Serviço Público Federal MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E CONTRATOS PROCESSO 23076.091655/2024-34 Cadastrado em 01/11/2024 Processo disponível para recebimento com código de barras/QR Code Nome(s) do Interessado(s): E-mail: Identificador: alex.cezar88@yahoo. ALEX CEZAR BEZERRA DE OLIVEIRA 1960447 com.br betegouveia@hotmail. ANA ELISABETE DE GOUVEIA 2227099 com analisboa333@ig.com. ANA ELIZABETH LISBOA NOGUEIRA CAVALCANTI 2283081 br eduardoromero. EDUARDO ROMERO LOPES BARBOSA 1613850 lbarbosa@gmail.com E OUTROS... Tipo do Processo: REFORMA CURRICULAR LICENCIATURA Assunto do Processo: IFE.121.1 - PROJETO PEDAGOGICO DOS CURSOS DE GRADUACAO Assunto Detalhado: REFORMA PARCIAL DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ARTES VISUAIS - LICENCIATURA Unidade de Origem: DEPARTAMENTO DE ARTES - CAC (12.13.10) Criado Por: RENATA WILNER Ciência: --- MOVIMENTAÇÕES ASSOCIADAS Data Destino Data Destino COORDENACAO DIDATICO-PEDAGOCICA DOS CURSOS DE 01/11/2024 GRADUACAO - PROGRAD (11.13.29) SIPAC | Superintendência de Tecnologia da Informação (STI-UFPE) - (81) 2126-7777 | Copyright © 2005-2024 - UFRN - sipac01.ufpe.br.sipac01 Para visualizar este processo, entre no Portal Público em http://sipac.ufpe.br/public e acesse a Consulta de Processos. Visualizar no Portal Público UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE ARTES E COMUNICAÇÃO DEPARTAMENTO DE ARTES PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ARTES VISUAIS - LICENCIATURA REFORMA PARCIAL Recife, 2024 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO-UFPE Reitor: Prof. Alfredo Macedo Gomes Campus Recife Av. Prof. Moraes Rêgo, nº 1.235, Cidade Universitária, Recife-PE, CEP 50.670-420 Telefone: (81) 2126-8000 CENTRO DE ARTES E COMUNICAÇÃO Diretor: Prof. Dr. Murilo Artur Araújo da Silveira Vice-Diretor: Prof. Dr. Luiz Francsico Buarque Lacerda Junior DEPARTAMENTO DE ARTES Chefe: Prof. Dr. Igor de Almeida Silva Vice-Chefe: Prof.ª Dr.ª Maria Betânia e Silva COORDENAÇÃO DO CURSO DE ARTES VISUAIS Coordenadora: Prof.ª Dr.ª Renata Wilner Vice-coordenadora: Prof.ª Dr.ª Joana D’Arc de Sousa Lima NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE DE ARTES VISUAIS Prof.ª Dr.ª Ana Elizabeth Lisboa Nogueira Cavalcanti Prof. Dr. André Antonio Barbosa Prof. Dr. Eduardo Romero Lopes Barbosa Prof.ª Dr.ª Luciana Borre Nunes Prof.ª Dr.ª Maria Betânia e Silva Prof.ª Dr.ª Maria das Vitórias Negreiros do Amaral Prof.ª Dr.ª Renata Wilner 2 IDENTIFICAÇÃO DO CURSO: Nome: Graduação em Artes Visuais - Licenciatura Diretrizes Curriculares: Resolução Nº 1, de 16 de Janeiro de 2009 Título Conferido: Licenciado em Artes Visuais Modalidade: Presencial Número de Vagas: 35 Entrada: 1ª entrada Turno: Diurno Carga horária: 2810 horas Duração: mínimo de 8 e máximo de 14 semestres letivos Início do curso: 1976 Data do Projeto Pedagógico do Curso de Artes Visuais: Setembro de 2011 Data da reforma parcial: 2024 Portaria de Autorização: Autorizado pelo CCEP em 06/10/1972 Mudança da nomenclatura do curso de Educação Artística / Artes Plásticas para Artes Visuais em 10/06/2010 Portaria de Reconhecimento: Portaria de Renovação de Reconhecimento: Portaria nº 286 de 21/12/2012, publicada em 27/12/2012 EQUIPE REVISORA : Prof.ª Ana Elizabeth Lisboa Nogueira Cavalcanti Prof. André Antônio Barbosa Prof.ª Luciana Borre Nunes Prof. Eduardo Romero Lopes Barbosa Prof.ª Renata Wilner Prof.ª Maria Betânia e Silva Núcleo de Estudos e Assessoria Pedagógica (NEAP) 3 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO 6 1. HISTÓRICO DO CURSO 7 1.1. A UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO 7 1.2. O CENTRO DE ARTES E COMUNICAÇÃO 9 1.3. O DEPARTAMENTO DE ARTES E O CURSO DE ARTES VISUAIS - 10 LICENCIATURA 2. JUSTIFICATIVA PARA A REFORMULAÇÃO PARCIAL 14 2.1 RELEVÂNCIA DO/A PROFISSIONAL PARA O DESENVOLVIMENTO 21 LOCAL/REGIONAL/NACIONAL 3. MARCO TEÓRICO 24 4. OBJETIVOS DO CURSO 28 4.1. OBJETIVO GERAL 28 4.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 28 5. PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO 30 6. CAMPO DE ATUAÇÃO PROFISSIONAL 32 7. COMPETÊNCIAS, ATITUDES E HABILIDADES 34 8. METODOLOGIA DO CURSO 35 9. SISTEMÁTICAS DE AVALIAÇÃO 44 10. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO 51 10.1. QUADRO DE ESTRUTURA CURRICULAR 56 10.2. QUADRO DE COMPONENTES CURRICULARES OBRIGATÓRIOS 59 POR PERÍODO 11. ATIVIDADES CURRICULARES 61 11.1. ATIVIDADES COMPLEMENTARES 61 11.2. AÇÕES CURRICULARES DE EXTENSÃO – ACEx 61 11.3. ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO 62 11.4. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO - TCC 63 12. FORMAS DE ACESSO AO CURSO 66 13. CORPO DOCENTE 68 14. SUPORTE PARA FUNCIONAMENTO DO CURSO 70 14.1. RECURSOS ESTRUTURAIS 70 14.2. RECURSOS HUMANOS 72 15. APOIO AO DISCENTE 73 ANEXO 1 – DISPOSITIVOS LEGAIS E NORMATIVOS 77 ANEXO 2 - REGULAMENTO DE ESTÁGIOS CURRICULARES 85 ANEXO 3 – REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES 97 ANEXO 4 – REGULAMENTO PARA TRABALHO DE CONCLUSÃO DE 103 CURSO 4 ANEXO 5 – APROVAÇÃO DO PPC PELO COLEGIADO DO CURSO DE 114 ARTES VISUAIS E PELO PLENO DO DEPARTAMENTO DE ARTES ANEXO 6 - PORTARIA DE DESIGNAÇÃO DOS MEMBROS QUE 117 COMPÕEM O COLEGIADO DO CURSO ANEXO 7- PORTARIA DE DESIGNAÇÃO DOS MEMBROS DO 120 NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE (NDE); ANEXO 8 - TABELA DE EQUIVALÊNCIA 123 ANEXO 9 - PROGRAMAS DOS COMPONENTES CURRICULARES 127 5 APRESENTAÇÃO Este documento contém a proposta de Reforma Parcial do Projeto Pedagógico do Curso de Artes Visuais – Licenciatura – diante da necessidade de atender aos dispositivos legais e normativos do MEC e às Resoluções da UFPE, aprovadas apóa a última atualização do PPC e dos diagnósticos a partir de avaliações periódicas do NDE e da Coordenação do Curso junto à equipe docente e coletivo discente. Os reajustes referem-se ao perfil 01113-1 que teve início no primeiro semestre de 2011. Seguindo as diretrizes estabelecidas pela Política Institucional para a Formação Inicial e Continuada de Professores da Educação Básica da Universidade Federal de Pernambuco, o projeto visa promover a formação do/a professor/a de Artes Visuais, tendo em vista a “capacitação para a produção, a pesquisa, a crítica e o ensino das Artes Visuais, visando ao desenvolvimento da percepção, da reflexão e do potencial criativo, dentro da especificidade do pensamento visual”, de modo a privilegiar “a apropriação do pensamento reflexivo, da sensibilidade artística, da utilização de técnicas e procedimentos tradicionais e experimentais e da sensibilidade estética através do conhecimento de estilos, tendências, obras e outras criações visuais” (Resolução CNE nº1, de 16 de Janeiro de 2009). 6 1. HISTÓRICO DO CURSO 1.1 A UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO As atividades da Universidade Federal de Pernambuco, ainda como Universidade do Recife (UR), tiveram início em 11 de agosto de 1946, fundada por meio do Decreto-Lei da Presidência da República nº 9.338/46 de 20 de junho do mesmo ano. A Universidade do Recife compreendia a Faculdade de Direito do Recife (1827), a Escola de Engenharia de Pernambuco (1895), a Faculdade de Medicina do Recife (1895), as escolas de Odontologia e Farmácia (1922), a Escola de Belas Artes de Pernambuco (1932) e a Faculdade de Filosofia do Recife (1941), sendo considerado o primeiro centro universitário do Norte e Nordeste. Em 1948, começou a construção do campus universitário num loteamento na Várzea, onde hoje está localizado o Campus Recife. No ano de 1965 a Universidade do Recife passou a integrar o sistema federal de educação do país passando a denominar- se Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), na condição de autarquia vinculada ao Ministério da Educação. Atualmente, a UFPE possui 13 Centros Acadêmicos, sendo 11 na capital, 01 em Vitória de Santo Antão (Centro Acadêmico de Vitória – CAV) e 01 em Caruaru (Centro Acadêmico do Agreste – CAA). Integram o Campus Universitário Reitor Joaquim Amazonas as seguintes unidades acadêmicas: • Centros de Artes e Comunicação (CAC) • Centro de Biociências (CB) • Centro de Ciências Exatas e da Natureza (CCEN) • Centro de Ciências da Saúde (CCS) • Centro de Ciências Medicas (CCM) • Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA) • Centro de Educação (CE) • Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFCH) • Centro de Informática (CIn) • Centro de Tecnologia e Geociências (CTG) 7 O Campus Universitário Reitor Joaquim Amazonas possui 149 hectares e abriga a Reitoria, administração central da universidade; o Colégio de Aplicação – CAp, órgão voltado para a educação básica; a Biblioteca Central – BC; 10 Bibliotecas Setoriais; a Editora UFPE; a Coordenadoria do Ensino de Ciências do Nordeste (CECINE); o Instituto Keizo Asami (Laboratório de Imunopatologia) (LIKA); o Instituto de Pesquisa em Petróleo e Energia (LITPEG); o Núcleo de Educação Física e Desportos (NEFD); o Hospital das Clínicas (HC); o Núcleo de Saúde Pública e Desenvolvimento Social (NUSP); Núcleo de Acessibilidade da UFPE (NACE); o Núcleo de Políticas LGBT; o Núcleo de Políticas e Educação Étnico-Raciais (ERER) e o Complexo de Convenções, Eventos e Entretenimento, com Teatro, Cinema e Concha Acústica. Ainda faz parte da UFPE: o Núcleo de Rádio e Televisão (TVU), o Memorial de Medicina de Pernambuco (MMA), Memorial Denis Bernardes, o Centro Cultural Benfica, que abriga o Instituto de Arte Contemporânea (IAC), a Diretoria de Cultura da UFPE, o Teatro Joaquim Cardozo e o Setor de Acervo e Documentação e os Projetos Especiais. A UFPE oferece, atualmente, um total de 116 cursos de Graduação, sendo 8 deles na modalidade de Educação a Distância, 94 programas de pós-graduação e 41 cursos de especialização. No campus do Agreste (Caruaru), funcionam os cursos de Engenharia Civil, Design, Administração, Ciências Econômicas, Pedagogia, Engenharia de Produção e as licenciaturas em Física, em Química, em Matemática, a Licenciatura Intercultural Indígena Medicina, Comunicação Social e o Bacharelado Interdisciplinar em Ciência e Tecnologia. Em Vitória de Santo Antão, estão os cursos de Nutrição, Enfermagem, Licenciatura em Ciências Biológicas, Bacharelado e Licenciatura em Educação Física e Saúde Coletiva. Esse campus também conta com uma Clínica-Escola. Nesses anos de história, a Universidade Federal de Pernambuco cresceu em sua abrangência, por meio da interiorização e da criação de novos cursos, conservando a qualidade do ensino, a expressiva produção científica e a extensão universitária, sendo considerada pelos Ministérios da Educação e da Ciência e Tecnologia como uma das melhores Universidades do país. 8 1.2 O CENTRO DE ARTES E COMUNICAÇÃO Ao longo de sua história, a UFPE já realizou três reformas estruturais (1963 – 1967 – 1974). Na terceira delas foi criado o Centro de Artes e Comunicação - CAC, fundado em 1975, resultante da junção da Escola de Belas Artes de Pernambuco, da Faculdade de Arquitetura do Recife, do Departamento de Letras e do Curso de Biblioteconomia. O CAC ocupa uma área de 15.500 metros quadrados, distribuídos entre salas de aula, Biblioteca Joaquim Cardozo, Teatro Milton Baccarelli, Galeria de Arte Capibaribe, núcleos de pesquisas, laboratórios vinculados à maioria dos cursos de graduação, laboratórios de informática, hemeroteca, estúdios para gravação de vídeo e áudio, laboratórios de gravura; desenho; pintura; modelagem; tridimensionalidade; fotografia; multimídias, além do laboratório que abriga o acervo e maquinário da Oficina Guaianases de Gravura. Oito departamentos acadêmicos integram o CAC: Arquitetura e Urbanismo; Ciência da Informação; Comunicação Social; Expressão Gráfica; Design; Letras; Música; Artes. Esses departamentos são responsáveis por 24 cursos de graduação e 09 Programas de Pós-Graduação, que oferecem Mestrados em Artes Visuais, Letras, Comunicação Social, Arquitetura, Ciência da Informação e Design, além de Doutorados em Letras, Arquitetura, Comunicação Social e Design. O corpo docente do CAC é composto por aproximadamente 280 professores/as, a maior parte possui título de Doutor/a ou Mestre/a. Já o corpo discente é formado por aproximadamente 4.650 estudantes. Entre os grupos de pesquisa dos departamentos do Centro de Artes e Comunicação, destacam-se: Estudos e Pesquisas em Artes Cênicas; Núcleo Interdisciplinar de Estudos sobre o Imaginário (que desde 2017 passou do Departamento de Antropologia para o PPGAV); Arte, Educação e Diversidade Cultural; Laboratório de Estudos em Mediação nas Artes; Ensino das Artes Visuais; Cultura Visual, Gênero e Sexualidades; Avaliação e Pesquisa Educacional; Linguística Aplicada; Estudos Linguísticos da Fala e Escrita; Norma Linguística Urbana Culta; Compreensão e Produção (Inter) Linguísticas; Estudos Históricos da Língua Vernácula; Linguagem e Literatura: Sociedade, Saúde e Trabalho; Literatura Hispano-Americana Colonial; Estudos Canadenses; Percepção e Representação Intercultural; Geometria Gráfica; Metodologia de Design de Artefatos Digitais; Comunicação, Tecnologia e Cultura; Design, Tecnologia e Cultura; Comunicação e Discurso; Produção Multimídia; 9 Arte e Técnica na Arquitetura; Estudos de Subjetividade na Arquitetura; Morfologia da Arquitetura e do Urbanismo; Tecnologias de Investigação da Cidade; Conservação Integrada Urbana e Territorial; Gestão Urbana e Políticas Públicas; Ergonomia e Usabilidade de Produtos, Sistemas e Produção; Arte, Cultura e Memória; Memória e Sociedade; Informação Tecnológica; Design da Informação; Alaye - Grupo de estudos e pesquisas em informação antirracista e sujeitos informacionais. Nos projetos de extensão, o Centro desenvolve cursos de aprofundamento para auxiliares de biblioteca e professores/as da Educação Básica da rede Oficial; um Programa Especial de Português para Estrangeiros - PROPE; cursos variados na área de Artes Visuais, tais como Iniciação ao Desenho e à Pintura, Modelagem em Argila, Gravura. Há ainda um projeto de Teatro de Animação e outro de aplicação de Jogos Teatrais na Educação Básica na área de Artes Cênicas. É também promovida a edição de boletins e jornais acadêmicos visando à divulgação das pesquisas realizadas, destacando-se a Revista ArteComunicação, a Revista Eutomia, a revista Investigações, do Programa de Pós-Graduação em Letras e Linguística e a Revista Cartema do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais. 1.3 O DEPARTAMENTO DE ARTES E O CURSO DE ARTES VISUAIS - LICENCIATURA O Departamento de Artes é um dos oito departamentos que integram o Centro de Artes e Comunicação da Universidade Federal de Pernambuco. Ele atualmente oferece cursos de Artes Visuais - Licenciatura e Bacharelado, Dança - Licenciatura e Teatro - Licenciatura. Sua finalidade é desenvolver atividades de ensino, pesquisa e extensão no campo das Artes Visuais, da Dança e do Teatro. Em relação a sua estrutura, dispõe do Teatro Milton Baccarelli, da Oficina Laboratório Guaianases de Gravura, um Laboratório de Artes Cênicas (LAC), oito Laboratórios de Artes Visuais, três salas de Dança e um significativo espaço físico, utilizado atualmente como salas de Artes Visuais, no anexo ao Centro Cultural Benfica - CCB, situado à Rua Benfica, 157, no Bairro da Madalena. Na área da Extensão Universitária, o Departamento tem oferecido cursos de Iniciação à História da Arte, Modelagem em Argila, Estamparia Artesanal e Gravura, Iniciação à Arte Contemporânea, História em Quadrinhos, Montagem de Exposição e 10 Expografia. O Departamento de Artes originou-se da reformulação dos preexistentes Departamentos de Desenho, Pintura e Escultura, do Departamento de História das Artes e do Departamento de Música, ligados à Escola de Belas Artes da UFPE. O Curso de Licenciatura em Educação Artística da UFPE foi criado em 1973, com base na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei 5692, de 1971. Era identificado como Licenciatura curta e polivalente, pois o/a estudante egresso deveria ministrar Artes Plásticas, Música e Artes Cênicas. Em 1986 o currículo foi reformulado, passando a adotar o currículo de Licenciatura Plena, com habilitação em Artes Plásticas ou Artes Cênicas. O Curso era vinculado ao Departamento de Teoria da Arte e Expressão Artística (nomenclatura modificada para Departamento de Artes, em 2018), o qual foi criado em decorrência da aplicação do Plano de reestruturação da Universidade Federal de Pernambuco em 1974. O currículo do Curso de Licenciatura em Educação Artística, Habilitação em Artes Plásticas – perfil 8204, foi implantado com uma carga horária de 2.745 horas/aulas, distribuída em oito semestres com uma duração mínima de quatro anos. O currículo teve por objetivo formar o profissional específico para atuar no campo do ensino das Artes Plásticas. O processo de renovação em 2011, no sistema educacional brasileiro, legalmente instituído através da Lei nº 9.394 de 20 de dezembro de 1996, atendeu a necessidades de reestruturação e mudança das Diretrizes e Bases da Educação Nacional. A partir de então, o curso de Educação Artística foi completamente reformulado deixando de receber esta nomenclatura e passando a ser identificado por Artes Visuais – Licenciatura. Tal processo ofereceu condições favoráveis à reforma geral do Curso em 2011. Consideramos que os procedimentos em questão foram de extrema relevância e partilhamos, com a maioria dos membros da comunidade acadêmica brasileira, o sentimento de que, além de inadiáveis, as mudanças instituídas pela LDB responderam a desejos de reforma longamente acalantados pela maior parte dos/as docentes de nosso país. É importante frisar que a partir da Constituição Federal de 1988, que regulamentou a Educação Brasileira através da Lei 9394, Lei de Diretrizes e Bases da Educação de 1996, os Cursos em nível superior passaram a ser orientados pelas “Diretrizes Curriculares dos Cursos Superiores”, definindo um novo plano para seus Currículos através de regulamentações gerais e específicas a cada área do 11 conhecimento. Com esta regulamentação as Artes Plásticas passaram a ser classificadas na grande área do conhecimento denominada Área de Artes Visuais. Atualmente, o Departamento de Artes distingue-se por seu amplo potencial de produção científica e artístico-cultural, frequentemente prestando consultoria, assessoria técnica e outros serviços nos seus respectivos campos de atuação: ARTES VISUAIS * Licenciatura (em Artes Visuais): o curso visa a formação do/a professor/a, educador e pesquisador em Artes Visuais. Desde o início do curso o/a estudante tem contato com componentes curriculares teóricos e práticos específicos da área de Artes Visuais e componentes pedagógicos aprofundando a formação do educador. Espera- se que o licenciado, nesta graduação, se torne apto a lidar com as poéticas visuais e apreciação crítica da obra de arte e da imagem, tornando-o um educador crítico e produtor de arte, seja no nível de criação pessoal ou em serviços à comunidade. O mercado de trabalho para esse profissional é o ensino das Artes Visuais nas redes públicas e privadas, em espaços formais e não-formais, em instituições culturais, museus, galerias, institutos, fundações, ONG’s, hospitais, abrigos, projetos artísticos comunitários, empresas. * Bacharelado (em Artes Visuais): caracteriza-se pela formação profissional do artista visual contemporâneo sintonizado com as várias modalidades e interfaces desse campo do saber com as várias especificidades artísticas, construindo uma poética própria, mas que possa estar relacionada ao mundo artístico contemporâneo, além de ser capaz de colaborar para o reencontro cultural das diversas camadas sociais. O curso teve início em 2019. * O Programa Associado de Pós-graduação em Artes Visuais, mestrado stricto sensu (www.ufpe.br/ppgav e www.ccta.ufpb.br/ppgav/) é associado com a Universidade Federal da Paraíba e iniciou com sua primeira turma em 2010. Seus principais objetivos são a formação de pesquisadores e a qualificação de recursos humanos especializados na área de Artes Visuais com autonomia em sua área de concentração e capacidade para planejar, desenvolver e executar atividades relacionadas à pesquisa, ensino e extensão, com abertura para a interdisciplinaridade e transversalidade. A trajetória do PPGAV mostra uma crescente melhoria da qualidade do curso oferecido, seja por meio 12 da ampliação quantitativa e qualitativa do quadro docente, pelo impacto social com a inserção imediata de seus egressos no mercado de trabalho ou pela repercussão dos trabalhos produzidos por professores/as e estudantes em livros, periódicos e apresentados em importantes eventos da área, locais, regionais, nacionais e internacionais. DANÇA * Licenciatura: “O curso estimula o desenvolvimento de competências críticas, metodológicas e criativas nos/as alunos/as, através de disciplinas práticas, teóricas e prático-teóricas para que estes possam atuar prioritariamente na educação básica, agindo como formadores no campo do ensino da dança. O profissional formado neste curso atua como professor/a em escolas e academias de dança, fundações e centros culturais, escolas públicas e privadas da educação básica”[1]. TEATRO * Licenciatura: “Forma profissionais para atuar em projetos de arte/educação; projetos em pedagogia do teatro; projetos de encenação; trabalho de ator; projetos de cenografia, indumentária, maquilagem, iluminação e sonoplastia; criação e confecção de bonecos; criação e confecção de máscaras; crítica teatral; curadoria de espetáculos; criação dramatúrgica; animação cultural; participação em festivais, mostras e bienais de espetáculos; jurados em festivais de teatro e concursos de dramaturgia”[2]. [1] Fonte: Projeto Pedagógico do Curso de Dança. [2] Fonte: Projeto Pedagógico do Curso de Teatro 13 2. JUSTIFICATIVA PARA A REFORMULAÇÃO PARCIAL A reformulação parcial do curso de Artes Visuais – Licenciatura – se justifica por vários motivos. Primeiro, em razão das constantes solicitações advindas dos/as estudantes para atualização dos programas e bibliografias dos componentes curriculares e inserção de novos componentes eletivos que contribuam para uma formação mais ampla e aprofundada no campo das Artes Visuais e, especificamente, do ensino das Artes Visuais. Segundo, pela crença, desejo e compromisso do corpo docente em proporcionar uma formação que corresponda às necessidades contemporâneas. E ainda, pela constatação de maior articulação entre a formação em nível de graduação e a possibilidade de continuação dos estudos em nível de pós- graduação. A Reforma parcial do PPC visa também atender às diretrizes e aos dispositivos legais e normativos nacionais e institucionais da UFPE, aprovados após a última atualização do PPC em 2011. São eles: - Lei Nº 13.146/2015, que trata sobre as condições de acesso para pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida; - Lei Nº 12.764/2012, que trata sobre a Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista; - Resolução Nº 01/2013 – CCEPE/UFPE, que normatiza o Núcleo Docente Estruturante e dá outras providencias; - Resolução Nº 12/2013 – CCEPE/UFPEm que dispõe sobre procedimentos para creditação de atividades complementares nos Cursos de Graduação da UFPE; - Resolução Nº 03/2014 – CCEPE/UFPE., que dispõe sobre procedimentos para alteração dos currículos dos cursos de graduação da UFPE; - Resolução Nº 10/2015 – CCEPE/UFPE, que regulamenta a dispensa/equivalência de disciplinas nos cursos de graduação presencial da UFPE; 14 - Resoluções Nº 20/2015; 09/2016, 09/2018 e 02/2020 – CCEPE/UFPE, que disciplinam os os Estágios Curriculares Supervisionados dos Cursos de Graduação da UFPE; - Resolução 10/2017 – CCEPE/UFPE, que disciplina as avaliações de ensino e avaliação do docente pelo discente na UFPE; - Resolução Nº 07/2018 – CEPE/UFPE, que estabelece as diretrizes para as reformas curriculares dos cursos de licenciatura da UFPE e dá outras providências; - Resolução 09/2019 – CEPE/UFPE, que regulamenta a oferta de disciplinas internacionalizadas na UFPE; - Resolução 11/2019 ConsUni/UFPE, que dispõe sobre atendimento em acessibilidade e inclusão; - Resolução Nº 18/2021 e 10/2022 – CEPE/UFPE, que regulamenta o Grupo de Disciplinas de Formação Avançada na Universidade Federal de Pernambuco. - Resolução Nº08/2021- CEPE/UFPE, que estabelece critérios para o Processo de Ingresso por Reintegração, Transferência Interna, Transferência Externa e Portador/a de Diploma nos cursos de graduação da UFPE; - Resolução 03/2022 – CEPE/UFPE, que institui a Política de Mobilidade acadêmica; - Resolução 18/2022 – CEPE/UFPE, que disciplina o Trabalho de Conclusão de Curso nos Cursos de Graduação; - Resolução 03/2023 – CEPE/UFPE, que regulamenta as atividades práticas supervisionadas nos cursos de graduação da UFPE; - As recomendações do Fórum das Licenciaturas da UFPE relativas às estruturas curriculares dos cursos de Licenciaturas contemplando o contexto institucional e social contemporâneo; - A Política Institucional para a Formação Inicial e Continuada de Professores da Educação Básica da Universidade Federal de Pernambuco, publicada pela Pró-Reitoria de Graduação da UFPE em 2023. 15 Observa-se que durante a elaboração desta proposta, que vem ocorrendo desde 2023, a Resolução Nº 02/2019 – CNE/CP foi revogada pela Resolução Resolução Nº 04/2024 – CNE/CP, que dispõe sobre as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação Inicial em Nível Superior de Profissionais do Magistério da Educação Escolar Básica (cursos de licenciatura, cursos de formação pedagógica para graduados não licenciados e cursos de segunda licenciatura). O NDE está trabalhando para encaminhar em breve a Reforma Integral do PPC e atender às novas deliberações do CNE e orientações da Prograd. Diante das necessidades elencadas, algumas ações foram realizadas para diagnosticar e elaborar os novos ajustes curriculares. Foram elas: reuniões entre estudantes e professores/as para debater os dados fornecidos pelo ENADE (Exame Nacional de Desempenho dos/as Estudantes), reuniões entre professores/as, participações nos Fóruns das Licenciaturas promovidos pela PROGRAD e reuniões do Núcleo Docente Estruturante (NDE). Identificamos algumas lacunas e inadequações quanto a alguns componentes curriculares no que diz respeito às ementas e conteúdos. Desta maneira, foram criados novos componentes eletivos para atender à necessidade de abrir espaços de experimentação para o/a professor/a de Artes Visuais e os programas e bibliografias de componentes obrigatórios foram atualizados. Além de sintonizar a proposta curricular com as peculiaridades do século XXI, isto é, tentamos imprimir uma marca de interação ao currículo com a tradição, modernidade e pós-modernidade, e o equilíbrio entre reflexão, experiência e criação em arte. Em acréscimo ao quadro de componentes eletivos pré-existentes, criamos os seguintes 23 componentes curriculares eletivos (alguns já ativos em função do PPC do curso de Artes Visuais – Bacharelado): - Argila 2; - Arte, Gênero e Sexualidade; - Arte Têxtil; - Arte Urbana; - Artes da África e Afro-diaspórica; - Artes Indígenas no Brasil - Curadorias e Histórias de Exposição; - Ensino das Artes Visuais Quilombola - Estudos do Imaginário; 16 - História da Arte Latino-Americana; - Laboratórios de Criação 1, 2 e 3; - Laboratório de Desenho 2; - Laboratório de Fotografia; - Laboratório de Tridimensionalidade; - Memória e Narrativa em Artes Visuais; - Pesquisa em Artes Visuais; - Quadrinhos; - Tópicos em Arte 7, 8, 9 e 10. Esta proposta apresenta alteração na periodização dos seguintes componentes curriculares: AR622 - Fotografia e Arte passa do 3º período para o 4º período e AR623 - Tridimensionalidade passa do 4° período para o 3º período. Ambos componentes possuem mesma carga horária, portanto a troca não gera alteração das cargas horárias totais de cada período. Esta mudança se dá devido a motivos técnicos relacionados às condições climáticas de cada época do ano, sendo mais adequada a oferta de Fotografia e Arte no período do verão devido a técnicas como a cianotipia, que dependem de uma insolação solar mais forte. Já o componente de Tridimensionlidade, ao ser ofertado no período do inverno, libera o ateliê para o componente de Laboratório de Tridimensionalidade, no qual são investigadas técnicas como as de Papel machê, que requer um clima propício à secagem das peças. Esta reforma também propõe a alteração na periodização dos componentes de Estágio Curricular, conforme avaliado por várias turmas concluintes e pela equipe docente. Na futura Reforma Integral faremos a alteração dos nomes das disciplinas para coerência da sequência da periodização. Como tal alteração não é possivel nas regras da Reforma Parcial, optamos por alterar a sequência dos períodos, mesmo com a manutenção dos nomes. Avaliou-se que os estágios na educação formal tem um grau de exigência maior, tanto em carga horária, quanto no desafio do contexto institucional e pedagógico. Portanto, considerou-se mais adequado iniciar os estágios pela educação não formal (Estágio Curricular em Ensino das Artes Visuais 3 e Estágio Curricular em Ensino das Artes Visuais 4) e nos períodos seguintes os estágios na educação formal (Estágio Curricular em Ensino das Artes Visuais 1 e Estágio Curricular em Ensino das Artes Visuais 2), resultando na seguinte nova periodização: 17 - AR688 Estágio Curricular em Ensino das Artes Visuais 3 (90 horas de Estágio supervisionado de observação e regência de artes visuais, em projetos sociais e organizações não governamentais) no 5º período; - AR689 Estágio Curricular em Ensino das Artes Visuais 4 (90 horas de Estágio supervisionado de observação e regência em ação educativa das artes visuais, em museus e espaços culturais) no 6º período; - AR686 Estágio Curricular em Ensino das Artes Visuais 1 (120 horas de Estágio supervisionado de observação e regência das artes visuais, em turmas do ensino fundamental do 6ª ao 9ª ano na modalidade regular e EJA) no 7º período; - AR687 Estágio Curricular em Ensino das Artes Visuais 2 (120 horas de Estágio supervisionado de observação e regência das artes visuais, em turmas de educação do ensino médio do 6ª ao 9ª ano na modalidade regular e EJA) no 8º período. Em decorrência da alteração na periodização dos componentes de Estágio Curricular, é necessário modificar também a periodização dos componentes de Metodologia do Ensino das Artes Visuais, uma vez que são pré-requisitos das disciplinas de Estágio. Dessa forma, iniciaremos com AR697 - Metodologia do Ensino das Artes Visuais 3, cuja ementa diz respeito à Educação Não Formal, no 4º período, seguida de AR695 - Metodologia do Ensino das Artes Visuais 1 no 5º período e de AR696 - Metodologia do Ensino das Artes Visuais 2 no 6º período. Propõe-se, ainda, a alteração da periodização do componente do componente AR684 – Arte e Diversidade Étnico-Cultural do 7º para o 6º período, de modo a equilibrar melhor a carga horária por período e propiciar integração de conteúdos com as demais disciplinas concomitantes. Nesta reforma parcial, também revisamos os regulamentos de Atividades Complementares, de Estágio e de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). Inserimos a admissão de Discipinas de Formação Avançada cuja oferta deverá ser autorizada pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais e outros programas de pós- graduação. Não foi possível inserir nesta Reforma Parcial as Atividades Curriculares de Extensão (ACEx), pois ocasionaria alteração da estrutura curricular para acomodar sua carga horária. Tal providência será tomada na Reforma Integral do PPC. Em relação ao documento do PPC de 2011, confirmamos a retirada já efetuada, por decisão do Colegiado, dos pré-requisitos dos componentes: Arte Ambiental 2, Desenho 2; Estética B; Fundamentos da Linguagem Visual 2; História da Arte 2; História 18 da Arte 3; História da Arte 4; História da Arte 5; História da Arte Brasileira 2; Leitura da Obra de Arte 2. Inserimos as equivalências entre Iniciação ao Trabalho de Conclusão de Curso e Trabalho de Conclusão de Curso do perfil curricular do curso de Artes Visuais - Bacharelado (Código 00220) e entre Trabalho de Conclusão de Curso e Trabalho de Concusão de Curso 2, também do curso de Artes Visuais - Bacharelado. Tal reestruturação é resultado de uma preocupação de modo a possibilitar uma sólida preparação àqueles que serão agentes fundamentais para a formação e transformação da sociedade. Nosso esforço foi marcante para vislumbrar metas compatíveis com a realidade social na qual se inserem professores/as e estudantes desta Universidade. Para melhor visualização do conjunto de modificações realizadas nos componentes curriculares, elaboramos a tabela a seguir: TABELA DE ALTERAÇÕES COMPONENTE CURRICULAR ALTERAÇÃO AR706 - Argila 2 Novo componente eletivo AR718 - Arte, Gênero e Sexualidade Novo componente eletivo Arte Têxtil Novo componente eletivo AR719 - Arte Urbana Novo componente eletivo Artes da África e Afro-Diaspórica Novo componente eletivo Artes Indígenas no Brasil Novo componente eletivo Curadorias e Histórias de Exposição Novo componente eletivo Ensino das Artes Visuais Quilombola Novo componente eletivo Estudos do Imaginário Novo componente eletivo AR712 - História da Arte Latino-Americana Novo componente eletivo AR713 - Laboratório de Criação 1 Novo componente eletivo AR714 - Laboratório de Criação 2 Novo componente eletivo AR714- Laboratório de Criação 3 Novo componente eletivo AR720- Laboratório de Desenho 2 Novo componente eletivo AR721 - Laboratório de Fotografia Novo componente eletivo 19 AR705 - Laboratório de Tridimensionalidade Novo componente eletivo Memória e Narrativa em Artes Visuais; Novo componente eletivo AR701 - Pesquisa em Artes Visuais Novo componente eletivo AR722 - Quadrinhos Novo componente eletivo Tópicos em Arte 7 Novo componente eletivo Tópicos em Arte 8 Novo componente eletivo Tópicos em Arte 9 Novo componente eletivo Tópicos em Arte 10 Novo componente eletivo AR622 - Fotografia e Arte Nova periodização AR623 - Tridimensionalidade Nova periodização AR684 – Arte e Diversidade Étnico-Cultural Nova periodização AR686 - Estágio Curricular em Ensino das Artes Visuais 1 Nova periodização AR687 - Estágio Curricular em Ensino das Artes Visuais 2 Nova periodização AR688 - Estágio Curricular em Ensino das Artes Visuais 3 Nova periodização AR689 - Estágio Curricular em Ensino das Artes Visuais 4 Nova periodização AR695 - Metodologia do Ensino das Artes Visuais 1 Nova periodização AR696 - Metodologia do Ensino das Artes Visuais 2 Nova periodização AR697 - Metodologia do Ensino das Artes Visuais 3 Nova periodização AR637 – Arte Ambiental 2 Retirada de pré-requisito AR632- Arte Ambiental 1 AR618 - Desenho 2 Retirada de pré-requisito AR614- Desenho 1 AR691 - Estética B Retirada de pré-requisito AR690- Estética A AR617 - Fundamentos da Linguagem Visual 2 Retirada de pré-requisito AR612- Fundamentos da Linguagem Visual 1 AR616 - História da Arte 2 Retirada de pré-requisito AR611- História da Arte 1 AR620 - História da Arte 3 Retirada de pré-requisito AR616- História da Arte 2 AR624 - História da Arte 4 Retirada de pré-requisito AR620- História da Arte 3 20 AR630 - História da Arte 5 Retirada de pré-requisito AR624- História da Arte 4 AR635 - História da Arte Brasileira 2 Retirada de pré-requisito AR631- Historia da Arte Brasileira 1 AR662 - Leitura da Obra de Arte 2 Retirada de pré-requisito AR631- AR661- Leitura da Obra de Arte 1 AR694 - Iniciação ao Trabalho de Conclusão de Curso Inclusão de equivalência com AR715 Trabalho de Conclusão de Curso 1 AR643 - Trabalho de Conclusão de Curso Inclusão de equivalência com AR716 Trabalho de Conclusão de Curso 2 2.1 RELEVÂNCIA DO/A PROFISSIONAL PARA O DESENVOLVIMENTO LOCAL/REGIONAL/NACIONAL Diante das necessidades de uma educação e formação mais ampla, consistente, conectada à realidade do mundo contemporâneo na sua dinamicidade e pluralidade, são necessários constantes ajustes curriculares que apontem caminhos a serem percorridos na busca de uma contribuição mais efetiva à sociedade. A principal meta é proporcionar a formação de profissionais capazes de compreender, refletir e intervir na realidade cotidiana, direcionando as ações para o desenvolvimento de uma sensibilidade artístico-estética voltada ao bem comum e coletivo. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional nº 9.394 de dezembro de 1996 passou a tratar o ensino de arte como obrigatório no currículo escolar e substituiu o termo “Educação Artística” por “Arte”. A lei foi assim promulgada, graças à força das entidades, tal como a Federação de Arte/Educadores do Brasil (FAEB), e professores/as de todo o país, ligados ao ensino de arte e que, de forma sistemática, dialogaram com parlamentares apontando e defendendo a importância da arte no processo de formação integral do ser humano. Desse modo, uma série de reivindicações foi realizada para que a Arte fosse reconhecida como área legítima de conhecimento. Em 1998 foram publicados os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs). O volume 6 dos PCN, do 1º e 2º ciclos, em conformidade com a LDB/96, dedica-se à área de Arte, conceituando-a como uma forma de apreensão da realidade e do contexto sociocultural, portanto, como sinônimo de conhecimento. Quando trata do 21 encaminhamento metodológico, prevê que os conteúdos devem articular três possibilidades: a produção, a reflexão e a contextualização das Artes Visuais. A Arte é uma área do conhecimento e da atividade humana que pode contribuir em qualquer processo de transformação. Não é difícil reconhecermos que, em muitas situações no Brasil e, em particular, na nossa região, a identidade do povo se expressa profundamente por meio das múltiplas manifestações artísticas. Por exemplo, nos diversos tipos de festas, sejam religiosas ou profanas, a arte está presente nas artes visuais, na música, na dança, no teatro. Mas esse é apenas um aspecto que, por si, já justificaria a presença da arte na escola. No entanto, a arte tem sua importância fundamental na escola, sobretudo, pelo fato de que ela propicia ao educando a oportunidade de desenvolver suas potencialidades artístico-estéticas: percepção política, reflexão, poder de discernimento, imaginação, intuição, curiosidade, flexibilidade, autoestima, criação, entre outras. Em termos de diretrizes curriculares oficiais, tivemos depois a homologação da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) em 2018, em meio a um processo bastante controverso de supostas consultas à comunidade, porém sem um diálogo autêntico entre planejadores e educadores(as). O resultado ficou bastante discutível, seja pelo fundo de orientação neoliberal, como também pela área de Arte ter sido reduzida a uma subárea dentro de um campo de Linguagens. O cenário político instável que tivemos nos últimos anos também não contribuiu para a consolidação de políticas educacionais, pelo contrário, aprofundaram suas precariedades . Porém a área de ensino de arte já tem se afirmado e construído seu próprio referencial através de congressos, fóruns, pesquisas científicas, publicações. Além disso, no de 2023, a PROGRAD/UFPE publicou a Política Institucional para a Formação Inicial e Continuada de Professores da Educação Básica da Universidade Federal de Pernambuco. Tais suportes vem suprir a lacuna das defasadas e insuficientes diretrizes curriculares nacionais para a condução dos cursos de licenciatura, sobretudo nas áreas de Arte. As Artes Visuais constituem uma área estratégica que propicia transformações no indivíduo, na escola e em outros contextos educacionais pelo seu potencial construtor de identidades e, portanto, de transformação da sociedade. Em Pernambuco, o curso de Artes Visuais – Licenciatura – da UFPE é um dos poucos cursos de graduação que visa preparar professores/as para atuação na Educação Básica de Ensino, nas redes públicas e privadas, em espaços formais e não-formais, em 22 instituições culturais, museus, galerias, institutos, fundações, ONGs, hospitais, abrigos, projetos artísticos comunitários, empresas e espaços públicos urbanos. Esta atuação do profissional das Artes Visuais também pressupõe o desenvolvimento de pesquisas e ações diversas que contribuam para o acesso e a ampliação do entendimento da sociedade sobre as artes e, consequentemente, sua história e cultura, considerando ainda seu imprescindível papel nos impactos sociais e da saúde, sobretudo mental, da população em geral. Como parte do conhecimento humano, as Artes Visuais contribuem para compreensão das imagens, da memória e sua história e propõe mudanças nas bases teóricas do conhecimento, nas proposições pedagógicas relacionadas com as questões políticas, sociais e econômicas. O processo de ensino-aprendizagem da arte propicia o desenvolvimento do pensamento artístico, político crítico e reflexivo. A função política da arte se apresenta também quando os sujeitos envolvidos no processo educativo adotam atitudes transformadoras de ideias e práticas, voltadas ao bem comum e coletivo, emergindo como expressão de liberdade e criatividade cidadã. Além disso, a arte propicia reflexões e ações inovadoras, ampliando possibilidades de intervenção diferenciadas daquelas apresentadas pelo mundo onde se vive. 23 3. MARCO TEÓRICO O ensino das Artes Visuais, na contemporaneidade, postula a construção do conhecimento em arte e a interseção entre experimentação, informação e significação. Esse conhecimento se constrói no imbricamento dos atos de investigar, de realizar e de compreender questões que envolvem as configurações e o relacionamento entre Arte e o mundo. Assim, o curso de Artes Visuais – Licenciatura – objetiva colaborar na formação do ser humano em sua mais ampla concepção, aquele que é capaz de respeitar as diferenças étnicas, sociais, culturais, econômicas, religiosas etc. e que utiliza desse conhecimento para o crescimento coletivo do grupo, para o desenvolvimento do altruísmo e do respeito às diferenças, para o aprimoramento de atitudes éticas e justas que contribuam para o bem comum, o respeito aos direitos humanos e ao ambiente, para a ampliação de visão de mundo e da diversidade humana. A partir dessa formação, não é possível dissociar a importância estratégica e imprescindível do Licenciado em Artes Visuais na sociedade, pois essa formação visa desenvolver o pensamento lógico, o pensamento abstrato e o rompimento deles para que se multipliquem e se expandam suas relações sociais. Além disso, ampliar o aprimoramento da corporeidade (os aspectos cognitivos, as emoções, os sentidos, as sensações...). Todo esse conjunto contém elementos que compõem a existência humana envolvida na tessitura social. Logo, sujeitos sensitivos e conscientes serão capazes de colaborar para o desenvolvimento das sociedades e sua expansão, experimentando, suscitando melhorias para o bem comum e individual, capazes de respeitar o planeta e contribuir para a convivência harmoniosa e equilibrada com e entre os seres. Nesse sentido, está em consonância com o Projeto Pedagógico Institucional da UFPE (PDI 2019-2023), o qual, “visando à concretização de um projeto de sociedade em que a produção e disseminação do conhecimento sejam acessíveis a todos os cidadãos, está ancorado em valores como cidadania, cooperação, criatividade, sustentabilidade, dignidade, diversidade, equidade, ética e integridade,buscando, sobretudo, contribuir para a inclusão social dos sujeitos, independente de sua condição sociocultural e econômica”. (Plano de Desenvolvimento Institucional 2019-2023, p. 30). 24 O PDI 2019-2023 afirma a responsabilidade de formação profissional não apenas no aspecto da competência técnica, “mas também atento às demandas sociais das comunidades e sensíveis à condição humana dos sujeitos” (Plano de Desenvolvimento Institucional 2019-2023, p. 30). Aponta para o sentido de “emancipação, reflexão crítica, produção, divulgação de conhecimento e cultura” (SANTOS apud PDI 2019- 2023, p. 38). Diante dessa perspectiva de ser humano e de sociedade, um dos aspectos fundantes e caros ao curso de Artes Visuais – Licenciatura – é a educação em, para e com as Artes Visuais. Educação entendida como um processo e percurso contínuo que forma e transforma, que torna o sujeito capaz de refletir, compreender e interferir para a melhoria das relações interpessoais e pessoais ao seu redor, na escala macro, mas também micro. Essa concepção de educação em, para e com as Artes Visuais contempla as necessidades, cada vez mais prementes, de acessibilidade. Acessibilidade que envolve especificidades do humano para além de aspectos físicos e cognitivos. Acessibilidade que permite, respeita, envolve e inclui os sujeitos e suas particularidades de forma criativa e criadora. Esta diretriz está em consonância com o PDI 2019-2023, ao afirmar que a universidade “se vincula ao movimento mais amplo do conhecimento na práxis social (global/local), sofrendo influências externas, ao mesmo tempo em que pode contribuir para a (re)organização/realização de rupturas nesse âmbito, bem como em seus proprios sujeitos, a partir de suas próprias influências, a demandar, face à globalização, dela ser mais inclusiva em vários sentidos” (Idem, p. 39). O PDI também aponta para uma inclusão epistemológica, no qual o saber científico dialogue com os saberes leigos, populares tradicionais, urbanos e oriundos de culturas não ocidentais (Idem, p. 39), os quais tem no campo das Artes Visuais um terreno fértil. Torna-se evidente, entretanto, que o lócus de formação indispensável para este sujeito e para as experiências que envolvem o ensino, a pesquisa e a extensão é a Universidade pública, gratuita e para todos/as. Esses pilares, baseados nos ensinamentos de Paulo Freire[1], englobam o entendimento de que o ensinar não é transferir conhecimento, exige o reconhecimento do inacabamento, o respeito à autonomia do ser, do bom senso, da humildade, da tolerância e da luta em defesa dos direitos dos educadores. Além disso, exige a apreensão da realidade, da convicção de que a mudança é possível. Desse modo, não há ensino sem pesquisa e pesquisa sem ensino. A pesquisa pressupõe busca, indagação, constatação, intervenção, 25 conhecimento, comunicação, criação, dilatação da compreensão das múltiplas possibilidades de entendimento das produções humanas, suas relações e complexidades, da existência do planeta e do universo. Assim, o ensino e a pesquisa estão imbricados com a extensão universitária que traz em seu cerne o diálogo e a relação com a sociedade, pois os sujeitos em formação estão, continuamente, inseridos em células sociais. Logo, alimentam e retroalimentam ambas as comunidades. De acordo com o PDI da UFPE, “a pesquisa e a extensão (re)alimentam a atividade de ensino, colocando-a em atualidade frente à realidade cotidiana do mundo” (p. 41). E o ensino deve ser “entendido como atividade educativa que medeia a relação entre o discente e os saberes historicamente construídos, supõe que o/a estudante é sujeito ativo na construção do seu próprio conhecimento e que a ação docente não poderá prescindir da problematização da realidade, da interdisciplinaridade no trato com os conhecimentos e da dialogicidade necessárias à construção de uma relação pedagógica que contribua com o desenvolvimento e a constituição da autonomia discente. Nessa perspectiva, distancia-se da ideia de transmissão de conhecimentos, de imposição de valores e diferencia-se daquela concepção por meio da qual o conhecimento é entendido como algo pronto e acabado, permanentemente válido, universal e incontestável” (Idem, p.40), conforme os pressupostos freirianos apontados acima. Parte-se do entendimento do conhecimento como um processo de transformação contínua e não como a transmissão de conteúdos prontos (PDI 2019- 2023, p. 43), que compreende também a formação de atitudes e valores pautados na ética e na democracia. Nesse sentido, o curso de Artes Visuais – Licenciatura – compreende a formação de seus estudantes e futuros profissionais para o respeito e o compromisso com a cidadania ativa, criativa e criadora, participativa, reflexivo-crítica, propositora, transformadora, inclusiva que contribua de forma exponencial para a dilatação dos sentidos humanos, das relações com os outros, consigo mesmo e com o mundo. Para tanto, o currículo deve ser organizado de forma a garantir a integração dos componentes curriculares por meio do exercício da sensibilidade a partir do marco histórico-teórico da abordagem triangular sistematizada por Ana Mae Barbosa, desde a década de 1980, com amplo impacto no ensino de Arte. Nesta abordagem, o fazer artístico visa o contato palpável com os materiais e técnicas que viabilizam a materialização das Artes Visuais e envolvem o conceitual da arte na dimensão da 26 práxis. Compreende tanto etapas plurais de percepção, conhecimento, investigação e dilatação dos sentidos, quanto o ato de criação a partir dos mesmos, com os registros processuais dos percursos vivenciados. Engloba a atitude crítica do exercício da dúvida, do questionamento constante, do entendimento contextual. Este é o terceiro pólo que interage continuamente com os da criação e da leitura de imagens. A experimentação contínua, o fazer e o refazer, a investigação que parte do questionamento, constituem atitudes de recuo que permitem ir mais longe. Entre este movimento constante de ir e vir se dá o exercício das sensibilidades que será contemplado em toda a sua plenitude, permitindo que se pense artisticamente. Tal exercício transcende a condição estrita de formação de professores/as de Artes Visuais, de artistas, para se tornar atitude formadora de cidadãos sensíveis, críticos e autocríticos, capazes de refletirem acerca das relações dinâmicas do mundo em que se inserem e atuam. Outros marcos teóricos vem a agregar este corpo de conhecimentos na formação dos/as estudantes em Artes Visuais, tais como os Estudos Culturais, a Educação da Cultura Visual e os Estudos Decoloniais, que colocam em questionamento os referenciais eurocêntricos e abrem possibilidades inclusivas, expansivas e críticas de contextualização social e cultural. Desta forma, contribuem para o aprofundamento de uma educação que abrange questões transversais de Direitos Humanos, Educação Ambiental, educação inclusiva, relações étnicos-raciais e diversidade de gênero e sexualidade, as quais são tratadas com referenciais teóricos, históricos e metodológicos específicos em componentes curriculares especialmente focados nelas ou em tópicos e projetos que incidem sobre as práticas pedagógicas. Tendo como base esses pilares na formação, é fundamental salientar que essa vivência a ser experimentada pelos/as licenciandos/as servirá de alicerce para as suas futuras práticas pedagógicas. Ao exercitar a experimentação com os sentidos, poderão aprimorar-se, individual e coletivamente, e contribuir para o desenvolvimento de seus/suas futuros/as estudantes, contribuindo para a formação de sujeitos mais sensíveis, conscientes, reflexivos, críticos e criativos. Logo, possibilitar uma formação de professores/as de Artes Visuais conectada às necessidades contemporâneas é uma de nossas metas principais. [1] FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: Saberes Necessários à Prática Educativa. São Paulo: Editora Paz e Terra, 1996, 36ª Edição. 27 4. OBJETIVOS DO CURSO 4.1 OBJETIVO GERAL O curso observa as recomendações contidas na Resolução Nº 01 de 16 de janeiro de 2009 do Conselho Nacional de Educação, que têm como objetivo formar o/a licenciando/a em Artes Visuais, de modo que essa formação envolva a produção, a pesquisa, a crítica e o ensino das Artes Visuais, visando ao desenvolvimento da percepção, da reflexão, do potencial criativo, dentro da especificidade do pensamento visual e das competências e habilidades definidas nas Diretrizes Curriculares Nacionais, a fim de que o/a futuro/a licenciado/a em Artes Visuais possa contribuir para a construção de uma sociedade mais justa e democrática. 4.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS * Vivenciar estratégias e metodologias dos processos de ensino e aprendizagem que propiciem meios conceituais e técnicos para o desenvolvimento da especificidade visual a partir do fazer artístico e do pensar sobre o ensino desse fazer nos diferentes anos escolares da Educação Básica e nos múltiplos contextos educativos. * Questionar a realidade a partir da formulação de situações problema para trabalhar o pensamento lógico, a criatividade, a intuição, a percepção estética, a capacidade de análise crítica, selecionando estratégias de ensino que sejam adequadas ao contexto, interagindo com as manifestações culturais da sociedade na qual se situa, demonstrando sensibilidade e criação, transmissão e recepção do fenômeno visual. * Desenvolver pesquisa científica e tecnológica em Artes Visuais, objetivando a criação, a compreensão, a difusão e o desenvolvimento das visualidades, organizando informações sobre Artes Visuais e ensino das Artes Visuais por meio de professores/as de arte, artistas, obras de arte, espaços culturais e educacionais, fontes de comunicação e informação. * Atuar, de forma significativa, nas manifestações culturais, instituídas ou emergentes, nos diferentes espaços culturais, especialmente em articulação com instituições de ensino específico de Artes Visuais (instituições culturais, museus, 28 galerias, institutos, fundações, ONG’s, hospitais, abrigos, projetos artísticos comunitários, empresas e espaços públicos urbanos e âmbitos de ensino na Educação Básica). * Possibilitar experiências de estudo e reflexão sobre os desafios que o ensino da arte enfrenta nas escolas da Educação Básica e outros espaços educativos. * Criar espaços para viver experiências estéticas e didáticas no ensino da arte por meio de reflexões sobre o fazer pedagógico e estético, estimulando criações visuais e sua divulgação como manifestação do potencial artístico, objetivando o aprimoramento da sensibilidade estética dos diversos atores sociais. * Propiciar condições para o/a futuro/a docente de Artes Visuais expressar a construção do olhar estético crítico e reflexivo por meio da produção artística, análise do processo, exploração de materiais de forma individual e coletiva. 29 5. PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO O Curso de Artes Visuais – Licenciatura – da UFPE é organizado de modo a garantir que sejam contemplados na formação profissional conhecimentos das Artes Visuais, assim como os relativos aos objetos de ensino e aos processos educativos, considerando tanto os conhecimentos acerca dos sistemas de ensino quanto os relativos à prática pedagógica voltada para as Artes Visuais. De acordo com a Política Institucional para a Formação Inicial e Continuada de Professores da Educação Básica da Universidade Federal de Pernambuco (2023, p. 19-20), espera-se que os egressos dos cursos de licenciatura possam: compreender o contexto educativo brasileiro para atuar com ética e compromisso político; responsabilizar-se pelo desenvolvimento e processos de aprendizagem dos sujeitos nos diversos contextos, etapas e modalidades da educação básica; dominar os conteúdos e abordagens teórico-metodológicas do seu campo de atuação; dominar tecnologias de informação e comunicação para o desenvolvimento nos processos educativos; promover as relações entre a instituição educativa, a família e a comunidade; promover a inclusão social de modo a enfrentar e superar todo tipo de preconceito; atuar na gestão da educação básica; realizar pesquisas sobre a realidade sociocultural dos estudantes e sobre processos de ensino-aprendizagem e propostas curriculares; refletir sobre sua prática pedagógica, sistematizando e difundindo-a enquanto conhecimento. O Curso de Artes Visuais – Licenciatura – da UFPE deve, portanto, formar profissionais habilitados para atuarem na área da produção, da pesquisa e do ensino das Artes Visuais. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nº 9.394 de 20 de dezembro de 1996 sugere que a formação desses profissionais deve ser voltada para o desenvolvimento da percepção, da reflexão e do potencial criativo, dentro da especificidade do pensamento visual. A vertente da formação profissional especificada neste documento contempla o ensino e se compromete, portanto, com a formação do/a professor/a de Artes Visuais. No caso da formação do/a docente, a articulação com o campo de conhecimento da Educação se faz imprescindível. Como conhecimento, as Artes Visuais possuem muitas faces que se articulam e se complementam, estando relacionadas a diversos 30 outros campos do saber como a Psicologia, a Sociologia, a Antropologia, a Comunicação, a Filosofia, dentre outros. Neste contexto, o curso aqui proposto pretende formar um profissional que além do domínio de conhecimentos específicos, seja capaz de promover a articulação dos múltiplos saberes necessários à demanda do seu exercício profissional, inclusive aqueles advindos de suas vivências anteriores e extra-escolares, bem como do contexto social de seus estudantes. Soma-se a este perfil a compreensão das questões que envolvam o ensino das Artes Visuais, a capacidade de avaliar criticamente a sua própria atuação e a capacidade de interagir de forma cooperativa com a comunidade profissional, acadêmica e artística na elaboração de projetos e investigações no campo das Artes Visuais. Faz-se importante destacar a formação de um profissional atento à promoção do conhecimento em Artes Visuais que articule o fazer artístico, a apreciação das obras de arte e a contextualização das mesmas, considerando o pensamento pedagógico contemporâneo em Artes Visuais, assim como atuar na comunidade mais ampla para qualificar a formação humana integral. 31 6. CAMPO DE ATUAÇÃO PROFISSIONAL O curso de Artes Visuais – Licenciatura – prepara professores/as para atuarem na Educação Básica, nos níveis de ensino fundamental e médio, nas redes pública e privada, e em espaços não formais de educação, em instituições culturais, museus, galerias, institutos, fundações, organizações não governamentais, hospitais, abrigos, projetos artísticos comunitários, empresas, etc. Ao longo de sua formação, o/a estudante vivencia práticas pedagógicas, processos de criação e de fundamentação teórica nas especificidades visuais. O campo de atuação deste profissional encontra-se prioritariamente na instituição escolar, mais especificamente no contexto da Educação Básica, porém, não se restringe a esta, visto que as Artes Visuais como fenômeno educativo transcendem o espaço da escola, inserindo-se em outros espaços sociais no fomento da formação acadêmica, artística e cultural. O curso também possibilita ao licenciado/a em Artes Visuais atuar em projetos de pesquisa em âmbito acadêmico e a inserir-se no sistema das artes em nível regional, nacional e internacional e no campo da produção cultural. No âmbito da educação formal, a exigência da formação de professores é regida pela Lei Nº 13.278, de 2 de maio de 2016, que altera o Art. 1º O § 6º do art. 26 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional nº 9.394, de 1996, estabelecendo as artes visuais, a dança, a música e o teatro como as linguagens que constituem o componente curricular de Arte, com a necessária e adequada formação dos respectivos professores em número suficiente para atuar na educação básica. De acordo com a Classificação Brasileira de Ocupações, a profissão de arte educador está localizada dentro do espectro do educador social, porém a Federação de Arte/Educadores define tal campo profissional numa amplitude muito maior, com base nas teorias e evidências empíricas, como “professores e pesquisadores responsáveis por uma significativa produção de conhecimento referente a temas da educação básica, do ensino superior e da pós-graduação, bem como dos processos educativos informais e não-formais das artes visuais, dança, música e teatro” (Fonte: ). A CBO define também as profissões de professor de educação artística do ensino fundamental (2313-10), cuja nomenclatura que se 32 encontra desatualizada, abrangendo o ensino de artes do ensino fundamental nas modalidades regular e educação de jovens e adultos; e professor de artes no ensino médio (2321-05); ambas com exigência de formação superior. 33 7. COMPETÊNCIAS, ATITUDES E HABILIDADES De acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Artes Visuais (Resolução nº 1, de 16 de janeiro de 2009), o curso de Artes Visuais – Licenciatura – da UFPE possibilitará formação profissional que revele as competências e habilidades para que o formando possa: I – interagir com as manifestações culturais da sociedade na qual se situa, demonstrando sensibilidade na criação, transmissão e recepção do fenômeno visual; II – desenvolver pesquisa científica e tecnológica em Artes Visuais, objetivando a criação, a compreensão, a difusão e o desenvolvimento das Artes Visuais; III – atuar, de forma significativa, nas manifestações visuais, instituídas ou emergentes; IV – atuar nos diferentes espaços culturais, especialmente em articulação com instituições de ensino específico de Artes Visuais; V – estimular criações visuais e sua divulgação como manifestação do potencial artístico, objetivando o aprimoramento da sensibilidade estética dos diversos atores sociais; VI – compreender o papel social da escola, o domínio dos conteúdos a serem socializados, os seus significados em diferentes contextos e sua articulação interdisciplinar, o domínio do conhecimento pedagógico, o conhecimento de processos de investigação que possibilitem o aperfeiçoamento da prática pedagógica e o gerenciamento do próprio desenvolvimento profissional. 34 8. METODOLOGIA DO CURSO Durante reuniões do NDE em 2016, 2017 e 2018 para avaliação das ações curriculares propostas no Plano Pedagógico do Curso de Licenciatura em Artes Visuais em vigor, sempre composto por representação estudantil, foi constatado a necessidade de contínua problematização dos binarismos entre teoria/prática, conceitual/empírico, universidade/campo de trabalho. Desde então, diversos componentes curriculares tem integrado teoria e prática, entendendo a indissociação entre o fazer e o pensar artístico. Conforme pontuado nos marcos teóricos do ensino de arte, que é objeto e propósito do curso, por tratar-se de formação de professores/as de Artes Visuais, temos na Abordagem Triangular, sistematizada por Ana Mae Barbosa na década de 1980, um marco de integração entre as esferas do fazer artístico, da leitura de imagens e da contextualização como um todo entrelaçado. Por motivos didáticos, em alguns momentos os procedimentos decorrentes de cada eixo se separam, porém a equipe tem se mantido atenta para que os componentes com foco em produção artística articulem a aprendizagem técnica a referências teóricas e históricas para aprofundamento dos processos poéticos- reflexivos dos/as estudantes. Do mesmo modo, os componentes históricos, sociológicos, pedagógicos, filosóficos, entre outros conhecimentos teóricos, tem procurado incorporar uma dimensão prática de modo a contextualizar os saberes do processo formativo com a realidade social e pessoal dos/as estudantes, legitimando não apenas a leitura e produção em linguagem verbal, mas também nas possibilidades de elaboração, reflexão e comunicação do corpo e da imagem. Em que pese o caráter interdisciplinar e transdisciplinar dessas abordagens, elas se dão peculiarmente de acordo com os caminhos metodológicos delineados por cada docente do curso. Ainda é preciso criar mecanismos de maior integração entre os diferentes componentes curriculares, como projetos conjuntos. Este propósito encontra algumas dificuldades como a sobrecarga do trabalho docente, o isolamento das práticas de cada docente pela formatação vigente da carreira acadêmica, a impossibilidade de manutenção de blocos de componentes curriculares pelas turmas de modo a facilitar um projeto conjunto, entre outras. Portanto a efetiva interdisciplinaridade no curso ainda é um desafio a demandar proposições pelo NDE. Elas tem sido experienciadas em 35 projetos pontuais como “Tramações”, que tem unido à produção de Arte Têxtil discussões sobre gênero e secxualidade, memória, produção audiovisual, curadoria e expografia, entre outros projetos que articulam o curso de Artes Visuais com o curso de Arquitetura e Urbanismo (componente letivo que originou o projeto de Requalificação da Galeria Capibaribe em 2012), projeto de Pintura com pesquisa de pigmentos naturais com o curso de Geologia, entre outras experiências interdisciplinares e de intersecção entre ensino, pesquisa e extensão. No entanto, além das conexões entre teoria e prática e os diversos saberes que compõem a formação docente em Artes Visuais realizadas internamente em cada componente curricular, os/as estudantes podem articular a interdisciplinaridade através da transversalidade das atividades de pesquisa (iniciação científica), extensão, estágio e complementares. Através de tais articulações, os componentes curriculares não encerram-se sobre si, mas mantém-se em diálogo com uma gama de proposições que são criadas no decorrer dos processos artístico-pedagógicos, desdobradas em muitas possibilidades com variados graus de autonomia dos/as professores/as e estudantes, e aproveitamento relacional dos conteúdos desenvolvidos, como: curadoria, exposições, performances, publicação de textos, ações educativas em diversos contextos, rodas de conversa, aulas públicas, debates, presença de convidados, etc. Tais propostas contribuem para que os/as estudantes compreendam sua identidade docente em formação atrelada ao pensar/fazer artístico e pedagógico, na perspectiva do/a professor/artista/pesquisador como dimensões que alimentam uma práxis integrada. É neste ponto que vislumbramos a superação da recorrente separação entre a ação pedagógica e as práticas de pesquisa e ainda, que se transborda a formação do/a professor/a como artista/produtor de imagens que pensa o fazer pedagógico e que transforma tudo isto em práticas de pesquisa/investigação. Tais ações tem sido realizadas em parceria com o Programa Associado de Pós- Graduação em Artes Visuais UFPE/UFPB, na linha “Processos Educacionais em Artes Visuais”, de modo a promover um contato através de projetos comuns de ensino, pesquisa e extensão que favorecem a integração entre a graduação e a pós-graduação em Artes Visuais. Tal articulação tem gerado a circulação das dissertações e pesquisas desenvolvidas pelos/as professores/as e estudantes em encontros presenciais e na publicação de artigos e livros. 36 Elencamos as últimas ações interdisciplinares que visam a discussão da prática como componente curricular e que projetam a formação de professores/as nas dimensões da docência, pesquisa e extensão, as quais foram publicadas pelos/as docentes e discentes do curso de Artes Visuais – Licenciatura – em artigos e livros disponibilizados em arquivos digitais e/ou impressos: AMARAL, M. Vitória. N. (O; SILVA, Maria Betânia e. (Org.); COSTA, Robson. X. (Org.). Imagina(rios) nas Artes Visuais. 1. ed. Curitiba: Appris, 2023. v. 1. 292p. Disponível em: https://editoraappris.com.br/produto/imaginarios-nas-artes-visuais/. CHIARELLI, W. (Org.); NUNES, L. B. (Org.); Contos dos altos e ladeiras: soltos na buraqueira e virados no mói de coentro. Recife: Ed. UFPE, 2018. Disponível em: https://issuu.com/lucianaborre/docs/2017livroquadrinhosartesvisuaisufpe. NUNES, L. B. (Org.); SILVA, Maria Betânia e. (Org.); CONSENTINO, C. (Org.). Tramações: narrativas têxteis e memoriais. Recife: Ed. UFPE, 2024. Disponível em: https://editora.ufpe.br/books/catalog/book/890. NUNES, L.B. (Org.); ANDRADE, L. (Org.). Tramações: A memória e o têxtil. Recife: E. UFPE, 2021. Disponível em: https://zenodo.org/records/10626065. NUNES, L. B. Tramações: cultura visual, gênero e sexualidades / Luciana Borre; planejamento, curadoria, expografia e mediação cultural: Alice Carolina Almeida ... [et al.]; fotografia: Elinaldo Silva ... [et al.]; artistas convidadas/os: Jouse Barata ... [et al.]. – Recife: Ed. do Autor, 2018. NUNES, L. B. (Org.); SILVA, Maria Betânia e. (Org.). Sem mandamentos: Conversas de Estágio em Artes Visuais, Dança e Teatro. Recife: Ed. UFPE, 2018. NUNES, L. B. (Org.); SILVA, Maria Betânia e. (Org.). (R)existir: práticas pedagógicas em artes visuais, dança e teatro [recurso eletrônico] Recife: Editora UFPE, 2017. NUNES, L. B. (Org.); SILVA, Maria Betânia e. (Org.); COSENTINO, C. (Org.). Tramações: narrativas têxteis e memoriais. 4. ed. Recife: Ed. UFPE, 2024. v. 1. 274p. Disponível em: https://editora.ufpe.br/books/catalog/book/890 37 SILVA, Maria Betânia e. (Org.). Memórias e Narrativas em Artes Visuais (ISBN 9786559621507). 1. ed. Recife: Ed. UFPE, 2022. v. 1. 305 p. Disponível em: https://editora.ufpe.br/books/catalog/book/795. SILVA, Maria Betânia e. (Org.). Raspando as tintas com que me pintaram. Recife: Ed. UFPE, 2018. SILVA, Maria Betânia e.; COSTA, Robson. X. (Org.). Memórias In(tangíveis) Vol.1 (impresso ISBN 9786500368574). 1. ed. Recife: PROPG/PPGAV/CAPES, 2022. v. 1. 207p. Disponível em: http://www.ccta.ufpb.br/editoraccta/contents/titulos/artes- visuais/memorias-in-tangiveis-volume-1 SILVA, Maria Betânia e.; VIDAL, F. S. L. (Org.). Processos de investigação em/sobre/com artes visuais. 1. ed. Curitiba: Editora CRV, 2021. v. 1. 120p. Disponível em: http://www.ccta.ufpb.br/ppgav/contents/documentos/arquivos/LivroProcessosdeInvesti gacaoemcomsobreArtesVisuais.pdf. WILNER, R (Org.). Rodas e redes interculturais: pesquisas em/sobre arte indígena no Nordeste. Recife: Ed. UFPE, 2024. Disponível em: https://editora.ufpe.br/books/catalog/book/892. Entre os projetos de pesquisa e extensão mais recentes articulados com a proposta pedagógica do curso de Arte Visuais, envolvendo estudantes, docentes e técnicos, podemos destacar: - Laboratório de Litogravura – oriundo da histórica Oficina Guaianases de Gravura, sua herança foi mantida ativa pelo artista e técnico em impressão Hélio Soares. Atualmente constitui um projeto de extensão com participação de vários docentes, técnicos e estudantes. - MOVENTEMANGUE_ARTE (plataforma colaborativa na região Nordeste) disponível em: https://www.movente.org/; - Grupo de Pesquisa Symbolismum – Estudos sobre Imaginário e Complexidade e projeto de extensão Metamorfoses Sensíveis da Passagem, tendo realizado eventos como a exposição “Metamorfoses da Passagem do Tempo” em 2022 no MAMAM; 38 - Projeto Ciência e Arte Indígena do Nordeste, tendo realizado seminários e exposições, disponíveis pelo canal https://www.youtube.com/@cienciaearteindigenanonord8904; - Laboratório de Pigmentos Naturais / Projeto Cores do Nordeste em parceria com o Departamento de Geologia, tendo realizado diversos cursos para estudantes da UFPE e externos, como docentes da Educação Básica; - Seminário de Práticas Artísticas e Pigmentos Naturais (Spina) (2024); - Projeto Arte e Tecnologia: uma experiência de expansão da gravura, tendo realizado as exposições “Maré” (2013) e “Toró” (2023), com experimentações de gravura em campo expandido com componentes eletrônicos. - Exposição “Tramações: não é tempo de pontos finais”, envolvendo integração entre disciplinas de Arte Têxtil, Memória e Narrativa, Montagem de Exposição e Videoarte. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=8zRzmHZuohM&t=4s. O curso mantém uma estrutura de laboratórios para realização das práticas artísticas, a saber: Pintura, Gravura, Litogravura, Cerâmica, Tridimensionalidade, Desenho e Fotografia. Conta também com a Galeria Capibaribe e uma reserva técnica para guarda de materiais e equipamentos para apoio nas montagens de exposições e materiais dos projetos em andamento. As atividades de laboratório proporcionam um aprofundamento das práticas artísticas, ao mesmo tempo que os/as docentes mantêm- se atentos à adequação e aplicabilidade desses saberes nos diversos contextos educacionais em que os/as licenciandos/as atuam com seus projetos e estágios e irão atuar na sua vida profissional. No curso de Artes Visuais – Licenciatura – é preciso pensar uma realidade social mais ampla e não nas práticas universitárias de forma isolada. Assim, a formação docente deve buscar sintonia com a realidade social em que está inserida e com o contexto histórico contemporâneo, nos seus aspectos políticos, estéticos e culturais. Um dos desafios para a formação docente na contemporaneidade advém da circulação de imagens através das novas tecnologias de informação e comunicação, em meios como internet, redes sociais, jogos eletrônicos, TV e anúncios publicitários. Para lidar com esta realidade na formação de cidadãos críticos, ainda precisamos avançar em equipamentos e práticas pedagógicas que abarquem recursos tecnológicos para maior experimentação nesses meios, porém a discussão e 39 incorporação desta realidade já se faz presente enquanto contingência histórica do momento atual, que propulsiona uma série de questionamentos. Desta forma, propomos para além das disciplinas, que continuemos a oferecer – em parceria com o Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais UFPE/UFPB e outras instituições –, oportunidades formativas e fóruns de discussão de diversos temas socialmente urgentes e pertinentes à formação docente em Artes Visuais, tais como: Educação para as relações étnico-raciais; Educação em Direitos Humanos; Educação Indígena; Educação Quilombola; Educação Ambiental; Inclusão e direitos de pessoas com deficiência, neurodivergências em geral e particularmente com Transtorno do Espectro Autista. Essas atividades podem ocorrer em diversos formatos: congressos, seminários, minicursos, rodas de conversa, palestras, oficinas, excursões didáticas, entre outras, nas quais pode se ampliar a rede de agentes formativos através de profissionais convidados/as. É preciso ressaltar que o incremento e qualificação de tais atividades demanda apoio e investimento. O curso de Artes Visuais – Licenciatura – também visa formar profissionais qualificados para o trabalho nas áreas das tecnologias da informação e da comunicação nas Artes Visuais, fortemente baseada na concepção de ensino relacionado às metodologias ativas, nas quais o/a estudante é protagonista de seu processo de aprendizagem, com uso de tecnologias digitais. Nos cursos de graduação em Artes Visuais as metodologias ativas de aprendizagem já são praticadas por diversas/os professoras/es, principalmente por aquelas/es que atuam na linha de pesquisa Processos Educacionais e Criativos em Artes Visuais, do Programa Associado de Pós- graduação em Artes Visuais UFPE/UFPB. Estas consistem na resolução de problemas associados às temáticas específicas ministradas durante os componentes curriculares e nas orientações de pesquisas de Iniciação Científica e Trabalhos de Conclusão de Curso. As metodologias ativas de aprendizagem também são aplicadas em vários projetos de extensão onde são propostas ações em que o estudante se torna protagonista de suas aprendizagens individuais e responsável pelas relações coletivas, tais como: montagens de exposições artísticas ao final de cada período letivo e organização de catálogos virtuais. O curso de Artes Visuais produzirá materiais e tecnologias de ensino- aprendizagem a fim de garantir educação de qualidade. Com esse objetivo, Ambientes Virtuais de Aprendizagem (AVA), tendo Dispositivos Virtuais de Aprendizagem (DVA) 40 como instrumentos pedagógicos privilegiados, articulam tecnologias de interface digital (games, sites, blogs, redes sociais, dispositivos multimídia) e meios interativos de comunicação para as Artes Visuais. Além desses recursos, outras ferramentas disponíveis, sobretudo na Suíte do Google, contratada pela UFPE a partir do período da pandemia da Covid-19, contam com aplicativos e ferramentas de criação e compartilhamento de conteúdos em diversas mídias, incluindo sala de aula virtual (Google Classroom), documentos, planilhas e apresentações de slides compartilhadas, Drive compartilhado, Jamboard, e-mail. Plataformas de streaming e de teleconferências como Youtube, Zoom, Google Meet, entre outras, e redes sociais (Whatsapp, Insagram, Facebook, Tik Tok) também podem ser usadas para interações a distância, de modo síncrono e assíncrono. Estas e outras ferramentas de comunicação e compartilhamento de conteúdo que porventura surgirem poderão ser amplamente utilizadas como complementos e recursos do ensino presencial. Estas diretrizes metodológicas demandam o incremento de investimentos em recursos tecnológicos para o curso. De modo geral, as diretrizes metodológicas do curso de Artes Visuais – Licenciatura – estão pautadas em um processo participativo em que os/as estudantes possam desempenhar um papel ativo e autônomo na construção de seu próprio conhecimento e na contribuição do conhecimento coletivo. Tal processo deve contar com o planejamento, acompanhamento e orientação/mediação dos/as professores/as, de forma aberta enquanto ensinantes-aprendizes abertos para a reflexão contínua de sua própria prática pedagógica e às experiências e conteúdos construídos em conjunto com os/as estudantes. Técnicas e métodos como seminários, debates, projetos, participação em encontros científicos, estudos dem campo, mostras artísticas, dinâmicas de grupo, produções artísticas coletivas contribuem para potencializar o encontro dos diversos sujeitos em interação no processo pedagógico. Dentro desse planejamento, os docentes podem lançar mão de Atividades Práticas Supervisionadas (APS) para fins de complementação de carga horária dos componentes curriculares do curso, nos termos do Art. 2º da Resolução CNE/CP nº 3, de 2 de julho de 2007. Fica, portanto, à critério do/a docente responsável pelo componente curricular a adoção das APS que pressupõem orientação, supervisão e avaliação das referidas atividades, as quais deverão constar nos planos de ensino e cadernetas de atividades, de acordo com as orientações presentes na Resolução nº 41 03/2023, do CEPE / UFPE, que dispõe sobre o limite de carga horária e natureza das APS. Desta forma, valoriza-se no curso as experiências que incentivam a iniciativa dos/as estudantes, o trabalho em equipe, a experimentação investigativa, a busca de aprofundamento, problematização e complexidade dos estudos, a partir da seleção de objetos de interesse pessoal e público. Os processos epistemológicos da arte proporcionam o desenvolvimento da identidade pessoal (auto-conhecimento) e coletiva (pertencimento a uma (ou mais) comunidade(s) como construção histórica e política), que sempre envolve simultaneamente a construção da alteridade – a percepção do “outro”. A mediação da construção da alteridade é de suma importância no trabalho pedagógico, de modo que se desenvolva continuamente relações de respeito às diferenças. Cabe aos/às docentes do curso elaborarem as estratégias didáticas para contemplar essa diversidade de estudantes, promovendo a cidadania crítica e construção da identidade artístico-pedagógica enquanto ação política através do estudo individual e em equipe, a partir de problemáticas da realidade social contemporânea. Métodos e técnicas de ensino-aprendizagem apresentarão caráter diversificado com o intuito de atender às particularidades e necessidades dos/as estudantes. Para tal, ações de tutoramento e monitoria serão orientadas pelos/as docentes para que os/as estudantes com maior experiência ou que possuem conhecimentos ampliados acerca dos assuntos estudados possam auxiliar os demais colegas. Estas ações já são vivenciadas pelos estudantes que, geralmente, são atendidos pelos tutores/monitores dos/as professores/as (colegas com maior experiência) em diversas aulas dos Laboratórios de Gravura, Cerâmica, Fotografia, Pintura, Tridimensionalidade e Desenho. O próprio curso deve garantir recursos metodológicos de inclusão dos diferentes sujeitos, adequando-os aos processos de aprendizagem de cada um, sejam estudantes com deficiência, com algum distúrbio ou quadro patológico, em vulnerabilidade econômica ou todo tipo de peculiaridade que compõe a diversidade humana. Além disso, barreiras de acessibilidade comunicacional serão superadas por meio do uso permanente das redes sociais, ferramentas do sistema de gestão acadêmica, correio eletrônico e página eletrônica do curso para divulgação de informações, além dos 42 tradutores e intérpres de Libras, ledor e transcritor e outros recursos especializados conforme determinado pela Resolução 11/2019 – CONSUNI (Art. 3º § 1º VII). A Resolução 11/2019 – CONSUNI dispõe sobre acessibilidade no âmbito da UFPE, nas suas várias dimensões: metodológica, comunicacional, instrumental, programática, atitudinal e arquitetônica. Ela prevê que o antendimento às necessidades específicas das situações de ensino e de aprendizagem e da adequação do ambiente de trabalho abrangem estratégias de ensino, avaliação em formatos acessíveis e/ou adaptação das atividades avaliativas, envolvendo planejamento e adaptações de recursos didático-pedagógicos, recursos de tecnologia assistiva, ambientes de trabalho ensino e comunicação, formação continuada e desenvolvimento profissional com foco em inclusão educacional (Art. 3º § 1º), entre outras. A gestão do curso de Licenciatura em Artes Visuais conta com a parceria do Núcleo de Acessibilidade da Universidade Federal de Pernambuco (NACE/UFPE) “que tem por finalidade apoiar e promover a acessibilidade aos estudantes e servidores com deficiência, mobilidade reduzida, transtorno funcional específico da aprendizagem, transtorno global do desenvolvimento e/ou altas habilidades/superdotação”. Esta parceria já foi consolidada quando necessitamos modificar as estratégias pedagógicas para trabalhar com um estudante portador de deficiência intelectual entre 2014 e 2018 e tem se mantido no acompanhamento de estudantes diagnosticados(as) com Transtorno do Espectro Autista e Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade. Nos casos de deficência que requerem acessibilidade arquitetônica, contamos com a direção do Centro de Artes e Comunicação, a qual está atualmente executando uma grande reforma em todo o prédio para atender à acessibilidade de cadeirantes e outras necessidades específicas de mobilidade. Em relação aos aspectos metodológicos, o curso de Licenciatura em Artes Visuais tem se mantido atento à questão da inclusão, antecipando-se à Resolução 11/2019 – CONSUNI e à Lei 14.723/2023 no que concerne a adequações das estratégias de ensino e acompanhamento da aprendizagem de discentes com deficiências e/ou necessidades específicas, as quais pretendemos continuar desenvolvendo e que podem ser facilitadas pelo fato de não lidarmos apenas com linguagem verbal em nossa área de conhecimento. 43 9. SISTEMÁTICAS DE AVALIAÇÃO A avaliação dos/as estudantes faz parte do planejamento do ensino, traduzindo- se em práticas educativas. Compreendemos que a prática pedagógica é indissociável da prática avaliativa, ou seja, que todos os momentos de interação, de discussões sobre as temáticas de cada componente curricular, de realizações práticas de exercícios poéticos e pedagógicos, são momentos passíveis de observação, de identificação das aprendizagens e dificuldades cognitivas e sociais que emergem dessas interações. Por essa razão, a avaliação também estará centrada na pluralidade de procedimentos de verificação da aprendizagem (avaliação do conhecimento teórico e do desempenho prático, avaliação do trabalho em grupo, avaliação da resolução de situações-problema, avaliação em laboratório, avaliação observacional, autoavaliação, entre outros). A proposta curricular aqui apresentada requer um processo de avaliação contínuo, processual e formativo acompanhando o/a estudante em todo seu percurso e apresentando os critérios preestabelecidos e flexíveis pelos/as professores/as, conforme os planos de ensino apresentados e acordados com os discentes no início de cada semestre letivo. De acordo com o Plano de Desenvolvimento Institucional da UFPE (2019, p. 47), “o princípio da negociação orienta o processo de interpretação dos sentidos e significados que vão sendo paulatinamente construídos pelos estudantes em conexão com suas redes de conhecimentos prévios e aprendizagens significativas. Aos professores avaliadores cabe negociá-los, confrontando-os com os convencionais sistematizados pela ciência, arte, ética ou estética. Esse processo de negociação exige uma ação compartilhada entre todos que participam do processo da avaliação”. Diante do princípio de cooperação que orienta a prática avaliativa, reafirmamos a recomendação expressa no PDI que a avaliação inclua procedimentos de autoavaliação e coavaliação, possibilitando múltiplos olhares, juízos e interpretações. O texto do PDI ressalta que a multiplicidade e flexibilidade avaliativa não implica em negligência, mas sim em maior cuidado para com o acompanhamento dos processos de aprendizagens dos estudantes, garantido sua qualidade e autenticidade. Avaliar os processos de ensino-aprendizagem implica em utilizar métodos e instrumentos integrados e formativos. No caso da avaliação docente pelo/as 44 estudantes, são estes que atribuem conceitos e comentários aos/às professores/as. As respostas podem ser lidas por eles/as para que continuem aprimorando seu trabalho, realizando autoavaliação de suas ações e proposições pedagógicas. Ambas estratégias avaliativas são regimentadas pela Resolução nº 10/2017 que regulamenta a avaliação das condições de ensino na UFPE. Ela estabelece também a autoavaliação anual dos/das docentes e discentes e a avaliação das condições de infraestrutura a cada dois anos. Na avaliação dos/as estudantes, conforme a Resolução 04/1994, levar-se-á em consideração a frequência obrigatória às atividades escolares, respeitando o turno e o horário previstos para o componente curricular. Nesse sentido, considera-se reprovado por falta, independentemente do aproveitamento escolar, o/a estudante que não tiver comprovado sua participação em pelo menos 75% (setenta e cinco por cento) das aulas teórico/práticas presenciais. Quanto à avaliação do aproveitamento escolar nos componentes/atividades curriculares, esta será feita por meio de duas ou mais avaliações parciais e, eventualmente, um exame final. Se a média das avaliações for: • Maior ou igual a 7,0: o/a estudante é aprovado por média; • Maior ou igual a 3,0 e menor que 7,0: o/a estudante necessita realizar o exame final. Neste caso, a média final é a média entre a nota obtida no exame final e a média das avaliações parciais. Se a média final for maior ou igual a 5,0, o/a estudante é aprovado por nota, caso contrário, o/a estudante é reprovado por nota. • Menor que 3,0: o/a estudante não tem direito a realizar o exame final e é reprovado por média (ou por nota). A nota final do/a estudante é a média das avaliações parciais. Alguns componentes possuem sistemáticas de avaliação diferenciadas do modelo acima. A avaliação do aproveitamento dos componentes de Estágio Curricular Supervisionado no Ensino das Artes Visuais é realizada em parceria com os/as superviores/as de estágio que são profissionais responsáveis nos campos de estágio. Estes se tornam co-responsáveis pela documentação atestatória de frequência no campo de estágio e da avaliação qualitativa do desempenho dos/das estagiários/as, a qual segue um modelo estabelecido pelo curso de Artes Visuais – Licenciatura, disponível no Regulamento de Estágios em anexo. O/a docente orientador/a de Estágio 45 Curricular poderá adotar registro de avaliações parciais ou uma avaliação única, mediante Relatório ou Portfólio elaborado pelo/a discente estagiário/a, com seus próprios registros e reflexões acerca da experiência vivenciada no campo de estágio. Os componentes de Iniciação ao Trabalho de Conclusão de Curso e de Trabalho de Conclusão de Curso tem por objetivo a elaboração e execução do TCC, tendo por objeto de avaliação o próprio projeto de TCC, em parceria com docentes orientadores e examinadores. O curso de Artes Visuais – Licenciatura tem inovado no formato de TCC, o qual além da escrita monográfica tradicional, pode abranger escrita de artigo científico, livro de artista ou memorial descritivo de processo artístico e/ou artístico/pedagógico, podendo ser acompanhado da apresentção de produtos visuais e/ou audiovisuais. Tal abertura é coerente com a natureza experimental e sensível da própria área de Artes Visuais. Mais detalhes podem ser consultados no Regulamento de Trabalho de Conclusão de Curso, em anexo. Alguns critérios avaliativos podem integrar a relação de avaliação dos discentes, entre eles: - Clareza: avalia a competência do/a estudante no modo como apresenta suas atividades e trabalhos, conforme as diretrizes do componente curricular. - Organização: avalia a organização e apresentação das atividades e trabalhos realizados durante o semestre no componente curricular. - Viabilidade: avalia a capacidade do/a estudante na execução de suas proposições dentro do componente curricular. - Reflexividade/Criticidade: avalia o diálogo dos/as estudantes com os/as autores/as estudados durante o semestre e suas articulações no componente curricular. Embora a documentação da pontuação do processo avaliativo tenha marcos temporais específicos, “a avaliação necessita ocorrer continuamente, acompanhando os desdobramentos desse processo [interativo de aprendizagens de conceitos, fatos, procedimentos e atitudes], com o compromisso de buscar sua constante melhoria” (PDI 2019-2023, p. 47). O princípio da continuidade “orienta para que ela seja uma ação contínua, sistemática, planejada, incluindo a construção e aplicação de instrumentos avaliativos específicos e adequados” (Idem). 46 Os mecanismos adotados de avaliação contínua e sistemática incluem as observações feitas no cotidiano nas aulas teórico/práticas, as observações decorrentes da tutoria e monitoria (quando houver), as discussões formais resultantes da apresentação de seminários, dos trabalhos escritos e dos trabalhos desenvolvidos com poéticas visuais próprias. Sendo assim, os instrumentos de avaliação poderão ser: • Ficha de acompanhamento individual detalhada; • Portfólio do estudante; • Provas ou trabalhos escritos; • Fichas onde serão registradas as observações do orientador acadêmico ao longo do curso; • Produção artística e pedagógica articulada com os conteúdos estudados em sala; • Elaboração de memoriais relacionados às experiências artísticas e pedagógicas vivenciadas nas trajetórias de vida; • Produção artística e pedagógica desenvolvida em componentes curriculares de laboratórios; • Cadernos de registros artísticos e pedagógicos; • Seminários; • Relatórios; • Artigos para publicação em diversos meios e apresentação em eventos acadêmicos e artísticos. Quando a prática pedagógica valoriza a renovação de novos métodos exigidos pelas diferenças dos/as estudantes, percebemos que as especificidades de cada sujeito que compõe a sala de aula contribui para uma perspectiva inclusiva, rompendo com o processo educacional de homogeneização. Por isso, estudantes com deficiências serão particularmente avaliados levando em consideração suas capacidades e o nível pessoal de crescimento e avanço nas aprendizagens, de forma que os mesmos se reconheçam como sujeitos de seus próprios percursos e processos de aprendizagem. Os critérios, tempos, instrumentos e métodos de avaliação poderão ser flexibilizados nos termos da Resolução 11/2019 CONSUNI/UFPE e seguindo as recomendações do NACE, levando em consideração a especificidade de cada caso. Instituído pela Portaria Nº 4829 de 14/11/2012, o Núcleo Docente Estruturante do Curso de Graduação em Artes Visuais – Licenciatura, é responsável pelo permanente acompanhamento, pela atualização e pela avaliação dos Projeto 47 Pedagógico do Cursos de Artes Visuais – Licenciatura. Estes processos acontecem por meio de reuniões, debates e assembleias. Uma avaliação contínua ocorre por meio das reuniões de Colegiado do Curso, da qual participa também a representação estudantil. Através dos tópicos pautados nas reuniões, entendemos que os problemas e situações apresentados e discutidos constituem contínuos diagnósticos que possibilitam avaliar o curso e encaminhar intervenções que sejam necessárias. Nessas reuniões abre-se espaço para avaliar também a coordenação do curso e garantir uma gestão democrática com participação do coletivo docente, técnico e estudantil na abordagem de problemas, sugestões de procedimentos e soluções. Para além das reuniões de Colegiado, o diálogo entre coordenação , docentes, discentes e técnicos mantém-se permanente e a avaliação se dá de forma contínua e orgânica, auxiliando a Coordenação a tomar decisões para a addequada condução do Curso e resolução de problemas. Ademais, o Diretório Acadêmico de Artes Visuais é incentivado a realizar consultas aos estudantes, por meio de formulários, assembleias e outros dispositivos, sobre o Projeto Curricular do Curso e suas condições de aplicação, criando dinâmicas de avaliação junto ao NDE. Ressaltamos que um Diretório Acadêmico atuante é imprescindível na construção do diálogo e processo avaliativo contínuo do curso. Anualmente procuramos sistematizar uma avaliação do PPC, da qual participam os docentes e uma representação estudantil, principalmente da turma concluinte. Além das avaliações internas, temos também as avaliações externas realizadas pelo MEC, como o ENADE e a avaliação in loco. A Resolução CONAES n° 01, de 17 de junho de 2010 normatiza a criação do Núcleo Docente Estruturante, responsável pelo permanente acompanhamento, pela atualização e pela avaliação dos Projetos Pedagógicos dos cursos de graduação. A UFPE estabelece, por meio da Resolução CCEPE 01/2013, as seguintes atribuições para o Núcleo Docente Estruturante do Curso de Artes Visuais: · assessorar a coordenação do curso de graduação nos processos de implantação, execução, avaliação e atualização do Projeto Pedagógico de Curso, de modo co- participativo; · indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e extensão, oriundas de necessidades da graduação, de exigência do mercado de trabalho e alinhadas com as políticas públicas relativas à área de conhecimento do curso; 48 · incentivar o desenvolvimento de profissionais com formação cidadã, humanista, crítica, ética e reflexiva; · zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Graduação; · zelar pela proposição de projetos pedagógicos alinhados e consonantes com o Projeto Pedagógico Institucional. Por meio dessas ações, o NDE acompanhará o presente Projeto Pedagógico do Curso, objetivando a sua concretização e avaliando o andamento do mesmo, podendo sugerir ao Colegiado do Curso possíveis alterações teórico-metodológicas a fim de atingir os objetivos propostos nesse projeto. Os resultados da avaliação realizada pelo NDE serão apresentados ao Colegiado do Curso, que poderá deliberar ou não por alterações curriculares, caso alguma necessidade seja identificada. A avaliação das Condições de Ensino também será realizada periodicamente, levando-se em consideração os seguintes itens: a. Organização didático-pedagógica: administração acadêmica, projeto de curso, atividades acadêmicas articuladas ao ensino de graduação; b. Corpo docente: formação profissional, condições de trabalho, atuação e desempenho acadêmico e profissional; c. Infraestrutura: instalações gerais, biblioteca, instalações e laboratórios específicos. As reuniões do grupo ocorrem mediante convocação do/a coordenador/a ou por iniciativa da maioria dos membros e são realizadas, no mínimo, 02 vezes a cada semestre do período letivo, com respectivo registro em ata. O processo de escolha e renovação dos membros ocorre da seguinte maneira: · A indicação dos/as representantes docentes para composição do NDE é feita pelo Colegiado de Curso, homologada pelo Pleno do Departamentode Artes, com posterior envio para a PROGRAD. Os membros do NDE são indicados para um mandato de 03 (três) anos, com possibilidade de recondução. · Quanto à renovação do NDE, deverá ser sempre garantida a permanência de um terço dos membros que o integram, a fim de preservar a memória e a continuidade do processo de consolidação do PPC. 49 A avaliação será fundamentada nas diretrizes aprovadas pelo Ministério da Educação e pelo CEPE/UFPE. O Projeto Pedagógico do Curso será objeto de atenção por parte do NDE, que poderá propor alterações e adequações à medida que forem registradas necessidades de aperfeiçoamento das bases teórico-metodológicas e operacionais vigentes, tanto em caráter de reforma parcial, como de reforma integral. A avaliação no curso de graduação abrange muitos aspectos e dimensões, e está institucionalizada tal como preconiza a Instrução Normativa Nº 04/2021 da Pró- Reitoria de Graduação da UFPE: a avaliação interna através de indicadores registrados no sistema acadêmico (SIGAA), a avaliação externa realizada pelo INEP/MEC através do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (ENADE) e das avaliações in loco. De acordo com o Art. 55 da IN 04/2021: “a avaliação das condições de ensino na UFPE compreende a avaliação da infraestrutura física; a avaliação do docente pelo discente e a autoavaliação docente e discente”. Tais avaliações tem sido realizadas por meio de formulários disponibilizados pelas respectivas diretorias responsáveis, com divulgação e incentivo à participação de docentes e discentes por parte da Coordenação do Curso. Os resultados desses levantamentos tem sido objeto de discussão em reuniões de NDE e de Colegiado e subsidiado planejamentos e propostas para melhoria do curso. 50 10. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO A presente proposta parte da necessidade de direcionar o ensino das Artes Visuais na UFPE, calcado na construção de conhecimentos sobre a arte e suas histórias, devendo ser consideradas também as diversas heranças culturais da região e do país. O Curso de Artes Visuais - Licenciatura continuará a ter regime escolar semestral com sistema de crédito e a integralização do mesmo dar-se-á num prazo mínimo de 8 (oito) semestres letivos, equivalente a quatro anos, e máximo de 14 (quatorze) semestres letivos (sete anos). O corpo de componentes curriculares obrigatórios (2.370h) corresponde a 84,34% da carga horária total do curso; os componentes eletivos (240h) correspondem a 8,54% da carga horária do curso e 7,12 % são destinados a atividades complementares (200h). A carga horária total do curso é de 2.810 horas. O turno de funcionamento é de manhã e tarde, com prioridade para componentes obrigatórios no turno da manhã. O curso terá os seguintes eixos estruturais: (a) Componentes Obrigatórios, que constituem o corpo de conteúdos imprescindíveis à formação básica do/a docente em formação; (b) Componentes Eletivos do Perfil, são de escolha opcional do estudante a partir de um leque de componentes apresentados em cada semestre; (c) Componentes Eletivos Livres que poderão estar localizados em qualquer outro curso da UFPE; (d) Atividades Complementares que são caracterizadas por atividades que complementarão a formação por participação em congressos, produções artísticas, estágios não-obrigatórios, visitas monitoradas, monitorias, exposições, prática profissional reconhecida, dentre outras. Como se trata de uma reforma parcial, mantivemos a estrutura curricular geral composta por componentes obrigatórios, eletivos do perfil do perfil e eletivos livres, além de atividades complementares. Os componentes curriculares podem ser ministrados de maneira interdisciplinar, a exemplo do que já ocorre entre os componentes de Estágio Curricular, Metodologias do Ensino e alguns Laboratórios. Já temos histórico de proposições bem sucedidas no formato de ações curriculares de extensão (ACEX), porém nesta reforma parcial ainda não podemos 51 inseri-las, uma vez que a estrutura geral do curso se modifica. No caso, será encaminhada proposta de reforma integral com alteração da estrutura geral de modo a compreender as ações curriculares de extensão, que não podem ser creditadas como atividades complementares, uma vez que são atividades curriculares. No entanto, as ações de extensão podem ser creditadas enquanto atividades complementares. Vale salientar que o Departamento de Artes criou e implantou o curso de Artes Visuais - Bacharelado, em funcionamento desde 2019. Com a existência do curso de Bacharelado, a Licenciatura se beneficia com um considerável número de componentes curriculares ofertados em comum aos dois cursos. Portanto, nesta reforma parcial, há uma atualização do quadro de componentes eletivos em face das demandas conjuntas com o curso de Bacharelado e das mudanças contextuais ao longo dos anos. As Atividades Complementares podem ser realizadas tanto no âmbito da UFPE ou na comunidade externa. O aluno poderá receber crédito por atividades complementares, inclusive as atividades de pesquisa, extensão, monitoria, estágios não obrigatórios, participação em congressos, produções artísticas, visitas monitoradas, monitorias, exposições, dentre outras, desde que positivamente avaliadas pelo colegiado do curso, conforme a Resolução 12/2013 CCEPE/UFPE, que dispõe sobre procedimentos para creditação de atividades complementares nos Cursos de Graduação da UFPE. Tais atividades complementares poderão ser reconhecidas em um máximo de 200 horas, flexibilizadas dentro do total de 2.810 horas que constituem a carga horária necessária para a integralização do Curso. O regulamento das atividades complementares encontra-se em anexo. As Atividades de Orientação se caracterizam pelo acompanhamento individual do/a estudante por um/a professor/a específico/a do curso no período em que o/a estudante estará realizando a disciplina de Trabalho de Conclusão do Curso (TCC) de Licenciatura em Artes Visuais. A Resolução Nº 18/2022 estabelece que o TCC pode ser orientado por Técnico-Administrativo em Educação, com titulação mínima de mestrado na área específica ou afim ao curso e vínculo institucional com a UFPE. O/a discente terá o direito de escolher o/a orientador/a conforme o perfil acadêmico do mesmo. É função do/a orientador/a acompanhar o desenvolvimento do projeto e realização da investigação do TCC, até a composição da banca examinadora e apresentação pública. Cada orientador/a terá a obrigatoriedade de acompanhar um número máximo de 05 (cinco) estudantes. O/a docente ministrante do componente curricular de TCC é 52 responsável pela Coordenação do TCC, cumprindo as atribuições definidas nos termos do Art. 9º da Resolução Nº 18/2022 no que concerne à distribuição das orientações, ao agendamento de apresentações, definição de bancas exminadoras, organização da documentação, orientação do depósito no repositório digital pelos estudantes e lançamento de notas. O regulamento de TCC encontra-se em anexo. O Estágio Curricular Supervisionado é definido como um conjunto de atividades de formação para o magistério (420 horas), realizadas em campos de atuação específicos, sob a orientação de docentes do Departamento de Artes e supervisionadas por professores/as das Instituições de ensino e profissionais de instituições não-formais. O Estágio Curricular Supervisionado deverá incluir, além das atividades de observação e de regência, ações relativas ao planejamento, à execução, à análise e à avaliação do processo pedagógico e da gestão educacional. Terá como campos de atuação as escolas públicas de educação básica, prioritariamente, além de sistemas de ensino, escolas privadas de educação básica, espaços educativos formais e não-formais. O estágio Curricular Obrigatório também contempla os campos não- formais de atuação, tais como museus, galerias de arte, espaços culturais, ONGs, Projetos Sociais, espaços de saúde, empresas, etc, caracterizando-se por ações de mediação cultural, oficinas, cursos livres, etc. Em anexo, o regulamento de estágio. Em relação aos/às estudantes com necessidades educativas especiais assegurar-se-á uma prática pedagógica centrada nas potencialidades, buscando criar um ambiente educativo que valorize as possibilidades em detrimento das limitações. De acordo com o Art. 13 da Resolução Nº 11/2019, “os planos de ensino de componentes curriculares deverão ser adaptados de modo a contemplar a adoção de estratégias de ensino, aprendizagem e de avaliação em formatos acessíveis, que atendam às necessidades educacionais específicas que se apresentem”, levando em conta as orientações do NACE para a especificidade de cada caso. As questões relacionadas à Educação em Direitos Humanos serão contempladas nos componentes curriculares “Arte e Sociedade” e “Arte e Antropologia”. As Políticas de Educação Ambiental serão observadas nos componentes curriculares: “Arte Ambiental 1” e “Arte Ambiental 2”. No que se refere às Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira, Africana e Indígena atenderemos por meio dos componentes curriculares: “História da Arte Brasileira 1”, “História da Arte Brasileira 2”, “Arte e 53 Diversidade Étnico-Cultural”, “Arte Africana e Afro-diaspórica”, “Artes Indígenas no Brasil” e “Ensino das Artes Visuais Quilombola”. Destaca-se que tais temáticas serão abordadas de forma transversal, contínua e permanente, no decorrer de todo o curso e nas demais disciplinas, além de outras atividades como encontros, seminários, exposições e eventos dedicados a tais discussões. Também há abertura para experiências em campos de estágio da Educação Escolar Indígena e da Educação Escolar Quilombola nos componentes Estágio Curricular em Ensino das Artes Visuais 1 e Estágio Curricular em Ensino das Artes Visuais 2, assim como os estágios em educação não formal (Estágio Curricular em Ensino das Artes Visuais 3 e Estágio Curricular em Ensino das Artes Visuais 4) podem contemplar museus, projetos e organizações em territórios de comunidades tradicionais. No que concerne à preparação dos licenciandos para a inclusão de pessoas com deficiência, o currículo contempla o componente curricular obrigatório de Língua Brasileira de Sinais. Sobre a Política de Internacionalização, a Resolução Nº 02/2023 versa sobre parcerias com outros países, congressos e eventos internacionais, mobilidade internacional entre discentes e docentes, programas e projetos de ensino de caráter internacional; projetos artísticos, culturais e de inovação de caráter internacional; disciplinas ofertadas em modelo colaborativo entre a UFPE e entidade(s) estrangeira(s); disciplinas ofertadas em idioma estrangeiro; disciplinas ministradas na parte ou no todo por docente estrangeiro. Destacamos que a Diretoria de Relações Internacionais (DRI), vinculada ao Gabinete do Reitor, realiza a mediação dos intercâmbios da UFPE com instituições de ensino superior de diversos países, possibilitando, por exemplo, o intercâmbio realizado por quatro estudantes de Artes Visuais com a Universidade de Évora/Portugal, em 2013 e 2014, através do Programa de Licenciaturas Internacionais. Assim como temos recebido, no curso, estudantes oriundos de intercâmbios internacionais. E ainda, as/os estudantes serão incentivados a participarem do NLC (Núcleo de Línguas e Culturas) e do NUCLI (Idioma sem Fronteiras) para aprendizagem de línguas estrangeiras. O curso também se disponibiliza para docentes estrangeiros visitantes que possam agregar à formação dos estudantes. Introduzimos nesta proposta o Grupo de Disciplinas de Formação Avançada, conforme definido pela Resolução 18/2021 CEPE/UFPE. O Colegiado do Curso de Artes Visuais aprovou o reconhecimento e aproveitamento de Carga Horária Eletiva Livre a partir de aprovação em Disciplinas de Formação Avançada. Trata-se de um 54 conjunto constituído por uma ou mais disciplinas integrantes da estrutura curricular de um curso de mestrado ou de doutorado da UFPE, que receba matrículas de estudantes de graduação. O conjunto de disciplinas de pós-graduação que constituirão um Grupo de Disciplinas de Formação Avançada será definido periodicamente por acordo entre o colegiado do programa de pós-graduação responsável pela oferta das disciplinas e o colegiado do curso de graduação em Artes Visuais. O Colegiado do Curso de Graduação em Artes Visuais aprovou que as Disciplinas de Formação Avançada poderão ser oferecidas pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais UFPE/UFPB e por programas de pós-graduação de áreas afins, como Educação, Comunicação, Design, Museologia, Antropologia, História, Filosofia, entre outros. A Carga Horária Eletiva Livre integralizável nesta modalidade será de até 180 horas, recponhecidas a partir da emissão de declaração do Programa de Pós-Graduação contendo equivalência da nota e a frequência, para as quais valerá a regra geral das disciplinas de graduação para aprovação (Média Final mínima de 7,0 e Frequência Mínima de 75% da carga horária da disciplina). 55 10.1. QUADRO DE ESTRUTURA CURRICULAR Componentes Obrigatórios Sigla Ch Ciclo Profissional Teo Prát Créd Pré- Co- Depto. Total Requisitos requisitos AR626 Argila 30 30 3 60 AR683 Arte e Antropologia 30 0 2 30 AR684 Arte e Diversidade Étnico-Cultural 45 0 3 45 AR685 Arte e Sociedade 30 0 2 30 PO493 Avaliação da Aprendizagem 60 0 4 60 AR647 Currículo e Cultura 30 0 2 30 AR614 Desenho 1 30 30 3 60 AR618 Desenho 2 30 30 3 60 TE707 Didática 60 0 4 60 AR686 Estágio Curricular em Ensino das Artes 30 90 5 120 AR695 Visuais 1 AR687 Estágio Curricular em Ensino das Artes 30 90 5 120 AR696 Visuais 2 AR688 Estágio Curricular em Ensino das Artes 30 60 4 90 AR697 Visuais 3 AR689 Estágio Curricular em Ensino das Artes 30 60 4 90 AR697 Visuais 4 AR690 Estética A 30 0 2 30 AR691 Estética B 30 0 2 30 AR650 Expressão Plástica Infantil 30 0 2 30 AR622 Fotografia e Arte 60 0 4 60 AR615 Fundamentos da Arte Educação 30 30 3 60 SF451 Fundamentos da Educação 60 0 4 60 AR612 Fundamentos da Linguagem Visual 1 60 0 4 60 AR617 Fundamentos da Linguagem Visual 2 60 0 4 60 PO492 Fundamentos Psicológicos da Educação 90 0 6 90 AP492 Gestão Educacional e Gestão Escolar 60 0 4 60 AR692 Gravura A 30 30 3 60 AR693 Gravura B 30 30 3 60 AR611 História da Arte 1 30 0 2 30 AR616 História da Arte 2 30 0 2 30 AR620 História da Arte 3 30 0 2 30 AR624 História da Arte 4 30 0 2 30 AR630 História da Arte 5 30 0 2 30 AR631 História da Arte Brasileira 1 30 0 2 30 AR635 História da Arte Brasileira 2 30 0 2 30 Carga AR694 Iniciação ao Trabalho de Conclusão de Curso 30 0 2 30 Horária de de Licenciatura em Artes Visuais 1.645h LE716 Introdução a LIBRAS 60 0 4 60 56 AR661 Leitura da Obra de Arte 1 30 0 2 30 AR695 Metodologia do Ensino das Artes Visuais 1 60 0 4 60 AR696 Metodologia do Ensino das Artes Visuais 2 60 0 4 60 AR697 Metodologia do Ensino das Artes Visuais 3 75 0 5 75 BI476 Metodologia do Trabalho Científico 30 0 2 30 AR619 Pintura 1 30 30 3 60 AR621 Pintura 2 30 30 3 60 AP493 Políticas Educacionais, Organização e 60 0 4 60 Funcionamento da Escola Básica. AR643 Trabalho de Conclusão de Curso de 60 0 4 60 AR694 Licenciatura em Artes Visuais AR623 Tridimensionalidade 30 30 3 60 Componentes Eletivos Sigla Ciclo Profissional Teo Prát Créd Ch Pré- Co- Depto. Total Requisitos requisitos AR289 Animação Cultural 45 0 3 45 AR706 Argila 2 30 30 3 60 AR632 Arte Ambiental 1 30 30 3 60 AR637 Arte Ambiental 2 30 30 3 60 AR646 Arte Contemporânea: Processo Criativo e 60 0 4 60 Tecnologia AR718 Arte, Gênero e Sexualidade 30 0 2 30 AR? Arte Têxtil 60 0 4 60 AR719 Arte Urbana 30 30 3 60 AR? Artes da África e Afro-Diaspórica 30 0 2 30 AR? Artes Indígenas no Brasil 30 0 2 30 AR 636 Crítica da Arte Contemporânea 60 0 4 60 AR? Curadorias e Histórias de Exposição 30 0 2 30 AR? Ensino das Artes Visuais Quilombola 30 0 2 30 AR? Estudos do Imaginário 60 0 4 60 AR649 Estudo da Performance 30 0 2 30 AR651 Fotografia e Corpo 60 0 4 60 AR712 História da Arte Latino-Americana 30 0 2 30 AR653 História da Fotografia no Brasil 30 0 2 30 AR654 História das Técnicas Artísticas 30 0 2 30 AR655 Imagem Técnica 30 0 2 30 AR656 Imagens Virtuais 30 30 3 60 AR219 Iniciação às Técnicas de Estamparia 0 60 2 60 AR713 Laboratório de Criação 1 60 60 6 120 AR714 Laboratório de Criação 2 30 30 3 60 AR720 Laboratório de Criação 3 60 60 6 120 AR657 Laboratório de Desenho 60 60 6 120 AR707 Laboratório de Desenho 2 60 60 6 120 AR721 Laboratório de Fotografia 60 60 6 120 57 AR658 Laboratório de Gravura 60 60 6 120 AR692 E AR693 AR659 Laboratório de Pintura 60 60 6 120 AR 619 E AR621 AR660 Laboratório de Poéticas do Corpo 30 30 3 60 AR705 Laboratório de Tridimensionalidade 30 30 3 60 AR662 Leitura da Obra de Arte 2 30 0 2 30 AR698 Mediação Cultural 30 0 2 30 AR? Memória e Narrativa em Artes Visuais 30 0 2 30 AR663 Montagem de Exposição 30 30 3 60 AR701 Pesquisa em Artes Visuais 30 0 2 30 AR625 Pintura 3 30 30 3 60 AR664 Poéticas do Corpo 30 30 3 60 AR722 Quadrinhos 30 30 3 60 AR665 Semiótica da Arte 30 0 2 30 AR666 Tópicos em Arte 1 30 30 3 60 AR667 Tópicos em Arte 2 30 0 2 30 AR668 Tópicos em Arte 3 30 0 2 30 AR669 Tópicos em Arte 4 30 0 2 30 AR670 Tópicos em Arte 5 30 0 2 30 AR671 Tópicos em Arte 6 30 0 2 30 AR? Tópicos em Arte 7 30 30 3 60 AR? Tópicos em Arte 8 30 30 3 60 AR? Tópicos em Arte 9 30 30 3 60 AR? Tópicos em Arte 10 30 30 3 60 Síntese de Carga Horária Componentes Obrigatórios 1.545 Estágio Curricular Supervisionado 420 Prática Pedagógica 405 *Componentes Eletivos Livres 240 Atividades Complementares 200 ** Ações Curriculares de Extensão 0 Carga Horária Total 2.810 *Os Componentes Eletivos Livres abrangem os Componentes Eletivos do Perfil. **As Ações Curriculares de Extensão serão implantadas na Reforma Integral do Currículo. INTEGRALIZAÇÃO CURRICULAR Tempo Mínimo 8 semestres Tempo Médio 10 semestres Tempo Máximo 14 semestres 58 10.2 QUADRO DE COMPONENTES CURRICULARES OBRIGATÓRIOS POR PERÍODO Carga Ch Total Créditos COMPONENTES OBRIGATÓRIOS Horária Sigla Prát CICLO PROFISSIONAL Teo Pré-Requisitos Co-Requisitos Depto. 1º PERÍODO AR611 HISTÓRIA DA ARTE 1 30 0 2 30 AR612 FUNDAMENTOS DA LINGUAGEM 60 0 4 60 VISUAL 1 LE716 INTRODUÇÃO A LIBRAS 60 0 4 60 AR626 ARGILA 30 30 3 60 AR614 DESENHO 1 30 30 3 60 AR615 FUNDAMENTOS DA ARTE EDUCAÇÃO 30 30 3 60 TOTAL 330 HORAS 2º PERÍODO SF451 FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO 60 0 4 60 AR616 HISTÓRIA DA ARTE 2 30 0 2 30 AR617 FUNDAMENTOS DA LINGUAGEM 60 0 4 60 VISUAL 2 BI476 METODOLOGIA DO TRABALHO 30 0 2 30 CIENTÍFICO AR618 DESENHO 2 30 30 3 60 AR619 PINTURA 1 30 30 3 60 TOTAL 300 HORAS 3º PERÍODO AR620 HISTÓRIA DA ARTE 3 30 0 2 30 TE707 DIDÁTICA 60 0 4 60 AR621 PINTURA 2 30 30 3 60 PO492 FUNDAMENTOS PSICOLÓGICOS DA 90 0 6 90 EDUCAÇÃO AR623 TRIDIMENSIONALIDADE 30 30 3 60 AR692 GRAVURA A 30 30 3 60 TOTAL 360 HORAS 4º PERÍODO AR624 HISTÓRIA DA ARTE 4 30 0 2 30 AR622 FOTOGRAFIA E ARTE 60 0 4 60 AR697 METODOLOGIA DO ENSINO DAS 75 0 5 75 ARTES VISUAIS 3 PO493 AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM 60 0 4 60 AR690 ESTÉTICA A 30 0 2 30 AR650 EXPRESSÃO PLÁSTICA INFANTIL 30 0 2 30 AR693 GRAVURA B 30 30 3 60 TOTAL 345 HORAS 5º PERÍODO AR688 ESTÁGIO CURRICULAR EM ENSINO 30 60 4 90 AR697 DAS ARTES VISUAIS 3 AR695 METODOLOGIA DO ENSINO DAS 60 0 4 60 ARTES VISUAIS 1 AR630 HISTÓRIA DA ARTE 5 30 0 2 30 AR631 HISTÓRIA DA ARTE BRASILEIRA 1 30 0 2 30 AP493 POLÍTICAS EDUCACIONAIS, 60 0 4 60 ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO DA ESCOLA BÁSICA TOTAL 270 HORAS 59 6º PERÍODO AR689 ESTÁGIO CURRICULAR EM ENSINO 30 60 4 90 AR697 DAS ARTES VISUAIS 4 AR696 METODOLOGIA DO ENSINO DAS 60 0 4 60 ARTES VISUAIS 2 AR635 HISTÓRIA DA ARTE BRASILEIRA 2 30 0 2 30 AR683 ARTE E ANTROPOLOGIA 30 0 2 30 AR647 CURRÍCULO E CULTURA 30 0 2 30 AR684 ARTE E DIVERSIDADE ÉTNICO- 45 0 3 45 CULTURAL TOTAL 285 HORAS 7º PERÍODO AR686 ESTÁGIO CURRICULAR EM ENSINO 30 90 5 120 AR695 DAS ARTES VISUAIS 1 INICIAÇÃO AO TRABALHO DE CARGA AR694 CONCLUSÃO DE CURSO DE 30 0 2 30 HORÁRIA DE LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS 1.645H AR685 ARTE E SOCIEDADE 30 0 2 30 AR691 ESTÉTICA B 30 0 2 30 AR661 LEITURA DA OBRA DE ARTE 1 30 0 2 30 TOTAL 240 HORAS 8º PERÍODO AP492 GESTÃO EDUCACIONAL E GESTÃO 60 0 4 60 ESCOLAR AR643 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE 60 0 4 60 AR694 CURSO DE LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS AR687 ESTÁGIO CURRICULAR EM ENSINO 30 90 5 120 AR696 DAS ARTES VISUAIS 2 TOTAL 240 HORAS 60 11. ATIVIDADES CURRICULARES 11.1. ATIVIDADES COMPLEMENTARES As atividades complementares são entendidas como ações realizadas pelos discentes dentro e fora da UFPE que visam estimular a prática de estudos independentes, transversais, opcionais, interdisciplinares, de atualização profissional, sobretudo nas relações com o mundo do trabalho, estabelecidas ao longo do curso, notadamente integrando-as às diversas peculiaridades regionais e culturais. A limitação de carga horária máxima para cada tipo de atividade prevista no regulamento visa garantir que o/a discente diversifique as atividades entre participação em eventos científicos, culturais e artísticos, monitoria, projetos de pesquisa e de extensão, cursos na área ou áreas afins na UFPE e em outras instituições, estágios não obrigatórios, entre outras. Desta forma, as atividades compementares vem alargar e enriquecer o currículo em uma gama de experiências e estudos oferecidos pela UFPE e outras instituições, de modo a flexibilizá-lo e dinamizá-lo para adequá-lo aos múltiplos interesses dos/as discentes e cenários profissionais e sociais. As atividades complementares correspondem a 200 horas da carga horária total do Curso e serão reconhecidas e creditadas mediante processo de avaliação pela Coordenação do Curso ou pelo Colegiado a partir da apresentação de certificado que comprove sua realização. A regulamentação das atividades complementares está em concordância com a Resolução nº 12/2013 e se encontra em anexo. 11.2. AÇÕES CURRICULARES DE EXTENSÃO – ACEx A equipe docente de Artes Visuais tem realizado ao longo dos anos diversos projetos de extensão, bem sucedidos e inovadores. Portanto, se encontra apta para a implantanção das Ações Curriclares de Extensão, porém nesta Reforma Parcial não é possível realizar esta inserção, uma vez que altera a estrutura curricular geral e carcateriza uma Reforma Integral do PPC. Na preparação de uma Reforma Integral, o NDE e Colegiado do Curso estão delineando uma proposta de inserção de ACEx no Projeto Pedagógico do Curso. 61 11.3. ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO O estágio curricular supervisionado oferece a/o professor/a em formação a oportunidade de integrar teoria e prática desenvolvidas no ambiente escolar e em ambientes educacionais não-formais, sob a orientação de um/a professor/a do curso de Artes Visuais, propiciando ao estudante adquirir experiência do universo profissional da carreira no escopo de sua formação, em conformidade com a Lei Nº 11.788/2008. O/a licenciando/a em Artes Visuais poderá realizar seus estágios supervisionados no Colégio de Aplicação da UFPE, nos laboratórios, programas e projetos da UFPE, na Escola de Artes João Pernambuco e em escolas das redes pública e privada de Ensino Fundamental e Médio, como também em Organizações Não Governamentais (ONGs), Museus, Espaços Culturais da cidade que preferencialmente conveniados com a UFPE. Cada campo de estágio deverá designar um/a profissional de seu quadro, com formação ou atuação na área de ensino das Artes Visuais ou área correlata, para a supervisão de estágio. A orientação de estágio se dá através dos encontros semanais previstos na grade horária do componente curricular e pode se dar através de dinâmicas de grupo e acompanhamento individual. Tal formação conta com a parceria dos/as supervisores/as nos campos de estágio, que oferecem os modelos de suas práticas pedagógicas e a abertura ao planejamento conjunto das atividades de observação e regência dos/as discentes estagiários/as. Cabe ao/à supervisor/a o controle de frequência no campo de estágio e a avaliação do desempenho do/a estagiário/a in loco, contribuindo para a condução e avaliação do processo de estágio. O desenvolvimento e os resultados dos estágios podem ser apresentados em seminários ou atividades de compartilhamento em sala de aula, relatórios, escrita de artigos acadêmicos, entre outros, devendo compor a documentação comprobatória do estágio. O Projeto de Estágio Curricular Supervisionado está regulamentado conforme as Resoluções CEPE nº 20/2015, alterada pelas Resoluções nº 09/2016, 09/2018, 02/2020 e se encontra em anexo. Organiza-se em 04 (quatro) componentes curriculares obrigatórios que perfazem um total de 420 horas, assim distribuídas: – Estágio Curricular em Ensino das Artes Visuais 1 (AR686) – 30 horas teóricas e 90 horas de prática de observação e de regência no âmbito da Educação Infantil e do Ensino Fundamental (Anos Iniciais e Anos Finais), nas seguintes modalidades de 62 ensino: regular, Educação de Jovens e Adultos, Educação Especial, Educação do Campo e Educação Escolar Indígena e Quilombola. - Estágio Curricular em Ensino das Artes Visuais 2 (AR687) – 30 horas teóricas e 90 horas de observação e de regência no âmbito do Ensino Médio, nas seguintes modalidades de ensino: regular, Educação de Jovens e Adultos, Educação Especial, Educação Profissional e Tecnológica, Educação do Campo e Educação Escolar Indígena e Quilombola. - Estágio Curricular em Ensino das Artes Visuais 3 (AR688) – 30 horas teóricas e 60 horas de prática de observação e de regência no âmbito da educação não-formal (ONGs, Organizações sociais e outros espaços não-formais, exceto museus e galerias); - Estágio Curricular em Ensino das Artes Visuais 4 (AR689) – 30 horas teóricas e 60 horas de prática de observação e de regência no âmbito da educação não-formal (galerias, museus e instituições de arte). Nesta Reforma Parcial optamos por alterar a periodização dos estágios, inciando pelos estágios na educação não formal e posteriormente inserindo os esta´gios na educação formal, conforme avaliado pelo Núcleo Docente Estrutrante, Colegiado do Curso e representação de estudantil. As deliberações pertinentes à Coordenação de Estágio poderão existir desde que condicionadas à feitura de regimento próprio, fundamentadas nas orientações e normatizações acima citadas e devidamente aprovadas pelo Colegiado do curso. Os estágios não-obrigatórios deverão receber créditos por atividades complementares desde que também sejam avaliados pela Coordenação de Estágio ou pelo Colegiado do curso. Cabe à Coordenação de Estágio regularizar os convênios com os campos de estágio, bem como encaminhar a documentação pertinente ao reconhecimento dos estágios. 11.4. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) consiste em um projeto de pesquisa ou de extensão individual, teórico, teórico-prático ou artístico-educativo, orientado por docente do quadro efetivo do curso de Artes Visuais, docente substituto/a ou Técnico- Administrativo em Educação da UFPE que tenha a titulação mínima de mestrado na 63 área das Artes Visuais ou áreas afins, com possibilidade de co-orientação de docente e técnico-administrativo da área ou de áreas afins, mediante aprovação do Colegiado e segue as normativas expressas na Resolução nº 1 /2009 / CNE / MEC (DCN Artes Visuais), a Resolução 18/2022 CEPE / UFPE que disciplina o Trabalho de Conclusão de Curso nos Cursos de Graduação da UFPE e o Regulamento dos Trabalhos de Conclusão de Curso de Artes Visuais – Licenciatura aprovado pelo Colegiado do curso. Os/as orientadores/as deverão orientar o/a estudante no aprimoramento do objeto de estudo a ser pesquisado, do referencial teórico, bem como ampliar o conhecimento sobre as fontes de consulta e a bibliografia, através de um cronograma de atendimento. Ao final do processo de elaboração, deverão aprovar o trabalho e encaminhá-lo para apreciação da comissão examinadora que será composta por três membros (o/a orientador/a presidente, um membro externo do curso de Artes Visuais e um membro interno). O TCC será apresentado sob as formas de monografia, portfólio artístico/reflexivo, artigo, caderno de artista, performance com texto reflexivo/crítico, intervenção artística com texto reflexivo/crítico, exposição com texto reflexivo/crítico, ensaio visual, material didático, projeto expográfico, curadoria educativa, projeto cultural ou produção audiovisual, abrangendo temáticas que devem estar em consonância com os componentes curriculares e/ou dos grupos de pesquisa do Curso de Artes Visuais. Tais temáticas de investigação deverão estar relacionadas ao campo do ensino, da formação para a docência, da prática pedagógica, dos processos metodológicos, da prática docente, da aprendizagem, da avaliação, das políticas educacionais para a arte, dos espaços de atuação profissional, da trajetória artística pessoal docente e discente, dos processos educativos expográficos, da reflexão e prática educativa curatorial, das reflexões artísticas e suas implicações na educação em Artes Visuais. O TCC deve propiciar aos/às estudantes o aprofundamento do conhecimento em Artes Visuais, o estímulo à produção científica, pedagógica e artística; a consulta de bibliografia especializada; o aprimoramento da capacidade de elaboração, organização, interpretação, crítica, síntese e sistematização de conhecimentos adquiridos ao longo do Curso no processo de formação para a docência. Casos específicos de estudantes com necessidades educacionais especiais e/ou deficientes serão discutidos pelo Colegiado do Curso com a finalidade de elaboração de estratégias individualizadas para a execução do Trabalho de Conclusão de Curso. 64 O TCC será realizado ao longo de dois semestres, durante 2 componentes curriculares obrigatórios: AR694- Iniciação ao Trabalho de Conclusão de Curso de Licenciatura em Artes Visuais (30h) e AR643- Trabalho de Conclusão de Curso de Licenciatura em Artes Visuais (60h). O componente curricular eletivo AR701- Pesquisa em Artes Visuais (30h) é recomendável como preparação ao TCC. O/a Coordenador/a de TCC é o/a docente ministrante do componente curricular AR643- Trabalho de Conclusão de Curso e tem como atribuições a organização da distribuição das orientações, o cronograma de atividades curriculares de TCC e das apresentações, a organização das comissões examinadoras, o encaminhamento da documentação referente à aprovação dos trabalhos e certificados de participação dos membros das comissões excaminadoras, a comunicação constante com orientadores/as, o lançamento de notas de TCC no Sistema de Gestão Acadêmica a partir da avaliação das comissões examinadoras. As normativas estão no regulamento em anexo e seguem a Resolução nº 1, de 16 de janeiro de 2009 (DCN de Artes Visuais) e a Resolução 18/2022 CEPE. O TCC, após sua apresentação pública e avaliação da Comissão Examinadora, deverá ser depositado pelo/a estudante, obrigatoriamente, no Repositório Digital da UFPE (ATTENA). 65 12. FORMAS DE ACESSO AO CURSO O curso adota o Sistema de Seleção Unificada (Sisu/UFPE) como forma de ingresso, conforme disposto no Regimento Geral da UFPE; ingresso por força da lei, conforme o art. 49 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9.394/96) e pela Lei pela Lei Nº 9.536/1997, e ingresso por transferência interna, transferência externa, reintegração e portador/a de diploma segundo os critérios da Resolução nº 08/2021 - CEPE/UFPE. O Sisu é o sistema informatizado do Ministério da Educação (MEC) por meio do qual instituições públicas de ensino superior oferecem vagas a candidatos participantes do Enem. O curso disponibiliza 35 vagas para ingresso com uma entrada anual para ingressantes pelo Sisu, sendo 50% das vagas destinadas a cotas para pessoas pretas, pardas, indígenas, de baixa renda, com deficiência e/ou oriundas do ensino médio em escolas públicas, conforme a Lei nº 12.711/2012. O Processo Seletivo de Ingresso por Reintegração é voltado para o reingresso de estudantes desvinculados da UFPE há, no máximo, cinco anos e a Transferência Interna para os/as estudantes ativos que desejam mudar de turno, curso e campus. No tocante ao Processo Seletivo Extravestibular – Transferência Externa – é voltado para a transferência de estudantes regulares de outras instituições nacionais de ensino superior, vinculados a cursos de graduação reconhecidos pelo MEC, modalidade presencial, para cursos de mesmo nome na UFPE. Já o Processo Seletivo Extravestibular – Portador de Diploma possibilita o ingresso de diplomados/as em cursos superiores. A Lei nº 9.536 / 1997 garante a transferência ex officio entre instituições vinculadas a qualquer sistema de ensino, em qualquer época do ano e independente da existência de vaga, quando se tratar de servidor público federal civil ou militar estudante, ou seu dependente estudante, se requerida em razão de comprovada remoção ou transferência de ofício, que acarrete mudança de domicílio para o município 66 onde se situe a instituição recebedora, ou para localidade mais próxima desta, excetuando-se os casos previstos no parágrafo único da referida lei. As vagas ociosas geradas pelos processos de evasão e retenção são disponibilizadas para processos seletivos para ingresso por Reintegração, Transferência Interna, Transferência Externa e Portador/a de Diploma. O curso de Artes Visuais participa regularmente da Expo UFPE, evento anual no qual os cursos de graduação em suas diversas facetas e ações são apresentados aos estudantes de Ensino Médio e demais interessados/as em ingressar na UFPE, com programações presenciais e virtuais (disponível em https://sites.ufpe.br/expoufpe e https://sites.ufpe.br/expoufpe/artes-visuais-licenciatura/). 67 13. CORPO DOCENTE TABELA DO CORPO DOCENTE Curso: Artes Visuais - Licenciatura Vinculação: Departamento de Artes / CAC QUALIFICAÇÃ REGIME ÁREA DO VÍNCULO NOME CPF TITULAÇÃO O DE EMPREGATÍCIO CONHECIMENTO TRABALHO PROFISSIONAL DOUTORA Educação Ana Elisabete de Fundamentos da 11317302400 Belas Artes / Artística/ Artes 40h/DE Estatutário Gouveia Linguagem Visual Pintura Plásticas Ana Elizabeth Educação Representação DOUTORA Lisboa Nogueira 69764620400 Artística/ Artes 40h/DE Estatutário Gráfica Psicologia Cavalcanti Plásticas Teoria da Arte e DOUTOR André Antônio 7192653470 Processos de Comunicação e Comunicação 40h/DE Estatutário Barbosa Criação Cultura Carlos Newton de História e Teoria DOUTOR Arquitetura e 59484829449 40h/DE Estatutário Souza Lima Júnior da Arte Letras Urbanismo Eduardo Romero Sistema de DOUTOR Desenho e 62147293415 40h/DE Estatutário Lopes Barbosa Representação Antropologia Plástica Educação Fernando Lúcio de Fundamentos da DOUTOR 16670558449 Artística/ Artes 40h/DE Lima Barbosa Linguagem Visual Belas Artes Estatutário Plásticas Arte Africana e Joana D’Arc de DOUTORA Licenciatura 08680401854 Arte Afro 40h/DE Estatutário Sousa Lima História em História Brasileira DOUTORA Luciana Borre Pedagogia das 81583214020 Arte e Cultura Pedagogia 40h/DE Estatutário Nunes Artes Visuais Visual Madalena de História e Teoria DOUTORA Arquitetura e Fátima Pequeno 23785080425 40h/DE Estatutário da Arte História da Arte Urbanismo Zaccara Educação Maria Betânia e História e Teoria DOUTORA 68343884434 Artística/ Artes 40h/DE Estatutário Silva da Arte Educação Plásticas Maria das Vitórias Educação Pedagogia das DOUTORA Negreiros do 37129317434 Artística/ Artes 40h/DE Estatutário Artes Visuais Arte/Educação Amaral Cênicas Educação Pedagogia das DOUTORA Renata Wilner 11609624807 Artística/ Artes 40h/DE Estatutário Artes Visuais Artes Visuais Plásticas Suely Cisneiros Fundamentos da Desenho e 12692824415 MESTRE 40h/DE Estatutário Muniz Linguagem Visual Artes Plásticas Arqueologia O curso possui treze docentes, sendo doze com titulação de Doutor/a e uma com titulação de Mestre. Quatro docentes possuem pós-doutorado, uma é pesquisadora do CNPq e seis atuam em pós-graduação. Dois docentes são professores titulares. 68 No que se refere à qualificação do corpo docente, o Departamento de Artes vem organizando a distribuição de horas para oportunizar a licença capacitação e estágios pós-doutorais dos/as professores/as. Nota-se que a criação de inúmeras disciplinas eletivas foi oriunda destes períodos nos quais os/as docentes qualificaram suas ações pedagógicas para trabalhar com assuntos contemporâneos e relevantes para a formação profissional de nossos/as estudantes. Ressalta-se que a titulação mínima de mestrado é requisito para o ingresso de professores/as substitutos/as e o título do doutorado, com perfil de pesquisa, para processos seletivos para professores/as efetivos/as. As ações visam articular a Graduação em Artes Visuais com o Programa Associado de Pós-Graduação em Artes Visuais UFPE/UFPB. 69 14. SUPORTE PARA FUNCIONAMENTO DO CURSO 14.1 RECURSOS ESTRUTURAIS O Curso de Artes Visuais – Licenciatura compartilha a infraestrutura disponibilizada no curso de Artes Visuais - Bacharelado. Conta-se com nove Laboratórios/Ateliers - oito no Centro de Artes e Comunicação e um no Centro Cultural Benfica para atender aos componentes curriculares de natureza prática. Referente aos componentes teóricos, o curso conta com quatro salas climatizadas no CAC e equipadas com equipamento de audiovisual, pertencentes ao Departamento de Artes, alocadas conforme distribuição de carga horária dos cursos vinculados ao Departamento. Também tem à disposição uma pequena sala climatizada no Centro Cultural Benfica. Além destes espaços, há componentes oferecidos pelo Centro de Educação, que atendem em conjunto com outros cursos de licenciatura, nas suas dependências, compostas por salas de aulas, bibioteca, laboratórios e auditório. Os laboratórios/ateliers são os seguintes: - Laboratório de Gravura equipado com prensas para xilogravura e calcogravura; - Laboratório de Litogravura, remanescente da histórica Oficina Guaianases de Gravura; - Laboratório de Tridimensionalidade climatizado e equipado com material de audiovisual; - Laboratório de Pintura, com bancadas e cavaletes; - Laboratório de Fotografia; - Laboratório de Desenho; - Laboratório de Cerâmica; - Laboratório para projetos de docentes e discentes e reserva técnica; - Laboratório de Desenho e multiuso no Centro Cultural Benfica. Além desses laboratórios, conta com os espaços expositivos da Galeria Capibaribe no CAC e do Instituto de Arte Contemporânea no Centro Cultural Benfica, nos quais é visibilizada a produção decorrente de projetos de ensino, pesquisa e extensão de docentes e discentes e da comunidade externa, bem como proporcionando a experimentação em curadoria, expografia e mediação cultural. 70 O curso também usufrui da estrutura do CAC que atende a todos os cursos, como o Laboratório de Informática, o Auditório Evaldo Coutinho (140 lugares), Miniauditório 1 (50 lugares), Miniauditório II (60 lugares) e a Biblioteca Joquim Cardozo, que funciona de segunda a sexta-feira, das 08h às 21h, em espaço amplo com área total de 1038,53 m², climatizado e bem iluminado, com Internet wi-fi, cabines individuais, mesas de estudo coletivo, computadores, sala de pesquisa, videoteca, sala de reunião, espaço de referência e tem grande acervo na área do curso e áreas afins. Periodicamente a biblioteca atualiza o acervo visando atender à bibliografia definida nos programas das disciplinas do curso. Segundo os dados informados pela Equipe da Biblioteca Joaquim Cardozo, o acervo contém aproximadamente 28.700 títulos de livros impressos, somando um total de cerca de 50.600 exemplares, 13.000 títulos em 17.000 exemplares de outros tipos de materiais (folhetos, periódicos, Dissertações e Teses, multimídias etc.). Especificamente como acervo que atende ao curso de Arte Visuais, a biblioteca do CAC conta com 3.713 títulos e 8.534 exemplares distribuídos entre livros, teses, dissertações, periódicos, DVDs e catálogos. O Sistema de Bibliotecas da UFPE, nos dias atuais, é formado pela Biblioteca Central e mais doze bibliotecas, localizadas nos Centros Acadêmicos e no Colégio de Aplicação. As bibliotecas reúnem, em suas coleções, mais de 300 mil títulos e mais de um milhão de exemplares, formadas por livros impressos e digitais, e digitais, publicações periódicas impressas e eletrônicas, TCCs, Dissertações e Teses, materiais multimídia e outros documentos que, juntos, reúnem cerca de 300 mil títulos,com mais de 1 milhão de exemplares. A Biblioteca Joaquim Cardozo está integrada a esse Sistema e os usuários podem usufruir da estrutura e acervo de todas as unidades. De modo remoto, a UFPE disponibiliza o acesso de várias referências pelos discentes, docentes e técnicos administrativos. Entre as plataformas disponíveis, estão o Portal de Periódicos da UFPE, disponível através do link https://periodicos.ufpe.br/revistas/, bem como o Portal de Periódicos CAPES e da plataforma EBSCOhost através do acesso CAFe, para pessoas que possuem o login ID UFPE. Existe ainda o Repositório Digital Attena, com mais de 55.000 documentos, entre os quais 81 dissertações de mestrado em Artes Visuais e 61 capítulos de livros da grande área de Linguística, Letras e Artes, entre outras teses, dissertações e trabalhos de conclusão de curso, que pode ser acessado no link: https://repositorio.ufpe.br/ldap-login. Os vários acervos digitais disponibilizados pela UFPE podem ser acessados através de links disponibilizados na página 71 https://www.ufpe.br/sib/ebooks, incluindo os e-books publicados pela Editora UFPE. O Sistema Pergamum é um sistema remoto utilizado para o gerenciamento do acervo e dos serviços das bibliotecas, que permite aos próprios usuários realizarem suas renovações, reservas e pesquisas. Além do CAC, o curso o curso possui também o espaço do Centro de Educação (CE) como lócus de formação, com biblioteca, salas de aula, laboratórios, auditório. Em atendimento ao Decreto n° 5.296/2004, o Centro de Artes e Comunicação dispõe de dois elevadores para facilitar o acesso de pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida, um deles recém construído, visando maior conforto e acessibilidade. O prédio passa por obras para adequação dos ambientes e passagens às pessoas com deficiência ou dificuldades de locomoção, como construção de rampas de acesso e instalação de corrimões. No estacionamento do CAC, há vagas reservadas para pessoas com deficiência física, idosas e gestantes. A biblioteca setorial do Centro também dispõe de rampas e sinalização de acessibilidades específicas. 14.2 RECURSOS HUMANOS O curso de Artes Visuais – Licenciatura atualmente conta com um corpo docente formado por treze professores/as 40h/Dedicação Exclusiva. Foi encaminhada à Pró- Reitoria de Gestão de Pessoas a solicitação de mais três vagas para professores efetivos para pleno atendimento aos cursos de Artes Visuais (Licenciatura e Bacharelado), pois essa necessidade vem sendo preenchida através de contínua contratação de professores/as substitutos/as, o que denota uma lacuna estrutural. O curso conta com um técnico administrativo em função de secretaria, um técnico administrativo para apoio geral e um técnico de Laboratório. Os demais técnicos do Departamento de Artes dão suporte às demandas cabíveis. Para melhor atender aos Laboratórios/Ateliers, há demanda de mais três técnicos de laboratório e a criação de um programa específico de estágio ou bolsas para os laboratórios de Artes Visuais, envolvendo parceria com o IFPE. 72 15. APOIO AO DISCENTE O Curso de Artes Visuais - Licenciatura segue as políticas e diretrizes institucionais adotadas pela Universidade Federal de Pernambuco. Para efetivar o apoio pedagógico a seus estudantes é necessário articular a qualidade do ensino ministrado às ações efetivas de atendimento aos/às estudantes. As políticas de atendimento ao/a estudante, visualizadas em https://www.ufpe.br/proaes (Proaes - Pró-Reitoria para Assuntos Estudantis) contemplam os objetivos de assegurar os meios necessários ao pleno desenvolvimento acadêmico; implementar os programas e projetos articulados e integrados ao ensino, à pesquisa e à extensão, além de incentivar a educação continuada. A PROAES promove a gestão do Programa Nacional de Assistência Estudantil – PNAES ( Decreto Nº 7.234/2010, BRASIL) e disponibiliza Edital de Bolsas Estudantis semestralmente, em caráter afirmativo e assistencial, atendendo a estudantes ingressantes através das cotas raciais e sociais com bolsas permanência e bolsas de incentivo acadêmico (Programa BIA). A Resolução Nº 15/2019 regulamenta a Política de Assistência Estudantil (PAE) na UFPE, envolvendo entre as ações: Programa de Moradia Estuydantil; Programa de Bolsa de Assistência Estudantil; Programa de Alimentação; Programa de Bolsa Permanência/MEC; Programa de Atenção à Saúde; Programa de Apoio Pedagógico; Auxílio Creche; Auxílio Emergencial, entre outros. Os/as estudantes também são atendidos/as pelas oportunidades de bolsas de monitoria (conforme processo seletivo designado pelo colegiado do curso), programas de mobilidade estudantil, programa de Iniciação Científica (PIBIC - com apoio do CNPq), bolsas concedidas por editais a projetos de extensão (PIBEXC), programa de bolsas de Iniciação à Criação Cultural (BICC), programa de bolsas para iniciação à docência (PIBID) e editais de auxílio financeiro para apresentação de trabalhos em eventos nacionais e internacionais. Essas bolsas e auxílios possibilitam o pleno desenvolvimento acadêmico, científico, cultural e artístico dos/as discentes, incentivando o engajamento em diversos projetos. O site do curso (https://www.ufpe.br/artes-visuais-licenciatura-cac), o e-mail de contato (artesvisuais@ufpe.br), as informações veiculadas nas redes sociais, os 73 telefones 21268755 (Coordenação de Artes Visuais) e 21268309 (Departamento de Artes) e o contato direto entre professores/as e estudantes serão os principais canais de comunicação para superar qualquer barreira de comunicação interpessoal, escrita e virtual. As informações acadêmicas podem ser acessadas através do Portal da UFPE, do Portal do Estudante , do Pergamum UFPE (que dá acesso ao Sistema Integrado de Bibliotecas), SIGAA e manuais divulgados pela PROGRAD e outros órgãos da UFPE. Em relação aos/às estudantes com necessidades educativas específicas assegura-se uma prática pedagógica centrada nas potencialidades, buscando criar um ambiente educativo que valorize as possibilidades em detrimento das limitações, conforme disposto na Lei Nº 13.146/2015 e na Resolução nº 11/2019 - CONSUNI/UFPE. Ainda antes da publicação de tal resolução, houve experiências bem sucedidas no curso com estudantes com deficiência intelectual e cadeirantes, com adaptação metodológica por parte dos docentes e acompanhamento por tutores discentes sob orientação, constituindo uma rede de apoio. O Núcleo de Acessibilidade (NACE) e o Núcleo de Assistência a Saúde do/a Estudante (NASE) são acionados diante de situações adversas e/ou para encaminhamentos especializados. Essas adaptações e cuidados para a inclusão de pessoas com necessidades educacionais especiais abrangem o transtorno do espectro autista (TEA), acomodações e adaptações curriculares podem ser necessárias, dependendo das necessidades individuais de cada estudante. Elas podem ser feitas por meio de estratégias e recursos alternativos, no intuito de oferecer ao aluno oportunidades distintas de aprender e demonstrar seu aprendizado. A didática para pessoa com TEA envolve uma linguagem mais direta e nítida, evitando expressões metafóricas e conteúdos subjetivos, explicitando as regras e os ojetivos de aprendizagem a serem alcançados em cada atividade proposta. O ritmo, o tempo e a possibilidade de cada estudante devem ser considerados e o/a docente deve mediar a socialização do/a estudante com TEA na sala de aula e em subgrupos de trabalho. As situações de agitação ou de ausência podem exigir do docente uma mudança na proposta de atividade. A exposição a som e luz, como recursos audiovisuais, poderão causar incômodos e devem ser dosados, assim como permitido o uso de abafadores, de ouvido óculos de sol e permitir a saída da sala nessas situações. Estudantes com TEA também poderão demandar atenção fora do horário de aula para sanar dúvidas e flexibilização do tempo em até 50% adicional para realizar as atividades propostas e exames avaliativos. Nas aulas práticas 74 as dificuldades motoras deverão ser respeitadas, buscando-se alternativas no instrumental e nas técnicas desenvolvidas. De modo geral, espera-se uma postura acolhedora das diferenças e especificidades em busca da inclusão como princípio educacional democrático. Em relação a conflitos e problemáticas interpessoais e/ou de aprendizagem, contamos com o Núcleo de Estudos e Assessoria Pedagógica do CAC (NEAP), que oferece suporte pedagógico e psicopedagógico na mediação, encaminhamento e resolução dos diversos casos. Contamos ainda com o Núcleo de Políticas e Educação Étnico-Raciais (ERER) para a implementação de políticas afirmativas e promoção da igualdade racial, auxiliando no ingresso e permanência de estudantes autodeclarados pretos, pardos, indígenas e quilombolas (tal como estabelece a Lei Nº 14.723 / 2023), e também com o Núcleo de Políticas LGBT, reponsável pelo acolhimento e garantia de direitos de estudantes e servidores LGBTQIAP+. Ambos os núcleos, juntamente com o NACE, cumprem um papel fundamental não apenas junto às pessoas diretamente implicadas nas condições específicas que tratam, mas também no combate aos preconceitos e violências diversas (racismo, homofobia, transfobia, capacitismo) que dizem respeito à educação da comunidade acadêmica como um todo. 75 ANEXOS 76 ANEXO 1 – DISPOSITIVOS LEGAIS E NORMATIVOS DISPOSITIVO LEGAL E NORMATIVO FORMA DE ATENDIMENTO Em 2011 ocorreu a alteração do perfil curricular do curso de Educação Artística – Artes Plásticas para Artes Visuais – Licenciatura, atendendo às Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Artes Visuais, cujas bases o presente projeto dá continuidade e atualização. A estrutura curricular do nosso curso tem como eixos formativos a produção, a pesquisa, a crítica e o ensino das Artes Diretrizes Curriculares Nacionais do Visuais, envolvendo estudos teóricos, Curso: históricos, metodológicos e empíricos 01 ✔ RESOLUÇÃO Nº 01/2009 – CNE de técnicas tradicionais e . (Diretrizes Curriculares Nacionais experimentais, com ênfase na do Curso de Graduação em sensibilidade estética e criação poética Artes Visuais) no campo da visualidade. Contém obrigatoriedade de TCC com disciplinas preparatórias; 04 componentes de estágio curricular supervisionado obrigatório na educação formal e não- formal; atividades complementares reconhecendo e incentivando a integração de conhecimentos e experiências formativas para além do âmbito acadêmico, visando interação com os espaços e manifestações culturais da sociedade. A carga horária para integralização do curso de Artes Visuais – Licenciatura é de 2.810 horas de atividades, atendendo à Resolução CNE/CP 02/2002. Por se tratar de reforma parcial, não foi possível atender à carga horária mínima de 3.200 horas Carga horária mínima, em horas: estabelecida pela Resolução Nº ✔ Resolução Nº 02/2019 - CNE 02 . 02/2019 – CNE. Outro projeto de (Licenciaturas); reforma integral foi encaminhado pelo NDE em 2019, com carga horária de 3.225 horas, porém sua tramitação foi suspensa. O NDE está preparando uma nova proposta de reforma integral que cumprirá a carga horária mínima exigida. Tempo de integralização: O tempo de integralização é de no ✔ Resolução Nº 02/2015 - CNE mínimo 8 e máximo 14 semestres 03 (Licenciaturas e Pedagogia); letivos. . ✔ Resolução Nº 07/2018 - CEPE/UFPE O PPC de Artes Visuais que define a (Licenciaturas e Pedagogia); estrutura curricular, carga horária e tempo de integralização é de 2011, 77 portanto anterior a essas resoluções. Nesta proposta de reforma parcial não é possível alterar a estrutura curricular e o tempo de integralização, conforme o disposto pela Resolução Nº 03/2014. Outro projeto de reforma integral foi encaminhado pelo NDE em 2019, porém sua aprovação foi suspensa devido a alterações de legislação e cenário político instável. O NDE está providenciando uma nova proposta de reforma integral nos parâmetros e exigências das novas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação Inicial em Nível Superior de Profissionais do Magistério da Educação Escolar Básica (Resolução CNE/CP Nº 4 /2024). Vide item 10.1 (Quadro de Estrutura Curricular - Componentes Obrigatórios), Disciplina obrigatória/eletiva de 04 onde consta LE716- Introdução a . Libras: LIBRAS, com carga horária de 60 horas ✔ Decreto N° 5.626/2005. e 4 créditos. A disciplina é oferecida no 1º período do curso. Vide item 8 (Metodologia): A proposta de disciplinas e outras oportunidades formativas e fóruns de discussão sobre temas socialmente urgentes, incluindo a Educação para as Relações Étnico- raciais. Vide item 10 (estrutura curricular do curso): No que se refere às Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro- brasileira, Africana e Indígena atenderemos por meio dos componentes curriculares obrigatórios Diretrizes Curriculares Nacionais para “História da Arte Brasileira 1”, “História Educação das Relações Étnico-raciais 05 da Arte Brasileira 2”, “Arte e . e para o Ensino de História e Cultura Diversidade Étnico-Cultural” e dos Afro-brasileira e Africana: componentes curriculares eletivos “Arte ✔ Resolução N° 01/2004 - CNE. Africana e Afro-diaspórica”, “Artes Indígenas no Brasil” e “Ensino das Artes Visuais Quilombola”. Destaca-se que tais temáticas serão abordadas de forma transversal, contínua e permanente, no decorrer de todo o curso e nas demais disciplinas, além de outras atividades como encontros, seminários, exposições e eventos dedicados a tais discussões. Também há abertura para experiências em campos de estágio da Educação Escolar Indígena e da Educação Escolar Quilombola nos componentes 78 Estágio Curricular em Ensino das Artes Visuais 1 e Estágio Curricular em Ensino das Artes Visuais 2, assim como os estágios em educação não formal (Estágio Curricular em Ensino das Artes Visuais 3 e Estágio Curricular em Ensino das Artes Visuais 4) podem contemplar museus, projetos e organizações em territórios de comunidades tradicionais. Além disso, interagimos com o Núcleo de Políticas e Educação Étnico-Raciais (ERER) da UFPE em suas propostas e políticas afirmativas (Vide 15- Apoio ao Discente). Vide no Item 3 (Marco teórico): os princípios de Direitos Humanos estão incluídos na perspectiva formativa do curso e de atuação social dos profissionais dele egressos. Vide item 8 (Metodologia): A proposta de disciplinas e outras oportunidades formativas e fóruns de discussão sobre Diretrizes Nacionais para a Educação temas socialmente urgentes, incluindo 06 em Direitos Humanos: a Educação em Direitos Humanos. Esta . ✔ Parecer N° 08/2012 - CNE; é pensada transversalmente enquanto ✔ Resolução N° 01/2012 - CNE. fundamento ético que atravessa todas as disciplinas e atividades pedagógicas. Vide 10. Organização curricular do curso: As questões relacionadas à Educação em Direitos Humanos serão contempladas nos componentes curriculares obrigatórios “Arte e Sociedade” e “Arte e Antropologia”. Vide no Item 3 (Marco teórico): os princípios de Educação Ambiental estão incluídos na perspectiva formativa do curso. Vide item 8 (Metodologia): A proposta de oportunidades formativas e fóruns Políticas de Educação Ambiental: de discussão sobre temas socialmente ✔ Lei Nº 9.795/1999; 07 . urgentes, incluindo a Educação ✔ Decreto Nº 4.281/2002. Ambiental. Vide 10 (Organização curricular do curso): As Políticas de Educação Ambiental serão observadas nos componentes curriculares eletivos: “Arte Ambiental 1” e “Arte Ambiental 2”. Vide Item 13 (Corpo Docente): Todos os docentes do curso alocados no Departamento de Artes da UFPE 08 Titulação do corpo docente: possuem titulação em nível de pós- . ✔ Lei Nº 9.394/1996. graduação stricto sensu, sendo 12 doutores e 1 mestre. Todos os docentes têm contrato em regime de 40 horas – dedicação exclusiva. 79 Vide Anexo 7 – Portaria de designação dos membros do NDE. O documento cita o NDE como instância de elaboração do PPC e avaliação contínua do curso, junto à Coordenação. Vide itens: Apresentação; 2. Justificativa para a reformulação Núcleo Docente Estruturante (NDE): parcial; 8.Metodologia do curso; 9. ✔ Resolução N° 01/2010 - CONAES; 09 . Sistemáticas de avaliação. ✔ Resolução Nº 01/2013 - CEPE/UFPE. A indicação dos/as representantes docentes para composição do NDE é feita pelo Colegiado de Curso, homologada pelo Pleno do Departamento de Artes, com posterior envio para a PROGRAD. Os membros do NDE são indicados para um mandato de 03 (três) anos, com possibilidade de recondução. Vide item 14 (Suporte para funcionamento do curso): O edifício do CAC passou por recentes obras de requalificação para acessibilidade de pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida, com a construção de rampas, instalação de corrimões e um novo elevador além do anteriormente existente. Há vagas Condições de acesso para pessoas reservadas para PCD no com deficiência e/ou mobilidade estacionamento. reduzida: O PPC também menciona o NACE ✔ Decreto N° 5.296/2004; 10 . (Núcleo de Acessibilidade da UFPE) ✔ Lei Nº 13.146/2015 como parceria fundamental com a ✔ Resolução Nº 11/2019 - ConsUni Coordenação do Curso para /UFPE. acompanhamento de estudantes com condições específicas de deficiência física ou diagnóstico de transtorno mental, orientando o corpo docente para adequação metodológica e avaliativa a tais casos. (Vide 8. Metodologia; 9. Sistemáticas de Avaliação; 10. Organização curricular do curso; 15. Apoio ao discente). Vide item 8 (Metodologia): Parceria do NACE nas adequações metodológicas, avaliativas e ambientais para estudantes diagnosticados(as) com Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista e Transtorno do Espectro Autista: Transtorno do Déficit de Atenção com ✔ Lei N° 12.764/2012; 11 . Hiperatividade. ✔ Resolução Nº 11/2019 - Vide item 15 (Apoio ao discente), que ConsUni/UFPE. menciona as adaptações curriculares para estudantes com TEA. “Elas podem ser feitas por meio de estratégias e recursos alternativos, no intuito de oferecer ao aluno oportunidades 80 distintas de aprender e demonstrar seu aprendizado. A didática para pessoa com TEA envolve uma linguagem mais direta e nítida, evitando expressões metafóricas e conteúdos subjetivos, explicitando as regras e os objetivos de aprendizagem a serem alcançados em cada atividade proposta. O ritmo, o tempo e a possibilidade de cada estudante devem ser considerados e o/a docente deve mediar a socialização do/a estudante com TEA na sala de aula e em subgrupos de trabalho. As situações de agitação ou de ausência podem exigir do docente uma mudança na proposta de atividade. A exposição a som e luz, como recursos audiovisuais, poderão causar incômodos e devem ser dosados, assim como permitido o uso de abafadores, de ouvido óculos de sol e permitir a saída da sala nessas situações. Estudantes com TEA também poderão demandar atenção fora do horário de aula para sanar dúvidas e flexibilização do tempo em até 50% adicional para realizar as atividades propostas e exames avaliativos. Nas aulas práticas as dificuldades motoras deverão ser respeitadas, buscando-se alternativas no instrumental e nas técnicas desenvolvidas.” O PPC menciona diversos projetos e ações de extensão que são oferecidas pelo Departamento de Artes (Vide 8. Metodologia). Não foi possível inserir nesta Reforma Parcial as Atividades Curriculares de Extensão (ACEx), pois ocasionaria alteração da estrutura curricular para Estabelece as Diretrizes para a acomodar sua carga horária. Tal Extensão na Educação Superior providência será tomada na Reforma 12 . Brasileira: Integral do PPC, cuja elaboração está ✔ Resolução Nº 07/2018 - CNE; em andamento. ✔ Resolução Nº 09/2017 - CEPE/UFPE. A atuação dos discentes na extensão podem ser creditadas como atividades complementares (vide Regulamento de Atividades Complementares em anexo). Os projetos de extensão podem se tornar objeto de investigação para o Trabalho de Conclusão do Curso, conforme previsto no respectivo regulamento. Vide item 9 (Sistemáticas de 13 . Informações acadêmicas: Avaliação). ✔ Portaria N° 40/2007 - MEC; O Curso está cadastrado na base de 81 ✔ Portaria N° 23/2010 - MEC. dados do e-MEC para fins de supervisão e avaliação, tais como ENADE e avaliação in loco pelo INEP/MEC. Vide item 15 (Apoio ao discente). O site do curso (https://www.ufpe.br/artes- visuais-licenciatura-cac), o e-mail de contato (artesvisuais@ufpe.br), as informações veiculadas nas redes sociais, os telefones 21268755 (Coordenação de Artes Visuais) e 21268309 (Departamento de Artes) e o contato direto entre professores/as e estudantes serão os principais canais de comunicação para superar qualquer barreira de comunicação interpessoal, escrita e virtual. As informações acadêmicas podem ser acessadas através do Portal da UFPE, do Portal do Estudante, do Pergamum UFPE (que dá acesso ao Sistema Integrado de Bibliotecas), SIGAA e manuais divulgados pela PROGRAD e outros órgãos da UFPE. Além das disciplinas com foco em relações étnico-raciais citadas 05 desta tabela, as quais contribuem para a formação de docentes para atuarem na Educação Escolar Quilombola, esta reforma parcial introduz a disciplina eletiva específica “Ensino das Artes Diretrizes Curriculares Nacionais para Visuais Quilombola”. (Vide item 10 – 14 a Educação Escolar Quilombola na . Organização curricular do curso). Educação Básica: Também há abertura para experiências ✔ Resolução N° 08/2012 - CNE. em campos de estágio da Educação Escolar Quilombola nos componentes Estágio Curricular em Ensino das Artes Visuais 1 e Estágio Curricular em Ensino das Artes Visuais 2, conforme mencionado no item 11.3 (Estágio curricular supervisionado). Vide item 4 (objetivos do curso): - Vivenciar estratégias e metodologias dos processos de ensino e aprendizagem que propiciem meios conceituais e técnicos para o desenvolvimento da especificidade Diretrizes Curriculares Nacionais da visual a partir do fazer artístico e do 15 . Educação Básica: pensar sobre o ensino desse fazer nos ✔ Resolução Nº 04/2010 - CNE. diferentes anos escolares da Educação Básica e nos múltiplos contextos educativos; - Possibilitar experiências de estudo e reflexão sobre os desafios que o ensino da arte enfrenta nas escolas da Educação Básica e outros espaços educativos. 82 Vide item 10 (organização curricular). A organização curricular do curso abrange o conhecimento da realidade escolar e do caráter da Educação Básica como formação para a cidadania, contendo um rol de disciplinas obrigatórias focadas em Pedagogia, Políticas Educacionais, Gestão Escolar, oferecidas pelo Centro de Educação aos cursos de licenciatura. Também estão incluídas nesta proposta curricular disciplinas obrigatórias e eletivas específicas para o aprofundamento acerca do ensino de arte, tais como: Fundamentos da Arte/Educação; Currículo e Cultura; Expressão Plástica Infantil; Mediação Cultural; Ensino das Artes Visuais Quilombola; 03 componentes de Metodologia do Ensino as Artes Visuais (02 deles voltados para a Educação Básica) e 04 componentes de Estágio Curricular em Ensino das Artes Visuais (02 deles voltados para a Educação Básica). Além disso, programas de iniciação científica (PIBIC) e de iniciação à docência (PIBID), creditados como atividades complementares por esta proposta curricular, contribuem para estreitar relações e promover investigações e atualizações acerca do universo escolar, propiciando permanente atualização na formação inicial de professores de arte que é o propósito do curso. Vide item 5 (Perfil profissional do egresso): espera-se que os egressos dos cursos de licenciatura possam: compreender o contexto educativo brasileiro para atuar com ética e compromisso político; responsabilizar- Diretrizes Curriculares Nacionais para se pelo desenvolvimento e processos a Formação de Professores da de aprendizagem dos sujeitos nos Educação Básica, em nível superior, diversos contextos, etapas e curso de licenciatura, de graduação modalidades da educação básica; 16 . plena: dominar os conteúdos e abordagens ✔ Resolução Nº 02/2019 - CNE; teórico-metodológicas do seu campo de ✔ Resolução Nº 07/2018 - CEPE/UFPE; atuação; dominar tecnologias de ✔ Resolução Nº 04/2024 – CNE. informação e comunicação para o desenvolvimento nos processos educativos; promover as relações entre a instituição educativa, a família e a comunidade; promover a inclusão social de modo a enfrentar e superar todo tipo de preconceito; atuar na gestão da educação básica; realizar 83 pesquisas sobre a realidade sociocultural dos estudantes e sobre processos de ensino-aprendizagem e propostas curriculares; refletir sobre sua prática pedagógica, sistematizando e difundindo-a enquanto conhecimento. Os pontos expostos no campo 15 desta tabela também se aplicam ao atendimento das DCN para a Formação de Professores da Educação Básica. Observação: Por se tratar de reforma parcial, não é possível alterar a estrutura curricular do PPC. O NDE está providenciando uma nova proposta de reforma integral nos parâmetros e exigências das novas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação Inicial em Nível Superior de Profissionais do Magistério da Educação Escolar Básica (Resolução CNE/CP Nº 4 /2024). 84 ANEXO 2 - REGULAMENTO DE ESTÁGIOS CURRICULARES UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE ARTES E COMUNICAÇÃO DEPARTAMENTO DE ARTES COORDENAÇÃO DO CURSO DE ARTES VISUAIS REGULAMENTO DE ESTÁGIO DO CURSO DE ARTES VISUAIS Aprovado em 19/12/2023 pelo Colegiado do Curso de Artes Visuais. CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1 – Este regulamento, aprovado em Reunião de Colegiado em 19 de dezembro de 2023, fixa as normas para estágios curriculares em Artes Visuais – Licenciatura – do Centro de Artes e Comunicação da Universidade Federal de Pernambuco, de acordo com as disposições da legislação federal (Lei 11.788/2008) e dos órgãos deliberativos e executivos da UFPE, especialmente a Resolução CCEPE/UFPE 20/2015 (alterada pelas Resoluções nº 09/2016, 09/2018, 02/2020). CAPÍTULO II DAS FINALIDADES Art. 2 – O estágio é o período de exercício pré-profissional da Licenciatura em Artes Visuais no qual o/a estudante permanece em contato direto com o ambiente de trabalho, desenvolvendo atividades artístico-pedagógicas com duração limitada e supervisão profissional. Art. 3 – O estágio é considerado como parte do processo de formação do/a estudante, estabelecendo a interlocução entre a formação acadêmica e o mundo profissional, 85 através de uma aproximação contínua da Universidade com a realidade social circundante. Art. 4 – São finalidades do estágio: I – Proporcionar ao estudante da Licenciatura em Artes Visuais a aprendizagem teórico- prática, visando seu processo de formação profissional; II – Possibilitar ao estudante a imersão em instituições de ensino, preferencialmente públicas, e nos campos não-formais de atuação, tais como museus, galerias de arte, espaços culturais, organizações não governamentais, projetos sociais, espaços de saúde, empresas, organizações da sociedade civil, movimentos sociais, etc, para compreensão, análise e intervenção na realidade profissional, no âmbito de sua formação; III – Complementar a formação acadêmica; IV – Desenvolver atividades artístico-pedagógicas em instituições de ensino e nos campos não-formais de atuação. CAPÍTULO III DAS ÁREAS E CAMPOS DE ESTÁGIO Art. 5 – Constituem campos de estágio, prioritariamente, as escolas públicas de educação básica. Além disso, as escolas privadas de educação básica e os campos não-formais de atuação, tais como museus, galerias de arte, espaços culturais, ONGs, Projetos Sociais, espaços de saúde, empresas, OSCs, movimentos sociais, etc, e a própria Universidade. Art. 6° - Constituem áreas de estágio as instituições que permitam ao aluno observar e desenvolver planos de trabalho na sua área de formação, especificamente no âmbito artístico-pedagógico das Artes Visuais. Parágrafo Único – Os estudantes poderão realizar estágio obrigatório onde atuam como professores/as, educadoras/es sociais e/ou mediadoras/es culturais, desde que atendam aos requisitos dos campos de estágio e aos demais critérios estabelecidos neste regulamento. 86 Art. 7° - Os campos de estágio obrigatório deverão oferecer condições para: I - Planejamento e execução das atividades de estágio; II - Aprofundamento dos conhecimentos teórico-práticos do campo específico de formação de Artes Visuais, a fim de que os mesmos sejam desenvolvidos em contextos de ensino/aprendizado e seus diversos processos artístico-pedagógicos; III – Supervisão com formação profissional qualificada; IV – Avaliação e autoavaliação das ações realizadas. Art. 8º – Os campos de estágio não obrigatório deverão oferecer condições previstas nos Incisos do artigo anterior. Seção I Da Coordenação de Estágio de Artes Visuais - Licenciatura Art. 9º - Compete à Coordenação de Estágio: I - Executar a política de estágios da UFPE de acordo com os objetivos do curso de Artes Visuais – Licenciatura. II - Em conjunto com os professores e supervisores, propor políticas, elaborar normas, supervisionar, orientar e analisar as atividades de estágio; III - Administrar vagas para os estágios; IV – Responsabilizar-se pelo envio à Pró-Reitoria de Graduação (PROGRAD) das propostas, quando necessário, de novas instituições para celebração de convênio, para abertura, manutenção ou alteração de estágios; V – Operacionalizar as ações previstas para o cumprimento tanto dos estágios obrigatórios quanto dos estágios não obrigatórios do curso de Artes Visuais – Licenciatura; VI - Analisar e conferir a documentação referente a convênios de campos de estágio e o cumprimento do estabelecido pelas normas vigentes; VII - Manter cadastro atualizado sobre os campos de estágio para atender a demanda e a oferta desses estágios; VIII - Manter sob supervisão a documentação pertencente às atividades da referida Coordenação; IX – Acompanhar os estágios curriculares não obrigatórios. 87 Seção II Do Professor Orientador de Estágio Art. 10 - Compete ao professor orientador de estágio: I - Orientar o estágio curricular obrigatório de maneira presencial, utilizando-se de ferramentas tecnológicas quando necessário; II – Acompanhar as atividades dos estágios; III - Aprovar os planos e programas, a serem desenvolvidos junto às entidades que servirão de campo de estágio; IV - Orientar o professor supervisor da instituição de ensino concedente sobre o sistema de avaliação e acompanhamento do estágio, bem como orientar e avaliar a desenvolvimento do plano de estágio e o desempenho do estagiário; V - Acompanhar, orientar e avaliar os trabalhos finais dos estudantes; VI - Visitar, quando necessário e conforme cronograma estabelecido entre as partes envolvidas, o local de estágio, ouvindo os/as professores/as supervisores/as que orientam as atividades e os estagiários no desenvolvimento dos seus planos de trabalho; VII - Encaminhar à Coordenação de Estágio os trabalhos finais e documentações pertinentes dos seus estagiários (termos de compromisso e plano de atividades), bem como sua avaliação, a dos professores supervisores/as e comprovação de frequência. Art. 11 – O Professor Orientador de Estágio Curricular será indicado pela Coordenação de Artes Visuais - Licenciatura. Cabe ao professor ministrante de cada componente curricular de Estágio assumir a função de orientador. CAPÍTULO IV DOS ESTÁGIOS Art. 12 - Os estágios curriculares atendem a duas modalidades: obrigatório e não- obrigatório. Art. 13 - A jornada de atividade em estágio curricular, obrigatório ou não obrigatório, será definida em comum acordo entre a instituição de ensino, a parte concedente e o/a aluno/a estagiário, devendo constar do termo de compromisso, sendo compatível com 88 as atividades acadêmicas, e não ultrapassar 6 (seis) horas diárias e 30 (trinta) horas semanais. Art. 14 - O estágio curricular obrigatório será realizado através de matrícula no SIGAA, pelo estudante, nos componentes Estágio Curricular em Ensino das Artes Visuais 1, Estágio Curricular em Ensino das Artes Visuais 2, Estágio Curricular em Ensino das Artes Visuais 3 e Estágio Curricular em Ensino das Artes Visuais 4. Parágrafo 1° - A matrícula deverá ser feita no início do semestre letivo, juntamente com o calendário dos demais componentes curriculares. Parágrafo 2° - A matrícula em cada um desses componentes curriculares só será permitida aos estudantes a partir do 5º período, observando os pré-requisitos exigidos por cada componente curricular de estágio. Parágrafo 3° - As atividades constantes no Plano de Atividades do estudante, anexo ao Termo de Compromisso, serão realizadas em instituições de ensino e nos campos não-formais de atuação, tais como museus, galerias de arte, espaços culturais, ONGs, Projetos Sociais, espaços de saúde, empresas, OSCs, movimentos sociais, etc, sob a supervisão de um profissional da mesma, e de um professor orientador de estágio lotado no curso de Artes Visuais – Licenciatura. Art. 15 - O estágio não obrigatório constitui-se em atividade de formação acadêmica, realizado a critério do discente, desde que atenda às seguintes condições: I - Estar matriculado/a, pelo menos, no terceiro período do curso de Artes Visuais – Licenciatura; II – Estar regularmente matriculado/a, cursando componentes curriculares; III - A realização do estágio não obrigatório não poderá provocar atrasos na conclusão do curso; IV - O Termo de Compromisso deverá apresentar o Plano de Atividades, em anexo, que guarde real correlação com o conteúdo formativo do curso. 89 Parágrafo 1° - O estágio curricular não obrigatório poderá ser considerado para dispensa parcial do estágio curricular obrigatório do estudante, desde que aprovado pelo professor orientador e coordenador de estágios, e cursados concomitantemente. Parágrafo 2° - As atividades constantes no Plano de Atividades do estudante, anexo ao Termo de Compromisso, serão realizadas, sob supervisão de um responsável pela área de atuação, em uma instituição, e sob a orientação de um professor de Estágio do curso de Artes Visuais – Licenciatura. Parágrafo 3° - O responsável pela aprovação do Plano de Atividades de Estágio, como também pela assinatura do Termo de Compromisso de estágio não obrigatório, será a Coordenação de Estágio do curso de Artes Visuais – Licenciatura. Parágrafo 4º - Será informado à entidade contratante o cancelamento do Termo de Compromisso do estágio não obrigatório dos estudantes que se enquadrem nos seguintes casos: I - Efetuarem trancamento de matrícula do semestre no SIGAA; II – Efetuarem matrícula-vínculo no SIGAA. CAPÍTULO V DAS AVALIAÇÕES Art. 16 - A avaliação do estágio curricular obrigatório é de responsabilidade do professor orientador de estágio, com a participação dos professores supervisores/as que orientam os estagiários nos locais de estágio, podendo ser considerados os seguintes aspectos: I - Participação do estudante nas atividades de estágio (interesse, seriedade, pontualidade e assiduidade); II – Habilidades e competências do estudante manifestadas durante o estágio (fundamentação teórico-prática consistente, capacidade para resolução de problemas, criatividade, entre outros); III – Relações do aluno com as pessoas e a unidade de estágio (respeito, confiança, solidariedade, trabalho participativo, entre outros); 90 IV - Outros aspectos que se julgarem necessários. CAPÍTULO VI DO/A ESTAGIÁRIO/A Art. 17 – O estagiário deverá desenvolver seu estágio obrigatório ou não obrigatório com senso crítico fundamentado na área correspondente ao projeto em que está atuando. Art. 18 - Compete ao estagiário: I - Obedecer a legislação de estágio vigente; II - Escolher seu campo de estágio, dentre aqueles que guardem real correlação com o conteúdo formativo do curso; III - Assinar o Termo de Compromisso, em conjunto com a Coordenação do Curso, a Coordenação de Estágio, o Professor Orientador e a entidade onde irá desenvolver o estágio; IV - Elaborar e cumprir o Plano de Atividades do Estágio, feito de acordo com modelo fornecido pela Coordenação Geral de Estágio da UFPE (em anexo); V - Aceitar e respeitar as normas do campo de estágio onde estiver atuando; VI - Comparecer ao local de estágio, pontualmente, nos dias e horas estipulados no Plano de Atividades do Estágio; VII - Cumprir as cláusulas constantes no Termo de Compromisso; VIII - Elaborar textualmente o trabalho final e apresentá-lo para as partes envolvidas; IX – Entregar ao/à professor/a orientador/a a lista de frequência e o documento de avaliação do/a supervisor/a, X- Manter atitude ética em todas as atividades desenvolvidas durante o estágio. CAPÍTULO VII DA INTEGRALIZAÇÃO DE CARGA HORÁRIA DE ESTÁGIO Critérios de aproveitamento de formação e experiências anteriores para efeito de integralização de carga horária do Estágio Curricular Supervisionado, em acordo com a Resolução nº 20/2015 do CEPE - alterada pelas Resoluções nº 09/2016, 09/2018, 02/2020. 91 Art. 19 – O estudante que solicitar aproveitamento de carga horária para os componentes do Estágio Curricular Supervisionado deverá apresentar documentação, em forma de declaração da instituição em que suas atividades foram ministradas ou comprovação de vínculo empregatício. A solicitação será avaliada pelo coordenador do estágio junto ao professor orientador. Art. 20 – O estudante poderá validar a título de redução de carga horária do campo, sua experiência como docente do ensino de Artes Visuais, a partir de seu ingresso no curso. Art. 21 – A totalização do aproveitamento do estudante será de até 180 horas, a serem avaliadas pelo professor de Estágio e coordenador do Estágio quanto à natureza da experiência exercida. A carga horária deverá ser distribuída em acordo com os perfis contidos nas ementas dos Estágios Curriculares. Art. 22 - Em caso de aproveitamento parcial da carga horária de estágio: I- Os estudantes que tiverem aproveitamento de 180h de campo não serão dispensados da carga horária de trabalho junto ao orientador do componente de Estágio, que lhe fornecerá a base conceitual para a elaboração do trabalho final, que constituirá sua avaliação; II- Os estudantes que tiverem aproveitamento de carga horária inferior a 180h de campo, além de não serem dispensados da carga horária de trabalho junto ao orientador, deverão integralizar a carga horária em campo, bem como cumprir as etapas de avaliação exigidas aos/às demais estudantes. Art. 23 - Caso o estudante esteja em exercício de docência simultaneamente à realização do componente de Estágio para o qual irá solicitar o aproveitamento de carga horária, ele deverá, além da apresentação da comprovação, frequentar o componente curricular e entregar relatório final, em acordo com os critérios estabelecidos pelo orientador. Art. 24 - Caso o estudante solicite aproveitamento de carga horária referente a experiências precedentes à realização do componente de Estágio, deverá produzir um memorial/relatório, em acordo com as solicitações do professor orientador. 92 Art. 25 - O aproveitamento da experiência docente do estudante para integralização de carga horária do Estágio Curricular Supervisionado deverá ser avaliado pelo professor orientador/a. CAPÍTULO VIII DAS DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS E FINAIS Art. 26 - Durante o período de estágio curricular obrigatório ou não obrigatório, o estagiário ficará coberto por apólice de seguro, contra risco de acidentes pessoais a ser paga pela instituição concedente, conforme cláusula do Termo de Compromisso. Nos casos de impossibilidade da instituição concedente de arcar com o seguro de estágio curricular obrigatório, a UFPE assume o ônus, ficando estipulado e justificado em termo de convênio. Art. 27 - Os casos omissos serão resolvidos pela Comissão de Estágio, submetidos à apreciação do Colegiado do Curso de Artes Visuais. Art. 28 - O presente Regulamento entrará em vigor na data de sua aprovação. 93 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE ARTES E COMUNICAÇÃO DEPARTAMENTO DE ARTES ARTES VISUAIS - LICENCIATURA MODELO DE AVALIAÇÃO DO ESTÁGIO PELO/A SUPERVISOR/A DE ESTÁGIO 1-IDENTIFICAÇÃO 1.1 Nome do/a estagiário/a: _______________________________________ Área do estágio: Artes Visuais Período: _______________________________________ Modalidade do estágio: ( ) com bolsa ( ) sem bolsa Atividades realizadas (pelo/a estagiário/a): ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________ 1.2 Nome do/a supervisor/a de estágio: _____________________________________ Área de atuação: _________________________________________________ 2- AVALIAÇÃO DA EXPERIÊNCIA DO/A ESTAGIÁRIO/A: Avalie o estagiário (a), de acordo com cada situação específica, marcando uma das alternativas (ótimo, bom, regular e insuficiente): 2.1- Integração do estagiário (a) ao ambiente e normas da instituição: Ótimo ( ) bom ( ) regular ( ) insuficiente ( ) 2.2- Assiduidade, interesse e bom relacionamento com os colegas: Ótimo ( ) bom ( ) regular ( ) insuficiente ( ) 2.3- Responsabilidade na realização das atividades de estágio: Ótimo ( ) bom ( ) regular ( ) insuficiente ( ) 2.4- Atitude profissional do estagiário (a): Ótimo ( ) bom ( ) regular ( ) insuficiente ( ) 2.5- Utilização de conhecimentos e habilidades em situações concretas e reais: Ótimo ( ) bom ( ) regular ( ) insuficiente ( ) 2.6- Desenvolvimento profissional e pessoal: Ótimo ( ) bom ( ) regular ( ) insuficiente ( ) 2.7- Responsabilidade social, justiça e ética profissional: Ótimo ( ) bom ( ) regular ( ) insuficiente ( ) 2.8- Superação de dificuldades encontradas com criatividade: Ótimo ( ) bom ( ) regular ( ) insuficiente ( ) 94 3- Outras considerações: ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ________________________________________ Recife, ___/___/___ _______________________________________ Supervisor/a de estágio 95 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE ARTES E COMUNICAÇÃO DEPARTAMENTO DE ARTES ARTES VISUAIS - LICENCIATURA CONTROLE DE FREQUÊNCIA ESTAGIÁRIOS/AS Curso:_____________________________________________________sem/ano:________ Estagiário/a:_______________________________________________________________ CPF: _____________________________________________________________________ Instituição concedente: _______________________________________________________ Área: _________________________________Período: ____/____/____ à ____/____/____ Atribuições: ________________________________________________________________ Dia (s): _________________________________Horário(s): __________________________ DATA ATIVIDADES CARGA SUPERVISOR DO HORÁRIA ESTÁGIO DIÁRIA 96 ANEXO 3 - REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE ARTES E COMUNICAÇÃO DEPARTAMENTO DE ARTES COORDENAÇÃO DO CURSO DE ARTES VISUAIS – LICENCIATURA REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE ARTES VISUAIS – LICENCIATURA Aprovado em 19/12/2023 pelo Colegiado do Curso de Artes Visuais - Licenciatura. CAPITULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES O presente regulamento institui as regras para a realização e reconhecimento das atividades complementares do curso de Artes Visuais – Licenciatura da Universidade Federal de Pernambuco, conforme a Resolução 12/2013 do Conselho Coordenador de Ensino, Pesquisa e Extensão da Universidade Federal de Pernambuco, que dispõe sobre procedimentos para creditação de atividades complementares nos Cursos de Graduação da UFPE. As diretrizes fixadas nesta Resolução orientam os colegiados e coordenações de cursos a encaminharem os processos de solicitação de creditação dessas atividades no currículo dos/as estudantes. CAPITULO II DAS FINALIDADES Art. 1º As atividades complementares são entendidas como ações realizadas pelos discentes dentro e fora da UFPE, no período de vínculo com o Curso de Artes Visuais 97 - Licenciatura. São atividades situadas no eixo ensino, pesquisa e extensão em Artes Visuais e áreas correlatas, que buscam complementar a formação ofertada pelo curso e que ampliam o horizonte de conhecimentos teóricos e práticos dos discentes. Art. 2º As atividades complementares visam estimular a prática de estudos independentes, transversais, opcionais, interdisciplinares e de atualização profissional estabelecidas ao longo do Curso, integrando-as às diversas peculiaridades regionais e culturais. CAPÍTULO III DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 3º Para o Curso de Artes Visuais - Licenciatura, as atividades complementares a serem realizadas pelo/a estudante devem totalizar 200 horas. Art. 4º A relação de atividades complementares com suas respectivas cargas horárias máximas válidas para creditação está disponível em tabela própria no Capítulo IV deste este Regulamento. Parágrafo único. Tendo em vista a possibilidade de surgimento de novas atividades não previstas neste Regulamento, a tabela de atividades complementares poderá ser ampliada, desde que haja aprovação do Colegiado do Curso. Art. 5º Os procedimentos a serem adotados para creditação das Atividades Complementares seguirão as seguintes etapas: (1) os/as professores/as deverão cadastrar o projeto de pesquisa, extensão ou monitoria na instância competente (Pró- Reitoria de Pesquisa, Pró-Reitoria de Extensão ou Pró-Reitoria para Assuntos Acadêmicos); (2) os/as estudantes deverão participar das atividades previstas no projeto, com acompanhamento sistemático dos/as professores/as; (3) os/as estudantes deverão, ao término de sua participação e até o último semestre letivo do curso, encaminhar a requisição de creditação, por meio do sistema de gestão acadêmica vigente, na categoria correspondente; (4) A Coordenação do Curso analisará a requisição e validará o registro da creditação da atividade complementar. § 1° As Atividades Complementares devem ser comprovadas através de documento contendo a respectiva carga horária, data de realização, instituição e/ou agente responsável. § 2° O requerente responderá por documentos que não correspondam à realidade, inclusive criminalmente. 98 § 3° Nos casos em que a atividade puder ser creditada de diferentes maneiras, o/a estudante deverá escolher a categoria de atividade a ser creditada, somente podendo registrá-la uma única vez. Art. 6º Será exigida carga horária mínima de 15 horas para que a atividade complementar seja creditada no histórico do/a estudante. Parágrafo único. No caso de uma atividade não alcançar a carga horária mínima para creditação, poderá ser somada a outra(s) de mesma natureza ou correlata(s). Art. 7º A creditação da atividade complementar não deverá ultrapassar carga horária máxima estabelecida para cada categoria neste Regulamento. Parágrafo único. No caso de apresentação de certificado ou declaração com carga horária superior, será aproveitada a quantia equivalente à carga horária máxima definida para a categoria da atividade. Art. 8º As Atividades Complementares deverão ser realizadas durante o período de vínculo do/a estudante com o curso. Art. 9º As atividades de Pesquisa, Extensão e Monitoria são aquelas institucionais da UFPE aprovadas pela CCEPE – Conselho Coordenador de Ensino, Pesquisa e Extensão pela Resolução 12/2013. Art. 10º As atividades de natureza semelhante (Pesquisa, Ensino ou Extensão) em outras instituições poderão ser computadas, para que o/a estudante tenha experiência diversificada em sua formação, desde que devidamente comprovadas por documento emitido pelo órgão ou entidade responsável. CAPÍTULO IV DAS DISPOSIÇÕES FINAIS Art. 11º Ficam excluídas as atividades de prestação de serviços que envolvam remuneração e outros. Art. 12º Casos omissos ou que não estejam previstos neste Regulamento deverão ser avaliados pelo Colegiado do Curso. Art. 13º Este Regulamento entra em vigor a partir da data de sua publicação. 99 RELAÇÃO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES E CARGA HORÁRIA MÁXIMA Carga Horária Documentação comprobatória Atividade Complementar Máxima Certificado da instituição ou Participação em projeto de declaração do docente coordenador pesquisa (bolsista ou voluntário) 120 h do projeto, com período e carga horária explicitada. Certificado da instituição ou Iniciação científica PIBIC/PIBITI declaração do docente orientador do 120 h (bolsista ou voluntário) projeto, com período e carga horária explicitada. Apresentação de trabalhos em Certificado ou declaração da cursos, congressos, encontros, Comissão Organizadora, com período 100 h seminários e assemelhados e carga horária explicitada. Participação em comissão organizadora ou monitoria de Certificado ou declaração da eventos acadêmicos ou Comissão Organizadora, científicos, promovidos por IES ou 100 h com período e carga horária entidades científicas ou explicitada. profissionais Participação como ouvinte em Certificado ou declaração da cursos, congressos, encontros, Comissão Organizadora, 100 h com período e carga horária seminários e assemelhados explicitada. Publicações em periódicos, capítulos de livro, anais de Páginas da publicação contendo ISBN congresso ou outras publicações ou registro similar e Sumário com 120 h científicas e acadêmicas (15h por autoria, data e editora explicitadas. publicação) Monitoria em componente Declaração da PROGRAD, com curricular de graduação (bolsista 120 h semestre, ano e carga ou voluntário) horária explicitada. Declaração da empresa, órgão ou Estágio não obrigatório 180 h instituição com período e carga horaria explicitada. Certificado da instituição ou Iniciação à docência PIBID, PET declaração do docente orientador do 120 h ou similar (bolsista ou voluntário) projeto, com período e carga horária explicitada. Declaração do docente ou técnico coordenador do laboratório e das Voluntário colaborador em atividades exercidas, com período e 120 h laboratório do curso carga horária explicitada. No caso de bolsista da IES anexar documentação comprobatória. 100 Certificado da instituição ou Projeto de extensão PIBEXC, declaração do docente coordenador BICC, BIA, fluxo contínuo ou 120 h do projeto, com período e carga similar (bolsista ou voluntário) horária explicitada. Participação em curso de Certificado da instituição ou extensão na UFPE ou outra 120 h declaração do docente coordenador instituição do projeto, com período e carga horária explicitada. Certificado da instituição ou Participação em evento de declaração da Comissão 100 h extensão Organizadora,com período e carga horária explicitada. Participação em cursos profissionalizantes ou de Certificado ou declaração da atualização em Artes Visuais ou 120 h empresa, órgão ou instituição, com áreas correlatas, presencial ou à período e carga horária explicitada. distância. Mediação Educativa na Galeria Capibaribe, Instituto de Arte Declaração do servidor responsável Contemporânea ou outros 120 h pela gestão do espaço, com período e espaços expositivos da UFPE carga horária explicitada. (bolsista ou voluntário) Certificado ou Declaração da Cursos de línguas estrangeiras 120 h empresa, órgão ou instituição, com período e carga horária explicitada. Declaração do coordenador do Ministrar aulas ou cursos 120 h projeto, com período e carga horária vinculados a projetos explicitada. Comprovação, por meio da cópia das Atividades de representação atas de reuniões, de no mínimo 75% discente junto aos órgãos da de participação efetiva durante o 100 h UFPE e outros (DCE, D.A., período de realização, ou certidão comissões) expedida pelo órgão responsável. Participação em exposições Certificado ou declaração da coletivas ou individuais, feiras, Comissão Organizadora ou instituição 100 h realizadora, com período e carga mostras, com autoria artística horária explicitada. Certificado ou declaração da Comissão Organização, produção ou 100 h Organizadora ou instituição realizadora, curadoria de exposição artística com período e carga horária explicitada. Recebimento de premiação ou menção honrosa em concurso da Certificado ou declaração da Comissão 120 h organizadora, área (apenas os 3 primeiros Lugares - 30h por premiação). com período da premiação explicitado. 101 Certificado ou declaração da Comissão Realização de palestras como Organizadora, insttuição realizadora ou apresentador na área e áreas 60h do docente responsável, com período e afins. carga horária explicitada. Participação em empresa júnior Declaração da empresa ou docente ou empresas participantes de 120 h responsável. processo de incubação Outras atividades não remuneradas pertinentes à área Certificado ou declaração com período de Artes Visuais, na UFPE ou em 100 h e carga horária da atividade outras instituições (avaliação pelo Colegiado do Curso) 102 ANEXO 4 - REGULAMENTO PARA TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE ARTES E COMUNICAÇÃO DEPARTAMENTO DE ARTES COORDENAÇÃO DO CURSO DE ARTES VISUAIS - LICENCIATURA REGULAMENTO DOS TRABALHOS DE CONCLUSAO DE CURSO Aprovado em 27/03/2024 pelo Colegiado do Curso de Artes Visuais. CAPITULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º - O presente regulamento dispõe sobre o processo de elaboração, apresentação e avaliação dos Trabalhos de Conclusão do Curso de graduação de Artes Visuais – Licenciatura – incluindo a escolha do tema e a orientação docente. Art. 2º - O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) consiste em uma pesquisa individual, teórica, teórico-prática ou artístico-educativa ou o desenvolvimento de um projeto de extensão, ou de intervenção pedagógica orientado por docente do curso de Artes Visuais, docente substituto ou técnico-administrativo educacional com titulação mínima de Mestrado na área das Artes Visuais ou afins e com vínculo institucional com a UFPE. Há a possibilidade de co-orientação de docentes de áreas afins mediante aprovação do Colegiado. O TCC será apresentado sob as formas de monografia, portfólio artístico/reflexivo, artigo, caderno de artista, performance com texto reflexivo/crítico, intervenção artística com texto reflexivo/crítico, exposição com texto reflexivo/crítico, ensaio visual, material didático, projeto expográfico, curadoria educativa, projeto cultural ou produção audiovisual, abrangendo temáticas que devem estar em consonância com os componentes curriculares e/ou dos grupos de pesquisa do Curso de Artes Visuais. Tais temáticas de investigação deverão estar relacionadas ao campo do ensino, da formação para a docência, da prática pedagógica, dos 103 processos metodológicos, da prática docente, da aprendizagem, da avaliação, das políticas educacionais para a arte, dos espaços de atuação profissional, da trajetória artística pessoal docente e discente, dos processos educativos expográficos, da reflexão e prática educativa curatorial, das reflexões artísticas e suas implicações na educação em Artes Visuais. Art. 3º - O TCC deve propiciar aos/às estudantes o aprofundamento do conhecimento em Artes Visuais, o estímulo à produção científica, pedagógica, artística e extensionista; a consulta de bibliografia especializada; o aprimoramento da capacidade de elaboração, organização, interpretação, crítica, síntese e aplicação de conhecimentos adquiridos ao longo do Curso no processo de formação para a docência. Art. 4º - O TCC será elaborado em dois momentos: I – No componente Iniciação ao Trabalho de Conclusão de Curso o/a estudante dará início à realização de sua Pesquisa. II – No componente Curricular Trabalho de Conclusão de Curso o/a estudante concluirá e apresentará como produto final de sua investigação o disposto no Art. 2 deste Regulamento. Considera-se que todos os trabalhos de ordem visual também devem apresentar reflexão escrita. Parágrafo único - É recomendável que o/a estudante curse o componente curricular Pesquisa em Artes Visuais antes da Iniciação ao TCC, visto que, o/a estudante conhecerá múltiplas possibilidades de pesquisa no campo das Artes Visuais e seu ensino, aprenderá a estrutura e elaborará seu Projeto de Pesquisa ou Extensão. CAPITULO II DAS COMPETÊNCIAS Seção I Do/a Coordenador/a de TCC Art. 5º - O/a Coordenador/a de TCC é o/a docente ministrante do componente curricular Trabalho de Conclusão de Curso e tem como atribuições: I - informar os/as estudantes sobre o quadro de professores/as permanentes e substitutos, técnicos- administrativos e suas respectivas áreas de atuação e/ou os grupos de pesquisa; II - informar os/as professores/as, técnicos-administrativos e os/as estudantes sobre o cronograma das atividades do componente curricular Trabalho de Conclusão de Curso; 104 III - identificar a demanda de orientações, respeitando o número máximo anual de cinco orientandos/as por professor/a permanente, substituto e ou técnico-administrativo; IV - registrar a relação de estudantes com seus/as respectivos/as orientadores/as; V - convocar e dirigir reuniões com os/as orientadores/as, quando necessário, visando a melhoria dos processos ligados à dinâmica do TCC; VI - receber, no prazo mínimo de 20 (vinte) dias úteis antes da apresentação, a documentação referente à formação da comissão examinadora (Anexo A); VII – organizar a Semana de Defesas e o cronograma de apresentações; VIII - solicitar à secretaria do curso providência dos certificados de participação dos membros das comissões examinadoras e formulário de avaliação do TCC (Anexo A e B); IX - lançar as notas de avaliação do TCC, após as Defesas no sistema digital acadêmico da UFPE; X - orientar os/as estudantes no depósito do TCC no Repositório Digital da UFPE, ATTENA. Seção II Do/a Orientador/a de TCC Art. 6º - O/a orientador/a de TCC é o/a docente integrante do quadro efetivo de pessoal do Curso de Artes Visuais – Licenciatura –, docente substituto ou técnico-administrativo que deve possuir os seguintes requisitos: I – ter a titulação mínima de Mestre em Artes Visuais ou áreas afins, mesmo que esteja em estágio probatório; II – estar em exercicio docente ou técnico-administrativo na UFPE e ter disponibilidade e/ou experiência no tema/assunto escolhido pelo/a estudante; Art. 7º - Compete ao/à Orientador/a de TCC: I – aceitar até 5 (cinco) estudantes por ano para orientação; II - estabelecer cronograma de atendimento aos/às orientandos/as; III – acompanhar e orientar o desenvolvimento do anteprojeto de TCC do/a orientando/a, no componente curricular Iniciação ao Trabalho de Conclusão de Curso e sua finalização no componente curricular Trabalho de Conclusão de Curso; 105 IV – estabelecer cronograma e prazos de cumprimento das etapas do TCC de seus orientandos/as; V - orientar o/a estudante no aprimoramento do objeto de estudo pesquisado, do referencial teórico e metodológico, bem como ampliar o conhecimento sobre as fontes de consulta e a bibliografia ; VI - solicitar transferência do/a estudante para outro/a orientador/a quando houver impedimento de qualquer natureza e/ou discordância de procedimentos de atividades e ideias; VII - participar de reuniões convocadas pela Coordenação do TCC, quando necessário, para análise e avaliação dos/as estudantes; VIII - sugerir à Coordenação do TCC instruções, visando o aprimoramento do processo de elaboração, apresentação e avaliação dos trabalhos dos/as estudantes; IX – definir e convidar os membros da Comissão Examinadora do TCC de seus orientandos, bem como fornecer as informações da Comissão à Secretaria do curso para emissão de documentos para a Defesa, com no mínimo 20 (vinte) dias úteis de antecedência de cada apresentação (Anexo A) ; X - enviar ao Coordenador de TCC o resultado final após a apresentação para lançamento de notas no sistema acadêmico e os documentos assinados pelos membros da Comissão para a Secretaria do curso (Anexo B); XI - acompanhar os/as orientandos/as até o depósito do TCC no Repositório Digital da UFPE, ATTENA. Parágrafo único - Caso o/a orientador/a não aprove a versão final do TCC, o/a estudante terá o prazo máximo de 15 (quinze) dias para modificações e reapresentação ao orientador/a, atendendo o cronograma. Seção III Dos/as Orientandos/as de TCC Art. 8º - O/a Orientando/a de TCC é o/a discente vinculado/a ao Curso de Graduação em Artes Visuais - Licenciatura – e deve ter cumprido os requisitos mínimos estabelecidos no Projeto Pedagógico de seu Curso. Art. 9º - Compete ao/a Orientando/a: I - assistir às reuniões convocadas pela Coordenação do TCC e/ou pelo/a orientador/a; II - manter contatos com o/a orientador/a para discussão do trabalho em andamento; 106 III - cumprir o cronograma e o calendário divulgado pela Coordenação do TCC para entrega e desenvolvimento das atividades de pesquisa; IV - elaborar a versão final do trabalho, obedecendo às normas da ABNT no que se refere as referências; V - comparecer em dia, hora e local determinados pela Coordenação para apresentação da versão final de seu TCC, perante comissão examinadora. VI - gerar a ficha eletrônica de identificação da obra, por meio de ferramenta disponível na página eletrônica do SIB, e ser inserida no trabalho conforme instruções do documento orientador disponível na mesma página; VII - realizar ao depósito da versão final do TCC, com a ficha eletrônica de identificação, no Repositório Digital da UFPE, ATTENA. Parágrafo único - O/a discente escolherá a forma de acesso (livre ou restrito) ao seu TCC no momento da submissão ao Repositório Digital da UFPE, ATTENA. É recomendável a escolha pelo acesso livre para que a produção científica da UFPE seja amplamente divulgada, para a contribuição com a democratização do conhecimento e pelo fato de o estudo ter sido realizado com recursos públicos. CAPITULO III DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Art. 10 - A elaboração e defesa do TCC fica condicionada aos seguintes requisitos: I – à matrícula no componente curricular disponível no SIGAA nos períodos determinados pela PROGRAD para matrícula ou modificação de matrícula; II – à escolha e aceite do orientador/a para o acompanhamento do TCC e comunicação à Coordenação do TCC na primeira reunião. Art. 11 - Os elementos que o TCC deve apresentar, em relação à forma e conteúdo, são: Para monografia: I – Título, resumo e três a cinco palavras-chave em língua portuguesa e uma língua estrangeira; II – Justificativa pessoal, acadêmica e social com apresentação do tema, questão da pesquisa ou extensão, objetivos, metodologia fundamentada e procedimentos metodológicos (coleta/produção/análise de dados); 107 III – Partes/Capítulos com revisão bibliográfica, vinculada ao tema de investigação e articulada à exposição reflexiva/crítica/analítica dos dados coletados/produzidos; IV – Considerações finais com reflexões sintéticas dos resultados alcançados com a pesquisa ou extensão. Para artigo: I – artigo produzido como resultado de pesquisa ou de extensão; II - submissão do artigo a uma revista de reconhecimento nacional e inserida no campo das Artes Visuais e áreas correlatas; III – submissão do artigo para participação e comunicação em evento científico no campo das Artes Visuais e áreas correlatas; IV - a formatação do artigo deve seguir as exigências de submissão da revista selecionada e/ou do evento pretendido; V - o artigo não poderá ser submetido a mais de uma revista e/ou ser submetido concomitantemente a um evento científico; Para portfólio, caderno de artista, performance, exposição e/ou ensaio visual, material didático, projeto expográfico, projeto cultural, curadoria educativa e produção audiovisual: I - o Curso de Artes Visuais – Licenciatura – que possui como fundamento epistemológico o fenômeno da arte e da criação artística engloba formatos e formas diversas de produção de conhecimento. Sendo assim, os trabalhos finais podem seguir o formato tradicional da pesquisa científica ou extensionista (monografia, artigos ou relatórios) ou apresentar outros formatos narrativo-reflexivos que envolvem o processo criativo na formação para a docência (portfólio, caderno de artista, exposição e/ou ensaio visual, material didático, projeto cultural, curadoria educativa e produção audiovisual, projeto expográfico); II - a apresentação da produção artística deve ser acompanhada de uma reflexão escrita fundamentada e deve ser acordada com o/ orientador/a e comunicada, com a devida antecedência, ao/a coordenador/a do TCC; III – portfólio, caderno de artista, performance, exposição e/ou ensaio visual, material didático, projeto expográfico, material didático, projeto cultural, curadoria educativa e produção audiovisual devem ser apresentados em formato digital, estando acompanhados de uma reflexão escrita que detalhe e comunique as ações propostas com fundamentação teórica; 108 IV – o registro imagético das obras e/ou propostas artísticas, acompanhadas do registro escrito, devem ser disponibilizados em mídias digitais para ampla comunicação e acesso da comunidade em geral, quando do depósito no Repositório Digital da UFPE, ATTENA, após sua apresentação e aprovação. Art. 12 – Todos os TCCs serão disponibilizados no Repositório Digital da UFPE, ATTENA, após aprovação da comissão examinadora. Art. 13 - O TCC deve ser entregue em formato digital ao/a Orientador/a do TCC ou no formato impresso conforme necessidade visual do/a docente, inclusive aqueles em formato de portfólio, caderno de artista, performance, exposição e/ou ensaio visual, material didático, projeto expográfico, material didático, projeto cultural, curadoria educativa e produção audiovisual. Para as propostas artísticas, a comissão examinadora deverá receber também o registro imagético do processo de produção da obra. Art. 14 – Todas as defesas de TCC serão abertas ao público em geral. CAPÍTULO IV DA COMISSÃO EXAMINADORA Art. 15 - A Comissão Examinadora é uma comissão de avaliação do TCC composta por 3 (três) membros habilitados para o exame. Sendo obrigatória a participação do/a orientador/a e de, pelo menos, um/a docente do Curso de Artes Visuais. Art. 16 - A indicação da Comissão Examinadora deve ser feita pelo/a orientador/a junto ao discente e formalizada por meio do Formulário de Formação da Defesa do TCC (Anexo A). Art. 17 - A presidência da Comissão Examinadora é de responsabilidade do/a orientador/a, com atribuições de controle e condução da apresentação do/a orientando/a e dos membros. Art. 18 - Os membros da Comissão Examinadora, a contar da data de sua designação e recebimento de um exemplar do TCC, terão o prazo mínimo de 20 (vinte) dias para procederem a leitura e a análise do trabalho que irão avaliar. Parágrafo Único – A responsabilidade do cumprimento do prazo fixado para leitura e análise do trabalho é do/a professor/a orientador/a e seu/sua orientando/a, que deve entregar o exemplar, em tempo hábil, para os membros da Comissão Examinadora. 109 CAPÍTULO V DA APRESENTAÇÃO Art. 19 - A apresentação do TCC em qualquer dos formatos dispostos no Art. 11 deste Regulamento, será de 15 (quinze) minutos perante a Comissão Examinadora e demais presentes, na modalidade oral. Parágrafo Único – O/a estudante poderá apresentar o TCC utilizando recursos multimídia disponíveis no Curso de Artes Visuais – Licenciatura – e tais reservas devem ser solicitadas antecipadamente à Coordenação do TCC. Art. 20 - Após a apresentação do TCC, cada membro da Comissão terá até 10 (dez) minutos para expor suas considerações sobre o trabalho e fazer arguições para o/a orientando/a que, por sua vez, terá o mesmo tempo para respondê-las. Art. 21 - A apresentação do TCC em outros formatos – portfólio, caderno de artista, performance, exposição e/ou ensaio visual, material didático, projeto expográfico, material didático, projeto cultural, curadoria educativa e produção audiovisual – acontecerá conforme necessidade comunicativa da obra, totalizando 90 minutos de interação e/ou discussão com os membros da Comissão. Art. 22 - Após a apresentação, seguida de perguntas, comentários e indicações de reformulação, quando necessário, o/a orientador/a solicitará aos presentes que se retirem da sala, permanecendo no recinto somente os membros da Comissão, que atribuirão as notas e média do/a estudante (Anexo B). Após a definição da média, será proferido oralmente o conceito e a nota será apresentada por escrito. Parágrafo Único – Os conceitos que serão apresentados oralmente pelos membros da Comissão Examinadora são: I – Aprovado; II – Aprovado com restrições; III – Reprovado. CAPÍTULO VI DA AVALIAÇÃO Art. 23 - A avaliação do TCC será efetuada pelos membros da Comissão Examinadora, que atribuirão individualmente, notas de 0 (zero) a 10 (dez), com registro no Formulário de Avaliação por Examinador/a (Anexo B). 110 Art. 24 - A média final do/a estudante resultará da média aritmética simples da soma das notas atribuídas pelos membros da Comissão. Parágrafo Único: Será considerado aprovado o TCC que obtiver média igual ou maior a 7,0 (sete). Art. 25 - O TCC que for aprovado com restrições pela Comissão Examinadora deve ser reformulado e entregue no prazo máximo de 15 (quinze) dias corridos, a contar da data de apresentação. Art. 26 - A entrega da versão final do TCC, após a defesa e aprovação, deve ser realizada pelo/a orientando/a em mídia digital e depositada por ele/a no Repositório Digital da UFPE, ATTENA, no prazo máximo de 15 (quinze) dias. Art. 27 – Em caso de reprovação, caberá recurso circunstanciado, no prazo de 03 (três) dias úteis, ao colegiado do Curso de Artes Visuais – Licenciatura – que deverá se pronunciar sobre a solicitação no prazo máximo de 05 (cinco) dias úteis. Parágrafo Único – O/a estudante que não entregar o TCC ou não apresentá-lo, sem motivo justificado, a critério da Coordenação e do Colegiado do Curso, será automaticamente reprovado. CAPITULO VII DAS DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS E FINAIS Art. 28 - Os casos omissos e as interpretações deste regulamento devem ser resolvidos pelo Colegiado do Curso de Artes Visuais – Licenciatura. Art. 29 - Quaisquer acréscimos, modificações e mudanças significativas deste instrumento regulador da dinâmica ligada ao TCC devem ser aprovados pelo Colegiado do Curso. Artigo 30 - Este regulamento entra em vigor no primeiro semestre de 2024. Recife, 2024. 111 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO ANEXO A - Formação da Comissão Examinadora 1. IDENTIFICAÇÃO 1.1 Estudante ____________________________________________________________________ Título do Trabalho de Conclusão de Curso: ________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________ 1.2 Orientador(a): 2. MEMBROS DA COMISSÃO EXAMINADORA Data: ____ / ____ / ________ Orientador(a) do TCC _______________________________________________________ Membro Interno do curso de Artes Visuais ________________________________________________________________________ Membro Externo do curso de Artes Visuais (instituição) ________________________________________________________________________ 112 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO ANEXO B - Formulário de Avaliação do TCC Título do TCC _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ Estudante:_______________________________________________________________________________ Examinadores/as:_________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO Avaliação do Trabalho Escrito NOTA 1 O trabalho contempla todas as suas etapas e objetivos especificados. 2 A redação atende aos critérios de uma produção acadêmica em Artes Visuais. A análise apresentada e a fundamentação teórica decorreu de forma articulada, objetiva e 3 coerente. O trabalho atende ao padrão estipulado pela Associação Brasileira de Normas Técnicas no que 4 se refere às referências. NOTA DO TRABALHO ESCRITO Avaliação do Trabalho Artístico NOTA O trabalho apresenta um processo criador e/ou singular em Artes Visuais. Os objetivos do trabalho artístico foram apresentados de maneira clara. Ou seja, as escolhas artísticas estão em consonância com a proposta. A proposta artística e a escrita são pertinentes e estão em consonância. NOTA DO TRABALHO ARTÍSTICO Avaliação da Apresentação Oral do Trabalho NOTA 1 Na abordagem do tema foram demonstrados segurança e domínio do assunto. As ideias foram expostas de forma reflexiva/crítica e em consonância com o referencial 2 teórico-metodológico adotado. 3 As respostas foram emitidas de forma coerente. NOTA DA APRESENTAÇÃO Avaliação final TRABALHO ESCRITO TRABALHO ARTÍSTICO (quando for o caso) APRESENTAÇÃO MÉDIA FINAL Conceito: I – Aprovado ( ) II – Aprovado com restrições ( ) III – Reprovado ( ) Recife (PE), ________/________________/_________. Assinatura das/os Examinadoras/es: _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ 113 ANEXO 5 - APROVAÇÃO DO PPC PELO COLEGIADO DO CURSO DE ARTES VISUAIS E PELO PLENO DO DEPARTAMENTO DE ARTES 114 115 116 ANEXO 6 - PORTARIA DE DESIGNAÇÃO DOS MEMBROS DO COLEGIADO DO CURSO 117 118 119 ANEXO 7 – PORTARIA DE DESIGNAÇÃO DOS MEMBROS DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE 120 121 122 ANEXO 8 - TABELA DE EQUIVALÊNCIA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO - PROGRAD QUADRO DE EQUIVALÊNCIA DE COMPONENTE CURRICULAR COMPONENTE CURRICULAR COMPONENTE PERFIL: 00220 EQUIVALENTE (ARTES VISUAIS – BACHARELADO) CÓDIGO NOME CH CÓDIGO NOME CH Iniciação ao Trabalho de Trabalho de Conclusão de AR715 30 AR694 Conclusão de Curso de 30 Curso 1 Licenciatura em Artes Visuais Trabalho de Conclusão de Trabalho de Conclusão de AR716 60 AR643 Curso de Licenciatura em 60 Curso 2 Artes Visuais  A tabela acima refere-se à inclusão de novas equivalências. As demais constam no SIGAA, conforme relatório a seguir. 123 125 126 ANEXO 9 – PROGRAMAS DOS COMPONENTES CURRICULARES 127 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática AR289 Animação Cultural 45 0 3 45 Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Abordagem interdisciplinar da Educação Artística, tendo em vista a movimentação cultural das comunidades. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO METODOLOGIA DA PARTICIPAÇÃO 1.1 Formas, Tipos, expectativas de participação enquanto processo básico de comunicação e socialização; 1.2 Da leitura do mundo à “palavração”: pela necessidade de trabalhar, de modo individual e grupal, com textos; 1.3 Extensão ou Comunicação? discussão de conceitos e modos de operacionalização: aproximações ao pensamento de Paulo Freire. 2. EDUCAÇÃO ARTÍSTICA E ANIMAÇÃO CULTURAL 2.1 O arte-educador e a consciência da multidisciplinaridade: os equívocos da formação “polivalente”: iniciação ao debate desenvolvido por Ana Mae Barbosa; 2.2 Compreensão da pesquisa participante e da “pesquisação” - técnicas de trabalho em grupo, entrevistas, seminários e intervenções nas comunidades. 3. AÇÃO E ANIMAÇÃO CULTURAL 3.1 A educação como cultura: limites, conflitos e convergências; 3.2 Problematização dos conceitos de comunidade, sociedade e sociedade civil; 3.3 Perspectiva da Ação Cultural para a Liberdade, segundo o educador Paulo Freire. 3.4 O Estado, o poder e as expressões culturais; as políticas culturais do Governo; o papel da Cultura nas Constituições. 4. ANÁLISE DE MOVIMENTOS LOCAIS -15 horas 4.1 Da Sociedade de Arte Moderna ao MCP, Movimento de Cultura Popular: roteiro histórico e perspectivas contemporâneas; 128 4.2 O Complexo Cultural Recifense-Pernambucano: da década de 50 aos dias atuais; 4.3 Crítica da Cultura e Projetos de Animação Cultural: estudo de casos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BARBOSA, A. M.; COUTINHO, R. G. (Orgs.). Arte/Educação com Mediação Cultural e Social. São Paulo: UNESP, 2009. FREIRE, Paulo. Ação Cultural para a liberdade e outros escritos. 12. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2007. MELO, V. A. A animação cultural: Conceitos e propostas. Campinas, SP: Papirus, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR AZEVEDO, C. A. S. Sobre a Definição de Animação Sociocultural. In: Práticas de Animação, APDASC – Associação para o Desenvolvimento da Animação Sociocultural, Ano 2, n.º 1, outubro de 2008 (http: revistapraticasdeanimacao.google.pages.com). HOLANDA, H. B. A contribuição dos Estudos Culturais para pensar a Animação Cultural. Licere, Belo Horizonte, v. 7, n. 1, p. 101-112, 2004. HOLLANDA, H. B.; GONÇALVES, M. A. Cultura e participação nos anos 60. Brasiliense, 1982. MATOS, L. da S.; MEDEIROS, L. G.; LIMA, V. N. de; ALMEIDA, V. de A. Brinquedos de saúde: educação popular e animação cultural com a população em situação de rua de Belém-PA. Revista Brasileira de Estudos do Lazer, [S. l.], v. 5, n. 1, p. p.42–56, 2018. MELO, V. A. Educação estética e animação cultural. Licere, Belo Horizonte, v. 5, n. 1, p. 101-112, 2002. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Departamento de Artes Artes Visuais _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 129 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática AR626 Argila 30 30 3 60 1º Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Experimentação, conceituação e criação da forma tendo a argila como suporte. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO - Preparação da argila - Instrumentos e materiais profissionais e alternativos na modelagem em argila - Técnicas de modelagem em argila - Criação artística em argila - Cerâmica popular BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHAVARRÍA, Joaquim. A cerâmica. Lisboa: Editorial Estampa, c2004. CURTIS, Maria do Carmo Gonçalves; RIGO, Isadora Fantini. Oficina: técnicas de construção cerâmica. 2022. Porto Alegre: Departamento de Design e Expressão Gráfica, Faculdade de Arquitetura, UFRGS, 2022. Recurso eletrônico disponível em: https://lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/247721/001148556.pdf?sequence=1. FERREIRA, Josué Euzébio; SILVA FILHO, Paulo Roberto de Freitas. Do barro à expressão artística: representações conceituais do trabalho artesanal no Alto do Moura, Caruaru, PE. Caruaru, PE: Edições FAFICA, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BARDI, P. M. Arte da cerâmica no Brasil. [São Paulo]: Banco Sudameris, c1980. CHAGAS, A. P., MANZI, P. Argilas: as essências da terra. São Paulo: Moderna, 1996. CONSTRUÇÃO coletiva: A cerâmica na escola. São Paulo: Instituto Arte na Escola, 2006. 1(DVD): (DVDteca Arte na Escola - Material educativo para professor propositor; 45) MARES, Olavo. Museu do Barro de Caruaru. Recife: AIP / TELPE, 1999. 130 SCHULTZE, Ana Maria. Som do barro: Nado de Olinda. Ana Maria Schultze; coord. de Mirian Celeste Martins, Gisa Picosque. São Paulo: Instituto Arte na Escola, 2006 1DVD; (DVDteca Arte na Escola - material educativo para professor-propositor; v.69). North: Lighit. Books – F&W Publications. 1989. PENIDO, Eliana/COSTA DE SOUZA, Sílvia – (Oficinas: Cerâmicas). Rio de Janeiro. Editora SENAC.2003. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Departamento de Artes Artes Visuais _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 131 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática AR706 Argila 2 30 30 3 60 Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA A disciplina envolve e concentra exercícios de prática intensa com a matéria prima “argila” nos processos técnicos de queima e formas, analisando as tendências teóricas e metodológicas contemporâneas. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO - A matéria prima dos processos da cerâmica - As fases de consistência das argilas/Experimentos das técnicas usuais - Origens das práticas de cerâmica vivenciadas no ateliê da UFPE, e oficinas de produção dos artistas ceramistas populares e contemporâneos - Processos de produção da cerâmica popular e contemporânea com processos de vitrificação - Procedimentos analíticos - Processos de tiragem de formas e fundições - A tecnologia da cerâmica como caracterizador cultural - Pesquisas de campo experimentais vivenciadas nos ateliês de produção artística BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHAVARRÍA, Joaquim. A cerâmica. Lisboa: Editorial Estampa, c2004. SÁ, Marcio Gomes de. Além do barro: heranças de Vitalino no Alto do Moura do século XXI. Recife, PE: CEPE, 2023. SATO, Sandra Minae. A cerâmica artística: interfaces na contemporaneidade. 2016. Tese de Doutorado. Universidade de São Paulo. Recurso eletrônico disponível em: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/27/27159/tde-22092016-151132/en.php. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALMEIDA, Ana Lúcia de Albuquerque; FARIAS, Edésio Rangel de; NEVES, Fábio de Almeida (Coord.). Estudo e pesquisa no setor cerâmica artesanal do nordeste brasileiro: estado de Pernambuco. Recife: ITEP, SUDENE, 1990. LLORENS ARTIGAS, Josep. Formulario y practicas de ceramica. Barcelona: Omega, 1992. 132 LORÊTO, Myrna Suely Silva. Os trabalhadores artesãos em barro e as políticas públicas de artesanato no Alto do Moura em Caruaru (PE). Curitiba: Appris, 2021. MESQUITA, Ivo (Org.). Sara Carone: cerâmicas e desenhos. São Paulo: Pinacoteca do Estado de São Paulo, 2010. SHOKO Suzuki: cerâmica e tradição. São Paulo: Instituto Arte na Escola, 2005. 1(DVD): (DVDteca Arte na escola - Material educativo para professor propositor; 22) DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Departamento de Artes Artes Visuais _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 133 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática AR632 ARTE AMBIENTAL 1 30 30 3 60 Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Estudo teórico-prático das tendências da arte na contemporaneidade que utilizam o espaço incorporado à própria obra, seja o espaço da galeria, o ambiente natural ou as áreas urbanas. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO • O espaço como elemento integrante e transformador da obra. • A relação obra/ espaço/ espectador. • A arte ambiental e as manifestações artísticas dos anos 70. • A relação obra/ espaço/ natureza e as manifestações da ´Land Art`. • A relação obra/ espaço/ realidade urbana. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ARCHER, M. Arte contemporânea. Uma história concisa. São Paulo: Martins Fontes, 2001. CHIARELLI, T. Arte Internacional Brasileira. São Paulo: Lemos Editoria, 1999. LANCMAN, S. A ecologia como foco da arte: Beuys e Krajcberg. In Porto Arte Revista de Artes Visuais. Instituto de Artes – UFRGS Vol. 1 Nº 1, 1990. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ARGAN, G. C. História da arte como história da cidade. São Paulo: Martins Fontes, 2005 FREIRE, Cristina. Poéticas do Processo. Arte conceitual no museu. São Paulo: Editora Iluminuras, 1999. KWON, Miwon. One Place After Another. Site-specific art and locational identity. London / England: The MIT Press, 2002. 134 OITICICA, H. Aspiro ao grande labirinto. Rio de Janeiro: Rocco, 1986. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Departamento de Artes Artes Visuais _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 135 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática AR637 ARTE AMBIENTAL 2 30 30 3 60 Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Estudo prático das tendências atuais da arte que utilizam o espaço incorporado à própria obra. Exercícios de poéticas visuais tendo o espaço como suporte. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO • Conceituação de projetos tendo o espaço / ambiente como elemento de investigação para a construção de poéticas visuais. • Elaboração de projetos em poéticas visuais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ARCHER, M. Arte contemporânea. Uma história concisa. São Paulo: Martins Fontes, 2001. CAUQUELIN, Anne. Arte contemporânea: uma introdução. São Paulo: Martins Fontes, 2005. TEDESCO, E. Instalação: campo de relações. Revista Prâksis, vol. 1, 2007, p. 19-24 Centro Universitário Feevale, Novo Hamburgo, Brasil. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BISHOP, Claire. The social turn: Collaboration and its discontents. Artforum, v. 44, n. 6, p. 178, 2005. Disponível em: http://graphicstudio.usf.edu/CAM/exhibitions/2008_8_Torolab/Readings/The_Social_Turn_CBis hop.pdf CARTAXO, Z. 1. Arte nos espaços públicos: a cidade como realidade. O Percevejo Online, [S. l.], v. 1, n. 1, 2009. disponível em: https://seer.unirio.br/opercevejoonline/article/view/431 DEBORD, G. A Sociedade do Espetáculo. Rio de Janeiro, Contraponto, 1997. 136 KRAUSS, R. Escultura no campo ampliado. In: Arte & Ensaios – Revista do Programa de Pós- Graduação em Artes Visuais, EBA/UFRJ, ano XV, n. 17, 2008. Disponível em: https://revistas.ufrj.br/index.php/ae/article/view/52118. KWON, Miwon. One Place After Another. Site-specific art and locational identity. London / England: The MIT Press, 2002. Disponível em: https://www.jstor.org/stable/778809 DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Departamento de Artes Artes Visuais _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 137 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática AR646 Arte Contemporânea: Processo 60 0 4 60 Criativo e Tecnologia Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Estudo das várias manifestações da arte na atualidade. Os processos utilizados pelo artista na construção de sua poética visual, considerando as influências de natureza política, filosófica cultural e tecnológica. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO • As Vanguardas Artísticas. • Entre a tradição e a inovação na arte. • Tecnologia como matriz criativa. • A cultura como tema para construção da obra artística. • Matéria e imaterialidade na arte. • A relação entre obra e execução. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FLUSSER, Vilém. Filosofia da caixa preta: ensaios para uma futura filosofia da fotografia. São Carlos, SP: Annablume, 2011. MACHADO, Arlindo. Máquina e imaginário: o desafio das poéticas tecnológicas. São Paulo: EDUSP, 2001. KRACAUER, Siegfried. O ornamento da massa. São Paulo: CosacNaify, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR JAMESON, Fredric. Pós-modernismo: A lógica cultural do capitalismo tardio. São Paulo: Ática, 1997.Unesp, 1997. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Departamento de Artes Artes Visuais _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 138 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática AR683 ARTE E ANTROPOLOGIA 2 0 2 30 6° Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Introdução ao conhecimento das principais correntes da teoria antropológica, como ferramenta de análise de manifestações estéticas e artísticas. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. O Método Antropológico: Etnologia e Etnografia 2. A Perspectiva da Antropologia do Imaginário e do Pensamento Complexo 3. Contexto Histórico das Teorias Antropológicas: Evolucionismo /Difusionismo/ Funcionalismo / Estruturalismo 4. Contexto Histórico das Teorias Antropológicas: Antropologia Pós-Moderna 5. O Relativismo e a Teia de Significados: A Interpretação das Culturas 6. O Local da Cultura 7. O Pós-Humano: Antropologia Ciborgue: As Vertigens do Pós-Humano 8. Modernidade Polimorfa: Jamais Fomos Modernos: Ensaio de Antropologia Simétrica 9. Hibridação Cultural: Culturas Híbridas: Estratégias para Entrar e Sair da Modernidade 10. Decolonizar o Museu: Programa de Desordem Absoluta 11. Futuro Ancestral 12. Considerações sobre a Antropologia Visual 13. Considerações sobre a Antropologia da Performance BIBLIOGRAFIA BÁSICA BHABHA, Homi K. O Local da Cultura. Belo Horizonte: Editora da UFMG, 1998. DURAND, Gilbert. As Estruturas Antropológicas do Imaginário: Introdução à Arquetipologia Geral. 3° Edição. São Paulo: Martins Fontes, 2002. 139 KRENAK, Ailton. Ideias para Adiar o Fim do Mundo. 2° Edição. São Paulo: Companhia das Letras, 2020. LÉVI-STRAUSS, Claude. Mito e Significado. Lisboa: Edições 70, 2013. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BARBOSA, Eduardo Romero Lopes. Visível Audível Tangível: Mitos do Corpo na Performance / Eduardo Romero Lopes Barbosa. – Recife: Tese (doutorado) - Universidade Federal de Pernambuco, CFCH. Programa de Pós-Graduação em Antropologia, 2014. https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/12069 CANCLINI, Néstor Garcia. Culturas Híbridas: Estratégias para Entrar e Sair da Modernidade. 2° Edição. São Paulo: Edusp, 1998. LATOUR, Bruno. Jamais Fomos Modernos: Ensaio de Antropologia Simétrica. 2° Edição. Rio de Janeiro: Ed. 34, 2009. MORIN, Edgar. Introdução ao Pensamento Complexo. 5° Edição. Porto Alegre: Sulina, 2015. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Departamento de Artes Artes Visuais _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 140 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática AR684 Arte e Diversidade Étnico- 45 0 3 45 6° Cultural Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Estudo da arte no Brasil abrangendo diversos contextos e práticas etno-culturais, especialmente os de cultura indígena, afro-brasileira e popular, envolvendo questões relacionadas às suas dinâmicas, hibridizações e interculturalidade. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO - A arte como sistema cultural; - Identidade cultural e etnicidade nas artes; - Etnocentrismo e racismo estrutural nas artes visuais; - Sistema de arte e musealização de objetos de diferentes origens culturais: vetores coloniais e possibilidades decoloniais; - O sentido estético na cosmovisão de diversos grupos étnico-culturais; - Culturas e artes dos povos indígenas no Brasil: conceitos, contextos, contemporaneidade, referências, abordagens na Educação Básica; - Arte afro-brasileira: conceitos, história e contemporaneidade; - Representações e representatividade da negritude na arte; - Arte popular: conceitos e discussões; - Arte e artesanato - questões sociológicas; tradições e contemporaneidade; hibridismo Cultural. - Interculturalidade nas artes visuais e seu ensino. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CANCLINI, N. G. Culturas híbridas estratégias para entrar e sair da modernidade. São Paulo EDUSP, 2000. 141 CONDURU, R. Arte afro-brasileira. Belo Horizonte C/Arte, 2007. ESBELL, J. Territórios: arte indígena contemporânea e o grande mundo. Disponível em http //www.jaideresbell.com.br/site/2018/06/14/territorios/. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GELL, Alfred. Arte e agência. [S.l.]: Ubu Editora, 2018. 1 online resource ISBN 8592886945 (electronic bk.). LAGROU, E. Arte indígena no Brasil agência, alteridade e relação. Belo Horizonte, C/Arte, 2009. MENEZES, H. Exposições e críticos de arte afro-brasileira: um conceito em disputa. In PEDROSA, A.; CARNEIRO, A.; MESQUITA, A. Histórias Afro-Atlânticas. Volume 2. Antologia. São Paulo, Instituto Tomie Ohtake; Masp, 2018. Disponível em: https//www.institutotomieohtake.org.br/o_instituto/interna/exposiasames-e-crasticos-de- arteafrobrasileira-um-conceito-em-disputa. MIGNOLO, W. Aiesthesis Decolonial. Calle 14. V. 4, no. 4. Enero-junio 2010, p. 10-25. Disponível em: https://dialnet.unirioja.es/descarga/articulo/3231040.pdf. WILNER, R. (org.). Rodas e redes interculturais: pesquisas em/sobre arte indígena no Nordeste Recife: Ed. UFPE, 2024. Disponível em: https://editora.ufpe.br/books/catalog/view/892/888/3029 DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Departamento de Artes Artes Visuais _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 142 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática AR685 ARTE E SOCIEDADE 30 0 2 30 7° Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Estudos da arte e seu impacto na dimensão social, problematizando suas funções, valorações e hierarquias. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Modernismo e Vanguardas 2. As Vanguardas e a busca pela Práxis de Vida 3. Arte e Capitalismo 4. Arte e Corpo 5. Dessacralização do Corpo 6. A Virada Iconográfica: A Desnormalização dos Corpos e a Sensibilidade na Obra de Artistas Latino-Americanas 7. Arte e Cotidiano 8. Coletivos e Ações Independentes 9. Arte Urbana 10. Ativismo e Tecnologias BIBLIOGRAFIA BÁSICA DANTO, Arthur C. A Transfiguração do Lugar Comum: Uma Filosofia da Arte. São Paulo, Cosac Naify, 2005. LIMA, Luiz Costa. Teoria da Cultura de Massa. 8° Edição. São Paulo, Paz e Terra, 2011. MACHADO, Arlindo. Arte e Mídia. 3° Edição. Rio de Janeiro: Zahar, 2010. 143 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BARBOSA, Eduardo Romero Lopes. Visível audível tangível: mitos do corpo na performance / Eduardo Romero Lopes Barbosa. – Recife: Tese (doutorado) - Universidade Federal de Pernambuco, CFCH. Programa de Pós-Graduação em Antropologia, 2014. https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/12069 BRETON, David Le. Adeus ao Corpo: Antropologia e Sociedade. 6° Edição. Campinas, SP: Papirus, 2013. DINIZ, Clarissa. Crachá: Aspectos da Legitimação Artística. 1° Edição. Recife: Massangana, 2008. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Departamento de Artes Artes Visuais _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 144 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática AR718 Arte, Gênero e Sexualidade 30 0 2 30 - Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Estudos da arte e suas relações com questões de gênero e sexualidade. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO • Estudos feministas • A exclusão do feminino nas Artes Visuais • Gênero na Educação • Gênero, sexualidades e artes visuais; • Estudos queer, corpo e relações de poder; • Arte e diferença; • Gênero e história da arte; • A presença da mulher na história da arte no Brasil; • Autor e ator: a questão do gênero nas artes visuais; • Dissidências e interseccionalidades. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FOUCAULT, Michel. Ética, sexualidade, política. Tradução Elisa Monteiro, Inês Autran Dourado Barbosa. Rio de Janeiro : Forense Universitária, 2012. FOUCAULT, Michel. História da Sexualidade I. Tradução Elisa Monteiro, Inês Autran Dourado Barbosa. Rio de Janeiro : Paz e Terra, 2023. LOURO, G. L. Educação e docência: diversidade, gênero e sexualidade. Formação Docente – Revista Brasileira de Pesquisa sobre Formação de Professores, [S. l.], v. 3, n. 4, p. 62– 70, 2018. Recurso eletrônico disponível em: https://www.revforma caodocente.com.br/in dex.php/rbpfp/article/ view/31. 145 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FAUSTO-STERLING, Anne. Dualismos em duelo. Cadernos Pagu, v. 17/18, p. 9-79, 2001/2002. Recurso eletrônico disponível em: http://www.sciel o.br/pdf/cpa/n1 7-18/n17a02.pdf. LOURO, G. L. Corpo, Escola e Identidade. Educação & Realidade, 2014. Recurso eletrônico disponível em: https://seer.ufrg s.br/educacaoer ealidade/article/ view/46833. SABAT, R. Pedagogia cultural, gênero e sexualidade. Revista Estudos Feministas, 9(1), 9, 9- 21, 2021. Recurso eletrônico disponível em: https://www.sci elo.br/j/ref/a/hq knn4NtLrGpyG QMB8p7ByB/. VIANNA, Claudia e FINCO, Daniela. Meninas e meninos na Educação Infantil: uma questão de gênero e poder. Cadernos Pagu. 2009, n.33, pp. 265-283. Recurso eletrônico disponível em: http://www.scielo .br/pdf/cpa/n33/1 0.pdf. VIANNA, C., & UNBEHAUM, S. Gênero na educação básica: quem se importa? Uma análise de documentos de políticas públicas no Brasil. Educação & Sociedade, 27(95), 407-428, 2006. Disponível em: https://www.sciel o.br/j/es/a/tvM8t SBBsjzPkkZJyLc K4DS/abstract/?l ang=pt. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Departamento de Artes Artes Visuais _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 146 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática AR? Arte Têxtil 60 0 4 60 - Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA A produção, a conceituação e as experimentações têxteis contemporâneas em um sentido amplo e integrado a diversos grupos culturais. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO ● O universo das artes da fibra na arte contemporânea; ● Contexto histórico das artes têxteis; ● Produção e utilização de fibras como matéria expressiva; ● Técnicas de bordado, crochê, tricô, tecelagem e cestaria; ● Ações têxteis em comunidades; ● Artivismos têxteis; ● Narrativas Autobiográficas; ● Modernidade e o surgimento das categorias Belas Artes, Artes Aplicadas e Artesanato; ● Tradições têxteis na América Latina. ● Funcionalidade e simbologia nas tradições têxteis. ● A coletividade na produção têxtil. ● Noções do feminino e a produção têxtil. ● O cotidiano e categorização das obras de arte ● As instituições e legitimações das categorias de arte. ● O têxtil e o sistema da arte ● Virada narrativa como alavanca da arte têxtil ● Culturas originárias e arte têxtil, Reconhecimento de técnicas tradicionais e tipologias ● O tecido, estamparia, tecelagem ● O têxtil e a memória ● O Têxtil e o trabalho 147 ● Bordado artesanal, bordado digital, texto bordado ● Instalações, livro de artista, joias, intervenções urbanas, body, performance e fotografia com materiais têxteis ● As instituições da arte têxtil de hoje: bienais, centros, concursos, museus, exposições e mostras. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BORRE, Luciana. Narrativas têxteis: quais regime de verdade buscamos criar? MODOS: Revista de História da Arte, Campinas, SP, v. 6, n. 2, p. 442-479, mai.2022. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/mod/article/view/8667448/28659 BORRE, Luciana. Alinhavadas: experiência poética na costura de saias. REVISTA APOTHEKE, v. 7, p. 303-316, 2021. Recurso eletrônico disponível em: https://periodicos. udesc.br/index.ph p/apotheke/article/ view/20619. SIMIONI, Ana Paula Cavalcanti. Bordado e transgressão: questões de gênero na arte de Rosana Paulino e Rosana Palazyan. Proa: Revista de Antropologia e Arte, [s. l.], v. 1, n. 2, 2010. Recurso eletrônico disponível em: https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/ proa/article/view/16429 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ESPEJO, B. Aire popular. La artesanía vuelve a ocupar un lugar central en la práctica de muchos artistas que reivindican lo manual como una nueva ideología más allá de los oficios. El País, Madrid, 8 ago. 2020. Recurso eletrônico disponível em: https://elpais.co m/cultura/2020/ 08/03/babelia/1596456276_484106.html. FREITAG, V. Novas configurações do ofício artesanal no México: ser artesão-artista. Revista Visualidades, v. 13, p. 104 – 125, 2015. Recurso eletrônico disponível em: https://revistas.uf g.br/VISUAL/article/view/34276/2 0842. PEIXE, R. I. P.; HERNÁNDEZ-HERNÁNDEZ, F.; PRIETO VILLANUEVA, J.; CANÔNICA, R. Ensino de artes visuais e artesania: experiências, confluências e derivas. Revista GEARTE, Porto Alegre, v. 7, n. 3, p. 428-443, set./dez. 2020. Recurso eletrônico disponível em: http://seer.ufrgs.br/gearte. REVISTA Cartema 10 - Dossiê: A Memória e o Têxtil. v.10, n. 10, 2022. Recurso eletrônico disponível em: https://periodic os.ufpe.br/revistas/CARTEMA/ issue/view/3343. TEJADA, L.; ESPINO, C. El empleo del textil en el arte: aproximaciones a una taxonomía. Espacio, Tiempo y Forma, Arte e História Contemporânea, Madrid, n. 24, p. 179-194, 2012. Recurso Eletrônico disponível em: https://revistas. uned.es/index. php/ETFV/articl e/view/10264. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Departamento de Artes Artes Visuais _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 148 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática AR719 ARTE URBANA 30 30 3 60 Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Estudo, análise e debate de questões relacionadas à arte urbana. Diferenças e semelhanças entre propostas artísticas destinadas ao espaço público (aberto) e os espaços fechados (museus, galerias). Arte criada nas ruas e arte que vai para rua. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Grafitti • Conceito • Elementos • Ilustração para Grafitti • Ilustração em Escala • Preparação de Máscaras • Técnica • Fundos e Contornos • Texturas • Customizações • Locais (onde e como fazer grafitti autorizado) Outras intervenções artísticas no espaço público urbano: cartaz, lambe-lambe, projeções de fotos e vídeos, instalação, escultura, performance, etc. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CAMPOS, R.; CÂMARA, S. Arte(s) urbana(s). V.N. Famalicão: Húmus, 2019. Disponível em: https://novaresearch.unl.pt/files/45446967/ARTE_S_URBANA_S_DIGITAL.pdf 149 COSTA, N. N. M. A rua respira arte!: uma antropologia do graffiti. Tese (Doutorado) - Universidade Federal de Pernambuco, CFCH. Programa de Pós-Graduação em Antropologia, Recife, 2017.PEIXOTO, N. B. Intervenções Urbanas: arte/cidade. São Paulo: Ed. SENAC, 2002. Disponível em: https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/38759/1/TESE%20Nicole%20do%20Nascimento %20Medeiros%20Costa.pdf PEIXOTO, N. B. Intervenções Urbanas: arte/cidade. São Paulo: Ed. SENAC, 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BENGTSEN, Peter, 2014, The Street Art World. Lund: Almendros de Granada Press, 2014. Recurso eletrônico disponível em: https://www.researchgate.net/publication/283719196_The_Street_Art_World. KWON, Miwon. One Place After Another. Site-specific art and locational identity. London / England: The MIT Press, 2002. Recurso eletrônico disponível em: https://www.jstor.org/stable/778809. LEÃO, Daniela Sales de Souza. “De periferia em periferia”: os pixadores, seus espaços e circulações em Recife – Pernambuco. 2017. 143 f. Recurso eletrônico disponível em: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/32255. MELO SILVA, Carla Rayssa; SILVA, Ana Clara Benjamim; DE OLIVEIRA, Fernanda Rocha. Arte Urbana, Arte Humana: Intervenções artísticas de coletivos como vetores de apropriação e transformação nas cidades. Revista Cidade Nuvens, v. 2, n. 2, 2020. Recurso eletrônico disponível em: http://revistas.urca.br/index.php/rcn/article/view/136. PIRES, R. Cicatriz urbana: fragmentos de uma memória social nos vestígios da arte urbana. Fotocronografias, [S. l.], v. 8, n. 19, p. 192–209, 2023. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/fotocronografias/article/view/129755. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Departamento de Artes Artes Visuais _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 150 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática AR? Artes da África e afro diaspórica: 30 0 2 30 Histórias, contextos e produções Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA O curso visa apresentar e debater questões relacionadas às artes africanas e afro-brasileiras na história da arte e na educação. Para tanto, serão abordados tópicos relacionados a diferentes períodos e contextos, abrangendo a produção contemporânea de artistas africanos e afroamericanos e também os debates em torno dos temas, dos recursos, das linguagens e da circulação das obras. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Leitura de imagens e identificação dos materiais, produção, sentidos e contextos históricos e geográficos das obras. Apresentar e debater as noções em disputas de arte africana e afrodiaspórica, com base na seleção de produções e trajetórias de artistas. Debate em torno das definições de arte moderna africana e arte contemporânea africana. Apresentar e debater aspectos sobre a circulação das obras e as exposições das artes africanas e afro-diaspóricas no contexto pós 1950. Temas como africanismo e panafricanismo serão abordados; Arte e colonialismo: espaços alternativos de exposição; museus e propostas de exposições em perspectiva crítica. Discutir as potencialidades e possibilidades pedagógicas envolvendo as artes africanas e afrodiaspóricas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BEVILACQUA, Juliana Ribeiro da Silva; SILVA, Renato Araújo da. África em Artes. São Paulo: Museu Afro Brasil, 2015. ___ Exposição Africana - A diversidade da arte africana no Centro Cultural Vale Maranhão. Recurso eletrônico disponível em: https://ccv- ma.org.br/app/uploads/2020/04/ccvm-africana-pranchas-didaticas CONDURU, Roberto. Histórias da Arte sem lugar: ÁFRICA, BRASIL E ARTE – PERSISTENTES DESAFIOS. ARS - N 42 - ANO 19265, 2019. 151 https://www.scielo.br/j/ars/a/GZkR3CbFNZGRKpD6vgQRKbG/?format=pdf Coleção História Geral da África. Vol. I a Vol. VIII. https://ipeafro.org.br/gratuito-historia-geral-da-africa-em-8-volumes-7357-paginas-em-pdf/ DIOP, Babacar Mbaye. Critique de la notion d’art africain : approches historiques, ethno-esthétiques et philosophiques. Éditions Connaissances et savoirs, Paris, 2012. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BEVILACQUA, Juliana Ribeiro da Silva. De caçadores a caça: sobas, Diamang e o Museu do Dundo. Tese de Doutorado. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas. USP, São Paulo, 2016. Recurso eletrônico disponível em: https://teses.usp.br/index.php?option=com_jumi&fileid=17&Itemid=160&id=A7A3A0DDEFEA &lang=pt-br. BEVILACQUA, Juliana Ribeiro da Silva; SILVA, Renato Araújo da. África em Artes. São Paulo: Museu Afro Brasil, 2015. Recurso eletrônico disponível em: http://www.museuafrobrasil.org.br/docs/defaultsource/publica%C3%A7%C3%B5es/africa_em_a rtes.pdf. MENEZES, Hélio. Entre o visível e o oculto: a construção do conceito de arte afro-brasileira. São Paulo: Dissertação. Programa de Pós-Graduação em Antropologia/ USP, 2017. https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8134/tde-07082018- 164253 PRICE, Sally. Arte Primitiva em Centros Civilizados. Rio de Janeiro: Ed. UFRJ, 2020. https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/3759749/mod_resource/content/1/PRICE_Sally_ - _Arte_Primitiva_em_Centros_Civilizados.pdf. VANSINA, J. 'As Artes e a Sociedade pós 1935’. ln: MAZRUI, Ali A. (Ed.). História Geral da África. Vol. 8. p.697-721. Disponível em: Acessado em out. 2018. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Departamento de Artes Artes Visuais _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 152 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática AR? Artes Indígenas no Brasil 30 0 2 30 Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Estudo das manifestações culturais e artísticas dos povos indígenas do Brasil CONTEÚDO PROGRAMÁTICO - A diversidade cultural indígena no Brasil; - O estudo das artes indígenas no Brasil: conceitos e referências; - Povos indígenas na região Nordeste: aspectos históricos e culturais; - Indígenas em múltiplos contextos; - Relação entre arte e espiritualidade na perspectiva indígena; - Materialidades tradicionais; - O corpo nas artes indígenas; - Grafismos indígenas; - A luta política: o enfrentamento às violências coloniais, racismos e apagamentos; - Arte Indígena Contemporânea: a ocupação de espaços e reverberação de vozes. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ESBELL, Jaider. Arte indígena contemporânea e o grande mundo. In: Select, São Paulo, n. 39, 2018. Disponível em: https://select.art.br/arte-indigena-contemporanea-e-o-grande-mundo/. LAGROU, E. Arte indígena no Brasil agência, alteridade e relação. Belo Horizonte, C/Arte, 2009. WILNER, R. (org.). Rodas e redes interculturais: pesquisas em/sobre arte indígena no Nordeste Recife: Ed. UFPE, 2024. Disponível em: https://editora.ufpe.br/books/catalog/book/892 153 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ATHIAS, R. (org.). Povos indígenas de Pernambuco identidade, diversidade e conflito. Recife Editora Universitária UFPE, 2007. GRÜNEWALD, R. A. (org.). Toré: regime encantado do índio do Nordeste. Recife: Fundaj, Editora Massangana, 2005. KOPENAWA, D.; ALBERT, B. A queda do céu: Palavras de um xamã Yanomami. São Paulo Companhia das Letras, 2015. KRENAK, Ailton. Ideias para adiar o fim do mundo. 2. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2020. VIDAL, L. (org.). Grafismo indígena: estudos de antropologia estética. São Paulo Studio Nobel / EDUSP /FAPESP, 1992. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Departamento de Artes Artes Visuais _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 154 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática PO493 Avaliação da Aprendizagem 60 0 4 60 4º Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Estudo da avaliação da aprendizagem enquanto objeto de reflexão do campo da Avaliação Educacional: a constituição de seu campo conceituai e praxiológico; os diferentes atributos e modos de conceber e praticar a avaliação das aprendizagens dos alunos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO UNIDADE 1 — A Trajetória Histórica da Avaliação da Aprendizagem Núcleo Temático 1.1. Geração dos Estudos sobre Avaliação. • A Geração de Mensuração • A Geração de Descrição • A Geração de Julgamento • A Geração de Negociação Núcleo Temático 1.2. O Campo conceituai da avaliação educacional aplicado à avaliação da aprendizagem. • Critérios de Avaliação • Classificação dos Juízos • Tipologia da Avaliação • Funções da Avaliação • Princípios da Avaliação • Características da Avaliação UNIDADE 2 Abordagens da Avaliação da Aprendizagem na Perspectiva Crítica Núcleo Temático 2.1. Abordagem Quantitativa da Avaliação da Aprendizagem • As finalidades classificatória e certificativa da avaliação somativa • Contribuição das medidas educacionais para a avaliação das aprendizagens Núcleo Temático 2.2. Abordagem Qualitativa da Avaliação da Aprendizagem na perspectiva de uma educação inclusiva 155 • Avaliação na perspectiva da aprendizagem significativa • Avaliação Formativa • Avaliação como Regulação • Avaliação Mediadora • Avaliação Compartilhada • Avaliação como Julgamento • Avaliação como Problemática e Interpretação de Sentido • A Avaliação e a Problemática do Erro • Avaliação corno exercício de metacognição UNIDADE 3 — Perspectiva Praxiológica da Avaliação da Aprendizagem Núcleo Temático 3.1. Requisitos para o Ato de Avaliar • A classificação dos Conteúdos das Aprendizagens • A classificação das Tarefas para as Aprendizagens • O Planejamento da Avaliação Núcleo Temático 3.2. Técnicas, Instrumentos e Critérios de Avaliação • Uso diversificado de técnicas e Instrumentos em avaliação da aprendizagem • Adequação de instrumentos e técnicas de avaliação às necessidades dos alunos. • Adequação de instrumentos e técnicas de avaliação em Educação à distância. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ÁLVAREZ MÉNDEZ, Juan Manuel. Avaliar para conhecer: examinar para excluir. Porto Alegre: Artmed, 2002. 133 p. LUCKESI. Cipriano. Avaliação da aprendizagem escolar: estudos e proposições. 12' Ed. São Paulo: Cortez. 2011. SANTANNA, Liza Martins Por que avaliar? Como avaliar? Critérios e Instrumentos. Petrópolis: Vozes. 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CRUZ, Fátima Maria Leite. (org). Teorias e Práticas em avaliação. Recife: Ed. Universitária, 2010. ESTEBAN, Maria Teresa. (org.). Avaliação: uma prática em busca de sentidos. Rio de Janeiro: DP&A, 2000. FREITAS. Luiz Carlos. Ciclos, seriação e avaliação: confronto de lógicas. São Paulo: Moderna, 2003. HOFFMAN, Jussara. Avaliação mediadora: uma prática em construção da pré-escola à universidade. Porto Alegre: Mediação. 2010. ZABALA, Antoni. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 1998. 156 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática AR636 Crítica da Arte Contemporânea 60 0 4 60 Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA O estudo da crítica de arte em contextos sócio-históricos na perspectiva de: • Desenvolver a percepção da arte contemporânea e sua transposição para o texto; • Apresentar diversas abordagens para a interpretação artística; • Exercitar o olhar como leitura. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. O que é crítica? - Definições - Tipos de Abordagens (formal, histórica, etc.) 2. O Contexto da crítica: o papel na evolução da história da arte e da cultura ocidental. Exemplos: - a crítica tradicional e a reafirmação de valores elitistas, - a crítica de oposição e o surgimento da vanguarda artística no final do século XIX: a negação do status quo. 3. Tipos de texto: opinião vs. interpretação: - a escola adjetiva e a escola interpretativa, que combina opinião com informação. 4. Crítica Tradicional vs. a "Nova Crítica" - o surgimento nos EUA, nos anos 60, de um movimento de crítica, liderado pelo escritor Tom Wolfe, onde a descrição e a informação devem substituir excessos adjetivos. 5. A Modernidade, a Abstração na arte e o pensamento utópico do "Olhar Objetivo". - a valorização da "Arte per se". - emblema da "nova crítica": o livro Against Interpretation (contra interpretação), da filósofa Susan Sontag. 6. A Pós-Modernidade e a Revalorização do Contexto da obra: 157 - a crítica "neo-historicista" de Stephen Grenblatt. 7. Práticas de Crítica: - o treino do olhar e da sensibilidade - o fazer perguntas para obter respostas - a construção do texto. 8. Exemplos de Crítica - fontes: jornais, revistas, catálogos, televisão, rádio e internet. 9. Abordagens políticas para a crítica de arte - O conceito de queer; a arte queer do fracasso - Olhares opositores e a problemática étnico-racial na obra de arte contemporânea. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BRITO, Ronaldo. Experiência crítica – textos selecionados. Organização: Sueli de Lima. São Paulo: Cosac Naify, 2005. SALLES, Cecília Almeida. Desafios da arte contemporânea e a crítica de processos criativos. Congresso Internacional da Associação de Pesquisadores em Crítica Genética, X Edição, 2012. STEINBERG, Leo. Outros critérios: confrontos com a arte do século XX. São Paulo: Cosac Naify, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BOURRIAUD, Nicolas. Estética relacional. São Paulo: Martins Fontes, 2009. DANTO. Arthur C. Crítica De Arte Após O Fim Da Arte. Revista de Estética e Semiótica, Brasília, V. 3, N. 1 P. 82-98 Jan./Jun. 2013. RANCIÈRE, Jacques. La modernidade estética: uma noción por repensar. In: Estudios artísticos: revista de investigación creadora, Bogotá, v. 4(5), pp. 176-190, 2018. SOUSA, Ana Cecília Araújo Soares. Os museus de Pedrosa: uma contra narrativa para a arte brasileira. (TESE). Programa de Pós-Graduação em Artes. Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Belo Horizonte, 2023. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Departamento de Artes Artes Visuais _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 158 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática AR? Curadorias e Histórias das 30 0 2 30 Exposições Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA A componente curricular tem por objetivo dotar o aluno de instrumentos que o habilitem a analisar e compreender diferentes perspectivas teóricas da curadoria de exposição, a curadoria na história das exposições, a invenção do curador de exposições no século XX, teorias curatoriais e crítica de curadoria de exposição. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Ao longo do curso estudaremos a curadoria de exposições, a partir da história das exposições, analisando diferentes fontes como por exemplo: textos críticos curadoriais, fotografias de vista de exposições e catálogos. Abordaremos o tema da invenção do/a curador nos mundos da arte, em especial no Brasil. Também trabalharemos com estudos que pretendem analisar perspectivas teóricas e metodológicas das curadorias de exposições ao longo do tempo: faremos análises de fotografias de vista de exposições, textos curatoriais e entrevistas com curadores. A componente abarca os seguintes temas: História dos Museus de Arte, História das exposições, dos catálogos, da curadoria de exposições, da experiência dos visitantes. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CAVALCANTI, Ana; OLIVEIRA, Emerson Dionísio de; COUTO, Maria de Fátima Morethy. História da Arte em Exposições: Modos de ver e de exibir no Brasil: Rio Book’s/ Fapesp – 1a. Edição 2016. GONRING, MENOTTI, Gabriel. (O que) pode a curadoria inventar? Galáxia (São Paulo). São Paulo, n. 29, p. 276-288, jun. 2015. https://www.scielo.br/j/gal/a/XzNdSQxBsxstbT6wZL58Pvy/?lang=pt RUPP, Bettina. O curador como autor de exposições. Revista-Valise, Porto Alegre,v.1, n.1, ano 1, 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 159 BRUNO. Maria Cristina Oliveira. Definição de Curadoria: Os caminhos do enquadramento, tratamento e extroversão da herança patrimonial. Recurso eletrônico disponível em: https://www.ibermuseos.org/wp-content/uploads/2015/07/Unidad1Texto_Definicao-de- Curadoria.pdf OSÓRIO, Luiz Camillo. A função-curador: discurso, montagem, composição. Revista ARS, Ano 2017, no. 37. Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), Brasil. RUOSO, Carolina. Curadoria de Exposições, uma abordagem Museológica: reflexões teóricas e propostas de metodologias participativas. SIMOES, Igor. A exposição como dispositivo para a história da arte. PPGAV – Universidade Federal do Rio Grande do Sul Simpósio 11 – Recuradoria: Discurso curatorial e perspectiva histórica. TEJO, Cristiana Santiago. A gênese do campo da curadoria de arte no Brasil: Aracy Amaral, Frederico Morais, Walter Zanini. (TESE). Universidade Federal de Pernambuco, no programa de Pós-graduação em Sociologia, Recife, 2017. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Departamento de Artes Artes Visuais _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 160 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática AR647 Currículo e Cultura 30 2 30 6º Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Abordagem de estudos que relacionam currículo e cultura e sua produtividade para a prática e teorização social. Ênfase em aspectos como linguagem, discurso, poder, representação, identidades e suas implicações na produção de dispositivos educacionais de controle, governo e subjetivação em processos educativos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Teorias do currículo Currículo e Programas curriculares em Pernambuco Arte no currículo Legislação educacional BIBLIOGRAFIA BÁSICA BRITTO, Maria Leopoldina de Albuquerque. A trajetória do currículo de ensino fundamental na Rede Estadual de Pernambuco nos séculos XIX e XX. Recife: Ed. Universitária da UFPE, 2005. SILVA, Maria Betânia e. A inserção da arte no currículo escolar (Pernambuco, 1950-1980). Dissertação (Mestrado em Educação). Recife: UFPE, 2004. Disponível em: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/4801 SILVA, Tomaz Tadeu da. Documentos de Identidade: uma introdução às teorias do currículo. Belo Horizonte: Autêntica, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GOODSON, Ivor F. Currículo: teoria e história. Petrópolis: Vozes, 2013. PANHO, Guilherme. As Artes Visuais para o Ensino Fundamental na Base Nacional Comum Curricular. Dissertação. 2019. Dissertação (Mestrado em Artes Visuais) – Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2019. Disponível em: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/35993 SAVIANI, Nereide. Saber Escolar, Currículo e Didática: problemas da unidade conteúdo/método no processo pedagógico. Campinas: Autores Associados, 2006, p.21-45. SILVA, Maria Betânia e. Escolarizações da Arte. Curitiba: Ed.Appris, 2021. VEIGA, Cynthia Greive. Educação estética para o povo. In: LOPES, Eliane Marta Teixeira; FARIA FILHO, Luciano Mendes de; VEIGA, Cynthia Greive (Orgs.). 500 anos de Educação no Brasil. Belo horizonte: Autêntica, 2003, p.399-422 161 DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Departamento de Artes Artes Visuais _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 162 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática AR614 DESENHO 1 30 30 3 60 1° Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Introdução às técnicas, materiais, instrumentos, métodos e conceitos em desenho, com ênfase na observação e interpretação de objetos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. O Desenho como Forma de Pensamento: O Desenho Simbólico, o Desenho de Observação e o Desenho de Memória. 2. O Desenho como Técnica: Instrumentos, Materiais e Técnicas. 3. Elementos Básicos do Desenho: A Linha e as Texturas. 4. Princípios de Perspectiva 5. Perspectiva e a Forma: 01 Ponto de Fuga / 02 Pontos de Fuga 6. Luz e Sombra 7. Introdução à Figura Humana BIBLIOGRAFIA BÁSICA DERDYK, Edith, Formas de Pensar o Desenho. 2° Edição. São Paulo: Editora Scipione, 1994. PARRAMON EDICIONES (Org.). Fundamentos do Desenho Artístico. 2° Edição. São Paulo: Martins Fontes, 2014. 163 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR NETO, Onofre Penteado. Desenho Estrutural. 2° Edição. São Paulo: Perspectiva, 1981. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Departamento de Artes Artes Visuais _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 164 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática AR618 DESENHO 2 2 2 3 60 2° Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Estudo das técnicas, materiais, instrumentos, métodos e conceitos em desenho, com ênfase na observação e interpretação da figura humana. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. O Desenho como Técnica Representacional da Figura Humana. 2. O Desenho Linear como Forma de Observação e Interpretação do Gesto. 3. Croquis da Figura Humana: Exercícios com a Figura Humana Parada e em Movimento. 4. Volume e Modulações. 5. Desenho da Figura Humana com Materiais Diversos: Materiais Secos, Desenho com Pincel e Aguadas. 6. O Modelo e a Pose: A Figura Humana de Pé, Reclinada e em Movimento. 8. Retrato e Autorretrato. 9. O Desenho Gestual tendo a Figura Humana como Modelo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DERDYK, Edith. O Desenho da Figura Humana. 2° Edição. São Paulo: Editora Scipione, 2003. DERDYK, Edith. Formas de Pensar o Desenho. São Paulo: Editora Scipione, 1989. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR PARRAMON EDICIONES (Org.). Fundamentos do Desenho Artístico. 2° Edição. São Paulo: Martins Fontes, 2014. 165 DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Departamento de Artes Artes Visuais _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 166 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática TE707 Didática 60 0 4 60 3º Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA O estudo da didática: o ensino, a aula e seus fundamentos epistemológicos, pedagógicos, socioculturais, históricos, psicológicos, estéticos, éticos, políticos e suas relações com a educação. A pedagogia, o currículo e os saberes. Processos de planejamento, execução, avaliação e suas categorias básicas: ensino-aprendizagem, professor-aluno, teoria-prática, sujeito-objeto, conteúdo- forma, ensino-pesquisa, técnica política, subjetividade individual e coletiva, na perspectiva da formação de professores/educação básica no contexto da prática educativa e sociocultural mais amplo. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO • Didática: objeto de estudo e suas relações históricas com a Pedagogia e com o contexto sociocultural mais amplo; O processo de ensino na relação com a aprendizagem nas diversas concepções pedagógicas e de conhecimento; A dimensão Ética da profissão docente. • A Aula e suas categorias básicas no contexto da Educação Básica: ensino-aprendizagem, professor-aluno, teoria-prática, sujeito-objeto. conteúdo-forma, ensino-pesquisa, dimensão técnica-política, subjetividade individual e coletiva. • A docência e sua relação com a cultura da escola e escolar, os saberes docentes/discentes, curriculares, escolares e as novas linguagens. • O planejamento, a avaliação e o ensino-aprendizagem enquanto uma práxis educativa, pedagógica e sociocultural integrada: O projeto político-pedagógico e curricular da escola e sua relação com o projeto didático; Função/enfoques teórico-metodológicos; Componentes curriculares (objetivos, conteúdos, metodologias/atividades/meios e procedimentos avaliativos); Modalidades: planos de ensino, de unidade, de aula e projetos de trabalho com temas transversais; Formas de organização e desenvolvimento; Instrumentos, recursos e critérios. 167 BIBLIOGRAFIA BÁSICA CANDAU, Vera Maria. Didática crítica intercultural: aproximações. Petrópolis, RJ: Vozes, 2012. LIBÂNEO, José Carlos; ALVES, Nilda (Org.). Temas de pedagogia: diálogos entre didática e currículo. 1. ed. São Paulo: Cortez, 2012. PIMENTA, Selma Garrido (Org.). Saberes pedagógicos e atividade docente. 4.ed. São Paulo: Cortez, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GAUTHIER, Clermont. Por uma teoria da pedagogia: pesquisas contemporâneas sobre o saber docente. 2.ed. Ijuí, RS: UNIJUÍ, 2006. LIBÂNEO, José Carlos. Democratização da escola pública: a pedagogia crítico-social dos conteúdos. 28ª ed. São Paulo: Loyola, 2014. TARDIF, Maurice. Saberes docentes e formação profissional. 16. ed. Petrópolis: Vozes, 2014. VEIGA, Ilma Passos Alencastro Veiga. Técnicas de ensino: novos tempos, novas configurações. 3. ed. Campinas, SP: Papirus, 2011. ZABALA, A. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 1998. 168 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática AR? Ensino das Artes Visuais 30 0 2 30 Quilombola Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA O ensino das Artes Visuais quilombola pretende estudar e produzir arte a partir dos princípios de uma educação quilombola, levando em consideração a cultura, história e produção artística de comunidades quilombolas. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO - Troca de conhecimento de artistas afrodescendentes com os artistas dessas comunidades; - Estudo da relação entre a produção plástica quilombola, como a cerâmica, o bordado, objetos com elementos da natureza; - Estudo das narrativas míticas em relação às imagens visuais produzidas nas comunidades e em artistas que possam contribuir com o museu de imagens; - Estudo in loco da produção artística, visitando as comunidades e realizando trocas de conhecimentos. - Compreensão das artes integradas (artes visuais, dança, música e teatro) na produção artística quilombola; - Produção artística a partir de uma estética quilombola. BIBLIOGRAFIA BÁSICA NASCIMENTO, Abdias do. O qui-lombismo : documentos de uma mili-tância pan-africanista / Abdias do Nascimento; com prefácio de Kaben-gele Munanga e textos de Elisa Lar-kin Nascimento e Valdecir Nascimen-to. Edição: 3. ed. rev. Rio de Janeiro : IPEAFRO - Instituto de Pesquisas e Estudos Afro- Brasileiros; São Paulo : Perspectiva, 2019. GOMES, Nilma Lino O Movimento Negro educador: saberes construídos nas lutas por emancipação, 8. reimp. Petrópolis, RJ : Vozes, 2017. REIS, Ane Beatriz dos Santos. Imagens que contam histórias: o feminino na Comunidade Quilombola de Conceição das Crioulas. 2022. Dissertação (Mestrado em Artes Visuais) – Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2022. 169 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR IFÁLÉRÈ, Olóyè Apesín Òlá. Olhar doutrinário sobre o candomblé brasileiro II: uma viagem sem volta. Rio de Janeiro: Autografia, 2022. MUNANGA, Kabengele. Negritude: usos e sentidos.2. ed. São Paulo: Ática, 1988. SILVA, Delma Josefa. Referenciais Epistêmicos que Orientam e Substanciam Práticas Curriculares em uma Escola localizada na Comunidade Quilombola de Conceição das Crioulas. Tese (Doutorado) - Universidade Federal de Pernambuco, CE. Programa de Pós-graduação em Educação, 2017 JESUS, Carolina Maria de. Casa de Alvenaria. São Paulo: Companhia das Letras, 2021. LODY, Raul. O negro no museu brasileiro: construindo identidades. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2005. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Departamento de Artes Artes Visuais _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 170 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) Disciplina x Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática AR686 Estágio Curricular em Ensino 30 90 5 120 7º das Artes Visuais 1 Pré-requisitos AR695 Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Estágio supervisionado de observação e regência das artes visuais , em turmas do ensino fundamental do 6ª ao 9ª ano na modalidade regular e EJA. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Observação, planejamento e execução de ações pedagógicas de artes visuais, em turmas de educação do ensino fundamental na modalidade regular e EJA. Currículo das artes visuais no ensino fundamental e sua articulação com projetos políticos pedagógicos das instituições formais de ensino; Documentos oficiais que orientam o ensino das artes visuais no ensino fundamental; Avaliação do processo de aprendizagem em artes visuais das/os estudantes do ensino fundamental. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BORRE, Luciana; SILVA, Maria Betânia (Orgs.). (R)existir: práticas pedagógicas em artes visuais, dança e teatro. Recife: Editora UFPE, 2017. Disponível em: https://editora.ufpe.br/books/catalog/book/176 HERNÁNDEZ, F. ¿De qué hablamos cuando hablamos de Cultura Visual?. Educação & Realidade, 2010. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/educacaoerealidade/article/view/12413. SARDELICH, Maria Emilia. Leitura de imagens, cultura visual e prática educativa. Cadernos de Pesquisa, São Paulo , v. 36, n. 128, p. 451-472, ago. 2006. Disponível em: http://educa.fcc.org.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-15742006000200009&lng=pt&nrm=iso 171 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BORRE, Luciana. Obediência: processos de ensinar, aprender e artistar. Revista Gearte, v. 8, p. 1- 16, 2021. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/gearte/article/view/104306. BORRE, Luciana; SANTOS, Lizandra. Autorretrato: narrativas A/r/tográficas e processos de criação em histórias compartilhadas. PALÍNDROMO, v. 14, p. 303-327, 2022. Disponível em: https://revistas.udesc.br/index.php/palindromo/article/view/19589. MARTINS, R.; PEREIRA, A.; CLIFFORD VALENÇA, K. B. Um olhar ‘formatado’. Visualidades, Goiânia, v. 6, n. 1 e 2, 2012. Disponível em: https://revistas.ufg.br/VISUAL/article/view/18087. Revista GEARTE, Porto Alegre, v. 4, n. 2, p. 282-294, maio/ago. 2017. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/gearte/article/view/104306. SARDELICH, Maria Emilia; NASCIMENTO, Erinaldo A. do; PAIVA, Camylla R. M. Projetos de cultura visual na educação básica: Outros modos de ver a cultura escolar. Revista Palíndromo, n. 14, p. 147-162, ago./dez. Disponível em: https://periodicos.udesc.br/index.php/palindromo/article/view/6741. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Departamento de Artes Artes Visuais _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 172 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) Disciplina X Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática AR687 Estágio Curricular em Ensino das 30 90 5 120 8º Artes Visuais 2 Pré-requisitos AR696 Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Estágio Supervisionado de observação e regência de Artes Visuais em turmas do Ensino Médio na modalidade regular e Educação de Jovens e Adultos (EJA) CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Estágio e campo de atuação profissional Formação Docente Práticas pedagógicas Cotidiano escolar Disciplinas escolares Legislação educacional BIBLIOGRAFIA BÁSICA FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 2005. 31 ed. SILVA, Maria Betânia e. Avaliar o quê em arte? Cartema – Revista do Programa de Pós-graduação em Artes Visuais UFPE-UFPB, v.1, n.1, 2012, p.21-32. SILVA, Maria Betânia e. Reflexos históricos: por que uma aula de arte? Educação: Teoria e Prática/ Rio Claro, SP/ v. 29, n.61, p. 269-286, mai/ago, 2019. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ANDRADE, Luana. Percepções sobre o estágio curricular e a vontade de (re)unir pensamento e corpo. NUNES, L. B.; SILVA, Maria Betânia e. (Orgs.). (R)Existir: práticas pedagógicas em artes visuais, dança e teatro (E-book). 1. ed. Recife: Editora Universitária da UFPE, 2017. 173 NÓVOA, António. Escolas e professores: proteger, transformar, valorizar. Salvador: SEC/IAT, 2022. Disponível em: https://observatorioedhemfoco.com.br/observatorio/escolas-e-professores-proteger- transformar-valorizar/. NUNES, L. B.; SILVA, Maria Betânia e. (Orgs.). (R)Existir: práticas pedagógicas em artes visuais, dança e teatro (E-book). 1. ed. Recife: Editora Universitária da UFPE, 2017. Disponível em https://drive.google.com/file/d/17NThBrMysMTs9i6S56quO5PsslaAa98Q/view?usp=sharing PANHO, Guilherme; SARDELICH, Maria Emília. Re-cortes da Artes Visuais: nas entrelinhas da BNCC. João Pessoa: Editora UFPB, 2021. Disponível em: http://www.editora.ufpb.br/sistema/press5/index.php/UFPB/catalog/book/636 PORTELA, Maria B.V; SANTOS, Genivaldo de S.; GEBRAN, Raimunda Abou. Os saberes da experiência e a construção da poética docente para o ensino de arte. Comunicações, Piracicaba, ano 23, n.1, p.225-238, jan-abr, 2016. SANTOS JÚNIOR, Nadilson Monteiro dos; NUNES, Luciana Borre. Artes Visuais e Diversidade Cultural na Escola. In: NUNES, Luciana Borre; TEZZA, Marianne. (Orgs.). Conversas de Estágio: Artes Visuais, Dança, Teatro. 1ed. Recife: Editora Universitária da UFPE, 2015, p.120-136. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Departamento de Artes Artes Visuais _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 174 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) Disciplina X Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática AR688 Estágio Curricular em Ensino 30 60 4 90 5° das Artes Visuais 3 Pré-requisitos AR697 Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Estágio supervisionado de observação e regência de artes visuais, em projetos sociais e organizações não governamentais. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO - Educação formal, informal e não formal: conceitos, contextos e relações; - Movimentos sociais, organizações comunitárias, cultura popular e educação não formal; - Os campos de estágio em ensino de Artes Visuais na educação não formal; - Marcos históricos do ensino de arte na educação não formal em Recife; - Ensino de arte em ONGs; - Profissionais na educação não formal, o/a educador/a social e o/a arte/educador/a; - Elaboração de plano de intervenção pedagógica a partir da observação e especificidade de cada campo de estágio e público-alvo; - Acompanhamento, avaliação e socialização da experiência. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ARANTES, V. A. (org.); TRILLA, J.; GHANEM, E. Educação formal e não-formal: pontos e contrapontos. São Paulo: Summus, 2008. CARVALHO, L. M. O ensino de artes em ONGS. São Paulo Cortez, 2008. GOHN, M. G. Educação não formal e o educador social: atuação no desenvolvimento de projetos sociais. São Paulo Cortez, 2010. 175 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BARBOSA, A. M., COUTINHO, R. G. (orgs). Arte/Educação como mediação cultural e social. São Paulo: UNESP, 2009. BARBOSA, L. R. Movimento de Cultura Popular: impactos na sociedade pernambucana. Recife: Ed. do autor, 2009. NÃO-FRONTEIRAS: universos da educação não-formal / prefácio Olga Rodrigues de Moraes von Simson; texto Maria da Glória Gohn; dados quantitativos Renata Sieiro Fernandes; Ilustração Andrés Sandoval, Mariana Zanetti. -- São Paulo: Itaú Cultural, 2007. SILVA, M. B.; SOUZA, A. P. S.; AZEVEDO, M. L. Memórias não são só memórias: a Escolinha de Arte do Recife (1953-2013). Recife: Ed. Universitária da UFPE, 2013. WALSH, C. Pedagogías Decoloniales. Práticas Insurgentes de resistir, (re)existir e (re)vivir. Serie Pensamiento Decolonial. Editora Abya-Yala. Equador, 2017. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Departamento de Artes Artes Visuais _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 176 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) Disciplina X Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática AR689 Estágio Curricular em Ensino 30 60 4 90 6° das Artes Visuais 4 Pré-requisitos AR697 Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Estágio supervisionado de observação e regência em ação educativa das artes visuais, em museus e espaços culturais. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO - Museus e espaços expositivos de Artes Visuais: natureza e historicidade; - O processo de mediação: objetivos, métodos e desafios; - Relação entre mediador, público e obra de arte; - Relação entre mediação, curadoria e expografia; - A crítica institucional e a nova museologia ; - Espaços expositivos e estratégias de inclusão e acessibilidade; - Elaboração de projeto de mediação a partir da observação e especificidade de cada campo de estágio e público-alvo; - Acompanhamento, avaliação e socialização da experiência. BIBLIOGRAFIA BÁSICA HELGUERA, Pablo; HOFF, Mônica (orgs.). Pedagogia no campo expandido. Porto Alegre Fundação Bienal de Artes Visuais do Mercosul, 2011. Disponível em: https://www.aliciaherrero.org/espaniol/textos/Pedagogia_no_campo_expandido.pdf. INSTITUTO BRASILEIRO DE MUSEUS. Caderno da Política Nacional de Educação Museal. Brasília, DF: IBRAM, 2018. Disponível em: https://www.museus.gov.br/wp- content/uploads/2018/06/Caderno-da-PNEM.pdf. MÖRSCH, Carmem. Numa encruzilhada de quatro discursos. Mediação e educação na documenta 12 entre Afirmação, Reprodução, Desconstrução e Transformação. In Periódico Permanente. Nº 6, 177 fev. 2016. Disponível em: http://www.forumpermanente.org/revista/numero-6-1/conteudo/numa- encruzilhada-de-quatro-discursos-1-mediacao-e-educacao-na-documenta-12-entre-afirmacao- reproducao-desconstrucao-e-transformacao-2. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRULON, Bruno. Os mitos do ecomuseu: entre a representação e a realidade dos museus comunitários. MUSAS – Revista Brasileira de Museus e Museologia, Brasília, n. 6, p. 30-46, 2014. GRINSPUM, Denise. Educação para o patrimônio: museus de arte e escola, Responsabilidade compartilhada na formação de públicos. 2000. Tese (Doutorado) – Universidade de São Paulo, São Paulo, 2000. HEITOR, Gleyce Kelly Maciel. Quando o museu é uma luta! A criação do Museu da Beira da Linha do Coque e do Museu das Remoções. (TESE). História pelo Programa de Pós-graduação em História Social da Cultura, do Departamento de História da PUC-Rio. Rio de Janeiro, 2021. HONORATO, Cayo. A mediação cultural em meio a controvérsias. Palíndromo, [S. l.], v. 11, n. 25, p. 99-113, 2019. TURETTA, Gabriela Maetê. Na construção dos modos de fazer: Processos metodológicos de educadores(as) de museus e exposições de arte. (Dissertação). Programa de Pós-Graduação em Educação, Culturas e Identidades da Universidade Federal Rural de Pernambuco/Fundação Joaquim Nabuco. Recife, 2023. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Departamento de Artes Artes Visuais _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 178 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática AR 690 Estética A 30 0 2 30 4º Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Introduzir os discentes no universo da Estética, familiarizando-os com os conceitos fundamentais, os referenciais teóricos e os marcos formadores da disciplina. A relação entre a Estética, a Poética, a Crítica de Arte e a História da Arte. A Beleza enquanto problema filosófico. Principais teorias sobre a arte e sua importância para a compreensão da produção artística na contemporaneidade. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO A Estética enquanto especialização da Filosofia. A arte e a beleza enquanto problemas filosóficos. Estética material e Estética formal. Estética e História da Arte. Estética e Crítica de Arte. Crítica judicativa e crítica criadora. Estética e poética: distinção. Os princípios estéticos e os princípios poéticos. Hierarquia e classificação das artes. O universo das artes. Teorias da Beleza: visão panorâmica, de Platão a Kant. A Estética na contemporaneidade. Desafios da Estética contemporânea. A recepção estética. Arte, sociedade e progresso. Arte e tradição. A questão do novo na arte. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BOSI, Alfredo. Reflexões sobre a arte. 2.ed. São Paulo, Editora Ática, 1986. PAREYSON, Luigi. Os problemas da Estética. 2.ed. São Paulo: Martins Fontes, 1989. SUASSUNA, Ariano. Iniciação à Estética. 17 ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2023. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CALVINO, Italo. Seis propostas para o próximo milênio. 2.ed.Trad. Ivo Barroso. São Paulo: Companhia das Letras, 1990. COCHOFEL, João José. Iniciação estética. Lisboa: Europa-América, s.d. ECO, Umberto (Org.). História da feiura. Rio de Janeiro: Record, 2007. GULLAR, Ferreira. Argumentação contra a morte da arte. 8.ed. Rio de Janeiro: Revan, 2003. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Departamento de Artes Artes Visuais _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁRE 179 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática AR691 ESTÉTICA B 30 0 2 30 7º Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Dar continuidade às reflexões iniciadas no componente curricular Estética A. Os principais problemas da Estética na visão dos pensadores contemporâneos. Funções da arte na sociedade contemporânea. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Beleza e desarmonia. Relações entre estética e polit́ ica. Os regimes da arte: ético, representativo e estético. As artes mecâ nicas e a promoção estética dos anônimos. O feio na arte. Arte engajada. Arte e sociedade. Arte e moral. Arte e política. Arte e progresso. Arte e intuição. Arte e inspiração. Arte e museu. Arte e colecionismo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BENJAMIN, Walter. Magia e técnica, arte e política: ensaios sobre literatura e história da cultura. São Paulo: Brasiliense, 2012. FOUCAULT, Michel. Estética: literatura e pintura, música e cinema (Ditos & Escritos V. 3). Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2006. 180 NGAI, Sianne (2015). “Nossas categorias estéticas”. Revista Eco-Pós, 18(3), 6–17. https://doi.org/10.29146/eco-pos.v18i3.2760. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DELEUZE, Gilles; GUATTARI, Felix. O que é a filosofia? Rio de Janeiro: Editora 34, 1992. GALT, Rosalind (2015). “Lindo: teoria do cinema, estética e a história da imagem incômoda”. Revista Eco-Pós, 18(3), 42–65. https://doi.org/10.29146/eco-pos.v18i3.2762 SANTAELLA, Lúcia. Estética de Platão a Peirce. São Paulo: Experimento, 2000. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Departamento de Artes Artes Visuais _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 181 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática AR649 ESTUDO DA 30 0 2 30 PERFORMANCE Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Estudo introdutório da Performance enquanto linguagem artística e campo de estudo teórico, como estímulo à ampliação das fronteiras da investigação e experimentação nas artes, pondo em destaque sua importância ritual e simbólica seu caráter híbrido e interdisciplinar, suas imbricações semiológicas. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO - Aportes conceituais de fundamentação: aproximações entre a vida e a arte; o caráter ritual; o caráter cênico-teatral e as interações da Performance no universo das Artes Visuais; - Raízes e heranças da Performance: os movimentos de vanguarda no século XX e seus desdobramentos na contemporaneidade; - A linguagem da Performance: o campo potencial de manipulação do sujieto; o performer e o sentido de atuação; o espaço reservado aos discursos do corpo; o processo de criação; o diálogo com tecnologias midiáticas; - Interfaces da Performance: estudos artístico-teatrais, estudos antropológicos e novas mídias. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BARBOSA, Eduardo Romero Lopes. Visível Audível Tangível: Mitos do Corpo na Performance/ Eduardo Romero Lopes Barbosa. – Recife: Tese (doutorado) - Universidade Federal de Pernambuco, CFCH. Programa de Pós-Graduação em Antropologia, 2014. https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/12069 COHEN, Renato. Performance como Linguagem: Criação de um Tempo-Espaço de Experimentação. 3° Edição. São Paulo: Perspectiva, 2013. GOLDBERG, RoseLee. A Arte da Performance: Do Futurismo ao Presente. São Paulo: Martins Fontes, 2006. 182 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GLUSBERG, Jorge. A Arte da Performance. 2° Edição. São Paulo: Perspectiva, 2009. GREINER, Christine. O Corpo, Pistas para Estudos Indisciplinares. 3° Edição. São Paulo: Annablume, 2008. LE BRETON, David. Adeus ao Corpo - Antropologia e Sociedade. 6° Edição. Campinas, SP: Papirus, 2013. ZUMTHOR, Paul. Performance, Recepção, Leitura. São Paulo: Cosac Naify, 2007. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Departamento de Artes Artes Visuais _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 183 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática AR? Estudos do Imaginário 60 0 4 60 Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Estudo das imagens a partir da Teoria do Imaginário, criada por Gilbert Durand, com bases na Filosofia da imaginação de Gaston Bachelard e dos arquétipos de Carl Jung. Discutiremos sobre o que é o Imaginário. Fundadores da noção do imaginário. A Complexidade de Morin. Subjetividade na pesquisa acadêmica como um paradigma. Estudos prático-teóricos sobre a imagem e o museu de imagens. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Noções de Imaginário; 2. Símbolos - simbólico - imaginário; 1. Fundadores da Noção de Imaginário; 3. Imagens; 4. Regimes das imagens; 5. Métodos; 6. Fundadores do Imaginário; 7. Gaston Bachelard; 8. Mircea Eliade; 9. Gilbert Durand; 10. Carl Jung; 11. Edgar Morin; 12. Teoria da Complexidade. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BACHELARD. Gaston. A Poética do Espaço. São Paulo: Martins Fontes, 2008. DURAND, Gilbert. As estruturas antropológicas do imaginário: introdução à arquetipologia geral. São Paulo: Martins Fontes, 2002. PITTA, Danielle P. PITTA, Iniciação à Teoria do Imaginário de Gilbert Durand. Rio de Janeiro: Atlântica Ed., 2005. 184 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR COSENTINO, Anna Carolina Coelho. Fantasmas do corpocasa: refazendo significados afetivos por meio da performance. Recife, 2018. PAES, Bruna de Sousa Pedrosa. Praias do Capibaribe: uma experiência artística de ativação do espaço público. 2020. Dissertação (Mestrado em Artes Visuais) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2020. PORTO, Maria do Rosário Silveira (Org.); TEIXEIRA, Maria Cecília Sanchez (Org.); SANTOS, Marcos Ferreira (Org.); BANDEIRA, Maria de Lourdes (Org.). Tessituras do imaginário: cultura e educação. Cuiabá, MT: EDUNIC/CICE/FEUSP, 2000. PITTA, Danielle Perin Rocha (Org.). Ritmos do imaginário. Recife: Ed. Universitária da UFPE, 2005. REIS, Ane Beatriz dos Santos. Imagens que contam histórias: o feminino na Comunidade Quilombola de Conceição das Crioulas. 2022. Dissertação (Mestrado em Artes Visuais) – Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2022. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Departamento de Artes Artes Visuais _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 185 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática AR650 Expressão Plástica Infantil 30 0 2 30 4º Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Estudo do repertório gráfico e expressivo da criança e do adolescente para o estabelecimento de uma visão clara e analítica sobre esse repertório com o objetivo de facilitar a própria educação do educador. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO As teorias de Piaget, Vygotski e Paulo Freire e relações com o ensino das artes para/com as infâncias. Ludicidade e o ensino das artes. Fundamentos teórico-metodológicos e técnico-metodológicos para o ensino das artes visuais para/com as infâncias. Reflexão crítica do processo de ensino/aprendizagem nas aulas de artes visuais para/com as infâncias. Projetos de Trabalho para os níveis de ensino fundamental (Anos Iniciais e Educação Infantil). Orientação metodológica para o estágio supervisionado de observação. A criança e a educação visual; Artes Visuais e dimensões estéticas (ampliando repertório visual); Seleção e uso de materiais expressivos; A ação mediadora do professor; Documentos (Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil e Parâmetros Curriculares Nacionais). BIBLIOGRAFIA BÁSICA BORRE, Luciana. Bonecas Trapeiras: vivências artográficas e formação docente para/com as infâncias. Revista Apotheke, 2019. Disponível em: https://drive.google.com/file/d/14fGfrmVNJUycbycialk31OR- J9Dw0NVv/view?usp=sharing. CUNHA, Susana Rangel. A arte é para as crianças ou das crianças? In: Flores, Maria Luiza Rodrigues; Albuquerque, Simone Santos de (org.). Implementação do Proinfância no Rio Grande do Sul: perspectivas políticas e pedagógicas. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2015. p. 85-100. Disponível em: https://drive.google.com/file/d/1FVcsjrdbV1N1m-K5ZexpmxWCpHAjZiB3/view?usp=sharing 186 HERNANDEZ, Fernando. Transgressão e mudança na educação : os projetos de trabalho. Porto Alegre : Artmed, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BOMBONATO, Giseli Aparecida; Farago, Alessandra Corrêa. As etapas do desenho infantil segundo autores contemporâneos. Cadernos de Educação: Ensino e Sociedade, Bebedouro-SP, 3 (1): 171-195, 2016. Disponível em: https://unifafibe.com.br/revistasonline/arquivos/cadernodeeducacao/sumario/40/30042016104546.pdf. BORRE, Luciana. Desobediência: uma intervenção urbana com a Pedagogia da Autonomia. ESTUDOS UNIVERSITARIOS, v. 38, p. 477-488, 2021. Disponível em: https://periodicos.ufpe.br/revistas/index.php/estudosuniversitarios/article/view/249913/39256 BORRE, Luciana. Obediência: processos de ensinar, aprender e artistar. Revista Gearte, v. 8, p. 1-16, 2021. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/gearte/article/view/104306/0. HERNANDEZ, Fernando. Cultura visual, mudança educativa e projeto de trabalho. Porto Alegre : Artmed, 2000. PIMENTEL, Lucia Gouvêa. Som, gesto, forma e cor: dimensões da arte e seu ensino. Belo Horizonte: C/ARTE, 2003. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Departamento de Artes Artes Visuais _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 187 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática AR622 FOTOGRAFIA E ARTE 4 0 4 60 4° Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Analisar as profundas relações da Fotografia com as Artes Visuais, a partilha de códigos e os seus problemas de classificação como gênero retórico, estético e técnico. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Anatomia da Câmera/Câmeras Analógicas e Digitais/Dispositivos Móveis 2. Processos Históricos e Alternativos em Fotografia 3. A Arte é (tornou-se) Fotográfica? 4. Contexto e Narrativa em Fotografia 5. Fotografia como Arte Contemporânea 6. Práticas de Laboratório BIBLIOGRAFIA BÁSICA DUBOIS, Philipe. O Ato Fotográfico e Outros Ensaios. 14° Edição. Campinas: Papirus, 2009. KOSSOY, Boris. Fotografia e História. São Paulo: Ática, 1989. FLUSSER, V. Filosofia da Caixa Preta: Ensaios para uma Futura Filosofia da Fotografia. RJ: Dumará, 2002. 188 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BARTHES, Roland. A Câmara Clara. Nota sobre a Fotografia. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2015 KOSSOY, Boris. Realidades e Ficções na Trama Fotográfica. Cotia (SP): Ateliê Editorial, 1999. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Departamento de Artes Artes Visuais _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 189 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática AR651 FOTOGRAFIA E CORPO 60 0 4 60 Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Explorar a relação significante da prática fotográfica dentro da rica diversidade de contextos sociais onde a mesma tem um papel na construção da identidade e da cultura através do corpo. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. A Fotografia como Operação Simbólica 2. Fotografia e Corpo Humano 3. A Construção Social do Corpo 4. O Corpo e seus Duplos 5. Representação Sujeito-Objeto 6. O Privado e o Público 7. O Outro 8. Corpos Tecnológicos 9. O Corpo em seu Campo Ampliado BIBLIOGRAFIA BÁSICA CORBIN, A., Courtine, J-J., Vigarello, G. História do Corpo. 5° Edição. 3 vol. Petrópolis, Vozes, 2012. DUBOIS, Philipe, O Ato Fotográfico e Outros Ensaios. Trad. M. Appenzeller, Campinas, Papirus, (1990) 2004. JEUDY, Henri-Pierre. O Corpo como Objeto de Arte. 2° Edição. São Paulo: Estação Liberdade, 2002. 190 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ECO, U (Org.). A História da Feiúra. Trad. Eliana Aguiar. Rio de Janeiro: Record, 2007. ______ (Org.). A História da Beleza. Trad. Eliana Aguiar. Rio de Janeiro: Record, 2004. FIGUEIREDO, Lucy, Imagens Polifônicas: Corpo e Fotografia. SP: Annablume, Fapesp, 2007. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Departamento de Artes Artes Visuais _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 191 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática AR615 Fundamentos da 30 30 3 60 1º Arte/Educação Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Disciplina teórica voltada para o estudo das ideias que contribuíram para a elaboração do conceito de Arte- Educação e para a sua consolidação como atividade profissional no mundo contemporâneo. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Bases filosóficas: os principais filósofos que contribuíram para a construção do pensamento d o ensino das Artes Visuais; 2. Bases sociológicas: as idéias estético-pedagógicas para o ensino das Artes Visuais, considerando as leis 10.639/2003 e a 11.645/2008 para a inclusão da história do ensino das Artes Visuais africana, indígena e latino americana; 3. Bases psicológicas: a teoria da personalidade e da criação artística; a teoria das funções da consciência e do processo criativo; 4. O ensino das Artes Visuais: perspectivas históricas na contemporaneidade; 5. O campo de atuação do/a professor/a de Artes Visuais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BARBOSA, A. M. (Org.). Arte/Educação Contemporânea: Consonâncias Internacionais. São Paulo: Cortez, 2005. DEWEY, John, Experiência e Natureza: lógica; a teoria da investigação; arte como experiência, vida educação/1980. FUSARI, Maria F. de Rezende; FERRAZ, Maria Heloisa C. de T. Arte na educação escolar. São Paulo: Cortez, 1991. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BARBOSA, Ana Mae. A abordagem triangular no ensino das artes e culturas visuais, São Paulo: Cortez, 2010. BARBOSA, Ana Mae. Arte Educação no Brasil. 7ª ed. São Paulo: Perspectiva; 2012. 192 IAVELBERG, Rosa. Para gostar de aprender arte : sala de aula e formação de professores / Rosa Iavelberg. Porto Alegre : Artes Médicas, 2007. MATTAR, Sumaya; AZEVEDO, Vinícius de. Arte e educação para professores: teias de afeto e saberes. Universidade de São Paulo. Escola de Comunicações e Artes, 2022. RICHTER, Ivone Mendes.. Interculturalidade e estética do cotidiano no ensino das artes visuais. São Paulo : Mercado de Letras, 2003. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Departamento de Artes Artes Visuais _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 193 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática SF451 Fundamentos da Educação 60 0 4 60 2º Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Introdução à análise e discussão do fenômeno educativo, considerando as relações entre educação e sociedade a partir de uma reflexão teórica, instrumentando o aluno para compreensão de sua formação e prática como educador e para o enfrentamento teórico- prático das principais questões relativas à educação brasileira numa perspectiva crítica e transformadora. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1) Educação e cultura a. Conceito de educação b. Conceito de cultura c. Relação entre educação e cultura 2) Educação e Sociedade a. Educação e sociedade em modos de produção diferentes: a sociedade primitiva e a sociedade de classes b. Teorias explicativas da relação educação e sociedade 3) Educação na sociedade capitalista a. O processo produtivo em modos de produção diferentes: a sociedade no modo de produção capitalista. b. Estado, educação, ideologia e o papel da escola numa sociedade desigual: reprodução, e transformação social. 4) Realidade Educacional Brasileira. a. Contextualização histórica: de 1930 aos dias atuais b. Ensino público X ensino privado. c. Fracasso escolar e analfabetismo 194 d. Ideologia no livro didático e. O papel do educador: a questão política do trabalho pedagógico BIBLIOGRAFIA BÁSICA LIBÂNEO, José Carlos. Adeus professor adeus professora? Novas exigências educacionais e profissão docente. 13 ed. São Paulo: Cortez, 2011 PEREIRA, C. M. R. C., SABBATINI, M., VOSS, R. R. Paulo Freire em debate. Recife: Editora Universitária UFPE, 2013. Disponível em: https://editora.ufpe.br/books/catalog/book/192 SAVIANI, Demerval. Escola e democracia. 42 ed. São Paulo: Cortez, 2012. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ARANHA, Maria Lúcia A. Filosofia da Educação. 3 ed. rev. amp. São Paulo: Moderna, 2006. BEVILACQUA, Aluisio Pampolha. John Dewey e a Escola Nova no Brasil. Ciência & Luta de Classes Digital, a. 1, v.1, n.1, p. 1-18, 2014. Disponível em: https://revistaclc.ceppes.org.br/online/article/view/29 BRANDÃO, Carlos Rodrigues. O que é Educação. Brasiliense: 2007. GADOTTI, Moacir. A questão da educação formal/não-formal. Sion: IDE, 2005. Disponível em: https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/5633199/mod_resource/content/1/eudca%C3%A7%C3 %A3o%20n%C3%A3o%20formal_formal_Gadotti.pdf FREIRE, Paulo. Não há docência sem discência. In:_________. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 34 ed. São Paulo: Paz e Terra, 2006. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 195 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Nº. de Código Nome Créditos Teórica Prática AR612 FUNDAMENTOS DA LINGUAGEM VISUAL 1 60 0 4 60 1° Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Estudo dos conhecimentos relacionados aos elementos básicos da composição e dos conceitos relacionados à teoria da composição. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO ASPECTOS GERAIS DA PERCEPÇÃO E DA LINGUAGEM VISUAL 1. O Imaginário Coletivo e Individual 2. Percepção Sensorial, Visual e seus Processos 3. Linguagem do Corpo 4. Psicologia Visual, Gestalt, as Ilusões e outros Efeitos Óticos 5. A Semiótica da Expressão Artística Visual 6. Composição: Fundamentos Sintáticos dos Fundamentos Visuais FUNDAMENTOS ESTRUTURAIS DE EXPRESSÃO E LEITURA NA LINGUAGEM VISUAL 1. Perspectiva 2. A percepção da Forma e suas Relações: Estrutura, Volume, Espaço, Proporções, Tonalidades e Contrastes 3. Análise da Organização e Reorganização Formal, Harmonia dos Elementos Visuais 4. Tensões Visuais, Equilíbrio, Movimento, Ritmo e Unidade 5. Estudo da Luz e da Sombra e das Tonalidades 6. Construção no Espaço e o Equilíbrio entre os Elementos visuais BIBLIOGRAFIA BÁSICA ARNHEIM, Rudolf. Arte e Percepção Visual: Uma Psicologia da Visão Criadora. 12° Edição. São Paulo: Pioneira, 1998. 196 DONDIS, Donis A. Sintaxe da Linguagem Visual. 3°. Ed. São Paulo: Martins Fontes, 2007. GOMBRICH, E. H. Arte e Ilusão. 4° Edição. São Paulo: Martins Fontes, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CHIPP, H. B. Teorias da Arte Moderna. 2° Edição. São Paulo: Martins Fontes, 1996. OSTROWER, Fayga. Universos da Arte. 14°. Edição. Rio de Janeiro: Editora Campus, 1999. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Departamento de Artes Artes Visuais _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 197 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática AR617 FUNDAMENTOS DA LINGUAGEM VISUAL 2 60 0 4 60 2° Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Estudo da teoria da cor como elemento de composição da obra de arte. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Processo Visual - Luz e Percepção 2. Cromatismo 2.1 Cor Luz, Cor Pigmento, o Espectro Cromático e o Círculo Cromático 2.2 Cores Primarias, Secundarias, Terciárias e Quaternárias, Cores Análogas, Complementares, Efeitos Cromáticos 2.3 Análise das Cores através de Misturas de Pigmentos, Graduação e Predominância Cromática, Escalas Altas, Medias e Baixas 2.4 Intensidade, Tonalidade, Saturação, Gama, Nuances, Contrastes 2.5 Efeitos Visuais na Mistura e Efeitos Visuais na Justaposição de Cores, Harmonia Cromática e Composição Cromática 3. Simbolismo BioPsicoCultural - Sensorialidade/Psicologia e Cultura BIBLIOGRAFIA BÁSICA BARROS, Lilian Ried Miller. A Cor no Processo Criativo - Um Estudo Sobre Bauhaus e a Teoria de Goethe - 3ª EdIÇÃO. São Paulo: SENAC, 2009. FARINA, Modesto.: Psicodinâmica da Cores e Comunicação. 4° Edição. São Paulo: Edgard Blücher, 1990. GUIMARÃES, Luciano. A Cor como Informação: A Construção Biofísica, Linguística e Cultural da Simbologia das Cores. 3° Edição. São Paulo: Annablume, 2004. 198 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DONDIS, Donis A. Sintaxe da Linguagem Visual. 3°. Ed. São Paulo: Martins Fontes, 2007. PEDROSA, Israel: Da Cor a Cor Inexistente. 10° Edição. Rio de Janeiro. SENAC, 2010. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Departamento de Artes Artes Visuais _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 199 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática PO492 Fundamentos Psicológicos da 90 0 6 90 3º Educação Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Estudo de teorias psicológicas sobre o desenvolvimento socioafetivo e cognitivo e os processos de ensino e de aprendizagem na infância, adolescência e vida adulta. Problematização sobre as relações entre Psicologia e Educação. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 - Introdução à ciência Psicológica: Psicologia do Desenvolvimento — conceito, objeto e métodos de investigação; teorias psicológicas da aprendizagem e os modelos epistemológicos que fundamentam essas teorias. 2 - Aspectos socioafetivos do desenvolvimento segundo diferentes perspectivas teóricas clássicas: Freud e a Psicanálise, Wallon e a teoria da pessoa completa. 2.1 Limites e possibilidades das teorias estudadas na investigação dos processos de desenvolvimento socioafetivo. 2.2 Implicações pedagógicas decorrentes das diferentes perspectivas teóricas estudadas. 3 - Aprendizagem e conhecimento segundo diferentes perspectivas teóricas clássicas: O Behaviorismo Radical de Skinner; a Epistemologia Genética de Piaget e Psicologia Sócio- Histórica de Vygotsky. 3.1 Limites e possibilidades das teorias estudadas na investigação dos processos de desenvolvimento cognitivo, da aprendizagem e do ensino. 3.2 Implicações pedagógicas decorrentes das diferentes perspectivas teóricas estudadas. 4 - Desenvolvimento afetivo e social de pessoas com deficiência e/ou com dificuldades de aprendizagem e pessoas em situação de vulnerabilidade e risco. 200 BIBLIOGRAFIA BÁSICA CARRARA, K. (Org.). Introdução à psicologia da educação: seis abordagens. São Paulo: Avercamp, 2004. COLL, C., PALACIOS, J. & MARCHESI, A. (Orgs.). Desenvolvimento psicológico e educação: transtornos de desenvolvimento e necessidades educativas especiais. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. vol. 3. MONTEIRO, Carlos Eduardo Ferreira; RODRIGUES, Sylvia Regina de Chiaro Ribeiro. (Org.). Fundamentos psicológicos do ensino e da aprendizagem. Recife: Ed. Universitária da UFPE, 2012. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FREUD, S. Três ensaios sobre a teoria da sexualidade. Rio de Janeiro: Imago, 2002. PIAGET, J. Psicologia e Pedagogia. 10 ed. Rio de Janeiro: Forense, 2010. VYGOTSKY, L. S. Psicologia pedagógica. São Paulo: Martins Fontes, 2004. SKINNER, B. F. Sobre o behaviorismo. 13. ed. São Paulo: Cultrix, 2011. WALLON, H. A Evolução psicológica da criança. São Paulo: Martins fontes, 2007. 201 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática AP492 GESTÃO EDUCACIONAL E 60 0 4 60 8º GESTÃO ESCOLAR Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Discussão e análise das concepções de organização e gestão escolar (diretrizes, normas, procedimentos operacionais e rotinas administrativas), numa compreensão mais geral da cultura organizacional no que se refere ao conjunto de fatores sociais, culturais e psicológicos que influenciam os modos de agir da organização como um todo e do comportamento das pessoas em particular. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Administração Geral e Educacional - Conceitos - Principais bases teóricas - Paradigmas e perspectiva da gestão educacional - Perspectivas e implicações do processo de gestão democrática na escola Cultura Organizacional / Cotidiano Escolar - Tendências pedagógicas na prática da gestão escolar - Objetivos da escola e as práticas de organização e gestão (aspectos físicos, funcionamento, recursos materiais, financeiros e humanos) - O dirigente e sua equipe - Proposta Pedagógica na gestão democrática da escola - Relações da escola com a comunidade - Relações da escola com o sistema de ensino e os resultados educacionais BIBLIOGRAFIA BÁSICA DOURADO, Luís Fernandes (Org.). Políticas e Gestão da Educação no Brasil: novos marcos regulatórios. São Paulo: Xamã, 2009. (ARTIGO) PARO, Vitor Henrique. Escritos sobre educação. 1. ed. São Paulo: Xamã, 2001.FERREIRA, N. S. 202 C. e AGUIAR, M. A. (orgs.). Gestão da educação: impasses, perspectivas e compromissos. 3. ed., São Paulo: Cortez, 2001. VIEIRA, Sofia Lerche. Educação básica: política e gestão da escola. Fortaleza: Liber Livro, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALARCÃO, Isabel (Org.). Escola reflexiva e nova racionalidade. Porto Alegre: Artmed, 2001. ALONSO, M. "A administração educacional e os desafios da modernidade". Revista brasileira de administração educacional. Brasília, v. 11, n. 1, p. 9-26 jan/jun.1995. FELIX, Maria de Fatima Costa. Administração escolar: um problema educativo ou empresarial?: analise da proposta do estado capitalista brasileiro para burocratização do sistema escolar . 4. ed. -. São Paulo: Cortez: Autores Associados, 1989. FERREIRA, N. S. C. (org.). Gestão democrática da educação: atuais tendências, novos desafios. São Paulo: Cortez, 2003. FERREIRA, Naura Syria Carapeto (Org.); AGUIAR, Márcia Ângela (Org). Gestão da educação: impasses, perspectivas e compromissos. 3.ed. Cortez, 2001. 203 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática AR692 Gravura A 30 30 3 60 3º Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Iniciação à gravura e seus aspectos técnicos, históricos e conceituais. Experimentação com a xilogravura, a monotipia e a cologravura. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO - Considerações históricas e conceituais a respeito da gravura. - Experimentação dos procedimentos técnicos da monotipia, xilogravura, linoleogravura, cologravura. - Confecção de matrizes, gravação e impressão de cópias. - Apreciação da gravura em diversidade de contextos histórico-culturais. - Pesquisa de processos e materiais alternativos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA LISBOA, ANA. Plantação e colheita / organização editorial e ensaio crítico: Clarissa Diniz e Patrícia Burrowes. Recife: Funcultura, 2009. OSTROWER,Fayga. Criatividade e processo de criação. Petropolis: Vozes, 1989. SHRIMPTON, Regina Helena. Monotipia uma investigação técnica e artística. Dissertação de mestrado. UNIVERSIDADE DO ALGARVE Faculdade de Ciências Humanas e Sociais. Portugal. 2012. Disponível em: https://sapientia.ualg.pt/bitstream/10400.1/3522/1/Monotipia170513.pdf. Acesso em: 12.04.2024. 204 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BLAUTH, Lurdi. Gravura contemporânea: gravações e impressões entre cheios e vazios. Revista Científica/FAP, Curitiba, v. 5, n. 1, 2010. DOI: 10.33871/19805071.2010.5.1.1572. FREDDI, H. (2015). Gravura e devir. Arte 21, 5(2), 107–109. FREITAS, A. Gravura expandida: as Mostras da Gravura dos anos 1990 - DOI 10.5216/vis.v8i2.18274. Visualidades, Goiânia, v. 8, n. 2, 2012. PERRUD SILVA, P. (2023). Entre a reprodução e a expressão: notas por uma história da gravura como arte e imagem (séculos XVI-XXI). Domínios Da Imagem, 17(32), 244–267. SANTOS, Márcia Campos dos. Gravura sobre policarbonato: uma experiência contemporânea. 2006. Dissertação (Mestrado) Universidade Estadual Paulista, Instituto de Artes, 2006. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Departamento de Artes Artes Visuais ___________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 205 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática AR693 Gravura B 30 30 3 60 4º Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Estudo histórico, conceitual, técnico e expressivo da gravura em metal CONTEÚDO PROGRAMÁTICO - Considerações históricas e conceituais a respeito da calcogravura - Processos da gravura de incisão - calcogravura. - Experimentação dos procedimentos técnicos da gravura de incisão, água forte, água tinta e ponta seca. - Confecção de matrizes, gravação e impressão de cópias. - Apreciação da produção de calcogravura em diversidade de contextos histórico-culturais. - Pesquisa de processos e materiais alternativos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ARONIS, Jacqueline. Matéria gráfica: idéia e imagem. 2009. Tese (Doutorado em Poéticas Visuais) - Escola de Comunicações e Artes, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2009. doi:10.11606/T.27.2009.tde-13072009-185747. CALZAVARA, Ana Lucia. Entremeios. 2012. Tese (Doutorado em Poéticas Visuais) - Escola de Comunicações e Artes, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2012. 206 JORGE, Alice.; GABRIEL, Maria, 1937-. Técnicas de gravura artística: xilogravura, linóleo, calcografia, litografia. 2. ed. -. Lisboa: Livros Horizonte, 2000. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BLAUTH, Lurdi. Gravura contemporânea: gravações e impressões entre cheios e vazios. Revista Científica/FAP, Curitiba, v. 5, n. 1, 2010. DOI: 10.33871/19805071.2010.5.1.1572. GABBAI, Paula Escobar. Canteiros e matrizes (uma catedral interior). 2018. Tese (Doutorado em Poéticas Visuais) - Escola de Comunicações e Artes, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2018. MUBARAC, Luiz Claudio. Notas Sobre Incisão. 1998. Tese (Doutorado em Artes Plásticas) - Escola de Comunicações e Artes, Universidade de São Paulo, São Paulo, 1998. doi:10.11606/T.27.2019.tde-24042019-130123. PAULINO, Rosana. Imagens de sombras. 2011. Tese (Doutorado em Poéticas Visuais) - Escola de Comunicações e Artes, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2011. doi:10.11606/T.27.2011.tde-05072011-125442. TURCATO, José Milton. Ensaio gráfico, gravura em metal, o desígnio, o desenho, a gravura. 2014. Tese (Doutorado em Poéticas Visuais) - Escola de Comunicações e Artes, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2014. doi:10.11606/T.27.2014.tde-20102014-095330. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Departamento de Artes Artes Visuais _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 207 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática AR 611 História da Arte 1 30 0 2 30 1º Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Estudo das manifestações artísticas na Pré-História e na Antiguidade universal. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO História e História da Arte: conceitos iniciais e princípios metodológicos. Origens da arte. Arte pré- histórica. Arte no Paleolítico. Arte no Neolítico. Arte na Mesopotâmia. Arte egípcia. Arte em Creta e no Mundo Egeu. Arte grega. Arte romana. Arte africana. Arte pré-colombiana. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DURDEN, Dennis. African art. London: Paul Hamly, 1968. JANSON, H. W. História geral da arte. São Paulo: Martins Fontes, 2019. GOMBRICH, E. H. A história da arte. Trad. Cristiana de Assis Serra. Rio de Janeiro: LTC, 2013. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BECKETT, Wendy. A história da pintura. São Paulo: Ática, 1997. O’NEILL, Elena; CONDURU, Roberto. Carl Einstein e a arte da África. Rio de Janeiro: EdUERJ, 2015. OSTROWER, Fayga. Universos da arte. 2.ed. Rio de Janeiro: Campus, 1983. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Departamento de Artes Artes Visuais _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 208 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática AR 616 História da Arte 2 30 0 2 30 2º Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Estudo das manifestações artísticas na Idade Média, no Renascimento, no Barroco e no Rococó. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Arte paleocristã e arte bizantina. O Românico e o Gótico: cronologia, contexto histórico e espaço geográfico. Das basílicas às catedrais. Renascimento: pintura, escultura, arquitetura. Barroco: pintura, escultura e arquitetura. Autonomia e integração das artes. Rococó. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GOMBRICH, E. H. A História da Arte. Trad. Cristiana de Assis Serra. Rio de Janeiro: LTC, 2013. JANSON, H. W. História geral da arte. São Paulo: Martins Fontes, 2019. WÖLFFLIN, Heinrich. Conceitos fundamentais da História da Arte. Trad. João Azenha Jr. São Paulo: Martins Fontes, 2019. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BECKETT, Wendy. A história da pintura. São Paulo: Ática, 1997.ISAACSON, Walter. Leonardo da Vinci. Trad. André Czarnobai. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2017. OSTROWER, Fayga. Universos da arte. 2.ed. Rio de Janeiro: Campus, 1983. VASARI, Giorgio. Vida de Michelangelo Buonarroti. Trad. Luiz Marques. Campinas (SP): Ed. Unicamp, 2011. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Departamento de Artes Artes Visuais _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 209 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática AR620 História da Arte 3 30 0 2 30 3º Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA As manifestações artísticas ocidentais do século XVIII ao final do século XIX: Analisar a produção artística da Idade Moderna, identificando as várias correntes do período bem como os fatores socioeconômicos e culturais determinantes das expressões plásticas. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Introdução à História da Arte 3: o contexto político e social O Neoclassicismo francês e seus reflexos no mundo ocidental Romantismo e Realismo :dois momentos distintos e paradoxais Impressionismo: O mundo visto ao ar livre Pós- Impressionismo/Neo Impressionismo: as pesquisas e transformações Ecletismo: a arquitetura e seus adicionamentos históricos Movimento Decadentista Art Nouveau: a natureza inspira Os Nabis Art and Crafts um movimento estético e social inglês, da segunda metade do século XIX, BIBLIOGRAFIA BÁSICA DEMPSEY. Amy. Estilos, escolas e movimentos. São Paulo: Cosac Naif, 2003. GOMBRICH, E.H. A história da arte. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1993. JANSON, H.W. História da arte. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1989. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ARGAN, Giulio Carlo. Arte Moderna: do iluminismo aos movimentos contemporâneos. São Paulo: Companhia das Letras, 1992. ARGAN, G. C. História da Arte como história da cidade. São Paulo: Martins Fontes, 1998. HESSEL, Katy. A História da Arte sem os Homens. Rio de janeiro: Rosa dos Tempos, 2024. ZACCARA, Madalena. Pedro Américo: um artista brasileiro do século XIX. Recife: UFPE, 2011 210 DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Departamento de Artes Artes Visuais _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 211 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática AR624 História da Arte 4 30 0 2 30 Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Estudo das artes visuais no século XX na Europa e seus desdobramentos e os reflexos da sociedade industrial na criação artística. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Introdução ao modernismo A École de Paris: a globalização Arte e gênero na idade das transformações O cubismo O futurismo O Dadaísmo O Surrealismo As várias formas de abstração no período estudado. As escolas e o modernismo BIBLIOGRAFIA BÁSICA BAZIN, Germain. História da história da arte: de Vasari a nossos dias. São Paulo: M. Fontes, 1989. DEMPSEY. Amy. Estilos, escolas e movimentos. São Paulo: Cosac Naif, 2003. GOMBRICH, E.H. A história da arte. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1993. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BATISTA, M. R. Os artistas brasileiros na Escola de Parias. São Paulo: Editora 34, 2012 CABRAL, Carlos Romeu. Conexão Recife- Paris: transferências artísticas e descentralização da arte moderna brasileira a obra de Fedora (1889-1975), Vicente (1899- 1970) e Joaquim do Rego Monteiro (1903- 1934). Cajazeiras: Arribaçã, 2023. 212 HESSEL, Katy. A História da Arte sem os Homens. Rio de janeiro: Rosa dos Tempos, 2024. JANSON, H W. Iniciação a História da Arte. São Paulo: Martins Fontes 1988. ZACCARA, Madalena. Mulheres brasileiras na Ecole de Paris. Curitiba: CRV. 2022. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Departamento de Artes Artes Visuais _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 213 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática AR630 História da Arte 5 30 0 2 30 5º Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Estudo da arte contemporânea desde o início da pós-modernidade e seus aspectos plurais; as principais correntes artísticas, suas obras e artistas mais significativos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Introdução ao pós-modernismo Arte e Política/arte e gênero A arte Pop O hiper-realismo Minimalismo Arte Bruta A arte conceitual e seus desdobramentos Performance Body Art Instalação Land Art Arte Relacional BIBLIOGRAFIA BÁSICA CATTANI, Icleia Borsa. Mestiçagens na arte contemporânea: conceito e desdobramentos. In: ______ (org.). Mestiçagens na arte contemporânea. Porto Alegre: Editora da UFRGS. DEMPSEY. Amy. Estilos, escolas e movimentos. São Paulo: Cosac Naif, 2003. FOSTER, Hal. O retorno do real: A vanguarda no final do século XX. São Paulo: Ubu Editora, 2017. 214 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ARGAN, Giulio Carlo. Arte Moderna: do iluminismo aos movimentos contemporâneos. São Paulo: Companhia das Letras, 1992. CATTANI, Icleia Borsa. Mestiçagens na arte contemporânea: conceito e desdobramentos. In: ______ (org.). Mestiçagens na arte contemporânea. Porto Alegre: Editora da UF. GOMBRICH, E.H. A história da arte. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1993. HESSEL, Katy. A História da Arte sem os Homens. Rio de janeiro: Rosa dos Tempos, 2024 ZACCARA, Madalena. Mulheres artistas brasileiras na École de Paris: entre a academia e as vanguardas. Santa Catarina: CRV, 2021. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Departamento de Artes Artes Visuais _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 215 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática AR 631 História da Arte Brasileira 1 30 0 2 30 5º Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Estudo da arte brasileira, da Pré-história ao final do século XIX. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Caráter nacional da arte. Arte no Brasil pré-colonial. Arte no Brasil colonial. Pintores holandeses no Brasil. Barroco no Brasil. Aleijadinho e Mestre Ataíde. Missão artística francesa. Neoclassicismo e academicismo. O Romantismo. Identidade nacional nascente. Panorama do séc. XIX. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MARTIN, Gabriela. Pré-História do Nordeste do Brasil. Recife: Editora Universitária da UFPE, 2013. SIMIONI, Ana Paula Cavalcanti. Profissão artista: pintoras e escultoras acadêmicas brasileiras. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2008. ZANINI, Walter (coord.). História geral da arte no Brasil. São Paulo: Instituto Moreira Salles, 1983. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR NAVES, Rodrigo. A forma difícil: ensaios sobre a arte brasileira. 2. ed. São Paulo: Ática, 1996.LEITE, José Roberto Teixeira. Arte & arquitetura no Brasil holandês (1624-1654). Recife: Cepe; Instituto Ricardo Brennand, 2014. OSTROWER, Fayga. Universos da arte. 2.ed. Rio de Janeiro: Campus, 1983. ZACCARA, Madalena. Pedro Américo: um artista brasileiro do século XIX. Recife: Editora Universitária da UFPE, 2011. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Departamento de Artes Artes Visuais 216 _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 217 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática AR635 HISTÓRIA DA ARTE 30 0 2 30 6º BRASILEIRA 2 Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Estudo das primeiras manifestações artísticas do século XX no Brasil até as produções artísticas dos dias atuais. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. As artes e sua situação entre 1900 e 1922. 2. Semana de 22 e o modernismo em São Paulo 3. Manifesto regionalista em Pernambuco. 4. Os problemas do “nacional” frente ao “internacional” 5. Antropofagia: uma interpretação do Brasil. 6. Concretismo e a seara construtiva 7. Neoconcretismo e a ruptura subjetiva 8. Lygia Clark: o espaço no corpo 9. Hélio Oiticica: os espaços penetráveis 10. A Nova Figuração Brasileira 11. Anos 70: vanguarda e experimentalismo 12. Anos 80: o regresso da pintura 13. Anos 90: a linguagem fragmentada BIBLIOGRAFIA BÁSICA CANTON, K. Novíssima Arte Brasileira. Um guia de tendências. São Paulo, MAC/ Fapesp/ Iluminuras, 2000. SIMIONI, Ana Paula Cavalcanti. Profissão artista: pintoras e escultoras brasileiras entre 1884 e 1922 (2004). Tese (Sociologia). Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas - FFLCH – USP. São Paulo, 2004. 218 ZANINI, Walter (coord.). História geral da arte no Brasil. São Paulo: Instituto Moreira Salles, 1983. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BASBAUM, Ricardo (org). Arte Contemporânea Brasileira. Texturas, Dicções, Ficções, Estratégia. Coleções Estratégias. Rio de Janeiro: Rios Ambiciosos, 2001. BRITO NETO, José Bezerra de. “Quem se associa se afia”: história(s) sobre a profissionalização dos artistas plásticos em Pernambuco. Disponível em: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/2837. PAIN, Claudia. Coletivos e Iniciativas Coletivas: Modos de Fazer na América Latina Contemporânea. Porto Alegre: Tese apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais do Instituto de Artes, 2009. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Departamento de Artes Artes Visuais _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 219 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática AR712 História da Arte Latino- 30 0 2 30 Americana Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Conhecer e compreender a produção artística/estética latino-americana e identificar para constatar possíveis relações com a tradição ocidental europeia. Desta maneira, entender suas originalidades, reelaborações, rupturas, dependências e busca por uma identidade própria. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO • Arte pré-colombiana Latino-Americana: as três grandes áreas do desenvolvimento: Meso América; área Intermedia e a área Andina. • O pré-clássico em Meso América: a cultura Olmeca • O período clássico em Meso América: Teotihuacán; a cultura Zapoteca; o centro cerimonial o monte Albán e a civilização Maya. • A área Intermédia: a cultura Quimbaya; • A colisão entre dois mundos: a colonização e a transculturação. • O barroco Latino-Americano (México, Peru e Brasil). • A implantação das academias de Belas Artes na América Latina. • As culturas híbridas e o contraponto entre arte erudita e arte popular. • A intenção do resgate das autenticidades locais nas vanguardas latino-americanas (manifestos, movimentos e artistas). • O debate político na arte conceitual latino-americana. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CANCLINI, N. G. Culturas híbridas estratégias para entrar e sair da modernidade. São Paulo: EDUSP, 2000. ESCOBAR, T. Contestaciones: arte y política desde América Latina. Textos reunidos de Ticio Escobar (1982-2021). Buenos Aires: CLACSO, 2021. SUZUKI, Júlio César; CASTRO, Rita de Cássia Marques Lima de; GONÇALVES, Lisbeth Ruth Rebollo. Arte e Cultura Latino-Americanas. (Série Diálogos Interdisciplinares). Universidade de 220 São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, 2020. Disponível em: www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/book/503. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ADES, D. Arte na América Latina: a era moderna. 1820-1980. São Paulo: Cosac & Naify, 1997. COUTO, M. de F. M. Para além das representações convencionais: a ideia de arte latino-americana em debate. PÓS: Revista do Programa de Pós-graduação em Artes da EBA/UFMG, Belo Horizonte, p. 124–145, 2017. FAJARDO-HIIL, C.; GIUNTA, A (Curadoria e textos). Mulheres radicais: arte latino-americana, 1965-1980. São Paulo: Pinacoteca de São Paulo, 2018. MERLINSKY, Gabriela; SERAFINI, Paula. [Editoras]. Arte y ecología política. Buenos Aires: CLACSO. IIGG - Instituto de Investigaciones Gino Germani, 2020. MORENO, Pedro Pablo Gómez; MIGNOLO, Walter. Estéticas decoloniales [recurso electrónico] Bogotá: Universidad Distrital Francisco José de Caldas, 2012. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Departamento de Artes Artes Visuais _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 221 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática AR653 HISTORIA DA FOTOGRAFIA 30 0 2 30 NO BRASIL Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Verificar as características da prática fotográfica, suas conseqüências e transformações no Brasil, desde as suas origens na segunda metade do século XIX. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. A Fotografia no Século XIX 2. Os Pioneiros 3. Fotoclubismo e Pictorialismo 4. A Escola Paulista 5. Fotografia e Artes Plásticas 6. Fotografia Moderna – Figuração e Abstração 7. Geraldo de Barros e as Fotoformas 8. As Representações da/na Natureza 9. Fotografia e Arte Pop 10. José Oiticica Filho e o Fotoclubismo Carioca 11. Aloísio Magalhães e os Cartemas 12. Arquitetura e Fotografia – Cássio Vasconcelos 13. A Fotografia como Expressão do Conceito BIBLIOGRAFIA BÁSICA FABRIS, Annateresa, (Org.). Fotografia: Usos e Funções no Século XIX. São Paulo: EDUSP, 2008. BRISSAC Peixoto, Nelson. Paisagens Urbanas. 4° Edição. São Paulo: Senac, 2009. KOSSOY, Boris. Fotografia e História. São Paulo: Ática, 1989. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 222 KOSSOY, Boris. Realidades e Ficções na Trama Fotográfica. São Paulo: Ateliê Editorial, 1999 DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Departamento de Artes Artes Visuais _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 223 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática AR654 História das Técnicas Artísticas 30 0 2 30 Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Estudo do desenvolvimento da Pintura, da Gravura e da Escultura, como linguagens expressivas, as técnicas através dos tempos e sua relação com a história da arte dos primórdios aos dias atuais. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 - HISTÓRIA DA PINTURA A pintura nas cavernas, a pintura no Egito, na Fenícia, na Mesopotâmia, em Creta, Grécia, na Arte Etrusca, Romana, a pintura na China, no Japão, na Índia, na cultura Andina, a pintura Bizantina, Românica, Gótica, o Renascimento, o Maneirismo, o Barroco, o Rococó, o Neoclássico, a pintura Romântica, a pintura Moderna do Impressionismo às Vanguardas atuais. 1. A pintura encáustica das catacumbas egípcias aos pintores de vanguarda atuais. 2. A têmpera através dos séculos 3. A descoberta da tinta à óleo 4. Os afrescos dos Antigos Romanos aos dias atuais 5. As aquarelas de Turner 6. Os pintores Taoístas das dinastias T’ang e Sung na China, as pinturas japonesas e indianas. 7. Os segredos do Óleo-Encáustica de Rembrandt 8. As resinas plásticas da era Moderna, etc. 9. A pintura no Brasil desde o descobrimento aos dias atuais 224 2 – HISTÓRIA DA GRAVURA 1. A gravura antes de Dürer 2. A gravura no Sec. XVI: Dürer e Marcantonio Raimondi 3. A gravura no Sec. XVII: Tiziano, Van Dick e Rembrandt 4. O Século XIII: A gravura como reprodução da obra de arte 5. Os artistas gravadores: Wateau, Canaletto e Piranese 6. O Século XIX: A gravura ganha status com Goya, Hogarth, Blake, Whistler e Haden. A contribuição de Senefelder. A descoberta da gravura oriental. 7. Sec. XIX: O expressionismo alemão como referência e fortalecimento da gravura, como obra de arte: Kathe Kollwitz; Kirchner, Rotlluff, Munch e outros. 8. Picasso, e outros europeus modernistas. O Cubismo e as primeiras manifestações abstratas na gravura, o Abstracionismo, Dadaísmo e o Surrealismo 9. A Pop Art, e a tendência da gravura A partir dos anos 60. 10. A gravura de nossos dias: pluralidade e possibilidades. 11. A gravura no Brasil. A gravura popular, os clubes de gravuras, o realismo social e as tendências das vanguardas. 3 - HISTÓRIA DA ESCULTURA 1. As esculturas primitivas 2. As esculturas Egípcias, Persas, Gregas e Romanas. 3. Os mestres das esculturas Gregas, o esplendor da forma perfeita. 4. A escultura-objeto na antiguidade 5. As esculturas monumentais 6. A escultura na Arquitetura 7. A escultura no Renascimento e no Barroco 8. A escultura Neoclássica e Art Noveau 9. Rodin e a escultura moderna 10. As esculturas monumentais Budistas no oriente 11. As esculturas Primitivas Africanas 12. As esculturas das Vanguardas 13. A escultura no Brasil a partir de Aleijadinho e os decoradores Barrocos 14. As esculturas populares no Brasil 15. A escultura no Brasil hoje. 16. Rodin e a escultura moderna 17. As esculturas monumentais Budistas no oriente 18. As esculturas Primitivas Africanas 19. As esculturas das Vanguardas 20. A escultura no Brasil a partir de Aleijadinho e os decoradores Barrocos 21. As esculturas populares no Brasil 22. A escultura no Brasil hoje. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BENJAMIN, Walter-; KOTHE, Flávio René. Walter Benjamin: sociologia. 2. ed. -. São Paulo: Ática, 1991. 256p. ISBN 850800642X (broch.). BRITES, B.; TESSLER, E. (Orgs.). O meio como ponto zero: metodologia da pesquisa em artes plásticas. Porto Alegre: Ed. Universidade/UFRGS, 2002. GOMBRICH, E. H. Arte e ilusão. São Paulo: Martins Fontes, 2007. 225 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR HOCKNEY, David. O conhecimento secreto: redescobrindo as técnicas perdidas dos grandes mestres. São Paulo: CosacNaify, 2001. JORGE, Alice.; GABRIEL, Maria, 1937-. Técnicas de gravura artística: xilogravura, linóleo, calcografia, litografia. 2. ed. -. Lisboa: Livros Horizonte, 2000. KIM, Marcos. Imagemaker: fotografia digital sem segredos. 2. ed. atual. São Paulo: Europa, 2007. MCLUHAN, Marshall, 1911-1980.; PARKER, Harley. O espaço na poesia e na pintura: através do ponto de fuga. São Paulo: Hemus, c1968. READ, Herbert. A arte de agora agora: uma introdução a teoria da pintura e escultura modernas. 2. ed. -. São Paulo: Perspectiva, 1981. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Departamento de Artes Artes Visuais _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 226 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática AR655 Imagem Técnica 30 0 2 30 Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Estudo da imagem técnica em seus aspectos históricos, conceituais e técnicos. Exploração de processos, materiais e equipamentos em abordagens diferenciadas. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO • As confluências entre, arte, ciência e tecnologia • A relação Homem - Máquina. • Imagem e cibercultura: a Ciberarte • A realidade virtual. • O Vídeo Arte BIBLIOGRAFIA BÁSICA ARGAN, Carlo Giulio: Arte Moderna. do Iluminismo aos Movimentos Contemporâneos. São Paulo: Companhia das Letras, 2004. BENJAMIN, Walter et al. Benjamin e a obra de arte: técnica, imagem, percepção. Contraponto Editora, 2020. GOMBRICH, E. H. Arte e ilusão. São Paulo: Martins Fontes, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALBERTO DE POI, Marco: “Curso de Escultura”. Espana. Editorial DE VECCHI S.A. 1997 BRITES, B.; TESSLER, E. (Orgs.). O meio como ponto zero: metodologia da pesquisa em artes plásticas. Porto Alegre: Ed. Universidade/UFRGS, 2002. GARCÍA, Juan Carlos: “Diccionario de pintura”. Barcelona. Edit. Larousse Planeta S.A. 1996. HATJE, Ursula: História de los estilos artísticos, I y II. Madrid. Edit. Istmo.1995. MONNIER, Gerard. Técnicas artísticas e técnicas de produção. Discurso, v. 7, n. 7, p. 51-66, 1976. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO 227 Departamento de Artes Artes Visuais _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 228 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática AR656 Imagens Virtuais 30 30 3 60 Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Atividades práticas de pesquisa e experimentação utilizando-se de imagens geradas pelo computador, visando a conquista de uma linguagem artística pessoal. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Mudança de paradigma na criação de imagens 2. Técnica e Poese: Poetécnica 3. As Novas Relações entre as Artes Plásticas 4. A Poética da Metamorfose 5. Poéticas Intersemióticas 6. Tratamento da Imagem 7. A Imagem Processada 8. A Imagem Interpolada 9. Imagens Híbridas 10. A Imagem Permutatória: campo dos possíveis 11. Poéticas construídas em redes: a criação compartilhada 12. Subjetividade e máquina 13. Estudos Monográficos 14. Estudos Críticos BIBLIOGRAFIA BÁSICA MACHADO, Arlindo. Pré-cinemas e pós-cinemas. Campinas: Papirus, 2002. 229 PRADO, Gilbertto. Arte telemática: dos intercâmbios pontuais aos ambientes virtuais multiusuário. São Paulo: Itaú Cultural, 2003. BARROS, Anna; SANTAELLA, Lúcia (Orgs.). Mídias e artes: os desafios da arte no início do século XXI. São Paulo: Unimarco, 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FATORELLI, Antônio. Fotografia contemporânea: entre o cinema, o vídeo e as novas mídias. Rio de Janeiro: Senac Nacional, 2013. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Departamento de Artes Artes Visuais _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 230 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática AR694 Iniciação ao Trabalho de 30 0 2 30 7º Conclusão de Curso Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. 1.645 h EMENTA Iniciação ao desenvolvimento do Trabalho de Conclusão de Curso em Artes Visuais, possibilitando um acompanhamento do percurso desenvolvido durante o semestre. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Conceituação de pesquisa Elementos e definições estruturais de pesquisa Metodologias de pesquisa Referenciais e plataformas acadêmicas BIBLIOGRAFIA BÁSICA BRITES, Blanca; TESSLER, Elida. O meio como ponto zero: metodologia da pesquisa em artes plásticas. Porto Alegre: Ed.UFRGS, 2002. Disponível em: https://lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/206779/000322228.pdf?sequence=1 COSTA, Robson Xavier da; SILVA, Maria Betânia e. Investigação em/sobre Artes Visuais: artista/pesquisador/professor. Anais. 24ºEncontro da ANPAP, Santa Maria/RS, 2015. http://anpap.org.br/anais/2015/simposios/s8/robson_xavier_da_costa_maria_bet%C3%A2nia_e_silva.pdf PASSOS, Eduardo; BARROS, Regina Benevides de. A cartografia como método de pesquisa-intervenção. Disponível em: http://www2.fct.unesp.br/docentes/geo/necio_turra/MINI%20CURSO%20RAFAEL%20ESTRADA/PIST AS%20DO%20M%C9TODO%20DA%20CARTOGRAFIA.pdf#page=17 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR OLIVEIRA, Marilda Oliveira de; CHARREU, Leonardo Augusto. Contribuições da perspectiva metodológica "investigação baseada nas artes" e da a/r/tografia para as pesquisas em educação. Educ. rev. vol.32 no.1 Belo Horizonte Jan./Mar. 2016. 231 PIMENTEL, Lúcia Gouvêa. Processos artísticos como metodologia de pesquisa. Ouvirouver, Uberlândia, v.11, n.1, p.88-98, jan/jun, 2015. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/ouvirouver/article/view/32707 REY, Sandra. Da prática à teoria: três instâncias metodológicas sobre a pesquisa em poéticas visuais. Revista Porto Arte, v.7, n.13, p.81-95, nov. 1996. Disponível em:https://seer.ufrgs.br/index.php/PortoArte/article/view/27713 SILVA, Maria Betânia e. O lugar das Pesquisas em Arte Educação na ANPAP, ANPEd e BDTD. Arteriais | revista do ppgartes | ica | ufpa | v. 8 | n. 14 | Jun 2022, p.76-87. Disponível em: https://periodicos.ufpa.br/index.php/ppgartes/article/view/14753 SOUSA, Maria Goreti da Silva; CABRAL, Carmen Lúcia de Oliveira. A narrativa como opção metodológica de pesquisa e formação de professores. Disponível em: https://revistahorizontes.usf.edu.br/horizontes/article/view/149 DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Departamento de Artes Artes Visuais _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 232 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática AR219 Iniciação às Técnicas de 0 60 2 60 Estamparia Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Estudo prático e experimental de várias técnicas de estamparia. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Confecção de Carimbos- Téc. Diversas de Monotipia. Aplicação com Matrizes em Texturas. Técnicas de Volume em estamparia Técnicas de Monotipia: – Azulejos – Acetato – Rolo de Silicone – Vegetação Técnicas de aquarela – Amarração – Cristais de Sal – Manchas Padronagens em Tecidos Finos – Guta Técnicas de Mascaramento – Degradê – Pintura Relevo Processos de Descoloração – Aquarela – Grafismos Técnicas. Mistas – Aquarela – Tinta em Pasta Confecção de Padronagens BIBLIOGRAFIA BÁSICA ARNONI, Henrique Gil; MENIN, Mariana. Arte da estamparia: material didático teórico prático para professores do ensino médio. Mimesis, v. 43, n. 2, 2022. PEZZOLO, Dinah Bueno. Tecidos - História, Tramas Tipos e usos. São Paulo: Ed. Senac. 2007. SILVA, Thais Santana da Costa e.; COUTINHO, Solange Fernandes Soares. A estamparia artesanal como elemento de informação da cultura contemporânea de Pernambuco: um estudo de caso de estamparia com padronagens referentes as tipografias contemporâneas de Pernambuco. Recife: Ed. Universitária da UFPE, 2000 233 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALCÂNTARA, Júlia Carvalho de. Estamparia: da pré-história à atualidade, 2020. Trabalho de conclusão de curso (Curso Superior de Tecnologia em Têxtil e Moda) - Faculdade de Tecnologia de Americana "Ministro Ralph Biasi", Americana, 2020 CZAPSKI, Alice Brill; AJZENBERG, Elza. Viagens imaginárias: transformação de uma técnica milenar em linguagem contemporânea. 1994. FRIED, Robert. Estampa batik: fotografia de estampa desenhada com a técnica de batik. [S. l.]: National Gallery of Zimbabwe, 2014. Disponível em: . PEIXOTO, Nelson Brissac. Paisagens Urbanas. São Paulo: Ed. Senac, 2009. SUZUKI, Júlio César; SILVA, Adriana Carvalho. Estética, poética e narrativa: entre fluidez e permanência nas artes. Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, 2016. TAVARES, Monica et al. Arte_corpo_tecnologia. Universidade de São Paulo. Escola de 291 Comunicações e Artes, 2016. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Departamento de Artes Artes Visuais _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 292 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática AR671 Tópicos em Arte 6 30 0 2 30 Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Componente de conteúdo variável que versa sobre arte. Aspectos históricos, conceituais, poéticos e estéticos da arte e tecnologia no Brasil e no mundo. Obras e artistas da vertente tecnológica da arte contemporânea. A tecnologia como base material para a arte: o pensar e o fazer poéticos e o fruir estético. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Recorte e escopo definidos pelo/a docente ministrante, no campo das Artes Visuais, abrangendo: - Aspectos históricos, conceituais, poéticos e estéticos da arte e tecnologia no Brasil e no mundo. - Obras e artistas da vertente tecnológica da arte contemporânea. A tecnologia como base material para a arte: o pensar e o fazer poéticos e o fruir estético. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DOMINGUES, D. (Org). A Arte no Século XXI: A Humanização das Tecnologias. São Paulo: Editora Unesp, 1997. MACHADO, Arlindo. Arte e mídia. 3.ed. Rio de Janeiro: J. Zahar, 2010. SANTAELLA, Lúcia. Culturas e artes do pós-humano: da cultura das mídias à cibercultura. São Paulo: Paulus, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BARRETTO, Francisco de Paula. ARTelligent: Arte e Inteligência Artificial no contexto da emergência e da autopoiese. 2011. 89 f., il. Dissertação (Mestrado em Artes). Universidade de Brasília, Brasília, 2011. BEIGUELMAN, Giselle; LA FERLA, Jorge (Org.). Nomadismos tecnológicos. São Paulo: Editora SENAC São Paulo, 2011. CAPISANI, D. Links nos espaços hiperdimensionais das redes eletrônicas - DOI 10.5216/vis.v1i1.17797. Visualidades, Goiânia, v. 1, n. 1, 2016. DOI: 10.5216/vis.v1i1.17797. Disponível em: https://revistas.ufg.br/VISUAL/article/view/17797. 293 COSTA, Mário. O Sublime Tecnológico. São Paulo: Experimento, 1995. LYRA, Carla. Arte e tecnologia. Recife: Massangana, 2010. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Departamento de Artes Artes Visuais _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 294 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática AR? Tópicos em Arte 7 30 30 3 60 Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Disciplina de conteúdo variável que versa sobre arte e seu ensino, investigando práticas artísticas. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Recorte e escopo definidos pelo/a docente ministrante, no campo das Artes Visuais, abrangendo: - Produções poéticas - Relação entre arte e base comunitária - Ensino de artes visuais BIBLIOGRAFIA BÁSICA MATTAR, Sumaya; AZEVEDO, Vinícius de. Arte e educação para professores: teias de afeto e saberes. Universidade de São Paulo. Escola de Comunicações e Artes, 2022 NAZARIO, L., FRANCA, P. (Orgs.). Concepções contemporâneas da arte. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2006. SILVA, M. B. (Org.). Memórias & narrativas em artes visuais [recurso eletrônico] – Recife: Ed. UFPE, 2022. Disponível em: https://editora.ufpe.br/books/catalog/book/795. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ARSLAN, Luciana Mourão; MELO, Roberta Maira. Artes visuais e educação: ensino e formação. Uberlândia, MG: EDUFU, 2017. CANTON, Katia. Brasil, olhar de artista. 3. ed. São Paulo: Difusão Cultural do Livro, 2008. MATTAR, Sumaya. Acervo de múltiplas vozes: narrativas de experiências com Arte e Educação. Volume 2. Universidade de São Paulo. Escola de Comunicações e Artes, 2022. MATARASSO, F. Uma Arte Irrequieta. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2019. WILLMS, Elni Elisa et al. Sementes da arte-educação-ambiental. Universidade de São Paulo. 295 Faculdade de Educação, 2024. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Departamento de Artes Artes Visuais _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 296 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática AR? Tópicos em Arte 8 30 30 3 60 Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Disciplina de conteúdo variável que versa sobre arte. Serão consideradas as atividades como palestras, seminários, depoimentos de artistas e críticos de arte, discussão temática sobre arte, apresentação de trabalhos acadêmicos sobre arte, visitas orientadas a espaços de arte. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Recorte e escopo definidos pelo/a docente ministrante, no campo das Artes Visuais, abrangendo: - Giro decolonial nas artes visuais - Desobediência epistêmica - Pluralidade de culturas e corpos BIBLIOGRAFIA BÁSICA CASTRO-GÓMEZ, Santiago y GROSFOGUEL Rámon. Prólogo: Giro decolonial, teoría crítica y pensamiento heterárquico. In: El giro decolonial: reflexiones para una diversidad epistémica más allá del capitalismo global. Bogotá: Siglo del Hombre, 2007, p.9-23. GÓMEZ, Pedro Pablo. MIGNOLO, Walter. Estéticas decoloniales. Bogotá: Universidad Distrital Francisco José de Caldas, 2012. MIGNOLO, Walter. Aiesthesis Decolonial. Calle 14. V. 4, nº. 4. Enero-junio 2010, p. 10-25. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR COSTA, S. B., FERREIRA, I. O., SILVA, W. R. (Orgs.). Cultura material africana: primeiro catálogo do Acervo de Arte Africana do Museu da Abolição. Recife: Ed. UFPE, 2022. Disponível em: https://editora.ufpe.br/books/catalog/book/687. 297 GÓMEZ MORENO, P. P., 1964- Aprender, crear, sanar: estudios artísticos en perspectiva decolonial / Pedro Pablo Gómez, Catherine Walsh y Edgar Ricardo Lambuley Alférez. -- Bogotá: Universidad Distrital Francisco José de Caldas, 2018. HOLLANDA, Heloisa Buarque de (org.). Pensamento feminista hoje: perspectivas decoloniais. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo, 2020. KILOMBA, Grada. Memórias da Plantação. Episódios de racismo cotidiano. SP: Cobogó, 2019. SILVA, Hertha Tatiely. Artes visuais entre a subordinação e a desobediência epistêmica. Revista SURES; v. 1 n. 14 (2020): Pedagogias Decoloniais. Universidade Federal de Integração Latino Americana - UNILA DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Departamento de Artes Artes Visuais _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 298 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática AR? Tópicos em Arte 9 30 30 3 60 Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Disciplina de conteúdo variável que versa sobre arte e seu ensino, experimentando a relação entre docência, pesquisa e criação artística. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Recorte e escopo definidos pelo/a docente ministrante, no campo das Artes Visuais, abrangendo: - Pesquisa educacional baseada em arte - Subjetividade e intersubjetividade - Perspectivas pedagógicas com referência em arte contemporânea BIBLIOGRAFIA BÁSICA BASBAUM, R. Manual do artista-etc. Rio de Janeiro: Beco do Azougue, 2013. BOURRIAUD, N. Estética relacional. São Paulo: Martins Fontes, 2009. CAUQUELIN, A. Arte Contemporânea: uma introdução. 1ªEdição. Editora Martins, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR IRWIN, Rita. A/r/tografia: engajamento como filosofia de pesquisa e prática profissional. Revista Científica/FAP, Curitiba, v. 14, n. 1, 2016. LARROSA, J. Tremores: escritos sobre experiência. Belo Horizonte: Autêntica, 2017. URIARTE, M. Z; NEITZEL, A. de A. A pesquisa de intervenção cartográfica em Arte Educação. Educação Unisinos, São Leopoldo, v. 21, n. 3, p. 387-394, set./dez. 2017. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Departamento de Artes Artes Visuais _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 299 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática AR? Tópicos em Arte 10 30 30 3 60 Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Disciplina de conteúdo variável com experimentação e debate sobre produção da imagem. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Recorte e escopo definidos pelo/a docente ministrante, no campo das Artes Visuais, abrangendo: - Regimes de produção, circulação e recepção de imagens - Imagens poéticas - Realidade e ficção nas linguagens visuais - Interpretação de imagens - Meios tecnológicos de produção de imagens BIBLIOGRAFIA BÁSICA COUCHOT, Edmond. A Tecnologia na arte: da fotografia à realidade virtual. Porto Alegre: Editora UFRGS, 2003. DIDI-HUBERMAN, Georges. O que vemos, o que nos olha. São Paulo: Editora 34, 2010. FOSTER, Hal. O retorno do real: A vanguarda no final do século XX. São Paulo: Ubu Editora, 2017. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BELTING, Hans. Por uma antropologia da imagem. Revista Concinnitas, [S. l.], v. 2, n. 8, p. 64– 78, 2020. Disponível em: https://www.e-publicacoes.uerj.br/concinnitas/article/view/55319 BOURRIAUD, Nicolas. Pós-produção: como a arte reprograma o mundo contemporâneo. São Paulo: Martins Fontes, 2009. 300 DIDI-HUBERMAN, G. Quando as imagens tocam o real. PÓS: Revista do Programa de Pós- graduação em Artes da EBA/UFMG, Belo Horizonte, p. 206–219, 2012. Disponível em: https://periodicos.ufmg.br/index.php/revistapos/article/view/15454. ROUILLÉ, André. A fotografia: entre documento e arte contemporânea. São Paulo: SENAC, 2009 SANTAELLA, Lucia; NOTH, Winfried. Imagem: cognição, semiótica, mídia. 3.ed. São Paulo: Iluminuras, 2008. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Departamento de Artes Artes Visuais _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 301 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática AR623 Tridimensionalidade 30 30 3 60 3° Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Estudo teórico-prático sobre o estado crítico da escultura contemporânea. Reflexão em torno da produção tridimensional da atualidade enfocando as diversas maneiras de articular seus conteúdos objetivando um questionamento não só de sua prática como de seus pressupostos teóricos, históricos e espaço-temporais. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO - A tradição e a contemporaneidade na produção artística tridimensional; - Relações de forma e espaço na produção artística tridimensional; - Métodos e processos de criação escultórica; - Referências históricas da produção internacional e brasileira moderna e pós-moderna no campo da tridimensionalidade; - Tendências construtivas, abstracionismo, novas figurações e arte conceitual; - Escultura cinética; - Objeto; - Assemblagem; - A escultura no campo expandido, instalações. - Exercícios de experimentação material e construção de poéticas no espaço tridimensional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ARCHER, M. Arte contemporânea: uma história concisa. São Paulo: Martins Fontes, 2001. KRAUSS, R. A escultura no campo ampliado. In CAVALCANTI, Ana, TAVORA, Maria Luisa (orgs.). Arte Ensaios. Rio de Janeiro EBA, UFRJ, 2008. Ano XV, no17, 2008, p. 128-137. Disponível em: https://revistas.ufrj.br/index.php/ae/article/view/52118. KRAUSS, R. Caminhos da escultura moderna. 2. ed. São Paulo: M. Fontes, 2007. 302 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ARNHEIM, R. Arte e percepção visual – uma psicologia da visão criadora. São Paulo: Pioneira, 1998. CALDER e a arte brasileira. São Paulo: Itaú Cultural, 2018. FABRIS, Anateresa et al. Tridimensionalidade: Arte Brasileira do Século XX. SP: Itaú cultural e Cosac & Naif, 1999. Textos parcialmente disponíveis em: http://legacy.icnetworks.org/extranet/tridimensionalidade/arq/livro01.htm KWON, Miwon. One Place After Another. Site-specific art and locational identity. London / England: The MIT Press, 2002. WITTKOWER, R. Escultura. 2ª ed., São Paulo: Martins Fontes, 2001. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Departamento de Artes Artes Visuais _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA 303 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E FOLHA DE ASSINATURAS CONTRATOS Emitido em 31/10/2024 PROJETO DE CURSO Nº 73/2024 - DEPA (12.13.10) (Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO) (Assinado digitalmente em 01/11/2024 23:39 ) RENATA WILNER COORDENADOR - TITULAR CGLAV (12.13.70) Matrícula: ###430#6 Visualize o documento original em http://sipac.ufpe.br/documentos/ informando seu número: 73, ano: 2024, tipo: PROJETO DE CURSO, data de emissão: 01/11/2024 e o código de verificação: 9be4d592e7 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO Centro de Artes e Comunicação Departamento de Artes Coordenação da Graduação em Artes Visuais – Bacharelado e Licenciatura ATA DA 6ª REUNIÃO DO COLEGIADO Em 30 de outubro de 2024, às 19 horas, de forma remota, realizou-se a 6ª reunião do Colegiado de Artes Visuais, sob a presidência da coordenadora do curso, professora Renata Wilner, e a presença dos seguintes docentes: Ana Elizabeth Lisboa Nogueira Cavalcanti, André Antônio Barbosa, Carlos Newton de Souza Lima Júnior, Eduardo Romero Lopes Barbosa, Joana D’Arc de Sousa Lima, Luciana Borre Nunes, Madalena de Fátima Pequeno Zaccara, Maria Betânia e Silva, Maria das Vitórias Negreiros do Amaral. Representantes dos técnicos: Alex Cezar Bezerra de Oliveira e Pedro Henrique Bezerra Fontes Salvador. Em discussão o PONTO DE PAUTA ÚNICO. Aprovação da reforma parcial do PPC do curso de Artes Visuais - Licenciatura. Após apreciação detalhada da versão atualizada do PPC enviado anteriormente pela professora Renata Wilner, o documento foi aprovado por unanimidade. Nada mais havendo a tratar, a coordenadora deu por encerrada a reunião, e eu, Alex Cezar Bezerra de Oliveira, Assistente em administração, lavrei a presente ata, que segue por mim assinada e por quem mais couber fazê-lo. Recife, 30 de outubro de 2024. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E FOLHA DE ASSINATURAS CONTRATOS Emitido em 30/10/2024 ATA DE COLEGIADO Nº 816/2024 - CGLAV (12.13.70) (Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO) (Assinado digitalmente em 31/10/2024 15:50 ) (Assinado digitalmente em 01/11/2024 02:03 ) ALEX CEZAR BEZERRA DE OLIVEIRA RENATA WILNER ASSISTENTE EM ADMINISTRACAO COORDENADOR DEPA (12.13.10) CGLAV (12.13.70) Matrícula: ###604#7 Matrícula: ###430#6 Visualize o documento original em http://sipac.ufpe.br/documentos/ informando seu número: 816, ano: 2024, tipo: ATA DE COLEGIADO, data de emissão: 31/10/2024 e o código de verificação: 9d8aa8c3d2 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E FOLHA DE ASSINATURAS CONTRATOS Emitido em 30/10/2024 ATA DE COLEGIADO Nº 822/2024 - DEPA (12.13.10) (Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO) (Assinado digitalmente em 01/11/2024 23:39 ) RENATA WILNER COORDENADOR - TITULAR CGLAV (12.13.70) Matrícula: ###430#6 Visualize o documento original em http://sipac.ufpe.br/documentos/ informando seu número: 822, ano: 2024, tipo: ATA DE COLEGIADO, data de emissão: 01/11/2024 e o código de verificação: c46e5797f5 GOVERNO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PORTARIA N.º 3475, DE 11 DE SETEMBRO DE 2024. DESIGNAÇÃO COLETIVA O REITOR DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO, no uso das atribuições legais e estatutárias, R E S O L V E: Designar os indicados abaixo, para composição do Núcleo Docente Estruturante - NDE do Curso de Licenciatura em Artes Visuais, do Centro de Artes e Comunicação- CAC, conforme listagem abaixo: 2016 1. Luciana Borre Nunes -Coordenadora- (designação 10/07/2016); 2. Marcelo Farias Coutinho (designação 29/04/2015); 3. Maria Das Vitórias Negreiros do Amaral (designação 10/07/2016); 4. Maria Betânia e Silva (designação 29/04/2015); 5. Renata Wilner (designação 29/04/2015); 6. Suely Cisneiros Muniz (designação 29/04/2015); 7. Mario Sette (designação 29/04/2015). 2017 1. Luciana Borre Nunes -Coordenadora- (designação 10/07/2016); 2. Ana Elizabeth Lisboa Nogueira Cavalcanti (designação 11/05/2017); 3. Eduardo Romero Lopes Barbosa (designação 28/09/2017); 4. Maria das Vitórias Negreiros do Amaral (designação 10/07/2016); 5. Maria Betânia e Silva (designação 29/04/2015); 6. Renata Wilner (designação 29/04/2015); 7. Suely Cisneiros Muniz (designação 29/04/2015). 2018 1. Luciana Borre Nunes -Coordenadora- (recondução 10/07/2018); 2. Ana Elizabeth Lisboa Nogueira Cavalcanti (designação 11/05/2017) 3. Eduardo Romero Lopes Barbosa (designação 28/09/2017) 4. Maria das Vitórias Negreiros do Amaral (designação 10/07/2016); 5. Maria Betânia e Silva (recondução 29/04/2018); 6. Renata Wilner (recondução 29/04/2018); 7. Ana Elisabete de Gouveia (designação 29/04/2018). 2019 1. Luciana Borre Nunes -Coordenadora- (recondução 10/07/2018); 2. Ana Elizabeth Lisboa Nogueira Cavalcanti (designação 11/05/2017); 3. Eduardo Romero Lopes Barbosa (designação 28/09/2017); 4. Maria das Vitórias Negreiros do Amaral (recondução 10/07/2019); 5. Maria Betânia e Silva (recondução 29/04/2018); 6. Renata Wilner (recondução 29/04/2018); 7. Ana Elisabete de Gouveia (designação 29/04/2018). 2020 1. Eduardo Romero Lopes Barbosa -Coordenador- (designação 04/03/2020); 2. Ana Elizabeth Lisboa Nogueira Cavalcanti (recondução 11/05/2020); 3. Luciana Borre Nunes (designação 04/03/2020); 4. Maria das Vitórias Negreiros do Amaral (recondução 10/07/2019); 5. Maria Betânia e Silva (recondução 29/04/2018); 6. Renata Wilner (recondução 29/04/2018); 7. Ana Elisabete de Gouveia (designação 29/04/2018). 2021 1. Luciana Borre Nunes – Coordenadora- (designação 22/02/2021); 2. Ana Elizabeth Lisboa Nogueira Cavalcanti (recondução 11/05/2020); 3. Ana Elisabete de Gouveia (recondução 29/04/2021); 4. Eduardo Romero Lopes Barbosa (designação 22/02/2021); 5. Maria Betânia e Silva (recondução 29/04/2021); 6. Maria das Vitórias Negreiros do Amaral (recondução 10/07/2019); 7. Renata Wilner (recondução 29/04/2021). 2022 1. André Antônio Barbosa - Coordenador - (designação 04/05/2022); 2. Luciana Borre Nunes (designação 04/05/2022); 3. Ana Elizabeth Lisboa Nogueira Cavalcanti (recondução 11/05/2020); 4. Ana Elisabete de Gouveia (recondução 29/04/2021); 5. Eduardo Romero Lopes Barbosa (designação 22/02/2021); 6. Maria Betânia e Silva (recondução 29/04/2021); 7. Maria das Vitórias Negreiros do Amaral (recondução 10/07/2022); 8. Renata Wilner (recondução 29/04/2021). 2023 1. Renata Wilner -coordenadora- (designação em 22/02/2023); 2. Luciana Borre Nunes (designação 04/05/2022); 3. Ana Elizabeth Lisboa Nogueira Cavalcanti (recondução 11/05/2023); 4. Ana Elisabete de Gouveia (recondução 29/04/2021); 5. Eduardo Romero Lopes Barbosa (designação 22/02/2021); 6. Maria Betânia e Silva (recondução 29/04/2021); 7. Maria das Vitórias Negreiros do Amaral (recondução 10/07/2022). 2024 1. Renata Wilner -coordenadora- (designação em 22/02/2023); 2. Luciana Borre Nunes (designação 04/05/2022); 3. Ana Elizabeth Lisboa Nogueira Cavalcanti (recondução 11/05/2023); 4. Ana Elisabete de Gouveia (recondução 29/04/2024); 5. Eduardo Romero Lopes Barbosa (recondução 22/02/2024); 6. Maria Betânia e Silva (recondução 29/04/2024); 7. Maria das Vitórias Negreiros do Amaral (recondução 10/07/2022) Processo n.º 23076.072201/2024-37 ALFREDO MACEDO GOMES Reitor MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E FOLHA DE ASSINATURAS CONTRATOS Emitido em 11/09/2024 PORTARIA Nº 7215/2024 - SAAP PROGEPE (11.07.27) (Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO) (Assinado digitalmente em 11/09/2024 18:25 ) ALFREDO MACEDO GOMES REITOR GR (11.01) Matrícula: ###712#8 Visualize o documento original em http://sipac.ufpe.br/documentos/ informando seu número: 7215, ano: 2024, tipo: PORTARIA, data de emissão: 11/09/2024 e o código de verificação: 4061bde130 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E FOLHA DE ASSINATURAS CONTRATOS Emitido em 11/09/2024 PORTARIA Nº 9361/2024 - DEPA (12.13.10) (Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO) (Assinado digitalmente em 01/11/2024 23:39 ) RENATA WILNER COORDENADOR - TITULAR CGLAV (12.13.70) Matrícula: ###430#6 Visualize o documento original em http://sipac.ufpe.br/documentos/ informando seu número: 9361, ano: 2024, tipo: PORTARIA, data de emissão: 01/11/2024 e o código de verificação: 6e2c39b848 PORTARIA N.º 07, DE 24 DE OUTUBRO DE 2024. DESIGNAÇÃO COLETIVA O CHEFE DO DEPARTAMENTO DE ARTES DO CENTRO DE ARTES E COMUNICAÇÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO, no uso das atribuições legais e estatutárias, R E S O L V E: Designar os indicados abaixo, para composição do Colegiado dos Cursos de Bacharelado e Licenciatura em Artes Visuais, do Centro de Artes e Comunicação - CAC, conforme listagem abaixo: 2019 1. Luciana Borre Nunes - Coordenadora (a partir de 25/04/2019); 2. Eduardo Romero Lopes Barbosa (vice-coordenador) - (a partir de 10/07/2018); 3. Ana Elizabeth Lisboa Nogueira Cavalcanti (a partir de 25/04/2019); 4. Carlos Newton de Souza Lima Júnior (a partir de 25/04/2019); 5. Maria Betânia e Silva (a partir de 25/04/2019); 6. Maria das Vitórias Negreiros do amaral (a partir de 25/04/2019); 7. Renata Wilner (a partir de 25/04/2019); 8. Mário Sette (a partir de 25/04/2019); 9. Ana Elisabete de Gouveia (a partir de 25/04/2019); 10. Éverson Melquíades Araújo Silva (Centro de Educação) - (a partir de 25/04/2019); 11. Julianne Caldas Muniz da Silva (representante estudantil) - (a partir de 25/04/2019). 2020 1. Eduardo Romero Lopes Barbosa (coordenador) - (a partir de 04/03/2020); 2. Ana Elizabeth Lisboa Nogueira Cavalcanti (vice-coordenadora) - (a partir de 04/03/2020); 3. Luciana Borre Nunes (a partir de 04/03/2020); 4. Carlos Newton de Souza Lima Júnior (a partir de 25/04/2020); 5. Maria Betânia e Silva (a partir de 25/04/2020); 6. Maria das Vitórias Negreiros do Amaral (a partir de 25/04/2020); 7. Renata Wilner (a partir de 25/04/2020); 8. Ana Elisabete de Gouveia (a partir de 25/04/2020); 9. Éverson Melquíades Araújo Silva (Centro de Educação) - (a partir de 25/04/2020); 10. Julianne Caldas Muniz da Silva (representante estudantil) - (a partir de 25/04/2020). 2021 1. Luciana Borre Nunes (coordenadora) - (a partir de 22/02/2021); 2. Ana Elisabete de Gouveia (vice-coordenadora) - (a partir de 22/02/2021); 3. Ana Elizabeth Lisboa Nogueira Cavalcanti (a partir de 22/02/2021); 4. Carlos Newton de Souza Lima Júnior (a partir de 25/04/2021); 5. Eduardo Romero Lopes Barbosa (a partir de 22/02/2021); 6. Maria Betânia e Silva (a partir de 25/04/2021); 7. Maria das Vitórias Negreiros do Amaral (a partir de 25/04/2021); 8. Renata Wilner (a partir de 25/04/2021); 9. Éverson Melquíades Araújo Silva (Centro de Educação) - (a partir de 25/04/2021); 10. Julianne Caldas Muniz da Silva (representante estudantil) - (a partir de 25/04/2021). B.O. UFPE, RECIFE, 59 ( 192 BOLETIM DE SERVIÇO ): 1 - 40 25 DE OUTUBRO DE 2024 37 2022 1. Luciana Borre Nunes (coordenadora) - (a partir de 22/02/2021); 2. André Antônio Barbosa (vice-coordenador) - (a partir de 04/05/2022); 3. Ana Elizabeth Lisboa Nogueira Cavalcanti (a partir de 22/02/2022); 4. Carlos Newton de Souza Lima Júnior (a partir de 25/04/2022); 5. Eduardo Romero Lopes Barbosa (a partir de 22/02/2022); 6. Maria Betânia e Silva (a partir de 25/04/2022); 7. Maria das Vitórias Negreiros do Amaral (a partir de 25/04/2022); 8. Renata Wilner (a partir de 22/02/2022); 9. Ana Elisabete de Gouveia (a partir de 22/02/2022); 10. Fernando Antônio Gonçalves de Azevedo (Centro de Educação) - (a partir de 25/04/2022); 11. Gabriel Dionísio Morais de Siqueira (Representante Estudantil) - (a partir de 25/08/2022); 12. Alex Cezar Bezerra de Oliveira (Assistente em Administração - Representante Técnico) - (a partir de 25/08/2022); 13. Pedro Henrique Bezerra Fontes Salvador (Técnico de Laboratório (Artes Visuais) - Representante Técnico) - (a partir de 25/08/2022); 2023 1. Renata Wilner (coordenadora) - (a partir de 22/02/2023); 2. André Antônio Barbosa (vice-coordenador) - (a partir de 22/02/2023); 3. Ana Elizabeth Lisboa Nogueira Cavalcanti (a partir de 22/02/2023); 4. Carlos Newton de Souza Lima Júnior (a partir de 25/04/2023); 5. Eduardo Romero Lopes Barbosa (a partir de 22/02/2023); 6. Maria Betânia e Silva (a partir de 25/04/2023); 7. Maria das Vitórias Negreiros do Amaral (a partir de 25/04/2023); 8. Luciana Borre Nunes (a partir de 22/02/2023); 9. Ana Elisabete de Gouveia (a partir de 22/02/2023); 10. Fernando Antônio Gonçalves de Azevedo (Centro de Educação) - (a partir de 25/04/2023); 11. Gabriel Dionísio Morais de Siqueira (Representante Estudantil) - (a partir de 25/08/2023); 12. Alex Cezar Bezerra de Oliveira (Assistente em Administração - Representante Técnico) - (a partir de 25/08/2023); 13. Pedro Henrique Bezerra Fontes Salvador (Técnico de Laboratório (Artes Visuais) - Representante Técnico) - (a partir de 25/08/2023). 2024 1. Renata Wilner (coordenadora) - (a partir de 22/02/2023); 2. Joana D’Arc de Sousa Lima (vice-coordenadora) - (a partir de 23/02/2024); 3. Ana Elizabeth Lisboa Nogueira Cavalcanti (a partir de 22/02/2024); 4. Carlos Newton de Souza Lima Júnior (a partir de 25/04/2024); 5. Eduardo Romero Lopes Barbosa (a partir de 22/02/2024); 6. Maria Betânia e Silva (a partir de 25/04/2024); 7. Maria das Vitórias Negreiros do Amaral (a partir de 25/04/2024); 8. Luciana Borre Nunes (a partir de 22/02/2024); 9. Ana Elisabete de Gouveia (a partir de 22/02/2024); 10. Fernando Antônio Gonçalves de Azevedo (Centro de Educação) - (a partir de 25/08/2024); 11. Kayden Bezerra Nunes (Representante Estudantil - Licenciatura) - (a partir de 25/08/2024); 12. Nicole Fernanda de Paula Almeida (Representante Estudantil - Bacharelado) - (a partir de 25/08/2024); 13. Alex Cezar Bezerra de Oliveira (Assistente em Administração - Representante Técnico) - (a partir de 25/08/2024); B.O. UFPE, RECIFE, 59 ( 192 BOLETIM DE SERVIÇO ): 1 - 40 25 DE OUTUBRO DE 2024 38 14. Pedro Henrique Bezerra Fontes Salvador (Técnico de Laboratório (Artes Visuais) - Representante Técnico) - (a partir de 25/08/2024). Profª Drª Maria Betânia e Silva Chefia em Exercício do Departamento de Artes da UFPE SIAPE Nº 3496112 B.O. UFPE, RECIFE, 59 ( 192 BOLETIM DE SERVIÇO ): 1 - 40 25 DE OUTUBRO DE 2024 39 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E FOLHA DE ASSINATURAS CONTRATOS Emitido em 24/10/2024 PORTARIA Nº 9362/2024 - DEPA (12.13.10) (Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO) (Assinado digitalmente em 01/11/2024 23:39 ) RENATA WILNER COORDENADOR - TITULAR CGLAV (12.13.70) Matrícula: ###430#6 Visualize o documento original em http://sipac.ufpe.br/documentos/ informando seu número: 9362, ano: 2024, tipo: PORTARIA, data de emissão: 01/11/2024 e o código de verificação: dc9ad355a9 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO/CAMPUS DE RECIFE COORDENAÇÃO DO CURSO DE ARTES VISUAIS - LICENCIATURA RELATÓRIO DE ADEQUAÇÃO DA BIBLIOGRAFIA BÁSICA E COMPLEMENTAR POR UNIDADE CURRICULAR RECIFE 2024 1 SUMÁRIO 1 CONSIDERAÇÕES SOBRE A BIBLIOGRAFIA ANALISADA ...................................…. 3 2 CONCLUSÕES DO NDE SOBRE A BIBLIOGRAFIA DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ARTES VISUAIS - LICENCIATURA ………................................................................……… 5 ANEXO I - BIBLIOGRAFIA POR UNIDADE CURRICULAR …………........………….. 7 2 1 CONSIDERAÇÕES SOBRE A BIBLIOGRAFIA ANALISADA O Núcleo Docente Estruturante (NDE) do curso de Artes Visuais - Licenciatura da Universidade Federal de Pernambuco, no uso de suas atribuições Regulamentares e Regimentais, conforme composição disposta na Portaria n° 3475, de 11 de setembro de 2024, considerando o processo de Renovação de Reconhecimento do curso, no qual são oferecidas 35 vagas, apresenta estudo e referendo realizado a respeito do acervo bibliográfico do curso com o objetivo de analisar os títulos e os periódicos sugeridos pelos docentes no tocante a adequação e compatibilidade de cada título/periódico tanto da bibliografia básica quanto da complementar e, a adequabilidade no tocante ao número de exemplares em função das vagas oferecidas. O acervo bibliográfico deve ser atualizado constantemente, em razão de novas edições ou para adequações às unidades curriculares e seus conteúdos descritos no Projeto Pedagógico do Curso-PPC, além de considerar publicações destinadas a subsidiar projetos de pesquisa (iniciação científica) e extensão. Definiu-se também a necessidade de uso de acervo bibliográfico virtual (e-books) que complementa e proporciona flexibilidade de acesso, além de atender aos quesitos de acessibilidade. Os livros da bibliografia básica previstos pelo projeto pedagógico do curso estão à disposição na biblioteca Joaquim Cardozo (CAC), na Biblioteca Central e eventualmente em outras unidades do Sistema Integrado de Bibliotecas da UFPE, e são tombados junto ao patrimônio da Universidade. O acervo está informatizado pelo sistema Pergamum e atende às necessidades do curso, no tocante às características acadêmico-pedagógicas e também relacionada ao quantitativo de títulos. Nos casos dos títulos virtuais, há garantia de acesso físico na IES, com instalações e recursos tecnológicos que atendem à demanda e à oferta ininterrupta via internet, bem como de ferramentas de acessibilidade e de soluções de apoio à leitura, estudo e aprendizagem. A biblioteca disponibiliza acesso ao Portal de Periódicos Capes, que conta com um acervo milhares de títulos considerando texto completo, bases referenciais, bases de patentes, além de livros, enciclopédias, obras de referência e normas técnicas, por meio de dispositivos conectados à internet pelos IPs da universidade ou por meio do acesso da Rede CAFe, utilizando CPF e senha do SIGAA. 3 Assim, usando estas premissas após as substituições necessárias, foi feita análise da bibliografia definida pelo NDE e formulário instituído por este em conformidade com o definido em reunião realizada em 31 de outubro de 2024. 4 2 CONCLUSÕES DO NDE SOBRE A BIBLIOGRAFIA DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ARTES VISUAIS - LICENCIATURA Considerando o exposto, o NDE do curso de Artes Visuais - Licenciatura, no uso de suas atribuições regimentais e regulamentares, apresenta e referenda o acervo para bibliografias básicas e complementares do curso, apresentadas para o atendimento aos discentes de forma satisfatória, conforme apontado em Ata do NDE realizada em Recife, 31 de outubro de 2024, informando ainda que: 1. O acervo físico da bibliografia básica e complementar está tombado junto ao patrimônio da Instituição, e encontra-se informatizado pelo sistema Pergamum, que permite a geração de relatórios gerenciais e de controle, bem como consultas, reservas e renovações informatizadas através da internet; 2. Os títulos virtuais podem ser acessados pelos usuários por meio de equipamentos/dispositivos conectados à rede na biblioteca central e nas bibliotecas setoriais; 3. A Biblioteca Central (BC) conta com o Laboratório de Acessibilidade (LABC) desde 2019, que tem como objetivo viabilizar aos usuários com deficiências o atendimento as suas necessidades informacionais, garantindo-lhes o direito de realizar estudos e pesquisas com maior autonomia e independência sem barreiras de acessibilidade informacional. Para isso, o LABC dispõe de serviços especializados com o uso de tecnologias assistivas, que viabilizam a inclusão, tais como: (I) digitalização e adaptação de textos bibliográficos; (II) impressão em braile; (III) impressão em alto-relevo; (IV) empréstimos de equipamentos de tecnologias assistivas. 4. Os livros das bibliografias básicas e complementares de cada uma das unidades curriculares, após analisados pelo NDE conforme exposto no presente relatório, foram considerados como adequados às respectivas unidades curriculares e seus conteúdos, conforme descritos no PPC; 5. Conforme pode ser visto no presente, as bibliografias básica e complementar destinadas às disciplinas, atendem satisfatoriamente ao número de vagas oferecidas para o curso de Artes Visuais – Licenciatura; 6. Estão disponíveis, ainda, títulos de periódicos especializados que suplementam o conteúdo das disciplinas, os quais podem ser acessados por meio do portal CAPES através de dispositivos conectados à internet pelos IPs da universidade ou por meio do 5 acesso da Rede CAFe, utilizando CPF e senha do SIGAA, para servirem de complementação ao curso representando as principais áreas de atuação profissional. 7. Os TCCs são disponibilizados em arquivo digital na biblioteca através do Repositório Digital Attena, pelos próprios discentes após aprovação pela banca examinadora. Em conformidade com o definido em Reunião do NDE, foi elaborada a análise de adequação da bibliografia solicitada e disponível na Universidade para todos os períodos do curso de Artes Visuais - Licenciatura. Esses resultados encontram-se resumidos no Anexo I deste Relatório, comprovando a compatibilidade da quantidade de exemplares com cada bibliografia básica da unidade curricular. O cálculo consiste na divisão da quantidade de vagas ofertadas por ano pela quantidade de exemplares na biblioteca. Como parte de suas atribuições, o NDE continuará se responsabilizando por futuras e periódicas análises de adequação e solicitação das atualizações do acervo do curso. Componentes do NDE: Ana Elisabete de Gouveia Ana Elizabeth Lisboa Nogueira Cavalcanti Eduardo Romero Lopes Barbosa Luciana Borre Nunes Maria Betânia e Silva Maria das Vitórias Negreiros do Amaral Renata Wilner 31 de outubro de 2024 Profª. Renata Wilner Presidente do NDE 6 Anexo I - BIBLIOGRAFIA POR UNIDADE CURRICULAR UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO/CAMPUS DE RECIFE COORDENAÇÃO DO CURSO DE ARTES VISUAIS - LICENCIATURA NÚMERO DE DISCIPLINAS DO CURSO (OBRIGATÓRIAS E 95 OPTATIVAS) QUANTIDADE DE BIBLIOGRAFIAS BÁSICAS INDICADAS 224 QUANTIDADE DE BIBLIOGRAFIAS COMPLEMENTARES 332 INDICADAS QUANTIDADE DE BIBLIOGRAFIAS BÁSICAS DISPONÍVEIS 222 QUANTIDADE DE BIBLIOGRAFIAS COMPLEMENTARES 327 DISPONÍVEIS 7 CURSO DE ARTES VISUAIS – LICENCIATURA UNIDADE CURRICULAR: AR289 DISCIPLINA: ANIMAÇÃO CULTURAL BIBLIOGRAFIA BÁSICA QUANTIDADE Nº DE VAGAS QUANTIDADE DE VAGAS TOTAL DE OFERTADAS ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR VAGAS OFERTADAS NAS QUANTIDADE POR ANO ) BIBLIOTECAS DE EXEMPLARES BARBOSA, A. M.; COUTINHO, R. G. (Orgs.). 1 Arte/Educação com 35 03 11,6 Mediação Cultural e Social. São Paulo: UNESP, 2009. FREIRE, Paulo. Ação Cultural 2 para a liberdade e outros 35 09 3,8 escritos. 12. ed. 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G.; LIMA, V. Recurso N. de; ALMEIDA, V. de A. eletrônico Brinquedos de saúde: educação disponível em: popular e animação cultural 35 _____ 4 https://periodicos. com a população em situação de rua de Belém-PA. Revista ufmg.br/index.php Brasileira de Estudos do /rbel/article/view/5 Lazer, [S. l.], v. 5, n. 1, p. p.42– 95 56, 2018. Recurso eletrônico MELO, V. A. Educação disponível em: estética e animação cultural. 35 _____ 5 https://periodicos. Licere, Belo Horizonte, v. 5, n. 1, p. 101-112, 2002. ufmg.br/index.php /licere/article/view /1437 9 CURSO DE ARTES VISUAIS – LICENCIATURA UNIDADE CURRICULAR: AR626 DISCIPLINA: ARGILA BIBLIOGRAFIA BÁSICA QUANTIDADE Nº DE VAGAS QUANTIDADE DE VAGAS TOTAL DE OFERTADAS ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR VAGAS OFERTADAS NAS QUANTIDADE POR ANO) BIBLIOTECAS DE EXEMPLARES CHAVARRÍA, Joaquim. A 1 cerâmica. Lisboa: Editorial 35 3 11,6 Estampa, c2004. Recurso CURTIS, Maria do Carmo eletrônico Gonçalves; RIGO, Isadora Fantini. Oficina: técnicas de disponível em: construção cerâmica. 2022. https://lume.ufrg 2 35 _____ Porto Alegre : Departamento de s.br/bitstream/ha Design e Expressão Gráfica, ndle/10183/2477 Faculdade de Arquitetura, 21/001148556.p UFRGS, 2022. df?sequence=1 FERREIRA, Josué Euzébio; SILVA FILHO, Paulo Roberto de Freitas. Do barro à expressão artística: representações 3 conceituais do trabalho 35 1 35 artesanal no Alto do Moura, Caruaru, PE. Caruaru, PE: Edições FAFICA, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR QUANTIDADE DE VAGAS Nº DE VAGAS QUANTIDADE OFERTADAS TOTAL DE ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR VAGAS OFERTADAS QUANTIDADE NA BIBLIOTECA POR ANO) DE EXEMPLARES BARDI, P. M. Arte da cerâmica 1 no Brasil. [Sao Paulo]: Banco 35 1 35 Sudameris, c1980. CHAGAS, A. P., MANZI, P. 35 4 8,75 2 Argilas: as essências da terra. 10 São Paulo : Moderna, 1996. CONSTRUÇÃO coletiva : A cerâmica na escola. São Paulo: Instituto Arte na Escola, 2006. 35 2 17,5 3 1(DVD) : (DVDteca Arte na Escola - Material educativo para professor propositor ; 45) MARES, Olavo. Museu do 4 Barro de Caruaru. Recife: AIP / 35 2 17,5 TELPE, 1999. SCHULTZE, Ana Maria. Som do barro : Nado de Olinda. Ana Maria Schultze; coord. de Mirian Celeste Martins, Gisa 5 Picosque. São Paulo: Instituto 35 4 8,75 Arte na Escola, 2006 1DVD; (DVDteca Arte na Escola - material educativo para professor-propositor; v.69). 11 CURSO DE ARTES VISUAIS – LICENCIATURA UNIDADE CURRICULAR: AR706 DISCIPLINA: ARGILA 2 BIBLIOGRAFIA BÁSICA QUANTIDADE Nº DE VAGAS QUANTIDADE DE VAGAS TOTAL DE OFERTADAS ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR VAGAS OFERTADAS NAS QUANTIDADE POR ANO ) BIBLIOTECAS DE EXEMPLARES CHAVARRÍA, Joaquim. A 1 cerâmica. Lisboa: Editorial 35 3 11,6 Estampa, c2004. SÁ, Marcio Gomes de. Além do barro: heranças de Vitalino no 35 2 17,5 2 Alto do Moura do século XXI. Recife, PE: CEPE, 2023. Recurso eletrônico SATO, Sandra Minae. A disponível em: cerâmica artística: interfaces na https://www.teses. 3 contemporaneidade. 2016. Tese 35 _____ usp.br/teses/dispo de Doutorado. Universidade de São Paulo. niveis/27/27159/td e-22092016- 151132/en.php BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR QUANTIDADE DE VAGAS Nº DE VAGAS QUANTIDADE OFERTADAS TOTAL DE ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR VAGAS OFERTADAS QUANTIDADE NA BIBLIOTECA POR ANO) DE EXEMPLARES ALMEIDA, Ana Lúcia de Albuquerque; FARIAS, Edésio Rangel de; NEVES, Fábio de Almeida (Coord.). Estudo e 35 1 35 1 pesquisa no setor cerâmica artesanal do nordeste brasileiro: estado de Pernambuco. Recife: ITEP, SUDENE, 1990. LLORENS ARTIGAS, Josep. 2 Formulario y practicas de 35 1 35 ceramica. Barcelona: Omega, 12 1992. LORÊTO, Myrna Suely Silva. Os trabalhadores artesãos em barro e 3 as políticas públicas de artesanato 35 2 17,5 no Alto do Moura em Caruaru (PE). Curitiba: Appris, 2021. MESQUITA, Ivo (Org.). 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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR QUANTIDADE DE VAGAS Nº DE VAGAS QUANTIDADE OFERTADAS TOTAL DE ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR VAGAS OFERTADAS QUANTIDADE NA BIBLIOTECA POR ANO) DE EXEMPLARES Recurso eletrônico BISHOP, Claire. The social disponível em: http://graphicstudi turn: Collaboration and its 1 35 o.usf.edu/CAM/ex ____ discontents. Artforum, v. 44, n. hibitions/2008_8_ 6, p. 178, 2005. Torolab/Readings/ The_Social_Turn_ CBishop.pdf 16 Recurso eletrônico CARTAXO, Z. 1. Arte nos disponível em: espaços públicos: a cidade 2 35 https://seer.uniri ____ como realidade. O Percevejo o.br/opercevejoo Online, [S. l.], v. 1, n. 1, 2009. nline/article/vie w/431 DEBORD, G. A Sociedade do Espetáculo. Rio de Janeiro, 35 31 1,1 3 Contraponto, 1997. KRAUSS, R. Escultura no Recurso campo ampliado. 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O 3 ornamento da massa. São 35 3 11,5 Paulo: CosacNaify, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR QUANTIDADE DE VAGAS Nº DE VAGAS QUANTIDADE OFERTADAS TOTAL DE ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR VAGAS OFERTADAS QUANTIDADE NA BIBLIOTECA POR ANO) DE EXEMPLARES JAMESON, Fredric. Pós- modernismo: A lógica cultural 1 35 19 1,8 do capitalismo tardio. São Paulo: Ática, 1997. 18 CURSO DE ARTES VISUAIS – LICENCIATURA UNIDADE CURRICULAR: AR683 DISCIPLINA: ARTE E ANTROPOLOGIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA QUANTIDADE Nº DE VAGAS QUANTIDADE DE VAGAS TOTAL DE OFERTADAS ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR VAGAS OFERTADAS NAS QUANTIDADE POR ANO) BIBLIOTECAS DE EXEMPLARES BHABHA, Homi K. O Local da Cultura. Belo Horizonte: Editora 1 35 3 12 da UFMG, 1998. DURAND, Gilbert. As Estruturas Antropológicas do Imaginário: Introdução à 2 35 4 8,7 Arquetipologia Geral. 3° Edição. São Paulo: Martins Fontes, 2002. KRENAK, Ailton. Ideias para Adiar o Fim do Mundo. 2° 3 Edição. São Paulo: Companhia 35 5 7 das Letras, 2020. LÉVI-STRAUSS, Claude. 4 Mito e Significado. Lisboa: 35 3 12 Edições 70, 2013. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR QUANTIDADE DE VAGAS Nº DE VAGAS QUANTIDADE OFERTADAS TOTAL DE ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR VAGAS OFERTADAS QUANTIDADE NA BIBLIOTECA POR ANO) DE EXEMPLARES Barbosa, Eduardo Romero Lopes. Visível audível Recurso tangível: mitos do corpo na eletrônico performance / Eduardo Romero disponível em: 1 Lopes Barbosa. – Recife: Tese 35 https://repositorio. ----- (doutorado) - Universidade ufpe.br/handle/123 Federal de Pernambuco, CFCH. 456789/12069 Programa de Pós-Graduação em Antropologia, 2014. 19 https://repositorio.ufpe.br/handle/ 123456789/12069 CANCLINI, Néstor Garcia. Culturas Híbridas: Estratégias 2 para Entrar e Sair da 35 7 5 Modernidade. 2° Edição. São Paulo: Edusp, 1998. LATOUR, Bruno. Jamais Fomos Modernos: Ensaio de 3 Antropologia Simétrica. 2° 35 6 6 Edição. Rio de Janeiro: Ed. 34, 2009. MORIN, Edgar. Introdução ao Pensamento Complexo. 5° 35 16 2 4 Edição. Porto Alegre: Sulina, 2015. 20 CURSO DE ARTES VISUAIS – LICENCIATURA UNIDADE CURRICULAR: AR684 DISCIPLINA: ARTE E DIVERSIDADE ÉTNICO-CULTURAL BIBLIOGRAFIA BÁSICA QUANTIDADE Nº DE VAGAS QUANTIDADE DE VAGAS TOTAL DE OFERTADAS ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR VAGAS OFERTADAS NAS QUANTIDADE POR ANO) BIBLIOTECAS DE EXEMPLARES CANCLINI, N. G. Culturas híbridas: estratégias para entrar 35 35 1 1 e sair da modernidade. São Paulo EDUSP, 2000. CONDURU, R. Arte afro- 2 brasileira. Belo Horizonte 35 5 7 C/Arte, 2007. Recurso ESBELL, J. Territórios: arte eletrônico indígena contemporânea e o disponível em: grande mundo. Disponível 35 ____ 3 http em: http //www.jaideresbell.com.br/site/ //www.jaideresbel 2018/06/14/territorios/. l.com.br/site/2018 /06/14/territorios/. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR QUANTIDADE DE VAGAS Nº DE VAGAS QUANTIDADE OFERTADAS TOTAL DE ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR VAGAS OFERTADAS QUANTIDADE NA BIBLIOTECA POR ANO) DE EXEMPLARES GELL, Alfred. ARTE E E-book acessível AGENCIA. [S.l.]: UBU pelo sistema 1 EDITORA, 2018. 1 online 35 _____ Pergamum - resource ISBN 8592886945 (electronic bk.). Acervo 5094079 LAGROU, E. Arte indígena no Brasil: agência, alteridade e 2 35 5 7 relação. Belo Horizonte, C/Arte, 2009. MENEZES, H. Exposições e Recurso críticos de arte afro-brasileira: 3 35 eletrônico _____ um conceito em disputa. In PEDROSA, A.; disponível em: 21 CARNEIRO, A.; MESQUITA, A. https//www.instit Histórias Afro-Atlânticas. Volume utotomieohtake.o 2. Antologia. São Paulo, Instituto rg.br/o_instituto/ Tomie Ohtake; Masp, 2018. interna/exposiasa mes-e-crasticos- de- arteafrobrasileira -um-conceito- em-disputa. Recurso eletrônico MIGNOLO, W. Aiesthesis disponível em: 4 Decolonial. Calle 14. 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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR QUANTIDADE DE VAGAS Nº DE VAGAS QUANTIDADE OFERTADAS TOTAL DE ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR VAGAS OFERTADAS QUANTIDADE NA BIBLIOTECA POR ANO) DE EXEMPLARES Barbosa, Eduardo Romero Lopes. Visível audível Recurso tangível: mitos do corpo na eletrônico performance / Eduardo Romero Lopes Barbosa. – disponível em: 1 35 https://repositorio. ----- Recife: Tese (doutorado) - Universidade Federal de ufpe.br/handle/123 Pernambuco, CFCH. Programa 456789/12069 de Pós-Graduação em Antropologia, 2014. BRETON, David Le. Adeus ao 2 Corpo: Antropologia e 35 6 5,8 Sociedade. 6° Edição. Campinas, SP: Papirus, 2013. 23 DINIZ, Clarissa. Crachá: Aspectos da Legitimação 3 Artística. 1° Edição. Recife: 35 2 17,5 Massangana, 2008. 24 CURSO DE ARTES VISUAIS – LICENCIATURA UNIDADE CURRICULAR: AR718 DISCIPLINA: Arte, Gênero e Sexualidade BIBLIOGRAFIA BÁSICA QUANTIDADE DE Nº DE VAGAS TOTAL QUANTIDADE DE VAGAS ITE M (QUANTIDADES DE EXEMPLARES NAS OFERTADAS POR VAGAS OFERTADAS BIBLIOTECAS QUANTIDADE DE REFERÊNCIA POR ANO) EXEMPLARES Foucault, Michel Foucault. Ética, sexualidade, política. Tradução Elisa Monteiro, Inês 6 exemplares 1 Autran Dourado Barbosa. Rio 35 5,8 de Janeiro : Forense Universitária, 2012. Foucault, Michel Foucault. História da Sexualidade I. 7 exemplares 2 Tradução Elisa Monteiro, Inês 35 5 Autran Dourado Barbosa. Rio de Janeiro : Paz e Terra, 2023. LOURO, G. L. Educação e Recurso docência: diversidade, gênero eletrônico e sexualidade. disponível em: 3 Formação Docente – Revista 35 https://www.revf — Brasileira de Pesquisa sobre orma Formação de Professores, [S. caodocente.com. l.], v. 3, n. 4, p. 62–70, br/in 2018. dex.php/rbpfp/ar ticle/ view/31 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR QUANTIDADE DE Nº DE VAGAS TOTAL VAGAS ITEM (QUANTIDADES DE QUANTIDADE DE OFERTADAS VAGAS OFERTADAS EXEMPLARES NA REFERÊNCIA POR ANO) BIBLIOTECA POR QUANTIDADE DE EXEMPLARES 25 Vianna, C., & Unbehaum, S. Recurso 1 Gênero na educação básica: 35 eletrônico quem se importa? Uma disponível em: análise https://www.scie de documentos de políticas l públicas no Brasil. Educação o.br/j/es/a/tvM8t & Sociedade, 27(95), 407- SBBsjzPkkZJyL 428, c 2006. K4DS/abstract/?l ang=pt Recurso eletrônico disponível em: Sabat, R. Pedagogia cultural, https://www.sci 2 gênero e sexualidade. Revista 35 elo.br/j/ref/a/hq Estudos Feministas, 9(1), 9, 9- knn4NtLrGpyG 21, 2021. QMB8p7ByB/ Recurso VIANNA, Claudia e FINCO, eletrônico Daniela. Meninas e meninos disponível em: 3 na Educação Infantil: uma 35 http://www.sciel questão de gênero e poder. o Cadernos Pagu. 2009, n.33, .br/pdf/cpa/n33/1 pp. 265-283. 0.pdf Recurso eletrônico FAUSTO-STERLING, Anne. disponível em: Dualismos em duelo. http://www.sciel 4 Cadernos Pagu, v. 17/18, p. 9- 35 o.br/pdf/cpa/n1 79, 2001/2002. 7-18/n17a02.pdf Recurso eletrônico disponível em: Louro, G. L. Corpo, Escola e https://seer.ufrg 5 Identidade. Educação & 35 s.br/educacaoer Realidade, 2014. ealidade/article/ view/46833 26 CURSO DE ARTES VISUAIS – LICENCIATURA UNIDADE CURRICULAR: ? DISCIPLINA: Arte Têxtil BIBLIOGRAFIA BÁSICA QUANTIDADE Nº DE VAGAS QUANTIDADE DE VAGAS ITEM TOTAL DE OFERTADAS REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR VAGAS OFERTADAS NAS QUANTIDADE POR ANO) BIBLIOTECAS DE EXEMPLARES Recurso SIMIONI, Ana Paula eletrônico Cavalcanti. 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Recife, 2023. 61 LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS COMPONENTE CURRICULAR ELETIVO DISCIPLINA: AR690 – ESTÉTICA A BIBLIOGRAFIA BÁSICA QUANTIDADE Nº DE VAGAS QUANTIDADE DE VAGAS TOTAL DE OFERTADAS ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR VAGAS OFERTADAS NAS QUANTIDADE POR ANO) BIBLIOTECAS DE EXEMPLARES BOSI, Alfredo. Reflexões sobre a arte. 2.ed. São Paulo, Editora 1 35 3 11,6 Ática, 1986. PAREYSON, Luigi. Os 2 problemas da Estética. 2.ed. São 35 3 11,6 Paulo: Martins Fontes, 1989. SUASSUNA, Ariano. Iniciação 3 à Estética. 17 ed. Rio de Janeiro: 35 22 1,5 Nova Fronteira, 2023. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR QUANTIDADE DE VAGAS Nº DE VAGAS QUANTIDADE OFERTADAS ITEM TOTAL DE REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR VAGAS OFERTADAS QUANTIDADE NA BIBLIOTECA POR ANO) DE EXEMPLARES CALVINO, Italo. Seis propostas para o próximo milênio. 2.ed. 35 6 5,8 1 São Paulo: Companhia das Letras, 1990. COCHOFEL, João José. Iniciação estética. Lisboa: 35 2 17,5 2 Europa-América, s.d. 3 ECO, Umberto (Org.). 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Unicamp, 2011. 89 CURSO DE ARTES VISUAIS – LICENCIATURA UNIDADE CURRICULAR: AR620 DISCIPLINA: HISTÓRIA DA ARTE 3 BIBLIOGRAFIA BÁSICA QUANTIDADE Nº DE VAGAS QUANTIDADE DE VAGAS TOTAL DE OFERTADAS ITEM REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE EXEMPLARES POR VAGAS OFERTADAS NAS QUANTIDADE POR ANO) BIBLIOTECAS DE EXEMPLARES DEMPSEY. Amy. Estilos, 1 escolas e movimentos. São 35 10 3,5 Paulo: Cosac Naif, 2003. GOMBRICH, E. H. História da 2 Arte. Rio de Janeiro. 35 20 1,75 Guanabara, 1988 JANSON, H W. Iniciação a 3 História da Arte. São Paulo: 35 6 5,8 Martins Fontes 1988 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR QUANTIDADE DE VAGAS Nº DE VAGAS QUANTIDADE OFERTADAS ITE TOTAL DE REFERÊNCIA (QUANTIDADES DE M EXEMPLARES POR VAGAS OFERTADAS QUANTIDADE NA BIBLIOTECA POR ANO) DE EXEMPLARES ZACCARA, Madalena. Pedro 1 Americo um artista brasileiro do 35 3 11,6 século XIX. Recife: UFPE. 2011 HESSEL, Katy. A História da 2 Arte sem os Homens. Rio de 35 4 8,7 janeiro: Rosa dos Tempos, 2024 ARGAN, G. C. 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COORDENACAO DA GRADUACAO EM ARTE VISUAIS-LICENCIATURA - CAC (12.13.70) Título: Aprovação da Reforma Parcial do PPC de Licencenciatura em Artes visuais Assunto: IFE.121.1 - PROJETO PEDAGOGICO DOS CURSOS DE GRADUACAO À Coordenação do Curso de Licenciatura em Artes Visuais - CAC, Informamos que a Coordenação Didático-Pedagógica dos Cursos de Graduação, da Pró-Reitoria de Graduação (CDPCG/PROGRAD), aprova a Reforma Curricular Parcial do Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Licenciatura em Artes Visuais, do Centro de Artes e Comunicação (CAC), efetuada através do Processo Eletrônico nº 23076.091655/2024-34, de 1º de novembro de 2024. Destacamos que, após a aprovação, o Processo Eletrônico será arquivado na CDPCG, conforme fluxo processual de Reforma do PPC. Estamos à disposição para eventuais esclarecimentos que se fizerem necessários. Atenciosamente, (Autenticado em 04/11/2024 13:38) JULIANA CRISTINA DE ANDRADE COORDENADOR - SUBSTITUTO CDPCG PROGRAD (11.13.29) Matrícula: 2883404 Para verificar a autenticidade deste documento entre em http://sipac.ufpe.br/public/documentos/index.jsp informando seu número: 15, ano: 2024, tipo: OFICIO ELETRONICO, data de emissão: 04/11/2024 e o código de verificação: 6e061c4b88 Copyright 2007 - Superintendência de Tecnologia da Informação (STI-UFPE) - UFPE https://sipac.ufpe.br/sipac/protocolo/memorando_eletronico/memorando_eletronico.jsf?idMemorandoEletronico=3012588&sr=true 1/1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E FOLHA DE ASSINATURAS CONTRATOS Emitido em 04/11/2024 COPIA DE OFICIO Nº 1018/2024 - CDPCG PROGRAD (11.13.29) (Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO) (Assinado digitalmente em 04/11/2024 13:43 ) JULIANA CRISTINA DE ANDRADE COORDENADOR CDPCG PROGRAD (11.13.29) Matrícula: ###834#4 Visualize o documento original em http://sipac.ufpe.br/documentos/ informando seu número: 1018, ano: 2024, tipo: COPIA DE OFICIO, data de emissão: 04/11/2024 e o código de verificação: 988de8c026