Serviço Público Federal MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E CONTRATOS PROCESSO 23076.035292/2024-02 Cadastrado em 09/05/2024 Processo disponível para recebimento com código de barras/QR Code Nome(s) do Interessado(s): E-mail: Identificador: emerson.torres@ufpe. EMERSON TORRES AGUIAR GOMES 1139045 br floriano. FLORIANO MELCHIADES DA SILVA JUNIOR 1784118 melchiadesj@ufpe.br JAIR DE LIMA BEZERRA jair.lima@ufpe.br 2144968 jose.asantosjr2@ufpe. JOSE ARAUJO DOS SANTOS JUNIOR 1524611 br E OUTROS... Tipo do Processo: PROJETO POLITICO-PEDAGOGICO Assunto do Processo: IFE.121.1 - PROJETO PEDAGOGICO DOS CURSOS DE GRADUACAO Assunto Detalhado: SOLICITAÇÃO DE ANÁLISE DA PROPOSTA DO NOVO PPC DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE ENERGIA, PELO CONSELHO DEPARTAMENTAL DO CTG. Unidade de Origem: DEPARTAMENTO DE ENERGIA NUCLEAR - CTG (11.65.50) Criado Por: FLORIANO MELCHIADES DA SILVA JUNIOR Ciência: --- MOVIMENTAÇÕES ASSOCIADAS Data Destino Data Destino COORDENACAO DIDATICO-PEDAGOCICA DOS CURSOS DE 15/07/2024 DEPARTAMENTO DE ENERGIA NUCLEAR - CTG (11.65.50) 26/09/2024 GRADUACAO - PROGRAD (11.13.29) DIRETORIA DO CENTRO DE TECNOLOGIA E GEOCIENCIAS - DIVISAO DE CURRICULOS E PROGRAMAS - PROGRAD 04/07/2024 18/09/2024 CTG (11.65) (11.13.24) 18/06/2024 DEPARTAMENTO DE ENERGIA NUCLEAR - CTG (11.65.50) COORDENACAO DIDATICO-PEDAGOCICA DOS CURSOS DE 17/09/2024 GRADUACAO - PROGRAD (11.13.29) DIRETORIA DO CENTRO DE TECNOLOGIA E GEOCIENCIAS - 17/06/2024 DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO - CTG (11.65) 16/09/2024 PROGRAD (11.13.03) DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE PRODUCAO - CTG 16/05/2024 (11.65.53) 13/09/2024 DIRETORIA DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL - GR (11.01.49) 10/05/2024 SECRETARIA - CTG (11.65.97) COORDENACAO DIDATICO-PEDAGOCICA DOS CURSOS DE 04/09/2024 GRADUACAO - PROGRAD (11.13.29) COORDENACAO DA GRADUACAO EM ENGENHARIA DE 09/05/2024 DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO - ENERGIA - CTG (11.65.33) 04/09/2024 PROGRAD (11.13.03) 30/08/2024 COORDENAÇÃO ADMINISTRATIVA - PROGRAD (11.13.06) 30/08/2024 PRO-REITORIA DE GRADUAÇÃO - PROGRAD (11.13) COORDENACAO DIDATICO-PEDAGOCICA DOS CURSOS DE 29/07/2024 GRADUACAO - PROGRAD (11.13.29) 29/07/2024 DEPARTAMENTO DE ENERGIA NUCLEAR - CTG (11.65.50) COORDENACAO DA GRADUACAO EM ENGENHARIA DE 25/07/2024 ENERGIA - CTG (11.65.33) COORDENACAO DIDATICO-PEDAGOCICA DOS CURSOS DE 23/07/2024 GRADUACAO - PROGRAD (11.13.29) SIPAC | Superintendência de Tecnologia da Informação (STI-UFPE) - (81) 2126-7777 | Copyright © 2005-2024 - UFRN - sipac03.ufpe.br.sipac03 Para visualizar este processo, entre no Portal Público em http://sipac.ufpe.br/public e acesse a Consulta de Processos. Visualizar no Portal Público MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO DEPARTAMENTO DE ENERGIA NUCLEAR - CTG OFICIO DE ENCAMINHAMENTO ASSINADO PELO COORDENADOR DO CURSO Nº 308/2024 - DEPENUC (11.65.50) Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO Recife-PE, 09 de maio de 2024. De: Coordenação de Engenharia de Energia Para: Conselho Departamental do Centro de Tecnologia e Geociências Eu, Emerson Torres, como coordenador do Curso de Engenharia de Energia, juntamente com o NDE do Curso de Engenharia de Energia propusemos em conjunto o novo PPC - Projeto Pedagógico do Curso. O Projeto foi analisado pela DDE da PROGRAD e em sua última análise a única pendência que fora apontada foi a citação referente a ensino à distância que deveria ser retirada do PPC e assim a alteração foi realizada. Nesse sentido, seguindo os trâmites regimentais, o PPC foi analisado e aprovado pelo Colegiado do Curso de Engenharia de Energia e posteriormente pelo Pleno do Departamento de Energia Nuclear. A etapa atual é a análise, com vistas à aprovação por parte do Conselho Departamental do CTG. Assim, peço análise por parte deste Conselho do novo Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia. Como principais alterações do PPC anterior posso destacar: Inclusão das atividades complementares de extensão com carga horária de 10% do curso, em consonância com os regimentos vigentes; Inclusão de disciplina Projeto de TCC, além do TCC propriamente dito, com vistas a aprimorar o trabalho de graduação de nossos alunos, pois no total o aluno irá trabalhar o tema de pesquisa durante 2 períodos letivos; Ampliação das vagas de nosso curso de 20 para 30 vagas, mantendo-se apenas 1 entrada. Essa alteração atende orientações da PROGRAD que nos orientou para termos um maior número de vagas preenchidas, destacando-se que nesse semestre 2024.1 houve apenas 8 alunos ingressantes face a inexistência da ABI e a alteração na distribuição de cotas, sendo um percentual maior para cursos que disponibilizam menos vagas. Ressalto que essas alterações já foram analisadas por parte da PROGRAD, não apresentando óbice a tais alterações. Atenciosamente, (Assinado digitalmente em 10/05/2024 11:55) EMERSON TORRES AGUIAR GOMES COORDENADOR DE GRADUACAO CGEE DEPENUC (11.65.33) Matrícula: ###390#5 Processo Associado: 23076.035292/2024-02 Para verificar a autenticidade deste documento entre em http://sipac.ufpe.br/public/documentos/index.jsp informando seu número: 308, ano: 2024, tipo: OFICIO DE ENCAMINHAMENTO ASSINADO PELO COORDENADOR DO CURSO, data de emissão: 09/05/2024 e o código de verificação: 3527a3a437 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E FOLHA DE ASSINATURAS CONTRATOS Emitido em 16/04/2024 E-MAIL Nº 1241/2024 - CDPCG PROGRAD (11.13.29) (Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO) (Assinado digitalmente em 09/05/2024 19:58 ) FLORIANO MELCHIADES DA SILVA JUNIOR ASSISTENTE EM ADMINISTRACAO DEPENUC (11.65.50) Matrícula: ###841#8 Visualize o documento original em http://sipac.ufpe.br/documentos/ informando seu número: 1241, ano: 2024, tipo: E-MAIL, data de emissão: 09/05/2024 e o código de verificação: 81f8d9fa30 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO COORDENACAO DIDATICO-PEDAGOCICA DOS CURSOS DE GRADUACAO - PROGRAD PARECER TECNICO Nº 1/2024 - CDPCG PROGRAD (11.13.29) Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO Recife-PE, 16 de abril de 2024. Anlise_-_Eng._de_Energia_-_CTG_-_V3.docx VISUALIZAÇÃO INDISPONÍVEL Total de páginas: 7 (Download Disponível pelo Sistema) Para visualizar este documento, entre no Portal Público em http://sipac.ufpe.br/public acesse a Consulta de Processos e encontre o Documento de Ordem 3 na visualização do processo consultado. Visualizar no Portal Público (Assinado digitalmente em 09/05/2024 19:58) FLORIANO MELCHIADES DA SILVA JUNIOR ASSISTENTE EM ADMINISTRACAO DEPENUC (11.65.50) Matrícula: ###841#8 Para verificar a autenticidade deste documento entre em http://sipac.ufpe.br/public/documentos/index.jsp informando seu número: 1, ano: 2024, tipo: PARECER TECNICO, data de emissão: 09/05/2024 e o código de verificação: acb63d4b02 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO SECRETARIA - CTG DESPACHO Nº 43626/2024 - SCTG (11.65.97) Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO Recife-PE, 15 de maio de 2024. Departamento de Engenharia de Produção A professora Ana Paula Cabral Seixas Costa, para relatar junto ao Conselho do Centro. (Assinado digitalmente em 16/05/2024 13:27) AFONSO HENRIQUE SOBREIRA DE OLIVEIRA DIRETOR DE CENTRO ACADEMICO CTG (11.65) Matrícula: ###288#1 Processo Associado: 23076.035292/2024-02 Para verificar a autenticidade deste documento entre em http://sipac.ufpe.br/public/documentos/index.jsp informando seu número: 43626, ano: 2024, tipo: DESPACHO, data de emissão: 15/05/2024 e o código de verificação: c5c41908b1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE PRODUCAO - CTG PARECER Nº 1008/2024 - DEPEP (11.65.53) Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO Recife-PE, 17 de junho de 2024. Ao Conselho Departamental do CTG O presente processo apresenta PROPOSTA DO NOVO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO (PPC) DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE ENERGIA. O referido projeto foi analisado e aprovado pelo Colegiado do Curso de Engenharia de Energia e posteriormente pelo Pleno do Departamento de Energia Nuclear. Além disso foi avaliado técnica e pedagogicamnete pela DDE da PROGRAD, sendo considerado por esta unidade quo o PPC atende completamente a todos os itens de avaliação, com exceção de Metodologias de curso e Atas de aprovação, os quais foram ajustados, não apresentando mais pendências. Pelo exposto, somos de parecer favorável a aprovação do novo PPC DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE ENERGIA. (Assinado digitalmente em 17/06/2024 10:37) ANA PAULA CABRAL SEIXAS COSTA PROFESSOR DO MAGISTERIO SUPERIOR DEPEP (11.65.53) Matrícula: ###855#1 Processo Associado: 23076.035292/2024-02 Para verificar a autenticidade deste documento entre em http://sipac.ufpe.br/public/documentos/index.jsp informando seu número: 1008, ano: 2024, tipo: PARECER, data de emissão: 17/06/2024 e o código de verificação: 4d9a2da2c9 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO DEPARTAMENTO DE ENERGIA NUCLEAR - CTG DESPACHO Nº 58674/2024 - DEPENUC (11.65.50) Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO Recife-PE, 04 de julho de 2024. Prezado Diretor Prof. Afonso Henrique Sobreira de Oliveira Seguindo instrução do prof. Emerson Torres, coordenador do Curso de Engenharia de Energia, encaminhamos este processo no objetivo de exaração dos documentos sob a instância da Câmara de Graduação e do Conselho Departamental; previamente acordados com a PROGRAD por essa Diretoria. Fazendo votos de sucesso nos empreendimentos acadêmicos e agradecendo os atenciosos préstimos, aguardaremos a devolução. Cordialmente, (Assinado digitalmente em 04/07/2024 13:42) FLORIANO MELCHIADES DA SILVA JUNIOR ASSISTENTE EM ADMINISTRACAO DEPENUC (11.65.50) Matrícula: ###841#8 Processo Associado: 23076.035292/2024-02 Para verificar a autenticidade deste documento entre em http://sipac.ufpe.br/public/documentos/index.jsp informando seu número: 58674, ano: 2024, tipo: DESPACHO, data de emissão: 04/07/2024 e o código de verificação: 1cf53d1aee MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO DIRETORIA DO CENTRO DE TECNOLOGIA E GEOCIÊNCIAS - CTG DESPACHO Nº 3363/2024 - CTG (11.65) Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO Recife-PE, 15 de julho de 2024. Em 15/07/2024, solicito o Desentranhamento da(s) peça(s) listada(s) abaixo, do processo 23076.035292/2024-02, por motivo de ajustes no processo. Ordem: 8 Número: 53313 Ano: 2024 Número de Protocolo: NÃO PROTOCOLADO Tipo de Documento: DESPACHO (Assinado digitalmente em 15/07/2024 15:09) ADOLFO DE ALENCAR MELO JUNIOR ASSISTENTE EM ADMINISTRACAO CTG (11.65) Matrícula: ###906#0 Processo Associado: 23076.035292/2024-02 Para verificar a autenticidade deste documento entre em http://sipac.ufpe.br/public/documentos/index.jsp informando seu número: 3363, ano: 2024, tipo: DESPACHO, data de emissão: 15/07/2024 e o código de verificação: 8d923e4dc4 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO DIRETORIA DO CENTRO DE TECNOLOGIA E GEOCIENCIAS - CTG DESPACHO Nº 62136/2024 - CTG (11.65) Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO Recife-PE, 15 de julho de 2024. Ao Departamento de Energia Nuclear; Considerando o parecer favorável (doc. 07) sob relato da Profa. Ana Paula Cabral Seixas Costa, aprovo ad referendum da Câmara Setorial de Graduação do Centro de Tecnologia e Geociências a Proposta do novo Projeto Pedagógico de Curso (PPC), do Curso de Graduação em Engenharia de Energia, vinculado ao Departamento de Energia Nuclear deste Centro Acadêmico. (Assinado digitalmente em 15/07/2024 15:55) AFONSO HENRIQUE SOBREIRA DE OLIVEIRA DIRETOR DE CENTRO ACADEMICO CTG (11.65) Matrícula: ###288#1 Processo Associado: 23076.035292/2024-02 Para verificar a autenticidade deste documento entre em http://sipac.ufpe.br/public/documentos/index.jsp informando seu número: 62136, ano: 2024, tipo: DESPACHO, data de emissão: 15/07/2024 e o código de verificação: 705337e945 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO DIRETORIA DO CENTRO DE TECNOLOGIA E GEOCIENCIAS - CTG DESPACHO Nº 62137/2024 - CTG (11.65) Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO Recife-PE, 15 de julho de 2024. Ao Departamento de Energia Nuclear; Considerando o parecer favorável (doc. 07) sob relato da Profa. Ana Paula Cabral Seixas Costa, aprovo ad referendum do Conselho do Centro de Tecnologia e Geociências a proposta do novo Projeto Pedagógico de Curso (PPC), do Curso de Graduação em Engenharia de Energia, vinculado ao Departamento de Energia Nuclear deste Centro Acadêmico. (Assinado digitalmente em 15/07/2024 15:55) AFONSO HENRIQUE SOBREIRA DE OLIVEIRA DIRETOR DE CENTRO ACADEMICO CTG (11.65) Matrícula: ###288#1 Processo Associado: 23076.035292/2024-02 Para verificar a autenticidade deste documento entre em http://sipac.ufpe.br/public/documentos/index.jsp informando seu número: 62137, ano: 2024, tipo: DESPACHO, data de emissão: 15/07/2024 e o código de verificação: 29e967d985 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE TECNOLOGIA E GEOCIÊNCIAS DEPARTAMENTO DE ENERGIA NUCLEAR CURSO DE ENGENHARIA DE ENERGIA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia RECIFE 2024 Av. Profº Luiz Freire, nº 1000 – Cidade Universitária – Recife/PE – CEP 50740-545 Telefone: (81) 2126.8250 / 8251 / 7970 – e-mail: engenharia.energia@ufpe.br site: www.ufpe.br/den Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 0 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE TECNOLOGIA E GEOCIÊNCIAS DEPARTAMENTO DE ENERGIA NUCLEAR CURSO DE ENGENHARIA DE ENERGIA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia RECIFE 2024 Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 1 SUMÁRIO 1. Identificação 4 1.1 | O Curso de Engenharia de Energia 4 1.2 | Equipe que compõe o Colegiado 5 1.3 | Equipe que compõe o Núcleo Docente Estruturante-NDE 5 1.4 | Equipe Revisora do Projeto Pedagógico 6 2. Histórico da UFPE e do Curso 6 3. Justificativa para a oferta do Curso de Graduação em Engenharia de Energia 9 3.1 | Por que Engenharia de Energia? 9 3.2 | O Curso de Engenharia de Energia no Exterior e no Brasil 10 4. Justificativa para a Reformulação do Projeto Pedagógico do Curso-PPC de Graduação em Engenharia de Energia 10 5. Marco Teórico 19 5.1 | Sociedade, Educação e Cidadania 19 5.2 | Conhecimento, Universidade e Formação Pedagógica 20 6. Objetivos do Curso 21 6.1 | Objetivo Geral 21 6.2 | Objetivos Específicos 21 7. Perfil Profissional do Egresso 22 8. Campo de Atuação do Profissional 22 9. Competências, Atitudes e Habilidades 22 10. Metodologia do Ensino 25 11. Sistemática de Avaliação 26 11.1 | Sistemática de Concretização do Projeto Pedagógico 27 12. Formas de Ingresso no Curso 30 13. Organização Curricular do Curso 31 Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 2 14. Estrutura Curricular do Curso 34 14.1 | Aspectos Gerais 34 14.2 | Atividades Complementares 35 14.3 | Estágio Supervisionado 35 14.4 | Projeto de Graduação 35 14.5 | Ações Curriculares de Extensão-ACEx 36 14.6 | Matriz Curricular 37 14.7 | Distribuição dos Componentes Curriculares por Período 39 15. Programas dos Componentes Curriculares 45 16. Corpo Docente 45 17. Infraestrutura para Funcionamento do Curso (estrutura física, biblioteca, acervo, laboratórios, etc.) 47 17.1 | Recursos Humanos 48 18. Apoio ao Discente 49 19. Requisitos Legais e Normativos 50 ANEXOS Anexo 1 Atas e portarias relativas à aprovação do Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia, Resolução CCEPE e Normas do Departamento de Energia Nuclear 53 Anexo 2 Programa dos componentes curriculares 123 Anexo 3 Quadro de equivalência de componente curricular 321 Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 3 1. Identificação Instituição: Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) Reitor: Prof. Alfredo Macedo Gomes Endereço: Campus Joaquim Amazonas Av. Prof. Moraes Rego, nº 1235 - Cidade Universitária Recife/PE CEP:50670-420 Telefone: (81) 2126.8000 Endereço Eletrônico: www.ufpe.br Centro: Centro de Tecnologia e Geociências (CTG) Diretor do CTG: Prof. Afonso Henrique Sobreira de Oliveira Departamento: Departamento de Energia Nuclear (DEN) Chefe do DEN: Prof. Rômulo Simões Cezar Menezes Coordenador do Curso: Prof. Emerson Torres Aguiar Gomes 1.1 | O Curso de Engenharia de Energia Denominação: Graduação em Engenharia de Energia Categoria: Engenharia Modalidade: Eletricista Título Conferido: Engenheiro(a) de Energia Título abreviado: Engº. Energ., Engª. Energ. Local de Oferta: Campus Joaquim Amazonas Autorização: Aprovado pela Resolução nº 07/2008 do CCEPE/UFPE de 24/04/2008. Reconhecimento: Portaria nº 547 SRSES-MEC (12/09/2014) publicada no D.O.U. nº 178, pg. 28, em 16/09/2014, com o nº de Registro E-MEC: 201105826. O Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (CONFEA), através da Resolução nº 1.076 (05/07/2016), discriminou as atividades e competências profissionais do Engenheiro de Energia e inseriu o título na Tabela de Títulos Profissionais do Sistema CONFEA/CREA. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 4 Renovação de Reconhecimento: Portaria nº 921 SRSES-MEC (27/12/2018) publicada no D.O.U., nº 249, pg. 264, em 28/12/2018, com nº de Registro E- MEC: 201831373. Diretrizes Curriculares: Não há diretrizes curriculares específicas para o curso, mas segue as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia (Resolução CNE/CES nº 02 de 24/04/2019). Vagas: 30 (vinte) anuais Entrada: 1ª entrada Carga Horária: 3.800 horas Duração do Curso: Mínimo_10 semestres / Máximo_18 semestres Turnos: Manhã/Tarde (integral) Modalidade das aulas: Presencial Data do início do curso: 16 de fevereiro de 2009 Data da Reforma do PPC: 2023 1.2 | Equipe que compõe o Colegiado Emerson Torres Aguiar Gomes - coordenador (DEN-CTG-UFPE) Jair de Lima Bezerra – vice-coordenador (DEN-CTG-UFPE) Ademir de Jesus Amaral (DEN-CTG-UFPE) Antônio Celso Dantas Antonino (DEN-CTG-UFPE) Elielza Moura de Souza Barbosa (DEN-CTG-UFPE) José Claudino de Lira Júnior (DMEC-CTG-UFPE) Olga de Castro Vilela (DEN-CTG-UFPE) Romilton dos Santos Amaral (DEN-CTG-UFPE) Viviane Khoury Asfora (DEN-CTG-UFPE) Sofia Luck Teixeira (representante dos discentes) Welison Alves da Silva (vice-representante dos discentes) 1.3 | Equipe que compõe o Núcleo Docente Estruturante-NDE Emerson Torres Aguair Gomes (presidente) Jair de Lima Bezerra (vice-presidente) Alexandre Carlos Araújo da Costa (comissão de estrutura curricular) Elmo Silvano de Araújo (comissão de estrutura curricular) Emmanuel Damilano Dutra (comissão de corpo docente) José Araújo dos Santos Júnior (comissão de infraestrutura) Mário Augusto Bezerra da Silva (comissão de estrutura curricular) Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 5 1.4 | Equipe Revisora do Projeto Pedagógico Claudia Maria Bezerra da Silva - Pedagoga / SEAP-CTG Elmo Silvano de Araújo - Docente, coordenador antecessor do Curso Emerson Torres Aguiar Gomes – Docente, coordenador do Curso Floriano Melchiades da Silva Jr - Assist. Adm., secretário da coordenação do Curso Jair de Lima Bezerra – Docente, vice-coordenador do Curso 2. Histórico da UFPE e do Curso A Universidade Federal de Pernambuco-UFPE foi criada com o nome de Universidade do Recife (UR), pelo Decreto Lei 9.388, de junho de 1946, congregando a Faculdade de Direito, fundada em 1827, a Escola de Engenharia (1895), as Faculdades de Farmácia (1903), Odontologia (1913), Medicina (1927), Belas Artes (1932) e Filosofia (1941). Os Institutos de Geociências, Física e Ciências do Homem, entre outros, foram criados na década de 60. Em 1965 a Universidade tornou-se federal, adotando o atual nome: UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO. A atual estrutura de centros e departamentos da UFPE, consagrada em 1975, compreende 4 campi (Joaquim Amazonas, Centro, Agreste e Vitória de Santo Antão), 13 centros, 69 departamentos e 9 núcleos acadêmicos. Oferece atualmente 115 cursos de graduação do tipo presencial, sendo 92 cursos no campus Joaquim Amazonas e Centro, 11 no campus do Agreste (em Caruaru, 140km do Recife) e 6 no campus da Vitória de Santo Antão (55km do Recife), além de 8 cursos de ensino à distância, totalizando mais de 32.440 alunos matriculados. Além disso, a UFPE possui 145 cursos de pós-graduação stricto sensu: 75 Mestrados Acadêmicos, 17 Mestrados Profissionais e 53 Doutorados. Oferece, também, 56 cursos de pós-graduação lato sensu (especialização) além de cursos de extensão voltados para a comunidade. A estrutura física da UFPE é complementada, no campus Joaquim Amazonas, por uma Biblioteca Central, 10 bibliotecas setoriais, o Núcleo de Tecnologia da Informação, a Editora Universitária, o Núcleo de Educação Física, o Núcleo de Hotelaria e Turismo, o Núcleo de Práticas Jurídicas, o Laboratório de Imunopatologia Keizo-Asami, o Centro de Convivência e o Hospital das Clínicas. Na cidade do Recife, encontra-se o Centro de Ciências Jurídicas Faculdade de Direito, o Núcleo de Educação Continuada, o Departamento de Extensão Cultural, o Memorial da Universidade de Medicina, o Teatro Joaquim Cardozo e o Núcleo de Rádio e Televisão. Em cidades vizinhas a Recife, duas unidades avançadas de pesquisa completam a estrutura da UFPE: Estação Ecológica Serra dos Cavalos (em Caruaru) e Estação de Itamaracá. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 6 De acordo com avaliações dos Ministérios da Educação (MEC) e de Ciência e Tecnologia (MCT), a Universidade Federal de Pernambuco é uma das melhores universidades do País, em ensino (graduação e pós-graduação) e pesquisa científica. As avaliações levam em consideração o desempenho de alunos no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (ENADE) – no caso dos cursos de graduação –, da titulação e produção científica dos professores da pós-graduação – pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), estas duas avaliações do MEC. No caso da pesquisa, o resultado do Censo 2008 do Diretório dos Grupos de Pesquisa no Brasil, realizado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), do MCT, coloca a UFPE como a 7ª universidade do País em ensino e pesquisa, em termos qualitativos e quantitativos dos grupos de pesquisa. A Universidade reúne cerca de 464 grupos de pesquisa, distribuídos em oito áreas de conhecimento (Engenharias; Ciências Biológicas; Ciências Exatas e da Natureza; Ciências da Saúde; Linguística, Letras e Artes; Ciências Humanas; Ciências Sociais Aplicadas; Ciências Agrárias), utilizando instalações e laboratórios em vários departamentos. A estrutura administrativa da UFPE é composta pela Reitoria como administração geral em parceria com os órgãos de deliberação superiores Conselho Universitário (CONSUNI), Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE), Conselho de Administração (CONSAD) e Conselho Fiscal (CONFIS); do órgão de consulta Conselho Social (CONSOL); dos Centros Acadêmicos e suas unidades; dos órgãos suplementares e complementares. Instalada no campus em 1970, a Reitoria é o órgão que coordena, planeja e supervisiona as atividades da instituição. É constituída pelo Gabinete do Reitor e por oito Pró-Reitorias: de Graduação (Prograd), de Extensão e Cultura (Proexc), de Planejamento, Orçamento e Finanças (Proplan), de Gestão de Pessoas e Qualidade de Vida (Progepe), de Gestão Administrativa (Progest), para Assuntos Estudantis (Proaes) e as recém- organizadas de Pesquisa e Inovação (Propesqi) e de Pós-Graduação (Propg). O Gabinete é composto pela Secretaria dos Órgãos Deliberativos Superiores, assessorias do Reitor, Procuradoria Federal e Comissões permanentes setoriais. Os três primeiros Conselhos foram criados na década de 70 e dois deles estão subdivididos em câmaras. O Conselho de Administração, que coordena orçamento, convênios e questões administrativas em geral, possui três câmaras: Planejamento, Orçamento e Finanças; Gestão de Pessoas; Câmara de Gestão Patrimonial. O Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão coordena toda a vida acadêmica da instituição, a criação e o funcionamento de cursos, além da execução de pesquisas e atividades de extensão. Suas câmaras são: Graduação e Ensino Básico; Pesquisa e Pós-graduação; Extensão e Cultura; Assuntos Estudantis. Dentro da estrutura administrativa, ainda se encontram a Auditoria Interna, Cerimonial, Diretorias, Secretarias, Superintendências e Ouvidoria Geral. A unidade responsável pela manutenção do Curso de Engenharia de Energia na UFPE é o Departamento de Energia Nuclear. Criado em 1968, este departamento atua fortemente na pós-graduação desde 1977 com o Curso de Mestrado em Ciências e Tecnologia Nuclear. Em 1997 incorporou o nível de doutorado, Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 7 passando o curso a se chamar Programa de Pós-Graduação em Tecnologias Energéticas e Nucleares (PROTEN) obtendo Nota 5 na avaliação da CAPES, e no ano 2000 apresentou sua primeira defesa de tese doutoral. Desde então formou mais de 442 mestres, mais de 212 doutores e dezenas de especialistas nas diversas áreas das aplicações nucleares e energias renováveis, tendo-se destacado constantemente entre os departamentos de maior produtividade científica da UFPE. O corpo docente, em 2023, é composto de 17 professores permanentes e 05 professores colaboradores em regime de dedicação exclusiva e 6 professores colaboradores externos, sendo 17 destes bolsistas de Produtividade em Pesquisa no CNPq, distribuídos em 5 Áreas de Concentração e 23 Linhas de Pesquisa credenciadas na CAPES e UFPE e 12 grupos de pesquisa credenciados pela UFPE no CNPq, dentro das linhas de pesquisa credenciadas na CAPES: Análise neutrônica e termohidráulica de sistemas nucleares; Aplicações das radiações em sistemas poliméricos e nanoestruturas; Aplicações das radiações em medicina nuclear, radioterapia e radiodiagnóstico; Aplicações da radiação gama e X à tomografia, reconstrução, fluidodinâmica e testes não destrutivos; Aproveitamento químico e energético de fontes de biomassa; Biodosimetria; Ciclagem biogeoquímica em ecossistemas terrestres; Desenvolvimento de componentes e sistemas fotovoltaico, termoelétrico (solar) e eólico; Dosimetria ambiental; Dosimetria do estado sólido; Dosimetria retrospectiva, datação e conservação de bens culturais; Instrumentação agrometeorológica; Materiais e processo de conversão fotovoltaica; Materiais para tecnologia de energia; Medição, avaliação e mapeamento dos recursos solar e eólico; Metrologia das radiações; Produção sustentável; Radiobiologia; Radioecologia e análises ambientais; Transferência de massa e energia no sistema solo-planta-atmosfera; Usinas fotovoltaica, termoelétrica (solar) e eólica interligadas a rede ou autônoma. O Departamento de Energia Nuclear conta na sua infraestrutura com os seguintes laboratórios de ensino de graduação: Laboratório de Modelagem e Biodosimetria Aplicada (LAMBDA), Laboratório de Tomografia Computadorizada de Raio-X, Laboratório de Física de Solo, Laboratório de Radioquímica Prof. Dr. Kornelius Keller, Laboratório de Energia Solar Área de Testes FAE, Laboratório de Proteção Radiológica (LPR), Laboratório de Energia da Biomassa, Laboratório de Polímeros e Nanoestruturas (LPN), Laboratório de Instrumentação Nuclear, Laboratório de Metrologia das Radiações Ionizantes (LMRI), Laboratório de Radioecologia e Controle Ambiental (LARCA), Laboratório de Avaliação da Contaminação do Solo (LACS) e Laboratório de Circuitos Elétricos (LCE). O DEN, no período de 2015 a 2018, passou por reformas estruturais no seu prédio para permitir acessibilidade de pessoas deficientes físicas. No térreo, foi instalada uma ampla biblioteca com 323,80m2 e na entrada do prédio foi introduzida uma rampa permanente, que permite o acesso de cadeirantes sem maiores dificuldades. Os banheiros, laboratórios e salas de aulas possuem instalações adequadas para atender pessoas com algum tipo de necessidade especial conforme estabelecido no Art. 24 do Dec. nº. 5.296/2004. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 8 3. Justificativa para a oferta do Curso de Graduação em Engenharia de Energia 3.1 | Por que Engenharia de Energia? A disponibilidade de energia é reconhecidamente um fator de desenvolvimento e bem-estar de uma sociedade moderna. As recentes crises de abastecimento de energia têm alcançado contornos políticos e estratégicos no plano mundial, que demonstram a sua importância para a soberania nacional e a manutenção e crescimento do padrão de vida da comunidade mundial. Gerar energia significa gerar também algum comprometimento ambiental. Problemas ambientais são hoje fortemente relacionados à forma e à natureza como os recursos energéticos são explorados. No Brasil em particular, as dificuldades são ainda maiores: o consumo per capita nacional se situa abaixo dos valores encontrados em países muito menos desenvolvidos economicamente. Equilibrar este consumo com países de mesmo porte econômico e atender a uma demanda continuamente crescente é uma tarefa que exige e permanecará exigindo cada vez mais conhecimentos técnicos e multidisciplinares apropriados para superar as dificuldades encontradas. Com desenvolvimento energético, o país deve vir a promover maior acesso à energia a camadas mais carentes da sociedade de forma a incentivar a distribuição de renda e a redução de desigualdades sociais. Concentrando o foco ainda mais na Região Nordeste, não é necessária uma percepção apurada para se entender a gravidade da situação energética. Com o potencial hídrico praticamente exaurido e a inexistência de outros recursos primários de energia, é de fundamental importância lançar mão de fontes renováveis como solar, eólica e os biocombustíveis, que existem em abundância na região, mas precisam ainda de profissionais qualificados e pesquisa e desenvolvimento de soluções para gerar energia de forma competitiva. Outra opção que pode vir a beneficiar a região com energia elétrica é a geração de origem nuclear, que poderá vir a se concretizar nas próximas duas décadas. Logo, dentro de um futuro próximo, estas atividades produzirão um mercado efervescente que exigirá mão de obra e serviços especializados de ampla magnitude. Como exemplo, no ano de 2006 a Eletronuclear investiu mais de R$ 200.000.000,00 em produtos e serviços para o Sistema Angra dos Reis. Além da criação direta de postos de trabalho para técnicos e engenheiros nas empresas estatais de geração, o retorno em impostos gerados pela comercialização da energia produzida é significativo e representa um impacto econômico e social altamente positivo para a região, gerando um atrativo extra para o surgimento de novas empresas de prestação de serviços em torno destas instalações, com necessidade de mais profissionais especializados para o setor. Portanto, há espaço no mercado de trabalho para os profissionais egressos das ênfases previstas neste projeto e este espaço certamente perdurará por muitos anos. Torna-se, portanto, indispensável que conhecimentos e técnicas sejam condensados em um curso local que possa fornecer um profissional com perfil adequado à resolução de problemas por meio do adequado uso de recursos e potencialidades energéticas locais, bem como da utilização de fontes de energia Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 9 para satisfazer às necessidades humanas, preservando o meio ambiente e conservando ao máximo os recursos naturais. 3.2 | O Curso de Engenharia de Energia no Brasil e no Exterior Atualmente, o cadastro E-MEC registra 34 (trinta e quatro) cursos de graduação em Engenharia de Energia nas universidades brasileiras, estando 1 (um) extinto, 8 (oito) não iniciados e 25 (vinte e cinco) em plena oferta podendo-se citar como exemplo o da Universidade Federal do ABC Paulista, o da Universidade Estadual do Rio Grande do Sul, o da PUC-MG, o da UnB (Gama) e o da Universidade Federal Rural do Semi-árido. A grande maioria com menos de 10 anos de atividade. No exterior, este curso já vem se consolidando há um pouco mais de tempo em vários países industrializados, como é o caso da University of Ontario Institute of Technology (Canadá) - Faculty Engineering and Applied Science, que oferece o curso de Engenharia Mecânica – opção: Engenharia de Energia; da University of North Texas (Estados Unidos) - Departament of Mechanical and Energy Engineering, com o curso de Engenharia de Energia e Mecânica – bacharelado e mestrado, e na Alemanha, Leipzig University of Applied Sciences (Alemanha) - Departament of Mechanical and Energy Engineering, que oferece o curso de Engenharia de Energia com Gerenciamento – bacharelado e diploma. Na UFPE, a graduação em Engenharia de Energia, uma das primeiras na área da região Norte-Nordeste e visa suprir as necessidades reais de demanda de profissionais para o setor energético brasileiro, principalmente na região Nordeste. 4. Justificativa para a Reformulação do Projeto Pedagógico do Curso-PPC da Graduação em Engenharia de Energia Em face da constante necessidade de mudanças nos projetos pedagógicos (PPC) dos cursos de engenharia no Brasil, com vistas à melhor formação do engenheiro, vimos apresentar as principais modificações no PPC (revisão 2013) do Curso de Engenharia de Energia da UFPE. O Curso de Engenharia de Energia foi criado pelo Ato de criação: Resolução nº 07/2008 – CCEPE/UFPE, de 24 de abril de 2008. Anualmente são ofertadas pela UFPE vinte vagas para o curso, que tem turno de funcionamento integral (matutino e vespertino). A carga horária total do curso compreendendo 3.800 Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 10 horas que possui hora-aula de 50 minutos. O tempo mínimo de integralização curricular é de cinco anos ou dez semestres, e o máximo nove anos ou dezoito semestres. Em agosto de 2013 o curso recebeu a visita de dois avaliadores do MEC para sua primeira auditoria externa, cujo relatório resultou na nota do conceito provisório de cursos (CPC) igual a 4 (quatro), considerado muito bom para cursos novos. Em 2014 o curso recebeu o reconhecimento pelo MEC através da portaria nº 547, 12/09/14, publicada no D.O.U., nº 178, pg. 28, em 16/09/14, com o nº de Registro E-MEC: 201105826. Em dezembro de 2015 o ministro da educação, Sr. Aloísio Mercadante, anunciou as notas do ENADE de várias modalidades de cursos de graduação do país. O Curso de Engenharia de Energia da UFPE recebeu nota máxima 5 (cinco), na sua primeira avaliação do ENADE, já em dezembro de 2017, o curso foi pela segunda vez avaliado no ENADE recebendo a nota 4 (quatro) (muito bom). Essas avaliações do ENADE do Curso de Engenharia de Energia da UFPE refletem a excelente formação dos estudantes conferida pelos professores e técnicos do Departamento de Energia Nuclear (DEN/UFPE), demonstrando comprometimento e seriedade com o trabalho acadêmico. O Guia do Estudante Profissões Vestibular 2018, uma publicação da editora Abril, classificou o Curso de Engenharia de Energia da UFPE com a avaliação de “muito bom”, 4 estrelas. Em março de 2013, o PPC do curso passou pela sua primeira revisão, que consistiu, basicamente, na atualização da sua grade curricular para se adequar ao formato do programa de componente curricular padronizado pela então Pró- Reitoria de Assuntos Acadêmicos (PROACAD), atual Pró-Reitoria de Graduação (Prograd). Foram realizadas reformulações, em nível parcial, das ementas dos componentes obrigatórios e eletivos contemplando maiores informações do conteúdo programático e referências bibliográficas. A atual reformulação do PPC do curso de Engenharia de Energia (2023) se faz necessária para atender novas diretrizes e resoluções tanto da UFPE quanto do MEC como, por exemplo: • Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia (Resolução CNE/CES nº 2 de 24 de abril de 2019); • Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Étnico- raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Africana (Resolução CNE/CP nº 1 de 17 de junho de 2004); • Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos (Resolução CNE/CP nº 1, de 30/05/2012); • Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista (Lei nº 12.764, de 27 de dezembro de 2012); • Resolução CEPE Nº 9/2019 que trata de disciplinas internacionalizadas no perfil; Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 11 • Resolução Nº 03/2023 da CEPE de Janeiro de 2023 em que estabelece Atividades Práticas Supervisionadas; • Resolução CEPE Nº18/2022, que disciplina o TCC nos Cursos de graduação da UFPE; A reforma completa do PPC é necessária para ajustar a forma de ingresso do discente ao curso que na versão anterior contemplava a entrada por meio da ABI (Área Básica do Ingresso), que com a sua descontinuidade passa a ser o SISU a forma mais usual de ingresso ao curso, sendo detalhada no item formas de acesso ao curso. Ressalta-se que há vantagens para o discente que é a escolha direta do curso ao final do ensino médio, não mais requerendo um ranking para a efetivação da escolha do curso por parte do discente ao final do primeiro ano da entrada na ABI. É importante destacar que com a reforma do projeto pedagógico do curso, fica estabelecido, em consonância com a resolução da CEPE Nº 9/2019, o reconhecimento como disciplinas eletivas aquelas cursadas em uma Instituição de Ensino Superior IES parceira em cooperação com a Universidade Federal de Pernambuco – UFPE. Outro ponto que justifica a reformulação integral do PPC do curso é a adoção das Atividades Práticas Supervisionadas – APSs em conformidade com a resolução Nº 03/2023 da CEPE que prevê que o docente possa realizar o percentual estabelecido na resolução para a contabilização da carga horária da disciplina desde que devidamente supervisionadas pelo docente. Adicionalmente, foram incluídos critérios baseados em resoluções internas como a de Atividades Complementares (Resolução CCEPE/UFPE nº 12/2013); normas do Projeto de Graduação - Trabalho de Conclusão de Curso (Norma n° 02/2018/DEN e resolução nº 18/2022 – CEPE); Estágio Supervisionado (Norma n° 01/2018/DEN, Resolução CCEPE/UFPE nº 20/2015 e Resolução CCEPE/UFPE nº 09/2016); Ações Curriculares de Extensão (Resolução CCEPE/UFPE nº 09/2017) e (Resolução CEPE/UFPE nº 31/2022); avaliação do docente pelo discente (Resolução CCEPE/UFPE nº 10/2017); e atendimento em acessibilidade e inclusão educacional na UFPE (Resolução ConsUni/UFPE nº 11/2019. A tabela com todos os Dispositivos Legais e Normativos é apresentada na Seção 19 deste documento. O presente PPC, em cumprimento à Resolução 03 de 2007 do Conselho Nacional de Educação prevê que a realização das atividades acadêmicas abrange a realização de aulas expositivas e a execução de Atividades Práticas Supervisionadas (APSs) em consonância com a resolução 03/2023 do CEPE que abrange atividades como: estudos dirigidos, trabalhos individuais, trabalhos em grupo, atividades em biblioteca, desenvolvimento de projetos, atividades em laboratório, atividades de campo, oficinas, pesquisas, estudos de casos, seminários, desenvolvimento de trabalhos acadêmicos específicos, dentre outros. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 12 A atual reformulação do PPC do curso de Engenharia de Energia (2023) se faz necessária para atender às novas Diretrizes Curriculares para os Cursos de Engenharia e das novas Resoluções da UFPE aprovadas após a última versão do PPC do curso. Portanto, a reformulação (PPC 2023) pretende incorporar as ações curriculares de Extensão - ACEx e novos componentes obrigatórios e eletivos, na sua grade curricular, alterando o número total de horas. Esses componentes serão ministrados de forma majoritária pelos professores lotados no Departamento de Energia Nuclear (DEN), sede do Curso. Cumprindo uma das metas do PPC 2008 (original), que era a redução da responsabilidade de disciplinas ministradas por outros departamentos, aliviando a carga horária desses e consolidando o DEN como sede do Curso de Engenharia de Energia. A entrada no curso também sofreu alteração visto que ela se dará não mais por meio da ABI (Área Básica do Ingresso), mas sim por meio do SISU e das demais formas de entrada estabelecidas neste PPC. Neste contexto, serão introduzidos sete novos componentes obrigatórios em substituição a componentes já existentes, porém com sede em outros departamentos. Por outro lado, catorze componentes eletivos serão incorporados em atendimento às demandas que surgiram ao longo desses doze anos de existência do curso, em face da crescente modernização das tecnologias em energia e áreas correlatas associadas à formação do Engenheiro de Energia. Outrossim, nesta atualização, estão sendo atendidas algumas demandas dos estudantes, no tocante à incorporação de novas disciplinas que resultará em melhor aproveitamento do curso, como é o caso dos componentes: Inglês Instrumental (Eletiva, 45h), Mercado de Energia (Eletiva, 60h), Princípios de Nanotecnologia (Eletiva, 60h), Geração Solar Termoelétrica 1 (60h), entre outras. Além disso, várias disciplinas serão colocadas como equivalentes aos componentes obrigatórios, resultando em maior flexibilização do estudante no momento de organizar seu perfil curricular. Assim, a carga horária total do curso nesta nova proposta é composta por um total de 3800h. A tabela a seguir apresenta as mudanças na grade curricular com a introdução das novas disciplinas obrigatórias e periodização, assim como as disciplinas eletivas sem periodização, adição ou retirada de disciplinas como pré-requisitos e co-requisitos de disciplinas já existentes. No Anexo 3 encontram-se as equivalências das disciplinas. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 13 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO COORDENAÇÃO GERAL DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO ESTRUTURA CURRICULAR (REFORMULAÇÃO GLOBAL) CURSO: Engenharia de Energia CICLO: Profissional TABELA DE MUDANÇAS NO PERFIL CURRICULAR DO CURSO MODIFICAÇÃO NOS COMPONENTES CURRICULARES EXISTENTES ¹ Departamento/Núcleo Nome do Componente Justificativa de Mudança A disciplina Projeto de Graduação foi desmembrada em 2 disciplinas: Projeto de TCC (nova disciplina) e a disciplina Trabalho de Conclusão de Curso – TCC, sendo a primeira pré-requisito da segunda disciplina. Busca-se Depto de Energia Nuclear com isso, propiciar mais tempo para o discente Trabalho de Conclusão de Curso - TCC realizar o trabalho, visto que levará 1 ano letivo (DEN/CTG) para a elaboração do TCC. Assim, para manutenção da carga horária total, foi reduzida a carga horária da disciplina existente Projeto de Graduação de 90h para 60h e alterado seu nome de Projeto de Graduação para Trabalho de Conclusão de Curso. Componente era ofertado por outro Departamento. O conteúdo programático do Depto de Energia Nuclear componente foi reformulado e estamos Fenômenos de Transportes (DEN/CTG) solicitando um código para mesmo. O professor responsável pelo componente será do DEN/CTG/UFPE. O componente deixa de existir, visto que ele era ofertado pela ABI Engenharia com ementa Depto de Energia Nuclear voltada para apresentar todos os cursos ao IN701-Introdução à Engenharia discente recém ingresso à UFPE. Com a saída (ABI/CTG) da ABI, ele será substituído pelos componentes Introdução à Engenharia de Energia 1 e 2. Componente era ofertado por outro Departamento. O conteúdo programático do Depto de Energia Nuclear componente foi reformulado e estamos Administração para Engenharia (DEN/CTG) solicitando um código para mesmo. O professor responsável pelo componente será do DEN/CTG/UFPE. Componente era ofertado por outro Departamento. O conteúdo programático do Depto de Energia Nuclear componente foi reformulado e estamos Termodinâmica (DEN/CTG) solicitando um código para mesmo. O professor responsável pelo componente será do DEN/CTG/UFPE. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 14 Componente era ofertado por outro Departamento. O conteúdo programático do Depto de Energia Nuclear componente foi reformulado e estamos Engenharia de Controle (DEN/CTG) solicitando um código para mesmo. O professor responsável pelo componente será do DEN/CTG/UFPE. Componente era ofertado por outro Departamento. O conteúdo programático do Depto de Energia Nuclear Fundamentos da Ciência componente foi reformulado e estamos (DEN/CTG) e Engenharia de Materiais solicitando um código para mesmo. O professor responsável pelo componente será do DEN/CTG/UFPE. Componente era ofertado por outro Departamento. O conteúdo programático do Depto de Energia Nuclear componente foi reformulado e estamos Mecânica dos Fluídos (DEN/CTG) solicitando um código para mesmo. O professor responsável pelo componente será do DEN/CTG/UFPE. Componente era ofertado por outro Departamento. O conteúdo programático do Depto de Energia Nuclear componente foi reformulado e estamos Transmissão de Calor (DEN/CTG) solicitando um código para mesmo. O professor responsável pelo componente será do DEN/CTG/UFPE. Componente era ofertado por outro Departamento. O conteúdo programático do Depto de Energia Nuclear componente foi reformulado e estamos Circuitos Elétricos (DEN/CTG) solicitando um código para mesmo. O professor responsável pelo componente será do DEN/CTG/UFPE. Componente era ofertado por outro Departamento. O conteúdo programático do Depto de Energia Nuclear componente foi reformulado e estamos Eletrotécnica Geral (DEN/CTG) solicitando um código para mesmo. O professor responsável pelo componente será do DEN/CTG/UFPE. Depto de Expressão Gráfica EG468-Geometria Gráfica Substitui o componente EG407-Introdução ao (CAC) Tridimensional Desenho, ao qual era equivalente. Retirar pré-requisito EC335 (Eng. Econômica). Depto de Energia Nuclear EN240-Gerência de Projetos O componente EC335 deixa de ser obrigatório (DEN/CTG) e passa a ser eletiva. Adicionar pré-requisito EN237 (Introdução à Engenharia Nuclear). O conteúdo apresentado Depto de Energia Nuclear EN259-Dinâmica dos Reatores no componente EN237 proporcionará ao aluno (DEN/CTG) Nucleares conhecimentos importantes para a disciplina EN259. Depto de Energia Nuclear EN231-Projetos Assistidos por Sai de componente obrigatório (3ºP) e fica (DEN/CTG) Computador – CAD como componente eletivo. Depto de Energia Nuclear EN242-Modelagem de Processos Sai de componente obrigatório (6ºP) e fica (DEN/CTG) em Engenharia como componente eletivo. Depto de Letras Componente Obrigatório(8ºP), sai da grade, LE037-Língua Inglesa Instrumental (CAC/UFPE) substituída pela nova eletiva Inglês Instrumental Depto de Energia Nuclear EN273-Gerenciamento de Riscos Sai de componente obrigatório (8ºP) e fica (DEN/CTG) em Energia como como componente eletivo. Depto de Engenharia Sai de componente obrigatório (8ºP) e fica de Produção EP028-Análise da Decisão como como componente eletivo. (CTG) Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 15 Depto de Ciências Sociais Sai de componente obrigatório (5ºP) e fica CS100-Sociologia e Meio Ambiente (CFCH) como como componente eletivo. Depto de Ciências Sai de componente obrigatório (5ºP) e fica EC335-Engenharia Econômica Econômicas (CCSA) como como componente eletivo. Depto de Engenharia Civil Componente passa a ser componente CI107-Fenômenos de Transportes (CTG) equivalente. Depto de Engenharia Componente passa a ser componente EP003- Administração para Engenharia de Produção (CTG) equivalente. Depto de Mecânica Componente passa a ser componente ME102- Termodinâmica 1 (DEMEC/CTG) equivalente. Depto de Mecânica Componente passa a ser componente ME108-Introdução à Teoria de Controle (DEMEC/CTG) equivalente. Depto de Mecânica ME105-Ciência e Engenharia Componente passa a ser componente (DEMEC/CTG) dos Materiais equivalente. Depto de Mecânica Componente passa a ser componente ME262-Mecânica dos Fluidos 2 (DEMEC/CTG) equivalente. Depto de Mecânica Componente passa a ser componente ME155-Transmissão de Calor 1A (DEMEC/CTG) equivalente. Depto de Engenharia Elétrica Componente passa a ser componente El215-Circuitos Elétricos 1A (DEE/CTG) equivalente. CRIAÇÃO DE COMPONENTES CURRICULARES ² Departamento/Núcleo Nome do Componente Justificativa de Criação Disciplina que tem por objetivo preparar o discente para a elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso que na versão anterior do PPC contemplava a elaboração em apenas 1 Depto de Energia Nuclear semestre letivo. Desta feita, o discente irá (DEN/CTG) Projeto de TCC relizar o projeto de TCC no semestre anterior à elaboração do TCC, de forma a relizar o trabalho com maior tempo, buscando-se aumentar a qualidade dos trabalhos a serem realizados na graduação do curso de Engenharia de Energia. A ementa atual estava desatualizada e com a Depto de Engenharia de Minas inserção deste novo componente curricular (DEN/CTG) LE657 - Inglês Instrumental teremos sinergia com outros cursos de Engenharia que já ofertam o componente como a Engenharia de Minas. Depto de Energia Nuclear Disciplina que apresentará ao aluno a estrutura (DEN/CTG) Introdução à Engenharia de Energia 1 da UFPE e a forma de funcionamento do curso de Engenharia de Energia. Disciplina que apresentará conteúdos relacionados à base metodológica importantes para a formação do engenheiro de energia e também para a formação do egresso com Depto de Energia Nuclear formação voltada para a pesquisa. Trata-se de (DEN/CTG) Base Metodológica da Pesquisa Científica uma disciplina eletiva reformulada da disciplina que constava no PPC anterior de código EN271, mas que teve conteúdos inseridos e carga horária alterada de 45h para 60h neste PPC. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 16 Depto de Energia Nuclear Disciplina que apresentará ao aluno as (DEN/CTG) Introdução à Engenharia de Energia 2 estruturas do Departamento de Energia Nuclear e as funções de um Engenheiro de Energia Depto de Engenharia Elétrica Componente ofertado pelo DEE/CTG/UFPE. EL423 - Mercado de Energia (DEE/CTG) Entrará como componente eletivo. Solicitação de código do componente. Será ofertado pelo departamento de energia nuclear como componente eletivo. O conteúdo programático irá conter assuntos importantes Depto de Energia Nuclear Termodinâmica Aplicada para o entendimento e projetos de plantas (DEN/CTG) (pré-requisito: Termodinâmica) térmicas de conversão de energia térmica em energia elétrica. Ciclos que englobam diversas áreas da energia como Solar, Nuclear e Biomassa. Solicitação de código do componente. Será ofertado pelo departamento de energia nuclear como componente eletivo. Abordará assunto complementar ao da disciplina eletiva “Engenharia Solar Térmica” envolvendo outras tecnologias de geração de eletricidade através Depto de Energia Nuclear Geração Solar da energia solar com concentração - CSP (DEN/CTG) Termoelétrica 1 (Concentrated solar power). Os alunos aplicarão as teorias das disciplinas de termodinâmica aplicada e transferência de calor, conhecendo projetos de Plantas Solares tipo Torre, Disco parabólico, Fresnel e Cilindro parábola. Será ofertado pelo departamento de energia Cogeração e Exergia: nuclear como componente eletivo. O conteúdo Depto de Energia Nuclear Uso Racional da Energia programático, proporcionará aos discentes (DEN/CTG) (pré-requisito: Termodinâmica Aplicada) conhecimentos sobre geração solar termoelétrica. Será ofertado pelo departamento de energia Engenharia de Controle nuclear como componente eletivo. O conteúdo Depto de Energia Nuclear (pré-requisito: MA129-Cálculo programático, proporcionará aos discentes (DEN/CTG) Diferencial e Integral 4 e Circuitos conhecimentos sobre geração solar Elétricos EN) termoelétrica. Será ofertado pelo departamento de energia nuclear como componente eletivo. Componente complementar voltada para otimização de Projetos de Sistemas Térmicos projetos de sistemas térmicas através de vários Depto de Energia Nuclear (pré-requisito: Termodinâmica Aplicada; métodos que engloba o fator econômico (DEN/CTG) Transmissão de Calor) (Projeto de uma planta termoelétrica, por exemplo). Utiliza os conceitos de das disciplinas de termodinâmica, transferência de calor engenharia Econômica 1. Será ofertado pelo departamento de energia nuclear como componente eletivo. Componente voltado para o aluno que deseja conhecer os sistemas termodinâmicos voltados para a produção do frio. Conversão de uma fonte de energia seja ela térmica ou elétrica para a Refrigeração e Ar Condicionado produção do frio. Também terá uma noção sobre Depto de Energia Nuclear (pré-requisito: Termodinâmica Aplicada; o aspecto do conforto térmico de ambientes (DEN/CTG) Transmissão de Calor) fechados, tendo o conhecimento de cálculo de carga térmica para o projeto de sistema de produção do frio. O componente englobará os aspectos históricos da produção do frio, como sistemas de ar condicionado comercial. Utilizará os conceitos de das disciplinas de termodinâmica e transferência de calor. PG300- Introdução ao Direito Componente ofertado pelo Departamento Depto Teoria Geral do Direito Teoria Geral do Direito da Faculdade de Direito (co-requisito: CS100 – Sociologia (UFPE) da UFPE. Entrará como componente eletivo. e Meio Ambiente) Depto de Energia Nuclear Energia Eólica IV A disciplina aborda técnicas para a previsão a Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 17 (DEN/CTG) (pré-requisito: EN246- Introdução a curto prazo orientada ao despacho de usinas Energia Eólica) eólicas junto ao operador do sistema elétrico e ao mercado spot, tendo como objetivo principal dotar os alunos de conhecimento e destreza com vistas ao desenho preliminar de ferramentas operacionais de previsão a curto prazo. Cabe destacar que a previsão é, atualmente, a principal estratégia com vistas à mitigação dos efeitos decorrentes da intermitência nos países com alta participação da eólica em sua matriz elétrica, como é o caso do Brasil. Será ofertado pelo departamento de energia nuclear como componente eletivo. Componente complementará o conteúdo abordado na “Engenharia Solar Térmica” que envolve outras tecnologias de geração de eletricidade através Depto de Energia Nuclear Introdução a Geração Solar da energia solar através de CSP (Concentrated (DEN/CTG) Termoelétrica solar power). Os alunos desenvolverão as teorias das disciplinas de termodinâmica aplicada e transferência de calor, conhecendo projetos de Plantas Solares tipo Torre, Disco parabólico, Fresnell e Cilindro parábola. Será ofertado pelo departamento de energia nuclear como componente eletivo. Trata-se de Princípios de Óptica uma disciplina que busca apresentar ao aluno de graduação conceitos básicos de Depto de Energia Nuclear para Concentração Solar (DEN/CTG) (pré-requisito: EN245 Introdução a concentração solar baseado na óptica de Energia Solar) concentração e princípios de conservação da étendue, bem como analisar diversos dispositivos de concentração solar. Trata-se de disciplina voltada para a orientação para o desenvolvimento de projetos de iniciação Depto de Energia Nuclear científica em cursos de graduação em (DEN/CTG) Iniciação Científica 1 engenharia. A disciplina aborda aspectos gerais da iniciação científica e questões metodológicas e de redação científica. Esta disciplina aborda o acompanhamento do estudante em projeto de iniciação científica, no Depto de Energia Nuclear (DEN/CTG) Iniciação Científica 2 tocante ao treinamento em técnicas analíticas e interpretação de dados científicos no âmbito das engenharias EXCLUSÃO DE COMPONENTES CURRICULARES ³ Departamento/Núcleo Nome do Componente Justificativa de Exclusão Depto de Expressão Gráfica EG468-Geometria Gráfica Tridimensional EG407-Introdução ao Desenho (CAC) substituiu a disciplina (1) Mudanças de carga-horária total ou ementas dos componentes curriculares. (2) Criação de componentes curriculares obrigatórios e eletivos. (3) Exclusão de componentes curriculares obrigatórios e eletivos. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 18 5. Marco Teórico O presente projeto pedagógico fundamenta-se na concepção epistemológica de que o “Engenheiro”, sendo criador e aplicador das mais diferentes tecnologias para o benefício da sociedade, é o elemento principal que poderá contribuir como profissional e cidadão para a solução de problemas relacionados à energia que afligem a coletividade. É um pressuposto que este profissional tenha a capacidade de assimilar outros conhecimentos que o tornem capaz de considerar o ser humano como elemento central de todas as suas atenções, modificando aqueles costumes e culturas que contrariem a necessidade de preservação e bem-estar de seus semelhantes, como também de todas as espécies existentes no globo terrestre. A Coordenação de Graduação do Curso em consonância com o Núcleo Docente Estruturante, objetivando qualificar o currículo do Curso de Engenharia de Energia da UFPE, realiza um trabalho de acompanhamento à elaboração e reformulação dos Projetos Pedagógicos dos Cursos (PPC), orientando em relação às exigências de atendimento à demandas sociais postas ao curso e de cumprimento aos dispositivos legais regulamentadores das diversas formações profissionais que oferece. Dentro deste contexto, esta revisão do PPC atende a nova resolução das Diretrizes Curriculares Nacionais (Resolução n° 02 CNE/CES, 24/04/2019) para os cursos de Engenharia, no tocante a incorporar os conceitos atuais como a formação do engenheiro baseada por competências, foco na prática, assim como uma aprendizagem ativa e uma maior flexibilidade na constituição do currículo. 5.1 | Sociedade, Educação e Cidadania As Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) para os cursos de engenharia definem os princípios, os fundamentos, as condições e as finalidades estabelecidas pela Câmara de Educação Superior do Conselho de Educação (CES/CNE), para aplicação, em âmbito nacional, na organização, no desenvolvimento e na avaliação dos cursos de engenharia das Instituições de Educação Superior (IES). Nesta vertente, é compreendida a importância, numa sociedade marcada pelas ciências e pela tecnologia, da democratização do conhecimento científico, para que os jovens adultos possam contribuir de forma ativa nas diversas questões que dizem respeito a todos na sociedade em que estão inseridos. Compreende-se que um país democrático é construído com cidadãos que tenham sólida formação acadêmica, visando não apenas a perspectiva da preparação para o mundo do trabalho, mas também para a vida em sociedade. De fato, a sociedade é feita de contrastes, de controles, de instrumentos opressivos, de ideologias e de projetos que marcam profundamente os que estão sendo submetidos aos processos educativos. Pode- Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 19 se definir educação como a forma de reprodução dos modelos sociais vigentes e daquilo que se define como projetos históricos e científicos. Todavia, educação pode ser também uma das vias de construção da consciência crítica, de saberes e competências que contribuam na inserção das pessoas num projeto de transformação social, cultural, político e econômico. Por outro lado, a relação entre sociedade, educação e cidadania só é possível se for realizada no contexto de uma ação educativa em que os sujeitos sejam protagonistas do processo educativo. Nesta perspectiva, os sujeitos são compreendidos na sua dimensão histórica, política e cultural. 5.2 | Conhecimento, Universidade e Formação Pedagógica A cultura ocidental estabeleceu, ao mesmo tempo, as ideias de conhecimento humano, de métodos das ciências e os ideais pedagógicos. Assim, a tradição filosófica e científica não só se estruturou em si mesma como influenciou e criou concepções e modalidades de ensino. Neste andamento, a escola passou, aos poucos, de uma organização social rudimentar privada para uma instituição pública. É demasiadamente grande o número de pesquisadores e críticos da sociedade que passam a responsabilizar a educação e a escola pela produção e/ou pela reprodução dos conhecimentos e das ideologias. Desta forma, a educação e a escola estão intrinsecamente sintonizadas com a elaboração de conhecimentos, sejam eles projetos históricos equivocados e opressivos ou não. No tempo atual, a educação na escola e na universidade se tornou um espaço imprescindível para a aquisição de conhecimentos pelo sujeito para a sua inserção na vida social e política. É dentro desta visão, que propomos a atualização deste projeto pedagógico para o Curso de Engenharia de Energia, buscando a preparação e formação de um profissional humanista com preocupação em questões sociais, ambientais e culturais. As DCNs dos cursos de engenharias, através da contextualização e da interdisciplinaridade, preveem a formação do indivíduo com competências que expressem, entre outras habilidades, visão holística, atuação inovadora e empreendedora, além da criatividade quando em confronto com problemas da área. Segundo o PDI (2019-2023) temos que a UFPE está comprometida com a formação de profissionais bem preparados, com competência técnica inquestionável, mas também atentos às demandas sociais das comunidades e sensíveis à condição humana dos sujeitos. Assim, a UFPE visa à formação de engenheiros competentes e comprometidos com o bem comum, entendendo que a competência relacional se destaca entre as mais relevantes condições para um exercício profissional qualificado nas mais diversas áreas do conhecimento humano. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 20 6. Objetivos do Curso 6.1 | Objetivo Geral O objetivo geral do curso é o de formar o Engenheiro de Energia sensível às questões ambientais (Lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999 e Decreto nº 4.281 de 25 de junho de 2002) com uma visão holística e humanista, crítica, reflexiva, criativa, cooperativa que será capaz de realizar atividades que permitam escolher e implementar as formas de geração de energia mais apropriadas às necessidades e possibilidades locais, sempre com ações inovadoras. O engenheiro de energia deverá compreender a questão energética e sua interação com a estrutura econômica, assim como, avaliar e participar do desenvolvimento das diversas alternativas, em termos de produção e distribuição de energia, sempre com a responsabilidade social e com o desenvolvimento sustentável. Esta área envolve a interação entre conhecimentos de engenharia, de planejamento e de economia. 6.2 | Objetivos Específicos O objetivo geral do presente Projeto Pedagógico será alcançado por meio de objetivos específicos relacionados a seguir: • Englobar todos os elementos relacionados à geração, distribuição, gestão e planejamento de energia necessária à vida humana no mundo atual; • Fornecer uma aproximação analítica balanceada para acesso a todos os sistemas de energia usados atualmente baseados em carbono, nuclear e energias renováveis; • Enfatizar um portfólio aproximado para um sistema de energia em que um largo intervalo de opções de energia são melhor empregados do que apenas um único, para satisfazer as necessidades do homem moderno, com o mínimo de agressão ao meio ambiente; • Oferecer ao egresso do curso um perfil profissional com enfoque moderno, voltado para as questões ambientais, e com amplo espectro de conhecimento multidisciplinar. • Oferecer ao estudante a experiência extensionista, por meio de ações integradas de extensão ao longo do curso, buscando aproximar a universidade da sociedade em geral e mais especificamente do mercado de trabalho com ações multidisciplinares. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 21 7. Perfil Profissional do Egresso O perfil dos egressos de um Curso de Engenharia de Energia terá uma sólida formação técnica-científica e profissional geral, capacitado para absorver e desenvolver novas tecnologias, estimulando a sua atuação crítica e criativa na identificação e resolução de problemas, considerando seus aspectos políticos, econômicos, sociais, ambientais (Lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999 e Decreto nº 4.281 de 25 de junho de 2002) e culturais, com visão ética e humanística, em atendimento às demandas da sociedade. Formação multidisciplinar e eclética, permitindo sua absorção em empresas governamentais e privadas, em setores ligados à produção e distribuição de energia, planejamento energético e diversos outros setores profissionais abrangidos pela formação pretendida. As atribuições do profissional egresso do Curso de Engenharia de Energia foram firmadas pelo Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (CONFEA) que estabeleceu as atividades e competências profissionais do Engenheiro de Energia em sua Resolução nº 1.076, de 05 de julho de 2016. 8. Campo de Atuação do Profissional O profissional diplomado em um curso moderno, com amplo mercado de trabalho nos setores beneficiados, tais como: empresas geradoras e distribuidoras de energia, indústrias (p. ex. cogeração), institutos de pesquisa, organizações não-governamentais, cooperativas, universidades, órgãos governamentais, etc., com capacidade para atuar em várias atividades profissionais, desde planejamento e gerenciamento energético até uma inserção direta na área técnica. Este profissional vem suprir a grande carência de profissionais com este perfil para enfrentar a problemática da geração e utilização racional de energia respeitando as questões ambientais. 9. Competências, Atitudes e Habilidades O Curso de Engenharia de Energia fornecerá condições aos seus profissionais egressos, ao longo da formação, as seguintes competências e habilidades: I - formular e conceber soluções desejáveis de engenharia, analisando e compreendendo os usuários dessas soluções e seu contexto: a) ser capaz de utilizar técnicas adequadas de observação, compreensão, registro e análise das necessidades dos usuários e de seus contextos sociais, culturais, legais, ambientais e econômicos; Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 22 b) formular, de maneira ampla e sistêmica, questões de engenharia, considerando o usuário e seu contexto, concebendo soluções criativas, bem como o uso de técnicas adequadas; II - analisar e compreender os fenômenos físicos e químicos por meio de modelos simbólicos, físicos e outros, verificados e validados por experimentação: a) ser capaz de modelar os fenômenos, os sistemas físicos e químicos, utilizando as ferramentas matemáticas, estatísticas, computacionais e de simulação, entre outras. b) prever os resultados dos sistemas por meio dos modelos; c) conceber experimentos que gerem resultados reais para o comportamento dos fenômenos e sistemas em estudo. d) verificar e validar os modelos por meio de técnicas adequadas; III - conceber, projetar e analisar sistemas, produtos (bens e serviços), componentes ou processos: a) ser capaz de conceber e projetar soluções criativas, desejáveis e viáveis, técnica e economicamente, nos contextos em que serão aplicadas; b) projetar e determinar os parâmetros construtivos e operacionais para as soluções de Engenharia; c) aplicar conceitos de gestão para planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços de Engenharia; IV - implantar, supervisionar e controlar as soluções de Engenharia: a) ser capaz de aplicar os conceitos de gestão para planejar, supervisionar, elaborar e coordenar a implantação das soluções de Engenharia. b) estar apto a gerir, tanto a força de trabalho quanto os recursos físicos, no que diz respeito aos materiais e à informação; c) desenvolver sensibilidade global nas organizações; d) projetar e desenvolver novas estruturas empreendedoras e soluções inovadoras para os problemas; e) realizar a avaliação crítico-reflexiva dos impactos das soluções de Engenharia nos contextos social, legal, econômico e ambiental; V - comunicar-se eficazmente nas formas escrita, oral e gráfica: Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 23 a) ser capaz de expressar-se adequadamente, seja na língua pátria ou em idioma diferente do Português, inclusive por meio do uso consistente das tecnologias digitais de informação e comunicação (TDICs), mantendo-se sempre atualizado em termos de métodos e tecnologias disponíveis; VI – trabalhar de forma interdisciplinar e liderar equipes multidisciplinares: a) ser capaz de interagir com as diferentes culturas, mediante o trabalho em equipes presenciais ou a distância, de modo que facilite a construção coletiva; b) atuar, de forma colaborativa, ética e profissional em equipes multidisciplinares, tanto localmente quanto em rede; c) gerenciar projetos e liderar, de forma proativa e colaborativa, definindo as estratégias e construindo o consenso nos grupos; d) reconhecer e conviver com as diferenças socioculturais nos mais diversos níveis em todos os contextos em que atua (globais/locais); e) preparar-se para liderar empreendimentos em todos os seus aspectos de produção, de finanças, de pessoal e de mercado; VII - conhecer e aplicar com ética a legislação e os atos normativos no âmbito do exercício da profissão: a) ser capaz de compreender a legislação, a ética e a responsabilidade profissional e avaliar os impactos das atividades de Engenharia na sociedade e no meio ambiente; b) atuar sempre respeitando a legislação, e com ética em todas as atividades, zelando para que isto ocorra também no contexto em que estiver atuando; e VIII - aprender de forma autônoma e lidar com situações e contextos complexos, atualizando-se em relação aos avanços da ciência, da tecnologia e aos desafios da inovação: a) ser capaz de assumir atitude investigativa e autônoma, com vistas à aprendizagem contínua, à produção de novos conhecimentos e ao desenvolvimento de novas tecnologias; b) aprender a aprender. c) atuar como protagonista no processo ensino-aprendizagem, por meio da aprendizagem ativa de componentes curriculares; Além das competências gerais, o curso de engenharia de energia proporcionará ao seu egresso as competências específicas, como: Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 24 I- supervisionar e avaliar criticamente a operação e a manutenção de sistemas de energia; II- avaliar o impacto das atividades da engenharia de energia no contexto social e ambiental; III- avaliar a viabilidade econômica de projetos de engenharia de energia; 10. Metodologia de Ensino A metodologia de ensino aprendizagem empregada no Curso Engenharia de Energia da UFPE baseia-se em aulas expositivas ministradas com o auxílio de recursos audiovisuais, priorizando ao máximo a dinâmica interativa sobre aspectos teóricos abordados nas aulas expositivas, discussões sobre casos práticos específicos, seminários e trabalhos individuais e em grupo. O curso incentiva, também, o diálogo e a comunicação entre o professor e o aluno de modo a romper o isolamento professor x aluno, professor x professor, aluno x aluno e possibilita um processo de participação, cooperação, numa perspectiva de construção coletiva do saber, utilizando uma metodologia de ensino aprendizagem centrada no aluno, oportunizando a discussão e outras técnicas de aprendizado que estimulem a ação-reflexão-ação. Dentre as ações permanentes que o curso desenvolve e incentiva, está a organização anual de visitas didáticas a empresas de geração de energia (Usina hidrelétrica de Paulo Afonso – CHESF, Termopernambuco, etc.), fábricas de equipamentos eólicos como a IMPSA e instalações de geração solar no interior do estado de Pernambuco. Eventualmente, serão organizadas visitas às Usinas Nucleares de Angra dos Reis no Rio de Janeiro. Além das visitas às empresas, são organizadas de palestras trazendo as empresas para dentro da universidade e vice-versa. Essa organização é coordenada e orientada por docentes, tendo o apoio dos próprios discentes como elemento principal no processo ensino-aprendizagem. Propostas metodológicas na perspectiva da participação ativa dos estudantes no processo de aprendizagem também são adotadas nas aulas ministradas no curso, como a sala de aula invertida na disciplina de Física I. Além dessa, outras metodologias ativas podem ser empregadas, com abordagens como: a aprendizagem baseada em projetos e a aprendizagem baseada em problemas. A acessibilidade metodológica empregada segue os padrões estabelecidos pela Resolução nº 11/2019 CONSUNI/UFPE. Assim, são utilizadas estratégias de ensino, recursos didático-pedagógicos acessíveis, recursos de tecnologia assistiva, oferta para docentes e técnico-administrativos de formação continuada para o aperfeiçoamento dos processos de ensino e de aprendizagem, bem como o desenvolvimento profissional com foco no atendimento em Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 25 acessibilidade e inclusão educacional; tradutor e intérprete de Libras, ledor e transcritor além de outros apoios especializados que se julguem necessários, conforme a especificidade apresentada. O Núcleo de Acessibilidade da UFPE (NACE/UFPE) tem por finalidade apoiar e promover a acessibilidade aos estudantes com mobilidade reduzida, transtorno do espectro autista, transtorno funcional específico da aprendizagem, transtorno global do desenvolvimento e/ou altas habilidades/superdotação. As atividades do NACE são regulamentadas pela Portaria Normativa n° 04/2016. 11. Sistemática de Avaliação A avaliação obedecerá aos critérios oficiais da UFPE (Resolução nº 04/1994 – CCEPE/UFPE), hoje em vigor, no que concerne a: a) realização de, no mínimo, dois (2) exercícios escolares, com média aritmética (MO); b) nota mínima para aprovação por média: MO = 7; c) nota mínima para realizar a prova final: MO = 3; d) média final MF = (MO + PF)/2, onde PF é a nota da prova final; e) nota mínima para aprovação na prova final: PF = 3; f) média final mínima para aprovação: MF = 5; g) frequência mínima exigida as aulas: 75% das aulas teóricas ou práticas computadas separadamente, ou ao mesmo percentual de avaliações parciais de aproveitamento escolar. A critério do professor responsável pela disciplina, e constante de sua programação (Plano de Ensino), divulgada antes do início das aulas, as avaliações (exercícios escolares) poderão ser dos seguintes tipos: trabalho prático, seminário, prova oral, prova escrita, subjetiva e objetiva, trabalho tipo revisão de literatura (review), em grupo ou individual, ou outros, desde que compatibilizados com o tipo de disciplina, seus objetivos e evidentemente com o programa desenvolvido pelo docente. Quando se tratar de outro tipo de atividade, a avaliação será feita como indicado abaixo: O Estágio Supervisionado (obrigatório) será avaliado pela média aritmética das notas atribuídas pelo Professor Orientador e pelo Supervisor, quando houver, ao Relatório do Estágio Supervisionado (Norma n° 01/2018/DEN). O Projeto de Graduação (trabalho de conclusão de curso) será avaliado pela média aritmética das notas atribuídas por uma Comissão Examinadora constituída de no mínimo dois e no máximo três membros especialmente designada pelo professor responsável pela disciplina de Projeto de Graduação, dentre docentes e/ou especialistas na área de energia. A comissão examinará a monografia de conclusão do curso, avaliando o trabalho escrito e a apresentação oral, em relação ao conteúdo, a clareza, o poder de síntese e o domínio do tema. A nota final será a média aritmética das duas médias parciais. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 26 A acessibilidade no processo de avaliação é feita em formatos acessíveis e/ou adaptação das atividades avaliativas. Se necessário, o discente terá dilação de tempo em até 50% do período total das avaliações, podendo este tempo ser estendido, considerando as especificidades e singularidades do discente, mediante prévia solicitação e comprovação da necessidade, conforme os padrões estabelecidos pela Resolução nº 11/2019 CONSUNI/UFPE. O Núcleo de Acessibilidade (NACE/UFPE) possui parceria com o Curso de Engenharia de Energia neste processo educativo. Os docentes do curso são avaliados semestralmente pelo discente conforme os padrões da Resolução nº 10/2017/CCEPE, a avaliação é realizada pelo discente utilizando o Sig@. Também, será realizada uma autoavaliação do docente e do discente de forma anual, conforme a Resolução nº 10/2017/CCEPE. A avaliação das condições de infraestrutura ofertada para o curso será realizada a cada dois anos, conforme a Resolução nº 10/2017/CCEPE. As avaliações serão realizadas através de formulários próprios determinados pela Pró-reitoria de Graduação ou, na falta destes, serão elaborados pelo Colegiado do curso. Considerando o Art. 6º, inciso VIII das Diretrizes das Engenharias (Resolução CNE/CES nº 02/2019), os professores realizam ações para a melhoria da aprendizagem dos estudantes por meio de instrumentos de avaliação diagnóstica, formativa e somativa. Com isso, são acompanhadas e analisadas as competências desenvolvidas pelos estudantes nas atividades, num processo contínuo de planejamento e reflexão docente. A avaliação de cursos é necessária para se buscar cada vez mais uma melhor qualificação. Assim, o Curso de Engenharia de Energia é avaliado pelo Ministério da Educação (MEC) e pelo Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (ENADE). Com o resultado, o Curso de Engenharia de Energia atende às demandas obtidas nos processos de avaliação. 11.1 | Sistemática de Concretização do Projeto Pedagógico O Curso de Graduação em Engenharia de Energia da UFPE em sua primeira avaliação do ENADE, em dezembro de 2015, alcançou nota máxima, 5 (cinco). Em sua segunda avaliação do ENADE, em dezembro de 2017, o curso obteve nota 4 (quatro) também considerada uma nota muito boa dentro da realidade dos cursos de bacharelado nas universidades federais brasileiras. Isto reflete o comprometimento e interesse dos docentes, técnicos e discentes do DEN e outros departamentos da UFPE, na formação de engenheiros competitivos no mercado de trabalho. A autoavaliação dos cursos de graduação e do projeto pedagógico do curso é de responsabilidade do Núcleo Docente Estruturante do Curso. Se dá em um ciclo de 3 anos, iniciando-se no ano seguinte à realização do ENADE, após a divulgação dos resultados pelo INEP. Diversos instrumentos são utilizados neste processo, a depender do objetivo da avaliação específica. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 27 I. Avaliar a Prova do ENADE. Avaliar o conteúdo da prova, comparando com o perfil curricular do Curso. O NDE trabalha em conjunto com as Comissões Didáticas das Áreas dos Cursos e toma providências: • Junto ao INEP: caso ocorram distorções de conteúdo não justificadas; • Junto ao Curso: Identificando potencialidades e dificuldades dentro do mesmo. II. Avaliação dos Resultados do ENADE. Sobre os resultados gerais avaliar de forma genérica se o resultado atende ao que se esperava ou não. Analisar comparativamente a outros Centros de Excelência. Procurar identificar fatores explicativos das diferenças. De posse dos Relatórios do INEP, avaliar o desempenho dos alunos por conteúdo da prova e daí avaliar o processo de ensino/aprendizagem referente à área identificada como problemática. III. Avaliação dos Resultados do Questionário socioeconômico do ENADE e confrontá-lo, naquilo que for compatível, com os instrumentos internos. Considerar aspectos de: • Infraestrutura; • Organização pedagógica; • Condições socioeconômicas dos alunos; • Hábitos de estudo; • Entre outros. O NDE está em conformidade com o que estabelece a Resolução da CONAES n° 01, de 17/06/2010, e foi institucionalizado na UFPE pela Resolução n° 01/2013/CCEPE. O NDE, em sua quinta composição desde a criação do curso em 2008, é composto de sete professores pertencentes ao Departamento de Energia Nuclear. Estes docentes foram escolhidos por serem altamente comprometidos com as atividades do curso. Os membros atuais (2023-2026) são os seguintes professores: Emerson Torres Aguiar Gomes (presidente), Jair de Lima Bezerra (vice-presidente), Alexandre Carlos Araújo da Costa (comissão de estrutura curricular), Mário Augusto Bezerra da Silva (comissão de estrutura curricular), Elmo Silvano de Araújo (comissão de corpo docente), Emmanuel Damilano Dutra (comissão de corpo docente) e José Araújo dos Santos Júnior (comissão de infraestrutura). A escolha destes nomes para o NDE também levou em consideração a distribuição das áreas de ênfase do curso (Energias Renováveis e Engenharia Nuclear), e a experiência dos docentes no ensino de graduação e de pós-graduação. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 28 O Núcleo Docente Estruturante (NDE) do Curso de Engenharia de Energia segue a Resolução nº 01/2013/CCEPE, apresentando as seguintes atribuições: I. assessorar a coordenação do curso de graduação nos processos de implantação, execução, avaliação e atualização do Projeto Pedagógico de Curso, de modo coparticipativo; II. zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes constantes no currículo, contribuindo para a consolidação do perfil profissional do egresso do curso; III. indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e extensão, oriundas de necessidades da graduação, de exigência do mercado de trabalho e alinhadas com as políticas públicas relativas à área de conhecimento do curso; IV. incentivar o desenvolvimento de profissionais com formação cidadã, humanista, crítica, ética e reflexiva; V. zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Graduação; VI. zelar pela proposição de projetos pedagógicos alinhados e consonantes com o Projeto Pedagógico Institucional. Parágrafo Único: quando da criação de novo curso, o NDE deverá ser integrado, em caráter transitório, pela Comissão de Estruturação do Projeto Pedagógico de Curso (PPC), sendo redefinido, de acordo com o artigo 3º desta Resolução, tão logo o curso seja implantado. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 29 12. Formas de Ingresso ao Curso São três as formas de ingresso ao Curso de Engenharia de Energia da UFPE, além da transferência por "força de lei", são elas: ● Pelo Sistema de Seleção Unificada (SISU). O candidato classificado entrará no curso de Engenharia de Energia mediante escolha realizada pelo candidato de acordo com os critérios de classificação do SISU, entrando assim na universidade para o curso de Engenharia de Energia. O curso de Engenharia de Energia oferta 30 vagas anualmente (apenas no 1⁰ semestre) para os alunos que ingressarem pelo Sistema de Seleção Unificada (SISU), sendo 15 vagas para ampla concorrência e 15 vagas para cotistas. ● O Ingresso extravestibular é oferecido anualmente, para preenchimento de vagas ociosas nos diversos cursos de graduação, em diferentes áreas de conhecimento/formação profissional por meio de transferência interna, transferência externa, reintegração ou outro curso de graduação para diplomados. Periodicamente e de acordo com os editais lançados pela UFPE, são ofertadas vagas para transferência interna, transferência externa e portador de diploma nos cursos de graduação da UFPE. As vagas disponíveis são informadas à PROGRAD e então o processo de preenchimento de vagas é realizado. Tal procedimento, além de otimizar recursos de estrutura e pessoal, ao ocupar vagas ociosas e ofertar oportunidade para discentes interessados no curso, atende à resolução 08/2021 da CEPE UFPE. ● Os convênios entre a UFPE e outras Instituições são conduzidos por uma diretoria específica (DRI - Diretoria de Relações Internacionais) ligada à Reitoria para o caso dos convênios internacionais e ligada à Prograd para os casos de convênios nacionais. O Curso de Engenharia de Energia atende a Lei nº 9.536, de 17/12/1997 que regulamenta a transferência ex-officio citada no Art 49 da Lei nº 9.394, publicada em 20 de dezembro de 1996, que diz que será efetivada, entre instituições vinculadas a qualquer sistema de ensino, em qualquer época do ano e independentemente da existência de vaga, quando se tratar de servidor público federal, civil ou militar estudante, ou seu dependente estudante, se requerida em razão de comprovada remoção ou transferência de ofício, que acarrete mudança de domicílio para o município onde se situe a instituição recebedora, ou para localidade mais próxima desta. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 30 13. Organização Curricular do Curso O Curso de Engenharia de Energia segue as recomendações da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB – Lei nº 9.394 de 20/12/1996), o Projeto Pedagógico Institucional contido no Plano de Desenvolvimento Institucional da UFPE (PDI, 2019-2023), as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia (Resolução CNE/CES nº 02 de 24/04/2019), bem como a atual estruturação do Conjunto das Engenharias da UFPE. Com o novo perfil do curso, os alunos de engenharia de energia terão atividades diversificadas, englobando escolha de componentes curriculares eletivos, atividades complementares e atividades de extensão curricular, o que lhes proporcionará flexibilidade para suas escolhas e assim atingir a carga horária total do curso de uma forma mais diversificada e interdisciplinar. A flexibilidade da escolha de componentes curriculares é ainda ampliada visto que os discentes podem vir a realizar o aproveitamento de carga horária por meio de disciplinas por eles cursadas na pós-graduação (mestrado ou doutorado) em consonância com a Resolução da CEPE N°18/2021. Em consonância com os objetivos do perfil profissional desejado, o curso contém um conjunto de disciplinas de formação básica em engenharia, tais como Física, Matemática e Química, nos dois primeiros anos, que fornecerão o suporte necessário para o desenvolvimento de outras disciplinas dos anos subsequentes. O primeiro ano consiste de 11 disciplinas básicas (Cálculo Diferencial e Integral 1 e 2, Física Geral 1 e 2, Geometria Analítica, Introdução à Engenharia, Introdução ao Desenho, Química Geral 1, Álgebra Linear 1, Computação Eletrônica, Física Experimental 1), que fazem parte do Conjunto das Engenharias. O discente ingressa por meio do SISU já no curso de Engenharia de Energia e já no primeiro ano tem acesso a disciplina Introdução à Engenharia de Energia que busca introduzir o aluno no curso, apresentando o departamento ao recém ingresso à universidade e promovendo acolhimento e direcionamento ao aluno. No segundo ano, em que o discente estará no ciclo profissional serão ministradas disciplinas como Energia e Meio Ambiente e Engenharia de Sistemas de Energia, que tratam sobre todas as formas de geração de energia que existem no presente, sustentabilidade e o futuro. A partir do terceiro ano o aluno aprofunda seus conhecimentos em disciplinas como Planejamento e Gestão de Sistemas de Energia, Hidrologia Aplicada a Geração de Energia, Introdução à Engenharia Nuclear, Energias Renováveis, Combustão e Máquinas, entre outras. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 31 No último período do curso o aluno poderá optar por uma das duas áreas de ênfase oferecidas pelo curso: Engenharia Nuclear e Energias Renováveis. Neste caso, o coordenador do curso, por solicitação do aluno que completar a Carga Horária Plena do Curso (no mínimo 3.800 horas), poderá fornecer um certificado de ênfase especificando a integralização mediante o cumprimento de 300h de componentes eletivos do perfil. Assim, o discente que desejar o certificado de ênfase em Energias Renováveis deverá cursar 300h dentre as disciplinas indicadas na relação como sendo da área de Energias Renováveis. Da mesma forma, o discente que desejar certificado de ênfase em Engenharia Nuclear, deverá escolher dentre os componentes indicados em Engenharia Nuclear de forma a atingir o mínimo de 300h nesses componentes. Caso o discente opte por componentes curriculares de ambas as áreas ou contidos na área comum, ele não receberá o certificado de ênfase. Além das disciplinas obrigatórias, também serão oferecidas disciplinas eletivas, as quais podem ser escolhidas pelos alunos de acordo com o interesse deles. Deve-se ressaltar que caso o aluno curse uma disciplina de formação avançada, ele poderá contabilizar as respectivas disciplinas cursadas como eletivas livres ou atividade complementar até o limite de 90h (Resolução n° 18/2021 – CEPE). A carga horária em atividades complementares (Estágio não obrigatório, Empresa Júnior, Monitoria, cursos - presencial, etc.) poderá ser integralizada ao histórico curricular do estudante, quando devidamente documentada (declarações e/ou comprovantes de cada atividade) e estabelecida neste PPC (seção 14.2). Conforme a Resolução nº 09/2017, proferida pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE), da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), a estrutura curricular de cada curso deve destinar no mínimo 10% do total de créditos exigidos, para a integralização dos cursos de graduação, à realização de Ações Curriculares de Extensão (ACEx). O Curso de Engenharia de Energia possui 380 horas de carga horária voltadas à ACEx. Assim, os alunos devem cumprir as atividades de curriculares de extensão contemplarão 380h de carga horária, equivalentes a 10% de toda a carga horária do curso. Conforme estabelecido na resolução 31/2022 do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão, as atividades curriculares de extensão abrangem: I - Programas de extensão; II - Projetos de extensão; III - Cursos de extensão; IV - Eventos de extensão; V - Prestação de serviços de extensão; Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 32 VI - Carga horária de extensão desenvolvida no âmbito dos Componentes Curriculares que possuam natureza extensionista, devidamente aprovados pela Câmara de Extensão. Deve-se ressaltar que as atividades de extensão nas modalidades indicadas do inciso I ao V também podem ser desenvolvidas no âmbito das Ligas Acadêmicas, das Empresas Juniores, dos Pré-acadêmicos, dos Programas de Educação Tutorial (PET), do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) e do Programa Institucional de Residência Pedagógica (PRP), observadas as respectivas normativas que os regulamentam. Os alunos deverão realizar o Estágio Supervisionado obrigatório, com uma carga horária mínima de 240 horas, nos vários segmentos que envolvem a Engenharia de Energia, tais como: indústrias, laboratórios de pesquisa, empresas cogeradoras de energia, universidades, órgãos governamentais, entre outros. Os alunos deverão realizar o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é uma disciplina de 60 horas, que compreende a elaboração e o desenvolvimento de um projeto que o aluno deverá obrigatoriamente realizar sob a orientação de um professor responsável. No final da pesquisa, o aluno deverá apresentar uma monografia sobre o projeto e defendê-la junto a uma comissão avaliadora composta por no mínimo 02 (dois) e no máximo 03 (três) professores em consonância com a Norma nº 02/2018/DEN e com a resolução nº 18/2022 – CEPE que disciplina Trabalho de Conclusão de Curso na UFPE. Cargas horárias de atividades complementares tais como Monitoria, Estágios não obrigatórios, participação em Empresa Júnior, cursos, participação em equipe de brigada de incêndio, voluntarismo, bem como outras atividades acadêmicas autorizadas pelo Colegiado do Curso. Além disto, o estudante poderá cursar disciplinas do Programa da Pós-graduação e aproveitá-las como carga horária de componentes eletivos livres, conforme Resolução nº6/2019 – CEPE. Os estudantes do curso de engenharia de energia poderão utilizar a carga horária de disciplinas internacionalizadas como carga horária de componentes eletivos livres, conforme os critérios estabelecidos na Resolução Nº 9/2019- CEPE. A visão ética e humanística que compõe o perfil profissional do egresso e que atende aos objetivos do Curso está devidamente contemplada nas disciplinas de Libras e Relações Raciais (Dec. n° 5.626/2005). Estes componentes curriculares estão oferecidos como carga horária eletiva em um primeiro momento, mas devido à relevância dos seus conteúdos, é muito provável que venham a se tornar componentes obrigatórios no futuro. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 33 As políticas de educação ambiental são parte integrante e indissolúvel dos objetivos do curso e se traduzem na forma de disciplinas de conteúdos diversificados que incorporam conhecimentos da educação ambiental, caracterizando a transversalidade entre as diversas áreas do curso. Especificamente, Energia e Meio Ambiente, Sociologia e Meio Ambiente, Radioatividade e Ecologia, são componentes curriculares que tratam do assunto, além de várias disciplinas das Energias Renováveis (Solar, Eólica e Biomassa), que inevitavelmente abordam também o tema do meio ambiente. 14. Estrutura Curricular do Curso 14.1 | Aspectos Gerais A carga horária mínima estabelecida pela Resolução CNE/CES nº 2 de 24 de abril de 2019 para cursos presenciais de Engenharia é de 3.600 horas. A estrutura curricular do curso está centrada em uma carga horária global de 3.800 horas, estando também de acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia contidas na Resolução CNE/CES nº 2 de 24 de abril de 2019, que deverá ser cumprida em um período mínimo de cinco anos e no máximo nove anos, distribuída em dois períodos letivos por ano. Portanto, o presente projeto pedagógico atende integralmente aos dispositivos normativos acima referenciados, como também ao limite máximo de permanência dos estudantes na UFPE. As Instituições de Ensino Superior têm autonomia para definirem o currículo pleno oferecido aos estudantes de Engenharia de Energia. Parte das disciplinas propostas para compor a estrutura curricular do Curso de Engenharia de Energia já é ministrada na UFPE para outros cursos de engenharia. O currículo está dividido em um conjunto de disciplinas de formação básica das engenharias (Física, Matemática [Cálculo Diferencial e Integral], Química e Estatística); disciplinas de formação geral (Humanidades e Ciências Sociais, Economia, Administração, Ciências do Ambiente, Comunicação e Expressão [Inglês Instrumental, Introdução a Libras]) Dec. n° 5.626/2005; disciplinas de formação profissional geral (Fenômenos de Transportes, Mecânica Geral, Resistência dos Materiais, Ciência e Engenharia dos Materiais, Computação Eletrônica, Termodinâmica, Segurança e Higiene Ocupacional); disciplinas de formação específica (Engenharia de Sistemas de Energia, Hidrologia Aplicada a Geração de Energia, Energia e Meio ambiente, Planejamento e Gestão de Sistemas de Energia, Introdução à Engenharia Nuclear, Energias Renováveis, Combustão e Máquinas, Radioatividade e Ecologia, Materiais para Tecnologia de Energia, Princípios de Nanotecnologia); disciplinas complementares para integralização do currículo pleno (extensão ou desdobramento das disciplinas Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 34 anteriores, outras de caráter profissional específico, estágio supervisionado e projeto de graduação). 14.2 | Atividades Complementares As Atividades Complementares, para fins de integralização curricular, poderão ser contabilizadas, no sistema de gestão acadêmica vigente, como carga horária livre, até o limite de 90 horas, distribuídas de acordo com o quadro 1, entre outras atividades acadêmicas autorizadas pelo Colegiado do Curso, na forma estabelecida na Resolução nº 12/2013/CCEPE (Anexo 1). Assim, o curso no que se refere às atividades complementares atende à resolução 12/2013 da CCEPE. 14.3 | Estágio Supervisionado O Estágio Supervisionado, obrigatório para conclusão do Curso de Engenharia de Energia, terá carga horária mínima de 240 horas e deverá ser realizado em instituições de direito privado ou público, incluída a própria UFPE, no qual o aluno desenvolverá atividades relacionadas com a sua formação específica, sob a orientação de um professor orientador, em combinação com o profissional da instituição cedente do estágio designado pela mesma como supervisor do aluno, sem prejuízo para o acompanhamento permanente do professor orientador. A avaliação dessas atividades será feita pelo professor orientador e pelo supervisor, quando houver, com base em relatório escrito apresentado pelo aluno ao final do estágio. A Norma nº 01/2018/DEN e a resolução 20 de 2015 da CEPE, disciplina este assunto e contém todos os detalhes para a realização desta atividade (Anexo 1). O Estágio obrigatório das atividades profissionais desempenhadas pelos estudantes que trabalham em áreas correlatas ao Curso de Engenharia de Energia poderá ser computado, para integralização do curso, como a disciplina de Estágio Supervisionado, desde que corresponda a quantidade de horas igual a 240 horas (Norma n° 01/2018/DEN), conforme OFÍCIO CIRCULAR n° 183/2018/PROACAD; Parecer PGF nº 917/2018/PF-UFPE/PGF/AGU. 14.4 | Projeto de Graduação O Projeto de Graduação (TCC), atividade também obrigatória para conclusão do curso, consiste na elaboração e desenvolvimento de um projeto com tema relacionado a assuntos da área de Engenharia de Energia, sob a orientação de Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 35 um professor orientador estabelecido pelo colegiado do curso, corresponderá a uma carga horária de 60 horas válida para integralização curricular. Deve-se ressaltar que essa disciplina tem como pré-requisito a disciplina Projeto de TCC que irá preparar o discente para a elaboração do TCC à medida em que terá como entrega o Plano de Trabalho para o TCC, tendo carga horária de 30h. A atividade contida no projeto de graduação, ora denominada TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) atende à resolução 18/2022 da CEPE, tendo a avaliação desta atividade será realizada por uma comissão avaliadora composta por no mínimo dois e no máximo três professores (podendo o professor orientador fazer parte da comissão avaliadora), quando da apresentação da monografia escrita e oral pelo aluno. A resolução nº 18/2022 – CEPE disciplina este assunto e contém os detalhes para a realização desta atividade (Anexo 1). 14.5 | Ações Curriculares de Extensão-ACEx A ação de extensão é uma atividade obrigatória para conclusão do curso, devendo o aluno cumprir 380h de atividades relacionadas à extensão por meio de participação em: Programas de Extensão; Projetos de Extensão; Cursos de Extensão; Eventos de Extensão; Prestação de Serviços de Extensão. É importante ressaltar que a extensão é um processo formativo que se configura como uma das atividades fins do ensino superior, ao lado do ensino e da pesquisa. O conceito de extensão adotado pela UFPE é visto como: “processo interdisciplinar, educativo, cultural, científico e político, voltado à interação transformadora entre universidade e outros setores da sociedade”. A extensão universitária envolve cinco diretrizes, que fundamentam o seu conceito e que devem direcionar a formulação e a execução das ações no âmbito acadêmico: interação dialógica; interdisciplinaridade e interprofissionalidade; indissociabilidade ensino-pesquisa-extensão; impacto na formação do estudante; impacto e transformação social. As áreas temáticas da extensão são: saúde, educação, trabalho, meio ambiente, comunicação, direitos humanos e justiça, tecnologia de produção e cultura. As atividades de extensão são de fundamental importância para a formação do Engenheiro de Energia, buscando dar ao egresso uma visão do papel dele como agente de mudança na realidade da sociedade que o cerca. As diretrizes em que se baseiam as atividades curriculares de extensão estão em consonância com a resolução 31/2022 da CEPE. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 36 14.6 | Matriz Curricular CURRÍCULO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE ENERGIA (PERFIL XXXX) - Válido para os alunos ingressos a partir de 2024.1 Carga Componentes Obrigatórios Ch Total horária Créditos Sigla Ciclo Geral ou Básico Teo Prát Pré-Requisitos Co-Requisitos Depto MA026 Cálculo Diferencial e Integral 1 60 0 4 60 MA036 Geometria Analítica 1 60 0 4 60 FI006 Física Geral 1 60 0 4 60 EN Introdução à Engenharia de Energia 1 30 0 2 30 Introdução à EN Introdução à Engenharia de Energia 2 30 0 2 30 Engenharia de Energia 1 EG468 Geometria Gráfica Tridimensional 30 30 3 60 MA027 Cálculo Diferencial e Integral 2 60 0 4 60 MA026 FI007 Física Geral 2 60 0 4 60 FI006 MA027 QF001 Química Geral 1 60 0 4 60 MA046 Álgebra Linear 1 60 0 4 60 MA036 IF165 Computação Eletrônica 30 30 3 60 FI021 Física Experimental 1 0 45 1 45 FI006 FI007 Ciclo Profissional ou Tronco Comum MA128 Cálculo Diferencial e Integral 3 60 0 4 60 MA036 MA027 MA046 FI108 Física Geral 3 60 0 4 60 FI007 MA128 IF215 Cálculo Numérico 60 0 4 60 MA027 IF165 ET625 Estatística 1 60 0 4 60 MA027 EN230 Energia e Meio Ambiente 60 0 4 60 MA129 Cálculo Diferencial e Integral 4 60 0 4 60 MA128 FI109 Física Geral 4 60 0 4 60 FI108 MA129 FI122 Física Experimental 2 0 45 1 45 FI108 FI021 FI109 CI106 Mecânica Geral 1 60 0 4 60 MA128 EN232 Engenharia de Sistemas de Energia 60 0 4 60 FI108 EN Fenômenos de Transportes 30 0 2 30 FI006 MA128 EN233 Segurança e Higiene Ocupacional 30 30 3 60 FI109 EN-Fenômenos de EN234 Hidrologia Aplicada a Geração de Energia 60 0 4 60 Transportes, IF215 e ET625 EN Circuitos Elétricos 60 30 5 90 FI108 MA129 EN Termodinâmica 60 0 4 60 FI007 QF001 EN235 Planej. e Gestão de Sistemas de Energia 60 0 4 60 EN Administração para Engenharia 60 0 4 60 EN Mecânica dos Fluidos 60 0 4 60 FI007 CI213 Resistência dos Materiais 3 60 0 4 60 MA129 CI106 EN Fundamentos da Ciência e Eng. de Materiais 60 0 4 60 QF001 EN237 Introdução à Engenharia Nuclear 60 0 4 60 FI109 EN238 Energias Renováveis 60 0 4 60 EN Transmissão de Calor 60 0 4 60 EN-Termodinâmica EN239 Combustão e Máquinas 60 0 4 60 QF001 EN-Termodinâmica EN222 Geração Nuclear 1 45 15 3 60 EN Engenharia de Controle 60 0 4 60 MA129 Circuitos elétricos EN FI108, EM-Circuitos EN Eletrotécnica Geral 45 15 3 60 Elétricos Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 37 EN-Administração para EN240 Gerência de Projetos 60 0 4 60 Engenharia EN241 Estágio Supervisionado 0 240 8 240 EN226 Introdução à Proteção Radiológica 0 30 1 30 EN244 Radioatividade e Ecologia 60 0 4 60 EN237 EN245 Introdução à Energia Solar 60 30 5 90 EN238 EN246 Introdução à Energia Eólica 60 0 4 60 EN238 EN247 Introdução à Engenharia de Biomassa 60 0 4 60 EN238 EN237, EN245, EN246, EN Projeto de TCC 30 0 2 30 EN247 EN TCC - Trabalho de Conclusão de Curso 30 30 3 60 Projeto de TCC Componentes Eletivos Área: Engenharia Nuclear EN249 Fundamentos de Física Nuclear 60 0 4 60 FI109 EN250 Análise Neutrônica 1 60 0 4 60 EN237 EN222 EN251 Métodos Matemáticos Especiais 60 0 4 60 MA129 EN-Termodinâmica EN252 Projeto Termoidráulico de Reatores Nucleares 60 0 4 60 e EN-Mecânica dos Fluidos EN223 Geração Nuclear 2 45 15 3 60 EN222 EN259 Dinâmica de Reatores Nucleares 60 0 4 60 EN237 EN260 Análise Neutrônica 2 60 0 4 60 EN250 EN225 Radiações Nucleares e suas Aplicações 30 30 3 60 EN261 Técnicas de Medidas Nucleares 30 30 3 60 EN237 EN262 Combustível Nuclear e Rejeitos Radioativos 60 0 4 60 EN223 Área: Energias Renováveis EN253 Engenharia Solar Fotovoltaica 60 0 4 60 EN245 EN254 Técnicas Experimentais em Energia Solar 15 45 2 60 EN245 EN253 EN255 Engenharia Solar Térmica 60 0 4 60 EN245 EN256 Produção Sustentável de Biocombustíveis 60 0 4 60 EN247 EN264 Radiação Solar 60 0 4 60 EN245 EN265 Máquinas de Conversão de Energia Eólica 60 0 4 60 EN246 EN266 Tópicos Especiais em Energia Solar 30 0 2 30 EN257 Dinâmica da Água em Sist. da Prod. de Biomassa 30 30 3 60 EN268 Tópicos Especiais em Energia Eólica 30 0 2 30 EN246 EN269 Tópicos Especiais em Energia da Biomassa 30 0 2 30 EN275 Energia Eólica I 60 0 4 60 EN246 EN276 Energia Eólica II 60 0 4 60 EN246 EN277 Energia Eólica III 60 0 4 60 EN246 EN280 Energia Eólica IV 60 0 4 60 EN246 Comum a todas as Áreas EN- Fundamentos da EN263 Materiais para Tecnologia de Energia 60 0 4 60 Ciência e Eng. de Materiais EN242 Modelagem de Processos em Engenharia 60 0 4 60 ET625 EN273 Gerenciamento de Riscos em Energia 30 30 3 60 EN231 Projetos Assistidos por Computador - CAD 30 30 3 60 IF165 EN278 Princípios de Nanotecnologia 30 30 3 60 LE657 Inglês Instrumental 45 0 3 45 EN Termodinâmica Aplicada 60 0 4 60 EN-Termodinâmica EL423 Mercado de Energia 60 0 4 60 EC335 EN279 Introdução à Geração Solar Termoelétrica 1 45 0 3 45 EN Cogeração e Exergia: Uso Racional da Energia 60 0 4 60 EN-Termodinâmica Aplicada EN-Termodinâmica Aplicada EN Projetos de Sistemas Térmicos 60 0 4 60 EN-Transmissão de Calor EN-Termodinâmica EN Refrigeração e Ar Condicionado 60 0 4 60 EN-Transmissão de Calor EN Iniciação Científica 1 15 45 2 60 EN Iniciação Científica 2 15 45 2 60 EN Princípios de Óptica para Concentração Solar 60 0 4 60 EN245 PG300 Introdução ao Direito 30 0 2 30 CS100 Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 38 EN267 Tópicos Especiais em Energia Nuclear 30 0 2 30 EN270 Tópicos Especiais em Centrais Hidrelétricas 30 0 2 30 Base Metodológica da Pesquisa Científica 30 30 3 60 EN272 Introdução à Eletrônica 30 30 3 60 EL215 LE716 Introdução à Libras 60 0 4 60 IN816 Relações Raciais 60 0 4 60 CS100 Sociologia e Meio Ambiente 30 0 2 30 EC335 Engenharia Econômica 60 0 4 60 ET625 EP028 Análise da Decisão 60 0 4 60 ET625 14.7 | Distribuição dos Componentes Curriculares por Período Carga Componentes Obrigatórios Ch Total Créditos Horária Sigla Ciclo Geral ou Básico Teo Prát Pré-Requisitos Co-Requisitos Depto. 1º PERÍODO MA026 Cálculo Diferencial e Integral 1 60 0 4 60 FI006 Física Geral 1 60 0 4 60 MA036 Geometria Analítica 1 60 0 4 60 EN Introdução à Engenharia de Energia 1 30 0 2 30 EG468 Geometria Gráfica Tridimensional 30 30 3 60 TOTAL _270_ HORAS 2º PERÍODO MA027 Cálculo Diferencial e Integral 2 60 0 4 60 MA026 FI007 Física Geral 2 60 0 4 60 FI006 MA027 QF001 Química Geral 1 60 0 4 60 Introdução à Engenharia EN Introdução à Engenharia de Energia 2 30 0 2 30 de Energia 1 MA046 Álgebra Linear 1 60 0 4 60 MA036 IF165 Computação Eletrônica 30 30 3 60 FI021 Física Experimental 1 0 45 1 45 FI006 FI007 TOTAL _375_ HORAS Ch Total Créditos Sigla Ciclo Profissional Teo Prát Pré-Requisitos Co-Requisitos Depto. 3º PERÍODO MA128 Cálculo Diferencial e Integral 3 60 0 4 60 MA036 MA027 MA046 FI108 Física Geral 3 60 0 4 60 FI007 MA128 IF125 Cálculo Numérico 60 0 4 60 MA027 IF165 ET625 Estatística 1 60 0 4 60 MA027 EN230 Energia e Meio Ambiente 60 0 4 60 TOTAL _300_ HORAS 4º PERÍODO MA129 Cálculo Diferencial e Integral 4 60 0 4 60 MA128 FI109 Física Geral 4 60 0 4 60 FI108 MA129 FI122 Física Experimental 2 0 45 1 45 FI108 FI021 FI109 CI106 Mecânica Geral 1 60 0 4 60 MA128 EN232 Engenharia de Sistemas de Energia 60 0 4 60 FI108 EN Fenômenos de Transportes 30 0 2 30 FI006 MA128 TOTAL _315_ HORAS Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 39 5º PERÍODO EN237 Introdução à Engenharia Nuclear 60 0 4 60 FI109 EN- Fenômenos de EN234 Hidrologia aplicada à Geração de Energia 60 0 4 60 Transportes , IF215 e ET625 EN Circuitos Elétricos 60 30 5 90 FI108 MA129 EN Termodinâmica 60 0 4 60 FI007 QF001 EN238 Energias Renováveis 60 0 4 60 FI109 TOTAL _330_ HORAS 6º PERÍODO EN235 Planej. e Gestão de Sistemas de Energia 60 0 4 60 CI213 Resistência dos Materiais 3 60 0 4 60 MA129 CI106 EN Fundamentos da Ciência e Eng.de Materiais 60 0 4 60 QF001 EN246 Introdução à Energia Eólica 60 0 4 60 EN238 EN245 Introdução à Energia Solar 60 30 5 90 EN238 EN247 Introdução à Engenharia de Biomassa 60 0 4 60 EN238 TOTAL _390_ HORAS 7º PERÍODO EN Transmissão de Calor 60 0 4 60 EN-Termodinâmica EN222 Geração Nuclear 1 45 15 3 60 QF001 EN- EN239 Combustão e Máquinas 60 0 4 60 Termodinâmica EN Engenharia de Controle 60 0 4 60 MA129 Circuitos eléticos EN FI108, EN-Ciruitos EN Eletrotécnica Geral 45 15 3 60 Elétricos EN233 Segurança e Higiene Ocupacional 30 30 3 60 FI109 EN Administração para Engenharia 60 0 4 60 TOTAL _420_ HORAS 8º PERÍODO EN244 Radioatividade e Ecologia 60 0 4 60 EN237 EN226 Introdução à Proteção Radiológica 0 30 1 30 EN Mecânica dos Fluidos 60 0 4 60 FI007 EN- Administração para EN240 Gerência de Projetos 60 0 4 60 Engenharia Componente Eletivo do Perfil TOTAL _210_ HORAS Sigla Ciclo Final Teo Prát Pré-Requisitos Co-Requisitos Depto. 9º PERÍODO EN241 Estágio Supervisionado 0 240 8 240 EN237, EN245, EN Projeto de TCC 30 0 2 30 EN246, EN247 TOTAL _270_ HORAS 10º PERÍODO EN Trabalho de Conclusão de Curso - TCC 30 30 3 60 Projeto de TCC TOTAL __60___ HORAS OBSERVAÇÃO O quantitativo de cargas horárias que o estudante deverá cumprir para integralizar o currículo é de 3800 horas distribuídas da seguinte forma: seguinte: 2940 horas de componentes obrigatórios (incluindo 240 horas de estágio curricular supervisionado e 90 horas de Projeto e Trabalho de conclusão de curso), 300 horas de componentes eletivos do perfil, 90 horas de componentes eletivos livres, 90 horas de atividades complementares e 380 horas de ações curriculares de extensão. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 40 Disciplinas Eletivas Ênfase Engenharia Nuclear - Fundamentos de Física Nuclear - Análise Neutrônica 1 - Métodos Matemáticos Especiais - Projeto Termoidráulico de Reatores Nucleares - Geração Nuclear 2 - Análise Neutrônica 2 - Dinâmica de Reatores Nucleares - Radiações Nucleares e suas Aplicações - Técnicas de Medidas Nucleares - Combustível Nuclear e Rejeitos Radioativos Ênfase Energias Renováveis - Engenharia Solar Fotovoltaica - Engenharia Solar Térmica - Técnicas Experimentais em Energia Solar - Engenharia Solar Térmica - Produção Sustentável de Biocombustíveis - Dinâmica da Água e do Solo em Sistemas de Produção da Biomassa - Radiação Solar - Máquinas de Conversão de Energia Eólica - Tópicos Especiais em Energia Solar - Tópicos Especiais em Energia Eólica - Energia Eólica 1 - Energia Eólica 2 - Energia Eólica 3 - Energia Eólica 4 - Tópicos Especiais em Energia da Biomassa Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 41 Comum a Todas as Áreas - Materiais para Tecnologia da Energia - Modelagem de Processos em Engenharia - Projetos Assistidos por Computador (CAD) - Gerenciamento de Riscos em Energia - Inglês Instrumental - Termodinâmica Aplicada - Princípios de Nanotecnologia - Mercado de Energia - Geração Solar Termoelétrica 1 - Cogeração e Energia - Projetos de Sistemas Térmicos - Refrigeração e Ar Condicionado - Iniciação Científica 1 - Iniciação Científica 2 - Tópicos Especiais em Centrais Hidrelétricas - Base Metodológica da Pesquisa Científica - Introdução à Eletrônica - Introdução a Libras - Relações Raciais - Disciplinas cursadas em outros cursos de graduação, pós-graduação, etc., da UFPE ou de suas instituições conveniadas no exterior. O quadro é possível verificar, de forma resumida, a distribuição da carga horária global do curso e o tempo mínimo, médio e máximo para o aluno finalizar o curso. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 42 Síntese da Carga Horária (horas) Componentes Obrigatórios 2940 Componentes Eletivos do Perfil 300 Componentes Eletivos Livres 90 Atividades Complementares 90 Ações Curriculares de Extensão - ACEx 380 Carga Horária Total 3800 Integralização Curricular Tempo Mínimo 10 semestres Tempo Médio 12 semestres Tempo Máximo 18 semestres Observações: I- Carga Horária Plena do Curso: 3.800 horas; II - O aluno deverá cursar 390 horas em componentes eletivos, sendo: 300 horas em componentes das áreas constantes no perfil do curso e 90 horas em componentes livres: em outros cursos de graduação ou pós- graduação da UFPE, ou em outras Instituições de Ensino Superior reconhecida pela UFPE, não sendo possível aproveitamento de excedente Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 43 de carga horária cursada em componentes eletivos do perfil para redução da carga horária de componentes eletivos livres; III - O aluno deverá cursar 300 horas em componentes eletivos como um requisito para a obtenção dos créditos necessários para a conclusão do curso de Engenharia de Energia. Caso o aluno opte por cursar a totalidade dos componentes eletivos em uma única área de ênfase, ele poderá solicitar à coordenação do curso, ao completar a Carga Horária Plena do Curso, o certificado de Engenheiro de Energia com ênfase naquela área. IV – As atividades complementares devem ser cumpridas em seguindo a descrição da carga horária mínima e máxima para cada atividade de acordo com o Quadro 1 a seguir. Quadro 1 – Distribuição de carga horária para atividades complementares Carga horária Carga horária Atividades mínima máxima Monitoria (30h por semestre) 30h 60h Iniciação Científica (30h por semestre) 30h 90h Disciplinas de Formação Avançada 30h 90h Cursos diversos 30h 60h Participação na gestão de empresa júnior, diretório acadêmico, empresa 30h 90h de intercâmbio cultural (30h por semestre) Participação em congressos, simpósios e correlatos (organização, apresentação de 15h 90h minicursos, ouvinte, etc.) (15h por participação) Publicação de artigos completos em anais 15h 30h de congressos (15h por artigo) Publicação de artigos em periódicos 30h 60h especializados (15h por artigo) Estágios não obrigatórios (Resolução nº 20/2015/CCEPE) (30h por 30h 90h semestre) Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 44 Participação em Projetos de pesquisa 30h 90h e/ou extensão (30h por semestre) Participação em eventos voluntários (brigada de incêndio, cuidador de idosos, etc.) (15h 30h 90h por participação) 15. Programas dos Componentes Curriculares Os programas dos componentes curriculares se encontram no Anexo 2. 16. Corpo Docente Área de Titulação/ Qualificação Regime Vínculo Nome CPF conhecimento área profissional de trabalho empregatício Ademir de Jesus Radioproteção Engenharia Dedicação 274.237.274-15 Doutorado Estatutário Amaral e Biodosimetria Elétrica Exclusiva Gestão Dedicação Aldo Torres Sales 059.186.984-50 Doutorado Zootecnia Estatutário Ambiental Exclusiva Alexandre Carlos Energias Engenharia Dedicação 666.283.694-04 Doutorado Estatutário Araújo da Costa Renováveis Eletrônica Exclusiva André Felippe Vieira Energias Engenharia Dedicação 947.216.024-72 Doutorado Estatutário da Cunha Renováveis Mecânica Exclusiva Dedicação Andre Maciel Netto 330.042.184-53 Física do Solo Doutorado Física Estatutário Exclusiva Antonio Celso Dantas Engenharia Dedicação 381.997.694-91 Física do Solo Doutorado Estatutário Antonino Civil Exclusiva Carlos Alberto Engenharia Engenharia Dedicação Brayner de Oliveira 103.702.184-34 Doutorado Estatutário Nuclear Eletrônica Exclusiva Lira Elielza Moura de Energias Engenharia Dedicação 152.967.414-04 Doutorado Estatutário Souza Barbosa Renováveis Química Exclusiva Aplicação de Elmo Silvano de Dedicação 276.087.514-87 Radioisótopos Doutorado Física Estatutário Araújo Exclusiva na Indústria Emerson Tôrres Energias Engenharia Dedicação 865.875.014-00 Doutorado Estatutário Aguiar Gomes Renováveis Elétrica Exclusiva Engenharia de Emmanuel Damilano Engenharia Dedicação 010.642.370-37 Doutorado Bioprocessos Estatutário Dutra de Energia Exclusiva e Biotecnologia Dosimetria e Dedicação Helen Jamil Khoury 763.758.208-63 Instrumentação Doutorado Física Estatutário Exclusiva Nuclear Engenharia Dedicação Jair de Lima Bezerra 053.228.394-53 Doutorado Física Estatutário Nuclear Exclusiva Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 45 Dosimetria e José Araújo dos Dedicação 848.425.634-00 Instrumentação Doutorado Química Estatutário Santos Junior Exclusiva Nuclear Mariana Brayner Dedicação Cavalcanti Freire 036.384.534-80 Biodosimetria Doutorado Biomedicina Estatutário Exclusiva Bezerra Mário Augusto Engenharia Dedicação 900.244.604-78 Doutorado Física Estatutário Bezerra da Silva Nuclear Exclusiva Energias Engenharia Dedicação Olga de Castro Vilela 747.385.856-49 Doutorado Estatutário Renováveis Mecânica Exclusiva Aplicação de Renata Francisca da Dedicação 026.821.004-73 Radioisótopos Doutorado Química Estatutário Silva Santos Exclusiva na Indústria Dosimetria e Romilton dos Santos Engenharia Dedicação 169.858.424-53 Instrumentação Doutorado Estatutário Amaral de Minas Exclusiva Nuclear Rômulo Simões Energia de Dedicação 695.478.744-20 Doutorado Agronomia Estatutário Cezar Menezes Biomassa Exclusiva Dosimetria e Vinícius Saito Dedicação 034.804.114-44 Instrumentação Doutorado Física Estatutário Monteiro de Barros Exclusiva Nuclear Dosimetria e Viviane Khoury Engenharia Dedicação 050.311.624-65 Instrumentação Doutorado Estatutário Asfora Elétrica Exclusiva Nuclear Airton Temistócles Dedicação 402.184.574-72 Matemática Doutorado Matemática Estatutário Gonçalves de Castro Exclusiva Alexandre de Dedicação 212.612.338-32 Estatística Doutorado Física Estatutário Andrade Exclusiva Ana Cláudia Rocha Arquitetura e Dedicação 688.960.504-72 Desenho Doutorado Estatutário Cavalcanti Urbanismo Exclusiva Ana Paula Cabral Engenharia de Engenharia Dedicação 509.281.474-87 Doutorado Estatutário Seixas Costa Produção de Produção Exclusiva Anderson Lucas Engenharia de Engenharia Dedicação Carneiro de Lima 102.800.704-38 Produção Doutorado de Produção Exclusiva Estatutário da Silva Antônio Nunes Engenharia Engenharia Dedicação 698.838.664-53 Doutorado Estatutário Barbosa Filho de Produção Mecânica Exclusiva Armando Lucio Engenharia Engenharia Dedicação 851.487.178-15 Doutorado Estatutário Ramos de Medeiros Mecânica Mecânica Exclusiva Tecnologia Engenharia Dedicação Arthur Paiva Coutinho 057.316.774-50 Doutorado Estatutário Ambiental Civil Exclusiva Augusto Cesar Lima Dedicação 030.498.484-13 Física Doutorado Física Estatutário Moreira Exclusiva Cézar Henrique Engenharia Engenharia Dedicação 435.852.134-72 Doutorado Estatutário González Mecânica Mecânica Exclusiva Ciência da Dedicação Cléber Zanchettin 005.514.489-62 Computação Doutorado Estatutário Computação Exclusiva Diana Vasconcelos Dedicação 937.996.917-15 Linguística Doutorado Letras Estatutário Lopes Exclusiva Flavio Augusto Bueno Engenharia Engenharia Dedicação 137.122.458-74 Doutorado Estatutário Figueiredo Mecânica Mecânica Exclusiva Francisco Fortes de Dedicação 036.240.723-15 Matemática Doutorado Matemática Estatutário Brito Exclusiva José Claudino de Lira Engenharia Engenharia Dedicação 356.944.834-72 Doutorado Estatutário Júnior Mecânica Mecânica Exclusiva Jalila Rios dos Dedicação 983.611.805.59 Combinatória Doutorado Matemática Estatutário Santos Exclusiva Jurandir Ferreira Dias Dedicação 027.900.704-31 Letras Doutorado Letras Estatutário Júnior Exclusiva Leonardo Correia de Engenharia Dedicação 046.510.434-70 Engenharia Civil Doutorado Estatutário Oliveira Civil Exclusiva Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 46 Leonardo de Souza Matéria Dedicação 020.495.987-00 Doutorado Física Estatutário Menezes Condensada Exclusiva Dedicação Liana Lewis 855.310.304-87 Sociologia Doutorado Psicologia Estatutário Exclusiva Engenharia Engenharia Dedicação Luciano Nadler Lins 022.540.354-44 Doutorado Estatutário de Produção Eletrônica Exclusiva Dedicação Marco Barone 060.452.637-74 Álgebra Doutorado Matemática Estatutário Exclusiva Milde Maria da Silva Engenharia Engenharia Dedicação 247.702.564-34 Doutorado Estatutário Lira Elétrica Elétrica Exclusiva Engenharia Engenharia Dedicação Otoni Nóbrega Neto 009.666.214-09 Doutorado Estatutário Elétrica Elétrica Exclusiva Patrícia Lopes Barros Engenharia Química Dedicação 526.644.304-91 Doutorado Estatutário de Araújo Biomédica Industrial Exclusiva Pedro André Engenharia Engenharia Dedicação 905.536.834-20 Doutorado Estatutário Carvalho Rosas Elétrica Elétrica Exclusiva Dedicação Pedro Valadão Carelli 221.358.428-18 Física Geral Doutorado Física Estatutário Exclusiva Renê Rodrigues 961933874-04 Dedicação Física Doutorado Física Estatutário Montenegro Filho Exclusiva Ricardo Emmanuel Engenharia Engenharia Dedicação 149.214.994-20 Doutorado Estatutário de Souza Elétrica Elétrica Exclusiva Roberta Ayres de Dedicação 033.934.194-71 Química Doutorado Química Estatutário Oliveira Exclusiva Rosa Maria Souto Engenharia Engenharia Dedicação 234.656.974-72 Doutorado Estatutário Maior Química Química Exclusiva Sandra Sampaio Dedicação 037.906.488-09 Física Doutorado Física Estatutário Vianna Exclusiva Sérgio Ricardo de Ciência da Ciência da Dedicação 028.031.624-07 Doutorado Estatutário Melo Queiroz Computação Computação Exclusiva Silvana Maria Bastos Engenharia Dedicação 354.334.004-25 Engenharia Civil Doutorado Estatutário Afonso da Silva Civil Exclusiva 17. Infraestrutura para Funcionamento do Curso (estrutura física, biblioteca, acervo, laboratórios, etc.) O Curso de Graduação em Engenharia de Energia utiliza a infraestrutura do Centro de Tecnologia e Geociências, campus Joaquim Amazonas, em particular do Departamento de Energia Nuclear e das instalações da Área II e dos novos NIATES. É disponibilizado para os alunos, na área II e nos NIATES, o Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) conforme Resolução Nº 10/2019 – CEPE. Além disso, utiliza o Sistema de Bibliotecas da UFPE (Biblioteca Central e bibliotecas setoriais). Estes prédios possuem elevadores, salas de aula e laboratórios com climatização, além de banheiros que atendem às necessidades especiais. A universidade utiliza nas bibliotecas o sistema PERGAMUM para administração dos empréstimos, e oferece acesso a arquivos digitais do banco de revistas nacionais e internacionais por meio do Portal da Capes. O Departamento de Energia Nuclear possui uma área total de aproximadamente 6.000 m2, sendo 2.500 m2 de área construída, com rampa de acesso e estacionamento com demarcação especial para cadeirantes, e abriga várias dependências, tais como: uma biblioteca setorial informatizada com um ótimo Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 47 acervo bibliográfico que atende as necessidades do curso de graduação da UFPE, um auditório com capacidade para 90 pessoas, salas de aulas, laboratórios de ensino e pesquisa [Laboratório de Modelagem e Biodosimetria Aplicada (LAMBDA), Laboratório de Tomografia Computadorizada de Raio-X, Laboratório de Física de Solo, Laboratório de Radioquímica Prof. Dr. Kornelius Keller, Laboratório de Energia Solar Área de Testes FAE, Laboratório de Proteção Radiológica (LPR), Laboratório de Energia da Biomassa, Laboratório de Polímeros e Nanoestruturas (LPN), Laboratório de Instrumentação Nuclear, Laboratório de Metrologia das Radiações Ionizantes (LMRI), Laboratório de Radioecologia e Controle Ambiental (LARCA), Laboratório de Avaliação da Contaminação do Solo (LACS) e Laboratório de Circuitos Elétricos (LCE)], laboratórios de prestação de serviços (Laboratório de Metrologia das Radiações Ionizantes e Laboratório de Proteção Radiológica), área de teste de energia solar, salas de professores individuais, secretarias da pós-graduação, graduação e chefia, etc. Área verde que propicia conforto e estímulo ao ensino e pesquisa. Todas as salas de aula e laboratórios são climatizados, possuem projetores multimídia e situam-se em andar térreo, facilitando o acesso a todos os estudantes, incluindo-se aqueles com deficiência e/ou mobilidade reduzida conforme o Art. 24 do Dec. nº. 5.296/2004. Também no térreo, encontram-se a Biblioteca Setorial e a Secretaria do Curso. O Departamento de Energia Nuclear (DEN), com recursos próprios, provindo da prestação de serviços pelos laboratórios de Proteção Radiológica e Metrologia das Radiações Ionizantes, nos anos de 2014-2015, realizou várias reformas no prédio do DEN, para atender as necessidades do Curso de Engenharia de Energia. As principais reformas foram a criação de mais duas salas de aulas, da secretaria de graduação, do gabinete de coordenador do curso da graduação, bem como sala de professores; reforma na entrada do prédio com acessibilidade a cadeirantes, e reforma em ambiente para criação de empresa júnior dos alunos de graduação (Anexo 1). No final do ano de 2016, iniciou-se uma reforma (162,72m2) no prédio do DEN e a construção de uma nova biblioteca, com área de 323,80m2, em nível térreo, para melhor acessibilidade da comunidade acadêmica, sendo inaugurada em dezembro de 2018. Os recursos, na ordem de R$ 1.512.463,00 reais, para viabilizar essas instalações foram em grande parte oriundas do orçamento da UFPE (PROPLAN), com complementação de recursos do REUNI. 17.1 | Recursos Humanos Álvaro Augusto Barreto Santana - Assistente de Laboratório Antônio Carlos Fernandes de Negreiros - Técnico de Laboratório Área Carlos Barbosa de Moura - Bibliotecário Setorial DEN Daniel Amâncio Duarte - Físico Edimilson Costa e Silva - Assistente de Laboratório Evelyn de Oliveira Pereira Moreira - Auxiliar em Administração Floriano Melchiades da Silva Jr - Assistente em Administração - Sec. Coord. do Curso Guilherme Costa Neto - Técnico em Eletroeletrônica Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 48 João Baptista da Silva Neto - Técnico de Laboratório Área José Fernando Oliveira de Souza - Físico Jutaí Pereira da Silva - Técnico de Laboratório Área Luciano Rodolfo Ferreira de Lucena - Biólogo Margareth do Socorro Malta de Souza - Bibliotecária Coordenadora Biblioteca CTG Maurício Rodrigues Ferreira - Técnico de Laboratório Área Pedro Antônio da Silva Filho - Auxiliar de Laboratório Rinaldo Oliveira de Melo - Técnico de Laboratório Área Thaises Brunelle Santana de Lima - Física 18. Apoio ao Discente Um dos recursos de apoio aos estudantes é o Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas (sigaA). O sigaA é uma plataforma online que disponibiliza aos estudantes informações acadêmicas, podendo ser acessada por computadores, smartphones ou tablets. Demais informações como Calendário Acadêmico, Manual do Estudante, Editais de Matrícula e modalidades de apoio ao estudante podem ser obtidas nos sites da UFPE (https://ufpe.br) e da Pró- Reitoria de Graduação (https://www.ufpe.br/prograd). O Curso de Engenharia de Energia também possui página institucional, acessível pelo link https://www.ufpe.br/engenharia-de-energia-bacharelado-ctg. Nesse espaço, são disponibilizadas informações relacionadas ao corpo docente e perfil curricular do curso. Considerando o Art. 7º da Resolução CNE/CES nº 2 de 24 de abril de 2019, o curso realiza ações de acolhimento e nivelamento dos estudantes, visando a diminuição da retenção e da evasão escolar. Como ações de acolhimento, são realizadas reuniões com a coordenação do curso e com o Diretório Acadêmico de Engenharia de Energia, além de possível encaminhamento para o Núcleo de Atenção à Saúde do Estudante (NASE) para o acolhimento humanizado e apoio à saúde emocional. Como ações de nivelamento, temos como exemplo o suporte de estudantes monitores para um progresso contínuo da aprendizagem. Os discentes do Curso de Engenharia de Energia possuem o apoio da Pró-Reitoria para Assuntos Estudantis (PROAES) que tem por missão promover e consolidar políticas de gestão da vida acadêmica em suas diversas dimensões; qualificadas em ações multidisciplinares nos eixos da assistência estudantil, da cultura, do lazer e das atividades esportivas, com o objetivo de prover a igualdade de oportunidades aos estudantes da UFPE. Oferecer aos discentes condições materiais e psicológicas que assegurem o processo de formação acadêmica, o desenvolvimento de capacidade profissional e de cidadania. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 49 A PROAES tem por finalidade a coordenação central das ações e programas de inclusão social para a permanência dos alunos na Universidade, com vistas a minimizar os efeitos das desigualdades sociais e regionais, reduzir os indicadores de retenção e evasão escolar, contribuir para melhoria do desempenho acadêmico, favorecendo a conclusão de curso de graduação no tempo previsto. A PROAES possui diversos programas de apoio ao estudante, são eles: ● Moradia Estudantil; ● Núcleo de Atenção à Saúde do Estudante (NASE); ● Restaurante Universitário; ● Apoio a Eventos Científicos; ● Bolsa Atleta; ● Esportes e Lazer; ● Bolsa de Incentivo e Aperfeiçoamento Esportivos; ● Entre outros. Aos discentes que possuem algum tipo de necessidade especial, a UFPE possui o Núcleo de Acessibilidade (NACE). O NACE tem por finalidade apoiar e promover a acessibilidade aos estudantes e servidores com deficiência, mobilidade reduzida, transtorno funcional específico da aprendizagem, transtorno global do desenvolvimento e/ou altas habilidades/superdotação. As atividades do Núcleo foram regulamentadas pela Portaria Normativa nº 04/2016. Esta portaria instituiu o Núcleo de Acessibilidade como unidade vinculada ao Gabinete do Reitor. O NACE atualmente é regido pela Portaria Normativa nº 40/2020, que aprovou a nova estrutura regimental do Gabinete do Reitor. Com isso o NACE também passa a contar com nova estrutura organizacional que visa a otimização dos serviços ofertados aos seus usuários. O atendimento em acessibilidade e inclusão educacional na UFPE é orientado pela Resolução nº 11/2019. 19. Requisitos Legais e Normativos DISPOSITIVO LEGAL E NORMATIVO FORMA DE ATENDIMENTO Diretrizes Curriculares Nacionais A organização curricular segue do Curso: as Diretrizes Curriculares Nacionais do 01. Resolução CNE/CES n° 02, Curso de Graduação em Engenharia. 24/04/2019 Seção 13 (pág 22). Carga horária mínima, em horas: O curso seguiu estritamente a Resolução com carga horária total acima do mínimo 02. Resolução CNE/CES n° 02/2007 estipulado que são 3.600 horas. (Bacharelado, Presencial) Seção 14.1 (pág 25). Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 50 O curso atende à carga horária mínima em Tempo de integralização: horas estabelecidas na Resolução, exigindo 03. Resolução CNE/CES n° 02/2007 o cumprimento de 3.800 horas para (Bacharelado, Presencial) integralização do currículo. Seção 14.6 (pág. 28). O PPC insere Libras na estrutura curricular Disciplina obrigatória/eletiva de do curso como eletiva. Seção 13 (pág. 04. Libras: 22), Seção 14.1 (pág. 25) e Componente Decreto n° 5.626/2005. Curricular – Introdução à Libras (pág. 204) A Educação das Relações Étnico-Raciais, bem como o tratamento de questões e Diretrizes Curriculares Nacionais temáticas que dizem respeito aos para Educação das Relações afrodescendentes estão inclusas na Étnico-raciais e para o Ensino de disciplina “Relações Raciais”. A visão ética e 05. História e Cultura Afro-brasileira humanística do Engenheiro de Energia está e Africana: contemplada em seus vários aspectos, considerados na Seção 13 (pág. 22), Resolução n° 01/2004 - CNE. Seção 14.8 (pág. 31), Componente Curricular - Relações Raciais (pág. 206) A reformulação do curso visou entre outras Diretrizes Nacionais para a justificativas, atender às diretrizes do MEC Educação em Direitos Humanos: relacionadas aos Direitos Humanos. Seção 06. Parecer n° 08/2012 - CNE; 4 (pág. 10). As áreas temáticas da Resolução n° 01/2012 - CNE. extensão contemplam a questão. Seção 14.5 (pág. 27) As políticas de educação ambiental são parte integrante e indissolúvel dos Objetivos do curso. Seções 6.1 e 7 (pág. 15). Os conhecimentos da educação Políticas de Educação Ambiental: ambiental são abordados em várias 07. Lei nº 9.795/1999; disciplinas de modo transversal, contínuo e Decreto nº 4.281/2002. permanente, em especial: Energia e Meio Ambiente, Sociologia e Meio Ambiente, Radioatividade e Ecologia, além de outras disciplinas das Energias Renováveis (Solar, Eólica e Biomassa). Dentre todos os docentes Titulação do corpo docente: que ministram disciplina no curso, 08. Lei nº 9.394/1996. o percentual de doutores é 100%. Seção 16 (pág. 34). O NDE está composto por 7 membros atendendo a Resolução da CONAES nº 1, Núcleo Docente Estruturante de 17/06/2010. A indicação dos membros (NDE): baseou-se no envolvimento com o curso, 09. Resolução n° 01/2010 - CONAES; experiência no ensino de graduação e pós- graduação e na área de conhecimento Resolução nº 01/2013 - CEPE/UFPE. relacionada com as áreas de especialização do curso. Seção 11.1 (pág. 21) Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 51 O Departamento de Energia Nuclear Condições de acesso para pessoas providenciou a relocalização da biblioteca e com deficiência e/ou mobilidade da secretaria do curso para proporcionar a reduzida: acessibilidade integral para pessoas com Decreto n° 5.296/2004; deficiência e/ou mobilidade reduzida. 10. Recursos financeiros do REUNI e da UFPE Lei nº 13.146/2015; garantiram a concretização das reformas Resolução nº 11/2019 - iniciadas em dezembro de 2016 e ConsUni/UFPE. finalizadas em dezembro de 2018. Seção 2 (pág. 6) e Seção 18 (pág. 37). A reformulação do curso visou entre outras Proteção dos Direitos da Pessoa justificativas, atender as diretrizes do MEC com Transtorno do Espectro relacionadas ao Transtorno do Espectro Autista: Autista. Seção 4 (pág. 10). O curso atende 11. Lei N° 12.764/2012; às exigências da Lei e da Resolução em trabalho conjunto com o Núcleo de Resolução nº 11/2019 - Acessibilidade da UFPE (NACE/UFPE). ConsUni/UFPE. Seção 10 (pág. 17) Estabelece as Diretrizes para O curso atende ao mínimo de 10% da a Extensão na Educação Superior carga horária total de integralização dos Brasileira: cursos de graduação, na forma de ACEx. 12. Resolução nº 07/2018 - CNE; O curso atende a Resolução tendo 380 Resolução nº 09/2017 - CEPE/UFPE. horas de ACEx. Seção 13 (pág. 22) e Seções 14.5 e 14.6 (pág. 27 e 28) Resolução nº 31/2022 - CEPE/UFPE. As informações acadêmicas exigidas estão disponibilizadas na forma impressa e Informações acadêmicas: virtual. O aluno tem acesso as informações 13. Portaria N° 40/2007 - MEC; Acadêmicas através do Sig@, no site da UFPE, Portal do Estudante, atendimento Portaria N° 23/2010 - MEC. presencial na coordenação, ou através de e-mail. Seção 18 (pág. 37). Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 52 Anexo 1 Atas e Portarias relativas à aprovação do Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia, Resolução CEPE e Normas do Departamento de Energia Nuclear Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 53 Portaria NDE Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 54 Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 55 Portaria Colegiado Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 56 APROVAÇÃO DO PPC PELO NDE Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 57 ATAS Disciplinas Ofertadas por outros departamentos Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 58 Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 59 Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 60 Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 61 Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 62 Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 63 Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 64 Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 65 Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 66 Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 67 Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 68 Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 69 Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 70 Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 71 Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 72 Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 73 Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 74 Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 75 Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 76 Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 77 Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 78 Extrato de ata de aprovação pelo Câmara Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 79 Conselho Departamental do CTG Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 80 Extrato de ata de aprovação Pleno do DEN Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 81 Ata de aprovação Colegiado de Engenharia de Energia Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 82 Resolução nº 12/2013 – CCEPE/UFPE Dispõe sobre procedimentos para creditação de atividades complementares nos Cursos de Graduação da UFPE. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 83 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CONSELHO COORDENADOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO Nº 12/2013 EMENTA: Dispõe sobre procedimentos para creditação de atividades complementares nos Cursos de Graduação da UFPE. O CONSELHO COORDENADOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO da Universidade Federal de Pernambuco, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo Art. 25 do Estatuto desta Universidade. CONSIDERANDO: - a Resolução CNE/CP nº 02/2002 que institui que a carga horária dos cursos de licenciatura será efetivada mediante a integralização mínima de 2800 (duas mil e oitocentas) horas, das quais 200 (duzentas) horas devem ser voltadas para atividades complementares; - a Resolução CNE/CP nº 01/2006 que institui que a carga horária do curso de Pedagogia (licenciatura) será efetivada mediante a integralização mínima de 3200 (três mil e duzentas) horas, das quais 100 (cem) horas devem ser voltadas para atividades complementares; - a Resolução CNE/CES nº02/2007 que institui a carga horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade presencial, e estabelece que os estágios e atividades complementares não deverão exceder a 20% (vinte por cento) da carga horária total do curso, salvo nos casos de determinações legais em contrário; - a Resolução CNE/CES nº 04/2009 que dispõe sobre carga horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação da área de saúde, bacharelados, na modalidade presencial, e estabelece que os estágios e atividades complementares não deverão exceder a 20% (vinte por cento) da carga horária total do curso, salvo nos casos de determinações específicas contidas nas respectivas Diretrizes Curriculares; - as atividades complementares têm a finalidade de enriquecer o processo de ensino-aprendizagem, privilegiando a complementação da formação social e profissional, e o que deve caracterizar este conjunto de atividades é a flexibilidade de carga horária semanal, com controle do tempo total de dedicação do estudante durante o semestre ou ano letivo, de acordo com o Parecer do CNE/CES nº 492/2001; - a possibilidade de validação da participação do estudante da UFPE em atividades complementares, realizadas desde o seu ingresso no curso, para fins de integralização de carga horária nos diversos cursos de graduação da UFPE; - a necessidade de disciplinar os procedimentos e fixar diretrizes que orientem os colegiados de curso e coordenadores de cursos nos processos de creditação de atividades complementares; Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 84 RESOLVE: Art. 1º Serão creditadas no histórico escolar dos alunos da Graduação, como atividades complementares, mediante os procedimentos descritos nesta Resolução, as atividades de pesquisa, extensão, monitoria, estágios não obrigatórios, bem como os casos especificados nos incisos a seguir: I – Participação em comissão coordenadora ou organizadora de eventos acadêmicos ou científicos, promovidos por IES ou Entidades científicas ou profissionais; II – Participação como ouvinte em cursos, congressos, encontros, seminários e assemelhados; III – Apresentação de trabalhos em cursos, congressos, encontros, seminários e assemelhados,; IV – Atividades de representação discente junto aos órgãos da UFPE e outros, de interesse público, mediante comprovação de no mínimo 75% (setenta e cinco por cento) de participação efetiva durante o seu período de realização; V – Ficam excluídas as atividades de prestação de serviços que envolvam remuneração e outros. § 1° As atividades acadêmicas (bolsistas e voluntários) a que se refere o caput deste artigo são: Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC), Programa de Educação Tutorial (PET), Programa de Educação pelo Trabalho para a Saúde (PET- Saúde), Programa Institucional de Bolsa de Extensão (PIBEX), Bolsa de Incentivo Acadêmico (BIA), Programa de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (PIBITI), Programa Integrado de Pesquisa, Ensino e Extensão (PIPEX), Empresas Júnior, entre outros Programas de desenvolvimento profissional com atividade na área de formação do estudante, bem como demais bolsas acadêmicas desenvolvidas no âmbito da UFPE ou Agências de Fomento. § 2° Os estágios não obrigatórios a que se refere o caput deste artigo deverão ser realizados na área de formação do estudante e apenas serão contabilizados como atividades complementares quando atenderem aos requisitos previamente definidos pelo Colegiado de Curso. § 3° Outras atividades, bem como a carga horária a ser creditada, poderão ser consideradas como complementares mediante a elaboração de normas internas aprovadas pelo Colegiado do Curso, ouvido o respectivo Núcleo Docente Estruturante (NDE), a serem incluídas no PPC, obedecendo-se ao seu caráter acadêmico, extensionista, científico, artístico, cultural e técnico. § 4° Caberá aos Colegiados dos Cursos, a partir da consolidação de normas internas, ouvido o respectivo Núcleo Docente Estruturante (NDE), atendendo às peculiaridades de cada curso: I – regulamentar as atividades acadêmicas fora do âmbito da UFPE; II – regulamentar os percentuais máximos de cada categoria de atividade complementar e seu cronograma no decorrer do curso. Art. 2º Os procedimentos para a creditação de atividades complementares de pesquisa, extensão, monitoria, estágios não obrigatórios, bem como de atividades acadêmicas no âmbito da UFPE, no histórico escolar do aluno de Graduação, observarão as etapas a seguir: I – O(s) professor(es) deverá(ão) cadastrar a atividade acadêmica da UFPE, da qual participará o aluno, junto à Pró-Reitoria competente (Pró-Reitoria para Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 85 Assuntos de Pesquisa e Pós-Graduação, Pró-Reitoria de Extensão ou Pró-Reitoria para Assuntos Acadêmicos); II – O(s) aluno(s) deverá(ão) participar das etapas previstas na atividade, com acompanhamento sistemático do(s) professor(es) ou supervisor(es); III – O(s) aluno(s) deverá(ão), ao término de sua participação na atividade até o último semestre letivo do curso, solicitar, mediante requerimento, a creditação no histórico escolar, dirigida a Coordenação do Curso, acompanhada de declaração/certificado de conclusão da atividade emitida pela Pró-Reitoria responsável pelo evento; IV – A Coordenação do Curso, após apreciação da solicitação, registrará, no sistema de gestão acadêmica vigente, a creditação da atividade complementar, especificando a sua categoria; § 1° As atividades de representação discente serão comprovadas mediante cópia das atas das reuniões ou certidões expedidas pelo órgão responsável. § 2° Casos omissos deverão ser avaliados pelo Colegiado do Curso. Art. 3º Para as atividades mencionadas no art. 1°, “I”, “II”, “III” e “IV”, quando realizadas fora do âmbito da UFPE, o documento comprobatório deverá ser emitido pelo órgão ou entidade responsável pelo evento, observando-se o procedimento descrito nos incisos “III”, “IV” e “V” do artigo antecedente. Art. 4º Cada requerimento de creditação deverá ser acompanhado de documentos comprobatórios de carga horária mínima de 15 (quinze) horas de atividades complementares. § 1° A creditação da carga horária dar-se-á conforme expresso na declaração/certificado da atividade validada, não devendo ultrapassar a carga horária máxima, referente às atividades complementares, indicada no perfil do curso ao qual o estudante esteja vinculado. § 2º A carga horária de que trata o parágrafo anterior será contabilizada, no sistema de gestão acadêmica vigente, como “carga horária livre” (atividades complementares). § 3º No caso de uma atividade não alcançar a carga horária mínima para creditação, poderá ser somada a outra de mesma natureza ou correlata, devendo ser o fato anotado no sistema de gestão acadêmica vigente no campo das descrições da atividade. § 4º O requerente responderá por documentos que não correspondam à realidade, inclusive criminalmente. Art. 5º Nos casos em que a atividade puder ser creditada de diferentes maneiras, o aluno deverá escolher a categoria de atividade a ser creditada, somente podendo registrá-la uma única vez. Art. 6º A presente Resolução entrará em vigor na data de sua aprovação, revogada a Resolução n° 6/2005-CCEPE, assegurado o crédito transitório das atividades complementares já realizadas. APROVADA NA 1ª SESSÃO EXTRAORDINÁRIA DO CONSELHO COORDENADOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO-CCEPE, REALIZADA NO DIA 23 DE MAIO DE 2013. Presidente: Prof. ANÍSIO BRASILEIRO DE FREITAS DOURADO Reitor Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 86 Norma nº 01/2018 – DEN Regulamenta a Disciplina Estágio Supervisionado Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 87 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE TECNOLOGIA E GEOCIÊNCIAS ESCOLA DE ENGENHARIA DE PERNAMBUCO DEPARTAMENTO DE ENERGIA NUCLEAR NORMA Nº 01/2023 - DEN Regulamenta o Estágio Obrigatório do Curso de Engenharia de Energia. O COLEGIADO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE ENERGIA DO CENTRO DE TECNOLOGIA E GEOCIÊNCIAS (CTG) – ESCOLA DE ENGENHARIA DE PERNAMBUCO (EEP) DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO (UFPE), no uso de suas atribuições conferidas pelo art. 59, II, do Estatuto da Universidade Federal de Pernambuco, e tendo em vista o disposto na Lei n.º 11.788, de 25 de setembro de 2008, na Resolução Nº 20, de 9 de novembro de 2015, do CCEPE/UFPE, e suas alterações, no Projeto Pedagógico do Curso e no Perfil Curricular em vigor. RESOLVE: CAPÍTULO I - DO ESTÁGIO Art. 1º - O Estágio Obrigatório no Curso de Graduação em Engenharia de Energia é a atividade de aprendizagem profissional proporcionada aos discentes pela participação em situações reais de trabalho em seu meio. § 1º O Estágio Obrigatório será realizado junto a pessoas jurídicas de direito público ou privado devidamente conveniadas com a UFPE. § 2º O termo de compromisso e plano de atividades individual deverá ser aprovado pela coordenação de estágio do curso. Art. 2º - O Estágio Obrigatório será estruturado visando aos seguintes objetivos: I – complementar, através de um treinamento profissional, os ensinamentos transmitidos durante as atividades teóricas e práticas do Currículo do Curso de Graduação em Engenharia de Energia; II – ser instrumento para atualização do Currículo do Curso de Graduação em Engenharia de Energia, pelo estreitamento do relacionamento UFPE - concedente de estágio. Art. 3º - A matrícula inicial no componente curricular de Estágio será realizada pelo próprio aluno através do sistema de gestão acadêmica adotado pela UFPE, de acordo com a periodização estabelecida pela grade curricular do curso e em conformidade com a oferta de vagas disponibilizadas pela Coordenação. § 1º A matrícula somente será confirmada pelo Coordenador após a constatação das condições previstas nos art. 6° e 11 desta Norma, além da existência de Convênio celebrado entre a UFPE e a concedente de estágio. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 88 § 2º A carga horária do Estágio Obrigatório será de 240 (duzentas e quarenta) horas, podendo ser realizada concomitantemente com outros componentes curriculares, ou em período de férias. § 3º A jornada de atividade de estágio não poderá ultrapassar 6 (seis) horas diárias e 30 (trinta) horas semanais. § 4º Nos casos em que o estudante estiver matriculado no componente de Estágio, mas não conseguir integralizar sua carga horária e finalizá-lo no semestre de vínculo, será permitida a renovação do referido componente, através do sistema de gestão acadêmica, uma única vez, e no semestre imediatamente subsequente. Art. 4º - Quando a concedente for Universidade ou Instituto de Pesquisa, o estágio deverá ser resultante de projeto de estágio, devidamente aprovado pelo Coordenador de Estágio do Curso. Parágrafo único. As atividades de extensão, monitorias e de iniciação científica não serão aceitas como equiparáveis ao Estágio Obrigatório, em razão de que o projeto pedagógico não prevê esta equivalência. Art. 5º - A realização de estágio obrigatório no exterior somente será autorizada por meio do programa de intercâmbio ou no âmbito de programas de mobilidade acadêmica, mediante a comprovação das atividades realizadas com a especificação, cabendo ao Colegiado do Curso à avaliação das atividades realizadas e aprovação do estágio para fins de aproveitamento acadêmico. Parágrafo único. No caso de não aprovação, pelo Colegiado do Curso, do estágio no exterior como obrigatório, poderá ter aproveitamento para fins de atividades complementares. Art. 6º - O estágio obrigatório poderá ser realizado por meio do Programa Andifes de Mobilidade Acadêmica, desde que se enquadre no respectivo Convênio do Programa e esteja previsto no plano de componentes curriculares a serem cursados, devendo toda a documentação do estágio emitida pela instituição receptora, ser apreciada e aprovada pelo Coordenador de Estágio do Curso, para devido registro sistema de gestão acadêmica adotado pela UFPE. CAPÍTULO II - PROCEDIMENTOS PARA INSCRIÇÃO Art. 7º - O encaminhamento do aluno à concedente será realizado pela Coordenação de Estágio do Curso, através de ofício, ou por meio de agente de integração conveniado com a UFPE, com a prévia autorização da Coordenação do Curso. Art. 8º - A concedente apresentará, juntamente com o termo de compromisso, o plano de estágio para o aluno. Parágrafo único. O termo de compromisso deverá ser firmado pelo aluno estagiário e pelos representantes legais da parte concedente e da UFPE. Art. 9º - Antes de iniciar o estágio o aluno reunir-se-á com o professor orientador para elaboração do plano de acompanhamento do estágio e conhecimento do sistema de avaliação a que ficará sujeito. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 89 CAPÍTULO III - DA AVALIAÇÃO DO ESTÁGIO Art. 10º - A avaliação do estagiário será realizada em uma única etapa e ao final do Estágio, obedecendo ao disposto no art. 8 da Resolução Nº 20/2015 do Conselho Coordenador de Ensino, Pesquisa e Extensão (CCEPE) da UFPE. Art. 11º - A avaliação final do estágio obrigatório, pelo coordenador de estágio do curso, considerará: I – as avaliações feitas pelo supervisor da concedente e pelo professor orientador; II – a qualidade do relatório final elaborado pelo estagiário, observando em sua essência, o desempenho e aproveitamento do Estágio. § 1º O Supervisor da Concedente e o Professor Orientador atribuirão nota de 0 (zero) a 10 (dez), cada um, e será considerado aprovado o aluno que obtiver, na média simples, nota superior ou igual a 7,0 (sete). § 2º O aluno deverá encaminhar à Coordenação de Estágio duas cópias do relatório de estágio, com antecedência mínima de 15 (quinze) dias do último dia de aula do semestre, estipulado no calendário acadêmico da universidade. § 3º Na eventual necessidade de correção do texto do relatório de estágio, a versão final do relatório deverá ser entregue até o último dia para a realização dos exames finais. CAPÍTULO IV - DA ESTRUTURAÇÃO ACADÊMICA DO ESTÁGIO Art. 12º - O colegiado do curso indicará 02 (dois) professores do Departamento de Energia Nuclear para a composição da Coordenação e da Vice-Coordenação de Estágio da Graduação em Engenharia de Energia, com mandato de 02 (dois) anos, responsáveis pelos estágios. Art. 13º - Aos professores orientadores, competirá acompanhar a execução do plano de atividades através de encontros periódicos com os estudantes e do contato com supervisores técnicos das instituições concedentes. Art. 14º - As atribuições dos professores orientadores serão as seguintes: I – acompanhar as atividades dos estagiários através de relatórios semestrais, verificando a compatibilidade entre as atividades desenvolvidas no estágio e aquelas previstas no plano de estágio aprovado; II – avaliar o desenvolvimento dos estágios à luz dos planos de estágios aprovados, corrigindo junto às concedentes as eventuais distorções; III – solicitar de forma fundamentada ao Professor Coordenador de Estágio a interrupção do Estágio, em casos de distorções irrecuperáveis; VI – aprovar planos de estágio e encaminhá-los ao Professor Coordenador de Estágio. Art. 15º - A inobservância das condições fixadas neste Regulamento e das condições fixadas na Resolução Nº 20/2015 do CCEPE/UFPE implicará no não reconhecimento do Estágio para efeitos de integralização curricular. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 90 Art. 16º - Os casos omissos serão examinados pelo Colegiado do Curso de Graduação em Engenharia de Energia. Art. 17º - Esta Norma entrará em vigor a partir do 1º semestre letivo de 2024. APROVADA EM REUNIÃO DO COLEGIADO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE ENERGIA REALIZADA EM 24 DE OUTUBRO DE 2023. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 91 Norma nº 02/2023 – DEN Regulamenta Atividades Curriculares de Extensão (ACEx) Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 92 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE TECNOLOGIA E GEOCIÊNCIAS ESCOLA DE ENGENHARIA DE PERNAMBUCO DEPARTAMENTO DE ENERGIA NUCLEAR NORMA Nº 02/2023 - DEN Regulamenta as Ações Curriculares de Extensão no Curso de Engenharia de Energia. CAPÍTULO I - DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º - Este regulamento fixa as normas para a inserção e o registro das Ações Curriculares de Extensão (ACEx) como carga horária do Curso de Engenharia de Energia, de acordo com as disposições da legislação federal e dos órgãos deliberativos e executivos da UFPE, especialmente a Resolução Nº 09/2017 CCEPE. Art. 2º - A Extensão Universitária é um processo interdisciplinar, educativo, cultural, científico e político que integra a formação acadêmica, profissional e cidadã do discente e promove a relação transformadora entre a Universidade e outros setores da sociedade. Art. 3º - Ações Curriculares de Extensão constituem no mínimo 10% da carga horária total de integralização do Curso de Graduação em Engenharia de Energia em forma de Programas e/ou Projetos, atendendo ao Plano Nacional de Educação 2014-2024 (Lei 13.004/2014, estratégia 12.7, meta 12). § 1º Entende-se por Programa, considerando o que estabelece a Resolução Nº 09/2017 CCEPE, um “conjunto articulado de projetos e outras ações de extensão, de caráter orgânico-institucional, de atuação preferencialmente interdisciplinar, integrado a atividades de pesquisa e de ensino, com clareza de diretrizes e orientação para um objetivo comum, sendo executado a médio e longo prazo”. § 2º Entende-se por Projeto, considerando o que define a Resolução Nº 09/2017 CCEPE, “o conjunto de ações processuais e contínuas, de caráter educativo, social, cultural, científico ou tecnológico, com objetivo específico e prazo determinado para sua execução, podendo ser vinculado, ou não, a um Programa”. Art. 4º - As demais modalidades de ações de extensão, como cursos e eventos, vinculadas a programas e/ou projetos devidamente registrados no sistema vigente, só serão consideradas como Ação Curricular de Extensão, quando houver a participação do discente na organização e/ou execução destes. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 93 CAPÍTULO II - DAS FINALIDADES Art. 5º - São finalidades da Extensão Universitária: I - Exercitar o diálogo transformador entre a Universidade e os demais setores da sociedade, por meio de ações de caráter educativo, social, artístico, cultural, científico ou tecnológico; II - Desenvolver ações interdisciplinares, integrantes do processo de formação e promotoras de uma relação transformadora entre a Universidade e outros setores da Sociedade; III - Ratificar o princípio da indissociabilidade ensino-pesquisa-extensão, fortalecendo os processos formativos voltados para o desenvolvimento da capacidade crítico-reflexiva, artística, cultural, científica, profissional e ético-política do discente. CAPÍTULO III - DAS COMPETÊNCIAS Seção I Do Curso Art. 6º - Compete ao Curso de Graduação em Engenharia de Energia oferecer Programas e/ou Projetos em carga-horária suficiente para o discente integralizar a ACEx no próprio curso. Seção II Do Coordenador de Curso Art. 7º - Compete ao Coordenador de Curso a aprovação dos discentes no componente curricular ACEx que poderá ser realizada no curso de origem e/ou em qualquer um dos Centros Acadêmicos da UFPE. Seção III Do Coordenador Setorial de Extensão / Representante Setorial de Extensão Art. 8º - Cabe ao Coordenador Setorial de Extensão e ao Representante Setorial de Extensão informar aos Cursos de Graduação quais os Programas e/ou Projetos de Extensão disponíveis no semestre letivo e a quantidade de vagas em cada Programa/Projeto. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 94 Seção IV Do Coordenador de Programa ou de Projeto de Extensão Art. 9º - O Coordenador de Programa ou de Projeto de Extensão vinculado como Ação Curricular de Extensão será responsável pelo planejamento; registro do Programa ou do Projeto na plataforma vigente; submissão do Programa ou do Projeto ao Pleno Departamental para aprovação; e validação da participação dos discentes inscritos na ACEx. Art. 10º - O Coordenador de Programa ou de Projetos deverá: I - Ser professor do quadro efetivo de qualquer Departamento/Núcleo da UFPE, mesmo que esteja em Estágio Probatório, não podendo ser um professor substituto; II - Ser técnico de Nível Superior; III - Ter disponibilidade para cumprir todas as etapas previstas para o Programa ou Projeto. Art. 11º - Compete ao Coordenador de Programa ou de Projeto: I - Definir critérios e condições de participação do discente na ACEx (vagas, cursos, parcerias, período, dentre outros); II - Elaborar o Plano de Trabalho a ser desenvolvido no âmbito da ACEx, com cronograma detalhado; III - Estabelecer a sistemática de orientação, acompanhamento e avaliação dos discentes participantes da ACEx; IV - Elaborar o relatório da ACEx, submetê-lo à aprovação do Pleno do Departamento/Núcleo para análise e aprovação da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura. Seção V Do Discente Extensionista Art. 7º - O Discente Extensionista é o estudante regularmente matriculado no Curso de Graduação em Engenharia de Energia que participa de uma ACEx. Art. 8º - Compete ao Discente Extensionista: I - Participar da ACEx de seu interesse, realizada no curso de origem e/ou em qualquer um dos Centros Acadêmicos da UFPE, desde que aprovado pelo Colegiado do Curso; II - Participar e cumprir as atividades definidas no Plano de Trabalho da ACEx. Art. 9º - O Discente Extensionista poderá se integrar a uma ACEx em qualquer período letivo do Curso, e em qualquer momento do período letivo, desde que de acordo com a Coordenação da ACEx e com um Plano de Trabalho consequente. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 95 Art. 10º - Será assegurado o direito de aproveitamento total da carga horária da ACEx ao Discente Extensionista que tiver concluído as ações em conformidade com o seu Plano de Trabalho. Parágrafo Único. O Discente Extensionista poderá realizar toda carga-horária para aproveitamento da ACEx em um único projeto ou programa, desde que este programa/projeto contenha carga-horária suficiente para sua integralização. CAPÍTULO IV - DAS DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS E FINAIS Art. 11º - Os casos omissos e as interpretações deste Regulamento serão resolvidos pelo Colegiado do Curso. Art. 12º - Quaisquer acréscimos e/ou modificações neste instrumento regulador devem ser aprovados pelo Colegiado de Curso, sob consulta prévia ao Núcleo Docente Estruturante do curso de Engenharia de Energia, e pelo Pleno do Departamento de Energia Nuclear e posteriormente apresentado à Pró-Reitoria de Graduação. Art. 13º. Esta Norma entra em vigor a partir do 1º semestre letivo de 2024. APROVADA EM REUNIÃO DO COLEGIADO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE ENERGIA REALIZADA EM 24 DE OUTUBRO DE 2023. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 96 Norma nº 03/2023 – DEN Regulamenta Disciplinas de Formação Avançada Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 97 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE TECNOLOGIA E GEOCIÊNCIAS ESCOLA DE ENGENHARIA DE PERNAMBUCO DEPARTAMENTO DE ENERGIA NUCLEAR NORMA Nº 03/2023 - DEN Regulamenta as Disciplinas de Formação Avançada do Curso de Engenharia de Energia. O COLEGIADO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE ENERGIA DO CENTRO DE TECNOLOGIA E GEOCIÊNCIAS (CTG) – ESCOLA DE ENGENHARIA DE PERNAMBUCO (EEP) DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO, no uso de suas atribuições, CONSIDERANDO: - o disposto na Resolução Nº 18/2021 do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão, da UFPE que permite a matrícula de discentes de graduação em disciplinas de programas de Pós-Graduação, chamadas de disciplinas de formação avançada; - que o discente do Curso de Graduação em Engenharia de Energia deverá cumprir o total de 3.800 horas, distribuídas como 2.940 horas de componentes obrigatórios, 300 horas de componentes eletivos do perfil, 90 horas de componentes eletivos livres, 90 horas de atividades complementares, 380 horas de ações curriculares de extensão, de acordo com o Projeto Pedagógico do Curso, conforme aprovação do Colegiado do Curso; - o Perfil Curricular em vigor. RESOLVE CAPÍTULO I - DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º - De acordo com o Projeto Pedagógico do curso de Graduação em Engenharia de Energia da UFPE, o discente deve cumprir uma carga horária de disciplinas consideradas eletivas de perfil e livres. As disciplinas eletivas de perfil fazem parte do quadro de disciplinas ofertadas pelo curso de Graduação em Engenharia de Energia, e as disciplinas eletivas livres são quaisquer das disciplinas ofertadas dentro da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) em outros cursos. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 98 Art. 2º - O discente da Graduação em Engenharia de Energia poderá se matricular em disciplinas ofertadas por programas de Pós-Graduação na UFPE, conforme Resolução Nº 18/2021 do CEPE, respeitados os critérios para ocupação de vagas definidos pelos colegiado de graduação do curso de origem e o colegiado de Pós-Graduação do Programa pretendido e respeitados os critérios definidos nesta resolução. CAPÍTULO II - DO APROVEITAMENTO ACADÊMICO Art. 3º - O discente do curso de Graduação em Engenharia de Energia poderá cursar as 90 horas da sua carga horária de eletiva livre desde que a(s) disciplina(s) seja(m) ofertada(s) por Programa de Pós-Graduação da UFPE. Parágrafo Único. Em caso de excedente dessa carga horária, esse excedente pode ser convertido para carga horária de Atividades Complementares do discente. CAPÍTULO III - DOS CRITÉRIOS Art. 4º - Para cursar as disciplinas de formação avançada, ademais os critérios de preenchimento das vagas estabelecidos pelo colegiado da disciplina ofertada, o discente deverá ter integralizado, pelo menos, 50% da carga horária total do curso de Graduação em Engenharia de Energia. CAPÍTULO IV - DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 5° - Não se torna necessária a confirmação ou autorização do colegiado do curso de Graduação em Engenharia de Energia para a matrícula do aluno nas disciplinas de formação avançada desde que se cumpram os critérios de matrícula definidos nesta resolução e na Resolução Nº 18/2021 do CEPE. Art. 6° - Os créditos dos componentes de formação avançada cursados pelo discente, se finalizados com aprovação, serão inseridos no sistema de gestão acadêmica da UFPE. APROVADA EM REUNIÃO DO COLEGIADO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE ENERGIA REALIZADA EM 1º DE NOVEMBRO DE 2023. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 99 Norma nº 04/2023 – DEN Regulamenta Atividades Complementares Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 100 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE TECNOLOGIA E GEOCIÊNCIAS ESCOLA DE ENGENHARIA DE PERNAMBUCO DEPARTAMENTO DE ENERGIA NUCLEAR NORMA Nº 04/2023 - DEN Regulamenta creditação de Atividades Complementares no âmbito do Curso de Graduação em Engenharia de Energia. O COLEGIADO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE ENERGIA DO CENTRO DE TECNOLOGIA E GEOCIÊNCIAS (CTG) – ESCOLA DE ENGENHARIA DE PERNAMBUCO (EEP) DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO, no uso de suas atribuições, CONSIDERANDO: - que as Atividades Complementares devem possibilitar o reconhecimento, por avaliação, de habilidades e competências do discente, inclusive adquiridas fora da Universidade, visando estimular a prática de estudos independentes, transversais, opcionais, interdisciplinares, de atualização profissional, sobretudo nas relações com o mundo do trabalho, estabelecidas ao longo do Curso, notadamente integrando-as às diversas peculiaridades regionais e culturais; - que o discente do Curso de Engenharia de Energia deverá cumprir 90 (noventa) horas de Atividades Complementares, de acordo com o Projeto Pedagógico do Curso, conforme aprovação do Colegiado do Curso; - o disposto na Resolução Nº 12/2013, do Conselho Coordenador de Ensino, Pesquisa e Extensão, da UFPE; - o Perfil Curricular corrente. RESOLVE: Art. 1° - As Atividades Complementares devem ser comprovadas com a respectiva carga horária, instituição e/ou responsável, relatório e/ou avaliação quando for o caso, devidamente aprovado pelo Colegiado do Curso. Só serão aceitos os comprovantes que apresentem: nome completo do discente; data de realização do evento; carga horária; período e área. §1º Para os registros acadêmicos, o discente deve apresentar à coordenação do curso de Engenharia de Energia documentação probatória e relatório, quando for o caso, referente à atividade complementar realizada, no qual seja discriminado o conteúdo dos estudos, a duração, o período e a organização ou professor responsável. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 101 §2º Ao Coordenador do Curso de Engenharia de Energia compete avaliar os requerimentos de creditação de atividades complementares realizadas pelo cursista, promovendo o competente registro acadêmico, creditando como “carga horária livre (atividades complementares)”. Art. 2° - São consideradas atividades complementares para fins de integralização do curso de Graduação em Sistemas de Informação: I. monitoria II. Iniciação científica III. disciplinas de formação avançada IV. cursos diversos V. participação em gestão de empresa júnior, diretório acadêmico, empresa de intercâmbio cultural VI. participação em congressos, simpósios e correlatos (organização, apresentação de minicursos, ouvinte, etc.) VII. publicação de artigos completos em anais de congressos VIII. publicação de artigos em periódicos especializados IX. estágios não obrigatórios X. participação em projetos de pesquisa ou extensão XI. Participação em eventos voluntários (brigada de incêndio, cuidador de idosos, etc.) XII. aprovação em disciplinas de estudos avançados Art. 3° - De forma a estimular a pluralidade de conhecimento, a distribuição da carga horária total das atividades complementares constantes nos Incisos I a XII do Art. 2º deste regulamento está definida pelo estabelecimento de limites máximos para cada tipo de atividade. Art. 4° - A identificação das atividades complementares, segundo a espécie, com seus respectivos limites de carga horária, está estabelecida no Barema das Atividades Complementares, que é parte integrante da presente Resolução. Parágrafo Único. Para atividades não contempladas no barema mencionado no caput deste Artigo, o discente deverá pedir avaliação pelo Colegiado do curso de Graduação em Engenharia de Energia, fornecendo documentos comprobatórios que auxiliem o Colegiado a identificar e atribuir carga horária respectiva. Os documentos devem conter o CNPJ da empresa prestadora do serviço, nome completo do discente, data de realização do evento, carga horária, período e área. Art. 5° - Carga horária excedente de disciplinas não pode ser utilizada como atividades complementares. Art. 6° - Disciplinas de formação avançada (i.e., disciplinas de cursos de pós- graduação) podem ser utilizadas como carga horária de atividades complementares do curso de Engenharia de Energia. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 102 Art. 7° - Casos não tratados nesta resolução serão analisados pelo Colegiado do Curso de Graduação em Engenharia de Energia, mediante apresentação de documentação completa comprobatória da participação e conclusão da atividade. Barema de Atividades Complementares do curso de Engenharia de Energia Carga horária Carga horária Atividades mínima máxima Monitoria (30h por semestre) 30h 60h Iniciação Científica (30h por semestre) 30h 90h Disciplinas de Formação Avançada 30h 90h Cursos diversos 30h 60h Participação na gestão de empresa júnior, diretório acadêmico, empresa de intercâmbio 30h 90h cultural (30h por semestre) Participação em congressos, simpósios e correlatos (organização, apresentação de 15h 90h minicursos, ouvinte, etc.) (15h por participação) Publicação de artigos completos em anais 15h 30h de congressos (15h por artigo) Publicação de artigos em periódicos especializados 30h 60h (15h por artigo) Estágios não obrigatórios (Resolução nº 20/2015/CCEPE) 30h 90h (30h por semestre) Participação em Projetos de pesquisa 30h 90h e/ou extensão (30h por semestre) Participação em eventos voluntários (brigada de incêndio, cuidador de idosos, etc.) (15h 30h 90h por participação) APROVADA EM REUNIÃO DO COLEGIADO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE ENERGIA REALIZADA EM 1º DE NOVEMBRO DE 2023. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 103 Norma nº 05/2023 – DEN Regulamenta Projeto de Trabalho de Conclusão de Curso e Trabalho de Conclusão de Curso Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 104 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE TECNOLOGIA E GEOCIÊNCIAS ESCOLA DE ENGENHARIA DE PERNAMBUCO DEPARTAMENTO DE ENERGIA NUCLEAR NORMA Nº 05/2024 - DEN Institui as regras para realização das disciplinas de Projeto de Trabalho de Conclusão de Curso e de Trabalho de Conclusão de Curso no Curso de Engenharia de Energia. CAPÍTULO I - DOS OBJETIVOS DO PROJETO E DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Art. 1º O Projeto de Trabalho de Conclusão de Curso e o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) são requisitos curriculares entendidos como atividades de síntese e integração de conhecimento adquiridos durante o curso de Engenharia de Energia. Art. 2º O Projeto de TCC consistirá em um projeto de monografia a ser desenvolvido na disciplina de TCC ou parte da monografia a ser finalizada na referida disciplina, sendo elaborados de acordo com as normas gerais apresentadas neste instrumento e em consonância com a Resolução nº 18/2022-CEPE. A monografia segue o modelo tradicional da UFPE disponibilizado pela biblioteca central. Art. 3º O tema do TCC deverá estar relacionado com qualquer uma das áreas de energia abordadas no curso, envolvendo, por exemplo, planejamento e elaboração de projetos de engenharia, estudos bibliográficos, levantamentos de campo, processamento de dados ou geração de produtos. Art. 4º O TCC deverá ser desenvolvido, preferencialmente, de forma individual. No entanto, admitem-se, no máximo, dois alunos em seu desenvolvimento. Parágrafo único. No caso de desenvolvimento do TCC por dois alunos, será efetuada avaliação oral individual. CAPÍTULO II - DA NATUREZA E DA OBRIGATORIEDADE Art.5º O Projeto de TCC e o TCC são atividades a serem realizadas nas respectivas disciplinas obrigatórias: Projeto de Trabalho de conclusão de curso e Trabalho de Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 105 Conclusão de Curso em Engenharia de Energia. § 1º. A carga horária total da disciplina Projeto de TCC é de 30h (trinta horas) e a carga horária da disciplina TCC é de 60h (sessenta horas). § 2º. A matrícula na disciplina de Projeto de Trabalho de Conclusão de Curso em Engenharia de Energia será admitida, desde que cumpridos os pré-requisitos: Introdução à Engenharia Nuclear (EN237), Introdução à Energia Eólica (EN246), Introdução à Energia Solar (EN245) e Introdução à Engenharia de Biomassa (EN247). Por sua vez, a disciplina de Trabalho de Conclusão de Curso em Engenharia de Energia terá como pré-requisito a disciplina de Projeto de Trabalho de conclusão de curso. Art. 6º - O TCC será desenvolvido sob supervisão de professor orientador principal. Para tanto, o aluno deverá escolher um docente vinculado a uma Instituição de Ensino Superior (IES) no Brasil, tendo-se em consideração que a supervisão por parte do docente escolhido estará condicionada à comprovação do vínculo entre tal docente e a referida IES e à relação entre o tema do TCC e a área de atuação do docente. § 1º O aluno poderá ter dois orientadores em áreas específicas, de acordo com a demanda do projeto. Na condição de haver um segundo orientador, este poderá ser um docente vinculado a uma IES no Brasil ou um reconhecido especialista com respeito ao tema do TCC. § 2º Será de responsabilidade do aluno tanto a escolha, como o convite ao(s) seu(s) orientador(es). § 3º É facultado, ao aluno, solicitar a mudança de orientador(es) e/ou tema de trabalho. Para tanto, o aluno deverá realizar a solicitação ao responsável pelas disciplinas Projeto de TCC e/ou TCC seguindo o modelo no Apêndice A. O responsável pelas disciplinas Projeto de TCC ou TCC decidirá, então, sobre a mudança. § 4º Em caso de impedimento temporário ou definitivo do(s) orientador(es), o aluno deverá propor o(s) orientador(es) substituto(s). A proposta deverá ser apresentada pelo aluno ao responsável pela disciplina Projeto de TCC ou Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) seguindo o modelo contido no Apêndice A. O responsável pela disciplina do TCC decidirá, então, sobre a continuação do trabalho. CAPÍTULO III - DA ESTRUTURA ADMINISTRATIVA Art. 7º A estrutura administrativa das disciplinas de Projeto de Trabalho de Conclusão de Curso e Trabalho de Conclusão de Curso em Engenharia de Energia é formada por: I. Professor Coordenador; II. Professores orientadores; III. Alunos matriculados na disciplina. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 106 Art. 8º O Professor Coordenador será o responsável pelas disciplinas Projeto de TCC e/ou TCC com as seguintes atribuições: I. O discente deve propor o calendário específico de atividades, definindo precisamente, por exemplo, as datas quanto às entregas da monografia e apresentação oral; II. Indicar os nomes dos componentes das comissões de avaliação, ouvindo os orientadores; III. Examinar e propor a substituição do(s) orientador(es). IV. Realizar reunião com os alunos matriculados na disciplina para apresentar a sistemática a ser adotada na disciplina e o cronograma de atividades; V. Disponibilizar no SIGAA os resultados da avaliação de alunos matriculados na disciplina, respeitando o calendário acadêmico da Universidade; VI. Fornecer à Coordenação do Curso de Engenharia de Energia informações a respeito do andamento da disciplina; VII. Reservar, quando solicitado, local e equipamentos necessários à apresentação do Trabalho de Conclusão de Curso; VIII. Coordenar as atividades necessárias à apresentação do Trabalho de Conclusão de Curso. Parágrafo único. As disciplinas de Projeto de Trabalho de Conclusão de Curso e Trabalho de Conclusão de Curso em Engenharia de Energia poderão ter coordenadores distintos. Art. 9º O Professor orientador será responsável por acompanhar os passos do orientando, discente do curso de Engenharia de Energia, fornecendo-lhe orientação ao longo do desenvolvimento do TCC. Ao professor orientador compete: I. Participar de reunião de apresentação da disciplina de Projeto de Trabalho de Conclusão de Curso e Trabalho de Conclusão de Curso, quando convidado pelo Coordenador; II. Manifestar sua anuência na orientação por meio de Carta de Aceite; III. Acompanhar os seus orientandos na elaboração e desenvolvimento do Projeto e Trabalho de Conclusão de Curso; IV. Estabelecer um horário semanal para orientação dos alunos. Parágrafo único. Será permitida a coorientação, desde que tenha o consentimento do professor orientador e seja informado ao coordenador da disciplina. Art. 10º É considerado orientando o aluno regularmente matriculado na disciplina de Projeto de Trabalho de Conclusão ou na disciplina de Trabalho de Conclusão de Curso em Engenharia de Energia. Compete ao aluno: I. Participar de reunião convocada pelo Coordenador para esclarecimentos sobre a disciplina e apresentação de cronograma de atividades; II. Cumprir o cronograma definido para a disciplina; III. Frequentar assiduamente e pontualmente o horário de orientação; Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 107 IV. Elaborar o Projeto e o Trabalho de Conclusão de Curso de acordo com a orientação geral desta norma; V. Entregar versões prévias do Projeto e do Trabalho de Conclusão de Curso ao seu orientador, de acordo com o cronograma de atividades da disciplina; VI. Fazer a defesa pública do Trabalho de Conclusão de Curso; VII. Realizar a revisão dos pontos sugeridos pela comissão examinadora do TCC, ou avaliador do projeto; VIII. Entregar ao seu orientador a versão final do Trabalho de Conclusão de Curso. Parágrafo único. Caso o orientando esteja cursando a disciplina Projeto de TCC ele deverá encaminhar, ao final da disciplina, seu Plano de Trabalho ao professor coordenador da disciplina, contendo: a) Apresentação e justificativa do tema, indicando sua relevância, pertinência e viabilidade; b) Passos metodológicos e cronograma de desenvolvimento do trabalho; c) Indicação bibliográfica e/ou levantamento de fontes e referência; d) Termo de aceite do(s) orientador(es). Uma vez matriculado na disciplina Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), o aluno deverá ratificar seu Plano de Trabalho, previamente aprovado na disciplina Projeto de TCC, enviando tal plano ao responsável pela disciplina do TCC. CAPÍTULO IV - DA AVALIAÇÃO DO PROJETO DE TCC Art. 11º - Os alunos regularmente matriculados na disciplina Projeto de TCC deverão enviar tal projeto antes da data limite correspondente aos exames finais (em consonância com o calendário acadêmico da UFPE então vigente para a graduação), respeitando data limite divulgada pelo coordenador da disciplina. § 1º - O aluno deverá entregar seu Projeto de TCC ao(s) correspondente(s) orientador(es) respeitando-se o prazo específico a ser estabelecido pelo responsável pela disciplina. Após os comentários e correções do(s) orientador(es), o aluno deverá encaminhar, ao responsável pela disciplina, o projeto de TCC em formato digital PDF respeitando-se o prazo específico a ser estabelecido pelo responsável pela disciplina. Imediatamente após o recebimento do projeto de TCC, o responsável pela disciplina se reunirá com o orientador do discente para realizar a avaliação do projeto. Art. 12º - Será considerado aprovado o aluno que obtiver nota superior ou igual a 7,0 (sete), sendo tal nota, uma média aritmética entre as notas atribuídas pelo orientador e pelo coordenador da disciplina. Art. 13° - Em caso de nota inferior a 7,0 (sete) ou ausência na primeira chamada, o aluno poderá solicitar a realização da submissão do projeto em segunda chamada mediante requerimento à coordenação do curso a ser entregue na secretaria do curso, com justificativa, respeitando-se o prazo específico. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 108 CAPÍTULO V - DA AVALIAÇÃO DO TCC Art. 14º - Os TCCs serão apresentados antes da data limite correspondente aos exames finais, conforme Apêndice B (em consonância com o calendário acadêmico da UFPE então vigente para a graduação) em dias e horários previamente divulgados pelo coordenador da disciplina. § 1º - Seguindo o modelo tradicional definido pela UFPE e disponibilizado pela biblioteca central, o aluno deverá entregar sua monografia ao(s) correspondente(s) orientador(es) respeitando-se o prazo específico a ser estabelecido pelo responsável pela disciplina em função do calendário genérico no Apêndice B. Após os comentários e correções do(s) orientador(es), o aluno deverá encaminhar, ao responsável pela disciplina do TCC, a monografia em formato digital PDF respeitando-se o prazo específico a ser estabelecido pelo responsável pela disciplina em função do calendário genérico no Apêndice B. Imediatamente após o recebimento da monografia e a verificação da anuência por parte do orientador, o responsável pela disciplina a reencaminhará aos membros da correspondente comissão avaliadora. Nesse sentido, para facilitar a verificação da anuência, o aluno deverá encaminhar a monografia (em formato digital PDF). § 2º - O tempo para a apresentação oral do TCC deverá ser de, no mínimo, 15 (quinze) minutos e, no máximo 20 (vinte) minutos. Caso o TCC tenha sido desenvolvido por dois alunos, o tempo de apresentação deverá ser igualmente repartido entre os dois, permanecendo o tempo total para a apresentação do trabalho de, no mínimo, 15 (quinze) minutos e, no máximo 20 (vinte) minutos. Imediatamente após a apresentação oral, o(s) aluno(s) deverá(ão) se colocar à disposição da correspondente comissão avaliadora, que terá tempo livre para perguntas, comentários e sugestões. Art. 15º - As comissões avaliadoras serão estabelecidas pelo coordenador da disciplina do TCC e estarão compostas por, no mínimo, dois e, no máximo, três avaliadores. Para tanto, o responsável pela disciplina deverá considerar docentes vinculados a uma IES no Brasil e/ou especialistas reconhecidos em uma área específica com respeito ao tema do TCC. O responsável pela disciplina do TCC deverá atuar como avaliador em todas as comissões, reservando-se o direito de não participar naquelas comissões que avaliem trabalho realizado sob sua orientação ou coorientação. As comissões avaliarão tanto a apresentação escrita (monografia) como a apresentação oral (defesa) fazendo uso da ficha de avaliação no Apêndice D. Será considerado aprovado o aluno que obtiver nota superior ou igual a 7,0 (sete) considerando-se os critérios indicados no Apêndice D. Parágrafo Único – Uma vez aprovado pela correspondente comissão de avaliação, o aluno deverá realizar os procedimentos necessários para o auto-depósito do TCC, seguindo as instruções que lhes serão enviadas pelo professor coordenador da disciplina e coordenação de curso. Art. 16º - Em caso de nota inferior a 7,0 (sete) ou ausência na primeira chamada, o aluno poderá solicitar a realização da apresentação oral em segunda chamada mediante requerimento à coordenação do curso a ser entregue na secretaria do curso, com justificativa e documentação comprobatória com respeito à falta no dia da apresentação programada em primeira chamada, respeitando-se o prazo específico a ser estabelecido Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 109 pelo responsável pela disciplina em função do calendário genérico no Apêndice B. Em caso de deferimento do requerimento por parte da coordenação do curso, o coordenador da disciplina marcará a apresentação oral do aluno em segunda chamada baseando-se no calendário genérico no Apêndice B. CAPÍTULO V - DAS CONSIDERAÇÕES FINAIS Art. 17º - Os casos em que esta regulamentação não for clara ou for omissa devem ser decididos em reuniões do Colegiado do Curso de Engenharia de Energia. Art. 18º - Este Regulamento entra em vigor a partir da data de sua publicação. APROVADO EM REUNIÃO DO COLEGIADO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE ENERGIA REALIZADA EM 08 DE MARÇO DE 2024. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 110 Apêndice A Modelo para a Solicitação de Mudança na Orientação do Projeto de TCC ou do próprio TCC Universidade Federal de Pernambuco Centro de Tecnologia e Geociências Departamento de Energia Nuclear Disciplina: Projeto de TCC / Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) Responsável pela Disciplina: Curso de Graduação: Prof(a) __________________ Engenharia de Energia Período: 20___.__ Local e Data: Recife, ___ de __________ de 20___ Solicitação de Mudança na Orientação do Projeto de TCC/TCC Aluno(a):__________________________________________ Matrícula:_______________ Tema do Projeto: ____________________________________________________________ ___________________________________________________________________________ Solicitação de Mudança de: Orientador(a) Coorientador(a) Ambos(as) Orientador(a) anterior (e, se for o caso, Coorientador(a) anterior) e filiação correspondente (por exemplo: Departamento, Centro, Instituição): __________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________ 1. Justificativa quanto à solicitação de mudança (Utilize, no máximo, 10 linhas para sua justificativa) 2. Implicações da mudança sobre o andamento do trabalho (Utilize, no máximo, 10 linhas para as implicações) Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 111 3. Termo de aceite do(a) novo(a) Orientador(a) e, se for o caso, novo(a) Coorientador(a) (Apresente tal termo com a assinatura do(a) novo(a) Orientador(a) e Coorientador(a). Por favor, note que a participação de um(a) Coorientador(a) no projeto é opcional) Fulano(a) de tal, CPF XXX.XXX.XXX-XX, Professor(a) do Departamento XXXX, Centro XXXX, Universidade XXXXXX, declara estar ciente da justificativa, por parte do aluno, para a solicitação de mudança na orientação do Projeto de TCC/TCC e das implicações da mudança sobre o andamento do trabalho e aceita orientar o projeto que vem sendo desenvolvido pelo(a) aluno(a) Beltrano(a) de tal neste período de 20XX.X, cujo tema é XXXXXXXXXXXX, projeto que é requisito da disciplina Projeto de TCC/TCC da Graduação em Engenharia de Energia da UFPE. Link para o CV Lattes de Fulano(a) de tal: ______________________________________ E-mail de Fulano(a) de tal: ______________________________________ Ciclano(a) de tal, CPF XXX.XXX.XXX-XX, com Cargo XXX na Divisão XXXX da Instituição XXXXXX, declara estar ciente da justificativa, por parte do aluno, para a solicitação de mudança na orientação do Projeto de TCC/TCC e das implicações da mudança sobre o andamento do trabalho e aceita orientar o projeto que vem sendo desenvolvido pelo(a) aluno(a) Beltrano(a) de tal neste período de 20XX.X, cujo tema é XXXXXXXXXXXX, projeto que é requisito da disciplina Projeto de TCC ou Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) da Graduação em Engenharia de Energia da UFPE. Link para o CV Lattes de Ciclano(a) de tal: ______________________________________ (Caso o(a) coorientador(a) não tenha CV Lattes, entregue seu currículo em anexo a este Plano de Trabalho) E-mail de Ciclano(a) de tal: ______________________________________ Para que conste, firma(m) a presente declaração em Recife em XX de XXXX de 20XX. _________________________________ Fulano(a) de tal, CPF: _________________________________ Ciclano(a) de tal, CPF: Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 112 Apêndice B Calendário genérico para o TCC Universidade Federal de Pernambuco Centro de Tecnologia e Geociências Departamento de Energia Nuclear Curso de Graduação: Disciplina: Engenharia de Energia EN248 Projeto de Graduação (TCC) Calendário Genérico Tentativo para o TCC # Ação* Por parte do aluno: 1 Entrega da monografia ao orientador com vistas a seus comentários e correções Por parte do aluno: 2 Em caso de anuência por parte do orientador, entrega da monografia em formato digital PDF ao Primeira responsável pela disciplina para o reenvio à correspondente comissão de avaliação Chamada Por parte do aluno: 3 Apresentação oral Por parte do responsável pela disciplina: 4 Publicação das notas Por parte do aluno: Solicitação quanto à realização da apresentação oral em segunda chamada mediante requerimento ao responsável pela 5 disciplina do TCC entregue na secretaria do curso, com justificativa e documentação comprobatória com respeito à falta no dia da apresentação programada em primeira chamada Por parte do responsável pela disciplina: 6 Resolução quanto às solicitações de segunda chamada Por parte do aluno: 7 Entrega da monografia ao orientador com vistas a seus comentários e correções Por parte do aluno: 8 Em caso de anuência por parte do orientador, entrega da monografia em formato digital PDF ao Segunda responsável pela disciplina para o reenvio à correspondente comissão de avaliação Chamada Por parte do aluno: 9 Apresentação oral Por parte do responsável pela disciplina: 10 Publicação das notas Por parte do aluno: 11 Em caso de aprovação do aluno, entrega, ao responsável pela disciplina, da versão final da monografia em formato digital PDF bem como o formulário com respeito à disponibilização de conteúdo segundo a lei de direito autoral * O prazo relativo a cada uma da ações será definido pelo responsável pela disciplina em função do calendário acadêmico da UFPE então vigente. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 113 Apêndice C Modelo para a apresentação do Plano de Trabalho correspondente ao Projeto de TCC Universidade Federal de Pernambuco Centro de Tecnologia e Geociências Departamento de Energia Nuclear Disciplina: Projeto de TCC Responsável pela Disciplina: Curso de Graduação: Prof(a) __________________ Engenharia de Energia Período: 20___.__ Local e Data: Recife, ___ de __________ de 20___ Plano de Trabalho Aluno(a):__________________________________________ Matrícula:_________________ Tema do Projeto: ______________________________________________________________ _____________________________________________________________________________ Orientador(a) (e, se for o caso, Coorientador(a)) Proposto(a) e filiação correspondente (por exemplo: Departamento, Centro, Instituição): _____________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________ Orientações: Prezado(a) Aluno(a), atente para o fato de que este Plano de Trabalho não pode superar 5 (cinco) páginas. Por último, mantenha os formatos aqui adotados com respeito a tipo e tamanho de fonte, espaço entre linhas etc. Muito obrigado por seu interesse e atenção! 1. Apresentação e justificativa do tema (Indique a relevância, pertinência e viabilidade do tema) 2. Metodologia e cronograma (Descreva a metodologia e apresente o cronograma de desenvolvimento do trabalho) Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 114 3. Bibliografia (Discrimine entre as referências citadas ao longo deste Plano de Trabalho e as fontes que serão consultadas para a elaboração do projeto, respeitando-se as normas vigentes de citação e referência da ABNT) 4. Termo de aceite do(a) Orientador(a) e, se for o caso, Coorientador(a) (Apresente tal termo com a assinatura do(a) Orientador(a) e Coorientador(a). Por favor, note que a participação de um(a) Coorientador(a) no projeto é opcional) Fulano(a) de tal, CPF XXX.XXX.XXX-XX, Professor(a) do Departamento XXXX, Centro XXXX, Universidade XXXXXX, declara que aceita orientar o projeto proposto pelo(a) aluno(a) Beltrano(a) de tal, cujo tema é XXXXXXXXXXXX, que será desenvolvido durante este período de 20XX.X, como requisito da disciplina EN248 Projeto de Conclusão Graduação (TCC) da Graduação em Engenharia de Energia da UFPE. Link para o CV Lattes de Fulano(a) de tal: ______________________________________ E-mail de Fulano(a) de tal: ______________________________________ Ciclano(a) de tal, CPF XXX.XXX.XXX-XX, com Cargo XXX na Divisão XXXX da Instituição XXXXXX, declara que aceita coorientar o projeto proposto pelo(a) aluno(a) Beltrano(a) de tal, cujo tema é XXXXXXXXXXXX, que será desenvolvido durante este período de 20XX.X, como requisito da disciplina EN248 Projeto de Conclusão Graduação (TCC) da Graduação em Engenharia de Energia da UFPE. Link para o CV Lattes de Ciclano(a) de tal: ______________________________________ (Caso o(a) coorientador(a) não tenha CV Lattes, entregue seu currículo em anexo a este Plano de Trabalho) E-mail de Ciclano(a) de tal: ______________________________________ Para que conste, firma(m) a presente declaração em Recife em XX de XXXX de 20XX. _________________________________ Fulano(a) de tal, CPF: _________________________________ Ciclano(a) de tal, CPF: Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 115 Apêndice D Ficha para a Avaliação do TCC por parte do membro da correspondente comissão Universidade Federal de Pernambuco Centro de Tecnologia e Geociências Departamento de Energia Nuclear Disciplina: EN248 Projeto de Graduação (TCC) Responsável pela Disciplina: Curso de Graduação: Prof(a) ________________ Engenharia de Energia Período: 20___.__ Local e Data: Recife, ___ de __________ de 20___ Ficha de Avaliação Avaliação em Primeira Chamada Segunda Chamada Avaliador(a) e filiação correspondente (por exemplo: Departamento, Centro, Instituição): __________________________________________________________________________ Aluno(a):__________________________________________ Matrícula:_______________ Tema do Projeto: ____________________________________________________________ _________________________________________________________________________ Orientador(a) e, se é o caso, Coorientador(a) e filiação correspondente (por exemplo: Departamento, Centro, Instituição): _________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________ Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 116 Orientações: Prezado(a) avaliador(a), por favor, pontue cada um dos oito itens seguintes com um número inteiro entre 0 e 10, tendo em consideração que a nota concedida por um(a) avaliador(a) na chamada é a média aritmética das notas concedidas por tal avaliador(a) em cada um de tais itens. Ainda, tenha em consideração que, para lograr a aprovação na chamada, o(a) aluno(a) deve responder aos seguintes requisitos: ● em cada um dos oito itens, o(a) aluno(a) deve obter uma média aritmética (entre as notas concedidas pelos avaliadores em tal item) maior ou igual a 5,00; ● o(a) aluno(a) deve obter uma média aritmética final maior ou igual a 7,00 entre as notas concedidas pelos avaliadores na chamada. Muito obrigado por seu interesse e atenção! Sobre a apresentação escrita: a) relevância do tema: _____ b) domínio dos conceitos: _____ c) clareza na exposição escrita: _____ d) discussão e justificativa sobre os resultados: _____ Sobre a apresentação oral: e) coerência com a apresentação escrita: _____ f) domínio dos conceitos: _____ g) clareza na exposição oral: _____ h) respeito ao tempo imposto para a apresentação oral: _____ Nota concedida pelo(a) avaliador(a) na chamada: O(A) avaliador(a) Prof(a) _______________________________________________ concede ao(à) aluno(a) ___________________________________________________________ uma nota de ______________ nesta chamada. Assinatura do(a) Prof(a): ___________________________________ Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 117 Atas das reuniões de Colegiado aprovando as Normas do curso Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 118 Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 119 Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 120 Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 121 Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 122 Anexo 2 Programa dos Componentes Curriculares do Curso de Engenharia de Energia Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 123 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática Cálculo Diferencial MA026 60 0 4 60 1º e Integral 1 Pré-Requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Derivada de funções de uma variável Propriedades básicas das funções de uma variável. Integrais de funções de uma variável. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1a UNIDADE Limites; reta tangente; derivadas; a derivada como taxa de variação; derivadas de funções polinomiais e exponenciais; regras de derivação; derivadas de funções trigonométricas; regra da cadeia; derivação implícita; derivada de funções inversas (em particular, derivadas do logaritmo e das funções trigonométricas inversas.) 2a UNIDADE Taxas relacionadas; o teorema do valor médio e suas aplicações; regra de L’ Hôspital; estudo do comportamento de funções utilizando a primeira e Segunda derivadas; retas assíntotas; esboço de gráficos; problemas de otimização (máximo e mínimos.) 3a UNIDADE Áreas e distâncias; integral definida; Teorema Fundamental do Cálculo; integrais indefinidas; regras de integração; aplicações geométricas. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 124 BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. ÁVILA, G. Cálculo das funções de uma variável. v.1. 7.ed. São Paulo: LTC, 2011. 2. LEITHOLD,L. O cálculo com geometria analítica. v.1. 3.ed. São Paulo: Harbra, 1994. 3. KAPLAN, W. Cálculo avançado. v.1. 1.ed. São Paulo: Edgard Blücher, 1972. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. STEWART, J. Cálculo. v.1. 8.ed. São Paulo: Cengage, 2017. 2. GUIDORIZZI, H.L. Um curso de cálculo. v.1. 5.ed. São Paulo: LTC, 2002. 3. MUNEM, M.A; FOULIS, D.J. Cálculo. v.1. 1.ed. São Paulo: LTC, 1982. 4. ANTON, H.; BIVENS, I.; DAVIS, S. Cálculo. v.1. 8.ed. São Paulo: Bookman, 2007. 5. KAPLAN, W. Cálculo avançado. v.2. 1.ed. São Paulo: Edgard Blücher, 1972. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO MATEMÁTICA ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 125 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática MA036 Geometria Analítica 1 60 0 4 60 1º Pré-Requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Sistemas de coordenadas no plano. A reta, a circunferência, as cônicas, Cálculo vetorial. Coordenadas no espaço. Retas e planos. Mudança de coordenadas (rotação e translação). Relação entre retas e planos. Superfícies quádricas. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1a UNIDADE Apresentação; Coordenadas no plano e no espaço; Distância entre pontos. Vetores no Plano e no espaço; soma; produto escalar e norma; propriedades. Produto escalar; Desigualdade de Cauchy-Schwarz; ângulo entre vetores; paralelismo. Projeção ortogonal; vetores geradores; produto vetorial; cálculo de área. Produto misto; cálculo de volumes. Retas no plano e no espaço; equações paramétricas; equações cartesiana (no plano) e simétrica (no espaço). Planos; equações paramétricas e cartesiana; ângulo entre planos; projeção ortogonal de um ponto sobre um plano. Retas como interseção de dois planos; posições relativas de retas e planos. Cálculo de distâncias: ponto/reta; ponto/plano; reta/plano; plano/plano. Cálculo de distâncias: reta/reta. 2a UNIDADE Circunferências; famílias de circunferências por 1 e 2 pontos; posições relativas de circunferências e retas. Elipse; definição; equações canônicas; translação de eixos; posições relativas de elipses e retas. Parábola: (idem); propriedade refletora. Hipérbole: (idem); assíntotas. Definição unificada das cônicas (propriedade foco diretriz); lugares geométricos. Rotação de eixos; cônicas rotacionadas; equação geral do 2º grau. Coordenadas polares; cônicas em coordenadas polares. 3a UNIDADE Superfícies de revolução. Parametrização de superfícies de revolução. Esferas. Quádricas; rotação de uma cônica em torno de um eixo e simetria; rotação de uma cônica em torno de um eixo qualquer. Outras quádricas. Superfícies cilíndricas. Superfícies cônicas. Obtenção de uma cônica como interseção de um cone com um plano. Coordenadas cilíndricas e esféricas. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 126 BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. LEITHOLD, L. O cálculo com geometria analítica. v.1. 3.ed. São Paulo: Harbra, 1994. 2. BOLDRINI, J. L. Álgebra linear. 1.ed. São Paulo: Harper e Row do Brasil, 1980. 3. DURAND, C. Notas de geometria analítica - curso DMAT. Recife, 1992. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. REIS, G.L. Geometria analítica. 2.ed. São Paulo: LTC, 1996. 2. BOULOS, P; CAMARGO, I. Geometria analítica - um tratamento vetorial. 2.ed. São Paulo: McGraw-Hill, 1987. 3. STEINBRUCH, A. Geometria analítica. 2.ed. São Paulo: McGraw-Hill, 1987. 4. WINTERLE, P. Vetores e geometria analítica. 3.ed. São Paulo: Makron Books, 2000. 5. LIMA, E.L. Geometria analítica e álgebra linear. 1.ed. Rio de Janeiro: SBM-IMPA, 2014. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO MATEMÁTICA ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 127 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática 1 FI006 Física Geral 1 60 0 4 60 1º º º Pré-Requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Movimento em uma dimensão; Vetores; Movimento em um Plano; Dinâmica da Partícula; Trabalho e Energia; Conservação da Energia; Conservação do Momentum Linear; Choques; Cinemática da Rotação; Dinâmica da Rotação. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. MOVIMENTO EM UMA DIMENSÃO: Cinemática da partícula, velocidade média e instantânea, aceleração média e instantânea, movimento unidimensional com aceleração constante, corpos em queda livre e suas equações do movimento. 2. VETORES: Vetores e escalares, adição de vetores, multiplicação de vetores, vetores e as leis da Física. 3. MOVIMENTO EM UM PLANO: Movimento num plano com aceleração constante, movimento de um projétil, movimento circular uniforme, aceleração tangencial no movimento circular uniforme, velocidade e aceleração relativas. 4. DINÂMICA DA PARTÍCULA: Primeira lei de Newton, força e massa, segunda lei de Newton, a terceira lei de Newton, sistemas de unidades mecânicas, as leis de força de atrito, dinâmica do movimento circular uniforme, forças reais e fictícias. 5. TRABALHO E ENERGIA: Trabalho realizado por uma força constante, trabalho realizado por uma força variável, energia cinética, potência. 6. CONSERVAÇÃO DA ENERGIA: Sistemas conservativos e não-conservativos, e energia potencial, massa e energia. 7. CONSERVAÇÃO DO MOMENTUM-LINEAR: Centro de massa, movimento do centro de massa, momentum linear de um sistema de partículas, sistemas de massa variável. 8. CHOQUES: Impulso e momento linear, choques em uma e duas dimensões. 9. CINEMÁTICA DA ROTAÇÃO: Movimento de rotação, grandezas vetoriais na rotação, relação entre a cinemática linear e a angular de uma partícula em movimento circular. 10. DINÂMICA DA ROTAÇÃO: Momento de uma força, momentum angular de uma partícula e de um sistema de partículas, energia cinética de rotação e momento de inércia, movimento combinado de translação e rotação de um corpo rígido, conservação do momentum angular. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 128 BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de física. v.1. 8.ed. São Paulo: LTC, 2009. 2. NUSSENZWEIG, H.M. Curso de física básica. v.1. 5.ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2013. 3. TIPLER, P.; MOSCA, E. Física para cientistas e engenheiros. v.1. 6.ed. São Paulo: LTC, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. SERWAY, R. A.; JEWETT Jr., J. W. Princípios de física. v.1. 5.ed. São Paulo: Cengage Learning, 2013. 2. FEYNMAN, R. P.; LEIGHTON, R. B.; SANDS, M. The Feynman lectures on Physics. 3.ed. v.1. São Paulo: Bookman, 2008. 3. CHAVES, A. Física básica - mecânica. 1.ed. São Paulo: LTC, 2007. 4. NETO, J. B. Mecânica newtoniana, lagrangiana e hamiltoniana. 2.ed. Rio de Janeiro: Livraria da Física Editorial, 2013. 5. KAZUNORI, W. Mecânica clássica. v.1. 2.ed. Rio de Janeiro: Livraria da Física Editorial, 2004. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO FÍSICA ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 129 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática Introdução à Engenharia de EN 30 2 30 1 Energia I Pré-Requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Estrutura e funcionamento da UFPE e do curso de Engenharia de Energia, seu currículo e suas normas. Funções do engenheiro no contexto tecnológico e social. Atribuições profissionais. Ética profissional. Ferramentas de trabalho do Engenheiro de Energia. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1- Apresentação da Universidade 2- Origens da Engenharia 3- Apresentação do Departamento de Energia Nuclear 4- Compreender as principais funções e ferramentas do engenheiro de energia 5- Abranger as principais áreas de atuação do engenheiro de energia. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 130 BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. BAZZO, W. A.; PEREIRA, L. T. V. Introdução à Engenharia – Conceitos, Ferramentas e Comportamentos. Floriaenfnópolis: Editora da UFSC, 2006. 2. Dym, C. L.; Little P.; Orwi; J. E. R.; Spjut E., Tortello, J; de Almeida, R. M. Introdução à Engenharia: Uma Abordagem Baseada em Projeto. 3. ed. Porto Alegre: Bookman, 2010. 3. 3. Cocian, L. F. E. Introdução à Engenharia. Porto Alegre: Bookman, 2016.. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. Holtzapple, M. T. Introdução à Engenharia. Rio de Janeiro: LTC, 2006. 2. Brockman, J. B.; Introdução à Engenharia - Modelagem e Solução de Problemas. Rio de Janeiro: LTC, 2010. 3. Agostinho, M.; Amorelli, D.; Barbosa, S. Introdução à Engenharia. São Paulo: Lexikon, 2015. 4. da Silva, O. R.; delvio V. Introdução à Engenharia de Produção - Conceitos e Casos Práticos. Rio de Jeneiro: LTC, 2016. 5. Dantas, R. A. Engenharia de Avaliações. Uma Introdução à Metodologia Científica. São Paulo: Pini, 2012. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENERGIA NUCLEAR ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 131 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática Introdução à Engenharia de EN 30 2 30 2 Energia II Pré-Requisitos Introdução à Engenharia I Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Estrutura e funcionamento dos laboratórios do Departamento de Energia Nuclear. Funções do engenheiro de energia no contexto científico e extensionista. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1- Vivência prática nos laboratórios do Departamento de Energia Nuclear 2- Apresentações científicas na temática de engenharia de energia 3- Atividades Extensionistas e o Engenheiro de Energia Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 132 BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. BAZZO, W. A.; PEREIRA, L. T. V. Introdução à Engenharia – Conceitos, Ferramentas e Comportamentos. Florianópolis: Editora da UFSC, 2006. 2. Dym, C. L.; Little P.; Orwi; J. E. R.; Spjut E., Tortello, J; de Almeida, R. M. Introdução à Engenharia: Uma Abordagem Baseada em Projeto. 3. ed. Porto Alegre: Bookman, 2010. 3. 3. Cocian, L. F. E. Introdução à Engenharia. Porto Alegre: Bookman, 2016.. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. Holtzapple, M. T. Introdução à Engenharia. Rio de Janeiro: LTC, 2006. 2. Brockman, J. B.; Introdução à Engenharia - Modelagem e Solução de Problemas. Rio de Janeiro: LTC, 2010. 3. Agostinho, M.; Amorelli, D.; Barbosa, S. Introdução à Engenharia. São Paulo: Lexikon, 2015. 4. da Silva, O. R.; delvio V. Introdução à Engenharia de Produção - Conceitos e Casos Práticos. Rio de Jeneiro: LTC, 2016. 5. Dantas, R. A. Engenharia de Avaliações. Uma Introdução à Metodologia Científica. São Paulo: Pini, 2012. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENERGIA NUCLEAR ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 133 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática Geometria Gráfica EG468 30 30 3 60 1º Tridimensional Pré-Requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Representação das formas tridimensionais mais usadas nos principais sistemas de representação gráfica. Desenvolver a capacidade de visualização espacial e a habilidade de expressão, operação e de interpretação gráfica. Com o objetivo de desenvolver a capacidade de visualização espacial e desenvolver a habilidade de expressão, operação e de interpretação gráfica. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Apresentação da disciplina, construção e representação de elementos geométricos, escala e normas técnicas. 2. Considerações sobre diferentes mídias para construção geométrica. 3.Perspectiva Cavaleira. 4.Desenho Isométrico. 5.Sistema Mongeano aplicado ao Desenho Técnico. 6.Verdadeira Grandeza. 7.Métodos descritivos aplicados as vistas auxiliares, verdadeira grandeza, rotações de objeto e mudanças de posição do observador. 8.Seção e Interseção de sólidos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. COSTA, M. D.; COSTA, A. V. Geometria gráfica tridimensional. v.1. 3.ed. Recife: Editora da UFPE, 1996. 2. DUARTE, J. Introdução ao Desenho. Apostila do Curso de Introdução ao Desenho – UFPE – Área II. Disponível em www.areaii.ufpe.br 3. FRENCH, T. E. Desenho Técnico. Rio de Janeiro: Editora Globo, 1978. 4. www.mat.uel.br/geometrica; www.gd.ufrgs.br/hypercal/Indice.html Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 134 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. ZATTAR, I. C. Introdução ao Desenho Técnico. São Paulo: InterSaberes, 2016. 2. PEARSALL, R. Introdução ao Desenho. São Paulo: Estampa, 1995. 3. DEL RIO, V. Introdução ao Desenho Urbano no Processo de Planejamento. São Paulo: Pini, 1985. 4. LACOURT, H. Noções e Fundamentos de Geometria Descritiva. Rio de Janeiro: LTC, 1995. 5. MONTENEGRO, G. Geometria Descritiva: Desenho e Imaginação na Construção do Espaço 3-D. 2 ed. São Paulo: Blucher, 2016. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO EXPRESSÃO GRÁFICA ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 135 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática Cálculo Diferencial MA027 60 0 4 60 2º e Integral 2 Pré-Requisitos MA026 Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA • Funções de várias variáveis • Integrais múltiplas • Aplicações das integrais. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1ª UNIDADE a) Funções de IR2 ou de IR2 a valores reais; Funções de IR2 ou de IR3 a valores vetoriais; Funções de IR a IR2 ou IR3 . b) Gráfico de funções vetoriais. c) Limite e continuidade. d) Derivadas parciais; diferenciabilidade ; derivadas direcionais; gradiente; derivadas de ordem superior. e) Regra da cadeia f) Derivação implícita g) Máximos e mínimos de funções de duas variáveis h) Máximos e mínimos com restrições 2ª UNIDADE a) Integral dupla e interpretação geométrica. b) Mudança de coordenadas. c) Integral tripla e interpretação geométrica. d) Mudança de coordenadas. 3ª UNIDADE a) Integral simples: cálculo de comprimento de arco, cálculo de área e volumem de superfície de revolução. Integrais impróprias. b) Integral dupla: cálculo de volumem, centro de massa, momento de inércia. Integral tripla: cálculo de volumem, centro de massa, momento de inércia. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 136 BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. GUIDORIZZI, H.L. Um curso de cálculo. v.2. 5.ed. São Paulo: LTC, 2002. 2. LEITHOLD, L. O cálculo com geometria analítica. v.2. 3.ed. São Paulo: Harbra, 1994. 3. KAPLAN, W. Cálculo avançado. v.1. 1.ed. São Paulo: Edgard Blücher, 1972. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. STEWART, J. Cálculo. v.2. 8.ed. São Paulo: Cengage, 2017. 2. MUNEM, M.A; FOULIS, D.J. Cálculo. v.2. 1.ed. São Paulo: LTC, 1982. 3. ANTON, H.; BIVENS, I.; DAVIS, S. Cálculo. v.2. 8.ed. São Paulo: Bookman, 2007. 4. KAPLAN, W. Cálculo avançado. v.2. 1.ed. São Paulo: Edgard Blücher, 1972. 5. ÁVILA, G. Cálculo das funções de uma variável. v.2. 7.ed. São Paulo: LTC, 2011. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO MATEMÁTICA ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 137 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teorica Prática 2 FI007 Física Geral 2 60 0 4 60 2º º Pré-Requisitos FI006 Co-Requisitos MA027 Requisitos C.H. EMENTA Gravitação; Fluidos; Movimento Oscilatório; Ondas; Superposição e Interferência de Ondas Harmônicas; Termologia; Teoria Cinética dos Gases; Leis da Termodinâmica. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. GRAVITAÇÃO: Campo e energia potencial gravitacional, movimento planetário e de satélites. 2. FLUÍDOS: Fluidos, pressão e densidade, princípio de Pascal e Arquimedes, escoamento de fluidos, equação de Bernoulli. 3. MOVIMENTO OSCILATÓRIO: Oscilações, movimento harmônico simples, superposição de movimentos harmônicos, movimento harmônico amortecido, oscilações forçadas e ressonância. 4. ONDAS: Ondas mecânicas, ondas acústicas, propagação e velocidade de ondas longitudinais, ondas longitudinais estacionárias, sistemas vibrantes e fontes sonoras. 5. SUPERPOSIÇÃO E INTERFERÊNCIA DE ONDAS HARMÔNICAS: Batimentos, análise e síntese harmônica, pacote de ondas, dispersão. 6. TERMOLOGIA: Temperatura, equilíbrio térmico, calor, quantidade de calor e calor específico. Mudanças de fase e calor latente, a transferência de calor. 7. LEIS DE TERMODINÂMICA: Calor e trabalho, primeira lei da Termodinâmica, transformações reversíveis e irreversíveis, o ciclo de Carnot, a segunda lei da Termodinâmica, entropia, processos reversíveis e irreversíveis. 8. TEORIA CINÉTICA DOS GASES: Gás ideal, descrição macroscópica e definição microscópica, cálculo cinético da pressão, interpretação cinemática da temperatura, entropia e desordem, equação de estado de Van der Waals. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. HALLIDAY, D; RESNICK, R; WALKER, J. Fundamentos de Física. v.2. 8.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009. 2. NUSSENZVEIG, H. M. Curso de Física Básica. v.2. São Paulo: Blücher, 1997. 3. TIPLER, P.; MOSCA, G. Física para Cientistas e Engenheiros. v.1. 6.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 138 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. SERWAY, R. A.; JEWETT, J. W. Jr. Princípios de Física. São Paulo: Thomson, 2005. v.2. 2. FEYNMAN, R. P.; LEIGHTON, R. B.; SANDS, M. The Feynman Lectures on Physics. v.1. New York: Bookman, 2008. 3. CHAVES, A. Física Básica – Gravitação, Fluidos, Ondas e Termodinâmica. 1.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007. 4. Alonso, M.; Finn, E. Física: um Curso Universitário - Campos e Ondas (Volume 2). São Paulo: Blucher, 2015. 5. Tipler, P. A. Física Moderna. Rio de Janeiro: LTC, 2010. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO FÍSICA ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 139 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática QF001 Química Geral 1 60 0 4 60 2º Pré-Requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Termodinâmica química. Equilíbrio químico; Equilíbrio em solução aquosa; equilíbrio ácido-base; equilíbrio de solubilidade; reações de oxidação-redução; Eletroquímica: células galvânicas; células eletrolíticas; corrosão; cinética química: leis de velocidade; mecanismo de reação; catálise. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO I – TERMODINÂMICA ● Sistemas; Energia e Trabalho; Calor; A Primeira Lei da Termodinâmica. ● Funções de Estado; Trabalho de expansão; A medida de calor. ● Entalpia; Capacidades caloríficas dos gases; Variações de entalpia em mudanças de fases. ● Curvas de aquecimento; Entalpias de reação; Entalpias-padrão de formação. ● Entropia e desordem; Variações de entropia;. ● A terceira lei da termodinâmica; Entropias-padrão molares ● Variação total de entropia; A segunda lei da termodinâmica; Equilíbrio. ● Energia livre de reação; Energia livre e trabalho não-expansivo; O efeito da temperatura. II – EQUILÍBRIO QUÍMICO ● Pressão de vapor; Volatilidade; Ebulição; Congelamento e fusão; Diagramas de fase. ● Reversibilidade das reações; Termodinâmica e Equilíbrio Químico ● Constante de Equilíbrio; Equilíbrio Heterogêneo ● Usando a constante de equilíbrio; A resposta do equilíbrio às mudanças nas condições. ● Catalisadores e as realizações de Haber. ● Equilíbrios em fase aquosa: equilíbrio ácido-base; indicadores ácido-base; Tampão. ● Equilíbrios de solubilidade; Produto de solubilidade; Íon comum; Prevendo a precipitação. III – ELETROQUÍMICA E CINÉTICA QUÍMICA ● Reações redox; Células Galvânicas; Potencial de célula e energia livre. ● Potenciais-padrão de eletrodo; Potenciais-padrão e constantes de equilíbrio. ● Equação de Nernst; Corrosão. ● Eletrólise; Células eletrolíticas; Potencial necessário para eletrólise. ● Produtos da eletrólise; Lei de Faraday da eletrólise. ● Velocidades de reação; Concentração e velocidade de reação. ● Velocidade instantânea de reação; Leis de velocidade e ordem de reação Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 140 ● Leis de velocidade integrada de primeira e segunda ordem; Tempo de meia-vida. ● Modelos de reações; Efeito da temperatura; Teoria das colisões; Teoria do complexo ativado Mecanismos de reação; Reações elementares; Velocidades e equilíbrio; Catálise. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. ATKINS, P.; JONES, L. Princípios de Química. Porto Alegre: Artmed Editora Ltda, 2001. 2. BROWN, T. L.; LEMAY, H. E.; BURSTEN, B. E. Química: Ciência Central. 9.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2005. 3. KOTZ. J. C.; TREICHEL, P. Química Geral e Reações Químicas. v .1. e 2. 9.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2015. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. ZUMDAHL, S. S.; DECOSTE, D. J. Chemical Principles. 8.ed. Pacific Grove: Brooks/Cole, 2016. 2. LEFROU, C.; FABRY, P.; POIGNET, J-C. Electrochemistry - The Basics With Examples. New York: Springer, 2012. 3. DE NEVERS, N. Physical and Chemical Equilibrium for Chemical Engineers. 2.ed. New Jersey: John Wiley & Sons, 2012. 4. SONNTAG, V. W.; BORGNAKKE. Fundamentals of Thermodynamics. New Jersey: John Wiley & Sons, 2002. 5. STEINGELD, J. I.; FRANCISCO, J. S.; HASE, W. L. Chemical Kinetics and Dynamics. 2.ed. Upper Saddle River: Pearson, 1998. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO QUÍMICA ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 141 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática MA046 Álgebra Linear 1 60 0 4 60 2º Pré-Requisitos MA036 Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Matrizes e sistemas lineares. Noção de espaço vetorial, subespaço, bases, dimensão. Transformações lineares, operadores, autovalores e autovetores, diagonalização Produto escalar. Operadores simétricos e ortogonais. Aplicação a quádricas e a sistemas de equações diferenciais. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Revisão de matrizes, sistemas de equações lineares, matriz associada, operações elementares, redução e forma escada. Posto e nulidade, soluções de sistemas. Determinantes, desenvolvimento de Laplace por linhas ou colunas, propriedades, características. Regra de Cramer, matrizes elementares, cálculo da inversa. Espaços vetoriais, subespaços, combinação linear, subespaço gerado. Dependência linear, bases e dimensão. Transformações lineares, núcleo e imagem, injetividade, subjetividade, isomorfismo. Matriz de transformação linear, mudança de base. Autovalores e autovetores. Diagonalização de operações, vibrações. Produto interno, projeção e base ortogonal. Complemento ortogonal, operadores e matrizes ortogonais, rotação. Diagonalização de operadores autoadjuntos. Quádricas. Sistemas de equações diferenciais lineares. Potência e exponencial de matrizes. Tópicos adicionais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. HOFFMAN, K.; KUNZE, R. Álgebra Linear. 21.ed. Rio de Janeiro: LTC, 1979. 2. LAWSON, T. Álgebra Linear. 1.ed. São Paulo: Edgar Blücher Ltda, 1997. Tradução Elza F. Gomide. 3. LAY, D. C. Álgebra Linear e suas aplicações. 2.ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. STEINBRUCH, A. Álgebra Linear. Rio de Janeiro: Makron, 1987. 2. BOLDRINI, J. L. Álgebra Linear. 3.ed. São Paulo: Harbra, 1986. 3. LIMA, E. L. Álgebra Linear, 1.ed. Rio de Janeiro: IMPA, 2014. Coleção Projeto Euclides. 4. HOWARD, A. Álgebra Linear com Aplicações. 10.ed. Porto Alegre: Bookman, 2012. 5. LIPSCHUTZ, S.; LIPSON, M. Álgebra Linear. 4.ed. Porto Alegre: Bookman, 2011. Coleção Schaum. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO MATEMÁTICA ENGENHARIA DE ENERGIA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 142 ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática IF165 Computação Eletrônica 30 30 3 60 2º Pré-Requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Computadores e computação; Programação e Extensões. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Conteúdos: Os elementos básicos de programação ensinados pela disciplina são: itens fundamentais, como constantes e variáveis; expressões aritméticas, lógicas e literais; comandos de atribuição, de entrada e de saída; estruturas sequencial, condicional e de repetição; manuseio de variáveis compostas homogêneas e heterogêneas; apontadores; arquivos binários e do tipo texto; modularização, que inclui a utilização das ferramentas: função e procedimento. I Unidade 1. COMPUTADORES E COMPUTAÇÃO. Informatização da sociedade; descrição do computador; formas de comunicação; Hardware e Software de computadores. II Unidade 2. PROGRAMAÇÃO. Conceito de Algoritmo; tipo de dados (constantes, variáveis, vetores, matrizes e registros); operadores; funções embutidas e expressões; atribuição; entrada e saída; decisão (If-then-else); repetição(While, Repeat, For); (aplicações com vetores com duas ou mais dimensões); procedimentos e funções; arquivos. III Unidade 3. EXTENSÕES. Case; With; Set; Recursão; Apontadores; etc. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 143 BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. BROOKSHEAR, J. G. Ciência da Computação: Uma Visão Abrangente. 7.ed. Porto Alegre: Bookman, 2004. 512 p. 2. FARRER, H.; BECKER, C. G.; FARIA, E.C.; CAMPOS FILHO, F. F.; DE MATOS, H. F.; DOS SANTOS, M. A.; MAIA, M. L. Pascal Estruturado. 3.ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999. 279 p. 3. GRILLO, M. C. A. Turbo Pascal 5.0 e 5.5. 2.ed. Rio de Janeiro: LTC, 1991. 396 p. 4. EVARISTO, J. Aprendendo a programar: Programando em turbo pascal. Maceió: EDUFAL, 1996. 225 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. JENSEN, K; WIRTH, N. Pascal: User Manual and Report. 2.ed. New York: Springer, 1978. 167 p. 2. GUERREIRO, P. J. V. D. PASCAL - Técnicas de Programação. Lisboa: FCA, 2010. 776 p. 3. GRILLO, M. C. A. Turbo Pascal. 2.ed. Rio de Janeiro: LTC, 1988. 311 p. 4. KERNIGHAN, B. W.; RITCHIE, D. M. C. A linguagem de programação: padrão ANSI. Rio de Janeiro: Elsevier, 1989. 289 p. 5. WEISKAMP, K. Turbo PASCAL: Covers Through Version 6.0. New York: John Wiley & Sons, 1991. 368 p. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 144 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática FI021 Física Experimental 1 0 45 1 45 2º Pré-Requisitos FI006 Co-Requisitos FI007 Requisitos C.H. EMENTA Métodos de obtenção e análise de dados experimentais: medições e incertezas, tratamento estatístico de medidas, gráficos, regressão linear. Experimentos sobre: conservação de momentum linear e de energia, oscilações, ondas, ressonância, hidrodinâmica e termodinâmica. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO • MEDIÇÕES E INCERTEZAS: utilização de diversos instrumentos de medida e determinação de suas incertezas. Cálculo da incerteza de medidas indiretas. Noções de tratamento estatístico de grandes conjuntos de medidas. • GRÁFICOS E AJUSTE LINEAR (os tópicos descritos a seguir poderão ser abordados em cada prática conforme a necessidade): representação gráfica nas escalas linear, logarítmica e semi- logarítmica, ajuste linear de dados experimentais (método dos quadrados mínimos). • COLISÕES: experimentos envolvendo conservação do momento linear, conservação da energia, colisões elásticas e inelásticas. • OSCILAÇÕES E RESSONÂNCIA: experiências com osciladores harmônicos simples, ondas mecânicas em cordas e/ou membranas, ressonâncias de uma corda esticada. • FLUIDOS: medições de densidade e viscosidade de líquidos, experimentos em hidrodinâmica. • TERMODINÂMICA: Experimentos em transporte térmico, medições do calor específico de metais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. Notas de curso elaboradas pela equipe e disponibilizadas em sítio da internet divulgado no início do semestre. 2. HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; Walker, J. Fundamentos de Física. v.1. e 2. 8.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009. 3. NUSSENZVEIG, H. M. Curso de Física Básica. v.1. e 2. São Paulo: Blücher, 1997. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 145 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. SERWAY, R. A.; JEWETT Jr., J. W. Princípios de Física. v.1. e 2. São Paulo: Thomson, 2005. 2. FEYNMAN, R. P.; LEIGHTON; R.B.; SANDS, M. The Feynman Lectures on Physics. v.2. Porto Alegre: Bookman, 2008. 3. CHAVES, A. Física Básica – Eletromagnetismo. 1.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007. 4. Tipler, P. A. Física. Eletricidade E Magnetismo, Ótica - Volume 2. Rio de Janeiro: LTC, 2006. 5. Alonso, M.; Finn, E. Física: um Curso Universitário - Campos e Ondas (Volume 2). São Paulo: Blucher, 2015. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO FÍSICA ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 146 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática MA128 Cálculo Diferencial e Integral 3 60 0 4 60 3º Pré-Requisitos MA036 MA027 Co-Requisitos MA046 Requisitos C.H. EMENTA Integrais de linha e de superfície. Teoremas de Green, Gauss e Stokes. Sequências e séries. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1a UNIDADE: INTEGRAL DE LINHA a) Revisão dos conceitos de funções de várias variáveis, campos vetoriais e parametrização de Curvas. b) Integral de linha (de função escalar e de campo vetorial): Definição, interpretação física e Exemplos. c) Teorema de Green: Demonstração dos casos simples e aplicações. d) Campos conservativos. e) Campos conservativos e campos de forças centrais. 2a UNIDADE: INTEGRAL DE SUPERFÍCIE a) Parametrização de superfícies. b) Integral de superfícies (de função escalar e de função vetorial): Definição e aplicações c) Teorema de Stokes. d) Teorema de Gauss. 3a UNIDADE: SÉRIES DE POTÊNCIAS a) Séries de potências b) Critérios de convergência e divergência. c) Séries de Taylor. d) Aplicações Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 147 BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. PINTO, D.; FERREIRA, M. Cálculo diferencial e integral de funções de várias variáveis. Rio de Janeiro: UFRJ, 2005. 2. ÁVILA, G. S. S. Cálculo – Funções de várias variáveis. v.3. 4.ed. Rio de Janeiro: LTC, 1987. 3. SCHEY, H. M. Div, Grad, Curl and All That: An Informal Text On Vector Calculus. 4.ed. New York: W. W. Norton & Company, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. STEWART, J. Cálculo. v.2. 8.ed. São Paulo: Cengage. 2. MUNEM, M. A. M.; FOULIS, D. J. Cálculo. v.2. Rio de Janeiro: LTC, 1982. 3. KAPLAN, W. Cálculo Avançado. v.2. São Paulo: Edgar Blucher, 1972. 4. GUIDORIZZI, H. L. Um Curso de Cálculo. v.2. 5.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2001. 5. ANTON, H.; BIVENS, S.L.; DAVIS, I. C. Cálculo. v.2. Porto Alegre: Bookman, 2007. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO MATEMÁTICA ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 148 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática FI108 Física Geral 3 60 0 4 60 3º Pré-Requisitos FI007 Co-Requisitos MA128 Requisitos C.H. EMENTA Carga e campo elétrico, lei de Gauss, potencial elétrico, capacitância e dielétricos, circuitos elétricos, campo magnético, lei de Ampère, indução eletromagnética, oscilações eletromagnéticas, equações de Maxwell e magnetismo da matéria CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. CAMPO ELÉTRICO: Carga elétrica, condutores e isolantes, lei de Coulomb, Conservação da carga elétrica, quantização da carga, linhas de força, cálculo de campos elétricos, dipolo elétrico, lei de Gauss, condutor isolado. 2. POTENCIAL ELÉTRICO: Relação com o campo elétrico, energia potencial elétrica. 3. CAPACITÂNCIA E DIELÉTRICOS: Capacitores, energia armazenada em um capacitor, ação de um campo elétrico sobre dielétricos, visão microscópica dos dielétricos, propriedades elétricas dos dielétricos. 4. CIRCUITOS ELÉTRICOS: Corrente elétrica, densidade de corrente elétrica, resistência, resistividade e condutividade elétrica, lei de Ohm, visão microscópica, transferência de energia em um circuito elétrico, força eletromotriz, leis de Kirchhoff. 5. CAMPO MAGNÉTICO: Força magnética sobre uma carga elétrica e sobre uma corrente elétrica, torque sobre uma espira de corrente, dipolo magnético, efeito Hall. 6. LEI DE AMPÈRE: Lei de Biot-Savart, linhas de indução, campo magnético gerado por corrente elétrica, forças entre duas correntes paralelas, lei de Ampère, solenóide, bobina e toróide. 7. INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA: Lei de Faraday, lei de Lenz, campos elétricos induzidos, indutância, força eletromotriz auto-induzida, circuito RL, energia armazenada em um campo magnético. 8. OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS E CORRENTE ALTERNADA: Oscilações livres em um circuito LC, oscilações amortecidas em um circuito RLC, circuitos AC, oscilações forçadas em circuitos, impedância, ressonância em circuitos AC, transformadores. 9. EQUAÇÕES DE MAXWELL E O MAGNETISMO NA MATÉRIA: Corrente de deslocamento, as equações de Maxwell, momento dipolar Magnético orbital e de spin, propriedades magnéticas dos materiais. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 149 BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de Física. . v.3. 8.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009. 2. NUSSENZVEIG, H. M. Curso de Física Básica. . v.3. São Paulo: Blücher, 1997. 3. TIPLER, P.; MOSCA, G. Física para Cientistas e Engenheiros. . v.2. 6.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. SERWAY, R. A.; JEWETT Jr., J. W. Princípios de Física. v.3. São Paulo: Thomson, 2005. 2. FEYNMAN, R. P.; LEIGHTON; R.B.; SANDS, M. The Feynman Lectures on Physics. v.2. Porto Alegre: Bookman, 2008. 3. CHAVES, A. Física Básica – Eletromagnetismo. 1.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007. 4. Tipler, P. A. Física. Eletricidade E Magnetismo, Ótica - Volume 2. Rio de Janeiro: LTC, 2006. 5. Alonso, M.; Finn, E. Física: um Curso Universitário - Campos e Ondas (Volume 2). São Paulo: Blucher, 2015. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO FÍSICA ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 150 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática IF215 Cálculo Numérico 60 0 4 60 3º Pré-Requisitos IF165 MA027 Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Noções de aritmética de máquina; zeros de funções; sistemas de equações Lineares; ajustamento; interpolação polinominal; integração numérica. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO NOÇÕES DE ARITMÉTICA DE MÁQUINA • Erros absolutos e relativos; • Arredondamento e truncamento; • Aritmética de ponto flutuante. ZEROS DE FUNÇÕES • Métodos de quebra – bisseção / falsa posição; • Método de ponto fixo – iterativo linear / • Newton-Raphson; • Métodos de múltiplos passos – secantes. SISTEMAS DE EQUAÇÕES LINEARES • Métodos diretos – Cramer / eliminação de Guauss; • Refinamento de solução; • Sistemas mal condicionados; • Métodos iterativos – Jacobi/Gauss-Seidel; • Estudo da convergência. AJUSTAMENTO • Métodos dos mínimos quadrados; • Aplicações. INTERPOLAÇÃO POLINOMIAL • Existência e unicidade do polinômio • Interpolador; • Polinômio interpolador de: • Lagrange; • Newton; • Gregory-Newton; • Estudo do erro. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 151 INTEGRAÇÃO NUMÉRICA • Métodos de Newton_Cotes; • Trapézios; • Simpson; • Estudo do erro. EQUAÇÕES DIFERENCIAIS ORDINÁRIAS • Métodos de Euler; • Métodos de Runge-Kutta; • Estudo do erro. 1. SANTOS, J. D.; DA SILVA, Z. C. Métodos Numéricos. 3.ed. Recife: Edufpe, 2010. 2. CHAPRA, S. C.; CANALE, R. P. Métodos Numéricos para Engenharia. Cidade do México: McGraw- Hill Interamericana, 2008. 3. FRANCO, N. M. B. Cálculo Numérico. Rio de Janeiro: Prentice Hall Brasil, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. BARROSO, L. C. Cálculo Numérico com Aplicações. 2.ed. Recife: Harbra, 1987. 2. BOYCE, W. E. Equações Diferenciais Elementares e Problemas de Valores de Contorno. 9.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2010. 3. BURIAN, R.; DE LIMA, A. C.; HETEM Jr., A. Cálculo Numérico. Rio de Janeiro: LTC, 2007. 4. PAZA, A. P.; TÁRCIA, J. H. M.; PUGA, L. Z. Cálculo Numérico. 2.ed. São Paulo: LCTE, 2012. 5. RUGGIERO, M. A. G.; LOPES, V. L. R. Cálculo Numérico: Aspectos Teóricos e Computacionais. 2.ed. Rio de Janeiro: Makron Books, 1996. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 152 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Semanal Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática ET625 Estatística 1 60 0 4 60 3º. Pré-Requisitos MA027 Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Probabilidade: conceitos básicos, definição axiomática, probabilidade da união, probabilidade condicional. Variáveis aleatórias discretas e contínuas, valor esperado e variância. Principais distribuições de probabilidade. Valor Esperado. Variância. Distribuição geométrica, Pascal, Hipergeométrica. Distribuições de Poisson. Variáveis Aleatórias Contínuas: Distribuições Uniforme. Distribuição Normal e t-Student. Análise exploratória de dados: distribuição de freqüência, medidas de centralidade e de dispersão, assimetria e curtose. Box – Plot. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Unidade I: Paul Mayer ● Apresentação. Conjuntos. Experimento Aleatório. Espaço Amostral. Eventos. Frequência Relativa. Definições de Probabilidade. ● Princípio da inclusão-exclusão. Espaços Amostrais Finitos. Métodos de Enumeração. ● Probabilidade Condicional. Teorema de Bayes. Teorema da Probabilidade Total. Eventos Independentes. ● Variáveis Aleatórias Unidimensionais Discretas e Contínuas. Variáveis Aleatórias Bidimensionais Discretas. Distribuições de Probabilidade Marginal,Variáveis Aleatórias Independentes. Unidade II: Paul Mayer/ Mongomey&Runger ● Valor Esperado. Valor Esperado de Função de Variável Aleatória. Propriedades do Valor Esperado. ● Variância. Variância de Função de Variável Aleatória. Propriedades da Variância. Correlação. Variáveis Aleatórias Discretas: Distribuições de Bernoulli e Binomial. ● Distribuição geométrica, Pascal, Hipergeométrica. Distribuições de Poisson. ● Hipergeométrica: aproximações com a Binomial. Teorema de Poisson. Variáveis Aleatórias Contínuas: Distribuições Uniforme. ● Distribuição Normal e t-Student. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 153 Unidade III: Bussab e Morettin/Marcília et al. ● Análise Exploratória de Dados: Distribuições de Frequências, Medidas de Posição. ● Medidas de Dispersão, quartis, Box-plot, População e Amostra. Amostragem Aleatória Simples. Definições de Estatísticas e Parâmetros. Estimação de Parâmetros. Propriedades de Estimadores. ● Estimadores Pontuais para Média, Desvio Padrão e Proporção. Teorema do Limite Central. Distribuições Amostrais da Média e da Proporção. ● Intervalos de Confiança para Média (variância conhecida e desconhecida) e para Proporção Populacionais. ● Testes de Hipóteses. Formulação. Erros do Tipo I e do Tipo II. Testes para Média (variância conhecida e desconhecida) e para Proporção Populacionais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. MEYER, P. L. Probabilidade: Aplicações a Estatística, 2.ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1983. 2. BUSSAB, W. O.; MORETTIN, P. A. Estatística Básica, 6.ed. São Paulo: Saraiva, 2010. 3. MAGALHÃES, M. N.; DE LIMA, A. C. Noções de Probabilidade e Estatística, 2.ed. São Paulo: IME-USP, 2000. 4. CAMPOS, M.; RÊGO, L.; MENDONÇA, A. Métodos Probabilísticos e Estatísticos, Rio de Janeiro: LTC, 2017. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. MURRAY R.; SPIEGEL, J; SCHILLER, J.; SRINIVASAN, R. A. Probabilidade e Estatística, 3.ed. Porto Alegre: Bookman, 2013. Coleção Schaum. 2. MONTGOMERY, D. C.; RUNGER, G. C. Estatística Aplicada e Probabilidade para Engenheiros, 5.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2012. 3. ROSS, S. M. Introduction to Probability and Statistics for Engineers and Scientists, 4.ed. San Diego: Elsevier Academic Press, 2009. 4. SHELDON M.; ROSS, A. First Course in Probability, 8.ed. Upper Saddle River: Pearson Prentice Hall, 2010. 5. KELLE, W. M.; DONNELLY JR., R. A. The Humongous Book of Statistics Problems, New York: Alpha Books, 2009. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 154 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Nº. de C. H. Global Período Código Nome Créditos Teórica Prática EN230 Energia e Meio Ambiente 60 0 4 60 3º Requisitos Pré-Requisitos Co-Requisitos C.H. EMENTA Problemas ambientais. Tecnologia sustentável. Problemas de implementação. Sociedade sustentável. Efeitos ambientais do uso de combustíveis fósseis. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Problemas ambientais: tecnologia e sociedade; energia e ambiente; tecnologia sustentável. 2. Tecnologia sustentável: tecnologia verde; a alternativa nuclear; energias renováveis; estratégia de energias renováveis. 3. Problemas de implementação: partindo para o verde; estudo de casos (reações públicas); aceitação pública. 4. Sociedade sustentável: desenvolvimento sustentável; a perspectiva global; o futuro sustentável. 5. Efeitos ambientais do uso de combustíveis fósseis. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. BRAGA, B. Introdução à engenharia ambiental. 2.ed. São Paulo: Person Prentice Hall, 2005. ISBN 8576050412. 2. GOLDEMBERG, J.; LUCON, O. Energia, meio ambiente e desenvolvimento. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2008. 3. HINRICHS, R. A.; KLEINBACH, M. Energia e meio ambiente. Cengage Learning Editores, 2003. ISBN 8522103372. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 155 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. ELLIOTT, D. Energy, society and environment. Routledge, 2004. ISBN 1134407025. 2. EVERETT, R. et al. Energy systems and sustainability: Power for a sustainable future. Oxford Univerity Press, 2012. ISBN 0199593744. 3. HUMPHREY, C. R.; BUTTEL, F. H.; LEWIS, T. L. Environment, energy, and society: A new synthesis. Wadsworth/Thomson Learning, 2005. ISBN 0534579558. 4. PIMENTEL, D.; PIMENTEL, M. H. Food, energy, and society. CRC press, 2007. ISBN 1420046683. 5. RISTINEN, R. A.; KRAUSHAAR, J. J.; BRACK, J. T. Energy and the Environment. London: John Wiley, 2006. ISBN 0471739898. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENERGIA NUCLEAR ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 156 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática Cálculo Diferencial MA129 60 0 4 60 4º e Integral 4 Pré-Requisitos MA128 Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Equações diferenciais ordinárias de 1a ordem e aplicações. Equações diferenciais lineares de 2a ordem e aplicações. Transformada de Laplace. Séries de Fourier e aplicações às Equações Diferenciais Parciais CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1ª UNIDADE: ● Conceitos introdutórios e classificação das equações diferenciais. Equações diferenciais de primeira ordem. Obtenção de soluções de equações lineares, separáveis, exatas, não exatas com fatores integrantes simples, etc... Algumas aplicações das equações de primeira ordem. Equações diferenciais de Segunda ordem, propriedades gerais das soluções, solução das homogêneas com coeficientes constantes. (Isto corresponde aos seguintes parágrafos do livro texto: 1.1, 1.2, 2.1 a 2.10 e 3.1 a 3.5) 2ª UNIDADE: ● Equações lineares não homogêneas, método dos coeficientes a determinar e método da variação dos parâmetros. Estudo introdutório das oscilações lineares e forçadas. Transformada de Laplace, propriedades fundamentais, e utilização para resolução de equações diferenciais. (Isto corresponde aos seguintes parágrafos do livro texto: 3.6 a 3.9 e 6.1 a 6.6). 3ª UNIDADE: ● Equação do calor. Método de separação de variáveis. Séries de Fourier, propriedades básicas e aplicações. Equação da onda, vibrações em uma corda elástica. Equação de Laplace. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. BOYCE, W. E.; DIPRIMA, R. C. Equações diferenciais elementares e problemas de valores de contorno. 10.ed. LTC, 2015. 2. GUIDORIZZI, H. L. Um curso de cálculo, v.4. 5.ed. LTC, 2002. 3. KREYSZIG, Erwin. Matemática superior para engenharia, v.1. 9.ed. LTC, 2009. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 157 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. ANTON, H. Cálculo, um novo horizonte. v.2. 6.ed. Bookman, 2000. 2. BRONSON, R.; COSTA, G. Equações Diferenciais. 3.ed. Bookman, 2008. Coleção Schaum. 3. DIACU, F. Introdução a equações diferenciais: teoria e aplicações. LTC, 2004. 4. POLYANIN, A. D. Handbook of Linear Partial Differential Equations for Engineers and Scientists. 1.ed. Chapman and Hall/CRC, 2001. 5. WREDE, R. C. Teoria e problemas de cálculo avançado. 2.ed. Bookman, 2004. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO MATEMÁTICA ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 158 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática FI109 Física Geral 4 60 0 4 60 4º Pré-Requisitos FI108 Co-Requisitos MA129 Requisitos C.H. EMENTA Ondas eletromagnéticas, luz, ótica geométrica, ótica física, teoria da relatividade restrita e conceitos básicos de física quântica. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. ONDAS ELETROMAGNÉTICAS: descrição de um onda eletromagnética, o vetor de Poynting, reflexão, refração e polarização. 2. LUZ: Onda ou partícula, velocidade da luz, espectro eletromagnético, princípio de Fermat, reflexão, refração, polarização da luz. 3. ÓTICA GEOMÉTRICA: Espelho plano, espelhos esféricos, lentes, formação de imagens por refração. 4. ÓTICA FÍSICA: Natureza ondulatória da luz, interferência com duas ou mais fontes, modelo vetorial para a adição de ondas harmônicas, difração, figuras de difração. 5. TEORIA DA RELATIVIDADE RESTRITA: Postulados de Einstein, dilatação do tempo, contração do comprimento, conceito de simultaneidade, transformação de Lorentz, momento relativístico, energia relativística, massa e energia. 6. CONCEITOS BÁSICOS DE FÍSICA QUÂNTICA: Radiação do corpo negro e a teoria de Planck, efeito fotoelétrico, efeito Compton, dualidade onda-partícula, e princípio da incerteza. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de física. v.4. 10.ed. São Paulo: LTC, 2016. 2. NUSSENZVEIG, H. M. Curso de física básica - Ótica, relatividade e física quântica. v.4. 2.ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2014. 3. SERWAY, R. A.; JEWETT JR, J. W. Princípios de Física – Óptica e Física Moderna. v.4. ed. Cengage Learning, 2014. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 159 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. CARUSO, F.; OGURI, V. Física Moderna. Origens Clássicas e Fundamentos Quânticos. 2.ed. LTC, 2014. 2. FEYNMAN, R. P. Lições de Física de Feynman. 1.ed. Bookman, 2008. 3. TIPLER, P. A.; LLEWELLYN, R. A. Física moderna. 6.ed. LTC, 2014. 4. TIPLER, P. A; MOSCA, G. Física para cientistas e engenheiros. v.1. 6.ed. São Paulo: LTC, 2009. 5. YOUNG, H. D.; FREEDMAN, R. A. Física IV - Ótica e Física Moderna. v.4. 14.ed. Pearson, 2016. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO MODELO ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 160 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática FI122 Física Experimental 2 0 45 1 45 4º Pré-Requisitos FI108 FI021 Co-Requisitos FI109 Requisitos C.H. EMENTA Experimentos nas áreas de Eletromagnetismo e Ótica em nível ensinado nos cursos de graduação CONTEÚDO PROGRAMÁTICO • ELETROMAGNETISMO: Experimentos básicos que exploram a utilização de instrumentos de medidas elétricas para a investigação de fenômenos elementares de eletromagnetismo. É ensinado a utilização correta de osciloscópios, multímetros, fontes de tensão CC, geradores de sinais, etc. São investigados os seguintes fenômenos: (i) As características corrente vs. tensão de elementos ôhmicos (resistores comerciais) e não ôhmicos (diodos e filamento de lâmpadas incandescentes). (ii) Respostas nos regimes do tempo e da frequência de circuitos simples contendo Resistores, Capacitores e Indutores. (iii) Conceitos de fase, diferença de fase entre corrente e tensão, impedância, reatância capacitiva e indutiva. (iv) Os conceitos de funções de transferência de filtros passa-baixa, passa-alta e passa-banda incluindo incluindo fase e amplitude em função da frequência. (v) Utilização de diodos de retificação e filtragem utilizando capacitores. • ÓTICA: Experimentos básicos que exploram conceitos de propagação de luz, incluindo a utilização de componentes ópticos elementares tais como: lentes, espelhos, peças de acrílico, lasers e fontes de luz não coerentes. São investigados os seguintes fenômenos: (i) Propagação, reflexão e refração de luz no regime de ótica geométrica; (ii) Polarização e métodos de polarização da luz; (iii) Fenômenos de interferência e difração da luz; (iv) Utilização do interferômetro de Michelson e construção de instrumentos óticos simples tais como telescópios e microscópios. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de física. v.3. 10.ed. São Paulo: LTC, 2016. 2. HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de física, v.4. 10.ed. São Paulo: LTC, 2016. 3. NUSSENZVEIG, H. M. Curso de física básica –Eletromagnetismo. v.3. 2.ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2014. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 161 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. HOROWITZ, P.; HILL, W. The Art of Electronics. 3.ed. Cambridge University Press, 2015. 2. JUNIOR, A. W. L. Eletricidade e Eletrônica Básica. 4.ed. Alta Books, 2013. 3. MALVINO, A.; BATES, D. Eletrônica. v.1. 8.ed. AMGH, 2016. 4. NETO, B. B. Como Fazer Experimentos. Aplicações na Ciência e na Indústria. 4.ed. Bookman, 2010. 5. PORTIS, A. M.; YOUNG, H. D. Berkeley Physics Laboratory - Electric Circuits. 2.ed. McGraw-Hill Education, 1971. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO FÍSICA ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 162 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática CI106 Mecânica Geral 1 60 0 4 60 4º Pré-Requisitos Co-Requisitos MA128 Requisitos C.H. EMENTA Força. Sistemas de forças. Equilíbrio de corpos rígidos. Forças distribuídas - Centroídes e baricentros (centro de gravidade). Forças distribuídas - Momentos de inércia e produtos de inércia. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO • Força, sistemas de forças. Força, momento de uma força, redução em um ponto. Sistemas de forças, redução: momento resultante e resultante geral; momento axial resultante, invariantes, eixo central de um sistema de forças. Equivalência de sistema de forças: redução de um sistema a outro equivalente. Sistemas nulos, sistemas equivalentes, sistemas especiais ou degenerados. Sistemas de forças concorrentes, co-planares e paralelas. • Equilíbrio dos corpos rígidos. Graus de liberdade, classificação de apoios e vínculos. Diagrama de corpo livre, equações de equilíbrio. Equilíbrio em duas dimensões: reações nos apoios e conexões de uma estrutura bidimensional. Equilíbrio em três dimensões: reações nos apoios e conexões de uma estrutura tridimensional. • Forças distribuídas: centros e baricentros. Centróide de áreas e linhas, elementos compostos. Determinação do centróide por integração, teoremas de Pappus-Guldinus. Cargas distribuídas sobre vigas e forças sobre superfícies submersas. Centróides de um volume, corpos, compostos, centróides de volumes por integração. • Forças distribuídas: momentos de inércia. Momentos de inércia de áreas: momento polar, raio de giração, momento de inércia de áreas compostas. Teorema dos eixos paralelos. Produto de inércia, eixos e momentos principais de inércia. Círculo de Mohr. Momento de inércia de placas delegadas. Momento de inércia de corpos compostos. Momento de inércia de um corpo por integração. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. BEER, F. P.; JOHNSTON, E. R.; MAZURECK, D. F.; EISENBERG, E. R. Mecânica Vetorial para Engenheiros - Estática. 9.ed. AMGH, 2012. 2. BORESI, A. P.; SCHMIDT, R. J. Estática. 1.ed. Cengage, 2003. 3. HIBBELER, R. C. Mecânica Para Engenharia: Estática. v.1. 12.ed. Pearson, 2011. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 163 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. FRANÇA, L. N. F.; MATSMURA, A. Z. Mecânica Geral - Com Introdução Mecânica Analítica e Exercícios Suplementares Resolvidos. 3.ed. Blucher, 2011. 2. JACKSON, J. J.; WIRTZ, H. G. Schaum's Outline of Statics and Strenght of Materials. 1.ed. McGraw-Hill Education, 1983. 3. MERIAM, J. L.; KRAIGE, L. Mecânica para Engenharia. Estática. v.1. 7.ed. LTC, 2015. 4. PLESHA, M. Mecânica para Engenharia. Estática. 1.ed. Bookman, 2013. 5. SHAMES, I. H. Estática. Mecânica para Engenharia. v.1. 4.ed. Pearson, 2002. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENGENHARIA CIVIL ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 164 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Nº. de Código Nome C. H. Global Período Créditos Teórica Prática Engenharia de EN232 60 0 4 60 4º Sistemas de Energia Pré-Requisitos FI108 Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Definições (sistemas, energia, sustentabilidade e o futuro). Fontes de energia presente e sustentabilidade. Fontes de energias renováveis. Serviços de energia e melhoramento da eficiência. Energia primária. Uso da energia. Formas de energia. Carvão. Calor para motores de potência. Motores a óleo e gás. Eletricidade. Energia nuclear. Custo da energia. Energia e impacto na saúde e no meio ambiente. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Introdução: definições; fontes de energia presente e sustentabilidade (combustíveis fósseis, energia nuclear, bioenergia. hidroeletricidade); fontes de energias renováveis (energia solar, renováveis não solar, sustentabilidade). 2. Serviços de energia e melhoramento da eficiência. 3. Energia primária: consumo de energia primária no mundo; quantidade de energia, interpretação de dados; fontes de energia no mundo. 4. Uso da energia: alimento; fertilizantes; energia doméstica; indústria; transporte; serviços. 5. Formas de energia: energia potencial e cinética; calor; elétrica; radiação eletromagnética, energia química; energia nuclear; energia eólica; energia oceânica; energia geotérmica; energia e massa. 6. Carvão: combustíveis fósseis; da madeira para o carvão; combustão do carvão. 7. Calor para motores de potência: princípios de motores de calor; turbinas de vapor; turbinas de estação de potência. 8. Motores a óleo e gás: o petróleo; motores a diesel; turbinas a gás. 9. Eletricidade: geração em larga escala, transmissão e distribuição. 10. Energia nuclear: radioatividade, fissão nuclear, reatores de fissão, ciclo do combustível nuclear; energia da fusão. 11. Custo da energia: preço da energia; inflação; preços real e confortabilidade; investindo em energia; complicação do mundo real. 12. Energia e impacto na saúde e no meio ambiente. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 165 BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. HINRICHS, R. A.; KLEINBACH, M.; REIS, L. B. Energia e meio ambiente. 5.ed. São Paulo: Cengage Learning, 2010. 2. GOLDEMBERG, J.; LUCON, O. Energia, meio ambiente e sustentabilidade. 3.ed. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2011. 3. REIS, L. B.; SANTOS, E. C. Energia elétrica e sustentabilidade. 2.ed. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2014. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. OZISIK, M. N. Heat transfer – A basic approach. New York: McGraw-Hill Book Company. 2. GODFREY, B. Energy systems and sustainability. 2.ed. Oxford University Press Canadá, 2012. 3. SONNTAG, R. E.; BORGNAKK, C. Introdução à termodinâmica para engenharia. Rio de Janeiro: Editora LTC, 2003. 4. VANEK, F. M.; ALBRIGHT, L. D.; ANGENENT, L. T. Energy systems engineering – evaluation and implementation. 3.ed. New York: McGraw-Hill, 2016. 5. GEOVORKIAN, P. Sustainable energy systems engineering. New York: McGraw-Hill, 2007. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENERGIA NUCLEAR ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 166 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática CS100 Sociologia e Meio Ambiente 30 0 2 30 N.A Pré-Requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Histórico e Conceitos Básicos da Sociologia – Instituições Sociais – O Homem e o Meio: população e migrações – Desenvolvimento e Meio Ambiente – Mudança Social. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO • Histórico do pensamento social e sociologia como ciência. • Interação social e outros processos sociais. • Normas sociais. • Cultura. • Grupos sociais e estratificação social. • Mudança social. • Aspectos demográficos e o meio ambiente. • Instituições sociais – Famílias – Economia e Educação – Funções Sociais – Papel Educativo em Relação ao Meio Ambiente. • Urbanização: aspectos sociais e ambientais; poluição e legislação; energia; transporte; habitação; saneamento básico. • Desenvolvimento e sub-desenvolvimento; fatores culturais sociais e ambientais. • Industrialização; sindicalismo e relações do trabalho. • Questão agrária e agrícola no Brasil; aspectos sócio ambientais; poluição desmatamento; desertificação; legislação contra a poluição do solo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. COSTA, C. Sociologia. Introdução à Ciência da Sociedade. 1.ed. Moderna, 2016. 2. ART, S. L. O Capitalismo na Encruzilhada. 1.ed. Bookman, 2006. 3. SELL, C. E. Sociologia Clássica. Marx, Durkheim e Weber. 2.ed. Vozes, 2015. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 167 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. BAKER, S. Sustainable Development. 2.ed. Routledge, 2015. 2. CAPRA, F.; LUISI, P. L. A Visão Sistêmica da Vida. 1.ed. Cultrix, 2014. 3. ELKINGTON, J. Sustentabilidade. Canibais com Garfo e Faca. 1.ed. M. Books, 2011. 4. MATURANA, H. R. A Árvore do Conhecimento. 2.ed. Palas Athena, 2001. 5. STROH, D. P. Systems Thinking For Social Change: A Practical Guide to Solving Complex Problems, Avoiding Unintended Consequences, and Achieving Lasting Results. 1.ed. Chelsea Green Publishing, 2015. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO SOCIOLOGIA - CFCH ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 168 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática EC335 Engenharia Econômica 60 0 4 60 N.A Pré-Requisitos ET625 Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Noções Fundamentais em Economia e Finanças; Conceitos Fundamentais de Matemática Financeira Modalidades de Avaliação e de Investimentos; Critério do Valor Presente Líquido; Critério da Taxa Interna de Retorno; Critério da Série Uniforme Equivalente; Critério do Payback Period; Benefícios Fiscais e Métodos de Depreciação; Análise de Sensibilidade e Futuro Incerto. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO - Conceitos de Mercado: Oferta, Demanda, Preço, Fatores Endógenos e Exógenos. - Investimento e Poupança; - Diagrama de Fluxo de Caixa. - Processos e Regimes de Capitalização Financeira. - Capitalização Simples e Capitalização Composta. - Mercado; Moeda e suas Funções. - Origem ou Natureza dos Rendimentos. - Remuneração dos capitais financeiros - Critério do Valor Presente Líquido - Critério da Taxa Interna de Retorno - Critério da Série Uniforme Equivalente e do Payback Period. - Benefícios Fiscais e Método de Depreciação. - Análise de Sensibilidade; Análise da Relação Custo-Volume-Lucro. - Margem de Contribuição, Coeficientes de Participação e Ociosidade. - Ponto de Equilíbrio - Cenários Futuros BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. FERREIRA, R. G. Engenharia Econômica e Avaliação de Projetos de Investimento. Critérios de Avaliação, Financiamentos e Benefícios Fiscais. 1.ed. Atlas, 2010. 2. MANKIW, N. G. Introdução à Economia. 6.ed. Cengage CTP, 2013. 3. NEWNAN, D. G.; LAVELLE, J. P. Fundamentos de Engenharia Econômica. 1.ed. Gen LTC, 2016 Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 169 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. EHRLICH, P. J.; MORAES, E. A. Engenharia Econômica. Avaliação e Seleção de Projetos de Investimento. 6.ed. Atlas, 2005. 2. FILHO, N. C.; KOPITTKE, B. H. Análise de Investimentos. Matemática Financeira, Engenharia Econômica, Tomada de Decisão, Estratégia Empresarial. 11.ed. Atlas, 2010. 3. HIRSCHFELD, H. Engenharia Econômica e Análise de Custos. Resoluções de Problemas com a Calculadora HP-12C. 7.ed. Atlas, 2000. 4. JÚNIOR, A. M. D. Análise de Investimentos em Projetos. Viabilidade Financeira e Risco. 1.ed. Saint Paul, 2013. 5. SAMANEZ, C. P. Engenharia Econômica. 1.ed. Pearson, 2009. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 170 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estagio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Nº. de Código Nome C. H. Global Período Créditos Teórica Prática EN Fenômenos de Transportes 30 0 2 30 4º Pré-Requisitos FI006 MA128 Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Propriedades dos fluídos. Estática dos fluídos. Cinemática dos fluídos. Fluídos perfeitos. Equação de Euler, Bernouilli e da energia. Quantidade de movimento. Fluídos reais. Escoamento e turbulência. Perdas de carga. Escoamento em conduto. Mecânica dos Fluidos Computacional. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO • Conceitos Básicos: Equações das Taxas de Transferências: Condução; Convecção e Radiação. Conservação de Energia. • Introdução à Condução Campos. Densidade de Fluxo. Intensidade de Campo. Características das Equações Cinéticas. • Sistema e Volume de Controle. Leis de Conservação. • Temperatura. Calor. Lei zero da Termodinâmica. Primeira e Segunda Leis da Termodinâmica. • Estática de Fluidos. Equação Fundamental da Estática. Estática dos Fluidos Incompressíveis. Fluidos Compressíveis. Forças em Superfícies Planas e em Superfícies Curvas. • Transferência de Calor por Condução. Sistemas Unidimensionais. Sistemas Multidimensionais. Soluções Analíticas. Soluções Numéricas. Noções de Radiação e Convecção. • Descrição de um Campo de Escoamento. Movimento do Fluido. Tipos de Movimento. Similaridade. • Conservação da Massa. Forma Diferencial e Integral da Equação da Continuidade. Conservação de Quantidade de Movimento. Conservação da Energia.Equação de Bernoulli. • Transporte de Massa. Analogia entre a Transferência de Calor e de Massa. Difusão de Massa. Condições de Contorno. Lei de Fick da Difusão. Coeficiente de Difusão. Equação Diferencial da Difusão. Transferência Simultânea de Calor e de Massa. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. CANEDO, E. L. Fenômenos de transporte. 1 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2010. 2. ÇENGEL, Y. A.; Moura, L. F. M. Transferência de calor e massa - Uma abordagem prática. 4 ed. São Paulo: McGraw Hill, 2012. 3. BIRD; LIGHTFOOT; STWART. Fenômenos de transporte. 2 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2004. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 171 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. INCROPERA, F. P.; DEWITT, D. P.; BERGMAN, T. L.; LAVINE, E. S. Fundamentos de transferência de calor e de massa. 7.ed. Rio de Janeiro: LTC. 2014. 2. FILHO, W. B. Fenômenos de transporte para engenharia. Rio de Janeiro: LTC, 2006. 3. ROMA, W. N. L. Fenômenos de transporte para engenharia. 2.ed. São Carlos, SP: Rima Editora, 2003. 4. LIVI, C. P. Fundamentos de fenômenos de transporte - Um texto para cursos básicos. 2.ed. Rio de Janeiro - RJ: LTC. 2012. 5. SCHMIDT, F. W.; HENDERSON, R. E.; WOLGEMUTH, C. H. Introdução às ciências térmicas - Termodinâmica, mecânica dos fluidos e transferência de calor. São Paulo: Edgard Blucher, 2004. Tradução da 2.ed. Americana. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENERGIA NUCLEAR ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 172 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Nº. de C. H. Global Período Código Nome Créditos Teórica Prática EN238 Energias Renováveis 60 0 4 60 5º Pré-Requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA A mitigação do fenômeno do aquecimento global requer a busca de alternativas energéticas que possam oferecer substitutivos para os energéticos de origem fósseis. As energias renováveis constituem uma importante e real opção, alguns já com alto grau de maturidade tecnológica e outras menos, porém todas elas com um papel importante na matriz energética mundial e nacional em um horizonte de 10 a 20 anos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1- Energia - Conceitos e definições; Desenvolvimento da sociedade e o uso da energia; Desenvolvimento histórico da produção e uso da energia; Fontes renováveis e não renováveis de energia, disponibilidade de energia no mundo e no Brasil; Matriz energética Mundial e Nacional). 2- Sustentabilidade Energética – Aquecimento Global; Impactos da emissão de gases de efeito estufa pelos energéticos e mitigação; Tecnologias energéticas limpas; Sistemas energéticos do futuro. 3- Energia Solar – Sol como fonte de energia: biosfera, fotossíntese e cadeia alimentar; Radiação solar, sua medição e predição; Coletores solares térmicos, coletor plano; Conversores fotovoltaicos e suas aplicações; Outras aplicações: secagem, destilação de água e geração termoelétrica; Potencial de aplicações da energia solar no Brasil. 4- Energia Eólica – A origem do vento; A energia do vento; Fazendas eólicas; Outras aplicações da energia eólica; Potencial de aplicações da energia eólica no Brasil. 5- Energia Hidráulica - PCH – A água e sua energia; Sistemas captadores de energia hidraúlica; Pequenas centrais hidroelétricas; Potencial de aplicações da PCH no Brasil. 6- Energia do Mar – Fontes de energia de origem marinha; Sistemas captadores de energia marinha; Energia maremotriz; Energia das ondas; Energia das correntes marítimas; Potencial de aplicações da energia de origem marinha no Brasil. 7- Biomassa – A origem da biomassa: fotossíntese e sua eficiência; As formas da biomassa: resíduos agrícolas e florestas cultivadas e ; A transformação da biomassa em energia útil: combustão direta, gasificação, processos bioquímicos e digestão aneróbicas; Potencial da utilização da biomassa no Brasil. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 173 BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. GODFREY, B. Renewable Energy: Power for a Sustainable Future. 2.ed. New York: The Open University Oxford, 2004. 2. TOLMASQUIM, M. T. (Org.). Fontes Renováveis de Energia no Brasil. Rio de Janeiro: Interciência, 2003. 3. FRAIDENRAICH, N.; LYRA, F. Energia Solar, Fundamentos e Tecnologias de Conversão Heliotérmoelétrica e Fotovoltaica. Recife: Editora UFPE, 1995. 4. BALANÇO ENERGÉTICO NACIONAL. Brasília: EPE, 1970-. Anual. Disponível em: . Acesso em: 16 out. 2017, 11:00. 5. KEY WORLD ENERGY STATISTICS. Paris: IEA, 1974-, Anual. Disponível em: . Acesso em: 16 out. 2017, 11:14. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. DUNN, P. D. Renewable Energies: Sources, Conversion and Application. U.K: Peter Peregrinus Ltd, 1986. 2. GOLDEMBERG, J. Energia no Brasil, Livros Técnicos e Científicos. São Paulo: S.A., 1979. 3. COMETTA, E. Energia Solar, Utilização e Empregos Práticos. São Paulo: Hemus, 1977. 4. SCHEER, H. Economia Solar Global. Rio de Janeiro: CRESESB-CEPEL, 2002. 5. SORENSEN, B. Renewable Energy. New York: Academic Press, 2000. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENERGIA NUCLEAR ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 174 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Nº. de Código Nome C. H. Global Período Créditos Teórica Prática Hidrologia Aplicada EN234 60 0 4 60 5º a Geração de Energia IF215; ET625 EN- Pré-Requisitos Fenômenos de Co-Requisitos Requisitos C.H. Transportes EMENTA Água e produção de energia. Ciclo hidrológico. Bacia hidrográfica. Atmosfera. Precipitação. Evapotranspiração. Interceptação e Detenção Superficial. Infiltração. Águas Subterrâneas. Escoamento Superficial. Redes hidrométricas. Simulação hidrológica. Regularização de vazões. Controle de enchentes. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO • Água e produção de energia: introdução, conceito, objetivos, aspectos históricos • O ciclo hidrológico. Bacia hidrográfica. Características fisiográficas. • Precipitação: mecanismos de formação. Medição da precipitação. Precipitação média. • Análise e processamento de dados pluviométricos: preenchimento de falhas. • Análise de consistência de séries pluviométricas. Análise de frequência de séries hidrológicas. • Relações Intensidade - Duração - Frequência. Chuvas Intensas. • Evaporação e Evapotranspiração: conceitos e medição. Cálculo da evapotranspiração. • Interceptação e Detenção Superficial. Infiltração. Medida da infiltração • Águas Subterrâneas: conceitos básicos, ocorrência. Captação de águas subterrâneas. • Escoamento Superficial: técnicas de separação do escoamento. • Hidrograma: componentes, fatores influentes em sua forma. Hidrograma Unitário: conceito e princípios. Curva S. Hidrograma Sintético. • Estações fluviométricas. Medição de vazão. Curva- chave. Redes hidrométricas • Simulação hidrológica. Regularização de vazões. Controle de enchentes. • Seminários. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. PINTO, N. L. S.; HOLTZ, A. C. T.; MARTINS, J. A.; GOMIDE, F. L. S. Hidrologia básica. 1.ed. Blucher, 1969. 2. SILVA, L. P.l Hidrologia. Engenharia e Meio Ambiente. 1.ed. Elsevier, 2015. 3. TUCCI, C. E. M. Hidrologia: ciência e aplicação. 4.ed. Editora da UFRGS, 2013. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 175 Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 176 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. BRUTSAERT, W. Hydrology: An Introduction. 1.ed. Cambridge University Press, 2005. 2. GRIBBIN, J. E. Introdução à Hidráulica, Hidrologia e Gestão de Águas Pluviais. 2.ed. Cengage CTP, 2014. 3. MAIDMENT, D. R. Handbook of Hydrology. 1.ed. McGraw-Hill Education, 1993. 4. RODDA, H. J. E.; LITTLE, M. A. Understanding Mathematical and Statiscal Techniques in Hydrology: An Examples-based Approach. 1.ed. Wiley-Blackwell, 2015. 5. SUBRAMANYA, K. Engineering Hydrology. 4.ed. McGraw-Hill Education, 2013. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENERGIA NUCLEAR ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 177 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Nº. de C. H. Global Período Código Nome Créditos Teórica Prática EN237 Introdução à Engenharia Nuclear 60 0 4 60 5º Pré-Requisitos FI109 Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Estrutura nuclear. Fissão nuclear. Geração de calor no reator nuclear. Transmissão de calor no elemento combustível. Materiais nucleares. Componentes de uma usina nuclear. Ciclo do combustível. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Estrutura nuclear: partículas atômicas, isótopos, isóbaros, isótonos, isômeros. 2. Fissão nuclear: estabilidade dos elementos químicos, defeitos de massa, reação em cadeia. 3. Geração de calor no reator nuclear: fluxo de nêutrons, distribuição de potência térmica no núcleo do reator. 4. Transmissão de calor no elemento combustível: equações da condução do calor, coeficiente de transferência de calor, condutância térmica. 5. Materiais nucleares: materiais do elemento combustível, materiais moderadores, fluidos refrigerantes, materiais do revestimento da vareta de combustível. 6. Componentes de uma sina nuclear: parâmetros do reator nuclear, circuito termodinâmico adotado. 7. Ciclo do combustível: mineração, enriquecimento, reprocessamento, tratamento de rejeitos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. LAMARSH, J.R.; BARATTA, A.J. Introduction to nuclear engineering. 3.ed. New Jersey: Prentice Hall, 2001. 2. LAMARSH, J.R. Introduction to nuclear reactor theory. 1.ed. Michigan: Addison-Wesley, 1966. 3. DUDERSTADT, J.J.; HAMILTON, L.J. Nuclear reactor analysis. 1.ed. Michigan: John Wiley & Sons, 1976. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. MURRAY, R.L. Nuclear energy - an introduction to the concepts, systems, and applications of nuclear processes. 6.ed. Burlington: Butterworth-Heinemann, 2009. 2. STACEY, W.M. Nuclear reactor physics. 2.ed. Weinheim: Wiley-VCH GmbH & Co., 2007. 3. BELL, G.I.; GLASSTONE, S. Nuclear reactor theory. New York: Van Nostrand Reinhold, 1970. 4. ALVIM, A.C.M. Métodos numéricos em engenharia nuclear. Curitiba: Ed. Certa, 2007. 5. MEGHREBLIAN, R.V.; HOLMES, D.K. Reactor analysis. York: McGraw-Hill Book Co., 1960. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENERGIA NUCLEAR ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 178 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Código Nome Nº de Créditos Período Global Teórica Prática EN Circuitos Elétricos 60 30 5 90 5º Pré-Requisitos FI108 Co-Requisitos MA129 Requisitos C.H. EMENTA Elementos de Circuitos Elétricos; Associação de Bipolos; Técnicas de Solução de Circuitos Elétricos; Circuitos de 1ª e 2ª Ordem no Domínio do Tempo; Técnica de Fasores; Regime Permanente Senoidal. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Circuitos elétricos: leis e modelos; definição de corrente e tensão; leis de Kirchhoff - validação; associação de resistores (lineares e não lineares); potência, energia e princípio da conservação da energia (Teorema de Tellegen); fontes de tensão e corrente, diodo ideal; fontes dependentes; amplificador operacional ideal; equivalência estrela-triângulo de resistências. Técnicas de solução de circuitos: princípio da superposição; equivalente Thevénin-Norton; método das equações dos nós; método das equações das malhas; equação matricial para o método das equações dos nós e das malhas; deslocamento de fontes de tensão e fontes de corrente. Capacitores e indutores: associação de capacitores e associação de indutores; energia armazenada; capacidade de armazenamento de energia. Circuitos de 1ª ordem no domínio do tempo: resposta natural e forçada; solução por inspeção para entrada contínua; resposta natural e forçada para uma entrada qualquer. Circuitos de 2ª ordem no domínio do tempo: circuito RLC série, RLC paralelo com entrada nula; Solução de circuitos diversos de 2ª ordem – circuitos sub, sobre e criticamente amortecido (resposta a uma entrada qualquer); introdução aos grafos (árvore, enlaces e cortes) – equação de cortes e de laços para a obtenção da equação diferencial de 2ª ordem. Circuitos em regime permanente senoidal: formas de ondas periódicas e a função senoidal; obtenção dos valores de pico, médio e eficaz de funções periódicas; período, frequência e defasagem entre ondas senoidais; representação de funções senoidais por fasores; circuitos fasoriais, impedância complexa; resolução de circuitos elétricos utilizando a técnica de fasores; método dos nós e das malhas com fasores; indutância própria, indutância mútua - polaridade e coeficiente de acoplamento; equivalente Thevénin e Norton, associação de impedâncias complexas, associação de indutores (com ou sem indutância mútua) utilizando a técnica de fasores; potência instantânea, potência ativa (média) potência reativa, potência complexa e fator de potência; correção do fator de potência. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 179 BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. JOHNSON, D. E. Fundamentos de Análise de Circuitos Elétricos. 4.ed. São Paulo: PHB, 1994. 2. MALLEY, J. O. Análise de Circuitos. 2.ed. Rio de Janeiro: McGraw-Hill, 1994. Coleção Schaum. 3. BURIAN Jr., Y. Circuitos Elétricos - Engenharia Elétrica. 2.ed. Campinas: Unicamp, 1991. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. DORF, R. C. Introdução aos Circuitos Elétricos. 5.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003. 2. NILSSON, J. W. Circuitos Elétricos. 6.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003. 3. IRWIN, J. D. Análise de Circuitos em Engenharia. 4.ed. Rio de Janeiro: Makron Books, 2000. 4. ALEXANDER, C.; SADIKU, M. N. O. Fundamentos de Circuitos Elétricos. 5.ed. Rio de Janeiro: McGraw-Hill, 2013. 5. SADIKU, M. N.; MUSA, S.; ALEXANDER, C. Análise de Circuitos Elétricos com Aplicações. Rio de Janeiro: McGraw-Hill, 2013. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENERGIA NUCLEAR ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 180 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Nº. de Global Período Código Nome Créditos Teórica Prática EN Termodinâmica 60 0 4 60 5º Pré-Requisitos FI007 QF001 Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Conceitos fundamentais e definições. Propriedades de uma substância pura. Primeira e segunda leis da Termodinâmica. Entropia e máquinas térmicas. Processos com fluidos . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO ● Apresentação dos conceitos fundamentais; ● Propriedades de uma substância pura; ● Uso de tabelas termodinâmicas; ● Superfícies termodinâmicas/ uso de tabelas. ● Trabalho e calor; ● 1º lei da termodinâmica para ciclo e mudança de estado; ● Energia interna, entalpia. Calores específicos; ● 1º lei para volume de controle: regime permanente; ● 1º lei para regime transitório; ● 2º lei da termodinâmica. Rendimento; ● Ciclo de Carnot. Irreversibilidade; ● Entropia : desigualdade de Clausius; ● Entropia de uma substância pura; ● Entropia: processos reversíveis e irreversíveis. Trabalho perdido; ● Processos politrópicos; ● 2º lei para um volume de controle. Regime permanente; ● Regime transitório; ● Princípios do aumento de entropia. Eficiência. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 181 BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. SONNTAG, R.E.; BORGNAKKE, C. Introdução à termodinâmica para engenharia. 1.ed. São Paulo: LTC, 2003. 2. SONNTAG, R. E.; BORGNAKKE, C.; WYLEN, G. J. V. Fundamentos da Termodinâmica. 6.ed. São Paulo: LTC, 2003. 3. MORAN, M.J.; SHAPIRO, H.N. Princípios de Termodinâmica Para Engenharia. 7.ed. São Paulo: LTC, 2013. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. POTTER, M.C.; SCOTT, E.P. Ciências térmicas – termodinâmica, mecânica dos fluidos e transmissão de calor. 1.ed. São Paulo: Cengage Learning, 2007. 2. MALISKA, R.C. Transferência de calor e mecânica dos fluidos computacional. 2.ed. São Paulo: LTC, 2004. 3. INCROPERA, F.P.; DEWITT, D.P. Fundamentos de transferência de calor e de massa. 7.ed. São Paulo: LTC, 2014. 4. OZISIK, M.N. Transferência de calor: um curso básico. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1990. 5. KREITH, F.; BOHN, M.S. Princípios de transferência de calor. 1.ed. São Paulo: Cengage Learning, 2003. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENERGIA NUCLEAR ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 182 Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 183 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Nº. de C. H. Global Período Código Nome Créditos Teórica Prática Planejamento e Gestão EN235 60 0 4 60 6º de Sistemas de Energia Pré-Requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA - Fundamentos da Gestão de Energia - O uso eficiente da energia e sustentabilidade - Balanço de energia - Recursos energéticos renováveis e energias limpas - Alterações climáticas, riscos e gestão do carbono - Normas padronizadas de sistema de gestão de energia. - Planejamento Integrado de Recursos Energéticos CONTEÚDO PROGRAMÁTICO • Fase 1: Fundamentos da Gestão de Energia 1. Aspectos gerais da gestão de energia; 2. Processos de auditoria de energia; 3. Fundamentos de sistema de energia (Fontes de energia, vetores e uso); 4. A dimensão humana da energia; 5. Balanço de energia; 6. Contabilidade energética; 7. Manutenção de sistemas de energia; 8. Normas padronizadas de sistema de gestão de energia. • Fase 2: Seminários (aquecimento global, conservação de energia, células de hidrogênio e de combustíveis, tecnologia de CO2, análise econômica, gerenciamento de emissões de gases de efeito estufa, geração distribuída, fontes de energias renováveis e gestão de rejeitos, ecologia industrial, mercado de energia); • Fase 3: Planejamento Integrado de Recursos Energéticos 1. A estrutura tecnológica das projeções e dos cenários da demanda energética; 2. Critérios para escolha de cenários; 3. Programa de eficiência energética, gerenciamento do lado da demanda; 4. Fontes renováveis e programas de substituição de energia; 5. Integrando as opções do lado da oferta e da demanda; 6. Custo de produção de eletricidade; 7. Análises do custo social e ambiental. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 184 BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. DE MARTINO, J. G.; SWISHER, J. N. P. Planejamento Integrado de Recursos Energéticos. 2. ed. Campinas: Autores Associados Ltda, 2018. 2. CAPEHART, B. L.; KENNEDY, W. J.; TURNER, W. C. Guide to Energy Management. 7.ed. Boca Raton: CRC Press, 2012. 3. DINÇER, I.; ZAMFIRESC, C. Sustainable Energy Systems and Applications. New York: Springer, 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. BOYLE, G. Energy Systems and Sustainability. Oxford: Oxford University Press, 2004. 2. VANEK, F. M.; ALBRIGHT, L. D. Energy Systems Engineering. New York: McGraw-Hill, 2008. 3. CHAVES, G. L. D.; TOSTA, M. C. R. (Orgs.). Gestão de Sistemas de Energia. Curitiba: CRV, 2016. 4. HINRICHS, R. A.; KLEINBACH, M. Energia e meio ambiente. São Paulo: Cengage Learning Editores, 2003. ISBN 8522103372. 5. EVERETT, R. Energy systems and sustainability: Power for a sustainable future. Oxford: Oxford Univerity Press, 2012. ISBN 0199593744 DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENERGIA NUCLEAR ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 185 Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 186 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática CI213 Resistência dos Materiais 3 60 0 4 60 6º Pré-Requisitos CI106 MA129 Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Introdução. Treliças planas simples. Carregamento axial. Cilindros de paredes delgadas. Esforços seccionais. Tensões. Elementos de ligação. Tensões nas vigas. Deformações nas vigas. Flambagem. Torção. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Introdução 1.1 Objetivos da Resistência dos Materiais; 1.2 Forças e momentos. 2. Equações de equilíbrio 2.1 Equações necessárias ao equilíbrio de um sistema de partículas; 2.2 Vínculos e reações de apoio. 3. Linhas de estado 3.1 Definição dos esforços seccionais; 3.2 Diagramas de vigas isostáticas. 4. Treliças planas simples 4.1 Definição e modelo estrutural; 4.2 Métodos dos nós e das seções. 5. Carregamento axial 5.1 Ensaio de carregamento axial; 5.2 Propriedades mecânicas, Lei de Hooke; 5.3Tensão admissível. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 187 6. Cilindros de paredes delgadas 6.1 Cálculo das tensões normais devido à pressão interna; 6.2 Dimensionamento. 7. Estudo das tensões 7.1 Definição das tensões; 7.2 Estado plano de tensões; 7.3 Círculo de Mohr. 8. Tensões nas vigas carregadas transversalmente 8.1 Tensões normais; 8.2 Tensões de cisalhamento. 9. Deformações nas vigas carregadas transversalmente 9.1 Equação diferencial da linha elástica; 9.2 Integração direta da equação governante. 10. Flambagem 10.1 Classificação de equilíbrio; 10.2 Carga crítica de Euler; 10.3 Comprimento efetivo de flambagem. 11. Torção 11.1 Tensões nos eixos circulares maciços e vazados. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. BEER, F. P.; JOHNSTON Jr, E. R.; DEWOLF, J. T.; MAZUREK, D.F. Mecânica dos materiais. 7.ed. São Paulo: Bookman/McGraw-Hill, 2015. 2. GERE, J. M.; BARRY, J. G. Mecânica dos materiais. Rio de Janeiro: Cengage Learning, 2011. Tradução da 7 edição Norte-Americana 3. HIBBELER, R. C. Resistência dos materiais. 7.ed. São Paulo: Pearson/Prentice Hall, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. ALMEIDA, M. C. F. Estruturas isostáticas. 1.ed. São Paulo: Oficina de Textos, 2009. 2. NASH, W. Resistência dos materiais. 5.ed. Porto Alegre: Bookman, 2014. Coleção Schaum. 3. Botelho, M. H. C. Resistência dos Materiais: Para Entender e Gostar. 3. ed. São Paulo: Blucher, 2015. 4. Melconian, S. Mecânica técnica e resistência dos materiais. São Paulo: Ética, 2018. 5. Crivelano, B. Fundamentos de Resistência Dos Materiais. Rio de Janeiro: LTC, 2016. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENGENHARIA CIVIL ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 188 Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 189 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática Fundamentos da Ciência EN e Engenharia de Materiais 60 0 4 60 6º Pré-Requisitos QF001 Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Introdução à ciência dos materiais. Estrutura atômica e ligações químicas. Estruturas dos principais materiais. Cristalografia e difração de raios-X. Imperfeições nos sólidos. Difusão. Propriedades mecânicas dos materiais. Mecanismos de deformação e de aumento da resistência dos materiais. Diagramas de fases. Corrosão e degradação dos materiais. Propriedades elétricas, térmicas, magnéticas e ópticas dos materiais. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Introdução à ciência e Engenharia dos Materiais. Classificação dos materiais. Estrutura atômica e ligações atômicas nos sólidos. Estruturas cristalinas. Estruturas cristalinas dos metais. Estruturas cristalinas das cerâmicas. Cerâmicas a base de silicatos. Sistemas cristalinos. Pontos, direções e planos cristalográficos. Monocristais. Materiais policristalinos. Anisotropia. Difração de raios X: determinação de estruturas cristalinas. Sólidos não cristalinos. Moléculas dos polímeros. Classificação dos polímeros. Peso e estrutura molecular dos polímeros. Defeitos pontuais, lineares e superficiais. Mecanismos de difusão. Difusão em regime estacionário. Difusão em regime não estacionário. Fatores que influenciam a difusão. Conceitos de tensão e deformação. Deformação elástica. Teste de tração: uso da curva tensão-deformação. Comportamento mecânico de metais, cerâmicas e polímeros. Mecanismos de deformação para metais, materiais cerâmicos e polímeros. Mecanismos de aumento da resistência em metais e polímeros. Recuperação, recristalização e crescimento do grão. Definições e conceitos básicos de diagramas de fases. Diagramas de fases binários. Sistema ferro-carbono. Corrosão de metais. Corrosão de materiais cerâmicos. Degradação de polímeros. Propriedades elétricas. Propriedades térmicas. Propriedades magnéticas. Propriedades ópticas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. CALLISTER, W. D.; RETHWISCH, D. G. Fundamentos da Ciência e Engenharia de Materiais. 4 ed. Rio de Janeiro: Editora LTC, 2014. 2. ASKELAND, D. R.; PHULÉ, P. P. Ciência e Engenharia dos Materiais. São Paulo: Editora Cengage Learning, 2008. 3. SHACKELFORD, J. F. Ciência dos Materiais. 6 ed. São Paulo: Editora Pearson, 2008. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 190 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. CALLISTER, W.D. Ciência e engenharia de materiais: uma introdução. 7 ed. Editora LTC, 2008. 2. PADILHA, A. F. Materiais de Engenharia. Editora Hemus, 2000. 3. SMITH, W. F. Princípios de Ciência e Engenharia de Materiais. 3 ed. Editora McGraw-Hill,1998. 4. ASHBY, M.; SHERCLIFF, H.; CEBON, D. Materiais - Engenharia, Ciência, Processamento e Projeto. 2 ed. Rio de Janeiro: Editora Elsevier, 2012. 5. ASHBY, M. F.; JONES, D. R. H. Engenharia de Materiais volumes I e II. São Paulo: Editora Campus, 1997. 6. VAN VLACK, L. Princípios de Ciência e Tecnologia dos Materiais. 4 ed. São Paulo: Editora Campus, 1984. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENERGIA NUCLEAR ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 191 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Nº. de C. H. Global Período Código Nome Créditos Teórica Prática EN245 Introdução à Energia Solar 60 30 5 90 6º Pré-Requisitos EN238 Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Geometria Solar: Radiação solar incidente na superfície terrestre e a sua modelagem para calcular a incidência no plano do conversor de energia solar (fotovoltaico ou fototérmico). Tópicos Selecionados de Transferência de Calor e Propriedades radiativas de materiais. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO PARTE TEÓRICA 1. Sol como fonte de energia 2. Radiação solar extraterrestre e atenuação pela atmosfera 3. Geometria Sol-Terra: coordenadas astronômicas, ângulos solares e comprimento do dia 4. Coordenadas locais: ângulos zenital, azimutal, de elevação e de incidência em um plano inclinado qualquer 5. Diagrama da trajetória do Sol e sombreamento 6. Medidas terrestres da radiação solar no plano horizontal e inclinado e instrumentação associada 7. Modelagem e estimação da radiação solar no plano horizontal e inclinado, modelos estatísticos e modelagem via imagem de satélites 8. Principais fontes de informações de radiação solar no Brasil 9. Tópicos selecionados de transferência de calor – Espectro eletromagnético, Corpo negro, lei de Planck, Equação de Stefan-Boltzman, Troca radiativa entre superfícies, Convecção natural e forçada (ventos), Condução de calor através de materiais. 10. Propriedades radiativas de materiais opacos – Absortância, emitância e reflectância de superfícies; Lei de Kirchoff; Emitância e absortância no espectro total (broadband); Superfície seletiva. 11. Propriedades radiativas de materiais transparentes – Propriedades óticas de materiais de cobertura; Reflectância e absortância; Produto absortância –transmitância; Dependência angular do produto absortância-transmitância; Radiação solar absorvida por uma superfície. PARTE EXPERIMENTAL 1. Determinação experimental do Norte verdadeiro Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 192 2. Radiação Global no Plano Horizontal - Montar e programar um arranjo para medir a radiação solar horizontal no PH, a temperatura ambiente e a temperatura do referido plano em escala de minuto.Calcular a irradiação solar horária, o índice de transparência atmosférica horária. 3. Radiação Global no Plano do coletor - Montar e programar um arranjo para medir a radiação solar horizontal no PH e no plano do coletor em escala de minuto. Comparar os valores estimados (modelados) para irradiação solar no plano do coletor com os valores experimentais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. GODFREY, B. Renewable Energy: Power for a Sustainable Future. 2.ed. New York: The Open University Oxford, 2004. 2. LORENZO, E.; ARAUJO, G. L. Electricidade Solar - Ingeniería de los Sistemas Fotovoltaicos. Seville: Progensa, 1994. 3. GTES (Grupo de Trabalho de Energia Solar). Manual de engenharia para sistemas fotovoltaicos. Rio de Janeiro: CRESESB - CEPEL, 1999. 4. GALLEGOS, H. G. Notas sobre radiación solar, Universidad Nacional de Luján. Argentina: Comité Editorial, 2002. 5. RABL, A. Active Solar collectors and their application. New York: Oxford University Press, 1985. 6. TIBA, C.; FRAIDENRAICH, N.; LYRA, F. Atlas Solarimétrico do Brasil Dados Terrestres. Recife: Ed. UFPE, 2000. 7. KREITH, F.; KREIDER, J. F. Principles of Solar Engineering. Hemisphere Publishing Corp, 1978. 8. DUFFIE, J. A.; BECKMAN, W. A., Solar Energy of Thermal Process. 3.ed. Hardcover. 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. TOLMASQUIM, M. T. (Org.). Fontes Renováveis de Energia no Brasil. Rio de Janeiro: Interciência, 2003. 2. FRAIDENRAICH, N.; LYRA, F. Energia Solar, Fundamentos e Tecnologias de Conversão Heliotérmoelétrica e Fotovoltaica. Recife: Ed. UFPE, 1995. 3. BALANÇO ENERGÉTICO NACIONAL. Brasília: EPE, 1970-. Anual. Disponível em: . Acesso em: 16 out. 2017, 11:00. 4. KEY WORLD ENERGY STATISTICS. Paris: IEA, 1974-, Anual. Disponível em: . Acesso em: 16 out. 2017, 11:14. 5. DUNN, P. D. Renewable Energies: Sources, Conversion and Application. U.K: Peter Peregrinus Ltd, 1986. 6. GOLDEMBERG, J. Energia no Brasil, Livros Técnicos e Científicos. São Paulo: S.A., 1979. 7. COMETTA, E. Energia Solar, Utilização e Empregos Práticos. São Paulo: Hemus, 1977. 8. SCHEER, H. Economia Solar Global. Rio de Janeiro: CRESESB-CEPEL, 2002. 9. SORENSEN, B. Renewable Energy. New York: Academic Press, 2000. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENERGIA NUCLEAR ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 193 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Nº. de C. H. Global Período Código Nome Créditos Teórica Prática EN246 Introdução à Energia Eólica 60 0 4 60 6º Pré-Requisitos EN238 Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Introdução à teoria e aplicação de turbinas eólicas. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Potencial energético do vento – A fonte do vento; Característica do vento; Camada limite atmosférico; o Gradiente vertical da velocidade do vento; Estatística do recurso eólico; Energia no vento e limite de Betz; Recurso eólico no Brasil. 2. Aerodinâmica - Tipos de rotor; forças envolvidas nas pás; modelos aerodinâmicos; Teoria das pás. 3. Turbina eólica horizontal, Descrição dos componentes- Lay-out geral; Rotor; Sistema de transmissão; Gerador; Sistema de freagem; Sistema Yaw; Torre, Sistema de controle e monitoração 4. Turbina eólica horizontal, Características operacionais – Curva de potência; disponibilidade; calculo da energia elétrica gerada anualmente. 5. Outras Aplicações da conversão eólica – sistema autônomo de pequeno porte; sistema para bombeamento de água ; sistema de grande porte conectado à rede elétrica. 6. Mercado da tecnologia de turbinas eólicas no mundo e no Brasil BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. ALDABÓ, R. Energia Eólica. 2.ed. Artliber Editora, 2012. 2. BURTON, T.; et al. Wind Energy Handbook. 2.ed. Wiley, 2011. 3. HAU, E. Wind Turbines: Fundamentals, Technologies, Application, Economics. Springer, 2006. 4. MANWELL, J.; MCGOWAN, J.; ROGERS, A. Wind Energy Explained. Theory, Design and Application. 2.ed. Wiley, 2009. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 194 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. CUSTÓDIO, R. Energia Eólica para Produção de Energia Elétrica. Ed. Centrais Elétricas Brasileiras S.A. – Eletrobrás, 2009. 2. HANSEN, M. Aerodynamics of Wind Turbines. 2.ed. Earthscan, 2008. 3. KALDELLIS, J. Stand-Alone and Hybrid Wind Energy Systems: Technology, Energy Storage and Applications. Woodhead Publishing Series in Energy, 2010. 4. PANOFSKY, H.; DUTTON, J. Atmospheric turbulence: models and methods for engineering applications. Wiley, 1984. 5. PEDLOSKY, J. Geophysical Fluid Dynamics. 2.ed. Verlag: Springer, 1987. 6. SPERA, D. Introduction to Modern Wind Turbines. ASME Press, 1994. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENERGIA NUCLEAR ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 195 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Nº. de C. H. Global Período Código Nome Créditos Teórica Prática Introdução à EN247 60 0 4 60 6º Engenharia de Biomassa Pré-Requisitos EN238 Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Matérias primas para geração de energia; Processos de geração de energia a partir de biomassa; Álcool combustível; Biodiesel; Biogás; Florestas energéticas; Resíduos agropecuários e florestais; Resíduos urbanos e industriais; Aspectos socioambientais, econômicos e políticos da produção de biomassa para energia. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1- Matérias primas para geração de energia: Sistemas sustentáveis de produção de biomassa, Manejo Florestal Sustentável, Utilização de resíduos 2- Processos de geração de energia a partir de biomassa: Descrição e eficiência de processos industriais 3- Álcool combustível: Etanol-cana, Etanol-grãos, Etanol-tubérculos, Etanol-celulósico, Metanol de biomassa, Co-geração de energia 4- Biodiesel: Oleíferas; processos de geração de biodiesel 5- Biogás: Biodigestores, Biogás de dejetos animais, Vinhaça, Geração energia elétrica 6- Florestas energéticas: Biomassa vegetal, Carvão vegetal, Geração de energia elétrica 7- Resíduos agropecuários e florestais: Setor sucroalcooleiro, Resíduos de madeira, Resíduos e Dejetos 8- Resíduos urbanos e industriais: Metano, uso de resíduos industriais 9- Aspectos sócioeconômicos e políticos da produção de biomassa para energia: Questões de mercado, Créditos de Carbono e Mecanismos de Desenvolvimento Limpo BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. CORTEZ, L. A. B.; LORA, E. E. S.; GÓMEZ, E. O. Biomassa para energia. Unicamp, 2008. ISBN 8526807838. 2. LORA, E.; VENTURINI, O. J. Biocombustíveis, Volumes 1 e 2. Rio de Janeiro: Editora Interciência, 2012. 3. SANTOS, F.; COLODETTE, J.; QUEIROZ, J. Bioenergia e Biorrefinaria: Cana-de-Açúcar e Espécies Florestais. Viçosa, MG: Universidade Federal de Viçosa, 2013. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 196 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. ABRAMOVAY, R. Biocombustíveis: a energia da controvérsia. Senac, 2009. ISBN 8573598190. 2. CHENG, J. Biomass to renewable energy processes. CRC press, 2017. ISBN 149877881X. 3. CLARK, J. H.; DESWARTE, F. Introduction to chemicals from biomass. John Wiley & Sons, 2015. ISBN 1118714482. 4. PANDEY, A. Biofuels: alternative feedstocks and conversion processes. Academic Press, 2011. ISBN 0123850991. 5. STEVENS, C. Thermochemical processing of biomass: conversion into fuels, chemicals and power. John Wiley & Sons, 2011. ISBN 1119990998. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENERGIA NUCLEAR ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 197 Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 198 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Nº. de C. H. Código Nome Período Créditos Global Teórica Prática EN Transmissão de Calor 60 0 4 60 7º Pré-Requisitos EN-Termodinâmica Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Condução. Convecção. Radiação. Introdução à transmissão de calor com mudança de fase. Trocadores de calor. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Conceitos Básicos: Equações das Taxas de Transferências: Condução; Convecção e Radiação. Conservação da Energia. 2. Introdução à Condução Introdução à Condução de Calor: Equação da difusão do calor; Condições Iniciais e de Contorno. 3. Condução de Calor em Regime Estacionário: Unidimensional e Bidimensional. 4. Condução de Calor em Regime Estacionário (Unidimensional e Bidimensional): Condução Unidimensional em Regime Estacionário sem geração de calor (paredes planas e sistemas radiais). 5. Condução de Calor em Regime Estacionário (unidimensional e bidimensional): Condução unidimensional em regime estacionário com Geração de Calor (Paredes Planas e Sistemas Radiais). 6. Condução de Calor em Regime Estacionário (unidimensional e bidimensional): Condução bidimensional em regime estacionário (método da separação de variáveis e método gráfico). 7. Condução de Calor em Regime Estacionário (unidimensional e bidimensional): Condução bidimensional em regime estacionário (método de diferenças finitas). 8. Condução de Calor em Regime Transitório: Condução em regime transiente: métodos da capacidade concentrada. 9. Condução de Calor em Regime Transitório: Condução em regime transiente: métodos de diferença finita. 10. Introdução à Convecção de Calor: Camadas limites da convecção (fluidodinâmica, térmica e de concentração); Escoamentos laminar e turbulento. 11. Introdução à Convecção de Calor: Equações da camada limite. 12. Introdução à Convecção de Calor: Equações normalizadas da camada limite. 13. Trocadores de Calor: Tipos de trocadores de calor; Coeficiente global de transferência de calor. 14. Trocadores de Calor: Análise do Trocador de Calor. 15. Trocadores de Calor: Metodologia do cálculo de um trocador de calor. 16. Radiação: Processos, Propriedades e Transferência Radiante entre Superfícies: Conceitos fundamentais; Intensidade da radiação; Radiação do corpo negro; Emissão de superfícies. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 199 17. Radiação: Processos, Propriedades e Transferência Radiante entre Superfícies: Absorção, Reflexão e transmissão em superfícies; Lei de Kirchhoff; Superfície cinza. Radiação: Processos, Propriedades e Transferência Radiante entre Superfícies: Radiação ambiental; Transferência radiante entre superfícies. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. INCROPERA, F. P.; DEWITT, D. P. Fundamentos de transferência de calor e de massa. 7.ed. São Paulo: LTC, 2014. 2. KREITH, F.; BOHN, M. S. Princípios de transferência de calor. 1.ed. São Paulo: Cengage Learning, 2003. 3. OZISIK, M. N. Transferência de calor: um curso básico. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1990; BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. MALISKA, R.C. Transferência de calor e mecânica dos fluidos computacional. 2.ed. São Paulo: LTC, 2004. 2. POTTER, M.C.; SCOTT, E.P. Ciências térmicas – termodinâmica, mecânica dos fluidos e transmissão de calor. 1.ed. São Paulo: Cengage Learning, 2007. 3. SONNTAG, R.E.; BORGNAKKE, C. Introdução à termodinâmica para engenharia. 1.ed. São Paulo: LTC, 2003. 4. MORAN, M.J.; SHAPIRO, H.N. Princípios de Termodinâmica Para Engenharia. 7.ed. São Paulo: LTC, 2013. 5. SONNTAG, R. E.; BORGNAKKE, C.; WYLEN, G. J. Van. Fundamentos da Termodinâmica. 6.ed. São Paulo: LTC, 2003. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENERGIA NUCLEAR ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 200 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Semanal Nº. de C. H. Global Período Código Nome Créditos Teórica Prática EN239 Combustão e Máquinas 60 0 4 60 7º Pré-requisito QF001 EN- Co-Requisitos Requisitos C.H. Termodinâmica EMENTA O fenômeno da combustão; Físico-química do processo de combustão; Materiais combustíveis; Dispositivos e máquinas para a combustão; Combustão e meio ambiente CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Termodinâmica da combustão: 1ª. Lei da Termodinâmica, entalpia de formação, capacidade calorífica, 2ª. Lei da Termodinâmica, equilíbrio, energética da combustão) 2. Materiais combustíveis: sólidos, líquidos e gasosos. Propriedades. 3. Ignição, detonação e chama. 4. Dispositivos práticos para a combustão: caldeiras, fornalhas, queimadores, trocadores de calor. Máquinas de combustão interna. Ciclos termodinâmicos. 5. Considerações ambientais da combustão: emissão de óxidos, formação de particulados, chuva ácida, efeitos na camada de ozônio, poluentes. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. KUON-YUN KUO, K. Principles of combustion. New York: Wiley-Interscience, 2005. 2. VAN WYLEN, J. G.; SONNTAG, R. E. Fundamentos da Termodinamica Clássica, 6.ed. São Paulo: Blucher, 1995. 3. GARCIA, R. Combustível e combustão industrial. 2.ed. Rio de Janeiro: Interciência, 2013. 4. CHIGIER, N. A. Energy, Combustion and Environment. New York: Mcgraw-Hill, 1980. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 201 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. VLASSOV, D. Combustíveis, combustão e câmaras de combustão. Curitiba: Editora UFPR, 2001. LORA, E. E. S.; NASCIMENTO, M. A. R. Geração Termelétrica. Rio de Janeiro: Interciência, 2004. 2 volumes. 2. CARVALHO Jr., J. A.; MCQUAY, M. Q. Princípios de Combustão Aplicada. Florianópolis: Editora UFSC, 2007. 3. EL-MAHALLAWY, F.; EL-DIN HABIK, S. Fundamentals and Technology of Combustion. Oxford: Elsevier Science, 2002.7 4. LACKNER, M; WINTER, F.; AGARWAL, A. K. Handbook of Combustion. New York: John Wiley and Sons, 2010. 5. VAN LOO, S; KOPPEJAN, J. The Handbook of Biomass Combustion and Co-firing. London: Earthscan Publications, 2016. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENERGIA NUCLEAR ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 202 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Nº. de C. H. Global Período Código Nome Créditos Teórica Prática EN222 Geração Nuclear 1 45 15 3 60 7º Pré-Requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Estrutura atômica. Radioatividade. Reações Nucleares. Reações com Nêutrons. Fissão Nuclear. Fissão Nuclear. Fundamentos do cálculo de reatores. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Estrutura do átomo. Partículas elementares. Núcleo. Isótopo. Número de massa. Unidades atômicas. Energia de ligação dos nucleons. 2. Radioatividade. Núcleos estáveis e instáveis. Radiação alfa, beta. gama e fissão expontânea. Desintegração radioativa. Séries radioativas naturais. 3. Reações nucleares. Partículas incidentes. Balanço energético. Cálculo do balanço de energia de uma reação (Q da reação). 4. Produção de nêutrons. Tipos de fontes de nêutrons. Reações com nêutrons. Espalhamento ou difusão de nêutrons. Captura radioativa. Emissão de partículas carregadas. Emissão de dois nêutrons. Seção de choque. Seção de choque microscópica. Seção de choque macroscópica. Taxa de interação de uma população de nêutrons. Cálculo do número de densidade (n) em vários materiais. Número de densidade em meio heterogêneo. Taxa de vários tipos de reações com nêutrons. Feixe de nêutrons. Interação dos nêutrons com material: moderação. Difusão de nêutrons térmicos. 5. Fissão nuclear. Seção de choque e limiares de fissão. Reação em cadeia e materiais físseis e férteis. Produtos de fissão. Emissão de nêutrons na fissão. Liberação de energia na fissão. Reatores homogêneos e heterogêneos. 6. Reator nuclear. Parâmetros do reator. Equação de balanço de nêutrons. Quantidade e concentração de material físsil em reatores rápidos e térmicos. Relação de conversão. 7. Massa crítica. Criticalidade. Refletor. Tipos de reatores. Reatores a água leve (LWR). Reatores a água pesada (HWR). Reatores regeneradores rápidos a metal líquido (LMFBR). Reatores regeneradores a água leve (LWBR). Ciclo do combustível. 8. Fusão nuclear. Taxa de reação de fusão. Pressão em um plasma confinado magneticamente. Ignição em um plasma de fusão. Balanço de energia e materiais em um plasma de fusão. Design de uma planta de fusão. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 203 BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. MURRAY, R.L. Nuclear energy - an introduction to the concepts, systems, and applications of nuclear processes. 6.ed. Burlington: Butterworth-Heinemann, 2009. 2. LAMARSH, J.R.; BARATTA, A.J. Introduction to nuclear engineering. 3.ed. New Jersey: Prentice Hall, 2001. 3. STACEY, W.M. Nuclear reactor physics. 2.ed. Weinheim: Wiley-VCH GmbH & Co., 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. BELL, G.I.; GLASSTONE, S. Nuclear reactor theory. New York: Van Nostrand Reinhold, 1970. 2. ALVIM, A.C.M. Métodos numéricos em engenharia nuclear. Curitiba: Certa, 2007. 3. MEGHREBLIAN, R.V.; HOLMES, D.K. Reactor analysis. York: McGraw-Hill Book Co., 1960. 4. LAMARSH, J.R. Introduction to nuclear reactor theory. 1.ed. Michigan: Addison-Wesley, 1966. 5. DUDERSTADT, J.J.; HAMILTON, L.J. Nuclear reactor analysis. 1.ed. Michigan: John Wiley & Sons, 1976. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENERGIA NUCLEAR ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 204 Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 205 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática EN Engenharia de Controle 60 0 4 60 7º Circuitos elétricos Pré-Requisitos MA129 Co-Requisitos Requisitos C.H. EN EMENTA Modelamento matemático de sistemas dinâmicos. Representação em espaço de estados. Análise de sistemas de controle em malha aberta e com realimentação. Estudo da estabilidade de sistemas. Método do lugar das raízes. Análise de sistemas no domínio da freqüência. Projeto de controladores. Fundamentos do software de simulação. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Introdução aos sistemas de controle • Modelamento matemático de sistemas dinâmicos • Representação no domínio da freqüência • Representação em espaço de estados 2. Sistemas de controle com realimentação • Características e desempenho • Estudo da estabilidade: Critério de Routh, método do lugar das raízes 3. Análise no domínio da freqüência • Métodos da resposta em freqüência • Características de sistemas: margem de ganho e margem de fase • Estabilidade no domínio da freqüência. Critério de Nyquist 4. Projeto de sistemas de controle • Controladores P, PI, PID • Controladores avanço/atraso de fase • Controladores com realimentação de variáveis de estado Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 206 BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. OGATA, K. Engenharia de Controle Moderno. 4.ed. Barueri: Prentice-Hall Brasil, 2010. 2. GOLNARAGLI, F.; KUO, B. Automatic Control Systems. New York: John Wiley Sons, 2010. 3. NISE, N. S. Engenharia de Sistemas de Controle. 7.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2017. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. DORF, C., BISHOP, R. H. Sistemas de Controle Modernos. Rio de Janeiro: LTC, 2001. 2. BODE, H. W. Modern control theory. Upper Saddle River, NJ: Prentice Hall,1985. 3. KUO, B.C. Automatic control systems. 6.ed. Upper Saddle River, NJ: Prentice Hall,1991. 4. LEVIN, W.S. The control handbock. Boca Raton, FL: CRC Press, 1996. 5. LEVIN, W.S. Control systems fundamentals. Boca Raton, FL: CRC Press, 2000. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENERGIA NUCLEAR ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 207 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática EN Eletrotécnica Geral 45 15 3 60 7º Pré-Requisitos FI108, EN-Circuitos Co-Requisitos Requisitos C.H. Elétricos EMENTA Circuitos Elétricos em CA, monofásicos e trifásicos; Transformadores; Instalações elétricas Prediais/Residenciais. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO • Circuitos elétricos: leis e modelos; definição de corrente e tensão; leis de Kirchhoff - validação; associação de resistores (lineares e não lineares); potência, energia e princípio da conservação da energia (Teorema de Tellegen); fontes de tensão e corrente, diodo ideal; fontes dependentes; amplificador operacional ideal; equivalência estrela-triângulo de resistências. • Técnicas de solução de circuitos: princípio da superposição; equivalente Thevénin-Norton; método das equações dos nós; método das equações das malhas; equação matricial para o método das equações dos nós e das malhas; deslocamento de fontes de tensão e fontes de corrente. • Capacitores e indutores: associação de capacitores e associação de indutores; energia armazenada; capacidade de armazenamento de energia. • Circuitos de 1ª ordem no domínio do tempo. • Circuitos de 2ª ordem no domínio do tempo: circuito RLC série, RLC paralelo. • Circuitos em regime permanente senoidal: formas de ondas periódicas e a função senoidal; obtenção dos valores de pico, médio e eficaz de funções periódicas; período, frequência e defasagem entre ondas senoidais; representação de funções senoidais por fasores; circuitos fasoriais, impedância complexa; resolução de circuitos elétricos utilizando a técnica de fasores; método dos nós e das malhas com fasores; indutância própria, indutância mútua - polaridade e coeficiente de acoplamento; equivalente Thevénin e Norton, associação de impedâncias complexas, associação de indutores (com ou sem indutância mútua) utilizando a técnica de fasores; potência instantânea, potência ativa (média) potência reativa, potência complexa e fator de potência; correção do fator de potência. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 208 BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. BOYLESTAD, R. L. Introdução à análise de circuitos. 12.ed. São Paulo: Pearson, 1997. 2. GUSSOW, M. Eletricidade básica. 2.ed. Porto Alegre: Bookman, 2009. Coleção schaum. 3. BARTKOWIAK, R. Circuitos elétricos. 2.ed. Revisada. São Paulo: Makron Books, 1998. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. FILHO, S. M. Medição de energia elétrica. 6.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003. 2. NISKIER, J.; MACINTYRE, A. J. Instalações elétricas. 5.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008. 3. FILHO, J. M. Instalações elétricas industriais. 6.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2014. 4. Flarys, F. Eletrotécnica geral: Teoria E Exercícios Resolvidos. 2. ed. Barueri: Manole, 2013. 5. Cavalcanti, P. J. M. Fundamentos de Eletrotécnica. 22. ed. São Paulo: Freitas Bastos, 2012. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 209 Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 210 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Nº. de Código Nome C. H. Global Período Créditos Teórica Prática Segurança EN233 30 30 3 60 7º e Higiene Ocupacional Pré-Requisitos FI109 Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Normas Regulamentadoras (NRs); Gestão de Segurança do Trabalho e Saúde Ocupacional; Fiscalização do Trabalho; Segurança Ambiental; Introdução à Ergonomia. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO • Introdução; • Noções de Legislação Trabalhista; • Interface Engenharia de Segurança do Trabalho e demais Engenharias; • Meio Ambiente de Trabalho; • Acidente de Trabalho; • Doenças Profissionais e Doenças do Trabalho; • Normas Regulamentadoras - NR's; • Noções de Ergonomia; • Gestão de Segurança do Trabalho e Saúde Ocupacional; • Estatística e custo dos acidentes; • Fiscalização do Trabalho; • Perícia Trabalhista. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. CAMISASSA, M. Q. Segurança e Saúde no Trabalho. NRs 1 a 36 comentadas e descomplicadas. 4.ed. Método, 2017. 2. FILHO, A. N. B. Segurança do Trabalho e Gestão Ambiental. 4.ed. Atlas, 2011. 3. IIDA, I.; BUARQUE, L. Ergonomia: Projeto e Produção. 3.ed. Blucher, 2016. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 211 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. CAHILL, L. B. Environmental Health and Safety Audits: A compendium of Thoughts and Trends. 2.ed. Bernan Press, 2017. 2. KROEMER, K. Manual de Ergonomia. Adaptando o Trabalho ao Homem. 5.ed. Bookman, 2004. 3. JÚNIOR, A. M. S. Manual de Segurança, Higiene e Medicina do Trabalho. 11.ed. Riddel, 2017. 4. MATTOS, U. A. O.; MÁSCULO, F. S. Higiene e Segurança do Trabalho - Série Campus - ABEPRO. 1.ed. Elsevier, 2011. 5. NUNES, F. O. Segurança e Saúde no Trabalho Esquematizada. 3.ed. Nova Edição, 2016. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENERGIA NUCLEAR ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 212 Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 213 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Código Nome Nº. de Créditos Período Global Teórica Prática Administração para EN 60 0 4 60 7º Engenharia Pré-Requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Histórico. Visão de Taylor; Escola clássica de administração; Visão de recursos humanos; Princípios de Organização; Métodos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO • A administração: conteúdo e objeto de estudo. Antecedentes históricos. • Administração Científica • Teoria Clássica da Administração • Teoria das Relações Humanas • Teoria Neoclássica da Administração • Administração por Objetivos (APO) • Modelo burocrático de organização • Teoria Estruturalista da Administração • Teoria Comportamental da Organização • Teoria do Desenvolvimento Organizacional (DO) • Tecnologia e Administração • Teoria Matemática da Administração • Teoria de Sistemas • Teoria da Contingência • Melhoria Contínua; Círculos da Qualidade; Qualidade total; TQM • Reengenharia; Benchmarking • Ética e Responsabilidade Social; Códigos de ética; Responsabilidade social das organizações • Gestão ambiental Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 214 BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. GUERRINI, F. M.; ROSSIM, D.; FILHO, E. E. Administração para Engenheiros. Rio de Janeiro: Elsevier Academic, 2017. 2. CHIAVENATO, I. Teoria Geral da Administração. Abordagens Prescritivas e Normativas. 7.ed. Barueri: Manole, 2013. v. 1. 3. CHIAVENATO, I. Recursos Humanos. O Capital Humano das Organizações. 1.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. BITENCOURT, C. Gestão Contemporânea de Pessoas. Novas Práticas, Conceitos Tradicionais. 2.ed. Porto Alegre: Bookman, 2009. 2. KOTLER, P.; KARTAJAYA, H.; SETIAWAN, I.; KORYTOWSKI, I. Marketing 4.0. Do Tradicional ao Digital. 1.ed. Sextante, 2017. 3. MASTERS, P. T.; KORYTOWSKI, I. De Zero a Um. O que Aprender Sobre Empreendedorismo com o Vale do Silício. 1.ed. Objetiva, 2014. 4. MINTZBERG, H. Criando Organizações Eficazes. Estruturas em Cinco Configurações. 2.ed. Atlas, 2003. 5. RIES, E.; SZLAK, C. A Startup Enxuta. 1.ed. LeYa, 2012. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENERGIA NUCLEAR ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 215 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Nº. de C. H. Global Período Código Nome Créditos Teórica Prática EN240 Gerência de Projetos 60 0 4 60 8º Pré-Requisitos EN- Administração Co-Requisitos Requisitos C.H. para Engenharia EMENTA Aspectos gerais de projetos, características, abordagem por fases com customização dos conceitos para projetos de Tecnologia da Informação. Etapas de um projeto: Escopo, Tempo, Custos, Qualidade, Recursos Humanos, Comunicação, Riscos, Aquisições e Integração. Ferramentas de planejamento e controle dos projetos. Plano de projeto integrado. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO • Introdução – Projeto e Operação; • Condução dos métodos de seleção do projeto; • Definição do escopo; • Gestão do Tempo do Projeto - Definição das atividades - Seqüenciamento as atividades; • Desenvolvimento do plano de gerenciamento de mudanças; • Execução das tarefas definidas no plano do projeto; • Gerência do Custo do Projeto; • Monitoramento e Controle do Projeto; • Encerramento do Projeto; • Arquivamento e manutenção dos registros do projeto; • Mensuração da satisfação do cliente; • Julgamento para Tomada de Decisão. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. HELDMAN, K. Gerência de projetos: Fundamentos. 3.ed. Rio de Janeiro: Campus, 2012. 2. ALENCAR, A. J.; SCHMITZ, E. A. Análise de riscos em gerência de projetos. 3 ed. Rio de Janeiro: Brasport, 2012. 3. VIEIRA, M. Gerenciamento de projetos de tecnologia da informação. 2.ed. Rio de Janeiro: Campus, 2003. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 216 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. http://dssresources.com/glossary/ acessado em 01 de abril de 2013. 2. BAZERMAN, M. H. Judgment in managerial decision making. Wiley, 2013. 3. OLIVEIRA NETTO, A. A.; TAVARES, W. R. Introdução à engenharia de produção. 2.ed. Florianópolis: Visual Books, 2006. 4. SLACK, N.; CHAMBERS, S.; JOHNSTON, R. Administração da produção. 8.ed. São Paulo: Atlas Ltda, 2018. 5. O’HANLON, T. Auditoria de qualidade. 2.ed. São Paulo: Saraiva, 2009. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENERGIA NUCLEAR ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 217 Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 218 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Semanal Nº. de Código Nome C. H. Global Período Créditos Teórica Prática EN244 Radioatividade e Ecologia 60 0 4 60 8º Pré-Requisitos EN237 Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Radionuclídeos naturais e artificiais. Ciclo do combustível nuclear. Disposição de rejeitos radioativos. Explosões nucleares. Fontes médicas. Outras fontes de radiação. Contaminação devido a acidentes nucleares. Comportamento dos radionuclídeos no ecossistema. Mecanismos de transporte. Comportamento de grupos específicos de radionuclídeos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Fontes naturais de radioatividade ambiental: Radiação cósmica e radionuclídeos cosmogênicos. Radiação terrestre. Irradiação externa. Irradiação interna. Outras fontes. 2. Fontes de radiação decorrentes de atividades humanas: O ciclo do combustível nuclear. Mineração ou extração. Beneficiamento do minério de urânio. Conversão e purificação. Enriquecimento isotópico. Fabricação do elemento combustível. Queima do combustível no reator nuclear. Reprocessamento do elemento combustível queimado. Disposição de rejeitos. Explosões nucleares. Fontes médicas. Outras fontes de radiação. Contaminação ambiental devido a acidentes nucleares. 3. Comportamento dos radionuclídeos no ecossistema: Mecanismos de transporte. Propriedades dos radionuclídeos. Comportamento de grupos específicos de radionuclídeos. Grupo dos não metais. Grupo dos metais leves. Grupo dos metais alcalinos terrosos. Grupo dos gases nobres. Grupo dos metais pesados. Grupo dos actinídeos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. BAIRD, C.; CANN, M.; Química Ambiental. Porto Alegre: Bookman, 4.ed, 2011. 844p. 2. ENSENBUD, M.; GESELL, T. Environmental Radioactivity: from natural, industrial, and military sources. New York: Academic Press, 1997. 656p. 3. FILHO, P. F. L. H.; XAVIER, A. M.; PONTEDEIRO, E. M.; FERREIRA, R. S. Segurança Nuclear e Proteção do Meio Ambiente. Rio de Janeiro: e-papers, 2004. 301p. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 219 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. KNOLL, G. F. Radiation Detection and Measurement. 2.ed. New York: John Wiley & Sons, 1989. 754p. 2. OKUNO, E.; CALDAS, I. L.; CHOW, C. Física para ciências biológicas e biomédicas. São Paulo: Harper & Row do Brasil, 1982. 490p. 3. MAZZILLI, B. P.; MÁDUAR, M. F.; CAMPOS, M. P. Radioatividade no meio ambiente e avaliação de impacto radiológico ambiental. São Paulo: IPEN (apostila), 2011. https://www.ipen.br/portal_por/conteudo/posgraduacao/arquivos/201103311026310-Apostila%20TNA- 5754%20abr-2011.pdf. 92 p. 4. TURNER, J. E. Atoms, Radiation, and Radiation Protection. New York: Wiley-VCH, 2007. 585p. 5. IAES. Guidelines for radioelement mapping using gamma ray spectrometry data. TECDOC- 1363. Vienna: IAEA, 2003. 173p. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENERGIA NUCLEAR ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 220 Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 221 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Nº. de C. H. Global Período Código Nome Créditos Teórica Prática Introdução à EN226 0 30 1 30 8º Proteção Radiológica Pré-Requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Conceitos fundamentais, grandezas e unidades de radiação, filosofia da proteção radiológica, proteção às radiações externas, proteção às radiações internas, monitoração individual e monitoração de área, manuseio de material radioativo. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Teórico: - Propriedades das radiações ionizantes - Interação da radiação com a matéria - Objetivos da proteção radiológica - Unidades e Grandezas da proteção Radiológica - Exposição Ocupacional - Sistema de limitação de dose - Proteção às exposições extenas - Cálculo de blindagens - Proteção às exposições internas - Bases biológicas para a dosimetria interna - Detectores de radiação - Monitoração de área e individual Prática: - Estudo da variação da dose em função da distância - Medidas com monitores de área e monitores individuais - Estudo de diferentes materiais para blindagem BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. JAMES, E. T. Atoms, radiation, and radiation protection. 3.ed. Federal Republic Germany: Wiley-VCH, 2007. 2. STABIN, M.G. Radiation protection and dosimetry: An introduction to health physics. 1.ed. New York: Springer, 2008. 3. CEMBER, H.; Thomas, J. Introduction to health physics. 4.ed. New York: McGraw-Hill Medical, 2008. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 222 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. ATTIX, F.H. Introduction to Radiological Physics and Radiation Dosimetry. 1.ed. Federal Republic Germany: Wiley-VCH. 1986. 2. MARTIN, J. Physics for radiation protection. 2.ed. Weinheim, Germany: Wiley-VCH. 2006. 3. JOHNS, H.E.; Cunningham, J.B. Physics of radiology. 4.ed. Springfield Illinois, USA: Charles C Thomas Publisher, 1983. 4. BUSHBERG, J. T. The essential physics of medical imaging. 1.ed. Philadelphia, USA: Williams & Wilkins, 1994. 5. Radiation therapy physics. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENERGIA NUCLEAR ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 223 Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 224 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estagio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Nº. de Código Nome C. H. Global Período Créditos Teórica Prática EN Mecânica dos Fluidos 60 0 4 60 8º Pré-Requisitos FI007 Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Propriedades dos fluídos. Estática dos fluídos. Cinemática dos fluídos. Fluídos perfeitos. Equação de Euler, Bernouilli e da energia. Quantidade de movimento. Fluídos reais. Escoamento e turbulência. Perdas de carga. Escoamento em conduto. Mecânica dos Fluidos Computacional. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 01. Introdução e Conceitos Básicos ● Considerações gerais. Sistemas de unidade; definições de fluídos ● Propriedades física dos fluídos. Peso específico e densidade; compressibilidade; Viscosidade. ● Tensão superficiais. Capilaridade. Absorção de gases pelos líquidos. Fluídos perfeitos. 02. Estática dos fluídos ● Condição fundamental de equilíbrio dos fluídos. Pressão. ● Equação fundamental da hidrostática. Líquidos pesados. Tubos piezométricos. Manômetros. ● Empuxos sobre superfícies planas. ● Empuxos sobre superfícies curvas. ● Princípio da Arquimedes. Corpos imersos e flutuantes. Estabilidade. ● Líquidos em equilíbrio relativo. 03. Cinemática dos Fluídos ● Descrições Lagrangiana e Euleriana (Campo de Aceleração, Derivada Material) ● Fundamentos da Visualização do escoamento (Linhas de Corrente e Tubos de Corrente, Linhas de Trajetória. ● Representação Gráfica dos dos Dados de Escoamento de Fluidos (Gráficos de Perfil, Gráficos Vetoriais, Gráficos de Contorno). ● Teorema de Transporte de Reynolds. 04. Dinâmica dos fluídos ● Dinâmica dos fluídos perfeitos. Equação de Euler. ● Integração da equação de Euler ao longo da trajetória. Teorema de Bernoulli. ● Interpretação dinâmica do teorema de Bernoulli. Extensão às correntes reais. 05. Princípio das quantidades de movimento. Potência de uma corrente líquidaDinâmica do líquido viscoso ● Generalidades. Relação entre os esforços devido à viscosidade, as velocidades de deformação. ● Equação de Navier – Stokes. ● Dissipação de energia. Perda da carga. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 225 ● Movimentos laminares. ● Movimentos entre duas placas paralelas. 06. Introdução à Fluido Dinâmica Computacional ● Introdução e Fundamentos ● Cálculo CFD Laminares ● Cálculo CFD Turbulentos ● CFD com Transferência de Calor ● Cálculos da CFD para Escoamento Compressível ● Cálculo da CFD para Escoamento em Canal Aberto BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. ÇENGEL, Y. A.; Cimbala, J. M. Mecânica dos fluidos - Fundamentos e aplicações. 1.ed. São Paulo: McGraw,2007. 2. FOX, R.W.; MCDONALD, A. T.; PRITCHARD, P. J. C. Introdução à mecânica dos fluidos. 6.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006. 3. SHAMES, H. Mecânica dos fluidos - Volumes I e II. 3.ed. São Paulo: Edgard Blucher,1995. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. WHITE, F. M. Mecânica dos fluidos - Vols. I e II. 6 ed. Porto Alegre, RS: McGraw Hill, 2010. 2. BISTAFA, S. R. Mecânica dos fluidos - Noções e aplicações. São Paulo-SP: Edgard Blucher. 2010. 3. BORTOLI, A. L. Introdução à dinâmica de fluidos computacional. 1.ed. Porto Alegre, RS: Editora da UFRGS, 2000. 4. YOUNG, D. F.; MUNSON, B. R.; THEODORE, H.; OKIISHI, T. H. Uma introdução concisa à mecânica dos fluidos. São Paulo: Edgard Blucher, 2005. Tradução da 2.ed. Americana. 5. SCHMIDT, F. W.; HENDERSON, R. E.; WOLGEMUTH, C. H. Introdução às ciências térmicas - termodinâmica, mecânica dos fluidos e transferência de calor. São Paulo: Edgard Blucher, 2004. Tradução da 2.ed. Americana. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENERGIA NUCLEAR ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 226 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) Disciplina X Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Nº. de C. H. Global Período Código Nome Créditos Teórica Prática EN241 Estágio Supervisionado 0 240 8 240 9º Pré-Requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Planejamento, desenvolvimento e execução de atividades em empresas, indústrias, universidades, etc., relacionadas a sistemas de energia. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO ● Direito e Deveres do Estagiário (Decreto n° 8654/2010). ● Documentação obrigatória (termo de compromisso, contrato da empresa) ● Elaboração do plano de trabalho. ● Execução do plano de trabalho na empresa/instituição ● Relatório do estágio. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. DE OLIVEIRA, R. G. Estágio Curricular Supervisionado – Horas de Parceria Escola-Universidade. São Paulo: Paco Editorial, 2011. 2. FEITEN, B. M. A. O Estágio Supervisionado. 7. ed. São Paulo: Cortez Editora, 2011. 3. GHEDIN, E.; DE OLIVEIRA, E. S.; DE ALMEIDA, W. A. Estágio Com Pesquisa. São Paulo: Cortez Editora, 2015. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTA 1. Gil, A. C.Como Elaborar Projetos de Pesquisa. 6. ed. Recife: Atlas, 2017. 2. Barbieri, J. C. Gestão Ambiental Empresarial: Conceitos, Modelos E Instrumentos. Recife: Saraiva, 2012. 3. Samíeri, R. H.; Collado, C. F. Metodologia de Pesquisa. Porto Alegre: Penso, 2013. 4. Marconi, M. A.; Lakatos, E. M. Metodologia Científica. 7. ed. Recife: Atlas, 2017. 5. Creswell, J. W.; Lopes, M. F. Projeto de Pesquisa - Métodos Qualitativo, Quantitativo E Misto. Porto Alegre: Penso, 2010. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENERGIA NUCLEAR ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 227 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo X Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Nº. de Global Período Código Nome Créditos Teórica Prática EN Projeto de TCC 30 0 2 30 9º Pré-Requisitos EN237, EN245, Co-Requisitos Requisitos C.H. EN246, EN247 EMENTA Elaboração de uma proposta de Trabalho de Conclusão de Curso de graduação, considerando tema(s) relacionado(s) à graduação em Engenharia de Energia da UFPE. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO • Elaboração de uma proposta de TCC em acordo com o orientador, contendo revisão bibliográfica, detalhamento da metodologia a ser aplicada na execução do TCC, materiais a serem empregados e o cronograma. • Apresentação da proposta ao professor responsável pela disciplina com vistas à sua avaliação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. DA COSTA, M. A. F.; DA COSTA, M. F. B. Projeto de Pesquisa – Entenda e Faça. São Paulo: Editora Voes, 2015. 2. BLAGI, M. C. Pesquisa Científica: roteiro prático para desenvolver projetos e teses. São Paulo: Editora Juruá, 2009. 3. GIL, A. C. Como Elaborar Projetos de Pesquisa. 6. ed. Recife: Atlas, 2017. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTA 1. RUDIO, F. V. Introdução ao projeto de pesquisa científica. Petrópolis: Vozes, 2015. 2. O´LEARY, Z. Como fazer seu projeto de pesquisa: Guia prático. Petrópolis: Vozes, 2019. 3. SAMÍERI, R. H.; COLLADO, C. F. Metodologia de Pesquisa. Porto Alegre: Penso, 2013. 4. MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Metodologia Científica. 7. ed. Recife: Atlas, 2017. 5. CRESWELL, J. W.; LOPES, M. F. Projeto de pesquisa - Métodos Qualitativo, Quantitativo e Misto. Porto Alegre: Penso, 2010. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENERGIA NUCLEAR ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 228 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo X Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Nº. de Global Período Código Nome Créditos Teórica Prática Trabalho de Conclusão de EN 30 30 3 60 10º Curso - TCC Pré-Requisitos Projeto de TCC - Co-Requisitos Requisitos C.H. ENxxx EMENTA Elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso de graduação, considerando tema(s) relacionado(s) à graduação em Engenharia de Energia da UFPE. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO • Elaboração de TCC em acordo com o orientador, contendo revisão bibliográfica, detalhamento da metodologia aplicada na execução do TCC, materiais empregados, resultados obtidos e consequente discussão. • Apresentação da monografia à comissão examinadora designada pelo professor responsável pela disciplina. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. DA COSTA, M. A. F.; DA COSTA, M. F. B. Projeto de Pesquisa – Entenda e Faça. São Paulo: Editora Voes, 2015. 2. BLAGI, M. C. Pesquisa Científica: roteiro prático para desenvolver projetos e teses. São Paulo: Editora Juruá, 2009. 3. GIL, A. C. Como Elaborar Projetos de Pesquisa. 6. ed. Recife: Atlas, 2017. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTA 1. RUDIO, F. V. Introdução ao projeto de pesquisa científica. Petrópolis: Vozes, 2015. 2. O´LEARY, Z. Como fazer seu projeto de pesquisa: Guia prático. Petrópolis: Vozes, 2019. 3. SAMÍERI, R. H.; COLLADO, C. F. Metodologia de Pesquisa. Porto Alegre: Penso, 2013. 4. MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Metodologia Científica. 7. ed. Recife: Atlas, 2017. 5. CRESWELL, J. W.; LOPES, M. F. Projeto de pesquisa - Métodos Qualitativo, Quantitativo e Misto. Porto Alegre: Penso, 2010. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENERGIA NUCLEAR ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 229 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo X Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Nº. de Global Período Código Nome Créditos Teórica Prática Trabalho de Conclusão de EN 30 30 3 60 10º Curso (TCC) Pré-Requisitos Projeto de TCC Co-Requisitos Requisitos C.H. ENxxx EMENTA Elaboração, desenvolvimento, redação e apresentação de um projeto relacionado à engenharia e/ou sistemas de energia. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO • Planejamento e desenvolvimento de um projeto em áreas relacionadas à engenharia e/ou sistemas de energia. • Elaboração de uma monografia de conclusão de curso relacionada ao projeto. • Apresentação do trabalho elaborado para uma comissão avaliadora. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. DA COSTA, M. A. F.; DA COSTA, M. F. B. Projeto de Pesquisa – Entenda e Faça. São Paulo: Editora Voes, 2015. 2. BLAGI, M. C. Pesquisa Científica: roteiro prático para desenvolver projetos e teses. São Paulo: Editora Juruá, 2009. 3. GIL, A. C. Como Elaborar Projetos de Pesquisa. 6. ed. Recife: Atlas, 2017. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTA 1. RUDIO, F. V. Introdução ao projeto de pesquisa científica. Petrópolis: Vozes, 2015. 2. O´LEARY, Z. Como fazer seu projeto de pesquisa: Guia prático. Petrópolis: Vozes, 2019. 3. SAMÍERI, R. H.; COLLADO, C. F. Metodologia de Pesquisa. Porto Alegre: Penso, 2013. 4. MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Metodologia Científica. 7. ed. Recife: Atlas, 2017. 5. CRESWELL, J. W.; LOPES, M. F. Projeto de pesquisa - Métodos Qualitativo, Quantitativo e Misto. Porto Alegre: Penso, 2010. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENERGIA NUCLEAR ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 230 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Semanal Nº. de C. H. Global Período Código Nome Créditos Teórica Prática Gerenciamento de Riscos EN273 30 30 3 60 N.A em Energia Requisitos Pré-Requisitos Co-Requisitos C.H. EMENTA Teoria dos desastres industriais. Identificação de perigos, acesso e controle dos riscos. Percepção do risco. Aspectos legais: Responsabilidades. Custos do não gerenciamento dos riscos. Técnicas de identificação de perigos. Caracterização dos riscos. Sistema de gerenciamento dos riscos, prescritivos e baseados no desempenho. Confiabilidade humana. Integridade mecânica. Manutenção baseada no risco. Engenharia de incêndio. Planejamento de Emergência. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Teoria dos desastres industriais. 2. Anatomia dos acidentes: O que pode dar erro? Como pode dar errado? 3. Controle dos principais riscos de acidentes catastróficos associados ao setor de petróleo e gás, elétrico e nuclear. 4. Modelos para o gerenciamento dos riscos: Modelos prescritivos e modelos baseados no desempenho: 4.1 OSHA seção 29.1910.119. 4.2 Process Safety Managment AIChE/CCPS. 4.2 Modelo proposto pelo SFPE/NFPA. 5. Perdas diretas e indiretas do não gerenciamento dos riscos em energia. 6. Gerenciamento de incertezas: Organizações confiáveis versus organizações patológica e burocráticas. 7. O erro humano. 8. Técnicas de identificação de perigo. 8.1 Análise preliminar de perigo. 8.2 HAZOP. 8.3 Análise de modos de falha e efeitos – FMEA. 8.4 Árvore das falhas. 8.5 Árvore dos eventos. 9. Integridade mecânica. 10. Manutenção baseada no risco. 11. Engenharia de incêndios. 11.1 Limites de flamabilidade. 11.2 Mecanismo de ignição. 11.3 Mecanismos de propagação de incêndios em espaços confinados e não confinados: Flashover e spreadover. 11.4 Incêndios envolvendo gases, líquido e sólidos. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 231 12. Análise de vulnerabilidade 12.1 Modelos matemáticos para a quantificação da energia liberada durante incêndios e explosões. 13. Caracterização dos incêndios em energia: Incêndios em subestações e em processos onshore e offshore. 14. Planejamento de emergências. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. NARAYAN, V. Effective maintenance management. 2.ed. South Norwalk: Industrial Press, 2011. 2. SFPE Engineering guide to performance based fire protection. 2.ed. New York: Natl Fire Protection Assn, 2007. 3. Center for Chemical Process Safety (CCPS). Plant guidelines for technical management of chemical process. New York: Amer Inst of Chemical Engineers, 1991. 4. GANN, R.; FRIEDMAN, R. Principles of fire behavior. 4.ed. Burlington: Jones & Bartlett Learning 2013. 5. ZALOSH, R. G. Industrial fire protection engineering. New York: Wiley, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. Center for Chemical Process Safety (CCPS). Guidelines for Asset Integrity Management. New York: Wiley, 2016. 2. PERROW, C. Normal Accidents: Living with High Risk Technologies. Princeton: Princeton University Press, 1999. 3. FISCHBECK, P. S. (Ed.), FARROW, R. S (Ed.). Improving regulation: Case in environment, health and safety. Washington: Routledg, 2001. 4. API RP 581. Risk Based Inspection Technology. 2.ed. Washington: American Petroleum Institute, 2008. 5. ABNT NBR ISO 14224. Indústrias de petróleo, petroquímica e gás natural. Coleta e intercâmbio de dados de confiabilidade e manutenção para equipamentos. Rio de Janeiro: ABNT, 2011. 6. WEICK, K. R.; SUTCLIFFE, K. M. Managing the Unexpected: Sustained Performance in a Complex World. 3.ed. New York: John Wiley & Sons, 2015. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENERGIA NUCLEAR ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 232 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Semanal Nº. de C. H. Código Nome Período Créditos Global Teórica Prática EP028 Análise da Decisão 60 0 4 60 N.A. Requisitos Pré-Requisitos ET625 Co-Requisitos C.H. EMENTA Tomada de Decisão, Teoria da Utilidade, Estrutura Matemática de um Problema Decisão, Regra de Bayes, Regra de Neyman-Pearson, Regras Minimax, Verossimilhança. OBJETIVO (S) DO COMPONENTE O objetivo da disciplina é o aprendizado dos conceitos básicos, das técnicas de modelagem e resolução de problemas, bem como das aplicações da Teoria Estatística da Decisão, desenvolvida por Abraham Wald em 1950. METODOLOGIA As aulas consistirão em aulas expositivas do conteúdo programático, sempre com o estudo complementar de aplicações práticas do assunto abordado em diversos contextos. AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina é composta pela realização de provas e/ou trabalhos escritos pelos estudantes matriculados. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 233 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Tomada de Decisão – conceitos Teoria da Utilidade – modelagem de preferências, axiomas da preferência, função utilidade monoatributo, edução da função utilidade, comportamento face ao risco., escalas de medida, função utilidade multiatributo, aplicações. Estrutura Matemática de um Problema de Decisão – estados da natureza, conseqüências, observações, mecanismos probabilísticos, regras de decisão, função perda, função risco. Regra de Bayes – principio de Bayes, distribuição a priori, distribuição a posteriori, Bayes Empírico, aplicações. Regra de Neyman-Pearson – o enfoque de Neyman-Pearson, regras randomizadas de comportamento, aplicações. Regras Minimax – matriz de risco, regra de decisão randomizada, regras de minimax como regras de Bayes, aplicações. Verossimilhança – função de verossimilhança, máximo de verossimilhança. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CAMPELLO DE SOUZA, Fernando Menezes. Decisões racionais em situações de incerteza. 2 ed. rev. ampl. Recife: Fernando Menezes Campello de Souza, 2007. HILLIER, Frederick S.; LIEBERMAN, Gerald J. Introdução à pesquisa operacional. 8 ed. São Paulo: McGraw-Hill, 2006. BEKMAN, Otto R.; COSTA NETO, Pedro Luiz de Oliveira. Análise estatística da decisão. 2 ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MOREIRA, Daniel Augusto. Pesquisa operacional: curso introdutório. 2 ed. rev. atual. São Paulo: Cengage Learning, 2010. WINSTON, Wayne L. Operations research: applications and algorithms. 4th ed. Belmont: Thomson Brooks: Cole, c2004. FIANI, Ronaldo. Teoria dos jogos: com aplicações em economia, administração e ciências sociais. 3 ed. Rio de Janeiro, RJ: Elsevier, 2009. BERGER, James O. Statistical decision theory and bayesian analysis. 2nd ed. New York: Springer- Verlag, c1985. FERGUSON, Thomas Shelburne. Mathematical statistics: a decision theoretic approach. New York: Academic Press, 1967, reimp. 1973. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENGENHARIA DE PRODUÇÃO ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 234 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Semanal Nº. de Código Nome C. H. Global Período Créditos Teórica Prática Modelagem de Processos EN242 60 0 4 60 N.A em Engenharia Pré-Requisitos ET625 Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Introdução aos modelos matemáticos freqüentemente utilizados em engenharia, e aplicação de computador (software Matlab) para teste com os modelos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Introdução à computação com o matlab. Modelos matemáticos. 1 Modelos discretos. Uso de estimadores de parâmetros; modelo linear e não linear nos parâmetros; ajustes de tabelas e planilha de dados; exemplos; o método dos mínimos quadrados. Interpolação; e problemas de interpolação polinomial; interpolação com funções ortogonais;exemplos de aplicação. Testes de validação de modelos; validação em metrologia. Visualização dos dados em gráficos de 2D e 3D. 2 Modelos contínuos. Problemas do valor inicial;solução de equações diferenciais ordinárias. Métodos numéricos; Euler; Runge-Kuta;Adams-Bashforth. Problema da condição de contorno. Exemplos de equações hiperbólicas, parabólicas e elípticas. Soluções de equações diferenciais parciais. Método da diferença finita. Exemplos de aplicações. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. VAN LOAN, C. F. Introduction to Scientific Computing: A matrix-vector approach using MATLAB. New Jersey: Prentice Hall, 1997. 2. ZILL, D. G.; CULLEN, M. R. Equações Diferenciais. 3.ed. Recife: Pearson, 2001. v. 1 e 2. 3. MATHEWS, J. H.; FINK, K. D. Numerical Methods Using Matlab. 3.ed. New Jersey: Prentice Hall, 1998. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 235 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. BARKER, R. M.; COX, M. G., FORBES, A. B.; HARRIS, P. M. Discrete Modeling and Experimental data Analysis: Software Support for Metrology Best Practice Guide nº 4. Teddington: National Physical Laboratory, 2004. 2. WESTWATER, F.L. Further Calculos. New York: Hodder & Stoughton Ltd, 1973. 3. STRANG, G. Introduction to Applied Mathematics. Cambridge:Wellesley-Cambridge Press, 1986. 4. KREYSZIG, E. Advanced Engineering Mathematics. 10.ed. New York: Wiley, 2011. 5. COOPER, J. M. Introduction to Partial Differential Equation with Matlab. Berlin: Birkhauser, 2000. Corrected edition. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENERGIA NUCLEAR ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 236 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Nº. de Código Nome C. H. Global Período Créditos Teórica Prática Projetos Assistidos por Computador EN231 30 30 3 60 N.A. (CAD) Requisitos Pré-Requisitos IF165 Co-Requisitos C.H. EMENTA Introdução e conceitos básicos de desenho/projeto auxiliado por computador (CAD). Equipamentos e sistemas de comutação utilizáveis em projetos de engenharia. Elaboração de desenhos e de projetos de engenharia com o auxílio do computador. Exemplos e exercícios de desenho e projetos assistidos por computador. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO HABILIDADE DA DISCIPLINA: • Fornecer a base necessária para que o aluno possa desenvolver seus conhecimentos através da pesquisa ou em trabalhar em qualquer sistema CAD. • Conceitos de Computação Gráfica e suas aplicações em CAD. Introdução e treinamento de Software de auxílio ao desenho em computadores. • Origens e evolução. Potencialidades. Componentes de hardware: tipos de CPU, vídeo, plotter, impressoras, hardcopy. Sistemas gráficos: funções, técnicas e facilidades. Sistemas comerciais. Modelagem geométrica: técnicas e algorítmos. Transformações e algorítmos de tratamento de imagens (rendering). Integração CAD/CAM. Critérios de implantação e seleção de um sistema CAE/CAD/CAM. Modelos para análise de engenharia. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. ALMEIDA, P. S. AutoCAD: Projetos em 2D e 3D. 1.ed. São Paulo: SENAI-SP Editora, 2017. 2. PERES, M. P.; IZIDORO, N.; RIBEIRO, A. C. Curso de Desenho Técnico e AutoCAD. 1.ed. Pearson, 2013. 3. NETTO, C. C. Estudo Dirigido de AutoCAD 2017. 1.ed. Érica, 2016. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 237 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. LEAKE, J. M.; BORGERSON, J. L. Manual de Desenho Técnico para Engenharia - Desenho, Modelagem e Visualização. 2.ed. LTC, 2015. 2. MORLING, K. Desenho Técnico e Geométrico. 1.ed. Alta Books, 2016. 3. OMURA, G.; BENTON, B. C. Mastering AutoCAD 2017 and AutoCAD LT 2017. 1.ed. Sybex, 2016. 4. SHROCK, C. R.; HEATHER, S. Beginning AutoCAD 2017: Exercise Workbook. 1.ed. Industrial Press, 2016. 5. TULER, M.; WHA, C. K. Exercícios para AutoCAD. Roteiro de atividades. 1.ed. Bookman, 2013. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENERGIA NUCLEAR ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 238 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Nº. de Código Nome C. H. Global Período Créditos Teórica Prática Fundamentos de Física EN249 60 0 4 60 N.A. Nuclear Pré-Requisitos FI109 Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Elementos de mecânica quântica. A constituição do núcleo. Isótopos. Radioatividade natural e as Leis da transformação radioativa. Desintegração nuclear artificial. Radioatividade artificial. Decaimento radioativo: alfa, beta e gama. Reações nucleares. Modelos nucleares. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. O Átomo de Bohr. 2. Elementos de mecânica quântica: as idéias básicas da mecânica quântica; a solução da equação de Schroedinger. 3. A constituição do núcleo. 4. Isótopos. 5. Radioatividade natural e as leis da transformação radioativa: a base da teoria da desintegração radioativa; a constante de desintegração, a meia-vida e a vida média; transformações radioativas sucessivas; equilíbrio radioativo; as séries radioativas naturais; unidades de radioatividade. 6. Desintegração nuclear artificial: transmutação por partículas alfa; o balanço de massa e energia em reações nucleares; o nêutron (reações alfa-nêutron); a aceleração de partículas carregadas; transmutação por prótons, dêuterons, nêutrons e fótons; química nuclear. 7. Radioatividade artificial: a descoberta da radioatividade artificial; os radionuclídeos artificiais; os elementos transurânicos; os radionuclídeos artificiais (alfa-emissores); tabelas de isótopos e cartas de nuclídeos. 8. Decaimento alfa: a velocidade e energia das partículas alfa; a absorção de partículas alfa (alcance, ionização e poder de frenagem); curvas de alcance-energia; espectro de partículas alfa, partículas de longo alcance e estrutura fina; níveis de energia nucleares; a teoria da desintegração alfa. 9. Decaimento beta: velocidade e energia; absorção; relações de alcance-energia; espectros; a teoria do decaimento beta; níveis de energia e esquemas de decaimento; o neutrino; leis de simetria e a não conservação da paridade no decaimento beta. 10. Raios gama e decaimento gama: a absorção de raios gama pela matéria; a interação dos raios gama com a matéria; absorção fotoelétrica; espalhamento Compton; formação de pares elétron-pósitron; a medida das energias dos raios gama; conversão interna; níveis de energia nucleares. 11. Reações nucleares: estados excitados dos núcleos; o núcleo composto; seções de choque; reações induzidas por nêutrons, prótons, alfa, raios gama, e núcleos leves. 12. Modelos nucleares: modelo de camadas, modelo da gota líquida, modelo coletivo. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 239 Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 240 BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. KAPLAN, I. Física Nuclear. Rio de Janeiro: Guanabara dois, 1978. 2. SCHECHTER, H.; BERTULANI, C. A. Introdução à Física Nuclear. Rio de Janeiro: Ed. UFRJ, 2000. 3. LILLEY, J. Nuclear Physics: Principles and Applications. New York: Wiley, 2001 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. KRANE, K. S. Introductory Nuclear Physics. New York: John Wiley & Sons, 1988. 2. DE ALMEIDA, E.;TAUHATA, L. Física Nuclear. Rio de Janeiro: Guanabara dois, 1981. 3. MEYERHOF, W. E. Elements of Nuclear Physics. New York: McGraw-Hill, 1967. 4. LEIGHTON, R. B. Principles of Modern Physics. New York: McGraw-Hill, 1959. 5. TURNER, J. E. Atoms, Radiation, and Radiation Protection. 2. ed. New York: Wiley-VCH, 1995. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENERGIA NUCLEAR ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 241 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Nº. de C. H. Global Período Código Nome Créditos Teórica Prática EN250 Análise Neutrônica 1 60 0 4 60 N.A. Pré-Requisitos EN237 EN222 Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Revisão de Física Nuclear, Interação de Nêutrons com matéria, Sistema Cadeia de nêutrons em meios infinito e finito. Difusão de nêutrons, Moderação de nêutron, Teoria de reator térmico. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. BELL, G.I.; GLASSTONE, S. Nuclear reactor theory. New York: Van Nostrand Reinhold, 1970. 2. ALVIM, A.C.M. Métodos numéricos em engenharia nuclear. Curitiba: Certa, 2007. 3. MEGHREBLIAN, R.V.; HOLMES, D.K. Reactor analysis. York: McGraw-Hill Book Co., 1960. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. MURRAY, R.L. Nuclear energy - an introduction to the concepts, systems, and applications of nuclear processes. 6.ed. Burlington: Butterworth-Heinemann, 2009. 2. LAMARSH, J.R.; BARATTA, A.J. Introduction to nuclear engineering. 3.ed. New Jersey: Prentice Hall, 2001. 3. STACEY, W.M. Nuclear reactor physics. 2.ed. Weinheim: Wiley-VCH GmbH & Co., 2007. 4. LAMARSH, J. R. Introduction to nuclear reactor theory. 1.ed. Michigan: Addison-Wesley, 1966. 5. DUDERSTADT, J.J.; HAMILTON, L.J. Nuclear reactor analysis. 1.ed. Michigan: John Wiley & Sons, 1976. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENERGIA NUCLEAR ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 242 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Nº. de Global Período Código Nome Créditos Teórica Prática EN251 Métodos Matemáticos Especiais 60 0 4 60 Pré-Requisitos MA129 Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA • Resolução de equações diferenciais ordinárias de 2ª. ordem. • Resolução de equações diferenciais em série de potências. • Resolução de equações diferenciais parciais por separação de variáveis. • Resolução de equações diferenciais pela transformada de Laplace. • Outros métodos de resolução de EDP´s. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO O objetivo da disciplina é familiarizar o estudante com os métodos mais utilizados na solução das equações diferenciais que surgem comumente na Ánalise Neutrônica e Termoidráulica dos reatores nucleares. 01. Resolução de equações diferenciais ordinárias de 2ª. ordem: Equações homogêneas e não- homogêneas. O problema de Sturm-Liouville. Autofunções e autovalores. Ortogonalidade e expansão em série de Fourier. 02. Resolução de equações diferenciais em série de potências: O método das séries de potências. Equações em coordenadas cilíndricas e esféricas: funções de Bessel e Legendre. 03. Resolução de equações diferenciais parciais por separação de variáveis. Equação de difusão em sistemas finitos. Transformada Integral de Fourier, sistemas infinitos e semi-infinitos. Equações de Laplace e Bessel. 04. Resolução de equações diferenciais pela transformada de Laplace. Equações dependentes do tempo. Outros métodos de resolução de EDP´s: Funções de Green. Fórmula de Duhamel. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. KREYSIG, E. Matemática superior. v.1. São Paulo: LTC, 1969. 2. KREYSIG, E. Matemática superior. v.2. São Paulo: LTC, 1969. 3. BUTKOV, E. Física matemática. São Paulo: LTC, 1988. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 243 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. BOYCE, W.E.; DIPRIMA, R. Equações diferenciais elementares e problemas de valores de contorno. 8.ed. São Paulo: LTC, 2006. 2. GUIDORIZZI, H.L. Um curso de cálculo. v.3. 5.ed. São Paulo: LTC, 2002. 3. GUIDORIZZI, H.L. Um curso de cálculo. v.4. 5.ed. São Paulo: LTC, 2002. 4. MUNEM, M.A; FOULIS, D.J. Cálculo. v.2. 1.ed. São Paulo: LTC, 1982. 5. KAPLAN, W. Cálculo avançado. v.2. 1.ed. São Paulo: Edgard Blücher, 1972. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENERGIA NUCLEAR ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 244 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Nº. de C. H. Global Período Código Nome Créditos Teórica Prática Projeto Termoidráulico EN252 60 0 4 60 N.A. de Reatores Nucleares EN-termodinâmica Pré-Requisitos EN-Mecânica dos Co-Requisitos Requisitos C.H. Fluídos EMENTA Fonte de potência térmica nos reatores nucleares. Distribuição de potência no núcleo. Distribuição de temperaturas nos elementos combustíveis. Escoamento e queda de pressão no núcleo. Distribuição de temperatura no refrigerante. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 01. Fonte de potência térmica nos reatores nucleares: Reações com nêutrons, intensidade de feixes de partículas e seção de choque. A fissão do Urânio e sua energética. Reação em cadeia. 02. Distribuição de potência no núcleo: Fluxo de nêutrons e sua distribuição em núcleos homogêneos de geometria simples. Homogeneização de reatores de grande porte. Potência térmica gerada no núcleo. 03. Distribuição de temperatura nos elementos combustíveis: Constituição dos elementos combustíveis. Condução de calor nas varetas de combustível. Elementos tipo placa. 04. Escoamento e queda de pressão no núcleo. Escoamento forçado em uma e duas fases no núcleo. Estimativa da queda de pressão na passagem pelo núcleo, perdas por atrito, aceleração, perdas localizadas. 05. Distribuição de temperatura no refrigerante. Transferência de calor por convecção entre o elemento combustível e o refrigerante em uma e duas fases. Fatores limitantes no projeto térmico do núcleo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. EL-WAKIL, M.M. Nuclear heat transport. 4.ed. International Textbook Co., 1971. 2. TODREAS, N.E.; KAZIMI, M.S. Nuclear Systems II: Elements of Thermal Hydraulic Design. 2.ed. Taylor and Francis Group, 2001. 3. STACEY, W.M. Nuclear reactor physics. 2.ed. Weinheim: Wiley-VCH GmbH & Co., 2007. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 245 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. GLASSTONE, S.; SESONKE, A. Nuclear Reactor Engineering: Reactor Design Basics. 4.ed. Chapman & Hall, 1994. 2. TODREAS, N.E.; KAZIMI, M.S. Nuclear Systems I: Thermal Hydraulic Fundamentals. 2.ed. Taylor and Francis Group, 2001. 3. LAHEY Jr., R.T.; MOODY, F.J. The Thermal-Hydraulics of a Boiling Water Nuclear Reactor. 2.ed. American Nuclear Society, 1993. 4. MESQUITA, A.Z. Current Research in Nuclear Reactor Technology in Brazil and Worldwide. InTech, 2013. 5. TSVETKOV, P.V. Nuclear Power - System Simulations and Operation. InTech, 2011. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENERGIA NUCLEAR ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 246 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Nº. de Código Nome C. H. Global Período Créditos Teórica Prática EN223 Geração Nuclear 2 45 15 3 60 N.A. Pré-Requisitos EN222 Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Princípio de funcionamento de usinas nucleares. Ciclos termodinâmicos de usinas nucleares. Balanço energético de uma usina nuclear. Transferência de calor no núcleo do reator. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Princípio de funcionamento de usinas nucleares: Fissão d urânio, classificação dos reatores, o fator de multiplicação. 2. Ciclos termodinâmicos de usinas nucleares: O ciclo de Rankine, o ciclo regenerativo, o ciclo com reaquecimento. 3. Balanço energético de uma usina nuclear: Considerações sobre o ciclo adotado, parâmetros numéricos para o ciclo termodinâmico, rendimento global da usina. 4. Transferência de calor no núcleo do reator: Equações de transferência de calor aplicadas ao reator, coeficientes de transferência de calor, distribuição de temperatura no núcleo do reator. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. EL-WAKIL, M.M. Nuclear heat transport. 4.ed. International Textbook Co., 1971. 2. SONNTAG, R. E.; BORGNAKKE, C.; WYLEN, G. J. V. Fundamentos da Termodinâmica. 6.ed. São Paulo: LTC, 2003. 3. OZISIK, M.N. Transferência de calor: um curso básico. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1990. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 247 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. MURRAY, R.L. Nuclear energy - an introduction to the concepts, systems, and applications of nuclear processes. 6.ed. Burlington: Butterworth-Heinemann, 2009. 2. LAMARSH, J.R.; BARATTA, A.J. Introduction to nuclear engineering. 3.ed. New Jersey: Prentice Hall, 2001. 3. MEGHREBLIAN, R.V.; HOLMES, D.K. Reactor analysis. York: McGraw-Hill Book Co., 1960. 4. LAMARSH, J.R. Introduction to nuclear reactor theory. 1.ed. Michigan: Addison-Wesley, 1966. 5. DUDERSTADT, J.J.; HAMILTON, L.J. Nuclear reactor analysis. 1.ed. Michigan: John Wiley & Sons, 1976. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENERGIA NUCLEAR ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 248 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Nº. de C. H. Global Período Código Nome Créditos Teórica Prática EN253 Engenharia Solar Fotovoltaica 60 0 4 60 N.A. Pré-Requisitos EN245 Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Princípios da conversão fotovoltaica: física das células solares, características elétricas de células e módulos; Processos de fabricação; Principais tecnologias fotovoltaicas; Aplicações da conversão fotovoltaica: sistemas energéticos autônomos, bombeamento de água, sistemas interligados à rede e industriais. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Propriedades dos semicondutores – Estrutura eletrônica dos semicondutores; Absorção da luz e produção de par electron-buraco; Processo de recombinação e dopagem. 2. Célula solar – Característica da junção p-n no escuro e iluminado; Figura de mérito de célula solar; Limites da eficiência; Variação da eficiência com band-gap e temperatura;. 3. Fabricação de células solares – Preparação do silício de graus metalúrgico, solar e eletrônico; Crescimento de um único cristal: método Czaokralsky and Float Zone; Fabricação de célula solar mono-cristalino; Outras tecnologias de filme fino; Fabricação de módulos. 4. Sistema fotovoltaico – Descrição geral: gerador fotovoltaico, Condicionador de potência e controle e armazenamento de energia. 5. Gerador fotovoltaico - Módulos fotovoltaicos; Interconexões de módulos (arranjo); Disposição do arranjo: fixo, rastreamento do Sol em 1 ou 2 eixos. 6. Condicionador de potência e controle – Diodo de bloqueio; controlador de carga e descarga; Conversores DC/DC ou DC/AC; Sistema de alarme e monitoração. 7. Armazenamento de energia – Banco de baterias (sistema autônomo); Caixa de água elevada (sistema de bombeamento); rede elétrica (sistema conectado à rede elétrica) 8. Aplicações da conversão fotovoltaica – sistema autônomo; sistema de bombeamento; sistema conectado à rede elétrica; aplicações industriais. 9. Dimensionamento simplificado de sistemas fotovoltaicos - sistema autônomo; sistema de bombeamento; sistema conectado à rede elétrica. 10. Mercado da tecnologia fotovoltaica no mundo e no Brasil Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 249 BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. FRAIDENRAICH, N.; LYRA, F. Energia Solar, Fundamentos e Tecnologias de Conversão Heliotérmoelétrica e Fotovoltaica. Recife: Ed. UFPE, 1995. 2. GTES (Grupo de Trabalho de Energia Solar). Manual de engenharia para sistemas fotovoltaicos. Rio de Janeiro: CRESESB - CEPEL, 1999. 3. NELSON, J. The Physics of Solar Cells (Properties of Semiconductor Materials). Imperial College Press, 2003. 4. LORENZO, E.; ARAUJO, G. L. Electricidade Solar - Ingeniería de los Sistemas Fotovoltaicos. Seville: Progensa, 1994. 5. TIBA, C.; FRAIDENRAICH, N.; BARBOSA, E. Instalação de sistemas fotovoltaicos para residências rurais e bombeamento de água. Recife: Ed. UFPE, 1998. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. KOMP, R. Practical Photovoltaics: Electricity from Solar Cells. 3.ed. Aatec Publications, 1995. 2. MARKVART, T.; CASTANER, L. Solar Cell: Materials, Manufacture and Operation. Elsevier Science, 2005. 3. WÜRFEL, P. Physics of Solar Cells: From Principles to New Concepts. John Wiley & Sons, 2005. 4. LANIER, F. Photovoltaic Engineering Handbook. New York: Adam & Hilder, 1990. 5. MARKVART, T. Solar Electricity. 2.ed. John Wiley & Sons, 2000. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENERGIA NUCLEAR ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 250 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Nº. de Código Nome C. H. Global Período Créditos Teórica Prática Técnicas Experimentais EN254 15 45 2 60 N.A. em Energia Solar Pré-Requisitos EN245 Co-Requisitos EN253 Requisitos C.H. EMENTA Projeto e construção de arranjos experimentais em energia solar. Conceitos básicos de montagem experimental, aquisição de dados, análise de dados e preparação de Relatório. Medidas da irradiação solar no plano do coletor. Arranjo experimental para estudo da conversão térmica e fotovoltaica. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO PARTE A – TEORIA 1. Conceitos básicos – Definições: precisão, incerteza, calibração e padrão; projeto de sistema experimental e/ou arranjo 2. Análise de dados experimentais - Causas e tipos de erros experimentais, incertezas e análise estatística de dados experimentais 3. Sistema de aquisição e processamento de dados – Métodos de aquisição,.processamento e armazenamento de dados 4. Projeto e construção de arranjos experimentais – Projeto conceitual e executivo detalhado; Exemplos 5. Relatório Técnico – Como preparar; uso de gráficos, figuras, tabelas; uso de software para melhorar a comunicação 6. Instrumentos e sensores de medição – piranômetros, piroheliômetros, sensores de temperaturas, transdutores (elétrico e termohidraúlicos), gnomon. 7. Revisão modelagem e medida da irradiação solar no plano do coletor . 8. Coletor solar plano PARTE B – EXPERIMENTOS 1. Sistema de aquisição de dados – Montar e programar um sistema de aquisição de dados para medir a temperatura ambiente de uma sala com diversas escalas temporais de acumulação; calcular a autonomia de medição; Descarregar os dados em micro-computador. 2. Determinação experimental do Norte verdadeiro 3. Conversão térmica I – Medida da eficiência diária de um sistema termosifão com um coletor solar nú. Monitoramento de irradiação solar no plano de coleção, vento, temperatura ambiente e três pontos no tanque de armazenamento. 4. Conversão térmica II – Repetir 11 colocando um vidro de cobertura e dentro de uma caixa de Alumínio. Comparar com os resultados de 11e 12. 5. Conversão fotovoltaica I – Determinação da curva característica de um módulo FV 6. Conversão fotovoltaica II – Associação de módulos em série e paralelo 7. Monitoração de um sistema fotovoltaico autônomo Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 251 8. Monitoração de um sistema e bombeamento de água fotovoltaico BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. GTES (Grupo de Trabalho de Energia Solar). Manual de engenharia para sistemas fotovoltaicos. Rio de Janeiro: CRESESB - CEPEL, 1999. 2. GODFREY, B. Renewable Energy: Power for a Sustainable Future. 2.ed. New York: The Open University Oxford, 2004. 3. GALLEGOS, H. G. Notas sobre radiación solar, Universidad Nacional de Luján. Argentina: Comité Editorial, 2002. 4. RABL, A. Active Solar collectors and their application. New York: Oxford University Press, 1985. 5. TIBA, C.; FRAIDENRAICH, N.; LYRA, F. Atlas Solarimétrico do Brasil Dados Terrestres. Recife: Ed. UFPE, 2000. 6. KREITH, F.; KREIDER, J. F. Principles of Solar Engineering. Hemisphere Publishing Corp, 1978. 7. DUFFIE, J. A.; BECKMAN, W. A., Solar Energy of Thermal Process. 3.ed. Ed. Hardcover, 2006. 8. FRAIDENRAICH, N.; LYRA, F. Energia Solar, Fundamentos e Tecnologias de Conversão Heliotérmoelétrica e Fotovoltaica. Recife: Ed. UFPE, 1995. 9. NELSON, J. The Physics of Solar Cells (Properties of Semiconductor Materials). Imperial College Press, 2003. 10. KOMP, R. Practical Photovoltaics: Electricity from Solar Cells. 3.ed. Aatec Publications, 1995. 11. MARKVART, T.; CASTANER, L. Solar Cell: Materials, Manufacture and Operation. Elsevier Science, 2005. 12. WÜRFEL, P. Physics of Solar Cells: From Principles to New Concepts. John Wiley & Sons, 2005. 13. LANIER, F. Photovoltaic Engineering Handbook. New York: Adam & Hilder, 1990. 14. MARKVART, T. Solar Electricity. 2.ed. John Wiley & Sons, 2000. 15. LORENZO, E.; ARAUJO, G. L. Electricidade Solar - Ingeniería de los Sistemas Fotovoltaicos. Seville: Progensa, 1994. 16. TIBA, C.; FRAIDENRAICH, N.; BARBOSA, E. Instalação de sistemas fotovoltaicos para residências rurais e bombeamento de água. Recife: Ed. UFPE, 1998. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. TOLMASQUIM, M. T. (Org.). Fontes Renováveis de Energia no Brasil. Rio de Janeiro: Interciência, 2003. 2. FRAIDENRAICH, N.; LYRA, F. Energia Solar, Fundamentos e Tecnologias de Conversão Heliotérmoelétrica e Fotovoltaica. Recife: Ed. UFPE, 1995 3. BALANÇO ENERGÉTICO NACIONAL. Brasília: EPE, 1970-. Anual. Disponível em: . Acesso em: 16 out. 2017, 11:00. 4. KEY WORLD ENERGY STATISTICS. Paris: IEA, 1974-, Anual. Disponível em: . Acesso em: 16 out. 2017, 11:14. 5. DUNN, P. D. Renewable Energies: Sources, Conversion and Application. U.K: Peter Peregrinus Ltd, 1986. 6. GOLDEMBERG, J. Energia no Brasil, Livros Técnicos e Científicos. São Paulo: S.A., 1979 7. COMETTA, E. Energia Solar, Utilização e Empregos Práticos. São Paulo: Hemus, 1977. 8. SCHEER, H. Economia Solar Global. Rio de Janeiro: CRESESB-CEPEL, 2002. 9. SORENSEN, B. Renewable Energy. New York: Academic Press, 2000. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENERGIA NUCLEAR ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 252 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Nº. de C. H. Global Período Código Nome Créditos Teórica Prática EN255 Engenharia Solar Térmica 60 0 4 60 N.A. Pré-Requisitos EN245 Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Introdução a conversão da energia solar em energia térmica. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Conceitos básicos da conversão heliotérmica 2. Ótica básica para coleção de radiação solar 3. Coletor plano – Descrição geral; Equação de balanço de energia no coletor plano; Coeficiente de perdas térmicas total do coletor e eficiência ótica; curva característica do coletor plano: coeficiente de perdas térmicas total, temperatura de estagnação; Tipos de coletores solares planos. 4. Concentradores – Por que concentrar; Definição de concentração; Concentradores 2D e 3D. 5. Sistemas de Aquecimento de água – Descrição geral; Sistema termosifão e circulação forçada; Orientação do arranjo; Características técnicas típicas de coletores solares planos comerciais; Dimensionamento simplificado do arranjo. 6. Outras aplicações da conversão fototérmica – Secagem, refrigeração solar, processo de calor industrial, geração termoelétrica. 7. Mercado de aquecimento de água no Brasil BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. DUFFIE, J. A.; BECKMAN, W. A., Solar Energy of Thermal Process. 3.ed. Ed. Hardcover. 2006. 2. RABL, A. Active Solar collectors and their application. New York: Oxford University Press. 1985. 3. KREITH, F.; KREIDER, J. F. Principles of Solar Engineering. Hemisphere Publishing Corp, 1978. 4. FRAIDENRAICH, N.; LYRA, F. Energia Solar, Fundamentos e Tecnologias de Conversão Heliotérmoelétrica e Fotovoltaica. Recife: Ed. UFPE, 1995. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 253 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. ALDABÓ, R. Energia Solar. Ed. Artliber, 2002. 2. PALZ, W. Energia Solar e Fontes Alternativas. Ed. Behar, 1990. 3. POTTER, M. C.; SCOTT, E. P. Ciências Térmicas. Ed. Thomson Learning, 2007. 4. SCHMIDT, F.; HENDERSON, R. Introdução às Ciências Térmicas. 2.ed. Ed. Edgard Blucher, 1996. 5. BENEDITO, T. Práticas de Energia Solar Térmica. Ed. Publindústria, 2010. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENERGIA NUCLEAR ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 254 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Nº. de C. H. Global Período Código Nome Créditos Teórica Prática Produção Sustentável EN256 60 0 4 60 N.A. de Biocombustíveis Pré-Requisitos EN247 Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Produção e produtividade agrícolas. Requerimentos das plantas. Eficiências das espécies vegetais. Cultivos e ocupação do solo. Práticas culturais. Controle de ervas, pragas e doenças. Contas energéticas e custos ambientais. Custos e renda das principais culturas. Perspectivas futuras. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO • Produção e produtividade agrícolas: conceitos e implicações; área, trabalho, insumos. • Requerimentos das plantas: luz, temperatura, CO2, O2, água e nutrientes. • Eficiências de diferentes espécies vegetais. • Cultivos agrícolas e modificações da ocupação do solo. • Práticas culturais: aração, gradagem, limpa, colheita, transporte. Contas energéticas da mecanização. • Práticas culturais: irrigação e adubação. Contas energéticas. • Controle de ervas, pragas e doenças: custos ambientais, externalidades. • Custos e renda da produção das principais culturas: no Nordeste, no Brasil e no mundo. • Perspectivas futuras. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. CORTEZ, L. A. B. Bioetanol de cana-de-açúcar: P&D para produtividade e sustentabilidade. Blucher, 2010. ISBN 9788521205319 2. DAVIS, M. L.; MASTEN, S. J. Princípios da Engenharia Ambiental. 3.ed. AMGH, 2016. ISBN 9788580555905 3. LORA, E. E. S.; VENTURINI, O. J. Biocombustíveis. v. 1 e 2. Rio de Janeiro: Editora Interciência, 2012. ISBN 9788571932289 Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 255 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. CORTEZ, L. A. B.; LORA, E. E. S.; GÓMEZ, E. O. (org). Biomassa para Energia. São Paulo: Ed. Unicamp, 2008. ISBN 9788526807839 2. KLÖPFFER, W.; GRAHL, B. Life Cycle Assessment (LCA) - A Guide to Best Practice. 1.ed. Wiley-VCH, 2014. ISBN 9783527329861 3. KNOTHE, G.; KRAHL, J.; GERPEN, J. V.; RAMOS, L. P. Manual de biodiesel. 1.ed. Blucher, 2006. ISBN 9788521204053 4. KUMAR, S.; SANI, R. K.; MISHRA, I. M. Biorefining of Biomass to Biofuels: Opportunities and Perception. 1.ed. Springer, 2018. ISBN 9783319676784 5. SANTOS, F.; COLODETTE, J.; QUEIROZ, J. H. (org). Bioenergia & Biorrefinaria: Cana-de-açúcar e espécies florestais. Viçosa: Os editores, 2013. ISBN 9788581790312 DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENERGIA NUCLEAR ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 256 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Nº. de C. H. Global Período Código Nome Créditos Teórica Prática Dinâmica da Água em Sistemas EN257 30 30 3 60 N.A. da Produção de Biomassa Pré-Requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. Ementa 1. Sistema solo-planta-atmosfera 2. Dinâmica da água no solo 3. Transferência de calor no solo 4. Balanço hídrico 5. Balanço de energia CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Caracterização física do solo: textura do solo; relações massa volume; estrutura e agregação do solo; consistência do solo; compactação do solo; potencial da água no solo; Fatores que influem na erosão; modelos de predição da erosão; Práticas conservacionistas; Planejamento conservacionista. Sistema água-solo-planta-atmosfera. Propriedades da água. Estados de energia da água no solo. Infiltração de água no solo. Armazenamento de água no solo. Disponibilidade de água para as plantas. Evaporação e evapotranspiração da água. Balanço de Energia. Movimento de água no sistema solo-planta-atmosfera. Balanço Hídrico. HABILIDADE DA DISCIPLINA: Essa disciplina dará ao estudante os conhecimentos sobre física do solo, incluindo a relação água-solo- planta-atmosfera, e sobre erosão e conservação do solo, necessários para o planejamento e uso racional da água e dos solos na produção de biomassa. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. LIBARDI, Paulo Leonel. Dinâmica da Água no Solo. 2.ed. EDUSP, 2012. 2. REICHARDT, K.; TIMM, L. C. Solo, Planta e Atmosfera: Conceitos, Processos e Aplicações. 2.ed. Ed. Manole, 2012. 3. WHITE, R. E. Princípios e Práticas da Ciência do Solo. O Solo Como Um Recurso Natural. Ed. Andrei, 2009. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 257 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. EHLERS, W. Water Dynamics in Plant Production. 2.ed. Cabi, 2016. 2. MONDAL, S.; CHAKRABORTY, D.; TOMAR, R. K. Conservation Agriculture: Effects on Soil hydro-physical Properties and Soil Water Dynamics. 3. RODRIGUEZ-ITURBE, I.; PORPORATO, A. Ecohydrology of Water-Controlled Ecosystems: Soil Moisture and Plant Dynamics. Cambridge University Press, 2005. 4. RUMYNIN, V. G. Overland Flow Dynamics and Solute Transport (Theory and Applications of Transport in Porous Media). 1.ed. Springer, 2015. 5. WARRICK, A. W. Soil Water Dynamics. 1.ed. Oxford University Press, 2003. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENERGIA NUCLEAR ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 258 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Nº. de C. H. Global Período Código Nome Créditos Teórica Prática Dinâmica de EN259 60 0 4 60 N.A. Reatores Nucleares Pré-Requisitos EN237 Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Cinética do reator. Dinâmica do sistema não regulado. Regulagem e comportamento de operação. Instrumentação. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. CINÉTICA DO REATOR: Comportamento temporal sem nêutrons atrasados, solução da equação de difusão; considerações sobre as equações da cinética de nêutrons; variações de reatividade. Distribuição de potência no núcleo: Fluxo de nêutrons e sua distribuição em núcleos homogêneos de geometria simples. Homogeneização de reatores de grande porte. Potência térmica gerada no núcleo. 2. DINÂMICA DO SISTEMA NÃO REGULADO: Reação da temperatura do combustível; comportamento dinâmico do reator de água pressurizada. 3. REGULAGEM E COMPORTAMENTO DE OPERAÇÃO: Princípio da regulagem de potência; regulagem e comportamento de operação do reator de água pressurizada. 4. INSTRUMENTAÇÃO: Medição da densidade de fluxo de nêutrons; instrumentação nuclear. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. DUDERSTADT, J.J.; HAMILTON, L.J. Nuclear reactor analysis. 1.ed. Michigan: John Wiley & Sons, 1976. 2. MEGHREBLIAN, R.V.; HOLMES, D.K. Reactor analysis. York: McGraw-Hill Book Co., 1960. 3. STACEY, W.M. Nuclear reactor physics. 2.ed. Weinheim: Wiley-VCH GmbH & Co., 2007. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 259 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. ALVIM, A. C. M. Métodos numéricos em engenharia nuclear. Curitiba: Ed. Certa, 2007. 2. MURRAY, R. L. Nuclear energy - an introduction to the concepts, systems, and applications of nuclear processes. 6.ed. Burlington: Butterworth-Heinemann, 2009. 3. LAMARSH, J. R.; BARATTA, A. J. Introduction to nuclear engineering. 3.ed. New Jersey: Prentice Hall, 2001. 4. LAMARSH, J. R. Introduction to nuclear reactor theory. 1.ed. Michigan: Addison-Wesley, 1966. 5. BELL, G. I.; GLASSTONE, S. Nuclear reactor theory. New York: Van Nostrand Reinhold, 1970. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENERGIA NUCLEAR ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 260 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Nº. de C. H. Global Período Código Nome Créditos Teórica Prática EN260 Análise Neutrônica 2 60 0 4 60 N.A. Pré-Requisitos EN250 Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Moderação de Nêutrons, Teoria de difusão em Multi-grupo, Teoria de Refletores, Cálculo de Constantes do grupo, Reatores Heterogêneos, Cinética de Reatores. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Moderação de Nêutrons, Balança de Energia Cinética e momento, Densidade de moderação, Idade de Fermi. 2. Reatores Homogêneos e heterogêneos. 3. Fatores de Regeneração, fissão rápida, probabilidade de Escapa de ressonância e utilização térmica. 4. Tratamento para fuga de nêutrons do reator, O conceito de Buckling do reator. 5. Equação de Difusão em multogrupos de energia. Área de difusão e migração. 6. Cinética de Reatores, Reatividade, Criticalidade pronta e atrasada. 7. Teoria de Barras de Controle, Efeito Doppler, Coeficiente de reatividade. 8. Envenenamento devido aos produtos de fissão, Xenônio e Samário. Comportamento temporal de Xenônio. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. LAMARSH, J. R. A. J. Introduction to nuclear reactor theory. Upper Saddle River, New Jersey: Prentice Hall, 2001. 2. ISBIN, H. S. Introductory nuclear reactor theory. 1.ed. California, USA: Reinhold Publishing Corporation, 1963. 3. MURRAY, R. L. Engenharia nuclear. São Paulo: Editora ao Livro Técnico, 1963. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 261 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. MEGHREBLIAN, R. V.; HOLMES, D. K. Reactor analysis. New York: McGraw-Hill, 1960. 2. EL-WAKIL, M. M. Nuclear Heat Transport. 3. LAMARSH, J. R.; BARATTA, A. J. Introduction to nuclear engineering. Upper Saddle River, New Jersey: Prentice Hall, 2001. 4. STACEY, W. M. Nuclear reactor physics. 2.ed. Federal Republic Germany: Wiley-VCH, 2007. 5. TAVORA F. J. PITANGA, T. F. J. Termodinâmica e usinas nucleares. São Paulo: Editora Ivan Rossi, 1979. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENERGIA NUCLEAR ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 262 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Nº. de Código Nome C. H. Global Período Créditos Teórica Prática Radiações Nucleares EN225 30 30 3 60 N.A. e suas Aplicações Pré-Requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA O núcleo e suas radiações. Decaimento radioativo. Interação da radiação com a matéria. Radioatividade natural. Radioatividade artificial. Reações nucleares. Princípio de reatores nucleares. Aplicações industriais e médicas das radiações. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Teórico: - Propriedade das radiações ionizantes - Lei do Decaimento radioativo - Famílias radioativas - Radioatividade artificial - Interação da radiação com a matéria - Reações nucleares - Reatores nucleares - Medidores de nível e de espessura - Irradiação de alimentos Prática - Lei do decaimento radioativo - Atenuação gama - Atenuação beta BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. KELLER, C. Radioquimica. Recife: Editora UFPE, 1981. 2. KAPLAN, I. Física Nuclear. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Dois. 1978. 3. TUMER, J. E. Atoms, radiation, and radiation protection. 3 ed. New York: Wiley-VCH Verlag, 2007. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 263 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. MAFRA, O. Y. Técnicas e medidas nucleares. São Paulo: Edgard Blücher. 1973. 2. OLDENBERG, O.; HOLLADAY, W. G. Introdução à física atômica e nuclear. São Paulo: Edgard Blücher. 1971. 3. MURRAY, R. L. Nuclear energy : an introduction to the concepts, systems, and applications of nuclear processes. 6.ed. New York, USA: Elsevier, 2009. 4. SHULTIS, J. K.; FAW, R. E.; DEKKER, M. Fundamentals of nuclear science and engineering, 3.ed. Florida, USA: CRC Press - Taylor & Francis Group, 2017. 5. TAUHATA, L.; ALMEIDA, E. S. Energia nuclear e suas aplicacões: Radiacões nucleares : Usos e cuidados. 2.ed. Rio de Janeiro: Comissão Nacional de Energia Nuclear, 1984. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENERGIA NUCLEAR ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 264 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Nº. de C.H. Global Período Código Nome Créditos Teórica Prática Técnicas de Medidas EN261 30 30 3 60 N.A. Nucleares Pré-Requisitos EN237 Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Revisão das características das radiações ionizantes e sua interação com a matéria. Flutuações estatísticas na desintegração radioativa. Estatística de medidas nucleares. Princípio de funcionamento dos detectores gasosos. - Curva característica de um detector Geiger-Muller. Aplicação dos detectores gasosos. Princípio de funcionamento dos detectores de nêutrons. Medida de fluxo de nêutrons térmicos por ativação. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO • Revisão das características das radiações ionizantes e sua interação com a matéria • Flutuações estatísticas na desintegração radioativa • Estatística de medidas nucleares • Princípio de funcionamento dos detectores gasosos - Câmara de ionização - Contador proporcional - Detector Geiger Muller • Curva característica de um detector Geiger-Muller • Aplicação dos detectores gasosos • Princípio de funcionamento dos detectores de nêutrons • Medida de fluxo de nêutrons térmicos por ativação BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. TSOULFANIDIS, N.; LANDSBERGER, S. Measurement and detection of radiation. 4.ed. New York, USA: CRC Press - Taylor & Francis Group, 2015. 2. KNOLL, G. F. Radiation detection and measuremts. 3.ed. New York, USA: John Wiley & Sons Inc., 1999. 3. Apostila de Curso. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 265 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. PRICE, W.J. Nuclear radiation detection. 2.ed. EUA: McGraw-Hill Inc., 1964. 2. MAFRA, O. Técnicas de medidas nucleares. São Paulo: Edgard Blucher, 1973. 3. EICHHOLZ, G.G., POSTON, J. W. Principles of nuclear radiation detection. 1.ed. EUA: Lewis Publishers, 1985. 4. SABOL, J., WENG, P. S. Introduction to radiation protection dosimetry. EUA: World Scientific Publishing , 1995. 5. Cerrito, L. Radiation and Detectors: Introduction to the Physics of Radiation and Detection Devices. New York: Springer, 2018. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENERGIA NUCLEAR ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 266 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Nº. de Código Nome C. H. Global Período Créditos Teórica Prática Combustível Nuclear EN262 60 0 4 60 N.A. e Rejeitos Radioativos Pré-Requisitos EN223 Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Urânio. Tório. Plutônio. Reprocessamento do combustível queimado. Geração de rejeitos. Níveis dos rejeitos. Rejeitos sólidos e líquidos. Tratamento de rejeitos sólidos e líquidos. Deposição dos rejeitos. Prevenção e descontaminação de superfície. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Séries radioativas naturais do U-238, U-235 e Th-232. Materiais físseis e férteis. Ciclo do combustível nuclear. 2. Fissão nuclear. Reator nuclear. Combustível queimado no reator. 3. Reprocessamento do combustível queimado. Recuperação dos isótopos do urânio e do Pu-239. 4. Tratamento de rejeitos sólidos. Minimização de rejeitos sólidos. Coleta e separação. Redução de volume. Descontaminação. Embalagem. Armazenagem. 5. Pré-Tratamento de rejeitos líquidos. Coleta e separação. Vias de transferência. Armazenagem e recuperação. Ajuste químico. Ajuste físico. 6. Tratamento de rejeitos líquidos. Evaporação. Precipitação química. Troca iônica. Outros processos: Filtração. Membrana. Elétrico. Separação por espuma. Separação magnética. 7. Prevenção, Contaminação e descontaminação de superfície. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. KELLER, C. Radioquímica. 2.ed. Recife: Ed. Universitária UFPE, 1981. 2. CHAYES, A.; Lewis, W.B. O ciclo de combustível nuclear. São Paulo: Atlântica, 1978. 3. RZYSKI, B. M. Tratamento de Rejeitos Radioativos Sólidos e Líquidos. v.242. São Paulo: IPEN, 1989. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 267 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. STACEY, W.M. Nuclear reactor physics. 2.ed. Weinheim: Wiley-VCH GmbH & Co., 2007. 2. MURRAY, R.L. Nuclear energy - an introduction to the concepts, systems, and applications of nuclear processes. 6.ed. Burlington: Butterworth-Heinemann, 2009. 3. LAMARSH, J.R.; BARATTA, A.J. Introduction to nuclear engineering. 3.ed. New Jersey: Prentice Hall, 2001. 4. LAMARSH, J.R. Introduction to nuclear reactor theory. 1.ed. Michigan: Addison-Wesley, 1966. 5. BELL, G.I.; GLASSTONE, S. Nuclear reactor theory. New York: Van Nostrand Reinhold, 1970. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENERGIA NUCLEAR ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 268 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Nº. de Código Nome C. H. Global Período Créditos Teórica Prática Materiais para EN263 60 0 4 60 N.A. Tecnologia de Energia EN -Fundamentos da Pré-Requisitos Ciência e Engenharia Co-Requisitos Requisitos C.H. de Materiais EMENTA Fundamentos para seleção de materiais. Seleção por propriedades mecânicas. Seleção por durabilidade de superfície. Relação entre seleção e processamento de materiais. Estudo de casos: materiais para motores e geração de energia, materiais para energia nuclear, solar e eólica. Avanços em nanotecnologia de materiais. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Fundamentos para seleção de materiais: motivação para seleção; base de custo para seleção; especificações e controle de qualidade. A formalização de procedimentos de seleção de materiais. Seleção por propriedades mecânicas: resistência estática; tenacidade; fadiga; resistência à temperatura; resistência à fluência. Seleção por durabilidade de superfície: resistência à corrosão. Relação entre seleção e processamento de materiais. Estudo de casos: materiais para motores e geração de energia, materiais para energia nuclear, solar e eólica. Avanços em nanotecnologia de materiais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA (mínimo 3 títulos) 1. ASHBY, M.; SHERCLIFF, H.; CEBON, D. Materiais - Engenharia, Ciência, Processamento e Projeto. 2.ed. Rio de Janeiro: Elsevier-Camus, 2012. 2. MARTIN, J. Concise Encyclopedia of Materials for Energy Systems. 1.ed. Oxford: Elsevier, 2009. 3. FERRANTE, M. Seleção de materiais, 2.ed. São Carlos: Edufscar, 2009. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 269 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR (mínimo 5 títulos) 1. CALLISTER, W. D.; RETHWISCH, D. G. Fundamentos da Ciência e Engenharia de Materiais. 4.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2014. 2. CHARLES, J. A.; CRANE, F. A. A.; FURNESS, J. A. G. Selection and use of engineering materials. Oxford: Butterworth-Heineman, 1996. 3. SCHWARZ, R. B.; CEDER, G.; RINGEL, S. A. Materials for Energy Storage, Generation and Transport, Materials Research Society, Symposium Proceedings. v.730. Cambridge: Cambridge University Press, 2002. 4. SOGA, T. Nanostructured Materials for Solar Energy Conversion. Oxford: Elsevier, 2007. 5. VAN VLACK, L. H. Princípios de Ciência dos Materiais. São Paulo: Edgar Blucher, 2000. 6. ASHBY, M. Materials Selection in Mechanical Design. 3.ed. Oxford: Elsevier, 2005. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENERGIA NUCLEAR ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 270 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Nº. de Código Nome C. H. Global Período Créditos Teórica Prática EN264 Radiação Solar 60 0 4 60 N.A. Pré-Requisitos EN245 Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Estudo da radiação solar em seus múltiplos espectros parciais: energético, PAR, Iluminância e UV. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Radiação solar para fins energéticos, Iluminância, Radiação solar PAR e UV 2. Medidas dos diversos componentes espectrais da radiação solar (broadband) 3. Métodos estatísticos para estimação dos diversos componentes espectrais da radiação solar I 4. Métodos estatísticos para estimação dos diversos componentes espectrais da radiação solar II 5. Métodos estatísticos para estimação dos diversos componentes espectrais da radiação solar III 6. Modelamento espectral da radiação solar na superfície da terra BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. FRAIDENRAICH, N.; LYRA, F. Energia Solar, Fundamentos e Tecnologias de Conversão Heliotérmoelétrica e Fotovoltaica. Recife: Ed. UFPE, 1995. 2. GALLEGOS, H. G. Notas sobre radiación solar, Universidad Nacional de Luján. Argentina: Comité Editorial, 2002. 3. TIBA, C.; FRAIDENRAICH, N.; LYRA, F. Atlas Solarimétrico do Brasil Dados Terrestres. Recife: Ed. UFPE, 2000. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 271 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. TIBA, C. et al. Atlas Solarimétrico de Minas Gerais. 2012. ISBN 978-85-87929-50-1. 2. GIACOMONI, P. U., Sun Protection in Man. Holanda: Elsevier Science, 2001. 3. BADESCU, V. Modeling Solar Radiation at Earth Surface. Berlim: Springer, 2008. 4. TOLMASQUIM, M. T. (Org.). Fontes Renováveis de Energia no Brasil. Rio de Janeiro: Interciência, 2003. 5. LORENZO, E.; ARAUJO, G. L. Electricidade Solar - Ingeniería de los Sistemas Fotovoltaicos. Seville: Progensa, 1994. 6. MUNEER, T. Solar Radiation & Daylight Models. Inglaterra: Elsevier, 1997. ISBN 0-7506-2495-7. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENERGIA NUCLEAR ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 272 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Nº. de C. H. Global Período Código Nome Créditos Teórica Prática Máquinas de Conversão EN265 60 0 4 30 N.A. de Energia Eólica Pré-Requisitos EN246 Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Engenharia de Sistemas de Conversão de Energia Eólica CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1.Geradores síncronos 2. Geradores assíncronos 3. Qualidade de energia 4. Modelos de cálculo de energia gerada 5. Dimensionamento BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. ACKERMANN, T. Wind Power in Power Systems. 2.ed. Wiley, 2012. 2. ALDABÓ, R. Energia Eólica. 2.ed. Artliber, 2012. 3. FITZGERALD, A.; KINGSLEY, C.; UMANS, D. Máquinas Elétricas, com Introdução à Eletrônica de Potência. 6.ed. Bookman, 2006. 4. HAU, E. Wind Turbines: Fundamentals, Technologies, Application, Economics. Springer, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. BURTON, T.; et al. Wind Energy Handbook. 2.ed. Wiley, 2011. 2. CUSTÓDIO, R. Energia Eólica para Produção de Energia Elétrica. Ed. Centrais Elétricas Brasilerias S.A. – Eletrobrás, 2009. 3. HEIER, S. Grid Integration of Wind Energy Conversion Systems. 2.ed. Wiley, 2006. 4. MANWELL, J.; MCGOWAN, J.; ROGERS, A. Wind Energy Explained: Theory, Design and Application. 2.ed. Wiley, 2009. 5. SPERA, D. Introduction to Modern Wind Turbines. ASME Press, 1994. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENERGIA NUCLEAR ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 273 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Nº. de C. H. Global Período Código Nome Créditos Teórica Prática Tópicos Especiais EN266 30 0 2 30 em Energia Solar Pré-Requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Temas de interesse como células de alta eficiência, usinas solar termoelétrica, produção de hidrogênio e outras aplicações avançadas de energia solar. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO A ser definido a cada semestre em função da demanda do corpo discente e das diretrizes estratégicas da coordenação do curso. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. GREEN, M. Solar Cells: Operating Principles, Technology, and System Applications. 1.ed. Prentice Hall, 1981. 2. TIBA, C; FRAIDENRAICH, N; BARBOSA, E. Instalação de sistemas fotovoltaicos para residências rurais e bombeamento de água. Recife: Ed. UFPE, 1998. ISBN 85-7315-118-8. 3. RABL, A. Active Solar collectors and their application. New York: Oxford University Press. 1985. 4. PINHO, J.; GALDINO, M. Manual de engenharia para sistemas fotovoltaicos. Rio de Janeiro: CEPEL-CRESESB, 2014. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. Revista Brasileira de Energia Solar. 2. Revista Averma. 3. Revista Solar Energy. 4. Revista Renewable Energy. 5. Revista Progress in Photovoltaics. 6. Revista Apllied Energy. 7. Solar Energy Materials and Solar Cells. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENERGIA NUCLEAR ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 274 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Nº. de C. H. Global Período Código Nome Créditos Teórica Prática Tópicos Especiais EN267 30 0 2 30 N.A. em Energia Nuclear Pré-Requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Temas envolvendo fundamentos teóricos e aplicações da energia nuclear. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Conceitos básicos; Radiação e seu uso; Energia nuclear. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. Murray, R. Energia Nuclear. São Paulo: Hemus, 2002. 2. Lima, C. L. Energia Nuclear. São Paulo: Unesp, 2008. 3. Peruzzo, J. Física e Energia Nuclear. São Paulo: Livraria da Física, 2012. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. Krivit, S.B.; Kingery, T. B.; Lehr, J. H. Nuclear Energy Encyclopedia: Science, Technology, and Applications. New York: Willey-Blackwell, 2011. 2. Mahaffey, J. A. The Future of Nuclear Power. New York: Facts on file, 2012. 3. Mahaffey, J. A. Nuclear Fission Reactors. New York: Facts on file, 2011. 4. Bodansky, D. Nuclear Energy: Principles, Practices, and Prospects. Nw York: Springer, 2007. 5. Kingery, T. B. Nuclear Energy Encyclopedia: Science, Technology, and Applications. Chichester/UK, 2011. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENERGIA NUCLEAR ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 275 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Nº. de C. H. Global Período Código Nome Créditos Teórica Prática Tópicos Especiais EN268 30 0 2 30 N.A. em Energia Eólica Pré-Requisitos EN246 Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Desenho preliminar de centrais eólicas. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO • Revisão sobre conceitos fundamentais em Meteorologia/Climatologia Eólica; • Avaliação do recurso eólico; • Modelagem microescalar; • Geometrias básicas no desenho de centrais eólicas; • Estimação da produção de aerogeradores; • Avaliação do desempenho de centrais eólicas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. ALDABÓ, R. Energia Eólica. 2.ed. Artliber, 2012. 2. HAU, E. Wind Turbines: Fundamentals, Technologies, Application, Economics. Springer, 2006. 3. MANWELL, J.; MCGOWAN, J.; ROGERS, A. Wind Energy Explained: Theory, Design and Application. 2.ed. Wiley, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. CUSTÓDIO, R. Energia Eólica para Produção de Energia Elétrica. Ed. Centrais Elétricas Brasileiras S.A. – Eletrobrás, 2009. 2. BURTON, T.; et al. Wind Energy Handbook. 2.ed. Wiley, 2011. 3. EGGLESTON, D.; STODDARD, F. Wind Turbine Engineering Design. Van Nostrand Reinhold Company, 1987. 4. JAMIESON, P. Innovation in wind turbine design. Wiley, 2011. 5. RISØ. Guidelines for Design of Wind Turbines. 2.ed. DNV/RISØ, 2002. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENERGIA NUCLEAR ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 276 Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 277 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Nº. de C. H. Global Período Código Nome Créditos Teórica Prática Tópicos Especiais EN269 30 0 2 30 N.A. em Energia da Biomassa Pré-Requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Discussão aprofundada sobre aspectos relacionados a matérias primas e processos de geração de energia a partir de biomassa. Estudos de caso sobre balanço de energia em sistemas de produção a partir da biomassa. Elaboração de projetos de produção de energia a partir de biomassa de cana (álcool, bagaço e palha), lenha e carvão vegetal e óleo vegetal (biodiesel). CONTEÚDO PROGRAMÁTICO A ser definido a cada semestre em função da demanda do corpo discente e das diretrizes estratégicas da coordenação do curso. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. KNOTHE, G.; KRAHL, J.; GERPEN, J. V.; RAMOS, L. P. Manual de biodiesel. 1.ed. Blucher, 1969. 2. PERLINGEIRO, C. A. G. Biocombustíveis no Brasil: fundamentos, aplicações e perspectivas. 1.ed. Synergia Editora, 2014. 3. TOLMASQUIM, M. T. (coord.) Energia Renovável: Hidráulica, Biomassa, Eólica, Solar, Oceânica. 1.ed. EPE, 2016. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 278 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. BROWN, R. C.; WANG, K. Fast Pyrolysis of Biomass. Advances in Science and Technology. 1.ed. Royal Society of Chemistry, 2017. Green Chemistry Series. 2. CEBALLOS, R. M. Bioethanol and Natural Resources - Substrates, Chemistry and Engineered Systems. 1.ed. CRC Press, 2017. 3. DEUBLEIN, D.; STEINHAUSER, A. Biogas from Waste and Renewable Resources: An Introduction. 2.ed. Wiley-VCH, 2011. 4. GNANSOUNOU, E. PANDEY, A. Life-Cycle Assessment of Biorefineries. 1.ed. Elsevier, 2016. 5. PANDEY, A.; HÖFER, R. TAHERZADEH, M.; NAMPOOTHIRI, M.; LARROCHE, C. I. Biorefinereries & White Biotechnology. 1.ed. Elsevier, 2015. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENERGIA NUCLEAR ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 279 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Semanal Nº. de Código Nome C. H. Global Período Créditos Teórica Prática Tópicos Especiais EN270 30 0 2 30 N.A. em Centrais Hidrelétricas Pré-Requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Temas que abordam aspectos de geração, transporte e distribuição de energia hidrelétrica. Pequenas Centrais Hidroelétricas. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO ● Conceitos básicos; ● Energia hidráulica; ● Centrais hidrelétricas BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. PEREIRA, G. M. Projeto de Usinas Hidrelétricas. Passo a Passo. São Paulo: Oficina de textos, 2015. 2. CARNEIRO, D. A.; COLI, A.; DIAS, F. S. PCHs: pequenas centrais hidrelétricas. Rio de Janeiro: Synergia, 2017. 3. SHERMAN, J. Hydroelectric Power. New York: Capston, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. DOS REIS, L. B. Geração de energia elétrica. Barueri: Manole, 2017. 2. PINTO, M. O. Energia Elétrica - Geração, Transmissão e Sistemas Interligados. Rio de Janeiro: LTC, 2013. 3. DE BARROS, B. F.; BORELLI, R.; GEDRA, R. L. Gerenciamento de energia: Ações administrativas e técnicas de uso adequado da energia elétrica. 2 ed. São Paulo: Érica, 2015. 4. PANDEY, B.; KARKI, A. Hydroelectric Energy: Renewable Energy and the Environment. New York: CRC Press, 2016. 5. ELGAR, E. The Economics of Hydroelectric Power. Northampton/USA: Edward Elgar, 2003. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENERGIA NUCLEAR ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 280 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Nº. de C. H. Global Período Código Nome Créditos Teórica Prática Base Metodológica 30 30 3 60 N.A. da Pesquisa Científica Pré-Requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Conhecimento científico. Introdução à pesquisa. Metodologia do trabalho científico. Metodologia da investigação. Metodologia de trabalhos de graduação. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO • Conhecimento científico. O método científico. Hipóteses. • Introdução à pesquisa. O método da pesquisa. A pesquisa como forma de saber. Pesquisador e objetivos da pesquisa. Tipos de pesquisa. • O processo da pesquisa quantitativa. Formulação do problema quantitativo. Revisão da literatura e construção do marco teórico. Definição do alcance da pesquisa: exploratória, descritiva, correlacional ou explicativa. Formulação de hipóteses. Escolha do desenho de pesquisa. Seleção da amostra. Coleta dos dados quantitativos. • Metodologia da investigação. Técnicas para análises dos dados. Inferência estatística. Regressão e correlação. • O processo da pesquisa qualitativa. Início do processo qualitativo: formulação do problema, revisão da literatura, surgimento das hipóteses e imersão no campo. Amostragem. Coleta e análise dos dados qualitativos. Desenhos do processo de pesquisa qualitativa. • Os processos mistos de pesquisa. • Metodologia do trabalho científico. Leitura, análise e interpretação de textos. Projeto e Relatório de pesquisa. A linguagem do trabalho científico. Técnicas de redação. Citação. Sistemas. Ilustração, Tabelas e Quadros. Referências. • Metodologia de trabalhos de graduação. Lógica do trabalho científico. Realização de seminários. Monografias. ABNT/normas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. RUDIO, F.V. Introdução ao projeto de pesquisa científica. 29.ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2001. 144p. 2. GUIMARÃES, F. R. Como fazer? Diretrizes para a elaboração de trabalhos monográficos. 2.ed. Campina Grande: EDUEP, 2003. 161p. 3. DEMO, P. Educar pela pesquisa. 4.ed. Campinas, SP:Autores Associados, 2000.129p. 4. ALMEIDA, M. L. P. Como elaborar monografias. 4.ed. rev. atual. Belém: Cejup, 1996. 211p. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 281 5. AMARAL, A. Linguagem científica. São Paulo: Conselho Federal de Educação, Universidade de Campinas, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Universidade de Brasília, Secretaria de Cultura, Ciência e Tecnologia do Estado de São Paulo, 1976. 297p. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 282 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. BARBOSA FILHO, M. Introdução à pesquisa: métodos, técnicas e instrumentos. 3.ed. João Pessoa: A União, 1994. 347p. 2. CASTRO, N. C. Como fazer um projeto de pesquisa. 4.ed. Juiz de Fora: EDUFJF, 1997. 49p. 3. CERVO, A. L.; BERVIAN, P. A. Metodologia científica. 4.ed. São Paulo: Makron Books, 1996. 209p. 4. CHAUÍ, M. Convite à filosofia. 12.ed. São Paulo: Ática, 1999. 440p. 5. COLAÇO, W.; DALL’OLIO, A.; ANDRADE LIMA, F. R. Elaboração de dissertação: normas. Mestrado em Ciência e Tecnologia Nuclear. Recife, UFPE. Departamento de Energia Nuclear, 1992. 73p. Comunicações nº 133, BD-08. 6. REY, L. Planejar e redigir trabalhos científicos. 2.ed. São Paulo: Edgard Blücher, 1997. 318p. 7. RICHARDSON, R. J.: PERES, J. A. S.; WANDERLEY, J. C. V.; CORREIA, L. M.; PERES, M. H. M. Pesquisa social: métodos e técnicas. 3.ed. ver.amp. São Paulo: Atlas, 1999. 334p. 8. RIBEIRO, M. A. P. Como estudar e aprender: guia para pais, educadores e estudantes. 2.ed. Rio de Janeiro: Vozes, 2001. 64p. 9. RUIZ, J. A. Metodologia científica: guia para eficiência nos estudos. 4.ed., São Paulo: Atlas, 1996. 177p. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENERGIA NUCLEAR ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 283 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Semanal Nº. de C. H. Global Período Código Nome Créditos Teórica Prática EN272 Introdução à Eletrônica 30 30 3 60 N.A. Pré-Requisitos EL215 Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA • Sinais e dispositivos básicos de eletrônica; • Amplificadores e circuitos analógicos; • Lógica e circuitos digitais; • Conceitos de sistemas eletrônicos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Sinais eletrônicos; Fontes de sinais; Representação dos sinais. 2. Conceitos de geração e transmissão da energia elétrica. 3. Princípios dos dispositivos eletrônicos; Diodo; Transistores; Introdução aos circuitos com transistores; Amplificação do sinal. 4. Outros dispositivos: Dispositivos de potência elétrica; Transformadores de potência; Transdutores e sensores. 5. Amplificadores operacionais; Conceitos de realimentação; Resposta em frequência. 6. Conceitos de filtros eletrônicos; Conceitos de circuitos osciladores; Conceitos de circuitos de transmissão da energia elétrica. 7. Conceitos de portas lógicas digitais; Circuitos digitais. Conceitos de conversão analógica em digital; 8. Princípios da comunicação digital; Conceito de um microprocessador: princípio de funcionamento. 9. Introdução aos sistemas eletrônicos: Controladores de sinais e da energia elétrica; Medidores de sinais e energia elétrica. 10. Princípios de sistemas de instrumentação; Aplicações às energias renováveis e não renováveis. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. SEDRA, A. S.; SMITH, K. C. Microeletrônica. 5.ed. London: Makron, 2000. 2. MURRAY, J. Electronics for Today and Tomorrow. 2.ed. New York: Trans-Atlantic Publications, Inc, 1997 3. FIALHO, A. B. Instrumentação Industrial. São Paulo: Érica, 2002. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 284 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. DE MELLO, H. A.; INTRATOR, E. Dispositivos semicondutores diodos, transistores, tiristores, optoeletrônica, circuitos integrados. 4.ed. Rio de Janeiro: LTC, 1980. 2. GRAY, P. E.; SEARLE, C. L. Princípios de eletrônica. Rio de Janeiro: LTC, 1974. 3. TUCCI, W. J. Introdução à eletrônica. 2.ed. São Paulo: Nobel, 1979. 4. PERTENCE Jr., A. Amplificadores operacionais e filtros ativos: teoria, projetos, aplicações e laboratório. 5.ed. São Paulo: Makron Books, 1996. 5. DE MELLO, H. A.; DE BIASI, R. S. Introdução à física dos semicondutores. São Paulo: Edgard. Blucher, 1975. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENERGIA NUCLEAR ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 285 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Semanal Nº. de C. H. Global Período Código Nome Créditos Teórica Prática LE716 Introdução à Libras 60 0 4 60 N.A. Pré-Requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Noções básicas de LIBRAS com vistas a uma comunicação funcional entre ouvintes e surdos no âmbito escolar no ensino de língua e literaturas da língua portuguesa. Aspectos gerais da LIBRAS. Léxico de categorias semânticas. Vocabulário específico da área de Letras relacionados ao ensino de língua e de literatura. Verbos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 – O INDIVÍDUO SURDO AO LONGO DA HISTÓRIA: - Mitos e preconceitos em torno do indivíduo surdo, da surdez e da língua gestual; - História das línguas de sinais no mundo e no Brasil (contribuições, impacto social e inclusão da pessoa surda por meio da Língua Brasileira de Sinais); - Línguas de sinais como línguas naturais; - Idéias preconcebidas e equivocadas sobre línguas de sinais. 2 – GRAMÁTICA DA LIBRAS: - Fonologia; - Morfologia; - Sintaxe - Semântica Lexical. 3 - PARÂMETROS DA LINGUAGEM DE SINAIS: - Expressão manual (sinais e soletramento manual/datilogia) e não manual (facial); - Reconhecimento de espaço de sinalização; - Reconhecimento dos elementos que constituem os sinais; - Reconhecimento do corpo e das marcas não-manuais; 4 - LIBRAS COMO LÍNGUA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL ENTRE PESSOAS SURDAS E ENTRE OUVINTES E SURDOS BILINGUES: - Comunicando-se em Libras aos vários contextos sociais (falando Libras nas diferentes situações de inscrições de interação social, com ênfase na escola, no trabalho, no lazer e em situações hospitalares). - A Libras falada na escola por professores, intérpretes e alunos surdos (Libras como registro lingüístico de comunicação acadêmica ou instrumental); - A aprendizagem da Língua de Sinais por crianças surdas em contexto escolar (a aquisição e desenvolvimento lingüístico da Língua Brasileira de Sinais na escola). Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 286 5 – O INTERPRETE E A INTERPRETAÇÃO EM LIBRAS/PORTUGUÊS ENQUANTO MEDIAÇÃO PARA A APRENDIZAGEM NA ESCOLA: - Sistema de inscrição de sinais; - Noções sobre interpretação de Libras; - Iconicidade versus arbitrariedade; - Simultaneidade versus lineraridade; - Relação entre gesto e fala; - O papel do interprete na inclusão do aluno surdo no contexto de sala de aula; - A relação professor e o interprete de Libras na educação do aluno surdo (quem rege x quem interpreta para o aluno e a quem este deve se dirigir para sua aprendizagem; - O intérprete como colaborador na aquisição da Língua Portuguesa como segunda língua para o aluno surdo; - O intérprete ao apoio ao professor no entendimento da produção textual do aluno surdo (quebrando mitos e preconceito sobre a escrita do surdo na língua Portuguesa) BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. BRITO, L. F. Por uma Gramática de Língua de Sinais. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1995. 2. KARNOPP, L. B. Aquisição fonológica nas línguas de sinais. Letras de Hoje,1997. V. 32(4) p.147-162. 3. MAIA, M. E. No Reino da Fala: A Linguagem e seus Sons. 3. ed. São Paulo: Ática, 1991. Série Fundamentos. 4. PIMENTA, N.; QUADROS, Ronice M. Curso de LIBRAS. Nível Básico I. 2006. LSB Vídeo. Disponível para venda no site www.lsvvideo.com.br 5. QUADROS, R. M. (1997). Aspectos da sintaxe e da aquisição da Língua Brasileira de Sinais. Letras de Hoje. 1997. v. 32(4). p. 125-146. _________ Situando as diferenças linguísticas implicadas na educação. Em Ponto de Vista. Estudos Surdos. NUP/UFSC. 2003 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. CAPOVILLA, F. C. et all. A Língua Brasileira de Sinais e sua iconicidade: análises experimentais computadorizadas de caso único. Ciência Cognitiva. 1997. I(2): 781-924. 2. CAPOVILLA, F. C. et all (1998). Manual Ilustrado de Sinais e Sistema de Comunicação em Rede para Surdos. São Paulo: Ed. Instituto de Psicologia, USP. 3. CAPOVILLA, F. C. et all. (2000). Dicionário Trilíngüe. Língua de Sinais Brasileira, Português e Inglês. São Paulo, Edusp. 4. GOLDFELD, M. A Criança Surda: Linguagem e cognição numa perspectiva sóciointeracionista. São Paulo: Plexus, 1997. 5. KLIMA, E.; BELLUGI, U. The Signs of Language. Cambridge, Mass: Harvard University Press, 1979. 6. LIDDELL, S. Grammar, Gesture, and Meaning in American Sign Language. Cambridge: Cambridge University Press, 2003. 7. MOURA, M. C. O Surdo: Caminhos para uma nova identidade. Rio de Janeiro: Revinter, 2000. 8. PERLIN, G. Identidades Surdas. Em A Surdez: um olhar sobre as diferenças; Org. SKLIAR, C. Porto Alegre: Editora Mediação. 1998. 9. SOUZA, R. Educação de Surdos e Língua de Sinais. 2006. Vol. nº 2 Disponível no site http://143.106.58.55/revista/viewissue.php DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO LETRAS ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 287 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Semanal Nº. de C. H. Global Período Código Nome Créditos Teórica Prática IN816 Relações Raciais 60 0 4 60 N.A. Pré-Requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Analisar as condições sócio-históricas bem como as formações discursivas que têm posicionado a população negra em condições de subalternidade em relação à branca no contexto internacional e brasileiro. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Negritude, racismo e as condições das populações negras na diáspora. 2. Relações raciais no contexto brasileiro. 3. Democracia racial. 4. Projeto UNESCO e a condição da população negra. 5. Raça e classe na década de 1970 no Brasil. 6. Movimentos de afirmação de identidade negra, processos políticos e novas subjetividades. 7. Políticas de reconhecimento, ações reparatórias e compensatórias. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. BASTIDE, R.; FERNENDES, F. Relações raciais entre negros e brancos em São Paulo: ensaio sociológico sobre as origens, as manifestações e os efeitos do preconceito de cor no município de São Paulo. São Paulo: Anhembi, 1955. 2. CARVALHO, J. J. Inclusão Étnica e racial no Brasil: a questão das cotas no ensino superior. São Paulo: Attar Editorial, 2006. 3. CASHMORE, E. Dicionário de relações étnicas e raciais. São Paulo: Selo Negro, 2000. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 288 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. FANON, F. Pele negra, máscaras brancas. Salvador: UDUFBA, 2008. 2. FREYRE, G. Casa grande & senzala: formação da família brasileira sob o regime da economia patriarcal. São Paulo: Global, 2006. 3. GOMES, N. L. Sem perder a raiz: corpo e cabelo como símbolos da identidade negra. Belo Horizonte: Autêntica, 2006. 4. GUIMARÃES, A. S. A. Racismo e Anti-Racismo no Brasil. São Paulo: Editora 34, 2005. 5. HASENBALG, C. Discriminação e desigualdades raciais no Brasil. Belo Horizonte: Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro, 2005. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO LETRAS ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 289 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Nº. de Código Nome C. H. Global Período Créditos Teórica Prática EN278 Princípios de Nanotecnologia 30 30 3 60 N.A. Pré-Requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Distinção entre ciência e tecnologia. Bases atômicas e moleculares da nanotecnologia. Nanomanufatura. Análises de nanoestrutura. Nanomateriais e materiais nanoestruturados. Aplicações da nanotecnologia. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. DEFINIÇÕES Nanociência e Nanotecnologia. A importância da nanoescala. Bases atômicas e moleculares da nanotecnologia. A palestra de Feynman de 1959. A origem das novas propriedades em escala nanométrica. Efeito de confinamento quântico, efeito de transporte balístico. Efeitos de superfície- interface. 2. TÉCNICAS DE NANOMANUFATURA Estratégias top-down e bottom-up. Exfoliação; dispersão assistida por ultrasson. Nanolitografia. Auto- organização. Técnicas de deposição química de vapor, síntese química, mecanossíntese e outras. 3. DESCOBERTAS, INVENÇÕES E TÉCNICAS-CHAVE PARA A NANOTECNOLOGIA Microscopia de tunelamento por varredura, microscopia eletrônica de varredura e transmissão, microscopia de força atômica. Nanotomografia. Interferometria. 4. PRINCIPAIS MATERIAIS PARA NANOTECNOLOGIA Materiais nanoestruturados. Metais e ligas. Polímeros. Semicondutores. Vidros e cerâmicas. Materiais carbonáceos. Compósitos. Revestimentos. Nanomateriais biomiméticos. Nanomateriais auto- organizados. 5. APLICAÇÕES DA NANOTECNOLOGIA. Energia. Meio Ambiente. Medicina e Saúde. Informação e Comunicação. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 290 BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. DURAN, N.; MATTOSO, L. H. C.; MORAIS, P. C. (Eds.). Nanotecnologia. São Paulo: ArtLiber, 2006. 2. BALZARETTI, N. M. (Org.). Tópicos em nanociência e nanotecnologia. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2014. 3. VARADAN, V. K. Nanoscience and nanotechnology in engineering. Singapura: World Scientific, 2010, 323 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. ULDRICH, J. Investing in nanotechnology: Think small, win big. Avon: Platinum Press, 2006. 2. DREXLER, K. E. Engines of Creation: The coming era of nanotechnology. New York: Anchor Books, 1986. 3. DREXLER, K. E. Nanosystems: Molecular machinery, manufacturing and computation. New York: Willey Interscience, 1992. 4. MANSOORI, G. A.; GEORGE, T. F.; ASSOUFID, L.; ZHANG G. (Eds.). Molecular Building blocks for nanotechnology: From diamondoid molecules to nanoscale materials and applications. v.109. New York: Springer, 2007. (Topics in applied physics). 5. MANSOORI, G. A. Principles of nanotechnology: Molecular-based study of condensed matter in small systems. New Jersey: World Scientific, 2005. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENERGIA NUCLEAR ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 291 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Nº. de Código Nome C. H. Global Período Créditos Teórica Prática EN275 Energia Eólica 1 60 0 4 60 N.A. Pré-Requisitos EN246 Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Aerodinâmica de turbinas eólicas de eixo horizontal; desenho preliminar de rotor aerodinâmico. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. teoria do momento axial sem rotação na esteira; 2. limite de Betz; 3. dependência da potência e empuxo com respeito à indução axial; 4. teoria do momento axial com rotação na esteira; 5. conservação do momento angular; 6. perfis aerodinâmicos; 7. ângulos característicos; 8. sustentação e resistência aerodinâmicas; 9. teoria do elemento de pá; 10. strip theory; 11. correções à strip theory; 12. mecanismos de regulação por stall e pitch; 13. desenho ótimo versus desenho pragmático do rotor aerodinâmico. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. ALDABÓ, R. Energia Eólica. 2. ed. Artliber, 2012. 2. HANSEN, M. Aerodynamics of Wind Turbines. 2.ed. Earthscan, 2008. 3. HAU, E. Wind Turbines: Fundamentals, Technologies, Application, Economics. Springer, 2006. 4. MANWELL, J.; MCGOWAN, J.; ROGERS, A. Wind Energy Explained: Theory, Design and Application. 2.ed. Wiley, 2009. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 292 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. ABBOTT, I.; VON DOENHOFF, A. Theory of Wing Sections. Dover Publications, 1958. 2. ACKERMANN, T. Wind Power in Power Systems. Wiley, 2005. 3. ARIAS, F. Fundamentos en Aerodinámica para Aeroturbinas de Eje Horizontal. CIEMAT, 2008. 4. BIANCHI, F.; DE BATTISTA, H.; MANTZ, J. Wind turbine control systems: principles, modelling and gain scheduling design. Springer, 2006. 5. BRØNDSTED, P.; NIJSSEN, R. Advances in wind turbine blade design and materials. Elsevier, 2013. 6. BURTON, T.; et al. Wind Energy Handbook. 2.ed. Wiley, 2011. 7. CENTRO DE INVESTIGACIONES ENERGÉTICAS, MEDIOAMBIENTALES Y TECNOLÓGICAS. Principios de Conversión de la Energía Eólica. CIEMAT, 2011. 8. COSTA, A. Notas sobre Energía Eólica para el Master en Ingeniería y Gestión de las Energías Renovables. Universidad de Barcelona, Institute for LifeLong Learning, 2010. 9. EGGLESTON, D.; STODDARD, F. Wind Turbine Engineering Design. Van Nostrand Reinhold Company, 1987. 10. EUROPEAN WIND ENERGY ASSOCIATION. Wind Energy – The Facts. A guide to the technology, economics and future of wind power. Earthscan, 2009. 11. JAMIESON, P. Innovation in wind turbine design. Wiley, 2011. 12. RISØ. Guidelines for Design of Wind Turbines. 2.ed. DNV/RISØ, 2002. 13. SPERA, D. Introduction to Modern Wind Turbines. ASME Press, 1994. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENERGIA NUCLEAR ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 293 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Nº. de Código Nome C. H. Global Período Créditos Teórica Prática EN276 Energia Eólica 2 60 0 4 60 Pré-Requisitos EN246 Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Meteorologia/climatologia eólica; avaliação do recurso eólico; desenho preliminar de centrais eólicas. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. METEOROLOGIA/CLIMATOLOGIA EÓLICA [mecanismo de formação do vento em escala planetária, estrutura vertical da atmosfera, comportamento na troposfera, camada limite planetária, escala sinóptica, vento geostrófico, vento ageostrófico, espiral de Ekman, movimentos ciclônicos e anti-ciclônicos, zona de convergência intertropical, mesoecala, efeitos mecânicos na mesoescala, formação das brisas, ventos catabáticos e anabáticos, microescala, orografia local, rugosidade do solo local, distorção induzida por obstáculos, perfil vertical do vento, espectro do vento horizontal, turbulência]; 2. AVALIAÇÃO DO RECURSO EÓLICO [técnicas observacionais, pdf de Weibull, Measure-Correlate-Predict, downscaling estatístico, métodos de regressão, métodos de classificação, métodos estocásticos, modelos microescalares de conservação da massa, modelos microescalares linearizados, Navier-Stokes solvers, modelos da circulação regional, acoplamento entre modelos micro e mesoescalares, simulação em túnel de vento]; 3. DESENHO PRELIMINAR DE CENTRAIS EÓLICAS [micrositing, difusão da esteira de um rotor aerodinâmico, defeito de velocidade, energia cinética turbulenta, geometrias típicas, estimação da energia anual produzida por uma central eólica, fator de capacidade, horas equivalentes, sistemas de informação geográfica, dados orográficos, dados de uso do solo]. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. ALDABÓ, R. Energia Eólica. 2.ed. Artliber, 2012 2. BAILEY, H.; BEAUCAGE, P.; BERNADETT, W. Wind resource assessment: a practical guide to developing a wind project. M. Brower (Ed.). Wiley, 2012. 3. HAU, E. Wind Turbines: Fundamentals, Technologies, Application, Economics. Springer, 2006. 4. MANWELL, J.; MCGOWAN, J.; ROGERS, A. Wind Energy Explained. Theory, Design and Application. 2.ed. Wiley, 2009. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 294 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. ACKERMANN, T. Wind Power in Power Systems. 2.ed. Wiley, 2012. 2. BIANCHI F. D.; DE BATTISTA, H.; MANTZ, R. J. Wind turbine control systems: principles, modelling and gain scheduling design. Springer, 2006. 3. BURTON, T.; et al. Wind Energy Handbook. 2.ed. Wiley, 2011. 4. CENTRO DE INVESTIGACIONES ENERGÉTICAS, MEDIOAMBIENTALES Y TECNOLÓGICAS. Principios de Conversión de la Energía Eólica. CIEMAT, 2011. 5. CEPEL. Atlas do Potencial Eólico Brasileiro. CEPEL, CRESESB, 2001. 6. COSTA, A. Notas sobre Energía Eólica para el Master en Ingeniería y Gestión de las Energías Renovables. Universidad de Barcelona, Institute for LifeLong Learning, 2010. 7. EUROPEAN WIND ENERGY ASSOCIATION. Wind Energy – The Facts. A guide to the technology, economics and future of wind power. Earthscan, 2009. 8. HOLTON, J. An Introduction to Dynamic Meteorology. 4.ed. Academic Press, 2004. 9. JACOBSON, M. Fundamentals of atmospheric modeling. Cambridge University Press, 2005. 10. PANOFSKY, H.; DUTTON, J. Atmospheric Turbulence: Models and Methods for Engineering Applications. Wiley, 1984. 11. PIELKE, R. Mesoscale meteorological modeling. v.98. Academic Press, 2013. 12. PEDLOSKY, J. Geophysical Fluid Dynamics. 2.ed. Verlag: Springer, 1987. 13. TENNEKES, H.; LUMLEY, J. A First Course in Turbulence. MIT Press, 1972. 14. TROEN, I.; PETERSEN, E. European Wind Atlas. RISØ National Library, 1989. 15. WILKS, D. Statistical Methods in the Atmospheric Sciences. 2.ed. Elsevier, 2006.. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENERGIA NUCLEAR ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 295 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Nº. de Código Nome C. H. Global Período Créditos Teórica Prática EN277 Energia Eólica 3 60 0 4 60 N.A. Pré-Requisitos EN246 Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Simulação, dimensionamento e análise técnico-econômica de sistemas híbridos com energia eólica. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. DESCRIÇÃO DE COMPONENTES; 2. ARQUITETURAS TÍPICAS [arquiteturas em barramento de corrente contínua, arquiteturas em barramento de corrente alternada, “no bus”]; 3. APLICAÇÕES ISOLADAS [sistemas para carregamento de baterias, sistemas para bombeamento de água, sistemas para dessalinização, microrredes etc.]; 4. APLICAÇÕES CONECTADAS À REDE ELÉTRICA CONVENCIONAL [geração distribuída, micro- e minigeração, resolução 482/2012 da ANEEL]; 5. ESTRATÉGIAS DE CONTROLE [controle de tensão, controle de frequência, gestão das fontes, gestão das cargas, load following, cycle charging etc.]; 6. SIMULAÇÃO EM REGIME QUASI-ESTACIONÁRIO [caracterização do regime quasi-estacionário, escalas temporais, curvas em regime estacionário, modelo cinético da bateria, equações diferenciais]; 7. MODELAGEM DE COMPONENTES [aerogeradores, painéis fotovoltaicos, baterias eletroquímicas, grupo gerador diesel, inversores de frequência etc.]; 8. HIERARQUIA DE CARGAS [cargas primárias, secundárias, terciárias... cargas adiáveis, cargas opcionais, dump load]; 9. MÉTODOS DE DIMENSIONAMENTO [balanço de energia, simulação em regime quasi-estacionário]; 10. ANÁLISE TÉCNICO-ECONÔMICA [comparação com outras fontes, extensão da rede convencional, grupo gerador diesel... investimento, custos, taxa interna de retorno, valor presente líquido, payback period etc.]. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 296 BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. ALDABÓ, R. Energia Eólica. 2.ed. Artliber, 2012. 2. HAU, E. Wind Turbines: Fundamentals, Technologies, Application, Economics. Springer, 2006. 3. HUNTER, R.; ELLIOT, G. Wind-Diesel Systems: A Guide to the Technology and its Implementation. Cambridge University Press, 1994. 4. KALDELLIS, K. Stand-Alone and Hybrid Wind Energy Systems: Technology, Energy Storage and Applications. Woodhead Publishing Series in Energy, 2010. 5. MANWELL, J.; MCGOWAN, J.; ROGERS, A. Wind Energy Explained. Theory, Design and Application. 2.ed. Wiley, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. ACKERMANN, T. Wind Power in Power Systems. 2.ed. Wiley, 2012. 2. BURTON, T.; et al. Wind Energy Handbook. 2.ed. Wiley, 2011. 3. CENTRO DE INVESTIGACIONES ENERGÉTICAS, MEDIOAMBIENTALES Y TECNOLÓGICAS. Fundamentos, dimensionado y aplicaciones de la energía solar fotovoltaica. CIEMAT, 1995. 4. CENTRO DE INVESTIGACIONES ENERGÉTICAS, MEDIOAMBIENTALES Y TECNOLÓGICAS. Principios de Conversión de la Energía Eólica. CIEMAT, 2011. 5. COSTA, A. Notas sobre Energía Eólica para el Master en Ingeniería y Gestión de las Energías Renovables. Universidad de Barcelona, Institute for LifeLong Learning, 2010. 6. EUROPEAN WIND ENERGY ASSOCIATION. Wind Energy – The Facts. A guide to the technology, economics and future of wind power. Earthscan, 2009. 7. FRAIDENRAICH, N.; LYRA, F. Energia Solar, Fundamentos e Tecnologias de Conversão Heliotérmoelétrica e Fotovoltaica. Recife: Ed. UFPE, 1995. 8. FRERIS, L. Wind energy conversion systems. Prentice Hall International, 1990. 9. GIPE, P. Wind Energy Basics: A Guide to Home- and Community-Scale Wind-Energy Systems. 2.ed. Chelsea Green Publishing Company, 2009. 10. GREEN, A. Solar cells: operating, principles, technology and system applications. University of New Souyh Wales, 1986. 11. HEIER, S. Grid Integration of Wind Energy Conversion Systems. 2.ed. Wiley, 2006. 12. LORENZO, E.; ARAUJO, G. L. Electricidade Solar - Ingeniería de los Sistemas Fotovoltaicos. Seville: Progensa, 1994. 13. MANWELL, J. et al. Draft theory manual for Hybrid2; the hybrid system simulation model. Massachusetts: National Renewable Energy Laboratory, 1996. 14. SPERA, D. Introduction to Modern Wind Turbines. ASME Press, 1994. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENERGIA NUCLEAR ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 297 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Nº. de Código Nome C. H. Global Período Créditos Teórica Prática Introdução a Geração EN279 45 0 03 45 N.A. Solar Termoelétrica Pré-Requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA 1. A energia no século XXI 2.Concentração de energia solar para produção de energia elétrica 3. Solarimetria e geometria solar para sistemas solares concentradores 4. Ótica dos dispositivos concentradores da radiação solar 5. Termodinâmica e transferência de calor 6. Comportamento térmico dos coletores concentradores de radiação solar 7. Fundamentos de máquinas elétrica 8. Usinas solares termoelétricas CONTEÚDO PROGRAMÁTICO A engenharia solar termoelétrica é uma ciência complexa e interdisciplinar, resultado da fusão de partes das engenharias mecânica, elétrica e civil e de forma transversal a engenharia solar propriamente que tem como objeto de estudo a propagação da luz solar na atmosfera e nos dispositivos especiais desenvolvidos para sua captura. Então o profissional, engenheiro ou técnico que vai atuar em um projeto de sistema solar termoelétrico de porte, dentro da sua área especifica de formação, necessita um conhecimento pelo menos nivelado das outras ciências envolvidas para maior eficiência e consciência do seu papel no projeto. O objetivo do curso Introdução a Geração Solar Termoelétrica é realizar o nivelamento de conhecimentos de estudantes de graduação em Engenharia, ou bacharel em física ou outras ciências exatas e apresentar o estado da arte da geração solar termoelétrica. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. STINE, W.; GEYER, M. Power From The Sun. New York: John Wiley & Sons,1986. Disponível em: http://www.powerfromthesun.net/ 2. RABL, A. Active Solar collectors and their application. New York: Oxford University Press,1985. 3. KREITH, F.; KREIDER, J. F. Principles of Solar Engineering. New York: Hemisphere Publishing Corp, 1978. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 298 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. DUFFIE, J. A.; BECKMAN, W. A. Solar Energy of Thermal Process. 3. ed. London: Hardcover, 2006. 2. MORAN, M. J.; SHAPIRO, H. N. Princípios de termodinâmica para engenharia.Rio de Janeiro: LTC, 2004. 3. INCROPERA, F. P.; DEWITT, D. P. Fundamentos de transferência de calor e de massa. Rio de Janeiro: LTC, 1990. 4. PEUSER, F. A.; REMMERS, K., SCHNAUSS, M. Solar Thermal System. New York: Solarpraxis, 2002. 5. FRAIDENRAICH, N.; LYRA, F. Energia Solar, Fundamentos e Tecnologias de Conversão Heliotérmoelétrica e Fotovoltaica. Recife: Ed. UFPE, 1995. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENERGIA NUCLEAR ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 299 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Nº. de Código Nome C. H. Global Período Créditos Teórica Prática PG300 Introdução ao Direito 30 0 1 30 N.A. Pré-Requisitos Co-Requisitos CS100 Requisitos C.H. EMENTA Estudo dos conceitos e fundamentos do Direito e sua relação com outras ciências. Introdução dos problemas fundamentais, das normas e conduta social. Apresentação do conceito de norma jurídica, das fontes do Direito, dos conceitos e requisitos essenciais da lei. Estudo introdutório do Direito positivo e Direito Natural. Estudo introdutório do Direito público e Direito privado e seus ramos. Estudo introdutório do Direito Subjetivo. Apresentação das categorias de normas de Direito Legal e Direito convencional. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. INTRODUÇÃO ● Direito. Direito e Sociedade. ● Natureza e Cultura. ● Fato Social, Instituições Sociais do Direito. ● Relações do Direito Com Outras Ciências. 2. TEORIA DO DIREITO ● Definição e Elementos. ● Direito Positivo e Direito Natural. ● Ordem Jurídica. ● Validade, Vigência, Eficácia e Legitimidade. ● Direito e as Demais Normas Sociais. ● Norma Jurídica: Caracteres, Sanção e Classificação. ● Fontes do Direito. 3. RELAÇÃO JURÍDICA ● Relação Jurídica. Elementos e Definições. ● Direito Subjetivo. ● Aquisição, Modificação e Extinção dos Direitos. ● Elementos Pessoais da Relação Jurídica. ● Pessoa Natural e Jurídica. 4. ANÁLISE DE LEGISLAÇÃO ATINENTES AOS PROFISSIONAIS DE ENGENHARIA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 300 BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. Brasil, Constituição da República Federativa do Brasil, disponível em http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constituicao.htm 2. Nunes, R. Manual de Introdução do Estudo do Direito. 12. ed. São Paulo: Saraiva, 2014. 3.. Brando, L.C. Manual de Introdução do Direito. 6. ed. Campinas: Ed. Millennium, 2013. 4. Nader, P. Introdução ao Estudo do Direito, 36. ed. São Paulo: Ed. Forense, 2014. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. Moreira, E. B. Introdução ao Estudo do Direito. Rio de Janeiro: Ed. Ciência Moderna, 2008. 2. Reale, M. Lições Preliminares de Direito. 27. ed. São Paulo: Saraiva, 2002. 3. Diniz, M. H. Compêndio de Introdução à Ciência do Direito. 21. ed. São Paulo: Saraiva, 2010. 4. Dimoulis, D. Manual de Introdução ao Estudo do Direito. 5. ed. São Paulo: Editora RT, 2013. 5.. Garcia, G. F. B. Introdução ao Estudo do Direito – Teoria Geral do Direito – Didática Diferenciada. 2. ed. São Paulo: Ed. Método, 2013. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO DIREITO ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 301 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Nº. de C. H. Código Nome Período Créditos Global Teórica Prática LE657 Inglês Instrumental 45 0 3 45 N.A Requisitos - Pré-Requisitos Co-Requisitos C.H. EMENTA Explanações a respeito do processo de leitura, desenvolvimento de estratégias de aprendizagem e apreensão das estruturas básicas da língua inglesa para um melhor conhecimento dos aspectos que envolvem a coesão e a coerência de textos em língua estrangeira. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Linguagem e Comunicação; 2. O conceito de Leitura; 3. Razões para a leitura; 4. Diferentes níveis de compreensão; 5. Tipos de leitura: scanning de textos; 6. Estratégias para a leitura de textos; 7. Estratégias para a aquisição e o Aprendizado de itens Lexicais; 8. Compreensão dos elementos da estrutura da sentença; 9. Parágrafo: unidade e coerência; 10. Micro-funções Textuais; 11. Compreensão da Idéia principal; 12. Tópico e idéia Principal; 13. Como elaborar um “Outline”; 14. Identificação de Paráfrases; 15. A elaboração do resumo; 16. Desenvolvimento do Texto Narrativo; 17. O texto Expositivo e o argumentativo; 18. A Leitura Crítica. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 302 BIBLIOGRAFIA BÁSICA - CARTER, Christine Evans. Mindscapes Critical Reading Skills and Strategies. Wadsworth Cengage Learning, 2011. - DOLE, Ivan; TAGGART, Leslie. Activate College Reading. Wadsworth Cengage Learning, 2012. - GRELLET, Françoise. Developing Reading Skills - A practical guide to reading comprehension exercises. Cambridge University Press, 1981. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR - HALL, Nick; SHEPHEARD. Help with Words. Heinemann, 1993 - MANUAL BÁSICO PARA ELABORAÇÃO DE ARTIGO CIENTÍFICO. Seminário Conexões de Saberes UFRGS. 2011. Disponível em http//www.ufrgs.br/deds/copy_of_imagens/Manual%20Artigo%20Cientifico.pdf . Acesso em março de 2018. - MIKULECKY, Beatrice; JEFFRIES, Linda. More Reading Power. Longman, 2004. MURPHY, Raymond. English Grammar in Use - with answers and CDROM. 4th edition. Cambridge University Press, 2012. - PHILPOT, Sarah. Academic Skills - Reading, Writing, and Study Skills. Level 2 - Student-s Book. Oxford University Press, 2011. - SWAN, Michael. Practical English Usage. 3rd edition. Oxford University Press, 2005. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENERGIA NUCLEAR ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 303 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática EN Termodinâmica Aplicada 60 0 4 60 N.A. Requisitos Pré-Requisitos EN-Termodinâmica Co-Requisitos C.H. EMENTA Análise da exergia. Sistemas de potência a vapor. Sistema de potência a gás. Sistema de refrigeração e de bombas. Relações termodinâmicas. Mistura de gases ideais e psicrometria. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO • Apresentação e conceituação de exergia; • Balanço da exergia para sistemas fechados e para volumes de controle em regime permanente; • Eficiência exergética e termoeconomia; • Análise dos sistemas a vapor – ciclo de Rankine; • Melhora do desempenho: superaquecimento e reaquecimento; • Melhora do desempenho: ciclo regenerativo; • Motores de combustão interna: ciclos padrões de Otto, Diesel e Dual; • Ciclo de Brayton e turbinas regenerativas; • Turbinas para propulsão de aeronaves; • Ciclos Ericsson e Stirling; • Análises em bocais e difusores; • Análise dos sistemas de refrigeração por compressão de vapor; • Sistemas de refrigeração em cascata e em multiestágio; • Sistemas de bombas de calor; • Relações matemáticas para entropia, energia interna e entalpia; • Mistura de gases ideais; • Princípios da psicrometria; • Torres de resfriamento. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 304 BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. MORAN, M.J.; SHAPIRO, H.N. Princípios de Termodinâmica Para Engenharia. 7.ed. São Paulo: LTC, 2013. 2. SONNTAG, R. E.; BORGNAKKE, C.; WYLEN, G. J. Van. Fundamentos da Termodinâmica. 6.ed. São Paulo: LTC, 2003. 3. INCROPERA, F.P.; DEWITT, D.P. Fundamentos de transferência de calor e de massa. 7.ed. São Paulo: LTC, 2014. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. SONNTAG, R.E.; BORGNAKKE, C. Introdução à termodinâmica para engenharia. 1.ed. São Paulo: LTC, 2003. 2. POTTER, M.C.; SCOTT, E.P. Ciências térmicas – termodinâmica, mecânica dos fluidos e transmissão de calor. 1.ed. São Paulo: Cengage Learning, 2007. 3. MALISKA, R.C. Transferência de calor e mecânica dos fluidos computacional. 2.ed. São Paulo: LTC, 2004. 4. OZISIK, M.N. Transferência de calor: um curso básico. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1990. 5. KREITH, F.; BOHN, M.S. Princípios de transferência de calor. 1.ed. São Paulo: Cengage Learning, 2003. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENERGIA NUCLEAR ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 305 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática Cogeração e Exergia: EN 60 0 4 60 N.A. Uso Racional da Energia EN-Termodinâmica Pré-Requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. Aplicada EMENTA Introdução conceitual do conceito de cogeração. Cogeração associada a processos de secagem, produção de vapor e água quente. Viabilidade técnica e econômica de projetos de cogeração. Fundamentos da exergia. Irreversibilidades e exergia destruída. Análise exergética aplicada a ciclos térmicos. Simulação de ciclos térmicos utilizando recursos computacionais existentes. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO • Revisão de ciclos térmicos. • Introdução conceitual de Cogeração • Aplicações de cogeração em processos de secagem, água quente e produção de vapor • Viabilidade técnica e econômica de projetos de cogeração • Simulação de sistemas de cogeração • Conceito de exergia. • Exergia física e química. • Análise exergética de ciclos térmicos a vapor e a gás. • Modelos de análise exergética, exergoeconômica e exergoambiental • Leitura de artigos técnicos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA (mínimo 3 títulos) 1. SZARGUT, J.; MORRIS, D. R.; STEWARD F. R. Exergy analysis of thermal, chemical and metallurgical process. Hemisphere 2. DINCER, I., ROSEN, M. A. Exergy: energy, environment and sustainable development. Elsevier. 3. BALESTIERI, J. A .P. Cogeração. Florianópolis, Editora da UFSC, 2002. 279 p. 4. SONNTAG, R. E.; BORGNAKKE, C.; VAN WYLEN, G. J. Fundamentos da termodinâmica. Editora Edgard Blucher Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 306 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR (mínimo 5 títulos) 1. ÇENGEL Y. A.; BOLES, M. A., Thermodynamics. An engineering approach, Mc Graw-Hill. 2. STOECKER W.F. Design of thermal systems, Mc Graw-Hill 3. BOYCE, M. P. Handbook for cogeneration and combined cycle power plants. New York: ASME Press, 2002. 557 p. 4. KEHLHOFER, R. Combined-cycle gas & steam turbine power plants. Tusla: PennWell, 1999, 298 p. 5. HORLOCK, J. A. Cogeneration: combined heat and power. Exeter: Pergamon Press, 1987. 6. BEJAN, A., TSATSARONIS, G; MORAN M. Thermal design & optimization, John Wiley & Sons,1995. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENERGIA NUCLEAR ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 307 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática EN Projetos de Sistemas Térmicos 60 0 4 60 N.A. EN-Termodinâmica Pré-Requisitos Aplicada Co-Requisitos Requisitos C.H. EN-Transferência de calor EMENTA Projeto de Engenharia. Noções de Economia. Regressão por equações. Multiplicadores de Lagrange. Programação dinâmica, geométrica e linear. Aplicações em Sistemas Térmicos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO • Conceitos de projetos em Engenharia. • Juros simples, Composto, Valor presente e futuro de uma série uniforme. Taxas e depreciação. • Regressão de equações. • Multiplicadores de Lagrange • Programação Dinâmica • Programação Geométrica • Programação linear. • Revisão Primeira e Segunda lei termodinâmica. • Ciclos termodinâmicos. • Leitura de artigos técnicos. • Simulação de um projeto de um sistema térmico. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. STOEKER, W. Design of Thermal Systems. 3. ed. New York: McGraw-Hill Book Company, 1971. 2. SHAPIRO, M.; et al. Introduction to Thermal Systems Engineering: Thermodynamics, Fluid Mechanics and Heat Transfer. New York: John Wiley & Sons Inc., 2003. 3. POTTER, M. C.; SCOTT, E. P. Ciências térmicas – termodinâmica, mecânica dos fluidos e transmissão de calor. São Paulo: Editora Blucher, 1996. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 308 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. MORAN, M.; SHAPIRO, H. Princípios de termodinâmica para engenharia. 7 ed. Rio de Janeiro: Editora LTC, 2013. 2. FRANK P. INCROPERA; F. P.; DEWITT, D. P. Fundamentos de transferência de calor e de massa. 6 ed. Rio de Janeiro: Editora LTC, 2009. 3. Yunus A. Çengel, Afshin J. Ghajar. Transferência de Calor e Massa: Uma Abordagem Prática. New York: McGraw-Hill Book Company, 2012. 4. KREITH, F.; BOHN, M. S. Princípios de transferência de calor. Editora Thomson, 2003. 5. SURYANARAYANA, N. V; ARICI, O; SURYANARAYANA, N. Design and simulation of thermal systems. New York: McGraw-Hill, 2003. 6. GARCIA, C. Modelagem e simulação de processos industriais e de sistemas eletromecânicos. São Paulo: EDUSP, 2005. 7. JALURIA, Y. Design and Optimization of Thermal Systems. 2.ed. CRC Press - Taylor & Francis Group, 2008. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENERGIA NUCLEAR ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 309 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estagio Atividade complementar Módulo Monografia Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática EN Refrigeração e Ar Condicionado 60 0 4 60 N.A. EN-Termodinâmica Pré-Requisitos EN-Transmissão de Co-Requisitos Requisitos C.H. Calor EMENTA Sistemas de Refrigeração por Compressão à Vapor. Dispositivos de Expansão. Compressores Alternativos. Sistemas de Refrigeração por Absorção. Sistemas de Condicionamento de Ar. Carga Térmica. Psicometria. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1) Sistemas de Refrigeração por Compressão Mecânica de Vapor (a). Ciclo de Refrigeração de Carnot (b). Ciclo de Refrigeração Padrão (c). Ciclos com Subresfriamento e Superaquecimento (d). Ciclo com Trocador de Calor Intermediário 2) Dispositivos de Expansão (a). Introdução (b). Dispositivos de Expansão Fixa i. Válvulas de Expansão Manuais ii. Tubos Capilares iii. Tubos Curtos (c). Dispositivos de Expansão Variável i. Válvulas de Expansão Tipo Bóia ii. Válvulas de Expansão Pressostáticas iii. Válvulas de Expansão Termostáticas iv. Válvulas Elétricas 3. Compressores Alternativos (a). Principais Tipos (b). Processo de Compressão i. Diagrama Indicado ii. Trabalho de Compressão (c). Rendimento Volumétrico Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 310 4. Sistemas de Refrigeração por Absorção (a). O ciclo de Absorção (b). Sistema água-amônia (c). Combinação com sistemas de compressão de vapor 5. Sistemas de Condicionamento de Ar (a). Noções de Carga Térmica e Conforto Térmico (b). Propriedades Psicrométricas (Temperatura de Orvalho, Umidade Relativa, Umidade Absoluta, Entalpia e Volume Específico) (c). Processo de Saturação Adiabática (d). Processos Psicrométricos: i. Mistura de dois jatos de ar ii. Aquecimento e Resfriamento Sensível iii. Resfriamento e Desumidificação iv. Umidificação v. Desumidificação Química vi. Fator de By‐pass (g). Sistemas Psicrométricos de Zona Única i. Controle do Ar Externo ii. Sistema Clássico de Verão (h). Sistemas Psicrométricos de Zonas Múltiplas i. Sistemas com Reaquecimento Terminal ii. Sistemas de Dutos Duplos iii. Sistemas de Volume de Ar Variável BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. STOECKER, W. F.; JONES, J. W. Refrigeração e Ar Condicionado. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil LTDA, 1985. 2. KUEHN, T. H.; RAMSEY, J. W.; THRELKELD, J. L. Thermal Environmental Engineering. Prentice Hall, 1998. 3. MC QUISTON, F. C.; PARKER, J. B. Heating, Ventilating and air Conditioning ‐ Analysis and Design. 4.ed. John Wiley & Sons, 1994. 4. ARORA, C. P. Refrigeration and Air Conditioning. 3.ed. New Delhi: Tata McGraw‐Hill Publishing, 1986. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. POTTER, M. C.; SCOTT, E. P. Ciências térmicas – termodinâmica, mecânica dos fluidos e transmissão de calor. Editora Thomson. 2. JONES, W. P. Air Conditioning Engineering. 5.ed. Oxford: Butterworth Heinemann, 2003. 3. DOSSAT, R. J. Principles of Refrigeration. 4.ed. New Jersey: Prentice Hall, 1997. 4. WANG, S. K. Handbook of Air Conditioning and Refrigeration. 2.ed. Mc Graw-Hill, 2001. 5. DINÇER, I.; KANOGLU, M. Refrigeration Systems and Applications. 2.ed. John Wiley & Sons, 2010. 6. ANANTHANARAYANAN, P. N., Basic Refrigeration and Air Conditioning. 3.ed. New Delhi: McGraw-Hill, 2005. 7. STOECKER, W. F. Industrial Refrigeration Handbook. McGraw-Hill, 1995. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENERGIA NUCLEAR ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 311 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática EN Iniciação Científica 1 15 45 2 60 Pré-Requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Orientação para o desenvolvimento de projetos de iniciação científica em cursos de graduação em engenharia. A disciplina aborda aspectos gerais da iniciação científica e questões metodológicas e de redação científica. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO ● A qualidade na pesquisa científica (busca de referências: WebofScience, Periódico CAPES, índice H) ● A identificação e criatividade no desenvolvimento de um projeto de pesquisa ● Os objetivos da pesquisa ● Planejamento experimental (ou teórico) do projeto de pesquisa ● Organização na execução de atividades experimentais ● Análise e interpretação dos dados obtidos nos experimentos ● Elaboração do relatório de atividades ● Comunicação científica (da redação à comunidade oral) ● Avaliação crítica da produção científica BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. SCORSOLINI-COMIN, F. Guia de orientação para iniciação científica. 1.ed. São Paulo: Atlas, 2014. 2. SCALETSKI, E.C.; OLIVEIRA, A. L. V. S. C. Iniciando na pesquisa - manual para elaboração da monografia e projetos de iniciação científica. 3.ed. São Paulo: Âmbito Cultural Edições LTDA, 2002. 3. ALBUQUERQUE, U.P. Comunicação e ciência - iniciação à ciência, redação científica e oratória científica. 1.ed. São Paulo: Nupeea, 2014. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Metodologia científica. 7.ed. São Paulo: Atlas, 2017. 2. MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Fundamentos da metodologia científica. 8.ed. São Paulo: Atlas, 2017. 3. MATIAS-PEREIRA, J. Manual de metodologia da pesquisa científica. 4.ed. São Paulo: Atlas, 2016. 4. LUDWIG, A. C. W. Fundamentos e prática de metodologia científica. 3.ed. São Paulo: Vozes, 2015. 5. SANTOS, J. A.; PARRA FILHO, D. Metodologia científica. 2.ed. São Paulo: Cengage Learning, 2012. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENERGIA NUCLEAR ENGENHARIA DE ENERGIA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 312 ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Código Nome Nº. de Créditos Global Período Teórica Prática EN Iniciação Científica 2 15 45 2 60 Pré-Requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA A disciplina aborda o acompanhamento do estudante em projeto de iniciação científica, no tocante ao treinamento em técnicas analíticas e interpretação de dados científicos no âmbito das engenharias, levando- os ao aprendizado da construção de textos científicos (artigos, monografias, etc.) e outras formas de comunicação científica. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO ● A qualidade na pesquisa científica (busca de referências: WebofScience, Periódico CAPES) ● A identificação e criatividade no desenvolvimento de um projeto de pesquisa ● Os objetivos da pesquisa ● Planejamento experimental do projeto de pesquisa ● Organização na execução de atividades experimentais ● Análise e interpretação de dados obtidos nos experimentos ● Elaboração do relatório de atividades ● Comunicação científica (da redação à comunidade oral) ● Avaliação crítica da produção científica BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. MARCONI, M.A.; LAKATOS, E.M. Metodologia científica. 7.ed. São Paulo: Atlas, 2017. 2. SANTOS, J.A.; PARRA FILHO, D. Metodologia científica. 2.ed. São Paulo: Cengage Learning, 2012. 3. MATIAS-PEREIRA, J. Manual de metodologia da pesquisa científica. 4.ed. São Paulo: Atlas, 2016. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 313 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Fundamentos da metodologia científica. 8.ed. São Paulo: Atlas, 2017. 2. LUDWIG, A. C. W. Fundamentos e prática de metodologia científica. 3.ed. São Paulo: Vozes, 2015. 3. SCORSOLINI-COMIN, F. Guia de orientação para iniciação científica. 1.ed. São Paulo: Atlas, 2014. 4. SCALETSKI, E. C.; OLIVEIRA, A. L. V. S. C. Iniciando na pesquisa - manual para elaboração da monografia e projetos de iniciação científica. 3.ed. São Paulo: Âmbito Cultural Edições LTDA, 2002. 5. ALBUQUERQUE, U. P. Comunicação e ciência - iniciação à ciência, redação científica e oratória científica. 1.ed. São Paulo: Nupeea, 2014. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENERGIA NUCLEAR ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 314 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Código Nome Nº. de Créditos Período Global Teórica Prática EL423 Mercado de Energia 60 0 4 60 N.A. Pré-Requisitos EC335 Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Princípios gerais do funcionamento de mercados, com ênfase nos principais agregados econômicos. Análise dos diversos modelos de estruturação do setor elétrico. Evolução e estado atual do setor elétrico brasileiro. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO ● Introdução à Macroeconomia: oferta e demanda, equação macroeconômica fundamental, macromercado de bens e serviços, ciclos econômicos, inflação, macromercado monetário, macromercado cambial, macromercado de trabalho, balanço de pagamentos. ● Modelos para estruturação do setor elétrico: monopólio, comprador único, competição no varejo, competição no atacado, análise comparativa entre modelos, situação mundial, evolução e perspectivas. ● O setor elétrico brasileiro: evolução, modelo atual, o operador nacional do sistema (ONS), o mercado de energia elétrica (MAE), o papel do órgão regulador (ANEEL), perspectivas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. HUNT, S.; SHUTTLEWORTH, G. Competition and Choice in Electricity. New York: John Wiley, 1998. 2. STIGLITZ, J. E.; WALSH, C. E. Introdução à macroeconomia. São Paulo: Editora Campus, 2003 3. Mayo, R. Mercados de eletricidade. Rio de Janeiro: Synergia, 2012. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. KRSCHEN, D.; STRBAC, G. Fundamentals of Power System Economics. New York: John Wiley, 2004. 2. NERY, E. Mercados e Regulação de Energia Elétrica. Rio de Janeiro: Interciência, 2012. 3. HUNT, S. Making competition work in electricity. New York: John Wiley, 2002. 4. DE OLIVEIRA, A.; SALOMÃO, L. A. Setor elétrico brasileiro: estado e mercado. Rio de Janeiro: Synergia, 2017. 5. SCHOR, J. M. Abertura do Mercado Livre de Energia Elétrica. Rio de Janeiro: Synergia, 2018. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ELÉTRICA ENGENHARIA DE ENERGIA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 315 ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 316 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática EN Energia Eólica IV 60 0 4 60 N.A. Pré-Requisitos EN246 Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Previsão eólica a curto prazo orientada ao despacho junto ao operador do sistema elétrico, mercado de curto prazo e reajuste da agenda de manutenção de aerogeradores; Desenho preliminar de ferramentas operacionais de previsão a curto prazo. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. GARANTIA E CONTROLE DA QUALIDADE DE DADOS OBSERVACIONAIS DE VENTO E POTÊNCIA [consistência de limites; técnicas paramétricas e não paramétricas; testes globais e locais]; 2. AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DE MODELOS DE PREVISÃO [correlação cruzada; razão entre os desvios padrão; bias; diagrama de Taylor; análise espectral; estratégias de validação cruzada; estratégias de calibração e recalibração de modelos de previsão]; 3. MODELOS ESTATÍSTICOS BASEADOS EM SÉRIES TEMPORAIS [fundamentos em séries temporais; persistência; autocorrelação e autocorrelção parcial; autorregressão; definição do vetor de variáveis regressoras; modelos ARIMAX; redes neurais; single point forecast; probabilistic forecast; identificação e detecção de regimes; modelos de ajuste global e ajuste local]; 4. MODELOS ESTATÍSTICOS BASEADOS EM PREVISÃO NUMÉRICA DE TEMPO [fundamentos em previsão numérica de tempo; interpolação bilinear; seleção de variáveis regressoras; análise de componentes principais; informação mútua; regressão linear múltipla; redes neurais; técnicas de discriminação e classificação; modelos de ajuste global e ajuste local]; 5. MODELOS DINÂMICOS BASEADOS EM PREVISÃO NUMÉRICA DE TEMPO [acoplamento entre modelos; modelagem da circulação atmosférica regional; modelagem microescalar; modelagem de curva de potência da usina eólica]; 6. COMBINAÇÃO DE PREVISÕES [combinação no domínio do tempo e domínio da frequência; estratégias de combinação; combinação em tempo real; combinação de modelos operando com diferentes time-steps e diferentes períodos de atualização dos dados de entrada]. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 317 BIBLIOGRAFIA BÁSICA 4. ALDABÓ, R. Energia eólica. 2. ed. Artliber, 2012. 5. CHATFIELD, C. Time series forecasting. Chapman & Hall/CRC, 2000. 6. HAYKIN, S. Neural networks. A comprehensive foundation. Prentice Hall International, 1994. 7. LANGE, M.; FOCKEN, U. Physical approach to short-term wind power prediction. Springer, 2006. 8. MANWELL, J.; McGOWAN, J.; ROGERS, A. Wind energy explained. Theory, design and application. 2 ed. Wiley, 2009. 9. WILKS, D. Statistical methods in the atmospheric sciences. 4. ed. Elsevier, 2019. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. BURTON, T. et al. Wind energy handbook. 2. ed. Wiley, 2011. 2. BROCKWELL, P.; DAVIS, R. Introduction to time series and forecasting. 3. ed. Springer, 2016. 3. CHUNG, T. Computational fluid dynamics. 2. ed. Cambridge University Press, 2010. 4. HOLTON, J. An Introduction to dynamic meteorology. 4. ed. Elsevier, 2004. 5. PANOFSKY H.; DUTTON J. Atmospheric turbulence. Models and methods for engineering applications. Wiley, 1984. 6. PEDLOSKY, J. Geophysical fluid dynamics. 2. ed. Springer-Verlag, 1987. 7. PIELKE, R. Mesoscale meteorological modeling. 3. ed. Elsevier, 2013. 8. VON STORCH, H.; ZWIERS, F. Statistical analysis in climate research. Cambridge University Press, 1999. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENERGIA NUCLEAR ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 318 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Nome Carga Horária Código Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática Princípios de Óptica para EN 60 0 4 60 N.A. Concentração Solar Pré-Requisitos EN245 Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Introdução à concentração solar de potência (CSP), óptica de precisão voltada para concentração solar, limites de concentração, eficiência óptica, maximização de eficiência, condições limites de concentração solar. Análise de características ópticas de concentradores diversos como: Fresnel (LFR), Parabolic-Trough Colector (PTC), disco parabólico, HCPV, entre outros concentradores solares. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Princípios básicos da concentração solar, concentração geométrica, distribuição de brilho solar, concentração efetiva, eficiência óptica; 2. Limites de concentração, conservação da étendue, caminho óptico, conceitos como frente de onda e método de cordas para cálculos de perdas nos coletores e absorvedores solares; 3. Características de radiação solar, identificação de sites mais adequados para concentração solar, condições de contorno para projeto de CSP; 4. Princípio de funcionamento e características como bloqueio e sombra em LFR (Concentradores do tipo Fresnel); 5. Óptica de concentradores do tipo cilindro parábola e Torre central; 6. Estado da arte de simulação de concentradores solares uso de traçador de raios para obtenção de concentração solar efetiva. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. WINSTON, R.; MIÑANO, J.C.; BENITEZ, P. Nonimaging Optics. Elsevier Academic Press, 2005. 2. STEIN, W.; LOVEGROVE, K. Concentrating Solar Power Tecnology – Principles, Developments and Applications. Woodhead Publishing, 2012. 3. RABL, A. Active Solar Collectors and Their Applications. Oxford University Press, 1985. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 319 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. KARATHANASIS, S. Linear Fresnel Reflector Systems for Solar Radiation Concentration. 2. ed. Wiley, 2011. 2. O´GALLAGHER, J.J. Nonimaging Optics in Solar Energy. 3. ed. Morgan&Claypool, 2008. 3. GOSWAMI, D; KREITH F.; KREIDER, J. F. Principles of Solar Engineering. 2. Edição Taylor and Francis, 1999. 4. DUFFIE, J.A.; BECKMAN, W.A. Solar Engineering of Thermal Processes. 4. Edição, Wiley and Sons, 2013 5. GORDON, J. M. Solar Energy: The State of Art. James and James, 2013. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENERGIA NUCLEAR ENGENHARIA DE ENERGIA ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 320 Anexo 3 Quadro de equivalência de Componente Curricular Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 321 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DE ENSINO COORDENAÇÃO GERAL DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO QUADRO DE EQUIVALÊNCIA DE COMPONENTE CURRICULAR CÓDIGO NOME CH CÓDIGO NOME CH Administração para Administração EN Engenharia 60 EP003 60 para Engenharia (novo componente) Administração para EN Engenharia 60 AD200 Administração 60 (novo componente) Administração para EN Engenharia AD214 Administração 60 (novo componente) EP028 Análise da Decisão 60 ES356 Teoria da Decisão 60 EL268 Eletrotécnica Geral 1A 60 EL321 Eletrotécnica Geral 1B 60 ET625 Estatística 1 60 ET101 Estatística 1 60 EN240 Gerência de Projetos 60 EP102 Gestão de Projetos 60 Engenharia de Controle Introdução à Teoria EN 60 ME138 60 (novo componente) do Controle Engenharia de Controle Engenharia de Controle EN 60 ME443 60 (novo componente) 1 Engenharia de Controle EN 60 ES256 Servomecanismo 75 (novo componente) Servomecanismo para Engenharia de Controle EN 60 ES414 Engenharia da 75 (novo componente) Computação Introdução à Energia EN246 60 EL384 Energia Eólica 60 Eólica Resistencia dos Resistencia dos CI213 60 CI218 60 Materiais 3 Materiais 1A Circuitos Elétricos EN 90 EL215 Circuitos Elétricos 1A 90 (novo componente) Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 322 Termodinâmica EN 60 ME102 Termodinâmica 1 60 (novo componente) Termodinâmica EN 60 EQ711 Termodinâmica 1 60 (novo componente) Fundamentos da Ciência Ciência e Engenharia EN 60 ME105 e Engenharia 60 dos Materiais dos Materiais (novo componente) Mecânica dos Fluidos EN 60 ME262 Mecânica dos Fluidos 2 60 (novo componente) Transmissão de Calor EN 60 ME155 Transmissão de Calor 1A 90 (novo componente) Transmissão de Calor EN 60 ME333 Transmissão de Calor 1 90 (novo componente) Transmissão de Calor EN 60 ME436 Transmissão de Calor 1A 60 (novo componente) Fenômenos de Fenômenos de EN Transportes 30 CI107 30 Transportes (novo componente) Projetos Assistidos por EN231 Computador - CAD 60 EG330 Desenho Técnico 4 45 Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia - UFPE 323 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E FOLHA DE ASSINATURAS CONTRATOS Emitido em 23/07/2024 PROJETO DE CURSO Nº 28/2024 - DEPENUC (11.65.50) (Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO) (Assinado digitalmente em 23/07/2024 09:26 ) ALENE RAMOS WANDERLEY FARIAS ASSISTENTE EM ADMINISTRACAO DEPENUC (11.65.50) Matrícula: ###322#5 Visualize o documento original em http://sipac.ufpe.br/documentos/ informando seu número: 28, ano: 2024, tipo: PROJETO DE CURSO, data de emissão: 23/07/2024 e o código de verificação: 3b4a9d038e MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO COORDENACAO DIDATICO-PEDAGOCICA DOS CURSOS DE GRADUACAO - PROGRAD SOLICITACAO Nº 1717/2024 - CDPCG PROGRAD (11.13.29) Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO Recife-PE, 25 de julho de 2024. À coordenação do Curso de Engenharia de Energia - CTG, Processo n° 23076.035292/2024-02 Assunto: Solicitação de retirada de documento do processo Identificamos três diferentes versões do PPC do Curso de Engenharia de Energia na composição do processo que trata de reforma integral do referido documento. Informamos que a última versão do PPC inserida no SIPAC (doc. n° 28) já está sendo analisada pela equipe da CDP/DDE. Como acordado no dia de hoje, solicitamos que as demais versão PPC do curso sejam retiradas, restando apenas a versão final (doc. n° 28). Ainda solicitamos que o processo seja devolvido à CDPCG-DDE, para o prosseguimento dos trâmites. Colocamo-nos à disposição para eventuais explicações que se fizerem necessárias. Atenciosamente, (Assinado digitalmente em 25/07/2024 15:17) JULIANA CRISTINA DE ANDRADE TECNICO EM ASSUNTOS EDUCACIONAIS CDPCG PROGRAD (11.13.29) Matrícula: ###834#4 Processo Associado: 23076.035292/2024-02 Para verificar a autenticidade deste documento entre em http://sipac.ufpe.br/public/documentos/index.jsp informando seu número: 1717, ano: 2024, tipo: SOLICITACAO, data de emissão: 25/07/2024 e o código de verificação: abc7eb09a5 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO DEPARTAMENTO DE ENERGIA NUCLEAR - CTG DESPACHO Nº 3713/2024 - DEPENUC (11.65.50) Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO Recife-PE, 29 de julho de 2024. Em 29/07/2024, solicito o Desentranhamento da(s) peça(s) listada(s) abaixo, do processo 23076.035292/2024-02, por motivo de O PPC já com os pareceres referentes a este processo está atualizado e, portanto, essas versões anteriores foram apagadas por solicitação da PROGRAD, para não haver confusão em sua análise por parte deste órgão.. Ordem: 4 Número: 112 Ano: 2024 Número de Protocolo: NÃO PROTOCOLADO Tipo de Documento: PROJETO Ordem: 5 Número: 113 Ano: 2024 Número de Protocolo: NÃO PROTOCOLADO Tipo de Documento: PROJETO (Assinado digitalmente em 29/07/2024 11:05) EMERSON TORRES AGUIAR GOMES PROFESSOR DO MAGISTERIO SUPERIOR DEPENUC (11.65.50) Matrícula: ###390#5 Processo Associado: 23076.035292/2024-02 Para verificar a autenticidade deste documento entre em http://sipac.ufpe.br/public/documentos/index.jsp informando seu número: 3713, ano: 2024, tipo: DESPACHO, data de emissão: 29/07/2024 e o código de verificação: fc482294cf MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO COORDENACAO DIDATICO-PEDAGOCICA DOS CURSOS DE GRADUACAO - PROGRAD PARECER Nº 1667/2024 - CDPCG PROGRAD (11.13.29) Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO Recife-PE, 30 de agosto de 2024. À Pró-Reitoria de Graduação - PROGRAD, O presente parecer trata da Reforma Curricular Integral do Projeto Pedagógico do Curso – PPC de Graduação em Engenharia de Energia, do Centro de Tecnologia e Geologia – CTG da UFPE, campus Recife, em atendimento às Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) do Curso de Graduação em Engenharia (Resolução CNE/CES nº 02/2019), à Resolução CCEPE nº 03/2014, aos dispositivos legais e normativos do Ministério da Educação (MEC) e às Resoluções Institucionais da UFPE. 1. ANÁLISE DAS MUDANÇAS CURRICULARES DO CURSO O curso de Engenharia de Energia apresentará carga horária total de 3.800 horas, assim distribuídas: 2.940h de componentes obrigatórios (incluindo 240 h de Estágio Curricular S upervisionado e 90 h de Trabalho de conclusão de curso), 300h de componentes eletivos do perfil, 90h de componentes eletivos livres, 90h de Atividades Complementares e 380h de ações curriculares de extensão, a serem integralizados em no mínimo 10 semestres e no máximo 18 semestres, em tempo integral (manhã/tarde). A forma de ingresso no curso modificou para o SISU e demais formas de acesso determinadas pela UFPE. O número de vagas aumentou de 20 para 30 com ingresso na 1ª entrada. As metodologias previstas para o curso e a sistemática de avaliação atendem as DCN e as normativas internas da UFPE e prezam pelo estímulo ao uso de metodologias ativas para aprendizagem como forma de promover uma educação centrada no graduando e respeitando a diversidade, acessibilidade e princípios de igualdade e equidade. Para tal reformulação foram criados 7 novos componentes obrigatórios e 14 componentes eletivos, garantindo maior flexibilização do estudante na sua trajetória curricular. Adicionalmente, foram alterados os programas dos componentes curriculares, com a finalidade de atualização dos conteúdos e bibliografias, além de incluir novos critérios para as Atividades Complementares, Trabalho de Conclusão de Curso e Estágio Curricular Supervisionado. O novo PPC também incluiu as Ações Curriculares de Extensão, conforme Resolução nº 31/2022 - CEPE/UFPE. Destaca-se, para o desenvolvimento dos componentes do PPC, o atendimento aos conteúdos referentes aos Direitos Humanos, Educação Ambiental, Relações Étnico-Raciais, Libras e proteção dos direitos de pessoas com espectro autista, conforme legislações em vigor. 2. CONSIDERAÇÕES FINAIS Considerando-se que o PPC atende aos requisitos legais e normativos estabelecidos pelo MEC, às Diretrizes Curriculares Nacionais e as Resoluções Institucionais da UFPE, foi aprovado pelo Colegiado do Curso, pelo Pleno do Departamento e pelo Conselho Departamental do CTG, conforme atas de aprovação anexadas ao processo, somos de parecer FAVORÁVEL à aprovação do novo Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia de Energia, do CTG, e a implantação do respectivo Perfil Curricular do Curso no Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas (SIGAA), a partir do semestre 2025.1. Atenciosamente, (Assinado digitalmente em 30/08/2024 13:31) ROSEANE PATRICIA DE SOUZA E SILVA DIRETOR DDE PROGRAD (11.13.03) Matrícula: ###762#3 Processo Associado: 23076.035292/2024-02 Para verificar a autenticidade deste documento entre em http://sipac.ufpe.br/public/documentos/index.jsp informando seu número: 1667, ano: 2024, tipo: PARECER, data de emissão: 30/08/2024 e o código de verificação: 0ed0573b0a MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO COORDENAÇÃO ADMINISTRATIVA - PROGRAD DECISAO Nº 150/2024 - CADM PROGRAD (11.13.06) Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO Recife-PE, 30 de agosto de 2024. Aprovo ad referendum da Câmara de Graduação e Ensino Básico, do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão da UFPE, a Reforma Curricular Integral do Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia de Energia, do Centro de Tecnologia e Geociências, com base no Parecer Nº 1667/2024 - CDPCG (Documento #16), exarado pela Coordenação Didático-pedagógica dos Cursos de Graduação/DDE/PROGRAD, tendo em vista a urgência que o caso requer. (Assinado digitalmente em 30/08/2024 19:39) MAGNA DO CARMO SILVA PRO-REITOR(A) PROGRAD (11.13) Matrícula: ###474#8 Processo Associado: 23076.035292/2024-02 Para verificar a autenticidade deste documento entre em http://sipac.ufpe.br/public/documentos/index.jsp informando seu número: 150, ano: 2024, tipo: DECISAO, data de emissão: 30/08/2024 e o código de verificação: c2663ca5c4 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO BOLETIM OFICIAL BOLETIM DE SERVIÇO SUMÁRIO 1-3 1 PRO-REITORIA DE GESTAO DE PESSOAS E QUALIDADE DE VIDA - PROGEPE - PORTARIAS 4-4 2 PRO-REITORIA DE GRADUAÇÃO - PROGRAD - DECISAO 5 - 28 3 PRO-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO - PROPG - EDITAIS DE SELECAO DE POS-GRADUACAO 29 - 30 4 PRÓ-REITORIA DE ADMINISTRAÇÃO - PROAD - PORTARIAS B.O. UFPE, RECIFE V.59 Nº154-BOLETIM DE SERVIÇO PAG. 01 - 30 02 DE SETEMBRO DE 2024 BOLETIM OFICIAL DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO Reitor – Prof. Alfredo Macedo Gomes Coordenador da Coordenação Administrativa de Portarias e Publicações - Icleybson João de Lima. Editado pela Diretoria de Administração de Pessoal/PROGEPE Edifício da Reitoria Av. Prof. Moraes Rego, 1235 – Sala 172 Cidade Universitária 50.670-901 – Recife – PE – Brasil Boletim Oficial da Universidade Federal de Pernambuco. V.1, no 1, maio, 1966 Recife, Departamento Administrativo da Reitoria. Ex-Reitores: Prof. Murilo Humberto de Barros Guimarães (mai. 1966 – ago. 1971) Prof. Marcionilo de Barros Lins (ago. 1971 – ago. 1975) Prof. Paulo Frederico do Rêgo Maciel (set. 1975 – set. 1979) Prof. Geraldo Lafayette Bezerra (dez. 1979 – abr. 1983) Prof. Geraldo Calábria Lapenda (abr. 1983 – nov. 1983) Prof. George Browne Rêgo (nov. 1983 – nov. 1987) Prof. Edinaldo Gomes Bastos (nov. 1987 – nov. 1991) Prof. Éfrem de Aguiar Maranhão (nov. 1991 – nov. 1995) Prof. Mozart Neves Ramos (nov. 1995 - fev. 2003) Prof. Geraldo José Marques Pereira (fev. 2003 - out. 2003) Prof. Amaro Henrique Pessoa Lins (out. 2003 - out. 2011) Prof. Anísio Brasileiro de Freitas Dourado (out. 2011 - out. 2019) (5) Universidade – Pernambuco – Periódicos PORTARIA N.º 3308, DE 30 DE AGOSTO DE 2024. DESIGNAÇÃO COLETIVA O REITOR DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO, no uso das atribuições legais e estatutárias, R E S O L V E: Tornar público os currículos dos membros da comissão que atuará no processo seletivo para ingresso de novos/as alunos/as do curso de Licenciatura Intercultural Indígena, turma 2024.2, da Universidade Federal de Pernambuco de acordo com o Decreto 9.388/46 e a Lei 9.394/96: • Maria Roseane Cordeiro de Oliveira; Membro do Colegiado da Licenciatura Intercultural Indígena da UFPE; Área de Atuação: Coordenação Geral da Comissão. 1. Denise Xavier Torres; Membro do Colegiado da Licenciatura Intercultural Indígena da UFPE; Área de Atuação: Vice- Coordenadora da Comissão. 2. Alba Maria Aguiar Marinho Melo; Técnico/a vinculado/a à Prograd, que vem trabalhando no processo seletivo para ingresso dos/as novos/as alunos/as da Licenciatura Intercultural Indígena, turma 2024.2; Área de Atuação: Secretária. 3. Edilene Bezerra Pajeú; Membro da Comissão criada para discutir a elaboração do edital de seleção dos novos discentes da Licenciatura Intercultural Indígena, turma 2024.2; Área de Atuação: Avaliadora das Redações e das Carta de Anuência das lideranças indígenas. 4. Expedito Lino Torres; Professor indígena, membro da Comissão de Professores Indígenas de Pernambuco (Copipe); Área de Atuação: Avaliador das Redações e das Cartas de anuência das lideranças indígenas. 5. Francisca Bezerra da Silva; Professora indígena, membro da Comissão de Professores Indígenas de Pernambuco (Copipe); Área de Atuação: Avaliador das Redações e das Cartas de anuência das lideranças indígenas. 6. Maria Luciete Lopes; Professora indígena, membro da Comissão de Professores Indígenas de Pernambuco (Copipe); Área de Atuação: Avaliador das Redações e das Cartas de anuência das lideranças indígenas. 7. Valdemir Amaro Lisboa; Professor indígena, membro da Comissão de Professores Indígenas de Pernambuco (Copipe); Área de Atuação: Avaliador das redações e das Cartas de anuência das lideranças indígenas. 8. Aline Katia Ferreira Galindo; Técnico/a vinculado/a à Prograd, que vem trabalhando no processo seletivo para ingresso dos/as novos/as alunos/as da Licenciatura Intercultural Indígena, turma 2024.2; Área de Atuação: Avaliadora do histórico do Ensino Médio dos/as candidatos/as. Processo n.º 23076.067467/2024-09 ALFREDO MACEDO GOMES Reitor B.O. UFPE, RECIFE, 59 ( 154 BOLETIM DE SERVIÇO ): 1 - 30 02 DE SETEMBRO DE 2024 1 PORTARIA N.º 3309, DE 30 DE AGOSTO DE 2024. DESIGNAÇÃO COLETIVA O REITOR DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO, no uso das atribuições legais e estatutárias, R E S O L V E: Designar os servidores abaixo indicados para composição do Núcleo Docente Estruturante - NDE do Curso Licenciatura em Educação Física, do Centro Acadêmico de Vitória - CAV, conforme listagem abaixo: 1. Florisbela de Arruda Câmara e Siqueira Campos (Coordenadora) - SIAPE: 2130885 (Início do mandato: 05/02/2024 Designação); 2. Solange Maria Magalhães da Silva Porto - SIAPE: 3572930 (Início do mandato: 10/10/2022 Recondução); 3. Magna Sales Barreto - SIAPE: 3807597 (Início do mandato: 05/10/2022 Designação); 4. Iberê Caldas Souza Leão - SIAPE: 2309240 (Início do mandato: 20/11/2020 Recondução); 5. Sônia Maria Oliveira Cavalcanti Marinho - SIAPE: 1330054 (Início do mandato: 05/10/2022 Designação); 6. Isabeli Lins Pinheiro - SIAPE: 2062533 (Início do mandato: 02/09/2022 Designação); 7. Marcelus Brito de Almeida - SIAPE: 1802115 (Início do mandato: 05/10/2022 Designação). Processo n.º 23076.062413/2024-85 ALFREDO MACEDO GOMES Reitor PORTARIA N.º 3310, DE 30 DE AGOSTO DE 2024. DESIGNAÇÃO COLETIVA O REITOR DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO, no uso das atribuições legais e estatutárias, R E S O L V E: Designar os servidores abaixo indicados para composição do Núcleo Docente Estruturante - NDE do Curso de Graduação de Bacharelado em Educação Física, do Centro Acadêmico da Vitória- CAV, conforme listagem abaixo: 1. Ary Gomes Filho (Coordenador) – SIAPE 1466012 (Designação: 05/02/2024); 2. Emilia Chagas Costa – SIAPE 2732538 (Recondução: 18/02/2023); 3. Florisbela de Arruda Câmara e Siqueira Campos – SIAPE 2130885 (Designação: 02/09/2022); B.O. UFPE, RECIFE, 59 ( 154 BOLETIM DE SERVIÇO ): 1 - 30 02 DE SETEMBRO DE 2024 2 4. Karla Patrícia de Sousa Barbosa Teixeira – SIAPE 2181969 (Recondução: 18/02/2023); 5. Luciano Machado Ferreira Tenório de Oliveira – SIAPE 1098334 (Designação: 02/09/2022); 6. Saulo Fernandes Melo de Oliveira - SIAPE 2064226 (Designação: 02/09/2022); 7. Wilson Viana de Castro Melo – SIAPE 2277564 (Recondução: 18/02/2023). Processo n.º 23076.062399/2024-75 ALFREDO MACEDO GOMES Reitor PORTARIA N.º 3311, DE 30 DE AGOSTO DE 2024. DESIGNAÇÃO COLETIVA O REITOR DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO, no uso das atribuições legais e estatutárias, R E S O L V E: Designar os servidores abaixo indicados para composição do Núcleo Docente Estruturante - NDE dos Cursos de Bacharelado em Música - Instrumento e Canto, do Centro de Artes e Comunicação - CAC, conforme listagem abaixo: 1. Rinaldo de Melo Fonseca - Coordenador- Início do mandato: 18/06/2023 (Designação); 2. Luiz Kleber Lyra Queiroz - Início do mandato: 18/06/2023(Designação); 3. Valdir Caires de Souza - Início do mandato: 21/10/2022 (Recondução); 4. Eduardo de Lima Visconti - Início do mandato: 21/10/2022 (Designação); 5. Luciana Câmara Queiroz de Souza - Início do mandato: 14/12/2023 (Designação); 6. Leonardo Pellegrim Sanchez - Início do mandato: 21/10/2022 (Designação); 7. Fabio Wanderley Janhan Sousa - Início do mandato: 21/10/2022 (Designação). Processo n.º 23076.059605/2024-47 ALFREDO MACEDO GOMES Reitor B.O. UFPE, RECIFE, 59 ( 154 BOLETIM DE SERVIÇO ): 1 - 30 02 DE SETEMBRO DE 2024 3 DECISÃO A CÂMARA DE GRADUAÇÃO E ENSINO BÁSICO, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo Art. 20, inciso III do Regimento Geral da Universidade, RESOLVE: A Presidente da CGEB aprova ad referendum da Câmara de Graduação e Ensino Básico, do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão da UFPE, a Reforma Curricular Integral do Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia de Energia, do Centro de Tecnologia e Geociências, com base no Processo no Sistema Integrado de Patrimônio, Administração e Contratos (SIPAC) da UFPE Nº 23076. 035292/2024-02. B.O. UFPE, RECIFE, 59 ( 154 BOLETIM DE SERVIÇO ): 1 - 30 02 DE SETEMBRO DE 2024 4 CENTRO DE BIOCIÊNCIAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM BIOLOGIA DE FUNGOS CURSO DE MESTRADO E DOUTORADO RETIFICAÇÃO DE EDITAL Retificação do Edital de Seleção, publicado no B.O da UFPE nº 150/2024, de 27/08/2024, o item abaixo discriminado: No item 6.1, página 18, ONDE SE LÊ: 6.1. São fixadas em 10 vagas para o Curso de Mestrado e 7 vagas para o Curso de Doutorado. As vagas serão preenchidas por candidatos classificados, obedecendo ao número de vagas, à ordem de classificação e às ações afirmativas (item 7) Em conformidade com a Resolução 17/2021 do CEPE/UFPE, são destinadas 5 vagas para o curso de Mestrado e 3 vagas para o Curso de Doutorado para pessoas negras (pretas e pardas), quilombolas, ciganas, indígenas, trans (transexuais, transgêneros e travestis). Além dessas, serão disponibilizadas 1 vaga no Curso de Mestrado e 1 vaga no Curso de Doutorado para servidores ativos e permanentes da UFPE (docentes ou técnicos), conforme Resolução nº 01/2011 do CCEPE. LEIA-SE: 6.1. São fixadas em 13 vagas para o Curso de Mestrado e 9 vagas para o Curso de Doutorado. As vagas serão preenchidas por candidatos classificados, obedecendo ao número de vagas, à ordem de classificação e às ações afirmativas (item 7) Em conformidade com a Resolução 17/2021 do CEPE/UFPE, são destinadas 4 vagas para o curso de Mestrado e 3 vagas para o Curso de Doutorado para pessoas negras (pretas e pardas), quilombolas, ciganas, indígenas, trans (transexuais, transgêneros e travestis). Além dessas, serão disponibilizadas 1 vaga no Curso de Mestrado e 1 vaga no Curso de Doutorado para servidores ativos e permanentes da UFPE (docentes ou técnicos), conforme Resolução nº 01/2011 do CCEPE. André Luiz C. M. de A. Santiago Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Biologia de Fungos - UFPE Processo Associado: 23076.049800/2024-69 B.O. UFPE, RECIFE, 59 ( 154 BOLETIM DE SERVIÇO ): 1 - 30 02 DE SETEMBRO DE 2024 5 CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS (CCSA) PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA (PIMES) CURSO DE MESTRADO (Aprovado em reunião do Colegiado, em 21/08/2024) Edital nº 01/2024 O(A) Coordenador(a) do Programa de Pós-graduação em Economia (PIMES) - Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA) torna público o presente Edital, no Boletim Oficial da UFPE e através do endereço eletrônico https://www.ufpe.br/propg, com as normas do Processo Seletivo para Admissão – Ano Letivo 2025 ao corpo discente ao PIMES - CCSA) - Curso(s) de Mestrado. 1 – Inscrição: 1.1 – Para o Curso de Mestrado em Economia, exige-se graduação na área do Programa, ou em áreas afins, realizados em instituições reconhecidas pela CAPES. 1.2 – A inscrição deve ser realizada no portal público de processos seletivos do SIGAA (https://sigaa.ufpe.br/sigaa/public/processo_seletivo/lista.jsf?nivel=S&aba=p-stricto), entre os dias 16 de Setembro e 15 de Novembro de 2024, entre 00h00 e 23h59. 1.3 – São de inteira e exclusiva responsabilidade do candidato as informações e a documentação por ele fornecidas no ato da inscrição, as quais não poderão ser alteradas ou complementadas, em nenhuma hipótese ou a qualquer título. 1.4 – Recomenda-se a realização da inscrição com antecedência, uma vez que o PIMES – CCSA não se responsabilizará por aquelas não recebidas em decorrência de eventuais problemas técnicos. 1.5 – As inscrições que não cumprirem integralmente as condições previstas neste edital serão indeferidas pela Comissão de Seleção e Admissão, designada pelo Colegiado do Programa, formada por três membros. 1.5.1 - Serão indeferidas as inscrições cujo(a) candidato(a) tenha sido desligado(a) do mesmo curso do PIMES por mais de uma vez, pois está vedado novo ingresso do/da candidato(a) no mesmo curso conforme resolução CEPE 19/2020 da UFPE. 1.6 - O processo de seleção de candidatos ao Curso de Mestrado Acadêmico em Economia da UFPE será realizado com base no Exame de Seleção Nacional da Associação Nacional de Centros de Pós-Graduação em Economia (ANPEC). 2 – Documentação para a inscrição: 2.1 – Documentação exigível para a inscrição no Mestrado (devem ser enviados em arquivo no formato PDF [com exceção da ficha de inscrição e do pagamento da taxa] com a respectiva letra como nome do arquivo, por exemplo: b.pdf; c.pdf; d.pdf, etc.): a) Ficha de Inscrição preenchida, através do site do processo seletivo no SIGAA; b) Cópias de Carteira de Identidade, CPF e comprovação de quitação eleitoral, para brasileiros. No caso de candidato estrangeiro, cópia do passaporte; 01 (uma) foto 3 x 4, recente; c) Diploma ou comprovante de conclusão do Curso de Graduação; d) Pagamento da taxa no valor de R$ 50,00 (cinquenta Reais), até o dia 18/11/2024, conforme boleto gerado pelo SIGAA após inscrição. Para os candidatos estrangeiros, apenas os que ingressarem no programa ficam obrigados a pagar esta taxa e comprovar o pagamento em até 3 meses após a matrícula e início do curso; e) No caso de candidato à vaga para ações afirmativas, Formulário do Anexo IV. 2.1.1 - Poderão requerer a dispensa do pagamento da taxa de inscrição até o quinto dia anterior ao do encerramento das inscrições, conforme modelo (Anexo I) os(as) candidatos(as) que se enquadrem em uma das situações (será disponibilizado um campo no questionário do SIGAA prevendo a anexação destes B.O. UFPE, RECIFE, 59 ( 154 BOLETIM DE SERVIÇO ): 1 - 30 02 DE SETEMBRO DE 2024 6 documentos): a) estejam inscritos(as) no Cadastro Único para os Programas Sociais do Governo Federal e membro de família de baixa renda, nos termos do Decreto nº 6.135/2007; b) sejam alunos(as) regularmente matriculados(as) na UFPE, que comprovem ser concluintes de curso de mestrado; c) sejam servidores(as), ativos(as) ou inativos(as) (técnicos- administrativos e docentes); d) sejam professores(as) substitutos da UFPE. 2.1.2 – No caso do item anterior, a decisão deverá ser comunicada ao(à) candidato(a) em no mínimo 3 dias antes do encerramento das inscrições, através do e-mail indicado pelo candidato quando da inscrição. 2.1.3 – Em caso de indeferimento do pedido de dispensa da taxa de inscrição, é facultado ao candidato, em até dois dias úteis, o pagamento da taxa ou a interposição de recurso, dotado de efeito suspensivo, enviado ao endereço eletrônico: pimes.ccsa@ufpe.br. 2.2 – Os diplomas dos Cursos de Graduação e de Mestrado obtidos no estrangeiro deverão ser apresentados com autenticação do Consulado do Brasil no país onde o mesmo foi emitido ou Apostila de Haia, no caso de países signatários da Convenção da Apostila de Haia. 2.3 – Admitir-se-á inscrição condicionada à seleção de Mestrado, de concluintes de Curso de Graduação, com declaração de conclusão informando a data prevista para a defesa do TCC, condicionada a matrícula à classificação e à conclusão da Graduação, até a data de realização da matrícula. 3 - Exame de Seleção e Admissão. O Concurso será procedido pela Comissão de Seleção e Admissão designada pelo Colegiado do Programa, formada por três membros Dr. Henrique Veras de Paiva Fonseca, Dr. Giuseppe Trevisan Cruz e Dr. Paulo Henrique Pereira de Meneses Vaz. 3.1 – A Seleção para o Mestrado constará de: Etapas do Concurso de Mestrado Datas Horário Quem realiza Inscrições no Exame de Seleção Nacional 03/06/2024 da ANPEC a Candidato(a) 31/07/2024 Realização das Provas do Exame da 18/09/2024 e Candidato(a) ANPEC 19/09/2024 16/09/2024 Inscrições a 00h00 até 23h59 Candidato(a) 15/11/2024 Comunicação sobre solicitação de dispensa da Até taxa de inscrição. 12/11/2024 Até 23h59 PPG Ratificação / Alteração da Comissão de 12/11/2024 Seleção e Admissão 00h00 até 23h59 PPG 18/11/2024 Etapa 1 – Homologação das Inscrições a PPG 19/11/2024 Divulgação do Resultado da Etapa de 19/11/2024 Homologação das Inscrições. 17h PPG Prazo recursal da Etapa 1 – Homologação das 21/11/2024 Inscrições e 00h00 até 23h59 Candidato(a) 22/11/2024 Divulgação do resultado da Etapa 1 – Homologação das Inscrições após análise de 25/11/2024 17h PPG recurso(s) B.O. UFPE, RECIFE, 59 ( 154 BOLETIM DE SERVIÇO ): 1 - 30 02 DE SETEMBRO DE 2024 7 Etapa 2 – Notas das Provas do Exame da 25/11/2024 a Comissão ANPEC 29/11/2024 Divulgação do resultado da Etapa 2 02/12/2024 17h Comissão 03/12/2024 Prazo recursal da Etapa 2 e 00h00 até 23h59 Candidato(a) 04/12/2024 Divulgação do resultado da Etapa 2 após análise de recurso(s) 05/12/2024 17h Comissão Envio à PROPG da Lista de Candidatos(as) Autodeclarados(as) Negros(as) - pretos(as) e pardos(as) - Aprovados(as) (o PPG deve Até enviar a lista de candidatos que se 05/12/2024 PPG autodeclaram negros, independentemente de terem sido aprovados na ampla concorrência) Período para envio de material para avaliação da veracidade da autodeclaração para candidatos(as) autodeclarados(as) negros(as) - 06/12/2024 Candidato(a) pretos(as) e pardos(as) - aprovados(as). [O(A) a autodeclarado(a) candidato(a) deve aguardar a solicitação do 10/12/2024 negro(a) envio pela Comissão de Heteroidentificação da UFPE] Realização da Comissão Heteroidentificação Comissão de para candidatos autodeclarados(as) negros(as) 12/12/2024 Até 17h00 Heteroidentificaç - pretos(as) e pardos(as) – aprovados(as). ão da UFPE Resultado da Comissão de Heteroidentificação Até 13/12/2024 PPG 16/12/2024 Candidato(a) Prazo recursal do resultado da avaliação e realizada pela Comissão Heteroidentificação autodeclarado(a) 17/12/2024 negro(a) Realização da Comissão Recursal de Comissão de Heteroidentificação para candidatos 19/12/2024 Até 17h00 Heteroidentificaç autodeclarados negros (pretos e pardos) ão da UFPE Divulgação do resultado da Comissão de Até Heteroidentificação após análise de recurso(s) 20/12/2024 17h PPG Resultado Final 20/12/2024 PPG 23/12/2024 Prazo recursal do Resultado Final e Candidato(a) 24/12/2024 Divulgação do Resultado Final após análise de Até recurso(s) 10/01/2024 PPG 03/02/2025 Matrículas a 00h00 até 23h59 Candidato(a) 28/02/2025 Início das aulas 03/03/2025 - 3.1.1 – Provas 3.1.1.1- As provas de seleção dos candidatos ao Curso de Mestrado Acadêmico em Economia da UFPE serão realizadas através do Exame de Seleção Nacional da Associação Nacional de Centros de Pós Graduação em Economia (ANPEC), e acontecerão nos dias 18 e 19 de setembro 2024, nos horários estabelecidos pela ANPEC. 3.1.1.2- Informações adicionais sobre normas gerais do Exame podem ser obtidas no site https://exame.anpec.org.br/ ou no site http://www.anpec.org.br 3.1.1.3 - As provas do Exame de Seleção Nacional da Associação Nacional de Centros de Pós-Graduação em Economia consistirão de provas de Economia e Métodos Quantitativos. B.O. UFPE, RECIFE, 59 ( 154 BOLETIM DE SERVIÇO ): 1 - 30 02 DE SETEMBRO DE 2024 8 3.1.1.4 - As provas de Economia e Métodos Quantitativos, com peso 100%, e que são de caráter classificatório, versarão sobre temas das Disciplinas Macroeconomia, Microeconomia, Estatística, Matemática e Economia Brasileira (prova objetiva), conforme a seguinte distribuição de pesos para a composição da nota global: Macroeconomia (20%), Microeconomia (20%), Estatística (20%), Matemática (20%) e Economia Brasileira (prova objetiva): 20%. 3.1.1.5- As provas de Economia e Métodos Quantitativos do Exame de Seleção Nacional da ANPEC versarão sobre os programas constantes do Manual do Candidato da ANPEC. 4. Seleção de alunos estrangeiros 4.1 O Programa de Pós-Graduação em Economia da UFPE poderá reservar até 20% do total de vagas (4) para alunos estrangeiros não residentes no país. 4.2.1. – O candidato estrangeiro não residente no país deverá: I - Ser cidadão de país com o qual o Brasil mantenha acordo de cooperação cultural, científica e tecnológica; II - Não possuir visto permanente no Brasil; III - Apresentar diploma de graduação em curso superior; IV - Comprovar conhecimento da língua portuguesa para os PPGs com aulas exclusivamente em língua portuguesa; V - Comprovar proficiência em língua inglesa; VI - Apresentar curriculum vitae (versão em língua inglesa); VII - Apresentar duas cartas de recomendação redigidas em língua inglesa; VIII - Apresentar ou plano de trabalho, apresentando sua trajetória profissional e linhas de pesquisa que deseja atuar, redigidos em língua inglesa. IX – Recomenda-se apresentar nota do GRE recente, no entanto está não configura uma exigência do processo. 4.2.2. - Inscrição: A inscrição deve ser realizada no portal público de processos seletivos do SIGAA (https://sigaa.ufpe.br/sigaa/public/processo_seletivo/lista.jsf?nivel=S&aba=p-stricto), entre os dias 16 de Setembro e 15 de Novembro de 2024, entre 00h00 e 23h59. Os candidatos estrangeiros deverão enviar a documentação (itens III ao IX) em pasta zipada no campo disponível no site de inscrição. 4.2.3. - Caso o número de candidatos estrangeiros não residentes selecionados seja inferior ao número de vagas disponíveis, estas vagas serão automaticamente realocadas para o processo tradicional de seleção de candidatos nacionais e estrangeiros residentes. 5. Resultado 5.1 – A nota de cada candidato no processo seletivo será baseada no Argumento Semifinal da prova da ANPEC, conforme consta no Manual do candidato do Exame ANPEC 2024. A nota será construída utilizando o Menor argumento Semifinal dentre os candidatos que manifestarem opção pelo Pimes (ou ASmin). Assim, a nota do candidato será dada por Nota do candidato = Argumento Semifinal do candidato – ASmin, 5.1.1 Os candidatos serão classificados de acordo com a sua nota, primeiramente preenchendo-se as vagas dos B.O. UFPE, RECIFE, 59 ( 154 BOLETIM DE SERVIÇO ): 1 - 30 02 DE SETEMBRO DE 2024 9 candidatos da lista por ação afirmativa, em seguida preenchendo-se as vagas dos candidatos da lista de ampla concorrência. 5.2 O programa se resguarda a opção de considerar desclassificados os candidatos que obtiverem desempenho inferior ao desempenho mediano no Exame da ANPEC (Argumento Semifinal inferior ao Argumento Semifinal mediano). 5.3 - A divulgação do Resultado Final ocorrerá em sessão pública e será objeto de publicação do Boletim Oficial da Universidade Federal de Pernambuco, obedecendo ao número de vagas informado no item 7 deste Edital, e disponibilizado no site: https://sites.google.com/view/pimes ou https://www.ufpe.br/pimes 6 - Recursos 6.1 – Será cabível eventual recurso via SIGAA – devidamente fundamentado – para solicitação de nulidade ou de recontagem dos pontos, no prazo de até 3 (três) dias da divulgação dos resultados, podendo também o candidato solicitar vistas das notas para a comissão avaliadora. 7 - Vagas e Classificação 7.1 - São fixadas 20 (vinte) vagas para o Curso de Mestrado em Economia, as quais 11 (dez) serão preenchidas por candidatos classificados na lista por ampla concorrência, 6 (seis) serão preenchidas por candidatos inscritos na seleção por ação afirmativa e 3 (três) serão preenchidas por alunos estrangeiros. 7.1.1 – Em conformidade com a Resolução 17/2021 do CEPE/UFPE, são destinadas 6 vagas no curso de Mestrado para pessoas negras (pretas e pardas), quilombolas, ciganas, indígenas, trans (transexuais, transgêneros e travestis), sendo uma das vagas reservadas, obrigatoriamente, a pessoas com deficiência. 7.2 - Havendo desistência de candidato aprovado e classificado até a data de encerramento da matrícula, será convocado o candidato aprovado e não classificado, obedecida a ordem de classificação. 7.3 - Será destinada 1 (uma) vaga adicional ao total de vagas indicadas no item 7.1 para servidores da UFPE aprovados no processo seletivo, conforme Resolução 1/2011 do CCEPE/UFPE. 8– Ações Afirmativas 8.1 Tendo em conta a resolução 17/2021 da UFPE, o Pimes reservará 30% das vagas para ampliar as oportunidades de inclusão e promover igualdade de oportunidades. 8.1.1 Esta política cria duas listas de classificação. A primeira de ação afirmativa e a segunda de ampla concorrência. 8.2.1 Pessoas Negras (pretos e pardos), quilombolas, ciganas, indígenas, trans (transexuais, transgêneros e travestis) e com deficiência podem ser contemplados na política de ação afirmativa. Uma das vagas de ação afirmativa será reservada para candidatos com deficiência física. 8.3 Os candidatos que desejarem ser considerados para a seleção por ação afirmativa devem preencher o formulário Anexo III deste edital e encaminhar imagem de cópia assinada para o e-mail do Pimes junto com a documentação de inscrição (em formato pdf ou jpg). 8.3.1 O preenchimento do formulário Anexo III não exclui o candidato do processo de seleção por ampla concorrência. 8.3.2 No caso de aprovação, os candidatos do processo de seleção por ação afirmativa passarão por processo de verificação das informações prestadas, de acordo com a Resolução 17/2021 da UFPE. 8.4 O critério de seleção dos candidatos no processo de seleção por ação afirmativa seguirá os mesmos critérios expressos no item 4 deste edital. B.O. UFPE, RECIFE, 59 ( 154 BOLETIM DE SERVIÇO ): 1 - 30 02 DE SETEMBRO DE 2024 10 8.5 Na eventual ausência de candidatos aprovados interessados nas vagas do processo por ação afirmativa, as vagas poderão ser revertidas para a lista por ampla concorrência. 9. Matrícula 9.1 - A matrícula online será realizada através do Sistema SIGAA. 9.2 – Os alunos aprovados no processo por ação afirmativa devem fornecer documentos e subsídios necessários para a verificação das informações prestadas no Anexo III, conforme a resolução 17/2021 da UFPE. 9.3 - No momento da matrícula, em caso de aprovação e classificação, os diplomas dos Cursos de graduação obtidos no estrangeiro deverão ser apresentados com autenticação do Consulado do Brasil no país onde o mesmo foi emitido ou Apostila de Haia, no caso de países signatários da Convenção da Apostila de Haia. A exigência deste item é dispensada para diplomas obtidos na França, para os quais não é necessária nenhuma autenticação. 10. Disposições gerais 10.1 – Este edital tem vigência de 1 (um) ano. 10.2 - Informações pelo endereço eletrônico: pimes.ccsa@ufpe.br ou pelo telefone (81) 2126-8378; 10.3 – Este edital é publicado no Boletim Oficial da UFPE e disponibilizado nos sites https://sites.google.com/view/pimes ou https://www.ufpe.br/pimes. 10.4 – A realização da inscrição implica irrestrita submissão do candidato ao presente edital; 10.5 – A Comissão de Seleção e Admissão decidirá os casos omissos. Dr. Paulo Henrique Pereira de Meneses Vaz Coordenador(a) do Programa de Pós-Graduação em Economia (PIMES) - CCSA PROCESSO ASSOCIADO: 23076.067136/2024-22 Anexos: I – REQUERIMENTO DE ISENÇÃO DA TAXA DE INSCRIÇÃO II – VAGAS III – AUTODECLARAÇÃO PARA CANDIDATOS(AS) DE AÇÕES AFIRMATIVAS PARA A PÓS- GRADUAÇÃO STRICTO SENSU B.O. UFPE, RECIFE, 59 ( 154 BOLETIM DE SERVIÇO ): 1 - 30 02 DE SETEMBRO DE 2024 11 ANEXO I – REQUERIMENTO DE ISENÇÃO DA TAXA DE INSCRIÇÃO Conforme o disposto no Art. 1º do Decreto nº 6.593, de 2 de outubro de 2008, a isenção de taxa de inscrição é possibilitada para candidato que esteja inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal – CadÚnico – e que seja membro de família de baixa renda, nos termos do Decreto nº 6.135, de 26 de junho de 2007. Nome Completo: Nome Social: Data de Nascimento: Sexo: ( ) F ( ) M CPF: ____/____/_______ RG: Sigla do Órgão Emissor: Data de Emissão: __/__/____ NIS*: Nome da Mãe: Endereço: Bairro: Cidade: CEP: UF: Telefone: E-mail: * NIS – Número de Identificação Social (Cadastro Único). Solicito a isenção da taxa de inscrição no Processo Seletivo do PPG em Economia da UFPE, e declaro que sou membro de família de baixa renda, nos termos do Decreto nº 6.135/2007. Declaro também, sob as penas da Lei, a veracidade das informações aqui prestadas e que estou ciente e de acordo com todas as exigências especificadas no Edital de Seleção ao Mestrado em Economia, notadamente aquelas que versam acerca das condições de isenção da taxa de inscrição. Recife, de de _____________. _________________________________________ Assinatura do(a) candidato(a) B.O. UFPE, RECIFE, 59 ( 154 BOLETIM DE SERVIÇO ): 1 - 30 02 DE SETEMBRO DE 2024 12 ANEXO II:VAGAS a) São fixadas 20 (vinte) vagas para o Curso de Mestrado em Economia, as quais 11 (dez) serão preenchidas por candidatos classificados na lista por ampla concorrência, 6 (seis) serão preenchidas por candidatos inscritos na seleção por ação afirmativa e 3 (três) serão preenchidas por alunos estrangeiros. b) Em conformidade com a Resolução 17/2021 do CEPE/UFPE, são destinadas 6 vagas no curso de Mestrado para pessoas negras (pretas e pardas), quilombolas, ciganas, indígenas, trans (transexuais, transgêneros e travestis), sendo uma das vagas reservadas, obrigatoriamente, a pessoas com deficiência. c) Havendo desistência de candidato aprovado e classificado até a data de encerramento da matrícula, será convocado o candidato aprovado e não classificado, obedecida a ordem de classificação. d) Será destinada 1 (uma) vaga adicional ao total de vagas indicadas no item 6.1 para servidores da UFPE aprovados no processo seletivo, conforme Resolução 1/2011 do CCEPE/UFPE. e) O Programa de Pós-Graduação em Economia da UFPE poderá reservar até 20% do total de vagas (4) para alunos estrangeiros não residentes no país. B.O. UFPE, RECIFE, 59 ( 154 BOLETIM DE SERVIÇO ): 1 - 30 02 DE SETEMBRO DE 2024 13 ANEXO III - AUTODECLARAÇÃO PARA CANDIDATOS(AS) DE AÇÕES AFIRMATIVAS PARA A PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU AUTODECLARAÇÃO PARA CANDIDATOS(AS) A VAGAS DE AÇÕES AFIRMATIVAS PARA A PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU – UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO Eu, _________________________________________________________, CPF nº ______________________, portador(a) do RG nº ___________________________, declaro, para os devidos fins, atender ao Edital nº ___/202____, do Programa de Pós-graduação em _____________________________ da Universidade Federal de Pernambuco, no que se refere à reserva de vagas para candidatos(as) __________________. Estou ciente de que, se for detectada falsidade desta declaração, estarei sujeito às penalidades legais, inclusive àquela descrita na Portaria Normativa do Ministério da Educação (MEC) nº 18 de 11 de outubro de 2012, em seu artigo 9º, que dispõe sobre implementação das reservas de vagas em Instituições Federais de Ensino de que tratam a Lei nº 12.711, de 29 de agosto de 2012, e o Decreto nº 7.824, de 11 de outubro de 2012. Transcreve-se “a prestação de informação falsa pelo estudante, apurada posteriormente à matrícula, em procedimento que lhe assegure o contraditório e a ampla defesa, ensejará o cancelamento de sua matrícula na Instituição Federal de Ensino, sem prejuízo das sanções penais”. Local e data Assinatura B.O. UFPE, RECIFE, 59 ( 154 BOLETIM DE SERVIÇO ): 1 - 30 02 DE SETEMBRO DE 2024 14 CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS (CCSA) PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA (PIMES) CURSO DE DOUTORADO (Aprovado em reunião do Colegiado, em 21/08/2024) Edital nº 01/2024 O(A) Coordenador(a) do Programa de Pós-graduação em Economia (PIMES) - Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA) torna público o presente Edital, no Boletim Oficial da UFPE e através do endereço eletrônico https://www.ufpe.br/propg, com as normas do Processo Seletivo para Admissão – Ano Letivo 2025 ao corpo discente ao PIMES - CCSA) - Curso(s) de Doutorado 1 – Inscrição: 1.1 – Para o Curso de Doutorado em Economia, exige-se graduação na área do Programa, ou em áreas afins, realizados em instituições reconhecidas pela CAPES 1.2 – A inscrição deve ser realizada no portal público de processos seletivos do SIGAA (https://sigaa.ufpe.br/sigaa/public/processo_seletivo/lista.jsf?nivel=S&aba=p-stricto), entre os dias 16 de Setembro e 15 de Novembro de 2024, entre 00h00 e 23h59. 1.3 – São de inteira e exclusiva responsabilidade do candidato as informações e a documentação por ele fornecidas no ato da inscrição, as quais não poderão ser alteradas ou complementadas, em nenhuma hipótese ou a qualquer título. 1.4 – Recomenda-se a realização da inscrição com antecedência, uma vez que o PIMES – CCSA não se responsabilizará por aquelas não recebidas em decorrência de eventuais problemas técnicos. 1.5 – As inscrições que não cumprirem integralmente as condições previstas neste edital serão indeferidas pela Comissão de Seleção e Admissão, designada pelo Colegiado do Programa, formada por três membros. 1.5.1 - Serão indeferidas também as inscrições cujo(a) candidato(a) tenha sido desligado(a) do mesmo curso do PIMES por mais de uma vez, pois está vedado novo ingresso do/da candidato(a) no mesmo curso conforme resolução CEPE 19/2020 da UFPE. 2 – Documentação para a inscrição: 2.1 – Documentação exigível para a inscrição no Doutorado (devem ser enviados em arquivo no formato PDF [com exceção da ficha de inscrição e do pagamento da taxa] com a respectiva letra como nome do arquivo, por exemplo: b.pdf; c.pdf; d.pdf, etc.): a) Ficha de Inscrição preenchida, através do site do processo seletivo no SIGAA; b) Cópias de Carteira de Identidade, CPF e comprovação de quitação eleitoral, para brasileiros. No caso de candidato estrangeiro, cópia do passaporte; 01 (uma) foto 3 x 4, recente; c) Curriculum Vitae, conforme modelo do Currículo Lattes; Comprovação do Currículo Lattes, devendo ser apresentados arquivos dos artigos, certificados de participação, Diploma ou comprovante de conclusão do Curso de Mestrado e Diploma de conclusão do Curso de Graduação; Cópia do histórico escolar dos Cursos de Graduação e Mestrado. d) Tabela de pontuação do Currículo Lattes preenchida de acordo com o modelo do Anexo III deste edital; Comprovante de inscrição no Exame de Seleção Nacional da Associação Nacional de Centros de Pós Graduação em Economia (ANPEC) a ser realizado em 2024 (Edição 2025), ou comprovante de que tenha realizado o exame nas edições anteriores, 2022 a 2024; e) Pagamento da taxa no valor de R$ 50,00 (cinquenta Reais), até o dia 18/11/2024, conforme boleto gerado pelo SIGAA após inscrição. Para os candidatos estrangeiros, apenas os que ingressarem no programa ficam obrigados a pagar esta taxa e comprovar o pagamento em até 3 meses após a matrícula e início do curso. f) No caso de candidato à vaga para ações afirmativas, Formulário do Anexo IV. B.O. UFPE, RECIFE, 59 ( 154 BOLETIM DE SERVIÇO ): 1 - 30 02 DE SETEMBRO DE 2024 15 2.1.1 - Poderão requerer a dispensa do pagamento da taxa de inscrição até o quinto dia anterior ao do encerramento das inscrições, conforme modelo (Anexo I) os(as) candidatos(as) que se enquadrem em uma das situações (será disponibilizado um campo no questionário do SIGAA prevendo a anexação destes documentos): a) estejam inscritos(as) no Cadastro Único para os Programas Sociais do Governo Federal e membro de família de baixa renda, nos termos do Decreto nº 6.135/2007; b) sejam alunos(as) regularmente matriculados(as) na UFPE, que comprovem ser concluintes de curso de mestrado; c) sejam servidores(as), ativos(as) ou inativos(as) (técnicos- administrativos e docentes); d) sejam professores(as) substitutos da UFPE. 2.1.2 – No caso do item anterior, a decisão deverá ser comunicada ao(à) candidato(a) em no mínimo 3 dias antes do encerramento das inscrições, através do e-mail indicado pelo candidato quando da inscrição. 2.1.3 – Em caso de indeferimento do pedido de dispensa da taxa de inscrição, é facultado ao candidato, em até dois dias úteis, o pagamento da taxa ou a interposição de recurso, dotado de efeito suspensivo, enviado ao endereço eletrônico: pimes.ccsa@ufpe.br. 2.2 – Além dos documentos indicados em 2.1, os candidatos ao Curso de Doutorado deverão instruir o requerimento de inscrição com (Devem ser enviados juntos aos comprovantes do Currículo Lattes): a) Diploma ou comprovante de conclusão do Curso de Mestrado e Diploma de conclusão do Curso de Graduação; b) Cópia do histórico escolar dos Cursos de Graduação e Mestrado. 2.5 – Os diplomas dos Cursos de Graduação e de Mestrado obtidos no estrangeiro deverão ser apresentados com autenticação do Consulado do Brasil no país onde o mesmo foi emitido ou Apostila de Haia, no caso de países signatários da Convenção da Apostila de Haia. 2.6 – Admitir-se-á inscrição condicionada à seleção de Doutorado, de concluintes de Curso de Mestrado, com declaração de conclusão informando a data prevista para a defesa do TCC, condicionada a matrícula à classificação e à conclusão do Mestrado, até a data de realização da matrícula. 3 - Exame de Seleção e Admissão. O Concurso será procedido pela Comissão de Seleção e Admissão designada pelo Colegiado do Programa, formada pelos Professores Dr. Rafael Coutinho Costa Lima, Dr. Edilberto Tiago de Almeida e Dr. Cristiano da Costa da Silva. 3.1 – A Seleção para o Doutorado constará de: Etapas do Concurso de Doutorado Datas Horários Quem realiza Inscrições no Exame de Seleção Nacional 03/06/2024 a da ANPEC 31/07/2024 Candidato(a) Realização das Provas do Exame da 18/09/2024 e 19/09/2024 Candidato(a) ANPEC Inscrições 16/09/2024 a 15/11/2024 00h00 até 23h59 Candidato(a) Comunicação sobre solicitação de dispensa da Até taxa de inscrição. 12/11/2024 Até 23h59 PPG Ratificação / Alteração da Comissão de 12/11/2024 Seleção e Admissão 00h00 até 23h59 PPG Etapa 1 – Homologação das Inscrições 18/11/2024 a 19/11/2024 PPG B.O. UFPE, RECIFE, 59 ( 154 BOLETIM DE SERVIÇO ): 1 - 30 02 DE SETEMBRO DE 2024 16 Divulgação do Resultado da Etapa de 00h00 e 23h59 – Homologação das Inscrições. 19/11/2024 PPG 17h Prazo recursal da Etapa 1 – Homologação das 20/11/2024 e Inscrições 21/11/2024 00h00 até 23h59 Candidato(a) Divulgação do resultado da Etapa 1 – 00h00 e 23h59 – Homologação das Inscrições após análise de 22/11/2024 PPG recurso(s) 17h Etapa 2 – Avaliação do Currículo Lattes e 25/11/2024 a 29/11/2024 Comissão Notas das Provas do Exame da ANPEC Divulgação do resultado da Etapa 2 02/12/2024 17h00 Comissão Prazo recursal da Etapa 2 03/12/2024 e 04/12/2024 00h00 até 23h59 Candidato(a) Divulgação do resultado da Etapa 2 após 05/12/2024 análise de recurso(s) 17h Comissão Envio à PROPG da Lista de Candidatos(as) Autodeclarados(as) Negros(as) - pretos(as) e pardos(as) - Aprovados(as) (o PPG deve enviar Até a lista de candidatos que se autodeclaram 05/12/2024 Até 17h00 PPG negros, independentemente de terem sido aprovados na ampla concorrência) Período para envio de material para avaliação da veracidade da autodeclaração para candidatos(as) autodeclarados(as) negros(as) - Candidato(a) pretos(as) e pardos(as) - aprovados(as). [O(A) 06/12/2024 a 10/12/2024 autodeclarado(a candidato(a) deve aguardar a solicitação do ) negro(a) envio pela Comissão de Heteroidentificação da UFPE] Realização da Comissão Heteroidentificação Comissão de para candidatos autodeclarados(as) negros(as) 12/12/2024 Até 17h Heteroidentific - pretos(as) e pardos(as) – aprovados(as). ação da UFPE Resultado da Comissão de Heteroidentificação Até 13/12/2024 17h PPG Candidato(a) Prazo recursal do resultado da avaliação 16/12/2024 e realizada pela Comissão Heteroidentificação 17/12/2024 00h00 até 23h59 autodeclarado(a ) negro(a) Realização da Comissão Recursal de Comissão de Heteroidentificação para candidatos Até 19/12/2024 Até as 17h Heteroidentific autodeclarados negros (pretos e pardos) ação da UFPE Divulgação do resultado da Comissão de Até Heteroidentificação após análise de recurso(s) 20/12/2024 17h PPG Resultado Final 20/12/2024 17h PPG Prazo recursal do Resultado Final 23/12/2024 e 24/12/2024 00h00 até 23h59 Candidato(a) Divulgação do Resultado Final após análise de Até recurso(s) 10/01/2025 17h PPG Matrículas 03/02/2025 a 28/02/2025 00h00 até 23h59 Candidato(a) Início das aulas 03/03/2025 - 3.1.1 – Provas (Peso 0,7) 3.1.1.1 – As provas de seleção dos candidatos ao Curso de Doutorado em Economia da UFPE serão realizadas por meio do Exame de Seleção Nacional da Associação Nacional de Centros de Pós-Graduação em Economia (ANPEC) em 18 e 19 de Setembro de 2024, nos horários estabelecidos pela ANPEC. 3.1.1.2 – Cada candidato deverá providenciar sua inscrição no Exame de Seleção Nacional da Associação Nacional de Centros de Pós-Graduação em Economia (ANPEC) para ingresso em 2025, e deve indicar o B.O. UFPE, RECIFE, 59 ( 154 BOLETIM DE SERVIÇO ): 1 - 30 02 DE SETEMBRO DE 2024 17 PIMES-UFPE como opção de escolha na hora de sua inscrição no Exame de Seleção da ANPEC. A inscrição no Exame de Seleção Nacional da Associação Nacional de Centros de Pós-Graduação em Economia (ANPEC) deverá ser realizada no período entre 03 de Junho e 31 de Julho de 2024 no site: https://exame.anpec.org.br/. Outras informações poderão ser encontradas no mesmo site: https://exame.anpec.org.br/ 3.1.1.3 - O Programa de Pós-Graduação em Economia da UFPE também aceitará os resultados dos Exames de Seleção Nacional da ANPEC realizados no prazo de quatro anos, ou seja, os resultados dos Exames de Seleção da ANPEC de 2022 a 2025, realizados nos anos 2021 a 2024, respectivamente, serão aceitos. Caso o candidato apresente os resultados do Exame de Seleção de anos anteriores, fica desobrigado a realizar a sua inscrição no Exame de Seleção Nacional da Associação Nacional de Centros de Pós-Graduação em Economia (ANPEC) Edição de 2025 (Realizado em 2024). 3.1.1.4 – As provas do Exame de Seleção Nacional da Associação Nacional de Centros de Pós-Graduação em Economia terão os seguintes pesos: Macroeconomia (25%), Microeconomia (25%), Estatística (25%), e Matemática (25%). 3.1.1.5 – A Nota das provas de cada candidato será computada utilizando os escores padronizados (EP) das provas do Exame de Seleção Nacional da Associação Nacional de Centros de Pós-Graduação em Economia, da seguinte forma: PE = 0.25*(EP de Macroeconomia) + 0.25*(EP de Microeconomia) + 0.25*(EP de Estatística) + 0.25*(EP de Matemática). Onde PE significa nota da prova do candidato. 3.1.1.6. As notas da prova de todos os candidatos serão normalizadas de acordo com a média e o desvio padrão computados entre os candidatos inscritos ao Doutorado do PIMES/UFPE no Exame de Seleção Nacional da ANPEC. 3.1.1.7 – A nota da prova normalizada do Exame de Seleção de cada candidato (NE) será computada da seguinte forma: 𝑃𝐸 − 𝜇𝑃𝐸 𝑁𝐸 = 𝜎𝑃𝐸 onde: NE = nota da prova normalizada, PE = nota da prova do candidato no Exame de Seleção Nacional da ANPEC, 𝜇𝑃𝐸 = média das notas da prova obtida no Exame de Seleção Nacional da ANPEC entre todos os candidatos inscritos ao Doutorado do PIMES-UFPE, e 𝜎𝑃𝐸 = desvio padrão das notas da prova obtida no Exame de Seleção Nacional da ANPEC entre todos os candidatos inscritos ao Doutorado do PIMES-UFPE. 3.1.2 – Avaliação do Currículo Lattes (Peso 0,3) 3.1.2.1 – A avaliação do Currículo Lattes, com peso 3, de caráter classificatório, se restringirá às atividades realizadas pelo candidato. 3.1.2.2 – Na avaliação das atividades científicas do Currículo a Comissão de Seleção e Admissão considerará a tabela de pontuação de acordo com o item 3.1.2.4, a seguir. 3.1.2.3 – A pontuação de cada atividade científica só será válida se forem apresentadas as devidas comprovações (numeradas conforme a indicação da tabela), quais sejam: arquivo da página principal da revista, livro, etc. e da primeira página do artigo publicado; arquivos de certificados de participação em congressos, seminários, etc. 3.1.2.4 – Na avaliação do Currículo será obedecida à seguinte tabela de pontuação: B.O. UFPE, RECIFE, 59 ( 154 BOLETIM DE SERVIÇO ): 1 - 30 02 DE SETEMBRO DE 2024 18 1 – TITULAÇÃO (peso 5): Cursos de Mestrado Pontuação Máxima Indicar curso, Instituição, período Média do Histórico Escolar do Mestrado 3 Conceito do Programa de Mestrado na CAPES 7 2 – PRODUÇÃO ACADÊMICA E ATIVIDADES DE PESQUISA (peso 5): (C) Notas Tabela Pontuação (A) Número (B) Pontuação máxima (C=AxB) Artigos publicados em periódicos especializados indexados, com corpo editorial e sistema de arbitragem Qualis A1 e A2 10.0 Qualis A3 e A4 8.0 Qualis B1 e B2 4.0 Qualis B3 e B4 2.0 Qualis B5 e C (até 5 artigos) 1.0 Artigos de divulgação: Científica, 0.5 Tecnológica e Artística (até 5 artigos) Trabalhos completos Nacionais e/ou Internacionais publicados em anais de 1.0 congressos e eventos (até 10 trabalhos) Livros e Capítulos de livros Autoria de livro da área de conhecimento do pesquisador e de responsabilidade de editora 3.0 (até 2 livros) Capítulo de livro da área de conhecimento do pesquisador e de responsabilidade de 1.0 editora (até 5 cap.) Pesquisa e Experiência Bolsistas de graduação, estágio curricular e 2.0 Introdução Científica (máximo 2) Estágio Docência ou Monitoria (disciplinas 2.0 de 60 horas) (de até 5 disciplinas) Nota Currículo Lattes (Produção Acadêmica e Atividades de Pesquisa do Pontuação Total Candidato – PA ) 3.1.2.5 – A Nota de Titulação do Candidato (NT ) que compõe a avaliação do Currículo será calculada seguindo critério de normalização descrito a seguir. 3.1.2.5.1. A Nota de Titulação do candidato (NT ) será computada da seguinte forma: 𝑃𝑇 − 𝜇𝑃𝑇 𝑁𝑇 = 𝜎𝑃𝑇 onde: NT = nota de titulação normalizada, PT = pontuação no critério titulação obtida pelo candidato, 𝜇𝑃𝑇 = média das pontuações no critério de titulação entre todos os candidatos inscritos ao Doutorado do PIMES-UFPE, e 𝜎𝑃𝑇 = desvio padrão das pontuações no critério de titulação entre todos os candidatos inscritos ao Doutorado B.O. UFPE, RECIFE, 59 ( 154 BOLETIM DE SERVIÇO ): 1 - 30 02 DE SETEMBRO DE 2024 19 do PIMES-UFPE. 3.1.2.6 – A Nota de Produção Acadêmica e Atividades de Pesquisa do Candidato (NA) que compõe a avaliação do Currículo será computada seguindo critério de normalização descrito a seguir. 3.1.2.6.1 O candidato deverá preencher a Tabela de Pontuação da Produção Acadêmica e Atividades de Pesquisa apresentada no item 3.1.2.4. 3.1.2.6.2 A Nota de Produção Acadêmica e Atividades de Pesquisa (NA) será computada da seguinte forma: 𝑃𝐴 − 𝜇𝑃𝐴 𝑁𝐴 = 𝜎𝑃𝐴 onde: NA = nota de produção acadêmica e atividades de pesquisa normalizada, PA = pontuação em Produção Acadêmica e Atividades de Pesquisa obtida pelo candidato (isto é, nota do currículo lattes, calculada pela multiplicação do número de respostas em cada item avaliado pelo seu respectivo peso, conforme tabela de pontuação apresentada no item 3.1.2.4), 𝜇𝑃𝐴 = média das pontuações em Produção Acadêmica e Atividades de Pesquisa entre todos os candidatos inscritos ao Doutorado do PIMES-UFPE, e 𝜎𝑃𝐴 = desvio padrão das pontuações em Produção Acadêmica e Atividades de Pesquisa entre todos os candidatos inscritos ao Doutorado do PIMES-UFPE. 3.1.2.7 – A nota correspondente à avaliação do Currículo do candidato será calculada utilizando a Nota de Titulação do candidato (NT) e a Nota de Produção Acadêmica e Atividades de Pesquisa (NA), respeitando os respectivos pesos de acordo a seguinte fórmula: NC = NT*0.5 + NA*0.5 onde: NC = nota de avaliação do currículo, NT = nota de titulação normalizada, e NA = nota de produção acadêmica e atividades de pesquisa normalizada. 3.1.3 Nota Final 3.1.3.1 – A Nota Semifinal (NS) do candidato será calculada de acordo com a seguinte fórmula: NS= NE*0.7 + NC*0.3 onde: NS = Nota Semifinal, NE = nota da prova normalizada, e NC = nota de avaliação do currículo. 3.1.3.2 – A Nota Final do candidato será calculada utilizando-se a menor Nota Semifinal de todos os candidatos (NSmin) inscritos na seleção. A Nota Final se calculada seguindo a fórmula NF = NS - NSmin 3.2 – Os candidatos serão classificados em ordem decrescente de acordo com a nota final obtida, calculada de acordo com o item 3.1.3.2. Primeiro serão concedidas as vagas dos candidatos inscritos no processo por ação afirmativa. Em seguida, serão concedidas as vagas do processo de seleção em ampla concorrência, sendo os candidatos classificados no processo de ação afirmativa retirados da lista de ampla concorrência. B.O. UFPE, RECIFE, 59 ( 154 BOLETIM DE SERVIÇO ): 1 - 30 02 DE SETEMBRO DE 2024 20 4. Seleção de alunos estrangeiros 4.1 O Programa de Pós-Graduação em Economia da UFPE poderá reservar até 20% do total de vagas (4) para alunos estrangeiros não residentes no país. 4.2.1. – O candidato estrangeiro não residente no país deverá: I - Ser cidadão de país com o qual o Brasil mantenha acordo de cooperação cultural, científica e tecnológica; II - Não possuir visto permanente no Brasil; III - Apresentar diploma de graduação em curso superior; IV - Comprovar conhecimento da língua portuguesa para os PPGs com aulas exclusivamente em língua portuguesa; V - Comprovar proficiência em língua inglesa; VI - Apresentar curriculum vitae (versão em língua inglesa); VII - Apresentar duas cartas de recomendação redigidas em língua inglesa; VIII - Apresentar ou plano de trabalho, apresentando sua trajetória profissional e linhas de pesquisa que deseja atuar, redigidos em língua inglesa. IX – Recomenda-se apresentar nota do GRE recente, no entanto está não configura uma exigência do processo. 4.2.2. - Inscrição: A inscrição deve ser realizada no portal público de processos seletivos do SIGAA (https://sigaa.ufpe.br/sigaa/public/processo_seletivo/lista.jsf?nivel=S&aba=p-stricto), entre os dias 16 de Setembro e 15 de Novembro de 2024, entre 00h00 e 23h59. Os candidatos estrangeiros deverão enviar a documentação (itens III ao IX) em pasta zipada no campo disponível no site de inscrição. 4.2.3. - Caso o número de candidatos estrangeiros não residentes selecionados seja inferior ao número de vagas disponíveis, estas vagas serão automaticamente realocadas para o processo tradicional de seleção de candidatos nacionais e estrangeiros residentes. 5. Resultado 5.1 - O resultado do Concurso será expresso pela nota final, como descrita no item 3.1.3 deste edital, classificados os candidatos aprovados, em ordem decrescente, e obedecido o número de vagas, apresentado, a lista de aprovados em ampla concorrência e a lista de aprovados em ação afirmativa e a lista de aprovados no processo de seleção de estrangeiros. 5.2 – Eventuais empates serão resolvidos pela avaliação do curriculum vitae. 5.3 - A divulgação do resultado final ocorrerá em sessão pública e será objeto de publicação do Boletim Oficial da Universidade, obedecendo ao número de vagas informado no item 6 deste Edital, e disponibilizado no site: https://sites.google.com/view/pimes ou https://www.ufpe.br/pimes 6 - Recursos 6.1 – Dos resultados do concurso caberá recurso via SIGAA, de nulidade ou de recontagem, devidamente fundamentado, para o Colegiado do Programa, no prazo de até 3 (três) dias de sua divulgação. 6.2 – Na hipótese do recurso não ser decidido antes da etapa subsequente, fica assegurado ao recorrente dela participar, sob condição. 7 - Vagas e Classificação 7.1 - São fixadas 20 (vinte) vagas para o Curso de Doutorado em Economia, as quais 10 (dez) serão preenchidas por candidatos classificados na lista por ampla concorrência, 6 (seis) serão preenchidas por B.O. UFPE, RECIFE, 59 ( 154 BOLETIM DE SERVIÇO ): 1 - 30 02 DE SETEMBRO DE 2024 21 candidatos inscritos na seleção por ação afirmativa e 4 (quatro) serão preenchidas por alunos estrangeiros. 7.1.1 – Em conformidade com a Resolução 17/2021 do CEPE/UFPE, são destinadas 6 vagas no curso de Doutorado para pessoas negras (pretas e pardas), quilombolas, ciganas, indígenas, trans (transexuais, transgêneros e travestis), sendo uma das vagas reservadas, obrigatoriamente, a pessoas com deficiência. 7.2 - Havendo desistência de candidato aprovado e classificado até a data de encerramento da matrícula, será convocado o candidato aprovado e não classificado, obedecida a ordem de classificação. 7.3 - Será destinada 1 (uma) vaga adicional ao total de vagas indicadas no item 7.1 para servidores da UFPE aprovados no processo seletivo, conforme Resolução 1/2011 do CCEPE/UFPE. 8– Ações Afirmativas 8.1 Tendo em conta a resolução 17/2021 da UFPE, o Pimes reservará 30% das vagas para ampliar as oportunidades de inclusão e promover igualdade de oportunidades. 8.1.1 Esta política cria duas listas de classificação. A primeira de ação afirmativa e a segunda de ampla concorrência. 8.2.1 Pessoas Negras (pretos e pardos), quilombolas, ciganas, indígenas, trans (transexuais, transgêneros e travestis) e com deficiência podem ser contemplados na política de ação afirmativa. Uma das vagas de ação afirmativa será reservada para candidatos com deficiência física. 8.3 Os candidatos que desejarem ser considerados para a seleção por ação afirmativa devem preencher o formulário Anexo IV deste edital (será disponibilizado um campo no questionário do SIGAA prevendo a anexação deste documento em formato PDF). 8.3.1 O preenchimento do formulário Anexo IV não exclui o candidato do processo de seleção por ampla concorrência. 8.3.2 No caso de aprovação, os candidatos do processo de seleção por ação afirmativa passarão por processo de verificação das informações prestadas, de acordo com a Resolução 17/2021 da UFPE. 8.4 Para fins de classificação, primeiro serão selecionados os alunos na seleção por ação afirmativa. Os aprovados neste processo serão então retirados da lista de ampla concorrência, que será preenchida em seguida. 8.5 Na eventual ausência de candidatos aprovados interessados nas vagas do processo por ação afirmativa, as vagas poderão ser revertidas para a lista por ampla concorrência. 10. Matrícula 10.1 - A matrícula online será realizada através do Sistema SIGAA. 10.2 – Os alunos aprovados no processo por ação afirmativa devem fornecer documentos e subsídios necessários para a verificação das informações prestadas no Anexo IV, conforme a resolução 17/2021 da UFPE. 11. Disposições gerais 11.1 – Informações pelo endereço eletrônico: pimes.ccsa@ufpe.br ou pelo telefone (81)2126-8378; 11.2 – Este edital é publicado no Boletim Oficial da UFPE e disponibilizado nos sites https://sites.google.com/view/pimes ou https://www.ufpe.br/pimes 11.3 – As notas atribuídas aos candidatos, nas diversas etapas do Concurso, serão fundamentadas por cada membro da Comissão de Seleção e Admissão. B.O. UFPE, RECIFE, 59 ( 154 BOLETIM DE SERVIÇO ): 1 - 30 02 DE SETEMBRO DE 2024 22 11.4 – A realização da inscrição implica irrestrita submissão do candidato ao presente edital; 11.5 – A Comissão de Seleção e Admissão decidirá os casos omissos. Recife, 26 de agosto de 2024 Dr. Paulo Henrique Pereira de Meneses Vaz Coordenador(a) do Programa de Pós-Graduação em Economia (PIMES) - CCSA PROCESSO ASSOCIADO: 23076.067136/2024-22 Anexos: I – REQUERIMENTO DE ISENÇÃO DA TAXA DE INSCRIÇÃO II – VAGAS III – TABELA DE TITULAÇÃO E PONTUAÇÃO DO CURRÍCULO LATTES IV – AUTODECLARAÇÃO PARA CANDIDATOS(AS) DE AÇÕES AFIRMATIVAS PARA A PÓS- GRADUAÇÃO STRICTO SENSU B.O. UFPE, RECIFE, 59 ( 154 BOLETIM DE SERVIÇO ): 1 - 30 02 DE SETEMBRO DE 2024 23 ANEXO I – REQUERIMENTO DE ISENÇÃO DA TAXA DE INSCRIÇÃO Conforme o disposto no Art. 1º do Decreto nº 6.593, de 2 de outubro de 2008, a isenção de taxa de inscrição é possibilitada para candidato que esteja inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal – CadÚnico – e que seja membro de família de baixa renda, nos termos do Decreto nº 6.135, de 26 de junho de 2007. Nome Completo: Nome Social: Data de Nascimento: Sexo: ( ) F ( ) M CPF: ____/____/_______ RG: Sigla do Órgão Emissor: Data de Emissão: __/__/____ NIS*: Nome da Mãe: Endereço: Bairro: Cidade: CEP: UF: Telefone: E-mail: * NIS – Número de Identificação Social (Cadastro Único). Solicito a isenção da taxa de inscrição no Processo Seletivo do PPG em Economia da UFPE, e declaro que sou membro de família de baixa renda, nos termos do Decreto nº 6.135/2007. Declaro também, sob as penas da Lei, a veracidade das informações aqui prestadas e que estou ciente e de acordo com todas as exigências especificadas no Edital de Seleção ao Doutorado em Economia, notadamente aquelas que versam acerca das condições de isenção da taxa de inscrição. Recife, de de _______. _________________________________________ Assinatura do(a) candidato(a) B.O. UFPE, RECIFE, 59 ( 154 BOLETIM DE SERVIÇO ): 1 - 30 02 DE SETEMBRO DE 2024 24 ANEXO II:VAGAS a) São fixadas 20 (vinte) vagas para o Curso de Doutorado em Economia, as quais 10 (dez) serão preenchidas por candidatos classificados na lista por ampla concorrência, 6 (seis) serão preenchidas por candidatos inscritos na seleção por ação afirmativa e 4 (quatro) serão preenchidas por alunos estrangeiros. b) Em conformidade com a Resolução 17/2021 do CEPE/UFPE, são destinadas 6 vagas no curso de Doutorado para pessoas negras (pretas e pardas), quilombolas, ciganas, indígenas, trans (transexuais, transgêneros e travestis), sendo uma das vagas reservadas, obrigatoriamente, a pessoas com deficiência. c) Havendo desistência de candidato aprovado e classificado até a data de encerramento da matrícula, será convocado o candidato aprovado e não classificado, obedecida a ordem de classificação. d) Será destinada 1 (uma) vaga adicional ao total de vagas indicadas no item 7.1 para servidores da UFPE aprovados no processo seletivo, conforme Resolução 1/2011 do CCEPE/UFPE. e) O Programa de Pós-Graduação em Economia da UFPE poderá reservar até 20% do total de vagas (4) para alunos estrangeiros não residentes no país. B.O. UFPE, RECIFE, 59 ( 154 BOLETIM DE SERVIÇO ): 1 - 30 02 DE SETEMBRO DE 2024 25 ANEXO III: TABELA DE TITULAÇÃO E PONTUAÇÃO DO CURRÍCULO LATTES 1. TITULAÇÃO (peso 5) - MESTRADO Curso : Universidade: Conceito CAPES Média do Histórico Escolar do Mestrado 2. PRODUÇÃO ACADÊMICA E ATIVIDADES DE PESQUISA (peso 5) (C) Notas Tabela Pontuação (A) Número (B) Pontuação máxima (C=AxB) Artigos publicados em periódicos especializados indexados, com corpo editorial e sistema de arbitragem 01 Qualis A1 e A2 10.0 02 Qualis A3 e A4 8.0 03 Qualis B1 e B2 4.0 04 Qualis B3 e B4 2.0 05 Qualis B5 e C (até 5 artigos) 1.0 06 Artigos de divulgação: Científica, 0.5 Tecnológica e Artística (até 5 artigos) 07 Trabalhos completos Nacionais e/ou Internacionais publicados em anais de 1.0 congressos e eventos (até 10 trabalhos) Livros e Capítulos de livros 08 Autoria de livro da área de conhecimento do pesquisador e de 3.0 responsabilidade de editora (até 2 livros) 09 Capítulo de livro da área de conhecimento do pesquisador e de 1.0 responsabilidade de editora (até 5 cap.) Pesquisa e Experiência 10 Bolsistas de graduação, estágio curricular e Introdução Científica 2.0 (máximo 2) 11 Estágio Docência ou Monitoria (disciplinas de 60 horas) (de até 5 2.0 disciplinas) Nota Currículo Lattes (Produção Acadêmica e Atividades de Pesquisa Pontuação Total do Candidato – PA ) B.O. UFPE, RECIFE, 59 ( 154 BOLETIM DE SERVIÇO ): 1 - 30 02 DE SETEMBRO DE 2024 26 ANEXO IV - AUTODECLARAÇÃO PARA CANDIDATOS(AS) DE AÇÕES AFIRMATIVAS PARA A PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU AUTODECLARAÇÃO PARA CANDIDATOS(AS) A VAGAS DE AÇÕES AFIRMATIVAS PARA A PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU – UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO Eu, _________________________________________________________, CPF nº ______________________, portador(a) do RG nº ___________________________, declaro, para os devidos fins, atender ao Edital nº ___/202_, do Programa de Pós-graduação em _____________________________ da Universidade Federal de Pernambuco, no que se refere à reserva de vagas para candidatos(as) __________________. Estou ciente de que, se for detectada falsidade desta declaração, estarei sujeito às penalidades legais, inclusive àquela descrita na Portaria Normativa do Ministério da Educação (MEC) nº 18 de 11 de outubro de 2012, em seu artigo 9º, que dispõe sobre implementação das reservas de vagas em Instituições Federais de Ensino de que tratam a Lei nº 12.711, de 29 de agosto de 2012, e o Decreto nº 7.824, de 11 de outubro de 2012. Transcreve-se “a prestação de informação falsa pelo estudante, apurada posteriormente à matrícula, em procedimento que lhe assegure o contraditório e a ampla defesa, ensejará o cancelamento de sua matrícula na Instituição Federal de Ensino, sem prejuízo das sanções penais”. Local e data Assinatura B.O. UFPE, RECIFE, 59 ( 154 BOLETIM DE SERVIÇO ): 1 - 30 02 DE SETEMBRO DE 2024 27 CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM NUTRIÇÃO CURSOS DE MESTRADO E DOUTORADO Retificação do EDITAL /B.O. UFPE, RECIFE, 59 (124 BOLETIM DE SERVIÇO): 67-89 de 22/07/2024 o item 3.1– A Seleção para o Mestrado e Doutorado, conforme abaixo: ONDE SE LÊ: 3.1– A Seleção para o Mestrado e Doutorado constará de: O processo seletivo será realizado por uma Comissão de Seleção e Admissão designada pelo Colegiado do Programa e formada por 03 (três) membros titulares, sendo 02 (dois) pertencentes ao corpo docente do PPGN para MESTRADO: Presidente - Raquel Aragão (interno do Programa); Maria Izabel Andrade (externo do Programa); Gerlane Lima (externo do Programa); Suplentes linha 1: Fabiana Cristina Lima da Silva Pastich Gonçalves e Linha 2- Profa Christine Luna. Para DOUTORADO: Presidente – Ilma Kruze Grande de Arruda (interno do Programa); Vanessa Leal de Sá (interno do Programa), Lucia Raquel Ramos Berger (externo do Programa) e Leucio Duarte (externodoPrograma); Suplentes Linha 1: Sandra Cristina da Silva Santana; Linha 2- Rafael Medeiros. LEIA-SE: O processo seletivo será realizado por uma Comissão de Seleção e Admissão designada pelo Colegiado do Programa e formada por 03 (três) membros titulares, sendo 01 (um) pertencente ao corpo docente do PPGN para MESTRADO: Presidente - Raquel Aragão (interno do Programa); Maria Izabel Andrade (externo do Programa); Gerlane Lima (externo do Programa); Suplentes linha 1: Fabiana Cristina Lima da Silva Pastich Gonçalves e Linha 2- Profa Christine Luna. E 02 (dois) pertencentes ao corpo docente do PPGN para DOUTORADO: Presidente – Ilma Kruze Grande de Arruda (interno do Programa); Vanessa Leal de Sá (interno do Programa), Lucia Raquel Ramos Berger (externo do Programa) e Leucio Duarte (externodoPrograma); Suplentes Linha 1: Sandra Cristina da Silva Santana; Linha 2- Rafael Medeiros. RUBEM CARLOS ARAUJO GUEDES Coordenação do Programa de Pós-Graduação em Nutrição PROCESSO 23076.048790/2024-82 B.O. UFPE, RECIFE, 59 ( 154 BOLETIM DE SERVIÇO ): 1 - 30 02 DE SETEMBRO DE 2024 28 PORTARIA Nº 87, DE 26 DE AGOSTO DE 2024 DESIGNAÇÃO COLETIVA A DIRETORA DE CONTRATOS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO, no uso de suas atribuições conferidas pela Portaria nº 466, de 04 de fevereiro de 2022, RESOLVE: Em substituição à Portaria nº 31/2023 - DLC/PROGEST, de 02 de março de 2023, designar os servidores abaixo indicados para recompor a Equipe de Planejamento para contratação de empresa especializada na prestação de serviços de engenharia para reforma nas instalações dos laboratórios de Física e de Química do NFD, na parte térrea do Bloco E do Centro Acadêmico do Agreste (CAA) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), de acordo com as atribuições a estes conferidas no Documento de Formalização da Demanda, nos termos da Instrução Normativa nº 05, de 26 de maio de 2017, do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, e da Instrução Normativa nº 58, de 08 de agosto de 2022, do Ministério da Economia: - MARÍLIA NEVES MARINHO, SIAPE 2525317; - FLÁVIA CRISTINA GOMES CATUNDA DE VASCONCELOS, SIAPE 1048139; - ERNESTO ARCENIO VALDES RODRIGUEZ, SIAPE 2584345; - ROBERTO ARAÚJO SÁ, SIAPE 1715306; - THAYSA DANYELLA LIRA MARQUES, SIAPE 1525200; - EMÍLIA JULIANA CESAR HERCULINO, SIAPE 1639753. (Processo n° 23076.105911/2022-24) Marília Batista de Lima Pequeno Diretora de Contratos B.O. UFPE, RECIFE, 59 ( 154 BOLETIM DE SERVIÇO ): 1 - 30 02 DE SETEMBRO DE 2024 29 PORTARIA Nº 88/2024 - DC/PROAD, 29 DE AGOSTO DE 2024. DESIGNAÇÃO COLETIVA A DIRETORA DE CONTRATOS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO, no uso de suas atribuições conferidas pela Portaria nº 0467, de 04 de fevereiro de 2022. RESOLVE: Designar os servidores abaixo indicados para compor a Equipe de Gestão e Fiscalização do Contrato nº 55/2024, celebrado entre a UFPE e a EMPRESA JOSUE CRISTIAN VIEIRA VAZ, cujo objeto é a contratação de serviços comuns de higienização/conservação de 65.000 volumes pertencentes ao acervo bibliográfico localizado no 4º andar do Centro de Filosofia e Ciências Humanas- CFCH da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), atendendo no mínimo a seguinte especificação: 1) Limpeza e Organização do Espaço; 2) Desinfestação e Higienização no Acervo; 3) Armazenamento e acondicionamento. Para execução destas ações, os procedimentos específicos devem atender no mínimo: a) Diagnóstico; b) Documentação fotográfica; c) Desinfestação; d) Higienização por sucção, varredura, e por sopro; e) Separação e Catalogação preliminar dos volumes; f) Organização e armazenagem; g) Acondicionamento (em casos específicos); h) Emissão de relatórios parciais periodicamente durante a execução dos serviços realizados, nas condições estabelecidas no Termo de Referência. NOME SIAPE FUNÇÃO CLAUDINA KARLA QUEIROZ RIBEIRO 1658328 GESTORA DO CONTRATO MARIA DO CARMO DE PAIVA 1464245 GESTORA SUBSTITUTA DO CONTRATO RODRIGGO LEOPOLDINO CAVALCANTI I 2979037 FISCAL DO CONTRATO VIMÁRIO CARVALHO DA SILVA 1433035 FISCAL SUBSTITUTO DO CONTRATO (Processo nº 23076.082549/2023-04) MARILIA BATISTA DE LIMA PEQUENO Diretora de Contratos B.O. UFPE, RECIFE, 59 ( 154 BOLETIM DE SERVIÇO ): 1 - 30 02 DE SETEMBRO DE 2024 30 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E FOLHA DE ASSINATURAS CONTRATOS Emitido em 02/09/2024 BOLETIM OFICIAL Nº 855/2024 - CADM PROGRAD (11.13.06) (Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO) (Assinado digitalmente em 02/09/2024 17:30 ) MARCELA DE MELO SOARES SALES ADMINISTRADOR CADM PROGRAD (11.13.06) Matrícula: ###495#5 Visualize o documento original em http://sipac.ufpe.br/documentos/ informando seu número: 855, ano: 2024, tipo: BOLETIM OFICIAL, data de emissão: 02/09/2024 e o código de verificação: b708c36b59 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO COORDENAÇÃO ADMINISTRATIVA - PROGRAD DESPACHO Nº 82291/2024 - CADM PROGRAD (11.13.06) Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO Recife-PE, 02 de setembro de 2024. À DDE, Para conhecimento e providências, A Presidente da CGEB aprovou ad referendum, da Câmara de Graduação e Ensino Básico, do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão da UFPE, a Reforma Curricular Integral do Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia de Energia, do Centro de Tecnologia e Geociências, com base no Parecer Nº 1667/2024 - CDPCG (Documento #16), exarado pela Coordenação Didático-Pedagógica dos Cursos de Graduação/DDE/PROGRAD. Informamos ainda que a decisão foi publicada no BO 154-2024, pág.04, anexado ao processo no documento nº 18. Atenciosamente, (Assinado digitalmente em 03/09/2024 23:08) MAGNA DO CARMO SILVA PRO-REITOR(A) PROGRAD (11.13) Matrícula: ###474#8 Processo Associado: 23076.035292/2024-02 Para verificar a autenticidade deste documento entre em http://sipac.ufpe.br/public/documentos/index.jsp informando seu número: 82291, ano: 2024, tipo: DESPACHO, data de emissão: 02/09/2024 e o código de verificação: 44d85717ec 13/09/2024, 14:10 Ofício Eletrônico - SIPAC MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO - PROGRAD OFICIO ELETRONICO Nº 23/2024 - DDE PROGRAD (11.13.03) (Código: 202509096) Nº do Protocolo: 23076.073918/2024-44 Recife-PE, 11 de Setembro de 2024. DIRETORIA DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL - GR Título: Ampliação de vagas - Engenharia de Energia CTG Assunto: 991 - GESTAO DE COMUNICACOES EVENTUAIS (COMUNICADOS, INFORMES) À Diretoria de Avaliação Institucional - DAI, O curso de Engenharia de Energia – CTG, por meio do processo n° 23076.035292/2024-02, realizou uma reforma integral, incluído nas alterações o aumento do número de vagas de 20 para 30 na primeira e única entrada. Atendidas as exigências e os trâmites previstos na Resolução CCEPE n° 03/2014 e na Instrução Normativa Prograd nº 03/2021, a DDE foi favorável à solicitação (documento 16), cujo parecer levou à aprovação pela Câmara de Graduação e Ensino Básico, do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão da UFPE (documento 17), decisão publicada no BO 154-2024, pág.04 (documento 18). Assim, informamos essa alteração para a devida formalização e inserção de dados nos sistemas da UFPE e do MEC. Atenciosamente, (Autenticado em 13/09/2024 14:08) (Não Autenticado) JULIANA CRISTINA DE ANDRADE ROSEANE PATRICIA DE SOUZA E SILVA COORDENADOR - SUBSTITUTO DIRETOR DDE PROGRAD (11.13.03) DDE PROGRAD (11.13.03) Matrícula: 2883404 Matrícula: 2376233 Para verificar a autenticidade deste documento entre em http://sipac.ufpe.br/public/documentos/index.jsp informando seu número: 23, ano: 2024, tipo: OFICIO ELETRONICO, data de emissão: 11/09/2024 e o código de verificação: e3287d6301 Copyright 2007 - Superintendência de Tecnologia da Informação (STI-UFPE) - UFPE https://sipac.ufpe.br/sipac/protocolo/memorando_eletronico/memorando_eletronico.jsf?idMemorandoEletronico=2910199&sr=true 1/1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E FOLHA DE ASSINATURAS CONTRATOS Emitido em 13/09/2024 OFICIO Nº 10266/2024 - CDPCG PROGRAD (11.13.29) (Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO) (Assinado digitalmente em 13/09/2024 14:13 ) JULIANA CRISTINA DE ANDRADE COORDENADOR - SUBSTITUTO CDPCG PROGRAD (11.13.29) Matrícula: ###834#4 Visualize o documento original em http://sipac.ufpe.br/documentos/ informando seu número: 10266, ano: 2024, tipo: OFICIO, data de emissão: 13/09/2024 e o código de verificação: 3a9ac52242 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO DIRETORIA DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL - GR DESPACHO Nº 88660/2024 - DAI-GR (11.01.49) Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO Recife-PE, 16 de setembro de 2024. À Diretoria de Desenvolvimento do Ensino Informo que a solicitação de ampliação das vagas para o curso de Engenharia de Energia foi cadastrada sob processo e-mec n. 202418616 e aprovada pelo MEC. Envio tela do e-mec atestando que a ampliação das vagas já está implementada no sistema. (Assinado digitalmente em 16/09/2024 23:56) DIEGO DE SOUSA DANTAS DIRETOR - TITULAR DAI-GR (11.01.49) Matrícula: ###874#0 Processo Associado: 23076.035292/2024-02 Para verificar a autenticidade deste documento entre em http://sipac.ufpe.br/public/documentos/index.jsp informando seu número: 88660, ano: 2024, tipo: DESPACHO, data de emissão: 16/09/2024 e o código de verificação: e8d73aa9ad MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E FOLHA DE ASSINATURAS CONTRATOS Emitido em 2024 OUTROS Nº 676/2024 - DAI-GR (11.01.49) (Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO) (Assinado digitalmente em 16/09/2024 23:56 ) DIEGO DE SOUSA DANTAS DIRETOR - TITULAR DAI-GR (11.01.49) Matrícula: ###874#0 Visualize o documento original em http://sipac.ufpe.br/documentos/ informando seu número: 676, ano: 2024, tipo: OUTROS, data de emissão: 16/09/2024 e o código de verificação: 49967dce4f MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO COORDENACAO DIDATICO-PEDAGOCICA DOS CURSOS DE GRADUACAO - PROGRAD SOLICITACAO Nº 2333/2024 - CDPCG PROGRAD (11.13.29) Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO Recife-PE, 18 de setembro de 2024. À Divisão de Currículos e Programas (DCP/PROGRAD), Considerando a aprovação do Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia, do Centro de Tecnologia e Geociências (CTG), pela Câmara de Graduação e Ensino Básico da UFPE, publicada no Boletim Oficial nº 154, de 2 de setembro de 2024, solicitamos a implantação do novo Perfil Curricular do Curso no Sigaa. Nos colocamos à disposição para dirimir eventuais dúvidas que se fizerem necessárias. Atenciosamente, (Assinado digitalmente em 18/09/2024 10:22) LENIVALDO IDALINO DE OLIVEIRA JUNIOR COORDENADOR - TITULAR CDPCG PROGRAD (11.13.29) Matrícula: ###986#9 Processo Associado: 23076.035292/2024-02 Para verificar a autenticidade deste documento entre em http://sipac.ufpe.br/public/documentos/index.jsp informando seu número: 2333, ano: 2024, tipo: SOLICITACAO, data de emissão: 18/09/2024 e o código de verificação: d2b39db961 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO DIVISAO DE CURRICULOS E PROGRAMAS - PROGRAD DESPACHO Nº 93044/2024 - DCP PROGRAD (11.13.24) Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO Recife-PE, 26 de setembro de 2024. Nova estrutura curricular criada com o código 0001 para início em 2024.2. Solicitamos que seja realizada uma conferencia minuciosa da estrutura no SigaA pela coordenação do curso para evitar problemas futuros. À Coordenação Didático Pedagógica para os encaminhamentos de praxe e arquivamento. (Assinado digitalmente em 26/09/2024 10:43) CELSO CARLOS RIBEIRO SA CHEFE - TITULAR DCP PROGRAD (11.13.24) Matrícula: ###153#9 Processo Associado: 23076.035292/2024-02 Para verificar a autenticidade deste documento entre em http://sipac.ufpe.br/public/documentos/index.jsp informando seu número: 93044, ano: 2024, tipo: DESPACHO, data de emissão: 26/09/2024 e o código de verificação: 2cdddf48ce