGAS QUANTIDADE DE VAGAS
TOTAL DE OFERTADAS
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS NAS QUANTIDADE
POR ANO) BIBLIOTECAS DE
EXEMPLARES
ARONIS, Jacqueline. Matéria
gráfica: idéia e imagem. 2009. Recurso
Tese (Doutorado em Poéticas eletrônico
Visuais) - Escola de disponível em:
1 Comunicações e Artes, 35 https://doi.org/10. ---
Universidade de São Paulo, São 11606/T.27.2009.t
Paulo, 2009. de-13072009-
doi:10.11606/T.27.2009.tde- 185747
13072009-185747.
CALZAVARA, Ana
Lucia. Entremeios. 2012. Tese Recurso
(Doutorado em Poéticas eletrônico
Visuais) - Escola de disponível em:
2 Comunicações e Artes, 35 https://doi.org/10. ---
Universidade de São Paulo, São 11606/T.27.2012.t
Paulo, 2012. de-09052013-
DOI:10.11606/T.27.2012.TDE 094051
-09052013-094051.
JORGE, Alice.; GABRIEL,
Maria, 1937-. Técnicas de
gravura artística: xilogravura,
3 35 1 35
linóleo, calcografia, litografia.
2. ed. -. Lisboa: Livros
Horizonte, 2000.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
QUANTIDADE
DE VAGAS
Nº DE VAGAS
QUANTIDADE OFERTADAS
TOTAL
DE
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS QUANTIDADE
NA BIBLIOTECA
POR ANO)
DE
EXEMPLARES
86
BLAUTH, Lurdi. Gravura
Recurso
contemporânea: gravações e
eletrônico
impressões entre cheios e
disponível em:
vazios. Revista
1 35 https://periodicos ----
Científica/FAP, Curitiba, v. 5,
.unespar.edu.br/r
n. 1, 2010. DOI:
evistacientifica/a
10.33871/19805071.2010.5.1.1
rticle/view/1572.
572.
GABBAI, Paula
Escobar. Canteiros e matrizes Recurso
(uma catedral interior). 2018. eletrônico
Tese (Doutorado em Poéticas disponível em:
2 35 https://doi.org/10. ----
Visuais) - Escola de
11606/T.27.2018.t
Comunicações e Artes,
de-18052018-
Universidade de São Paulo, São 112950
Paulo, 2018.
MUBARAC, Luiz Recurso
Claudio. Notas Sobre Incisão. eletrônico
1998. Tese (Doutorado em disponível em:
3 Artes Plásticas) - Escola de https://doi.org/10.
35 ----
Comunicações e Artes, 11606/T.27.2019.t
Universidade de São Paulo, São de-24042019-
Paulo, 1998. 130123
PAULINO, Rosana. Imagens
de sombras. 2011. Tese Recurso
(Doutorado em Poéticas eletrônico
Visuais) - Escola de disponível em:
4 Comunicações e Artes, 35 https://doi.org/10. ----
Universidade de São Paulo, São 11606/T.27.2011.t
Paulo, 2011. de-05072011-
doi:10.11606/T.27.2011.tde- 125442
05072011-125442.
TURCATO, José
Milton. Ensaio gráfico, Recurso
gravura em metal, o desígnio, eletrônico
o desenho, a gravura. 2014. disponível em:
Tese (Doutorado em Poéticas 35 https://doi.org/10. ----
5
Visuais) - Escola de 11606/T.27.2014.t
Comunicações e Artes, de-20102014-
Universidade de São Paulo, São 095330
Paulo, 2014.
87
LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS
COMPONENTE CURRICULAR ELETIVO
DISCIPLINA: AR611-HISTÓRIA DA ARTE 1
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
QUANTIDADE
Nº DE VAGAS QUANTIDADE DE VAGAS
TOTAL DE OFERTADAS
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS NAS QUANTIDADE
POR ANO) BIBLIOTECAS DE
EXEMPLARES
DURDEN, Dennis. African art.
London: Paul Hamly, 1968.
1 35 1 35
JANSON, H. W. História geral da
2 arte. São Paulo: Martins Fontes, 35 7 5
2019.
GOMBRICH, E. H. A história da
3 arte. Trad. Cristiana de Assis 35 8 4,3
Serra. Rio de Janeiro: LTC, 2013.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
QUANTIDADE
DE VAGAS
Nº DE VAGAS
QUANTIDADE OFERTADAS
ITEM TOTAL
DE
REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS QUANTIDADE
NA BIBLIOTECA
POR ANO)
DE
EXEMPLARES
BECKETT, Wendy. A história da
1 pintura. São Paulo: Ática, 1997. 35 3 11,6
O’NEILL, Elena; CONDURU,
Roberto. Carl Einstein e a arte da 35 0 X
2 África. Rio de Janeiro: EdUERJ,
2015.
OSTROWER, Fayga. Universos 35 7 5
3
da arte. 2.ed. Rio de Janeiro:
Campus, 1983.
88
LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS
COMPONENTE CURRICULAR ELETIVO
DISCIPLINA: AR616-HISTÓRIA DA ARTE 2
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
QUANTIDADE
Nº DE VAGAS QUANTIDADE DE VAGAS
TOTAL DE OFERTADAS
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS NAS QUANTIDADE
POR ANO) BIBLIOTECAS DE
EXEMPLARES
GOMBRICH, E. H. A história da
arte. Trad. Cristiana de Assis
1 35 8 4,3
Serra. Rio de Janeiro: LTC, 2013.
JANSON, H. W. História geral da
2 arte. São Paulo: Martins Fontes, 35 7 5
2019.
WÖLFFLIN, Heinrich. Conceitos
3 fundamentais da História da Arte. 35 23 1,5
Trad. João Azenha Jr. São Paulo:
Martins Fontes, 2019.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
QUANTIDADE
DE VAGAS
Nº DE VAGAS
QUANTIDADE OFERTADAS
ITEM TOTAL
DE
REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS QUANTIDADE
NA BIBLIOTECA
POR ANO)
DE
EXEMPLARES
BECKETT, Wendy. A história da
1 pintura. São Paulo: Ática, 1997. 35 3 11,6
OSTROWER, Fayga. Universos 35 7 5
2
da arte. 2.ed. Rio de Janeiro:
Campus, 1983.
VASARI, Giorgio. Vida de 35 2 17,5
3
Michelangelo Buonarroti. Trad.
Luiz Marques. Campinas (SP):
Ed. Unicamp, 2011.
89
CURSO DE ARTES VISUAIS – LICENCIATURA
UNIDADE CURRICULAR: AR620
DISCIPLINA: HISTÓRIA DA ARTE 3
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
QUANTIDADE
Nº DE VAGAS QUANTIDADE DE VAGAS
TOTAL DE OFERTADAS
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS NAS QUANTIDADE
POR ANO) BIBLIOTECAS DE
EXEMPLARES
DEMPSEY. Amy. Estilos,
1 escolas e movimentos. São 35 10 3,5
Paulo: Cosac Naif, 2003.
GOMBRICH, E. H. História da
2 Arte. Rio de Janeiro. 35 20 1,75
Guanabara, 1988
JANSON, H W. Iniciação a
3 História da Arte. São Paulo: 35 6 5,8
Martins Fontes 1988
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
QUANTIDADE
DE VAGAS
Nº DE VAGAS
QUANTIDADE OFERTADAS
ITE TOTAL
DE
REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE
M EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS QUANTIDADE
NA BIBLIOTECA
POR ANO)
DE
EXEMPLARES
ZACCARA, Madalena. Pedro
1 Americo um artista brasileiro do 35 3 11,6
século XIX. Recife: UFPE. 2011
HESSEL, Katy. A História da
2 Arte sem os Homens. Rio de 35 4 8,7
janeiro: Rosa dos Tempos, 2024
ARGAN, G. C. História da Arte
3 como história da cidade. São 35 10 3,5
Paulo: Martins Fontes, 1998.
ARGAN, Giulio Carlo. Arte
Moderna: do iluminismo aos
4 movimentos contemporâneos. 35 24 1,4
São Paulo: Companhia das
Letras, 1992
90
CURSO DE ARTES VISUAIS – LICENCIATURA
UNIDADE CURRICULAR:
DISCIPLINA: HISTÓRIA DA ARTE 4
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
QUANTIDADE
Nº DE VAGAS QUANTIDADE DE VAGAS
TOTAL DE OFERTADAS
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS NAS QUANTIDADE
POR ANO) BIBLIOTECAS DE
EXEMPLARES
BAZIN, Germain. História da
história da arte: de Vasari a
1 35 15 7
nossos dias. São Paulo: M.
Fontes, 1989.
GOMBRICH, E. H. História da
2 Arte. Rio de janeiro. 35 20 1,75
Guanabara, 1988
DEMPSEY. Amy. Estilos,
3 escolas e movimentos. São 35 10 3,5
Paulo: Cosac Naif, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
QUANTIDADE
DE VAGAS
Nº DE VAGAS
QUANTIDADE OFERTADAS
TOTAL
DE
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS QUANTIDADE
NA BIBLIOTECA
POR ANO)
DE
EXEMPLARES
BATISTA, Marta Rossetti. Os
Artistas Brasileiros na Escola
1 35 3 11,6
de Paris. São Paulo: Editora
34,2012
ZACCARA, Madalena.
2 Mulheres brasileiras na Ecole 35 1 35
de Paris. Curitiba: CRV, 2022.
HESSEL, Katy. A História da
3 Arte sem os Homens. Rio de 35 4 15
janeiro: Rosa dos Tempos, 2024
CABRAL, Carlos Romeu.
Conexão Recife Paris:
4 35 1 35
Transferências artísticas
descentralização da arte
91
moderna brasileira. Cajazeiras:
Arribaçã, 2023.
JANSON, H W. Iniciação a
5 História da Arte. São Paulo: 35 6 5,8
Martins Fontes 1988
92
CURSO DE ARTES VISUAIS – LICENCIATURA
UNIDADE CURRICULAR:
DISCIPLINA: HISTÓRIA DA ARTE 5
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
QUANTIDADE
Nº DE VAGAS QUANTIDADE DE VAGAS
TOTAL DE OFERTADAS
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS NAS QUANTIDADE
POR ANO) BIBLIOTECAS DE
EXEMPLARES
CATTANI, Icleia Borsa.
Mestiçagens na arte
contemporânea: conceito e
1 desdobramentos. In: ______ 35 15 4
(org.). Mestiçagens na arte
contemporânea. Porto Alegre:
Editora da UFRGS,
FOSTER, Hal. O retorno do
real: A vanguarda no final do
2 35 6 5,8
século XX. São Paulo : Ubu
Editora, 2017.
DEMPSEY. Amy. Estilos,
3 escolas e movimentos. São 35 10 3,5
Paulo: Cosac Naif, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
QUANTIDADE
DE VAGAS
Nº DE VAGAS
QUANTIDADE OFERTADAS
TOTAL
DE
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS QUANTIDADE
NA BIBLIOTECA
POR ANO)
DE
EXEMPLARES
CATTANI, Icleia Borsa.
Mestiçagens na arte
contemporânea: conceito e
1 desdobramentos. In: ______ 35 3 11,6
(org.). Mestiçagens na arte
contemporânea. Porto Alegre:
Editora da UFRGS,
93
ZACCARA, Madalena.
Mulheres artistas brasileiras na
2 École de Paris: entre a academia 35 1 35
e as vanguardas. Santa
Catarina: CRV, 2021.
HESSEL, Katy. A História da
3 Arte sem os Homens. Rio de 35 4 15
janeiro: Rosa dos Tempos, 2024
Argan, Giulio Carlo. Arte
Moderna: do iluminismo aos
4 movimentos contemporâneos. 35 24 1,4
São Paulo: Companhia das
Letras, 1992
GOMBRICH, E. H. História da
5 Arte. Rio de janeiro. 35 20 1,75
Guanabara, 1988
94
LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS
COMPONENTE CURRICULAR ELETIVO
DISCIPLINA: AR631-HISTÓRIA DA ARTE BRASILEIRA 1
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
QUANTIDADE
Nº DE VAGAS QUANTIDADE DE VAGAS
TOTAL DE OFERTADAS
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS NAS QUANTIDADE
POR ANO) BIBLIOTECAS DE
EXEMPLARES
MARTIN, Gabriela. Pré-História
do Nordeste do Brasil. Recife:
1 35 1 35
Editora Universitária da UFPE,
2013.
SIMIONI, Ana Paula Cavalcanti.
2 Profissão artista: pintoras e 35 --------- --------
escultoras acadêmicas brasileiras.
São Paulo: Editora da Univer-
sidade de São Paulo, 2008.
ZANINI, Walter (coord.). História
3 geral da arte no Brasil. São Paulo: 35 2 17,5
Instituto Moreira Salles, 1983
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
QUANTIDADE
DE VAGAS
Nº DE VAGAS
QUANTIDADE OFERTADAS
ITEM TOTAL
DE
REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS QUANTIDADE
NA BIBLIOTECA
POR ANO)
DE
EXEMPLARES
NAVES, Rodrigo. A forma
1 difícil: ensaios sobre a arte 35 4 8,7
brasileira. 2. ed. São Paulo:
Ática, 1996.
95
OSTROWER, Fayga. Universos
2 da arte. 2.ed. Rio de Janeiro: 35 7 5
Campus, 1983.
ZACCARA, Madalena. Pedro
3 Américo: um artista brasileiro do 35 3 11,6
século XIX. Recife: Editora Uni-
versitária da UFPE, 2011.
96
LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS
COMPONENTE CURRICULAR ELETIVO
DISCIPLINA: AR635 - HISTÓRIA DA ARTE BRASILEIRA 2
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
QUANTIDADE
Nº DE VAGAS QUANTIDADE DE VAGAS
TOTAL DE OFERTADAS
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS NAS QUANTIDADE
POR ANO) BIBLIOTECAS DE
EXEMPLARES
CANTON, K. Novíssima Arte
Brasileira. Um guia de tendências.
1 35 1 35
São Paulo, MAC/ Fapesp/
Iluminuras, 2000.
SIMIONI, Ana Paula Cavalcanti.
2 Profissão artista: pintoras e 35 https://repos _______
escultoras brasileiras entre 1884 e itorio.usp.br
1922 (2004). Tese (Sociologia). /item/00139
Faculdade de Filosofia, Letras e 0253/
Ciencias Humanas - FFLCH –
USP. São Paulo, 2004.
ZANINI, Walter (coord.). História
3 geral da arte no Brasil. São Paulo: 35 2 17,5
Instituto Moreira Salles, 1983
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
QUANTIDADE
DE VAGAS
Nº DE VAGAS
QUANTIDADE OFERTADAS
ITEM TOTAL
DE
REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS QUANTIDADE
NA BIBLIOTECA
POR ANO)
DE
EXEMPLARES
BASBAUM, Ricardo(org). https://esgotadoarq
1 Arte Contemporânea Brasileira. 35 uivo.wordpress.co
Texturas, Dicções, Ficções, m/wp- _______
Estratégia. Coleções content/uploads/20
Estratégias. Rio de Janeiro: 18/05/282646798-
Rios Ambiciosos, 2001. arte-
contemporanea-
brasileira.pdf
97
BRITO NETO, José Bezerra de . 35 https://repositorio. _______
2
“Quem se associa se afia”: ufpe.br/handle/123
história(s) sobre a 456789/2837
profissionalização dos artistas
plásticos em Pernambuco .
https://lume.ufrgs.b
3 PAIN, Claudia. Coletivos e r/bitstream/handle/
Iniciativas Coletivas: Modos de 10183/17688/0007
Fazer na América Latina 35 22624.pdf;jsessioni _______
Contemporânea. Porto Alegre: d=415D5304DE09
Tese apresentada ao Programa de 2C6129587571FB
Pós-Graduação em Artes Visuais BDC730?sequence
do Instituto de Artes, 2009. =1
98
CURSO DE ARTES VISUAIS – LICENCIATURA
UNIDADE CURRICULAR: AR712
DISCIPLINA: História da Arte Latino-Americana
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
QUANTIDADE
Nº DE VAGAS QUANTIDADE DE VAGAS
TOTAL DE OFERTADAS
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS NAS QUANTIDADE
POR ANO) BIBLIOTECAS DE
EXEMPLARES
CANCLINI, N. G. Culturas
híbridas estratégias para entrar 35 35 1
1
e sair da modernidade. São
Paulo: EDUSP, 2000.
Recurso
ESCOBAR, T. Contestaciones : eletrônico
arte y política desde América disponível em:
2 Latina. Textos reunidos de 35 https://libreria.clac _____
Ticio Escobar (1982-2021). so.org/publicacion
Buenos Aires: CLACSO, 2021. .php?p=2365&c=
36
SUZUKI, Júlio César; Recurso
CASTRO, Rita de Cássia
eletrônico
Marques Lima de;
GONÇALVES, Lisbeth Ruth disponível em:
Rebollo. Arte e Cultura Latino- www.livrosabert
3 35 _____
Americanas. (Série Diálogos os.abcd.usp.br/p
Interdisciplinares). ortaldelivrosUSP
Universidade de São Paulo. /catalog/book/50
Faculdade de Filosofia, Letras e
Ciências Humanas, 2020. DOI: 3
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
QUANTIDADE
DE VAGAS
Nº DE VAGAS
QUANTIDADE OFERTADAS
TOTAL
DE
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS QUANTIDADE
NA BIBLIOTECA
POR ANO)
DE
EXEMPLARES
ADES, D. Arte na América
1 Latina: a era moderna. 1820- 35 1 35
1980. São Paulo: Cosac &
Naify, 1997.
99
COUTO, M. de F. M. Para além Recurso
das representações eletrônico
convencionais: a ideia de arte disponível em:
latino-americana em debate. 35 https://periodicos _____
2
PÓS: Revista do Programa de
Pós-graduação em Artes da .ufmg.br/index.p
EBA/UFMG, Belo Horizonte, hp/revistapos/arti
p. 124–145, 2017. cle/view/15709.
FAJARDO-HIIL, C.;
GIUNTA, A (Curadoria e
textos). Mulheres radicais: arte 35 1 35
3
latino-americana, 1965-1980.
São Paulo: Pinacoteca de São
Paulo, 2018.
MERLINSKY, Gabriela; Recurso
SERAFINI, Paula. [Editoras]. eletrônico
Arte y ecología política. Buenos disponível em:
4 35 _____
Aires: CLACSO. IIGG - https://libreria.clac
Instituto de Investigaciones so.org/publicacion
Gino Germani, 2020. .php?p=2225&c=1
MORENO, Pedro Pablo Recurso
Gómez; MIGNOLO, Walter. eletrônico
Estéticas decoloniales [recurso disponível em:
5 35 https://adelajusic.f _____
electrónico] Bogotá:
iles.wordpress.co
Universidad Distrital Francisco
m/2012/10/decolo
José de Caldas, 2012. nial-aesthetics.pdf
100
CURSO DE ARTES VISUAIS – LICENCIATURA
UNIDADE CURRICULAR: AR653
DISCIPLINA: HISTÓRIA DA FOTOGRAFIA NO BRASIL
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
QUANTIDADE
Nº DE VAGAS QUANTIDADE DE VAGAS
TOTAL DE OFERTADAS
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS NAS QUANTIDADE
POR ANO) BIBLIOTECAS DE
EXEMPLARES
FABRIS, Annateresa, (Org.).
Fotografia: Usos e Funções no
1 Século XIX. 2° Edição. São 35 11 3,18
Paulo: EDUSP, 2008.
BRISSAC Peixoto, Nelson.
Paisagens Urbanas. 4° Edição.
2 35 4 15
São Paulo: Senac, 2009.
KOSSOY, Boris. Fotografia e
3 História. São Paulo: Ática, 35 9 4
1989.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
QUANTIDADE
DE VAGAS
Nº DE VAGAS
QUANTIDADE OFERTADAS
TOTAL
DE
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS QUANTIDADE
NA BIBLIOTECA
POR ANO)
DE
EXEMPLARES
KOSSOY, Boris. Realidades e
Ficções na Trama
1 Fotográfica. São Paulo: Ateliê 35 2 17,5
Editorial, 1999.
101
LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS
COMPONENTE CURRICULAR ELETIVO
DISCIPLINA: AR654 História das Técnicas Artísticas
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
QUANTIDADE
Nº DE VAGAS QUANTIDADE DE VAGAS
TOTAL DE OFERTADAS
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS NAS QUANTIDADE
POR ANO) BIBLIOTECAS DE
EXEMPLARES
BENJAMIN, Walter-; KOTHE,
1 Flávio René. Walter Benjamin: 35 4 8,75
sociologia . 2. ed. -. Sao Paulo: Ática,
1991.. 256p. ISBN 850800642X
(broch.).
BRITES, B.; TESSLER, E. (Orgs.). O
2 meio como ponto zero: metodologia 35 https://lume.ufr ________
da pesquisa em artes plásticas. Porto gs.br/bitstream/
Alegre : Ed. Universidade/UFRGS, handle/10183/2
2002. 06759/0003219
73.pdf
GOMBRICH, E. H. Arte e ilusão. São
3 Paulo: Martins Fontes, 2007. 35 17 2
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
QUANTIDADE
DE VAGAS
Nº DE VAGAS
QUANTIDADE OFERTADAS
ITEM TOTAL
DE
REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS QUANTIDADE
NA BIBLIOTECA
POR ANO)
DE
EXEMPLARES
HOCKNEY, David. O
conhecimento secreto: 35 3 11,66
1 redescobrindo as técnicas
perdidas dos grandes mestres .
São Paulo: CosacNaify, 2001.
JORGE, Alice.; GABRIEL,
2 Maria, 1937-. Técnicas de 35 35
gravura artística: xilogravura, 1
linóleo, calcografia, litografia.
2. ed. -. Lisboa: Livros
Horizonte, 2000..
102
3 KIM, Marcos. Imagemaker:
fotografia digital sem segredos. 2. 35 3 11,66
ed. atual. São Paulo: Europa, 2007.
144 p. (Biblioteca fotografe) ISBN
8586878219 (broch.)
4 MCLUHAN, Marshall, 1911-1980.;
PARKER, Harley. O espaço na 35 3 11, 66
poesia e na pintura: através do ponto
de fuga. Sao Paulo: Hemus, c1968..
xxiv, 273p.
READ, Herbert. A arte de agora
5 agora: uma introducao a teoria da 35 1 35
pintura e escultura modernas . 2.
ed. -. Sao Paulo: Perspectiva,
1981.
103
CURSO DE ARTES VISUAIS – LICENCIATURA
UNIDADE CURRICULAR: AR655
DISCIPLINA: IMAGEM TÉCNICA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
QUANTIDADE
Nº DE VAGAS QUANTIDADE DE VAGAS
TOTAL DE OFERTADAS
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS NAS QUANTIDADE
POR ANO) BIBLIOTECAS DE
EXEMPLARES
DUBOIS, Philippe. O ato
1 fotográfico e outros ensaios. 35 26 1,3
Campinas: Papirus, 2006.
SANTAELLA, Lúcia. Culturas
e artes do pós-humano: da
2 cultura das mídias à 35 6 3,1WOL
cibercultura. São Paulo: Paulus,
2008.
AUMONT, Jacques. A
3 imagem. Campinas: Papirus, 35 13 2,6
2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
QUANTIDADE
DE VAGAS
Nº DE VAGAS
QUANTIDADE OFERTADAS
TOTAL
DE
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS QUANTIDADE
NA BIBLIOTECA
POR ANO)
DE
EXEMPLARES
FATORELLI, Antônio.
Fotografia contemporânea:
1 entre o cinema, o vídeo e as 35 4 8,7
novas mídias. Rio de Janeiro:
Senac Nacional, 2013.
104
CURSO DE ARTES VISUAIS – LICENCIATURA
UNIDADE CURRICULAR: AR656
DISCIPLINA: IMAGENS VIRTUAIS
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
QUANTIDADE
Nº DE VAGAS QUANTIDADE DE VAGAS
TOTAL DE OFERTADAS
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS NAS QUANTIDADE
POR ANO) BIBLIOTECAS DE
EXEMPLARES
MACHADO, Arlindo. Pré-
1 cinemas e pós-cinemas. 35 7 5
Campinas: Papirus, 2002.
PRADO, Gilbertto. Arte
telemática: dos intercâmbios
2 pontuais aos ambientes virtuais 35 3 11,6
multiusuário. São Paulo: Itaú
Cultural, 2003.
BARROS, Anna;
SANTAELLA, Lúcia (Orgs.).
3 Mídias e artes: os desafios da 35 1 35
arte no início do século XXI.
São Paulo: Unimarco, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
QUANTIDADE
DE VAGAS
Nº DE VAGAS
QUANTIDADE OFERTADAS
TOTAL
DE
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS QUANTIDADE
NA BIBLIOTECA
POR ANO)
DE
EXEMPLARES
FATORELLI, Antônio.
Fotografia contemporânea:
1 entre o cinema, o vídeo e as 35 4 8,7
novas mídias. Rio de Janeiro:
Senac Nacional, 2013.
105
CURSO DE ARTES VISUAIS – LICENCIATURA
UNIDADE CURRICULAR: AR694
DISCIPLINA: INICIAÇÃO AO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
QUANTIDADE
Nº DE VAGAS QUANTIDADE DE VAGAS
TOTAL DE OFERTADAS
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS NAS QUANTIDADE
POR ANO) BIBLIOTECAS DE
EXEMPLARES
BRITES, Blanca; TESSLER, https://lume.ufrg
Elida. O meio como ponto s.br/bitstream/ha
1 zero: metodologia da pesquisa 35 ndle/10183/2067 ________
em artes plásticas. Porto 79/000322228.p
Alegre: Ed.UFRGS, 2002 df?sequence=1
http://anpap.org.
COSTA, Robson Xavier da;
br/anais/2015/si
SILVA, Maria Betânia e.
mposios/s8/robs
Investigação em/sobre Artes
35 on_xavier_da_co ________
2 Visuais:
sta_maria_bet%
artista/pesquisador/professor.
C3%A2nia_e_sil
Anais. 24ºEncontro da ANPAP,
va.pdf
Santa Maria/RS, 2015.
http://www2.fct.u
nesp.br/docentes/g
eo/necio_turra/MI
PASSOS, Eduardo; BARROS, NI%20CURSO%
Regina Benevides de. A 20RAFAEL%20E
3 35 ________
cartografia como método de STRADA/PISTA
pesquisa-intervenção. S%20DO%20M%
C9TODO%20DA
%20CARTOGRA
FIA.pdf#page=17
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
QUANTIDADE
DE VAGAS
Nº DE VAGAS
QUANTIDADE OFERTADAS
TOTAL
DE
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS QUANTIDADE
NA BIBLIOTECA
POR ANO)
DE
EXEMPLARES
OLIVEIRA, Marilda Oliveira 35 https://www.scie ________
1
de; CHARREU, Leonardo lo.br/scielo.php?
106
Augusto. Contribuições da pid=S0102-
perspectiva metodológica 4698201600010
"investigação baseada nas 0365&script=sci
artes" e da a/r/tografia para as _arttext
pesquisas em educação. Educ.
rev. vol.32 no.1 Belo
Horizonte Jan./Mar. 2016
PIMENTEL, Lúcia Gouvêa. https://seer.ufu.b
Processos artísticos como r/index.php/ouvir
2 metodologia de pesquisa. 35 ouver/article/vie ________
Ouvirouver, Uberlândia, v.11, w/32707
n.1, p.88-98, jan/jun, 2015.
REY, Sandra. Da prática à https://seer.ufrgs.
teoria: três instâncias br/index.php/Por
metodológicas sobre a pesquisa 35 toArte/article/vie ________
3
em poéticas visuais. Revista w/27713
Porto Arte, v.7, n.13, p.81-95,
nov. 1996
SILVA, Maria Betânia e. O
lugar das Pesquisas em Arte https://periodicos
Educação na ANPAP, ANPEd e .ufpa.br/index.ph
4 35 p/ppgartes/article ________
BDTD. Arteriais | revista do /view/14753
ppgartes | ica | ufpa | v. 8 | n. 14
| Jun 2022, p.76-87.
SOUSA, Maria Goreti da Silva;
CABRAL, Carmen Lúcia de https://revistahor
Oliveira. A narrativa como izontes.usf.edu.b
5 35 ________
opção metodológica de r/horizontes/artic
pesquisa e formação de le/view/149
professores
107
CURSO DE ARTES VISUAIS – LICENCIATURA
UNIDADE CURRICULAR: AR219
DISCIPLINA: Iniciação às Técnicas de Estamparia
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
QUANTIDADE
Nº DE VAGAS QUANTIDADE DE VAGAS
TOTAL DE OFERTADAS
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS NAS QUANTIDADE
POR ANO) BIBLIOTECAS DE
EXEMPLARES
Recurso
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disponível em:
estamparia: material didático 35 _____
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do ensino médio. Mimesis, v. agrado.edu.br/inde
43, n. 2, 2022. x.php/mimesis/arti
cle/view/496
PEZZOLO, Dinah Bueno.
Tecidos - História, Tramas 35 12 2,9
2
Tipos e usos. São Paulo: Ed.
Senac. 2007.
SILVA, Thais Santana da Costa
e.; COUTINHO, Solange
Fernandes Soares. A estamparia
artesanal como elemento de
informação da cultura
contemporânea de 35 1 35
3
Pernambuco: um estudo de caso
de estamparia com padronagens
referentes as tipografias
contemporâneas de
Pernambuco. Recife: Ed.
Universitária da UFPE, 2000
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
QUANTIDADE
DE VAGAS
Nº DE VAGAS
QUANTIDADE OFERTADAS
TOTAL
DE
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS QUANTIDADE
NA BIBLIOTECA
POR ANO)
DE
EXEMPLARES
ALCÂNTARA, Júlia Carvalho de. Recurso
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108
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. 5320200300010
169
0004
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051224
170
CURSO DE ARTES VISUAIS – LICENCIATURA
UNIDADE CURRICULAR: AR671
DISCIPLINA: Tópicos em Arte 6
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
QUANTIDADE
Nº DE VAGAS QUANTIDADE DE VAGAS
TOTAL DE OFERTADAS
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS NAS QUANTIDADE
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EXEMPLARES
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3 cultura das mídias à 35 6 3,1
cibercultura. São Paulo: Paulus,
2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
QUANTIDADE
DE VAGAS
Nº DE VAGAS
QUANTIDADE OFERTADAS
TOTAL
DE
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS QUANTIDADE
NA BIBLIOTECA
POR ANO)
DE
EXEMPLARES
BARRETTO, Francisco de Paula. Recurso
ARTelligent: Arte e Inteligência eletrônico
Artificial no contexto da disponível em:
1 emergência e da autopoiese. 2011. 35 _____
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172
CURSO DE ARTES VISUAIS – LICENCIATURA
UNIDADE CURRICULAR: AR?
DISCIPLINA: Tópicos em Arte 7
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
QUANTIDADE
Nº DE VAGAS QUANTIDADE DE VAGAS
TOTAL DE OFERTADAS
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS NAS QUANTIDADE
POR ANO) BIBLIOTECAS DE
EXEMPLARES
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eletrônico
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Disponível em:
https://editora.ufpe.br/books/ca e.br/books/catalog
talog/book/795 /book/795
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
QUANTIDADE
DE VAGAS
Nº DE VAGAS
QUANTIDADE OFERTADAS
TOTAL
DE
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS QUANTIDADE
NA BIBLIOTECA
POR ANO)
DE
EXEMPLARES
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de artista. 3. ed. São Paulo: 35 5 7
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múltiplas vozes: narrativas de
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Volume 2. Universidade de São osabertos.abcd.u
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Irrequieta. Lisboa: Fundação 35 https://gulbenkia _____
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174
CURSO DE ARTES VISUAIS – LICENCIATURA
UNIDADE CURRICULAR: AR?
DISCIPLINA: Tópicos em Arte 8
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
QUANTIDADE
Nº DE VAGAS QUANTIDADE DE VAGAS
TOTAL DE OFERTADAS
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS NAS QUANTIDADE
POR ANO) BIBLIOTECAS DE
EXEMPLARES
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MIGNOLO, Walter. Estéticas https://adelajusic
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MIGNOLO, Walter. Aiesthesis disponível em:
2 Decolonial. Calle 14. V. 4, nº. 4. 35 https://dialnet.un _____
Enero-junio 2010, p. 10-25. irioja.es/descarg
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decolonial: reflexiones para una
diversidad epistémica más allá cordoba/epistem
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Siglo del Hombre, 2007, p.9- ciencias-
23. sociales-
contemporaneas/
episte-
contemporanea-
175
resumen-2do-
parcial-
documentos-de-
google/5753649
8
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
QUANTIDADE
DE VAGAS
Nº DE VAGAS
QUANTIDADE OFERTADAS
TOTAL
DE
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS QUANTIDADE
NA BIBLIOTECA
POR ANO)
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EXEMPLARES
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Recurso
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estudios artísticos en
perspectiva decolonial / Pedro https://biblioteca
2 Pablo Gómez, Catherine Walsh 35 - _____
y Edgar Ricardo Lambuley repositorio.clacs
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Distrital Francisco José de
CLACSO/24820
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de (org.). Pensamento feminista disponível em:
4 hoje: perspectivas decoloniais. 35 _____
https://edisciplin
Rio de Janeiro: Bazar do
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ile.php/8336806/
176
mod_resource/co
ntent/0/Pensame
nto%20feminista
%20hoje%20dec
olonial%20Heloi
sa%20Buarque%
20de%20Hollan
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SILVA, Hertha Tatiely. Artes Recurso
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Americana - UNILA 72
177
CURSO DE ARTES VISUAIS – LICENCIATURA
UNIDADE CURRICULAR: AR?
DISCIPLINA: Tópicos em Arte 9
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
QUANTIDADE
Nº DE VAGAS QUANTIDADE DE VAGAS
TOTAL DE OFERTADAS
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS NAS QUANTIDADE
POR ANO) BIBLIOTECAS DE
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artista-etc. Rio de Janeiro: Beco https://rbtxt.files.
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do_artista_etc.pd
f
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
QUANTIDADE
DE VAGAS
Nº DE VAGAS
QUANTIDADE OFERTADAS
TOTAL
DE
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS QUANTIDADE
NA BIBLIOTECA
POR ANO)
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res%3A%20escrit
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xperi%C3%AAnci
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Recurso
URIARTE, M. Z; NEITZEL, A. eletrônico
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cartográfica em Arte Educação. https://revistas.u
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nisinos.br/index.
Leopoldo, v. 21, n. 3, p. 387-
394, set./dez. 2017. php/educacao/art
icle/view/edu.20
17.213.12
179
CURSO DE ARTES VISUAIS – LICENCIATURA
UNIDADE CURRICULAR: AR?
DISCIPLINA: Tópicos em Arte 10
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
QUANTIDADE
Nº DE VAGAS QUANTIDADE DE VAGAS
TOTAL DE OFERTADAS
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS NAS QUANTIDADE
POR ANO) BIBLIOTECAS DE
EXEMPLARES
COUCHOT, Edmond. A
Tecnologia na arte: da
1 fotografia à realidade virtual. 35 2 17,5
Porto Alegre:
Editora UFRGS, 2003.
FOSTER, Hal. O retorno do
real: A vanguarda no final do 35 6
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século XX. São Paulo: Ubu
Editora, 2017.
DIDI-HUBERMAN, Georges.
3 O que vemos, o que nos olha. 35 5 7
São Paulo : Editora 34, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
QUANTIDADE
DE VAGAS
Nº DE VAGAS
QUANTIDADE OFERTADAS
TOTAL
DE
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS QUANTIDADE
NA BIBLIOTECA
POR ANO)
DE
EXEMPLARES
Recurso
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antropologia da imagem. Revista
eletrônico
Concinnitas, [S. l.], v. 2, n. 8, p. disponível em:
1 64–78, 2020. Disponível em: 35 https://www.e- _____
https://www.e- publicacoes.uerj.br
publicacoes.uerj.br/concinnitas/art
/concinnitas/article
icle/view/55319
/view/55319
BOURRIAUD, Nicolas. Pós-
produção: como a arte
2 reprograma o mundo 35 1 35
contemporâneo. São Paulo:
Martins Fontes, 2009.
180
DIDI-HUBERMAN, G. Quando Recurso
as imagens tocam o real. PÓS: eletrônico
Revista do Programa de Pós- disponível em:
3 graduação em Artes da 35 _____
EBA/UFMG, Belo Horizonte, p. https://periodicos.
206–219, 2012. Disponível em: ufmg.br/index.php
https://periodicos.ufmg.br/index.p /revistapos/article/
hp/revistapos/article/view/15454. view/15454
ROUILLÉ, André. A
fotografia: entre documento e 35 7 5
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arte contemporânea. São Paulo:
SENAC, 2009
SANTAELLA, Lucia; NOTH,
Winfried. Imagem: cognição, 35 4 8,7
5
semiótica, mídia. 3.ed. São
Paulo: Iluminuras, 2008.
181
CURSO DE ARTES VISUAIS – LICENCIATURA
UNIDADE CURRICULAR: AR623
DISCIPLINA: TRIDIMENSIONALIDADE
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
QUANTIDADE
Nº DE VAGAS QUANTIDADE DE VAGAS
TOTAL DE OFERTADAS
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS NAS QUANTIDADE
POR ANO) BIBLIOTECAS DE
EXEMPLARES
ARCHER, M. Arte
contemporânea: uma história 35 27 1,2
1
concisa. São Paulo: Martins
Fontes, 2001.
KRAUSS, R. A escultura no Recurso
campo ampliado. In eletrônico
CAVALCANTI, Ana,
disponível em:
2 TAVORA, Maria Luisa (orgs.). 35 ____
https://revistas.ufrj
Arte Ensaios. Rio de Janeiro
EBA, UFRJ, 2008. Ano XV, .br/index.php/ae/a
no17, 2008, p. 128-137. rticle/view/52118.
KRAUSS, R. Caminhos da
escultura moderna. São Paulo: 35 03 11,6
3
M. Fontes, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
QUANTIDADE
DE VAGAS
Nº DE VAGAS
QUANTIDADE OFERTADAS
TOTAL
DE
ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR
VAGAS OFERTADAS QUANTIDADE
NA BIBLIOTECA
POR ANO)
DE
EXEMPLARES
ARNHEIM, R. Arte e
percepção visual – uma 35 14 2,5
1
psicologia da visão criadora.
São Paulo: Pioneira, 1998.
CALDER e a arte brasileira. 35 01 35
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São Paulo: Itaú Cultural, 2018.
FABRIS, Anateresa et al. Recurso
Tridimensionalidade: Arte eletrônico
3 Brasileira do Século XX. SP: 35 disponível em: _____
Itaú Cultural e Cosac & Naif, http://legacy.icnet
1999. works.org/extranet
182
/tridimensionalida
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KWON, Miwon. One Place
After Another. Site-specific art
and locational identity. London Recurso
/ England: The MIT Press, eletrônico
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Histórias Afro-Atlânticas. Volume org/stable/778809
2. Antologia. São Paulo, Instituto
Tomie Ohtake; Masp, 2018.
WITTKOWER, R. Escultura. 2ª
ed., São Paulo: Martins Fontes,
5 35 02 17,5
2001.
183
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E
FOLHA DE ASSINATURAS
CONTRATOS
Emitido em 01/11/2024
RELATORIO Nº 28/2024 - DEPA (12.13.10)
(Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO)
(Assinado digitalmente em 01/11/2024 23:39 )
RENATA WILNER
COORDENADOR - TITULAR
CGLAV (12.13.70)
Matrícula: ###430#6
Visualize o documento original em http://sipac.ufpe.br/documentos/ informando seu número: 28, ano: 2024, tipo:
RELATORIO, data de emissão: 01/11/2024 e o código de verificação: eaaebd383d
04/11/2024, 13:41 Ofício Eletrônico - SIPAC
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
COORDENACAO DIDATICO-PEDAGOCICA DOS CURSOS DE GRADUACAO - PROGRAD
OFICIO ELETRONICO Nº 15/2024 - CDPCG PROGRAD (11.13.29)
(Código: 202511425)
Nº do Protocolo: 23076.091974/2024-54
Recife-PE, 04 de Novembro de 2024.
COORDENACAO DA GRADUACAO EM ARTE VISUAIS-LICENCIATURA - CAC (12.13.70)
Título: Aprovação da Reforma Parcial do PPC de Licencenciatura em Artes visuais
Assunto: IFE.121.1 - PROJETO PEDAGOGICO DOS CURSOS DE GRADUACAO
À Coordenação do Curso de Licenciatura em Artes Visuais - CAC,
Informamos que a Coordenação Didático-Pedagógica dos Cursos de
Graduação, da Pró-Reitoria de Graduação (CDPCG/PROGRAD), aprova a
Reforma Curricular Parcial do Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de
Licenciatura em Artes Visuais, do Centro de Artes e Comunicação (CAC),
efetuada através do Processo Eletrônico nº 23076.091655/2024-34, de
1º de novembro de 2024.
Destacamos que, após a aprovação, o Processo Eletrônico será arquivado na
CDPCG, conforme fluxo processual de Reforma do PPC.
Estamos à disposição para eventuais esclarecimentos que se fizerem
necessários.
Atenciosamente,
(Autenticado em 04/11/2024 13:38)
JULIANA CRISTINA DE ANDRADE
COORDENADOR - SUBSTITUTO
CDPCG PROGRAD (11.13.29)
Matrícula: 2883404
Para verificar a autenticidade deste documento entre em
http://sipac.ufpe.br/public/documentos/index.jsp informando seu número: 15, ano: 2024, tipo:
OFICIO ELETRONICO, data de emissão: 04/11/2024 e o código de verificação: 6e061c4b88
Copyright 2007 - Superintendência de Tecnologia da Informação (STI-UFPE) - UFPE
https://sipac.ufpe.br/sipac/protocolo/memorando_eletronico/memorando_eletronico.jsf?idMemorandoEletronico=3012588&sr=true 1/1
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E
FOLHA DE ASSINATURAS
CONTRATOS
Emitido em 04/11/2024
COPIA DE OFICIO Nº 1018/2024 - CDPCG PROGRAD (11.13.29)
(Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO)
(Assinado digitalmente em 04/11/2024 13:43 )
JULIANA CRISTINA DE ANDRADE
COORDENADOR
CDPCG PROGRAD (11.13.29)
Matrícula: ###834#4
Visualize o documento original em http://sipac.ufpe.br/documentos/ informando seu número: 1018, ano: 2024, tipo:
COPIA DE OFICIO, data de emissão: 04/11/2024 e o código de verificação: 988de8c026