Serviço Público Federal MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E CONTRATOS PROCESSO 23076.061204/2023-42 Cadastrado em 30/06/2023 Processo disponível para recebimento com código de barras/QR Code Nome(s) do Interessado(s): E-mail: Identificador: COORDENACAO DA GRADUACAO EM ENGENHARIA ELETRICA - coordenacao. 116537 CTG eletrica@ufpe.br DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELETRICA (SISTEMA dee@ufpe.br 116562 POTENCIA) - CTG ZANONI DUEIRE LINS zanoni.lins@ufpe.br 1134110 Tipo do Processo: ALTERACAO DO PROJETO POLITICO PEDAGOGICO DE CURSO. REFORMA CURRICULAR (GRADUACAO) Assunto do Processo: 122.2 - REFORMULACAO CURRICULAR DOS CURSOS DE GRADUACAO Assunto Detalhado: DÁ PROVIDÊNCIAS AO REFORMULADO PPC DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA Unidade de Origem: DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELETRICA (SISTEMA POTENCIA) - CTG (11.65.62) Criado Por: BRUNO DE SOUZA JERONIMO Ciência: --- MOVIMENTAÇÕES ASSOCIADAS Data Destino Data Destino DIVISAO DE CURRICULOS E PROGRAMAS - PROGRAD 21/09/2023 (11.13.24) COORDENACAO DIDATICO-PEDAGOCICA DOS CURSOS DE 20/09/2023 GRADUACAO - PROGRAD (11.13.29) 19/09/2023 COORDENAÇÃO ADMINISTRATIVA - PROGRAD (11.13.06) COORDENACAO DIDATICO-PEDAGOCICA DOS CURSOS DE 19/09/2023 GRADUACAO - PROGRAD (11.13.29) DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELETRICA (SISTEMA 19/09/2023 POTENCIA) - CTG (11.65.62) COORDENACAO DIDATICO-PEDAGOCICA DOS CURSOS DE 04/09/2023 GRADUACAO - PROGRAD (11.13.29) DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO - 01/09/2023 PROGRAD (11.13.03) DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELETRICA (SISTEMA 18/07/2023 POTENCIA) - CTG (11.65.62) DIRETORIA DO CENTRO DE TECNOLOGIA E GEOCIENCIAS - 14/07/2023 CTG (11.65) 04/07/2023 DEPARTAMENTO DE ENERGIA NUCLEAR - CTG (11.65.50) DIRETORIA DO CENTRO DE TECNOLOGIA E GEOCIENCIAS - 04/07/2023 CTG (11.65) DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELETRICA (SISTEMA 30/06/2023 POTENCIA) - CTG (11.65.62) SIPAC | Superintendência de Tecnologia da Informação (STI-UFPE) - (81) 2126-7777 | Copyright © 2005-2023 - UFRN - sipac03.ufpe.br.sipac03 Para visualizar este processo, entre no Portal Público em http://sipac.ufpe.br/public e acesse a Consulta de Processos. Visualizar no Portal Público MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELETRICA (SISTEMA POTENCIA) - CTG OFICIO ELETRONICO Nº 1387/2023 - DEPEESP (11.65.62) Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO Recife-PE, 30 de junho de 2023. À Diretoria do CTG (11.65) Prezado Diretor, Segue, em anexo, o novo Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Engenharia Elétrica da UFPE. Peço a V.Sa. que coloque para apreciação e aprovação na Câmara de Graduação do CTG e no Conselho Departamental do CTG este novo PPC. Faço os seguintes esclarecimentos: 1) O atual PPC de Eng. Elétrica da UFPE (Perfil Curricular 4404) entrou em vigor no 1. semestre de 2009. Este PPC - em vigor - está necessitando de muitas atualizações. Encontra-se no texto deste novo PPC as justificativas para sua entrada em vigor. 2) A partir de diversas reuniões do Núcleo Docente Estruturante (NDE) do Curso de Engenharia Elétrica este novo PPC começou a ser elaborado. 3) O Colegiado do Curso de Engenharia Elétrica em diversas reuniões analisou cada uma das deliberações do NDE para este novo PPC e decidiu sobre cada um dos pontos postos em discussão. 4) Este novo PPC já passou pela análise (para correções e ajustes) pelo Núcleo de Estudos e Acompanhamento Pedagógico do Centro de Tecnologia e Geociências (NEAP/CTP) e, por duas vezes foi analisado (para correções e ajustes) pela Pró-Reitoria de Graduação da UFPE (PROGRAD/UFPE). 5) A PROGRAD/UFPE - após constar que todas as correções e ajustes foram feitos - exige, agora, para sua implantação que seja a aprovado este novo PPC pelo Colegiado do Curso de Engenharia Elétrica, pelo Pleno do Departamento de Engenharia Elétrica, pela Câmara de Graduação do CTG, e pelo Conselho Departamental do CTG. Isto, para em seguida ser formado processo via SIPAC à Coordenação Didático Pedagógica dos Cursos de Graduação para análise e possível aprovação na Câmara de Graduação e Ensino Básico CGEB para com isso, posterior implantação no sistema acadêmico da UFPE. 6) Este novo PPC foi aprovado por unanimidade em reunião do Colegiado do Curso de Engenharia Elétrica ocorrida no dia 31 de maio de 2023. 7) Este novo PPC foi aprovado no Pleno do Departamento de Engenharia Elétrica por maioria simples (cinco votos contrários, uma abstenção, 19 votos favoráveis e dois professores ausentes) em reunião ocorrida no dia 15 de junho de 2023. Ressalto, que a justificativa dos votos contrários e do voto de abstenção foi a não concordância em oferecer para os alunos ações curriculares de extensão, conforme está estabelecido neste novo PPC. 8) Considerando a aprovação deste PPC em todas as instâncias em tempo hábil espera-se que o mesmo entre em vigor a partir do 1. semestre de 2024. Atenciosamente, Marcelo Cabral Cavalcanti Chefe do Departamento DEE/CTG - EEPE (Assinado digitalmente em 30/06/2023 12:47) MARCELO CABRAL CAVALCANTI CHEFE - TITULAR DEPEESP (11.65.62) Matrícula: ###788#3 Processo Associado: 23076.061204/2023-42 Para verificar a autenticidade deste documento entre em http://sipac.ufpe.br/public/documentos/index.jsp informando seu número: 1387, ano: 2023, tipo: OFICIO ELETRONICO, data de emissão: 30/06/2023 e o código de verificação: c84860794f MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO DIRETORIA DO CENTRO DE TECNOLOGIA E GEOCIENCIAS - CTG DESPACHO Nº 64172/2023 - CTG (11.65) Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO Recife-PE, 04 de julho de 2023. Ao: Departamento de Energia Nuclear. Para a professora Mariana Brayner relatar junto ao Conselho do Centro. Atenciosamente, (Assinado digitalmente em 04/07/2023 16:19) JOSE ARAUJO DOS SANTOS JUNIOR VICE DIRETOR CTG (11.65) Matrícula: ###246#1 Processo Associado: 23076.061204/2023-42 Para verificar a autenticidade deste documento entre em http://sipac.ufpe.br/public/documentos/index.jsp informando seu número: 64172, ano: 2023, tipo: DESPACHO, data de emissão: 04/07/2023 e o código de verificação: b5c4b73ea1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO DEPARTAMENTO DE ENERGIA NUCLEAR - CTG DESPACHO Nº 68753/2023 - DEPENUC (11.65.50) Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO Recife-PE, 14 de julho de 2023. À Direção do Centro de Tecnologia e Geociências (CTG/UFPE) Após a leitura e análise da proposta do novo Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Elétrica (Doc. 2 processo n. 23076.061204/2023-42) dou parecer favorável. Atenciosamente, (Assinado digitalmente em 14/07/2023 14:16) MARIANA BRAYNER CAVALCANTI FREIRE BEZERRA PROFESSOR DO MAGISTERIO SUPERIOR CGEE DEPENUC (11.65.33) Matrícula: ###546#6 Processo Associado: 23076.061204/2023-42 Para verificar a autenticidade deste documento entre em http://sipac.ufpe.br/public/documentos/index.jsp informando seu número: 68753, ano: 2023, tipo: DESPACHO, data de emissão: 14/07/2023 e o código de verificação: a39daa73db MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO DIRETORIA DO CENTRO DE TECNOLOGIA E GEOCIENCIAS - CTG DESPACHO Nº 5478/2023 - CTG (11.65) Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO Recife-PE, 18 de julho de 2023. Em 18/07/2023, solicito o Desentranhamento da(s) peça(s) listada(s) abaixo, do processo 23076.061204/2023-42, por motivo de alterar despacho. . Ordem: 5 Número: 69749 Ano: 2023 Número de Protocolo: NÃO PROTOCOLADO Tipo de Documento: DESPACHO (Assinado digitalmente em 18/07/2023 11:07) MARIA LUCIA SILVA PINHO FUNÇÃO INDEFINIDA CTG (11.65) Matrícula: ###343#0 Processo Associado: 23076.061204/2023-42 Para verificar a autenticidade deste documento entre em http://sipac.ufpe.br/public/documentos/index.jsp informando seu número: 5478, ano: 2023, tipo: DESPACHO, data de emissão: 18/07/2023 e o código de verificação: e98e053cfd MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO DIRETORIA DO CENTRO DE TECNOLOGIA E GEOCIENCIAS - CTG DESPACHO Nº 69792/2023 - CTG (11.65) Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO Recife-PE, 18 de julho de 2023. À: Coordenação Didático Pedagógica - PROGRAD Aprovo ad referendum do conselho do Centro o Novo PPC do Curso de Engenharia Elétrica, de acordo com o parecer favorável da professora Mariana Brayner, conforme documentação anexa. Atenciosamente, (Assinado digitalmente em 18/07/2023 11:37) JOSE ARAUJO DOS SANTOS JUNIOR VICE DIRETOR CTG (11.65) Matrícula: ###246#1 Processo Associado: 23076.061204/2023-42 Para verificar a autenticidade deste documento entre em http://sipac.ufpe.br/public/documentos/index.jsp informando seu número: 69792, ano: 2023, tipo: DESPACHO, data de emissão: 18/07/2023 e o código de verificação: dc1bcb49dd MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELETRICA (SISTEMA POTENCIA) - CTG DESPACHO Nº 7072/2023 - DEPEESP (11.65.62) Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO Recife-PE, 01 de setembro de 2023. Em 01/09/2023, solicito o Desentranhamento da(s) peça(s) listada(s) abaixo, do processo 23076.061204/2023-42, por motivo de Remoção a pedido do Prof. Zanoni Lins, para correções de componentes internos ao documento.. Ordem: 2 Número: 41 Ano: 2023 Número de Protocolo: NÃO PROTOCOLADO Tipo de Documento: PROJETO DE CURSO (Assinado digitalmente em 01/09/2023 15:04) BRUNO DE SOUZA JERONIMO FUNÇÃO INDEFINIDA DEPEESP (11.65.62) Matrícula: ###671#5 Processo Associado: 23076.061204/2023-42 Para verificar a autenticidade deste documento entre em http://sipac.ufpe.br/public/documentos/index.jsp informando seu número: 7072, ano: 2023, tipo: DESPACHO, data de emissão: 01/09/2023 e o código de verificação: 0be8363a38 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO COORDENACAO DIDATICO-PEDAGOCICA DOS CURSOS DE GRADUACAO - PROGRAD DESPACHO Nº 94733/2023 - CDPCG PROGRAD (11.13.29) Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO Recife-PE, 19 de setembro de 2023. À Coordenação do curso de Engenharia Elétrica - CTG, Conforme orientação enviada por e-mail no dia 19/09/2023, devolvemos o processo para que seja anexada a nova versão do PPC. Atenciosamente, (Assinado digitalmente em 19/09/2023 10:16) TAIS PATRICIA SANTOS DE OLIVEIRA PIMENTEL TECNICO EM ASSUNTOS EDUCACIONAIS CDPCG PROGRAD (11.13.29) Matrícula: ###783#6 Processo Associado: 23076.061204/2023-42 Para verificar a autenticidade deste documento entre em http://sipac.ufpe.br/public/documentos/index.jsp informando seu número: 94733, ano: 2023, tipo: DESPACHO, data de emissão: 19/09/2023 e o código de verificação: f92f071031 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELETRICA (SISTEMA POTENCIA) - CTG DESPACHO Nº 7577/2023 - DEPEESP (11.65.62) Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO Recife-PE, 19 de setembro de 2023. Em 19/09/2023, solicito o Desentranhamento da(s) peça(s) listada(s) abaixo, do processo 23076.061204/2023-42, por motivo de Remoção para aplicação das correções finais conforme recomendações da Prograd.. Ordem: 9 Número: 60 Ano: 2023 Número de Protocolo: NÃO PROTOCOLADO Tipo de Documento: PROJETO DE CURSO (Assinado digitalmente em 19/09/2023 14:07) BRUNO DE SOUZA JERONIMO FUNÇÃO INDEFINIDA DEPEESP (11.65.62) Matrícula: ###671#5 Processo Associado: 23076.061204/2023-42 Para verificar a autenticidade deste documento entre em http://sipac.ufpe.br/public/documentos/index.jsp informando seu número: 7577, ano: 2023, tipo: DESPACHO, data de emissão: 19/09/2023 e o código de verificação: a3c5641ab4 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE TECNOLOGIA E GEOCIÊNCIAS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA PERFIL 4405 Recife-Pernambuco-Brasil 2023 ENGENHARIA ELÉTRICA - UFPE 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO-UFPE Reitor: Alfredo Macedo Gomes Campus Recife Av. Prof. Moraes Rêgo, no 1.235, Cidade Universitária, Recife-PE, CEP 50.670-420 Telefone: (81) 2126-8000 CENTRO DE TECONOLOGIA E GEOCIÊNCIAS Diretor: Afonso Henrique Sobreira de Oliveira Vice-Diretor: José Araújo dos Santos Júnior DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA Chefe: Marcelo Cabral Cavalcanti Subchefe: Leonardo Rodrigues Limongi COORDENAÇÃO DO CURSO DE ENGENHARIA ELÉTRICA Coordenador: Zanoni Dueire Lins Vice-Coordenador: Vicente Ribeiro Simoni NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE Alexander Barros Lima José Filho da Costa Castro Otoni Nóbrega Neto Pedro André Carvalho Rosas Ronaldo Ribeiro Barbosa de Aquino Vicente Ribeiro Simoni Zanoni Dueire Lins ENGENHARIA ELÉTRICA - UFPE 2 IDENTIFICAÇÃO DO CURSO: - Nome: Engenharia Elétrica - Código do Curso de Engenharia Elétrica no sistema E-MEC: 13616 - Diretrizes curriculares: Não há di- retrizes curriculares específicas para o curso, mas segue as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia (Resolução CNE/CES nº 2 de 24 de abril de 2019). - Título conferido: Engenheiro Eletricista - Modalidade: Presencial - Número de Vagas: 60 vagas anuais distribuídas em dois semestres com 30 vagas em cada semestre. - Entrada: 1ª e 2ª entrada - Turno: manhã/tarde (integral) - Carga horária: 3700 horas - Duração mínima: 10 semestres / Duração máxima: 18 semestres - Data de finalização da reforma deste Projeto Pedagógico: Agosto de 2023 - Autorização do Curso: Decreto Nº 3.022, DE 03 DE OUTUBRO DE 1898. - Primeiro Processo de Reconhecimento do Curso: Decreto Nº 3.022, DE 03 DE OUTUBRO DE 1898. - Último Processo de Reconhecimento de Curso: Portaria Nº 111-SRSE DE 04 DE FEVEREIRO DE 2021. COLEGIADO DO CURSO DE ENGENHARIA ELÉTRICA Alexander Barros Lima Fabrício Bradaschia Geraldo Leite Torres Giacomo Fucale Filho Luiz Henrique Alves de Medeiros Pedro André Carvalho Rosas Vicente Ribeiro Simoni Zanoni Dueire Lins ENGENHARIA ELÉTRICA - UFPE 3 Conteúdo 1 Histórico da UFPE 5 2 A Engenharia Elétrica 6 3 O Curso de Engenharia Elétrica da UFPE 6 4 Justificativa para Reforma do Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Elétrica da UFPE 7 5 Marco de Referência 12 6 Objetivos do Curso 12 7 Perfil Profissional do Egresso 13 8 Campo de Atuação do Profissional 14 9 Competências, Atitudes e Habilidades 15 10 Metodologia do Curso 16 11 Sistema de Avaliação 17 12 Sistemática para a Concretização do Projeto Pedagógico do Curso 19 13 Organização Curricular do Curso 20 14 Quadro de Estrutura Curricular 22 15 Atividades Curriculares 27 16 Formas de Acesso ao Curso 28 17 Corpo Docente 28 ENGENHARIA ELÉTRICA - UFPE 4 18 Suporte para Funcionamento do Curso 29 19 Apoio ao Discente 32 20 Anexo I - Tabela dos Dispositivos Legais e Normativos 36 21 Anexo II - Regulamento do Estágio Curricular Supervisionado 38 22 Anexo III - Regulamento das Atividades Complementares 50 23 Anexo IV - Regulamento e Instrução Normativa do Trabalho de Conclusão de Curso 56 24 Anexo V - Regulamento das Ações Curriculares de Extensão 68 25 Anexo VI - 1) Aprovação do PPC pelo Colegiado do Curso de Eng. Elétrica; 2) Aprovação do PPC pelo Pleno do Depto. de Eng. Elétrica; 3) Parecer favorável pela Aprovação do PPC por Relatora da Câmara de Graduação do CTG; e, 4) Aprovação AD Referendum do PPC pelo Departamental do CTG: 72 26 Anexo VII - Aprovação do PPC pelos Plenos dos Departamentos responsáveis pelos compo- nentes curriculares do curso 80 27 Anexo VIII - Portarias de Designação dos Membros do Colegiado do Curso de Eng. Elétrica 102 28 Anexo IX - Portaria de Designação dos Membros do Núcleo Docente Estruturante (NDE) do Curso de Engenharia Elétrica 107 29 Anexo X - Equivalência entre Disciplinas 110 30 Anexo XI - Programa dos Componentes Curriculares Obrigatórios em ordem alfabética 111 31 Anexo XII - Programa dos Componentes Curriculares Eletivos em ordem alfabética 219 ENGENHARIA ELÉTRICA - UFPE 5 1 Histórico da UFPE A Universidade Federal de Pernambuco tem início em 11 de agosto de 1946, quando da fundação da Universidade do Recife (UR), criada por meio do Decreto-Lei da Presidência da República nº 9.388 em 20 de junho de 1946. A UR reunia a Faculdade de Direito do Recife (fundada em 1827), a Escola de Engenharia de Pernambuco (1896), a Faculdade de Medicina do Recife (1914), com as escolas anexas de Odontologia e Farmácia, a Escola de Belas Artes de Pernambuco (1932) e a Faculdade de Filosofia do Recife (1939). Com o Decreto-Lei nº 53 de 18 de Novembro de 1966, que fixa princípios e normas de organização para as universidades federais, a UR foi integrada ao grupo de instituições federais do novo sistema de educação do País, recebendo sua atual denominação de Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), autarquia vinculada ao Ministério da Educação (MEC). A UFPE destaca-se, em números e qualitativamente, como a maior e mais importante institui- ção de ensino superior das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste do país. A UFPE possui 3 campi - Recife, Vitória de Santo Antão e Caruaru que comportam 13 Centros Acadêmicos, sendo 11 em Recife- Pernambuco, um em Vitória de Santo Antão e um em Caruaru. Atualmente, a UFPE oferece 113 cursos de graduação, sendo 105 presenciais e 8 na modalidade a distância (em 2021 foi criado o curso de Licenciatura em Ciências Biológicas - EAD e recentemente foram criados os cursos de Licenciatura em História-EAD e Licenciatura em Educação Física-EAD. Sendo assim, temos 92 cursos de graduação no Campus Recife, 13 em Caruaru e 8 em Vitória de Santo Antão. De acordo com dados de 2022, a UFPE possui 152 cursos de Pós Graduação Stricto Sensu (Mestrado e Doutorado), 74 Mestrados Acadêmicos, 18 Mestrados Profissionais, 597 grupos de pesquisa, 362 projetos de extensão. A UFPE conta com um corpo docente de mais de 2.494 professores do quadro efetivo (sendo 89,7% doutores, 8,6% mestres, 1,3% especialistas e 0,4% graduados, e mais 237 professores substituto, e UFPE conta com um quadro técnico-administrativo composto por mais 4.000 servidores. A UFPE tem 29.989 alunos matriculados nos cursos de graduação - dados do primeiro semestre de 2020, sendo 23.027 do Campus Recife, 3.919 no Campus do Agreste (Caruaru) e 1594 do Campus Vitória. Os demais (44 são vinculados a cursos EAD. A UFPE tem 8.777 alunos matriculados em cursos de pós-graduação, 596 do mestrado profissional, 3.975 do doutorado acadêmico e 25 do doutorado profissional. A estrutura física da UFPE é complementada, no campus Recife, por uma Biblioteca Central, 10 bibliotecas setoriais, Núcleo de Processamento de Dados, Editora Universitária, Centro de Convenções, Teatro, Concha Acústica, Núcleo de Educação Física, Núcleo de Hotelaria e Turismo, Núcleo de Práticas Jurídicas, Centro de Convivência e o Hospital das Clínicas. Na cidade do Recife, encontra-se o Centro de Ciências Jurídicas Faculdade de Direito, o Núcleo de Educação Continuada, o Departamento de Extensão Cultural, o Memorial da Universidade de Medicina, o Teatro Joaquim Cardozo e o Núcleo de Rádio e Televisão. ENGENHARIA ELÉTRICA - UFPE 6 2 A Engenharia Elétrica A engenharia elétrica é o ramo da engenharia que trabalha com os estudos e aplicações da eletricidade, eletromagnetismo e eletrônica. Este ramo surgiu no início do século XIX visando a utilização da energia elétrica. Benjamim Franklin pode ser considerado o "pai"da engenharia elétrica devido à sua criação, os pára-raios, em 1752. A partir daí, os estudos se intensificaram com os trabalhos de Georg Ohm (1827), Michael Faraday (1831), Heirinrich Lenz (1850), James Maxwell (1873), Thomas Edison (1897), entre outros. Os cursos iniciais de engenharia elétrica integravam as áreas de eletrônica, micro-eletrônica, telecomunicações e automação e controle. Com o passar do tempo, os cursos de engenharia específicos para estas áreas foram criados e a engenharia elétrica passou a tratar dos seguintes campos envolvendo projeto, construção, operação e manutenção: 1) Instalações elétricas; 2) Proteção de sistemas elétricos; 3) Análise de sistemas elétricos de potência; 3) Subestações; 4) Equipamentos elétricos; 5) Máquinas elétricas; 4) Formas de armazenamento de energia; 5) Eletrônica de potência; 6) Eficiência energética; 7) Fontes de geração renováveis de energia elétrica; 8) Sistemas distribuídos de energia; 9) Qualidade de energia elétrica; 10) Aterramentos elétricos; etc. 3 O Curso de Engenharia Elétrica da UFPE O Departamento de Engenharia Elétrica (DEE), unidade responsável pela manutenção do curso de Engenharia Elétrica foi criado oficialmente em 1953. No entanto, antes da criação da Universidade do Recife, a Escola de Engenharia de Pernambuco já havia criado cursos de Engenharia Industrial, com modalidades de Engenharia Mecânica, Elétrica, Química e Metalúrgica com reconhecimento desses cursos estabelecido por meio do Decreto Nº 3.022 de 03 de outubro de 1898. Decorrido alguns anos da federali- zação da Universidade, foram feitas substanciais modificações em sua estrutura quando da elaboração do seu primeiro regimento interno, datado de 10 de agosto de 1953, entre elas, a transformação da Engenharia Industrial, modalidade Elétrica, em curso de Engenharia Elétrica, assim como, de modo igual com os cursos de Mecânica e Química. Assim, o ano de 1953 é o início oficial de funcionamento do curso de Engenharia Elétrica na UFPE disvinculado as outras engenharias. Tal assertiva é reforçada pelo Ministerio da Educa- ção (MEC) que reconhece a data de 7 de outubro de 1953 como a data a partir da qual foi autorizado seu funcionamento. Em suas primeiras décadas de existência, o corpo docente do DEE contou com grande partici- pação de profissionais que trabalhavam no setor elétrico privado e estatal. A formação acadêmica do corpo docente nos níveis de mestrado e doutorado não era predominante, e era fortemente suprida pela experiência profissional de seus professores nas diversas áreas empresariais privadas ou estatais em que atuavam. Eram muito poucos os professores de dedicação integral. A partir do início da década de 90, iniciou-se uma nova fase, onde se buscou intensificar a formação acadêmica do corpo docente do DEE. A partir daí, o DEE passou a atuar fortemente na pós-graduação nos níveis de mestrado e dou- ENGENHARIA ELÉTRICA - UFPE 7 torado. Atualmente, o corpo docente do DEE é formado por 26 docentes Tabela 9, sendo todos no regime de dedicação exclusiva distribuídos em sete grupos de pesquisa credenciados pela UFPE e Conselho Naci- onal de Pesquisa (CNPq): Grupo de Eletrônica de Potência e Acionamentos Elétricos (GEPAE), Grupo de Pesquisa em Transmissão de Energia Elétrica (GPTEE), Laboratório de Compatibilidade Eletromagnética (LCMAG), Laboratório de Eficiência Energética e Qualidade de Energia (LEEQE), Laboratório de Otimi- zação Aplicada a Sistemas de Potência (LOASP), Laboratório Digital de Sistemas de Potência (LDSP), Laboratório de Sistemas Inteligentes e Robóticos (SIR),Laboratório de Armazenamento Elétrico (LAM), Laboratório de Estruturas Magnéticas (LEM) e Laboratório de Alta Tensão (LAT). O Curso de Engenharia Elétrica da UFPE teve a sua última renovação de reconhecimento no ano de 2021, conforme a Portaria Nº 111 de 04/02/2021 do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educa- cionais Anísio Teixeira (INEP) do Ministério da Educação (MEC). Atualmente, esta renovação acontece a cada 3 anos a partir da avaliação do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (ENADE). Ressalta-se que o INEP-MEC nunca veio fazer avaliação "in loco"ao Curso de Engenharia Elétrica da UFPE, pois o curso nunca obeteve nota inferior a 3 no ENADE. O novo perfil curricular para o Curso de Engenharia Elétrica da UFPE possui uma carga horá- ria de 3.700 horas distribuídas em 2.805 horas de componentes obrigatórios, 285 horas de componentes eletivos, 60 horas de atividades complementares, 370 horas de ações curriculares de extensão, 165 horas de estágio curricular, 15 horas de Trabalho de Conclusão de Curso. Dentre dos componentes eletivos, três ênfases de formação podem ser seguidos: Sistemas Elétricos de Potência, Sistemas Elétricos Industriais, e Fontes Renováveis e Recursos Energéticos Distribuídos. Existem, atualmente, cerca de 270 cursos de engenharia elétrica no Brasil. O Ranking univer- sitário FOLHA de 2019 classifica o curso de Engenharia Elétrica da UFPE em décimo lugar. O portal InfoEmem comenta esse resultado: "Por fim, temos a única representante da região Nordeste do país nesta lista, a Universidade Federal de Pernambuco. Com um ensino de excelência, a UFPE é referência para toda a região Nordeste e para o Brasil, no que diz respeito ao curso de engenharia elétrica". 4 Justificativa para Reforma do Projeto Pedagógico do Curso de Enge- nharia Elétrica da UFPE Este projeto pedagógico é atualizado com o objetivo de atender às novas diretrizes e resoluções do MEC, como por exemplo: • Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia (Resolução CNE/CES nº 2 de 24 de abril de 2019); • Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Étnico-raciais e para o Ensino de His- tória e Cultura Afro-brasileira e Africana (Resolução CNE/CP nº 1 de 17 de junho de 2004); ENGENHARIA ELÉTRICA - UFPE 8 • Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos (Resolução CNE/CP nº 1, de 30/05/2012); • Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista (Lei Nº 12.764, de 27 de de- zembro de 2012); Além disso, a atualização do projeto pedagógico vem também para atender algumas resoluções internas da UFPE como, por exemplo, a Resolução de Atividades Complementares, presente na Resolução 12/2013 – Conselho Coordenador de Ensino, Pesquisa e Extensão (CCEPE) e a Resolução de Ações Curri- culares de Extensão (ACEx), de acordo com o disposto na Resolução CEPE Nº 31/2022, que regulamenta a inserção e o registro da Ação Curricular de Extensão como carga horária nos Projetos Pedagógicos de Cursos de Graduação da UFPE. Além 017 e 16/2019 - CCEPE, normativos do CCEPE Nº 10/2017 (avali- ação das condições de ensino - infraestrutura física; avaliação do docente pelo discente e a autoavaliação, docente e discente) e Nº 11/2019 - Conselho Universitário da Universidade Federal de Pernambuco (Con- suni/UFPE) em atendimento a acessibilidade e a inclusão educacional na UFPE. A Tabela 10 apresenta os Dispositivos Legais e Normativos com as respectivas formas de atendimento está presente no Anexo I. Também para justificar a reforma do perfil curricular, o Perfil 4404 apresenta as disciplinas Ater- ramento (EL409), Eletrônica Analógica (EL438), e Transitórios Eletromagnéticos em Sistemas de Potência (EL404) como disciplinas eletivas e estas disciplinas possuem conteúdo programático muito importante para formação do engenheiro eletricista. Assim, essas disciplina passam a ser obrigatórias no Perfil 4405. Ao mesmo tempo, constatou-se que algumas disciplinas obrigatórias e eletivas tinham o conteúdo pro- gramático que pouco agregavam na formação do engenheiro eletricista e assim, por este motivo, foram excluídas neste novo perfil. Ou seja, alguns componentes curriculares com pouca sintonia com a demanda do mercado atual foram retirados, bem como, componentes curriculares que abordem desenvolvimento tecnológico foram incluídos. Estas constatações demonstram a necessidade da realização de uma reforma curricular integral visando à atualização do curso em função da necessidade do mercado e da sociedade. Os componentes curriculares eletivos do ciclo profissional foram alterados conforme podem ser observados na Tabela 8. Vários componentes curriculares passam a ser componentes curriculares eletivos, tais como: Acionamento de Máquinas Elétricas Elétrico, Controladores Lógicos Programáveis 1(EL456), Introdução ao Direito (PG300), Instrumentação Industrial (EL442), Relações Raciais (IN816), Laboratório de Acionamento de Máquinas Elétricas, Laboratório de Eletrônica de Potência (EL471), Laboratório de Máquinas Elétricas, Sistemas Nebulosos (EL453), Transmissão de Energia Elétrica. Ao mesmo tempo, diversos componentes curriculares eletivos foram retirados no novo perfil, tais como: Aterramento (EL409), Geração Nuclear 1 (EN222), Operação de Máquinas Elétricas (EL427), Mantenabilidade de Equipamentos e Sistemas Elétricos (EL354), Transmissão de Energia Elétrica 1 (EL405), Transmissão de Energia Elétrica 2 (EL406), Transmissão em Corrente Contínua (EL386), Trabalho de Graduação 1 (EL361), Trabalho de Graduação 2 (EL362). Vários componentes curriculares com ementas e conteúdos programáticos mais atualizados para a formação do engenheiro eletricista foram introduzidos no novo perfil, tais como: Controladores Lógicos ENGENHARIA ELÉTRICA - UFPE 9 Programáveis 1 (El456), Engenharia de Controle 1 (EL465), Engenharia de Controle 2 (EL466), Expressão Gráfica, Laboratório de Sistemas Digitais (EL473), Máquinas Térmicas e Hidraúlicas, Materiais Elétricos, Medidas Elétricas, Metodologia Científica, Métodos Numéricos, Princípios de Eletronica, Segurança no Trabalho, Sistemas Digitais (EL476), Variaveis Complexas e Aplicações. Outros componentes tiveram a sua carga alterada para uma melhor adequação, tais como: Ad- ministração (de 60h para 30h), Circuitos Elétricos 2 (de 90h para 75h), Estágio Curricular (de 210h para 165h), Introdução à Mecânica e a Resistência dos Materiais (de 60h para 30h), Máquinas Elétricas (de 75h para 60h). Outra justificativa para a reforma do Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Elétrica da UFPE é permitir que os professores do Curso de Engenharia Elétrica da UFPE possam utilizar as chamadas Atividades Práticas Supervisionadas (APS) dentro do Plano de Ensino da disciplina conforme estabelece a Resolução CEPE/UFPE Nº 03/2023. Ressalta-se também que com a reforma do Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Elétrica da UFPE um novo Regulamento de Trabalho de Conclusão de Curso foi elaborado; e este novo regulamento está deacordo com a Resolução CEPE/UFPE Nº 18/2022. Na Tabela 1 apresentam-se as mudanças nas disciplinas obrigatórias na matriz curricular do perfil 4404 em relação ao perfil 4405. Na Tabela 2 apresentam-se as mudanças nas disciplinas eletivas na matriz curricular do perfil 4404 em relação ao perfil 4405. ENGENHARIA ELÉTRICA - UFPE 10 Tabela 1: TABELA DE MUDANÇAS NO PERFIL CURRICULAR DO CURSO DE ENG. ELÉTRICA - DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS DO PERFIL 4404 PARA O PERFIL 4405 MODIFICAÇÃO NOS COMPONENTES OBRIGATÓRIOS CURRICULARES EXISTENTES1 Departamento/Núcleo Nome do Componente Justificativa de Mudança Ciências Administrativas Administração (AD462) Substitui AD200 Engenharia Elétrica Circuitos Elétricos 2 Substitui EL415 Engenharia Elétrica Eletromagnetismo (EL464) Substitui EL389 Expressão Gráfica Expressão Gráfica Substitui EG330 Expressão Gráfica Geometria Gráfica Tridimensional (EG468) Substitui EG407 Introdução à Mecânica e Eng. Civil e Ambiental Substitui CI112 Resistência dos Materiais (CI552) Direito Introdução ao Direito (PG300) Mod. Status do Componente Engenharia Elétrica Materiais Elétricos Substitui EL416 Engenharia Elétrica Medidas Elétricas Substitui EL210 Engenharia Elétrica Métodos Numéricos Substitui EL391 Eletrônica e Sistemas Princípios de Eletrônica Substitui ES221 Engenharia Elétrica Segurança no Trabalho Substitui EQ400 Matemática Variáveis Complexas e Aplicações Substitui MA326 Engenharia Elétrica Trabalho de Conclusão de Curso Substitui EL403 CRIAÇÃO DE COMPONENTES OBRIGATÓRIOS CURRICULARES2 Departamento/Núcleo Nome do Componente Justificativa de Mudança Engenharia Elétrica Aterramentos Elétricos Ementa nova Engenharia Elétrica Eletrônica Analógica (EL438) Ementa nova Engenharia Elétrica Engenharia de Controle 1 (EL465) Substitui ES256 Engenharia Elétrica Engenharia de Controle 2 (EL466) Substitui EL421 Engenharia Elétrica Estágio Curricular Substitui EL397 Engenharia Elétrica Laboratório de Máquinas Elétricas Ementa nova Engenharia Elétrica Laboratório de Sistemas Digitais (EL473) Ementa nova Engenharia Mecânica Máquinas Térmicas e Hidraúlicas Ementa nova Engenharia Elétrica Metodologia Científica Ementa nova Engenharia Elétrica Sistemas Digitais (EL476) Ementa nova Transitório Eletromagnéticos em Engenharia Elétrica Substitui EL404 Sistemas de Potência EXCLUSÃO DE COMPONENTES OBRIGATÓRIOS CURRICULARES3 Departamento/Núcleo Nome do Componente Justificativa de Mudança Ciências Administrativas Administração (AD200) Substituído Informática Cálculo Numérico (IF215) Substituído Matemática Complementos de Matemática 1 (MA326) Substituído Expressão Gráfica Desenho Técnico 4A (EG330) Substituído Engenharia Elétrica Dinâmica de Máquinas Elétricas (EL401) Conteúdo não necessário Engenharia Elétrica Eletromagnetismo (EL389) Substituído Eletrônica e Sistemas Eletrônica 1 (ES221) Substituído Eletrônica e Sistemas Eletrônica dos Semicondutores (ES446) Conteúdo não necessário Eletrônica e Sistemas Eletrônica Industrial (EL393) Substituído Engenharia Elétrica Estágio Curricular (EL397) Substituído Física Física Experimental 2 (FI122) Conteúdo não necessário Física Física Geral 4 (FI109) Conteúdo não necessário Interdepartamental Introdução à Engenharia (IN701) Conteúdo não necessário Introdução à Mecânica e Eng. Civil e Ambiental Substituído Resistência dos Materiais (CI112) Expressão Gráfica Introdução ao Desenho (EG407) Substituído Engenharia Elétrica Máquinas Elétricas (EL258) Substituído Engenharia Mecânica Máquinas Primárias 1 (ME217) Conteúdo não necessário Engenharia Mecânica Máquinas Primárias 2 (ME218) Conteúdo não necessário Engenharia Elétrica Medidas Eletromagnéticas A (EL210) Substituído Métodos Computacionais para Engenharia Elétrica Substituído Engenharia Elétrica (EL391) Eletrônica e Sistemas Servomecanismo (EL256) Substituído Engenharia Química Segurança no Trabalho (EQ400) Substituido Engenharia Elétrica Sistemas de Controle (EL421) Substituido Engenharia Elétrica Tecnologia dos Materiais (EL416) Substituído (1) Mudanças de carga-horária total e/ou nas ementas dos componentes curriculares obrigató- rios e modificação de STATUS. (2) Criação de componentes curriculares obrigatórios. (3) Exclusão de componentes curriculares obrigatórios. ENGENHARIA ELÉTRICA - UFPE 11 Tabela 2: TABELA DE MUDANÇAS NO PERFIL CURRICULAR DO CURSO DE ENG. ELÉTRICA - DISCIPLINAS ELETIVAS DO PERFIL 4404 PARA O PERFIL 4405 MODIFICAÇÃO NOS COMPONENTES ELETIVOS CURRICULARES EXISTENTES1 Departamento/Núcleo Nome do Componente Justificativa de Mudança Engenharia Elétrica Controladores Lógicos Programaveis 1 (EL456) Substitui EL407 Engenharia Elétrica Eficiência Energética Substitui EL219 Engenharia Elétrica Inteligência Artificial (EL468) Substitui EL443 Engenharia Elétrica Microcontroladores (EL475) Substitui EL408 CRIAÇÃO DE COMPONENTES ELETIVOS CURRICULARES2 Departamento/Núcleo Nome do Componente Justificativa de Mudança Engenharia Elétrica Acionamento de Máquinas Elétricas Ementa nova Engenharia Elétrica Introdução a Python em Engenharia Ementa nova Direito Introdução ao Direito (PG300) Mod. de STATUS do Componente Engenharia Elétrica Instrumentação Industrial (EL442) Ementa nova Engenharia Elétrica Laboratório de Acionamento de Máquinas Elétricas Ementa nova Engenharia Elétrica Laboratório de Eletrônica de Potência (EL471) Ementa nova Engenharia Elétrica Laboratório de Engenharia de Controle (EL472) Ementa nova Engenharia Elétrica Projeto e Inst. de Sist. Fotov. Conectados à Rede (EL484) Ementa nova Engenharia Elétrica Redes Elétricas Inteligentes Ementa nova Engenharia Elétrica Redes Neurais Artificiais (EL451) Ementa nova Sociologia Relações Raciais (IN816) Ementa nova Engenharia Elétrica Sistemas Nebulosos (EL453) Ementa nova Engenharia Elétrica Tecnologia em Energia Renováveis (EL485) Ementa nova Tópicos Especiais em Fontes Renováveis e Engenharia Elétrica Ementa nova Recursos Energéticos Distribuídos Engenharia Elétrica Transmissão de Energia Elétrica Ementa nova EXCLUSÃO DE COMPONENTES ELETIVOS CURRICULARES3 Departamento/Núcleo Nome do Componente Justificativa de Mudança Engenharia Elétrica Acionamento Elétrico (EL426) Substituído Engenharia Elétrica Aterramento (EL409) Substituído por disciplina obrigatória Engenharia Elétrica Conservação de Energia (EL219) Substituído Engenharia Elétrica Controle Digital (EL436) Conteúdo não necessário Controle em Tempo Real Engenharia Elétrica Conteúdo não necessário Usando DSP (EL437) Engenharia Elétrica Eletrônica Analógica (EL438) Substituído por disciplina obrigatória Engenharia de Energia Geração Nuclear 1 (EN222) Conteúdo não necessário Inteligência Artificial Aplicada Engenharia Elétrica Substituído a Controle e Automação (EL443) Mantenabilidade de Equipamentos Engenharia Elétrica Conteúdo não necessário e Sistemas Elétricos (EL354) Engenharia Elétrica Microcontroladores (EL408) Substituído Engenharia Elétrica Operação de Máquinas Elétricas (EL427) Conteúdo não necessário Redes de Computadores para Engenharia Elétrica Conteúdo não necessário Automação Industrial (EL354) Engenharia Elétrica Trabalho de Graduação 1 (EL361) Conteúdo não necessário Engenharia Elétrica Trabalho de Graduação 2 (EL362) Conteúdo não necessário Transitório Eletromagnéticos Engenharia Elétrica Substituído por disciplina obrigatória em Sistemas de Potência (EL404) Engenharia Elétrica Transmissão de Energia Elétrica 1 (EL405) Substituído Engenharia Elétrica Transmissão de Energia Elétrica 2 (EL406) Substituído Engenharia Elétrica Transmissão em Corrente Contínua (EL386) Substituído (1) Mudanças de carga-horária total e/ou nas ementas dos componentes curriculares eletivos. (2) Criação de componentes curriculares eletivos. (3) Exclusão de componentes curriculares eletivos. ENGENHARIA ELÉTRICA - UFPE 12 5 Marco de Referência Para a geração, a manutenção e a disseminação do conhecimento tecnológico de uma sociedade é necessária a presença dos engenheiros. Ou seja, sem esse profissional não existe o desenvolvimento tecno- lógico sustentável. O curso de graduação em Engenharia Elétrica da UFPE vem respondendo a necessidade social da região Nordeste e do Brasil na demanda por profissionais qualificados nessa área da engenharia elétrica. A formação desses engenheiros eletricistas não deve esquecer que o trabalho é para o bem do ho- mem e não da máquina, respeitando a natureza, evitando projetar equipamentos que destruam o equilíbrio ecológico ou poluam, colocando todo o conhecimento científico a serviço do conforto e desenvolvimento da humanidade, como explicitado no juramento realizado por todos os engenheiros formados no Brasil. O Curso de Engenharia Elétrica da UFPE tem o foco de formar profissionais competentes e qualificados na área da engenharia elétrica com habilidades técnicas suficientes para resolver problemas inerentes da sociedade nas residências, nas empresas industriais e comerciais, nas concessionárias de ener- gia elétrica, nas geradoras, transmissoras e distribuidoras de energia elétrica, nas consultorias de energia elétrica, além de possibilitar a formação de cientistas que possam descobrir novas tecnologias. A formação de profissionais competentes para atuar nas empresas e na academia, é uma grande a responsabilidade para todos que fazem o Curso de Engenharia Elétrica da UFPE. Tudo isso, buscando a criação de uma sociedade justa, feliz e harmoniosa. Estes profissionais que poderão voltar para as univer- sidades, como alunos de pós-graduação ou professores, gerando mais conhecimento em um ciclo virtuoso, por meio de novos métodos de ensino teóricos e práticos, novas formas de aprendizado, alternando en- tre formas convencionais e inovadoras de ensino e formando profissionais com perfil diferente e melhor, fazendo uso de uma estrutura curricular que deva sempre se inovar e se atualizar. 6 Objetivos do Curso Os objetivos do Curso de Engenharia Elétrica da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) seguem as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia (Resolução CNE/CES nº 2 de 24 de abril de 2019) e o Plano de Desenvolvimento Institucional da UFPE - PDI - 2019 - 2023. 6.1 Objetivos Gerais O curso de Engenharia Elétrica da UFPE tem como objetivos gerais de formar profissionais qualificados e que possam exercer bem - e na sua plenitude - os mais diferentes setores da engenharia elétrica. Sendo esse profissional com capacidade de aplicar e desenvolver os conhecimentos adquiridos com visão crítica, proatividade, sempre agindo dentro das normas e da ética. ENGENHARIA ELÉTRICA - UFPE 13 6.2 Objetivos Específicos Os objetivos específicos são: • Contribuir para o desenvolvimento do Nordeste e do Brasil por meio da formação de engenheiros eletricistas qualificados; • Ajudar a diminuir as diferenças sociais e educacionais entre regiões brasileiras, fazendo uso da for- mação de recursos humanos a serem utilizados na própria região; • Formar engenheiros eletricistas com capacidade de elaborar projetos elétricos tendo sempre em mente a viabilidade técnico econômica e o respeito ao meio ambiente em tais projetos; • Formar engenheiros eletricistas com a capacidade de avaliar a eficiência energética de sistemas elé- tricos, buscando sempre formas para otimizar a operação desses sistemas elétricos; • Formar engenheiros eletricistas com a capacidade de realizar/supervisionar diversos tipos de manu- tenção em sistemas elétricos; • Formar engenheiros eletricistas com capacidade de saber se relacionar bem com os seus colegas de trabalho; • Formar engenheiros eletricistas com responsabilidade ambiental possibilitando a formação de recur- sos humanos conscientes da necessidade da sustentabilidade ambiental nas suas intervenções; • Formar engenheiros eletricistas com capacidade de estimular o empreendedorismo e a geração de empregos. 7 Perfil Profissional do Egresso O Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Elétrica da UFPE procura considerar as neces- sidades do mundo globalizado e as demandas do mercado de trabalho, que solicita um profissional cada vez mais atualizado e capaz de responder efetivamente aos desafios impostos pelas contínuas mudanças tecnológicas. Com o objetivo de atender a este cenário, o curso disponibiliza uma formação baseada nos pressupostos teóricos da área, que visa sua consolidação por meio de atividades práticas e de pesquisa, proporcionando ao futuro profissional a ser formado, uma visão das demandas do mercado de trabalho. Além disso, com base nas Diretrizes das Engenharias (Art. 3. da Resolução CNE/CES n. 02/2019), o Curso de Engenharia Elétrica busca formar profissionais que tenham as seguintes características: I. Ser possuidor de forte formação técnica e pronto para se desenvolver ainda mais nas tecnolo- gias existentes e nas novas tecnologias sempre buscando ter visão inovadora e empreendedora; ENGENHARIA ELÉTRICA - UFPE 14 II. Ser capaz de identificar as necessidades dos usuários e desenvolver soluções criativas e efica- zes na área da engenharia de elétrica; III. Ter atitude de proatividade com visão crítica associada; IV.Atuar comprometido com a responsabilidade social e com valores éticos associados; V. Atuar sempre com segurança no trabalho e respeitando o meio ambiente. Com esta perspectiva, o Curso de Engenharia Elétrica da UFPE possui currículo orientado às necessidades do mercado, utilizando-se de metodologias de ensino interativas e motivantes, que incentivam à pesquisa e resultam em uma aprendizagem de alto nível. 8 Campo de Atuação do Profissional De acordo com o Artigo 8º da Resolução nº 218 - publicada em 29 de junho de 1973 - do Con- selho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (CONFEA) , "compete ao engenheiro eletricista o desempenho das seguintes atividades referentes à geração, transmissão, distribuição e utilização da ener- gia elétrica; equipamentos, materiais e máquinas elétricas; sistemas de medição e controle elétricos; seus serviços afins e correlatos: • Atividade 01 - Supervisão, coordenação e orientação técnica; • Atividade 02 - Estudo, planejamento, projeto e especificação; • Atividade 03 - Estudo de viabilidade técnico-econômica; • Atividade 04 - Assistência, assessoria e consultoria; • Atividade 05 - Direção de obra e serviço técnico; • Atividade 06 - Vistoria, perícia, avaliação, arbitramento, laudo e parecer técnico; • Atividade 07 - Desempenho de cargo e função técnica; • Atividade 08 - Ensino, pesquisa, análise, experimentação, ensaio e divulgação técnica; extensão; • Atividade 09 - Elaboração de orçamento; • Atividade 10 - Padronização, mensuração e controle de qualidade; • Atividade 11 - Execução de obra e serviço técnico; • Atividade 12 - Fiscalização de obra e serviço técnico; • Atividade 13 - Produção técnica e especializada; ENGENHARIA ELÉTRICA - UFPE 15 • Atividade 14 - Condução de trabalho técnico; • Atividade 15 - Condução de equipe de instalação, montagem, operação, reparo ou manutenção; • Atividade 16 - Execução de instalação, montagem e reparo; • Atividade 17 - Operação e manutenção de equipamento e instalação; • Atividade 18 - Execução de desenho técnico." Assim, existem diversos campos de atuação para o engenheiro eletricista que vão desde o pro- jeto, a operação e a manutenção de sistemas elétricos em baixa, média e alta tensão; além da modernização de sistemas elétricos já existentes, nas mais diversas formas de geração de energia elétrica. Além de tudo isso, os avanços tecnológicos tem aumentado enormemente as possibilidades de atuação para o engenheiro eletricista. Ou seja, o engenheiro eletricista poderá trabalhar em empresas e indústrias ligadas à geração, transmissão, distribuição e utilização da energia elétrica. Também poderá trabalhar em empresas de consul- torias que realizam projetos de sistemas e equipamentos elétricos. Vale ressaltar que a modernização de sistemas elétricos já existentes é um outro importante campo de atuação do engenheiro eletricista. Atualmente, é condição vital para a sobrevivência de uma empresa em mercado de livre competição a modernização dos seus sistemas elétricos. Tudo isso exige a presença do engenheiro eletricista nas mais diversas formas de atuação. Ou seja, por ser uma área mul- tidisciplinar é preciso que o engenheiro eletricista tenha conhecimentos de diversas áreas da engenharia, tais como: computação, mecânica, controle e automação, etc. Portanto, busca-se por meio deste Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Elétrica que o engenheiro eletricista formado pela UFPE seja capaz de implantar e gerenciar projetos, tecnologias, métodos destinados à inserção da empresa em níveis internaci- onais de competitividade e qualidade quanto aos seus sistemas elétricos. 9 Competências, Atitudes e Habilidades O Currículo do Curso de Engenharia Elétrica da UFPE segue as Diretrizes Curriculares Nacio- nais da Engenharia (conforme a Resolução CNE/CES nº 2 de 24 de abril de 2019). Nesta resolução em seu Art. 4º as competências que os egressos devem possuir são explicítadas e, o Curso de Engenharia Elétrica da UFPE oferece condições de forma que seus egressos possuam essas competências técnicas, atitudes e habilidades para: I. Aplicar conhecimento matemáticos, científicos, tecnológicos e instrumentais à engenharia elétrica; II. Projetar e conduzir experimento e interpretar resultados; III. Conceber, projetar e analisar sistemas, produtos e processos; ENGENHARIA ELÉTRICA - UFPE 16 IV. Identificar, formular e resolver problemas de engenharia elétrica; V. Desenvolver e/ou utilizar novas ferramentas e técnicas; VI. Supervisionar a operação e a manutenção de sistemas; VII. Avaliar criticamente projetos, operações e manutenções de sistemas com atitudes proativas; VIII. Comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica; IX. Atuar em equipes multidisciplinares; X. Compreender e aplicar a ética e responsabilidade profissionais; XI. Avaliar o impacto das atividades da engenharia elétrica no contexto social e ambiental; XII. Avaliar a viabilidade econômica de projetos de engenharia elétrica; XIII. Assumir a postura de permanente busca de atualização profissional. XIV. Ter senso de prontidão e urgência na solução de problemas. 10 Metodologia do Curso A metodologia de ensino empregada no Curso Engenharia Elétrica da UFPE procura estimular dentro dos aspectos teóricos abordados nas aulas expositivas, discussões de casos práticos específicos com seminários e trabalhos individuais e em grupo. Esta metodologia incentiva o diálogo e a comunicação entre os diversos atores do processo (aluno, professor e técnico) para uma melhor formação do aluno. Isto possibilita um processo de participação, cooperação, numa perspectiva de construção coletiva do saber, utilizando uma metodologia de ensino centrada no aluno, estimulando a acessibilidade atitudinal (no que se refere às atitudes humanas) e oportunizando a discussão e outras técnicas de aprendizado que estimulem a ação-reflexão-ação com abordagens baseadas em projetos e problemas reais. Além disso, os professores do curso procuram incentivar ao máximo as atividades práticas em laboratórios e atividades fora do ambiente de sala de aula como: a participação em Projetos de Pesquisa e Desenvolvimento; Projetos de Iniciação Científica, Visitas Técnicas a Sistemas Elétricos existentes, etc. Na UFPE, as atividades desenvolvidas no processo de ensino e aprendizagem são priorizadas por meio de adaptações curriculares que buscam garantir a acessibilidade e a inclusão educacional, de acordo com a Resolução ConsUni/UFPE Nº11 de 2019, que dispõe sobre o atendimento em acessibilidade e inclusão educacional na UFPE. Os estudantes com alguma deficiência contam com o apoio do Núcleo de Acessibilidade (NACE), que utiliza estratégias e recursos didático-pedagógicos, de tecnologia assistiva e apoio de tradutor e intérprete de Libras, conforme a necessidade específica. ENGENHARIA ELÉTRICA - UFPE 17 O processo de inovação das práticas de ensino são sempre buscadas pelos professores do Curso de Engenharia Elétrica. A critério do professor, metodologias ativas podem ser utilizadas: 1) Utilização da técnica de sala de aula invertida; 2) Aprendizagem baseada em projetos e problemas reais; 3) Utilização de ferramentas de ambiente virtual como Google Sala de Aula e Google Meet. Os professores do Curso de Engenharia Elétrica poderão utilizar as Atividades Práticas Super- visionadas (APS) dentro do Plano de Ensino da disciplina conforme Resolução CEPE nº 02/2023 para fins de complementação de carga horária da disciplina. São consideradas APS: estudos dirigidos, trabalhos individuais, trabalhos em grupos, atividades em biblioteca, desenvolvimento de projetos, atividades em laboratório, atividades de campo, oficinas, pesquisas, estudos de casos, seminários, desenvolvimento de trabalhos acadêmicos específicos, dentre outros. 11 Sistema de Avaliação O curso de graduação em Engenharia Elétrica da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) tem uma estrutura curricular onde os conceitos básicos da engenharia são focados nos primeiros dois anos do curso, porém durante esses dois primeiros anos, algumas disciplinas serão ministradas para iniciar a interação do aluno do ciclo básico com os professores do ciclo profissional como, por exemplo, Circuitos Elétricos 1, Laboratório de Circuitos Elétricos 1, Materiais Elétricos, Sistemas Digitais e Laboratório de Sistemas Digitais. Os critérios de avaliação da aprendizagem no Curso de Engenharia Elétrica seguem os critérios oficiais da UFPE de acordo com a Resolução N° 04/94/CCEPE de dezembro de 1994 do CCEPE-Conselho Coordenador de Ensino, Pesquisa e Extensão: • A nota mínima da Média Parcial (MP) para aprovação por média na disciplina é 7(sete); • A nota mínima da Média Parcial (MP) para realizar a Prova Final(PF) é 3 (três); • A Média Final MF = (MP + PF)/2, onde PF é a nota da prova final; • A Média Final (MF) mínima para aprovação na disciplina é 5 (cinco); • A frequência mínima exigida às aulas é 75% (setenta e cinco por cento) das aulas teóricas ou práticas computadas separadamente carga horária da disciplina. A critério do professor responsável pela disciplina, e constante do Plano de Ensino da disciplina - que é divulgado pelo professor antes do início das aulas - as avaliações poderão ser dos seguintes tipos: trabalho prático, seminário, prova oral, prova escrita subjetiva ou objetiva, trabalho em grupo ou individual, ou outros, desde que compatibilizados com o tipo da disciplina, seus objetivos e com o programa desenvol- vido pelo docente. Quando não se tratar de disciplina, mas de outro tipo de atividade, a avaliação será feita ENGENHARIA ELÉTRICA - UFPE 18 como indicado: 1) Para Estágio Curricular (conforme o Regulamento do Estágio Curricular Supervisionado que está presente no Anexo II); 2) Para Trabalho de Conclusão do Curso (conforme o Regulamento de Trabalho de Conclusão de Curso que está presente no Anexo IV juntamente com a sua respectiva Instrução Normativa). No final de cada semestre, o docente pode ser avaliado pelos seus discentes em cada uma das disciplinas por ele ministrada. Essa avaliação é feita através do Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas-SIGAA; o resultado da avaliação para cada uma das disciplinas é apresentado para o professor da disciplina, para o coordenador do curso e para o chefe do departamento. O instrumento referente à avaliação do docente pelo discente é atualmente formado por 10 (dez) afirmativas e para cada uma delas é indicado o grau de concordância ou de discordância do discente em relação a 10 (dez) dimensões da prática docente. Assim, os discentes atribuem uma pontuação 1(Discordo totalmente), 2, 3, 4, 5, 6(Concordo totalmente) para cada uma das dez dimensões avaliadas. A análise e reflexão dos resultados obtidos por todos docentes - a respeitos das condições e dos processos de ensino - para cada uma das disciplinas são feitos semestralmente. A avaliação das condições de ensino, institucionalizada pela Resolução CEPE nº 10/2017, que compreende a avaliação da infraestrutura física, a avaliação do docente pelo discente e a autoavaliação docente e discente, é realizada mediante formulários próprios elaborados pela CPA-Comissão Própria de Avaliação da UFPE e pela Pró-Reitoria de Graduação(PROGRAD). Caso necessário, a Coordenação do Curso de Engenharia Elétrica também poderá realizar avaliações específicas junto aos docentes e discentes do curso. Vale considerar que o Art. 6º, inciso VIII da Resolução nº 2/2019-CNE - do Conselho Naci- onal de Educação - apresenta nas Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) dos Cursos de Graduação em Engenharia, que o curso realizará ações para a melhoria da aprendizagem dos estudantes de várias formas, como por exemplo a participação dos alunos em: atividades de laboratório; empresas juniores e incubado- ras; fóruns com a participação de profissionais, empresas e outras organizações públicas e privadas. Vale também destacar que o Colegiado do Curso de Engenharia Elétrica acompanha os resultados das avalia- ções do ENADE elaborado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP-MEC) e discute formas de obter melhores resultados a partir dos dados das avaliações. O Curso de Engenharia Elétrica conta ainda com o Núcleo de Acessibilidade da UFPE que tem por finalidade de apoiar e promover a acessibilidade aos estudantes e servidores com deficiência, mobilidade reduzida, transtorno funcional específico da aprendizagem, transtorno global do desenvolvimento e/ou altas habilidades/superdotação. As atividades do núcleo são regulamentadas pela Portaria Normativa da UFPE 04/2016. Esta portaria institui o Núcleo de Acessibilidade da UFPE, como unidade vinculada ao Gabinete do Reitor. O NACE é composto pelo Conselho Gestor, Coordenação geral e pelas Coordenações Setoriais de Acessibilidade. Seus objetivos são: • Promover a inclusão, a permanência e o acompanhamento de pessoas com deficiência e necessidades específicas, nos diversos níveis de ensino oferecidos por esta instituição, garantindo condições de ENGENHARIA ELÉTRICA - UFPE 19 acessibilidade na UFPE; • Articular-se intersetorialmente frente às diferentes ações já executadas na UFPE, assim como na promoção de novas ações voltadas às questões de acessibilidade e inclusão educacional, nos eixos da infraestrutura; comunicação e informação; ensino, pesquisa e extensão; • Oferecer Atendimento Educacional Especializado (AEE), a partir de uma equipe multidisciplinar, voltado para seu público-alvo; • Constituir parcerias com entidades governamentais e sociedade civil organizada, cujos objetivos te- nham relações diretas com as finalidades do NACE/UFPE. Em relação ao aspecto da acessibilidade no processo de avaliação da aprendizagem, além do NACE, existe a Resolução ConsUni/UFPE nº11/2019, que dispõe sobre o atendimento em acessibilidade e inclusão educacional na UFPE. 12 Sistemática para a Concretização do Projeto Pedagógico do Curso A concretização deste Projeto Pedagógico tem como objetivo principal atualizar o perfil do Curso de Engenharia Elétrica da UFPE diante das novas perspectivas do mercado de trabalho e a necessi- dade de cumprimento das mudanças ocorridas na legislação. Diante disto, buscou-se: 1. Analisar currículos e programas de componentes curriculares - atualmente existentes - em importantes Instituições de Ensino Superior; 2. Suprir as necessidades advindas das empresas empregadoras quanto a formação acadêmica dos nossos engenheiros eletricistas; 3. Suprir as necessidades de cumprimento das mudanças na legislação. Para tanto, o Núcleo Docente Estruturante (NDE) do Curso de Engenharia Elétrica da UFPE realizou inúmeras reuniões entre seus membros, em conjunto com docentes e discentes visando o aperfei- çoamento desse projeto pedagógico. O Núcleo Docente Estruturante (NDE) do Curso de Engenharia Elétrica da UFPE está em con- formidade com o que estabelece a Resolução da CONAES Nº 01/2010 e com a Resolução nº 01/2013 do CEPE/UFPE. O NDE do Curso de Engenharia Elétrica da UFPE é composto por sete professores perten- centes ao quadro de professores do Departamento de Engenharia Elétrica e a portaria de designação está presente no Anexo IX. Este NDE tem como atribuições, conforme a Resolução nº 01/2013 CEPE/UFPE: ENGENHARIA ELÉTRICA - UFPE 20 I. Assessorar a coordenação do curso de graduação nos processos de implantação, execução, avaliação e atualização do Projeto Pedagógico do Curso (PPC), de modo coparticipativo; II. Zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes constantes no currículo, contribuindo para a consolidação do perfil profissional do egresso do curso; III. Indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e extensão, oriundas de necessidades da graduação, de exigência do mercado de trabalho e alinhadas com as políticas públicas relativas à área de conhecimento do curso; IV. Incentivar o desenvolvimento de profissionais com formação cidadã, humanista, crítica, ética e reflexiva; V. Zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Graduação; VI. Zelar pela proposição de projetos pedagógicos alinhados e consonantes com o Projeto Peda- gógico Institucional. Após cada uma das decisões do NDE referente a este novo PPC de Engenharia Elétrica da UFPE, o Colegiado do Curso de Engenharia Elétrica da UFPE - que é formado por 7(sete) professores do Departamento de Engenharia Elétrica mais um aluno designado pelo Diretório Acadêmico (DA) dos Cursos de Engenharia Elétrica e de Engenharia e Controle e Automação (conforme portaria de designação presentes no Anexo VIII deste Projeto Pedagógico)- analisava e deliberava sobre cada uma dessas decisões do NDE. 13 Organização Curricular do Curso O Curso de Engenharia Elétrica da UFPE através desse seu novo Projeto Pedagógico de Curso (PPC) será válido a partir do primeiro semestre de 2024. A sua carga horária plena é de 3700 horas, estando de acordo com a Resolução CNE/CES nº 02 de 18/06/2007, que deve ser cumprida em um período mínimo de cinco anos e no máximo de nove anos, distribuída em dois períodos letivos por ano (duração mínima de 10 semestres e máxima de 18 semestres). O número de vagas é de 60 alunos por ano no turno manhã/tarde (30 na 1ª entrada e 30 na 2ª entrada). Todos os alunos ingressam no grupo das engenharias e esses alunos são submetidos ao sistema adotado pelos cursos de engenharias do CTG, no qual eles cursam o primeiro ano do ciclo básico e depois é definido o curso, segundo os critérios estabelecidos. Algumas disciplinas foram colocadas no segundo ano para fomentar a interação do aluno do ciclo básico com os professores do ciclo profissional. No ciclo profissional os principais objetivos são estimular a parte experimental e incentivar o aluno a ter curiosidade pelo caráter multidisciplinar nesta área da engenharia para que ele conheça diversos processos, avanços científicos e tecnológicos. Para isto os alunos participam de atividades teóricas e experimentais das disciplinas e por meio da realização do Trabalho de Conclusão de Curso, do Estágio Curricular e das atividades complementares (seguindo os seus regulamentos específicos). ENGENHARIA ELÉTRICA - UFPE 21 O perfil do Curso de Engenharia Elétrica da UFPE segue as recomendações da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN – Lei 9.394 de 20/12/1996) e as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia (Resolução CNE/CES nº 2/2019 de 24/04/2019), bem como a atual estruturação do conjunto das engenharias da UFPE. Em consonância com os objetivos do perfil profissional desejado, o curso contém um conjunto de conteúdos de formação básica em engenharia, tais como Adminis- tração e Economia; Algoritmos e Programação; Ciência dos Materiais; Ciências do Ambiente; Eletricidade; Estatística; Expressão Gráfica; Fenômeno dos Transportes; Física; Informática; Matemática; Mecânica dos Sólidos; Metodologia Científica e Tecnológica; e Química. O curso contém também um conjunto de con- teúdos de formação profissional, tais como Circuitos Elétricos, Eletrônica, Conversão Eletromecânica da Energia, Equipamentos Elétricos, Aterramentos Elétricos, Engenharia de Controle, Distribuição de Energia Elétrica, Proteção de Sistemas Elétricos e um conjunto de conteúdos de formação específica, tais como Energia Eólica, Controladores Lógicos Programáveis, Eletrônica de Potência, Planejamento de Sistemas Elétricos, Qualidade de Energia Elétrica, etc. O novo perfil do curso de Engenharia Elétrica da UFPE apre- senta muitos aspectos de flexibilidade: disciplinas eletivas do perfil (285h), disciplinas eletivas livres (60h), atividades complementares (60 horas), atividades de extensão (370h). Tudo isso, propiciando ao estudante atividades diversificadas permitindo assim uma formação abrangente e transversal. Além disso, conteúdos referentes à educação para as relações Étnico-Raciais, Educação Ambiental, Direitos Humanos e Libras são ofertados aos alunos de acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais: Educação para as Relações Étnico-Raciais: O PPC está atendendo às diretrizes curriculares naci- onais para educação das relações étnico-raciais e para o ensino de história e cultura afro-brasileira e africana (Resolução nº 01/2004 - CNE), por meio da disciplina eletiva IN816 - Relações Raciais. Educação Ambiental O PPC está atendendo às diretrizes curriculares nacionais no que se refere às políticas de educação ambiental (Lei Nº 9.795/1999 e Decreto Nº 4.281/2002), por meio da disciplina obrigatória CS100 - Sociologia e Meio Ambiente. Educação em Direitos Humanos O PPC está atendendo às diretrizes nacionais (Parecer N° 08/2012 - CNE e Resolução nº 01/2012 - CNE), por meio da disciplina eletiva PG300 - Introdução ao Direito. Língua Brasileira de Sinais (Libras) O PPC está atendendo ao Decreto N° 5.626/2005, por meio da disciplina eletiva LE176 – Introdução a Libras. Os estudantes ainda contam com assistência do Núcleo de Acessibilidade (NACE), responsável por questões de acessibilidade comunicacional e físico-arquitetônica e o Núcleo de Atenção à Saúde do Estudante (NASE) em que os estudantes de graduação da UFPE em situação de vulnerabilidade social podem marcar consultas e receber acompanhamento especial. ENGENHARIA ELÉTRICA - UFPE 22 14 Quadro de Estrutura Curricular O currículo está dividido em disciplinas obrigatórias de conteúdos básicos, profissionais, con- forme disposto na Tabela 5. Além dessas disciplinas outras atividades curriculares para a integralização do curso são: disciplinas eletivas, atividades complementates e atividades de extensão. A Tabela 6 apresenta as disciplinas obrigatórias por período e a Tabela 7 apresentas esses mesmas disciplinas obrigatórias em ordem alfabética. Os componentes eletivos em ordem alfabética e por área de conhecimento estão mostrados na Tabela 8. As disciplinas eletivas estão distribuídas em três áreas de conhecimento: 1) Sistemas Elétricos de Potência; 2)Sistemas Elétricos Industriais; e, 3) Fontes Renováveis e Recursos Energéticos Distribuídos. As Atividades Complementares, a disciplina obrigatória Estágio Curricular, as Atividades de de Extensão e a disciplina Trabalho de Conclusão de Curso estão todas regulamentas e as suas respectivas resoluções encontram-se nos Anexos deste Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Elétrica. Para integralizar o currículo de Engenharia Elétrica o aluno deverá cumprir 2925h de Compo- nentes Obrigatórios (dentro dessa carga horária de Componentes Obrigatórios estão 165h de Estágio Curri- cular Supervisionado e 15h de Trabalho de Conclusão de Curso), 285h de Componentes Eletivos do Perfil, 60h de Componentes Eletivos Livres, 60h de Atividades Complementares e, 370h de Ações Curriculares de Extensão. Esse currículo representa o perfil 4405 para o Curso de Engenharia Elétrica da UFPE e é válido para os alunos ingressos a partir do primeiro semestre do ano de 2024. A seguir é apresentada a síntese da carga horária perfil para o Curso de Engenharia Elétrica (perfil 4405). Logo em seguida, é apresentado os tempos mínimo, médio e máximo de integralização curricular. ENGENHARIA ELÉTRICA - UFPE 23 Tabela 3: Síntese de Carga Horária Síntese de Carga Horária Horas Componentes Obrigatórios 2925 Componentes Eletivos do Perfil 285 Componentes Eletivos Livres 60  Atividades Complementares 60  Atividades Curriculares de Extensão 370 Carga horária total 3700 Todo aluno vinculado ao perfil obrigatoriamente participará de Atividades Complementares e Ações Curriculares de Extensão. Tabela 4: Integralização Curricular Tempo Mínimo 10 semestres Tempo Médio 12 semestres Tempo Máximo 18 semestres ENGENHARIA ELÉTRICA - UFPE 24 Tabela 5: QUADRO DE ESTRUTURA CURRICULAR: COMPONENTES OBRIGATÓRIOS (Perfil 4405 - Válido para os alunos ingressos a partir de 2024.1) CARGA COMPONENTES OBRIGATÓRIOS HORÁRIA Ch. Total Créditos Sigla CICLO DE CONTEÚDO BÁSICO Teo Prát Pré-Requisitos Co-Requisitos Depto. AD462 Administração 30 0 2 30 MA046 Álgebra Linear 1 60 0 4 60 MA036 MA026 Cálculo Diferencial e Integral 1 60 0 4 60 MA027 Cálculo Diferencial e Integral 2 60 0 4 60 MA026 MA128 Cálculo Diferencial e Integral 3 60 0 4 60 MA027 MA046 MA129 Cálculo Diferencial e Integral 4 60 0 4 60 MA128 IF165 Computação Eletrônica 30 30 3 60 EC335 Engenharia Econômica 60 0 4 60 ET625 ET625 Estatística 1 60 0 4 60 MA027 CI107 Fenômeno dos Transportes 30 0 2 30 FI006 MA128 FI021 Física Experimental 1 0 45 1 45 FI007 FI006 Física Geral 1 60 0 4 60 FI007 Física Geral 2 60 0 4 60 FI006 MA027 FI108 Física Geral 3 60 0 4 60 FI007 MA128 MA036 Geometria Analítica 1 60 0 4 60 EG468 Geometria Gráfica Tridimensional 30 30 3 60 Introdução à Mecânica e CI552 30 0 2 30 MA128 Resistência dos Materiais EL Materiais Elétricos 60 0 4 60 QF001 Química Geral 1 60 0 4 60 CS100 Sociologia e Meio Ambiente 30 0 2 30 MA Variáveis Complexas e Aplicações 60 0 4 60 MA128 MA129 Ch. Total Créditos Sigla CICLO DE CONTEÚDO PROFISSIONAL Teo Prát Pré-Requisitos Co-Requisitos Depto. EL Aterramentos Elétricos 60 0 4 60 EL390 e EL464 EL260 Cálculo de Faltas 60 0 4 60 Máquinas Elétricas e EL417 EL390 Circuitos Elétricos 1 60 0 4 60 FI108 EL Circuitos Elétricos 2 75 0 5 75 EL390 EL417 Componentes de Sistemas Elétricos 60 0 4 60 EL392 EL392 Conversão Eletromecânica da Energia 60 0 4 60 EL464 e EL390 Circuitos Elétricos 2 EL394 Distribuição de Energia Elétrica 1 60 0 4 60 EL417 EL464 Eletromagnetismo 60 0 4 60 FI108 e MA128 EL438 Eletrônica Analógica 30 30 3 60 Princípios de Eletrônica EL396 Eletrônica de Potência 60 0 4 60 Princípios de Eletrônica Circuitos Elétricos 2 e EL465 Engenharia de Controle 1 60 0 4 60 Variáveis Complexas e Aplicações EL466 Engenharia de Controle 2 60 0 4 60 EL465 EL Estágio Curricular 0 165 5 165 EL390 EL418 Equipamentos Elétricos 60 0 4 60 Materiais Elétricos EL392 EG Expressão Grágica 15 30 2 45 EG468 EL402 Fluxo de Carga e Estabilidade 60 0 4 60 Métodos Numéricos e EL417 EL420 Instalações Elétricas 60 0 4 60 Expressão Gráfica e EL418 EL398 Laboratório de Circuitos Elétricos 1 0 30 1 30 FI108 EL390 Laboratório de Conversão EL399 0 30 1 30 EL392 Eletromecânica da Energia EL Laboratório de Máquinas Elétricas 0 15 0 15 EL392 e EL399 Máquinas Elétricas EL473 Laboratório de Sistemas Digitais 0 30 1 30 EL476 EL Máquinas Elétricas 60 0 4 60 EL392 e EL399 ME Máquinas Térmicas e Hidraúlicas 30 0 2 30 CI107 EL Medidas Elétricas 45 15 3 60 EL390 e Materiais Elétricos EL Metodologia Científica 45 0 3 45 Máquinas Elétricas EL Métodos Numéricos 60 0 4 60 EL390 e IF165 ES Princípios de Eletrônica 30 30 3 60 EL390 EL392 e Máquinas EL419 Produção de Energia Elétrica 60 0 4 60 Térmicas e Hidráulicas EL395 Proteção de Sistemas Elétricos 60 0 4 60 EL260 e EL418 EL Segurança no Trabalho 30 0 2 30 EL390 EL476 Sistemas Digitais 30 0 2 30 EL Trabalho de Conclusão de Curso 15 0 1 15 Metodologia Científica Transitórios Eletromagnéticos EL 60 0 4 60 EL418 EL417 em Sistemas de Potência ENGENHARIA ELÉTRICA - UFPE 25 Tabela 6: COMPONENTES CURRICULARES OBRIGATÓRIOS POR PERÍODO CHT Cred Sigla Teo Pra Pré-Requisitos Co-Requisitos 1º PERÍODO | MA026 Cálculo Diferencial e Integral 1 60 0 4 60 FI006 Física Geral 1 60 0 4 60 MA036 Geometria Analítica 1 60 0 4 60 EG468 Geometria Gráfica Tridimensional 30 30 3 60 TOTAL 240 HORAS 2º PERÍODO | MA046 Álgebra Linear 1 60 0 4 60 MA036 MA027 Cálculo Diferencial e Integral 2 60 0 4 60 MA026 IF165 Computação Eletrônica 30 30 3 60 FI021 Física Experimental 1 0 45 1 45 FI007 FI007 Física Geral 2 60 0 4 60 FI006 MA027 QF001 Química Geral 1 60 0 4 60 TOTAL 345 HORAS 3º PERÍODO | MA128 Cálculo Diferencial e Integral 3 60 0 4 60 MA027 MA046 EL Materiais Elétricos 60 0 4 60 ET625 Estatística 1 60 0 4 60 MA027 CI107 Fenômeno dos Transportes 30 0 2 30 FI006 MA128 FI108 Física Geral 3 60 0 4 60 FI007 MA128 EL473 Laboratório de Sistemas Digitais 0 30 1 30 EL476 EL476 Sistemas Digitais 30 0 2 30 TOTAL 330 HORAS 4º PERÍODO | MA129 Cálculo Diferencial e Integral 4 60 0 4 60 MA128 EL390 Circuitos Elétricos 1 60 0 4 60 FI108 MA Variáveis Complexas e Aplicações 60 0 4 60 MA128 MA129 EL398 Laboratório de Circuitos Elétricos 1 0 30 1 30 FI108 EL390 AD462 Administração 30 0 2 30 EG Expressão Gráfica 15 30 2 45 EG468 EC335 Engenharia Econômica 60 0 4 60 ET625 TOTAL 345 HORAS 5º PERÍODO | EL Circuitos Elétricos 2 75 0 5 75 EL390 EL464 Eletromagnetismo 60 0 4 60 FI108 e MA128 EL Medidas Elétricas 45 15 3 60 EL390 e Materiais Elétricos ES Princípios de Eletrônica 30 30 3 60 EL390 EL Métodos Numéricos 60 0 4 60 EL390 e IF165 TOTAL 315 HORAS 6º PERÍODO | EL392 Conversão Eletromecânica da Energia 60 0 4 60 EL464 e EL390 Circuitos Elétricos 2 Laboratório de Conversão EL399 0 30 1 30 EL392 Eletromecânica da Energia Circuitos Elétricos 2 e EL465 Engenharia de Controle 1 60 0 4 60 Variáveis Complexas e Aplicações EL438 Eletrônica Analógica 30 30 3 60 Princípios de Eletrônica EL418 Equipamentos Elétricos 60 0 4 60 Materiais Elétricos EL392 ME Máquinas Térmicas e Hidráulicas 30 0 2 30 CI107 CI552 Introdução à Mecânica e Resistência dos Materiais 30 0 2 30 MA128 TOTAL 330 HORAS 7º PERÍODO | EL Máquinas Elétricas 60 0 4 60 EL392 e EL399 EL Laboratório de Máquinas Elétricas 0 15 0 15 EL392 e EL399 Máquinas Elétricas EL417 Componentes de Sistemas Elétricos 60 0 4 60 EL392 EL Aterramentos Elétricos 60 0 4 60 EL390 e EL464 EL Transitórios Eletromagnéticos em Sistemas de Potência 60 0 4 60 EL418 EL417 EL420 Instalações Elétricas 60 0 4 60 Expressão Gráfica e EL418 CS100 Sociologia e Meio Ambiente 30 0 2 30 TOTAL 345 HORAS 8º PERÍODO | EL260 Cálculo de Faltas 60 0 4 60 Máquinas Elétricas e EL417 EL396 Eletrônica de Potência 60 0 4 60 Princípios da Eletrônica EL466 Engenharia de Controle 2 60 0 4 60 EL465 EL419 Produção de Energia Elétrica 60 0 4 60 EL392 e Máquinas Térmicas e Hidraúlicas EL Metodologia Científica 45 0 3 45 Máquinas Elétricas EL394 Distribuição de Energia Elétrica 1 60 0 4 60 EL417 TOTAL 345 HORAS 9º PERÍODO | EL395 Proteção de Sistemas Elétricos 60 0 4 60 EL260 e EL418 EL402 Fluxo de Carga e Estabilidade 60 0 4 60 Métodos Numéricos e EL417 EL394 Segurança no Trabalho 30 0 2 30 EL390 EL Trabalho de Conclusão de Curso 15 0 1 15 Metodologia Científica TOTAL 165 HORAS 10º PERÍODO | EL Estágio Curricular 0 165 5 165 EL390 TOTAL 165 HORAS ENGENHARIA ELÉTRICA - UFPE 26 Tabela 7: COMPONENTES OBRIGATÓRIOS EM ORDEM ALFABÉTICA CARGA COMPONENTES OBRIGATÓRIOS HORÁRIA Ch. Total Créditos Sigla Teo Prát Pré-Requisitos Co-Requisitos Depto. AD462 Administração 30 0 2 30 MA046 Álgebra Linear 1 60 0 4 60 MA036 EL Aterramentos Elétricos 60 0 4 60 EL390 e EL464 EL260 Cálculo de Faltas 60 0 4 60 Máquinas Elétricas e EL417 MA026 Cálculo Diferencial e Integral 1 60 0 4 60 MA027 Cálculo Diferencial e Integral 2 60 0 4 60 MA026 MA128 Cálculo Diferencial e Integral 3 60 0 4 60 MA027 MA046 MA129 Cálculo Diferencial e Integral 4 60 0 4 60 MA128 EL390 Circuitos Elétricos 1 60 0 4 60 FI108 EL Circuitos Elétricos 2 75 0 5 75 EL390 EL417 Componentes de Sistemas Elétricos 60 0 4 60 EL392 IF165 Computação Eletrônica 30 30 3 60 EL392 Conversão Eletromecânica da Energia 60 0 4 60 EL464 e EL390 Circuitos Elétricos 2 EL394 Distribuição de Energia Elétrica 1 60 0 4 60 EL417 EL464 Eletromagnetismo 60 0 4 60 FI108 e MA128 EL438 Eletrônica Analógica 30 30 3 60 Princípios de Eletrônica EL396 Eletrônica de Potência 60 0 4 60 Princípios de Eletrônica Circuitos Elétricos 2 e EL465 Engenharia de Controle 1 60 0 4 60 Variáveis Complexas e Aplicações EL466 Engenharia de Controle 2 60 0 4 60 EL465 EC335 Engenharia Econômica 60 0 4 60 ET625 EL418 Equipamentos Elétricos 60 0 4 60 Materiais Elétricos EL392 EL Estágio Curricular 0 165 5 165 EL390 ET625 Estatística 1 60 0 4 60 MA027 EG Expressão Gráfica 15 30 2 45 EG468 CI107 Fenômeno dos Transportes 30 0 2 30 FI006 MA128 FI021 Física Experimental 1 0 45 1 45 FI007 FI006 Física Geral 1 60 0 4 60 FI007 Física Geral 2 60 0 4 60 FI006 MA027 FI108 Física Geral 3 60 0 4 60 FI007 MA128 EL402 Fluxo de Carga e Estabilidade 60 0 4 60 Métodos Núméricos e EL417 MA036 Geometria Analítica 1 60 0 4 60 EG468 Geometria Gráfica Tridimensional 30 30 3 60 EL420 Instalações Elétricas 60 0 4 60 Expressão Gráfica e EL418 Introdução à Mecânica e CI552 30 0 2 30 MA128 Resistência dos Materiais EL398 Laboratório de Circuitos Elétricos 1 0 30 1 30 FI108 EL390 Laboratório de Conversão EL399 0 30 1 30 EL392 Eletromecânica da Energia EL Laboratório de Máquinas Elétricas 0 15 0 15 EL392 e EL399 Máquinas Elétricas EL473 Laboratório de Sistemas Digitais 0 30 1 30 EL476 EL Máquinas Elétricas 60 0 4 60 EL392 e EL399 ME Máquinas Térmicas e Hidraúlicas 30 0 2 30 CI107 EL Materiais Elétricos 60 0 4 60 EL Medidas Elétricas 45 15 3 60 EL390 e Materiais Elétricos EL Metodologia Científica 45 0 3 45 Máquinas Elétricas EL Métodos Numéricos 60 0 4 60 EL390 e IF165 ES Princípios de Eletrônica 30 30 3 60 EL390 EL392 e Máquinas EL419 Produção da Energia Elétrica 60 0 4 60 Térmicas e Hidráulicas EL395 Proteção de Sistemas Elétricos 60 0 4 60 EL260 e EL418 QF001 Química Geral 1 60 0 4 60 EL Segurança no Trabalho 30 0 2 30 EL390 EL476 Sistemas Digitais 30 0 2 30 CS100 Sociologia e Meio Ambiente 30 0 2 30 EL Trabalho de Conclusão de Curso 15 0 1 15 Metodologia Científica Transitório Eletromagnéticos EL 60 0 4 60 EL418 EL417 em Sistemas de Potência MA Variaveis Complexas e Aplicações 60 0 4 0 MA128 MA129 ENGENHARIA ELÉTRICA - UFPE 27 15 Atividades Curriculares 15.1 Atividades Complementares Atividades complementares, para fins de integralização curricular, poderão ser computadas como carga horária, tais como Iniciação Científica, Monitoria, Estágios Não-Obrigatórios (no Brasil ou no Exte- rior), e outras atividades acadêmicas autorizadas pelo Colegiado do Curso, como participação em monitoria, participação em projeto de P&D, entre outros, na forma estabelecida na Resolução nº 12/2013 - CEPE. As atividades complementares, para fins de integralização curricular, deverão ser computadas como carga ho- rária até 60 horas, distribuídas de acordo com o Regulamento das Atividades Complementares do Curso de Engenharia Elétrica da UFPE (conforme está apresentada no Anexo III). 15.2 Ações Curriculares de Extensão – ACEx Ações Curriculares de Extensão, para fins de integralização curricular, possuem carga horária de 370 horas, distribuídas de acordo o Regulamento das Ações Curriculares de Extensão do Curso de Engenharia Elétrica da UFPE (conforme está apresentada no Anexo V) que está baseada na Resolução CEPE/UFPE Nº 31/2022. 15.3 Estágio Curricular Supervisionado O Estágio Curricular Supervisionado, obrigatório para conclusão do Curso de Engenharia Elé- trica, segue a Lei Nº 11.788,de 25 de setembro de 2008, a Resolução nº 2/2019, do MEC/CNE/CES, e a Resolução nº 20/2015, alterada pelas Resoluções Nº 09/2016, Nº 09/2018 e Nº 02/2020 do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE) da UFPE. O Estágio Curricular Supervionado - que está relacionado com a disciplina Estágio Curricular - que tem carga horária de 165 horas. Este estágio deve ser realizado em instituições de direito privado ou público, incluída a própria UFPE, no qual o aluno desenvolve atividades relacionadas com a sua formação específica, sob a orientação de um professor orientador, em combinação com o profissional da instituição cedente do estágio designado pela mesma como supervisor do aluno, sem prejuízo para o acompanhamento permanente do professor orientador. A avaliação dessas atividades é feita pelo professor orientador e pelo supervisor com base em relatório escrito apresentado pelo aluno ao final do estágio. O Regulamento de Estágio Curricular Supervisionado do Curso de Engenharia Elétrica da UFPE - que trata sobre Estágio Obrigatório e Estágio não Obrigatório - está presente no Anexo II. 15.4 Trabalho de Conclusão de Curso – TCC O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é atividade obrigatória para conclusão do Curso de Engenharia Elétrica. Esta atividade consiste basicamente na elaboração e desenvolvimento de um projeto ENGENHARIA ELÉTRICA - UFPE 28 com tema relacionado a assuntos da área de Engenharia Elétrica com a posterior defesa/apresentação do seu conteúdo; tudo isto, sob a orientação de um professor orientador. Esta atividade que está relacionada a disciplina obrigatória Trabalho de Conclusão de Curso corresponde a uma carga horária de 15 horas válida para integralização curricular. O Regulamento do TCC do Curso de Engenharia Elétrica - com a sua respectiva Instrução Normativa - estão presentes no Anexo IV deste PPC. Este regulamento de TCC está baseado na Resolução CEPE/UFPE Nº 18/2022. 16 Formas de Acesso ao Curso Existem quatro formas de ingresso ao curso de Engenharia Elétrica da UFPE: 1) Sistema de Seleção Unificada (SISU); 2) Ingresso por força de lei, conforme Art. 49 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (Lei Nº 9.394/1996) e pela Lei Nº 9.536/1997; 3) transferências (interna e externa); e, 4) reintegração. A primeira forma de ingresso é através de processo seletivo mediante o ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio)/SISU (Sistema de Seleção Unificada) onde são oferecidas trinta vagas por semestre para o Curso de Engenharia Elétrica. Desde o primeiro semestre de 2013, a UFPE segue à legislação em vigor quanto a política de inclusão social que estabelece cotas para alunos da rede pública, pretos, pardos e indígenas: Lei nº 12.711, Decreto nº 7.824 e Portaria nº 18 do Ministério da Educação. As vagas de primeira e segunda entradas são ofertadas na primeira chamada do SISU. Os crono- gramas do ENEM e do SISU são divulgados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP) que é uma autarquia federal vinculada ao Ministério da Educação (MEC). O processo de admissão extravestibular é destinado aos estudantes que desejam realizar Rein- tegração, Transferência Interna e Transferência Externa e Portador/a de Diploma nos cursos de graduação da UFPE conforme estabelece a Resolução CEPE/UFPE Nº 08/2021. Atualmente, a UFPE realiza provas para avaliar o conhecimento e habilidades dos candidatos às vagas de extravestibular. Além do teste, os estudantes devem obedecer a alguns requisitos. No caso de transferência externa, o interessado deverá já ter cumprido 25% da carga horária do seu curso. Será preciso também comprovar ter menos de 70% da carga horária a cumprir para conseguir a transferência. O acesso extravestibular possibilita, ainda, realizar matrícula para cursar disciplinas isoladas. Esse benefício é dado aos alunos diplomados e vinculados à UFPE ou a outra instituição de ensino superior. 17 Corpo Docente O Departamento de Engenharia Elétrica - DEE da UFPE conta atualmente com a composição de professores, mostrada na Tabela 9, que ministram aulas no curso de Engenharia Elétrica. ENGENHARIA ELÉTRICA - UFPE 29 18 Suporte para Funcionamento do Curso 18.1 Recursos Estruturais As atividades do Curso de Engenharia Elétrica da Universidade Federal de Pernambuco estão locadas basicamente dentro do galpão do Departamento de Engenharia Elétrica (DEE). Este galpão dispõe da seguinte infraestrutura física geral para o desenvolvimento de suas atividades de graduação: • Quatro salas de aula/seminários: todas essas salas são aclimatizadas e equipadas com projetor digital; • Secretaria do Departamento: ocupa área de aproximadamente 40 m2 , com mobiliário, computadores, impressoras, copiadora, telefone e infraestrutura para encadernação, etc; • Secretaria da Coordenação do Curso: ocupa área de aproximadamente 20 m2 , com mobiliário, com- putador, etc; • 20 salas para professores (gabinetes de trabalho): equipadas com mobiliário, computador e impres- sora, e possuem cada sala com aproximadamente 15 m2 . O Curso de Engenharia Elétrica também utiliza para alguns componentes curriculares do ciclo básico, os espaços do NIATE CTG/CCEN - 1 anfiteatro; 8 salas de aulas; 1 sala dinâmica;1 laboratório de informática; 6 laboratórios de física experimental; 4 laboratórios de química experimental. Todas as questões de acessibilidade arquitetônica do departamento são resolvidas quando observa- se o centro como um todo, onde as aulas são oferecidas aos alunos. O Centro de Tecnologia e Geociências - CTG, onde parte das aulas teóricas são oferecidas, dispõe de uma estrutura com dois elevadores e espaço suficiente para dois cadeirantes por elevador. O prédio administrativo do CTG, onde outra parte das aulas acontecem, também possui estrutura com elevador. O galpão possui grande parte dos laboratórios no piso térreo, podendo as aulas técnicas do piso superior serem transferidas para o piso térreo. Encontra-se aprovado pelo Conselho Departamental do CTG, bem como pelos setores da Pre- feitura da UFPE responsáveis pela definição do uso do espaço físico no Campus, um projeto de expansão do DEE, sendo prevista a construção de um prédio com três pavimentos e área construída de 709,71 m2 , destinada principalmente a novos laboratórios e salas de aula com todas as condições de acessibilidade. Nos espaços físicos desse prédio, que serão utilizados pelo curso, há portas acessíveis a cadeirantes, há vagas de estacionamento reservada para pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida e há rampas de acesso, atendendo às condições de acessibilidade previstas no Decreto nº 5.296/2004. Uma vez executado este projeto de expansão, o DEE passará a atender ao curso apropriadamente. O primeiro pavimento do galpão de engenharia elétrica (estrutura atual do departamento) será interligado por meio de passarela com o novo prédio que será construído e que possuirá dois elevadores com espaço suficiente para uma pessoa cadeirante. Mesmo considerando um atraso na execução desse projeto, um esforço no sentido de alocar ENGENHARIA ELÉTRICA - UFPE 30 os novos docentes compartilhando salas com os professores do quadro atual e aumento do número de tur- mas de aulas práticas (reduzindo a necessidade de laboratórios de maior porte) será realizado, garantindo o atendimento as necessidades imediatas, sem a necessidade de recursos que já não tenham sido previstos em projetos anteriores, em termos de obras civis e equipamentos de laboratório. No CTG existe uma biblioteca setorial que atende a todos os cursos de engenharia e terminais de computadores para acessar os arquivos digitais (PERGAMUM), e ter acesso a todo banco de revis- tas nacionais e internacionais através do Portal da Capes. Quanto ao acervo bibliográfico disponível aos estudantes do curso, tem-se o seguinte quantitativo de títulos: 330 periódicos e livros, 87 teses e 270 dis- sertações. Existe ainda outra biblioteca setorial de apoio (biblioteca da área II) comum a todos os cursos de Engenharias. O curso de Engenharia Elétrica dispõe dos seguintes laboratórios de ensino para uso exclusivo em nível de graduação: • Laboratório de Circuitos Elétricos: possui área de aproximadamente 45 m2 . Dispõe de equipamen- tos/instrumentos de medição e bancadas didáticas para a realização de aulas práticas de circuitos elétricos, eletrônica analógica, eletrônica digital, microcontroladores e eletrônica de potência; • Laboratório de Controladores Lógicos Programáveis 1: possui área de aproximadamente 35 m2 . Dis- põe de equipamentos/instrumentos de medição e bancadas didáticas para a realização de aulas práticas da disciplina eletiva Controladores Lógicos Programáveis 1; • Laboratório de Eletrônica de Potência e Acionamentos Elétricos: possui área de aproximadamente 30 m2 , com equipamentos/instrumentos de medição e bancadas didáticas para a realização de aulas práticas de eletrônica de potência e acionamento de máquinas elétricas. • Laboratório de Instrumentação Industrial: Este laboratório - relacionado a disciplina eletiva Instru- mentação Industrial - possui área de aproximadamente 15 m2 . Dispõe para a realização das aulas práticas em temas como medição de pressão, medição de vazão, controle de válvulas e a utilização de sistemas supervisórios focados em instrumentação; • Laboratório de Máquinas Elétricas: este laboratório possui área de aproximadamente 60 m2 . Dispõe de diversos tipos de motores, geradores, transformadores, além de equipamentos/instrumentos de medição e bancadas didáticas para a realização de aulas práticas de conversão eletromecânica de energia, máquinas elétricas, instalações elétricas prediais e industriais; • Laboratório de Medidas Elétricas: com aproximadamente 45 m2 , com equipamentos/instrumentos de medição e bancadas didáticas para a realização de aulas práticas das disciplinas de Medidas Elétricas, Laboratório de Conversão Eletromecância da Energia e Laboratório de Máquinas Elétricas; ENGENHARIA ELÉTRICA - UFPE 31 Além dos laboratórios de uso a nível de graduação, o DEE conta com os laboratórios de pesquisa, os quais são usados pelos alunos de graduação em projetos de Iniciação Científica e Trabalhos de Conclusão de Curso: • Laboratório do Grupo de Eletrônica de Potência e Acionamentos Elétricos (GEPAE); • Laboratório de Alta Tensão (LAT) • Laboratório de Armazenamento Elétrico (LAM); • Laboratório de Compatibilidade Eletromagnética (LCMag); • Laboratório Digital de Sistemas de Potência (LDSP); • Laboratório de Eficiência Energética e Qualidade de Energia (LEEQE); • Laboratório de Estruturas Magnéticas (LEM) • Laboratório de Mobilidade Elétrica (LME); • Laboratório de Otimização Aplicada a Sistemas de Potência (LOASP); Portanto, o DEE dispõe atualmente de vários laboratórios de graduação que poderão ser adapta- dos para suprir as práticas laboratoriais exigidas pelas novas disciplinas. Além disso, a otimização no uso dos espaços do DEE permitirá que todas as disciplinas do ciclo profissional do curso de Engenharia Elétrica possam ser ministradas nas dependências do departamento. 18.2 Recursos Humanos A equipe Técnico-Administrativa do Departamento de Engenharia Elétrica é composta pelos seguintes servidores: • Bruno de Souza Jerônimo (assistente em administração); • Gustavo Farias Duarte (auxiliar em administração); • Jadilson de Assis Bezerra (técnico de laboratório); • Júlio Cesar da Luz Belarmino (técnico de laboratório); • Marcos André de Almeida da Silva (técnico de laboratório); • Maria do Carmo Neves de Carvalho Pereira (assistente em administração); ENGENHARIA ELÉTRICA - UFPE 32 19 Apoio ao Discente A UFPE, de uma forma em geral, oferta diversos recursos e programas que proporcionam apoio aos discentes, tendo uma pró-reitoria específica para pautar o tema, a Pró-Reitoria para Assuntos Estudantis (PROAES). Um dos recursos atuais mais importantes de apoio aos estudantes da UFPE é o Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas - SIGAA. Este sistema é uma plataforma online que disponibiliza aos estudantes informações acadêmicas, podendo ser acessada por computadores, smartphones ou tablets. De- mais informações, como Calendário Acadêmico, Manual do Estudante, Editais de Matrícula e modalidades de apoio ao estudante, podem ser obtidas nos sites da UFPE (https://ufpe.br) e da Pró-Reitoria de Graduação (https://www.ufpe.br/prograd). O Departamento de Engenharia Elétrica e o Curso de Engenharia Elétrica também possuem páginas institucionais, acessíveis pelo link https://www.ufpe.br/dee, nas quais são disponibilizadas infor- mações acadêmicas, informações relativas ao corpo docente, Resoluções/Instruções Normativas e notícias relevantes ao curso. Para os discentes que não possuem computadores pessoais, a UFPE disponibiliza acesso à internet em suas bibliotecas. Além disso, versões impressas de documentos e informações refe- rentes ao Curso de Engenharia Elétrica podem também ser obtidas na secretaria do curso. O curso atende à proteção dos direitos da pessoa com Transtorno de Espectro Autista de acordo com a Resolução nº11/2019 – ConsUni/UFPE. A UFPE conta ainda com o Núcleo de Acessibilidade (NACE) que presta apoio aos estudantes com Transtorno de Espectro Autista. Considerando o Art. 7º das Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) do Curso de Graduação em Engenharia, a Coordenação do Curso de Engenharia Elétrica realiza ações de acolhimento, nivelamento e troca de informações permanente com os estudantes. Como exemplo dessas ações, a coordenação do curso realiza frequentemente reuniões com o Diretório Acadêmico dos Cursos de Engenharia Elétrica e Engenharia de Controle Automação (DA-DEE) visando: acolhimento humanizado dos estudantes ingressos ao curso; acompanhamento da saúde emocional dos estudantes; soluções de problemas de relacionando, etc. Como ação de nivelamento, tem-se como exemplo aulas complementares de Cálculo, Física e Geometria, ministradas pelos alunos veteranos do curso com apoio do DA-DEE. 19.1 Programas de Apoio Disponibilizados pela UFPE aos Discentes A UFPE disponibiliza diversos programas de apoio aos seus discentes: • Bolsas de estudo com o objetivo de auxiliar os estudantes, em condições de vulnerabilidade socioe- conômica, a permanecerem no curso e desenvolverem suas atividades curriculares e extracurriculares; • Moradia estudantil para estudantes oriundos de cidades diferentes das sedes dos campi da UFPE ENGENHARIA ELÉTRICA - UFPE 33 ou de outros Estados, sendo ofertadas vagas na Casa do Estudante Universitário (CEU) ou auxílio financeiro para este fim; • Acompanhamento pedagógico e aparatos didáticos com o intuito de auxiliar no aprendizado; • Auxílio financeiro a estudantes regularmente matriculados em cursos de graduação da UFPE para participação em eventos acadêmicos científicos, tecnológicos, culturais e ligados ao movimento estu- dantil realizado fora da UFPE, sendo a seleção realizada através de editais; • Bolsas de incentivo a prática do desporto a estudantes atletas regularmente matriculados nos cursos de graduação da UFPE. Essas bolsas auxiliam no treinamento para participação em competições locais, regionais e nacionais e na atuação em gestão esportiva, sendo condicionadas ao bom desempenho acadêmico do estudante; • Concessão de auxílio financeiro aos estudantes estrangeiros do Programa de Estudantes-Convênio de Graduação (PEC-G). Denominado de Projeto Milton Santos de Acesso ao Ensino Superior (Pro- misaes), o programa incentiva a formação superior de cidadãos de países em desenvolvimento que atendam aos critérios estabelecidos pelo decreto nº 7.948, de 12 de março de 2013; • Acompanhamento psicoterápico, psiquiátrico e de orientação profissional. Este tipo de apoio é dis- ponibilizado pelo Programa de Bem-Estar Mental (PROBEM), com atividades conduzidas por pro- fissionais de saúde e coordenadas pela equipe de psicologia da PROAES; • Cursos de idiomas em diversas línguas. Os cursos são disponibilizados pelo Núcleo de Línguas da UFPE por intermédio do programa Idiomas sem Fronteiras (IsF). ENGENHARIA ELÉTRICA - UFPE 34 Tabela 8: COMPONENTES ELETIVOS EM ORDEM ALFABÉTICA E POR ÁREA DO CONHECI- MENTO: A - Sistemas Elétricos de Potência; B - Sistemas Elétricos Industriais; C - Fontes Renováveis e Recursos Energéticos Distribuídos. (Perfil 4405 - Válido para os alunos ingressos a partir de 2024.1) CARGA COMPONENTES ELETIVOS | HORÁRIA Ch. Total Créditos Sigla Teo Prát Pré-Requisitos Co-Requisitos Área Depto. Acionamento de EL 60 0 4 60 Máquinas Elétricas B Máquinas Elétricas Confiabilidade de EL387 60 0 4 60 EL418 Todas Redes Elétricas Controladores EL456 30 30 3 60 EL476 B Lógicos Programáveis 1 Coordenação de EL265 60 0 4 60 EL417 A Isolamento Distribuição de EL422 60 0 4 60 EL394 A Energia Elétrica 2 EL392 e EL Eficiência Energética 60 0 4 60 B Medidas Elétricas EL410 Empreendedorismo 60 0 4 60 Todas EL384 Energia Eólica 60 0 4 60 EL417 C EL442 Instrumentação Industrial 60 0 4 60 CI107 B EL468 Inteligência Artificial 60 0 4 60 EL465 Todas Introdução a Compatibilidade EL464 e EL411 60 0 4 60 AeB Eletromagnética Circuitos Elétricos 2 LE716 Introdução a Libras 60 0 4 60 Todas PG300 Introdução ao Direito 30 0 2 30 Todas EL412 Introdução à Otimização 60 0 4 60 Métodos Numéricos Todas Introdução a EL 30 30 3 60 Circuitos Elétricos 2 B Python em Engenharia Laboratório de Acionamento Acionamento de EL 15 45 2 60 Máquinas Elétricas B de Máquinas Elétricas Máquinas Elétricas Laboratório de EL471 0 60 2 60 EL396 B Eletrônica de Potência Laboratório de EL472 0 60 2 60 EL466 B Engenharia de Controle Mercado de EL423 60 0 4 60 EC335 e EL390 Todas Energia Elétrica EL475 Microcontroladores 30 30 3 60 EL476 B Planejamento de EL424 60 0 4 60 EL418 Todas Sistemas Elétricos Projeto e Instalações de Sistemas EL484 60 0 4 60 Circuitos Elétricos 2 C Foltovoltaicos Conectados à Rede Qualidade de EL428 60 0 4 60 Circuitos Elétricos 2 Todas Energia Elétrica Redes Elétricas EL461 60 0 4 60 EL394 AeC Inteligentes IN816 Relações Raciais 60 0 4 60 Todas EL453 Sistemas Nebulosos 30 0 2 30 EL468 AeB EL418 e EL425 Subestações 60 0 4 60 AeC Aterramentos Elétricos Tecnologia em EL485 60 0 4 60 EL419 C Energia Renováveis Tópicos Especiais em EL413 30 0 2 30 EL392 A Sistemas Elétricos de Potência Tópicos Especiais em EL414 30 0 2 30 EL392 B Sistemas Elétricos Industriais Tópicos Especiais em EL 30 0 2 30 EL392 C Fontes Renováveis e Rec. Energ. Dist. Transmissão de EL 60 0 4 60 EL417 A Energia Elétrica ENGENHARIA ELÉTRICA - UFPE 35 Tabela 9: CORPO DOCENTE DO CURSO DE ENGENHARIA ELÉTRICA ÁREA DO QUALIFICAÇÃO REGIME DE VÍNCULO NOME CPF TITULAÇÃO CONHECIMENTO PROFISSIONAL TRABALHO EMPREGATÍCIO Inteligência Artificial Engenharia Alex Ferreira Moreira 088.713.344-42 Mestre DE Estatutário Sistemas de Potência Elétrica Eletromagnetismo Engenharia Alexander Barros Lima 843.133.236-00 Doutor DE Estatutário Energias Renováveis Elétrica Máquinas Elétricas Engenharia Artur Muniz Szpak Furtado 060.537.064-85 Mestre DE Estatutário Energias Renováveis Eletrônica Proteção de Sistemas Engenharia Augusto César Cavalcanti de Oliveira 420.690.334-49 Doutor DE Estatutário Sistemas de Potência Elétrica Máquinas Elétricas Engenharia Calebe Hermann de Oliveira Lima 088.129.094-77 Mestre DE Estatutário Eletrônica de Potência Elétrica Controle Engenharia Douglas Contente Pimentel Barbosa 040.624.654-85 Doutor DE Estatutário Instrumentação Elétrica Sistemas Fotovoltaicos Engenharia Eduardo José Barbosa 091.777.564-36 Doutor DE Estatutário Eletrônica de Potência Elétrica Controle Engenharia Fabrício Bradaschia 045.889.974-75 Doutor DE Estatutário Eletrônica de Potência Eletrônica Automação Industrial Engenharia Geraldo Leite Maia Júnior 027.619.824-79 Mestre DE Estatutário Domótica Eletrônica Controle Engenharia Geraldo Leite Torres 388.189.574-49 Doutor DE Estatutário Sistemas de Potência Elétrica Gustavo Medeiros Máquinas Elétricas Engenharia 032.779.004-01 Doutor DE Estatutário de Souza Azevedo Eletrônica de Potência Elétrica Automação Industrial Engenharia Herbert Albérico de Sá Leitão 029.558.724-58 Doutor DE Estatutário Robótica Eletrônica Inteligência Artificial Engenharia Jeydson Lopes da Silva 068.565.614-40 Doutor DE Estatutário Sistemas de Potência Elétrica Energias Renováveis Engenharia José Filho da Costa Castro 007.172.013-84 Doutor DE Estatutário Sistemas de Potência Elétrica Controle Engenharia Leonardo Rodrigues Limongi 031.618.904-93 Doutor DE Estatutário Eletrônica de Potência Eletrônica Luiz Henrique Eletromagnetismo Engenharia 811.851.709-87 Doutor DE Estatutário Alves de Medeiros Energias Renováveis Elétrica Eletrônica de Potência Engenharia Marcelo Cabral Cavalcanti 855.623.004-00 Doutor DE Estatutário Energias Renováveis Elétrica Domótica Engenharia Márcio Evaristo da Cruz Brito 640.943.324-72 Doutor DE Estatutário Robótica Elétrica Eletrotécnica Engenharia Maria Antonieta Cavalcanti de Oliveira 174.551.034-68 Doutor DE Estatutário Sistemas Fotovoltaicos Elétrica Inteligência Artificial Engenharia Milde Maria Silva Lira 247.702.564-34 Doutor DE Estatutário Sistemas de Potência Elétrica Inteligência Artificial Engenharia Otoni Nóbrega Neto 009.666.214-09 Doutor DE Estatutário Sistemas de Potência Elétrica Energias Renováveis Engenharia Pedro André Carvalho Rosas 905.536.834-20 Doutor DE Estatutário Sistemas de Potência Elétrica Automação Industrial Engenharia Rafael Cavalcanti Neto 056.400.714-51 Doutor DE Estatutário Robótica Eletrônica Ronaldo Ribeiro Inteligência Artificial Engenharia 274.404.194-72 Doutor DE Estatutário Barbosa de Aquino Sistemas de Potência Elétrica Eletromagnetismo Engenharia Vicente Ribeiro Simoni 052.269.304-02 Doutor DE Estatutário Sistemas de Potência Elétrica Máquinas Elétricas Engenharia Zanoni Dueire Lins 371.044.544-20 Doutor DE Estatutário Proteção de Sistemas Elétrica ENGENHARIA ELÉTRICA - UFPE 36 20 Anexo I - Tabela dos Dispositivos Legais e Normativos ENGENHARIA ELÉTRICA - UFPE 37 Tabela 10: Dispositivos Legais e Normativos com as Respectivas Formas de Atendimento DISPOSITIVO LEGAL E NORMATIVO FORMA DE ATENDIMENTO O PPC está coerente com as diretrizes Curriculares Nacionais para cursos de Graduação em Engenharia. Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso: 01. A organização curricular segue as Resolução nº 2/2019 - CNE. Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia. Seções: 6,13,19 O curso atende à carga horária mínima em horas Carga horária mínima, em horas: estabelecida nesta Resolução. 02. Resolução nº 02/2007 - CNE (Bacharelado, Presencial). O Curso atende a Resolução tendo 3700 horas. Seção: 14 O curso atende ao tempo de integralização proposto Tempo de integralização: nesta Resolução,tendo como tempo mínimo de 03. Resolução nº 02/2007 - CNE (Bacharelado, Presencial). 10 semestres e máximo de 18 semestres. Seção: 14 No perfil do curso existe um componente Disciplina obrigatória/eletiva de Libras: curricular eletivo sobre o assunto: 04. Decreto N° 5.626/2005. Introdução a Libras-LE716. Seção: 13 A Educação das Relações Étnico-raciais, bem como o tratamento de questões e temáticas Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações que dizem respeito aos afrodescendentes 05. Étnico-raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e está incluída no componente curricular eletivos sobre o assunto: Africana: Resolução nº 01/2004 - CNE. Relações Raciais-IN816 Seção: 13 Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos: A Educação em direitos humanos está inclusa 06. Parecer N° 08/2012 - CNE; no componente curricular eletivo Introdução ao Direito-PG300. Resolução nº 01/2012 - CNE. Seção: 13 Há integração da educação ambiental com as disciplinas do curso de modo contínuo e permanente. Políticas de Educação Ambiental: No perfil curricular do curso existe um componente 07. Lei Nº 9.795/1999; curricular obrigatório sobre o assunto: Decreto Nº 4.281/2002. (Sociologia e Meio Ambiente-CS100. Seção: 13 Todo Corpo Docente tem formação em Pós-Graduação, Titulação do corpo docente: sendo grande parte com doutorado. 08. Art. 66 da Lei Nº 9.394/1996. Aproximadamente 80% do corpo docente possui doutorado. Seção: 17 O NDE atende à normativa pertinente e participa Núcleo Docente Estruturante (NDE): ativamente das decisões relacionadas ao melhor andamento 09. Resolução nº 01/2010 - CONAES; do curso de graduação em Engenharia Elétrica. Resolução nº 01/2013 - CEPE/UFPE. Seção: 12 Existe projeto aprovado que garante a acessibilidade em todos os setores do departamento. Condições de acesso para pessoas com deficiência e/ou A UFPE apresenta condições de acesso 10. mobilidade reduzida: Decreto N° 5.296/2004; para pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida. Lei Nº 13.146/2015; Resolução nº 11/2019 - ConsUni /UFPE. A UFPE conta com o Núcleo de Acessibilidade (NACE) e estabeleceu a Resolução nº 11/2019 - ConsUni /UFPE. Seção: 18 A UFPE conta com o Núcleo de Atenção à Saúde do Estudante (NASE), com o Núcleo de Acessibilidade (NACE) Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro , que têm como grande objetivo, através de acolhimento 11. Autista: Lei N° 12.764/2012; humanizado, prestar apoio à saúde emocional dos estudantes e com Resolução nº 11/2019 - ConsUni/UFPE. a Resolução Nº11/2019 - Consuni/UFPE. Seção: 19 O curso atende o mínimo de 10% da carga horária total de Estabelece as Diretrizes para a Extensão na Educação Superior integralização dos cursos de graduação, na forma de ACEx. 12. Brasileira: Resolução nº 07/2018 - CNE; O curso atende a Resolução tendo com 370 horas de ACEx. Resolução nº 09/2017 - CEPE/UFPE. Seções: 14 e 15 As informações acadêmicas exigidas estão disponibilizadas na forma impressa e virtual. Informações acadêmicas: O aluno tem acesso as informações Acadêmicas 13. Portaria N° 40/2007 - MEC; através SIGAA, no site da UFPE, Portaria N° 23/2010 - MEC. Portal do Estudante, atendimento presencial na coordenação, ou através de telefone, WhatsApp ou email. Seção: 19 ENGENHARIA ELÉTRICA - UFPE 38 21 Anexo II - Regulamento do Estágio Curricular Supervisionado ENGENHARIA ELÉTRICA - UFPE 39 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE TECNOLOGIA E GEOCIÊNCIAS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA Colegiado do Curso de Graduação em Engenharia Elétrica REGULAMENTO DE ESTÁGIO DO CURSO DE ENGENHARIA ELÉTRICA Regulamenta a Atividade de Estágio Obrigatório e Estágio Não Obrigatório e a Disciplina Estágio Curricular do Curso de Engenharia Elétrica da UFPE O Pleno do Departamento de Engenharia Elétrica (DEE) do Centro de Tecnologia e Geociências (CTG) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), no uso de suas atribuições, CONSIDERANDO: • que a atividade de Estágio integra o Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Engenharia Elétrica, de- vendo ter parâmetros definidos para regulamentar o seu planejamento, acompanhamento e avaliação; • a necessidade de regulamentar as atividades de Estágio no âmbito do Curso de Graduação em Enge- nharia Elétrica de acordo com o disposto na Lei Nº11.788, de 25 de setembro de 2008 e a Resolução Nº 20/2015, alterada pelas Resoluções Nº 09/2016, Nº 09/2018 e Nº 02/2020 do Conselho Coordena- dor de Ensino, Pesquisa e Extensão (CCEPE). RESOLVE: CAPÍTULO I DO ESTÁGIO Art. 1° O Estágio, que poderá ser Obrigatório ou Não Obrigatório, no Curso de Graduação em Engenharia Elétrica é a atividade de aprendizagem profissional proporcionada aos alunos pela participação em situações reais de trabalho em seu meio. §1º Estágio Obrigatório é aquele definido como tal no PPC, cuja carga horária é requisito para a conclusão do curso. §2º Estágio Não Obrigatório é aquele desenvolvido como atividade opcional, previsto no PPC no âm- bito dos componentes curriculares que integralizam a carga horária complementar, sendo compatível com as atividades acadêmicas, que contemple o ensino e a aprendizagem, contribuindo na formação do estudante. ENGENHARIA ELÉTRICA - UFPE 40 §3º O PPC de Graduação de Engenharia Elétrica contempla o Estágio Obrigatório como a disciplina específica “Estágio Curricular”, de caráter obrigatório, com carga horária definida pelo PPC vigente. §4º O PPC de Graduação de Engenharia Elétrica contempla o Estágio Não Obrigatório como atividade complementar, com carga horária definida pelo PPC. §5º As atividades desenvolvidas pelo estagiário deverão ter, obrigatoriamente, correlação com as áreas do Curso de Graduação em Engenharia Elétrica, sendo planejadas, realizadas, acompanhadas e avaliadas em conformidade com o Plano de Atividades de Estágio e o PPC. §6º É vedado que as atividades de extensão, monitoria e iniciação científica, sejam consideradas atividades de Estágio Obrigatório e Não Obrigatório, exceto nos casos de acordos ou convênios da UFPE com Instituições Públicas ou Privadas, cujo objetivo seja a imersão do discente no campo da prática a fim de exercitar de forma ativa a relação entre a teoria e a prática profissional. Art. 2° O estágio deve ser estruturado visando atingir os seguintes objetivos: I - complementar, por meio de um treinamento profissional, os ensinamentos transmitidos durante as atividades teóricas e práticas do Curso de Graduação em Engenharia Elétrica; II - ser instrumento para atualização do currículo do Curso de Graduação em Engenharia Elétrica, pelo estreitamento do relacionamento entre o DEE / CTG / UFPE e as entidades concedentes. CAPÍTULO II DA FORMALIZAÇÃO DO ESTÁGIO Art. 3° O Estágio será formalizado junto a entidade concedente, que será obrigada à prévia celebração de convênio específico com a UFPE, exceto no caso de Estágio Obrigatório na modalidade Funcionário Estudante, em que a celebração do convênio será facultativa. §1º As entidades concedentes que poderão oferecer estágio são pessoas jurídicas de direito privado e órgãos da administração pública direta, autárquica e fundacional, de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, que tenham condições de lhes proporcionar o exercício de competências próprias da atividade profissional, propiciando-lhes a complementação do ensino e preparando-os para o exercício da profissão. §2º Os agentes externos de integração, cujo objetivo é facilitar o acesso a vagas de estágio aos estu- dantes, poderão celebrar convênio com a UFPE e oferecer vagas de estágio como intervenientes. ENGENHARIA ELÉTRICA - UFPE 41 §3º Os Estágios Obrigatório e Não Obrigatório serão autorizados pelo Coordenador de Estágio ou, em sua ausência, pelo Vice-Coordenador de Estágio, orientados por docentes vinculados ao Depar- tamento de Engenharia Elétrica e supervisionados por um engenheiro com formação e experiência profissional na área de conhecimento desenvolvida no curso do estagiário, sendo este engenheiro funcionário do quadro de pessoal da entidade concedente. §4º O seguro contra acidentes pessoais é obrigatório para os Estágios Obrigatório e Não Obrigatório, devendo ser custeado pela entidade concedente de estágio, pelo agente de integração ou pela própria UFPE, sendo o responsável definido na celebração do convênio. §5º O seguro é de responsabilidade da concedente e pode, alternativamente, ser assumido pela UFPE,apenas no caso de estágio obrigatório. §6º O aluno poderá realizar o Estágio Obrigatório ou Não Obrigatório apenas em entidades conceden- tes que estejam com convênio ativo com a UFPE, ou seja, a data em que o Termo de Compromisso de Estágio (TCE) é formalizado deve estar dentro do período de vigência do convênio. §7º A lista de entidades concedentes conveniadas e os períodos de vigência dos convênios estão disponíveis em documento específico divulgado pela Coordenação de Formação para o Trabalho (CFT) da Pró-Reitoria de Graduação (PROGRAD) da UFPE. Art. 4° O aluno só poderá realizar Estágio Obrigatório ou Não Obrigatório quando obtiver aprovação nas disciplinas “Circuitos Elétricos 1” para o Curso de Graduação em Engenharia Elétrica. §1° Um dos requisitos para a integralização dos créditos da disciplina “Estágio Curricular” é que se cumpra o período definido no TCE do Estágio Obrigatório, cuja carga horária total deve ser igual ou superior à definida pelo PPC vigente, podendo ser realizada concomitantemente com outras discipli- nas, ou em período de férias. §2° Um dos requisitos para a contabilização do Estágio Não Obrigatório como atividade complemen- tar é que se cumpra o período definido no TCE do Estágio Não Obrigatório, cuja carga horária total deve ser igual ou superior à definida pelo PPC vigente, podendo ser realizada concomitantemente com outras disciplinas, ou em período de férias. §3º O estagiário deverá estar devidamente matriculado no semestre em vigor e ter a frequência regular, sendo vedada a realização do estágio em caso de trancamento de curso ou matrícula vínculo. §4° Os horários de realização do Estágio Obrigatório ou Não Obrigatório, expressos no TCE, não poderão coincidir com os horários das disciplinas que estão sendo cursadas concomitantemente ao Estágio. ENGENHARIA ELÉTRICA - UFPE 42 Art. 5° Para a realização do Estágio Obrigatório ou Não Obrigatório, exceto na modalidade Funcionário Estudante, o estudante da UFPE deverá observar as seguintes formalidades: I - Realizar cadastro como assinante externo no SIPAC e entregar toda a documentação para forma- lização de estágio em tempo hábil para análise e formação de processo pela Coordenação de Estágio do Curso. O estagiário deverá disponibilizar à Coordenação de Estágio do Curso toda a documenta- ção, já com assinaturas digitais das partes externas à UFPE com, no mínimo, 10 (dez) dias úteis de antecedência ao início da vigência do estágio definida no TCE. II – a existência de convênio de concessão de estágio entre a UFPE e a entidade concedente ou entre a UFPE e o agente de integração; III – para o caso do convênio celebrado entre a UFPE e a entidade concedente, é necessária a forma- lização do TCE entre o estudante, a concedente e a UFPE, representada, em ambas as modalidades, pela Coordenação de Estágio do Curso, que deverá ser assinado seguindo essa ordem; IV – para o caso do convênio celebrado entre a UFPE e o agente de integração, é necessária a forma- lização do TCE entre o estudante, a concedente, a UFPE, representada, em ambas as modalidades, pela Coordenação de Estágio do Curso, e o agente de integração, que deverá ser assinado seguindo essa ordem; V – a aprovação do Plano de Atividades de Estágio, anexo obrigatório do TCE, pela Coordenação de Estágio do Curso, em ambas as modalidades de estágio, que deve ser construído com participação do estudante, da concedente, na figura do supervisor de estágio, e do professor orientador da UFPE; VI – para o caso do convênio celebrado entre a UFPE e a entidade concedente, o TCE deve seguir modelo disponibilizado ou aprovado pela CFT e o Plano de Atividades deve seguir o modelo dispo- nibilizado ou aprovado pela Coordenação de Estágio do Curso; VII – para o caso do convênio celebrado entre a UFPE e o agente de integração, o TCE e o Plano de Atividades poderão seguir o modelo definido pelo agente de integração, contanto que contenha as informações mínimas necessárias para a avaliação e a aprovação por parte da Coordenação de Formação para o Trabalho; VIII – a jornada do estagiário não deve ser superior a 6 (seis) horas diárias e 30 (trinta) horas semanais; IX – no caso de Estágio Não Obrigatório, a remuneração do estagiário é compulsória, sendo con- cedida bolsa ou outra forma de contraprestação que venha a ser acordada, bem como o auxílio- transporte. X – No caso de Estágio Obrigatório, a concessão de bolsa ou outra forma de contraprestação e auxílio- transporte é facultativa; ENGENHARIA ELÉTRICA - UFPE 43 XI – o aluno deverá estar devidamente matriculado no semestre em vigor e ter a frequência regular, sendo vedada a realização do estágio em caso de trancamento de curso ou matrícula vínculo; XII – para o caso de Estágio Não Obrigatório, o aluno não pode apresentar, no período letivo imedi- atamente anterior àquele em que solicitar a concessão ou renovação do estágio, reprovação por falta em mais de 25% (vinte e cinco por cento) das atividades de ensino em que esteve matriculado; XIII – a contratação do seguro contra acidentes pessoais deve ser comprovada, no caso de seguro assumido pela UFPE, por meio de planilha de controle de estagiário com a confirmação de recebido pela CFT e, no caso de seguro assumido pela concedente ou pelo agente de integração, por meio de identificador ou cópia da apólice anexada ao TCE; XIV – para a comprovação da aprovação nos pré-requisitos e reprovação por falta inferior a 25% (vinte e cinco por cento) no semestre anterior, o aluno deverá disponibilizar o histórico escolar ane- xado ao TCE; XV – para a comprovação da inexistência de horários coincidentes das disciplinas matriculadas com o estágio, o aluno deverá disponibilizar a grade de horários das disciplinas no período vigente anexado ao TCE; XVI – nos casos de estágio cujo período de início e término coincida com mais de um período acadêmico da UFPE, o aluno é responsável por entregar, após a matrícula em cada período acadêmico, a respectiva grade de horários das disciplinas à Coordenação de Estágio do Curso; XVII – a solicitação de matrícula na disciplina “Estágio Curricular” no caso de Estágio Obrigatório preferencialmente obedecerá ao calendário acadêmico, podendo a matrícula ser requerida em qual- quer período do ano, desde que o aluno esteja vinculado à UFPE e faça a solicitação formal à Coor- denação do Curso, por meio de seu setor de escolaridade, com toda a documentação comprobatória assinada e anexada à solicitação; XVIII – a finalização do Estágio Obrigatório, com o subsequente lançamento da nota no SIGAA e a integralização da disciplina “Estágio Curricular”, ocorrerá após o término do período do estágio, somente se o aluno cumprir todos os requisitos necessários do estágio definidos pela Coordenação de Estágio, incluindo a aprovação por parte da entidade concedente, na figura do supervisor, e do professor orientador da UFPE; XIX – a inserção do Estágio Não Obrigatório como atividade complementar no currículo do aluno deverá ser solicitada formalmente à Coordenação do Curso, por meio de seu setor de escolaridade, somente após a finalização do período do estágio e com a declaração emitida pela Coordenação de Estágio à Coordenação de Curso informando que o aluno cumpriu todos os requisitos necessários do estágio, incluindo a aprovação por parte da entidade concedente, na figura do supervisor, e do professor orientador da UFPE; ENGENHARIA ELÉTRICA - UFPE 44 XX – para formalização do Estágio Obrigatório ou Não Obrigatório, a tramitação e assinaturas dos documentos deverá ser via SIPAC. Art. 6º O Estágio Obrigatório ou Não Obrigatório, sendo realizado na mesma Empresa Concedente, deverá ser proposto com prazo mínimo da definida pelo PPC e máximo de 1 (um) ano. §1° À medida que for avaliado, progressivamente, o desempenho do estudante, os ajustes que forem efetuados no Plano de Atividades de Estágio, a que se refere o inciso IV do Art. 5º, poderão ser incorporados ao TCE por meio de termos aditivos. §2° O período de realização de estágio poderá ser prorrogado por meio de termos aditivos de 6 (seis) meses, exceto caso exista agente de integração o qual definirá o prazo de prorrogação, contanto que não tenha duração total do estágio superior a 02 (dois) anos. §3° A prorrogação do estágio por prazo superior a 02 (dois) anos só será permitida quando se tratar de estagiário portador de deficiência, devendo suas atividades ter progressiva complexidade, consoante o estudante avance na sua formação. Art. 7° O Estágio Obrigatório na modalidade Funcionário Estudante, a que se refere o Art. 3º, é aquele em que um funcionário do quadro de pessoal da entidade concedente ou um empresário do ramo de atividade do curso de graduação realiza seu estágio com orientação e acompanhamento da UFPE. §1° O Estágio Obrigatório na modalidade Funcionário Estudante dispensa a celebração de TCE, con- forme Parecer 917/2018/PF-UFPE/PGF/AGU, uma vez que o estudante já tem vínculo empregatício na entidade concedente onde trabalha ou é o próprio empreendedor. Entretanto, é indispensável a cor- relação das atividades desempenhadas com o PPC e o acompanhamento de um professor orientador da UFPE. §2° Para a celebração do Estágio Obrigatório na modalidade Funcionário Estudante da atividade pro- fissional desempenhada pelo estudante em área correlata a seu curso de graduação, é necessária a formalização, pelo estudante funcionário ou estudante empresário, de requerimento dirigido à Coor- denação de Estágio do seu Curso, com a seguinte documentação anexada: I – declaração da empresa na qual conste o detalhamento da atividade exercida pelo estudante funcionário e a cópia do correspondente registro na Carteira Profissional, quando o aluno for empregado de empresa privada; II – declaração do órgão público na qual conste o detalhamento da atividade exercida pelo estudante funcionário e cópia do correspondente ato de nomeação, quando o aluno for servidor público; ENGENHARIA ELÉTRICA - UFPE 45 III – cópia do Contrato Social da empresa, devidamente registrado na Junta Comercial, compro- vando as atividades em áreas correlatas à sua habilitação, quando o aluno for sócio administrador da empresa; IV – plano de atividades de estágio construído com a participação do estudante, da empresa e do professor orientador da UFPE, aprovado pela Coordenação de Estágio do Curso, contendo o período de estágio, que deve ter carga horária mínima da definida pelo PPC vigente e máxima de 2 (dois) anos. §3° No caso de funcionário estudante, deve haver a matrícula na disciplina específica e o requerimento de aproveitamento da atividade realizada com a documentação necessária em anexo, para a inclusão da nota do relatório e integralização. CAPÍTULO III DA AVALIAÇÃO DO ESTÁGIO Art. 8° O estagiário deverá apresentar, ao professor orientador da UFPE, relatórios parciais das atividades exercidas no estágio, com periodicidade de 06 (seis) em 06 (seis)meses, caso a duração do estágio, definida pelo seu TCE e termos aditivos, seja superior a 06 (seis) meses. Parágrafo único – No caso de estágios com duração inferior ou igual a 06 (seis)meses, o relatório parcial é dispensado, pois o relatório final de estágio já conta como documento formal de acompa- nhamento por parte do professor orientador. Art. 9° O estagiário deverá desenvolver atividades de caráter profissionalizante, estritamente vinculadas às especificidades do seu curso, observando-se os princípios da ética profissional e obedecendo às determina- ções legais. São atribuições e responsabilidades do estagiário: I – executar as tarefas dentro do prazo previsto no cronograma de estágio; II – manter contato com o professor orientador da UFPE nos horários destinados à orientação, deixando- o a par do andamento das tarefas; III – apresentar os relatórios parciais e final ao professor orientador da UFPE para a avaliação do estágio, além da apresentação formal ao final do estágio; IV – executar demais atribuições e responsabilidades definidas pela Coordenação de Estágio do Curso e pelo professor orientador da UFPE. Art. 10. Ao final do Estágio Obrigatório ou Não Obrigatório, o aluno deverá entregar ao professor orien- tador da UFPE um relatório final de estágio, conforme o modelo fornecido pela Coordenação de Estágio ENGENHARIA ELÉTRICA - UFPE 46 do Curso, além de apresentar formalmente as atividades realizadas no estágio ao professor orientador da UFPE. §1° O relatório final de estágio deverá ser avaliado pela entidade concedente, na figura do supervisor de estágio, e pelo professor orientador da UFPE, devendo cada um atribuir ao estagiário uma nota de 0 (zero) a 10 (dez). §2° A nota do supervisor deverá refletir a capacidade e desenvoltura do estagiário na execução das atividades no ambiente da entidade concedente. §3° A nota do professor orientador deverá refletir as avaliações do supervisor ao longo do período de estágio, a qualidade do relatório final entregue e a qualidade das apresentações das atividades parciais e final pelo estagiário. §4° A nota final do aluno será definida como a média aritmética simples das notas do supervisor e do orientador de estágio, obtendo a aprovação no estágio se for igual ou superior a 7,0 (sete). §5° Ao aluno que obtiver uma avaliação satisfatória por parte do supervisor da entidade concedente de estágio, mas não alcançar aprovação por parte do orientador da UFPE, por não cumprir de forma satisfatória os requisitos necessários, será dada uma segunda oportunidade para a entrega do relatório final e para a apresentação das atividades, dentro do prazo estabelecido pela Coordenação de Estágio do Curso, sem que haja necessidade do estudante repetir o estágio. §6° Em caso de reprovação, o aluno deverá realizar um novo estágio. Art. 11. Ao final do Estágio Obrigatório ou Não Obrigatório, o aluno deverá entregar ao coordenador de estágio uma declaração da empresa com a carga horária do estagiário no período contratado. CAPÍTULO IV OUTROS ELEMENTOS ENVOLVIDOS NO ESTÁGIO Art. 12. O Curso de Engenharia Elétrica deverá manter Coordenação e Vice-Coordenação de Estágio, indicadas pelo seu colegiado, com mandato de 02 (dois) anos, responsável pelos estágios obrigatórios e não obrigatórios, a qual competirá ao Coordenador de Estágio e, em sua ausência, ao Vice-Coordenador de Estágio: I – identificar as oportunidades de estágio, avaliando a adequação da concedente do estágio à forma- ção cultural e profissional do educando; II – estabelecer o fluxo de encaminhamento de estagiário; ENGENHARIA ELÉTRICA - UFPE 47 III – celebrar o TCE, representando a UFPE, e zelar pelo seu cumprimento; IV – quando necessário, indicar um docente para orientação dos estágios; V – realizar o competente registro no SIGAA; VI – enviar à PROGRAD, periodicamente, as necessidades de campos de estágio selecionados, com a documentação para celebração dos respectivos convênios; VII – encaminhar à CFT, até o dia 20 (vinte) de cada mês, a relação dos alunos que deverão ser incluídos no seguro da UFPE, seguindo o modelo da planilha de controle de estagiários constante na página eletrônica da PROGRAD. Parágrafo único O Coordenador e o Vice-Coordenador de Estágio do Curso deverão ser designados, pela Chefia do Departamento de Engenharia Elétrica, para assumir a disciplina “Estágio Curricular”, sendo o Coordenador de Estágio responsável por implementar as notas no SIGAA. Art. 13. Aos professores orientadores, competirá: I – representar a UFPE na definição do plano de atividades do estagiário; II – acompanhar a execução do plano de atividades lastreado nos relatórios periódicos de responsabi- lidade do estagiário; III – realizar encontros periódicos com os estudantes, objetivando orientar as discussões e análises, conduzindo os estagiários na fundamentação das experiências e nas propostas de novas estratégias; IV – propor aos estagiários estratégias que superem as dificuldades encontradas; V – manter, quando necessário, contato com os supervisores técnicos das instituições concedentes; §1° Não há limites para a quantidade de estagiários que o professor poderá orientar. §2° Caso verifique-se o desvirtuamento da finalidade do estágio e/ou o descumprimento das normas específicas, deverá o professor orientador informar à concedente e ao Coordenador de Estágio do Curso, a fim de que se proceda aos ajustes devidos e, em não havendo tais ajustes, o TCE deverá ser rescindido, com a reorientação do estagiário para outra concedente e comunicação imediata à CFT para que o ocorrido seja relatado ao Ministério Público do Trabalho. §3° A forma de supervisão dos estágios deve estar em conformidade com o PPC e será realizada por meio de orientação, acompanhamento e avaliação, pelos docentes orientadores da UFPE e pelos supervisores das entidades concedentes de estágio. ENGENHARIA ELÉTRICA - UFPE 48 Art. 14. A supervisão ou orientação das atividades de estágio será computada na carga horária dos docentes responsáveis, observado o limite por docente fixado neste Regulamento. Parágrafo único Nos casos de estágio em unidades da UFPE, o supervisor e o orientador do estagiário devem ser pessoas distintas. Art. 15. A realização de estágio obrigatório no exterior será autorizada por meio do programa de intercâmbio, no âmbito de programas de mobilidade acadêmica ou em instituições públicas internacionais, devidamente conveniadas com a UFPE, mediante a comprovação das atividades realizadas com a especi- ficação, cabendo ao Colegiado do Curso a avaliação e aprovação do estágio para fins de aproveitamento acadêmico. Parágrafo único No caso de não aprovação, pelo Colegiado do Curso, do estágio no exterior como obrigatório, poderá ter aproveitamento para fins de atividades complementares, de acordo com o definido em regulamento. Art. 16. Nos casos em que o estudante estiver matriculado na disciplina “Estágio Curricular”, mas não conseguir integralizar sua carga horária e finalizá-lo no semestre de vínculo, será permitida a renovação da referida disciplina, por meio do SIGAA, uma única vez, e no semestre imediatamente subsequente. Art. 17. Existindo a necessidade de realizar alterações no TCE, em um ou mais dos itens listados a seguir, o aluno(a) juntamente com a entidade Concedente de Estágio deve proceder para preenchimento e elaboração do aditivo ao TCE fornecido pela Coordenação de Estágio, ou se houver interveniente em modelo próprio desta, e apresentá-lo juntamente com a grade de horário atualizada, ao Coordenador de Estágio para sua devida avaliação e formalização, sendo possíveis as seguintes alterações: I - prorrogação de Estágio; II - mudança da modalidade de Estágio; III - mudança de local de estágio; IV - mudança de horário de estágio; V - alteração do valor da bolsa; VI - alteração de supervisão de estágio; VII - alteração das atividades do estágio. ENGENHARIA ELÉTRICA - UFPE 49 Parágrafo único Nos casos dos itens I, II, VI e VII, o aluno(a) deve interagir com o supervisor e com o professor orientador de estágio para o preenchimento e elaboração de um novo Plano de Atividades, readequando-o a nova situação. Este Plano de Atividades de Estágio e o termo aditivo, ambos previamente assinados, devem ser entregues à Coordenação de Estágio, juntamente com a grade de horários atualizada. Art. 18. A inobservância das condições fixadas neste Regulamento e das condições fixadas na Resolução Nº 20/2015, alterada pelas Resoluções Nº 09/2016, Nº 09/2018 e Nº 02/2020 do Conselho Coordenador de Ensino, Pesquisa e Extensão (CCEPE)implicará o não reconhecimento do Estágio Obrigatório ou Não Obrigatório para efeitos de integralização curricular. Art. 19. Os casos omissos nas resoluções referidas no Art. 17º serão examinados pelo Colegiado do Curso de Graduação em Engenharia Elétrica. Art. 20. Este regulamento entra em vigor na data de sua aprovação pelo Pleno e revoga quaisquer regulamentos e disposições em contrário. ESTE REGULAMENTO FOI APROVADO PELO COLEGIADO DO CURSO DE ENGE- NHARIA ELÉTRICA EM REUNIÃO REALIZADA NO DIA 25/01/2023 E FOI APROVADO PELO PLENO DO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA EM REUNIÃO REALIZADA NO DIA 23/03/2023. ENGENHARIA ELÉTRICA - UFPE 50 22 Anexo III - Regulamento das Atividades Complementares ENGENHARIA ELÉTRICA - UFPE 51 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE TECNOLOGIA E GEOCIÊNCIAS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA Colegiado do Curso de Graduação em Engenharia Elétrica REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE ENGENHARIA DE ELÉTRICA Regulamenta as Atividades Complementares do Curso de Engenharia Elétrica da UFPE O Pleno do Departamento de Engenharia Elétrica do Centro de Tecnologia e Geociências da Universidade Federal de Pernambuco, no uso de suas atribuições, CONSIDERANDO: • que as Atividades Complementares têm a finalidade de enriquecer o processo de ensino-aprendizagem, sendo caracterizadas pela flexibilidade de carga horária semanal, com o controle do tempo total de dedicação do estudante durante o semestre ou ano letivo, de acordo com o Parecer Nº 492/2001 do Conselho Nacional de Educação/Câmara de Educação Superior (CNE/CES); • que a Resolução nº 02/2007 do CNE/CES institui que a carga horária para Estágios e Atividades Complementares não deverá exceder a 20% (vinte por cento) da carga horária total do curso; • a necessidade de regulamentar as Atividades Complementares no âmbito do Curso de Graduação em Engenharia Elétrica de acordo com o disposto na Resolução nº 12/2013 do Conselho Coordenador de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE) da UFPE; RESOLVE: CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art.1° As Atividades Complementares no Curso de Graduação em Engenharia Elétrica são atividades de pesquisa, extensão, monitoria, estágios não obrigatórios, entre outras, realizadas fora do âmbito das disciplinas do curso. Parágrafo único As Atividades Complementares realizadas pelos alunos serão creditadas no seu histórico escolar, mediante os procedimentos descritos neste regulamento, sendo obrigatório o cumprimento da carga horária mínima de 60h para a conclusão do curso. ENGENHARIA ELÉTRICA - UFPE 52 Capítulo II DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES Art.2° O curso de Engenharia Elétrica seguirá a Resolução nº 12/2013 do CEPE e a Resolução CNE/CES nº 02/2007, que instituem a carga horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade presencial, e estabelece que as atividades complementares não devam exceder a 20% (vinte por cento) da carga horária total do curso, salvo nos casos de determinações legais em contrário. Parágrafo único O aluno do curso de Engenharia Elétrica deve cursar um total de 60 horas de atividades complementares para que ocorra a integralização da carga horária total do curso de 3.700 horas. Art.3° São consideradas atividades complementares para o Curso de Engenharia Elétrica da UFPE as seguintes atividades: I - Participação em comissão coordenadora ou organizadora de eventos acadêmicos ou científicos, promovidos por IES ou Entidades científicas ou profissionais; II - Participação como ouvinte em cursos e assemelhados; III - Participação como ouvinte em congressos, encontros, seminários e assemelhados; IV - Apresentação de trabalhos em cursos, congressos, encontros, seminários e assemelhados; V - Atividades de representação discente junto aos órgãos da UFPE e outros, de interesse público; VI - Atividades de monitoria; VII - Atividades de extensão, como programas, projetos, cursos, eventos e serviços de extensão, que não estejam computados como carga horária de Ação Curricular de Extensão (ACEx); VIII - Atividades de extensão cadastradas como ACEx que excedam o limite da carga horária de ACEx estabelecido no perfil curricular do Curso de Engenharia Elétrica; IX - Participação em projeto de Pesquisa & Desenvolvimento (P&D) aprovado em âmbito da UFPE; X - Participação em atividades de Iniciação Científica; XI - Realização de trabalho voluntário de caráter técnico e científico desenvolvido sob supervisão de professor orientador da instituição, com a prévia autorização da coordenação do curso; XII - Disciplinas eletivas que excedam o limite da carga horária de disciplinas eletivas estabelecido no perfil curricular do curso de Engenharia Elétrica; ENGENHARIA ELÉTRICA - UFPE 53 XIII - Estágios não obrigatórios firmados pela Coordenação de Estágio do curso, com as devidas comprovações de finalização por meio de declarações das empresas (modelo dado pela Coordenação de Estágio) e de declarações do coordenador de Estágio; XIV - Ficam excluídas as atividades de prestação de serviços que envolvam remuneração e outros. Art.4° As atividades definidas no Art. 3º, a serem creditadas no histórico escolar dos alunos do curso, têm sua carga horária e documentação comprobatória descritas na Tabela 11. CAPÍTULO III DA INTEGRALIZAÇÃO DA CARGA HORÁRIA Art.5° A creditação da carga horária da atividade complementar no histórico escolar do aluno será feita a partir de solicitação realizada pelo mesmo ao coordenador do curso, a partir do término de sua atividade até o último semestre letivo do curso. Parágrafo único Para creditação, o aluno solicita a carga horária de atividades complementares fazendo o preenchimento de um formulário online (link fornecido pela coordenação do curso), anexando os documentos comprobatórios. Além disso, é necessário o envio para o e-mail da secretaria do curso do Requerimento Geral para Assuntos de Graduação preenchido com a cópia digitalizada dos documentos comprobatórios. O aluno deve fazer ambos os procedimentos para poder ganhar a carga horária referente à atividade complementar. Art.6° Os procedimentos para a creditação de atividades complementares associadas a um projeto técnico científico voluntário supervisionado por professor da UFPE ou a um projeto de extensão não computado como ACEx observarão as etapas a seguir: I - O professor deverá cadastrar a atividade acadêmica da UFPE, da qual participará o aluno, junto à Pró-Reitoria competente; II - O aluno deverá participar das etapas previstas na atividade, com acompanhamento sistemático do professor; III - O aluno deverá, ao término de sua participação na atividade até o último semestre letivo do curso, solicitar, mediante requerimento, a creditação no histórico escolar, dirigida a Coordenação do Curso, acompanhada de declaração/certificado de conclusão da atividade emitida pela Pró-Reitoria responsável pelo projeto; ENGENHARIA ELÉTRICA - UFPE 54 Tabela 11: Relação das atividades complementares Atividade complementar Carga horária Documentação comprobatória Por participação em comissão coordenadora ou 15 horas por evento. Certificado do evento comprovando organizadora de eventos acadêmicos ou científicos Máximo 45 horas. que fez parte da organização CH do evento desde que a CH Por participação como ouvinte em cursos minima do curso seja de 15 horas. Certificado de participação como ouvinte Máximo 30 horas. Por participação como ouvinte em 15 horas por evento. Certificado de participação como ouvinte congressos, seminários e similares Máximo 30 horas. Por apresentação de trabalhos em cursos, 15 horas por trabalho apresentado. Certificado de apresentação de trabalho congressos, encontros, seminários e similares Máximo 30 horas. Por atividade de representação discente junto aos 15 horas por atividade. Cópia das atas das reuniões ou órgãos da UFPE e outros órgãos de interesse público Máximo 15 horas. certidão expedida pelo órgão responsável 15 horas por disciplina por semestre. Declaração emitida pelo coordenador Por atividade de monitoria Máximo 30 horas. de monitoria do departamento 15 horas com participação Declaração do coordenador do programa Por atividade de extensão que não seja ACEx por pelo menos 3 meses. ou projeto de extensão (no caso de não ser um ACEx) Máximo 15 horas. CH oficial (adicional) que passar da Declaração do coordenador de extensão do departamento Por ação curricular de extensão (ACEx) CH limite de 370h do ACEx. com a informação da CH adicional Máximo 15 horas. 15 horas por projeto participado com participação de pelo menos 5 meses OU Declaração do coordenador do projeto de P&D, com o Por participação em projeto de P&D 30 horas por projeto participado devido número do processo do projeto na UFPE com participação superior a 12 meses Máximo 30 horas. 15 horas por atividade de iniciacão científica com participação de pelo menos 5 meses OU Certificado de apresentação do trabalho ou Por atividade de iniciação científica 30 horas por atividade de iniciação científica declaração do professor orientador com participação superior a 10 meses Máximo 30 horas. 15 horas por atividade com participação de pelo menos 4 meses OU Por atividade de trabalho voluntário de Declaração do coordenador do projeto com o 30 horas por atividade caráter técnico e científico devido número do processo do projeto na UFPE com participação superior a 10 meses Máximo 30 horas. 15 horas por disciplina que exceda o Por disciplinas eletivas que excedam a Histórico escolar comprovando as disciplinas eletivas limite da CH eletiva. CH limite de disciplinas eletivas cursadas e CH integralizada e não integralizada Máximo 30 horas. 15 horas por estágio não obrigatório realizado com duração de pelo menos 4 meses OU Declarações da empresa e do Por estágio não obrigatório 30 horas por estágio não obrigatório realizado coordenador de estágio com duração superior a 10 meses Máximo 30 horas. ENGENHARIA ELÉTRICA - UFPE 55 IV - A Coordenação do Curso, após apreciação da solicitação, registrará, no sistema de gestão acadê- mica vigente, a creditação da atividade complementar, especificando a sua categoria. Art.7º Cada requerimento de creditação deverá ser acompanhado de documentos comprobatórios, sendo respeitada a carga horária mínima de 15 (quinze) horas por atividade complementar cadastrada. §1° A creditação da carga horária dar-se-á conforme expresso na declaração/certificado da atividade validada, não devendo ultrapassar a carga horária máxima, referente às atividades complementares, indicada no perfil do curso de Engenharia Elétrica. §2° A carga horária de que trata o parágrafo anterior será contabilizada, no sistema de gestão acadê- mica vigente, como "carga horária de atividades complementares". §3° O requerente responderá por documentos que não correspondam à realidade, inclusive criminal- mente. Art.8º Nos casos em que a atividade puder ser creditada de diferentes maneiras, o aluno deverá escolher a categoria de atividade a ser creditada, somente podendo registrá-la uma única vez. CAPÍTULO IV DAS DISPOSIÇÕES FINAIS Art.9° A inobservância das condições fixadas neste regulamento e das condições fixadas nas Resolução nº 12/2013 do CEPE da UFPE implicará o não reconhecimento das cargas horárias de atividades complementares para efeitos de integralização curricular. Art.10. Os casos omissos nesse regulamento e na resolução referida no Art. 9º serão examinados pelo Colegiado do Curso de Graduação em Engenharia Elétrica. Art.11. Este regulamento entra em vigor na data de sua aprovação pelo do Departamento de Engenharia Elétrica, bem como revoga as disposições em contrário. ESTE REGULAMENTO FOI APROVADO PELO COLEGIADO DO CURSO DE ENGENHARIA ELÉTRICA EM REUNIÃO REALIZADA NO DIA 16/01/2023 E FOI APROVADO PELO PLENO DO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA EM REUNIÃO REALIZADA NO DIA 10/05/2023. ENGENHARIA ELÉTRICA - UFPE 56 23 Anexo IV - Regulamento e Instrução Normativa do Trabalho de Conclusão de Curso ENGENHARIA ELÉTRICA - UFPE 57 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE TECNOLOGIA E GEOCIÊNCIAS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA Colegiado do Curso de Graduação em Engenharia Elétrica REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DO CURSO DE ENGENHARIA ELÉTRICA Regulamenta as normas gerais relativas ao Trabalho de Conclusão de Curso para o Curso de Engenharia Elétrica da Universidade Federal de Pernambuco O Pleno do Departamento de Engenharia Elétrica (DEE) do Centro de Tecnologia e Geociências da Uni- versidade Federal de Pernambuco (UFPE), no uso de suas atribuições e considerando a aprovação de todos os termos deste Regulamento no Colegiado do Curso de Engenharia Elétrica, CONSIDERANDO: • O Art. 12° da Resolução nº 2/2019 do MEC/CNE/CES, que estabelece que o TCC deverá demonstrar a capacidade de articulação das competências inerentes à formação do engenheiro; • A Resolução nº 18/2022 do CEPE/UFPE, que disciplina o Trabalho de Conclusão de Curso nos Cursos de Graduação da Universidade Federal de Pernambuco, RESOLVE: CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art.1º O componente curricular Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é obrigatório para o curso de graduação em Engenharia Elétrica do Departamento de Engenharia Elétrica (DEE) da UFPE. Art.2º Compete à Coordenação de TCC do curso explicitar, por meio de uma Instrução Normativa (IN-TCC), as condições específicas necessárias ao desenvolvimento do TCC, assim como os instrumentos e indicadores que serão utilizados na avaliação do Trabalho, devendo a Instrução Normativa ser aprovada pelo Colegiado do Curso de Engenharia Elétrica. Art.3º A matrícula na disciplina Trabalho de Conclusão de Curso está condicionada ao aluno já ter cursado e ter sido aprovado no(s) componente(s) curricular(es) presente(s) no Programa do Componente Curricular Trabalho de Conclusão de Curso, indicadas como sendo pré-requisito(s) no perfil curricular atual, e ao atendimento de orientações adicionais que possam estar presentes na IN-TCC do Curso de Eng. Elétrica. ENGENHARIA ELÉTRICA - UFPE 58 CAPÍTULO II DA ORIENTAÇÃO E COORIENTAÇÃO DO TCC Art.4º A orientação do TCC deverá ser realizada por profissionais com titulação mínima de mestrado, nas seguintes categorias: I - docente do quadro efetivo do Departamento de Enegenharia Elétrica; II - docente do quadro temporário ou substituto do Departamento de Engenharia Elétrica; §1º O docente do quadro temporário ou substituto somente poderá realizar a orientação do TCC após a autorização da Coordenação de TCC do curso. §2º É necessário observar, no caso da condição de docente do quadro temporário ou substituto, a vigência do contrato com a UFPE, que deverá atender o período da orientação como garantia da continuidade do acompanhamento ao estudante. Art.5º A coorientação do TCC deverá ser realizada por profissionais com titulação mínima de mestrado, nas seguintes categorias: I - docente do quadro efetivo do Departamento de Engenharia Elétrica da UFPE; II - docente do quadro temporário ou substituto do Departamento de Engenharia Elétrica da UFPE; III - docente externo pertencente ao quadro efetivo de Instituição de Ensino Superior com notório saber na área do tema do TCC; IV - profissional externo com notória experiência na área do tema do TCC. Parágrafo único Os profissionais dos incisos II, III e IV somente poderão coorientar o TCC após a autorização da Coordenação de TCC. Art.6º A escolha do orientador/coorientador deverá ser feita pelo discente com a respectiva homologação da Coordenação do TCC, considerando a relação entre a área de conhecimento a ser investigada no TCC e a área de formação ou de pesquisa do orientador/coorientador. §1º O orientador e o coorientador homologados pela Coordenação do TCC deverão assinar o Termo de Aceite de Orientação do TCC. ENGENHARIA ELÉTRICA - UFPE 59 §2º Quando necessário, o discente deverá requerer formalmente a substituição, devidamente justificada, do orientador e/ou do coorientador à Coordenação do TCC. §3º Cabe à Coordenação de TCC a indicação e homologação de outros possíveis orientadores e/ou coorientadores no caso de substituições. Art.7º O orientador deverá instruir o discente a utilizar as normas da ABNT desde o início da escrita do trabalho, em consonância com a padronização adotada pela Coordenação de TCC. CAPÍTULO III DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Art. 8º O TCC consiste em duas atividades que se complementam e se articulam entre si: I - elaboração e escrita de um trabalho que demonstre a capacidade de articulação das competências adquiridas ao longo do curso de graduação, utilizando modelos como artigo científico, monografia, elaboração de projetos, estudos bibliográficos, dentre outros. II - defesa do trabalho desenvolvido, diante da Banca Examinadora. §1º As especificidades e o(s) modelo(s) adotado(s) para o TCC deverão ser tratados na IN-TCC. §2º O TCC deve obedecer às normas éticas da pesquisa científica. §3º O tema a ser desenvolvido no TCC é escolhido pelo discente com base nas áreas de conhecimento desenvolvidas ao longo do curso. §4º O TCC deverá estar em concordância com as normas da ABNT e com a padronização adotada pela Coordenação de TCC. Art.9º O TCC pode ser realizado individualmente ou em equipe, sendo que, em qualquer situação, deverá ser possível se avaliar a efetiva contribuição de cada aluno, assim como sua capacidade de articulação das competências visadas, conforme estabelece o Art.12° da Resolução nº 2/2019, do MEC/CNE/CES. Parágrafo único As especificidades relativas ao desenvolvimento de trabalhos individuais e/ou em equipe deverão ser tratadas na IN-TCC. ENGENHARIA ELÉTRICA - UFPE 60 Art.10. O depósito do TCC no Repositório Digital da UFPE, deverá estar em consonância com o que estabelece a Resolução vigente da CEPE/UFPE sobre Trabalhos de Conclusão de Curso. CAPÍTULO IV DA AVALIAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Art.11. O TCC será avaliado por uma Banca Examinadora homologada pela Coordenação de TCC, ouvidos o orientador e o aluno, seguindo os critérios estabelecidos na IN-TCC. Art.12. A Banca Examinadora poderá contar com profissionais nas seguintes categorias: I - docente do quadro efetivo do Departamento; II - docente do quadro temporário ou substituto do Departamento; III - docente externo ao Departamento e pertencente ao quadro efetivo de Instituição de Ensino Superior com notório saber na área do tema do TCC; IV - profissional externo com experiência na área do trabalho desenvolvido. Parágrafo único O número de integrantes, assim como a proporcionalidade das categorias dos incisos I, II, IV e IV na composição da Banca Examinadora deverá ser definida na IN-TCC Art.13. A apresentação do TCC poderá acontecer de forma remota ou presencial, ficando essa escolha a critério do orientador. §1º A data da apresentação do TCC será definida pelo orientador, respeitando-se o cronograma estabelecido pela Coordenação de TCC para as apresentações. §2º A organização da apresentação do TCC ficará sob a responsabilidade do orientador, que deverá entrar em contato com os demais integrantes da Banca Examinadora para definirem o horário da apresentação, se a apresentação será presencial ou remota, a plataforma que será utilizada, no caso de apresentação remota, dentre outros, sendo o rito de apresentação do TCC presidido pelo orientador. §3º Optando-se pela apresentação de modo presencial, o orientador será responsável por tomar as medidas necessárias como reservar a sala, verificar a disponibilidade e funcionamento dos equipamentos, assim como quaisquer outros cuidados que se façam necessários ao bom anda-mento da apresentação. ENGENHARIA ELÉTRICA - UFPE 61 Art.14. Será considerado reprovado o discente que não atingir a nota mínima necessária para o componente curricular e/ou não atingir a frequência necessária. CAPÍTULO V DA COORDENAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Art.15. A Coordenação do TCC deverá ser exercida por um docente do quadro efetivo do Departamento, mediante indicação feita pelo Departamento e homologação do Colegiado do Curso. Art.16. O Chefe do Departamento providenciará a expedição e publicação de portaria de designação do Coordenador de TCC. Art.17. A Coordenação do TCC tem as atribuições definidas no Art.9º da Resolução nº 18/2022 do CEPE/UFPE e, também: I - padronizar os modelos de documento no padrão ABNT que serão utilizados. II - providenciar o arquivamento dos pareceres das Bancas Examinadoras por um prazo de 12 meses, contado a partir da data da defesa; III - orientar a submissão dos TCC no Repositório Digital da UFPE, em concordância com o que estabelece a Resolução vigente da CEPE/UFPE sobre Trabalhos de Conclusão de Curso. IV - providenciar, quando necessário, o termo de depósito legal e autorização para publicação no repositório, assinado pelo autor do TCC em casos de depósito de discente egresso ou outras excepcionalidades; V - enviar a comprovação de defesa para a biblioteca setorial do centro; VI- Homologar os integrantes titulares e, havendo necessidade, os suplentes que atuarão como examinadores na avaliação da monografia e na apresentação do TCC. Parágrafo único O Colegiado do Curso poderá incluir outras atribuições ao Coordenador de TCC, se houver entendimento dessa necessidade. CAPÍTULO V DA COORDENAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Art.15. A Coordenação do TCC deverá ser exercida por um docente do quadro efetivo do De-partamento, mediante indicação feita pelo Departamento e homologação do Colegiado do Curso. ENGENHARIA ELÉTRICA - UFPE 62 Art.16. O Chefe do Departamento providenciará a expedição e publicação de portaria de designação do Coordenador de TCC. Art.17. A Coordenação do TCC tem as atribuições definidas no Art.9º da Resolução nº 18/2022 do CEPE/UFPE e, também: I - padronizar os modelos de documento no padrão ABNT que serão utilizados. II - providenciar o arquivamento dos pareceres das Bancas Examinadoras por um prazo de 12 meses, contado a partir da data da defesa; III - orientar a submissão dos TCC no Repositório Digital da UFPE, em concordância com o que estabelece a Resolução vigente da CEPE/UFPE sobre Trabalhos de Conclusão de Curso. IV - providenciar, quando necessário, o termo de depósito legal e autorização para publicação no repositório, assinado pelo autor do TCC em casos de depósito de discente egresso ou outras excepci- onalidades; V - enviar a comprovação de defesa para a biblioteca setorial do centro; VI - Homologar os integrantes titulares e, havendo necessidade, os suplentes que atuarão como exa- minadores na avaliação da monografia e na apresentação do TCC. Parágrafo único O Colegiado do Curso poderá incluir outras atribuições ao Coordenador de TCC, se houver entendimento dessa ne- cessidade. CAPÍTULO VI DAS DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS E FINAIS Art.18. Os casos omissos a esse Regulamento serão examinados pela Coordenação de TCC que poderá, havendo necessidade, solicitar a deliberação do Colegiado do Curso de Engenharia Elétrica e, em última instância, à PROGRAD. Art. 19. Este Regulamento entra em vigor na data de sua aprovação e revoga todos os Regulamentos anteriores que versam sobre Trabalho de Conclusão de Curso no âmbito do Curso de Eng. Elétrica. ESTE REGULAMENTO FOI APROVADO PELO COLEGIADO DO CURSO DE ENGE- NHARIA ELÉTRICA EM REUNIÃO REALIZADA NO DIA 05/05/2023 E FOI APROVADO PELO PLENO DO DEPARTAMENTO DE ENG. ELÉTRICA EM REUNIÃO REALIZADA NO DIA 10/05/2023. ENGENHARIA ELÉTRICA - UFPE 63 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE TECNOLOGIA E GEOCIÊNCIAS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA Colegiado do Curso de Graduação em Engenharia Elétrica INSTRUÇÃO NORMATIVA REFERENTE A TRABALHO DE CONCLUSÃO DO CURSO DE ENGENHARIA ELÉTRICA Estabelece orientações e procedimentos relativos ao Trabalho de Conclusão de Curso de Eng. Elétrica da UFPE O Colegiado do Curso de Engenharia Elétrica - no uso de suas atribuições - estabelece a seguinte Instrução Normativa para Trabalho de Conclusão de Curso - TCC do Curso de Engenharia Elétrica da UFPE, CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art.1º O TCC deverá ser realizado individualmente. Art.2º O TCC deverá ser desenvolvido no padrão de uma monografia, consistindo em duas atividades que se complementam: I - elaboração e escrita de um trabalho que demonstre a capacidade de articulação das competências adquiridas ao longo do curso de graduação; II - defesa do trabalho desenvolvido diante de uma Banca Examinadora. Art.3º Todos os documentos que requeiram assinaturas, deverão ser assinados digitalmente por meio de certificação válida, como o ICP-Brasil, ICP-Edu, GOV.BR, SIPAC/UFPE, dentre outras plataformas de assinaturas digitais válidas. CAPÍTULO II DO DESENVOLVIMENTO DO TCC Art.4º O Termo de Aceite de Orientação e o Plano de Desenvolvimento de TCC são os documentos que formalizam a orientação do TCC. ENGENHARIA ELÉTRICA - UFPE 64 Parágrafo único O Termo de Aceite de Orientação e o Plano de Desenvolvimento do TCC deverão ser enviados à Coordenação de TCC devidamente preenchidos e assinados, respeitando-se a data limite que for estabelecida e as orientações específicas para o envio com a respectiva confirmação de recebimento por parte da Coordenação de TCC, para que a homologação da orientação seja efetivada. Art.5º É permitida a alteração do título e/ou do tema do trabalho, desde que com a anuência prévia do orientador e a respectiva comunicação formal da alteração junto à Coordenação de TCC. Art.6º Completados, aproximadamente, 50% da carga horária da disciplina Trabalho de Conclusão de Curso, contados a partir da data de início das aulas, o orientador deverá enviar à Coordenação de TCC o Formulário de Acompanhamento preenchido e assinado, informando sobre a continuidade ou não do TCC, fundamentado no rendimento e no desempenho do discente em realizar das atividades inerentes ao desenvolvimento do TCC no semestre letivo em curso. §1º No caso do orientador se posicionar de modo contrário à continuidade do desenvolvimento do TCC, o estudante será imediatamente reprovado por falta. §2º A data limite para o encaminhamento do Formulário de Acompanhamento será divulgada no início de cada semestre letivo, assim como as orientações para o envio com a respectiva confirmação de recebimento por parte da Coordenação de TCC. CAPÍTULO III DA DEFESA E AVALIAÇÃO DO TCC Art.7º O TCC será avaliado em duas etapas que se complementam: I - Avaliação da Monografia – AM; II - Apresentação diante da Banca Examinadora - ABE. Art.8º A AM será realizada por 2 (dois) avaliadores das categorias indicadas no Art.12 do Regulamento de TCC do curso, devendo ao menos 1 (um) integrante ser docente do quadro efetivo ou temporário/substituto do Departamento. §1º Os avaliadores serão definidos pela Coordenação de TCC. §2º A avaliação será do tipo duplo-cego (“double-blind”), de modo que o autor do trabalho, juntamente com seu orientador/coorientador, e os avaliadores terão suas identidades omitidas. ENGENHARIA ELÉTRICA - UFPE 65 §3º A Avaliação da Monografia (AM) será balizada por critérios específicos presentes na Ficha de Avaliação que deverá ser disponibilizada pela Coordenação de TCC. §4º Os avaliadores terão um prazo para emitir seus pareceres, definido no cronograma que será disponibilizado pela Coordenação de TCC, e enviá-los à Coordenação de TCC devidamente preenchidos e assinados, respeitando-se as orientações específicas para o envio. §5º Cada avaliador irá atribuir uma nota de 0 (zero) a 10,0 (dez) à monografia. A nota final da AM será determinada pela média aritmética das notas atribuídas pelos respectivos avaliadores, tendo o valor máximo igual 10 (dez). §6º O trabalho que obtiver nota final menor que 6,0 (seis) na AM será considerado de conteúdo insatisfatório para a apresentação diante de uma banca, o que acarretará a reprovação imediata do discente, por faltas, na disciplina Trabalho de Conclusão de Curso. §7º O trabalho que obtiver nota final na AM maior ou igual a 6,0 (seis), seguirá para a Apresentação diante da Banca Examinadora (ABE). Art.9º O trabalho seguirá para a ABE com o status de aprovado (conteúdo satisfatório), contudo, a nota final da AM não será revelada aos membros da Banca Examinadora, incluindo o orientador/coorientador e discente. §1º A Banca Examinadora deverá ser constituída por 3 (três) integrantes sendo, preferencialmente, formada pelos 2 (dois) avaliadores da AM e o orientador. Não havendo essa possibilidade, a Banca Examinadora será constituída pelo orientador, caso seja participante, e por integrantes das categorias indicadas no Art.12 do Regulamento de TCC do curso. §2º Cada um dos integrantes da Banca Examinadora irá atribuir uma nota de 0(zero) a 10,0 (dez)à apresentação. A nota final da ABE será determinada pela média aritmética das notas atribuídas pelos integrantes da Banca, tendo o valor máximo igual 10,0 (dez). §3º O coorientador poderá participar da Banca Examinadora como um 4º integrante, contudo, não atribuirá nota ao TCC. Art. 10º O orientador deverá enviar a Ata de Defesa à Coordenação de TCC devidamente preenchida e assinada, respeitando-se a data limite que for estabelecida e as orientações específicas para o envio com a respectiva confirmação de recebimento por parte da Coordenação de TCC. ENGENHARIA ELÉTRICA - UFPE 66 §1º Após o recebimento da Ata de Defesa, a Coordenação de TCC deverá proceder com as seguintes ações: I - realizar a apuração da nota final do TCC. II - enviar ao orientador a nota final do TCC obtida pelo discente, com o detalhamento de todas as notas individuais atribuídas na AM e na ABE. Os avaliadores da AM permanecerão anônimos nesse detalhamento. §2º A nota final (NF) do TCC terá a seguinte composição: NF = (0,6 . AM) + (0,4 . ABE), sendo o valor máximo igual 10,0 (dez). Art.11. Para a aprovação na disciplina Trabalho de Conclusão de Curso, é necessário que NF seja maior ou igual a 7,0 (sete). Parágrafo único No caso da NF ser menor que 7,0, será considerado que o TCC apresentou rendimento insatisfatório, o que acarretará a reprovação do discente por falta na disciplina Trabalho de Conclusão de Curso. Capítulo IV DA APRESENTAÇÃO DO TCC Art.12. A coordenação de TCC definirá um cronograma para as apresentações de TCC. Parágrafo único A apresentação do TCC poderá acontecer em data que seja anterior ao estabelecido no cronograma, desde que com a anuência do orientador e da Coordenação de TCC. Art.13. Para a realização da apresentação do TCC, o aluno deverá enviar à Coordenação de TCC a monografia finalizada e a Solicitação de Defesa de TCC devidamente preenchida e assinada, respeitando-se a data limite que for estabelecida e as orientações específicas para o envio com a respectiva confirmação de recebimento por parte da Coordenação de TCC. Parágrafo único No caso do envio da monografia não ser realizado até a data limite, o discente será considerado desistente, sendo imediatamente reprovado por falta. Art.14. Havendo necessidade, a apresentação do TCC poderá acontecer de forma restrita, fechada ao público geral. Nesse caso, o orientador poderá solicitar aos participantes da apresentação, inclusive aos integrantes da banca, que assinem um Termo de Confidencialidade. ENGENHARIA ELÉTRICA - UFPE 67 Art.15. O tempo de apresentação do TCC e o de arguição da banca serão definidos pelo orientador, em concordância com os demais integrantes da Banca Examinadora. Parágrafo único No caso do tempo de apresentação e de arguição não serem definidos pela Banca Examinadora, fica estipulado que o tempo de apresentação será de no mínimo de 20 minutos e no máximo de 25 minutos, com tempo de arguição limitado a 15 minutos para cada integrante da Banca Examinadora. Art.16. Havendo aprovação do TCC, o aluno deverá enviar a versão final do TCC à Coordenação de TCC, respeitando-se a data limite que for estabelecida e as orientações específicas para o envio com a respectiva confirmação de recebimento por parte da Coordenação de TCC. §1º A versão final do TCC é o documento produzido após as correções/ajustes indicados pela Banca Examinadora e/ou pelos avaliadores da AM, com a devida conferência e anuência do orientador. §2º A Coordenação de TCC deverá disponibilizar as orientações necessárias para a efetivação da anuência por parte do orientador em relação à versão final do TCC. Art.17. A nota do aluno somente será lançada na plataforma online de registro de atividades SIGAA após o atendimento do Art.10 e do Art.16, desta Instrução Normativa. Capítulo IV DAS DISPOSIÇÕES FINAIS Art.18. Os casos omissos a esta Instrução Normativa serão examinados pela Coordenação de TCC que poderá, havendo necessidade, solicitar a deliberação do Colegiado do Curso de Engenharia Elétrica e, em última instância, da PROGRAD. Art.19. Esta Instrução Normativa entra em vigor a partir do semestre letivo de 2023.1 da UFPE e revoga as Instruções Normativas anteriores que versam sobre Trabalho de Conclusão de Curso no âmbito do Curso de Engenharia Elétrica. ESTA INSTRUÇÃO NORMATIVA FOI APROVADA EM REUNIÃO DO COLEGIADO DO CURSO DE ENGENHARIA ELÉTRICA, REALIZADA NO DIA 05 DE MAIO DE 2023. ENGENHARIA ELÉTRICA - UFPE 68 24 Anexo V - Regulamento das Ações Curriculares de Extensão ENGENHARIA ELÉTRICA - UFPE 69 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE TECNOLOGIA E GEOCIÊNCIAS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA Colegiado do Curso de Graduação em Engenharia Elétrica REGULAMENTO DAS AÇÕES CURRICULARES DE EXTENSÃO DO CURSO DE ENGENHARIA ELÉTRICA Regulamenta as Ações Curriculares de Extensão (ACEx) no Curso de Engenharia Elétrica. O Pleno do Departamento de Engenharia Elétrica do Centro de Tecnologia e Geociências da Universidade Federal de Pernambuco, no uso de suas atribuições, CONSIDERANDO: • a Resolução nº 7, de 18 de dezembro de 2018, do Conselho Nacional de Educação (CNE), que estabelece as diretrizes para a extensão na Educação Superior brasileira e regulamenta o disposto na meta 12, estratégia 12.7, da Lei nº 13.005/2014, que aprova o Plano Nacional de Educação (PNE) 2014 – 2024, indicando que as atividades de extensão deverão fazer parte da matriz curricular dos cursos e compor, no mínimo, 10% (dez por cento) do total da carga horária curricular estudantil dos cursos de graduação e dá outras providências; • a Resolução nº 16, de 2 de outubro de 2019, do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE) da UFPE, que dispõe sobre as atividades de extensão e dá outras providências, particularmente quanto às diretrizes de: interação dialógica; interdisciplinaridade e interprofissionalidade; indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão; impacto na formação do estudante; impacto e transformação social; • a Resolução nº 31, de 16 de dezembro de 2022, do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE) da UFPE, que regulamenta a inserção e o registro das Ações Curriculares de Extensão (ACEx) como carga horária obrigatória nos Projetos Pedagógicos de Curso (PPC) de Graduação; ENGENHARIA ELÉTRICA - UFPE 70 RESOLVE: CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art.1° O curso de graduação em Engenharia Elétrica define, no seu perfil 4405, uma carga horária obrigatória de 370 horas para as Ações Curriculares de Extensão (ACEx), correspondendo a 10% da carga horária total definida no perfil (3700 horas). Art.2° As ACEx são ações de extensão, devidamente registradas, aprovadas e certificadas no âmbito da PROExC, realizadas pelo aluno, como membro da equipe de execução, as quais devem estar evidentes o papel do aluno como um de seus protagonistas. Art.3° As modalidades de ACEx aceitas pela Coordenação de Curso estão definidas em resoluções vigentes da CEPE/UFPE (atualmente, as Resoluções nº 16/2019 e nº 31/2022). Parágrafo único O curso de graduação em Engenharia Elétrica não possui carga horária de extensão definida nos seus Componentes Curriculares, impossibilitando a execução desta modalidade. Art.4° Os alunos poderão realizar ACEx desde o 1º período, em ações vinculadas a qualquer curso, departamento, centro ou campus da UFPE, sem a necessidade da apreciação e aprovação da mesma pela Coordenação ou Colegiado do Curso. Parágrafo único Os alunos poderão realizar ACEx em outras Instituições de Ensino Superior (IES), sendo a carga horária contabilizada somente após a apreciação e a aprovação da ação pela Coordenação Setorial de Extensão do Centro de Tecnologia e Geociências (CExC-CTG). Art.5° As ACEx deverão ocorrer de forma presencial, podendo ser executadas, parcial ou totalmente, em ambiente virtual, em casos particulares definidos pelo coordenador da ação. Art. 6° Cabe a PROExC definir a normatização dos procedimentos de cadastro, avaliação, aprovação e certificação das ações de extensão da UFPE, regulamentada por resoluções e instruções normativas em vigor, provendo uma plataforma virtual para viabilizar a execução da normatização. Parágrafo único A plataforma atual para cadastro, avaliação e aprovação das ACEx é o SigProj, podendo esta plataforma ser substituída por outra a ser definida pela PROExC. ENGENHARIA ELÉTRICA - UFPE 71 Art.7° Cabe a PROGRAD definir como se dará a normatização do registro da carga horária das ACEx no histórico escolar do aluno, regulamentada por resoluções e instruções normativas em vigor, provendo uma plataforma virtual que permita a Coordenação de Curso realizar a inserção do registro da carga horária, após a devida comprovação por parte do aluno. Parágrafo único A plataforma para registro da carga horária das ACEx é o SIGAA, por meio do Componente Curricular obrigatório “Ações Curriculares de Extensão” de carga horária de 370 horas, podendo esta plataforma ser substituída por outra a ser definida pela PROGRAD. Art.8° Cabe ao aluno obter as declarações oficiais das ACEx, somando uma carga horária total igual ou superior a 370 horas, e procurar a Coordenação do Curso para obter as instruções necessárias para registro dessa carga horária no seu histórico escolar. Art.9° Os casos omissos neste regulamento serão objetos de análise e deliberação por parte do Colegiado do Curso, podendo este consultar, caso necessário, a PROGRAD e a PROExC. Art.10. Este regulamento entra em vigor na data de sua aprovação pelo Pleno e revoga quaisquer regulamentos e disposições em contrário. ESTE REGULAMENTO FOI APROVADO PELO COLEGIADO DO CURSO DE ENGENHARIA ELÉTRICA EM REUNIÃO REALIZADA NO DIA 06/02/2023 E FOI APROVADO PELO PLENO DO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA EM REUNIÃO REALIZADA NO DIA 10/05/2023. ENGENHARIA ELÉTRICA - UFPE 72 25 Anexo VI - 1) Aprovação do PPC pelo Colegiado do Curso de Eng. Elétrica; 2) Aprovação do PPC pelo Pleno do Depto. de Eng. Elétrica; 3) Parecer favorável pela Aprovação do PPC por Relatora da Câmara de Graduação do CTG; e, 4) Aprovação AD Referendum do PPC pelo Departamental do CTG: UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE TECNOLOGIA E GEOCIÊNCIAS-ESCOLA DE ENG. DE PERNAMBUCO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA COLEGIADO DO CURSO DE ENGENHARIA ELÉTRICA TRECHO DE ATA 1 Ata da Reunião Virtual do Colegiado Curso de Graduação em Engenharia Elétrica da Universidade Federal de 2 Pernambuco, realizada em ambiente eletrônico - conforme disposto no Art 6º, parágrafo 4º do Regimento da UFPE 3 - na forma de consulta, aberta no período da 0h00 (zero hora) do dia 31 de maio de 2023 (quarta-feira) até às 4 23h59 (vinte e três horas e cinquenta e nove minutos) do dia 01 de junho de 2023 (quinta-feira), sob a presidência 5 do senhor Coordenador do Curso de Engenharia Elétrica, Prof. Zanoni Dueire Lins................................................. 6 ........................................................................................................................................................................ 7 Assunto da pauta: Aprovação do Novo Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Engenharia Elétrica da UFPE (Perfil 8 4405). O senhor presidente, Prof. Zanoni Dueire Lins iniciou a reunião expondo um resumo dos principais pontos 9 do novo Projeto Pedagógico. Em seguida, o presidente da reunião colocou para votação e o novo PPC de 10 Engenharia Elétrica foi aprovado por unanimidade. Recife, 02 de junho de 2023........................................................ 11 ........................................................................................................................................................................ 12 13 14 Recife, 02 de fevereiro de 2023. 15 Copiei do original. 16 17 Maria do Carmo Neves de Carvalho Pereira 18 Assistente em Administração MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E FOLHA DE ASSINATURAS CONTRATOS Emitido em 02/06/2023 TRECHO DA ATA DE COLEGIADO Nº 685/2023 - DEPEESP (11.65.62) (Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO) (Assinado digitalmente em 02/06/2023 07:54 ) MARIA DO CARMO NEVES DE CARVALHO PEREIRA ASSISTENTE EM ADMINISTRACAO DEPEESP (11.65.62) Matrícula: 1131777 Para verificar a autenticidade deste documento entre em http://sipac.ufpe.br/documentos/ informando seu número: 685, ano: 2023, tipo: TRECHO DA ATA DE COLEGIADO, data de emissão: 02/06/2023 e o código de verificação: 38ed786614 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE TECNOLOGIA E GEOCIÊNCIAS-ESCOLA DE ENGENHARIA DE PERNAMBUCO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA TRECHO DE ATA Ata da Terceira (3ª) Reunião Ordinária do Pleno do Departamento de Engenharia Elétrica, do Centro de Tecnologia e Geociências - Escola de Engenharia de Pernambuco, da Universidade Federal de Pernambuco, realizada aos quinze dias do mês de junho do ano de dois mil e vinte e três (15/06/23), às 09h30 (nove horas e trinta minutos), na sala 014 do Departamento, sob a presidência do Prof. Marcelo Cabral Cavalcanti, Chefe do DEE, e secretariada por mim, Bruno de Souza Jeronimo ......................................................................................................... …................................................................................................................................................ 3º Assunto da Pauta - Aprovação do Novo Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Engenharia Elétrica da UFPE (Perfil 4405) - O Senhor Presidente trouxe para apreciação do Pleno do DEE a proposta de Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Elétrica, documento proposto pelo Núcleo Docente Estruturante do referido curso, e aprovado por unanimidade pelo Colegiado do Curso. Para melhor explanar as mudanças no Projeto e consequente alteração de perfil curricular, o Senhor Presidente passou a palavra ao Professor Zanoni Dueire Lins, Coordenador do referido Curso. Das principais mudanças, temos a modificação da carga horária global para 3700 horas, acréscimo de horas obrigatórias em atividades de extensão, atendimento às novas diretrizes e resoluções, tanto do MEC quanto internas da Universidade, alterações nos conteúdos programáticos das disciplinas, entre outros pontos que compõem o documento base, de forma a melhor refletir os paradigmas do perfil Profissional do Engenheiro Eletricista. Após explanado, o assunto foi posto em discussão. Abrindo as discussões, o Prof. Ronaldo Ribeiro Barbosa de Aquino questionou a necessidade de o PPC em discussão contemplar 370 horas de extensão obrigatórias para conclusão do curso. Nas palavras dele, além de o Pleno e o próprio curso não possuírem uma vocação para extensão e serem poucos os alunos de Elétrica a participarem de tais atividades, apenas 3 cursos no CTG hoje se adequaram a essa nova resolução, o Departamento teria prazo até que isso se tornasse uma obrigatoriedade e a própria Universidade pode vir a alterar os termos propostos para atender as realidades de diferentes graduações. Afirmou também que uma série de outras disciplinas discutidas pelo NDE foram preteridas em detrimento dessas horas de extensão, e que, de todo caso, o PPC poderia ser aprovado sem esse compromisso das 370 horas de atividades de extensão, que poderiam ser inseridas numa próxima atualização do documento, caso não tivéssemos alternativa. O prof. Augusto Cesar Cavalcanti de Oliveira se manifestou de acordo com o relatado pelo Prof. Ronaldo Aquino, declarando que o Departamento deveria proceder com cautela, para não se adiantar nessa decisão e depois não ter como cumprir a meta de carga horária. Em seguida, a palavra foi cedida ao Prof. Leonardo Rodrigues Limongi que, no seu argumento, alertou que as instâncias superiores da UFPE não aceitariam um PPC sem o SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE TECNOLOGIA E GEOCIÊNCIAS-ESCOLA DE ENGENHARIA DE PERNAMBUCO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA TRECHO DE ATA atendimento dessas horas de extensão, e que todos os cursos que possuem projetos pedagógicos em andamento estão sendo cobrados quanto da adequação dos dez por cento da carga horária total para esse tipo de atividade. Não obstante, apesar de reconhecer que o Departamento tem pouca expressividade em extensão, ressaltou que diversas oportunidades já vem sendo ofertadas, como é o caso das ações do Capacitar, do ECASE, a empresa júnior Watt, do Capibarib-e, entre outros, que são excelentes oportunidades de os discentes serem expostos ao mundo externo, terem experiências que proporcionam a expansão dos horizontes para fora da sala de aula e que se observa que os participantes aparentam estar bastante engajados e estimulados no decurso dessas atividades. Informou também que novas atividades em ciclo perene estão sendo desenvolvidas, como a colaboração do Prof. Herbert Albérico de Sá Leitão com o Departamento de Fisioterapia, e uma nova atividade de extensão mais focada em pesquisa, com o Prof. Eduardo José Barbosa. Em seguida o Prof. Rafael Cavalcanti Neto trouxe sua perspectiva como Coordenador de uma atividade de extensão recente onde fora ofertado um curso de NR10. O Professor afirmou que o curso em si foi bem recebido e que dentro do público constavam alunos que pertencem ao perfil antigo de curso, e que a princípio não precisariam dessa carga horária, denotando assim que existe um interesse e demanda por parte dos discentes, e uma procura por outros cursos e capacitações na área. A palavra foi cedida também aos representantes do Diretório Acadêmico do curso de Engenharia Elétrica e ao servidor Marcos André de Almeida da Silva. Ambos corroboraram com uma opinião positiva sobre a questão das horas de extensão, argumentando no sentido da exposição e promoção de interações com o mundo externo à Universidade e os benefícios para formação individual, das possibilidades de vivenciar os conteúdos do curso e de muitos relatos otimistas de alunos que passaram por essas atividades e renovaram seu interesse pela graduação em Elétrica. Por fim, o Professor Marcelo Cabral Cavalcanti, na condição de Chefe do Departamento e Presidente da sessão, deu por encerrada a fase de discussão, informando que não haveria a possibilidade de o PPC em pauta seguir para as instâncias superiores sem que a carga horária de extensão, nos termos da resolução do CCEPE, fizesse parte do compromisso estabelecido no projeto. Desta forma, as opções são aprovar o PPC na íntegra ou recusar o documento. Encerradas as discussões o assunto foi posto em votação. Foram contrários à aprovação do PPC proposto os Professores: Alex Ferreira Moreira; Jeydson Lopes da Silva, Milde Maria da Silva Lira, Otoni Nóbrega Neto e Ronaldo Ribeiro Barbosa de Aquino. Foi registrada a abstenção do Prof. Augusto Cesar Cavalcanti de Oliveira. Restaram 19 votos favoráveis dos demais presentes. Verificado o número de votos, o assunto foi aprovado por maioria simples... …………………………………………..….……......................... .................................................................................................................................................... Recife, 22 de Junho de 2023 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E FOLHA DE ASSINATURAS CONTRATOS Emitido em 22/06/2023 EXTRATO DE ATA Nº 1755/2023 - DEPEESP (11.65.62) (Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO) (Assinado digitalmente em 22/06/2023 11:22 ) BRUNO DE SOUZA JERONIMO ASSISTENTE EM ADMINISTRACAO DEPEESP (11.65.62) Matrícula: 1467165 Para verificar a autenticidade deste documento entre em http://sipac.ufpe.br/documentos/ informando seu número: 1755, ano: 2023, tipo: EXTRATO DE ATA, data de emissão: 22/06/2023 e o código de verificação: 67bf2286d7 19/07/2023, 09:58 sipac.ufpe.br/sipac/protocolo/documento/documento_visualizacao.jsf?imprimir=true&idDoc=2249054 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO DEPARTAMENTO DE ENERGIA NUCLEAR - CTG DESPACHO Nº 68753 / 2023 - DEPENUC (11.65.50) Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO Recife-PE, 14 de julho de 2023. À Direção do Centro de Tecnologia e Geociências (CTG/UFPE) Após a leitura e análise da proposta do novo Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Elétrica (Doc. 2 processo n. 23076.061204/2023-42) dou parecer favorável. Atenciosamente, (Assinado digitalmente em 14/07/2023 14:16 ) MARIANA BRAYNER CAVALCANTI FREIRE BEZERRA PROFESSOR DO MAGISTERIO SUPERIOR CGEE DEPENUC (11.65.33) Matrícula: 2154686 Processo Associado: 23076.061204/2023-42 Para verificar a autenticidade deste documento entre em http://sipac.ufpe.br/public/documentos/index.jsp informando seu número: 68753, ano: 2023, tipo: DESPACHO, data de emissão: 14/07/2023 e o código de verificação: a39daa73db https://sipac.ufpe.br/sipac/protocolo/documento/documento_visualizacao.jsf?imprimir=true&idDoc=2249054 1/1 19/07/2023, 09:58 sipac.ufpe.br/sipac/protocolo/documento/documento_visualizacao.jsf?imprimir=true&idDoc=2254039 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO DIRETORIA DO CENTRO DE TECNOLOGIA E GEOCIENCIAS - CTG DESPACHO Nº 69792 / 2023 - CTG (11.65) Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO Recife-PE, 18 de julho de 2023. À: Coordenação Didático Pedagógica - PROGRAD Aprovo ad referendum do conselho do Centro o Novo PPC do Curso de Engenharia Elétrica, de acordo com o parecer favorável da professora Mariana Brayner, conforme documentação anexa. Atenciosamente, (Assinado digitalmente em 18/07/2023 11:37 ) JOSE ARAUJO DOS SANTOS JUNIOR VICE DIRETOR CTG (11.65) Matrícula: 1524611 Processo Associado: 23076.061204/2023-42 Para verificar a autenticidade deste documento entre em http://sipac.ufpe.br/public/documentos/index.jsp informando seu número: 69792, ano: 2023, tipo: DESPACHO, data de emissão: 18/07/2023 e o código de verificação: dc1bcb49dd https://sipac.ufpe.br/sipac/protocolo/documento/documento_visualizacao.jsf?imprimir=true&idDoc=2254039 1/1 ENGENHARIA ELÉTRICA - UFPE 80 26 Anexo VII - Aprovação do PPC pelos Plenos dos Departamentos responsáveis pelos componentes curriculares do curso 19/06/2023, 10:14 sipac.ufpe.br/sipac/protocolo/documento/documento_visualizacao.jsf?imprimir=true&idDoc=2201529 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO SECRETARIA GERAL - CIN EXTRATO DE ATA Nº 1718 / 2023 - SECGERAL (11.78.01) Nº do Protocolo: 23076.057178/2023-07 Recife-PE, 19 de junho de 2023. EXTRATO DE ATA DA REUNIÃO DO PLENO DO CENTRO DE INFORMÁTICA (CIn), DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO (UFPE), REALIZADA AOS 15 (QUINZE) DIAS DO MÊS DE JUNHO DE 2023. Expediente 4 Disciplina no curso de Engenharia Elétrica - Foi colocado pelo Prof. Paulo Borba, diretor do CIn, para apreciação dos membros deste Pleno, a aprovação da disciplina IF165 Computação Eletrônica, ministrada pelo CIn no Curso de Engenharia Elétrica - CTG, para fins de aprovação do PPC do referido curso (pág. 122 do anexo). Depois de analisado, o Pleno decidiu por unanimidade aprovar a referida disciplina. Copiei conforme original. (Assinado digitalmente em 19/06/2023 10:14 ) NARA SIQUEIRA VIANA ASSISTENTE EM ADMINISTRACAO SECGERAL (11.78.01) Matrícula: 1960407 Para verificar a autenticidade deste documento entre em http://sipac.ufpe.br/public/documentos/index.jsp informando seu número: 1718, ano: 2023, tipo: EXTRATO DE ATA, data de emissão: 19/06/2023 e o código de verificação: dad78eacde https://sipac.ufpe.br/sipac/protocolo/documento/documento_visualizacao.jsf?imprimir=true&idDoc=2201529 1/1 Ao Departamento de Engenharia Elétrica do CTG da UFPE. Assunto: Formalização da aprovação do PCC da disciplina Princípios de Eletrônica O Chefe do Departamento de Eletrônica e Sistemas, no uso das suas atribuições legais, emite “Ad Referendum” sobre: A aprovação da mudança (carga-horária, ajuste de conteúdo, nome) do PCC – Programa de Componente Curricular da disciplina Eletrônica 1(atual nome) para Princípios de Eletrônica (novo nome). Salientamos o compromisso deste Departamento de disponibilizar docentes para ministrar a referida disciplina, agora com 60h, para os cursos de Engenharia Elétrica e Engenharia de Controle de Automação. Sendo o que se apresenta. Recife, 28 de fevereiro de 2023. Prof. João Marcelo X. N. Teixeira Chefe do Departamento de Eletrônica e Sistemas – DES/UFPE SIAPE: 1055817 Av. da Arquitetura, S/N Cidade Universitária, 50.740-550 Recife/PE Fone/fax: (081) 21268217 / 21268215 – http://www.ufpe.br/des MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E FOLHA DE ASSINATURAS CONTRATOS Emitido em 2023 DOCUMENTOS COMPROBATORIOS Nº 2198/2023 - DEPEES (11.65.61) (Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO) (Assinado digitalmente em 28/02/2023 13:26 ) JOAO MARCELO XAVIER NATARIO TEIXEIRA CHEFE - TITULAR DEPEES (11.65.61) Matrícula: 1055817 Para verificar a autenticidade deste documento entre em http://sipac.ufpe.br/documentos/ informando seu número: 2198, ano: 2023, tipo: DOCUMENTOS COMPROBATORIOS, data de emissão: 28/02/2023 e o código de verificação: 285b33e778 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL E AMBIENTAL - CTG TERMO DE AD-REFERENDUM Nº 2 / 2023 - DEPECA (11.65.60) Nº do Protocolo: 23076.018082/2023-45 Recife-PE, 24 de fevereiro de 2023. AD REFERENDUM A CHEFE DO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL E AMBIENTAL, Professora Analice França Lima Amorim, no uso de suas atribuições, tendo em vista o que consta na portaria 2242 de 25 de maio de 2022 processo n° 23076.048952/2022-79, RESOLVE Aprovar ad referendum o comprometimento do Departamento de Engenharia Civil e Ambiental em fornecer professor para ministrar as disciplinas CI552-Introdução à Mecânica e Resistência dos Materiais e CI107- Fenômeno dos Transportes para o novo perfil (4405) do curso de Engenharia Elétrica. (Assinado digitalmente em 26/02/2023 15:08 ) ANALICE FRANCA LIMA AMORIM CHEFE DE DEPARTAMENTO - TITULAR DEPECA (11.65.60) Matrícula: ###669#4 Para verificar a autenticidade deste documento entre em http://sipac.ufpe.br/public/documentos/index.jsp informando seu número: 2, ano: 2023, tipo: TERMO DE AD-REFERENDUM, data de emissão: 24/02/2023 e o código de verificação: 558c81a808 https://sipac.ufpe.br/public/jsp/documentos/documento_visualizacao.jsf?idDoc=2014950 1/2 https://sipac.ufpe.br/public/jsp/documentos/documento_visualizacao.jsf?idDoc=2014950 2/2 Ofício Eletrônico - SIPAC 30/05/23 14:33 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO DEPARTAMENTO DE ECONOMIA - CCSA OFICIO ELETRONICO Nº 8/2023 - DEPECON (11.34.05) (Código: 202386632) Nº do Protocolo: 23076.049488/2023-57 Recife-PE, 30 de Maio de 2023. DEPARTAMENTO DE ECONOMIA - CCSA Título: Comprometimento do Departamento de Economia para oferecer docente afim de ministrar a disciplina EC335-Engenharia Econômica no novo PPC de Engenharia Elétrica Assunto: 019.12 - COMUNICACAO INTERNA Prezado Prof. Zanoni O Departamento de Economia está de acordo em continuar oferecendo a disciplina EC335-Engenharia Econômica (60horas) que vem oferecendo ao Departamento de Engenharia Elétrica após a elaboração do seu novo PPC. Atenciosamente, (Autenticado em 30/05/2023 14:31) GUSTAVO RAMOS SAMPAIO CHEFE - TITULAR DEPECON (11.34.05) Matrícula: 1921393 Para verificar a autenticidade deste documento entre em http://sipac.ufpe.br/public/documentos/index.jsp informando seu número: 8, ano: 2023, tipo: OFICIO ELETRONICO, data de emissão: 30/05/2023 e o código de verificação: f1b2864325 Copyright 2007 - Superintendência de Tecnologia da Informação (STI-UFPE) - UFPE https://sipac.ufpe.br/sipac/protocolo/memorando_eletronico/memorando_eletronico.jsf?idMemorandoEletronico=2168945&sr=true Page 1 of 1 Universidade Federal de Pernambuco Departamento de Estatística Centro de Ciências Exatas e da Natureza CEP: 50.740-545, Recife, PE - Brasil Fone: (81) 2126-8421 E-mail: geral.de@ufpe.br RESOLVE AD REFERENDUM A Chefe do Departamento de Estatística aprova, Ad Referendum, a oferta de professores para lecionarem a disciplina ET625 – Estatística 1, com carga horária de 60h, para o curso de Engenharia Elétrica, no perfil 4405. Recife, 29 de novembro de 2022. Maria Cristina Falcão Raposo Chefe do Departamento de Estatística SIAPE 1130236 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E FOLHA DE ASSINATURAS CONTRATOS Emitido em 29/11/2022 TERMO DE AD-REFERENDUM Nº 6/2022 - DE (11.59.03) (Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO) (Assinado digitalmente em 29/11/2022 15:26 ) MARIA CRISTINA FALCAO RAPOSO CHEFE - TITULAR DE (11.59.03) Matrícula: 1130236 Para verificar a autenticidade deste documento entre em http://sipac.ufpe.br/documentos/ informando seu número: 6, ano: 2022, tipo: TERMO DE AD-REFERENDUM, data de emissão: 29/11/2022 e o código de verificação: 987d1d25d1 Universidade Federal de Pernambuco Centro de Artes e Comunicação Departamento de Expressão Gráfica _____________________________________________________________________________________ AD REFERENDUM Tendo em vista a exiguidade do prazo para tramitação nas instâncias competentes da UFPE, aprovo “AD REFERENDUM” DO PLENO DO DEPARTAMENTO DE EXPRESSÃO GRÁFICA: (1) os programas das disciplinas obrigatórias EG468 – Geometria Gráfica Tridimensional e EG___- Expressão Gráfica; e (2) a oferta das disciplinas obrigatórias EG468 – Geometria Gráfica Tridimensional e EG___- Expressão Gráfica pelo Curso de Engenharia Elétrica da UFPE, comprometendo-se a disponibilizar docentes deste departamento para ministrá- las. Departamento de Expressão Gráfica do Centro de Artes e Comunicação, 05 de dezembro de 2022. _______________________________________________ Prof. Sadi da Silva Seabra Filho SIAPE: 1224326 Chefe do Departamento de Expressão Gráfica Centro de Artes e Comunicação Universidade Federal de Pernambuco Universidade Federal de Pernambuco - Centro de Artes e Comunicação Av. da Arquitetura, s/n - Cidade Universitária - Recife /PE CEP: 50740-550 Fone: +55 81 2126-8306, e-mail: secretaria.deg@ufpe.br MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO DEPARTAMENTO DE FISICA - CCEN CARTA Nº daaa 1403 / 2022 - DF (11.59.04) Nº do Protocolo: 23076.119404/2022-45 Recife-PE, 17 de novembro de 2022. À Coordenação do Curso de Engenharia Elétrica - UFPE Através desta, afirmamos que o Departamento de Física se compromete a oferecer para o Curso de Engenharia Elétrica as disciplinas: FI006-Fisica Geral 1; FI007-Física Geral 2; FI102-Física Experimental 1; e, FI108-Física Geral 3 para o novo perfil (perfil 4405). Colocando-me ao dispor para quaisquer esclarecimentos, subscrevo-me. (Assinado digitalmente em 17/11/2022 18:39 ) ALEXANDRE RICALDE RODRIGUES CHEFE - TITULAR DF (11.59.04) Matrícula: 2281129 Para verificar a autenticidade deste documento entre em http://sipac.ufpe.br/public/documentos/index.jsp informando seu número: 1403, ano: 2022, tipo: CARTA, data de emissão: 17/11/2022 e o código de verificação: 0a9d6bfeb1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO COORDENAÇÃO DE ENSINO - CCJ CARTA Nº 482/2023 - CE CCJ (11.40.21) Nº do Protocolo: 23076.082040/2023-70 Recife-PE, 22 de agosto de 2023. Ao Departamento de Engenharia Elétrica (Sistema Potência) - CTG (11.65.62), Digníssimo professor Zanoni, a Coordenação de Ensino do Centro de Ciências Jurídicas/UFPE se compromete em ofertar a disciplina Introdução ao Direito-PG300 (30h) do novo Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Elétrica, perfil 4405, em substituição a disciplina Introdução ao Direito-PG300 (30h) - perfil 4404. (Assinado digitalmente em 22/08/2023 18:08) HUGO CAVALCANTI MELO FILHO COORDENADOR - TITULAR CE CCJ (11.40.21) Matrícula: ###231#3 Para verificar a autenticidade deste documento entre em http://sipac.ufpe.br/public/documentos/index.jsp informando seu número: 482, ano: 2023, tipo: CARTA, data de emissão: 22/08/2023 e o código de verificação: 74d949ee5e Firefox https://sipac.ufpe.br/sipac/protocolo/documento/documento_visualizac... MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO DEPARTAMENTO DE LETRAS - CAC TERMO DE AD-REFERENDUM Nº 4 / 2023 - DL (12.13.08) Nº do Protocolo: 23076.051801/2023-74 Recife-PE, 02 de junho de 2023. A CHEFE DO DEPARTAMENTO DE LETRAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO, no uso de suas atribuições e conforme o artigo 79, inciso V, do Regimento Interno do CAC, diante da necessidade do caso, concede aprovação ad referendum do Pleno deste Departamento à inclusão da disciplina LE716 - INTRODUÇÃO À LIBRAS no PPC do Curso de ENGENHARIA ELÉTRICA, do CTG. A oferta da disciplina dependerá da disponibilidade prévia de docente atestada pela Coordenação responsável a partir do planejamento da área de Libras. (Assinado digitalmente em 02/06/2023 20:49 ) NIDIA NUNES MAXIMO CHEFE - TITULAR DL (12.13.08) Matrícula: 2143407 Para verificar a autenticidade deste documento entre em http://sipac.ufpe.br/public /documentos/index.jsp informando seu número: 4, ano: 2023, tipo: TERMO DE AD- REFERENDUM, data de emissão: 02/06/2023 e o código de verificação: 9519e16ae0 1 of 1 6/2/2023, 8:51 PM Extrato de Ata da 7ª Reunião Ordinária do Pleno do Departamento de Engenharia Mecânica realizada em 25 de novembro de 2022. ............................................................................................................................................. Item 5. Aprovação de compromisso de fornecer docentes para a nova disciplina a ser criada no PPC do Curso de Engenharia Elétrica. Foi apresentado pelo professor Silvio Eduardo Gomes de Melo a solicitação do Prof. Zanoni Dueire Lins, Coordenador do Curso de Engenharia Elétrica, conforme a elaboração de um novo PPC (Programa de Componente Curricular) foi decidido no NDE do Curso de Graduação em Engenharia Elétrica a junção das disciplinas ME217 – Máquinas Primária 1 (30h) e ME218 – Máquinas Primárias 2 (30h), para a criação de uma nova disciplina: Máquinas Térmicas e Hidráulicas (30h). Após analise pelo Pleno do Departamento, foi posto em regime de votação o compromisso em continuar oferecendo professor para ministrar a nova disciplina no Curso de Engenharia Elétrica, aprovado por unanimidade.......................................................................................................... ............................................................................................................................... Copiei do original Em 25 de novembro de 2022. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E FOLHA DE ASSINATURAS CONTRATOS Emitido em 27/02/2023 EXTRATO DE ATA Nº 291/2023 - DEMEC (11.65.55) (Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO) (Assinado digitalmente em 27/02/2023 10:27 ) SILVIO EDUARDO GOMES DE MELO CHEFE DEMEC (11.65.55) Matrícula: 1837592 Para verificar a autenticidade deste documento entre em http://sipac.ufpe.br/documentos/ informando seu número: 291, ano: 2023, tipo: EXTRATO DE ATA, data de emissão: 27/02/2023 e o código de verificação: 713c51e23a 23/11/2022 17:52 https://sipac.ufpe.br/sipac/protocolo/documento/documento_visualizacao.jsf?imprimir=true&idDoc=1884385 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO DEPARTAMENTO DE MATEMATICA - CCEN DECLARACAO Nº daaa 23875 / 2022 - DM CCEN (11.59.05) Nº do Protocolo: 23076.120981/2022-49 Recife-PE, 21 de novembro de 2022. DECLARAÇÃO AD-REFERENDUM 1. As disciplinas abaixo serão ofertadas aos alunos do Curso de Engenharia Elétrica (perfil4405)-CTG, bem como serão disponibilizados docentes para ministrarem tais componentes curriculares: MA026-Cálculo Diferencial e Integral 1 MA027-Cálculo Diferencial e Integral 2 MA128-Cálculo Diferencial e Integral 3 MA129-Cálculo Diferencial e Integral 4 MA036-Geometria Analítica MA046-Álgebra Linear 2.A disciplina abaixo será ofertadas aos alunos dos cursos de Eng. Elétrica e Eng. de Controle e Automação - CTG, bem como serão disponibilizados docentes para ministrarem tais componentes curriculares: Variáveis Complexas e Aplicações Portanto, encaminho com aprovação ad referendum do pleno do Departamento de Matemática. (Assinado digitalmente em 22/11/2022 11:17 ) HELIO MACHADO DA SILVA PORTO NETO CHEFE DE DEPARTAMENTO - TITULAR DM CCEN (11.59.05) Matrícula: 1755745 Para verificar a autenticidade deste documento entre em http://sipac.ufpe.br/public/documentos/index.jsp informando seu número: 23875, ano: 2022, tipo: DECLARACAO, data de emissão: 21/11/2022 e o código de verificação: e1b7a23d2b https://sipac.ufpe.br/sipac/protocolo/documento/documento_visualizacao.jsf?imprimir=true&idDoc=1884385 1/1 À: Coordenação de Curso de Engenharia Elétrica Assunto: Formalização da aprovação do PCC da disciplina QF001- QuímicaGeral 1 (60 horas), para o Curso de Engenharia Elétrica. O Chefe do Departamento de Química Fundamental, no uso das suas atribuições legais, emite “Ad Referendum” sobre: A aprovação do PCC Programa de Componente Curricular da disciplina QF001- Química Geral 1 para o Curso de Engenharia Elétrica. Salientamos o compromisso deste Departamento de disponibilizar docentes para ministrar a referida disciplina, com 60h, para os cursos de Engenharia Elétrica UFPE (Campus Recife). Sendo o que se apresenta. Recife, 15 de março de 2023. Prof. Eduardo Henrique Lago Falcão Chefe do Departamento de Química Fundamental(DQF) - CCEN MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E FOLHA DE ASSINATURAS CONTRATOS Emitido em 15/03/2023 DECLARACAO Nº 4255/2023 - DQF (11.59.06) (Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO) (Assinado digitalmente em 17/03/2023 10:21 ) EDUARDO HENRIQUE LAGO FALCAO CHEFE - TITULAR DQF (11.59.06) Matrícula: 1806089 Para verificar a autenticidade deste documento entre em http://sipac.ufpe.br/documentos/ informando seu número: 4255, ano: 2023, tipo: DECLARACAO, data de emissão: 17/03/2023 e o código de verificação: 55bfd67fa9 Universidade Federal de Pernambuco Centro de Filosofia e Ciências Humanas Departamento de Antropologia e Museologia DECLARAÇÃO Declaro AD REFERENDUM que o Departamento de Antropologia e Museologia se compromete a ofertar a disciplina eletiva Relações Raciais-IN866 que integra o perfil 4405 do Curso de Graduação em Engenharia Elétrica da UFPE. Recife, 11 de agosto de 2023. Universidade Federal de Pernambuco CFCH - Centro de Filosofia e Ciências Humanas DAM - Departamento de Antropologia e Museologia Av. da Arquitetura, s/n - Cidade Universitária - 13º andar - Recife/PE CEP - 50.740-550- Fone:(0**81)2126-7380 E-mail: dam@ufpe.br MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E FOLHA DE ASSINATURAS CONTRATOS Emitido em 11/08/2023 DECLARACAO Nº 14290/2023 - DEPAMUS (11.51.44) (Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO) (Assinado digitalmente em 12/08/2023 09:31 ) FRANCISCO SA BARRETO DOS SANTOS COORDENADOR - TITULAR DEPAMUS (11.51.44) Matrícula: ###492#8 Visualize o documento original em http://sipac.ufpe.br/documentos/ informando seu número: 14290, ano: 2023, tipo: DECLARACAO, data de emissão: 11/08/2023 e o código de verificação: 040e40e953 Departamento de Engenharia Elétrica - CTG Título: RE: Comprometimento do Departamento de Sociologia em oferecer docente para ministrar a disciplina SOCIOLOGIA E MEIO AMBIENTE (CS100) 30 horas. Professor Zanoni Dueire Lins (Coordenador do Curso de Engenharia Elétrica da UFPE) Venho por meio desta carta declarar que o Departamento de Sociologia assume o compromisso de ofertar a disciplina CS100 (“Sociologia e Meio Ambiente”, com carga horária de 30h), conforme requerido pelo novo Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Elétrica. Recife, 20 de junho de 2023 __________________________________ Prof. Dr. Sidartha Soria Chefe do Departamento de Sociologia/UFPE E-mail para contato: ds.cfch@ufpe.br / ds.cfch@gmail.com Av. da Arquitetura, s/n - Cidade Universitária – Campus UFPE Recife/PE -CEP: 50740-550 – Telefone: (81) 2126.8280 / 2126.8289 e-mail: dcs@ufpe.br ENGENHARIA ELÉTRICA - UFPE 102 27 Anexo VIII - Portarias de Designação dos Membros do Colegiado do Curso de Eng. Elétrica SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE TECNOLOGIA E GEOCIÊNCIAS-ESCOLA DE ENGENHARIA DE PERNAMBUCO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA PORTARIA DE PESSOAL N° 007 /2022 Ementa: Designação O CHEFE DO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA, no uso de suas atribuições legais e estatutárias RESOLVE Designar os nomes abaixo relacionados para, sob a presidência do primeiro, comporem pelo período de dois anos o Colegiado do Curso de Graduação em Engenharia Elétrica: ● Prof. Zanoni Dueire Lins ● Prof. Vicente Ribeiro Simoni ● Prof. Alexander Barros Lima; ● Prof. Fabrício Bradaschia; ● Prof. Geraldo Leite Torres; ● Prof. Pedro André Carvalho Rosas; ● Prof. Luiz Henrique Alves de Medeiros; ● Representante Estudantil DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA, DO CENTRO DE TECNOLOGIA E GEOCIÊNCIAS – ESCOLA DE ENGENHARIA DE PERNAMBUCO, em 01 de Novembro de 2022. Prof. Marcelo Cabral Cavalcanti Chefe do Departamento DEE/CTG – EEPE/UFPE MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E FOLHA DE ASSINATURAS CONTRATOS Emitido em 01/11/2022 PORTARIA Nº 07/2022 - DEPEESP (11.65.62) (Nº do Documento: 10340) (Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO) (Assinado digitalmente em 29/11/2022 07:37 ) MARCELO CABRAL CAVALCANTI CHEFE - TITULAR DEPEESP (11.65.62) Matrícula: 2378833 Para verificar a autenticidade deste documento entre em http://sipac.ufpe.br/documentos/ informando seu número: 10340, ano: 2022, tipo: PORTARIA, data de emissão: 28/11/2022 e o código de verificação: 952c94599c SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE TECNOLOGIA E GEOCIÊNCIAS-ESCOLA DE ENGENHARIA DE PERNAMBUCO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA PORTARIA DE PESSOAL N° 001/2023 Ementa: Retificação O CHEFE DO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA, no uso de suas atribuições legais e estatutárias RESOLVE Retificar a portaria 007/2022 referente à composição do Colegiado do Curso de Graduação em Engenharia Elétrica: ● Onde se lê: “(...) Representante Estudantil (...)”; ● Leia-se: Giácomo Fucale Filho DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA, DO CENTRO DE TECNOLOGIA E GEOCIÊNCIAS – ESCOLA DE ENGENHARIA DE PERNAMBUCO, em 01 de Fevereiro de 2023. Prof. Marcelo Cabral Cavalcanti Chefe do Departamento DEE/CTG – EEPE/UFPE MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E FOLHA DE ASSINATURAS CONTRATOS Emitido em 23/02/2023 PORTARIA Nº 1278/2023 - DEPEESP (11.65.62) (Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO) (Assinado digitalmente em 24/02/2023 12:42 ) MARCELO CABRAL CAVALCANTI CHEFE - TITULAR DEPEESP (11.65.62) Matrícula: 2378833 Para verificar a autenticidade deste documento entre em http://sipac.ufpe.br/documentos/ informando seu número: 1278, ano: 2023, tipo: PORTARIA, data de emissão: 23/02/2023 e o código de verificação: be3f2f28eb ENGENHARIA ELÉTRICA - UFPE 107 28 Anexo IX - Portaria de Designação dos Membros do Núcleo Do- cente Estruturante (NDE) do Curso de Engenharia Elétrica GOVERNO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PORTARIA N.º 3537, DE 09 DE AGOSTO DE 2023. DESIGNAÇÃO COLETIVA O REITOR DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO, no uso das atribuições legais e estatutárias, R E S O L V E: Designar os membros para composição do Núcleo Docente Estruturante - NDE do Curso de Graduação em Engenharia Elétrica, do Centro de Tecnologia e Geociências (CTG), conforme listagem abaixo: 1. Zanoni Dueire Lins – Coordenador (Início do mandato: 01/11/2022 – Designação); 2. Vicente Ribeiro Simoni – (Início do mandato: 01/11/2022 – Designação); 3. Alexander Barros Lima - (Início do mandato: 01/11/2022 – Designação); 4. José Filho da Costa Castro - (Início do mandato: 01/11/2022 – Designação); 5. Otoni Nóbrega Neto - (Início do mandato: 01/11/2022 – Designação); 6. Pedro André Carvalho Rosas - (Início do mandato: 01/11/2022 – Designação); 7. Ronaldo Ribeiro Barbosa de Aquino - (Início do mandato: 01/11/2022 – Designação). Processo n.º 23076.060982/2023-22 ALFREDO MACEDO GOMES Reitor MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E FOLHA DE ASSINATURAS CONTRATOS Emitido em 09/08/2023 PORTARIA Nº 6804/2023 - SAAP PROGEPE (11.07.27) (Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO) (Assinado digitalmente em 09/08/2023 13:22 ) ALFREDO MACEDO GOMES REITOR - TITULAR GR (11.01) Matrícula: ###712#8 Visualize o documento original em http://sipac.ufpe.br/documentos/ informando seu número: 6804, ano: 2023, tipo: PORTARIA, data de emissão: 09/08/2023 e o código de verificação: 67517d52b3 ENGENHARIA ELÉTRICA - UFPE 110 29 Anexo X - Equivalência entre Disciplinas Tabela 12: Quadro de Equivalência QUADRO DE EQUIVALÊNCIA DE COMPONENTE CURRICULAR COMPONENTE CURRICULAR COMPONENTE PERFIL 4405 EQUIVALENTE CÓDIGO NOME CH CÓDIGO NOME CH Acionamentos de Dinâmica de EL 60 EL401 60 Máquinas Elétricas Máquinas Elétricas EL Aterramentos Elétricos 60 EL409 Aterramento 60 EL Aterramentos Elétricos 60 EL334 Aterramento 60 EL Circuitos Elétricos 2 75 EL415 Circuitos Elétricos 2 90 EL456 Controladores Lógicos Programáveis 1 60 EL407 Controladores Lógicos Programáveis 45 EL Eficiência Energética 60 EL219 Conservação de Energia 60 EL464 Eletromagnetismo 60 EL389 Eletromagnetismo 75 EL465 Engenharia de Controle 1 60 ES256 Servomecanismo 60 EL466 Engenharia de Controle 2 60 EL421 Sistemas de Controle 60 EL466 Engenharia de Controle 2 60 EL211 Sistemas de Controle 1 60 EL466 Engenharia de Controle 2 60 EL440 Engenharia de Controle 60 EL Estágio Curricular 165 EL397 Estágio Curricular 210 EG Expressão Gráfica 45 EG330 Desenho Técnico 4A 45 EG468 Geometria Gráfica Tridimensional 60 EG407 Introdução ao Desenho 60 Inteligência Artificial Aplicada EL468 Inteligência Artificial 60 EL443 60 a Controle e Automação EL Materiais Elétricos 60 EL206 Tecnologia dos Materiais 60 EL Materiais Elétricos 60 EL416 Tecnologia dos Materiais 60 EL Medidas Elétricas 60 EL210 Medidas Eletromagnéticas A 75 Métodos Computacionais EL Métodos Numéricos 60 EL391 60 para Engenharia EL475 Microcontroladores 60 EL408 Microcontroladores 45 ES Princípios de Eletrônica 60 ES221 Eletrônica 1 75 EL Segurança no Trabalho 30 EQ400 Segurança no Trabalho 30 Sistemas Digitais e EL476 e 30 Laboratório de EL393 Eletrônica Industrial 75 EL473 30 Sistemas Digitais Sistemas Digitais e EL476 e 30 Laboratório de EL452 Sistemas Digitais 60 EL473 30 Sistemas Digitais Transitórios Eletromagnéticos Transitórios Eletromagnéticos EL 60 EL404 60 em Sistemas de Potência em Sistemas de Potência EL Transmissão de Energia Elétrica 60 EL405 Transmissão de Energia Elétrica 1 60 MA Variáveis Complexas e Aplicações 60 MA326 Complementos de Matemática 1 75 ENGENHARIA ELÉTRICA - UFPE 111 30 Anexo XI - Programa dos Componentes Curriculares Obrigatórios em ordem alfabética UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática AD462 Administração 30 0 2 30 4o Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Organização, estrutura administrativa, administração de pessoal, de material, financeira e contabilidade; mercadológica e da produção. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Organização. Conceituação e princípios. Instrumentos gráficos e não gráficos. 2. Estrutura administrativa. Conceituação. Tipos. 3. Administração de pessoal. Objetivos. Funções. Legislação e previdência social. 4. Administração de material. Objetivos. Compras. Gestão e estoques. 5. Administração financeira e contábil. Função financeira. Contabilidade. Retorno de capital investido. Custos industriais. 6. Administração mercadológica. Conceito. 7. Administração de produção. Processos produtivos, PCP, CQ. Manutenção. Métodos e tempos. Projeto industrial. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. SOBRAL, F; PECI, A. Administração teoria e pratica no contexto brasileiro. São Paulo Pearson, 2008. 2. GITMAN, Lawrence J. Princípios de administração financeira. 12. Edição. São Paulo Pearson Prentice Hall, 2010. 3. BATEMAN, Thomas S.; SNELL, Scott A. Administração novo cenário competitivo. São Paulo Atlas, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. MAXIMIANO, A. Introdução a Administração. 5.ed.; São Paulo Atlas, 2000. 2. MARION, Jose Carlos; Contabilidade Básica. 11 Edição. São Paulo Atlas, 2015. 3. MATHIAS, Washington F.; GOMES, Jose M. Matemática Financeira. 5 ed. São Paulo Atlas, 2008. 4. CASAROTTO FILHO, Nelson; KOPITTKE, Bruno Hartmut. Analise de Investimentos matemática financeira, engenharia econômica, tomada de decisão, estratégia empresarial.11ª Edição. São Paulo Atlas,2010. 5. Notas de aula. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Ciências Administrativas ENGENHARIA ELÉTRICA _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Monografia Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática MA046 Álgebra Linear 1 60 0 4 60 2o Pré- MA036-Geometria Analítica Co- Requisitos requisitos Requisitos C.H. EMENTA Matrizes e sistemas lineares. Noção de espaço vetorial, subespaço, bases, dimensão. Transformações lineares, operadores, autovalores e autovetores, diagonalização Produto escalar. Operadores simétricos e ortogonais. Aplicação a quádricas e a sistemas de equações diferenciais. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Revisão de matrizes, sistemas de equações lineares, matriz associada, operações elementares, redução e forma escada. Posto e nulidade, soluções de sistemas. Determinantes, desenvolvimento de Laplace por linhas ou colunas, propriedades, características. Regra de Cramer, matrizes elementares, cálculo da inversa. Espaços vetoriais, subespaços, combinação linear, subespaço gerado. Dependência linear, bases e dimensão. Transformações lineares, núcleo e imagem, injetividade, subjetividade, isomorfismo. Matriz de transformação linear, mudança de base. Autovalores e autovetores. Diagonalização de operações, vibrações. Produto interno, projeção e base ortogonal. Complemento ortogonal, operadores e matrizes ortogonais, rotação. Diagonalização de operadores autoadjuntos. Quádricas. Sistemas de equações diferenciais lineares. Potência e exponencial de matrizes. Tópicos adicionais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. HOFFMAN, K.; KUNZE, R. Álgebra Linear. 21.ed. Rio de Janeiro: LTC, 1979. 2. LAWSON, T. Álgebra Linear. 1.ed. São Paulo: Edgar Blücher Ltda, 1997. Tradução Elza F. Gomide. 3. LAY, D. C. Álgebra Linear e suas aplicações. 2.ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. STEINBRUCH, A. Álgebra Linear. Rio de Janeiro: Makron, 1987. 2. BOLDRINI, J. L. Álgebra Linear. 3.ed. São Paulo: Harbra, 1986. 3. LIMA, E. L. Álgebra Linear, 1.ed. Rio de Janeiro: IMPA, 2014. Coleção Projeto Euclides. 4. HOWARD, A. Álgebra Linear com Aplicações. 10.ed. Porto Alegre: Bookman, 2012. 5. LIPSCHUTZ, S.; LIPSON, M. Álgebra Linear. 4.ed. Porto Alegre: Bookman, 2011. Coleção Schaum. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO MATEMÁTICA ENGENHARIA ELÉTRICA ______________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRO ELETIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Nº. de Código Nome C. H. Total Período Créditos Teórica Prática EL Aterramentos Elétricos 60 0 4 60 7o Pré- EL464 - Eletromagnetismo Co- Requisitos requisitos EL390 - Circuitos Elétricos 1 Requisitos C.H. EMENTA Teoria básica sobre aterramentos elétricos e segurança. Influência do aterramento no desempenho dos sistemas elétricos. Teoria eletromagnética aplicada a aterramentos elétricos. Descargas Atmosféricas. Resposta de aterramentos à fenômenos elétricos de baixa e de alta frequência. Normas e esquemas de aterramento. Projetos de Aterramentos. Técnicas e equipamentos de medição. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1) Teoria básica sobre aterramentos elétricos e segurança: aplicações típicas e arranjos, danos produzidos por correntes de descargas atmosféricas, efeitos da corrente elétrica nos seres vivos. 2) Revisão objetiva da teoria Eletromagnética aplicada a Aterramentos Elétricos. 3) Descargas atmosféricas: formação, tipos, formas de ondas das correntes e parâmetros típicos, densidade de descargas. 4) Aterramentos elétricos para fenômenos de baixa frequência: resistência de aterramento (caracterização, fatores associados a variação da resistência); resistividade do solo (parâmetros determinantes, sondagem geoelétrica, sondagem elétrica vertical, modelo Geoelétrico). 5) Parâmetros que descrevem o desempenho do aterramento em alta frequência: impedância harmônica, impedância impulsiva, elevação de potencial (ground potential rise - GPR), comprimento efetivo, variação da resistividade e da permissividade elétrica do solo com a frequência. 6) Projetos de Aterramentos: subestações, linhas de transmissão e de distribuição. 7) Técnicas de medição: resistividade do solo, resistência de aterramento, impedância de aterramento, testes de continuidade, tensões de toque e de passo. 8) Equipamentos de Medição: tipos de equipamentos, características operacionais e elétricas, adequação de uso nas aplicações. 9) Normas aplicáveis e esquemas de aterramento de baixa tensão. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1) FILHO, S. V. Aterramentos elétricos: conceitos básicos, técnicas de medição e instrumentação -. São Paulo: Artliber, 2005. 2) HE, J.; ZENG, R.; ZHANG, B. Methodology and Technology for Power System Grounding. Singapore: John Wiley & Sons Singapore Pte. Ltd., 2013. 3) JOFFE, E. B.; LOCK, K.-S. Grounds for Grounding: A Circuit-to-System Handbook. Piscataway, NJ: John Wiley & Sons, Inc. IEEE Electromagnetic Compatibility Society., 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1) ELECTRIC POWER RESEARCH INSTITUTE (EPRI). Guide for Transmission Line Grounding: A Roadmap for Design, Testing, and Remediation. Part I - Theory Book. Palo Alto, CA: EPRI Electric Power Research Institute, 2007. 2) PAUL, C. R. Eletromagnetismo para Engenheiros: Com Aplicações. Rio de Janeiro: LTC, 2006. 3) TELLÓ, M. et al. Aterramento elétrico impulsivo em baixa e alta frequências - Com apresentação de casos. Porto Alegre: EdiPUCRS, 2007. 4) L. C. Zanetta Júnior. Transitórios eletromagnéticos em sistemas de potência, Edusp, São Paulo, 2003. 5) Normas Técnicas e Padrões nacionais e internacionais a serem indicados ao longo do curso. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Engenharia Elétrica Engenharia Elétrica _________________________________________ _______________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) Formato Presencial X OBRIGATÓRO ELETIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Total Período Teórica Prática EL260 Cálculo de Faltas 60 0 4 60 8º EL417 – Componentes de Co- Requisitos Pré-requisitos Sistemas Elétricos Requisitos C.H. EL – Máquinas Elétricas EMENTA Representação de Sistemas Elétricos de Potência em Por Unidade e em Componentes Simétricas; Impedâncias de Sequência de Máquinas Síncronas, Motores de Indução, Transformadores, Linhas de Transmissão durante a situação de curto-circuito; Faltas Shunts; Faltas Séries; Cálculo Digital de Faltas; Aterramento Funcional de Sistemas Elétricos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO • Introdução aos Estudos de Sistemas Elétricos de Potência • Representação de Sistemas Elétricos de Potência em Por Unidade • Método das Componentes Simétricas de Fortescue • Representação de Sistemas Elétricos de Potência em Por Unidade e em Componentes Simétricas • Modelagem Transitória da Máquina Síncrona; Impedâncias de Sequência de Máquinas Síncronas; Impedâncias de Sequência de Motores de Indução. • Impedâncias de Sequência de Linhas de Transmissão. • Impedâncias de Sequência de Motores de Indução e Transformadores. • Curto-Circuito Trifásico nos Terminais da Máquina Síncrona. • Faltas Shunts. • Cálculo de Curto-Circuito Trifásico, Monofásico, Bifásico sem a Terra e Bifásico com a Terra. • Faltas Séries. • Abertura de um condutor fase e abertura de dois condutores fase. • Cálculo de Faltas sem e com a Corrente de Carga. • Cálculo de Faltas utilizando as Matrizes de Redes Ybarra e Zbarra. • Cálculo Digital de Faltas. • Aterramento Funcional de Sistemas Elétricos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. G. Kinderman, “Curto Circuito”, 2. P. Anderson, “Analysis of Faulted Power Systems”, IEEE. 3. W. D. Stevenson Jr., “Elementos de Análise de Sistemas de Potência”, Mc-Graw Hill, 1986. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. E. J. Robba, “Introdução à Sistemas Elétricos de Potência”, . 2. O. Elgerd, “Introdução aos Sistemas de Energia Elétrica”, . 3. D. S. Ramos e E. M. Dias, “Sistemas Elétricos de Potência”, Volumes 1 e 2, . 4. B. M. Weedy e B. J. Cory, “Electric Power Systems”, John-Wiley & Sons, 1989. 5. Coleção SIEMENS, “Correntes de Curto Circuito em Redes Trifásicas”. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Departamento de Engenharia Elétrica ENGENHARIA ELÉTRICA _________________________________________ ______________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Monografia Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática MA026 Cálculo Diferencial e Integral 1 60 0 4 60 1º Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Derivada de funções de uma variável Propriedades básicas das funções de uma variável. Integrais de funções de uma variável. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1a UNIDADE Limites; reta tangente; derivadas; a derivada como taxa de variação; derivadas de funções polinomiais e exponenciais; regras de derivação; derivadas de funções trigonométricas; regra da cadeia; derivação implícita; derivada de funções inversas (em particular, derivadas do logaritmo e das funções trigonométricas inversas.) 2a UNIDADE Taxas relacionadas; o teorema do valor médio e suas aplicações; regra de L’ Hôspital; estudo do comportamento de funções utilizando a primeira e Segunda derivadas; retas assíntotas; esboço de gráficos; problemas de otimização (máximo e mínimos.) 3a UNIDADE Áreas e distâncias; integral definida; Teorema Fundamental do Cálculo; integrais indefinidas; regras de integração; aplicações geométricas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. ÁVILA, G. Cálculo das funções de uma variável. v.1. 7.ed. São Paulo: LTC, 2011. 2. LEITHOLD,L. O cálculo com geometria analítica. v.1. 3.ed. São Paulo: Harbra, 1994. 3. KAPLAN, W. Cálculo avançado. v.1. 1.ed. São Paulo: Edgard Blücher, 1972. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. STEWART, J. Cálculo. v.1. 8.ed. São Paulo: Cengage, 2017. 2. GUIDORIZZI, H.L. Um curso de cálculo. v.1. 5.ed. São Paulo: LTC, 2002. 3. MUNEM, M.A; FOULIS, D.J. Cálculo. v.1. 1.ed. São Paulo: LTC, 1982. 4. ANTON, H.; BIVENS, I.; DAVIS, S. Cálculo. v.1. 8.ed. São Paulo: Bookman, 2007. 5. KAPLAN, W. Cálculo avançado. v.2. 1.ed. São Paulo: Edgard Blücher, 1972. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO CURSO MATEMÁTICA ENGENHARIA ELÉTRICA _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Prática de Ensino Atividade complementar Módulo Monografia Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática MA027 Cálculo Diferencial e Integral 2 60 0 4 60 2o Pré-requisitos MA026 Co-Requisitos --- Requisitos C.H. EMENTA  Funções de várias variáveis  Integrais múltiplas  Aplicações das integrais. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1ª UNIDADE a) Funções de IR2 ou de IR2 a valores reais; Funções de IR2 ou de IR3 a valores vetoriais; Funções de IR a IR2 ou IR3. b) Gráfico de funções vetoriais. c) Limite e continuidade. d) Derivadas parciais; diferenciabilidade; derivadas direcionais; gradiente; derivadas de ordem superior. e) Regra da cadeia f) Derivação implícita g) Máximos e mínimos de funções de duas variáveis h) Máximos e mínimos com restrições 2ª UNIDADE a) Integral dupla e interpretação geométrica. b) Mudança de coordenadas. c) Integral tripla e interpretação geométrica. d) Mudança de coordenadas. 3ª UNIDADE a) Integral simples: cálculo de comprimento de arco, cálculo de área e volumem de superfície de revolução. Integrais impróprias. b) Integral dupla: cálculo de volumem, centro de massa, momento de inércia. c) Integral tripla: cálculo de volumem, centro de massa, momento de inércia. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. GUIDORIZZI, H.L. Um curso de cálculo. v.2. 5.ed. São Paulo: LTC, 2002. 2. LEITHOLD, L. O cálculo com geometria analítica. v.2. 3.ed. São Paulo: Harbra, 1994. 3. KAPLAN, W. Cálculo avançado. v.1. 1.ed. São Paulo: Edgard Blücher, 1972. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. STEWART, J. Cálculo. v.2. 8.ed. São Paulo: Cengage, 2017. 2. MUNEM, M.A; FOULIS, D.J. Cálculo. v.2. 1.ed. São Paulo: LTC, 1982. 3. ANTON, H.; BIVENS, I.; DAVIS, S. Cálculo. v.2. 8.ed. São Paulo: Bookman, 2007. 4. KAPLAN, W. Cálculo avançado. v.2. 1.ed. São Paulo: Edgard Blücher, 1972. 5. ÁVILA, G. Cálculo das funções de uma variável. v.2. 7.ed. São Paulo: LTC, 2011. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Matemática ENGENHARIA ELÉTRICA _________________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Monografia Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática MA128 Cálculo Diferencial e Integral 3 60 0 4 60 3º Pré-requisitos MA027 Co-Requisitos MA046 Requisitos C.H. EMENTA Integrais de linha e de superfície. Teoremas de Green, Gauss e Stokes. Sequências e séries. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1a UNIDADE: INTEGRAL DE LINHA a) Revisão dos conceitos de funções de várias variáveis, campos vetoriais e parametrização de Curvas. b) Integral de linha (de função escalar e de campo vetorial): Definição, interpretação física e Exemplos. c) Teorema de Green: Demonstração dos casos simples e aplicações. d) Campos conservativos. e) Campos conservativos e campos de forças centrais. 2a UNIDADE: INTEGRAL DE SUPERFÍCIE a) Parametrização de superfícies. b) Integral de superfícies (de função escalar e de função vetorial): Definição e aplicações c) Teorema de Stokes. d) Teorema de Gauss. 3a UNIDADE: SÉRIES DE POTÊNCIAS a) Séries de potências b) Critérios de convergência e divergência. c) Séries de Taylor. d) Aplicações BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. PINTO, D.; FERREIRA, M. Cálculo diferencial e integral de funções de várias variáveis. Rio de Janeiro: UFRJ, 2005. 2. ÁVILA, G. S. S. Cálculo – Funções de várias variáveis. v.3. 4.ed. Rio de Janeiro: LTC, 1987. 3. SCHEY, H. M. Div, Grad, Curl and All That: An Informal Text On Vector Calculus. 4.ed. New York: W. W. Norton & Company, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. STEWART, J. Cálculo. v.2. 8.ed. São Paulo: Cengage. 2. MUNEM, M. A. M.; FOULIS, D. J. Cálculo. v.2. Rio de Janeiro: LTC, 1982. 3. KAPLAN, W. Cálculo Avançado. v.2. São Paulo: Edgar Blucher, 1972. 4. GUIDORIZZI, H. L. Um Curso de Cálculo. v.2. 5.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2001. 5. ANTON, H.; BIVENS, S.L.; DAVIS, I. C. Cálculo. v.2. Porto Alegre: Bookman, 2007. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Matemática ENGENHARIA ELÉTRICA ________________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade complementar Módulo Monografia Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática MA129 Cálculo Diferencial e Integral 4 60 0 4 60 4º Pré-requisitos MA128 Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Equações Diferenciais Ordinárias de 1ª Ordem e Aplicações; Equações Diferenciais Ordinárias de 2ª Ordem e Aplicações;Transformada e Laplace.Séries de Fourrier e Aplicações às Equações; Diferenciais Parciais. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1ª Unidade; -Conceitos Introdutórios e classificação das Equações Diferenciais.Equações Diferenciais Ordinárias de 1ª Ordem. Obtenção de solução de equações lineares,separáveis,exatas,não-exatas com fatores integrantes,homogêneas,etc. -Aplicações das equações de 1ª ordem a modelos matemáticos para problemas de física, química, ecologia,etc. -Equações diferenciais lineares de 2ª ordem. Propriedades gerais das soluções. Solução das equações homogêneas com coeficientes constantes. 2ª Unidade; -Equações diferenciais lineares não-homogêneas.Método dos coeficientes a determinar.Método da variação dos parâmetros. -Transformada de Laplace,definição e propriedades fundamentais.Utilização de transformada da Laplace para resolução de equações diferenciais com coeficientes constantes. 3ª Unidade; -Equação do calor.Método de separação de variáveis. -Séries de fourrier. Coeficientes de Fourier.Teorema de convergência.Funções pares e ímpares. -Equações das ondas,vibrações de uma corda elástica. -Equação de Laplace. BIBLIOGRAFIA BÁSICA [1] BOYCE, W.E.; DI PRIMA, R.C. Equações diferenciais elementares e problemas de valores e contorno.7.ed. [S.l.]: LTC, 2002. [2] LEITHOLD, L. O cálculo com geometria analítica. 3.ed.[S.l.]: Harbra, 1994. v.2. [3] PENNEY, D.E.; EDWARDS, Jr. C.H. Cálculo com geometria analítica. 4.ed. .[S.l.] Prentice Hall do Brasil, 1999. v.2. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR [1] CHURCHILL, R.V. Séries de Fourier e problemas de valores de contorno. 2.ed. [S.l]: McGraw-Hill, 1978. [2] SIMMONS, G.F. Cálculo com geometria analítica. 1.ed. São Paulo: McGraw-Hill, 1987.v.2; [3] WILLIANSON, R. E., CROWELL, R. H. E TROTTER H. F., Cálculo de Funções Vetoriais, Volumes 1 e 2, LTC, São Paulo, 1974 [4] MARTIN, B., Equações Diferenciais e Suas Aplicações, Campus, Rio de Janeiro, 1979. [5] BASSANEZI, R. C., Ensino-Aprendizagem com ModelagemMatemática, Contexto, São Paulo: 2002. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Matemática ENGENHARIA ELÉTRICA ____________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRO ELETIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Total Período Teórica Prática EL390 Circuitos Elétricos 1 60 0 4 60 4º Pré- Requisitos requisitos FI108-Física Geral 3 Co-Requisitos C.H. EMENTA Conceitos básicos: corrente, tensão, potência, energia, elementos de circuito. Leis básicas (Ohm, Kirchhoff). Circuitos de corrente contínua: divisor de tensão e de corrente; métodos de análise (nodal e de malhas); teoremas de circuitos (linearidade, superposição, transformação de fontes, Thévenin, Norton, máxima transferência de potência). Capacitores e indutores. Circuitos de primeira ordem. Circuitos de segunda ordem. Circuitos de corrente alternada: senoides e fasores, relação fasorial para elementos de circuito, impedância e admitância; indutância própria, indutância mútua - polaridade e coeficiente de acoplamento; análise senoidal em regime permanente; potência (valor eficaz, potências instantânea, ativa, reativa e aparente, fator de potência, correção do fator de potência, máxima transferência de potência). CONTEÚDO PROGRAMÁTICO • Conceitos Básicos: sistemas de unidades; carga e corrente; tensão, potência e energia; elementos de circuito. • Leis Básicas: Lei de Ohm; Leis de Kirchhoff; resistores em série e divisão de tensão; resistores em paralelo e divisão de corrente; resistores em triângulo/estrela e suas transformações; fontes dependentes. • Métodos de Análise: análise nodal; análise de malha. • Teorema de Circuitos: propriedade de linearidade; superposição; transformação de fontes; teorema de Thévenin; teorema de Norton; máxima transferência de potência. • Capacitores e Indutores: capacitores (características gerais); capacitores em série e paralelo; indutores (características gerais); indutores em série e paralelo. • Circuitos de 1ª e 2ª ordem: circuito RC e RL sem fonte; circuito RC e RL com fonte; circuito RLC série e paralelo sem fonte; circuito RLC série e paralelo com fonte. • Senoides e Fasores: senoides (valores: instantâneo, médio, RMS ou eficaz, defasamento angular); fasores; relação fasorial para elementos de circuito; impedância e admitância; combinações de impedâncias e admitâncias. • Análise Senoidal em Regime Permanente: análise nodal; análise de malhas; teorema da superposição; circuitos equivalentes de Thévenin e Norton; indutância própria, indutância mútua - polaridade e coeficiente de acoplamento. • Análise da Potência em Corrente Alternada: potência instantânea e complexa; máxima transferência de potência; potência real, reativa, aparente, fator de potência, correção do fator de potência. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1) Sadiku, Matthew N. O.; Alexander, Charles K. FUNDAMENTOS DE CIRCUITOS ELÉTRICOS. 5 ed. São Paulo: Mc Graw Hill, 2013. 874 p. 2) J. W, Nilson, James; A., Riedel, Susan. CIRCUITOS ELÉTRICOS. 10 ed. São paulo: Pearson Prentice Hall, 2016. 873 p. 3) JOHNSON, David E.; HILBURN, John L.; JOHNSON, Johnny Ray. Fundamentos de análise de circuitos elétricos. 4. ed. Rio de Janeiro: Prentice-Hall do Brasil, 1994. 539 p. ISBN 8570540477. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1) Y. Burian Jr., “Circuitos Elétricos - Engenharia Elétrica”, 2ª Edição, Unicamp, 1991. 2) R. C. Dorf, “Introdução aos Circuitos Elétricos”, 5ª Edição, LTC, 2003. 3) J. D. Irwin, “Análise de Circuitos em Engenharia”, 4ª Edição, Makron Books, 2000. 4) J. O. Malley, “Análise de Circuitos”, 2ª Edição, Coleção Schaum, Mc. Graw-Hill, 1994. 5) “Notas de Aula” DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Engenharia Elétrica Engenharia Elétrica ____________________________________________ ______________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Total Período Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática EL Circuitos Elétricos 2 5 0 5 75 5o Pré- requisitos EL390-Circuitos Elétricos 1 Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Análise de Regime Permanente Senoidal; Elementos Acopladores; Grafos de Redes e Dualidade de Circuitos; Técnicas de Análise; Circuitos Trifásicos; Análise no Espaço de Estados; Análise no Domínio da Freqüência; Teoremas de Circuitos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Análise de Regime Permanente Senoidal: conceito e aplicações de fasores; conceitos de impedância e admitância; circuitos ressonantes série e paralelo; fator de qualidade Q de um circuito; potências instantânea, média, reativa, complexa e aparente; triângulo de potências e fator de potência. 2. Elementos de Acoplamento e Circuitos Acoplados: indutores acoplados; enrolamentos múltiplos e matriz indutância; ligações série e paralelo de indutores acoplados; transformador ideal; autotransformador ideal; fontes controladas. 3. Grafos de Redes e Dualidade em Circuitos: conceitos básicos da teoria de grafos; matriz incidência nó-ramo, cortes e lei das correntes de Kirchhoff; percursos fechados e lei das tensões de Kirchhoff; grafos duais; circuitos duais. 4. Análise de Nós e de Malhas: propriedades básicas da análise de nós; análise de nós de redes lineares invariantes; propriedades básicas da análise de malhas; análise de malhas de redes lineares invariantes; análise de regime permanente senoidal; equações íntegro-diferenciais. 5. Análise de Cortes e de Percursos Fechados: propriedades básicas; matriz admitância de corte, matriz impedância de percurso fechado; relação entre a matriz corte fundamental Q e a matriz malha B. 6. Circuitos Trifásicos Equilibrados: gerador trifásico conectado em Y ou Delta; carga conectada em Y ou Delta; seqüências de fase; transformações Y-Delta e Delta-Y; cálculo de potências em circuitos trifásicos; medição de potência trifásica; método dos três wattímetros; método dos dois wattímetros; grandezas por unidade; diagramas unifilares. 7. Circuitos Trifásicos Desequilibrados: carga conectada em Y a quatro fios; carga conectada em Y a três fios; tensão de deslocamento do neutro; corrente do neutro; método das componentes simétricas. 8. Correção de Fator de Potência: cálculo de capacitâncias para correção de fator de potência; tipos de instalações de capacitores; análise de custo-benefício. 9. Análise de Circuitos no Espaço de Estados: equações de estados para redes não lineares e variantes; equações de estado para redes lineares invariantes; solução das equações de estado; resposta ao estado inicial e freqüências naturais da rede; resposta ao estado zero e a integral de convolução; resposta completa. 10. Funções de Rede: pólos, zeros e resposta de freqüência; pólos, zeros e resposta ao impulso; propriedades de simetria; construção e interpretação do diagrama de Bode de funções de rede. 11. Teoremas de Redes: teorema da substituição; teorema da superposição; teorema de redes equivalentes de Thevénin e Norton; teorema da reciprocidade; teorema de Tellegen. 12. Redes de Dois Acessos: redes resistivas de dois acessos; modelo incremental e análise de pequenos sinais; indutores acoplados; matriz impedância (de circuito aberto); matriz admitância (de curto-circuito); redes de dois acessos terminais; matrizes híbridas; matrizes transmissão. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1) C. A. Desoer e E. S. Kuh, “Teoria Básica de Circuitos”, Guanabara-Koogan Brasil, 1979. 2) R. C. Dorf e J. A. Swoboda, "Introdução aos Circuitos Elétricos", Livros Técnicos Científicos, 2012. 3) C. K. Alexander e M. N. O. Sadiku, "Fundamentos de Circuitos Elétricos", McGrawHill Bookman, 2013. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1) R. L. Boylestad, "Introdução à Análise de Circuitos", Pearson Education do Brasil, 2011. 2) C. M. Close, "Circuitos Lineares", Livros Técnicos Científicos, 1966. 3) J. W. Nilsson e S. A. Riedel, "Circuitos Elétricos", Pearson Prentice Hall, 2008. 4) D. E. Johson, J. L. Hilburn e J. R. Johson, "Fundamentos de Análise de Circuitos Elétricos", LTC, 1993. 5) G. L. Torres, "Apostila de Circuitos Elétricos 2", DEE-UFPE, 2022. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Engenharia Elétrica Engenharia Elétrica __________________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Total Período Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática EL417 Componentes de 60 00 4 60 7o Sistemas Elétricos Pré-requisitos EL392- Conversão Eletromecânica Co-Requisitos Requisitos C.H. de Energia EMENTA • Introdução dos Sistemas Elétricos de Potência; • Modelos de Transformadores; • Componentes Simétricas; • Valores em por Unidade (p.u.); • Parâmetros de Linha de Transmissão: Resistência, Indutância e Capacitância; • Modelos de Circuitos para Linha de Transmissão; Matriz Admitância e Matriz Impedância de Barra; Análise de Contigências. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Introdução: definição de um Sistema Elétrico de Potência (SEP), origem e evolução tecnológica dos Sistemas Elétricos de Potência. 2. Leis básicas de sistemas trifásicos em regime permanente em condição balanceada ou não; componentes simétricas; sistemas em “por unidade” (pu). 3. Parâmetros das linhas de transmissão. Parâmetro resistência: variação de resistência com a temperatura e frequência (efeito pelicular), uso de valores tabelados, condutores simples e múltiplos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. Power System Analysis and Design. J. Duncan GLOVER; Mulukutla S. SARMA; Thomas OVERBYE; Adam BIRCHFIELD, 7 Edition; 2. Power System Analysis. John J. GRAINGER; William D. STEVENSON; 2 Edition; 3. Solution of Large Networks by Matrix Methods. Homer E. BROWN; 1 Edition; BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. Power System Analysis. Charles A. GROSS; 2nd Edition; 2. Electrical Power Systems Design and Analysis. Mohamed E. EL-HAWARY; 1st Edition; 3. Computer Modelling of Eletrical Power Systems. J. ARRILLAGA; Neville WATSON; 2nd Edition; 4. Power system Analysis. Hadi SAADAT; 2nd Edition; 5. Power systems Analysis. Arthur R. BERGEN; Vijay VITTAL; 2nd Edition; 6. Electric Power Systems. B. M. WEEDY; B. J. CORY; N JENKING; B EKANAYAKE; Goran STRBAC; 5th Edition . DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA ENGENHARIA ELÉTRICA ________________________________________________ _______________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Código Nome Carga Horária Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática IF165 Computação Eletrônica 3 60 2º 30 30 Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Noções básicas de computadores. Introdução a programação no paradigma imperativo; operações de entrada e saída; operação de atribuição; tipos, variáveis e constantes; desvios condicionais; comandos de seleção múltipla; estruturas de repetição; vetores e matrizes; modularização de programas. Algoritmos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO • Noções básicas de computação: computador, hardware, software, memória, sistemas de representação, tipos de • linguagens (de máquina, de montagem, interpretadas e compiladas), algoritmos e programas. • Estrutura de um programa, identificadores, variáveis, tipos básicos e operadores. • Comandos de atribuição, entrada e saída. • Fluxo de execução de programas, incluindo comando condicional e comandos de repetição. • Variáveis compostas homogêneas (vetores, matrizes, etc.) e heterogêneas (registros e tabelas). • Subrotinas: conceitualmente funções e procedimentos. • Noções básicas de recursão. • Noções básicas de arquivos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. M.A.F.Souza, M.M.Gomes, M.V.Soares e R.Concílio: Algoritmos e Lógica da Programação - São Paulo - Ed. Cengage Learning; 3a Edição, 2019. 2. L.J.Aguilar: Fundamentos de Programação Algoritmos, Estruturas de Dados e Objetos - São Paulo - Ed. McGraw Hill, 3a Edição Traduzida, 2008. 3. N.Ziviani: Projeto de Algoritmos com implementações em Pascal e C - São Paulo - Ed. Thomson, 3a Edição, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. A.Lopes e G.Garcia: Introdução à Programação - São Paulo - Ed. Campus, 2002. 2. H.Farrer, C.G.Becker, E.C.Faria. H.F.Matos, M.A. dos Santos, e M.L.Maia: Programação Estruturada de Computadores - Algoritmos Estruturados - São Paulo - Editora LTC; 3ª Edição, 1999. 3. J.A.Ribeiro: Introdução à Programação e aos Algoritmos – Rio de Janeiro – Editora LTC, 2019. 4. A.Barkes: Linguagem C: Completa e Descomplicada - Rio de Janeiro - Ed. LTC, 2021. 5. N.N.C.Menezes: Introdução à Programação com Python: Algoritmos e Lógica de Programação para Iniciantes – São Paulo – Novatec Editora, 2019. CENTRO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Centro de Informática Engenharia Elétrica _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Total Período Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática EL392 Conversão Eletromecânica 60 0 4 60 6o da Energia Pré-requisitos EL464 – Eletromagnetismo Co-Requisitos Circuitos Elétricos 2 Requisitos C.H. EL390 – Circuitos Elétricos 1 EMENTA Leis de Ampère, Gauss, Faraday e Lenz; Materiais/Circuitos magnéticos utilizados (com e sem entreferro). Transformadores elétricos: Ideal versus real. Determinação do seu circuito equivalente; ensaios de curto- circuito e circuito aberto de um transformador. Rendimento e Regulação. Sistema por unidade. Princípios da conversão eletromecânica de energia e seus aspectos tecnológicos. Introdução as máquinas elétricas rotativas: máquina síncrona, a máquina de indução e a máquina de corrente contínua. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO • Circuitos magnéticos, propriedades dos materiais magnéticos. Resolução de circuitos magnéticos. • Circuitos magnéticos acoplados: Transformador ideal. Regra do ponto. Indutâncias própria e mútua. • Transformador ideal versus transformador real: reatâncias, resistências, perdas, e circuitos equivalentes. • Aspectos práticos na análise dos transformadores: uso do circuito equivalente, rendimento, regulação de tensão, ensaios em vazio e ensaio de curto-circuito, circuitos equivalentes de um transformador. • Autotransformadores: vantagens e desvantagens. Determinação da potência transformada, conduzida e total. • Transformadores em sistemas trifásicos (defasamento) e transformadores de múltiplos enrolamentos. • O sistema “por unidade” (pu): Resolução de sistemas monofásicos e sistemas trifásicos em por unidade. • Princípios da conversão eletromecânica da energia: balanço de energia, energia nos sistemas magnéticos de excitação única; Força mecânica, obtidas por energia e por coenergia. Princípio de funcionamento do Freio magnético, dos Anéis de sombra, Sistemas magnéticos de excitação múltipla. • Máquinas rotativas síncronas, de indução e de corrente contínua (CC): conceitos básicos, aspectos construtivos, princípio de funcionamento, vantagens e desvantagens de uma máquina em relação a outra. • Tensão gerada: na máquina Síncrona e na máquina de CC: Enrolamentos concentrados e distribuídos; • Distribuição espacial da Força Magnetomotriz (FMM) e Indução Magnética gerada pelos enrolamentos do estator e pelo enrolamento do rotor nas Máquinas Síncronas, de Indução e de CC. • Campo girante: Nas Máquinas Síncronas de Campo fixo e campo girante e Motor de Indução: Produção de conjugado nas máquinas síncronas de rotor cilíndrico: pontos de vista dos circuitos magneticamente acoplados e dos campos magnéticos. Determinação da fórmula final do campo girante gerado. • Motor de indução bifásico: princípio de funcionamento. Escorregamento e aparecimento de conjugado estável • Máquina de CC: Princípio de funcionamento, Tipos de ligação. Tensão e Conjugado eletromagnético gerados. • Motor Universal: Princípio de funcionamento, conjugado eletromagnético gerado, distribuição espacial de FMM e indução magnética produzida pelo enrolamento do estator e pelo enrolamento do rotor. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. Stephen D. Umans, “Máquinas Elétricas de Fitzgerald e Kingsley”, 7ª. Edição, McGraw Hill. 2. V. Del Toro,D. “Fundamentos de Máquinas Elétricas”, PHB, 1994. 3. A. J. Ellison, “Conversão Eletromecânica de Energia”, Editora Polígono, 1972. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. Notas de Aula do Prof. Zanoni Dueire Lins da disciplina de Conversão Eletromecânica da Energia - EL392 da UFPE, 2022. 2. Irving I. Kosow, “Máquinas Elétricas e Transformadores”, Editora Globo, 1989. 3. S. A. Nasar, “Máquinas Elétricas”, Coleção Schaum, 1984. 4. M. E. El-Hawary, “Principles of Electric Machines with Power Electronic Applications”, Prentice- Hall, 1986. 5. S. J. Chapman, “Electric Machinery Fundamentals”, Third Edition, Mc. Graw-Hill, 1999. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA ENGENHARIA ELÉTRICA __________________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Total Período Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática EL394 Distribuição de 60 0 4 60 8o Energia Elétrica 1 Pré-requisitos EL417- Componentes Co-Requisitos Requisitos de Sistemas Elétricos C.H. EMENTA Características das Redes de Distribuição; Parâmetros Elétricos; Qualidade do Fornecimento; Confiabilidade de Sistemas de Distribuição; Estudo das Cargas; Regulação de Tensão e Noções Comerciais de Energia, Recursos Energéticos Distribuídos e Microrredes. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Introdução aos Sistemas de Distribuição de Energia: Considerações gerais, estrutura do setor elétrico. 2. Geração Distribuída; 3. Redes de energia elétrica: parâmetros elétricos e modelos de sistemas de distribuição, resistência e condutância de dispersão; reatância indutiva das redes; reatância capacitiva das redes; 4. Estudo das Cargas; 5. Qualidade do fornecimento em sistemas de distribuição; 6. Introdução à Confiabilidade de sistemas de distribuição; 7. Recursos Energéticos Distribuídos e Microrredes; 8. Simulação de sistemas de distribuição; BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. Kagan, N., Oliveira C. C.B., Robba E. J. -Introdução aos Sistemas de Distribuição de Energia Elétrica-. Editora Edgard Blucher. 2005. 2. Short T. A. -Electric Power Distribution Handbook. CRC Press.2004. 3. J.C.P de Melo, ‘Distribuição de Energia Elétrica’, Apostila. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. Distribuição de Energia Elétrica, Editora Campus Eletrobrás, 1982. 2. J. A. Cipoli, “Engenharia de Distribuição”, Qualimark Editora, 1993. 3. R. D. Fuchs, “Trasmissão de Energia Elétrica”, Editora LTC, 1977. 4. Normas Neonergia: Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária - Edificações Individuais. Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária - Edificações Coletivas, Neonergia. Versão vigente, 2022. 5. Normas ABNT NBR 5410 Instalações elétricas de baixa tensão procedimentos. ABNT, 1990. 164 p. Norma NBR 5419 Proteção contra descargas atmosféricas - Parte 1,2, 3 e 4, ABNT, 2015. Norma NBR 14039 , ABNT, 2015 Norma NBR 5422 Projeto de Linhas Aéreas de Transmissão de Energia Elétrica - Procedimento. ABNT NBR-5422, 1986. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Departamento de Engenharia Elétrica Engenharia Elétrica __________________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática EL464 Eletromagnetismo 60 0 4 60 5o Pré- MA128 - Cálculo Diferencial e Integral 3 Co- Requisitos requisitos FI108 - Física Geral 3 Requisitos C.H. EMENTA Análise dos campos elétricos, magnéticos e eletromagnéticos (quase-estáticos) em meios quaisquer. Estudo da interação entre campos magnéticos e dispositivos eletromagnéticos. Apresentação das equações de Maxwell. Linhas de Transmissão. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Revisão: Álgebra e cálculo vetorial • Cálculo de integrais com vetores Campos Eletrostáticos • Lei de Coulomb • Campo elétrico devido à distribuição contínua de cargas • Densidade de fluxo elétrico • Lei de Gauss e aplicações • Potencial elétrico: Relação entre campo e potencial elétrico e equação de Maxwell • Propriedade dos materiais • Corrente de convecção • Corrente de condução • Constante dielétrica • Condições de contorno • Equações de Poisson e Laplace • Resistência e capacitância Campos Magnetostáticos: • Analogia entre campos elétricos e magnéticos • Lei de Biot-Savart • Lei de Ampère e aplicações • Fluxo magnético • Equação de Maxwell para campos magnéticos estáticos • Potencial escalar e vetor CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Forças, Materiais e Dispositivos • Forças devidas a campos magnéticos: Força devido a uma partícula carregada. Força devido a um elemento de corrente. Força entre dois elementos de corrente • Torque e momento magnético • Magnetização em materiais • Materiais magnéticos • Condições de contorno • Indutores e indutância • Energia magnética • Circuitos magnéticos • Força em materiais magnéticos Campos Eletromagnéticos e Equações de Maxwell • Lei de Faraday • Transformador e campos eletromagnéticos em movimento • Corrente de deslocamento • Equações de Maxwell em sua forma final: Potenciais variantes no tempo. Potenciais harmônicos com o tempo Linhas de Transmissão • Parâmetros da linha de transmissão • Linha de transmissão sem perdas • Diagrama de treliças • Linha de transmissão com perdas BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. M. Sadiku, “Elementos de eletromagnetimo”, Editora Bookman, 5ª edição, 2012. 2. João P. A. Bastos, “Eletromagnetismo para engenharia: Estática e Quase-Estática”, Editora da UFSC, 2018. 3. Willian Hayt Jr., “Eletromagnetismo”, Ed. McGraw Hill. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. C. Paul, "Eletromagnetismo para Engenheiros com Aplicações", Ed. LTC, 2006. 2. F. T. Ulaby, "Eletromagnetismo para Engenheiros", Editora Bookman, 2005. 3. J. R. Cardoso, "Engenharia Eletromagnética", Elsevier Editora, 2011. 4. D. J. Griffiths, “Eletrodinâmica”, Pearson Universidades, 3ª edição, 2010. 5. J. A. Edminister, M. Nahvi, “Eletromagnetismo” (Coleção Schaum), Editora Bookman, 3ª edição, 2012. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENGENHARIA ELÉTRICA ENGENHARIA ELÉTRICA _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática EL438 Eletrônica Analógica 30 30 3 60 6º Pré- Co- Requisitos ES___- Princípios de Eletrônica requisitos Requisitos C.H. EMENTA Amplificadores operacionais. Osciladores e circuitos de formadores de onda. Filtros ativos: Projeto e aplicações. Conversores A/D e D/A. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Amplificador operacional ideal – efeitos da realimentação positiva/negativa Montagens inversora e não inversora; buffer Montagens somadora, subtratora, integradora e diferenciadora AOP real: tensões de offset e correntes de polarização AOP real: efeitos da tensão de offset, corr. de polariz. e ganho finito AOP real: razão de rejeição de modo comum AOP real: resposta em frequência; comparador simples Comparador com histerese Limitadores simples, retificadores de precisão e multivibradores Gerador de onda quadrada, Gerador de onda triangular, gerador de onda dente-de-serra Circuitos logarítmicos Filtros Ativos: Vantagens e desvantagens, classificação, fator de qualidade Filtros de Butterworth, Filtros de Chebyshev Filtros de Cauer ou elípticos, Defasagens em filtros Estruturas de implementação de filtros ativos Filtros passa-baixas, Filtros passa-altas, filtros de ordem superior a segunda Filtros passa-faixa, Filtros rejeita-faixa Circuitos deslocadores de fase Circuitos ativos integrados Conversores Analógicos-Digitais, princípios, Arquitetura, resolução, Conversores Analógicos Digitais, Teorema da amostragem, distorção por aliasing Conversores Digitais-Analógicos Projeto de circuito de condicionamento de sinais para aquisição de dados BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. Pertence Jr, “Amplificadores Operacionais e Filtros Ativos”, McGraw Hill. 2. SEDRA, Adel S. e SMITH, Kenneth S. 4a. Edição. Makron Books Ltda, São Paulo, 1998. 3. BOYLESTAD, Robert L.; NASHELSKY, Louis. Dispositivos eletrônicos e teoria de circuitos. 8.ed. São Paulo: Prentice Hall, 2004. 672 p. ISBN 8587918222 (broch.). BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. MALVINO, Albert Paul. Eletrônica. 7ª ed. Porto Alegre, RS: McGraw-Hill, c2007. 1v. ISBN 9788577260225(broch.). 2. SCHILLING, Donald L., 1935-; BELOVE, Charles, 1925-.. Circuitos eletronicos discretos e integrados . 2a ed. -. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1982.. 818p. 3. MILLMAN, Jacob, 1911-.; HALKIAS, Christos C. Eletronica: dispositivos e circuitos . 2.ed. -. Sao Paulo: McGraw-Hill, 1981.. 2v. ISBN I ISBN 0074503057 (broch. 4. GRAY, Paul R.; HURST, Paul J.; LEWIS, Stepjen H.; MEYER, Robert G.. Analysis and design of analog integrated circuits. 4nd. ed. New York: John Wiley, 2001. 875 p. ISBN 0471321680 (enc.). 5. STOUT, Davi F. KAUFMANN, Milton. Handbook of Operational Amplifier Circuit Desing. New York McGraw Hill, 1976. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENGENHARIA ELÉTRICA ENGENHARIA ELÉTRICA _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática EL396 Eletrônica de Potência 60 0 4 60 8o Pré- Co- Requisitos ES___-Princípios de Eletrônica requisitos Requisitos C.H. EMENTA Análise das principais topologias e aplicações dos conversores CA-CC (retificadores), CC-CC e CC-CA (inversores). Desenvolvimento de algoritmos computacionais para a simulação dos conversores. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO • Eletrônica de potência x eletrônica linear, aplicações. • Chaves semicondutoras: diodos, tiristores, chaves BJT, MOSFET, GTO, IGBT, MCT. • Conceitos básicos de circuitos elétricos aplicados a formas de onda não senoidais. • Retificadores não controlados: conceitos básicos, monofásico em ponte, dobrador de tensão, trifásico em ponte. • Retificadores e inversores controlados: circuitos a tiristor. Conversores monofásicos, conversores trifásicos. • Conversores cc-cc: controle de conversores, conversores Buck,Boost, Buck-Boost, Cúk e em ponte completa, modulação por largura de pulso. • Inversores chaveados: conceitos básicos, inversores monofásicos e trifásicos, modulação por largura de pulso. • Conversores ressonantes: classificação, conceitos básicos, análise de algumas topologias. • Aplicações de Eletrônica de Potência: transmissão cc em alta tensão, compensadores estáticos de potência reativa, filtros ativos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. Mohan/Undeland/Robbins. “Power Electronics – Converters, Applications and Design”. John Wiley & Sons, Inc., 2003. 2. Muhammad H. Rashid. “Eletrônica de Potência”. Makron Books Ltda, 1999. 3. Ashfaq Ahmed. “Power Electronics for Technology”. Prentice Hall, 1999. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. Ashfaq Ahmed. “Power Electronics for Technology”. Prentice Hall, 1999. 2. Muhammad H. Rashid. “Eletrônica de Potência: Dispositivos, Circuitos e Aplicações”, 2014. 3. Ivo Barbi.“Eletrônica de Potência”. 8ª Edição. 4. Ivo Barbi, “Modelagem de Conversores CC-CC”, 2019. 5. Ivo Barbi, “Conversores a Capacitor Chaveado”, 2020. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENGENHARIA ELÉTRICA ENGENHARIA ELÉTRICA __________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática EL465 Engenharia de Controle 1 60 0 4 60 6o EL___–Circuitos Elétricos 2 Co- Requisitos Pré-requisitos MA___–Variáveis Complexas e Aplicações Requisitos C.H. EMENTA Introdução aos sistemas de controle e apresentação do conceito de controle em malha aberta e em malha fechada. Modelagem matemática e análise de sistemas dinâmicos no domínio do tempo e da frequência como etapa inicial para o projete de sistemas de controle em malha fechada. Uso de ferramentas computacionais para análise de sistemas dinâmicos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Introdução aos sistemas de controle: • Histórico sobre sistemas de controle. • Conceito de sistemas e classificação. • Controle em malha aberta e controle em malha fechada. Modelos matemáticos de sistemas: • Representação de sistemas dinâmicos por meio de função de transferência. • Representação por meio de diagrama de blocos. • Representação em espaço de estado. • Sistemas não lineares e linearização. Modelagem matemática de sistemas elétricos: • Sistemas elétricos passivos. • Sistemas elétricos ativos com amplificadores operacionais. • Controladores industriais. Modelagem matemática de sistemas mecânicos: • Sistemas mecânicos em translação. • Sistemas mecânicos em rotação. • Sistemas eletromecânicos - motor cc. Modelagem matemática de sistemas fluídicos e térmicos: • Sistemas de nível de líquido. • Sistemas pneumáticos. • Sistemas hidráulicos. • Sistemas térmicos. Características de sistemas de controle: • Sensibilidade do sistema às variações paramétricas. • Sinais de perturbação. • Erro de regime permanente. Desempenho de sistemas de controle: • Sinais de entrada de teste. • Resposta de sistemas de 1ª ordem. • Resposta de sistemas de 2ª ordem. • Especificações da resposta transitória. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. N. S. Nise. Engenharia de Sistemas de Controle. LTC, 6ª edição, 2012. 2. R. C. Dorf e R. H. Bishop. Sistemas de Controle Modernos. LTC, 12ª edição, 2013. 3. K. Ogata. Engenharia de Controle Moderno. Pearson Education do Brasil, 5ª Edição, 2010. 4. F. Golnaraghi e B. C. Kuo. Sistemas de Controle Automático. LTC, 9ª edição, 2012. 5. G. Franklin, J. D. Powell e A. Emami-Naeini. Sistemas de Controle para Engenharia. Pearson Education do Brasil, 6ª edição, 2013. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. DiStefano III, Joseph J., Allen R. Stubberud e Ivan J. Williams. Feedback and Control Systems. McGraw-Hill, 3a edição, 2013. 2. W. Bolton. Engenharia de Controle. Makron Books, 1995. 3. Plínio Benedicto de Lauro Castrucci, Anselmo Bittar, Roberto Moura Sales. Controle Automático. LTC, 2ª edição, 2018 4. Craig A. Kluever. Sistemas dinâmicos: Modelagem, simulação e controle LTC, 2017. 5. José C. Geromel e Rubens H. Korogui. Controle Linear de Sistemas Dinâmicos: Teoria, Ensaios Práticos e Exercícios. Blucher, 2ª edição, 2019. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENGENHARIA ELÉTRICA ENGENHARIA ELÉTRICA ___________________________________________ ______________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática EL466 Engenharia de Controle 2 60 0 4 60 8o Pré- Requisitos EL465-Engenharia de Controle 1 Co-Requisitos requisitos C.H. EMENTA Projetos de sistemas de controle analógicos de tempo contínuo por alocação de polos, por métodos heurísticos, pelo lugar geométrico das raízes e na resposta em frequência, de forma a atender os requisitos transitórios e estacionários de projeto. Análise de estabilidade de sistemas pelos critérios de Routh-Hurwitz e Nyquist. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Revisão de projetos de controladores e de sistemas de controle de 1ª e 2ª ordens: • Projetos de sistemas de controle. • Sistemas de 1ª ordem. • Sistemas de 2ª ordem. Projeto de controladores por alocação de polos: • Cancelamentos de zeros e polos. • Método da alocação de polos. Sistemas de ordem superior: • Polos dominantes. • Efeitos da adição de zeros e polos na resposta dinâmica. • Erros estacionários em malha fechada e índices de desempenho. Estabilidade – Conceitos gerais e critério de Routh-Hurwitz: • Conceitos gerais. • Critério de Routh-Hurwitz. • Análise de sistemas de controle usando o critério de Routh-Hurwitz. Revisão de ações de controle e controladores industriais: • Ações básicas de controle: P, I, D, avanço e atraso de fase. • Controladores industriais passivos. • Controladores industriais ativos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO (CONTINUAÇÃO) Projeto de controladores por métodos heurísticos: • Sintonia manual. • Método de Ziegler-Nichols. • Métodos alternativos ao Ziegler-Nichols. O lugar geométrico das raízes, suas propriedades e projetos de controladores: • Conceitos gerais. • Regras de esboço. • Regras de refinamento. • O lugar geométrico das raízes generalizado. • O lugar geométrico das raízes para ganhos negativos e realimentação positiva. • Sensibilidade dos polos. • Exemplos de projetos de controladores usando o lugar geométrico das raízes. Resposta em frequência – Conceitos gerais: • Digrama de Bode (logaritmo) e suas propriedades. • Diagrama de Nyquist (polar) e suas propriedades. • Carta de Nichols (polar) e suas propriedades. Estabilidade – Critério de Nyquist: • Critério de estabilidade de Nyquist. • Análise da estabilidade relativa (margens de fase e de ganho) usando Nyquist, Bode e Nichols. Análise de sistemas e projeto de controladores usando a resposta em frequência: • Análise da resposta transitória do sistema usando Nyquist, Bode e Nichols. • Análise da resposta estacionária do sistema usando Nyquist, Bode e Nichols. • Exemplos de projetos de controladores usando a resposta em frequência. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. N. S. Nise. Engenharia de Sistemas de Controle. LTC, 6ª edição, 2012. 2. R. C. Dorf e R. H. Bishop. Sistemas de Controle Modernos. LTC, 12ª edição, 2013. 3. K. Ogata. Engenharia de Controle Moderno. Pearson Education do Brasil, 5ª Edição, 2010. 4. F. Golnaraghi e B. C. Kuo. Sistemas de Controle Automático. LTC, 9ª edição, 2012. 5. G. Franklin, J. D. Powell e A. Emami-Naeini. Sistemas de Controle para Engenharia. Pearson Education do Brasil, 6ª edição, 2013. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. C. L. Phillips e R. D. Harbour. Sistemas de Controle e Realimentação. São Paulo: MakronBooks, 2000. 2. J. J. D’Azzo. Linear Control Systems: Analysis and Design. São Paulo: McGraw-Hill, 1995. 3. W. Bolton. Engenharia de Controle. São Paulo: MakronBooks, 1995. 4. C. T. Chen. Linear System Theory and Design. Oxford: Oxford University Press, Inglaterra, 1998. 5. J. J. DiStefano, R. Stubberud e I. J. Williams. Sistemas de Retroação e Controle. São Paulo: McGraw-Hill, 1977. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENGENHARIA ELÉTRICA ENGENHARIA ELÉTRICA _________________________________________ _______________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática EC335 Engenharia Econômica 60 00 4 60 4o Pré-requisitos ET625 Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Natureza e método da economia. Microeconomia. Macroeconomia. Problema central da engenharia econômica. Critérios de avaliação e de decisão. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Conceito da Lei de Escassez. 2. A curva de Possibilidade de Produção. 3. As Alternativas Econômicas. 4. As questões fundamentais da Produção. 5. A Dinâmica Econômica (fluxos). 6. A Lei dos Rendimentos Decrescentes. 7. Teoria do Preço. 8. Lei da Oferta e da Procura. 9. Princípios da Elasticidade Econômica. 10. Deslocamento da Curva P. P. 11. Preço de equilíbrio. 12. Princípios da utilidade marginal. 13. Estrutura do mercado. 14. Concorrência Perfeita. 15. A empresa mono e oligopolista. 16. Maximização da Produção. 17. Questões Centrais das Engenharia Econômica. 18. Capitalização simples e capitalização composta. Taxa de juros 19. Valor atual e valor presente. 20. Séries de capitais equivalentes. 21. Correção monetária. 22. Taxa mínima de atratividade. 23. Método de valor presente. 24. Método da taxa interna de retorno. 25. Método de custo anual. 26. Influência da depreciação e do imposto de renda na análise de investimento. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. FERREIRA, Roberto G. Engenharia Econômica e Avaliação de Projetos de Investimento: Critérios de Avaliação, Financiamentos e Benefícios Fiscais, Análise de Sensibilidade e Risco. São Paulo: Atlas, 2009. 2. FERREIRA, Roberto G. Matemática Financeira Aplicada: Mercado de Capitais, Administração Financeira e Finanças Pessoais. São Paulo: Atlas, 2010. 3. CASAROTTO FILHO, Nelson & KOPITTKE, Bruno. Análise de Investimentos: Matemática Financeira, Engenharia Econômica, Tomada de Decisão e Estratégia Empresarial. São Paulo: Atlas, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. MANKIW, Gregory N. Introdução à Economia. Tradução da 5ª. Edição. São Paulo: Cengage Learning Editora, 2009. 2. KRUGMAN, Paul; WELLS, Robin, OLNEY, Martha L.. Princípios de Economia. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. 3. VASCONCELLOS, Marco Antonio S. Economia, Micro e Macro. 5ª. Edição. São Paulo: Atlas, 2011. 4. SAMANEZ, Carlos Patrício. Engenharia Econômica. São Paulo. Editora Prentice Hall, 2009. 5. BRUNI, Adriano Leal; FAMA, Rubens. Matemática Financeira com HP 12 e Excel. São Paulo. Ed. Atlas, 2004. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Ciências Econômicas ENGENHARIA ELÉTRICA _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Total Período Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática EL418 Equipamentos Elétricos 60 0 4 60 6o EL392 – Conversão Pré-requisitos EL___ - Materiais Elétricos Co-Requisitos Eletromecânica da Requisitos C.H. Energia EMENTA Equipamentos de Seccionamento, Equipamentos de Seccionamento e Proteção (Disjuntores), Fusíveis, Religadores, Seccionalizadores (alta, média e baixa tensão): Características/especificações elétricas e ensaios. Equipamentos para realização de ensaios. Manutenções associadas. Transformadores de Potência (a óleo e a seco). Supressores de surto. Transformadores de Corrente e de Potencial: Características/ especificações elétricas e ensaios. Equipamentos para realização de ensaios e manutenções associadas. Observações as normas associadas aos equipamentos elétricos (Dimensionamento, manutenções/ensaios). CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1) Chaves seccionadoras: baixa, média e alta tensão; idealidade, comparação utilização chave seccionadora versus disjuntor: Características elétricas, especificação, ensaios e manutenções associadas. 2) Disjuntores: alta, média e baixa tensão: tipos de mecanismo de abertura/fechamento e tipos de material de isolação, Idealidade, Características/especificações elétricas, ensaios e manutenções associadas. 3) Fusíveis e elos fusíveis: comparação utilização disjuntores e fusíveis, Idealidade, Tipos e características/ especificações elétricas. 4) Religadores, Seccionalizadores: tipos de mecanismo de abertura/fechamento e tipos de material de isolação, Idealidade, Características/especificações elétricas, ensaios e manutenções associadas. 5) Transformadores de Potência (a óleo e a seco): Idealidade, características/especificações elétricas, proteções intrínsecas e extrínsecas, Ensaios e manutenções associadas. 6) Supressores de Surto (Pára-raios): os surtos atmosféricos e de manobra. Princípio de operação SiC e ZnO. Idealidade. Dimensionamento. Características/especificações elétricas. Cabos guarda. 7) Transformadores de Corrente (TCs): Idealidade, tipos de TCs, tipos de ligação, dimensionamento, características/especificações elétricas. Cuidados na instalação e cuidados operacionais. 8) Transformadores de Potencial (TPs): Idealidade, tipos de TCs, tipos de ligação, dimensionamento, características/especificações elétricas. Cuidados na instalação e cuidados operacionais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1) João Mamede Filho, “Manual de Equipamentos Elétricos”, 5ª. Edição, LTC. 2) Sérgio O. Frontin (Organizador), “Equipamentos de Alta Tensão Prospecção e Hierarquização de Inovações Tecnológicas”, 1ª. Edição, Universidade de Brasília, 2013. 3) João Mamede Filho, “Instalações Elétricas Industriais”, 6ª. Edição, LTC. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1) Notas de Aula do Prof. Zanoni Dueire Lins referente a disciplina de Equipamentos Elétricos – EL418 da UFPE. 2) Furnas e Universidade Federal Fluminense, “Equipamentos Elétricos – especificação e aplicação em subestações de alta tensão, 1985. 3) Milan Milasch, “Manutenção de Transformadores em Líquido Isolante”, EFEI, Editora Edgard Blucher Ltda., 1990. 4) Catálogos de fabricantes de equipamentos elétricos diversos. 5) Diagramas Unifilares da subestação da CHESF – Recife II e Joairam. Diagrama Unifilar da Subestação da Alumar - São Luis do Maranhão (MA). DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Engenharia Elétrica Engenharia Elétrica __________________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) Disciplina X Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Total Período Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática EL Estágio Curricular 0 165 5 165 10º Pré- EL390-Circuitos Elétricos 1 Requisitos Co-Requisitos requisitos C.H. EMENTA A ementa referente ao Estágio é proposta pela empresa por meio de um Plano de Atividades de Estágio compatível com as atribuições do estagiário. O estágio deve ser na área de engenharia elétrica. O Aluno deve seguir o Regulamento de Estágio do Curso de Engenharia Elétrica. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO O estagiário deve ter um professor orientador e um supervisor da instituição onde o estágio será desenvolvido. O Plano de Atividades de Estágio deverá ser aprovado, conjuntamente, pelo orientador e pelo supervisor de estágio. O professor orientador e o supervisor deverão acompanhar e avaliar as atividades. Ao final, o Aluno elabora o Relatório Final de Estágio, onde é atribuído uma nota de 0 a 10 pelo Professor Orientador e pelo supervisor de estágio. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1) Resolução Nº 02/2020 do Conselho Coordenador de Ensino, Pesquisa e Extensão (CCEPE) da Universidade Federal de Pernambuco. 2) Regulamento de Estágio Supervisionado do Curso de Engenharia Elétrica da UFPE. 3) Norma ABNT NBR 14724 Informação e documentação — Trabalhos acadêmicos — Apresentação para a elaboração do Relatório de Estágio. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1) Lei Federal Nº11.788, de 25 de setembro de 2008. 2) Estágio Supervisionado – Teoria e Prática, Keyla Cristina Almeida Portela, Editora Vi- ena 2007 3) Estágio Supervisionado, Manolita Correia de Lima, Editora ORGS 4) Estágio Supervisionado sob diferentes olhares, Editora CRV, Autores: Perboni, Fábio, Milita e André. 5) Estágio Supervisionado: Experiência e Conhecimento, Edna Maria Goulart Joazeiro, Edi- tora ESETEC DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Engenharia Elétrica Engenharia Elétrica __________________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Semanal Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática ET625 Estatística 1 60 0 4 60 3o Pré- Co- Requisitos MA027-Cálculo Diferencial e Integral 2 requisitos Requisitos C.H. EMENTA Probabilidade: conceitos básicos, definição axiomática, probabilidade da união, probabilidade condicional. Variáveis aleatórias discretas e contínuas, valor esperado e variância. Principais distribuições de probabilidade. Valor Esperado. Variância. Distribuição geométrica, Pascal, Hipergeométrica. Distribuições de Poisson. Variáveis Aleatórias Contínuas: Distribuições Uniforme. Distribuição Normal e t-Student. Análise exploratória de dados: distribuição de frequência, medidas de centralidade e de dispersão, assimetria e curtose. Box – Plot. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Unidade I: Paul Mayer • Apresentação. Conjuntos. Experimento Aleatório. Espaço Amostral. Eventos. Frequência Relativa. Definições de Probabilidade. • Princípio da inclusão-exclusão. Espaços Amostrais Finitos. Métodos de Enumeração. • Probabilidade Condicional. Teorema de Bayes. Teorema da Probabilidade Total. Eventos Independentes. • Variáveis Aleatórias Unidimensionais Discretas e Contínuas. Variáveis Aleatórias Bidimensionais Discretas. Distribuições de Probabilidade Marginal, Variáveis Aleatórias Independentes. Unidade II: Paul Mayer/ Mongomey&Runger • Valor Esperado. Valor Esperado de Função de Variável Aleatória. Propriedades do Valor Esperado. • Variância. Variância de Função de Variável Aleatória. Propriedades da Variância. Correlação. Variáveis Aleatórias Discretas: Distribuições de Bernoulli e Binomial. • Distribuição geométrica, Pascal, Hipergeométrica. Distribuições de Poisson. • Hipergeométrica: aproximações com a Binomial. Teorema de Poisson. Variáveis Aleatórias Contínuas: Distribuições Uniforme. • Distribuição Normal e t-Student. Unidade III: Bussab e Morettin/Marcília et al. • Análise Exploratória de Dados: Distribuições de Frequências, Medidas de Posição. • Medidas de Dispersão, quartis, Box-plot, População e Amostra. Amostragem Aleatória Simples. Definições de Estatísticas e Parâmetros. Estimação de Parâmetros. Propriedades de Estimadores. • Estimadores Pontuais para Média, Desvio Padrão e Proporção. Teorema do Limite Central. Distribuições Amostrais da Média e da Proporção. • Intervalos de Confiança para Média (variância conhecida e desconhecida) e para Proporção Populacionais. • Testes de Hipóteses. Formulação. Erros do Tipo I e do Tipo II. Testes para Média (variância conhecida e desconhecida) e para Proporção Populacionais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. MEYER, P. L. Probabilidade: Aplicações a Estatística, 2.ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1983. 2. BUSSAB, W. O.; MORETTIN, P. A. Estatística Básica, 6.ed. São Paulo: Saraiva, 2010. 3. MAGALHÃES, M. N.; DE LIMA, A. C. Noções de Probabilidade e Estatística, 2.ed. São Paulo: IME-USP, 2000. 4. CAMPOS, M.; RÊGO, L.; MENDONÇA, A. Métodos Probabilísticos e Estatísticos, Rio de Janeiro: LTC, 2017. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. MURRAY R.; SPIEGEL, J; SCHILLER, J.; SRINIVASAN, R. A. Probabilidade e Estatística, 3.ed. Porto Alegre: Bookman, 2013. Coleção Schaum. 2. MONTGOMERY, D. C.; RUNGER, G. C. Estatística Aplicada e Probabilidade para Engenheiros, 5.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2012. 3. ROSS, S. M. Introduction to Probability and Statistics for Engineers and Scientists, 4.ed. San Diego: Elsevier Academic Press, 2009. 4. SHELDON M.; ROSS, A. First Course in Probability, 8.ed. Upper Saddle River: Pearson Prentice Hall, 2010. 5. KELLE, W. M.; DONNELLY JR., R. A. The Humongous Book of Statistics Problems, New York: Alpha Books, 2009. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ESTATÍSTICA ENGENHARIA ELÉTRICA _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO ELETIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Total Período Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática EG___ Expressão Gráfica 15 30 2 45 4o Pré- EG468-Geometria Gráfica Tridimensional Requisitos Co-Requisitos requisitos C.H. EMENTA Representação Gráfica assistida pelo Computador de Instalações Elétricas Prediais e Industriais observando as Normas Técnicas da ABNT- Associação Brasileira das Normas Técnicas. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Apresentação das Normas Técnicas Utilizadas para a Representação Gráfica em Engenharia Elétrica e Engenharia de Controle e Automação. 2. Representação Gráfica Digital de Instalações Residenciais (Planta Baixa, Cortes, Fachadas, Locação e Situação). 3. Representação Gráfica dos Símbolos Elétricos (Fontes, Iluminação, Tomadas de Uso Geral, Tomadas de Uso Específico, Motores/Geradores, Transformadores Fusíveis, Disjuntores, Chaves Seccionadoras, Quadros de Distribuição, etc.) 4. Representação Gráfica de Projeto Elétrico Prediais (residencial, comercial e industrial) 5. Representação Gráfica de Sistemas Elétricos Monofásicos, Trifásicos (Diagramas Unifilares e Trifilares). 6. Representação Gráfica de Circuitos contendo Máquinas Elétricas. (Elaboração de esquemas de diagrama de força e diagrama de comando). 7. Elaboração de Documentação Técnica contendo Memorial Descritivo, Planilhas, Legendas e Simbologias. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. Venditti, Marcos Vinícius dos Reis. Desenho Técnico sem Prancheta com AUTOCAD@2010 Editora: Visual Books. 2010. 2. MONTENEGRO, Gildo A. Desenho Arquitetônico. São Paulo. Editora Edgard Blücher. 1978. 3. Creder, Hélio, “Instalações Elétricas”, 16o Edição. LTC - Livros Técnicos e Científicos Editora Ltda, Grupo Editorial Nacional, 2016. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. Montenegro, Gildo A., “Geometria Descritiva”, volume 1. 2. Oberg L., “Desenho Arquitetônico”. Editora Ao livro técnico S/A. 3. ABNT- Associação Brasileira de Normas Técnicas: NBR6492 - Representação de Projetos de Arquitetura, Rio de Janeiro, 1994. 4. ABNT- Associação Brasileira de Normas Técnicas: NBR5444 - Representação Gráfica dos Símbolos Elétricos e, NBR5410 - Instalações Elétricas de Baixa Tensão 5. N. Kagan, C.C. Barioni, E.J. Robba, “Introdução a Sistemas de Distribuição de Energia Elétrica”, Edgard Blucher, 2005. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO EXPRESSÃO GRÁFICA ENGENHARIA ELÉTRICA __________________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática CI107 Fenômeno dos Transportes 30 00 02 30 3º Pré-requisitos FI006 – Física Geral 1 Co-Requisitos MA128 – Cálculo Requisitos C.H. Diferencial e Integral 3 EMENTA Fundamentos de Fenômenos de Transporte; Conceitos Fundamentais de Termodinâmica; Propriedades dos Fluidos; Estática dos Fluidos; Transferência de Calor; Transporte de Massa; Cinemática dos Fluidos; Leis de Conservação; Escoamento de Fluidos Reais Incompressíveis; Aplicações a Eletrotécnica e a Eletrônica. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Introdução. Propriedades dos Fluidos e dos meios contínuos. Unidades e dimensões. 2. Campos. Densidade de fluxo. Intensidade de Campo. Características das equações cinéticas. 3. Sistema e volume de controle. Leis de conservação. 4. Temperatura. Calor. Lei zero da termodinâmica. Primeira e segunda lei da termodinâmica. 5. Estática de Fluidos. Equação fundamental da estática. Estática dos fluidos incompressíveis. Fluidos compressíveis. Forças em superfícies planas e em superfícies curvas. 6. Transferência de calor por condução. Sistemas unidimensionais. Sistemas multidimensionais. Soluções analíticas. Soluções numéricas. Noções de radiação e convecção. 7. Transporte de massa 8. Campo de escoamento. Tipos de escoamento. Critério Euter e de Lagrange. 9. Conservação da massa. Forma diferencial e integral da equação da continuidade. Conservação de quantidade de movimento. Conservação de Energia. Equação de Bernoulli. 10. Escoamento de fluidos reais. Equação de Navier-Stokes. Escoamento em tubulações. Bombeamentos. 11. Aplicações a Eletrotécnica e Eletrônica. Noções de Hidrelétricas. Lubrificação de Máquinas. Esforços e Potência de Hidrogeradores e Aerogeradores. Refrigeração de Componentes Eletrônicos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. SCHMIDT, F. W., HENDERSON, R. E. & WOLGEMUTH, C. H. Introdução às ciências térmicas. São Paulo, Edgard Blücher, 1996. 2. BENNETT, C.O. & MYERS, J.E. Fenômenos de Transportes - Quantidade de Movimento, Calor e Massa - McGraw-Hill. 1978 3. SISSON, L. & PITTS, D. Fenômenos de Transportes - Guanabara Dois. 1981. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. BASTOS, F. A. Problemas de Mecânica dos Fluidos. Guanabara Dois. 1987. 2. BRUNETTI, F. Mecânica dos fluidos. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005.COLEÇÃO SHAUM, GILES, R. Mecânica dos Fluidos e Hidráulica. McGraw-Hill, 1997. 3. FOX, R.W. & McDONALD, A.T. Introdução a Mecânica dos Fluidos. Guanabara Dois,2001. 4. KREITH, F. Princípios da transmissão de calor. São Paulo, Edgard Blücher, 1973. 5. INCOPERA, F.P., DEWITT, D.P., Fundamentos de transferência de calor e de massa.Rio de Janeiro, LTC, 1992. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENGENHARIA CIVIL E AMBIENTAL ENGENHARIA ELÉTRICA ___________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática FI021 Física Experimental 1 0 45 1 45 2º Pré-requisitos Co-Requisitos FI007 Requisitos C.H. EMENTA Métodos de obtenção e análise de dados experimentais: medições e incertezas, tratamento estatístico de medidas, gráficos, regressão linear. Experimentos sobre: conservação de momentum linear e de energia, oscilações, ondas, ressonância, hidrodinâmica e termodinâmica. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO MEDIÇÕES E INCERTEZAS: utilização de diversos instrumentos de medida e determinação de suas incertezas. Cálculo da incerteza de medidas indiretas. Noções de tratamento estatístico de grandes conjuntos de medidas. GRÁFICOS E AJUSTE LINEAR (os tópicos descritos a seguir poderão ser abordados em cada prática conforme a necessidade): representação gráfica nas escalas linear, logarítmica e semi-logarítmica, ajuste linear de dados experimentais (método dos quadrados mínimos). COLISÕES: experimentos envolvendo conservação do momento linear, conservação da energia, colisões elásticas e inelásticas. OSCILAÇÕES E RESSONÂNCIA: experiências com osciladores harmônicos simples, ondas mecânicas em cordas e/ou membranas, ressonâncias de uma corda esticada. FLUIDOS: medições de densidade e viscosidade de líquidos, experimentos em hidrodinâmica. TERMODINÂMICA: Experimentos em transporte térmico, medições do calor específico de metais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. Notas de curso elaboradas pela equipe e disponibilizadas em sítio da internet divulgado no início do semestre. 2. HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; Walker, J. Fundamentos de Física. v.1. e 2. 8.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009. 3. NUSSENZVEIG, H. M. Curso de Física Básica. v.1. e 2. São Paulo: Blücher, 1997. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. SERWAY, R. A.; JEWETT Jr., J. W. Princípios de Física. v.1. e 2. São Paulo: Thomson, 2005. 2. FEYNMAN, R. P.; LEIGHTON; R.B.; SANDS, M. The Feynman Lectures on Physics. v.2. Porto Alegre: Bookman, 2008. 3. CHAVES, A. Física Básica – Eletromagnetismo. 1.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007. 4. Tipler, P. A. Física. Eletricidade E Magnetismo, Ótica - Volume 2. Rio de Janeiro: LTC, 2006. 5. 5. Alonso, M.; Finn, E. Física: um Curso Universitário - Campos e Ondas (Volume 2). São Paulo: Blucher, 2015. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO FÍSICA ENGENHARIA ELÉTRICA __________________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática FI006 Física Geral 1 60 0 4 60 1º Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Movimento em uma dimensão; Vetores; Movimento em um Plano; Dinâmica da Partícula; Trabalho e Energia; Conservação da Energia; Conservação do Momentum Linear; Choques; Cinemática da Rotação; Dinâmica da Rotação. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. MOVIMENTO EM UMA DIMENSÃO: Cinemática da partícula, velocidade média e instantânea, aceleração média e instantânea, movimento unidimensional com aceleração constante, corpos em queda livre e suas equações do movimento. 2. VETORES: Vetores e escalares, adição de vetores, multiplicação de vetores, vetores e as leis da Física. 3. MOVIMENTO EM UM PLANO: Movimento num plano com aceleração constante, movimento de um projétil, movimento circular uniforme, aceleração tangencial no movimento circular uniforme, velocidade e aceleração relativas. 4. DINÂMICA DA PARTÍCULA: Primeira lei de Newton, força e massa, segunda lei de Newton, a terceira lei de Newton, sistemas de unidades mecânicas, as leis de força de atrito, dinâmica do movimento circular uniforme, forças reais e fictícias. 5. TRABALHO E ENERGIA: Trabalho realizado por uma força constante, trabalho realizado por uma força variável, energia cinética, potência. 6. CONSERVAÇÃO DA ENERGIA: Sistemas conservativos e não-conservativos, e energia potencial, massa e energia. 7. CONSERVAÇÃO DO MOMENTUM-LINEAR: Centro de massa, movimento do centro de massa, momentum linear de um sistema de partículas, sistemas de massa variável. 8. CHOQUES: Impulso e momento linear, choques em uma e duas dimensões. 9. CINEMÁTICA DA ROTAÇÃO: Movimento de rotação, grandezas vetoriais na rotação, relação entre a cinemática linear e a angular de uma partícula em movimento circular. 10. DINÂMICA DA ROTAÇÃO: Momento de uma força, momentum angular de uma partícula e de um sistema de partículas, energia cinética de rotação e momento de inércia, movimento combinado de translação e rotação de um corpo rígido, conservação do momentum angular. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de física. v.1. 8.ed. São Paulo: LTC, 2009. 2. NUSSENZWEIG, H.M. Curso de física básica. v.1. 5.ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2013. 3. TIPLER, P.; MOSCA, E. Física para cientistas e engenheiros. v.1. 6.ed. São Paulo: LTC, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. SERWAY, R. A.; JEWETT Jr., J. W. Princípios de física. v.1. 5.ed. São Paulo: Cengage Learning, 2013. 2. FEYNMAN, R. P.; LEIGHTON, R. B.; SANDS, M. The Feynman lectures on Physics. 3.ed. v.1. São Paulo: Bookman, 2008. 3. CHAVES, A. Física básica - mecânica. 1.ed. São Paulo: LTC, 2007. 4. NETO, J. B. Mecânica newtoniana, lagrangiana e hamiltoniana. 2.ed. Rio de Janeiro: Livraria da Física Editorial, 2013. 5. KAZUNORI, W. Mecânica clássica. v.1. 2.ed. Rio de Janeiro: Livraria da Física Editorial, 2004. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO FÍSICA ENGENHARIA ELÉTRICA ____________________________________________ ______________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática FI007 Física Geral 2 60 0 4 60 2º Pré-requisitos FI006 Co-Requisitos MA027 Requisitos C.H. EMENTA Gravitação; Fluidos; Movimento Oscilatório; Ondas; Superposição e Interferência de Ondas Harmônicas; Termologia; Teoria Cinética dos Gases; Leis da Termodinâmica. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 GRAVITAÇÃO: Campo e energia potencial gravitacional, movimento planetário e de satélites. 2 FLUÍDOS: Fluidos, pressão e densidade, princípio de Pascal e Arquimedes, escoamento de fluidos, equação de Bernoulli. 3 MOVIMENTO OSCILATÓRIO: Oscilações, movimento harmônico simples, superposição de movimentos harmônicos, movimento harmônico amortecido, oscilações forçadas e ressonância. 4 ONDAS: Ondas mecânicas, ondas acústicas, propagação e velocidade de ondas longitudinais, ondas longitudinais estacionárias, sistemas vibrantes e fontes sonoras. 5 SUPERPOSIÇÃO E INTERFERÊNCIA DE ONDAS HARMÔNICAS: Batimentos, análise e síntese harmônica, pacote de ondas, dispersão. 6 TERMOLOGIA: Temperatura, equilíbrio térmico, calor, quantidade de calor e calor específico. Mudanças de fase e calor latente, a transferência de calor. 7 LEIS DE TERMODINÂMICA: Calor e trabalho, primeira lei da Termodinâmica, transformações reversíveis e irreversíveis, o ciclo de Carnot, a segunda lei da Termodinâmica, entropia, processos reversíveis e irreversíveis. 8 TEORIA CINÉTICA DOS GASES: Gás ideal, descrição macroscópica e definição microscópica, cálculo cinético da pressão, interpretação cinemática da temperatura, entropia e desordem, equação de estado de Van der Waals. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. HALLIDAY, D; RESNICK, R; WALKER, J. Fundamentos de Física. v.2. 8.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009. 2. NUSSENZVEIG, H. M. Curso de Física Básica. v.2. São Paulo: Blücher, 1997. 3. TIPLER, P.; MOSCA, G. Física para Cientistas e Engenheiros. v.1. 6.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. SERWAY, R. A.; JEWETT, J. W. Jr. Princípios de Física. São Paulo: Thomson, 2005. v.2. 2. FEYNMAN, R. P.; LEIGHTON, R. B.; SANDS, M. The Feynman Lectures on Physics. v.1. New York: Bookman, 2008. 3. CHAVES, A. Física Básica – Gravitação, Fluidos, Ondas e Termodinâmica. 1.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007. 4. Alonso, M.; Finn, E. Física: um Curso Universitário - Campos e Ondas (Volume 2). São Paulo: Blucher, 2015. 5. Tipler, P. A. Física Moderna. Rio de Janeiro: LTC, 2010. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO FÍSICA ENGENHARIA ELÉTRICA _______________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática FI108 Física Geral 3 60 0 4 60 3º Pré-requisitos FI007 Co-Requisitos MA128 Requisitos C.H. EMENTA Campo Elétrico; Potencial Elétrico; Capacitores e Dielétricos; Circuitos Elétricos; Campo Magnético; Lei de Ampére; Indução Eletromagnética. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO . CAMPO ELÉTRICO: Carga elétrica, condutores e isolantes, lei de Coulomb, conservação da carga elétrica, quantização da carga, linhas de força , cálculo de campos elétricos, dipolo elétrico, lei de Gauss, condutor isolado. . POTENCIAL ELÉTRICO: Relação com o campo elétrico, energia potencial elétrico . CAPACITORES E DIELÉTRICOS: Capacitação, energia de um capacitor, ação de um campo elétrico sobre dielétricos, visão microscópica dos dielétricos, propriedades elétricas dos dielétricos. . CIRCUITOS ELÉTRICOS: Corrente elétrica, densidade de corrente elétrica, resistência, resistividade e condutividade elétricas, lei de Ohm, visão microscópica, transferências de energia em um circuito elétrico, força eletromotriz, leis de Kirchholff. . CAMPO MAGNÉTICO: Força magnética sobre um carga elétrica e sobre uma corrente elétrica, torque sobre uma espira de corrente, dipolo magnético, efeito Hall. . LEI DE AMPÉRE: Campo Magnético gerado por corrente elétrica, linhas de indução, lei de Biot- Savart. . INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA: Lei de Faraday, lei de Lenz, campos magnéticos dependentes do tempo, indução e movimento relativo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA [1] R. Resnick e D. Halliday, FÍSICA: Vol.3,4ª ed., Livros técnicos e científicos, Rio de Janeiro,1985. [2] P. TIPLER, FÍSICA; Vol. 2, 2ª ed., Guanabara Dois, Rio de janeiro,1984; [3] MCKELVEY, J.P. Física , São Paulo, LTC – Livros Técnicos e Científicos Editora S.A,2000, v.3. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR [1] CUTNELL, J. D.; JOHNSON, K. W. Física. V.3. 1. Ed. Rio de janeiro: LTC, 2006. [2] NUSSENZVEIG, M. FÍSICA 3 4.ed. Edgard Blucher, 2003; [3] SEARS E ZEMANSKY, Física 3 São Paulo, Addison Wesley, 2003, v.3; [4] YOUNG,H.D, Sears e Zemansky — Física III:eletromagnetismo, 10aedição, São Paulo: Addison Wesley, 2004; [5] SERWAY, R.A., Princípios de Física, volume 3, São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2004. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO FÍSICA ENGENHARIA ELÉTRICA _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Total Período Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Fluxo de Carga e EL402 60 0 4 60 9o Estabilidade Pré- EL417 - Componentes de Sistemas Elétricos Co- Requisitos requisitos EL___ - Métodos Numéricos Requisitos C.H. EMENTA • Introdução ao sistema de energia elétrica, ao estudo de fluxo de potência e estabilidade de sistema elétricos. FLUXO DE CARGA: • Componentes do sistema elétrico de energia e seus modelos para o estudo de fluxo de carga; • Equações de fluxo de potência; • Métodos de solução iterativos das equações de fluxo de carga; • Métodos desacoplados de fluxo de carga; • Controles e limites no fluxo de carga; • Fluxo de carga linear. ESTABILIDADE DE SISTEMAS ELÉTRICOS DE POTÊNCIA: • Introdução à estabilidade de sistemas elétricos de potência; • Análise de estabilidade de regime permanente; • Análise de estabilidade transitória; • Solução de equações diferenciais das equações de oscilação. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO • Introdução ao cálculo de fluxo de potência: definição do problema, aplicação e história e da estabi- lidade dos sistemas elétricos de potência; • Modelagem dos componentes: modelagem das linhas de transmissão, transformadores, geradores, tipos de barras, cargas e elementos shunts; • Formulação das equações de corrente e de fluxo de potência, formulação matricial, injeções de potência; • Métodos de solução iterativos das equações não-lineares de fluxo de carga: Gauss, Gauss Seidel, Newton Raphson; • Métodos desacoplados rápidos, que fazem uso da característica do fraco acoplamento entre a potência ativa - ângulo da barra e da potência reativa - magnitude da tensão da barra; • Controles e limites: modos de representação, controle de tensão em barras PV, limites de tensão em barras PQ e controle automático de tap; • Fluxo de potência CC: linearização, formulação matricial e perdas de potência ativa no modelo CC; • Introdução à estabilidade: requisitos de uma operação segura em sistemas elétricos, classificação da estabilidade, equação de oscilação, máquina conectada a uma barra infinita; • Análise de estabilidade de regime permanente: coeficiente de potência sincronizante, potência de amortecimento, análise de estabilidade por autovalores, sistema multimáquina; • Análise de estabilidade transitória: critério das áreas iguais, sistema multimáquina; • Solução de equações diferenciais: método de Euler, método de Range-Kutta, método trapezoidal. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. A. J. Monticelli, Fluxo de Carga em Redes de Energia Elétrica, Edgard Blücher, 1983 2. A. J. Monticelli, A. Garcial, Introdução a Sistemas de Energia Elétrica, Editora Unicamp 3. A. P. de Moura, A. A. F. de Moura, E. P. da Rocha, Análise de Fluxo de Carga em Sistemas de Potência, Artliber Editora. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. P. Kundur, Power System Stability and Control, Mc Graw Hill 2. W. D. Stevenson Jr, Elementos de Análise de Sistemas de Potência, McGraw-Hill 3. J. Duncan Glover, Mulukutla S. Sarma, Thomas Overby - Power Systems Analysis and Design. 4thedition. 4. Hadi Saadat - Power System Analysis-Mcgraw-Hill College (1998) 5. Jos Arrillaga, Neville R. Watson - Computer Modelling of Electrical Power Systems. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENGENHARIA ELÉTRICA ENGENHARIA ELÉTRICA __________________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática MA036 Geometria Analítica 1 60 0 4 60 1º Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Sistemas de coordenadas no plano. A reta, a circunferência, as cônicas, Cálculo vetorial. Coordenadas no espaço. Retas e planos. Mudança de coordenadas (rotação e translação). Relação entre retas e planos. Superfícies quádricas. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1a UNIDADE Apresentação; Coordenadas no plano e no espaço; Distância entre pontos. Vetores no Plano e no espaço; soma; produto escalar e norma; propriedades. Produto escalar; Desigualdade de Cauchy-Schwarz; ângulo entre vetores; paralelismo. Projeção ortogonal; vetores geradores; produto vetorial; cálculo de área. Produto misto; cálculo de volumes. Retas no plano e no espaço; equações paramétricas; equações cartesiana (no plano) e simétrica (no espaço). Planos; equações paramétricas e cartesiana; ângulo entre planos; projeção ortogonal de um ponto sobre um plano. Retas como interseção de dois planos; posições relativas de retas e planos. Cálculo de distâncias: ponto/reta; ponto/plano; reta/plano; plano/plano. Cálculo de distâncias: reta/reta. 2a UNIDADE Circunferências; famílias de circunferências por 1 e 2 pontos; posições relativas de circunferências e retas. Elipse; definição; equações canônicas; translação de eixos; posições relativas de elipses e retas. Parábola: (idem); propriedade refletora. Hipérbole: (idem); assíntotas. Definição unificada das cônicas (propriedade foco diretriz); lugares geométricos. Rotação de eixos; cônicas rotacionadas; equação geral do 2º grau. Coordenadas polares; cônicas em coordenadas polares. 3a UNIDADE Superfícies de revolução. Parametrização de superfícies de revolução. Esferas. Quádricas; rotação de uma cônica em torno de um eixo e simetria; rotação de uma cônica em torno de um eixo qualquer. Outras quádricas. Superfícies cilíndricas. Superfícies cônicas. Obtenção de uma cônica como interseção de um cone com um plano. Coordenadas cilíndricas e esféricas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. LEITHOLD,L. O cálculo com geometria analítica. v.1. 3.ed. São Paulo: Harbra, 1994. 2. BOLDRINI, J. L. Álgebra linear. 1.ed. São Paulo: Harper e Row do Brasil, 1980. 3. DURAND, C. Notas de geometria analítica - curso DMAT. Recife, 1992. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. REIS, G.L. Geometria analítica. 2.ed. São Paulo: LTC, 1996. 2. BOULOS, P; CAMARGO, I. Geometria analítica - um tratamento vetorial. 2.ed. São Paulo: McGraw-Hill, 1987. 3. STEINBRUCH, A. Geometria analítica. 2.ed. São Paulo: McGraw-Hill, 1987. 4. WINTERLE, P. Vetores e geometria analítica. 3.ed. São Paulo: Makron Books, 2000. 5. LIMA, E.L. Geometria analítica e álgebra linear. 1.ed. Rio de Janeiro: SBM-IMPA, 2014. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO MATEMÁTICA ENGENHARIA ELÉTRICA ________________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática Geometria Gráfica EG468 30 30 3 60 1º Tridimensional Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Representação das formas tridimensionais mais usadas nos principais sistemas de representação gráfica. Desenvolver a capacidade de visualização espacial e a habilidade de expressão, operação e de interpretação gráfica. Com o objetivo de desenvolver a capacidade de visualização espacial e desenvolver a habilidade de expressão, operação e de interpretação gráfica. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Apresentação da disciplina, construção e representação de elementos geométricos, escala e normas técnicas. 2. Considerações sobre diferentes mídias para construção geométrica. 3.Perspectiva Cavaleira. 4.Desenho Isométrico. 5.Sistema Mongeano aplicado ao Desenho Técnico. 6.Verdadeira Grandeza. 7.Métodos descritivos aplicados as vistas auxiliares, verdadeira grandeza, rotações de objeto e mudanças de posição do observador. 8.Seção e Interseção de sólidos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA • COSTA, M. D.; COSTA, A. V. Geometria gráfica tridimensional. v.1. 3.ed. Recife: Editora da UFPE, 1996. • DUARTE, J. Introdução ao Desenho. Apostila do Curso de Introdução ao Desenho – UFPE – Área II. Disponível em www.areaii.ufpe.br • FRENCH, T. E. Desenho Técnico. Rio de Janeiro: Editora Globo, 1978. • www.mat.uel.br/geometrica; www.gd.ufrgs.br/hypercal/Indice.html BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. Zattar, I. C. Introdução Ao Desenho Técnico. São Paulo: InterSaberes, 2016. 2. Pearsall, R. Introdução ao Desenho. São Paulo: Estampa, 1995. 3. del Rio, V. Introdução ao Desenho Urbano no Processo de Planejamento. São Paulo: Pini, 1985. 4. Lacourt, H. NOÇÕES E FUNDAMENTOS DE GEOMETRIA DESCRITIVA. Rio de Janeiro: LTC, 1995. 5. Montenegro, G. Geometria Descritiva: Desenho e Imaginação na Construção do Espaço 3-D. 2 ed. São Paulo: Blucher, 2016. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Expressão Gráfica ENGENHARIA ELÉTRICA ______________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Total Período Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática EL420 Instalações Elétricas 60 0 4 60 7o Pré- EL418 - Equipamentos Elétricos Co-Requisitos Requisitos C.H. requisitos EG__- Expressão Gráfica EMENTA Projeto, dimensionamento e execução de instalações elétricas prediais e industriais. Realização de projeto de instalações elétricas com o uso de ferramenta de projeto assistido por computador – CAD (computer assisted design). Incluindo projetos de sistemas de geração própria, analise de operação e problemas em instalações elétricas. Finalmente, são expostos os principais desafios relacionados à instalações elétricas no tocante a proteção da vida com alguns elementos representativos da NR10. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Instalações para iluminação e aparelhos domésticos. 2. Estimativa de carga e divisão de circuitos. 3. Condutores elétricos e eletrodutos: dimensionamento e instalação. 4. Proteção de circuitos. Dimensionamento de fusíveis e disjuntores. Seletividade na prote- ção. Dispositivo diferencial-residual. 5. Aterramento de instalações elétricas: modalidades e dimensionamento. 6. Projetos de iluminação. Incluindo tipos de lâmpadas e acessórios para iluminação. 7. Para-raios prediais: tipos, dimensionamento e instalação. 8. Potência instalada, demanda máxima, fator de demanda, fator de diversidade, fator de carga, fator de potência. 9. Correção do fator de potência. Localização e instalação de capacitores. 10. Projeto de subestações abaixadoras. 11. Fornecimento de energia aos prédios. Ramal de alimentação. Medição de energia. 12. Sistemas de segurança, sinalização, comunicação e comando. 13. Instalações de motores elétricos. Centros de controle e de distribuição para alimentação de motores. Seleção, instalação e operação de equipamentos de partida de motores de indução trifásicos. 14. Realização de projeto com o uso de ferramenta de projeto assistido por computador - CAD (computer assisted design). BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1) ABNT – Norma NBR 5410, “Instalações Elétricas de Baixa tensão”. 2) J. Mamede Filho, “Instalações Elétricas Industriais”, 9ª Edição, LTC, 2017. 3) J. Niskier e A. J. Macintyre, “Instalações Elétricas”, 7ª Edição, LTC, 2021. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1) Roberto de Carvalho Júnior “Instalações Elétricas e o projeto de arquitetura”, 9ª Edição, Blucher, 2019. 2) H. Creder, “Instalações Elétricas”, 14a Edição, LTC, 2002. 3) Normas da Companhia Energética de Pernambuco – Neoenergia. 4) ABNT NBR 5413 - Iluminância de Interiores 5) ABNT NBR 5419 – Proteção de estruturas contra descargas atmosféricas5413 DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Engenharia Elétrica Engenharia Elétrica __________________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática Introdução à Mecânica e CI552 30 0 2 30 6o Resistência dos Materiais Pré- Co- Requisitos MA128 – Cálculo Diferencial e Integral 3 requisitos Requisitos C.H. EMENTA • Solicitação por esforço normal; Solicitação por esforço cortante; Solicitação por flexão; Deformação por flexão; Flexão. • Propriedades geométricas das seções. Conceitos fundamentais: apoios, vínculos, ligações, equilíbrio. Estudo de treliças isostáticas simples. Estudo de vigas isostáticas. Esforços seccionais em barras. Tensões e deformações em barras. • Tensões em barras sujeitas à esforços normais, cortantes, momento de flexão e de torção. Estado plano de tensões e deformações. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Revisão de mecânica geral, propriedades geométricas de figuras planas. Centroides e momentos de inércia. 2. Conceitos fundamentais: apoios, vínculos, ligações, cargas e equações de equilíbrio. 3. Esforços seccionais e linhas de estado. 4. Treliças planas simples. Reações de apoio e esforços normais. 5. Vigas isostáticas. Reações de apoio e esforços seccionais. 6. Conceitos de tensão e deformação. Lei de Hooke. Coeficiente de Poisson. Lei de Hooke generalizada. 7. Relação tensão-deformação. Deformações e deslocamentos devido a esforço normal. 8. Tensões em vigas carregadas transversalmente. 9. Estado plano de tensões. Estado plano de deformações (Rosetas) BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. HIBBELER, R. C. Resistência dos Materiais. 5ª ed. Rio de Janeiro: Prentice Hall, 2004. 2. MELCONIAN, S. Mecânica Técnica e Resistência dos Materiais. São Paulo: Érica, 1999. 3. RILEY, WILLIAM F.; STURGES, LEROY D.; MORRIS, DON H. Mecânica dos Materiais. 5ªed. LTC, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. Timoshenko – Resistência dos Materiais 2. CRAYG, R. R. Mecânica dos Materiais. 2ªed. LTC, 2002. 3. Beer e Johnson – Mecânica Vetorial para Engenheiros. 4. GORFIN, B. & OLIVEIRA, M. M. (1983) Estruturas Isostáticas (Capítulos 1, 2 e 4). 3ª. Edição (reimpressão). Livros Técnicos e Científicos. Rio de Janeiro; 5. FONSECA, A. (1976) Curso de Mecânica – Volume II – Estática (Título 1). 3a Edição (reimpressão). Livros Técnicos e Científicos. Rio de Janeiro. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENGENHARIA CIVIL E AMBIENTAL ENGENHARIA ELÉTRICA _________________________________________ ______________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática EL398 Laboratório de Circuitos Elétricos 1 00 30 1 30 4o Pré- FI108- Física Geral 3 Co- EL390-Circuitos Elétricos 1 Requisitos requisitos Requisitos C.H. EMENTA • Práticas diversas de circuitos elétricos. • Utilização de programa de simulação de circuitos elétricos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Práticas diversas e utilização de programa de simulação de circuitos elétricos dos seguintes assuntos: • Circuitos elétricos: leis e modelos; definição de corrente e tensão; leis de Kirchhoff - validação; associação de resistores (lineares e não lineares); potência, energia e princípio da conservação da energia (Teorema de Tellegen); fontes de tensão e corrente, diodo ideal; fontes dependentes; amplificador operacional ideal; equivalência estrela-triângulo de resistências. • Técnicas de solução de circuitos: princípio da superposição; equivalente Thevénin-Norton; método das equações dos nós; método das equações das malhas; equação matricial para o método das equações dos nós e das malhas; deslocamento de fontes de tensão e fontes de corrente. • Capacitores e indutores: associação de capacitores e associação de indutores; energia armazenada; capacidade de armazenamento de energia. • Circuitos de 1ª ordem no domínio do tempo: resposta natural e forçada; solução por inspeção para entrada contínua; resposta natural e forçada para uma entrada qualquer. • Circuitos de 2ª ordem no domínio do tempo: circuito RLC série, RLC paralelo com entrada nula; Solução de circuitos diversos de 2ª ordem – circuitos sub, sobre e criticamente amortecido (resposta a uma entrada qualquer); introdução aos grafos (árvore, enlaces e cortes) – equação de cortes e de laços para a obtenção da equação diferencial de 2ª ordem. • Circuitos em regime permanente senoidal: formas de ondas periódicas e a função senoidal; obtenção dos valores de pico, médio e eficaz de funções periódicas; período, frequência e defasagem entre ondas senoidais; representação de funções senoidais por fasores; circuitos fasoriais, impedância complexa; resolução de circuitos elétricos utilizando a técnica de fasores; método dos nós e das malhas com fasores; indutância própria, indutância mútua - polaridade e coeficiente de acoplamento; equivalente Thevénin e Norton, associação de impedâncias complexas, associação de indutores (com ou sem indutância mútua) utilizando a técnica de fasores; potência instantânea, potência ativa (média) potência reativa, potência complexa e fator de potência; correção do fator de potência. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. A. C. C. de Oliveira, L. Limongi, e D. Chaves, “Práticas de Circuitos Elétricos 1”, DEE, UFPE, 2010. 2. D. E. Johnson, “Fundamentos de Análise de Circuitos Elétricos”, 4ª edição, PHB. 3. J. O. Malley, , “Análise de Circuitos”, 2a Edição, Coleção Schaum, 2a Edição, Mc. Graw- Hill, 1994. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. R. C. Dorf, “Introdução aos Circuitos Elétricos”, 5a Edição, LTC, 2003. 2. J. W. Nilsson, “Circuitos Elétricos”, 6a Edição, LTC, 2003. 3. J. D. Irwin, “Análise de Circuitos em Engenharia”, 4a Edição, Makron Books, 2000. 4. J. Edminister, “Circuitos Elétricos”, 1991, Makron Books Brasil. 5. Notas de Aula. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENGENHARIA ELÉTRICA ENGENHARIA ELÉTRICA _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática Laboratório de Conversão 0 30 1 30 6o EL399 Eletromecânica da Energia EL392 Requisitos Pré-requisitos Co-Requisitos C.H. EMENTA Práticas diversas de conversão eletromecânica de energia e utilização de programa de simulação Matlab (Simulink). CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Práticas diversas de conversão eletromecânica de energia e utilização de programa de simulação Matlab (Simulink) para a resolução de problemas de conversão eletromecânica de energia com os seguintes assuntos: • Circuitos magnéticos. Propriedades dos materiais magnéticos; • Circuitos magnéticos acoplados – Transformador ideal; • Transformador real – reatâncias, resistências, e perdas, - circuitos equivalentes; • Aspectos práticos na análise dos transformadores: uso do circuito equivalente, rendimento, regulação de tensão, ensaios em vazio e curto-circuito, modelo matemático; • Autotransformadores, Transformadores em sistemas trifásicos e transformadores de múltiplos enrolamentos; • Princípios da conversão eletromecânica da energia: balanço de energia, energia nos sistemas magnéticos de excitação única. Força mecânica e energia. Funções de estado. Co-energia. Sistemas mag. de excitação múltipla; • Máquinas rotativas: conceitos básicos – Máquinas elementares: Síncronas, de indução e de corrente contínua; • Força magnetomotriz nos enrolamentos distribuídos: Máquinas de c.a. e máquinas de c.c.; • Campo girante. Produção de conjugado nas máquinas de rotor cilíndrico: pontos de vista dos circuitos magneticamente acoplados e dos campos magnéticos; • Máquinas rotativas; considerações tecnológicas – introdução às máquinas síncronas, de indução, de corrente contínua e reais – modelos matemáticos simplificados das maq. c.a. e c.c.; • A natureza dos problemas das máquinas elétricas, saturação magnética e fontes de excitação das maq. elétricas; • Perdas, características nominais, aquecimento e meios de refrigeração das máquinas elétricas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. E. FITZGERALD, A. E., Kingsley, C. e Umans, S. D. Máquinas elétricas, 7a Edição, Makron Books. 2. DEL TORO, V., Fundamentos de máquinas elétricas, PHB, 1994. 3. MARTIGNONI, Alfonso. Ensaios de máquinas elétricas. 2. ed. Rio de Janeiro: Globo, 1979. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. NASAR, S. A.. Maquinas elétricas. Sao Paulo: Makron : McGraw-Hill, c1984.. 217p. (Coleção Schaum) 2. KOSOW, Irving L. Máquinas elétricas e transformadores. 15. ed. São Paulo. Globo, 1998. 3. FALCONE, Aurio Gilberto. Eletromecânica, transformadores e transdutores, conversão eletromecânica de energia, máquinas elétricas. Sao Paulo: Edgard Blucher, c1979. 4. KRAUSE, P. C., Wasynczuk, O., Sudhoff, S. D. and Pekarek, S. Analysis of Electric Machinery and Drive Systems, 3rd Edition, June 2013, Wiley-IEEE Press. 5. BIM, Edson. Máquinas elétricas e acionamento. 2.ed. Rio de Janeiro: Campus, 2012. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Engenharia Elétrica Engenharia Elétrica _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Total Período Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática EL Laboratório de Máquinas 0 15 0 15 7o Elétricas EL392 - Conversão Eletromecânica da EL__- Máquinas Pré- Co- requisitos Energia e EL399 – Laboratório de Requisitos Elétricas Requisitos C.H. Conversão Eletromecânica da Energia EMENTA Máquinas assíncronas: elementos construtivos, relações de conjugados e velocidade das máquinas trifásicas, características de funcionamento, circuitos equivalentes das máquinas de indução; máquinas síncronas: elementos construtivos, relações de tensão, diagramas fasoriais, relações de conjugado e potência, conjugados de carga, regime de trabalho em condição de carga, tensão e velocidade de acionamento, variação de velocidade; máquinas de corrente contínua: elementos construtivos, tipos de excitação, relações de conjugado e potência e velocidade, características de gerador e motor. , CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Prática 1: Máquina CC - Aspectos construtivos; Curvas de excitação. Prática 2: Máquina CC - Gerador CC de excitação independente, derivação, série e composta. Prática 3: Máquina CC - Motor CC com excitação em derivação e independente. Prática 4: Máquina Síncrona - Aspectos construtivos; Curvas de excitação. Prática 5: Máquina Síncrona - Ensaios a vazio e curto-circuito. Prática 6: Máquina indução - Aspectos construtivos; Ensaios a vazio e de rotor bloqueado. Prática 7: Máquina indução – Levantamento das características curvas velocidade x conjugado. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1) E. Fitzgerald and C. Kingsley, “Electric Machinery”, 6th. Edition, McGraw Hill. 2) I. Kosow,, “Máquinas Elétricas e Transformadores”, Editora Globo, 1987. 3) J. C. de Sá Jr., “Práticas de Máquinas Elétricas”, Apostilha, DEESP-UFPE. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1) Fitzgerald, Higginbotham e Grabel, “Engenharia Elétrica”. 2) M. Liwschitz e C. Whiple, “Electric Machinery – AC Machines”, volume 1. 3) M. Liwschitz e C. Whiple, “Máquinas de Corrente Contínua”, volume 1. 4) M. Kostenko e L. Piotrovsky, “Electrical Machines”, volume 1 e 2. 5) M. E. El-Hawary, “Principles of Electric Machines with Power Electronic Applications”. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Engenharia Elétrica Engenharia Elétrica __________________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Nº. de Código Nome C. H. Global Período Créditos Teórica Prática EL473 Laboratório de Sistemas Digitais 00 30 1 30 3o Pré- Co- Requisitos EL476-Sistemas Digitais requisitos Requisitos C.H. EMENTA Análise e projeto de sistemas digitais. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Álgebra das Variáveis Lógicas 2. Circuitos Combinacionais 3. Sistemas Combinacionais Aritméticos 4. Circuitos Sequenciais 5. Redes Sequenciais (Sistemas) BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. CAVALCANTI, M. C., TEIXEIRA, J. M., SANTOS, J. R. H., Sistemas Digitais: Práticas de Laboratório, UFPE – DEE, 2018. 2. D'AMORE, R., VHDL: Descrição e Síntese de Circuitos Digitais, 2a. Ed., 2012. 3. VAHID, F., Sistemas Digitais - Projeto, Otimização e HDLs. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. TOCCI, R.; WIDMER, N. S.: Sistemas Digitais. Princípios e Aplicações. Livros Técnicos e Científicos. 8ª. Edição, 2003. 2. IDOETA, I. V. & CAPUANO, F. G. - Elementos de Eletrônica Digital. São Paulo: Editora Érica,1984. 3. TAUB, H, Circuitos Digitais e Microprocessadores. São Paulo: Editora McGraw-Hill do Brasil,1984. 4. DIAS, M., Sistemas Digitais – Princípios e Prática. 3ª Edição, 2013. 5. NAGLE, H. T., CARROLL, B. D., IRWIN, J. D., An Introduction to Computer Logic. Prentice-Hall,1975. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENGENHARIA ELÉTRICA ENGENHARIA ELÉTRICA _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRIO ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática EL Máquinas Elétricas 60 0 4 60 7o EL392 – Conversão Eletromecânica da Energia e Pré- Co- Requisitos requisitos EL399- Laboratório de Conversão Eletromecânica Requisitos C.H. - da Energia EMENTA Estudo das seguintes máquinas elétricas rotativas em regime permanente: • Máquinas de corrente contínua; • Máquinas síncronas; • Máquina de indução; • Motores de pequena potência e de relutância. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1) Máquinas elétricas de corrente contínua: Força magnetomotriz, comutação, enrolamento de compensação, circuitos equivalentes, desempenho e controle de velocidade. 2) Máquinas elétricas síncronas: Ondas de fluxo e força magnetomotriz, circuito equivalente, características de vazio e de curto-circuito, características da operação, características de ângulo-potência, efeitos da consideração dos polos salientes, geradores em paralelo. 3) Máquinas elétricas de indução ou assíncronas: Ondas de fluxo e força magnetomotriz, circuito equivalente, análises de conjugado e potência, característica conjugado- deslizamento, controle de velocidade de motores, efeitos de resistência do rotor. 4) Máquinas de relutância variável, motor de passo, motor de indução mono e bifásicos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. Stephen D Umans,“Máquinas Elétricas de Fitzgerald e Kingsley” , AMGH; 7ª edição (30 maio 2014). 2. I. I. Kosow,, “Máquinas Elétricas e Transformadores”, Editora Globo, 1987. 3. Stephen J. Chapman “Fundamentos de Máquinas Elétricas”, AMGH; 5ª edição (22 abril 2013). BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. Fitzgerald, Higginbotham e Grabel, “Engenharia Elétrica”. 2. M. Liwschitz e C. Whiple, “Electric Machinery – AC Machines”, volume 2. 3. M. Liwschitz e C. Whiple, “Máquinas de Corrente Contínua”, volume 1. 4. M. Kostenko e L. Piotrovsky, “Electrical Machines”, volumes 1 e 2. 5. M. E. El-Hawary, “Principles of Electric Machines with Power Electronic Applications”. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA ENGENHARIA ELÉTRICA ____________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Total Período Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Máquinas Térmicas e ME__ 30 0 2 30 6o Hidraúlicas Pré- Co- requisitos CI107-Fenômenos de Transportes Requisitos Requisitos C.H. EMENTA • Bombas Rotativas e Alternativas. • Turbinas Francis, Pelton e Kaplan. • Caldeiras e Turbinas a Vapor • Turbinas a gás e Motores de combustão interna alternativos (Otto e Diesel) CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Introdução - Perdas de Carga - Comprimentos Equivalentes. 2. Análise Dimensional e Semelhança Mecânica. 3. Associação de bombas 4. Bombas - Generalidades. 5. Bombas de Deslocamento Positivo. 6. Classificação e Uso das Turbinas. 7. Turbinas Pelton, Francis e Kaplan. 8. Caldeiras 9. Turbinas a vapor 10. Turbinas a Gás 11. Motores de combustão interna Alternativo – OTTO 12. Motores de combustão interna Alternativo - Diesel BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1) Manual de Hidráulica, José M. de Azevedo Neto, vol. 1. 2) Bombas e Instalações de Bombeamento, Archibald Joseph Macintyre, RJ, Ed. Guanabara. 3) Máquina Motrizes Hidráulicas, Archibald Joseph Macintyre BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1) Fundamentos de transferência de calor e massa. INCROPERA, F. P.; SILVA, C. A.; WITT, D. P. 2) Motores de Combustão Interna, Jorge Martins 3) Introdução à Combustão: Conceitos e Aplicações, Stephen R. Turns 4) Fundamentos de transferência de calor e de massa, incopera, F. P. Dewitt, D. P. 5) Princípios da Transmissão de Calor, Kreith F, Eitora Edgard Blucher 1973 DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Engenharia Mecânica Engenharia Elétrica __________________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Total Período Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática EL Materiais Elétricos 60 0 4 60 3º Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Estudo das propriedades gerais dos materiais. Estudo dos materiais dielétricos, condutores, semicondutores e magnéticos usados em engenharia elétrica. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1) Introdução à Estrutura da Matéria; 2) Propriedades Mecânicas, Térmicas, Elétricas e Magnéticas, Químicas e Óticas; 3) Estudo de Dielétricos Gasosos, Líquidos e Sólidos; 4) Materiais Utilizados em Disjuntores; 5) Materiais Isoladores em Linhas Aéreas e Subestações; 6) Materiais Condutores; 7) Condutores Aplicados em Linhas Aéreas de Transmissão; 8) Materiais Semicondutores; 9) Materiais Magnéticos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1) A. M. Luna, “Materiais para Engenharia Elétrica”, Apostilhas do DEESP-UFPE, 2 Volumes. 2) W. Schimidt, “Materiais Elétricos”, Volumes 1 e 2, Ed. Edgard Blücher, São Paulo. 3) W. Callister Jr., “Ciência e Engenharia dos Materiais: Uma Introdução”, Ed. LTC, São Paulo. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1) Van Vlack, “Princípios da Ciência dos Materiais”, Ed. Edgard Blücher Ltda, São Paulo. 2) Faria, R.N. e Lima, L.F.C.P.,”Introdução ao Magnetismo dos Materiais”, 2005. 3) Ferdinand P. Beer, John T. Dewolf, , “Estática e Mecânica dos Materiais”, Mc. Graw Hill 4) Catálogos de Fabricantes diversos sobre materiais elétricos. 5) Simoni, V.R. Notas de Aula. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Departamento de Engenharia Elétrica Engenharia Elétrica __________________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Total Período Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática EL Medidas Elétricas 45 15 3 60 5º Pré- EL390 – Circuitos Elétricos 1 Co-Requisitos Requisitos C.H. requisitos Materiais Elétricos EMENTA Vocabulário internacional de metrologia (VIM) e Sistema internacional de unidades (SI). Teoria dos Erros. Generalidades dos instrumentos de medição elétrica. Medição de tensão, corrente, resistência e impedância elétrica. Medição de resistência de isolamento. Medição de relação de transformação. Transformadores para instrumentos. Medição de potência elétrica. Medição de energia elétrica. Introdução à qualidade de energia. Medição de resistividade do solo e resistência de aterramento. Introdução à instrumentação virtual. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO • Vocabulário internacional de metrologia e Sistema internacional de unidades: terminologias do VIM; grandezas de base, derivadas e suas unidades no SI. • Teoria dos Erros: erro de medição, erro sistemático, erro aleatório e erro grosseiro; precisão e exatidão; análise estatística para determinação da incerteza de medição; estimação do resultado de medição. • Generalidades dos instrumentos de medição elétrica: instrumentos de medição analógico e digitais; retificadores e conversores analógicos / digitais; configurações de sistema de aquisição de dados; critérios de seleção de sistemas de aquisição de dados. • Medição de tensão, corrente, resistência e impedância elétricas: instrumentos e procedimentos para medição de tensão, corrente resistência e impedância elétrica; pontes em CC e CA. • Medição de resistência de isolamento: princípio de medição; funcionamento do megômetro; índice de polarização e absorção; procedimentos práticos para medição de resistência de isolamento. • Medição de relação de transformação: princípio de medição, funcionamento do medidor de relação de transformação (TTR); procedimentos práticos para medição de relação de transformação; • Transformadores para instrumentos: transformador de corrente (TC); transformador de potencial (TP); características elétricas do TP e TC; especificação de TP e TC. • Medição de potência elétrica: funcionamento do wattímetro; medição de potência ativa e reativa para circuitos monofásicos e trifásicos; medição de fator de potência; medição indireta de potência. • Medição de energia: medição direta e indireta de energia; características e funcionamento de medidores de energia tipo indução e digitais. • Introdução à qualidade de energia: definições e limites dos índices de qualidade de energia estabelecidos pela ANEEL no PRODIST – Submódulo 8; uso do analisador digital de energia. • Medição de resistividade do solo e resistência de aterramento: funcionamento do terrômetro; resistividade do solo; métodos de medição de resistividade do solo; resistência de terra; método de medição de resistência de terra. • Introdução à instrumentação virtual: estrutura de sistemas de aquisição de dados; plataforma de instrumentação virtual. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. BALBINOT, Alexandre; BRUSAMERELLO, Valner, J. Instrumentação e fundamentos de medidas. 3. ed. Rio de Janeiro, RJ: LTC, 2019. ISBN 9788521635857. 2. CAMPILHO, A. Instrumentação Electrónica - Métodos e Técnicas de Medição. Editora FEUP Edições, 2011. 3. MARTINHO, E. Distúrbios da Energia Elétrica. São Paulo: Editora Saraiva, 2013. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. ALBERTAZZI, A.; SOUSA, A. R. de; Fundamentos de metrologia científica e industrial. 1. ed. Barueri: editora Monole, 2008. 2. HELFRICK, Albert D.; COOPER, Willian David. Instrumentação eletrônica moderna e técnicas de medição. Rio de Janeiro, RJ: Prentice Hall do Brasil, 1994. ISBN 8570540507. 3. INMETRO. Vocabulário Internacional de Metrologia. 1ª Ed. Luso – Brasileira. 2012. ISBN 9788586920097. 4. MEDEIROS FILHO, Solon. Fundamentos de Medidas Elétricas, 2. ed. Rio de Janeiro, RJ: editora guanabara, 1981. 5. MEDEIROS FILHO, Solon. Medição de Energia Elétrica. Tipografia Esuda Ltda., 1976. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Departamento de Engenharia Elétrica Engenharia Elétrica __________________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática EL Metodologia Científica 45 0 3 45 8o Requisitos Pré-requisitos EL - Máquinas Elétricas Co-Requisitos C.H. EMENTA Introdução aos conceitos básicos de Metodologia Científica. Normas Técnicas para elaboção de textos científicos. Projetos de pesquisa. Estrutura e conteúdo do Trabalho de Conclusão de Curso. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO O que é a pesquisa científica: • Objetivos da pesquisa em engenharia; Tipos de pesquisa em engenharia. Revisão da literatura e estado da arte: • Conhecimento novo e pré-existente; Análise do estado da arte; Bases de pesquisa bibliográfi- ca, Análise Bibliométrica. Citações e referências bibliográficas: • Citações – funções e objetivos; Estilos de citações. Propriedade Intelectual: • Normas e Patentes. Ética da pesquisa em engenharia: • Boas práticas de ética na pesquisa em engenharia; Tipos de condutas erradas na pesquisa; Problemas de ética ligados à autoria. Publicações técnicas: • Artigos de revistas, congressos (estrutura e abordagem); Manuscritos (Trabalhos de Conclu- são de Curso, dissertações, teses); Linguagem técnica; Processo por revisores (entendendo as críticas); Qualidade da publicação (Fator de impacto, Qualis) Regulamento e Instrução Normativa referentes ao Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) • Apresentação das Normas, orientações e procedimentos gerais relativos ao desenvolvimento do TCC. Elaboração do Plano de Desenvolvimento do Trabalho de Conclusão de Curso: • Definição do Tema do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), Definição do Professor Orien- tador de TCC (requisito obrigatório para a aprovação na disciplina); Elaboração pelo Aluno em concordância com o orientador do Plano de Desenvolvimento de TCC (cronograma) seguindo o “template” e Normas de formatação. Homologação do Plano de Desenvolvimento do TCC e da orientação do TCC junto à coordenação de TCC. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1) P. Demo. Introdução à Metodologia da Ciência. Atlas. 2ª edição. 2008. 2) E. M. Lakatos.; M. A. Marconi. Fundamentos de Metodologia Científica. Atlas. 5ª edição. 2003. 3) 3. M. A. Marconi, E. M. Lakatos. Técnicas de Pesquisa. Atlas. 6ª edição. 2007. EBIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1) Regulamento do DEE sobre Trabalho de Conclusão de Curso. 2) Instrução Normativa do Colegiado do Curso de Engenharia Elétrica sobre Trabalho de Conclusão de Curso. 3) Norma ABNT NBR 6203 Informação e documentação — Referências — Elabora- ção. Norma ABNT NBR 14724 Informação e documentação — Trabalhos acadê- micos — Apresentação. 4) E. M. Lakatos.; M. A. Marconi. Fundamentos de Metodologia Científica. Atlas. 5ª edição. 2003. 5) Notas de Aula do Professor da Disciplina DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Engenharia Elétrica Engenharia Elétrica _____________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática EL Métodos Numéricos 60 0 4 60 5o Pré- EL390-Circuitos Elétricos 1 Co- Requisitos requisitos IF165-Computação Eletrônica Requisitos C.H. EMENTA Introdução à Análise Numérica; Matrizes, Vetores, Normas, Sistemas Triangulares; Métodos Diretos para Solução de Sistemas Lineares; Sistemas Lineares Especiais; Condicionamento Numérico e Refinamento Iterativo; Fatorização QR; Métodos Iterativos para Sistemas Lineares e Não-Lineares; Autovalores e Autovetores; Solução Numérica de Equações Diferenciais Ordinárias. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1) Introdução a Análise Numérica: tipos de erros, números de ponto flutuante, aritmética de ponto flutuante, erro relativo e dígitos significativos, condicionamento de problema e estabilidade de algoritmo. 2) Matrizes e Vetores: definições e propriedades, operações com vetores e matrizes, normas de vetores, normas de matrizes, transformações elementares, sistemas triangulares. 3) Métodos Diretos para Solução de Sistemas Lineares: eliminação Gaussiana, fatorização LU, fatorização LU com pivoteamento, fatorização LDL^T, fatorização Cholesky. 4) Sistemas Lineares Especiais: matriz tridiagonal, matriz banda, sistemas com múltiplos vetores independentes, modificações de ordem 1, modificações de ordem pxq. 5) Condicionamento Numérico e Refinamento Iterativo: número condicionador baseado em normas, erro de arredondamento e instabilidade numérica, refinamento iterativo. 6) Fatorização QR: reflexões de Householder, método QR de Householder, rotações de Givens, método QR de Givens, rotações rápidas de Givens. 7) Métodos Iterativos para Sistemas Lineares: método de Jacobi, método de Gauss- Seidel, convergência, métodos de relaxação, método do Gradiente Conjugado. 8) Solução de Equações Não-Lineares: método de Newton, método de Newton modificado, método da secante, método da bi-seção, método de Newton-Raphson. 9) Autovalores e Autovetores: definições, propriedades, métodos de cálculo. 10) Solução Numérica de EDO’s: métodos de uma etapa, métodos de múltiplas etapas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1) L. N. Trefethen e D. Bau III, “Numerical Linear Algebra”, SIAM, 1ª Edição, 1997. 2) J. W. Demmel, “Applied numerical linear algebra”, SIAM, 1ª Edição, 1997. 3) G. H. Golub e J. M. Ortega, “Scientific Computing and Differential Equations: An Introduction to Numerical Methods”, Academic Press, 1ª Edição, 1992. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1) D. G. Luenberger, “Introduction to linear and nonlinear programming”, Addison- Wesley, 1ª Edição, 1973. 2) R. Hartley, “Linear and nonlinear programming: an introduction to linear methods in mathematical programming”, John Wiley & Sons Inc., 1ª Edição, 1985. 3) S. G. Nash e A. Sofer, “Linear and nonlinear programming”, McGraw-Hill, 1ª Edição, 1996. 4) G. Strang, “Álgebra Linear e Suas Aplicações”, Cengage Learning, 2010. 5) G. Allaire e S. M. Kaber, “Numerical Linear Algebra”, Springer Science, 1ª Edição, 2008. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Engenharia Elétrica Engenharia Elétrica _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Nº. de C. H. Total Período Código Nome Créditos Teórica Prática ES___ Princípios de Eletrônica 30 30 3 60 5o Pré- Circuitos Elétricos 1 – EL390 Requisitos Co-Requisito - requisito C.H. EMENTA Dispositivos Semicondutores. Diodo e Transistor como elemento de circuito. Caracterização e Modelagem de diodos de junção PN. Respostas estática e dinâmica de diodos. Retificação de sinais C.A. e detecção de pico com diodos. Fonte de alimentação C.C. com regulação de tensão a diodo zener. Transistor Bipolar de Junção - TBJ: Modelos, Equações e parâmetros. Amplificadores com TBJ: base comum; Coletor comum, Emissor comum E Emissor degenerado. Amplificador par diferencial bipolar. Aplicações com diodo e TJB. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Ord. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO – AULAS TEÓRICAS 1 Semicondutores: Intrínsecos e Extrínsecos 2 Diodos de junção PN – Princípio de funcionamento (dinâmica de portadores) 3 Diodos de Junção PN – Característica IxV 4 Diodos de Junção PN – Aproximações 5 Diodos de Junção PN – Parâmetros estáticos e dinâmicos 6 Aplicações com diodos – Retificação de sinais (RMO) e filtro C 7 Aplicações com diodos – Retificação de sinais (ROC) e filtro C 8 Aplicações com diodos – Fonte de alimentação CC regulada a Zener 9 Transistor Bipolar de Junção – Princípio de funcionamento, e modelo de Ebers-Moll 10 Transistor Bipolar de Junção – Equações, parâmetros, e modelo de pequenos sinais 11 Amplificador com TBJ: Configuração Base Comum (BC) 12 Amplificador com TBJ: Configuração Coletor Comum (CC) 13 Amplificador com TBJ: Configuração Emissor Comum (EC) 14 Amplificador com TBJ: Configuração Emissor Degenerado (ED) 15 Amplificador com TBJ: Par Diferencial Bipolar (PDB) 16 Aplicações com diodo e TBJ CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Ord. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO – AULAS PRÁTICAS 1 Introdução à ferramenta computacional de simulações LTSpice 2 Exemplos de circuitos elétricos no LTSPICE 3 Introdução à instrumentação do Laboratório de Eletrônica 4 Característica IxV do diodo PN e Aproximações para diodos 5 Parâmetros dinâmicos e estáticos de diodos 6 Retificador de meia onda e filtro C 7 Retificador de onda completa e filtro C 8 Fonte de alimentação CC regulada a Zener 9 TBJ configuração base comum (BC) 10 TBJ configuração coletor comum (CC) 11 TBJ configuração emissor comum (EC) 12 TBJ configuração emissor degenerado (ED) 13 TBJ amplificador par diferencial bipolar (PDB) 14 Aplicações com diodo e TBJ BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1) Rezende, S. M., Materiais e Dispositivos Eletrônicos, Ed. Livraria da Física, 4ª edição, 2015. 2) Sedra, A.S.; Smith, K. C., Microeletrônica, 4ª/5ª edição, ed. Makron Books, 2000; 3) Santos, E. J. P., Eletrônica analógica integrada e aplicações, Editora Livraria da Física, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1) Horowitz, P.; Hill, W., A arte da eletrônica: circuitos eletrônicos e microeletrônica, 3ª edição, Porto Alegre: Bookman, 2017; 2) Gray, P. R. et al, Analysis and design of analog integrated circuits, 4th edition, ed. John Wiley and Sons, 2001; 3) R. L. Boylestad; L. Nashelsky, Dispositivos eletrônicos e teoria de circuitos, 11ª edição, ed. Pearson Education do Brasil, 2013; 4) Malvino, A. P.; Bates, D. J. Bates, Eletrônica. 8ª edição, volume 1, Porto Alegre: AMGH, 2016; 5) Saggio, G.; Principles of Analog Electronics, 1st edition, ed. CRC Press, New York, 2014. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO DEPARTAMENTO DE ELETRÔNICA E SISTEMAS ENGENHARIA ELÉTRICA __________________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO DADOS DO COMPONENTE C. H. Total Período Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática EL419 Produção da Energia Elétrica 60 0 4 60 8o EL392 – Conversão Eletromecânica da Pré- Energia Co- Requisitos requisitos Requisitos C.H. ME___- Máquinas Térmicas e Hidráulicas EMENTA • Usinas Geradoras Hidráulicas, Térmicas, Eólicas e Solares. • Sistemas Hidro -Térmicos: Operação Econômica, Planejamento da Operação e da Expansão de Sistemas Eletroenergéticos Interligados. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO • Introdução a Produção de Energia Elétrica. • Usinas hidroelétricas; equação de produção, turbinas hidráulicas, curvas características, operação de reservatórios. • Sistemas Hidrelétricos: modelos de simulação, modelo a sistema equivalente, energia firme, energia secundaria, período crítico, estudo de caso, simulação de sistema hidroelétrico. • Usinas termelétricas: conceituação, térmicas a gás, térmicas a vapor, térmicas a ciclo combinado, alocação econômica, curva de carga, custos, fator de capacidade, regime operativo. • Sistemas Hidrotérmicos: modelagem, curvas guias, estudo de caso, simulação de sistema hidrotérmico. • Co-geração de Energia Elétrica: aplicação em sistemas industriais • Fonte Eólica: Terreno, Vento, Turbinas, Aerogeradores e aspectos operacionais no sistema elétrico • Fonte Solar: Sol, Geradores Fotovoltaicos e aspectos operacionais no sistema elétrico • Planejamento da operação e da expansão eletroenergética. • Impactos ambientais das fontes de geração de energia elétrica. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. Luiz A. M. Fortunato, Tristão A. A. Neto, Jose C. R. Albuquerque, Mario V. F. Pereira, - “Introdução ao Planejamento da Expansão e Operação de Energia Elétrica” , Editora da Universidade Federal Fluminense, 1990. 2. Mauricio Tiomno Tolmasquim, “ Energia Termelétrica: Gás Natural, Biomassa, Carvão, Nuclear” / EPE: Rio de Janeiro, 2016. 3. Electo Eduardo Silva Lora, Marco Antônio Rosa do Nascimento, “ Geração Termelétrica (2 Volumes): Planejamento, Projeto e Operação” , Editora Interciência; 1ª edição - 2 Volumes (5 janeiro 2004). 4. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. Marcelo Gradella Villalva, “Energia solar fotovoltaica: Conceitos e aplicações” , Editora Érica; 2ª edição, junho de 2012 2. Oliveira Pinto, “Fundamentos de Energia Eólica”, LTC; 1ª edição, novembro/2012. 3. Instalação de Estações Anemométricas - Boas Práticas https://www.epe.gov.br/pt/publicacoes-dados-abertos/publicacoes/instalacao-de-estacoes- anemometricas-boas-praticas. 4. https://www.epe.gov.br/pt/publicacoes-dados-abertos/publicacoes/livro-sobre-energia-renovavel- hidraulica-biomassa-eolica-solar-oceanica. 5. https://www.epe.gov.br/pt/publicacoes-dados-abertos/publicacoes/livro-sobre-energia- termeletrica-gas-natural-biomassa-carvao-nuclearRonaldo dos Santos Custodio, “Energia eólica para a produção de energia elétrica”, Synergia Editora; 2ª edição (1 janeiro 2013). 6. ONS-Plano Anual da Operação Energética – PEN, elaborado anualmente. EPE - Plano Decenal de Expansão de Energia – PDE, elaborado anualmente. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA ENGENHARIA ELÉTRICA ____________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Total Período Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Proteção de EL395 60 0 4 60 9o Sistemas Elétricos Pré-requisitos EL418-Equipamentos Elétricos Co-Requisitos Requisitos C.H. EL260-Cálculo de Faltas EMENTA • Introdução à proteção de sistemas elétricos; • Estudo dos transformadores de corrente e potencial; • Estudo dos relés de proteção; • Proteção de linhas de transmissão; • Proteção de transformadores; • Proteção de geradores; • Proteção de barramentos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO • Introdução à filosofia da proteção de sistemas elétricos. Transformador de corrente e do Transformador de potencial RELÉS ELETROMECÂNICOS E IEDs: • Relé de sobrecorrente unidade instantânea e temporizada para defeitos de fase e neutro (50/51, 50N/51N), ajustes e estudo de coordenação; • Relé direcional de sobrecorrente (67) - polarização do relé 67, relé direcional de potência e de se- quência zero; ajustes; • Relé de distância (21) - Relé tipo impedância, admitância e reatância, ajustes; • Teleproteção entre relés de distância - esquemas de proteção • Relé de sobre (59IT) e subtensão (27IT); • Relé de frequência (81u, 81o); • Proteção de linha de transmissão - uso dos relés na proteção das LTs; • Relé diferencial (87) - Relé diferencial comum e percentual; proteção diferencial em forma gravata; • Proteção de transformadores - transformador monofásico; transformador trifásico; transformação Delta/Estrela na proteção 87 • Proteção de geradores - pertubações na máquina síncrona, proteção 87 no gerador, sobreexcitação, perda de sincronism, etc • Proteção de barramentos - arranjos de barramentos, proteção diferencial nos barramentos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. J. L. Blackburn, T.J. Domin, Protective Relaying Principles and Applications, CRC Press 2. João Mamede Filho, Daniel Ribeiro Mamede, Proteção de Sistemas Eétricos de Potência, LTC 3. Geraldo Kindermann, Proteção de Sistemas Eétricos de Potência - 3 volumes, UFSC EEL BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. Nasser Tleis - Power Systems Modelling and Fault Analysis - Elsevier 2. Vladimir Gurevich- Power Supply Devices and Systems of Relay Protection - CRC Press (2013) 3. Mason - TheArt&Science 4. Stevenson, Grainger - Power System Analysis 5. J. Duncan Glover, Mulukutla S. Sarma, Thomas Overbye - Power systems Analysis and Design. 4th edition DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO DEPARTAMNTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA ENGENHARIA ELÉTRICA __________________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DEPARTAMENTO DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática QF001 Química Geral 1 60 0 4 60 2o Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Termodinâmica química. Equilíbrio químico; Equilíbrio em solução aquosa; equilíbrio ácido-base; equilíbrio de solubilidade; reações de oxidação-redução; Eletroquímica: células galvânicas; células eletrolíticas; corrosão; cinética química: leis de velocidade; mecanismo de reação; catálise. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO I – TERMODINÂMICA • Sistemas; Energia e Trabalho; Calor; A Primeira Lei da Termodinâmica. • Funções de Estado; Trabalho de expansão; A medida de calor. • Entalpia; Capacidades caloríficas dos gases; Variações de entalpia em mudanças de fases. • Curvas de aquecimento; Entalpias de reação; Entalpias-padrão de formação. • Entropia e desordem; Variações de entropia. • A terceira lei da termodinâmica; Entropias-padrão molares • Variação total de entropia; A segunda lei da termodinâmica; Equilíbrio. • Energia livre de reação; Energia livre e trabalho não-expansivo; O efeito da temperatura. II – EQUILÍBRIO QUÍMICO • Pressão de vapor; Volatilidade; Ebulição; Congelamento e fusão; Diagramas de fase. • Reversibilidade das reações; Termodinâmica e Equilíbrio Químico • Constante de Equilíbrio; Equilíbrio Heterogêneo • Usando a constante de equilíbrio; A resposta do equilíbrio às mudanças nas condições. • Catalisadores e as realizações de Haber. • Equilíbrios em fase aquosa: equilíbrio ácido-base; indicadores ácido-base; Tampão. • Equilíbrios de solubilidade; Produto de solubilidade; Íon comum; prevendo a precipitação. III – ELETROQUÍMICA E CINÉTICA QUÍMICA • Reações redox; Células Galvânicas; Potencial de célula e energia livre. • Potenciais-padrão de eletrodo; Potenciais-padrão e constantes de equilíbrio. • Equação de Nernst; Corrosão. • Eletrólise; Células eletrolíticas; potencial necessário para eletrólise. • Produtos da eletrólise; Lei de Faraday da eletrólise. • Velocidades de reação; Concentração e velocidade de reação. • Velocidade instantânea de reação; Leis de velocidade e ordem de reação • Leis de velocidade integrada de primeira e segunda ordem; Tempo de meia-vida. • Modelos de reações; Efeito da temperatura; Teoria das colisões; Teoria do complexo ativado Mecanismos de reação; Reações elementares; Velocidades e equilíbrio; Catálise. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. ATKINS, P.; JONES, L. Princípios de Química. Porto Alegre: Artmed Editora Ltda, 2001. 2. BROWN, T. L.; LEMAY, H. E.; BURSTEN, B. E. Química: Ciência Central. 9.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2005. 3. KOTZ. J. C.; TREICHEL, P. Química Geral e Reações Químicas. v .1. e 2. 9.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2015. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. ZUMDAHL, S. S.; DECOSTE, D. J. Chemical Principles. 8.ed. Pacific Grove: Brooks/Cole, 2016. 2. LEFROU, C.; FABRY, P.; POIGNET, J-C. Electrochemistry - The Basics With Examples. New York: Springer, 2012. 3. DE NEVERS, N. Physical and Chemical Equilibrium for Chemical Engineers. 2.ed. New Jersey: John Wiley & Sons, 2012. 4. SONNTAG, V. W.; BORGNAKKE. Fundamentals of Thermodynamics. New Jersey: John Wiley & Sons, 2002. 5. STEINGELD, J. I.; FRANCISCO, J. S.; HASE, W. L. Chemical Kinetics and Dynamics. 2.ed. Upper Saddle River: Pearson, 1998. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO QUÍMICA FUNDAMENTAL ENGENHARIA ELÉTRICA ________________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática EL Segurança no Trabalho 30 0 2 30 9º Pré-requisitos EL390-Circuitos Elétricos 1 Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA • Segurança em Trabalhos com Eletricidade. • Formas / Procedimentos para evitar acidentes no trabalho. • Nomas regulamentadoras em vigor. • Análise de projetos industriais e civis, à vista das exigências de segurança. • Prevenção e combates a incêndios • Primeiros socorros nos acidentes de trabalho CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1) Normalização e Legislação: NR10 e NR35 - Normas Regulamentadoras pelo Ministério do Trabalho de 10 e 35. 2) Implantação da Comissão Interna de Acidentes-CIPA: Norma regulamentadora sobre a CIPA. 3) Acidentes do Trabalho: Definição; 2) Causas; 3) Prejuízos; 4) Responsabilidades. 4) Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva: 1) Definições; 2) Norma regulamentadora em vigor; 3) Usos para Proteção. 5) Técnicas de Análise de Risco/Medidas de Controle de Risco: 1) Visão geral do Sistema Elétrico; Riscos em Instalações com eletricidade; 2) Estudos de Casos. 6) Prevenção e Combate a Incêndios: Norma regulamentadora em vigor. 7) Primeiros Socorros nos Acidentes de Trabalho. 8) Análise de projetos Industriais e civil à vista das exigências de segurança: 1) Arranjo Físico de uma empresa; 2) Cor e Sinalização na empresa; 3) Prontuários de Instalações elétricas; 4) Rotinas de Trabalho; 5) Estudos de Casos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1) Martins, Marcele Salles, “Segurança do trabalho: Estudos de casos nas áreas agrícola, ambiental, construção civil, elétrica, saúde”, Marcele Salles, Martins, Laércio S. Maculan, Adalberto Pandolfo, Renata Reinher, José W. J. Rojas, Luciana M. Pandolfo, Juliana Kurek, Porto Alegre, SGE, 2010. 2) Barros, B. F. et al. NR-10 Norma Regulamentadora de Segurança em Instalações e Serviços de Eletricidade: Guia Prático de Análise e Aplicação.1ª Ed.. São Paulo: Erica, 2010. 3) BRASIL, Ministério do Trabalho. NR-10: Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade. 67ª ed. São Paulo: Atlas, 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1) Saad, Eduardo Gabriel e outros – Introdução à Engenharia de Segurança do Trabalho – Textos básicos para e estudantes / Fundacentro – 1981 – SP; 2) Camisassa, Mara Queiroga, “Segurança e saúde no trabalho: NRs 1 a 37 comentadas e descomplicadas” / Mara Queiroga Camisassa. – Rio de Janeiro: Forense; São Paulo. 3) Barsano, Paulo Roberto e Barbosa Pereira Rildo, Segurança no Trabalho – Guia Prático e didático, 2a. edição atualizada e revisada., editora Erica e Saraiva. 4) Neto, Nestor Waldhelm, Segurança do Trabalho – os primeiros passos. Livro para a formação e atualização de profissionais na área de Segurança e Saúde no Trabalho. 5) Rousselet, Edson da Silva / Falcão, Cesar – A SEGURANÇA NA OBRA (Manual Técnico de Segurança do Trabalho em Edificações Prediais) Editora Interciência Ltda, RJ; DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Engenharia Elétrica Engenharia Elétrica _______________________________________________ ______________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO SSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática EL476 Sistemas Digitais 30 0 2 30 3o Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Sistemas de numeração. Álgebra de Boole. Circuitos combinacionais. Circuitos sequenciais síncronos e assíncronos. Famílias de circuitos lógicos. Dispositivos lógicos programáveis. Gate Arrays. Análise e projeto de sistemas digitais. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Álgebra das Variáveis Lógicas: • Variáveis Lógicas, Funções Lógicas, Sistemas de Numeração, Conversão entre Sistemas de Numeração; • Noções de Códigos (geração e conversão); • Álgebra de Boole, Teorema de De Morgan; • Mintermos e Maxtermos, Soma de Produtos (SOP) e Produto de Somas (POS); • Simplificação de Expressões Booleanas por Veitch-Karnaugh, Implicantes Primos. 2. Circuitos Combinacionais: • Estrutura e Operação de Circuitos Integrados; • Exemplos de Circuitos Integrados (CIs); • Codificadores e Decodificadores; • Multiplexadores e Demultiplexadores; • Geradores e Conversores de Códigos, Display de 7 segmentos; 3. Sistemas Combinacionais Aritméticos: • Representação de Números Inteiros com Sinal e Operações Básicas, Somadores e Módulos Somadores; • Módulos Comparadores; • Módulos de Aritmética e Lógica; CONTEÚDO PROGRAMÁTICO (CONTINUAÇÃO) 4. Circuitos Sequenciais: • Máquinas Sequenciais Síncronas e Assíncronas; • Latch, Flips-Flops (RS, D, JK e T); • Aplicações Básicas: contadores e divisores de frequência; • Representação das Funções de Transição de Estado, Projeto de Redes com Flip-Flops, Registrador de Deslocamento • Contadores, Máquinas de Estado Finito (noções), Controladores; 5. Redes Sequenciais (Sistemas): • Forma Canônica de Circuitos Sequenciais; • Característica de Tempo das Redes Sequenciais; • Máquinas de Estado Finito (aprofundamento); • Especificação de Circuitos Sequenciais; • Sistemas Sequenciais Equivalentes e Minimização do Número de Estados • Circuitos Reconhecedores de Padrões. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. TOCCI, R.; WIDMER, N. S., Sistemas Digitais - Princípios e Aplicações. Livros Técnicos e Científicos. 8ª. Edição, 2003. 2. IDOETA, I. V. & CAPUANO, F. G., Elementos de Eletrônica Digital. São Paulo: Editora Érica,1984. 3. TAUB, H, Circuitos Digitais e Microprocessadores. São Paulo: Editora McGraw-Hill do Brasil,1984. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. CAVALCANTI, M. C., TEIXEIRA, J. M., SANTOS, J. R. H., Sistemas Digitais: Práticas de Laboratório, UFPE – DEE, 2018. 2. D'AMORE, R., VHDL: Descrição e Síntese de Circuitos Digitais, 2a. Ed., 2012. 3. VAHID, F., Sistemas Digitais - Projeto, Otimização e HDLs. 4. DIAS, M., Sistemas Digitais – Princípios e Prática. 3ª Edição, 2013. 5. NAGLE, H. T., CARROLL, B. D., IRWIN, J. D., An Introduction to Computer Logic. Prentice-Hall,1975. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENGENHARIA ELÉTRICA ENGENHARIA ELÉTRICA _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática CS100 Sociologia e Meio Ambiente 30 00 02 30 7O Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Histórico e conceitos Básicos da Sociologia. Instruções Sociais. O homem e o Meio. População e Migrações. Desenvolvimento e Meio Ambiente. Mudança Social. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Histórico do Pensamento Social e Sociologia como Ciência. 2. Interação Social e Outros Processos Sociais. 3. Normas Sociais. 4. Cultura. 5. Grupos Sociais e Estratificação Social. 6. Mudança Social. 7. Aspectos Demográficos e o Meio Ambiente. 8. Instituições Sociais: Famílias, Economia e Educação, Fundações Sociais. Papel Educativo em Relação ao meio ambiente. 9. Urbanização: Aspectos Sociais e Ambientais. Poluição e legislação. Energia. Transporte. Habitação. Saneamento Básico. 10. Desenvolvimento e Sub-Desenvolvimento. Fatores Culturais, Sociais e Ambientais. 11. Industrialização. Sindicalismo e Relações de Trabalho. 12. Questão Agrária e Agrícola no Brasil. Aspectos Sócio-Ambientais. Poluição, Desmatamento e Desertificação. Legislação Contra a Poluição do Solo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA [1] BOUDON, Raymond. Tratado de Sociologia. Rio de Janeiro: Zahar, 1995. [2] BOURDIEU, Pierre. Sociologia. SP: Ática, 1994. (Coleção Grandes Cientistas Sociais). [3] BURKE, Peter. Sociologia e história. Porto: Edições Afrontamento, 1990. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR [1] CHINOY, Ely. Sociedade: Uma introdução à sociologia. Trad. por Octávio Mendes Cajado. São Paulo: Cultrix Brasília: INL, 1975. [2] COHN, Gabriel. Weber: sociologia. SP: Ática, 1991. (Coleção Grandes Cientistas Sociais); [3] CANDIDO, Antonio. "A Sociologia no Brasil". In: Enciclopédia Delta Larousse. Vol. 4. 2ª ed. Rio de Janeiro, Ed. Delta, 1964 [1ª ed. 1962], pp. 2107-2123; [4] ARON, Raymond. As Etapas do Pensamento Sociológico. Trad. Sérgio Bath. São Paulo, Martins Fontes, 2002 [orig. fr. 1967]; [5] DURKHEIM, Émile. As Regras do Método Sociológico. Trad. Maria Isaura Pereira de Queiroz. 4ª ed. Rio de Janeiro, Companhia Editora Nacional, 1966 [orig. fr. 1895], pp. 1-12 DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO SOCIOLOGIA ENGENHARIA ELÉTRICA _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) x OBRIGATÓRO ELETIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Nº. de Código Nome C. H. Total Período Créditos Teórica Prática EL___ Trabalho de Conclusão de Curso 15 0 1 15 9o Pré- Co- Requisitos EL___ - Metodologia Científica requisitos Requisitos C.H. EMENTA Elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) objetivando demonstrar capacidade de articulação das competências inerentes à formação do engenheiro eletricista, pautada em Resoluções vigentes do Departamento de Engenharia Elétrica que trata do tema e nas orientações da coordenação de TCC. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1) Desenvolvimento da capacidade de identificar necessidades que levem a realização de pesquisas, conhecimento das normas técnicas da ABNT, análises baseadas na metodologia científica, utilização do raciocínio lógico e empírico da pesquisa qualitativa e quantitativa; interpretação e análises de resultados, compreensão dos procedimentos científicos utilizando conhecimentos teóricos, metodológicos e éticos; desenvolvimento de habilidades relativas às diferentes etapas do processo de pesquisa. 2) Elaboração dos elementos pré-textuais, textuais e pós-textuais do Trabalho de Conclusão de Curso, em concordância com as instruções presentes na Resolução do Departamento de Engenharia Elétrica que trata do tema e/ou disponibilizadas pela Coordenação de TCC. 3) Apresentação do Trabalho de Conclusão de Curso: seguir as orientações fornecidas pela Coordenação de TCC. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. Regulamento de Trabalho de Conclusão de Curso do Curso de Engenharia Elétrica da UFPE que regulamenta as normas gerais para o Trabalho de Conclusão de Curso no âmbito do curso de graduação em Engenharia Elétrica (trabalhar com o regulamento em vigor). 2. Instrução Normativa que estabelece orientações e procedimentos relativos ao desenvolvimento do Trabalho de Conclusão de Curso para o Curso de Engenharia Elétrica da UFPE (trabalhar com a Instrução Normativa em vigor). 3. Resolução CEPE/UFPE No 18/2022 que disciplina o Trabalho de Graduação nos cursos de graduação da UFPE. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. KÖCHE, JOSÉ CARLOS. Fundamentos de metodologia científica: teoria da ciência e prática da pesquisa. 23ª ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2006. 2. GIL, ANTONIO CARLOS. Como elaborar projetos de pesquisa. 5ª ed. São Paulo: Atlas, 2010. 3. LUNA, SÉRGIO VASCONCELOS DE. Planejamento de pesquisa: uma introdução. São Paulo: EDUC, 2007. 4. SEVERINO, ANTÔNIO JOAQUIM. Metodologia do trabalho científico. 23ª ed. São Paulo: Cortez, 2010. 5. Normas ABNT aplicadas ao desenvolvimento de trabalhos acadêmicos. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENGENHARIA ELÉTRICA ENGENHARIA ELÉTRICA _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Total Período Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática EL Transitórios Eletromagnéticos em 60 0 4 60 7º Sistemas de Potência Pré- EL418 - Equipamentos Co-Requisitos EL417-Componentes Requisitos C.H. requisitos Elétricos de Sistemas Elétricos EMENTA Sobretensões; Sobretensões Temporárias; Sobretensões de Manobra; Sobretensões Atmosféricas; Coordenação de Isolamento de Subestações e Linhas de Transmissão. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1) Transformada de Laplace; 2) Transitórios em Circuitos Elementares - Circuito RL; 3) Transitórios em Circuitos Elementares - Circuito LC; 4) Simulação Digital de Transitórios via ATP; 5) Solução Numérica de Transitórios Eletromagnéticos; 6) Propagação de Ondas; 7) Introdução as Sobretensões de Manobra; 8) Energização de Linhas; Modelagem de Linhas para Estudos de Manobra no ATP; 9) Simulação Determinística de Energização de Linhas; 10) Simulação Estatística de Energização de Linhas; 11) Energização de Transformadores de Potência; 12) Modelagem de Transformadores para Estudos de Manobra no ATP; 13) Energização de Bancos de Capacitores; Manobra com Reatores; 14) Modelagem de Para-raios; Estudos de Transitórios Eletromagnéticos na Rede Básica; 15) Submódulo 2.3 dos Procedimentos de Rede; 16) Diretrizes para Elaboração de Projetos Básicos na Transmissão; 17) Tensão de Restabelecimento Transitória; 18) Introdução à Coordenação de Isolamento; 19) Introdução à Coordenação de Isolamento; 20) Programa IEEE Flash. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1) Greenwood, A. Electrical Transients in Power Systems, 2 nd Edition, John Wiley & Sons, 1991; 2) Ary D’Ajuz e outros, Transitórios Eletromagnéticos e Coordenação de Isolamento, 1987. 3) Araújo, Antônio e Washington Neves, Cálculo de Transitórios Eletromagnéticos; BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1) Zanetta Jr., Luiz Cera, Transitórios de Sistemas Elétricos de Potência; 2) ONS, Diretrizes para a Elaboração de Projetos Básicos Para Empreendimentos de Transmissão; 3) ONS, Submódulo 2.3: Premissas, Critérios e Metodologia para Estudos Elétricos. 4) P. Kundur, Power System Stability and Control, Mc Graw Hill 5) W. D. Stevenson Jr, Elementos de Análise de Sistemas de Potência, McGraw-Hill DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Engenharia Elétrica Engenharia Elétrica __________________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X OBRIGATÓRIO ELETIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Total Período Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Variáveis Complexas e MA___ 60 0 4 60 4o Aplicações Pré-requisitos MA128 Co-Requisitos MA129 Requisitos C.H. EMENTA Teoria das funções de variável Complexa: derivação e integração complexa; mapas conformes. Transformada de Fourier. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Números Complexos: Números complexos em forma algébrica e polar; interpretação geométrica da soma e multiplicação; conjugado de um número complexo; raízes n-ésimas e a fórmula de Moivre. 2. A Derivada Complexa: As equações de Cauchy-Rieman; funções analíticas; funções trigonométricas e exponenciais; logaritmo complexo; funções harmônicas. 3. Integração Complexa: Teorema de Cauchy; as fórmulas de Cauchy e consequências; teorema de Taylor e Laurent, teorema dos resíduos e aplicações. 4. Mapas Conformes: Transformação linear fracionária; mapeamento por exponencial logaritmo e funções trigonométricas; transformação Schwarz-Christoffel. 5. Transformada de Fourier: Definição e propriedades operacionais; transformadas de Fourier usando resíduos. Relação com a transformada de Laplace. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1) D. G. Zill & P. D. Shanahan. “Curso Introdutório à Análise Complexa com Aplicações”, 2ª Edição, Rio de Janeiro: LTC, 2011. 2) J. W. Brown & R. V. Churchill. “Variáveis Complexas e Aplicações”, 9ª Edição, Porto Alegre: AMGH, 2015. 3) A. D. Wunsch. “A Matlab® Companion to Complex Variables”, 1ª Edição, EUA: CRC Press, 2017. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1) L. Bourchtein & A. Bourchtein. “Teoria das Funções de Variável Complexa”, 1ª Edição. Rio de Ja- neiro: LTC, 2014. 2) A. H. S. Abreu. “Funções de Variável Complexa – Teoria e Aplicação”, 1ª Edição. Portugal: IST Press, 2009. 3) G. Ávila. “Variáveis Complexas e Aplicações”. 3ª Edição. Rio de Janeiro: LTC, 2000. 4) J. D. Paliouras & D. S. Meadows. “Complex Variables for Scientists and Engineers”, 2ª Edição, EUA: Dover Publications, 2014., 5) Y. K. Kwok. “Applied Complex Variables for Scientists and Engineers”. 2ª Edição. Reino Unido: Cam- bridge University Press, 2010. 6) D. A. Wunsch. “Complex Variables with Applications”. 3ª Edição, Reino Unido: Pears,n, 2004. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO MATEMÁTICA ENGENHARIA ELÉTRICA __________________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO ENGENHARIA ELÉTRICA - UFPE 219 31 Anexo XII - Programa dos Componentes Curriculares Eletivos em ordem alfabética UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X ELETIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Nº. de C. H. Total Período Código Nome Créditos Teórica Prática EL Acionamento de Máquinas Elétricas 60 0 4 60 Pré- Co- Requisitos requisitos EL__ - Máquinas Elétricas Requisitos C.H. EMENTA Desenvolvimento de modelos dinâmicos de máquinas elétricas. Desenvolvimento de métodos computacionais para a simulação dinâmica de máquinas elétricas. Estudo das técnicas de acionamento elétrico de velocidade variável para máquinas elétricas: controle de máquinas CC, controle vetorial de máquinas de indução e síncronas a ímãs permanentes. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1) - Acionamento de máquinas de corrente contínua: modelagem da máquina de corrente contínua, controle de velocidade em malha fechada, simulações. 2) - Modelagem das máquinas de corrente alternada: máquinas síncronas e máquinas de indução. 3) - Acionamento de motores de indução por controle escalar: controle de partida suave (soft starter), controle com V/f constante. 4) - Acionamento de motores de indução por controle vetorial: em referencial orientado pelo fluxo de rotor (FOC), controle de corrente do tipo proporcional mais integral em referencial síncrono. 5) - Acionamento de motores de indução por controle direto de torque (DTC). 6) - Acionamento de motores síncronos a ímãs permanentes por controle vetorial: em referencial orientado pelo campo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1) PALMA, J. C. Acionamentos Eletromecânicos de Velocidade Variável. 2 Ed. Fundação Calouste Gulbenkian, 2008. 2) LIPO, T. A., e NOVOTNY, D. W. Vector Control and Dynamics of AC Drives. Clarendon Press, 1996. 3) 3. ONG, M. Dynamic Simulation of Electric Machinery Using Matlab/Simulink. Prentice Hall, 1998. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1) BOLDEA, I. e NASAR, S. A. Vector control of AC drives. CRC Press, 1992. 2) KAZMIERKOWSKI, M. e TUNIA, H. Automatic Control of Converter-Fed Drives. Elsevier, 1994 3) KRAUSE, P. et al. Analysis of Electric Machinery and Drive Systems. Wiley, 3 Ed. Wiley, 2013. 4) FITZGERALD, A. E., KINGSLEY, C. e UMANS, S. D. Máquinas Elétricas. 6 Ed. McGraw Hill, 2003. 5) 5. FURTADO. A. M. Modelagem e Acionamento da Máquina de Indução Trifásica. UFPE, 2013. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENGENHARIA ELÉTRICA ENGENHARIA ELÉTRICA __________________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática Confiabilidade de Redes EL387 60 0 4 60 Elétricas Pré- EL418 - Equipamentos Co- Requisitos requisitos Requisitos C.H. Elétricos EMENTA Introdução à Teoria de Confiabilidade de Redes; Modelagem e Avaliação de Sistemas Simples e Complexos; Variáveis Aleatórias e Distribuições de Probabilidade; Modelo para Componentes Não Reparáveis e para Componentes Reparáveis; Técnicas de Frequência e Duração; Confiabilidade de Redes de Transmissão, Distribuição e Subestações; Análise de Confiabilidade de Sistemas de Distribuição Radiais; Avaliação de índices de confiabilidade via Simulação; Análise de Confiabilidade de Confiabilidade de Sistemas Eletrônicos de Potência CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 – Introdução à Teoria de Confiabilidade de Redes • Definição de confiabilidade; Definição de probabilidade; Interpretações de probabilidade; Disponibilidade e indisponibilidade; Acontecimentos independentes e mutuamente exclusivos; Regras básicas para o cálculo de probabilidade. 2 – Modelagem e Avaliação de Sistemas Simples e Complexos • Sistemas série, paralelo e misto; Sistemas parcialmente redundantes; Sistemas complexos; Método dos conjuntos mínimos de corte. 3 – Variáveis Aleatórias • Definição de variável aleatória; Função densidade de probabilidade e função de distribuição; Esperança matemática, variância e desvio-padrão; Aplicações à avaliação da capacidade estática de sistemas de geração. 4 – Distribuições de Probabilidade • Distribuições discretas: binomial e Poisson; Distribuições contínuas: uniforme, normal e exponencial. 5 – Modelo para Componentes Não Reparáveis • Taxa de falha instantânea; Função sobrevivência; Probabilidades de funcionamento e falha; 6 – Modelo para Componentes Reparáveis • Taxa de falha e taxa de reparo; Discretização da variável tempo; Noções básicas sobre processos estocásticos e probabilidades transitórias e estacionárias. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO (Continuação) 7 – Técnicas de Frequência e Duração • Taxa de transição entre estados; Frequência e duração de um estado; Frequência e duração de um conjunto de estados; Análise de confiabilidade de sistemas simples. 8 – Confiabilidade de Redes de Transmissão, Distribuição e Subestações • Critério da perda total de continuidade de serviço; Cálculo de indisponibilidade, frequência e duração média das falhas; Falhas passivas, ativas e ativas com disjuntor emperrado. 9 – Análise de Confiabilidade de Sistemas de Distribuição Radiais • Algoritmo simplificado para determinação de indisponibilidade, frequência e duração média das falhas em sistemas radiais; Previsão dos indicadores de continuidade FEC, DEC, FIC e DIC. 10 – Avaliação de índices de confiabilidade via Simulação • Introdução à técnicas de simulação computacional; Simulação Monte Carlo; Avaliação de indicadores para redes elétricas. 11 – Análise de Confiabilidade de Confiabilidade de Sistemas Eletrônicos de Potência • Modelagem de conversores por redes de confiabilidade; Avaliação de indicadores de confiabilidade para conversores de interface de sistemas de geração (MTTF, MTBF, Risco de falha), conversores de conexão para sistemas de armazenamento (PCS) e conversores de acoplamento para sistemas de corrente contínua; Estratégias para aumento da confiabilidade de sistemas eletrônicos de potência. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1) Billinton, R., Allan, R., Reliability Evaluation of Engineering Systems – Concepts and Techniques, Pitman Books, 1983. 2) João Guilherme de Carvalho Costa, Confiabilidade de Sistemas Elétricos (Apostila e Notas de Aula), UNIFEI, Itajubá, 20,19. 3) Billinton, R., Allan, R., Reliability Evaluation of Power Systems, Pitman Books, 1984. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1) B.S. Dhillon, C. Singh, Engeneering Reliability New Techiniques and Applications, JohnWiley & Sons Inc. 1981. 2) Anthony J. Pansini, “Transmission Line Realiability and Security, The Fairmont Press Inc. Marcel Dekker, Inc. 3) Zaudir Dal Cortivo, Modelos Probabilisticos, Livraria InterSaberes 4) Manual de Confiabilidade e Mantenabilidade e Disponibilidade, João Ricardo Barusso Lafraia. 5) Celso de B. Camargo, “Confiabilidade Aplicada a Sistemas de Potência Elétrica”, Livros Técnicos e Científicos. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Engenharia Elétrica Engenharia Elétrica _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática Controladores Lógicos EL456 30 30 3 60 Programáveis 1 Pré- Co- Requisitos EL476-Sistemas Digitais requisitos Requisitos C.H. EMENTA Introdução à automação industrial. Conceitos básicos relacionados aos Controladores Lógicos Programáveis (CLPs). Elementos de programação em CLPs. Linguagens de programação gráficas definidas na norma IEC 61131-3. Automação de processos com CLPs. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Introdução à automação industrial: Evolução dos sistemas industriais; Aplicações dos CLPs na indústria. Conceitos básicos relacionados aos Controladores Lógicos Programáveis (CLPs): Arquitetura computacional dos CLPs: memórias, interfaces de entrada e de saída, interfaces de comunicação em rede e fonte de alimentação; Softwares de programação e comunicação. Ambiente de programação e comunicação: Softwares comerciais; Telas de desenvolvimento de projetos, configuração do hardware, configuração da rede e programação; Procedimento de conexão entre o ambiente de programação e o CLP. Configuração de entrada e saída de sinais discretos: Configurações de sinais tipos PNP e NPN; Circuitos de saída à relé, à triac ou transistorizados; Especificações dos módulos de entrada e saída; Dispositivos de entrada e saída de sinais discretos; Endereçamento de sinais nas memórias de entrada e saída dos CLPs. Linguagem de programação ladder: Simbologia básica; Semântica de execução; Exemplos de aplicação. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO (CONTINUAÇÃO) Temporizadores: Tipos de temporizadores: temporizador de pulso, temporizador de retardo ao ligar, temporizador de retardo ao desligar e temporizador de retardo ao ligar retentivo; Variáveis associadas aos temporizadores; Diagramas temporais; Especificação do dado tipo time; Exemplos de aplicação. Contadores e comparadores: Tipos de contadores: contador crescente, contador decrescente e contador crescente e decrescente; Variáveis associadas aos contadores; Tipos de comparadores; Tipos de dados inteiros e reais; Exemplos de aplicação. Configurações de entrada e saída de sinais analógicos e instruções de conversão: Tipos de sinais analógicos; Especificações dos módulos de entrada e saída; Representação e resolução de sinais analógicos; Instruções de conversão de dados e instruções de escalonamento, normalização e conversão de números; Exemplos de aplicação. Blocos de programação e instruções matemáticas: Tipos de blocos de programação; Estruturação de programas; Tipos de instruções matemáticas; Exemplos de aplicação. Blocos de organização, eventos e interrupções cíclicas: Conceitos fundamentais dos blocos de organização; Tipos de blocos de organização; Classes de eventos do sistema; Blocos de organização cíclicos; Blocos de organização de interrupção cíclica; Forma de execução das interrupções cíclicas; Exemplos de aplicação. Linguagem de diagrama de bloco de funções (FBD): Principais características da linguagem FBD; Simbologia básica; Semântica de execução; Exemplos de aplicação. Linguagem de gráfico de funções sequenciais (SFC): Principais características da linguagem SFC; Simbologia básica; Semântica de execução; Exemplos de aplicação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. PETRUZELLA, F.D. Controladores Lógicos Programáveis. Editora Bookman, 2014. 2. Siemens, S7-1200 Programmable Controller: System Manual, 2012. 3. PRUDENTE, F. PLC S7-1200 Teoria e Prática - Curso Introdutório. Editora LTC, 2014. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. JONES, C. STEP 7 in 7 Steps. Editora Brillant Training, 2017. 2. BOLTON, W. Programmable Logic Controllers, 6ª Edição. Elsevier Science & Technology, 2015. 3. PRUDENTE, F. Automação Industrial PLC - Teoria e Aplicações - Curso Básico, 2ª Edição. Editora LTC, 2011. 4. STERESON, J. Fundamentals of Programmable Logic Controllers, Sensors and Communication, 3ª Edição. 2002. 5. FRANCHI, C.M. e CAMARGO, V.L.A. Controladores Lógicos Programáveis. Editora Érica, 2009. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENGENHARIA ELÉTRICA ENGENHARIA ELÉTRICA ____________________________________________ ________________________________________________ ______________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Total Período Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática EL265 Coordenação de 60 0 4 60 10º Isolamento Pré- EL417 - Componentes de Requisitos Co-Requisitos requisitos Sistemas Elétricos C.H. EMENTA Fundamentos de Coordenação de Isolamentos; Esforços Elétricos sobre a Isolação de um Equipamento; Métodos de Determinação da Tensão Crítica de um Equipamento; Relevância da Coordenação de Isolamento no Projeto de uma Linha de Transmissão; Influência das Condições Atmosféricas em um Isolamento; Projeto de Coordenação de Isolamento de uma Linha de Transmissão. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Conceitos Básicos e Fundamentos da Coordenação de Isolamento; Isolamento, Isolação, Fator de Potência de Isolamento, Técnicas de Medição de Isolamento, Tipos de Isolamento e Suportabilidade de um Isolamento; Esforços Elétricos sobre a Isolação de um Equipamento, Tensão Nominal, Máxima e Crítica, Tensão de Impulso Atmosféricos (positiva e negativa), Tensão de Impulso de Manobra, Sobretensões a Frequência Fundamental, Curvas Padrões de Sobretensões (Amplitude, Duração e Polaridade); Métodos para a Determinação da Tensão Crítica de um Equipamento (Determinístico e Estatístico), Métodos de Gallet e Luigi Paris (Valores Comparativos), Fatores de Espaçamento para Diferentes Tipos de Espaçamentos; Relevância da Coordenação de Isolamento no Projeto de uma Subestação. Avaliação do Risco de Falha de um Isolamento, Desempenho de Linhas de Transmissão Quanto a Descargas Atmosféricas; Influência das Condições Atmosféricas de um Isolamento, Densidade, Umidade do Ar, Temperatura, Tensão Crítica, Poluição Ambiental; Projeto de Coordenação de Isolamento de uma Linha de Transmissão. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1) Greenwood, A. Electrical Transients in Power Systems, 2nd Edition, John Wiley & Sons, 1991. 2) Ary D’Ajuz e outros, Transitórios Eletromagnéticos e Coordenação de Isolamento, 1987. 3) Brasil, Dalton. Curso de Coordenação de Isolamento de Linhas de Transmissão, 2022. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1) EPRI, Transmission Line Reference Book 345 kV and above, 1975. 2) Assis, Sandro de Castro, “Sobretensões e Coordenação de Isolamento”, 2017 3) Coordenação de Isolamento, Volume 8, UFSM, 1983 4) W. Diesendorf, Insulation Co-ordination in High-voltage Electric Power Systems 5) Transitórios Elétricos e Coordenação de Isolamento, Furnas. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Departamento de Engenharia Elétrica Engenharia Elétrica __________________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Total Período Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Distribuição de Energia EL422 60 0 4 60 Elétrica 2 Pré- EL394 - Distribuição de Co- Requisitos requisitos Energia Elétrica 1 Requisitos C.H. EMENTA Projeto, orçamento, construção e manutenção de redes aéreas de distribuição; Conexão de geração distribuída à rede de distribuição; Padrão de Entrada; Projeto de rede de distribuição; Equipamentos da rede de distribuição; Regulação de tensão em redes de distribuição; Simulação de sistemas de distribuição; CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1) Sistemas de Distribuição de Energia: Considerações, estrutura. 2) Conexão de Geração Distribuída: simulação, projeto e dimensionamento; 3) Padrão de Entrada; 4) Projeto de rede de distribuição; 5) Subestação de conexão de unidades consumidoras; 6) Equipamentos da rede de distribuição; 7) Aplicação de capacitores em redes de distribuição; 8) Reguladores de Tensão; 9) Tecnologias de Recursos Energéticos Distribuídos e Microrredes; 10) Simulação de sistemas de distribuição; BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1) Kagan, N., Oliveira C. C.B., Robba E. J. -Introdução aos Sistemas de Distribuição de Energia Elétrica-. Editora Edgard Blucher. 2005. 2) Short T. A. -Electric Power Distribution Handbook. CRC Press.2004. 3) J.C.P de Melo, ‘Distribuição de Energia Elétrica’, Apostila. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1) Eletrobras, Distribuição de Energia Elétrica, Editora Campus Eletrobrás, 1982. 2) J. A. Cipoli, “Engenharia de Distribuição”, Qualimark Editora, 1993. 3) R. D. Fuchs, “Trasmissão de Energia Elétrica”, Editora LTC, 1977. 4) Normas ABNT NBR 5410 Instalações elétricas de baixa tensão procedimentos. Rio de Janeiro ABNT, 1990. 164 p. Norma NBR 5419 Proteção contra descargas atmosféricas - Parte 1,2, 3 e 4, ABNT, 2015. Norma NBR 14039 , ABNT, 2015 Norma NBR 5422 Projeto de Linhas Aéreas de Transmissão de Energia Elétrica - Procedimento. ABNT NBR-5422, 1986. 5) Normas Neonergia: Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária - Edificações Individuais. Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária - Edificações Coletivas, Neonergia. Versão vigente, 2022. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Engenharia Elétrica Engenharia Elétrica __________________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Total Período Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática EL Eficiência Energética 60 0 4 60 EL__- Medidas Elétricas Pré- requisitos EL392 – Conversão Co-Requisitos Requisitos C.H. Eletromecânica da Energia EMENTA Introdução à Eficiência Energética; A Energia Elétrica no Brasil; O Uso Eficiente da Energia Elétrica; Correção do Fator de Potência; Eficiência Energética em Sistemas de Iluminação; Eficiência Energética em Sistemas de refrigeração; Eficiência Energética em Motores Elétricos; Diagnóstico Energético; Tarifação; Qualidade da Energia Elétrica. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1) Introdução à Eficiência Energética(EE): análise do uso da energia elétrica nos setores industriais, residenciais e de serviços; metodologias de diagnóstico energético; estudos de casos de EE; legislação e regulação energética. 2) A Energia Elétrica no Brasil: histórico, situação atual de geração e consumo, desperdício de energia elétrica, ações de combate ao desperdício de energia elétrica, o papel dos profissionais de engenharia. 3) O Uso Eficiente da Energia Elétrica: questões econômicas, sociais e ambientais relacionadas à eficiência energé- tica (EE), o uso da energia elétrica e o desenvolvimento das nações; implementação das oportunidades de EE. 4) Correção do Fator de Potência: causas do baixo fator de potência nas instalações; o baixo fator de potência e o desperdício de energia, determinação do banco de capacitores, localização dos capacitores, prescrições para ins- talação de capacitores. 5) Eficiência Energética (EE) em Sistemas de Iluminação: conceitos básicos de luminotécnica, características gerais de cada tipo de lâmpada, EE das lâmpadas, características das luminárias, os diversos dispositivos de comando e a EE dos sistemas de iluminação, cálculo de iluminação, aspectos de projeto e execução de circuitos de ilumina- ção relacionados à EE. 6) Eficiência Energética em Sistemas de refrigeração: a importância do setor de refrigeração no consumo de energia elétrica, causas do desperdício de energia elétrica neste setor, formas de combate ao desperdício, importância da manutenção dos sistemas, análise de carga térmica, termoacumulação. 7) Eficiência Energética em Motores Elétricos: principais causas de desperdício de energia em sistemas de força motriz, análise de carregamento, o motor de alto rendimento, procedimentos de manutenção e medidas operativas em sistemas de força motriz com vistas à eficiência energética. 8) Diagnóstico Energético: definições, aplicações, projetos de eficiência energética, contratos de desempenho e o papel das ESCOs; processo de medição e verificação de resultados – PIMVP; índices de eficiência energética. 9) Tarifação: demanda de energia na indústria, estrutura tarifária, critérios de inclusão, faturamento de consumo e demanda, faturamento de energia reativa excedente e demanda reativa excedente, análise tarifária. 10) Qualidade da Energia Elétrica: impactos dos harmônicos na eficiência das instalações. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1) H. M. Santos e outros, “Conservação de Energia – Eficiência Energética de Instalações e Equipamentos”, Editora da EFEI, 2001. 2) R. Q. Panesi. Fundamentos de Eficiência Energética – Industrial, Comercial e Residencial. Ensino Profissional Editora: São Paulo, 2006. 3) Guia de Aplicações de Gestão de Energia e Eficiência Energética, Publindústria; 3ª edição. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1) H. Creder, “Instalações Elétricas”, Livros Técnicos e Científicos Editora, 1986. 2) “Condições Gerais de Fornecimento de Energia Elétrica – Resolução 456/2000” ANEEL 3) Energias Renováveis, Geração Distribuída e Eficiência Energética, LTC; 2ª edição. 4) Eficiência energética: Técnicas de aproveitamento, gestão de recursos e fundamentos, Editora Érica - 1ª edição. 5) Study on energy efficiency and energy saving potential in industry and on possible policy mechanisms, Directorate-General for Energy, first edition. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Engenharia Elétrica Engenharia Elétrica __________________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática EL410 Empreendedorismo 60 00 04 60 Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Conceitos básicos do Empreendedorismo, modelo de liderança, comunicação e trabalho em equipe. Formas de comportamento e atitudes empreendedoras, criatividade, pensamento convergente e divergente. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO • Apresentação do Plano de Formação de Empreendedores: O trabalho e suas perspectivas; O conceito de empreendedor “intrapreneur”; Importância do empreendedorismo no mercado de trabalho; Mudança de paradigmas e globalização; Apresentação das ementas que compõem a ênfase em empreendedorismo; Questionário de auto-descrição comportamental. • Integração do Grupo: Discussão das expectativas quanto ao curso de engenharia e à ênfase em empreendedorismo; Apresentação dos participantes; Desenvolvimento do conceito de liderança situacional, comunicação, trabalho em equipe e integração grupal; Levantamento das características individuais quanto aos conceitos desenvolvidos no item anterior. • Sensibilização: Desenvolvimento do uso dos sentidos na execução de tarefas: Reconhecimento das dimensões do corpo e do espaço: Expressão de movimento e emoções; Linguagem corporal; Processo de integração e confiança interpessoal; Exercícios de cooperação. • Iniciação do Trabalho em Grupo: Papéis sociais em grupo; Reconhecimento de limitações auto-impositivas; Superação de inibições. • Vivência de Negócios I: Concepção de produto; Definição de tecnologias, processos, produtos e serviços; Terceirização, parcerias e sociedade. • Criatividade no Desenvolvimento de Negócios; Avaliação individual do potencial; Desenvolvimento de atitudes adequadas às situações imprevistas; Estímulo à expressão do pensamento divergente; Pensamento divergente e solução de problemas. • Vivência de Negócios II: Competição e negociação; Planejamento e organização do negócio: Plano de negócios; Tomada de decisões. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. J. RUMBAUGH, “Modelagem e projetos baseados em objetos”, Rio de Janeiro, Campus, 1994. 2. J. M. JURAN, “Juran planejando para a qualidade”, 3a ed., São Paulo, Pioneira, 1995. 3. V. MIRSHAWKA, “Manutenção combate aos custos da não-eficácia a vez do Brasil”, São Paulo, Makron Books, 1993. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. M. M. DAVIS, “Fundamentos da administração da produção”, 3a ed., Porto Alegre, Bookman, 2001. 2. J. R. MEREDITH, “Administração de projetos: uma abordagem gerencial”, 4a ed., Rio de Janeiro, LTC, 2003. 3. D. RAHEJA e L. J. GULLO, “Design for reliability”, Hoboken, N.J. Wiley, 2012. 4. S. NAKAJIMA, “Introduction to TPM: total productive maintenance”, Cambridge, MA Mass. Productivity Press, 1988. 5. K. ISHIKAWA, “Guide to Quality Control”, 1971. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Engenharia Elétrica Engenharia Elétrica _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Total Período Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática EL384 Energia Eólica 60 0 4 4 Pré- EL417 - Componentes de Co- Requisitos requisitos Sistemas Elétricos Requisitos C.H. EMENTA Apresentação da tecnologia eólica, introdução as turbinas eólicas com apresentação dos principais equipamentos envolvidos na geração de eletricidade em turbinas eólicas. Aspectos de conexão elétrica da turbina eólica assim como os principais elementos da integração das máquinas. A associação das turbinas eólicas e os impactos das centrais eólicas no sistema elétrico de potência. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO • Introdução à energia eólica. Tecnologias de turbinas eólicas, equipamentos. • Histórico da evolução da tecnologia com o registro dos principais componentes com impacto em integração. • Ventos – principais características, estatísticas e origens • Modelagem de turbinas eólicas para os diferentes horizontes de simulação: regime permanente, regime dinâmico e regime transitório. • Agrupamento de várias turbinas em uma central eólica, sua relação com a modelagem nos regimes permanente, dinâmico e transitório. • Normas nacionais e internacionais sobre turbinas eólicas. • Integração de centrais eólicas no sistema elétrico – diferentes escalas temporais BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. Energia Eólica, Princípios e Operação, Ed. Milton Pinto, Editora Erica, 2019 2. Wind Power in Power Systems, Editor Thomas Ackerman, Willey, 2005 3. P.A.C. Rosas e A. I. Estanqueiro, “Guia de Projeto Elétrico de Centrais Eólicas. Vol: 1 Projeto Elétrico e Impacto de Centrais Eólicas na Rede Elétrica”, CBEE, 2003 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. S. Heier, “Grid Integration of Wind Energy Conversion System”, J. Wiley and Sons, 2014. 2. T. Burton e outros, “Wind Energy Handbook”, J. Wiley and Sons, 2002 3. J. Wilkie e outros, “Modelling Wind Turbines by Simple Models”, Wind Engineering, Vol. 14, No 4, 1990 4. Norma IEC 61400-21, “Wind Turbine Generator System – Part 21: Measurement and assessment of Power Quality characteristics of grid connected Wind turbines” 5. P. Rosas, “Dynamic Influences of Wind Power on the Power System”, Ph.D. Thesis, DTU, Lyngby, 2003 6. Thomas Petru, “Modelling of Wind Turbines for Power System Studies”, Ph.D. Thesis, Chalmers, 2001. 7. Procedimentos de Rede do Operador Nacional do Sistema Elétricos-ONS DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENGENHARIA ELÉTRICA ENGENHARIA ELÉTRICA __________________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática EL442 Instrumentação industrial 60 0 4 60 Pré- CI107-Fenomenos dos Transportes Co- Requisitos requisitos Requisitos C.H. EMENTA Caracterização de transdutores de deslocamento, força, torque, pressão, vazão, nível, temperatura e fluxo térmico. Calibração de transdutores. Instrumentação. Medição, registro e manuseio de dados experimentais. Automação da medição. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Parte I – Fundamentos dos Sistemas de Medição • Princípios de instrumentação • Erros e incertezas de dados experimentais • Resposta dos sistemas de medição: características estáticas e dinâmicas • Sensoriamento e condicionamento de sinais analógicos e digitais • Processamento de sinais analógicos e digitais • Automação da medição: monitoração e controle Parte II – Aplicativos • Sistema(s) mecânico(s) • Sistema(s) térmico(s) • Sistema(s) hidráulico(s) BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. BECKWITH, T. G. et al. Mechanical Measurements. Addison-Wesley, 1993, 876 p. 2. BORCHARDT, I. G.; BRITO, R. M. Fundamentos de Instrumentação para Monitoração e Controle de Processos. São Leopoldo: Editora Unisinos, 1998. 71p. 3. DOEBELIN, E. O. Measurement Systems – Aplication and Design. Singapura: McGraw-Hill, 1990. 960 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. HENRY, Richard W.. Electronic Systems and Instrumentation. New York: J.Wiley, 1978.. 381 p. ISBN 0417024872 : (enc.). 2. ALVES, José Luiz Loureiro. Instrumentação, controle e automação de processos. Rio de Janeiro: LTC, 2005. xiii, 270 p. ISBN 8521614425 (broch.). 3. BORTONI, Edson da Costa. Instrumentação e controle: Programa de Eficientização Industrial. Rio de Janeiro: PROCEL, [2003]. 83 p. 4. SOISSON, Harold E. Instrumentacao industrial. Sao Paulo: Hemus, [19--]. 687p. ISBN 8528901459 (broch.). 5. FIALHO, Arivelto Bustamante. Instrumentação industrial: conceitos, aplicações e análises . 7. ed., rev. São Paulo: Érica, 2010. 280 p. ISBN 9788571949225 (broch.). DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENGENHARIA ELÉTRICA ENGENHARIA ELÉTRICA _________________________________________ ____________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática EL468 Inteligência Artificial 60 0 4 60 9o Pré- EL465-Engenharia de Controle 1 Co- Requisitos 60 requisitos Requisitos C.H. EMENTA Instrumentação, Controle e Automação e Controladores Baseados em Conhecimentos, Logica Fuzzy, Metodos de Otimização e Redes Neurais Artificiais. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO • Instrumentação, Controle e Automação e Controladores Baseados em Conhecimentos • Controladores Fuzzy , Estimador Fuzzy e Controle Fuzzy Adaptativo • Métodos de otimização numérica aplicados a controle • Redes Neurais Artificiais (RNA) aplicada a sistema de controle BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. Cairo L. Nascimento Jr., TakashiYoneyama, “Inteligência Artificial em Controle e Automação”, Ed Blucher 2000. 2. Stanislaw H. Zak, “Systems and Control”, Oxford University Press 2003. 3. Miller, Sutton and Werbos, “Neural Networks for Control”, MIT, 1990. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. Marcelo G. Simões, Ian S. Shaw,“Controle e Modelagem Fuzzy”, Ed Blucher 2007. 2. Cichocki , R Unbehauen , “Neural Networks for Optimization and Signal Processing”, John Wily & Sons, 1996 3. Jerzy Moscinski , Zbigniew Ogonowski , “Advanced Control with Matlab and Simulink, Ellis Horwood, 1995. 4. Zdenko Kovacic, Stjepan Bogdan -, Fuzzy Controller Design: Theory and Applications, Taylor & Francis Group, LLC, 2006. 5. Peter Norvig e Stuart Russell, “Inteligência Artificial”, Prentice Hall, 1994. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENGENHARIA ELÉTRICA ENGENHARIA ELÉTRICA _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Prática de Ensino Atividade complementar Módulo Monografia Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática EL411 Introdução à Compatibilidade 60 0 04 60 Eletromagnética Pré- EL464 e Co- Requisitos requisitos Circuitos Elétricos 2 Requisitos C.H. EMENTA Conceitos básicos de Compatibilidade Eletromagnética (CEM), normas para conformidade em CEM, efeitos biológicos dos campos eletromagnéticos, aspectos de Qualidade de Energia Elétrica, aspectos de projeto em CEM. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO • Introdução à Compatibilidade Eletromagnética • Requisitos de CEM para Equipamentos Eletrônicos • Princípios da Teoria Eletromagnética • Ondas planas • Linhas de Transmissão • Antenas • Comportamento não ideal dos Componentes • Emissões Radiadas e Susceptibilidade • Medições de emissões radiadas • Emissões Conduzidas e Susceptibilidade • Medições de emissões conduzidas • Crosstalk • Descargas Eletrostáticas (ESD) • Controle e aterramento • Qualidade de Energia Elétrica • Efeitos biológicos dos campos elétricos, magnéticos e eletromagnéticos • Projeto de Sistemas para CEM • Tipos de aterramento BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1) Raizer, “Apostila de introdução à compatibilidade eletromagnética”, Universidade Federal de Santa Catarina, 2000. 2) Paul, “Introduction to electromagnetic compatibility”, John Wiley and Sons, New York, 1992. 3) J. Scott & C. van Zyl,“Introduction to EMC”, Newnes, Oxford, 1997. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1) T. Willians, EMC for Product Designers, Newnes‐Elsevier Science, 2001 2) V. Prasad‐Kodali, Engineering Electromagnetic Compatibility, IEEE Press, 1996 3) C.R.Paul, Introduction to Electromagnetic Compatiblity, Wiley series in microwave and optical engineering, 1992 4) W. Hyte, Eletromagnetismo. Livros Técnicos e Científicos Editora S.A. 5) A. Greenwood, Electrical Transients in Power Systems, Ed. John Wiley & Sons, Inc., New York. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Engenharia Elétrica Engenharia Elétrica _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DEPARTAMENTO DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática LE716 Introdução a libras 60 0 4 60 - Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA REFLEXÃO SOBRE OS ASPECTOS HISTÓRICOS DA INCLUSÃO DAS PESSOAS SURDAS NA SOCIEDADE EM GERAL E NA ESCOLA; A LIBRAS COMO LÍNGUA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL EM CONTEXTO DE COMUNICAÇÃO ENTRE PESSOAS SURDAS E COMO SEGUNDA LÍNGUA. ESTRUTURA LINGUÍSTICA E GRAMATICAL DE LIBRAS. ESPECIFICIDADES DA ESCRITA DO ALUNO SURDO. NA PRODUÇÃO DE TEXTO EM LÍNGUA PORTUGUESA. O INTÉRPRETE E A INTERPRETAÇÃO COMO FATOR DE INCLUSÃO E ACESSO EDUCACIONAL PARA OS ALUNOS SURDOS OU COM BAIXA AUDIÇÃO. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1) Aspectos gerais da LIBRAS 2) Características gerais da LIBRAS 3) Paralelos entre línguas orais e gestuais 4) Unidades mínimas gestuais 5) Classificadores 6) Expressões faciais e corporais 7) Alfabeto digital 8) Identificação Pessoal - pronomes pessoais 9) Léxico de categorias semânticas 10) Vocabulário específico da área de Letras relacionados ao ensino de língua e de literatura 11) Verbos 12) Principais verbos utilizados no cotidiano da escola 13) Verbos pertinentes às categorias semânticas estudadas 14) Verbos pertinentes aos conteúdos específicos estudados 15) Marcação de tempos verbais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1) BRITO, L.F. (1995). Por uma Gramática de Língua de Sinais. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro. 2) PIMENTA, N. e QUADROS, Ronice M. de Curso de LIBRAS. Nível Básico I. 2006. LSBVídeo. 3) QUADROS, R. M. (1997). Aspectos da sintaxe e da aquisição da Língua Brasileira de Sinais. Letras de Hoje, 32(4): 125-146. Situando as diferenças lingüísticas implicadas na educação. Em Ponto de Vista. Estudos Surdos. NUP/UFSC. 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1) SOUZA, R. Educação de Surdos e Língua de Sinais. Vol. 7, N° 2 (2006). 2) CAPOVILLA, F.C. et alii. (1998). Manual Ilustrado de Sinais e Sistema de Comunicação em Rede para Surdos. São Paulo: Ed. Instituto de Psicologia, US 3) CAPOVILLA, F.C. et alii. (2000). Dicionário Trilíngüe. Língua de Sinais Brasileira, Português e Inglês. São Paulo, Edusp. 4) GOLDFELD, M. A Criança Surda: Linguagem e cognição numa perspectiva sócio- interacionista. São Paulo: Plexus, 1997. 5) Notas de aula. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Letras Engenharia Elétrica ____________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO OU ÁREA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DEPARTAMENTO DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade complementar Prática de ensino Monografia Módulo STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática PG300 Introdução ao Direito 30 0 2 30 - Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Conceitos e fundamentos do Direito. Relações com outras ciências. Problemas fundamentais Normas e conduta social. Norma jurídica. Fontes do Direito. Conceitos e requisitos essenciais da lei. Direito positivo e Direito Natural. Direito público e Direito privado e seus ramos. Direito Subjetivo. Categorias de normas de Direito Legal e Direito convencional. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. INTRODUÇÃO • Direito. Direito e Sociedade. • Natureza e Cultura. • Fato Social, Instituições Sociais do Direito. • Relações do Direito Com Outras Ciências. 2. TEORIA DO DIREITO • Definição e Elementos. • Direito Positivo e Direito Natural. • Ordem Jurídica. • Validade, Vigência, Eficácia e Legitimidade. • Direito e as Demais Normas Sociais. • Norma Jurídica: Caracteres, Sanção e Classificação. • Fontes do Direito. 3. RELAÇÃO JURÍDICA • Relação Jurídica. Elementos e Definições. • Direito Subjetivo. • Aquisição, Modificação e Extinção dos Direitos. • Elementos Pessoais da Relação Jurídica. • Pessoa Natural e Jurídica. 4. ANÁLISE DE LEGISLAÇÃO ATINENTES AOS PROFISSIONAIS DE ENGENHARIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. COTRIM, G. V. Direito e legislação: introdução ao direito. 21. ed. São Paulo: Saraiva, 2002. 2. FONSECA, G.C.; JAUDE, H.A. Direito e legislação para engenheiros. Belo Horizonte: LivrariaMinas Gerais, 1983. 3. NADER, P. Introdução ao estudo do direito. 26. ed. Rio de Janeiro: Forense, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. PRADO, L.R. Curso de direito penal. São Paulo: RT, 2006. 2. RIZZARDO, A. Responsabilidade civil. Rio de Janeiro: Forense, 2005. 3. DIMOULIS, Dimitri. Manual de introdução ao estudo do direito. São Paulo: RT, 2011. 4. HART, Herbert Lionel Adolphus. O conceito do direito. São Paulo: Martins Fontes, 2009. 5. MORESO, José Juan. Introducción a la teoría del derecho. Madri: Marcial Pons, 2004. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE A DISCIPLINA HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Teoria Geral do Direito Engenharia Elétrica ____________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática EL 412 Introdução à otimização 60 00 04 60 Requisitos Pré-requisitos Métodos Numéricos Co-Requisitos C.H. EMENTA Introdução à Otimização; Problemas Clássicos de Otimização; Otimização Irrestrita via Cálculo; Conjuntos Convexos e Funções Convexas; Métodos Iterativos para Otimização Irrestrita; Otimização de Mínimos Quadrados; Otimização Convexa; Condições de Karush-Kuhn-Tucker; Otimização com Restrições de Igualdades; Otimização com Restrições de Desigualdades; Programação Linear; Método Simplex; Métodos de Pontos-Interiores. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO • Introdução à Otimização: Apresentação de Problemas Clássicos de Otimização e o Problema de Fluxo de Potência Ótimo. • Otimização Irrestrita via Cálculo: funções de uma variável, funções de múltiplas variáveis, matrizes positiva definida e negativa definida, autovalores e matrizes positiva definidas. • Conjuntos Convexos e Funções Convexas. • Métodos Iterativos para Otimização Irrestrita: método de Newton, método da máxima declividade, métodos quase-Newton, etc. • Otimização de Mínimos Quadrados: ajuste de curvas, soluções de norma mínima e sistemas lineares subdeterminados, etc. • Programação Convexa e Condições de Karush-Kuhn-Tucker: Teoremas de separação e suporte para conjuntos convexos, teorema de Karush-Kuhn-Tucker. • Otimização com Restrições de Igualdades: superfícies e planos tangentes, multiplicadores de Lagrange, condições de Karush-Kuhn-Tucker, programação quadrática (PQ). • Otimização com Restrições de Desigualdades: desigualdades ativas e inativas, condições de Karush-Kuhn-Tucker, condição do sinal dos multiplicadores de Lagrange. • Programação Linear: O Método Simplex. • Técnicas Modernas de Otimização: Métodos de Pontos-Interiores. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1) J. Nocedal e S. J. Wright, “Numerical Optimization”, Springer-Verlag, 2ª Edição, 2006. 2) D. G. Luenberger e Y. Ye, “Linear and Nonlinear Programming”, Springer Science, 3ª Edição, 2008. 3) P. E. Gill, W. Murray e M. H. Wright, “Numerical Linear Algebra and Optimization”, Addison-Wesley, 1ª Edição, 1991. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1) P. E. Gill e W. Murray, “Numerical Methods for Constrained Optimization”, Academic Press, 1ª Edição, 1974. 2) E. J. Beltrami, “An Algorithmic Approach to Nonlinear Analysis and Optimization”, Academic Press, 1ª Edição, 1970. 3) J. Zhu, “Optimization of Power System Operation”, John Wiley & Sons Inc., 1ª Edição, 2009. 4) J. E. Dennis e R. B. Schnabel, “Numerical Methods for Unconstrained Optimization and Nonlinear Equations”, SIAM, 1ª Edição, 1987. 5) R. Fletcher, “Practical Methods for Optimization”, John Wiley & Sons Inc., 2ª Edição, 1987. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Engenharia Elétrica Engenharia Elétrica _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRO X ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática EL Introdução a Python em Engenharia 30 30 3 60 Pré- Circuitos Elétricos 2 Requisitos Co-Requisitos requisitos C.H. EMENTA Introdução a Python; Uso da biblioteca padrão do Python; Programando aplicações científicas e de engenharia com NumPy e SciPy; Fazendo gráficos avançados com Matplotlib. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Introdução ao Python e computação científica Python: • Estruturas básicas, controle de fluxo, Funções e módulos, Programação Orientada a Objeto, geradores e iteradores, Entrada e Saída, Biblioteca padrão; Numpy: Introdução, estruturas de dados, indexação e funções básicas; Scipy: • Matplotlib: introdução, plotagem básica, plotagem avançada. • Resoluções de problemas de engenharia utilizando o Python BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1) Tavares Neto, Roberto Fernandes e Da Silva, Fábio Molina, “Introdução à Programação para Engenharia – Usando a Linguagem Python, LTC. 2) Hans Petter Langtangen. A Primer on Scientific Programming with Python. Springer Berlin Heidelberg, 2012. 798 p. 3) Travis E. Oliphant. Guide to NumPy. Livro eletrônico. Disponível em: . Acesso em: 27/out/2016. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1) Brian Jones, David Beazley. Python Cookbook. O'Reilly Media, 2012. 800 p. 2) Hans Petter Langtangen. Python Scripting for Computational Science, 3ª ed. Springer Berlin Heidelberg, 2008. 756 p. 3) Wes McKinney. Python for Data Analysis: Data Wrangling with Pandas, NumPy, and Ipython. O'Reilly Media, 2012. 466 p. 4) Mark Lutz. Python Pocket Reference, 5th ed. O'Reilly Media, 2014. 266 p. e Mark Lutz. Learning Python: Powerful Object-Oriented Programming. O'Reilly Media, 2013. 5) Ivan Idris. NumPy Beginner's Guide, 2a ed. Packt Publishing Ltd, 2013. 310 p. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Engenharia Elétrica Engenharia Elétrica ________________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) X ELETIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Nº. de C. H. Total Período Código Nome Créditos Teórica Prática Laboratório de Acionamento de Máquinas EL 15 45 2 60 Elétricas Pré- EL__- Máquinas Co- EL__- Acionamento de Requisitos C.H. requisitos Elétricas Requisitos Máquinas Elétricas EMENTA Medição de parâmetros das máquinas elétricas. Projeto e implementação experimental de estratégias de acionamento elétrico de velocidade variável para máquinas elétricas: controle vetorial de motores de indução e síncronos a ímãs permanentes. Estudo e implementação das técnicas de controle de conversores para sistemas de acionamento de máquinas elétricas. Configuração de funções e parâmetros de equipamentos conversores de frequência para motores. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1) Revisão sobre o uso do processador digital de sinais: - Aquisição de dados, interrupções e modulação por largura de pulsos; - Medição de posição angular e velocidade com o uso do enconder. 2) Implementação de sistemas de acionamento empregando máquinas de indução: - Medição dos parâmetros do motor de indução; - Técnicas de modulação por largura de pulso para inversores trifásicos; - Controle da partida suave (Soft-Starter) - Controle escalar do motor de indução (método V/f constante); - Controle vetorial indireto do motor de indução; - Controle direto do motor de indução usando estimador de fluxo pelo modelo de corrente. 3) Implementação de sistemas de acionamento empregando motor síncrono a ímãs permanentes: - Controle vetorial direto do motor síncrono a ímãs permanentes. 4) Configuração de funções e parâmetros de equipamentos conversores de frequência para motores: - Inversores para motores de indução; - Conversores ca/cc para motores cc; - Servoacionamentos para motores síncrono a ímãs permanentes. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1) PALMA, J. C. Acionamentos Eletromecânicos de Velocidade Variável. 2 Ed. Fundação Calouste Gulbenkian, 2008. 2) LIPO, T. A., e NOVOTNY, D. W. Vector Control and Dynamics of AC Drives. Clarendon Press, 1996. 3) 3. ONG, M. Dynamic Simulation of Electric Machinery Using Matlab/Simulink. Prentice Hall, 1998. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1) BOLDEA, I. e NASAR, S. A. Vector control of AC drives. CRC Press, 1992. 2) KAZMIERKOWSKI, M. e TUNIA, H. Automatic Control of Converter-Fed Drives. Elsevier, 1994 3) KRAUSE, P. et al. Analysis of Electric Machinery and Drive Systems. Wiley, 3 Ed. Wiley, 2013. 4) FURTADO. A. M. Modelagem e Acionamento da Máquina de Indução Trifásica. UFPE, 2013. 5) 5. https://ecatalog.weg.net/ DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA ENGENHARIA ELÉTRICA __________________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Nº. de Código Nome C. H. Global Período Créditos Teórica Prática EL471 Laboratório de Eletrônica de Potência 00 60 2 60 8o Requisitos Pré-requisitos EL396 - Eletrônica de Potência Co-Requisitos C.H. EMENTA Práticas diversas de Eletrônica de Potência e utilização de programa de simulação Matlab (Simulink). CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Práticas diversas de Eletrônica de Potência e utilização de programa de simulação Matlab (Simulink) para a resolução de problemas que englobem os seguintes assuntos: • Conversores cc-cc: controle de conversores, conversores Buck, Boost, Buck- Boost, Cúk e Full-bridge, modulação por largura de pulso. • Conversores cc-ca: conceitos básicos, inversores monofásicos e trifásicos, modulação por largura de pulso. • Conversores multiníveis cascata: topologia básica, modulação por largura de pulso. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. Mohan/Undeland/Robbins. “Power Electronics – Converters, Applications and Design”. John Wiley & Sons, Inc., 2003. 2. Muhammad H. Rashid. “Eletrônica de Potência”. Makron Books Ltda, 1999. 3. Ashfaq Ahmed. “Eletrônica de Potência”. 2000. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. Ashfaq Ahmed. “Power Electronics for Technology”. Prentice Hall, 1999. 2. Muhammad H. Rashid. “Eletrônica de Potência: Dispositivos, Circuitos e Aplicações”, 2014 3. Ivo Barbi.“Eletrônica de Potência”. 8ª Edição. 4. Ivo Barbi, “Modelagem de Conversores CC-CC”, 2019. 5. Ivo Barbi, “Conversores a Capacitor Chaveado”, 2020. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENGENHARIA ELÉTRICA ENGENHARIA ELÉTRICA ______________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Nº. de Código Nome C. H. Global Período Créditos Teórica Prática EL472 Laboratório de Engenharia de Controle 00 60 2 60 Pré-requisitos EL466-Engenharia de Controle 2 Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Obtenção de modelo dinâmico por ensaio. Sintonia de controladores por métodos heurísticos. Caracterização de sistemas em malha aberta e sistemas em malha fechada. Projeto e montagem de circuitos de condicionamento de sinais. Implementação de estratégias clássicas de controle. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO • Obtenção de modelo dinâmico por ensaio: − Caracterização dinâmica e estática de sensores por ensaio; − Modelagem caixa branca de uma planta; − Modelagem caixa preta de uma planta. • Sintonia de controladores por métodos heurísticos: − Método Ziegler-Nichols; − Métodos alternativos ao Ziegler-Nichols; − Avaliação das diferenças entre sistemas em malha aberta e sistemas em malha fechada. • Circuitos para condicionamento de sinais: − Filtro anti-aliasing de primeira e segunda ordem; − Condicionamento da amplitude e do offset de um sinal; − Proteção: Limitação da amplitude máxima do sinal. • Implementação de estratégias clássicas de controle: − Implementação de controle ON-OFF; − Implementação de controle P e PI; − Implementação de controle PID. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. N. S. Nise. Engenharia de Sistemas de Controle. LTC, 6ª edição, 2012. 2. R. C. Dorf e R. H. Bishop. Sistemas de Controle Modernos. LTC, 12ª edição, 2013. 3. K. Ogata. Engenharia de Controle Moderno. Pearson Education do Brasil, 5ª Edição, 2010. 4. F. Golnaraghi e B. C. Kuo. Sistemas de Controle Automático. LTC, 9ª edição, 2012. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. Craig A. Kluever. Sistemas dinâmicos: Modelagem, simulação e controle. LTC, 2017. 2. J. J. DiStefano, R. Stubberud e I. J. Williams. Sistemas de Retroação e Controle. São Paulo: McGraw-Hill, 1977. 3. C. Garcia. Modelagem e Simulação de Processos Industriais e de Sistemas Eletromecânicos. Editora: Edusp, 2ª Edição, 2005. 4. Z. Gajic. Linear Dynamic Systems and Signals, Prentice‐Hall, 2003. 5. Apostila da disciplina. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENGENHARIA ELÉTRICA ENGENHARIA ELÉTRICA _____________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Total Período Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática EL423 Mercado de Energia Elétrica 60 0 4 60 Pré- EL390 – Circuitos Elétricos 1 Requisitos Co-Requisitos requisitos EC335 – Engenharia Econômica C.H. EMENTA Introdução aos mercados de energia. Conceitos de engenharia econômica aplicada, microeconomia e macroeconomia e suas relações com o mercado de eletricidade. Mecanismos de formação e desenhos de mercado em sistemas termoelétricos e hidrotérmicos. Mecanismos de comercialização de energia. Princípios de regulação do setor elétrico. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Introdução aos mercados de energia: Considerações gerais, estrutura do setor elétrico. 2. Microeconomia aplicada ao setor elétrico; 3. Engenharia econômica aplicada ao setor elétrico; 4. Formação de Preço em sistemas termoelétricos; 5. Formação de preço em sistemas hidrotérmicos; 6. Comercialização de energia no ambiente regulado; 7. Comercialização de energia no ambiente livre; 8. Planejamento da expansão e leilões; 9. Introdução à Regulação do setor elétrico. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1) José Wanderley Marangon Lima, Economia do Setor Eletro-Energético, Itajubá-MG, UNIFEI, 2011. 2) Eduardo Nery (organizador), Mercados e Regulação de Energia Elétrica, Interciência, Rio de Janeiro, 2012. 3) Roberto Mayo, Mercados de Eletricidade, Synergia Editora, 2012. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1) Sally Hunt and Graham Shuttleworth, "Competition and choice in electricity", Chichester, U.K.; New York John Wiley Sons, 1996. 2) Marcos Antonio Sandoval de Vasconcellos, Economia Micro e Macro, editora atlas, 2011. 3) Câmara de Comercialização de Energia, Capacita CCEE - Portal de Aprendizado, 2020. 4) Câmara de Comercialização de Energia, Regras e Procedimentos de Comercialização, Versão vigente, 2022. 5) Benedito Donizeti Bonatto e Lucas Gustavo Aranjo, “Impacto das Perdas Comerciais sobre o Mercado de Energia”, Amazon Books. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Engenharia Elétrica Engenharia Elétrica __________________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática EL475 Microcontroladores 30 30 3 60 Pré- Co- Requisitos requisitos EL476-Sistemas Digitais Requisitos C.H. EMENTA Revisão de Eletrônica Digital; Definições de Termos e Histórico dos Microcontroladores; Microcontroladores de 8 Bits; Linguagem de Programação de Baixo Nível (Assembly); Uso e Tratamento de Interrupções em Microcontroladores; CPP, Timers e Considerações sobre o Hardware; Rotinas matemáticas; Comunicação Paralela e Serial; Display de LCD, Teclados e Outros Periféricos; Conversores A/D; Conversores D/A; Circuitos de Condicionamento de sinais; Linguagem de Programação de Alto Nível; Noções Sobre a Implementação de Protocolos de Comunicação. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO • Revisão de Eletrônica Digital: Revisão sobre os dispositivos e conceitos apresentados na cadeira de eletrônica digital com foco em sistemas de numeração, nos dispositivos sequenciais e elementos de armazenamento; • Definições de Termos e Histórico dos Microcontroladores: Apresentação de termos e definições utilizadas para microcontroladores e uma breve revisão histórica; • Famílias de Microcontroladores: diferenças entre microprocessadores e microcontroladores, arquitetura dos microcontroladores; Microcontroladores de 8 Bits: Arquitetura, periféricos e programação; • Linguagem de Programação de Baixo Nível (Assembly): Instruções de Programação, endereçamentos, operações lógicas e aritméticas, transferência de dados, instruções de desvio; • Uso e Tratamento de Interrupções em Microcontroladores: Propriedades e programação; • CPP, Timers e Considerações sobre o Hardware e rotinas matemáticas: Analise e configuração dos periféricos capturadores, comparadores e moduladores PWM, temporizadores; Análise dos aspectos relevantes de projeto do hardware; Elaboração de rotinas matemáticas básicas em linguagem Assembly; • Comunicação Paralela e Serial: Características, aplicações e conceitos de comunicação serial e paralela; • Display de LCD, Teclados e Outros Periféricos: Análise dos periféricos mais utilizados nas aplicações em geral; • Conversores A/D e Conversores D/A: Conceitos, tipos e aplicações dos conversores A/D e D/A; • Circuitos de Condicionamento de sinais: Conceitos básicos de condicionamento de sinais para aplicação em microcontroladores; • Noções Sobre a Implementação de Protocolos de Comunicação: Conceitos básicos sobre protocolos de comunicação, características e aplicações. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1) Pereira, F, “Microcontroladores PIC – Técnicas Avançadas”, Editora Erica, 1998. 2) Tocci, R. J. e Wildmer, N.S., “Sistemas Digitais-Princípios e Aplicações”, Ed. 11, Pearson Prentice Hall, 2011. 3) 3. Capuano, F. G., e Idoeta, I. V., “Elementos de eletrônica digital”, Editora Érica, 2018. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1) Jesus, P. H., “Fundamentos e Aplicações de Microcontroladores PIC Utilizando MPLAB X IDE. XC8 Compiler”, Clube de Autores, 2015. 2) Zanco, W. S., “Microcontroladores PIC: Técnicas de software e hardware para projetos de circuitos eletrônicos”, Editora Érica, 2009. 3) Sousa, D. R. e Souza, D. J., “Desbravando o PIC 18”, Editora Érica, 2012. 4) Vallejo, H., “Programación básica de microcontroladores PIC: Club Saber Electrónica”, Ariel Publisher, 2020. 5) 5. Zanco, W. S., “Microcontroladores PIC 16F628A/648A. Uma Abordagem Prática e Objetiva”, Érica, 2007. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Engenharia Elétrica Engenharia Elétrica _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Total Período Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática EL424 EL424 - Planejamento de 60 0 4 60 Sistemas Elétricos Pré- EL418 - Equipamentos Requisitos requisitos Co-Requisitos Elétricos C.H. EMENTA Introdução ao problema de planejamento; o planejamento da carga, estratégico e Ma- croeconômico; o planejamento da geração, estratégico e energético; o planejamento da rede elétrica de média, alta e extra alta tensão; critérios de desempenho e qualidade para a rede em operação e futura. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Histórico do Planejamento; O Sistema Elétrico Brasileiro; Planejamento da Rede Elétrica; Planejamento da Carga; Planejamento da Carga; Planejamento da Geração; Rede Elétrica em Operação e Futura; Fluxo de Carga; Modelo de Carga e Geração em Regime Permanente; Modelo dos Elementos da Rede; Aplicações do Fluxo de Carga em Planejamento de Redes; Planejamento da Expansão da Distribuição; Planejamento da Expansão da Transmissão; Critérios e Procedimentos do ONS; Os Procedimentos de Rede; Procedimentos para Estudos Elétricos na Operação; Diretrizes para Estudos Elétricos em Horizonte Mensal; Diretrizes para Estudos Elétricos em Horizonte Quadrimestral; Plano de Ampliação e Reforços na Rede Básica; Análise de Superação de Equipamentos da Rede Básica; Critérios de Planejamento para Estudos de Curto-Circuito; Critérios e Procedimentos da EPE; Plano Decenal de Energia; Estudos para Expansão da Transmissão; Relatório R1: Viabilidade Técnico-Econômica e Socioambiental; Relatório R2: Detalhamento Técnico da Alternativa de Referência. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1) W. D. Stevenson Jr., “Elementos de Análise de Sistemas de Potência”, McGraw Hill, 2ª Edição. 2) Westinghouse Electric Corporation, “Transmission and Distribution Ref- erence Book”. 3) H. E. Brown, “Soluções de Grandes Redes por Métodos Matriciais”. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1) ONS, “Procedimentos de Rede: Módulo 3”. 2) EPE, “Diretrizes para Elaboração de Estudos de Projetos Básicos para Empreendimentos de Transmissão”. 3) B. M. Weedy e B. J. Cory, “Electric Power Systems”. 4) C. A. Gross, “Power System Analysis”. 5) M. E. El-Hawary, “Electrical Power Systems: Design and Analysis”. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Engenharia Elétrica Engenharia Elétrica __________________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática EL484 Projeto e Instalação de Sistemas 60 0 4 60 Fotovoltaicos Conectados à Rede Pré- Co- Requisitos EL__- Circuitos Elétricos 2 requisitos Requisitos C.H. EMENTA Geração distribuída no Brasil, Sistemas Fotovoltaicos Conectados à Rede, Dimensionamento de Sistema de Microgeração Solar Utilizando PVsyst, Solicitação de Acesso à Rede de Distribuição da CELPE, Projeto e Instalação de Sistema de Microgeração Solar Conectado à Rede. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO • Histórico da regulamentação da geração distribuída no Brasil: Resoluções Normativas 482 e 687 da ANEEL e incentivos fiscais; • Componentes constituintes Sistemas fotovoltaicos conectados à rede: tipos e critérios de qualidade de módulos fotovoltaicos, inversores e estrutura de fixação; • Arquiteturas de sistemas fotovoltaicos conectados à rede; • Avaliação do recurso solar: Posicionamento do gerador fotovoltaico; • Etapas e prazos do procedimento de solicitação de acesso que devem ser seguidos pelo consumidor e distribuidora; • Definições de potência instalada e potência disponibilizada, unidade consumidoras pertencentes ao grupo B e A; • Possíveis entraves antes de solicitar acesso: aumento de carga (quando há ou não participação financeira do interessada), correção do padrão de entrada; • Sistema de medição: leitura do medidor de energia elétrica bidirecional (funções 03, 55 e 103); • Sistema de compensação de energia elétrica: exemplos de faturamento; • Caso prático: calcular a energia necessária, a partir da conta de energia elétrica do interessado, que deve ser gerada pelo sistema de microgeração para suprir o consumo de energia de unidade consumidora real; escolha dos módulos fotovoltaicos, inversores e estrutura de fixação; modelagem do local da instalação utilizando o software Sketchup; projeto de sistema de microgeração distribuída utilizando o software PVsyst; dimensionamento dos cabos e dispositivos de proteção da parte CC e CA; solicitação de acesso de sistema de microgeração ao sistema de distribuição da CELPE (Preenchimento de formulários e anotação de responsabilidade técnica - ART); • Descrição da instalação de sistemas fotovoltaicos conectados à rede: Pré-requisitos de segurança (NR-10 e NR-35); fixação da estrutura de suporte dos módulos; crimpagem de cabos solar com conector MC4; montagem da stringbox, montagem do quadro de proteção CA; pontos de conexão do sistema fotovoltaico à rede; placa de advertência. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1) João Tavares Pinho e Marco Antônio Galdino, “Manual de Engenharia para Sistemas Fotovoltaicos”, CRESESB/CEPEL, 2014. 2) ANEEL, “Micro e Minigeração Distribuída”, Cadernos Temáticos ANEEL, 2ª Edição, 2016. 3) Marcelo Gradella Villalva, “Energia Solar Fotovoltaica: Conceitos e Aplicações”, Editora Érica, 2ª Edição, 2012. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1) Tom Markvart and Luis Castañer, “Practical Handbook of Photovoltaics: Fundamentals and Applications”, Elsevier. 2) Roger A. Messenger and Jerry Ventre, “Photovoltaic Systems Engineering”, Second Edition, CRC, 2004. 3) ANEEL, “Resolução Normativa Nº 482”, 17 de abril de 2012; 4) ANEEL, “Resolução Normativa Nº 687”, 24 de novembro de 2015; 5) ANEEL – “Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica – PRODIST: Módulo 3 – Acesso ao Sistema de Distribuição”, Revisão 7, 2017. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Engenharia Elétrica Engenharia Elétrica _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) x Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO x ELETIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Total Período Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática EL428 Qualidade da Energia Elétrica 60 0 4 60 EL___- Circuitos Elétricos 2 Requisitos Pré-requisitos Co-Requisitos C.H. EMENTA • Introdução, definições e terminologia usadas. • Classificação dos distúrbios em sistemas elétricos. • Fenômenos que causam a perda da Qualidade da Energia Elétrica: Variações e flutuações de tensão, variações da frequência do sistema, transitórios eletromagnéticos, distorção da forma de onda da tensão. Normas e Recomendações de qualidade da energia. • Monitoramento da qualidade da energia elétrica. • Medidas para mitigar problemas de qualidade da energia. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Introdução à qualidade da energia elétrica. Termos e definições. Justificativa para o crescente interesse em qualidade da energia elétrica; 2. Normas nacionais e internacionais sobre qualidade da energia; 3. Variações de tensão de curta duração: Classificação, causas e efeitos. Estimação de desempenho do sistema quanto a afundamentos de tensão, Curvas de incidência e área de vulnerabilidade. Principais métodos de mitigação; 4. Variações de tensão de longa duração. Flicker: causas, métodos para quantificar e formas de mitigar; 5. Ruídos, Notching, Transitórios oscilatórios e impulsivos, Desequilíbrio de tensão, Fator de potência; 6. Aterramento: Problemas causados por aterramentos deficientes. 7. Monitoramento da qualidade da energia elétrica: equipamentos empregados, grandezas e pontos a monitorar. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. C Dugan e outros, Electrical Power Systems Quality, McGraw-Hill, 3rd Edition, 2003. 2. 1. M. Bollen, Understanding Power Quality Problems Voltage Sags and Interruptions, J. Wiley and Sons, 1st Edition 2000. 2. J. Schlabbach e outros, Voltage Quality in Electrical Power Systems, IEE Power and Energy Series, 2001. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. J. Arrillaga e outros, Power Systems Harmonics, John Wiley and Sons, 2nd revised edition, 2003. 2. J. Arrillaga e outros, Power System Quality Assessments, John Wiley and Sons, 2000. 3. C Sankaran, Power Quality, CRC PRESS, 2001. 4. Norma IEEE 1159, Guide for Power Quality Monitoring, 1995. 5. Norma IEC 61000-4-30, Testing and Measurement Techniques - Power Quality Measurement Methods. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO ENGENHARIA ELÉTRICA ENGENHARIA ELÉTRICA ______________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Total Período Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática EL461 Redes Elétricas Inteligentes 60 0 4 60 0 Pré- EL394-Distribuição de Co-Requisitos Requisitos C.H. requisitos Energia Elétrica 1 EMENTA Introdução às redes inteligentes; Microrredes; Sistemas de armazenamento de energia; Sistemas de monitoramento e supervisão; Estimação de estado em redes elétricas; Tecnologias emergentes em redes elétricas. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Introdução às redes inteligentes a. Conceitos gerais em redes elétricas b. Visão geral da automação de sistemas elétricos c. Conceitos gerais em Redes inteligentes d. Qualidade da energia e. Confiabilidade de redes inteligentes 2. Microrredes a. Definições gerais e classificações b. Padrões de conexão c. Procedimentos de operação d. Normas e requisitos 3. Sistemas de armazenamento de energia a. Introdução aos sistemas de armazenamento b. Tecnologias de células para baterias eletroquímicas c. Aplicações em redes elétricas d. Selfhealing (autorestabelecimento) 4. Sistemas de monitoramento e supervisão em redes elétricas a. Sistemas supervisórios em redes elétricas de distribuição, SCADA b. Tecnologias de monitoramento c. Protocolos e procedimentos de comunicação modernos 5. Estimação de Estado em redes elétricas a. Visão geral do problema de estimação de estados b. Teoria e métodos de estimação de grandezas elétricas c. Caso prático e exercício de estimação de estados 6. Tecnologias emergentes em redes elétricas a. Medição inteligente, protocolos de comunicação b. Mobilidade elétrica, smart meter, cidades inteligentes c. Prosumer e concessionárias (participação por incentivo e resposta ao preço) d. Serviços ancilares e. Aspectos de eficiência energética, projetos de smart home e IoT f. Modelos de resposta a demanda com integração de diferentes demandas g. Veículos elétricos e sistemas de carregamento BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1) Lars Torsten Berger,Krzysztof Iniewski, “Redes elétricas inteligentes - aplicações, comunicação e segurança”, 1° Ed., LTC, 2015. 2) Fábio Toledo, “Desvendando as redes elétricas inteligentes (Smartgrid handbook)”, Brasport, 2012. 3) Bernd M. Buchholz, “Smart Grids - Fundamentals and Technologies in Electricity”, Springer Nature B.V., 2016. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1) Nase Tabatabaei, Ersan Kabalci, Nicu Bizon, “Microgrid Architectures - Control and Protection Methods”, Springer Nature B.V., 2019. 2) J. A. Cipoli, “Engenharia de Distribuição”, Qualimark Editora, 1993. 3) R. D. Fuchs, “Trasmissão de Energia Elétrica”, Editora LTC, 1977. 4) Normas Neonergia: Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária - Edificações Individuais. Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária - Edificações Coletivas, Neonergia. Versão vigente, 2022. 5) Normas ABNT NBR 5410 Instalações elétricas de baixa tensão procedimentos. ABNT, 1990. 164 p. Norma NBR 5419 Proteção contra descargas atmosféricas - Parte 1,2, 3 e 4, ABNT, 2015. Norma NBR 14039 , ABNT, 2015 Norma NBR 5422 Projeto de Linhas Aéreas de Transmissão de Energia Elétrica - Procedimento. ABNT NBR-5422, 1986. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Engenharia Elétrica Engenharia Elétrica __________________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática IN816 Relações Raciais 60 00 04 60 - Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H. EMENTA Analisar as condições sócio-históricas bem como as formações discursivas que têm posicionado a população negra em condições de subalternidade em relação à branca no contexto internacional e brasileiro. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Negritude, racismo e as condições das populações negras na diáspora 2. Relações raciais no contexto brasileiro a. Democracia racial b. Projeto UNESCO e a condição da população negra 3. Raça e classe na década de 1970 no Brasil 4. Movimentos de afirmação de identidade negra, processos políticos e novas subjetividades 5. Políticas de reconhecimento, ações reparatórias e compensatórias BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. BASTIDE, Roger e FERNENDES, Florestan (1955). Relações raciais entre negros e brancos em São Paulo: ensaio sociológico sobre as origens, as manifestações e os efeitos do preconceito de cor no município de São Paulo. São Paulo: Anhembi. 2. CARVALHO, José Jorge de (2006). Inclusão Étnica e racial no Brasil: a questão das cotas no ensino superior. São Paulo: Attar Editorial. 3. CASHMORE, Ellis (2000). Dicionário de relações étnicas e raciais. São Paulo: Selo Negro. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. FANON, Frantz (2008). Pele negra, máscaras brancas. Salvador: UDUFBA. 2. FREYRE, Gilberto (2006). Casa grande & senzala: formação da família brasileira sob o regime da economia patriarcal. São Paulo: Global. 3. GOMES, Nilma Lino (2006). Sem perder a raiz: corpo e cabelo como símbolos da identidade negra. Belo Horizonte: Autêntica. 4. GUIMARÃES, Antonio Sergio Alfredo (2005). Racismo e Anti-Racismo no Brasil. Editora 34: São Paulo. 5. HASENBALG, Carlos (2005). Discriminação e desigualdades raciais no Brasil. Belo Horizonte: Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro. 6. MOEHLECKE, Sabrina. Ação afirmativa no ensino superior: entre a excelência e a justiça racial. Educ. Soc. [online]. 2004, vol.25, n.88, pp. 757-776. ISSN 0101-7330. 7. MOUTINHO, Laura (2004). Razão, cor e desejo. São Paulo: Unesp. 8. MUNANGA, Kabengele (2004). Rediscutindo a mestiçagem no Brasil: identidade nacional versus identidade negra. Belo Horizonte: Autêntica. 9. SANTOS, Gislene Aparecida dos (2005). A invenção do ser negro: um percurso das idéias que naturalizaram a inferioridade dos negros. São Paulo: Educ/Fapesp; Rio de Janeiro: Pallas. 10. SANTOS, Givanilda; SILVA, Maria Palmira. Racismo no Brasil: percepções da discriminação e do preconceito racial no século XXI. São Paulo: Editora Fundação Perseu Abramo. 11. SCWARCZ, Lilia Moritz (1993). O Espetáculo das raças: cientistas, instituições e questão racial no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras. 12. VALENTE, Ana Lúcia. Ação afirmativa, relações raciais e educação básica. Rev. Bras. Educ. [online]. 2005, n.28, pp. 62-76. ISSN 1413-2478. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO SOCIOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Global Período Teórica Prática EL453 Sistemas Nebulosos 30 0 02 30 - Pré- EL468-Inteligência artificial Co-Requisitos Requisitos C.H. requisitos EMENTA 1. Lógica Fuzzy, 2. Sistemas Neuro- Fuzzy 3. Aplicações em inteligência artificial CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1- Lógica Fuzzy 1.Teoria de Conjuntos Fuzzy e Operações Fuzzy Básica 2.Representação Fuzzy de conhecimento 3.Modelos de Inferência Fuzzy 2- Sistemas Neuro-Fuzzy 1.Redes RBF em Sistemas Neuro-Fuzzy 2.Sistema Neuro-Fuzzy ANFIS 3- Apresentação de Sistemas desenvolvidos em inteligência artificial BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1) OLIVEIRA JÚNIOR, Hime Aguiar e. Lógica difusa: aspectos práticos e aplicações. Rio de Janeiro: Interciência, 1999. 192 p. ISBN 8571930244 (broch.). Número de chamada: 511.3 O48l (MEI) (CTG); 2) KOSKO, Bart.. Fuzzy engineering. New Jersey: Prentice-Hall, c1997.. 540 p. ISBN 0-13- 124991-6 : (enc.)Número de chamada: 006.3 K86f; 3) WEBER, Leo; KLEIN, Pedro Antonio Trierweiler. Aplicaçao da lógica Fuzzy em software e hardware. Canoas, RS: Ed. da ULBRA, 2003. 110 p. ISBN 8575280813 (broch.). BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1) Controle e modelagem Fuzzy - 2.ed., rev. e ampl. / 2007 - ( Livros ) SIMÕES, Marcelo Godoy; SHAW, Ian S. Controle e modelagem Fuzzy. 2.ed., rev. e ampl. São Paulo: Blucher: FAPESP, 2007. xiv, 186 p. ISBN 9788521204169 (broch.).Número de chamada: 006.3 S593c 2.ed. (CTG) 2) CAMPOS, Mario Massa de. Sistemas inteligentes em controle e automação de processos. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2004. xii, 235 p. ISBN 8573933089 (broch.).Número de chamada: 629.8 C198s (CTG) 3) SMITHSON, Michael; VERKUILEN, Jay. Fuzzy set theory: applications in the Social Sciences. Thousand Oaks: Sage Publications, c2006. xi, 97 p. (Quantitative applications in the social sciences; ;147) ISBN 076192986 X (enc). 4) KARTALOPOULOS, Stamatios V.. Understanding neural networks and fuzzy logic basic concepto and applications . New York: IEEEE, c1996.. 205p. ((IEEE Press understanding science & tecnology)) ISBN 0-7803-1128-0 (enc.)Número de chamada: 006.3 K18u (CTG) (MEI) 5) Ross, T. J., "Fuzzy Logic with Engineering Applications", 2.ed., John Wiley & Sons, 2004. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Engenharia Elétrica Engenharia Elétrica _________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) Formato Híbrido OBRIGATÓRO X ELETIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária Código Nome Nº. de Créditos C. H. Total Período Teórica Prática EL425 Subestações 60 4 4 60 Pré- EL418 - Equipamentos Elétricos Co- Requisitos requisitos EL__ - Aterramentos Elétricos requisitos C.H. EMENTA Composição de um Sistema Elétricos de Potência; Subestações (SEs): Conceitos e Definições; Interpretação dos Diagramas Unifilares de SEs; Arranjos de Subestações e Procedimentos de Operação; Estudos de Sobretensões; Coordenação de Isolamento e Distâncias Mínimas; Introdução a Manutenção; Manutenção de Equipamentos de Subestações; Principais Proteções de uma SE; Malha de Aterramento de Subestações; noções de SPDAs; Serviços Auxiliares e Automação de SEs. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO • Estudos básicos sobre sistemas elétricos de potência: Finalidade, planejamento, detalhamento e implantação do sistema, especificação dos equipamentos. • Subestações (SEs): finalidade, funções, classificações; planejamento e aspectos que caracterizam uma subestação. Interpretação dos Diagramas Unifilares de Subestações. • Arranjos elétricos de subestações: elementos construtivos (bays, barras, EL, CT, etc); diagramas elétricos, principais tipos e características de arranjos elétricos ou esquemas de manobras; análise de cortes projetos de arranjos físicos mais usuais em SEs; vantagens e desvantagens de cada tipo. • Estudo de sobretensões: sobretensões atmosféricas, de manobra e temporárias; dispositivos e métodos de controle. • Coordenação de isolamento e distâncias mínimas: métodos convencionais e estatísticos; coordenação de isolamento e especificação de certos parâmetros; pára-raios; definição das distâncias elétricas mínimas e de segurança. • Procedimentos de operação e manutenção de equipamentos: manutenções, técnicas preditivas e os sistemas de monitoramento e diagnóstico de estado de transformadores e disjuntores; aspectos construtivos dos equipamentos. • Principais proteções de uma SE: conceitos básicos e características de transformadores de corrente e potencial; conceitos básicos de proteções primárias e de retaguarda; finalidade das proteções de um sistema elétrico; proteções intrínsecas dos equipamentos e “externas” associadas aos bays, barras e linhas de transmissão. • Malha de aterramento e SPDAs: conceitos básicos, resistência de terra, resistividade, estratificações equivalentes do solo; determinação dos valores máximos permissíveis para o potencial de passo, de toque e da corrente de choque. • Serviços Auxiliares e Automação de Subestações. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1) Mamede Filho, J.. “Subestações de Alta Tensão”, 1. ed., Rio de Janeiro: LTC, 2021. 2) Barros, B. F., Gedra, R. L.. “Cabine Primária: Subestações de Alta Tensão de Consumidor”, 4 ed. São Paulo: Érica, 2015. 3) Frontin, S. O. (organizador),. “Equipamentos de alta tensão – prospecção e hierarquização de inovações tecnológicas”, (P&D ANEEL) Brasília: Teixeira, 2013. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1) Krieg, T., Finn, J. (Editors),. “Substations”- CIGRE Green Books, Springer Reference: 2019 2) R. L. Giles, “E.H.V. Layout of any substations”, 1970. 3) A. D’Ajuz, e outros, “Equipamentos Elétricos – Especificação e Aplicação em Subestações de Alta Tensão”, FURNAS Centrais Elétricas S.A. 4) J. M. Filho, “Manual de Equipamentos Elétricos”, Volumes 1 e 2, Editora LTC. 5) M. Milasch, “Manutenção de Transformadores em Liquido Isolante”, Eletrobrás / EFEI, Editora Edgard Blucher. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Engenharia Elétrica Engenharia Elétrica ______________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASINATURA DO COORDENADOR DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO OPTATIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Total Período Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática EL485 Tecnologia em Energias 60 0 4 60 Renováveis Pré- EL419 - Produção de Requisitos Co-Requisitos requisitos Energia Elétrica C.H. EMENTA A disciplina tem como objetivo geral formar profissionais capazes de compreender o processo de produção, transmissão e distribuição de energia elétrica através das fontes de energia renováveis: Eólica, Solar, Hidráulica e Térmicas. O profissional ao final da disciplina terá capacidade de realizar especificações básicas, pré-projeto também terá a capacidade de acompanhar os principais pontos de implantação dos projetos e determinar questões de operação e manutenção. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO • Introdução a conceitos da Administração e suas perspectivas, Empreendedorismo, Gestão de Projetos - Conceitos básicos do empreendedorismo e da elaboração de um Plano de Negócio para a empresa, entender como concretizar seu empreendimento a fim de que possa elaborar projetos de empresas; • Aquecimento Global, Efeitos do uso da Energia no Meio Ambiente; • Conceitos de Energias; Formas de Energia; Conservação de Energia; • Energias Não - renováveis - Princípios básicos da conversão de calor e radiação em eletricidade; • Energias Renováveis – Conversão fotovoltaica: princípio de funcionamento da célula solar; Tipos de células solares; O gerador fotovoltaico; Perspectivas de geração da energia fotovoltaica; Tecnologias associadas à geração fotovoltaica; principais componentes de um sistema de geração fotovoltaica; Sis- temas de instalação; Projeto de sistemas de geração fotovoltaica; Manutenção e operação de um sistema fotovoltaico. Princípios da Radiação Solar; Componentes de um Sistema Solar. • Energias Renováveis – Energia Eólica: Histórico do uso da energia eólica; Características e descrição da tecnologia de turbinas eólicas/ aerogeradores; Sistemas eólicos e seus componentes; Estudo do vento; Regulação de potência • Energia Renovável – Hidrogênio e térmicas: biomassa, gás e técnicas de conversão de energia das bio- massas ou hidrogênio em eletricidade, principais componentes e suas instalações; • Legislação: Impactos Ambientais; Licenciamento Ambiental; Compensação Ambiental; Sistemas de Gestão Ambiental; Auditoria Ambiental; Aspectos Legais Específicos na área de Energias Renováveis; • Elementos de acompanhamento de projetos (Gestão do projeto renovável) – indicação dos principais de implantação: projetos, licenças, pareceres, implantação, operação e descomissionamento • Definições básicas de retorno de investimento em projetos renováveis (analise de pay back VPL, etc). BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1) MILTON PINTO ed., Energia eólica: Princípios e operação, Editora Erica 2019 2) REIS, L B. dos; SILVEIRA, S. (Orgs.). Energia Elétrica Para o Desenvolvimento Sustentável. 1.ed. São Paulo: EDUSP, 2001. 3) VILLALVA, M. G.; GAZOLI, J. R. Energia Solar Fotovoltaica: Conceitos e Aplicações – Sistemas Isolados e Conectados à Rede. 1a Ed. Editora Érica, 2012. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1) ALBUQUERQUE, J. de L. Gestão ambiental e responsabilidade social. São Paulo: Atlas, 2010. ALDABÓ, R. Energia Eólica.8.ed. São Paulo: Editora Artliber, 2002. 2) CARVALHO, D. W. de. Dano ambiental futuro: a responsabilidade civil pelo risco ambiental. São Paulo: Forense, 2008. 3) CHIAVENATO, Idalberto. Empreendedorismo: dando asas ao espírito empreendedor. Empreendedorismo e viabilização de novas empresas. Um guia compreensivo para iniciar e tocar seu próprio negócio. São Paulo : Saraiva, 2004. 278 p. 4) HINRICHS, R. A.; KLEINBACH, M.; REIS, L. B. Energia e Meio Ambiente. Tradução da 4.Ed. Americana.São Paulo: Cengage Learning, 2011. 5) LORA, Electo Eduardo Silva; HADDAD, Jamil (coord.). Geração distribuída: aspectos tecnológicos, ambientais e institucionais DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Engenharia Elétrica Engenharia Elétrica __________________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Total Período Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática EL413 Tópicos Especiais em Sistemas Elétricos de 30 0 2 30 Potência Pré- EL392-Conversão Co-Requisitos Requisitos C.H. requisitos Eletromecânica da Energia EMENTA Análise de Redes em Falta, Fluxo de Potência, Estudos Dinâmicos e de Transitórios Eletromagnéticos, Coordenação de Isolamento e Qualidade de Energia. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO • Análise de Sistemas de Potência Trifásicos; • Componentes Simétricas; • Modelagem de Equipamentos Elétricos; • Curto-Circuito; • Fluxo de Potência e Métodos Numéricos de Solução; • Estabilidade Estática de Tensão; • Fluxo de Potência Continuado; • Região de Segurança; • Qualidade de Energia; • Estabilidade Eletromecânica, • Transitórios Eletromagnéticos; • Coordenação de Isolamento. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. Greenwood, A. Electrical Transients in Power Systems, 2nd Edition, John Wiley & Sons, 1991; 2. A. J. Monticelli, Fluxo de Carga em Redes de Energia Elétrica, Edgard Blucher LTDA, 1983. 3. G. Kindermann, Curto-Circuio, Sagra Luzzatto, 1997. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1) Ary D’Ajuz e outros, Transitórios Eletromagnéticos e Coordenação de Isolamento, 1987. 2) Araújo, Antônio e Washington Neves, Cálculo de Transitórios Eletromagnéticos; 3) ONS, Submódulo 2.3: Premissas, Critérios e Metodologia para Estudos Elétricos. 4) P. Kundur, Power System Stability and Control, McGraw-Hill, Inc., 1994. 5) J. A. Martinez-Velasco, Power Systems Transients – Parameter Determination, CRC Press, 2010. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Engenharia Elétrica Engenharia Elétrica __________________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Total Período Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Tópicos Especiais em EL414 Sistemas Elétricos 30 0 2 30 Industriais Pré- EL392 – Conversão Co- Requisitos C.H. requisitos Eletromecância da Energia Requisitos EMENTA Eletrônica de Potência, Instalações Elétricas, Projeto de Instalações de Baixa Tensão, Controle e Automação, Proteção e Comunicação. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO • Análise de Sistemas Industriais Trifásicos; • Eletrônica de Potência; • Circuitos Retificadores e Conversores; • Instalações Elétricas; • Cálculo de Curto-Circuito; • Dimensionamento de Cabos Elétricos e Disjuntores; • Cálculo de Perdas Elétricas; • Projeto de Instalações de Baixa Tensão; • Diagramas Unifilares; • Controle e Automação Industrial; • Proteção e Comunicação; • Linguagens de Programação Aplicadas à Automação Industrial. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. G. Kindermann, Curto-Circuito, Sagra Luzzatto, 1997. 2. A. E. Fitzgerald et al., Máquinas Elétricas, Mc. Graw-Hill. 3. J. Mamede Filho, Instalações Elétricas Industriais, 6a Edição, LTC, 2001. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. H. Creder, Instalações Elétricas, 14a Edição, LTC, 2002. 2. R. C Dugan e outros, Electrical Power Systems Quality, McGraw-Hill, 2nd Edition, 2003. 3. Mohan/Undeland/Robbins, Power Electronics – Converters, Applications and Design, John Wiley & Sons, 1995. 4. J. Mamede Filho, Proteção de Sistemas Elétricos de Potência, LTC, 2020. 5. J. Arrillaga, Power System Harmonics, Wiley, 2003. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Engenharia Elétrica Engenharia Elétrica __________________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Total Período Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática Tópicos Especiais em EL Fontes Renováveis e 30 0 2 30 Energia Distribuída Pré- EL392-Conversão Co- Requisitos C.H. requisitos Eletromecânica da Energia Requisitos EMENTA Fontes Renováveis e Energia Distribuída, Geração Eólica, Geração Solar Fotovoltaica, Pequenas Usinas Hidroelétricas, Usinas de Biomassa, Redes Elétricas Inteligentes. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO • Tópicos Especiais em Fontes Renováveis e Energia Distribuída, • Geração Eólica, • Geração Solar Fotovoltaica, • Geração Solar Heliotérmica, • Pequenas Usinas Hidroelétricas, • Usinas de Biomassa, • Procedimento de Acesso às Redes de Transmissão e Distribuição, • Procedimentos de Rede, • Qualidade de Energia, • Resposta da Demanda, • Sistemas de Armazenamento, • Redes Elétricas Inteligentes. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. P.A.C. Rosas e A. I. Estanqueiro, Guia de Projeto Elétrico de Centrais Eólicas. Vol: 1 Projeto Elétrico e Impacto de Centrais Eólicas na Rede Elétrica, CBEE, 2003. 2. S. Heier, Grid Integration of Wind Energy Conversion System, J. Wiley and Sons, 1998. 3. P. Rosas, Dynamic Influences of Wind Power on the Power System, Ph.D. Thesis, DTU, Lyngby, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. S. Jothibasu, A. Dubey and S. Santoso, Integration Photovoltaic Generation: Cost of Integrating Distributed Photovoltaic Generation to the Utility Distribution Circuits, The University of Texas at Austin, 2016. 2. P. Denholm, M. O’Connell, G. Brinkman, and J. Jorgenson, Overgeneration from solar energy in California: A field guide to the duck chart, National Renewable En- ergy Laboratory (NREL), Tech, 2015. 3. V. Silvera, D. A. Cantane, R. Reginatto, G. J. J. Ledesma, H. M. Schimdt, and O. H. Ando Junior, Energy storage technologies towards Brazilian electrical system, in International Conference on Renewable Energies and Power Quality (ICREPQ’18), 16, Ed. Renewable Energy and Power Quality Journal(RE&PQJ), 2018. 4. A. F. Neto, F. A. Lotufo, N. Moskalenko, I. Bianchi, and F. Wurtz, Obstacles to energy storage deployment in Brazil, in Third Electricity Consumption Analysis & Energy Efficiency (ELECON) Workshop, Nov. 2015. 5. F. A. Canales, A. Beluco, and C. A. B. Mendes, Usinas hidrelétricas reversíveis no Brasil e no mundo: aplicação e perspectivas, Revista Eletrônica em Gestão, Edu- cação e Tecnologia Ambiental, vol. 19, pp. 1230–1249, 2015. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO Engenharia Elétrica Engenharia Elétrica __________________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção) X Disciplina Estágio Atividade Complementar Módulo Trabalho de Graduação Ação Curricular de Extensão STATUS DO COMPONENTE (Marque um X na opção) OBRIGATÓRIO X ELETIVO DADOS DO COMPONENTE Carga Horária C. H. Total Período Código Nome Nº. de Créditos Teórica Prática EL__ Transmissão de Energia 60 0 4 60 Elétrica Pré-requisitos EL417 – Componentes Co-Requisitos Requisitos C.H. de Sistemas Elétricos EMENTA Introdução a Transmissão de Energia Elétrica (TEE) através das Linhas de Transmissão (LTs). Comparação da TEE em Corrente Alternada (CA) e em Corrente Contínua (CC). Equacionamento Técnico-Econômico da TEE. Transmissão de Energia Elétrica em Linhas Aéreas CA: Características Físicas; Proteção contra Descargas Atmosféricas; Teoria Simplificada; Cálculo dos Parâmetros; Teoria das Ondas Viajantes; Apresentação da Carta de Smith; Modelos Simplificado e Completo; Efeito Corona e Efeito Eletrostático. Aumento da capacidade de TEE pelas LTs (LPNE - Linha de Potência Natural Elevada) CONTEÚDO PROGRAMÁTICO • Introdução ao Transporte de Energia Elétrica através das Linhas de Transmissão (LTs): planejamento, projeto, construção, comissionamento, operação, monitoração, manutenção, recapacitação. • Comparação da Transmissão de Energia Elétrica em Corrente Alternada (CA) e em Corrente Contínua (CC): Vantagens e desvantagens e conveniência de utilização. Perspectivas futuras. • Equacionamento Técnico-Econômico da Transmissão de Energia: fatores que determinam o custo de transporte, custo das perdas de transmissão, custo da instalação e dados para estudos econômicos. • Efeito Corona na LTs: o mecanismo para o aparecimento do Efeito Corona; Fórmulas empíricas de PEEK (Tensão crítica, perdas causadas pelo efeito corona, fatores que influenciam no aumento do efeito corona). Efeito Eletrostático produzido pelas LTs (normas associadas). • Transmissão de Energia Elétrica em Linhas Aéreas CA: Características Físicas e Aspectos Mecânicos; Proteção de LTs contra Descargas Atmosféricas; Teoria Simplificada; Cálculo dos Parâmetros; Representação de LTs como Quadripolos. Teoria das Ondas Viajantes; Apresentação da Carta de Smith; Modelos Completo e Simplificado das LTs; Modelo de Linhas longas. Aumento da capacidade de transmissão de energia pelas LTs. • Técnicas para o aumento da capacidade de transmissão das LTs: Tecnologia LPNE - Linha de Potência Natural Elevada; compensação de potência reativa, utilização de cabos especiais (limite térmico). BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. Fuchs, Rubens Dario, “Transmissão de Energia Elétrica”, Livros Técnicos e Científicos S.A., 1979 2. Elgerd, O. I. Introdução ´a Teoria A. J. Ellison, “Conversão Eletromecânica de Energia”, Editora Polígono, 1972. 3. Cardoso, José Roberto, “Engenharia Eletromagnética” – Editora Campus. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. Notas de Aula do Prof. Zanoni Dueire Lins referente a disciplina de Transmissão de Energia Elétrica da UFPE. 2. Bezerra, J. M., Regis, O. e Amaral, W.. “Limites de Carregamento de Linhas de Transmissão. Definição e Expansão”, Curso de Extensão Universitária – UFPE, 1999. 3. Hedman, D. E. e Farret, F. A. “Teoria das Linhas de Transmissão- II”, UFSM, 1978. 4. EPRI - Electric Power Research Institute, “Transmission Line Reference Book, 345kV and Above”, Fred Weidener & Son Printers, Inc., 1975. 5. Notas de Aula do Prof. Carlos Kleber da Costa Arruda, “Cálculo Elétrico de Linhas de Transmissão”, CEFET-RJ, maio de 2014. DEPARTAMENTO A QUE PERTENCE O COMPONENTE HOMOLOGADO PELO COLEGIADO DE CURSO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA ENGENHARIA ELÉTRICA __________________________________________________ ________________________________________________ ASSINATURA DO CHEFE DO DEPARTAMENTO ASSINATURA DO COORDENADOR DO CURSO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E FOLHA DE ASSINATURAS CONTRATOS Emitido em 19/09/2023 PROJETO DE CURSO Nº 66/2023 - DEPEESP (11.65.62) (Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO) (Assinado digitalmente em 19/09/2023 14:19 ) ZANONI DUEIRE LINS COORDENADOR - TITULAR CGEE DEPEESP (11.65.37) Matrícula: ###341#0 Visualize o documento original em http://sipac.ufpe.br/documentos/ informando seu número: 66, ano: 2023, tipo: PROJETO DE CURSO, data de emissão: 19/09/2023 e o código de verificação: 85d167e46f MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELETRICA (SISTEMA POTENCIA) - CTG DESPACHO Nº 94992/2023 - DEPEESP (11.65.62) Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO Recife-PE, 19 de setembro de 2023. À Coordenação Didático-Pedagógica dos Cursos de Graduação – CDPCG/PROGRAD (11.13.29), Segue em anexo a nova versão do PPC para Vossas Senhorias, visando apreciação e novos encaminhamentos. Atenciosamente, (Assinado digitalmente em 19/09/2023 14:19) ZANONI DUEIRE LINS COORDENADOR - TITULAR CGEE DEPEESP (11.65.37) Matrícula: ###341#0 Processo Associado: 23076.061204/2023-42 Para verificar a autenticidade deste documento entre em http://sipac.ufpe.br/public/documentos/index.jsp informando seu número: 94992, ano: 2023, tipo: DESPACHO, data de emissão: 19/09/2023 e o código de verificação: 87a8d069c3 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO COORDENACAO DIDATICO-PEDAGOCICA DOS CURSOS DE GRADUACAO - PROGRAD PARECER Nº 2557/2023 - CDPCG PROGRAD (11.13.29) Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO Recife-PE, 19 de setembro de 2023. À Pró-Reitoria de Graduação – PROGRAD, Este processo trata da solicitação de reforma curricular integral do Projeto Pedagógico do Curso – PPC de Graduação em Engenharia Elétrica, do Departamento de Engenharia Elétrica, do Centro de Tecnologia e Geociências – CTG, em conformidade com a Resolução Nº 3/2014, do Conselho Coordenador de Ensino, Pesquisa e Extensão da Universidade Federal de Pernambuco – CCEPE/UFPE, dos dispositivos legais e normativos do Ministério da Educação – MEC e das Resoluções Institucionais, conforme disposto no anexo I, página 37. A carga horária definida no PPC passou de 3.660 horas para 3.700 horas, distribuída da seguinte forma: 2.925 horas de componentes obrigatórios, 370 horas de Ações Curriculares de Extensão – ACEx, 285 horas de componentes eletivos do perfil, 60 horas de componentes eletivos livres e 60 horas de atividades complementares. O tempo de integralização do curso a ser cumprido é no mínimo 10 (dez) e máximo 18 (dezoito) semestres letivos, realizados no horário manhã/tarde, mantendo o número de vagas iniciais para ingresso, 60 (sessenta) vagas anuais, distribuídas igualmente no primeiro e segundo semestres do ano. O PPC demonstra a oportunidade do discente especializar-se em algumas ênfases. Nesse sentido, dentre dos componentes eletivos, três ênfases de formação podem ser seguidos: (i) Sistemas Elétricos de Potência, (ii) Sistemas Elétricos Industriais, e (iii) Fontes Renováveis e Recursos Energéticos Distribuídos. Durante a reformulação do Perfil Curricular do Curso foram: criados e excluídos diversos componentes curriculares obrigatórios e eletivos; modificadas nomenclaturas; atualizadas ementas, conteúdos programáticos e bibliografias básicas e complementares; atualizadas metodologias e recursos didáticos para o ensino, como se observa nas páginas de 10 a 11 do referido PPC. Foram ainda atualizadas informações sobre a infraestrutura, conforme constam nas páginas 29-31. Considerando que a reforma integral do PPC foi acompanhada pelo NDE e atende aos requisitos legais/normativos estabelecidos pelo MEC e nas Resoluções Institucionais da UFPE, bem como, o referido documento, apresenta as atas de aprovação do: (i) Colegiado do curso de graduação em Engenharia Elétrica; (ii) Câmara de Graduação do Centro de Tecnologia e Geociências e (iii) Ad Referendum do Conselho Departamental do Centro de Tecnologia e Geociências, somos de parecer favorável à aprovação do novo Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Elétrica, do Centro de Tecnologia e Geociências – CTG e a implantação do respectivo Perfil Curricular do Curso no Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas, a partir de 2024.1. Colocamo-nos à disposição para dirimir eventuais dúvidas que se fizerem necessárias. (Assinado digitalmente em 19/09/2023 15:35) JULIANA SOUZA OLIVEIRA COORDENADOR - TITULAR CDPCG PROGRAD (11.13.29) Matrícula: ###513#2 Processo Associado: 23076.061204/2023-42 Para verificar a autenticidade deste documento entre em http://sipac.ufpe.br/public/documentos/index.jsp informando seu número: 2557, ano: 2023, tipo: PARECER, data de emissão: 19/09/2023 e o código de verificação: e2a962cdae MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO COORDENAÇÃO ADMINISTRATIVA - PROGRAD PARECER Nº 2559/2023 - CADM PROGRAD (11.13.06) Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO Recife-PE, 19 de setembro de 2023. À Aprovo Ad Referendum da Câmara de Graduação e Ensino Básico o Processo nº 23076.061204/2023-42, referente à Aprovação da Reforma do Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Elétrica, com base no Parecer Nº 2557 / 2023 (Documento #14) exarado pela Coordenação Didático-Pedagógica dos Cursos de Graduação - CDPCG/DDE/Prograd. Atenciosamente, (Assinado digitalmente em 19/09/2023 15:44) KATIA SILVA CUNHA PRO-REITOR - SUBSTITUTO PROGRAD (11.13) Matrícula: ###363#6 Processo Associado: 23076.061204/2023-42 Para verificar a autenticidade deste documento entre em http://sipac.ufpe.br/public/documentos/index.jsp informando seu número: 2559, ano: 2023, tipo: PARECER, data de emissão: 19/09/2023 e o código de verificação: abf71b5de7 DECISÃO AD REFERENDUM DA CÂMARA DE GRADUAÇÃO E ENSINO BÁSICO A Pró-Reitora de Graduação e Presidente da Câmara de Graduação e Ensino Básico, no uso das atribuições legais e estatutárias, RESOLVE: Aprovo Ad Referendum da Câmara de Graduação e Ensino Básico, a alteração Projeto Político-Pedagógico, Reforma Curricular do Curso de Graduação Engenharia Elétrica, com base no Parecer Nº 2557/2023 - CDPCG (Documento #14), do Processo nº 23076.061204/2023-42, exarado pela Coordenação Didático Pedagógica dos Cursos de Graduação/DDE/Prograd. B.O. UFPE, RECIFE, 58 ( 162 BOLETIM DE SERVIÇO ): 1 - 16 20 DE SETEMBRO DE 2023 7 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E FOLHA DE ASSINATURAS CONTRATOS Emitido em 20/09/2023 BOLETIM OFICIAL Nº 206/2023 - CADM PROGRAD (11.13.06) (Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO) (Assinado digitalmente em 20/09/2023 16:11 ) INA MARIA DE ALCANTARA MENDONCA SECRETARIO EXECUTIVO CADM PROGRAD (11.13.06) Matrícula: ###379#8 Visualize o documento original em http://sipac.ufpe.br/documentos/ informando seu número: 206, ano: 2023, tipo: BOLETIM OFICIAL, data de emissão: 20/09/2023 e o código de verificação: c69ee42fdb MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO COORDENAÇÃO ADMINISTRATIVA - PROGRAD DESPACHO Nº 95878/2023 - CADM PROGRAD (11.13.06) Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO Recife-PE, 20 de setembro de 2023. À Coordenação Didático Pedagógica dos Cursos de Graduação/DDE/Prograd, Segue Boletim Oficial n° 206/2023 (documento #16) onde é informado o Ad Referendum da Câmara de Graduação e Ensino Básico refrente à Reforma do PPC do Curso de Engenharia Elétrica para ciência e providência quanto aos demais andamentos cabíveis. Atenciosamente, (Assinado digitalmente em 20/09/2023 16:18) KATIA SILVA CUNHA PRO-REITOR - SUBSTITUTO PROGRAD (11.13) Matrícula: ###363#6 Processo Associado: 23076.061204/2023-42 Para verificar a autenticidade deste documento entre em http://sipac.ufpe.br/public/documentos/index.jsp informando seu número: 95878, ano: 2023, tipo: DESPACHO, data de emissão: 20/09/2023 e o código de verificação: 9401e730f0 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO COORDENACAO DIDATICO-PEDAGOCICA DOS CURSOS DE GRADUACAO - PROGRAD ENCAMINHAMENTO Nº 188/2023 - CDPCG PROGRAD (11.13.29) Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO Recife-PE, 21 de setembro de 2023. À Divisão de Currículos e Programas - DCP/DDE, Segue processo com o novo Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Elétrica do CTG, para implantação da estrutura curricular no SigaA. Atenciosamente, (Assinado digitalmente em 21/09/2023 13:52) TAIS PATRICIA SANTOS DE OLIVEIRA PIMENTEL TECNICO EM ASSUNTOS EDUCACIONAIS CDPCG PROGRAD (11.13.29) Matrícula: ###783#6 Processo Associado: 23076.061204/2023-42 Para verificar a autenticidade deste documento entre em http://sipac.ufpe.br/public/documentos/index.jsp informando seu número: 188, ano: 2023, tipo: ENCAMINHAMENTO, data de emissão: 21/09/2023 e o código de verificação: 81288e9915 DOCUMENTO DE APENSAMENTO AO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO: USO DE ATIVIDADES NÃO PRESENCIAIS DE ACORDO COM A RESOLUÇÃO CEPE No 5, DE 2 DE JUNHO 2025 A coordenação do curso de graduação presencial de Engenharia Elétrica da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) solicita à Pró-Reitoria de Graduação apensamento ao Projeto Pedagógico do Curso (PPC) – perfis 4404 e 0001, no item relacionado à metodologia, da possibilidade de uso de atividades não presenciais (síncronas e síncronas mediadas) para fins de complementação de carga horária dos componentes curriculares do curso de graduação a partir do semestre 2025.1, nos termos do Decreto no 12.456, de 19 de maio de 2025 e da Portarias MEC no 378, de 19 de maio de 2025. Fica, portanto, à critério do/a docente responsável pelo componente curricular, a adoção das atividades síncronas e síncronas mediadas nos dias de suspensão das atividades presenciais nos cursos de graduação presenciais em razão de eventos climáticos extremos, ocorrências de desastres, circunstâncias de grave insegurança social ou eventos críticos que afetem a coletividade. Caso o/a docente adote as atividades síncronas e/ou síncronas mediadas, nos dias de suspensão das atividades presenciais nos cursos de graduação, este/a precisa seguir as orientações presentes na Resolução CEPE no 05/2025. Recife, 09 de junho de 2025. ___________________________________________________ Zanoni Dueire Lins Coordenador do Curso de Engenharia Elétrica da UFPE. UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE TECNOLOGIA E GEOCIÊNCIAS ESCOLA DE ENGENHARIA DE PERNAMBUCO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA COLEGIADO DO CURSO DE ENGENHARIA ELÉTRICA EXTRATO DE ATA Extrato de Ata da Reunião Extraordinária do Colegiado do Curso de Graduação em Engenharia Elétrica do Centro de Tecnologia e Geociências – Escola de Engenharia de Pernambuco da UFPE, realizada em ambiente virtual, conforme disposto no Art. 6º, parágrafo 4º do Regimento Geral da UFPE – na forma de consulta, aberta no período das 9h (nove horas) do dia 5/6/2025 (cinco de junho do ano de dois mil e vinte e cinco) até as 20h (vinte horas) do dia 6/6/2025 (seis de junho do ano de dois mil e vinte e cinco), sob a presidência do Senhor Coordenador do Curso de Engenharia Elétrica: Prof. Zanoni Dueire Lins. Assunto de Pauta: Apensamento do Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Engenharia Elétrica no item relacionado à metodologia, da possibilidade de uso de atividades não presenciais (síncronas, síncronas mediadas e assíncronas) para fins de complementação de carga horária dos componentes curriculares do Curso a partir do semestre 2025.1, nos termos do Decreto no 12.456, de 19 de maio de 2025 e da Portaria MEC n° 378, de 19 de maio de 2025. O Senhor Presidente esclareceu que fica, portanto, à critério do docente responsável pelo componente curricular, a adoção das atividades síncronas, síncronas mediadas ou assíncronas nos dias de suspensão das atividades presenciais nos cursos de graduação presenciais em razão de eventos climáticos extremos, ocorrências de desastres, circunstâncias de grave insegurança social ou eventos críticos que afetem a coletividade. A solicitação de apensamento está embasada na Resolução N° 5, de 2 de Junho de 2025 - CEPE. Diante do exposto, pediu pela concordança ou não do assunto da pauta com regime de votação dos seus pares. Após análise, o referido apensamento foi aprovado por unanimidade. …………………………………………………………………………………………….. Copiei do original. Em 9 de junho de 2025. Obs.: Assinado eletronicamente na página seguinte.